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CÁRIE DENTÁRIA
ETIOLOGIA, EPIDEMIOLOGIA E 
PREVENÇÃO
CRONOLOGIA DE ERUPÇÃO DENTÁRIA
5152535455
85 84 83 82 81
61 62 63 64 65
7574737271
SUPERIOR
INFERIOR ESQUERDODIREITO
Dentes Permanentes
Dentes Decíduos
3837363534333231
48 47 46 45 44 43 42 41
1112131415161718 21 22 23 24 25 26 27 28
SUPERIOR
INFERIOR ESQUERDODIREITO
Ariane Leme Tamaro
Entram os pré-molares quando os 1os e 2os molares são esfoliados.
Ariane Leme Tamaro
Os pré-molares substituem os 1os e 2os molares quando estes esfoliam
DENTES DECÍDUOS IDADE DE ERUPÇÃO
Incisivos Centrais Decíduos 5 a 7 meses
Incisivos Laterais Decíduos 8 a 11 meses
1os Molares Decíduos 12 a 16 meses
Caninos Decíduos 16 a 20 meses
2os Molares Decíduos 19 a 24 meses
Cronologia da erupção - Decíduos
DENTES PERMANENTES IDADE DE ERUPÇÃO
1os Molares Permanentes 6 anos
Incisivos Centrais Inferiores 6 anos
Incisivos Laterais Inferiores 6 anos
Incisivos Centrais Superiores 7 anos
Incisivos Laterais Superiores 8 anos
Caninos Inferiores 10 anos
1os Pré-Molares 10 anos
Caninos Superiores 11 anos
2os Pré-Molares 11 anos
2os Molares 12 anos
3os Molares 17 anos
Ariane Leme Tamaro
A agenesia dentária está acontecendo naturalmente com a evolução, e os 3o molares, 2o molares e incisivos laterais podem estar inexistentes.
CÁRIE - CONCEITO
A Cárie é uma disbiose desencadeada pelo consumo 
de açúcar, na qual há vários microrganismos envolvidos. Em 
condições normais, a relação dos humanos com os 
microrganismos envolvidos no processo de cárie é de 
simbiose. 
É um processo onde há perda localizada dos tecidos 
dos dentes, através da dissolução da sua fase mineral, 
principalmente dos cristais de hidroxiapatita, por ácidos 
orgânicos produzidos pela fermentação bacteriana.
CÁRIE - MODELOS EXPLICATIVOS
O conhecimento sobre a produção da Cárie 
Dentária passou por uma evolução ao 
longo das últimas décadas, representada 
por alguns modelos explicativos:
DIAGRAMA DE KEYES, 1962
Dente
Substrato
Microbiota
Cárie
FATORES ESSENCIAIS PARA PRESENÇA DA DOENÇA A CÁRIE
DIAGRAMA FEJERSKOV E MANJI, 1990
Depósitos 
Microbianos
pH
Dente
Depósitos 
Microbianos
pH
Dente
Saliva
Índice de fluxo
Saliva
Composição
Tempo
Flúor
Dieta
Espécies Microbianas
Capacidade tampão
Açúcar
Índice de remoção
Cl
as
se
 so
cia
l
Escolaridade
Renda
Comportamento
Atitudes
Co
nhe
cim
ent
o
RELAÇÃO ENTRE O FATOR ETIOLÓGICO – PLACA DENTÁRIA – E OS 
DETERMINANTES E OS MODIFICADORES DA DOENÇA CÁRIE. 
Ariane Leme Tamaro
Quanto + água, melhor a performance da salivação, e quanto mais salivação, melhor o efeito tampão e a irrigação do espaço intrabucal
DIAGRAMA WEYNE, 1992
Cárie
Dente Microbiota
Substrato
Saliva
SalivaSaliva
Dente
Idade
Flúor
Morfologia
Nutrição
Substrato
Remoção oral
Higiene Oral
Detergência do 
alimento
Frequência de 
ingestão
Carboidrato
Microbiota:
Strep Mutans
Higiene oral
Flúor na 
placa
RELAÇÃO ENTRE OS FATORES PRIMÁRIOS E SECUNDÁRIOS NA 
ETIOLOGIA DA CÁRIE. 
Ariane Leme Tamaro
Alimentos fibrosos, resistencia vs grudantes
Alimentos detergentes (que são duros e promovem limpeza do dente, maçã, cenoura)
Ariane Leme Tamaro
Fluorapatita só acontece na formação dentária
DIAGRAMA DE NEWBRUM, 1998
FATORES ENVOLVIDOS NO PROCESSO CARIOSO
Hospedeiro Substrato
Microrganismo
Cárie
Tempo
Biofilme
DESEQUILÍBRIO NO PROCESSO DE DESMINERALIZAÇÃO E REMINERALIZAÇÃO
O Processo de desmineralização – 
remineralização da estrutura dentária
Evidências do início da atividade da doença: 
As manchas brancas
Ariane Leme Tamaro
Não há necessidade de passar o explorador em mancha branca para evitar cavitação, pode se tratar com flúor em várias sessões para a tentativa de remineralização.
Cavitação: formação das lesões de cárie
Dentição Decídua: Cárie “de mamadeira”
Dentição mista
O primeiro molar permanente
O primeiro molar permanente – Importância de 
um ambiente bucal para uma dentição 
permanente saudável
As cáries na dentição permanente
Para recordar.........
https://www.youtube.com/watch?v=9NsFzVMsG3M
Vídeo:
Action of demineralisation and remineralisation in the mouth 
O ciclo restaurador.....
EPIDEMIOLOGIA
 É o estudo da distribuição do estado ou eventos de 
saúde-doença e de seus determinantes em populações 
específicas, e a aplicação desse estudo para o controle dos 
problemas de saúde.
ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS
A epidemiologia em saúde bucal no Brasil:
3 Levantamentos de base nacional: 1986, 2003 e 2010
 Principais problemas de relevância coletiva estudados:
Cárie dentária, as doenças periodontais, as oclusopatias, o 
câncer bucal, trauma, fluorose, edentulismo, 
BRASIL, 2002-2010
ÍNDICE CPO-D ( UNIDADE DENTE)
 Foi proposto por Klein & Palmer e representa a 
média do número total de dentes permanentes 
CARIADOS, PERDIDOS E OBTURADOS em um 
grupo populacional.
 Em um único indivíduo, o CPO-D será a soma 
das condições encontradas em cada dente
(Last, JM. A Dictionary of Epidemiology, 2ª ed. New York, Oxford UniversityPress, 1988.)
ÍNDICE CPOD - COMPONENTES 
• C = Dente Cariado - afetados pela cárie e ainda 
não-tratados;
• P = Dente Perdido - extraídos em decorrência 
da cárie;
 
• O = Dente Obturado (restaurado) - já foram 
acometidos pela cárie e foram tratados;
• D = Índice referente aos Dentes Permanentes
C = CARIADO
● Sulco, fissura ou superfície 
lisa apresenta cavidade 
evidente, ou tecido 
amolecido na base ou 
descoloração do esmalte ou 
de parede ou há uma 
restauração temporária
P = PERDIDO (EXTRAÍDO) 
- Ausente da boca depois do período em que 
normalmente deveria ter feito sua erupção, em 
decorrência da doença cárie. Esse critério não 
pode ser utilizado para a dentição decídua 
pela existência de perdas dentárias fisiológicas 
ocorridas pela exfoliação natural da dentição 
decídua.
- Não se consideram extraídos os dentes 
ausentes congenitamente (anodontias) e os 
extraídos por razões ortodônticas ou em 
decorrência de acidentes traumáticos.
- Dente ausente: quando o decíduo não mais 
se encontrar na cavidade bucal e o 
permanente ainda não fez sua erupção. Neste 
caso, o permanente é que está ausente.
O = OBTURADO (RESTAURADO)
- Apresente uma ou mais 
restaurações com material 
restaurador definitivo 
(resinas, ionômero, ouro, 
ligas, amálgama...), sem 
reincidência de lesões de 
cárie.
● É o dente íntegro, quando inexistir lesão de cárie 
e/ou restaurações.
H = Hígido
1 - Para incisivos e caninos: o comprimento da coroa deve ser pelo 
menos igual à largura;
2 - Para pré-molares: toda a superfície oclusal deverá estar 
exposta;
3 - Para molares: pelo menos 2/3 da superfície oclusal deverá ser 
exposta..
Dente Erupcionado
● Proposto por Gruebbel, adaptação do Índice CPO.D para a 
DENTIÇÃO DECÍDUA.
● Representa a média de dentes decíduos CARIADOS (c), com 
EXTRAÇÃO INDICADA (e) e OBTURADOS (restaurado) (o) por 
criança. Este índice não considera o componente extraído, tendo 
em vista que os dentes decíduos sofrem processo de exfoliação 
natural, que não tem nenhuma relação com a doença cárie.
● São 20 dentes decíduos, logo o ceo pode ser no máximo 20.
ÍNDICE ceo –d (UNIDADE DENTE)
• c = Dente Cariado - Dente afetado pela cárie 
e ainda não-tratado;
• e = Dente com Extração Indicada em 
decorrência da cárie; 
• o = Dente Obturado (restaurado) - Dente 
acometidos pela cárie, porém tratado;
• d = Índice referente aos Dentes Decíduos
Índice ceod 
• É uma adaptação do Índice CPO à unidade superfície dentária. Foi 
proposto por Klein, Palmer & Knutson, e representa o número de 
SUPERFÍCIES CPO por indivíduo.
• O valor máximo do Índice CPO-S POR PESSOA É DE 140.
ÍNDICE CPO-S ( UNIDADE SUPERFÍCIE)
Exame Epidemiológico
Um dente é considerado presente na boca quando apresenta 
qualquer parte visível ou podendo ser tocada com a ponta da 
sonda sem deslocar (nem perfurar) tecido mole 
indevidamente. 
Se permanente e decíduo ocupam o mesmo espaço, 
registra-se apenasa condição do dente permanente. 
(Fotos: SB 2010 -Cortesia do Prof. Dr. Fábio Luiz Mialhe)
Códigos para Classificação do CPO-D e 
ceo-d
PERMANENTE = Código 0
DECÍDUO = Código A
COROA HÍGIDA = H
Não há evidência de cárie. 
Estágios iniciais da doença não 
são levados em consideração. 
Os seguintes sinais devem ser 
codificados como hígidos:
• manchas esbranquiçadas;
• manchas rugosas 
• sulcos e fissuras do esmalte 
manchados,
• áreas escuras, brilhantes, 
duras e fissuradas do esmalte 
de um dente com fluorose
PERMANENTE = Código 1
DECÍDUO = Código B
COROA CARIADA 
 Sulco, fissura ou superfície 
lisa apresenta cavidade 
evidente, ou tecido 
amolecido na base ou 
descoloração do esmalte ou 
de parede ou há uma 
restauração temporária 
(exceto ionômero de vidro). 
Na dúvida, considerar o 
dente hígido.
Códigos para Classificação do CPO-D e 
ceo-d
Coroa Restaurada mas 
Cariada 
 Há uma ou mais 
restaurações e ao mesmo 
tempo uma ou mais áreas 
estão cariadas. Não há 
distinção entre cáries 
primárias e secundárias, 
ou seja, se as lesões 
estão ou não em 
associação física com a(s) 
restauração(ões)
PERMANENTE = Código 2
DECÍDUO = Código C
Códigos para Classificação do CPO-D e 
ceo-d
Coroa Restaurada e Sem 
Cárie
Há uma ou mais 
restaurações definitivas e 
inexiste cárie primária ou 
recorrente. Um dente com 
coroa colocada devido à 
cárie inclui-se nesta 
categoria.
PERMANENTE = Código 3
DECÍDUO = Código D
Códigos para Classificação do CPO-D e 
ceo-d
Dente Perdido Devido à Cárie
Um dente permanente ou decíduo 
foi extraído por causa de cárie e 
não por outras razões. Essa 
condição é registrada na casela 
correspondente à coroa. No caso 
de dentes decíduos, deve-se 
aplicar apenas quando o indivíduo 
está numa faixa etária na qual a 
esfoliação normal não constitui 
justificativa suficiente para a 
ausência.
PERMANENTE = Código 4
DECÍDUO = Código E
Códigos para Classificação do CPO-D e 
ceo-d
PERMANENTE = Código 5
DECÍDUO = Não é registrado
Dente Perdido por Outra Razão
Ausência se deve a razões 
ortodônticas, periodontais, 
traumáticas ou congênitas.
Códigos para Classificação do CPO-D e 
ceo-d
Códigos para Classificação do CPO-D e 
ceo-d
DENTE COM SELANTE
Há um selante de fissura ou a 
fissura oclusal foi alargada 
para receber um compósito.
PERMANENTE = Código 6
DECÍDUO = Código F
APOIO DE PONTE OU COROA
Indica um dente que é parte de uma 
prótese fixa. Este código é também 
utilizado para coroas instaladas por 
outras razões que não a cárie ou para 
dentes com facetas estéticas. Dentes 
extraídos e substituídos por um 
elemento de ponte fixa são codificados, 
na casela da condição da coroa, como 4 
ou 5.
PERMANENTE = Código 7
DECÍDUO = Código G
Códigos para Classificação do CPO-D e 
ceo-d
Códigos para Classificação do CPO-D e 
ceo-d
COROA NÃO ERUPCIONADA
Quando o dente permanente 
ou decíduo ainda não foi 
erupcionado, atendendo à 
cronologia da erupção. Não 
inclui dentes perdidos por 
problemas congênitos, trauma 
etc.
PERMANENTE = Código 8
DECÍDUO = Não é Registrado
Códigos para Classificação do CPO-D e 
ceo-d
TRAUMA (FRATURA)
Parte da superfície coronária 
foi perdida em conseqüência 
de trauma e não há evidência 
de cárie. Restaurações 
decorrentes de fratura 
coronária devem ser 
registrados como Trauma (T).
PERMANENTE = Código T
DECÍDUO = Código T
PERMANENTE = Código 9
DECÍDUO = -
NÃO REGISTRADO - EXCLUÍDO
Aplicado a qualquer dente 
permanente que não possa ser 
examinado (bandas ortodônticas, 
hipoplasias severas etc.).
Quando há 5 ou mais dentes com 
bandas o portador será excluído da 
amostra. Braquetes, em qualquer 
número, não inviabilizam os 
exames e, assim, não constituem 
obstáculo para aproveitamento do 
elemento amostral.
Códigos para Classificação do CPO-D e 
ceo-d
VAMOS TREINAR!!!!!
CALCULAR CPO-D
LEVANTAMENTOS EPIDEMIOLÓGICOS
Levantamento Epidemiológico de 
1986
• Realizado na zona urbana de 16 capitais em 5 regiões 
brasileiras;
• Padrões elevados de ataque pela cárie dental em 
todas as faixas etárias
• Velocidade acelerada e severidade crescente da 
doença
EXTRAÇÕES MÚLTIPLAS E EM LARGA ESCALA
Cárie: Dados Epidemiológicos – 
1986
Distribuição do índice CPO-D (ceo-d) de acordo com a idade. 
Brasil, 1986.
Idade N Cariado Obturado Ext. ind. Extr. CPO-D/ceo 
6 931 1,13 0,10 0,02 0,00 1,26
12 1792 3,65 2,12 0,43 0,44 6,65
15-19 4797 4,28 5,88 0,60 1,93 12,69
50-59 2256 1,32 1,59 0,91 23,37 27,19
CPO-D
 entre
 6 e 7
OPAS/MS Brasil,2000
 PROJETO SB BRASIL 2000
O Ministério da Saúde uma Pesquisa 
para avaliação da situação da saúde 
bucal no Brasil, abrangendo tanto a 
população urbana como a rural.
Cárie: Dados Epidemiológicos – 2003
Distribuição do índice CPO-D (ceo-d) de acordo com a 
idade. Brasil, 2003.
Idade N Hígido Cariado Obtur. Extr. CPO-D/ceo
6 26641 16,05 2,36 0,36 0,08 2,8
12 34550 22,7 1,69 0,91 0,18 2,78
15-19 16833 22,24 2,79 2,49 0,89 6,17
35-44 13431 10,85 2,68 4,22 13,23 20,13
65-74 5349 3,4 1,23 0,73 25,83 27,79
BRASIL, 2004
SB BRASIL 2010
 
Pesquisa realizada em 177 Municípios: 
26 capitais e o Distrito Federal 
30 municípios de cada região do país 
Entrevistas e exames bucais em 
38 mil pessoas divididas em 5 grupos etários: 
Crianças aos 5 anos 
Crianças aos 12 anos 
Adolescentes de 15 a 19 anos 
Adultos de 35 a 44 anos 
Idosos de 65 a 74 anos 
Ministério da Saúde, 2010
Cárie: Dados Epidemiológicos – 2010
Distribuição do índice CPO-D de acordo com a idade. Brasil, 
2010.
Idade Cariado Obtur. Perdido ceo-d/ CPO-D
5 1,95 + (0,08) 0,33 0,06 2,43
12 1,12 + (0,09) 0,73 0,12 2,07
15-19 1,52 + (0,18) 2,16 0,38 4,25
35-44 1,48 + (0,46) 7,33 7,48 16,75
65-74 0,52 + (0,10) 1,62 25,29 27,53
MS (2011)
CÁRIE: EVOLUÇÃO 1986-2010 (CPO-D)
Redução do Índice CPO-D em crianças de 12 anos de idade 
 54%
9%
24,5%
ICDAS - Sistema internacional para avaliação e detecção de cárie 
dentária 
• Um novo Índice, criado em 2005;
• Propõe a integração de vários sistemas de critérios 
dentro de um único sistema padrão para detecção clínica 
de cárie;
• A superfície dentária é avaliada desde mudanças 
clínicas precoces no esmalte devidas à desmineralização 
até cavidades extensas.
• Sete escores em escala de profundidade da 
lesão, os quais variam de zero (hígida) a seis 
(cavitação extensa);
• Dividido em seções: porção coronária (sulcos e 
fissuras, mesial-distal, e lingual-bucal), cáries 
radiculares e cáries associadas a restaurações e 
selantes.
ICDAS - Sistema internacional para 
avaliação e detecção de cárie dentária 
ICDA
S
ICDAS - Sistema internacional para avaliação e detecção de 
cárie dentária 
POLARIZAÇÃO DA CÁRIE
A Polarização da Cárie Dentária ocorre 
quando num pólo há ausência ou pequena 
quantidade de doença e, no outro, um 
grande número de casos concentrados 
num pequeno grupo de indivíduos.
No Brasil, com a redução da cárie 
observada nos últimos 30 anos, cerca de 
20% da população de escolares passou a 
concentrar cerca de 60% da carga de 
doença
Quais as causas 
da redução da 
prevalência a 
cárie no Brasil?
3 causas principais:
1º - Fluoretação de águas 
de abastecimento 
2º - Fluoretação dos 
cremes dentais
3º - Políticas públicas de 
Saúde Bucal (SUS), 
incluindo as ações 
educativas.
EDUCAÇÃO EM SAÚDE BUCAL
• Importância da Saúde Bucal (Palestras, atendimento clínico, 
etc...);
• Instrução de higiene Oral – Escovação supervisionada;
• Conscientização sobre dieta – Atendimento individual;
• Informações complementares;
• Adequação na linguagem.
IMPORTÂNCIA DA SAÚDE BUCAL EM 
DOENÇAS SISTÊMICAS
✓ CARDIOVASCULARES;
✓ CÂNCER;
DOENÇAS
✓ HIPERTENSÃO;
✓ DIABETE MELLITUS.
ACONSELHAMENTO DIETÉTICO
 HIGIENE BUCAL
ORIENTAÇÕES IMPORTANTES
• Escova Dental:
• Dentifrício ( Creme Dental)
ORIENTAÇÕES IMPORTANTES
ESCOVAS COM 
CABEÇA PEQUENA, 
CERDAS MACIAS E 
IGUAIS
ENXAGUATÓRIOSNÃO 
SUBSTITUEM A 
ESCOVAÇÃO!!!!ORIENTAÇÕESIMPORTANTES
ORIENTAÇÕES IMPORTANTES
FLÚOR importante é aquele presente 
constantemente na cavidade bucal, 
participando do processo de cárie e 
agindo diretamente nos fenômenos de 
desmineralização e remineralização. 
SILVA, 2000
ATIVIDADE FINAL