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A psicologia jurídica pode atuar na área do direito penal. Jurisprudência de família, direito civil, direito da criança e do adolescente e direito trabalhista. É importante ressaltar em seu trabalho nos processos judiciais que o papel do psicólogo não é ditar decisões ou influenciá-las diretamente. Esta é a responsabilidade do juiz Os psicólogos atuam como entrevistadores, avaliadores e apresentadores de informações e relatórios a pedido do juiz. direito civil, o psicólogo atua em casos de indenização por causa de danos psíquico, onde a vítima pode ter sido traumatizada psicológica e emocionalmente, bem como em processos de averiguação de capacidade mental, problemas psicológicos, deficiências e distúrbios psicopatológicos. (LAGO et al.,2009). O direito da família desempenha o papel de mediador em divórcios contenciosos (conflitos) para chegar a um acordo mutuamente satisfatório. Aplica-se também a litígios de guarda e guarda conjunta, avaliando qual dos progenitores tem mais capacidade para cuidar do menor e apresentando os factos a um juiz. Direitos das crianças e dos jovens, o psicólogo atua no processo de adoção, eliminando a autoridade familiar e no campo da perícia com fiscalização e medidas sociopedagógicas. Na adoção, o psicólogo trabalha com o casal adotivo, a criança e por fim todos juntos, tentando ser um apoio neste processo de transição e aceitação. A pobreza familiar é um caso legalmente estabelecido em que os pais perdem a autoridade sobre os filhos e estes são enviados aos cuidados de outra família até atingirem a maioridade. psicólogo no direito do trabalho pode atuar com expertise cujo objetivo é avaliar a relação entre as condições de trabalho e a saúde mental do empregado, os acidentes e também as indenizações decorrentes. · Brito, L. M. T. (2005). Reflexões em torno da psicologia jurídica. In R. M. Cruz, S. K. Maciel & D. C Ramirez. O trabalho do psicólogo no campo jurídico (pp.9-17). São Paulo: Casa do Psicólogo. · Monteiro, W. B. (1999). Da Curatela. In W. B. Monteiro. Curso de direito civil: direito de família (Vol. 2, pp.325-335). São Paulo: Saraiva. · Schabbel, C. (2005). Relações familiares na separação conjugal: contribuições da mediação. Psicologia Teoria e Prática, 7 (1), 13-20. · Carvalho, S. (2004). O papel da perícia psicológica na execução penal. In H. S. Gonçalves & E. P. Brandão. Psicologia jurídica no Brasil (pp.141-155). Rio de Janeiro: NAU Editora. · Cruz, R. M., & Maciel, S. K. (2005). Perícia de danos psicológicos em acidentes de trabalho. Estudos e Pesquisas em Psicologia, 5 (2), 120-129.