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09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 1/39 Imprimir INTRODUÇÃO Olá, aluno! Estamos iniciando a disciplina Exames Radiológicos Especiais. Nesta disciplina, trataremos de termos gerais, planos, secções e linhas, incidência radiográ�ca, posições do corpo em geral, termos de relação e adicionais de incidência. Esta disciplina é essencial para o exercício da pro�ssão de tecnólogo em radiologia, pois a base da obtenção de uma imagem de qualidade para um diagnóstico rápido e preciso é o correto posicionamento do paciente na hora de realizar a técnica do exame. Observar a hipótese diagnóstica do médico solicitante também ajuda a posicionar melhor o paciente, para que seja possível visualizar melhor a parte que o médico deseja avaliar a �m de fechar o diagnóstico do indivíduo. Vamos iniciar mais uma jornada de conhecimento na Radiologia! Aula 1 TERMINOLOGIA DE POSICIONAMENTO Estamos iniciando a disciplina Exames Radiológicos Especiais. Nesta disciplina, trataremos de termos gerais, planos, secções e linhas, incidência radiográ�ca, posições do corpo em geral, termos de relação e adicionais de incidência. 17 minutos TÉCNICAS DE POSICIONAMENTO RADIOGRÁFICO AVANÇADOS Aula 1 - Terminologia de posicionamento Aula 2 - Princípios de posicionamento Aula 3 - Radiologia para o trauma, móvel e cirúrgica Aula 4 - Radiologia pediátrica Aula 5 - Revisão da unidade Referências 88 minutos 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 2/39 POSICIONAMENTO EM RADIOLOGIA Caro aluno, as técnicas radiológicas constituem práticas importantes do diagnóstico por imagem na área médica. Diante disso, convém que elas sejam usadas com critério, segurança e qualidade, garantindo ao paciente/cliente um atendimento humanizado, voltado ao respeito, à ética pro�ssional e à melhor técnica. Nesse contexto, é relevante compreender, primeiramente, que o corpo humano pode ser dividido em planos anatômicos. O plano frontal ou coronal divide o corpo em duas partes: anterior e posterior. O plano sagital mediano divide o corpo em dois lados: direito e esquerdo. E, o plano transversal ou axial em duas porções: parte superior e parte inferior. Figura 1 | Planos anatômicos Fonte: Shutterstock. A posição anatômica fundamental também deve ser usada no momento de posicionar o paciente e consiste no seguinte: postura ortostática (em pé); olhos �xos na linha do horizonte; braços estendidos ao longo do corpo e com as palmas das mãos para frente; e pés unidos com os dedos apontados para a frente. Figura 2 | Posição anatômica fundamental e planos anatômicos 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 3/39 Fonte: Shutterstock. O posicionamento radiográ�co refere-se ao estudo do posicionamento do paciente para demonstrar radiogra�camente ou visualizar partes especí�cas do corpo na imagem do exame. Com isso, é fundamental que todo pro�ssional que vai trabalhar com diagnóstico por imagem compreenda claramente o emprego correto do termo posicionamento do paciente. Os termos usados para as posições gerais do corpo são: Ortostática (em pé). Decúbito dorsal (deitado com as costas na mesa de exames). Decúbito ventral (deitado com a barriga na mesa de exames). Decúbito lateral direito (deitado com o lado direito do corpo encostado na mesa de exames). Decúbito lateral esquerdo (deitado com o lado esquerdo do corpo encostado na mesa de exames). Trendelenburg (deitado de modo que a cabeça esteja em posição mais baixa que os pés). Posição de Sim (paciente deita sobre o lado anterior esquerdo, com a perna esquerda esticada e o joelho direito parcialmente �etido). Posição de Fowler (posição em decúbito, na qual o corpo é inclinado de forma que a cabeça esteja em um nível superior ao dos pés). Posição de litotomia (posição em decúbito dorsal, na qual os joelhos e o quadril �cam �etidos e a coxa abduzida e rodada externamente, apoiada pelo suporte para os tornozelos). 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 4/39 Além das posições gerais, há também as posições especí�cas do corpo, descritas pela parte dele que �ca restrita ao �lme radiográ�co (oblíquas e laterais) ou pela superfície onde o paciente está deitado: Posição lateral: refere-se ao lado ou à visão lateral. Uma posição lateral verdadeira estará sempre a 90º, perpendicularmente disposta ou em ângulo reto em relação à verdadeira incidência AP (anteroposterior) ou PA (posteroanterior). Posição oblíqua: é uma posição angulada em que nem o plano sagital nem o plano coronal do corpo são perpendiculares ou em ângulo reto com o �lme. As posições oblíquas do tórax, do abdome ou da pelve são descritas pela parte restrita ao �lme ou pela parte do corpo onde o raio central (RC) incide. Figura 3 | Planos e secções Fonte: Shutterstock. 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 5/39 As posições oblíquas podem ser: Oblíqua anterior direita ou esquerda. Oblíqua posterior direita ou esquerda. 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 6/39 TERMOS RELACIONADOS AOS MOVIMENTOS Caro aluno, veremos, a partir de agora, os termos de relação utilizados em Radiologia e relacionados às partes do corpo: Medial versus lateral: signi�ca em direção versus distante do centro ou do plano mediano. O aspecto medial de qualquer parte do corpo é aquele mais próximo ao plano mediano (central), e a parte lateral é aquela mais distante do plano medial. Proximal versus distal: estar próximo da origem. Em relação aos membros superiores e inferiores, proximal e distal signi�ca estar mais próximo ou distante do tronco, do início do membro. Cefálico versus caudal: cefálico signi�ca mais próximo da cabeça e caudal signi�ca mais distante da cabeça. Na anatomia, os termos cefálico e caudal também podem ser usados como superior (próximo da cabeça) e inferior (distante da cabeça). Interior versus exterior: interior signi�ca estar dentro, mais próximo do centro, enquanto exterior signi�ca estar sobre ou próximo do exterior. O su�xo intra também signi�ca estar dentro e exo a estar fora. Super�cial versus profundo: super�cial signi�ca estar próximo à superfície da pele e profundo estar longe da superfície da pele. Ipsilateral versus contralateral: ipsilateral signi�ca estar do mesmo lado do corpo e contralateral é estar no lado oposto. Figura 4 | Termos de relação anatômica 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 7/39 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 8/39 Fonte: Wikimedia. Há termos relacionados aos movimentos que todo tecnólogo precisa dominar para realizar um bom posicionamento do paciente. Esses termos, geralmente, expressam movimentos em direções opostas: Flexão versus distensão: ao �etir ou estender uma articulação, o ângulo entre as partes diminui ou aumenta; a �exão diminui o ângulo e a distensão aumenta. Hiperextensão: signi�ca estender a articulação além de seu estado natural. Hiperextensão anormal: esse movimento não é natural e resultaem lesão ou trauma das articulações. Flexão normal e hiperextensão da coluna: a �exão é o ato de dobrar e a extensão é o retorno à posição normal. Desvio ulnar versus desvio radial do punho: desvio ulnar signi�ca dobrar a mão e o punho em direção ao lado ulnar (desvio ulnar) ou para o lado radial (desvio radial). Dorsi�exão versus �exão plantar do pé: dorsi�exão signi�ca diminuir o ângulo entre o dorso (topo do pé) e a parte inferior da perna, movendo o pé para cima; e �exão plantar do pé signi�ca esticar a articulação do calcanhar, movendo o pé para baixo. Eversão versus inversão: eversão é o movimento de estresse para fora, com o pé através da articulação do calcanhar; e inversão é o movimento para dentro, aplicado ao pé, sem a rotação da perna. Rotação medial (interna) versus rotação lateral (externa): a rotação medial interna é a rotação de uma parte do corpo, movendo-a da parte anterior para dentro. Já a rotação lateral externa é o movimento de rotação lateral anterior voltado para fora. Abdução versus adução: abdução é o movimento lateral do braço ou perna quando se distancia do corpo. Adução é o movimento do braço ou perna na direção do corpo. Supinação versus pronação: supinação é o movimento de rotação da mão para a posição anatômica, e a pronação é o movimento da mão em posição oposta à anatômica. Protração versus retração: protração é o movimento de avanço em relação à posição normal, e a retração é o movimento retrógrado, de levar para trás. INCIDÊNCIA RADIOGRÁFICA NA PRÁTICA Caro aluno, incidência radiográ�ca é um termo que descreve a direção ou a trajetória do raio central (RC) da fonte de raios X quando estes atravessam o corpo do paciente, projetando a imagem no �lme. Veja, a seguir, os termos comuns de incidência: Incidência posteroanterior (PA): é aquela em que o RC passa de trás para a frente do corpo. Como a parte mais próxima ao �lme �ca mais nítida nas imagens, essa incidência é recomendada para avaliar a porção anterior da área a ser examinada. 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 9/39 Incidência anteroposterior (AP): é aquela em que o RC passa da frente para trás, ou seja, o oposto da incidência citada anteriormente. Ela é indicada para estudo da porção posterior das estruturas anatômicas. Incidências oblíquas AP ou PA: é uma incidência AP ou PA dos membros superiores ou inferiores que seja oblíqua ou rodada e, para tanto, é necessário haver um adjetivo indicando para que lado está rodada, como rotação medial ou lateral, de AP ou PA, conforme a posição anatômica. Incidências mediolateral ou lateromedial: é uma incidência lateral descrita pela trajetória do raio central (RC). Como exemplos citamos a incidência mediolateral do tornozelo e a incidência lateromedial do punho. Figura 5 | Incidência mediolateral do tornozelo Fonte: Shuttertock. Temos também incidências adicionais de uso especial. Esses termos são de�nidos pela trajetória ou pela incidência do RC na parte do corpo a ser examinada. Estão entre elas: Incidência axial: o termo axial refere-se ao eixo longo de uma estrutura em torno da qual o corpo gira. O termo superoinferior ou cefalocaudal descreve uma posição axial verdadeira em que o RC é direcionado ao longo do eixo axial ou à linha central do corpo humano da cabeça (superior ou cefálica) ou dos pés (inferior ou caudal). Incidências axiais inferosuperiores e superoinferiores: as primeiras são frequentemente feitas para os ombros e os quadris, de modo que o RC penetra inferiormente e sai superiormente. O contrário dessa incidência é a superoinferior, utilizada na incidência especial para os ossos nasais. Incidência tangencial: signi�ca tocar a superfície em apenas um ponto. Exemplos: incidência do arco zigomático, incidência para trauma de crânio e incidência especial da patela. Incidência axial AP (posição lordótica): é um tipo especí�co de incidência AP de tórax para mostrar os ápices pulmonares. É também chamada de incidência apicolordótica. Incidência transtorácica lateral (posição lateral direita): é uma incidência lateral através do tórax que requer um termo especí�co de posicionamento (posição lateral direita ou esquerda) para se indicar 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 10/39 qual o ombro que será examinado. Incidência dorsoplantar ou plantodorsal: esses termos são secundários para as incidências AP e PA do pé. A incidência dorsoplantar (DP) descreve a passagem do RC da superfície dorsal (anterior) para a superfície plantar (posterior) do pé, enquanto que, na incidência plantodorsal axial, a passagem do RC ocorre da superfície plantar para a região dorsal. Incidência parietoacantial e acantioparietal: na incidência acantioparietal, o RC penetra pelo osso parietal do crânio e sai no acântio (junção entre o nariz e o lábio superior). Incidência submentovértice (SMV) e vértice submentoniana (VSM): essas incidências são para crânio e mandíbula. Na incidência submentovértice, o RC penetra abaixo do queixo (ou mento) e sai pelo vértice ou topo do crânio. VIDEO RESUMO Caro aluno, a seguir apresentaremos um vídeo em que serão abordados pontos importantes sobre termos gerais, planos, secções e linhas; incidência radiográ�ca; posições do corpo em geral, termos de relação e adicionais de incidência. Um vídeo é uma excelente oportunidade para �xar pontos-chave da disciplina, tais como: incidências adicionais de uso especial e termos relacionados aos movimentos. Saiba mais Caro aluno, você está convidado para conhecer um pouco mais sobre posicionamento radiográ�co no link adiante, com o objetivo de se familiarizar mais com os ambientes e as técnicas de nossa área de atuação. Para isso, leia o artigo Proposta de padronização do estudo radiográ�co do quadril e da pelve. INTRODUÇÃO Olá, aluno! Estamos iniciando a Aula 2 da primeira unidade da disciplina Exames Radiológicos Especiais, na qual trataremos dos critérios radiográ�cos, dos marcadores de imagem e identi�cação do paciente e das incidências essenciais. Aula 2 PRINCÍPIOS DE POSICIONAMENTO Estamos iniciando a Aula 2 da primeira unidade da disciplina Exames Radiológicos Especiais, na qual trataremos dos critérios radiográ�cos, dos marcadores de imagem e identi�cação do paciente e das incidências essenciais. 16 minutos 0 V e r a n o ta çõ e s https://www.scielo.br/j/rbort/a/C8WQThmwPcQCpLBx5V4xNKK/?lang=pt 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 11/39 Esta disciplina é fundamental para o exercício da pro�ssão de tecnólogo em radiologia, pois a base para a obtenção de uma imagem de qualidade é saber posicionar corretamente o paciente na hora de realizar a técnica do exame. Por isso, os critérios radiográ�cos devem nortear nosso trabalho. O tecnólogo em radiologia deve comparar a imagem obtida com um padrão de imagem ótima, observando se a radiogra�a possibilitará que o médico faça um diagnóstico rápido e preciso, sempre atento à hipótese diagnóstica levantada pelo médico na solicitação do exame. Bons estudos! CRITÉRIOS RADIOGRÁFICOS Caro estudante, o objetivo de todo tecnólogo em radiologia deve ser fazer imagens que possibilitem ao médico fechar o diagnóstico do paciente. Um método sistemático para aprender a avaliar radiogra�as é dividir a análise em cinco partes, como está demonstrado a seguir: Quadro 1 | Formato dos critérios radiográ�cos Estruturas mostradas: descreve com precisão as partes e as estruturas anatômicas que o médico deseja ver, que devem ser claramente visualizadas na radiogra�a. Posição: descreve dois detalhes importantes: posicionamento da parte do corpo que será radiografada emrelação ao �lme e fatores de posicionamento essenciais para a incidência. Colimação e raio central (RC): descrevem dois importantes fatores: onde as bordas do exame devem ser colimadas em relação à parte do corpo que será examinada e a localização precisa do RC. Critérios de exposição: descreve como os fatores de exposição (kVp, mA e tempo) devem ser escolhidos para uma exposição ótima. A ausência de movimento é essencial para a obtenção de uma boa imagem. Movimento e imagem não combinam de forma alguma. Marcadores de imagem: os marcadores de identi�cação do paciente, de lado D (direito) e E (esquerdo) ou da posição do paciente, bem como marcadores de tempo, devem ser adequadamente posicionados, a �m de evitar que �quem superpostos à anatomia essencial do exame. Fonte: elaborado pela autora. Figura 1 | Radiogra�a do antebraço 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 12/39 Fonte: Shutterstock. Em seguida, apresentaremos os critérios para a exposição da lateral do antebraço: Quadro 2 | Critérios radiográ�cos Estruturas exibidas: a incidência deve ser lateral de todo o rádio e a ulna, incluindo a primeira �leira dos ossos carpais, o cotovelo e a porção distal do úmero. É importante incluir também o tecido mole, como o panículo adiposo e os ligamentos das articulações do punho e do cotovelo. Posição: eixo longitudinal do antebraço alinhado com o eixo longitudinal do �lme; cotovelo �etido em 90º; não deve haver rotação da lateral verdadeira, o que pode ser evidenciada por: Cabeça da ulna sobreposta à cabeça do rádio. Epicôndilos do úmero superpostos. Cabeça do rádio superposta ao processo coronoide com a tuberosidade radial, como visto no per�l. Colimação e RC: as bordas da colimação devem estar visíveis nas margens da pele ao longo da extensão do antebraço, com uma mínima colimação em ambas as extremidades. O RC deve ser posicionado no centro do rádio e da ulna. Critérios de exposição: uma ótima densidade e um ótimo contraste, com total ausência de movimento, permitirão visualizar as margens corticais, as marcações do osso trabecular, o tecido adiposo e os ligamentos das articulações do punho e do cotovelo. Marcadores de imagem: marcadores de identi�cação do paciente, marcador de lado D ou E bem como data e horário devem ser expostos de maneira a não sobrepor a anatomia essencial do exame. Fonte: elaborado pela autora. Figura 2 | Exposição da lateral do antebraço 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 13/39 Fonte: Shutterstock. A identi�cação correta do paciente nos exames de imagem é de grande importância, pois evita a ocorrência de danos decorrentes de erros, que podem também prejudicar a obtenção do diagnóstico médico. É bom lembrar que o tecnólogo em radiologia é responsável pelo posicionamento do paciente e pela identi�cação das imagens. MARCADORES DE IMAGEM E IDENTIFICAÇÃO DO PACIENTE Caro aluno, observando-se os critérios radiográ�cos apresentados, no mínimo dois tipos de marcadores devem ser impressos em todas as radiogra�as realizadas: A identi�cação do paciente e a data. Marcadores do lado anatômico. Identi�cação do paciente e data em sistemas convencionais de �lme/chassi Geralmente essas informações incluem nome, data e número do prontuário e são colocadas em um cartão identi�cador que é posicionado em um espaço reservado para o bloco de chumbo no porta-�lme. Cada chassi ou porta-�lme deve ter um marcador, em seu exterior, indicando a área onde a identi�cação do paciente será fotografada. Uma regra geral para radiogra�as de tórax e abdome é colocar os dados de identi�cação do paciente na margem superior do �lme quando for de tórax e na margem inferior quando for de abdome. Lembrando que essas informações devem ser sempre colocadas de modo que não prejudiquem a visualização das estruturas anatômicas essenciais do exame. Marcadores do lado anatômico A correta identi�cação do posicionamento durante o exame e dos lados direito e esquerdo nas imagens radiográ�cas é de grande importância para a descrição assertiva de possíveis lesões apresentadas nas imagens radiográ�cas. Entretanto, com o advento dos sistemas digitais, muitas vezes esse cuidado tem sido negligenciado, prejudicando a obtenção de um diagnóstico rápido e preciso. 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 14/39 Um marcador radiopaco à direita (D) ou à esquerda (E) tem que ser colocado em todas as radiogra�as, indicando o lado direito ou esquerdo do paciente ou indicando qual membro será radiografado, o direito ou o esquerdo. Lembre-se, sempre, de que esses marcadores radiopacos devem ser colocados dentro do campo de colimação, de forma que serão expostos ao feixe de raios X e incluídos na imagem. Uma radiogra�a sem os marcadores deverá ser repetida, não sendo aceitável escrever tais informações na imagem, após o seu processamento (processo de revelação), devido a problemas legais e de responsabilidade com possíveis erros nas marcações. Logo, percebe-se que os marcadores são importantes e fazem parte das responsabilidades do tecnólogo em radiologia que está realizando a técnica do exame. Figura 3 | Radiogra�a do ombro esquerdo Fonte: Shutterstock. Outros marcadores ou identi�cação Alguns outros marcadores são utilizados, como marcadores de tempo, comumente usados para anotar o tempo em minutos transcorridos numa série, como: 1 min, 5 min, 15 min e 20 min. Muito utilizado na urogra�a excretora minutada. Figura 4 | Urogra�a excretora 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 15/39 Fonte: Lorem ipsum dolor sit amet. Outro importante marcador utilizado é o de decúbito: vertical, ereto, ortostático, decúbito lateral direito (DLD) ou decúbito lateral esquerdo (DLE). Marcadores indicando interno (INT) ou externo (EXT) podem ser usados em incidências em rotação, tais como: porção proximal do úmero e do ombro. Figura 5 | Amostra de marcadores Fonte: Lorem ipsum dolor sit amet. A identi�cação das imagens, com os diversos tipos de marcadores, é essencial para que o médico chegue ao diagnóstico rápida e precisamente, processo no qual o tecnólogo em radiologia é parte essencial, tanto com relação às incidências essenciais, quanto com relação às incidências especiais. INCIDÊNCIAS RADIOGRÁFICAS ESSENCIAIS USADAS NA ROTINA Caro aluno, o posicionamento radiológico/radiográ�co refere-se ao modo como um paciente é posicionado, a �m de se demonstrar radiogra�camente partes especí�cas do corpo na radiogra�a ou em outros receptores de imagem. Já o termo incidência consiste na trajetória descrita pelo feixe de raios X, relacionando planos de entrada e saída. Esse termo deve ser restrito à discussão do trajeto que o raio central (RC) faz na parte examinada durante a execução do exame. A seguir apresentaremos as principais incidências utilizadas na rotina de crânio, citando também os nomes pelos quais são muito conhecidas pelos pro�ssionais: Incidência AP (anteroposterior) ou PA (posteroanterior) do crânio: Vista anterior do crânio; é muito importante a inclusão de toda a calota craniana, priorizando o SNC (Sistema Nervoso Central), bem como os tecidos e as estruturas anatômicas adjacentes. Paciente em posição de decúbito dorsal (AP) ou ventral (PA); RC perpendicular ao plano da mesa. Filme 18 x 24 cm em sentido longitudinal. RC localizado sobre a glabela, no plano mediano. Figura 6 | Glabela 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html16/39 Fonte: Wikimedia. DFoFi mínima. O exame deve ser realizado em apneia total. Uma boa imagem de crânio, nessa incidência, demonstra os contornos de praticamente todas as estruturas anatômicas; além disso, deve facilitar a visualização dos seios paranasais. Fatores de exposição DFoFi = 1 m kVp = 66 mAs = 30 Incidência per�l do crânio: Posição de nadador. Raio central na altura do esfenoide. Filme: 24 x 30. Fatores de exposição: DFoFi = 1.0 m KVp = 62 mAs = 24 Crânio – Semiaxial (incidência de Towne): Decúbito dorsal. 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 17/39 RC no frontal com 25° a 30° de inclinação caudal. Filme: 24 x 30. Fatores de exposição: DFoFi = 1 m kVp = 70 mAs = 35 Crânio – Axial (incidência de Hirtz): Paciente sentado. Cabeça em extensão com o vértice apoiado no Bucky vertical. RC no centro da linha orbitomeatal (LOM). Filme: 24 x 30. Fatores de exposição: DFoFi = 1.0 m kVp = 75 mAs = 40 Seios da face – Frontonaso (incidência de Caldwell): Decúbito ventral. Osso frontal apoiado na mesa. RC com inclinação de 12° caudal. Filme: 18 x 24 (ou 24 x 30 dividido em dois). Fatores de exposição: kVp = 70 mAs = 32 DFoFi = 1.0 m Usar cilindro de extensão. Figura 7 | Seios paranasais 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 18/39 Fonte: Wikimedia. Seios da face – Mentonaso (incidência de Waters): Decúbito ventral. Mento apoiado na mesa. RC passa pelo centro do acântio. A ponta do nariz �ca levemente afastada do plano da mesa. Fatores de exposição: DFoFi = 1.0 m kVp = 75 mAs = 40 Usar cilindro de extensão. No passado, era costume usar o sobrenome do autor como nome da técnica radiográ�ca; nos dias atuais, isso tem sido evitado, e utiliza-se o nome da parte anatômica a ser radiografada como nome da incidência. VÍDEO RESUMO Caro aluno, a seguir apresentaremos um vídeo no qual serão abordados pontos importantes sobre critérios radiográ�cos, marcadores de imagem, identi�cação de pacientes e incidências essenciais. Um vídeo é uma excelente oportunidade para �xar pontos-chave da disciplina, tais como: incidências essenciais e formato dos critérios radiográ�cos. 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 19/39 Saiba mais Caro estudante, conheça um pouco mais sobre incidências radiográ�cas através da leitura do artigo Análise comparativa entre incidências radiográ�cas para a osteoartrose do joelho (AP bipodal versus AP monopodal), por meio do qual você poderá se familiarizar mais com os ambientes e as técnicas de nossa área de atuação. Acesse! INTRODUÇÃO Olá, aluno! Bem-vindo à terceira aula da Unidade 1 de Exames Radiológicos Especiais. Nela, trataremos do equipamento portátil de raios X, do posicionamento para exames de traumatismo e da radiogra�a cirúrgica. Tendo em vista esses tópicos, é importante que o tecnólogo em radiologia conheça os diversos tipos de equipamentos de raios X (�xo, móvel e portátil) e trabalhe com eles. Além disso, é preciso que ele saiba qual é a forma de posicionamento para exames em situação de trauma e radiogra�as realizadas no centro cirúrgico, inclusive usando o arco cirúrgico. Bons estudos! EQUIPAMENTOS DE RADIOLÓGICOS E SUAS APLICAÇÕES Caro aluno, atualmente existem várias marcas de equipamentos de raios X diferentes, produzidos por fábricas diversas como Philips, Konica Minolta, LG, Siemens, entre outras. Os equipamentos costumam ter os mesmos componentes básicos, como ampola, catodo, anodo, colimadores e funcionam conforme o princípio de produção e detecção de imagens. A tecnologia digital das imagens vem ocupando o espaço do �lme radiográ�co, possibilitando o tratamento de imagens e o envio para locais longínquos, vencendo as barreiras da distância e da ausência de pro�ssionais em determinadas áreas do território brasileiro. O que muda nos equipamentos de raios X é a forma, o tamanho, a capacidade de produção de raios X e alguns mecanismos e acessórios que possibilitam maior �exibilidade no uso do aparelho. A seguir citaremos os três principais tipos de equipamentos de raios X: Quadro 1 | Tipos de equipamentos de raios X Aula 3 RADIOLOGIA PARA O TRAUMA, MÓVEL E CIRÚRGICA Bem-vindo à terceira aula da Unidade 1 de Exames Radiológicos Especiais. Nela, trataremos do equipamento portátil de raios X, do posicionamento para exames de traumatismo e da radiogra�a cirúrgica. 16 minutos 0 V e r a n o ta çõ e s https://www.scielo.br/j/rbort/a/HtpMwmxPgHWRMVzXVNnwWxv/?format=pdf&lang=pt https://www.scielo.br/j/rbort/a/HtpMwmxPgHWRMVzXVNnwWxv/?format=pdf&lang=pt 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 20/39 Equipamento �xo: é aquele que não pode ser retirado do local onde foi instalado. É instalado em salas exclusivas, antecipadamente preparadas para recebê-lo, pois necessita de suprimento adequado de energia, espaço para movimentação do paciente, tecnólogos e técnicos, local a parte para o pro�ssional operar o equipamento a distância (sala de comando), armários para guardar os inúmeros acessórios usados, mesa de exames, entre outros pontos importantes. O equipamento �xo possui várias formas e tamanhos, podendo ser �xado no chão por pedestal ou preso no teto, com uma coluna retrátil. É o mais utilizado nas clínicas e nos hospitais, devido à rotatividade dos exames produzidos nele em centros hospitalares. Equipamento móvel: é semelhante em recursos ao equipamento �xo, entretanto apresenta diferenças como: não há a mesa de exames e os controles do equipamento �cam junto com a unidade geradora de radiação, o que possibilita o transporte da unidade através de um sistema de rodas embutidas. Para a realização do exame, usa-se a maca ou cama em que o paciente está ou até mesmo uma cadeira, onde ele possa ser colocado sentado. A energia necessária para operação do equipamento é retirada da rede 127V ou 220V da própria sala na qual será realizado o exame, através de uma tomada comum na parede. A capacidade de realização de exames é praticamente a mesma, todavia o equipamento �xo deve ser preferido em relação ao móvel, que só deve ser utilizado caso o paciente não possa ser levado até a sala do equipamento �xo por motivo do estado de sua saúde. Equipamento portátil: as principais diferenças entre o equipamento móvel e o portátil estão no peso e na capacidade de radiação. Os equipamentos portáteis podem ser levados em carros ou ambulâncias por uma única pessoa por possuírem alças e por poderem ser carregados em uma mala. Permitem �exibilidade para a realização de exames em locais onde não há equipamentos �xos e têm capacidade para radiografar apenas as extremidades do corpo humano. Fonte: elaborado pela autora. Figura 1 | Equipamento de raios X �xo, preso com braço no teto (com coluna retrátil) 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 21/39 Fonte: Wikimedia. A radiologia convencional tem apresentado a incorporação de novas tecnologias, logo o tecnólogo em radiologia precisa estar em constante capacitação. A introdução dos equipamentos portáteis tem permitido muitos avanços na traumatologia e em situações de acidentes. 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 22/39 TRAUMATISMO E RADIOGRAFIA PORTÁTIL Caro aluno, é muitocomum o tecnólogo em radiologia encontrar situações em que pacientes que sofreram traumas graves necessitam de adaptações no posicionamento e no cuidado durante o exame. Muitas vezes, esses pacientes não podem ser trazidos até o departamento de radiologia para a realização de procedimentos radiográ�cos e, em outras, mesmo quando possam ser levados à sala de exames radiográ�cos, não podem ser colocados na mesa de exames, necessitando, assim, fazer o exame na maca onde foram posicionados pelo SAMU, por estarem com colar cervical ou com talas, indicando possíveis fraturas ou deslocamento de membros do corpo. Nesses casos, os pacientes não podem ser removidos para as posições usuais de rotina, o que exige a adaptação da angulação do raio central (RC) e do posicionamento do receptor de imagem (�lme radiográ�co). Isso pode ser feito com um equipamento portátil de raios X na sala de emergência ou até mesmo no quarto do paciente, com um equipamento móvel. Na maioria das vezes, as incidências são obtidas com o paciente em decúbito dorsal, exigindo o uso de grades estacionárias para as adaptações laterais. É importante ressaltar a utilização de princípios de posicionamento e métodos adaptativos do procedimento radiográ�co quando as incidências rotineiras não podem ser obtidas. O uso de grades deve ser implementado para todas as partes do corpo que tenham mais de 10 cm. Isso signi�ca que, exceto em membros superiores e inferiores e em crianças menores, grades são comumente utilizadas em radiogra�as móveis ou no trauma. Traumas, em países ocidentais, são a terceira causa de morte depois de doenças cardiovasculares e câncer, sendo a primeira causa de morte para pessoas abaixo de 45 anos. Acomete principalmente a população economicamente ativa (acidentes de moto e carro), com consequências de elevado custo social. Em casos de sobrevivência após o trauma, podem estar associadas sequelas de�nitivas e irreversíveis, com consequências funestas no plano humano e econômico para o paciente e os familiares (CHIARA; CIMBANASSI, 2009). A radiogra�a do trauma pode ser realizada tanto em equipamento convencional como em equipamentos móveis ou portáteis, que são levados até a sala de emergência, o leito do paciente ou a sala de cirurgia para procedimentos cirúrgicos. Tipos de aparelhos portáteis de raios X Avanços importantes têm sido feitos nos equipamentos de �uoroscopia e de radiogra�a móvel nos últimos anos. Citaremos a seguir dois tipos mais comumente utilizados: Unidades portáteis de raios X movidas por baterias: esses sistemas são movidos a energia através de 10 a 16 baterias de 12 volts, de chumbo, recarregáveis, lacradas, ácidas, conectadas em série. Elas são movidas e manobradas por motor duplo que opera as duas rodas. Também possuem uma velocidade mais baixa para avançar e retroceder em locais apertados. Elas podem ser ligadas para recarga quando não estiverem em uso e podem ser recarregadas em 110 ou 220 volts, com distribuidor de 5 amperes e tempo de carga de aproximadamente 8 horas, caso estejam completamente descarregadas. 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 23/39 Fonte padrão de energia não movida a motor: outros modelos não movidos a bateria estão disponíveis, com peso menor e não movidos a motor. Eles operam com fontes de energia de 110 volts e 15 amperes ou 220 volts e 10 amperes. Os controles dessa unidade podem incluir sistema de memória programada opcional e controle técnico de operador seletivo de kVp e mAs. RADIOGRAFIAS NO CENTRO CIRÚRGICO COM USO DO BRAÇO C Caro estudante, o termo braço C é uma descrição do desenho básico de uma unidade �uoroscópica móvel, que conta com o tubo de raios X em uma extremidade do braço C e a torre do intensi�cador de imagem na outra. Veja a �gura a seguir: Figura 2 | Braço em C Fonte: adaptado de Bontrager e Lampignano (2015, p. 604). Na Figura 2, está demonstrado um equipamento Philips BV29 C com processador de imagem e con�guração demonstrativa de exibição para incidência em PA, para casos intervencionistas e cirúrgicos. A familiaridade com o braço em C e com os controles de imagem é essencial para o tecnólogo em radiologia, que deve conhecer os vários tipos de camas ou carretas cirúrgicas que são utilizados no braço em C ou no arco cirúrgico. Por exemplo, uma cama cirúrgica utilizada para colangiogramas pode não acomodar o tubo de raios X do braço C sob a mesa na área abdominal devido aos suportes de base, a não ser que a cabeça do paciente seja colocada na extremidade correta da cama, como �ca demonstrado na Figura 2. Globalmente, o arco cirúrgico é uma unidade muito �exível e o pro�ssional deve estar familiarizado com a variedade de complexidades nas junções, de extensões e de ajustes. Com sua base de três rodas, das quais as traseiras são dirigíveis e a dianteira é giratória, o pro�ssional pode manobrar o equipamento com facilidade, mesmo em espaços pequenos, como as vezes são as salas cirúrgicas em ortopedia e traumatologia. 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 24/39 Os sistemas com minibraço em C também incluem pequenas unidades com componente único, usado para �ns ortopédicos e outros �ns em salas de cirurgia de hospitais e salas de emergência. Eles incluem a maior parte dos aspectos e dos modos operacionais dos sistemas maiores de braço em C, porém combinam a estação de trabalho e os monitores com um pequeno braço em C, em uma única unidade compacta. Essas miniunidades trabalham com níveis mais baixos de raios X em exames de partes menores do corpo, o que resulta em dispersão menor de radiação em comparação com os sistemas maiores de alta energia com braço C. O controle do braço C se dá através de pedais, o que permite que o operador mantenha as mãos livres. Um pedal equipado possui múltiplos pedais para controlar várias funções. O pedal explorador da �uoroscopia opera as funções não processadas do �uoroscópio. Um terceiro pedal é o controle que salva a imagem, a �m de armazenar a última imagem exibida. Quando ativado, o pedal marcado como instantâneo ou ponto digital de apoio resulta em uma imagem intensi�cada por computador com alta qualidade. A �exibilidade do braço C em examinar inúmeras estruturas anatômicas, praticamente em qualquer angulação, de qualquer lado ou direção, exige correta orientação da imagem cada vez que se prepara para o uso. Isso precisa ser feito primeiro, no período de preparação, antes de o paciente ser levado para a sala, a �m de evitar exposição radiográ�ca desnecessária do paciente e da equipe, após o início do procedimento. Figura 3 | Fluoroscópio moderno Fonte: Wikimedia. VIDEO RESUMO Caro aluno, a seguir apresentaremos um vídeo, que tratará de pontos importantes sobre equipamento portátil de raios X, posicionamento para exames de traumatismo e radiogra�a no centro cirúrgico. A videoaula é uma excelente oportunidade para �xar pontos-chave da disciplina, tais como: tipos de equipamentos de raios X, radiogra�as no caso de traumas e no centro cirúrgico. 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 25/39 Saiba mais Caro aluno, para saber um pouco mais sobre incidências radiográ�cas no trauma, acesse o artigo Uso de critérios clínicos para a otimização da indicação de radiogra�a simples de pelve das vítimas de trauma fechado. Dessa forma, você se familiarizará mais com os ambientes e as técnicas de nossa área de atuação. INTRODUÇÃO Olá, querido estudante! Estamos iniciando a Aula 4, da Unidade 1, da Disciplina de Exames radiológicos especiais. Nesta aula, trataremos de imobilização e indicações patológicas;posicionamento pediátrico de tórax e sistema esquelético; e procedimentos radiográ�cos do abdome pediátrico. Essa disciplina é essencial para o exercício da pro�ssão de Tecnólogo em Radiologia, pois, para se obter uma imagem de qualidade, é preciso posicionar corretamente o paciente para a técnica do exame. Além disso, os critérios radiográ�cos devem nortear nosso trabalho; o tecnólogo em radiologia deve conhecer e trabalhar com os diversos tipos de equipamentos de raios, além de conhecer o posicionamento adequado para neonatos e crianças, tendo a consciência de que a imobilização, durante a realização do exame, é essencial. Avante! Vamos iniciar mais uma jornada de conhecimento na Radiologia! PRINCÍPIOS BÁSICOS DA RADIOLOGIA PEDIÁTRICA Caro estudante, a radiologia convencional é considerada a base do diagnóstico por imagem na pediatria. Devemos usar seis regras para o conforto e imobilização da criança durante o exame, como veremos a seguir: Quadro 1 | Regras para imobilização do neonato e da criança 1. Entrevista inicial com o familiar e a criança. 2. Preparar a criança e o acompanhante para o procedimento. 3. Presença do acompanhante na sala de exames. Aula 4 RADIOLOGIA PEDIÁTRICA Nesta aula, trataremos de imobilização e indicações patológicas; posicionamento pediátrico de tórax e sistema esquelético; e procedimentos radiográ�cos do abdome pediátrico. 16 minutos 0 V e r a n o ta çõ e s https://www.scielo.br/j/rcbc/a/RRHpNnzCC9KzVHrtM3whsSS/?format=pdf&lang=pt https://www.scielo.br/j/rcbc/a/RRHpNnzCC9KzVHrtM3whsSS/?format=pdf&lang=pt https://www.scielo.br/j/rcbc/a/RRHpNnzCC9KzVHrtM3whsSS/?format=pdf&lang=pt 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 26/39 4. Usar local apropriado para procedimentos dolorosos. 5. Posicionar a criança de maneira confortável. 6. Manter a calma e a atmosfera positiva na sala de exames. Fonte: Oliveira et al. (2012, p. 3). Particularidades dos exames pediátricos: Quadro 2 | Considerações práticas 1. É de suma importância que a equipe multipro�ssional trabalhe de forma integrada e seja treinada para atendimento de crianças e neonatos. 2. Serão utilizados equipamentos de imobilização, pois o movimento durante o exame é uma das principais causas da perda de qualidade da imagem. 3. A imobilização permite um melhor posicionamento, o que resultará na menor dose de radiação para a criança e pessoas participantes da contenção. Fonte: Oliveira et al. (2012, p. 4). Deve-se agir com metodologia para cada tipo de exame, respeitando sempre as indagações clínicas do médico solicitante do exame. Quadro 3 | Particularidades dos exames realizados em neonatos e crianças 1. Todo o material deve ser sempre mantido com medidas antissépticas. 2. Manter a temperatura da sala de exames agradável. Deve-se evitar a hipotermia em neonatos e crianças. 3. Manter a criança higienicamente limpa e não molhada durante a realização do exame. 4. Para o preparo de diversos procedimentos radiológicos, é importante que o jejum não exceda o intervalo entre as refeições da criança. 5. Nos exames contrastados e �uoroscópicos, deve-se avaliar o estado de hidratação da criança. 6. Utilização de meios de contraste em pediatria, assim como a escolha adequada, aquecimento e manipulação com luvas, para evitar contaminação. 7. O estudo de vias aéreas e do tórax deve ser realizado, preferencialmente, em posição ortostática. 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 27/39 8. O tempo de �uoroscopia na criança deve ser o mínimo possível. 9. No caso especial de recém-nascidos, o ambiente da sala de exames deve ser mantido limpo e esterilizado do mesmo modo que no berçário. 10. Deve-se evitar ao máximo realizar exames no berçário e na UTI. 11. Seguir a metodologia para cada tipo de exame, respeitando a indagação clínica. 12. Todo o pessoal deve ser especi�camente treinado para atender crianças e recém-nascidos. 13. Humanização. Fonte: Oliveira et al. (2012, p. 4). Figura 1 | Entrevista inicial com o familiar e a criança Fonte: Bontrager; Lampignano (2015, p. 630). POSICIONAMENTO PEDIÁTRICO DE TÓRAX E SISTEMA ESQUELÉTICO Caro estudante, a imobilização é a palavra-chave para se obter uma imagem de qualidade sem aumentar, desnecessariamente, a dose de radiação no paciente. É fácil imobilizar crianças e neonatos? Claro que não! Então, faz-se necessário usar recursos extras para a imobilização, como �tas de velcro, pesos, espumas, pranchas de madeira, rolinhos feitos com lençóis, almofadas, sacos de areia, bandagens, �xadores de cabeça e “mumi�cação” (envolver o bebê com lençol). 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 28/39 Figura 2 | Imobilização da criança durante o exame Fonte: Bontrager; Lampignano (2015, p. 632). A radiogra�a de tórax é o exame pediátrico mais solicitado e é indicado para se estabelecer um diagnóstico inicial ou para monitorar a evolução da patologia respiratória comum em crianças, como pneumonia, bronquite e covid-19. Inicialmente, deve ser solicitada a incidência frontal em decúbito supino, posição ideal para a realização do exame em crianças que ainda não �cam em ortostase. O per�l é considerado uma incidência adicional, em decúbito lateral, com raios horizontais, oblíquos, com o mesmo interesse no arcabouço ósseo da criança. O desenvolvimento da pelve afeta a capacidade e a forma da caixa torácica, pois os órgãos abdominais descem para a cavidade pélvica, reduzindo a pressão interna que o abdome exerce sobre o tórax. Como resultado, a forma do tórax do neonato muda de cilíndrica, com os arcos costais horizontais, para a redução do diâmetro anteroposterior, com arcos costais anteriores mais baixos que os posteriores, e essa mudança altera a respiração da criança de abdominal para diafragmática. Figura 3 | Tórax nos bebês: estreito na porção superior e largo na porção inferior 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 29/39 Fonte: Oliveira et al. (2012, p. 5). A bifurcação da traqueia (carina) está localizada no nível da terceira vértebra torácica na infância e atinge a quarta vértebra aos 8 anos. Já o coração é proeminente na radiogra�a de tórax na infância e, consequentemente, ocupa espaço mais transversal em aproximadamente 40% da cavidade torácica. O timo, localizado no mediastino inferior, é proeminente na radiogra�a de tórax na infância, pois a cavidade torácica é relativamente pequena, entretanto, variações da normalidade são encontradas nas imagens radiográ�cas comumente. As principais indicações clínicas das radiogra�as de tórax pediátricas são: pneumonia, asma, bronquiolite, bronquiectasias, tuberculose, �brose cística, neoplasia pulmonar, corpo estranho, HIV. Ao se realizar o exame de tórax em crianças, é preciso incluir a caixa torácica do primeiro arco costal aos ângulos costofrênicos inferiormente e as margens das costelas lateralmente. Figura 4 | Incidência lordótica em criança Fonte: Oliveira et al. (2012, p. 8). 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 30/39 Radiogra�as do esqueleto são estudos referidos com grande frequência, especialmente para se con�rmar ou excluir fraturas nas crianças, e as fraturas esqueléticas constituem de 10 a 25% das injúrias na infância (OLIVEIRA et al., 2012, p. 20). Os descolamentos epi�sários também são frequentes, pois as epí�ses são menos resistentesque os ligamentos e a cápsula articular, logo, as lesões ligamentares e as luxações articulares são menos frequentes. São necessárias incidências mínimas nos planos ortogonais e é preciso incluir as articulações proximais e distais relacionadas com a área lesionada. PROCEDIMENTOS RADIOGRÁFICOS DO ABDOME EM PEDIATRIA Querido estudante, a correta exposição na radiogra�a de tórax deve demonstrar os vasos pulmonares sem evidência de borramento; a traqueia e os brônquios devem ser visibilizados, assim como os espaços interdiscais da coluna torácica. É necessário evitar os artefatos de roupas ou outros objetos de metal que devem ser retirados da área de interesse do exame. A recomendação nos guidelines é de combinação écran/�lme rápida (400 a 800) combinando com o tempo de exposição inferior a 10ms para reduzir o risco de moção com inde�nição de estruturas anatômicas. O uso de exposição automática não é recomendado para crianças pequenas. Com o intuito de reduzir a dose de radiação, deve-se realizar radiogra�as com técnica de alta kilovoltagem e utilizar �ltros a nível do tubo de raios x. O uso de grades ou Bucky não é apropriado nas crianças menores, apenas nas maiores e adolescentes. A radiogra�a simples do abdome tem importante papel na investigação do abdome pediátrico, particularmente nas doenças dos tratos geniturinário e gastrointestinal. Por causa da radiação ionizante, a indicação deve ser bem justi�cada (Princípio da Justi�cação) e comparada a outros métodos de investigação por imagem antes de prescrita. O abdome é limitado pelo diafragma superiormente e pela escravatura pélvica inferiormente, devendo-se incluir a sín�se púbica nas incidências. Para o sistema gastrointestinal, deve-se entender que se inicia na cavidade oral, incluindo a faringe e o esôfago, no caso de ingestão de corpo estranho. As indicações da radiogra�a abdominal em crianças podem ser: apendicite; ingestão de corpos estranhos; hérnias; doença in�amatória intestinal; infecção urinária; dor abdominal difusa; vômito; constipação; diarreia crônica; dilatação gástrica, entre outros. Na técnica radiográ�ca do abdome, não há preparo para a radiogra�a simples, deve-se proceder com explicações para se adquirir a con�ança e cooperação da criança e do familiar e afastar as roupas da área de interesse a ser radiografada, tendo a preocupação de manter a dignidade da criança. Cuidado na proteção radiológica dos testículos, no caso dos meninos, e dos ovários, no caso das meninas. A incidência anteroposterior em decúbito supino é a projeção de escolha. Na suspeita de se demonstrar “ar livre”, o decúbito lateral esquerdo será preferível, para que a interposição gasosa ocorra com o fígado. O posicionamento é semelhante ao do adulto, sendo, entretanto, necessária a técnica de imobilização e de 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 31/39 distração, a �m de que haja cooperação e redução de artefatos e movimento. A exposição radiográ�ca deve ser realizada ao �nal da expiração, com ou sem cooperação espontânea, apenas com a observação da respiração concordante. A radiogra�a corretamente posicionada resulta na demonstração nítida das tuberosidades isquiáticas, do diafragma e das paredes abdominais laterais. Aliás, a coluna vertebral deve estar centrada e equidistante das laterais, sem evidência de rotação. A exposição correta permitirá avaliar as sombras do músculo psoas, das linhas pré-peritoneais dos �ancos e dos contornos do fígado, baço e rins. Mesmo considerando a escassez relativa de gordura nas crianças, é possível colimar os feixes de radiação em relação ao órgão estudado. Figura 5 | Radiogra�a pediátrica simples do abdome em AP Fonte: Oliveira et al. (2012, p. 14). VIDEO RESUMO Caro estudante, a seguir, apresentaremos um vídeo no qual abordamos pontos importantes referentes à imobilização de crianças e indicações patológicas, posicionamento pediátrico de tórax, sistema esquelético e procedimentos radiográ�cos do abdome pediátrico. Um vídeo é uma excelente oportunidade para �xar pontos-chave da disciplina, tais como: imobilização de neonatos e crianças durante os exames radiográ�cos, humanização e proteção radiológica em pediatria. 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 32/39 Saiba mais Caro estudante, convidamos você a conhecer um pouco mais as incidências radiográ�cas em pediatria nos artigos indicados a seguir, com o objetivo de se familiarizar com os ambientes e as técnicas de nossa área de atuação. Artigo 1: Campanha e carteira de radioproteção: estratégias educativas que reduzem a exposição excessiva de crianças a exames radiológicos. Artigo 2 : Radioproteção, dose e risco em exames radiográ�cos nos seios da face de crianças, em Hospitais de Belo Horizonte, MG. TÉCNICAS DE POSICIONAMENTO RADIOGRÁFICO EM ADULTOS E CRIANÇAS Caro estudante, o corpo humano é dividido em planos anatômicos para melhor posicionarmos os pacientes durante o exame radiográ�co: • Plano frontal ou coronal divide o corpo em duas partes: anterior e posterior. • Plano sagital mediano divide o corpo em dois lados: direito e esquerdo. • Plano transversal ou axial divide o corpo em duas porções: superior e inferior. As posições radiológicas podem ser: • Frente: tomada de imagem com o feixe de raios x perpendicular ao Plano Anatômico Coronal. �- Incidência AP – Feixe da frente para trás. �- Incidência PA – Feixe de trás para frente. • Per�l: tomada de imagem com o feixe de raios X perpendicular ao Plano Sagital Mediano. �- Incidência lateral direita (LD) – lado direito mais próximo do �lme. �- Incidência lateral esquerda (LE) – lado esquerdo mais próximo do �lme. • Axial: Tomada de imagem com o feixe de raios X perpendicular ao Plano Anatômico Transversal. �- Incidência SI – Feixe de superior para inferior. �- Incidência IS – Feixe de inferior para superior. Aula 5 REVISÃO DA UNIDADE 15 minutos 0 V e r a n o ta çõ e s https://www.scielo.br/j/rpp/a/GvdkwGw6hF6tBNSVd5yGvXJ/?format=pdf&lang=pt https://www.scielo.br/j/rpp/a/GvdkwGw6hF6tBNSVd5yGvXJ/?format=pdf&lang=pt https://www.scielo.br/j/rb/a/ndZSfxJZJnk5n5m3YxTYbhQ/?format=pdf&lang=pt https://www.scielo.br/j/rb/a/ndZSfxJZJnk5n5m3YxTYbhQ/?format=pdf&lang=pt 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 33/39 • Oblíqua: tomada de imagem com o feixe de raios X incidindo de forma oblíqua em relação aos Planos Sagital Mediano e Coronal. �- Incidência OAD: lado direito e parte anterior mais próximos do �lme. �- Incidência OAE: lado esquerdo e parte anterior mais próximos do �lme. �- Incidência OPD: lado direito e parte posterior mais próximos do �lme. �- Incidência OPE: lado esquerdo e parte posterior mais próximos do �lme. Os critérios radiográ�cos são importantes para a manutenção da qualidade da imagem radiográ�ca e vão desde estruturas mostradas conforme pedido médico até posicionamento correto do paciente, escolha dos critérios de exposição adequados (kVp, mA e tempo), correta colimação da imagem e utilização de marcadores. Encontramos, basicamente, três tipos de equipamentos de raios X: • Equipamentos �xos: são aqueles que não podem ser retirados do local em que foram instalados. Estes possuem várias formas, podendo ser �xos no chão, por pedestal, ou presos no teto, por meio de coluna retrátil. • Equipamentos móveis: são semelhantes em recursos aos equipamentos �xos, porém não há mesa de exames e os controles �cam com a unidade geradora de radiação, o que possibilita o transporte da unidade por meio de rodas embutidas. • Equipamentos portáteis: podem ser levados em carros ou ambulâncias e por uma única pessoa, poispossuem alças, sendo possível carregá-los em uma mala, bem como permitem �exibilidade na realização de exames, sendo estes apenas em extremidades do corpo. A imobilização é palavra-chave para se obter uma imagem de qualidade sem aumentar a dose de radiação na criança, então, é necessário usar recursos extras para isso, como �tas de velcro, pesos, espumas, pranchas de madeira, rolinhos de lençóis, almofadas, sacos de areia, bandagens, �xadores de cabeça e “mumi�cação”. REVISÃO DA UNIDADE Prezado estudante, neste vídeo, revisaremos os principais assuntos abordados na Unidade 1; abrangeremos marcadores de imagem e identi�cação do paciente; termos de relação e adicionais de incidência; posicionamento de pacientes no trauma; imobilização da criança durante o exame radiográ�co; e posicionamento do paciente pediátrico nos exames de tórax, abdome e sistema esquelético. ESTUDO DE CASO Seja bem-vindo, querido estudante. 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 34/39 Para contextualizarmos seu aprendizado, imagine que, ao término de sua graduação, você foi contratado para trabalhar no Hospital da Criança de sua cidade, no setor de diagnóstico por imagem em pediatria, e um dos requisitos básicos para ocupar essa vaga é um maior conhecimento na área da radiologia pediátrica. Na verdade, o Hospital precisa de um pro�ssional que modi�que a “cara” do serviço, deixando-o mais preparado para receber pacientes pediátricos, e é de suma importância que a equipe multipro�ssional trabalhe de forma integrada e seja treinada, especi�camente, para atender a crianças e neonatos. A radiologia convencional é considerada a base do diagnóstico por imagem em pediatria, dessa forma, você deverá se preocupar com todos os detalhes que podem aumentar o conforto da criança durante o exame. Você se lembra das seis regras para o conforto e imobilização da criança? É importante conhecê-las, a �m treinar a equipe para colocá-las em prática. A imobilização também é palavra-chave para se obter uma imagem de qualidade, sem aumentar, desnecessariamente, a dose de radiação no paciente. E como faremos para imobilizar nossos pequenos pacientes? A humanização no cuidado é outro ponto essencial em um serviço que atende a pacientes pediátricos. Ao chegarem no hospital para fazer um exame, tanto a criança como seu acompanhante (mãe, pai, avós), quase sempre, estão ansiosos, necessitando de um atendimento cordial e atencioso, no sentido de tranquilizá-los e tornar o ambiente mais acolhedor para a realização das técnicas radiográ�cas. Os exames pediátricos têm muitas particularidades que os diferenciam dos exames realizados em adultos. A criança precisa de um atendimento especial e um ambiente tranquilo, lúdico, que possa garantir privacidade e o menor sofrimento possível. Quando a criança está tranquila, mais detalhes podem ser observados nas imagens, aumentando-se a qualidade do exame, que, quando realizado rapidamente em crianças agitadas, tem grande possibilidade de não ser conclusivo. Você também precisará se atentar à proteção radiológica das crianças durante os exames, logo, como agir para protegê-los da radiação ionizante? Durante o exame, não há sensores de radiação ionizante que detectam se a criança está recebendo doses inadequadas ou não, assim como pode não provocar qualquer sintoma, caso isso aconteça. Aliás, os Raios X são inaudíveis, insípidos, inodoros e invisíveis, o que nos impede de ver sua ação durante a aplicação em nosso corpo. Você foi contratado como tecnólogo em radiologia para coordenar o setor de diagnóstico por imagem em pediatria. Imediatamente, você percebeu a necessidade de criar protocolos para o funcionamento do serviço, a �m de garantir a informação de maneira imediata e acessível a todos os funcionários do setor, bem como que sua equipe esteja preparada para atender a todos esses pequenos pacientes! Então, vamos colocar a mão na massa? Re�ita Após o exposto no quadro acima, vamos re�etir um pouco mais sobre um serviço de diagnóstico por imagem para pacientes pediátricos. 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 35/39 Quais são as seis regras para o conforto e imobilização da criança? Quais recursos podemos usar para imobilizar neonatos e crianças durante os exames? Cite quatro particularidades dos exames pediátricos. Cite quatro cuidados para proteger as crianças da radiação ionizante durante a realização dos exames. Cite três itens que você considera essenciais no protocolo de funcionamento do setor de diagnóstico por imagem em pediatria. Todos esses cuidados vão tornar esse serviço diferenciado no mercado, mas lembre-se de que o cliente retorna ao serviço quando se sente acolhido e bem atendido. Uma preocupação que deve ser recorrente nos pro�ssionais que trabalham nesse serviço é a recomendação que se realize o menor número possível de exames complementares, priorizando aqueles que realmente proporcionam informações necessárias e, na maioria dos casos, su�cientes para con�rmar ou excluir a hipótese diagnóstica investigada pelo médico. RESOLUÇÃO DO ESTUDO DE CASO 1. Quais são as seis regras para o conforto e imobilização da criança? • Entrevista inicial com o familiar e criança. • Preparar a criança e o acompanhante para o procedimento. • Presença do acompanhante na sala de exames. • Usar local apropriado para procedimentos dolorosos. • Posicionar a criança de maneira confortável. • Manter a calma e atmosfera positiva na sala de exames. 2. Quais recursos podemos usar para imobilizar neonatos e crianças durante os exames? Usando �tas de velcro, pesos, espumas, pranchas de madeira, rolinhos feitos com lençóis, almofadas, sacos de areia, bandagens, �xadores de cabeça, “mumi�cação” (envolver o bebê com lençol). 3. Cite quatro particularidades dos exames pediátricos. • Todo o material deve ser sempre mantido com medidas antissépticas. • Manter a temperatura da sala de exames agradável. Deve-se evitar a hipotermia em neonatos e crianças. • Manter a criança higienicamente limpa e não molhada durante a realização do exame. • Para o preparo de diversos procedimentos radiológicos, é importante que o jejum não exceda o intervalo entre as refeições da criança. • Nos exames contrastados e �uoroscópicos, deve-se avaliar o estado de hidratação da criança. • Utilização de meios de contraste em pediatria, assim como uma escolha adequada, seu aquecimento e manipulação com luvas, para evitar contaminação. 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 36/39 • O estudo de vias aéreas e do tórax deve ser realizado, preferencialmente, em posição ortostática. • O tempo de �uoroscopia na criança deve ser o mínimo possível. • No caso especial de recém-nascidos, o ambiente da sala de exames deve ser mantido limpo e esterilizado do mesmo modo que no berçário. • Deve-se evitar ao máximo realizar exames no berçário e na UTI. • Seguir metodologia para cada tipo de exame, respeitando a indagação clínica. 4. Cite quatro cuidados para proteger as crianças da radiação ionizante durante a realização dos exames. • Usar exames de imagem apenas quando os benefícios forem maiores que os malefícios. • Realizar a radiogra�a com colimação adequada, a �m de se veri�car apenas o que o médico está solicitando. • Evitar múltiplos exames em curto espaço de tempo. • Preferir métodos de imagem sem radiação ionizante, como ultrassonogra�a e ressonância magnética, quando for possível. 5. Cite três itens que você considera essenciais no protocolo de funcionamento do setor de diagnóstico por imagem em pediatria. • É de suma importância que a equipemultipro�ssional trabalhe de forma integrada e seja treinada para atendimento de crianças e neonatos. • Serão utilizados equipamentos de imobilização, pois o movimento durante o exame é uma das principais causas da perda de qualidade da imagem. • A imobilização permite um melhor posicionamento, o que resultará na menor dose de radiação para a criança e pessoas participantes da contenção. RESUMO VISUAL Nesta unidade, focamos os seguintes assuntos: Aula 1 Termos gerais, plano, secções e linhas. Incidência radiográ�ca. Posições do corpo em geral, termos de relação e adicionais de incidência. 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 37/39 Aula 2 Critérios radiográ�cos. Marcadores de imagem e identi�cação do paciente. Incidências essenciais. Aula 3 Tipos de equipamentos de raios X. Posicionamento em exames de trauma. Radiogra�a na cirurgia. Aula 4 Imobilização e indicações patológicas. Posicionamento pediátrico de tórax e sistema esquelético. Procedimentos radiográ�cos do abdome pediátrico. Aula 1 BONTRAGER, K. L.; LAMPIGNANO, J. P. Tratado De Posicionamento Radiográ�co e Anatomia Associada. 8. ed. São Paulo: Elsevier, 2015. 94 p. BIASOLI JR., A. Técnicas Radiográ�cas: Princípios Físicos, Anatomia Básica, Posicionamento, Radiologia Digital, Tomogra�a Computadorizada. 2. Ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2015. BIASOLI JR., A. Técnicas Radiográ�cas. Rio de Janeiro: Rubio, 2006. COLICIGNO, P. R. C. et al. Atlas fotográ�co de anatomia. São Paulo: Pearson, 2009. 334 p. MOURÃO, A. P. F. Tecnologia Radiológica e Diagnóstico por Imagem: guia para ensino e aprendizado. 5. ed. São Caetano do Sul: Difusão, 2012. 3 v. (Série Curso de Radiologia). POLESELLO, G. C. et al. Proposta de padronização do estudo radiográ�co do quadril e da pelve. Rev. bras. ortop., São Paulo, v. 46, n. 6, 2011. ZATAR, L.; VIANA, P. C. C.; CERRI, G. G. Radiologia Diagnóstica Prática Manual da Residência do Hospital Sírio-Libanês. 2. Ed. São Paulo: Manole, 2017. 1640 p. Aula 2 ALBUQUERQUE, R. P. e et al. Análise comparativa entre incidências radiográ�cas para a osteoartrose do joelho (AP bipodal versus AP monopodal). Rev bras ortop., São Paulo, v. 48, n. 4, p. 330-335, 2013. REFERÊNCIAS 8 minutos 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 38/39 BONTRAGER, K. L.; LAMPIGNANO, J. P. Tratado De Posicionamento Radiográ�co e Anatomia Associada. 8. ed. São Paulo: Elsevier, 2015. 94 p. BIASOLI JR., A. Técnicas Radiográ�cas: Princípios Físicos, Anatomia Básica, Posicionamento, Radiologia Digital, Tomogra�a Computadorizada. 2. Ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2015. BIASOLI JR., A. Técnicas Radiográ�cas. Rio de Janeiro: Rubio, 2006. COLICIGNO, P. R. C. et al. Atlas fotográ�co de anatomia. São Paulo: Pearson, 2009. 334 p. MOURÃO, A. P. F. Tecnologia Radiológica e Diagnóstico por Imagem: guia para ensino e aprendizado. 5. ed. São Caetano do Sul: Difusão, 2012. 3 v. (Série Curso de Radiologia). ZATAR, L.; VIANA, P. C. C.; CERRI, G. G. Radiologia Diagnóstica Prática Manual da Residência do Hospital Sírio-Libanês. 2. Ed. São Paulo: Manole, 2017. 1640 p. Aula 3 BONTRAGER, K. L.; LAMPIGNANO, J. P. Tratado De Posicionamento Radiográ�co e Anatomia Associada. 8. ed. São Paulo: Elsevier, 2015. 94 p. BIASOLI JR., A. Técnicas Radiográ�cas: Princípios Físicos, Anatomia Básica, Posicionamento, Radiologia Digital, Tomogra�a Computadorizada. 2. Ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2015. BIASOLI JR., A. Técnicas Radiográ�cas. Rio de Janeiro: Rubio, 2006. CHIARA, O.; CIMBANASSI, S. Protocolo para atendimento intra-hospitalar do trauma grave. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. COLICIGNO, P. R. C. et al. Atlas fotográ�co de anatomia. São Paulo: Pearson, 2009. 334 p. MORAES, J. P. et al. Uso de critérios clínicos para a otimização da indicação de radiogra�a simples de pelve das vítimas de trauma fechado. Rev. Col. Bras. Cir., Rio de Janeiro, v. 47, 2020. MOURÃO, A. P. F. Tecnologia Radiológica e Diagnóstico por Imagem: guia para ensino e aprendizado. 5. ed. São Caetano do Sul: Difusão, 2012. 3 v. (Série Curso de Radiologia). ZATAR, L.; VIANA, P. C. C.; CERRI, G. G. Radiologia Diagnóstica Prática Manual da Residência do Hospital Sírio-Libanês. 2. Ed. São Paulo: Manole, 2017. 1640 p. Aula 4 BIASOLI JUNIOR, A. Técnicas radiográ�cas. Rio de Janeiro: Rubio. 2006. BIASOLI JUNIOR, A. Técnicas radiográ�cas: princípios físicos, anatomia básica, posicionamento, radiologia digital, tomogra�a computadorizada. 2. ed. Rio de Janeiro: Rubio. 2015. BONTRAGER, K. L.; LAMPIGNANO, J. P. Tratado de posicionamento radiográ�co e anatomia associada. 8. ed. São Paulo: Elsevier, 2015. 0 V e r a n o ta çõ e s 09/03/2024, 17:55 wlldd_231_u1_exa_rad_esp https://cm-kls-content.s3.amazonaws.com/202302/WHITE_LABEL/EXAMES_RADIOLOGICOS_ESPECIAIS/LIVRO/U1/index.html 39/39 Imagem de capa: Storyset e ShutterStock. CHIARA, O.; CIMBANASSI, S. Protocolo para atendimento intra-hospitalar do trauma grave. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. COLICIGNO, P. R. C. et al. Atlas fotográ�co de anatomia. São Paulo: Pearson, 2009. MOURÃO, A. P. F. Tecnologia radiológica e diagnóstico por imagem: guia para ensino e aprendizado. 5. ed. São Caetano do Sul: Difusão, 2012. 3 v. (Série Curso de Radiologia). OLIVEIRA, L. A. N. et al. Diagnóstico por imagem: pediatria do Instituto da Criança - Hospital das Clínicas de São Paulo. Barueri: Manole, 2012. ZATAR, L.; VIANA, P. C. C.; CERRI, G. G. Radiologia diagnóstica prática manual da residência do Hospital Sírio-Libanês. 2. ed. São Paulo: Manole, 2017. Aula 5 BIASOLI JUNIOR, A. Técnicas radiográ�cas. Rio de Janeiro: Rubio. 2006. BIASOLI JUNIOR, A. Técnicas radiográ�cas: princípios físicos, anatomia básica, posicionamento, radiologia digital, tomogra�a computadorizada. 2. ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2015. BONTRAGER, K. L.; LAMPIGNANO, J. P. Tratado de posicionamento radiográ�co e anatomia associada. 8. ed. São Paulo: Elsevier, 2015. CHIARA, O.; CIMBANASSI, S. Protocolo para atendimento intra-hospitalar do trauma grave. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. COLICIGNO, P. R. C. et al. Atlas fotográ�co de anatomia. São Paulo: Pearson, 2009. MOURÃO, A. P. F. Tecnologia radiológica e diagnóstico por imagem: guia para ensino e aprendizado. 5. ed. São Caetano do Sul: Difusão, 2012. 3 v. (Série Curso de Radiologia). OLIVEIRA, L. A. N. et al. Diagnóstico por imagem: pediatria do instituto da criança - Hospital das Clínicas de São Paulo. Barueri: Manole, 2012. ZATAR, L.; VIANA, P. C. C.; CERRI, G. G. Radiologia diagnóstica prática manual da residência do Hospital Sírio-Libanês. 2. ed. São Paulo: Manole, 2017. 0 V e r a n o ta çõ e s https://storyset.com/ https://www.shutterstock.com/pt/