Prévia do material em texto
o Momentos presenciais e virtuais síncronos serão cada vez mais preciosos para perder com a transmissão de conteúdos o Aprender a lidar com as dificuldades – período de transformação – oportunidades!!!!! o Desenvolver competências e habilidades virtuais / digitais o Aprender a trabalhar remotamente: lives, reuniões virtuais, gestão... Adaptações daqui para frente no âmbito da necessidade ao invés da possibilidade? o Domínio + amplo das competências digitais o Importância da aula invertida o Tendência: ensino híbrido (online + off-line) o Avanço no domínio das metodologias ativas DESAFIOS • Como avaliar: Online / Off-line? • Quais os impactos?? (alunos que dominam + as tecnologias e tem acesso a elas, outros não...) • Diferenças na aprendizagem? Como repor? Como retomar? • E a Infraestrutura online? • Analisar as desigualdades e oferecer alternativas diferentes (alunos com perfil diferente, ritmos diferentes, níveis diferentes...) • Ensino mais colaborativo • Incorporação mais ampla do digital: reuniões, colegiados, bancas, etc. • Professores: competências digitais (sair do powerpoint, do previsível, dos roteiros, trabalhar com pequenos grupos, usar a SAI...) Avançar nos domínios das METODOLOGIAS ATIVAS: o que vale a pena fazer quando estamos juntos? • Mediação • Gamificação, estudos de caso • Atividades em grupo • Trabalhar com desafios, resolução de problemas, resultados de pesquisa • Interação Apoio Teórico – Aprendizagem Significativa • Condições: – O material de aprendizagem deve ser potencialmente significativo – O aprendiz deve apresentar uma predisposição para aprender David Paul Ausubel Marco Antônio Moreira o ponto mais importante no ensino deve ser o estudante e aquilo que ele já sabe. O ensino deve ser baseado nesse conhecimento que servirá de ancoradouro para as novas informações a serem recebidas ao longo do curso. (MOREIRA, MASINI, 2001, p. 67) Métodos para tornar o estudante protagonista do seu processo de aprendizagem, e não mais elemento passivo na recepção de informações. Problematizar a realidade viabilizando a motivação do discente, pois, diante do problema real, ele examina, reflete, relaciona, atribui significado às suas descobertas. ASPECTOS HISTÓRICOS Matrizes conceituais datam do início do século XX Jonh Dewey (1930), necessidade de estreitar a relação entre teoria e prática, o aprendizado ocorre se inserido no contexto diário do aluno Ausubel (1960), conhecimentos prévios dos alunos devem ser valorizados, para que a aprendizagem seja significativa Kilpatrick (1975), o aprendizado precisa partir de problemas reais, do cotidiano dos estudantes Paulo Freire, Blonsky, Pinkevich, Krupskaia, Freinet, Claparède e Montessori, abordaram suas teorias como alternativa necessária para a superação do modelo pedagógico tradicional vigente Zabala (1998), mudança nos conteúdos e nos modos de avaliar, ensino deve estar de acordo com um modelo centrado na formação integral da pessoa Mazur (2015), atividades envolventes geram mais desempenho acadêmico Ensino transmissivo, centrado no conhecimento do professor Falta de envolvimento, desinteresse dos alunos Modelo de aula predominantemente oral e escrito Alunos continuam a receber o conteúdo passivamente mesmo com a inserção de filmes, vídeos e apresentações gráficas com projetores multimídia. Pequena amostra de vários outros profissionais que se dedicaram à construção de metodologias inovadoras como alternativa para a superação do modelo pedagógico tradicional: Metodologias Ativas para uma aprendizagem mais profunda A aprendizagem por meio da transmissão é importante, mas a aprendizagem por questionamento e experimentação é mais relevante para uma compreensão mais ampla e profunda Criar situações de aprendizagem nas quais os estudantes possam fazer coisas, pensar e conceituar o que fazem, construir conhecimento sobre os conteúdos envolvidos nas atividades de maneira crítica, aprender a interagir com colegas e professores De que maneira? O que fazer em sala de aula? • Substituir a narrativa por trabalhos em pequenos grupos • Pequenos grupos: alunos discutem, colaboram, discordam, buscam consenso • Pode ser um projeto, problema clássico, problema aberto, mapa conceitual sobre determinado tópico, análise crítica de um texto literário, uma dramatização... • Apresentação ao grande grupo: submeter-se a crítica dos demais colegas (MOREIRA, 2010) • Estudo de caso • Aprendizagem baseada em investigação e em problemas • Aprendizagem baseada em projetos • Aprendizagem por histórias, jogos, projetos integradores... • Peer Instruction • Inverter a forma de ensinar • Ensino Híbrido Como gerar engajamento, motivação e responsabilidade nos alunos? Que outras estratégias pedagógicas baseadas nas Metodologias Ativas poderiam auxiliar o professor? METODOLOGIAS ATIVAS: ENSINO HÍBRIDO ENSINO HÍBRIDO E A PERSONALIZAÇÃO DO ENSINO O aluno estuda o material em diferentes situações e ambientes, e a sala de aula passa a ser o lugar de aprender ativamente com apoio do professor e colaborativamente com os colegas. Personalizado no sentido de aprender em diferentes espaços, ritmos, lugares, com acompanhamento individual pelo professor, em grupos, com os colegas, e diferentes estilos Ensino Híbrido com uso do AVA Moodle - Diversificar os métodos de ensino - Continuidade no aprendizado - Economizar tempo para os encontros presenciais - Avaliar com base na participação do aluno - Estimular a autonomia e a colaboração - Respeitar o estilo individual de cada aluno aprender - Atender de forma mais individualizada o aluno https://prezi.com/p/liesti9i51ga/minha-escola/ https://prezi.com/p/liesti9i51ga/minha-escola/ Fonte: SCHMITZ (2016) A SALA DE AULA INVERTIDA (SAI) SALA DE AULA INVERTIDA “[...] o que tradicionalmente é feito em sala de aula, agora é executado em casa, e o que tradicionalmente é feito como trabalho de casa, agora é realizado em sala de aula” (BERGMANN; SAMS, 2018)www.jonbergmann.com http://www.jonbergmann.com/ COMO INVERTER A SALA DE AULA? Não há apenas uma maneira de inverter a aula, depende da realidade de cada escola e da disponibilidade dos envolvidos em querer efetivar a mudança. - A inversão fala a “língua” dos estudantes de hoje - Permite ajudar estudantes que enfrentam dificuldades de aprendizado - Cria condições para que os alunos pausem ou assistam o vídeo novamente - Muda o gerenciamento da sala de aula (interação aluno- aluno; interação aluno-professor) Por que inverter a sala de aula? Produzindo seus próprios vídeos Software de captura de tela: Camtasia Studio, OBS Planejamento da aula (usar arquivos em PowerPoint já desenvolvidos...) Dever de casa: os vídeos 1. Ser breve – um tópico é igual a um vídeo 2. Fazer com entusiasmo 3. Desenvolver o vídeo com outro professor 4. Manter o foco – não desperdiçar o tempo dos alunos 5. Acrescentar anotações, chamadas (interações) 6. Respeite os direitos autorais Como produzir os vídeos? Vímeo, Google Drive, Moodle... E X E M P L O GRUPO DE PESQUISA – PÓS GRADUAÇÃO: TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO ENSINO HÍBRIDO E METODOLOGIAS ATIVAS COM APOIO DAS TECNOLOGIAS DIGITAIS CENÁRIOS DE USO UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA A PARTIR DO MODELO LABORATÓRIO ROTACIONAL DE ENSINO HÍBRIDO Elisane Ortiz de Tunes Pinto APRENDIZAGEM BASEADA EM PROJETOS: UMA ESTRATÉGIA COLABORATIVA APOIADA POR UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Valesca de Matos Duarte Fonte: Acervo pessoal, 2018. Kahoot (Gamificação) Nearpod (apresentações interativas) MindMaps (Mapas Mentais) Toondoo (História em Quadrinhos) Youtube Educação... SALA DE AULA INVERTIDA COM ABORDAGEM ATIVA PARA O ENSINO DE QUÍMICA NO ENSINO MÉDIO Metodologias Ativas para a Produção de Texto Argumentativo no Ensino Fundamental Rosane Pereira Nunes - Método de Cornell Praticando Metodologias Ativas com Ensino Híbrido 1. Desenvolver um Plano deAula na modalidade de Ensino Híbrido: Sala de Aula Invertida para alunos de algum curso/nível que você trabalha. 2. Produzir uma videoaula com duração de 5 minutos relacionada ao conteúdo proposto no plano de aula, levando em consideração os objetivos de aprendizagem contidos no plano. 3. Postar o Plano de aula e a Videoaula no AVA Moodle – Formação continuada Cronograma do Curso: 27/05/2020 - MetodologiasAtivas - parte 2 - Prof. Maykon Gonçalves Müller 03/06/2020 - Utilização do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) Moodle - Profa. Isabel Giusti Moreira e Andreia Sias 10/06/2020 - Utilização AVA - Moodle - Recursos e Atividades - Profa. Maria Isabel Giusti Moreira e Andreia Sias Rodrigues 17/06/2020 - Utilização AVA - Atividades avançadas - Profa. Maria Isabel Giusti Moreira e Andreia Sias Rodrigues 24/06/2020 - Explorando o Uso de Softwares para gravação de Videoaulas - Profa. Verlani Timm Hinz Se a vida é um processo de conhecimento, os seres vivos constroem esse conhecimento não a partir de uma atitude passiva e, sim, pela interação. Aprendem vivendo e vivem aprendendo (MATURANA E VARELA, 2001). Receber acriticamente a narrativa do “bom professor” não leva a uma aprendizagem significativa crítica, a uma aprendizagem relevante, de longa duração; não leva ao aprender a aprender (MOREIRA, 2012). Prof. Fernando Augusto Treptow Brod ftbrod@gmail.com Algumas Reflexões... REFERÊNCIAS BACICH, L. TANZI NETO, A. TREVISANI, F. M.. Ensino Híbrido: personalização e tecnologia na educação. In: BACICH, L. TANZI NETO, A. TREVISANI, F. M. (Orgs.). Ensino Híbrido: personalização e tecnologia na educação. Porto Alegre: Penso, 47-65, 2015. BACICH, L.; MORAN, J. (Orgs.). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2-25, 2018. BERGMANN, J; SAMS, A. Sala de Aula Invertida: Uma Metodologia Ativa de Aprendizagem. Rio de Janeiro: LTC, 2018. CHRISTENSEN, C. M.; HORN, M. B.; STAKER, H. Ensino Híbrido: uma Inovação Disruptiva? Uma introdução à teoria dos híbridos. Clayton Christensen Institute for Disruptive Innovation. Tradução Fundação Lemann e Instituto Península, 2013. DA SILVA, D. F. et al. Ensino híbrido com a utilização da plataforma Moodle. Revista Thema, v. 15, n. 3, p. 1175-1186, 2018. DOS REIS ELIAS, J. M.; JUNIOR, D. R. C.; DE CARVALHO, F. S. P. Ensinar-aprender com as tecnologias digitais em rede: a sala de aula invertida (sai) em debate. REVISTA COMMUNITAS, v. 2, n. 3, p. 158-175, 2018. HORN, M. B.; STAKER, H. Blended: usando a inovação disruptiva para aprimorar a educação. Porto Alegre: Penso, 2015. MORAN, J. Educação híbrida: um conceito-chave para a educação, hoje. In: BACICH, L.; TANZI NETO, A.; TREVISANI, F. M. (Orgs.). Ensino Híbrido: personalização e tecnologia na educação. Porto Alegre: Penso, 27-45, 2015.