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Espinha Bífida 
Definição 
n Malformação congênita devido a um erro 
no desenvolvimento da coluna vertebral 
n  Resulta no fechamento incompleto do canal vertebral 
¨  Falha na fusão dos arcos vertebrais 
n Pode ser acompanhado por protusão e 
displasia da medula (ME) e suas 
membranas 
Causa 
n Há falha no fechamento do tubo neural no 
processo de neurulação 
¨ Este processo se encerra no 28° dia de vida 
intra-uterina 
 
Na 3a semana, a placa neural transforma-se em tubo neural 
...que origina cérebro e ME 
Causa 
n Há falha no fechamento do tubo neural no 
processo de neurulação 
¨ Este processo se encerra no 28° dia de vida 
intra-uterina 
 
Na 3a semana, a placa neural transforma-se em tubo neural 
...que origina cérebro e ME 
Dados gerais 
n  Incidência: 1-4 casos/1000 nascidos vivos 
n Conseqüências: 
¨ Afeta sistema osteoneuromuscular 
¨ Afeta sistema genitourinário 
n Etiologia: deficiência de ácido fólico 
sanguíneo 
Classificação 
n Espinha bífida oculta 
¨ Há falha na fusão dos arcos vertebrais 
¨ Não há herniação nem deslocamento do SNC 
¨ Pode ser assintomática ou sintomática 
¨ + comum L5-S1 
¨ Disrafia espinhal oculta: torção da ME ou das 
raízes nervosas devido à aderência 
•  alterações cutâneas 
•  sinais neurológicos 
Conseqüências: 
 
•  Paresias progressivas 
•  Perda da sensibilidade MIs 
•  Distúrbios de marcha 
•  Distúrbios de esfincter 
•  Tracionamento cauda equina 
Anomalias: •  Reflexo aquiliano 
•  Encurtamento de panturrilha 
•  Pé equino-varo 
•  Comprimento desigual dos MIS 
Tratamento 
n Mielomeningocele 
¨  Fechamento cirúrgico da falha entre 24 e 48 
horas de vida da criança 
n  Reconstrução anatômica da ME e preservação da 
maior quantidade de tecido nervoso funcional 
n Hidrocefalia 
¨  implantação cirúrgica de shunt ventrículo-
peritoneal 
n  Deve ser trocado com o crescimento da criança 
n  Gritos agudos 
n  Irritabilidade 
n  Convulsões 
n  Desvio dos olhos para baixo 
n  Abaulamento da fontanela 
n  Vômitos 
n  Sonolência 
n  Cefaléia 
Sinais clínicos de bloqueio de drenagem da válvula 
Manifestações clínicas 
n  Paralisia flácida 
n  ↓ força muscular 
n  Atrofia muscular 
n  ↓ ou abolição dos 
reflexos 
n  ↓ ou abolição da 
sensibilidade 
exterioceptiva e 
proprioceptiva 
n  Incontinência dos 
esfincteres (reto e bexiga) 
n  Deformidades de origem 
paralítica e congênita 
n  Hidrocefalia 
•  lábio leporino 
•  fenda palatina 
•  malformações cardíacas e urinárias 
•  luxação de quadril 
•  pé equino-varo 
•  hemi-vértebras 
Manifestações de caráter 2ário 
n Úlceras de decúbito 
n Alterações vasomotoras graves 
n Osteoporose e prováveis fraturas 
n Atraso de DNPM 
n Contratura de tecidos moles e 
deformidades ósseas 
¨ Hipercifoses / Escolioses 
n Sensibilidade 
n  Abolição da sensibilidade não 
necessariamente acompanha o problema 
motor 
¨ Problemas 
n  ↑ riscos de traumatismos de tecidos moles 
¨ Distúrbios para dor, temperatura e pressão 
n  Perda do feedback dado pelos órgãos de 
sentido 
n  Pele apresenta tendência a formação de 
úlceras 
¨ Pés e coluna são mais freqüentes 
¨ Observar vermelhidão 
 
Nível de lesão	
   Possível função muscular	
   Comprometimentos secundários	
   Órteses	
  
T6-T12	
   Tronco superior 
Não há fç nos músculos dos MIs	
  
Cifoescoliose Encurtamentos em: 
- adução quadril 
-rot ext do quadril	
  
TLSO 
AFO 
Splint noturno 
Parapódio	
  
L1-L3	
   Flexores do quadril 
Adutores do quadril 
Pouca extensão de joelho	
  
Encurtamentos em flexão de quadril 
Luxação quadril 
Lordose lombar 
Pé calcâneo-varo	
  
Splint em abdução 
Parapódio (precoce) 
HKAFO (tardio)	
  
L4 
L5	
  
Extensores de joelho 
Inversão/eversão tornozelo 
Abdutores quadril 
Flexão mínima do joelho e extensão mínima do 
quadril	
  
Pé calcâneo-varo 
Dedos em garra 
Úlceras de calcâneo	
  
Splint NOTURNO (em abdução) 
HKAFO KAFO ou AFO (tardio)	
  
S1-S2	
   Flexores do joelho 
Extensores do quadril 
Eversão tornozelo/flexão plantar 
Flexores do hállux	
  
nenhuma	
   AFO 
SMO 
Ou nada	
  
S3-S5	
   Atividade normal dos MIs	
   nada	
  
Indicação de Órteses 
 
Nível de Lesão e Prognóstico de Marcha 
 
 
Torácico – deamb. terapêutica e doméstico 
 
L1-L2- RGO -doméstico e comunitário 
 
L3, L4 – RGO,HKAFO- doméstico ou comunitário 
 
L5- KAFO ou AFO – doméstico ou comunitário 
 
S1-S2 – AFO,FO ou nada – comunitário 
 
n  Nível segmentar da lesão 
n  DNM 
n  Exames biomecânicos 
n  Análise de ajustes posturais em diversas posições 
n  Estudos de preensão 
n  Análise da marcha assistida 
n  Exames fisiológicos para o esforço físico com ou sem a 
marcha assistida 
¨  dica: vídeo pré e pós-acompanhamento 
Fisioterapia – aspectos relevantes 
¨  Não existe correlação entre grau de ambulação e 
estado das articulações coxo-femorais 
 É + importante 
n  Treinar posição ortostática (independente do nível de lesão) 
n  Manter flexibilidade articular 
n  Prevenir contraturas 
n  Cuidado com fraturas 
QUADRIL 
1.  Compressão manual sobre o baixo ventre – direção trás-baixo 
2.  Cateterismo intermitente: esvazia bexiga em intervalos regulares 
LESÃO COMPLETA DE CAUDA EQUINA OU NÍVEIS S2-S4 
LESÃO ACIMA DE S2 
(ação simpática) 
PARALISIA FLÁCIDA BEXIGA HIPERTÔNICA 
FIM!!!!!!

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