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Liderança e Motivação
Profª. Cristina Goldschmidt, M.Sc.
CONTATOS
E-MAIL:cristina@consultingcg.com.br
EMENTA DA DISCIPLINA
Do mecanicismo à sociedade do conhecimento. Liderança
na era das competências. Motivação como ferramenta da
liderança. Equipes de alto desempenho.
MATERIAL E AULAS
Apostila e Handouts:
Trabalhos em grupos
Trabalhos em Dupla
Slides:
Conteúdo para exposição
Filmes
1900-1950
Industrialização Clássica
Welfare
1950 – 1990
Industrialização Neoclássica
/Development
1990-hoje
Era da Informação/Era
do Conhecimento
Pessoas:
fatores de produção
estáticos, sujeitos a regras
para serem controlados;
concepção dos três fatores
de produção: natureza-
capital-trabalho
Pessoas:
recursos organizacionais
Pessoas:
diferencial competitivo
Por quê?
Pouca necessidade de
adaptação ao ambiente
Por quê?
Necessidade de adaptação
ao ambiente.
Mudanças se aceleraram;
Desenvolvimento de
tecnologias
V.U.C.A./BANI Por quê?
Mudanças intensas;
O ambiente externo é
volátil, incerto, complexo
e ambíguo/frágil, ansioso,
não-linear
incompreensível). A
integração global traz
turbulência e incerteza.
A Gestão de Pessoas de 1900 até hoje
Mudanças no Mercado de
Trabalho e a Gestão de Pessoas
A maneira de administrar pessoas em uma organização
não está sujeita a princípios ou modelos universais.
Fatores críticos:
• o ambiente externo
• políticas e diretrizes vigentes
• tecnologias
• cultura
• quantidade e qualidade das pessoas disponíveis
Mudanças no Mercado de
Trabalho e a Gestão de Pessoas
Antigos “paradigmas”
organizacionais
Novos “paradigmas” organizacionais
Gestor = administrador, chefe Gestor = administrador, líder
Liderança rígida, autocrática,
centralizada, paternalista (relação
de "cima para baixo")
Liderança situacional, democrática
(incentiva participação e promove a
delegação), descentralizada (de "mão
dupla")
Foco: gerenciar processos,
mandar, supervisionar
Foco: gerenciar pessoas e projetos, inspirar,
motivar, orientar, coordenar
Uso da informação
principalmente para controle
Uso da informação para colaborar e tomar
decisões estratégicas
Só homens na liderança
Homens e mulheres na liderança
Liderança e a Função Gerencial
Qual é a função do gestor, afinal?
Liderança e a Função Gerencial
A expectativa em relação à atuação de líderes em cenários de
competitividade: indivíduos conscientizados de sua importância
estratégica, no tocante à consecução de resultados e a manutenção de
padrões de qualidade compatíveis com a realidade contemporânea.
O líder :
É parte do processo decisório;
É um planejador assistemático;
É um executor de tarefas fragmentadas;
Está inserido em contexto variado e ilógico.
Realidade Contemporânea
Liderança e a Função Gerencial
• Longevidade;
• conectividade;
• automação;
• criatividade;
• acesso;
• mídias sociais;
• qualidade de vida;
• diversidade.
E como fica o papel do líder nesse quadro?
Liderança e a Função Gerencial
Os novos contextos organizacionais têm primado pela
flexibilidade e pela cooperação, o que torna a liderança cada vez
mais processual e circunstancial, datada no tempo e dependente
do reconhecimento e do consentimento que alcançará nas
pessoas.
Os papéis do líder devem ser congruentes com as especificidades
e o ambiente do negócio.
Liderança e a Função Gerencial
LIDERANÇA
Conceito de Liderança
• No ambiente organizacional ou social
ainda não existe uma elaboração
teórica consistente sobre a
repercussão desse fenômeno.
• Temos um núcleo comum entre as
várias definições - a capacidade de
influenciar pessoas, grupos e
coletividades.
Liderança o que é?
Definição de liderança encontra duas dificuldades fundamentais:
1) Assim como noções como "amor", "liberdade" e "felicidade", a
liderança é um conceito complexo aberto, passível de interpretações
subjetivas. Todo o mundo tem a sua própria compreensão intuitiva
de o que a liderança é, com base em uma mistura de experiência e
aprendizagem, que é difícil de ser apreendido em uma definição
sucinta.
2) Qualquer que seja a forma pela qual a liderança seja definida e
compreendida , ela será fortemente influenciada pela posição teórica
do sujeito.
Conceito de Liderança
Conceito de Liderança
Warren Bennis (1996) diz que a liderança é como a beleza: difícil de
definir, mas fácil de perceber.
Distinções teóricas ou conceitos de liderança são marcados pelos focos
de análise utilizados:
traços do líder
seu comportamento
aspectos relacionados ao poder e à influência, ou
fatores situacionais
Conceitos de liderança podem ser identificados em três categorias:
Filosofias de liderança
Modelos de liderança
Estilos de liderança
Scouller, J. (2011). The three levels of leadership. Cirencester: Management Books 2000.
Um modelo de liderança contém teorias ou idéias sobre COMO liderar
eficazmente e/ou se tornar um líder melhor.
Modelos de liderança pretendem ensinar como sermos eficazes como
líderes. Eles nos mostram as chaves para uma liderança eficaz.
Um modelo de liderança é como uma caixa de ferramentas ou um kit
de peças que:
costuma conter estilos de liderança diferentes e habilitar a 'troca'
entre eles.
pode ser suportado por diagramas e gráficos.
pode ser influenciado ou sustentado por uma filosofia.
Modelo de Liderança
Scouller, J. (2011). The three levels of leadership. Cirencester: Management Books 2000.
Com base em traço
O mais antigo tipo de pensamento sobre liderança eficaz. Se concentram
em identificar as características personalógicas dos líderes bem
sucedidos.
Carlyle e Galton;
Ralph Stogdill;
Com base em comportamentos ideais ou estilos
Concentram-se sobre o que os estudiosos acreditam que são os
comportamentos mais eficazes de um líder. Um dos modelos nesta
categoria é o Grid Gerencial de Blake e Mouton.
Teorias de Liderança
Com base Funcional
Enfocam o que o líder tem de fazer. Ao contrário dos modelos
comportamentais ideais, os modelos de liderança funcional não sugerem
maneiras ideais de se comportar, nem que elas coincidam
comportamentos com circunstâncias, como os modelos situacionais ou
contingenciais.
Em vez disso, o foco de modelos de liderança com base funcional recai
sobre as áreas de ação que um líder deve atender para ser eficaz. Os
mais notáveis modelos funcionais são:
Liderança "Action-Centered" de John Adair;
Cinco Práticas de Liderança de Kouzes & Posner .
Teorias de Liderança
Com base situacional ou contingencial
Baseiam-se na idéia de que as ações do líder devem variar de acordo
com as circunstâncias enfrentadas - em outras palavras, métodos de
liderança mudam de acordo com a 'situação’ em que o líder é líder. Esta
categoria inclui principalmente:
Modelo de Três Estilos de Kurt Lewin;
Modelo Continuum de Liderança de Tannenbaum e Schmidt;
Modelo da Contingência de Fiedler;
Teoria do Caminho-Objetivo de House;
Modelo da Liderança Situacional® de Hersey e Blanchard;
Modelo de quatro-quadros de Bolman e Deal.
Teorias de Liderança
PRÁTICA - Mitos e Verdades
HANDOUT 1
PRÁTICA - Mitos e Verdades
HANDOUT 1
• a mitificação da posição de gerente e da figura do líder,
– premissa baseada em racionalidade e controle,
– premissa baseada em ambiguidade.
A realidade administrativa:
é racional, controlável e passível de ser uniformizada;
é complexa, ilógica, mutante, ambígua e, em grande parte, incontrolável
i. Uma pessoa pode se preparar melhor para não ser pega de surpresa e não ter que improvisar
no exercício da função gerencial?
ii. Quais são os comportamentos de um gerente que funcionam bem para lidar com o
inesperado? (Se a turma não conseguir citar nada, o professor pode sugeirr: se abrir para
novas ideias, lidar bem com o erro honesto).
iii.Quais são os comportamentos que funcionam bem para não ser pego de surpresa? (Se a
turma não conseguir citar nada, você pode dizer: Pensar antecipadamente sobre possíveis
obstáculos, ouvir a equipe).iv.O que você aprendeu “apanhando” que, se soubesse antes ou se tivesse estudado/se
preparado, teria evitado erros/problemas/prejuízos?
No contexto competitivo atual, quais
habilidades e qualidades mais
importantes um Líder deve ter?
Liderança na Gestão
de Projetos
A liderança é um processo que envolve:
1. definir um propósito e uma direção que
inspire as pessoas a cooperar e trabalhar de
bom grado no sentido deles;
2. prestar atenção aos meios, ritmo e
qualidade do progresso em direção ao
objetivo;
3. defender a unidade do grupo,
4. atender a eficácia individual durante todo o
processo.
Liderança na Gestão de Projetos
O líder :
É parte do processo decisório;
É um planejador assistemático;
É um executor de tarefas fragmentadas;
Está inserido em contexto variado e ilógico.
Liderança é um processo, dentro do qual
pode haver diferentes líderes agindo em
momentos diferentes em diferentes
situações.
A liderança pode ser compartilhada: um líder não tem que estar
necessariamente liderando de forma direta e ativa o tempo todo.
Liderança na Gestão de Projetos
Pessoas - o líder deve garantir
que há liderança :
1. Na abordagem da visão
de futuro ou finalidade
do negócio/projeto
2. Na gestão das tarefas e
resultados
3. Na defesa do espírito de
grupo e das
normas/padrões,
4. Na atenção aos
indivíduos
Processo
1.definir um propósito e uma direção
que inspire as pessoas a cooperar e
trabalhar de bom grado no sentido
deles;
2.prestar atenção aos meios, ritmo e
qualidade do progresso em direção
ao objetivo;
3.defender a unidade do grupo;
4.atender a eficácia individual durante
todo o processo.
Scouller, J. (2011). The three levels of leadership. Cirencester: Management Books 2000.
Liderança na Gestão de Projetos
O líder (autoliderança)
Tarefas & Pessoas na equipe
Tarefas & Pessoas com o
restante da organização
Finalidade do
negócio/projeto
Contexto (stakeholders
externos)
Scouller, J. (2011). The three levels of leadership. Cirencester: Management Books 2000.
Liderança na Gestão de Projetos
O líder deve trabalhar e desenvolver-se em quatro dimensões simultaneamente:
Liderança Estratégica: abrange os efeitos de suas ações na finalidade do
projeto/negócio e nos stakeholders
Liderança de pessoas: abrange aspectos de atenção aos relacionamentos,
na equipe e fora dela
Liderança de tarefas: abrange aspectos de gestão do tempo, organização,
planejamento prirização
Autoliderança: Abrange autocontrole e outras competências emocionais.
Impacta todas as demais dimensões
A autoliderança afeta todas os quatro níveis do processo, uma vez que trata das
fontes da eficácia do líder. A autoliderança é o ponto de partida e a mais influente
das dimensões, porque uma mudança positiva no na autoliderança tem efeitos
positivos nas demais dimensões. O mesmo também se aplica no sentido inverso.
O Modelo da Liderança
Situacional
Paul Hersey e Kenneth Blanchard (1986)
Em síntese, o gerente deve buscar mudar de
estilo de liderança de acordo com a(s)
pessoa(s) com quem trabalha e com as
situações que o cotidiano empresarial impõe.
Na Liderança Situacional a ênfase recai sobre o
comportamento do líder em relação aos
subordinados.
Liderança Situacional
• O modelo da liderança Situacional baseia-se numa inter-
relação entre:
• (1) a quantidade de orientação e direção que o líder oferece
(comportamento de tarefa),
• (2) a quantidade de apoio sócio-emocional dado pelo líder
(comportamento de relacionamento)
• (3) o nível de prontidão dos subordinados no desempenho de
uma tarefa, função ou objetivo específico (maturidade).
O conceito de maturidade inclui duas dimensões:
maturidade de trabalho (relaciona-se com a
capacidade de fazer alguma coisa)
maturidade psicológica (refere-se à disposição ou
motivação para fazer alguma coisa).
Liderança Situacional
(BAIXO)
COMPORTAMENTO
(ALTO)
(ALTO)
COMPORTAMENTO
DE ALTO GRAU
DE APOIO
E BAIXO
GRAU DE
DIREÇÃO
COMPORTAMENTO
DE ALTO GRAU
DE DIREÇÃO
E ALTO GRAU
DE APOIO
E 3 E 2
E 4 E 1
COMPORTAMENTO
DE ALTO GRAU
DE DIREÇÃO E BAIXO
GRAU DE APOIO
COMPORTAMENTO
DE BAIXO GRAU
DE APOIO E BAIXO
GRAU DE DIREÇÃO
D4 D3 D2 D1
DIRETIVO
-+
Nível de desenvolvimento
LIDERANÇA SITUACIONAL
Liderança Situacional
Liderança Situacional
No estilo 1, o líder...
Identifica o(s) problema(s);
Planeja com antecedência o trabalho a ser realizado pelo
subordinado, definindo os objetivos,
Torna claras as atribuições de cada um;
Controla a decisão sobre como, quando e com quem o problema será
resolvido ou a tarefa realizada
Organiza os recursos necessários;
Estabelece os prazos;
Dá orientações específicas e se comunica
unidirecionalmente;
Toma iniciativa da resolução de problemas/tomada
de decisões
Anuncia resoluções e decisões
Mostra ou diz a um subordinado como fazer uma
tarefa específica
Verifica se o trabalho é executado corretamente
dentro do prazo
Liderança Situacional
Liderança Situacional
No estilo 2, o líder…
Identifica o(s) problema(s);
Estabelece objetivos;
Elabora planos de ação para resolver o(s)
problema(s), depois consulta o(s)
subordinado(s).
Explica as decisões ao(s) subordinado(s) e solicita suas contribuições.
A comunicação bidirecional e o uso de encorajamento e estímulo são
maiores.
Toma a decisão final sobre os problemas e soluções depois de ouvir
o(s) subordinado(s).
Continua a dirigir o trabalho do(s) subordinado(s).
Liderança Situacional
Liderança Situacional
No estilo 3, o líder…
Envolve o(s) subordinado(s) na
identificação de problemas e fixação de
objetivos.
A definição do “como fazer”, “como
resolver” é assumida pelo(s)
subordinado(s).
Assegura, apoia, fornece recursos e ideias
quando solicitado.
Compartilha com o(s) subordinado(s) a
responsabilidade pela solução de problemas e
tomada de decisões.
Ouve ativamente e facilita a solução de problemas
e tomada de decisões pelo(s) subordinado(s).
Avalia em conjunto com o(s) subordinado(s) o
trabalho deste(s).
Liderança Situacional
Liderança Situacional
No estilo 4, o líder…
Define o(s) problema(s) junto com o(s)
subordinado(s).
Estabelece objetivos em conjunto com
o(s) subordinado(s.)
O(s) subordinado(s) desenvolve(m) um
plano de ação e controla(m) a tomada
de decisões quanto a como, quando e
com quem o problema será resolvido ou
a tarefa será realizada.
Liderança Situacional
Aceita as decisões do(s) subordinado(s) e limita-se a monitorar
periodicamente o trabalho deste(s).
O(s) subordinado(s) se autoavalia(m).
O(s) subordinado(s) assume(m) a responsabilidade e os méritos.
Liderança Situacional
PRÁTICA - Estilos de liderança
HANDOUT 2
SEIS ESTILOS DANIEL GOLEMAN
FONTE: https://www.webadesign.com.br/wp-content/uploads/2017/04/6-estilos-de-lideranca-que-voce-precisa-conhecer-1.jpg
SEIS ESTILOS DANIEL GOLEMAN
• https://www.youtube.com/watch?v=vkadAhDnPYk
Daniel Goleman: Resonant Leadership Styles
PRÁTICA - CONSELHOS AO NOVO
LÍDER
HANDOUT 3
Perspectivas Atuais
Liderança Transformacional : ênfase colocada sobre a capacidade do líder de
motivar e empoderar seus seguidores, e também na dimensão moral da
liderança.
Adotada por organizações de tipos variados quando existe a necessidade de
ultrapassar limitações, organizacionais e das pessoas, e em processos de
mudança.
Tem como objetivo transformar as pessoas e as organizações de forma
literal, ampliando a visão, a percepção e insight, esclarecendo propósitos e
fazendo com que comportamentos sejam congruentes com crenças,
princípios e valores.
Liderança Transacional: o líder ganha o comprometimento dos liderados a partir
de uma relação de troca por remuneração e segurança.
Liderança visionária: o líder cria e articula, a partir do presente, uma visão de
futuro realista, crível e atraente para uma organização, e também incita
comportamentos, talentos e recursos, para a concretizaçãodessa mesma visão.
Perspectivas Atuais
Liderança Carismática: o conceito de liderança carismática tornou-se conhecido
nos anos 1980/1990: o líder carismático era visto como alguém que poderia
reconstruir o “moral” e oferecer alguma perspectiva de futuro.
Essa abordagem combina aspectos da liderança transformacional e da teoria de
traços. Embora os pesquisadores dessa abordagem tenham posições diferentes,
de forma conjunta quatro principais características do líder carismático podem
ser identificadas(Northouse, 2004, p171):
(1) personalidade dominante, desejo de influenciar os outros e auto-
confiança;
(2) forte comportamento de modelo a ser seguido e competência;
(3) articulação de objetivos ideológicos com implicações morais; e
(4) alto grau de expectativa em relação aos subordinados e certeza de que
estas expectativas serão atendidas.
Críticas à liderança carismática:
combinação de escândalos corporativos envolvendo lideranças
carismáticas;
tendência dos líderes carismáticos de abandonarem as
organizações após a implementação das mudanças, muitas vezes
deixando para trás desafios ainda maiores do que os iniciais.
O que tem reforçado a percepção de que a liderança carismática pode
não ser sustentável.
A liderança carismática apresenta o líder como um salvador -
chamada de liderança heróica por alguns críticos dessa abordagem,
como Henry Mintzberg (2004).
Perspectivas Atuais
PRÁTICA – PRÓS E CONTRAS
Grupos – Prós
Grupos – Contra
Consolidação
Apresentação
TEORIA LMX
ROBBINS, Stephen. 2005
PRÁTICA – Exercício eletivo
Handout 4
Teoria LMX
A capacidade que possuem os indivíduos e grupos
sociais, entre os quais as organizações, de
modificarem o comportamento de outros grupos ou
pessoas é um dos mais importantes processos
sociais, fundamental para os seres humanos e
denominado poder.
Relações de Poder
O poder:um fenômeno social, e não individual
qualidade que um indivíduo ou grupo social
possui em relação a outros indivíduos ou
grupos;
ocorre em todas as relações sociais,
está disseminado em todas as sociedades e
grupos sociais.
Enfoque funcionalista:
• O poder é legitimado dentro da estrutura
hierárquica da organização por uma definição
formal da autoridade.
• As organizações agem em torno de concretizar seus
objetivos, controlando (direta ou indiretamente) os
que entram em contato com ela, dispondo de um
poder maior do que o do indivíduo isoladamente.
Relações de Poder nas Organizações
Cinco bases sociais do poder :
French Jr. e Raven (1975, p. 765).
O poder de recompensa
O poder coercitivo
O poder legítimo
O poder do especialista
O poder de referência
Relações de Poder nas Organizações
...aumentou em função de democratização
nas relações sociais; aumentaram também o
nível educacional e a intensidade da
comunicação;
Impacto sobre o poder (capacidade de
influenciar).
SÓ QUE a participação nas
Organizações....
Relações de Poder nas Organizações
Organização é uma estrutura de poder
Recursos de poder:
Autoridade formal / cargo;
Controle de recursos escassos;
Domínio de etapas do processo decisório;
Conhecimento: informação / tecnologia;
Acesso informal a recursos de poder;
Liderança em entidades externas.
Perspectiva Pluralista
O Exercício de Poder na Função Gerencial
O poder se manifesta, invariavelmente, por
meio de pelo menos três componentes:
a força,
a autoridade e
a influência.
Tipos de Influência Interpessoal
Influências Interpessoais Divergentes
Intimidação
A forma típica de intimidação é a ameaça. Ameaça-se fisicamente ou
psicologicamente. Às vezes a ameaça é oculta, ou seja, existe apenas
na percepção do influenciado.
Manipulação
É o uso de mentiras e táticas de linguagem que conduzam o
pensamento do influenciável na direção desejada pelo influenciador,
ignorando-se os interesses daquele.
Inferiorização
O influenciador busca inferiorizar moral ou psicologicamente o
influenciável para que ele se desmotive a realizar determinado
comportamento e fique mais vulnerável a reorientações.
Pressão
É o processo em que o influenciador gera um incômodo físico ou
psíquico para o influenciável e contingencia a eliminação do incômodo
à aceitação da influência.
Influência passiva
É o processo em que o influenciador não reforça determinado
comportamento do influenciado, a fim de extingui-lo.
Punição
É o processo em que o influenciador elimina algo bom ou acrescenta
algo ruim para o influenciável, logo após este manifestar um
comportamento que se queira eliminar ou minimizar a frequência de
ocorrência.
Influências Interpessoais Convergentes
Influência Direta
É o processo em que o influenciador comunica abertamente e
diretamente os efeitos de influência que quer que o influenciado
manifeste. São exemplos: ordens aceitáveis, pedidos, dar o exemplo etc.
Compensação
É o processo em que o influenciador propõem aberta ou sutilmente uma
troca com o influenciável. Oferecer dinheiro em troca da prestação de
um serviço é o maior exemplo.
Persuasão
É o processo em que o influenciador busca fazer com que o
influenciável deseje manifestar espontaneamente o efeito de
influência.
Reforço
É o processo em que o influenciador acrescenta algo bom para o
influenciável logo após este manifestar um comportamento que se
deseja intensificar. Elogiar ou premiar, logo após um bom desempenho,
são os maiores exemplos.
Nem sempre as relações de poder dentro das organizações podem
ser observadas de forma clara, podem estar camufladas na estrutura,
nos modelos de gestão, nos procedimentos e na cultura que
influencia os membros (COLEMAN, 2004).
O poder:
• Uma das formas que possuem os atores sociais para buscar os
seus interesses, que podem ser individuais ou coletivos.
• Pode existir e não ser exercido: a pessoa pode ter poder e não
utilizá-lo.
• O conceito de poder está inter-relacionado com o de liderança.
Relações de Poder nas Organizações
USO NEGATIVO
DO PODER
USO POSITIVO
DO PODER
Relações
competitivas
Relações
cooperativas
Poder na Liderança da Equipe
As pessoas que possuem desenvolvidas as habilidades
políticas são capazes de usufruir de forma eficaz o
poder.
Comportamento político nas organizações: aquelas
atividades que não são requeridas como parte do papel
formal na organização, mas influenciam, ou tentam
influenciar, a distribuição de vantagens e
desvantagens dentro dela.
Relações de Poder nas Organizações
Robbins (2004)
Poder em ação política
PRÁTICA - O COMITÊ
HANDOUT 5
O COMITÊ
TRABALHO EM GRUPO
DEBRIEFING
O Ciclo de Vida da Equipe
Os estágios de desenvolvimento de equipe
mais famosa foram descritos por Tuckman e
Jensen em 1977.
1. Formação ("Forming")
2. Confrontação ("Storming”)
3. Normatização ("Norming")
4. Execução/Atuação ("Performing")
5. Desmobilizando (ou luto) (Adjourning")
O Ciclo de Vida da Equipe
Características de cada fase
Formação - fase 1: a pré-equipe - fase onde as pessoas ainda estão
trabalhando como indivíduos.
Alta dependência do líder para orientação e direção.
Pouco acordo sobre os objetivos que a equipe recebeu do
líder.
Responsabilidades e funções individuais não são claras.
Líder deve estar preparado para responder a muitas
perguntas sobre o propósito da equipe, objetivos e
relações externas.
Processos são muitas vezes ignorados.
Membros testam a tolerância do sistema e do líder.
Líder direciona.
O Ciclo de Vida da Equipe
Características de cada fase
Formação - fase 1: a pré-equipe - fase onde as pessoas ainda estão
trabalhando como indivíduos.
Seu foco é ajudar os membros da equipe a conhecer uns
aos outros e deixar todos à vontade.
Minimizar os medos, as confusões e incertezas,
clarificando os objetivos, funções, responsabilidades e
procedimentos pertinentes.
Discutir as preocupações e expectativas: membros da
equipe que trabalharam em equipes anteriores podem
trazer expectativasespecíficas, preocupações ou
preconceitos.
O Ciclo de Vida da Equipe
Características de cada fase
Confrontação - fase 2: o palco do conflito que muitas equipes precisam
percorrer para alcançar o seu potencial. Durante esta fase a equipe se
torna mais agressiva e desafia regras previamente acordadas.
As decisões não vêm facilmente de dentro do grupo
Membros da equipe disputam posição na tentativa de
estabelecer-se em relação aos outros membros da equipe e ao
líder, que pode receber desafios de outros membros da equipe.
Aumenta a clareza de propósito, mas muitas incertezas persistem.
A equipe forma panelinhas e facções e pode haver lutas de poder.
A equipe precisa ser focada em seus objetivos para evitar
distrações por problemas emocionais e de relacionamentos.
O Ciclo de Vida da Equipe
Características de cada fase
Confrontação - fase 2: o palco do conflito que muitas equipes precisam
percorrer para alcançar o seu potencial. Durante esta fase a equipe se torna
mais agressiva e desafia regras previamente acordadas.
Ouvir problemas e fornecer feedback que reconhece todos
os pontos de vista;
Incentivar a equipe a trabalhar no sentido de objetivos
compartilhados.
Tentar mitigar ou resolver conflitos que são susceptíveis de
perturbar os processos da equipe.
A fase storming é realmente uma oportunidade para
resolver conflitos e, se cuidadosamente gerida, pode
tornar a equipe mais coesa.
O Ciclo de Vida da Equipe
Características de cada fase
Normatização - fase 3: a fase de consolidação em que a equipe trabalha sobre
como usar os recursos que eles têm aplicados às tarefas.
Acordo e consenso, em grande parte, entre os membros
da equipe, que respondem bem à facilitação pelo líder.
Papéis e responsabilidades são claras e aceites.
Grandes decisões são feitas pelo acordo do grupo.
Decisões menores podem ser delegadas a indivíduos ou
pequenas equipes dentro do grupo.
Comprometimento e unidade são forte.
A equipe pode participar de atividades sociais.
A equipe discute e desenvolve seus processos e o estilo de
trabalho.
Líder facilita e permite
O Ciclo de Vida da Equipe
Características de cada fase
Normatização - fase 3: a fase de consolidação em que a equipe trabalha sobre
como usar os recursos que eles têm aplicados às tarefas.
Certificar-se que as regras e normas são as que foram
consensadas e que elas ajudam a eficácia da equipe.
Todo o tempo dedicado a criação de novas regras pelas
quais a equipe quer operar fará com que as fases
posteriores sejam mais eficientes.
Facilitar a coesão da equipe e assegurar que cada membro
da equipe se identifique com o propósito da equipe e
valores.
O Ciclo de Vida da Equipe
Características de cada fase
Execução - fase 4: a equipe trabalha bem e se esforça para ser ainda melhor,
concentrando-se no seu desenvolvimento, no dos indivíduos e no da tarefa.
A equipe está estrategicamente mais consciente, sabe
claramente por que está fazendo o que está fazendo, tem
uma visão compartilhada e é capaz de ficar sobre seus
próprios pés, sem interferência ou a participação do líder.
Foco em alcançar metas e elevado grau de autonomia.
Ocorrem desentendimentos mas eles são resolvidos
positivamente dentro da equipe.
As mudanças necessárias para processos e estrutura são
feitas pela equipe.
O Ciclo de Vida da Equipe
Características de cada fase
Execução - fase 4: a equipe trabalha bem e se esforça para ser ainda melhor,
concentrando-se no seu desenvolvimento, no dos indivíduos e no da tarefa.
Avaliar a eficácia de equipe ao olhar para o indivíduo e os
esforços, satisfações e sucessos da equipe.
A equipe irá se preocupar com a produtividade, eficiência
e potencial. Louvar a equipe para seus sucessos.
É preferível premiar a equipe, ao invés de membros da
equipe individualmente a fim de promover a harmonia e
coesão. Recompensar indivíduos pode levar à
competitividade e à hostilidade.
O Ciclo de Vida da Equipe
Características de cada fase
Desmobilizando - fase 5: a etapa em que a equipe se desfaz e os indivíduos
passam para outras responsabilidades.
Desmembramento do grupo, quando a tarefa é concluída
com êxito, seu propósito cumprido;
Do ponto de vista organizacional, é útil para o
reconhecimento e sensibilidade para as vulnerabilidades
das pessoas na quinta etapa.
O Ciclo de Vida da Equipe
O papel do líder
Desmobilizando - fase 5: a etapa em que a equipe se desfaz e os indivíduos passam
para outras responsabilidades.
Fornecer feedback: o que aprenderam os membros da equipe e como eles
estão preparados para enfrentar novos desafios.
Se for apropriado, encorajar os membros da equipe a manter os laços com
os outros e desenvolver as suas relações através de novas atividades e
projetos.
Os estágios de Tuckman e Jensen equipe não são sempre tão claramente
definidos. Se novos membros se juntam durante o projeto, a equipe talvez
precise retornar, pelo menos em parte, à fase de formação enquanto já está, ao
mesmo tempo, na de execução, por exemplo. Uma variedade de outras
alterações pode causar instabilidades em equipes bem estabelecidas. A ideia de
estágios de equipe pode ser útil em antecipar que tipo de apoio uma equipe
pode precisar em um determinado momento.
Equipes de alto
desempenho
Equipe com alto grau de motivação e
colaboração
UBUNTU (África do Sul): pessoas que
conseguem pensar e agir de modo
coletivo: abertura, interação e
cooperação;
Combinação de competências técnicas e
comportamentais.
Equipes de Alto Desempenho
Contribuir e Desenvolver-se;
Obter excelência em seu desempenho;
Significar uma diferença e Sentir-se útil à sociedade;
Desenvolver a autonomia nas suas tarefas;
Conquistar o seu próprio futuro;
O Líder Contemporâneo torna seus liderados capazes de...
Atributos essenciais à criação de equipes
CARACTERÍSTICAS E CONSTRUÇÃO
DE EQUIPES DE ALTO DESEMPENHO
•Autonomia
•Variedade de habilidades
• Identidade das tarefas
• Importância das tarefas
•Propósito comum
•Metas específicas
•Efetividade da equipe
•Níveis de conflito
• “Folga” social
•Habilidades dos membros
•Personalidade
•Papéis
•Diversidade
•Tamanho
•Flexibilidade dos membros
•Preferências dos membros
•Recursos adequados
•Liderança e estrutura
•Clima de confiança
•Avaliação de
desempenho
•Sistema de recompensas
Contexto Composição
Projeto do
Trabalho
Processo
Eficácia da Equipe
Equipes de Alto Desempenho
Fatores críticos:
Motivação como fator de comprometimento;
Abertura para o aprendizado;
Colaboração: compartilhar competências;
Criatividade: gerar respostas para demandas e necessidades; resolução de
problemas;
Melhoria contínua de processos: eficiência & eficácia;
Liderança com processo decisório compartilhado (maturidade).
Diferenciais:
Foco em identificar e resolver problemas de clientes e do mercado – requer
alto nível de competência contextual ;
Se beneficia da diversidade.
Liderança da Equipes de Alto
Desempenho
Características do líder de alto desempenho:
Inovar
Planejar e monitorar
Delegar (tarefas e responsabilidades – “accountabiity”)
Motivar
Comunicar-se de forma eficaz
Objetividade
Clareza
Dar e receber feedback
Empatia & Escuta Ativa
Líder Coach
Desafios do Líder de
Alto Desempenho
Delegação & Empowerment
Motivação (Satisfação & Superação de
desafios)
Delegação
A delegação é vital para a liderança eficaz.
Delegação permite-nos ganhar experiência
para assumir maiores responsabilidades.
Delegação eficaz é crucial para a gestão e a
sucessão de liderança: a principal tarefa de
um gerente em uma organização em
crescimento próspero é, finalmente,
desenvolver um sucessor.
A delegação é uma das mais importantes
habilidades de gestão está associda à
confiança.
Delegação
O que é importante ser observado pelo líder:
• Conhecer a equipe: investigar sobre os conhecimentos e experiências
profissionais de cada um.
• Nem tudoé delegável. Algumas tarefas são mais gerenciais, outras operacionais.
• Há subordinados que não estão preparados para receber responsabilidades,
assim é importante ter cuidado para não delegar autoridade acima do grau de
maturidade profissional e/ou pessoal.
• Delegar responsabilidade, sem delegar autoridade não funciona: sem autoridade
é praticamente impossível seguir adiante. Se quem recebeu a tarefa não pode
decidir, as chances da delegação de serem bem-sucedidas são reduzidas.
• Abdicar ao invés de delegar: a delegação no “sufoco” é sempre feita às pressas,
mal feita e acaba agravando os problemas, ao invés de resolvê-los.
Delegação
Confirmar o entendimento com a outra pessoa dos
pontos anteriores, recebendo idéias e sugestões. Além
de mostrar que o trabalho pode ser feito, ajuda a
reforçar o compromisso.
Métodos de verificação e controle devem ser
acordados com a outra pessoa. A falha no acordo
antecipado sobre o controle, fará com que este
acompanhamento pareça interferência ou falta de
confiança.
• Começar pelo topo da pirâmide hierárquica;
• Tornar bastante clara a missão, visão e valores da
organização;
• Elaborar uma boa descrição de posto de trabalho,
nomeadamente funções e recompensas;
• Atribuir responsabilidade;
• Manter as pessoas responsáveis pelos resultados.
Empowerment: atribuição
de poder para a tomada
de decisões através da
definição de um conjunto
claro das fronteiras e
objetivos da organização
• Começar pela base - partir para a mudança com base na
compreensão e perspectiva dos colaboradores;
• Estimular os comportamentos dos empregados, no
sentido de os tornar aptos para tomadas de decisões;
• Formar equipes para estimular/promover o
comportamento cooperativo;
• Encorajar a tomada de ação de risco, de um modo
inteligente;
• Confiar no desempenho das pessoas.
Empowerment: um
processo em que as
tomadas de decisões e
ações assumem risco,
apontando para o
crescimento e para a
mudança.
Empowerment
MPOWERMENT
Tipos de Empowerment: duas possibilidades de se implementar
empowerment - Quinn e Sreitzer(1999)
Empowerment
Princípios:
Dizer às pessoas quais são as suas responsabilidades.
Dar a autoridade correspondente à responsabilidade.
Estabelecer padrões de excelência.
Oferecer o treinamento necessário para satisfazer tais padrões.
Fornecer acesso a conhecimento e informação.
Dar feedback sobre o desempenho.
Reconhecer as realizações.
Confiar.
Aceitar o erro honesto.
Tratar as pessoas com respeito.
EMPOWERMENT
O Ciclo
Vantagens
Coordenação de trabalhos de
maior complexidade
Maior motivação e interação
entre equipes
Mais tempo para execução das
tarefas realizadas pelo superior
Maior segurança na
continuidade das tarefas quando
o superior não está
Menor tempo na tomada de
decisão
Obstáculos
Conservadorismo nas empresas
Medo e/ou perfeccionismo por
parte do superior
Falta de treinamento e/ou
habilidade dos funcionários
Medo de assumir
responsabilidades
Falta de vontade
EMPOWERMENT
Empowerment : VANTAGENS E OBSTÁCULOS (Araújo, 2001)
Delegação
Os passos da delegação
1 Definir a tarefa - Confirmar que a tarefa é adequada para ser
delegada. Se reúne os critérios para a delegação.
2 Selecionar o indivíduo ou equipe - Quais são suas razões para delegar
a essa pessoa ou equipe?
3 Capacidade de avaliar a necessidades de preparação - A pessoa ou
equipe são capazes de fazer a tarefa? Compreendem o que precisa ser
feito? Se não, você não pode delegar.
Delegação
Os passos da delegação
4 Explicar as razões - Você deve explicar por que o trabalho ou
responsabilidade é ser delegada. E por que essa pessoa; qual é a sua
importância e relevância; onde ele/ela se encaixa no esquema geral das
coisas.
5 Resultados esperados - O que deve ser alcançado? Como será medida
a tarefa? Certifique-se de que sabem como você pretende decidir que o
trabalho está sendo feito com êxito. Procure descrever o que é esperado
de forma S.M.A.R.T. (específico, mensurável, alcançável, relevante e
tempestivo).
6 Considerar os recursos necessários - Discutir e concordar o que é
necessário para fazer o trabalho. Considere as pessoas, localização,
instalações, equipamentos, dinheiro, materiais, outras atividades
conexas e serviços.
Os passos da delegação
4 Explicar as razões - Você deve explicar por que o trabalho ou
responsabilidade é ser delegada. E por que essa pessoa; qual é a sua
importância e relevância; onde ele/ela se encaixa no esquema geral das
coisas.
5 Resultados esperados - O que deve ser alcançado? Como será medida
a tarefa? Certifique-se de que sabem como você pretende decidir que o
trabalho está sendo feito com êxito. Procure descrever o que é esperado
de forma S.M.A.R.T. (específico, mensurável, alcançável, relevante e
tempestivo).
6 Considerar os recursos necessários - Discutir e concordar o que é
necessário para fazer o trabalho. Considere as pessoas, localização,
instalações, equipamentos, dinheiro, materiais, outras atividades
conexas e serviços.
Delegação
Os passos da delegação
7 Acordar Prazos - Quando o trabalho deve ser concluído? Ou
quando são as datas de revisão? E se a tarefa é complexa e tem
partes ou estágios, quais são as prioridades?
8 Apoio e Comunicação - Pensar sobre quem mais precisa de
saber o que está acontecendo e informá-los. Envolver a outra
pessoa a considerar isto, para que possa ver além do assunto em
questão. Não deixe a pessoa informar seus próprios pares de sua
nova responsabilidade. Avise a pessoa sobre quaisquer assuntos
estranhos relacionados a política ou protocolo. Se a tarefa for
importante, informe seu próprio chefe sobre a delegação.
Delegação
Os passos da delegação
9 Feedback - É essencial dar feedback de desempenho e de
resultado. Rever porque as coisas não correram como planejado
e lidar com os problemas. Você deve absorver as consequências
dos fracassos e dar o crédito para os sucessos.
E lembre-se:
FEEDBACK É S-E-M-P-R-E INDIVIDUAL
FEEDBACK SEM UM PLANO DE AÇÃO AO FINAL NÃO TEM
EFICÁCIA
PRÁTICA - Delegação
HANDOUTS 6 E 7
O que é ?
Qual é o motivo pelo qual as pessoas
trabalham?
Sem motivação os dons mais raros
permanecem estéreis, as capacidades
adquiridas ficam em desuso, as técnicas mais
sofisticadas sem rendimento, pois a
motivação afeta o próprio aprendizado, ou
seja, as respostas aos programas de
capacitação. (Lévy-Leboyer,1988)
Mas, o que é motivação? Como você
definiria este conceito?
Motivação
Motivação
Por definição, a motivação é o conjunto de forças internas e
externas que definem como as pessoas escolherão determinada
ação e adotarão um comportamento específico.
Desta forma, fazem parte do conceito da motivação os fatores
psicológicos individuais.
Às empresas, interessa saber qual é a direção e o foco do
comportamento de cada indivíduo, pois este pode apresentar:
Comportamentos positivos: confiabilidade, pontualidade,
honestidade, criatividade, ética e desejo de ser útil - ou
Comportamentos negativos: atrasos, faltas, baixo desempenho,
desleixo e falta de compromisso e engajamento.
Motivação
As pessoas podem ser motivadas por estímulos externos ou,
simplesmente, a motivação já existe dentro de cada um de nós e
é despertada?
FORÇAS MOTRIZES DA MOTIVAÇÃO David McClelland
Três forças motrizes mais dominantes e seus significados para a
motivação:
motivação para realização
motivação para afiliação e
motivação para o poder.
Motivação
A motivação para a realização: é a força motriz que move alguns indivíduos a
perseguirem suas metas, como o sucesso ou a fama, por exemplo. O sucesso e a
fama são desejados por si mesmos e, obviamente, por tudo que aportam consigo.
No ambiente organizacional, esta força motriz caracteriza os empregados que se
empenham mais ativamente, muito em função dos louros e créditos pessoais que
receberão pelos seus esforços.
Características das pessoas com alta motivação para a realização: Não se furtam de assumir responsabilidades e enfrentar desafios
Buscam obter feedbacks e serem avaliadas constantemente, pois valorizam
participar de conquistas que envolvam esforços individuais.
Quando assumem cargos gerenciais, estes indivíduos revelam-se mais
exigentes e esperam que seus funcionários tenham o mesmo tipo de
comportamento e motivação.
Motivação
A motivação para a afiliação reflete o desejo de relacionar-se
com as pessoas em uma base social, ou seja, pertencer a um
grupo. Trat-se de pessosa que valorizam ser reconhecidas pelo
seu esforço de cooperação.
Quando indivíduos como estes galgam posições gerenciais, não
escolhem, necessariamente, trabalhar com empregados mais
competentes tecnicamente, mas, sim, com aqueles que ‘vistam a
camisa’.
O lado negativo desta atitude se traduz na possibilidade de que este
tipo de gerente, motivado por afiliação, não seja tão eficaz quanto
aquele com perfil motivado para a realização.
Motivação
A motivação para o poder: sua raiz é a capacidade de influenciar
pessoas, controlar, tomar decisões importantes ou modificar
situações.
As pessoas com esta característica buscam impactar as organizações
e estão dispostas a aceitar os riscos envolvidos neste processo.
Estes indivíduos são muito valorizados nas empresas, desde que
priorizem a agenda organizacional e não sua agenda pessoal.
Motivação
O líder também precisa identificar as necessidades dos liderados,
que podem ser classificadas em primárias e secundárias.
Primárias:
– necessidades físicas básicas, tais como: alimentação, sono, sexo,
temperatura.
Secundárias:
– necessidades sociais e psicológicas, as quais geralmente estão
associadas à autoestima, como a sensação do dever cumprido ou a
sensação de pertencer a um grupo, por exemplo.
Motivação
Maslow – A Hierarquia das Necessidades
PRÁTICA - Motivação
HANDOUT 8
Flow ou experiência máxima : experiências em que a energia
psíquica é exigida ao máximo, levando a completa concentração.
FLOW
Uso do nosso tempo :
• atividades produtivas (trabalho, estudo etc.),
• atividades de manutenção (cuidados com a
casa, alimentação, cuidados pessoais,
transporte), e
• atividades de lazer (consumo de
mídia, hobbies, conversas, repouso).
O tempo para, não sinto fome, não sinto sede, não
sinto dor...
Mihaly Csikszentmihalyi,
fundador e co-diretor do Quality of Life
Research Center (QLRC)
A descoberta do fluxo – a
psicologia do envolvimento na
vida cotidiana
SATISFAÇÃO
HABILIDADES SUFICIENTES PARA SUPERAR O
DESAFIO
conjunto claro de metas específicas e compatíveis com
suas habilidades,
que forneçam feedback imediato,
que deixem claro o seu desempenho.
TÉDIO – nível de desafio baixo, metas aquém de
suas habilidades, percepção de super-qualificação
ANSIEDADE – nível de desafio alto, metas além de
suas habilidades, percepção de que faltam
habilidades
CONSTRUÇÃO E GESTÃO DE EQUIPES
DE ALTO DESEMPENHO
Desafios da gestão de
equipes
Empatia
Comunicação
Feedback
Lider Coach e a avaliação de
desempenho
Desafios da Gestão de
Equipes
Comunicação
A comunicação é importante no exercício da liderança porque o
líder precisa organizar suas idéias e desenvolver mensagens
eficazes que levem as pessoas ao resultado e ao mesmo tempo
as inspire para permanecerem comprometidas.
Além da empatia e da escuta ativa, uma série de outros
comportamentos levam ao resultado final: comunicação eficaz,
tais como:clareza, disponibilidade para ouvir e responder
perguntas, aceitar opiniões diferentes, receber feedback etc.
Desafios da Gestão de
EquipesPRÁTICA - Comunicação Interpessoal
PREPARAÇÃO: Questionário de avaliação sobre capacidade de
comunicação interpessoal – HANDOUT 10
EM DUPLAS– HANDOUT 11 - PLANO DE DESENVOLVIMENTO
PLANO DE DESENVOLVIMENTO
DEBRIEFING
Os papéis e responsabilidades do líder no desenvolvimento de
pessoas
Em plenária discutir as experiências na construção dos planos
de ação
Desafios da Gestão de
Equipes
Empatia
Capacidade de perceber os sinais não verbais, relativos a
estados emocionais de outras pessoas. (Reivich e Shatté,
2003)
Uma das cinco habilidades da inteligência emocional que
trata da facilidade para identificar sentimentos, desejos,
intenções, problemas, motivos e interesses dos outros, por
meio da leitura e da compreensão de comportamentos não
verbais de comunicação, tais como expressões faciais, tom
de voz e postura corporal. (Siqueira, Barbosa e Alves, 1999)
Desafios da Gestão de
Equipes
Escuta ativa
Como praticamos?
Enquanto a outra pessoa fala, pare de pensar e concentre-se em
ouvir o que a pessoa diz e o que ela não diz.
Deixe a outra pessoa continuar o seu discurso sem quebras ou
oposição sistemática.
Quando a pessoa terminar de falar, espere alguns segundos,
evitando quebrar o silêncio. Assim você pode levá-la a dizer mais
do que tinha a intenção de contar.
Sem emitir julgamentos, mostre ao outro que o que ele disse foi
entendido. Isso se chama espelhamento (ROGERS, 1966).
PRÁTICA - Escuta Ativa
(EXERCÍCIO EXPERIMENTAL)
HANDOUT 9
Desafios da Gestão de
EquipesEMPATIA E ESCUTA ATIVA EM MOMENTOS DE CRISE
O que é ?
Mais do que uma ferramenta de comunicação, a escuta ativa é um
método que ajuda a desenvolver a empatia.
Praticando a escuta ativa, você
desenvolve também a sua
capacidade de ir além das suas
crenças e dos seus preconceitos, de
ser paciente, entender o ponto de
vista do outro, ficar focado no
assunto, evitar as distrações e
encontrar uma solução favorável
para todos.
• Positivo: agradável e motivador, reforça
comportamentos e ações bem sucedidas
• Corretivo: busca o redirecionamento, mostra o que
precisa ser corrigido ou melhorado
FEEDBACK
O LÍDER COACH
Desafios da Gestão de
Equipes
De Correção - Gestor
De Desenvolvimento - Coach
De Reconhecimento - Coach
O LÍDER COACHDesafios da Gestão de
EquipesFEEDBACKFEEDBACK
FEEDBACK
1. RECONHECIMENTO
2. O QUE ACONTECEU: FATOS E QUANDO
3. FOCO NO QUE A PESSOA FEZ
4. QUAL FOI O IMPACTO/RESULTADO DO QUE A PESSOA FEZ ?
5. QUAL É O IMPACTO PARA A PESSOA DE GERAR DETERMINADO
IMPACTO /RESULTADO COM A SUA AÇÃO ?
6. O QUE A PESSOA VAI FAZER PARA NÃO REPETIR ESTA
AÇÃO/COMPORTAMENTO ?
7. QUAIS OS GANHOS ADVIRÃO DISSO ?
• REGRAS:
NÃO ENTRE EM BATE BOCA: FOCO NA AÇÃO E NO IMPACTO
GERADO
FEEDBACK É S-E-M-P-R-E INDIVIDUAL
FEEDBACK SEM UM PLANO DE AÇÃO AO FINAL NÃO TEM EFICÁCIA
ESCUTA ATIVA
Fatos
Impacto
EMPATIA
Validação
Solução (Plano de Ação)
PRÁTICA – Escuta Ativa
HANDOUT 12
1) Para a prática de escuta ativa: Prepare o relato
de um problema que você gostaria de dividir
com o seu gestor.
2) Instruções: Liderado 1 faça o seu relato para o
líder 1. Líder 1 execute os passos da escuta
ativa. Observador 1 utilize o handout para
registrar o que você observa em relação aos
tópicos abaixo. Depois que todos tiverem
passado pelo papel de líder, os relatórios
preenchidos pelo observador serão entregues
a cada líder.
EXERCÍCIOS
O COACH
PAPÉIS DO LÍDER
Gestor – fala o que fazer, olha para as normas, regulamentos,
políticas e as aplica e orienta para a realização dos processos;
Educador – quando ensina (em alguns momentos é um
professor);
Coach (Transformador) – sai da posição de professor e auxilia,
faz perguntas, aconselha, apoia na solução de problemas, lida
com as competências e com as emoções do subordinado.
Desafios da Gestão de
Equipes
Desafios da Gestão de
Equipes
Líder Coach
Coach e líder coach – qual a diferença?
Líder Coach é o líder que utiliza em sua gestão, ferramentas e ou
técnicas de Coaching, e que por isso consegue fazer diagnósticos
melhores e consegue ajudar na quebra de barreiras, durante os
processos de desenvolvimento. A utilização do Coaching como uma
ferramenta de desenvolvimento a ser aplicada em situações pontuais,
torna o líder mais preparado, detentor de um diferencial sobre quem
não conhece estavisão.
Já o Coach é um profissional, que aprende técnicas e precisa
desenvolver competências específicas, para que decidir sobre as
melhores ferramentas a fim de possibilitar o processo com o coachee
ou a equipe. Desta forma, o Coach é alguém treinado para conduzir o
processo ou relacionamento.
Desafios da Gestão de
EquipesConstruir e Gerenciar Equipe de Alto Desempenho
Para construir equipes de alto desempenho é necessário:
1) Buscar diversidade
Diversidade: “mescla de itens caracterizados por diferenças e
semelhanças” (Thomas Jr., 1996)
Diversidade é o oposto de homogeneidade
Dimensões da diversidade: demográfica, psicológica e organizacional
Enriquece mas pode dificultar a comunicação e a negociação
Risco: estereótipos - generalizações/simplificações das
características similares designadas aos elementos de um
grupo
Desafios da Gestão de
Equipes
2)Definir objetivos e papéis
3) Monitorar o desempenho:
De resultados)
De atitudes e comportamentos (aspecto relacional, comprometimento e
confiança)
4) Construir e manter uma identidade – simbólica e/ou axiológica
5) Construir sinergia e confiança = comunicação é fator
importante
Fatores Críticos:
Cultura organizacional
Estilos de gestão da alta direção
Ambiente organizacional (estrutura e processos)
Desafios da Gestão de
Equipes
Para monitorar o desempenho:
De resultados
De atitudes e comportamentos (aspecto relacional, comprometimento e
confiança)
É preciso focar no:
Desenvolvimento de competências
Equipes de Alto Desempenho
Competência: o que é?
Conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes (CHA)
Conjunto de comportamentos e habilidades que se aprende ao longo da vida.
Um somatório de conhecimentos de naturezas diversas.
Competência: característica mensurável que diferencia o nível de performance
de uma pessoa em um trabalho ou papel, tanto na empresa, quanto na família
e/ou sociedade. (Rhandy Di Stefano)
Equipes de Alto Desempenho
Competência
Comportamental
Competência
Técnica
Competência
Contextual
As dimensões da competência
Técnica
Comportamental
Contextual
Modelo de competências da IPMA – International Project Management Association
Equipes de Alto Desempenho
Competência
Comportamental
Competência
Técnica
Competência
Contextual
Modelo de competências da IPMA – International Project Management Association
As dimensões da competência
Técnica: é o conhecimento e a
habilidade; aquilo que
estudamos e o que sabemos
fazer a partir do que
estudamos e do que
aprendemos com a
experiência profissional.
Muitas vezes sabemos o que
fazer mas não nos
comportamos da maneira mais
adequada no momento em que
aplicamos o nosso
conhecimento.
Equipes de Alto Desempenho
Competência
Comportamental
Competência
Técnica
Competência
Contextual
Modelo de competências da IPMA – International Project Management Association
As dimensões da competência
Comportamental: trata-se do
conjunto de ações específicas,
observáveis e alcançáveis
(possíveis de serem realizadas
por qualquer pessoa) que
fazemos no cotidiano em nossas
interações com outras pessoas,
com os fatos da vida e com nós
mesmos (nossas crenças, nossos
medos, nossos valores, etc.).
Esse conjunto de ações pode
indicar um desempenho mais ou
menos eficiente,
independentemente de nossa
competência técnica.
Equipes de Alto Desempenho
Competência
Comportamental
Competência
Técnica
Competência
Contextual
Modelo de competências da IPMA – International Project Management Association
As dimensões da competência
Contextual: é o conjunto de
conhecimentos (e o uso que
fazemos dele) sobre a
empresa ou
empreendimento, sobre o
mercado em que a empresa
atua, sobre a conjuntura
geopolítica e econômica e
seus efeitos sobre o negócio
em que atuamos.
O líder deve trabalhar e desenvolver-se em quatro dimensões simultaneamente:
Liderança Estratégica: abrange os efeitos de suas ações na finalidade do
projeto/negócio e nos stakeholders
Liderança de pessoas: abrange aspectos de atenção aos relacionamentos,
na equipe e fora dela
Liderança de tarefas: abrange aspectos de gestão do tempo, organização,
planejamento priorização
Autoliderança: Abrange autocontrole e outras competências emocionais.
Impacta todas as demais dimensões
A autoliderança afeta todas os quatro níveis do processo, uma vez que trata das
fontes da eficácia do líder. A autoliderança é o ponto de partida e a mais influente
das dimensões, porque uma mudança positiva no na autoliderança tem efeitos
positivos nas demais dimensões. O mesmo também se aplica no sentido inverso.
Liderança de Equipes de Alto
Desempenho
Liderança de Equipes
de Alto Desempenho
Competência Emocional engloba:
Capacidade de expressão de emoções
Capacidades relacionadas à construção de
relacionamentos
Capacidades relacionadas à superação de
adversidades
Liderança de Equipes de Alto
Desempenho
A Competêcia Emocional é a chave para:
A presença de liderança de uma pessoa (contribuição para o
ambiente de trabalho);
A sua atitude em relação aos outros (sociabilidade);
A sua flexibilidade e adaptabilidade.
A sua tolerância ao estresse.
Resiliência e Estresse
Resiliência: capacidade de se recuperar de
adversidades (desde traumas até pequenos
contratempos do dia a dia, incluindo eventos
positivos que podem ser difíceis) e de
aprender com elas, gerando aprendizado e
superação.
Adversidades causam estresse e a tolerância
ao estresse depende do acionamento de
diversos recursos, que compõem os
mecanismos de coping (formas de lidar com o
estresse) que você usa nos momentos em que
está estressado.
Resiliência e Estresse
Importante notar que as pessoas têm reações diferentes quando
se deparam com adversidades.
Essas reações podem variar num continuum que vai da
reatividade até a responsividade.
Reatividade – perda de tempo com reações emocionais, que geram
desperdício de energia, conflitos e baixo nível de resolução de
problemas
Responsividade – o foco está em responder ao problema de forma
efetiva, buscando resoluções focadas, diminuindo o sofrimento e
restabelecendo o equilíbrio das forças em conflito (internos ou
interpessoais)
Resiliência e Estresse
• Resiliência não é uma capacidade singular.
• Resiliência: resultado final de uma série de capacidades
aprendidas ao longo da vida.
– Nenhuma atitude isolada pode ser entendida como uma
representação da resiliência.
– Alguém que é considerado resiliente é DIFERENTE DE alguém que
tem apenas momentos ocasionais de resiliência.
Resiliência e Estresse
Mecanismos de coping podem facilitar o processo de resiliência.
Além deles, outros fatores facilitam o comportamento resiliente
diante das adversidades:
• 1. Cultivar bons relacionamentos
• 2. Fazer planos realistas
• 3. Autoestima e crença na sua auto-eficácia
• 4. Comunicação para resolução de problemas: pedir ajuda e
pedir o que quer ao invés de reclamar
• 5. Inteligência Emocional
PRÁTICA - Reativo ou responsivo?
Handout 13
PRÁTICA - DESENVOLVENDO A MINHA
RESILIÊNCIA
HANDOUT 14
Inteligência Emocional
Autoconhecimento
Autogerenciamento/Gerenciamento de
emoções/Controle emocional
(Auto)Motivação
Empatia /Conhecimento dos
outros/Consciência social
Habilidades sociais/ Gerenciamento
dos outros/Relacionamento
interpessoal
Vídeo - Daniel Goleman
Inteligência Emocional e Inteligência Social
https://www.youtube.com/watch?v=M3wnoxF9Z3Q
VÍDEO
TED TALKS – A LIDERANÇA DE TODO DIA EM PORTUGUÊS
https://www.youtube.com/watch?v=0sYaq-wAC08
VÍDEO
Vídeo Motivacional
https://www.youtube.com/watch?v=IAnzAWt5tCI
Obrigada!