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02/08/2016 1 Protocolos de estratificação/ Triagem em emergência Prof. Enf. Me. Esp. Alexandre Galvão Fernandes http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ Autor: Vinicius Fernandes A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ A classificação de risco é uma ferramenta utilizada nos serviços de urgência e emergência, que visa avaliar e identificar os pacientes que necessitam de atendimento prioritário, de acordo com a gravidade clínica, potencial de risco, agravos à saúde ou grau de sofrimento. Ou seja, trata-se da priorização do atendimento, após uma complexa avaliação do paciente, realizada por um profissional devidamente capacitado, do ponto de vista técnico e científico. 1 2 3 02/08/2016 2 A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ Assim como a forma de “selecionar” os pacientes a serem atendidos evoluiu, o termo “Triagem” foi substituído por “Classificação de risco”, e esta, deve ser realizada por meio de protocolos, para tornar o trabalho mais sistemático, garantindo que diferentes profissionais obtenham o mesmo resultado na avaliação do paciente, aumentando a agilidade e a segurança nos serviços de urgência, reduzindo mortes evitáveis, além de fornecer um respaldo legal aos profissionais. A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ Essa falta de organização nos serviços de urgência e emergência não era um problema limitado ao Brasil, mas a todo o mundo e, por isso, foram surgindo alguns protocolos para melhorar essa Classificação de Risco. A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ Conforme o Grupo Brasileiro de Classificação de Risco (GBCR), os protocolos mais utilizados mundialmente são: •Modelo Australiano – Australian Triage Scale (ATS); •Modelo Canadense – Canadian Triageand Acuity Scale (CTAS); •Modelo de Manchester – Manchester Triage System (MTS); •Modelo Americano – Emergency Severity Index ( ESI); 4 5 6 02/08/2016 3 A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ No Brasil, um dos mais utilizados é o Modelo de Manchester e, por isso, explicitaremos sobre ele mais a frente. O GBCR é o único representante legal do Manchester Triage Group (MTG), é a associação responsável por garantir que o sistema mantenha-se seguro para o cidadão e para o profissional de saúde que o aplica, capacitar formadores de vários estados e instituições e treinar profissionais em todo território nacional, nas modalidades online e presencial. A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ Hoje, temos um olhar ampliado sobre a Classificação de Risco e o que ouvimos falar agora é “Acolhimento com Classificação de Risco”. A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ Mas o que é Acolhimento com Classificação de Risco? 7 8 9 02/08/2016 4 A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ Podemos adotar inúmeras maneiras de estratificar o risco aos pacientes que dão entrada aos serviços de urgência e emergência, mas não podemos esquecer que estamos atendendo SERES HUMANOS, e o nosso trabalho precisa ser humanizado e o acolhimento é uma das ferramentas que temos em mãos para humanizar a assistência A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ Dessa forma, a Política Nacional de Humanização do Ministério da Saúde estabeleceu o Acolhimento com Classificação de Risco, como um instrumento de humanização, que visa estabelecer mudanças na forma de atendimento aos usuários que procuram os serviços de saúde, desde a atenção primária à saúde a serviços de urgência e emergência, sendo capaz de acolher o cidadão, garantindo que suas necessidades sejam atendidas. A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ E para que isso seja possível, no âmbito de serviços de urgência e emergência, é necessário que o profissional ofereça uma escuta ativa qualificada aos problemas e demandas dos usuários, sendo capaz de classificar, mediante protocolo, as queixas desses pacientes, visando identificar os que necessitam de atendimento médico mediato ou imediato. 10 11 12 02/08/2016 5 A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ Já nos serviços de atenção primária à saúde, o acolhimento com classificação de risco facilita a construção de vínculo entre profissional-usuário, e muitas vezes, fazendo com que tenham melhor direcionamento e solução das demandas apresentadas, como por meio de um acompanhamento de saúde longitudinal, e dessa forma, é possível reduzir a procura aos serviços de urgência e emergência, desnecessariamente. A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ Quem pode realizar a Classificação de Risco? A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ Os profissionais aptos a aplicarem a metodologia do Sistema Manchester de Classificação de Risco são médicos e enfermeiros certificados como classificadores pelo Grupo Brasileiro de Classificação de Risco. 13 14 15 02/08/2016 6 A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ No âmbito da equipe de enfermagem, segundo Art 1º da Resolução Cofen 311/2007, o Enfermeiro é o único profissional da equipe que pode atuar no processo de classificação de risco e priorização da assistência à saúde, desde que tenha a devida qualificação, conforme citado anteriormente. Ou seja, a classificação de risco é uma atividade PRIVATIVA do Enfermeiro. A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ O Protocolo segundo Sistema de Classificação Manchester A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ A implantação do protocolo de Manchester foi realizada pela primeira vez na cidade de Manchester em 1997, permitindo que os atendimentos fossem realizados com mais eficiência, já que se tratando de saúde, tempo pode representar a diferença entre salvar uma vida e perder um paciente. 16 17 18 02/08/2016 7 A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ Este método prevê que o tempo de chegada do paciente ao serviço até a classificação de risco seja menor que dez minutos, e que os tempos alvos para a primeira avaliaçãomédica sejam cumpridos de acordo com a gravidade clínica do doente. O Protocolo de Manchester é baseado em categorias de sinais e sintomas e contém 52 fluxogramas (sendo 50 utilizados para situações rotineiras e dois para situação de múltiplas vítimas) que serão selecionados a partir da situação/queixa apresentada pelo paciente. A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ O método não propõe estabelecer diagnóstico médico e por si só não garante o bom funcionamento do serviço de urgência. Este sistema pretende assegurar que a atenção médica ocorra de acordo com o tempo resposta determinado pela gravidade clínica do doente, além de ser uma ferramenta importante para o manejo seguro dos fluxos dos pacientes quando a demanda excede a capacidade de resposta. A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ Como é aplicado o Protocolo de Manchester pelo Enfermeiro (ou médico)? 19 20 21 02/08/2016 8 A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ O paciente faz uma queixa, descreve o sintoma apresentado, por exemplo, “dor abdominal”, o enfermeiro segue o fluxograma DOR ABDOMINAL, disponível no protocolo de Manchester. Cada fluxograma contém discriminadores que orientarão a coleta e análise de informações para a definição de prioridade clínica do paciente. A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ Ou seja, não existe uma rotina de atendimento, por exemplo, verificar todos os sinais vitais de todos os pacientes que dão entrada aos serviços de emergência, pelo contrário, para cada atendimento segue-se um fluxo estabelecido no protocolo, de acordo com o sintoma apresentado, que norteará sua conduta. Muitas vezes, por exemplo, pode ser necessário verificar somente a pressão e a temperatura, outras, a frequência cardíaca e a pressão, para que assim, não se perca tempo com o que não é relevante naquele momento, para aquele quadro clínico apresentado. A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ De acordo com as respostas apresentadas na aplicação do protocolo, o fluxograma leva a um resultado e o paciente é classificado em uma das cinco prioridades identificadas por número, nome, cor e tempo alvo para a observação médica inicial: 22 23 24 02/08/2016 9 A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ O que devemos ter nos pontos ou salas para a classificação de risco de Manchester? A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ • Manual de classificação de risco (manual do serviço adquirido do GBCR); • Termômetro (timpânico ou digital infravermelho); • Glicosímetro; • Monitor (saturímetro e FC); • Relógio; • Esfigmomanômetro e estetoscópio; • Material para identificação da prioridade clínica do usuário (ex: pulseiras, adesivos, etc.); • Ficha de registro da classificação de risco (a instituição pode solicitar modelo ao GBCR e adaptá-la preservando registros obrigatórios); 25 26 27 02/08/2016 10 A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ Qual o direito do paciente frente ao Acolhimento com Classificação de Risco? A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ Todo paciente que dá entrada nos serviços de urgência e emergência tem direito a receber atendimento médico. Ou seja, é proibido a dispensa de pacientes antes que estes recebam atendimento médico. Este direito está previsto no Regulamento Técnico dos Sistemas Estaduais de Urgência e Emergência, aprovado pela portaria GM/MS nº 2.048 de 2002, e nas Resoluções do Conselho Federal de Medicina nº 2.077 e nº 2.079 de 2014. A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência http://www.enfermeiroaprendiz.com.br/classificacao-de-risco-nos-servicos-de-urgencia-e-emergencia/ Caso o paciente sinta-se prejudicado por suposta conduta antiética do profissional de enfermagem, ele tem direito a realizar uma denúncia ao Conselho Regional de Enfermagem (COREN), mediante apresentação formal dos fatos (por escrito ou verbal), seguindo os requisitos descritos no artigo 22 do Código de Processo Ético-Disciplinar dos Profissionais de Enfermagem. 28 29 30 02/08/2016 11 Classificação de Risco (PNH) http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/caderno_textos_cartilhas_politica_humanizacao.pdf http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/acolhimento_classificaao_risco_servico_urgencia.pdf Classificação de Risco (Avaliação de Risco) • Mudança na lógica do atendimento, permitindo que o critério de priorização da atenção seja o agravo à saúde e/ou grau de sofrimento e não mais a ordem de chegada (burocrática). • Realizado por profissional da saúde que, utilizando protocolos técnicos, identifica os pacientes que necessitam de tratamento imediato, considerando o potencial de risco, agravo à saúde ou grau de sofrimento e providencia, de forma ágil, o atendimento adequado a cada caso. Classificação de Risco (PNH) • EIXO VERMELHO: – Este eixo está relacionado à clínica do paciente grave, com risco de morte, sendo composto por um agrupamento de três áreas principais: a área vermelha, a área amarela e a área verde. • EIXO AZUL: – É o eixo dos pacientes aparentemente não-graves. – O arranjo do espaço deve favorecer o acolhimento do cidadão e a classificação do grau de risco. Classificação de Risco (PNH) 31 32 33 http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/caderno_textos_cartilhas_politica_humanizacao.pdf 02/08/2016 12 Área Vermelha: ◦ É nesta área que está a sala de emergência, para atendimento imediato dos pacientes com risco de morte, e a sala de procedimentos especiais invasivos; Área Amarela: ◦ Composta por uma sala de retaguarda para pacientes já estabilizados, porém que ainda requerem cuidados especiais (pacientes críticos ou semi-críticos). ◦ Hoje, na maioria das vezes, esses pacientes permanecem na sala vermelha, criando dificuldades para o atendimento dos pacientes que chegam com risco de morte, assim como situações muito desagradáveis para os pacientes já estabilizados; Área Verde: ◦ Composta pelas salas de observação, que devem ser divididas por sexo (feminino e masculino) e idade (crianças e adultos), a depender da demanda. Classificação de Risco (PNH) • EIXO AZUL: Esse eixo é composto por ao menos três planos de atendimento, sendo importante que tenha fluxos claros, informação e sinalização. • Plano 1: Espaços para o acolhimento, espera, recepção, classificação do risco e atendimento administrativo. • Plano 2: área de atendimento médico, lugar onde os consultórios devem ser planejados de modo a possibilitar a presença do acompanhante e a individualidade do paciente. • Plano 3: Áreas de procedimentos médicos e de enfermagem (curativo, sutura, medicação, nebulização). Classificação de Risco (PNH) Classificação de Risco (PNH) 34 35 36 02/08/2016 13 Classificaçãode Risco (PNH) Dificuldades: • Demanda • Falta de comunicação • Referência e contra-referência • Falta de profissionais específicos • Atenção primaria precisa melhorar • Qualificação e requalificação dos profissionais • Análise dos resultados obtidos • Investigação epidemiológica • Educação da população Classificação de Risco (PNH) 37 38 39 02/08/2016 14 Triagem TRIAGEM “Fazer o maior bem possível, ao maior número possível de pessoas, com a menor quantidade possível de recursos.” TRIAGEM PHTLS, 6th Ed. A. Jonsen and K. Edwards, “Resource Allocation” in Ethics in Medicine, Univ. of Washington School of Medicine. http://eduserv.hscer.washington.edu/bioethics/topics/resall.html 40 42 43 02/08/2016 15 ➢ START/ JumpSTART ➢ SALT (Sort, Assess, Life-saving Interventions, Treatment and Transport) ➢ Triage Sieve (“peneira”) and Sort ➢ CareFlight Triage ➢ Sacco Triage Method (STM) ➢ MASS (Move, Assess, Sort, Send) ➢ Israeli Triage Practice ➢ Smart Triage Tape TRIAGEM FERRAMENTAS ➢ Não há até o momento, evidências suficientes de melhor desempenho prognóstico de qualquer das ferramentas de triagem disponíveis. ➢ Um inquérito em 40 estados dos EUA constatou que mais de 30 deles utilizam o START como padrão. Garner A, Lee A, Harrison K, Schultz CH. Comparative analysis of multiple- casualty incident triage algorithms. Ann Emerg Med 2001 Nov;38(5):541-8. TRIAGEM FERRAMENTAS START CRAMP - Circulação, Respiração, Abdomen, Motor, Palavra. 44 45 46 02/08/2016 16 START - Simple Triage and Rapid Treatment Respiração Perfusão Mental START - Simple Triage and Rapid Treatment Prioridade 3 Prioridade 2 Prioridade 1 Prioridade 0 ➢Pacientes que deambulam. ➢Lesões graves, sem risco imediato de vida. ➢Lesões facilmente tratáveis, com risco imediato de vida. ➢Pacientes irresponsivos, com ausência de respiração e pulso. START - Simple Triage and Rapid Treatment 47 48 49 ../Meus vídeos/aulas/startorganograma.exe 02/08/2016 17 Algoritmo do Sistema Jump START (< 8 anos) ➢ Parece criança = JumpSTART; ➢ Parece adulto = START. JumpSTART TRIAGEM 50 51 52 02/08/2016 18 ARMADILHAS DE TRIAGEM ARMADILHAS DE TRIAGEM ➢Ausência de plano/ ensaio ➢Liderança indecisa ➢Foco em uma só lesão ➢Realizar tratamento ao invés de triagem AS “SETE TAREFAS CRÍTICAS” 1) Estabelecimento do Comando e Comunicações 2) Identificar e Estabelecer a Zona Quente (estabelecer corredor de descontaminação e área de refúgio seguro na zona morna para evacuação inicial, se necessária); tomar as medidas de proteção iniciais (produtos perigosos). 3) Controle de Acesso e Trânsito (perímetro externo) 4) Estabelecimento do Posto de Comando (PC) (caso produtos perigosos, PC móvel é mais seguro) 5) Estabelecimento da Área de Espera (AE) 6) Estabelecimento da Área de Concentração de Vítimas (ACV) 7) Solicitação de Apoio/ Recursos adicionais 53 54 55 02/08/2016 19 Estrutura organizacional básica e funções do ICS/ SCO S T A F F D E C O M A N D O S T A F F G E R A L Comandante de Incidente Logística Planejamento Finanças Operações Segurança Ligação Informação ao Público Secretaria Tratamento September 30, 200258 Modelo em Cruz Área de Tratamento 56 57 58 02/08/2016 20 Tratamento ➢ Cada subárea BEM DEMARCADA, com fita, lona colorida, tintura... ➢ Áreas Vermelha e Amarela devem ser próximas para permitir: ▪ comunicação verbal; ▪ troca de pacientes; ▪ dividir distribuição de provisões. Tratamento Abertura de vias aéreas\controle da coluna cervical Boa Respiração e ventilação Circulação \ controle de hemorragias Descrição rápida do estado neurológico Exposição do paciente \ controle da temperatura Avaliação Primária Transporte Vítima correta na viatura adequada: Ambulância Avançada – Vermelha Ambulância Intermediária - Amarela Ambulância Básica – Verde Helicóptero – Vermelha Ônibus/ Van - Verde 59 60 61 02/08/2016 21 Desastres ZONAS DE CONTROLE DE CENA OPERAÇÕES DE APH EM DESASTRE ➢Triagem: ➢Realizada na área de busca e salvamento, exceto se há risco presente, caso em que deve ser realizada na zona fria. ➢Transporte ➢Tratamento ➢Morgue 62 63 64 02/08/2016 22 BUSCA E SALVAMENTO HOSPITAL DE REFERÊNCIA OPERAÇÕES DE APH EM DESASTRE PONTO DE EVACUAÇÃOÁREA DE ESPERA HIGIENE E SANITARIZAÇÃO ➢ Lavar as mãos (água e sabão) e trocar as luvas entre um doente e outro; ➢ Usar máscara e óculos; ➢ Não abrir as embalagens de gaze e bandagens antes do uso. Usar toda ou descartar o resto; ➢ Pôr lixo biológico em sacos separados e identificados. 65 66 67 02/08/2016 23 ÁREA DE TRATAMENTO ➢ Configuração “cabeça-pés”, com 1m metro entre as vítimas. ➢ Uso eficiente do espaço. ➢ Uso efetivo de pessoal disponível. Casos AMV 68 69 70 02/08/2016 24 71 Não Anda FR: 34 rpm EC: 6 s Não Responde 01 72 02 Não Anda FR: 29 rpm EC: 2 s Responde 73 03 Anda FR: 30 rpm EC: 2 s Responde 71 72 73 http://3.bp.blogspot.com/_vkS_w7PgcFY/TPf0iVJku6I/AAAAAAAAAno/hAwzsmr7ysI/s1600/Img00056.jpg 02/08/2016 25 74 04 Não Anda FR: 0 rpm Após abertura de VAS: 0 EC: 6 s Não Responde 75 05 Não Anda FR: 32 rpm EC: 5 s Não Responde 76 06 Não Anda FR: 31 rpm EC: 3 s Responde 74 75 76 02/08/2016 26 77 07 Anda FR: 25 rpm EC: 1 s Responde 78 08 Não Anda FR: 0 rpm Após abertura de VAS: 0 EC: 8 s Não Responde 79 09 Não Anda FR: 26 rpm EC: 2 s Responde 77 78 79 02/08/2016 27 80 Não Anda FR: 41 rpm EC: 5 s Não Responde 10 81 11 Não Anda FR: 30 rpm EC: 2 s Responde 82 12 Anda FR: 28 rpm EC: 1 s Responde 80 81 82 http://www.lazeresportes.com/wp-content/uploads/2010/07/Fotos-de-acidentes-no-esporte-.jpeg 02/08/2016 28 Não Anda FR: 0 rpm Após abertura de VAS: 0 EC: 10 s Não Responde 13 Não Anda FR: 35 rpm EC: 6 s Não Responde 14 Não Anda FR: 27 rpm EC: 2 s Responde 15 83 84 85 02/08/2016 29 Uma reflexão sobre o futuro! O futuro tem muitos nomes. Para os fracos é o inalcançável. para os temerosos, o desconhecido. Para os valentes é a oportunidade. Victor Hugo 86 87 88 Slide 1: Protocolos de estratificação/ Triagem em emergência Slide 2 Slide 3: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 4: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 5: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 6: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 7: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 8: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 9: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 10: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 11: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 12: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 13: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 14: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 15: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 16: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 17: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 18: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 19: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 20: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 21: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 22: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 23: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 24: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 25: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 26: A Classificação de Risco nos Serviçosde Urgência e Emergência Slide 27: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 28: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 29: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 30: A Classificação de Risco nos Serviços de Urgência e Emergência Slide 31: Classificação de Risco (PNH) Slide 32: Classificação de Risco (PNH) Slide 33: Classificação de Risco (PNH) Slide 34: Classificação de Risco (PNH) Slide 35: Classificação de Risco (PNH) Slide 36: Classificação de Risco (PNH) Slide 37: Classificação de Risco (PNH) Slide 38: Classificação de Risco (PNH) Slide 39 Slide 40 Slide 42 Slide 43 Slide 44 Slide 45 Slide 46 Slide 47 Slide 48 Slide 49 Slide 50 Slide 51 Slide 52 Slide 53 Slide 54 Slide 55 Slide 56 Slide 57 Slide 58 Slide 59 Slide 60 Slide 61 Slide 62: Desastres Slide 63 Slide 64 Slide 65 Slide 66 Slide 67 Slide 68 Slide 69 Slide 70 Slide 71 Slide 72 Slide 73 Slide 74 Slide 75 Slide 76 Slide 77 Slide 78 Slide 79 Slide 80 Slide 81 Slide 82 Slide 83 Slide 84 Slide 85 Slide 86 Slide 87 Slide 88