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Slide - Unidade II

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Prof. Dr. Alexandre Bechara
UNIDADE II
Farmácia Integrada
 Gene – um gene é uma sequência ordenada de nucleotídeos 
localizada em uma posição particular em um cromossomo 
particular que codifica um produto funcional específico.
Genes 
Fonte: adaptado de: U.S. National Library of Medicine.
Região transcrita
Promotor
DNA
Gene A Gene B Terminador
Região
codificadora
Região
codificadora
Proteína A Proteína B
mRNA
+1
Chromosome
Gene
U.S. National Library of Medicine
Fonte: adaptado de: Menck. Genética molecular básica.
 Plasmídeos são moléculas de DNA extracromossomal capazes de se reproduzir 
independentemente do DNA cromossômico e carregam consigo informações genéticas.
Células bacterianas
Pilus
Citoplasma
Ribossomos 70S
Membrana plasmática
Parede celular
Nucleoide contendo RNA
Cápsula
Inclusões
Plasmídeo
Fímbrias
Cápsula
Parede celular
Membrana
plasmática Fonte: adaptado de: 
Tortora. Microbiologia.
DNA recombinante:
 Bactérias ou leveduras são utilizadas para 
produzir substâncias que não fazem parte do 
seu metabolismo. Isso é realizado a partir da 
modificação genética dessas bactérias pelas 
técnicas de Biologia Molecular, com introdução 
de porções do genoma de plantas ou animais 
no genoma bacteriano.
Técnica para produção de medicamentos biológicos
Corte do plasmídeo
por enzima de restrição
Corte do DNA a ser
clonado com a mesma
enzima de restrição
União do
plasmídeo
com o DNA
a ser clonado
DNA recombinante
(plasmídeo + DNA
a ser clonado)
Ligase Ligase
Introdução do DNA
recombinante na
bactéria hospedeira
Nucleoide
Multiplicação dos
plasmídeos recombinantes
e divisão da bactéria
Bactéria hospedeira
com DNA recombinante
Fonte: adaptado de: Genética 
aplicada à Biotecnologia.
Enzimas de restrição
Enzima de restrição
Enzima EcoRI
Gene-alvo
Gene-alvo
Plasmídeo
Plasmídeo
recombinante
Gene-alvo
Fonte: adaptado de: 
https://pt.khanacademy.org/s
cience/biology/biotech-dna-
technology/dna-cloning-
tutorial/a/restriction-
enzymes-dna-ligase
 1982 – a insulina humana produzida em cultura de uma bactéria geneticamente modificada.
Primeiro medicamento biológico 
Fonte: adaptado de: https://www.brainkart.com/article/Applications-of-biotechnology-in-Medicine_38121/
Bactéria
DNA 
bacteriano
DNA 
Plasmidial
DNA Plasmidial 
cortado com 
enzimas de restrição
Célula pancreática 
humana
Gene produtor da 
insulina humana
Introdução do 
DNA 
recombinante 
na bactéria
Bactéria 
recombinante
Insulina 
humana
Tanque de
fermentação
Multiplicação 
da bactéria 
recombinante e 
produção da 
insulina 
humana
Extração e purificação da 
insulina humana
DNA 
recombinante
Insulina humana
A chain
B chain
C chain
H2N
COOH
Signal
peptide
Pre pro insulin
A chain
B chain
C chain
COOH
H2N
Pro insulin
A chain
COOHH2N
COOHH2N
B chain
Insulin
S
S
S
S
S
S
S
S
SS
Perfis de ação das diferentes insulinas e análogas de insulina 
Fonte: adaptado de: SDB (2017-2018).
Horas
E
fe
it
o
 g
li
c
ê
m
ic
o
 r
e
la
ti
v
o lispro, asparte
glulisina
regular
NPH
detemir
glargina U100
degludeca
glargina U300
0 12 24 36 48
Insulina glargina
Insulina
Insulina lispro
Insulina glulisina
Insulina asparte
Insulina detemir
SS
SS
S S1
1 3
21
28 29 30 31 32
Cadeia A
Cadeia B
Asn
Gli
Asp
Arg Arg
Pro Lis Tre
ProLis
GluLis
Asp
Lis
εN-miristoil
Diabetes mellitus tipo 2 
Fonte: adaptado de: Chacra, A. R. (2006).
Café da manhã
Tempo, min
NGT
T2DM
20
15
10
5
0
G
L
P
-1
, 
p
m
o
l/
L
0 60 120 180 240
GLP-1
Modos de açãoIngestão de alimentos...
GLP-1 é secretado
das células L
no intestino
 Estimula a secreção da insulina
 Suprime a secreção de glucagon
 Desacelera o esvaziamento gástrico
 Reduz o consumo de alimentos
 Aumenta a concentração das
células β e mantém a função
das células β
 Melhora a sensibilidade à insulina
 Amplia a eliminação de glicose
Análogos de GLP-1 que agem como agonistas do receptor de GLP-1:
 Liraglutida (Victoza®, Novo Nordisk).
 Semaglutida (Ozempic®, Novo Nordisk).
 Dulaglutida (Trulicity®, Eli Lilly).
 Produzidos por técnica de DNA recombinante.
Medicamentos biológicos utilizados para diabetes mellitus tipo 2
Sobre a produção de medicamentos biológicos para o tratamento do diabetes mellitus tipo 2, 
assinale a alternativa incorreta: 
a) A insulina obtida pela técnica de DNA recombinante utiliza células humanas
na produção.
b) Análogos de GLP-1, como a semaglutida, são peptídeos análogos ao produzido
pelos humanos.
c) Além da insulina humana, insulinas análogas, com diferentes características cinéticas, 
podem ser obtidas pela técnica de DNA recombinante.
d) Na técnica de DNA recombinante, são utilizadas células 
bacterianas ou de leveduras para a obtenção de peptídeos 
que não fazem parte do seu metabolismo.
e) A técnica de DNA recombinante utiliza a introdução de 
porções do genoma de plantas ou animais no genoma 
bacteriano para obtenção de moléculas.
Interatividade
Sobre a produção de medicamentos biológicos para o tratamento do diabetes mellitus tipo 2, 
assinale a alternativa incorreta: 
a) A insulina obtida pela técnica de DNA recombinante utiliza células humanas
na produção.
b) Análogos de GLP-1, como a semaglutida, são peptídeos análogos ao produzido
pelos humanos.
c) Além da insulina humana, insulinas análogas, com diferentes características cinéticas, 
podem ser obtidas pela técnica de DNA recombinante.
d) Na técnica de DNA recombinante, são utilizadas células 
bacterianas ou de leveduras para a obtenção de peptídeos 
que não fazem parte do seu metabolismo.
e) A técnica de DNA recombinante utiliza a introdução de 
porções do genoma de plantas ou animais no genoma 
bacteriano para obtenção de moléculas.
Resposta
Vacina contra hepatite B:
DNA recombinante – produção de vacina
Vírus da 
hepatite B
Gene produtor do 
antígeno HB
DNA bacteriano
Bactéria
DNA 
plasmidial
Antígeno HB
DNA plasmidial 
cortado com 
enzimas de 
restrição
DNA recombinante
Introdução do DNA 
recombinante na 
célula hospedeira Célula 
recombinante 
Tanque de 
fermentação
Célula recombinante se 
multiplicando e produzindo 
o antígeno HB de 
interesse 
Purificação e 
extração HB
Vacina
DNA / RNA
Fonte: adaptado de: https://www.agrozapp.pt/noticias/Imprensa+nacional/biotecnologia-
porque-sim-na-medicina-porque-no-na-agricultura /
Resposta imunológica 
Fonte: adaptado de: Abbas (2019); 
Sistema imunitário (2021).
Antígeno
microbiano
(vacina ou
infecção)
Exposição
à infecção
Imunidade
ativa
Dias ou
semanas
Recuperação
(imunidade)
Antígeno X
Antígeno X
+ antígeno Y
Plasmócito
Células B
de memória
Resposta
anti-X
primária
Células B
de memória
Resposta
anti-X
secundária
Plasmócitos
Plasmócito
Células B
imaturas
Resposta
anti-Y
primária
Células B
de memória
Semanas
T
ít
u
lo
 d
e
 a
n
ti
c
o
rp
o
 s
é
ri
c
o
2 4 6 8 10
Determinantes antigênicos
Vírus
Antígeno
Proteínas
globulares
Anticorpos reagem com os
determinantes antigênicos
Antígenos
Antígenos
Tecnologia das vacinas
Fonte: adaptado de: autoria própria.
Vacina com 
organismos mortos
Patógeno
Patógeno
atenuado
Patógeno
inativado
Vacina com organismos 
vivos atenuados
Subunidades
Patógeno
Vacina de subunidades 
recombinantes
RNAm
DNA
Vacina de RNA
Vacina de DNA 
com vetor viral
Antígeno
Vírus
Vacinas contra SARS-CoV-2
Vacina
inativada
Vacina
atenuada
Vacina recombinante 
da proteína spike
Vacina 
recombinante 
RBD
partícula sem 
genoma e com 
spike
Vetor não replicativo 
com gene spike
Vacina de RNA que 
codifica a proteína spike
Plasmídeo com o geneda 
proteína spike
proteína 
spike
Vetor viral inativo com 
proteína spike expressa na 
superfície
Nucleoprotein
and viral RNA
Envelope protein
SARS-CoV-2
Matrix protein
RBD of the
spike protein
RBD
a b
Spike
gene
Spike
gene
Fonte: adaptado de: Krammer (2020).
 Considera-se doença rara aquela que afeta até 65 pessoas em cada 100.000 indivíduos, ou 
seja, 1,3 para cada 2 mil pessoas (OMS).
 Estima-se que, no Brasil, há 13 milhões de pessoas com doenças raras (Interfarma).
 O número exato de doenças raras não é conhecido. Estima-se que existam entre 6.000 a 
8.000 tipos diferentes de doenças raras em todo o mundo.
 As doenças raras geralmente são crônicas, progressivas, degenerativas e, se não tratadas 
adequadamente, podem resultar em limitação física, redução importante da qualidade de 
vida e levar à morte.
 O tratamento é capaz de reduzir sintomas, impedir a evolução 
da doença e trazer qualidade de vida para os pacientes e 
evitar a morte precoce.
 Doença de Gaucher, hemofilia, acromegalia, angiodema 
hereditário, doença de Crohn.
Medicamentos biológicos nas doenças raras
Doença de Gaucher 
glicocerebrosídeo
enzima 
glicocerebrosidase 
Macrófago normal
Lisossomos
Núcleo
Lisossomos cuja 
enzima degrada 
lipídios, proteínas, 
carboidratos e ácidos 
nucleicos
Macrófago – doença de Gaucher
Lisossomos
Lisossomos 
incham e acabam 
inchando a célula
NúcleoCélula de Gaucher 
com lipídios não digeridos
Lisossomos sem a enzima 
glicocerebrosidase 
incapaz de digerir lipídios
Fonte: adaptado de: Quora.
Doença de Gaucher – tratamento
alfataliglicerase 
(Uplyso® – Pfizer)
alfavelaglicerase
(Vpriv® – Shire)
imiglucerase
(Cerezyme® – Sanofi)
Células de ovário de 
hamster
Enzimas recombinantes
Células de cenoura Células de carcinoma 
humano
 É uma doença hereditária rara do metabolismo, de herança autossômica recessiva, causada 
pela formação irregular de enzimas que atuam nos lisossomos celulares. 
 Tais enzimas estão envolvidas na degradação de glicosaminoglicanos (GAGs).
 Existe mais de um tipo de MPS.
 A mucopolissacaridose é classificada de acordo com a enzima que o organismo não é 
capaz de produzir.
Os tipos de MPS:
 MPS I (síndrome de Hurler-Scheie) – Enzima: Alfa-iduronidase.
 MPS II (síndrome de Hunter) – Enzima: Iduronatosulfatase.
 MPS III (síndrome de Sanfilippo) – Enzimas: Heparan
N-sulfatase, alfa-N-acetilglicosaminidase, acetil-coA.
 MPS IV (síndrome de Mórquio) – Enzimas: Galactose
6-sulfatase e Betagalactosidase.
 MPS VI (síndrome de Maroteaux-Lamy) – Enzima:
Arilsulfatase B.
 MPS VII (síndrome de Sly) – Enzima: Beta-glicuronidase.
 MPS IX (síndrome de Natowicz).
Mucopolissacaridoses
Mucopolissacaridoses – terapias de reposição enzimática 
MPS I 
Laronidase –
Aldurazyme®
Produzida por DNA 
recombinante
MPS II 
Idursulfase
Elaprase®
Produzida por DNA 
recombinante
MPS IV 
Alfaelosulfase
Vimizim®
Produzida por DNA 
recombinante
MPS VI 
Galsulfase
Naglazyme®
Produzida por DNA 
recombinante
Para produzir a vacina de HPV, os cientistas introduziram a sequência da proteína L1 do 
capsídeo viral dos dois tipos de HPV em uma célula hospedeira. A síntese da proteína L1 no 
interior das células:
a) Não é possível, pois não foram inseridos outros componentes essenciais para síntese 
proteica, como os ribossomos.
b) Não é possível, pois não ocorre a transcrição do gene exógeno.
c) É possível, porém a proteína não é funcional, pois foi produzida em uma célula que não é 
humana e assim será destruído pelo sistema imunológico. 
d) É possível, pois excetuando-se a referida sequência de DNA, 
as células apresentam os componentes necessários à 
síntese de proteínas.
e) É possível a síntese da proteína independente da célula 
hospedeira, pois o plasmídeo possui os genes necessários 
para a tradução proteica.
Interatividade
Para produzir a vacina de HPV, os cientistas introduziram a sequência da proteína L1 do 
capsídeo viral dos dois tipos de HPV em uma célula hospedeira. A síntese da proteína L1 no 
interior das células:
a) Não é possível, pois não foram inseridos outros componentes essenciais para síntese 
proteica, como os ribossomos.
b) Não é possível, pois não ocorre a transcrição do gene exógeno.
c) É possível, porém a proteína não é funcional, pois foi produzida em uma célula que não é 
humana e assim será destruído pelo sistema imunológico. 
d) É possível, pois excetuando-se a referida sequência de DNA, 
as células apresentam os componentes necessários à 
síntese de proteínas.
e) É possível a síntese da proteína independente da célula 
hospedeira, pois o plasmídeo possui os genes necessários 
para a tradução proteica.
Resposta
Anticorpos monoclonais:
 Anticorpos monoclonais são produzidos por um único clone de um linfócito B, sendo, 
portanto, idênticos, gerados em laboratório para reconhecer e se ligar ao respectivo antígeno 
de interesse.
 Utilizados no tratamento de doenças como câncer, doenças autoimunes, carreador biológico 
para fármacos e exames laboratoriais.
 Três principais tecnologias desenvolvidas para a produção de 
anticorpos monoclonais: hibridoma, phage display e 
camundongos transgênicos.
Técnica para produção de medicamentos biológicos
Fonte: adaptado de: Silva et al. (2008).
Técnicas de produção de anticorpos monoclonais
Hibridoma Display Camundongos trangênicos
Imunização 
com antígeno
Imunização 
com antígeno
Células do 
baço
Células do 
baço
Células tumorais Células tumorais
Fusão Fusão
Hibridoma Hibridoma
Fago Ribossomo Célula
IgG murino IgG murino IgG humano IgG humano
HumanizaçãoHumanização
Anticorpos policlonais e monoclonais
Anticorpo policlonal Anticorpo monoclonal
antígeno anticorpo
epítopo
Fonte: adaptado de: https://repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/8522/1/TD_2398.pdf
Anticorpos monoclonais
Fonte: adaptado de: Breker; Sandlie (2003).
Murino
(0% humano)
Quimérico
(65% humano)
Humanizado
(~95% humano)
Humano
(100% humano)
-omabe -ximabe -zumabe -umabe
Alto BaixoPotencial imunogênico
Ocrelizumabe:
 Antagonista seletivo de linfócitos B que 
expressam o antígeno de superfície CD-20.
 Atua na depleção de células B CD-20+ 
periféricas, enquanto preserva a 
capacidade de reconstituição de células B e 
da imunidade humoral preexistente.
Anticorpo monoclonal para esclerose múltipla – Ocrelizumabe
Nódulo de Ranvier
Fibra nervosa
Fibra
exposta
Danos na 
mielina
Célula de
Schawnn
Fonte: adaptado de: https://ciencialatina.org/index.php/cienciala/article/download/1730/2446/
Ocrelizumab
Macrophage
Apoptosis
C3
C3b
CDC
B Cell
CD20
PCyR
Complement
Receptor
NK Cell
Fonte: adaptado de: Solimando; Tomasicchio (2016).
Exemplos de anticorpos monoclonais utilizados para o tratamento de câncer
Fonte: Adaptado de: Vidal et al. (2018). Antígeno-alvo
Anticorpo
monoclonal
Nome
comercial
Tipo
Anos de
registro
Indicação
clínica
Empresa detentora
do registro sanitário
PD1 Nivolumabe Opdivo® Humano 2016
Melanoma; pulmão;
células renais
Bristol-Myers Squibb
Farmacêutica Ltda.
CTLA-4 Ipilimumabe Yervoy® Humano 2012 Melanoma
Bristol-Myers Squibb
Farmacêutica Ltda.
CD30
Brentuximabe
vedotina
Adcetris® Quimérico 2014
Linfoma de Hodgkin CD30+;
linfoma anaplásico de
grandes células sistêmico
Takeda Farma Ltda.
FCEV
Bevacizumabe Avastin® Humanizado 2005
Colorretal; pulmão; mama; células
renais; ovário, tuba uterina
e peritorenal; colo do útero
Produtos Roche
Químicos e
Farmacêuticos S.A.
Ramucirumabe Cyramza® Humano 2016 Gástrico Eli Lilly do Brasil Ltda.
EGFR
Cetuximabe Erbitux® Quimérico 2006
Colorretal;
cabeça e pescoço
Merck S/A
Nimotuzumabe Cimaher® Humanizado 2009
Gliomas (população
pediátrica)
Eurofarma
Laboratórios S.A.
Panitumumabe Vectibix® Humano 2010 Colorretal
Amgen Biotecnologia
do Brasil Ltda. 
CD20
Rituximabe Mabthers® Quimérico 1998
Linfoma não Hodgkin; leucemia
linfocítica crônica;artrite
reumatoide e vasculites
Produtos Roche
Químicos e
Farmacêuticos S.A.
Obinutuzumabe Gazyva® Humanizado 2015
Leucemia linfocítica
crônica
Produtos Roche
Químicos e
Farmacêuticos S.A.
Ofatumumabe Arzerra® Humano 2015
Leucemia linfocítica
crônica
GlaxoSmithKline
Brasil Ltda.
HER2
Pertuzumabe Perjeta® Humanizado 2013 Mama
Produtos Roche
Químicos e
Farmacêuticos S.A.
Trastuzumabe Herceptin® Humanizado 1999 Mama; gástrico
Produtos Roche
Químicos e
Farmacêuticos S.A.
Trastuzumabe
entansina
Kadcyla® Humanizado 2014 Mama
Produtos Roche
Químicos e
Farmacêuticos S.A.
Anticorpo monoclonal para câncer de mama – Trastuzumabe
Trastuzumabe
pertuzumabe
Lapatinibe
Alvos envolvidos em:
Sobrevivência
Proliferação
Progressão do ciclo celular
EFGR dimer HER2/EFGR HER2/HER3 HER2/HER4 HER2 dimer
CD3
Ligand TCR
T cell
RAS
RAF
MEK
ERK
AKT
PI3K
P P P P P P P P P P
Fonte: adaptado de: 
Bredin et al. (2020).
 É um anticorpo conjugado composto por um anticorpo monoclonal específico para HER2 
com um potente inibidor de topoisomerase I (como droga citotóxica).
Trastuzumabe deruxtecan
Fonte: adaptado de: Shitara et al. (2021).
Morte celular
Inibição topoisomerase I
Internalização
e liberação
Célula 
cancerígena
Célula 
cancerígena
Núcleo
Núcleo
HER2
T-DXd
Os 3 Es da progressão tumoral
Fonte: adaptado de: Pinho (2019).
Eliminação Equilíbrio Escape
Imunogenicidade
Imunossupressão
MHCl
IFN-y
IL-12
IFN-y
TNF-α
PD-L1 PD-L1
IL-10
TGF-β
PD-1
VEGF
IDO
Adenosina
 Tratamento biológico que tem como objetivo potencializar o sistema imunológico de modo 
que este passe a destruir células tumorais e a combater infecções.
Imunoterapia
Fonte: adaptado de: Porta; Rizzo (2019).
Célula cancerígena Célula endotelial
Antígeno 
tumoral
Angiogênese
Proliferação
de célula T de 
memória
LinfonodoMicroambiente tumoral
VEGFR
Axitinib
VEGF
PD-L1
MHC
Avelumab
Nivolumab
Pembrolizumab
PD-1TCR
T cell T cell
IpilimumabB7
CD28
CTLA4
Dendritic
cell
 Os medicamentos biológicos, sendo macromoléculas, são, em geral, imunogênicos e podem 
desencadear uma resposta imune. 
 A intensidade e as consequências da imunogenicidade dos medicamentos biológicos são 
variáveis e, muitas vezes, imprevisíveis. 
 Podem ocorrer diminuição da eficácia, reações de hipersensibilidade ao produto e 
eventualmente haver a chamada quebra de tolerância imunológica, uma situação em que o 
organismo se confunde e passa a não tolerar as próprias proteínas.
 O potencial imunogênico é uma importante diferença entre os 
medicamentos sintéticos e biológicos.
Imunogenicidade
Sobre os anticorpos monoclonais, sua origem biológica e estrutural, bem como as 
características de imunogenicidade, assinale a alternativa correta:
a) Anticorpos murinos não possuem estrutura com composição humanizada e são
pouco imunogênicos.
b) Anticorpos humanizados são constituídos de estrutura 100% humana e são
pouco imunogênicos.
c) Anticorpos humanos são os mais imunogênicos, visto que isso melhora sua
atividade biológica.
d) Anticorpos humanos são mais bem tolerados por 
representarem menor risco de imunogenicidade.
e) Anticorpos quiméricos são os menos imunogênicos,
mesmo possuindo característica híbrida na sua
composição estrutural.
Interatividade
Sobre os anticorpos monoclonais, sua origem biológica e estrutural, bem como as 
características de imunogenicidade, assinale a alternativa correta:
a) Anticorpos murinos não possuem estrutura com composição humanizada e são
pouco imunogênicos.
b) Anticorpos humanizados são constituídos de estrutura 100% humana e são
pouco imunogênicos.
c) Anticorpos humanos são os mais imunogênicos, visto que isso melhora sua
atividade biológica.
d) Anticorpos humanos são mais bem tolerados por 
representarem menor risco de imunogenicidade.
e) Anticorpos quiméricos são os menos imunogênicos,
mesmo possuindo característica híbrida na sua
composição estrutural.
Resposta
Biossimilares
Estrutura molecular
altamente semelhante
Comprovar a “alta
similaridade” com o
produto de referência
frequentemente demanda
inúmeras mudanças de
processo e caracterizações
físico-químicas
PK/PD: farmacocinética/farmacodinâmica
1ª ETAPA: comparabilidade da qualidade (comparabilidade físico-química e biológica)
2ª ETAPA: comparabilidade não clínica (estudos não clínicos comparativos)
3ª ETAPA: comparabilidade clínica (estudos clínicos comparativos)
Caracterização
físico-química
Caracterização
biológica
Pré-clínico
PK/PD
Estudos
clínicos
Análise
Desenvolvimento
do processo
DESENVOLVIMENTO DE BIOSSIMILARES1
Fonte: adaptado de: McCamish; Woollett (2011).
Biossimilares
INOVADOR
REQUERIMENTOS REGULATÓRIOS
DOS BIOLÓGICOS2
BIOSSIMILAR
Indicações
A-B-C-D-E-F
ADME/Farmacologia
clínica
ADME/Farmacologia
Toxicológico
Animais
CMC
PK, PD e BE
Indicação
mais
sensível
Estudos em animais
Comparabilidade analítica,
farmacologia in vitro,
comparação de processos
Estudos
clínicos
pivotais
Fase 3
Estudos
clínicos
iniciais
Estudos
pré-clínicos
Etapa
analítica
Biossimilares
passam por
estudos
ROBUSTOS de
comparabilidade
ADME: absorção, distribuição, metabolismo, excreção
PK: farmacocinética
CMC: química, manufatura, controles
PD: farmacodinâmica
BE: bioequivalência
Fonte: adaptado de: Kirchhoff et al. (2011); FDA (2015).
Os medicamentos biológicos e seus biossimilares são inovações revolucionárias no tratamento 
de doenças complexas, são indicados para o tratamento de diversas doenças como artrite 
reumatoide, esclerose múltipla, câncer, entre outras. Em relação aos medicamentos similares, 
assinale a alternativa correta:
a) Os biossimilares, em termos de processo de aprovação regulatória, são considerados 
medicamentos genéricos.
b) Por exigência legal, os biossimilares não podem ter variações entre as moléculas da 
substância ativa.
c) Para aprovação dos medicamentos biossimilares não são necessários testes de 
imunogenicidade, uma vez que esses testes já foram realizados no medicamento inovador.
d) Para a aprovação na Anvisa de um biossimilar, são suficientes 
testes de biodisponibilidade, em que são analisadas 
concentrações do medicamento no sangue de
voluntários sadios.
e) Caso o biológico originador tenha mais de uma indicação 
terapêutica, pode ser solicitada a aprovação dessas outras 
indicações para o biossimilar, sem a necessidade de novos 
estudos clínicos.
Interatividade
Os medicamentos biológicos e seus biossimilares são inovações revolucionárias no tratamento 
de doenças complexas, são indicados para o tratamento de diversas doenças como artrite 
reumatoide, esclerose múltipla, câncer, entre outras. Em relação aos medicamentos similares, 
assinale a alternativa correta:
a) Os biossimilares, em termos de processo de aprovação regulatória, são considerados 
medicamentos genéricos.
b) Por exigência legal, os biossimilares não podem ter variações entre as moléculas da 
substância ativa.
c) Para aprovação dos medicamentos biossimilares não são necessários testes de 
imunogenicidade, uma vez que esses testes já foram realizados no medicamento inovador.
d) Para a aprovação na Anvisa de um biossimilar, são suficientes 
testes de biodisponibilidade, em que são analisadas 
concentrações do medicamento no sangue de
voluntários sadios.
e) Caso o biológico originador tenha mais de uma indicação 
terapêutica, pode ser solicitada a aprovação dessas outras 
indicações para o biossimilar, sem a necessidade de novos 
estudos clínicos.
Resposta
 ABBAS, A. K.; LICHTMAN, A. H.; PILAI, S. Imunologia celular e molecular. 9. ed. Rio de 
Janeiro: Elsevier, 2019.
 CHACRA, A. R. Efeito fisiológico das incretinas. Johns Hopkins Advanced Studies in 
Medicine, v. 6, n. 7B, p. S613–S617, 2006. 
 KRAMMER, F. SARS-CoV-2 vaccines in development. Nature, 2020.
 KIRCHHOFF, C. F.; WANG, X. Z. M.; CONLON, H. D.; ANDERSON, S.; RYAN, A. M.; BOSE, 
A. Biosimilars: Key regulatoryconsiderations and similarity assessment tools. Biotechnol 
Bioeng, 2017. 
 MCCAMISH, M.; WOOLLETT, G. Worldwide experience with biosimilar development. Mabs, 
2011.
 PINHO, M. P. Análise do repertório de linfócitos T em 
pacientes com câncer: desvendando a resposta imune 
antitumoral em humanos, 2019. 
 PORTA, C.; RIZZO, M. Immune-based combination therapy for 
metastatic kidney câncer. Nature Reviews Nephrology, 2019.
Referências
 SCHMIDELL, W.; LIMA, U. A.; AQUARONE, E.; BORZANI, W. Biotecnologia industrial: 
Engenharia Bioquímica. Vol. 2. São Paulo: Edgard Blücher, 2001.
 SISTEMA imunitário. BioGeoLearning, [s.d.]. Disponível em: https://cutt.ly/Cn4Bd3u. Acesso 
em: 18 maio 2021. 
 SOLIMANDO, A. G.; TOMASICCHIO, A. B-Cell Therapies in Relapsing Remitting and 
Primary Progressive Multiple Sclerosis, A Short Clinical Review. Biochemistry & 
Pharmacology, Open Access 5 (5), 2016. 
 STRYJEWSKA, A.; KIEPURA, K.; LIBROWSKI, T.; 
LOCHYÑSKI, S. Biotechnology and genetic engineering in the 
new drug development. Part I. DNA technology and 
recombinant proteins. Pharmacological Reports, 2013.
 https://pt.khanacademy.org/science/biology/biotech-dna-
technology/dna-cloning-tutorial/a/restriction-enzymes-dna-
ligase
 https://www.quora.com/What-causes-Gauchers-disease
Referências
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