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CADERNO OFICIAL DACADERNO OFICIAL DA 
ENFERMAGEMENFERMAGEM 
RESUMOS ILUSTRADOS 
Licenciado para - F
rancisco M
arlon Luciano da S
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rotegido por E
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Este conteúdo destina-se exclusivamente a exibição privada. É proibida
toda forma de reprodução, distribuição ou comercialização do conteúdo.
Qualquer meio de compartilhamento, seja por google drive, torrent,
mega, whatsapp, redes sociais ou quaisquer outros meios, se classificam
como ato de pirataria, conforme o art. 184 do Código Penal.
Caso haja pirataria do material, o cliente registrado no produto estará
sujeito a responder criminalmente, conforme o artigo 184 do Código
Penal com pena de 3 meses a 4 anos de reclusão ou multa de até 10x o
valor do produto adquirido (segundo o artigo 102 da Lei nº 9.610)
Entretanto, acreditamos que você é uma pessoa de bem que está buscando se
capacitar através dos estudos e que jamais faria uma coisa dessas, não é? A
equipe Foco Resumos agradece a compreensão e deseja a você um ótimo
estudo.
Está com alguma dúvida? Envia para suporte@focoresumos.com
AUTORES : Maria Carolina Araujo 
COAUTORES: Lairyane Olimpio / Italo Sabino
Olá, tudo bem?
Gostaríamos de te agradecer por adquirir um material do @foco.resumoss. O
nosso material é feito com amor para ajudar você a alcançar seus objetivos
nos estudos. Esperamos que você goste e que se sinta bem ao estudar.
 
OBSERVAÇÕES IMPORTANTES
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SUMÁRIO
Abreviações ...........03
UTI/ Cardiologia/Pneumologia
Pediatria/Ginecologia e Obstetrícia
Gastroenterologia
Renal Metabólico
Otorrinolaringologia e Bucomaxilo
Enfermagem
Exames
Itens de Prescrição e Controles
Infectologia
Ortopedia
Nutrição
Neurologia e Psiquiatria
Fisioterapia
Oncologia / TMQ e Hematologia
Abreviações Gerais
03
03
04
04
04
04
05
06
06
07
07
07
07
08
08
Regiões do Corpo........10
10
11
12
13
13
14
15
16
17
18
19
Frontal
Dorsal
Abdominal 
Sistemas
Sistema Cardiovascular
Veias e Artérias
Sistema Linfático
Sistem Digestório
Sistema muscular – Frontal
Sistema muscular – Dorsal
Sistema muscular – Face e MMSS
Higiene das Mãos 
Luvas de Procedimento 
Máscara e Protetor Ocular 
Avental 
Equipamento de Cuidados ao
Paciente 
Materiais Perfurocortantes 
Precauções Padrão............23
23
25
25
25
26
 
26
Higiene Oral 
Prótese Dentária 
Higienização da Cabeça 
Higiene Íntima 
Banhos 
Comadres e Papagaios
Medidas de Conforto e
Higiene............................26
26
27
27
28
28
30
Decúbito Dorsal Horizontal (DDH
ou Supina)
Decúbito Ventral (ou Prona) 
Decúbito Lateral Esquerdo ou
Direito 
Litotomia
Decúbito de Fowler 
Decúbito de Sims
Ginecológica 
Genupeitoral
Trendelemburg ou Reverso
Posição Ereta
Kraske, Jekknife ou Canivete 
Posições para Exames.......31
31
 
31
31
 
31
32
32
32
32
33
33
33
Pressão Arterial 
Pulso 
Respiração 
Temperatura 
Dor 
Tratamento 
Sinais Vitais (SSVV).......34
34
35
36
39
39
40
02
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SUMÁRIO
Procedimentos Relacionados ao
Sistema Neurológico.....41
Escala de Coma de Glasgow
Escala para avaliar função motora 
Escala de Ramsay 
Avaliação Pupilar 
41
41
42
42
Procedimentos Relacionados ao
Sistema Respiratório........42
Função 
Inspiração e Expiração 
Oxigenoterapia com cânula nasal
Inalação
Nebulização
Tubagens Traqueais (TQT)
Drenagem de Tórax 
42
42
43
43
44
44
45
Procedimentos Relacionados ao
Sistema Cardiovascular...45
Cateter Central (CVC)
Cateter Venoso Periférico (CVP) 
45
48
Procedimentos Relacionados ao
Sistema Digestório........50
Sondagem Nasogástrica (SNG)/
Orogástrica 
Sondagem Nasoenteral (SNE) 
Sonda para Gastrostomia (GTT)
Alimentação por Sonda 
Nutrição Parenteral Total (NPT)
Enteroclisma
50
51
52
52
53
53
Procedimentos Relacionados ao
Sistema Renal e Urinário....54
Sondagem Vesical de Demora 
Sondagem Vesical de Alívio
Uripen 
54
56
58
Procedimentos Relacionados ao
Sistema Endócrino...........58
Principais Órgãos 
Glicemia Capilar 
Insulinoterapia 
58
58
59
Procedimentos Relacionados ao
Sistema Hematológico.......60
Doação de Sangue60
02.1
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03
Pediatria / Ginecologia ePediatria / Ginecologia ePediatria / Ginecologia e
ObstetríciaObstetríciaObstetrícia
Querido(a) estagiário(a), para um bom atendimento ao nosso paciente, é de extremaQuerido(a) estagiário(a), para um bom atendimento ao nosso paciente, é de extrema
importância que você tenha em mãos as siglas que comumente são utilizadas pela equipeimportância que você tenha em mãos as siglas que comumente são utilizadas pela equipe
multidisciplinar, para conhecimento e para enriquecer sua anotação. multidisciplinar, para conhecimento e para enriquecer sua anotação. Sabemos que as falhas naSabemos que as falhas na
comunicação sãocomunicação são as principais causas que levam a ocorrência de errosas principais causas que levam a ocorrência de erros, portanto, precisamos, portanto, precisamos
estar atentos e evitar que isso ocorra. O uso de siglas e abreviaturas é uma prática universalestar atentos e evitar que isso ocorra. O uso de siglas e abreviaturas é uma prática universal
que já está incorporada ao cotidiano dos profissionais de saúde. Vamos aprender umque já está incorporada ao cotidiano dos profissionais de saúde. Vamos aprender um
pouquinho?pouquinho?
U.T.I / Cardiologia / PneumologiaU.T.I / Cardiologia / PneumologiaU.T.I / Cardiologia / Pneumologia
Abreviações - Siglário
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04
GastroenterologiaGastroenterologiaGastroenterologia
Renal MetabólicoRenal MetabólicoRenal Metabólico
OtorrinolaringologiaOtorrinolaringologiaOtorrinolaringologia
& Bucomaxilo& Bucomaxilo& Bucomaxilo
EnfermagemEnfermagemEnfermagem
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05
ExamesExamesExames
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06
Itens de Prescrição e ControlesItens de Prescrição e ControlesItens de Prescrição e Controles
InfectologiaInfectologiaInfectologia
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07
FisioterapiaFisioterapiaFisioterapia
OrtopediaOrtopediaOrtopedia
NutriçãoNutriçãoNutrição
Neurologia e PsiquiatriaNeurologia e PsiquiatriaNeurologia e Psiquiatria
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08
Oncologia / T.M.O (Transplante deOncologia / T.M.O (Transplante deOncologia / T.M.O (Transplante de
Medula Óssea) e HematologiaMedula Óssea) e HematologiaMedula Óssea) e Hematologia
Abreviações GeraisAbreviações GeraisAbreviações Gerais
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09
Abreviações - Siglário
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10
Regiões do Corpo - Frontal
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Regiões do Corpo - Dorsal
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12
Regiões do Corpo - Abdominal
HIPOCÔNDRIO
(r. hipocondríaca) DIREITO
r. lateral 
(lombar) direita
região inguinal
(ilíaca) direita
HIPOCÔNDRIO
(r. hipocondríaca)
esquerdo
r. lateral 
(lombar) esquerda
região inguinal
(ilíaca) esquerda
epigástrio
(r. epigástrica)
umbigo (r.
umbilical)
hipogástrio
(r. púbica)
quadrante superior
direito (qsd)
quadrante inferior
direito (qid)
quadrante superior
esquerdo (qse)quadrante inferior
esquerdo (qie)
*vista anterior
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Sistema Cardiovascular
Vasos SanguíneosVasos Sanguíneos
Os Vasos Sanguíneos constituem uma AMPLA rede de de
"tubos" por onde o sangue circula. Existem três tipos de
vasos sanguíneos, são eles:
-Veias: São vasos que transportam sangue de diversas
partes do corpo para o coração. Por ter uma parede mais
fina, sua circulação é lenta, e, dessa forma, a pressão do
sangue no seu interior é baixa, fazendo com que haja
dificuldade de retornar ao coração, por isso há a existência
de válvulas no interior das veias, que favorecem o
deslocamento até o coração.
VEIAS E ARTÉRIAS:
Importante destacar que a maior parte das veias (jugular,
safena, cerebral e diversas outras) transporta o sangue
venoso, ou seja, rico em gás carbônico. As veias pulmonares
transportam o sangue arterial, oxigenado, dos pulmões
para o coração.
VASOS CAPILARES:
-Artérias: São vasos que transportam sangue que vem do
coração e é transportado para outras áreas do corpo. Sua
parede é mais densa, permitindo assim que a sua
musculatura se contraia e relaxe a cada batimento
cardíaco. As artérias se ramificam, como uma árvore, e vão
se tornando cada vez mais finas, formando-se as arteríola,
que por sua vez se ramificam ainda mais e dando origem
aos capilares.
VASOS CAPILARES:
Os vasos capilares são ramificações microscópicas de
artérias e veias, que integram o sistema cardiovascular,
formando uma rede de comunicação entre as artérias e as
veias.
Suas paredes são constituídas por uma camada finíssima de
células, que permite a troca de substâncias (nutrientes,
oxigênio, gás carbônico) do sangue para as células e vice-
versa.
Órgão que se localiza na caixa torácica, entre os pulmões,
e tem a função de bombear o sangue para o corpo. Sua
aparência é oca, seu exterior é revestido por uma película
chamada pericárdio, e seu interior, por endocárdio. Suas
paredes são constituídas por um músculo, o miocárdio,
sendo o responsável pelas contrações do coração.
O miocárdio apresenta internamente quatro cavidades:
duas superiores denominadas átrios (direito e esquerdo) e
duas inferiores denominadas ventrículos (direito e
esquerdo). Os ventrículos possuem paredes mais grossas
que os átrios. O átrio direito comunica-se com o ventrículo
direito e o mesmo acontece do lado esquerdo. No entanto,
não há comunicação entre os dois átrios, nem entre os
dois ventrículos.
CoraçãoCoração
O Sistema Cardiovascular é formado pelos O Sistema Cardiovascular é formado pelos vasos sanguíneos (veias e artérias) e o coraçãovasos sanguíneos (veias e artérias) e o coração.. ÉÉ
responsável pela circulação do sangue para todo o corpo, levando nutrientes e oxigênio pararesponsável pela circulação do sangue para todo o corpo, levando nutrientes e oxigênio para
as células.as células. 
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 Veias e Artérias
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Sistema Linfático
O sistema linfático é o principal sistema de defesa do organismo. Ele O sistema linfático é o principal sistema de defesa do organismo. Ele é constituído pelosé constituído pelos
nódulos linfáticos (linfonodos)nódulos linfáticos (linfonodos), ou seja, uma rede complexa de vasos,, ou seja, uma rede complexa de vasos, responsável por responsável por
transportar a linfa dos tecidos para o sistema circulatório.transportar a linfa dos tecidos para o sistema circulatório.
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Sistema Digestório
cavidade oral
dentes
língua
faringe
esôfago
estômago
fígado
duodeno
colo ascendente
ceco
apêndice vermiforme
Ânus
pâncreas
colo transverso
colo descendente
reto
canal anal
vesícula biliar
intestino delgado
colo sigmóide
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Sistema Muscular- Frontal
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Sistema Muscular- Dorsal
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Sistema Muscular- Face e MMSS
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Sistema Muscular- Superiores
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Esqueleto Humano
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Esqueleto Humano
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23
Precauções Padrão são medidas que devem ser adotadas afim de evitar a contaminaçãoPrecauções Padrão são medidas que devem ser adotadas afim de evitar a contaminação
do meio hospitalar, do paciente/cliente e da equipe multiprofissional. É necessário ado meio hospitalar, do paciente/cliente e da equipe multiprofissional. É necessário a
utilização das P.P para o cuidado com todo e qualquer paciente/cliente. Vejamos a seguirutilização das P.P para o cuidado com todo e qualquer paciente/cliente. Vejamos a seguir
cada uma delas:cada uma delas:
Precauções Padrão (P.P)
Indicação do uso de água e sabão: 
•Quando as mãos estiverem visivelmente sujas
ou contaminadas com sangue e outros fluidos
corporais. 
•Ao iniciar e terminar o turno de trabalho.
•Antes e após ir ao banheiro. 
•Antes e depois das refeições. 
•Antes de preparo de alimentos. 
•Antes de preparo e manipulação de
medicamentos.
•Antes e após contato com paciente colonizado
ou infectado por C. difficile. 
• Após várias aplicações consecutivas de produto
alcoólico. 
•Nas situações indicadas para o uso de
preparações alcoólicas.
HIGIENE DAS MÃOS
Para cada produto utilizado há uma finalidade:
A higiene correta das mãos reduz infecções,
promovendo a segurança de pacientes,
profissionais e demais usuários dos serviços de
saúde. É a medida individual mais simples e
barata de prevenir a propagação de infecções na
assistência. Pode ser feita com água e sabão,
preparação alcoólica e anti-sépticos.
Indicação do uso de soluções alcóolicas:
•Antes de contato com o paciente;
•Após contato com o paciente ;
•Antes de realizar procedimentos assistenciais e
manipular dispositivos invasivos ;
•Antes de calçar luvas para inserção de
dispositivos invasivos que não requeiram
preparo cirúrgico;
• Após risco de exposição a fluidos corporais;
•Ao mudar de um sítio corporal contaminado
para outro, limpo, durante o cuidado ao paciente;
•Após contato com objetos inanimados e
superfícies imediatamente próximas ao paciente;
• Antes e após remoção de luvas. 
Indicação do uso de agentes anti-sépticos:
•Nos casos de precaução de contato
recomendados para pacientes portadores de
microrganismos multirresistentes; 
• Nos casos de surtos;
•No pré-operatório, antes de qualquer
procedimento cirúrgico (indicado para toda
equipe cirúrgica); 
•Antes da realização de procedimentos invasivos
(e.g., inserção de cateter intravascular central,
punções, drenagens de cavidades, instalação de
diálise, pequenas suturas, endoscopias e outros).
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24
4) Esfregar a palma da mão direita contra
o dorso da mão esquerda entrelaçando os
dedos e vice-versa.
5) Entrelaçar os dedos e friccionar
osespaços interdigitais.
6) Esfregar o dorso dos dedos de
uma mão com a palma da mão
oposta, segurando os dedos, com
movimento de vai-e-vem e vice-
versa
2) Abrir a torneira e molhar as mãos,
evitando encostar-se a pia. Aplicar na
palma da mão quantidade suficiente de
sabonete líquido para cobrir todas as
superfícies das mãos (seguir a
quantidade recomendada pelo
fabricante). Se for utilizar antisséptico é
só substituir.
Precauções Padrão (P.P)
TÉCNICA DE HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS:
I) Abrir a torneira e molhar as mãos,
evitando encostar-se a pia.
A eficácia da higienização das mãos depende da duração e da técnica empregada. Antes de iniciar qualquerA eficácia da higienização das mãos depende da duração e da técnica empregada. Antes de iniciar qualquer
uma dessas técnicas, é necessário retirar jóias (anéis, pulseiras, relógio), pois sob tais objetos podemuma dessas técnicas, é necessário retirar jóias (anéis, pulseiras, relógio), pois sob tais objetos podem
acumular microrganismos. Assim discorreremos sobre a técnica de higiene preconizada pela Agência deacumular microrganismos. Assim discorreremos sobre a técnica de higiene preconizada pela Agência de
Vigilância Sanitária (ANVISA):Vigilância Sanitária (ANVISA):
3) Ensaboar as palmas das
mãos, friccionandoas entre si. 
7) Esfregar o polegar direito, com o auxílio
da palma da mão esquerda, utilizando-se
movimento circular e vice-versa.
8) Friccionar as polpas digitais e
unhas da mão esquerda contra a
palma da mão direita, fechada em
concha, fazendo movimento circular e
vice-versa.
9) Esfregar o punho esquerdo,
com o auxílio da palma da mão
direita, utilizando movimento
circular e vice-versa.
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25
Precauções Padrão (P.P)
Também fazem parte da Precaução Padrão
os seguintes itens:
Luvas de Procedimento:
São luvas limpas, não esterelizadas, que são
utilizadas no contato com fluído orgânico, em
procedimento no contato com pele, mucosa e no
contato de pele não íntegra. Após o uso, as luvas
devem ser removidas e desprezadas em lixo
infectante, afim de evitar a transmissão de micro-
organismos para o ambiente, ao próprio
profissional ou aos demais pacientes (infecção
cruzada). As mãos devem ser higienizadas antes e
após o uso de luvas.
Máscara e Protetor Ocular:
Têm o objetivo de proteger a mucosa dos olhos, nariz
e boca durante procedimentos que possam
apresentar respingos de fluídos corporais (sangue,
urina, fezes, sangue, vômito etc.).
Avental:
Pode ser de pano não tecido (descartável), tecido de
algodão absorvível (lavável e reutilizável) ou tecido
impermeabilizado (descartável). Após o uso, retirá-
lo imediatamente de modo que haja manuseio
apenas do avesso do avental, evitando a
contaminação. Deve ser jogado no Hamper e/ou lixo
infectante, se descartável. Lave as mãos.
TÉCNICA DE HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS:
10) Enxaguar as mãos, retirando os resíduos de
sabonete. Evitar contato direto das mãos
ensaboadas com a torneira.
11) Secar as mãos com papel toalha descartável,
iniciando pelas mãos e seguindo pelos punhos. No
caso de torneiras com contato manual para
fechamento, sempre utilize papel toalha.
Segundo diretrizes para promoção da segurança do
paciente na prática Assistencial da Enfermagem, a
higiene das mãos é um dos 10 passos a serem executados,
possibilitando a realização do "Cuidado Limpo e Cuidado
Seguro - Higienização das Mãos". A diretriz define que
higienizar as mãos é para remoção de sujidades, suor,
oleosidade, pelos e células descamativas da microbiota da 
pele, com finalidade de prevenir e reduzir as infecções
relacionadas à assistência à saúde.
Você sabia?
Você sabia?
Você sabia?
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26
Comadre
Equipamentos de Cuidado ao Paciente:
São utensílios utilizados no cuidado do paciente, tais
como bacia, comadre, papagaio, cuba-rim, cúpula e
bandeja.
Cuba-rim (acima)
Bandeja (abaixo)
•NÃO reencapar agulhas ou reconectar à seringa;
•NÃO desacoplar lâmina de bisturi sem o auxílio de
instrumental de aço, utilizar técnica;
•Cabos de bisturi descartáveis devem ser descartados
automaticamente sem a necessidade de desacoplar
lâmina.
Materiais Perfurocortantes:
Os materiais perfurocortantes merecem cuidado
especial e redobrado afim de prevenir acidentes. São
eles: agulhas, scalps, jelcos, lâmina de bisturi e
quaisquer outros instrumentos ou aparelhos cortantes
e pontiagudos. Esse material deve ser desprezado em
recipientes próprios e resistentes a cortes, furos ou
vazamentos, como o DESCARPACK. Após o descarte é
importante garantir que atende às normas de
segurança e que não ultrapasse 80% de sua
capacidade. Alguns cuidados a serem seguidos:
Papagaio
Devem ser manuseados com luva de procedimento,
devido à presença de resíduos de fluídos orgânicos do
paciente. O profissional deve realizar a limpeza e
desinfecção dos equipamentos, utensílios e materiais
de superfície no posto de enfermagem, expurgo e na
Unidade do paciente, conforme a rotina institucional.
Cúpula
Medidas de Conforto e Higiene
Comadre
A Higiene oral e corporal visa levar conforto e bem-estar geral ao paciente, uma vez que, tendo a mobilidade restrita,A Higiene oral e corporal visa levar conforto e bem-estar geral ao paciente, uma vez que, tendo a mobilidade restrita,
dependerá de cuidados para que não haja mais comprometimento à sua saúde. Deve ser realizado com conhecimentodependerá de cuidados para que não haja mais comprometimento à sua saúde. Deve ser realizado com conhecimento
teórico, utilizando-se da técnica correta, o profissional deve se atentar para o uso de mecânica corporal.teórico, utilizando-se da técnica correta, o profissional deve se atentar para o uso de mecânica corporal.
HIGIENE ORAL
É a higienização dos dentes, língua, palato e
bochechas, deve ser realizada sempre após as
refeições, com a finalidade de remover resíduos
alimentares. Deve ser realizada no mínimo 3x ao
dia e orientar/estimular o paciente a fazer o
mesmo, caso não tenha condições, auxiliá-lo ou
realizá-la.
Procedimento:
•Explicar ao paciente o procedimento que será realizado.
•Reunir os materiais;
•Higienizar as mãos;
• Calçar luvas;
•Colocar o paciente em posição de Fowler;
•Colocar a toalha de rosto sobre o tórax do paciente;
•Oferecer a escova dental ou espátula com gaze e creme
dental;
•Oferecer água e cuba-rim para desprezar o bochecho;
•Orientar sobre a sequência correta: escovar no sentido da
raiz para a coroa, sendo a escovação superior inicialmente
e, depois, inferior; após a escovação das bochechas, palato
e língua;
•Se o paciente tiver condições para a auto higiene, deve-se
orientá-lo. Retirar a luva, higienizar as mãos e realizar a
anotação de enfermagem.
Posição de Fowler
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Medidas de Conforto e Higiene
PRÓTESE DENTÁRIA:
É a limpeza da prótese dentária do paciente;
podemos realizar ou orientá-lo a isso. Caso não
tenha condições, auxiliá-lo.
Procedimento:
•Explicar ao paciente o procedimento que será
realizado.
•Reunir os materiais;
•Higienizar as mãos;
•Calçar luvas;
•Remover a dentadura, com auxílio de gaze, e colocar
no copo, cúpula ou cuba-rim;
•Levar para a pia e forrar com uma toalha;
•Enxaguar cada dentadura em água corrente;
•Iniciar a escovação com creme dental na escova ou
limpador de dentaduras;
•Enxaguar as dentaduras embaixo de água corrente;
•Orientar ou realizar higiene oral (mucosa e língua);
•Orientar o paciente a utilização de antisséptico bucal.
•Solicitar que o paciente coloque as dentaduras;
•Recolher o material;
•Garantir o conforto do paciente;
•Retirar as luvas;
•Realizar higiene das mãos e anotação de
enfermagem.
Modelo de Anotação de Enfermagem:
08h05- Realizado higiene oral e da prótese dentária,
utilizado creme dental e antisséptico para bochecho. -
T.E (nome do profissional),COREN (registro do
profissional).
Material:
•Luvas de procedimento;
•Escova para dentadura ou escova de dente;
•Copo com água para a dentadura identificado com o
nome do paciente;
•Limpador ou creme dental;
•Antisséptico bucal;
•Cuba-rim;
•Toalha de rosto/ toalha de papel;
•Gaze;
HIGIENIZAÇÃO DA CABEÇA:
É a higiene dos cabelos e é realizada, em geral, 3x
por semana afim de promover conforto e higiene
ao paciente. 
Material:
•Luvas de procedimento;
•Bacia com água morna;
•Toalha de banho;
•Tecido impermeável;
•Shampoo e creme de cabelo;
•Pente.
Procedimento:
•Explicar ao paciente o procedimento que será
realizado.
•Reunir os materiais;
•Higienizar as mãos;
• Calçar luvas;
•Retirar o travesseiro;
•Proteger o ouvido do paciente com algodão e a
cabeceira com plástico ou impermeável;
•Realizar coxim e colocar sob os ombros do paciente;
•Posicionar a cabeça do paciente na ponta da cama ou
dentro do lavatório (bacia);
•Verificar se a água está com a temperatura adequada;
•Apoiar a cabeça do paciente e umedecer o cabelo,
ensaboar e massagear o couro cabeludo e cabelos;
•Enxaguar a cabeça tendo cuidado com olhos, nariz e
boca;
•Secar, utilizar creme e pentear;
•Recolher o material;
•Garantir o conforto do paciente;
•Retirar as luvas;
•Realizar higiene das mãos e anotação de enfermagem.
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Medidas de Conforto e Higiene
HIGIENE ÍNTIMA:
É a higiene, lavagem dos órgãos genitais. Deve ser
realizada sempre no sentido monte pubiano- região
perianal, preservando a integridade e privacidade do
paciente. É indicada antes de procedimentos como
cateterismo vesical, após a micção ou evacuação na
troca de fraldas.
Material:
•Luvas de procedimento;
•Jarro com água morna;
•Sabonete líquido;
•Comadre;
•Toalha de banho;
•Gaze ou bolas de algodão.
Procedimento (em mulheres):
•Explicar ao paciente o procedimento que será realizado
e colocá-la em posição (posição ginecológica) e sobre a
comadre;
•Reunir os materiais;
•Higienizar as mãos;
•Calçar luvas;
•Ensaboar os grandes lábios de cima para baixo (região
distal à região perianal), desprezando o algodão e
enxaguar;
•Ensaboar o meato urinário com movimentos circulares;
•Enxaguar e secar;
•Retirar a comadre.
•Certificar-se do conforto da paciente;
•Recolher o material;
•Retirar as luvas;
•Realizar higiene das mãos e anotação de enfermagem.
Procedimento (em homens):
•Explicar ao paciente o procedimento que será realizado
e colocá-la em posição (dorsal e MMII levemente
afastados) e sobre a comadre;
•Reunir os materiais;
•Higienizar as mãos;
•Calçar luvas;
•Ensaboar o corpo do pênis de cima para baixo até a
região perianal;
•Retrair o prepúcio, fazendo a limpeza com gaze ou
algodão da glande e do meato uretral com movimentos
circulares;
•Enxaguar e secar;
•Retirar a comadre.
•Certificar-se do conforto do paciente;
•Recolher o material;
•Retirar as luvas;
•Realizar higiene das mãos e anotação de enfermagem.
BANHOS:
Banho de Aspersão:
Tem como finalidade proporcionar bem-estar e conforto
ao paciente , melhorando a circulação, reduzindo
odores, abertura dos poros, permitindo melhor
avaliação da condição de pele do paciente. São
diferentes tipos:
É o banho de chuveiro, o paciente deambulante pode
realizar o procedimento ou com a cadeira de banho,
sendo auxiliado pela enfermagem.
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Medidas de Conforto e Higiene
Importante: O procedimento deve ser realizado por,
no mínimo, dois profissionais, dispostos um de cada
lado do leito para que seja possível realizar o
procedimento com eficácia garantindo mais conforto
e rapidez no processo, expondo ao mínimo a
privacidade do paciente.
•Explicar ao paciente o procedimento que será
realizado;
•Reunir os materiais;
•Higienizar as mãos; 
•Dispor o material no carro de inox próprio para
banho ou sobre a cabeceira e enxoval para troca do
leito próximo ao paciente;
•Calçar luvas;
•Colocar o paciente em Fowler;
•Realizar ou auxiliar na higiene oral;
•Colocar o paciente em decúbito dorsal horizontal;
•Soltar a roupa de cama e realizar a troca no
momento correto;
•Retirar a roupa do paciente, expor apenas a área a
ser lavada, preservando o paciente;
•Começar pelo rosto. Realizar ou auxiliar na higiene
do rosto até o pescoço utilizando compressas
umedecidas em água morna. Após isso, secar com
toalha;
•Realizar a higiene dos membros superiores (MMSS),
no sentido punho para região axilar e, após, lavar
suas mãos ou auxiliar que faça;
•Realizar a higiene do tórax até a região pubiana, a
seguir, secar e massagear. Colocar camisola limpa
preservando a sua intimidade;
É a higiene dentro de banheira. Na área hospitalar é
mais utilizado em Pediatria. Deve se atentar para a
temperatura da água.
Banho de Imersão:
Banho no Leito:
É um banho realizado no próprio leito do paciente
quando o mesmo não encontra-se em condições para
tal. É um bom momento para avaliar a condição de pele
do paciente, sua inspeção geral e promover massagem
de conforto.
Material:
•Luvas de procedimento;
•Jarra/ bacia com água morna;
•Sabonete líquido;
•Comadre;
•Toalha de rosto, banho, roupa para o paciente e
enxoval para troca do leito;
•Compressas;
• Material para higiene oral;
Procedimento:
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Medidas de Conforto e Higiene
•Desprezar enxoval sujo e molhado no Hamper;
•Realizar anotação de enfermagem.
•Realizar higiene dos membros inferiores (MMII)
iniciando do tornozelo até a coxa e, após, lavar seus pés.
•Lateralizar o paciente, lavar a região dorsal e secar,
colocar comadre e retornar a posição no leito,
posicionando para higiene íntima (descrita na página
nº07);
•Realizar o decúbito lateral e esquerdo, sempre no
sentido contrário ao primeiro decúbito, remover a
comadre, revisar a higiene da região dorsal;
•Remover o lençol sujo e molhado e enrolar, higienizar o
leito e realizar troca do enxoval, colocar fralda higiênica
(se necessário), trocar luvas, reposicionar o paciente em
decúbito dorsal e lateral, removendo completamente o
enxoval sujo e molhado.
• Posicionar e fechar a fralda e camisola, aquecer o
paciente e recolher o material utilizado. 
Modelo de Anotação de Enfermagem:
09h00- Realizado banho no leito, massagem de conforto,
limpeza de unidade e troca de enxoval. - T.E (nome do
profissional), COREN (registro do profissional).
 USO DE COMADRE E PAPAGAIO:
Material:
São recipientes de material plástico ou inox, utilizado
para eliminações fisiológicas do paciente que se
encontra acamado. O papagaio é utilizado apenas por
pacientes masculinos.
•Comadre ou Papagaio;
•Luva de procedimento;
•Papel higiênico;
•Impermeável para forrar o leito.
•Orientar o paciente de como utilizar a comadre ou
papagaio e a utilização de papel higiênico;
•Higienizar as mãos;
•Calçar luvas;
•Posicionar o material de forma adequada e confortável;
•Deixá-lo sozinho para preservar sua privacidade;
•Se necessário, realizar a higiene íntima;
•Desprezar no banheiro o conteúdo fecal ou urinário;
•Realizar a higiene dos materiais conforme protocolo
institucional;
•Retirar luvas, higienizar as mãos e realizar anotação
de enfermagem, descrevendo volume, coloração, odor e,
se forem fezes, a consistência do bolo fecal.
Procedimento:
Modelo de Anotação de Enfermagem:
10h15- Apresentou diurese espontânea em
comadre/papagaio na coloração amarelo ouro, aspecto
límpido, sem grumos, com odor característico. - T.E
(nome do profissional), COREN (registro do profissional).
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Posições para Exames
DECÚBITO DORSAL HORIZONTAL (DDH)
OU SUPINA:
Consiste em deitar o paciente de costas com as pernas
estendidas e membros superiores estendidos ao lado do
corpo e é utilizada para exames do tórax, abdômene
extremidades, banho no leito, higiene íntima no paciente
masculino e sondagem vesical de demora em pacientes
masculinos.
Consiste em deitar o paciente com o ventre para baixo e é
utilizada para exames na parte posterior do tórax,
cervical, lombar e glútea. Para aliviar o desconforto
nessa posição, é necessário a utilização de coxins/
travesseiros na região cefálica, MMSS, região ventral e
MMII.
DECÚBITO VENTRAL OU PRONA:
LITOTOMIA
Consiste em deitar o paciente em decúbito dorsal, com
as pernas afastadas e suspensas sobre perneiras e é
utilizada para exames dos órgãos genitais externos e
internos.
DECÚBITO LATERAL ESQUERDO OU DIREITO:
Consiste em deitar o paciente lateralmente no leito, com
a perna que está do lado de cima flexionada, afastada e
apoiada na superfície de repouso (travesseiro ou coxim).
É utilizada para conforto do paciente ou verificação de
temperatura retal.
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Posições para Exames
DECÚBITO DE FOWLER:
Consiste em deitar o paciente semissentado no leito (45º
ou 60º) e é utilizada para conforto, higiene oral, para
melhora de quadros de dispnéia, pós operatório de
tireóide e abdome. A diferença entre os ângulos é se os
MMII são ou não elevados.
Consiste em deitar o paciente lateralizado à esquerda
com o MID flexionado até o abdome enquanto o MIE
mantém-se esticado. Facilita a visualização do ânus,
sendo possível aplicar supositório, realização de Fleet
enema e/ou lavagem intestinal para a remoção de
fecalomas (enteroclisma).
DECÚBITO DE SIMS (LADO ESQUERDO):
GENUPEITORAL:
Consiste em deitar o paciente em decúbito ventral,
com tórax e coxas flexionadas, elevando a região
glútea, apoiando-se em joelhos e cotovelos. 
GINECOLÓGICA:
Consiste em deitar a paciente em decúbito dorsal
com as pernas flexionadas e afastadas, é indicado
para exames vaginais, como o exame
colpocitológico, e uretrais, além de ser uma posição
que favorece o parto natural.
FOWLER EM 45º
FOWLER EM 60º
O nome Fowler provém do sobrenome do
criador dessa posição, o cirurgião Dr. George
R. Fowler (1848-1906).
Obs.: Ao retirar o paciente da posição, é necessário
retirar um membro de cada vez, pois a descida
brusca pode aumentar a circulação para os MMII e
provocar queda na pressão arterial.
Como é uma posição desconfortável para a
maioria dos pacientes, e geralmente não é
recomendada para pacientes idosos,
recomenda-se a sua utilização apenas em
procedimentos muito específicos, como em
cirurgias ou procedimentos anais.
 
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Posições para Exames
TRENDELENBURG OU
TRENDELENBURG REVERSO:
Consiste em deitar o paciente em decúbito dorsal, com
o acréscimo de angulação de 15º a 30º de inclinação
ou elevação. As indicações podem variar. Em
Trendelenburg, pode ser utilizada para clientes que
realizaram cirurgias da região pélvica, estado de
choque, tromboflebites, casos que se deseja melhor
irrigação cerebral, drenagem de secreção pulmonar,
etc.
Em Trendelenburg Reverso, é utilizada para cirurgias
de cabeça, pescoço e procedimentos ginecológicos,
pois reduz o fluxo sanguíneo nestas áreas. Ela
também facilita a respiração em pacientes com
sobrepeso e obesos.
TRENDELENBURG REVERSO 
TRENDELENBURG 
Esse posicionamento recebeu essa nomenclatura
devido ao cirurgião que a criou, Friedrich
Trendelenburg (1844-1924).
KRASKE, JACKKNIFE OU CANIVETE:
Nessa posição, o paciente pode ficar de duas formas:
lateralizado ou em decúbito ventral, a posição
dependerá do objetivo. A posição lateralizada é
indicada, por exemplo, para cirurgias e procedimentos
nos rins, quadril ou coluna, enquanto na outra, ventral,
para cirurgias na região anal.
POSIÇÃO ERETA:
Como o nome diz, a posição ereta consiste em manter o
paciente em pé, com o tronco ereto e braços ao longo do
corpo, palma das mãos para frente, pés ligeiramente
afastados e o olhar fixo na linha do horizonte.
É imprenscindivel os cuidados de enfermagem
para o correto posicionamento do paciente e
verificar:
Se há compressão de vasos sanguíneos, órgãos,
nervos e proeminências ósseas (poir isso a
importância de coxins ou travesseiros);
Contato do paciente com partes metálicas da
mesa;
Hiperextensão de membros superiores ou
inferiores;
Fixação incorreta do paciente na mesa
cirúrgica.
Importante!
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Aferição de Sinais Vitais
A Pressão Arterial é a medida da A Pressão Arterial é a medida da pressão exercida pelopressão exercida pelo
sangue na parede das artérias.sangue na parede das artérias. Essa pressão depende da Essa pressão depende da
força de contração do coração, da quantidade de sangueforça de contração do coração, da quantidade de sangue
circulante e da resistência das paredes do vaso.circulante e da resistência das paredes do vaso. Ao medirAo medir
a PA, consideramos que:a PA, consideramos que:
A pressão máxima (ou sistólica), é o resultado daA pressão máxima (ou sistólica), é o resultado da
contraçãocontração dos ventrículosdos ventrículos para ejetar o sangue nas para ejetar o sangue nas
grandes artérias, e a pressão mínima (ou diastólica), é agrandes artérias, e a pressão mínima (ou diastólica), é a
que ocorre assim que o coração que ocorre assim que o coração relaxarelaxa na sua na sua
contratilidade.contratilidade.
Pressão ArterialPressão Arterial
As alterações da função corporal geralmente refletem-se em todo organismo doAs alterações da função corporal geralmente refletem-se em todo organismo do paciente, podendo indicarpaciente, podendo indicar
enfermidades. A dor é um sintoma que pode interferir na homeostase orgânica causando alterações dos sinaisenfermidades. A dor é um sintoma que pode interferir na homeostase orgânica causando alterações dos sinais
vitais e hoje vem sendo apontada como quinto sinal vital. Fazem parte dos SSVV: vitais e hoje vem sendo apontada como quinto sinal vital. Fazem parte dos SSVV: Pressão Arterial (P.A), Pulso (P),Pressão Arterial (P.A), Pulso (P),
Respiração (R), Temperatura (T) e Dor.Respiração (R), Temperatura (T) e Dor.
-Bandeja;-Bandeja;
-Estetoscópio;-Estetoscópio;
-Esfigmomanômetro;-Esfigmomanômetro;
-Bolas de algodão com álcool 70%-Bolas de algodão com álcool 70%
MATERIAL:
1)Explicar o procedimento ao paciente, deixá-lo em1)Explicar o procedimento ao paciente, deixá-lo em
repouso por pelo menos cinco minutos em ambiente calmo;repouso por pelo menos cinco minutos em ambiente calmo;
2)C2)Certificar-se de que o paciente não fumou nos 30 minutosertificar-se de que o paciente não fumou nos 30 minutos
anteriores, não ingeriu bebida alcoólica, café ou alimentos,anteriores, não ingeriu bebida alcoólica, café ou alimentos,
não praticou exercícios físicos há pelo menos uma hora enão praticou exercícios físicos há pelo menos uma hora e
se está com a bexiga cheia;se está com a bexiga cheia;
3) D3) Deve estar na posição sentada, pernas cruzadas, péseve estar na posição sentada, pernas cruzadas, pés
apoiados no chão, dorso recostado na cadeira e relaxado;apoiados no chão, dorso recostado na cadeira e relaxado;
PROCEDIMENTO:
3) O braço deve estar na altura do coração, palma da3) O braço deve estar na altura do coração, palma da
mão voltada para cima, cotovelo ligeiramente fletido;mão voltada para cima, cotovelo ligeiramente fletido;
4) 4) Obter a circunferência aproximadamente por meioObter a circunferência aproximadamente por meio
do braço, após a medida, selecionar o manguito dedo braço, após a medida, selecionar o manguito de
tamanho adequado ao braço;tamanho adequado ao braço;
5) 5) Preparar o material, separando estetoscópio ePreparar o material, separando estetoscópio e
**esfigmomanômetro adequado para o braço, caneta ouesfigmomanômetro adequado para o braço, caneta ou
lápis e Papel para registro, algodão com antisséptico.lápis e Papel pararegistro, algodão com antisséptico. 
**(Veja abaixo a tabela com as medidas corretas:)(Veja abaixo a tabela com as medidas corretas:)
6)6)Certificar-se de que o estetoscópio eCertificar-se de que o estetoscópio e
esfigmomanômetro estejam íntegros e calibrados;esfigmomanômetro estejam íntegros e calibrados;
7)7)Certifique-se de que o manguito está desinsufladoCertifique-se de que o manguito está desinsuflado
antes de ser ajustado no membro do pacienteantes de ser ajustado no membro do paciente
8)8)Higienize as mãos antes de iniciar qualquerHigienize as mãos antes de iniciar qualquer
procedimento com o paciente e ao término;procedimento com o paciente e ao término;
9)Colocar o manguito sem deixar folgas, 2 A 3 cm acima9)Colocar o manguito sem deixar folgas, 2 A 3 cm acima
da fossa cubital do braço;da fossa cubital do braço; 
10)Centralizar o meio da parte compressiva do10)Centralizar o meio da parte compressiva do
manguito sobre a artéria braquial;manguito sobre a artéria braquial; 
11) Estimar o nível da PAS pela palpação do pulso11) Estimar o nível da PAS pela palpação do pulso
radial;radial; 
12) Palpar a artéria braquial na fossa cubital e colocar12) Palpar a artéria braquial na fossa cubital e colocar
a campânula ou o diafragma do estetoscópio sema campânula ou o diafragma do estetoscópio sem
compressão excessiva;compressão excessiva;
 13) Posicionar o manômetro na altura do olho;13) Posicionar o manômetro na altura do olho;
 14) Inflar rapidamente até ultrapassar 20 a 30 mmHg o14) Inflar rapidamente até ultrapassar 20 a 30 mmHg o
nível estimado da PAS obtido pela palpação;nível estimado da PAS obtido pela palpação; 
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Pulsação é a Pulsação é a onda de expansão e contração dasonda de expansão e contração das
artériasartérias , resultantes dos batimentos cardíacos. Na , resultantes dos batimentos cardíacos. Na
palpação do pulso, verificam-se frequência, ritmo epalpação do pulso, verificam-se frequência, ritmo e
tensão das artérias. O número de pulsações normaistensão das artérias. O número de pulsações normais
no no adulto é de aproximadamente 60 a 80 batimentosadulto é de aproximadamente 60 a 80 batimentos
por minutopor minuto, sendo que algumas literaturas, sendo que algumas literaturas
consideram até 100 batimentos por minuto.consideram até 100 batimentos por minuto. 
Artérias Artérias mais comunsmais comuns para verificar a pulsação: para verificar a pulsação:
Aferição de Sinais Vitais
15)Proceder à deflação lentamente (velocidade de 2-415)Proceder à deflação lentamente (velocidade de 2-4
mmHg por segundo);mmHg por segundo); 
16)16)Determinar a PAS pela ausculta do primeiro som (fase IDeterminar a PAS pela ausculta do primeiro som (fase I
de Korotkoff) e, após aumentar ligeiramente a velocidadede Korotkoff) e, após aumentar ligeiramente a velocidade
de defl ação;de defl ação; 
17) Determinar a PAD no desaparecimento dos sons (fase V17) Determinar a PAD no desaparecimento dos sons (fase V
de Korotkoff);de Korotkoff); 
17.1) Se sons de Korotkoff estiverem fracos, faça o paciente17.1) Se sons de Korotkoff estiverem fracos, faça o paciente
levantar o braço, abrir e fechar a mão 5 a 10 vezes e inflarlevantar o braço, abrir e fechar a mão 5 a 10 vezes e inflar
o manguito rapidamente;o manguito rapidamente; 
18) Auscultar cerca de 20 a 30 mmHg abaixo do último som18) Auscultar cerca de 20 a 30 mmHg abaixo do último som
para confirmar seu desaparecimento e depois proceder àpara confirmar seu desaparecimento e depois proceder à
deflação rápida e completa;deflação rápida e completa; 
19)Se os batimentos persistirem até o nível zero,19)Se os batimentos persistirem até o nível zero,
determinar a PAD no abafamento dos sons (fase IV dedeterminar a PAD no abafamento dos sons (fase IV de
Korotkoff) e anotar valores da PAS/PAD/zero;Korotkoff) e anotar valores da PAS/PAD/zero; 
 SENDO:SENDO:
PAS: PAS: Pressão Arterial Sistólica;Pressão Arterial Sistólica; 
PAD:PAD: Pressão Arterial Diastólica; Pressão Arterial Diastólica;
HAS:HAS: Hipertersão Arterial Sistêmica; Hipertersão Arterial Sistêmica;
DCV:DCV: Doença Cardiovascular; Doença Cardiovascular;
DRC:DRC: Doença Renal Crônica; Doença Renal Crônica;
DM:DM: Diabetes Melito; Diabetes Melito;
LOA:LOA: Lesão em Órgão-Alvo. Lesão em Órgão-Alvo.
PulsoPulso
20) Realizar pelo menos duas medições, com intervalo em20) Realizar pelo menos duas medições, com intervalo em
torno de um minuto. Medições adicionais deverão sertorno de um minuto. Medições adicionais deverão ser
realizadas se as duas primeiras tiverem 5mmHg ou maisrealizadas se as duas primeiras tiverem 5mmHg ou mais
de diferença.de diferença. 
21)Aguardar 1-2 minutos entre as medidas no mesmo21)Aguardar 1-2 minutos entre as medidas no mesmo
braço;braço; 
22)Considerar a média das duas últimas medidas;22)Considerar a média das duas últimas medidas; 
23) Informar o valor de PA obtido para o paciente;23) Informar o valor de PA obtido para o paciente; 
24)Anotar os valores exatos sem “arredondamentos”, o24)Anotar os valores exatos sem “arredondamentos”, o
braço em que a PA foi medida, a posição do paciente, obraço em que a PA foi medida, a posição do paciente, o
tamanho do manguito e qualquer possível interferente.tamanho do manguito e qualquer possível interferente.
ARTÉRIA RADIAL ARTÉRIA ULNAR ARTÉRIA CARÓTIDA
ARTÉRIA TEMPORAL ARTÉRIA BRAQUIAL ARTÉRIA FEMORAL
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1)Higienizar as mãos;1)Higienizar as mãos;
2)Explicar o paciente o que vai ser feito;2)Explicar o paciente o que vai ser feito; 
3)Manter o paciente confortável, com a área de verificação3)Manter o paciente confortável, com a área de verificação
apoiados sobre a cama;apoiados sobre a cama;
4)4)Colocar o dedo indicador, anular e médio sobre artéria,Colocar o dedo indicador, anular e médio sobre artéria,
fazendo uma leve pressão, suficiente para sentir afazendo uma leve pressão, suficiente para sentir a
pulsação;pulsação;
5)P5)Procurar sentir bem o pulso antes de iniciar a contagem;rocurar sentir bem o pulso antes de iniciar a contagem;
6)Contar a pulsação periférica durante um minuto;6)Contar a pulsação periférica durante um minuto;
7)7)Se necessário, repetir a contagem;Se necessário, repetir a contagem;
8)D8)Deixar o paciente confortável;eixar o paciente confortável;
9)H9)Higienizar as mãos;igienizar as mãos;
10)R10)Realizar anotação de enfermagem.ealizar anotação de enfermagem.
Aferição de Sinais Vitais
ARTÉRIA POPLÍTEA ARTÉRIA PEDIOSAARTÉRIA TIBIAL
POSTERIOR
-Luva de procedimento;-Luva de procedimento;
-Relógio analógico ou digital.-Relógio analógico ou digital.
MATERIAL:
PROCEDIMENTO:
REGIÃO DO 
PULSO APICAL
Para a verificação do pulso apical, higienize o estetoscópioPara a verificação do pulso apical, higienize o estetoscópio
com algodão embebido em álcool 70%, coloque acom algodão embebido em álcool 70%, coloque a
campânula do estetoscópio na região hemitórax esquerdocampânula do estetoscópio na região hemitórax esquerdo
abaixo do mamilo (5º espaço intercostal) e proceda àabaixo do mamilo (5º espaço intercostal) e proceda à
ausculta por 1 minuto, em seguida higienize o estetoscópioausculta por 1 minuto, em seguida higienize o estetoscópio
e as mãos e proceda à anotação de enfermagem.e as mãos e proceda à anotação de enfermagem.
*
*
Importante!
Taquicardia e Taquisfigmia: Pulso acima do normal,Taquicardia e Taquisfigmia: Pulso acima do normal,
pulsação acelerada;pulsação acelerada;
BBradicardia ou Bradisfigmia: Pulso abaixo do normal,radicardia ou Bradisfigmia: Pulso abaixo do normal,
pulsação lenta;pulsação lenta;
PPulso Filiforme, fraco, débil: Termos que indicamulso Filiforme, fraco, débil: Termos que indicam
redução da força ou no volume do pulso periférico;redução da força ou no volume do pulso periférico;
PPulso Irregular:Os intervalos entre os batimentos sãoulso Irregular: Os intervalos entre os batimentos são
desiguais, também chamadas de arrítmicos;desiguais, também chamadas de arrítmicos;
Dicrótico: Os batimentos dão a impressão de doisDicrótico: Os batimentos dão a impressão de dois
batimentos.batimentos.
TERMINOLOGIA BÁSICA REFERENTE À PULSAÇÃO:
VALORES DE REFERÊNCIA:
ADULTOS:
CRIANÇAS:
BEBÊS:
60 A 100 BPM
80 A 120 BPM
100 A 160 BPM 
Respiração é o Respiração é o ato de inspirar e expirarato de inspirar e expirar, promovendo, promovendo
a troca de gases entre o organismo e o ambiente.a troca de gases entre o organismo e o ambiente.
A A frequência respiratória normal do frequência respiratória normal do adultoadulto oscila oscila
entre entre 16 a 20 respirações16 a 20 respirações por minuto. Em geral, a por minuto. Em geral, a
proporção entre frequência respiratória em ritmo deproporção entre frequência respiratória em ritmo de
pulso (batimento cardíaco) é de 1:4, ou seja, R = 20 epulso (batimento cardíaco) é de 1:4, ou seja, R = 20 e 
P= 80.P= 80.
DICA:DICA: A respiração, por apresentar a A respiração, por apresentar a possibilidade depossibilidade de
controle voluntáriocontrole voluntário, deve ser contada , deve ser contada sem que osem que o
paciente percebapaciente perceba: observe a respiração, procedendo: observe a respiração, procedendo
como se estivesse verificando o pulso.como se estivesse verificando o pulso.
RespiraçãoRespiração
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Taquipneia, Polipneia: Aumento do número de respiraçãoTaquipneia, Polipneia: Aumento do número de respiração
por minuto acima do normal;por minuto acima do normal;
BBradipnéia: Diminuição do número de respiração porradipnéia: Diminuição do número de respiração por
minuto abaixo do normal;minuto abaixo do normal;
AApneia: Parada respiratória;pneia: Parada respiratória;
OOrtopneia: Respiração difícil, que é facilitada em posiçãortopneia: Respiração difícil, que é facilitada em posição
vertical ou semi-sentado;vertical ou semi-sentado;
RRespiração Ruidosa, estertorosa: Respiração com ruídoespiração Ruidosa, estertorosa: Respiração com ruído
semelhante ao som de queda de água (cachoeira);semelhante ao som de queda de água (cachoeira);
RRespiração Laboriosa: respiração difícil, envolvendoespiração Laboriosa: respiração difícil, envolvendo
músculos acessórios;músculos acessórios;
RRespiração Sibilante: Respiração com sons queespiração Sibilante: Respiração com sons que
assemelham a assobios;assemelham a assobios;
 Dispneia:Dispneia: Dificuldade ou dor ao respirar;Dificuldade ou dor ao respirar;
Eupnéia: Respiração normal.Eupnéia: Respiração normal.
TERMINOLOGIA BÁSICA REFERENTE À RESPIRAÇÃO:
 1)Higienizar as mãos;1)Higienizar as mãos;
 2)Deitar o paciente ou sentá-lo confortavelmente;2)Deitar o paciente ou sentá-lo confortavelmente;
 3)Observar os movimentos de abaixamento e elevação do3)Observar os movimentos de abaixamento e elevação do
tórax. Os dois movimentos (inspiração e expiração) somamtórax. Os dois movimentos (inspiração e expiração) somam
UM movimento respiratório;UM movimento respiratório;
4)C4)Colocar a mão no pulso do paciente olocar a mão no pulso do paciente a fim de que ele nãoa fim de que ele não
perceba a contagemperceba a contagem da respiração para não alterá-la; da respiração para não alterá-la;
5)Contar durante um minuto os movimentos respiratórios;5)Contar durante um minuto os movimentos respiratórios;
6)6)Deixar o paciente confortável;Deixar o paciente confortável;
7)H7)Higienizar as mãos ;igienizar as mãos ;
8)R8)Realizar anotação de enfermagem.ealizar anotação de enfermagem.
Aferição de Sinais Vitais
-Relógio analógico com ponteiro ou digital.-Relógio analógico com ponteiro ou digital.
MATERIAL:
PROCEDIMENTO:
VALORES DE REFERÊNCIA:
RECÉM NASCIDOS:
LACTENTES:
PRÉ ESCOLARES:
40 A 45 RPM
25 A 35 RPM
20 A 35 RPM
ESCOLARES:
ADULTOS:
18 A 35 RPM
16 A 20 RPM
ANORMALIDADES RESPIRATÓRIAS:
Alguns distúrbios que acometem o sistemaAlguns distúrbios que acometem o sistema
respiratório podem acabar por alterar asrespiratório podem acabar por alterar as
características fisiológicas da respiração e características fisiológicas da respiração e promoverpromover
a instalação de alterações do ritmo respiratório quea instalação de alterações do ritmo respiratório que
fogem do padrão normal.fogem do padrão normal. São alterações do Ritmo São alterações do Ritmo
Respiratório: Respiratório: Ritmo de Cheyne-Stokes, Kussmaul,Ritmo de Cheyne-Stokes, Kussmaul,
Taquipneia, Bradipneia, Ritmo de Biot, Hiperpneia,Taquipneia, Bradipneia, Ritmo de Biot, Hiperpneia,
Dispneia Suspirosa, Apneia e Ritmo de CataniDispneia Suspirosa, Apneia e Ritmo de Catani. Veja. Veja
abaixo:abaixo:
CHEYNE-STOKES:
Ritmo respiratório em que as incursões Ritmo respiratório em que as incursões AUMENTAMAUMENTAM
progressivamente de amplitude progressivamente de amplitude até o máximoaté o máximo e após e após
isso, isso, DIMINUEM até uma apnéia.DIMINUEM até uma apnéia. 
Nessa última fase, observam-se Nessa última fase, observam-se diminuição do tônusdiminuição do tônus
do paciente, pupilas mióticas e resposta mínima ado paciente, pupilas mióticas e resposta mínima a
estímulos externos.estímulos externos. Está relacionada a lesõesEstá relacionada a lesões
cerebrais difusas ou nos hemisférios.cerebrais difusas ou nos hemisférios.
RESPIRAÇÃO ATÁXICA OU BIOT:
É determinada por uma É determinada por uma constante irregularidade,constante irregularidade,
com inspirações profundas esporádicas.com inspirações profundas esporádicas. É causadaÉ causada
por lesões cerebrais difusas, depressão do centropor lesões cerebrais difusas, depressão do centro
respiratório, lesão medular e compressão do bulbo.respiratório, lesão medular e compressão do bulbo.
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É caracterizada por É caracterizada por respirações profundas e rápidasrespirações profundas e rápidas,,
causadas principalmente por acidose metabólica, coma,causadas principalmente por acidose metabólica, coma,
infarto agudo do miocárdio, lesão de ponte e ansiedade.infarto agudo do miocárdio, lesão de ponte e ansiedade.
Consiste na Consiste na presença de inspirações profundas,presença de inspirações profundas,
esporádicas, em meio a um ritmo respiratório normalesporádicas, em meio a um ritmo respiratório normal..
Ela se manifesta, em geral, em indivíduos comEla se manifesta, em geral, em indivíduos com
distúrbios psicológicosdistúrbios psicológicos ou, de maneira mais ou, de maneira mais
corriqueira, devido a um eventual quadro emocionalcorriqueira, devido a um eventual quadro emocional
ou de mudança de humor mais agudo.ou de mudança de humor mais agudo.
Aferição de Sinais Vitais
HIPERPNEIA:
RESPIRAÇÃO DE KUSSMAUL:
InpiraçõesInpirações profundas seguidas de pausas e expiraçõesprofundas seguidas de pausas e expirações
curtas também seguidas de pausas. curtas também seguidas de pausas. Dentre as suasDentre as suas
possíveis causas, a principal é a vigência de acidose, compossíveis causas, a principal é a vigência de acidose, com
destaque para a acidose diabética, complicação possíveldestaque para a acidose diabética, complicação possível
da Diabetes Melitus, principalmente do tipo Ida Diabetes Melitus, principalmente do tipo I (DM1). (DM1).
RITMO DE CANTANI:
O ritmo de Cantani é caracterizado pelo O ritmo de Cantani é caracterizado pelo aumento daaumento da
amplitude dos movimentos respiratóriosamplitude dos movimentos respiratórios, de modo regular, de modo regular
e secundário à presença de acidose metabólica.e secundário à presença de acidose metabólica. Tal ritmo Tal ritmo
pode ser evidenciado, por exemplo, em casos depode ser evidenciado, por exemplo, em casos de
cetoacidose diabética e de insuficiência renalcetoacidose diabética e de insuficiência renal. No entanto,. Noentanto,
vale lembrar que, vale lembrar que, à medida que ocorre o agravamento daà medida que ocorre o agravamento da
acidose metabólica, pode haver o surgimento do ritmo deacidose metabólica, pode haver o surgimento do ritmo de
Kussmaul,Kussmaul, traduzido pela alternância sequencial de traduzido pela alternância sequencial de
apneias inspiratórias e expiratórias (veja logo a seguir).apneias inspiratórias e expiratórias (veja logo a seguir).
APNÉIA:
Ausência ou interrupção momentânea da respiração.Ausência ou interrupção momentânea da respiração.
É observada em disfunções do SNC, fadiga muscular,É observada em disfunções do SNC, fadiga muscular,
obstrução de vias aéreas ou distúrbio da conduçãoobstrução de vias aéreas ou distúrbio da condução
neural.neural.
As apneias de As apneias de origemorigem obstrutivaobstrutiva apresentamapresentam
mobilidade da caixa torácica, mas não há fluxo de armobilidade da caixa torácica, mas não há fluxo de ar..
Já nas de Já nas de origem centralorigem central, indicação absoluta de, indicação absoluta de
entubação traqueal, entubação traqueal, não se observa fluxo de ar nemnão se observa fluxo de ar nem
movimentação da caixa torácica.movimentação da caixa torácica.
DISPNEIA SUSPIROSA:
TAQUIPNÉIA 
Consiste na Consiste na aceleração do ritmo respiratório (FR > 20)aceleração do ritmo respiratório (FR > 20)..
Diferentes situações podem desencadear estaDiferentes situações podem desencadear esta
condição, como:condição, como: acidose metabólica, patologias acidose metabólica, patologias
restritivas do tórax, atelectasias, Síndrome dorestritivas do tórax, atelectasias, Síndrome do
Desconforto Respiratório Agudo (SDRA), distúrbios daDesconforto Respiratório Agudo (SDRA), distúrbios da
ventilação mecânica com o paciente (auto-PEEP),ventilação mecânica com o paciente (auto-PEEP),
acúmulo de secreção traqueal, obstrução das viasacúmulo de secreção traqueal, obstrução das vias
aéreas artificiais, barotrauma, dor e hipoxemiaaéreas artificiais, barotrauma, dor e hipoxemia.. 
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A bradipneia (FR<16) está relacionada à A bradipneia (FR<16) está relacionada à depressão dodepressão do
sistema nervoso central (SNC)sistema nervoso central (SNC), muitas vezes induzida por, muitas vezes induzida por
drogas e traumas.drogas e traumas.
Aferição de Sinais Vitais
BRADIPNÉIA:
 Temperatura Corporal Temperatura Corporal é o equilíbrio entre produção eé o equilíbrio entre produção e
perda de calor no organismo,perda de calor no organismo, mediado pelo Centro mediado pelo Centro
Termorregulador que é chamado de hipotálamo,Termorregulador que é chamado de hipotálamo,
localizado no cérebro.localizado no cérebro.
PPode ser verificada nas regiões axilares, inguinal, bucal eode ser verificada nas regiões axilares, inguinal, bucal e
retal.retal. A região axilar é a mais comumente verificada, A região axilar é a mais comumente verificada,
porém, porém, as mais fidedignas são a as mais fidedignas são a temperatura oral e retaltemperatura oral e retal,,
por serem internas e não sofrerem alterações do ambientepor serem internas e não sofrerem alterações do ambiente
externo.externo.
TemperaturaTemperatura
1)Preparar o material;1)Preparar o material;
2)Higienizar as mãos;2)Higienizar as mãos;
3)Orientar o paciente sobre o procedimento a ser3)Orientar o paciente sobre o procedimento a ser
realizado;realizado;
4)Realizar desinfecção do termômetro, do bulbo para o4)Realizar desinfecção do termômetro, do bulbo para o
corpo, com algodão embebido em álcool 70%;corpo, com algodão embebido em álcool 70%;
5)Secar as axilas com a toalha do paciente;5)Secar as axilas com a toalha do paciente;
6)Ligar o termômetro, aguardar indicação de leitura,6)Ligar o termômetro, aguardar indicação de leitura,
colocar o termômetro na região axilar e retirar apóscolocar o termômetro na região axilar e retirar após
toque do alarme;toque do alarme;
7)Realizar desinfecção do termômetro, do corpo para o7)Realizar desinfecção do termômetro, do corpo para o
bulbo, com algodão embebido em álcool 70%;bulbo, com algodão embebido em álcool 70%;
8)Recolher o material;8)Recolher o material;
9)Higienizar as mãos;9)Higienizar as mãos;
10)Realizar anotação de enfermagem.10)Realizar anotação de enfermagem.
-Bandeja contendo luva de procedimento (se necessário-Bandeja contendo luva de procedimento (se necessário
para aferição de Temperatura Retal) e termômetropara aferição de Temperatura Retal) e termômetro
digital;digital;
-Bola de algodão e álcool 70%.-Bola de algodão e álcool 70%.
MATERIAL:
PROCEDIMENTO:
Pirexia, hipertermia: e hiperpirexia:Pirexia, hipertermia: e hiperpirexia: Aumento da Aumento da
temperatura corporal temperatura corporal acima de 37,8ºCacima de 37,8ºC;;
Subfebril e febril:Subfebril e febril: Aumento da temperatura corporal Aumento da temperatura corporal
de de 37.1º a 37.7ºC.37.1º a 37.7ºC.
HHipotermia e hipopirexia:ipotermia e hipopirexia: Redução da temperatura Redução da temperatura
corporal corporal abaixo de 35°C;abaixo de 35°C;
TERMINOLOGIA BÁSICA REFERENTE À
TEMPERATURA:
É uma É uma experiência sensorialexperiência sensorial e emocionale emocional
desagradável, associada a um dando real ou potencialdesagradável, associada a um dando real ou potencial
dos tecidos, ou descrita em termos de tais danos,dos tecidos, ou descrita em termos de tais danos, pode pode
ser aguda ou crônica.ser aguda ou crônica.
DorDor
DOR AGUDA:
Está relacionada a Está relacionada a afecções traumáticas, infecciosasafecções traumáticas, infecciosas
ou inflamatóriasou inflamatórias; há expectativa de desaparecimento; há expectativa de desaparecimento
após a cura da lesão. Há respostas neurovegetativasapós a cura da lesão. Há respostas neurovegetativas
associadas que afetam os valores dos SSVV.associadas que afetam os valores dos SSVV.
DOR CRÔNICA:
É aquela que É aquela que persiste após um tempo razoávelpersiste após um tempo razoável para para
cura de uma lesão ou que está associada a processoscura de uma lesão ou que está associada a processos
patológicos crônicos, que causam dor contínua oupatológicos crônicos, que causam dor contínua ou
recorrente.recorrente.
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Autorrelato:Autorrelato: É a descrição das características da dorÉ a descrição das características da dor
é indicado para o indivíduo com capacidade deé indicado para o indivíduo com capacidade de
compreensão e verbalização;compreensão e verbalização;
Observação do Comportamento:Observação do Comportamento: Vocalização-choro,Vocalização-choro,
gemidos; Expressão facial-contração muscular;gemidos; Expressão facial-contração muscular;
Movimento corporal e postural de proteção.Movimento corporal e postural de proteção.
Biológico:Biológico: Alteração dos valores dos sinais vitais:Alteração dos valores dos sinais vitais:
Pressão Arterial, Frequência Respiratória ePressão Arterial, Frequência Respiratória e
Frequência Cardíaca.Frequência Cardíaca.
Aferição de Sinais Vitais
 Deve ser realizada por meio de exame físico, avaliando-Deve ser realizada por meio de exame físico, avaliando-
se as características da dor, aspectosse as características da dor, aspectos
psicossocioculturais do indivíduo e os prejuízos advindospsicossocioculturais do indivíduo e os prejuízos advindos
da dor.da dor.
AVALIAÇÃO DA EXPERIÊNCIA DOLOROSA:
ESTRATÉGIAS PARA AVALIAÇÃO DA DOR:
INSTRUMENTOS PARA AVALIAÇÃO DA DOR:
DOR LEVE DOR MODERADA DOR INTENSASEM DOR
ESCALA NUMÉRICA DE 0 A 10:
ESCALA DE DOR FACIAL:
Após avaliação da dor, Após avaliação da dor, devem ser estabelecidasdevem ser estabelecidas
condutas de controle e alívio da queixa dolorosacondutas de controle e alívio da queixa dolorosa..
Valores menores que 5, utilizar medidas Valores menores que 5, utilizar medidas nãonão
farmacológicasfarmacológicas,, e e maiores que5, utilizar medidasmaiores que 5, utilizar medidas
farmacológicas.farmacológicas.
TratamentoTratamento 
Farmacológico: Farmacológico: É a É a utilização de fármacosutilização de fármacos
(periféricos, central ou combinado)(periféricos, central ou combinado),, que devem ser que devem ser
administrados conforme a prescrição médica. administrados conforme a prescrição médica. Após aApós a
administração do medicamento (em torno de 60min),administração do medicamento (em torno de 60min),
é necessário que se faça uma avaliação de melhora oué necessário que se faça uma avaliação de melhora ou
piora dessa dor,piora dessa dor, para que o profissional possa dar para que o profissional possa dar
prosseguimento ao tratamento do paciente.prosseguimento ao tratamento do paciente.
Não farmacológico:Não farmacológico: É o É o controle da dor por meio decontrole da dor por meio de
técnicas de distração relaxamentotécnicas de distração relaxamento, pode ser utilizada, pode ser utilizada
estimulação cutânea com compressas frias, mornas,estimulação cutânea com compressas frias, mornas,
compressas com solução mentoladacompressas com solução mentolada, etc., etc.
1)Avaliar e mensurar a dor, utilizando escalas de1)Avaliar e mensurar a dor, utilizando escalas de
mensuração;mensuração;
2)Avaliar fatores de melhora e de piora;2)Avaliar fatores de melhora e de piora;
3)Administrar medicações conforme prescrição3)Administrar medicações conforme prescrição
médica;médica;
4)Administrar técnica não farmacológica;4)Administrar técnica não farmacológica;
5)Reavaliar dor após conduta depois de 1 hora;5)Reavaliar dor após conduta depois de 1 hora;
6)Valorizar a queixa da dor, lembrando-se sempre dos6)Valorizar a queixa da dor, lembrando-se sempre dos
padrões culturais de cada paciente;padrões culturais de cada paciente;
6)Descrever a avaliação da dor e conduta em anotação6)Descrever a avaliação da dor e conduta em anotação
de enfermagem.de enfermagem.
PROCEDIMENTO:
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Medula Espinhal;Medula Espinhal;
Cérebro;Cérebro;
Bulbo (ou medula oblonga);Bulbo (ou medula oblonga);
Cerebelo; eCerebelo; e
Ponte.Ponte.
SNCSNCSNC
SNPSNPSNP
Procedimentos Relacionados 
ao Sistema Neurológico
O Sistema NervosoO Sistema Nervoso é responsável pela maioria das funções de controle em um organismo, coordenando e é responsável pela maioria das funções de controle em um organismo, coordenando e
regulando as atividades corporaisregulando as atividades corporais. Este . Este é dividido em Sistema Nervoso Central (SNC) e Sistema Nervosoé dividido em Sistema Nervoso Central (SNC) e Sistema Nervoso
Periférico (SNP)Periférico (SNP).. 
OS PRINCIPAIS COMPONENTES DO SNC SÃO: 
OS PRINCIPAIS COMPONENTES DO SNP SÃO: 
Para avaliação deste sistema, veja a seguir algumasPara avaliação deste sistema, veja a seguir algumas
escalas que podem propiciar uma avaliação maisescalas que podem propiciar uma avaliação mais
fidedigna, de forma padronizada:fidedigna, de forma padronizada:
 ESCALA DE COMA DE GLASGOW:
É um instrumento para avaliar a resposta do paciente aosÉ um instrumento para avaliar a resposta do paciente aos
estímulos oculares, verbais e motoresestímulos oculares, verbais e motores. A . A escala forneceescala fornece
parâmetros para o profissional por meio da avaliaçãoparâmetros para o profissional por meio da avaliação
criteriosa sobre a evolução do Estado Clínico do paciente.criteriosa sobre a evolução do Estado Clínico do paciente.
AApós o somatório dos valores obtidos com melhorespós o somatório dos valores obtidos com melhores
respostas ocular, motora e verbal, obtém-se o score final,respostas ocular, motora e verbal, obtém-se o score final, 
 que varia entre 3 e 15. que varia entre 3 e 15. Se for obtido um somatório comSe for obtido um somatório com
score abaixo de 10, é um indicativo de que existescore abaixo de 10, é um indicativo de que existe
necessidade de atenção; um score de 7 ou menor,necessidade de atenção; um score de 7 ou menor,
geralmente é interpretado como COMA. geralmente é interpretado como COMA. O valor normal éO valor normal é
de 15.de 15.
 ESCALA PARA AVALIAR A FUNÇÃO MOTORA:
A função motora A função motora é frequentemente avaliada ao seé frequentemente avaliada ao se
observarem os movimentos espontâneos.observarem os movimentos espontâneos.
AAs respostas anormaiss respostas anormais são a falta de resposta motora são a falta de resposta motora
ou as respostas de extensão do membro afetadoou as respostas de extensão do membro afetado, o que, o que
indica um prognóstico ruim.indica um prognóstico ruim.
Nervos;Nervos;
Gânglios;Gânglios;
Terminações nervosas;Terminações nervosas;
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01
02
03
04
05
06
Ansioso, agitado ou inquieto.
Cooperativo, aceitando ventilação, orientado e tranquilo.
Dormindo, resposta discreta ao estímulo tátil ou auditivo.
Dormindo, resposta mínima ao estímulo tátil ou auditivo.
Sem resposta a estímulo auditivo ou tátil, porém com resposta à dor.
Sem resposta a estímulos dolorosos.
01 Sed. Inadequada
02 Aceitável
03 Aceitável
04 Aceitável
05 Sed. Excessiva
06 Sed. Excessiva
GRAU DE SEDAÇÃO RESULTADOS
N
ÍV
EL
 C
LÍ
N
IC
O
1 2 3 4 5 6 7 8 9
 Isocóricas:Isocóricas: São do mesmo tamanhoSão do mesmo tamanho e reagem à luz; e reagem à luz; 
Anisocóricas:Anisocóricas: Quando Quando apresentam tamanhos diferentesapresentam tamanhos diferentes,,
ou seja, uma está contraída e a outra dilatada. (AVC, TCE)ou seja, uma está contraída e a outra dilatada. (AVC, TCE)
Midríase:Midríase: Quando estas se apresentam Quando estas se apresentam grandes egrandes e
dilatadasdilatadas; (Anóxia, hipóxia severa, inconsciência, estado; (Anóxia, hipóxia severa, inconsciência, estado
de choque, parada cardíaca, TCE)de choque, parada cardíaca, TCE)
Mióticas:Mióticas: Quando Quando ambas estão contraídasambas estão contraídas e não e não
apresentam reação à luz. (Lesão do SNC, uso abusivo deapresentam reação à luz. (Lesão do SNC, uso abusivo de
drogas (toxinas).drogas (toxinas).
TIPOS DE PUPILAS:
 É feita por meio da É feita por meio da avaliação da reatividade e do tamanho dasavaliação da reatividade e do tamanho das
pupilaspupilas, devemos avaliar sua resposta à luz, , devemos avaliar sua resposta à luz, incidindo a luz daincidindo a luz da
lanterna sobre cada pupilalanterna sobre cada pupila. . Assim que a luz focar a pupila, ela seAssim que a luz focar a pupila, ela se
contrairá e relaxará, indicando que o paciente não tem alteraçõescontrairá e relaxará, indicando que o paciente não tem alterações
neurológicasneurológicas, mas , mas a ausência dessa resposta pode indicara ausência dessa resposta pode indicar
alterações.alterações.
 O tamanho das pupilas deve ser mensurado com régua própria;O tamanho das pupilas deve ser mensurado com régua própria;
seu tamanho ideal é entre 3,5 e 5,0mm. No momento daseu tamanho ideal é entre 3,5 e 5,0mm. No momento da
mensuração, o examinador pode realizar uma avaliaçãomensuração, o examinador pode realizar uma avaliação
comparativa entre uma pupila e outra, podendo detectarcomparativa entre uma pupila e outra, podendo detectar
assimetrias que também indicam alterações neurológicas. Veja aassimetrias que também indicam alterações neurológicas. Veja a
seguir:seguir:
 ESCALA DE RAMSAY PARA AVALIAÇÃO DA SEDAÇÃO:
A Escala de RamseyA Escala de Ramsey é utilizada para avaliar o nível de sedação é utilizada para avaliar o nível de sedação em em
pacientes pacientes sob efeito de medicações sedativos.sob efeito de medicações sedativos.
AVALIAÇÃO PUPILAR (REFLEXO FOTOMOTOR)
Procedimentos Relacionados ao 
Sistema Respiratório
A palavra A palavra Midríase é maior que MioseMidríase é maior que Miose, com isso, midríase, com isso, midríase
refere-se a refere-se a dilataçãodilatação das pupilas, ou seja, o aumento das das pupilas,ou seja, o aumento das
pupilas, enquanto pupilas, enquanto Miose é menorMiose é menor, refere-se a , refere-se a diminuiçãodiminuição das das
pupilas.pupilas.
Midríase:Midríase: Palavra MAIOR = AUMENTO das pupilas= dilatação; Palavra MAIOR = AUMENTO das pupilas= dilatação;
Miose:Miose: Palavra MENOR= DIMINUIÇÃO das pupilas= retração; Palavra MENOR= DIMINUIÇÃO das pupilas= retração;
se liga na dica!
ESCALA DE TAMANHO DAS PUPILAS (MM)
O Sistema Respiratório humanoO Sistema Respiratório humano é constituído por dois pulmões e por várias estruturas que conduzem o ar para dentro e para fora das é constituído por dois pulmões e por várias estruturas que conduzem o ar para dentro e para fora das
cavidades pulmonarescavidades pulmonares. Estas estruturas são: . Estas estruturas são: fossas nasais,fossas nasais, a boca, a faringe, a laringe, a traqueia, os brônquios, os bronquíolos e osa boca, a faringe, a laringe, a traqueia, os brônquios, os bronquíolos e os
alvéolosalvéolos, sendo que os brônquios, bronquíolos e alvéolos localizam-se na parte interna dos pulmões., sendo que os brônquios, bronquíolos e alvéolos localizam-se na parte interna dos pulmões.
O Sistema Respiratório é responsável pelo O Sistema Respiratório é responsável pelo fornecimento defornecimento de
oxigênio e remoção de gás carbônicooxigênio e remoção de gás carbônico do organismo, auxilia do organismo, auxilia
também no metabolismo celular e atua em conjunto com o sistematambém no metabolismo celular e atua em conjunto com o sistema
circulatório.circulatório.
FUNÇÃO DO SISTEMA RESPIRATÓRIO:
INSPIRAÇÃO:INSPIRAÇÃO: Promove a Promove a entrada de arentrada de ar nos pulmões, esta nos pulmões, esta
ocorre pela ocorre pela contraçãocontração da musculatura do diafragma e dos da musculatura do diafragma e dos
músculos intercostais. O diafragma abaixa e as costelasmúsculos intercostais. O diafragma abaixa e as costelas
elevam-se, promovendo o aumento da caixa torácica forçandoelevam-se, promovendo o aumento da caixa torácica forçando
o ar a entrar nos pulmões.o ar a entrar nos pulmões. 
EXPIRAÇÃO:EXPIRAÇÃO: Promove a Promove a saída de arsaída de ar dos pulmões, esta ocorre dos pulmões, esta ocorre
pelo pelo relaxamentorelaxamento da musculatura do diafragma e dos da musculatura do diafragma e dos
músculos intercostais.músculos intercostais. 
INSPIRAÇÃO & EXPIRAÇÃO:
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43
•Cânula nasal dupla estéril;
•Umidificador
•Extensão plástica ou de borracha estéril;
•Fluxômetro calibrado para rede de oxigênio;
•50 ml de água destilada estéril;
•Luvas de procedimento.
•Fluxômetro calibrado;
•Rede de oxigênio ou ar comprimido; 
•Inalador desinfetado ou esterilizado;
•Máscara e extensão de borracha;
•Soro fisiológico ou água destilada cpm;
•Solução medicamentosa, conforme prescrição médica.
O diafragma eleva-se e as costelas abaixam, o que diminui oO diafragma eleva-se e as costelas abaixam, o que diminui o
volume da caixa torácica, forçando o ar a sair dos pulmões.volume da caixa torácica, forçando o ar a sair dos pulmões. 
Este é um processo fisiológico que em alguns pacientes podemEste é um processo fisiológico que em alguns pacientes podem
estar comprometido, não funcionando adequadamente. Paraestar comprometido, não funcionando adequadamente. Para
propor a melhora da respiração nesses casos, podemos realizarpropor a melhora da respiração nesses casos, podemos realizar
alguns procedimentos de enfermagem relacionados àalguns procedimentos de enfermagem relacionados à
OXIGENOTERAPIA:OXIGENOTERAPIA:
 A Oxigenoterapia A Oxigenoterapia é definida como a administração de oxigênioé definida como a administração de oxigênio
com finalidade terapêuticacom finalidade terapêutica. Ela é indicada quando o paciente. Ela é indicada quando o paciente
apresenta os seguintes sinais e sintomas:apresenta os seguintes sinais e sintomas:
 -Respiração ruidosa;-Respiração ruidosa;
- Taquipneia;- Taquipneia;
 -Taquicardia;-Taquicardia;
 -Ortopneia (dificuldade de respirar estando deitado, respirando-Ortopneia (dificuldade de respirar estando deitado, respirando
melhor apenas na posição sentado) - Saturação de oxigênio menormelhor apenas na posição sentado) - Saturação de oxigênio menor
que 90%;que 90%;
-Agitação, cansaço, cianose, batimentos de asa de nariz-Agitação, cansaço, cianose, batimentos de asa de nariz
(alargamento e abertura das narinas durante a respiração).(alargamento e abertura das narinas durante a respiração). 
A seguir, descreveremos alguns procedimentos de EnfermagemA seguir, descreveremos alguns procedimentos de Enfermagem
relacionados à oferta de oxigênio:relacionados à oferta de oxigênio:
OXIGENOTERAPIA
O oxigênio O oxigênio é um procedimento terapêutico destinado a prevenir eé um procedimento terapêutico destinado a prevenir e
tratar a hipóxia, proporcionando aumento do conteúdo detratar a hipóxia, proporcionando aumento do conteúdo de
oxigênio no sangue arterialoxigênio no sangue arterial, desta forma, desta forma deve ser prescrito pelo deve ser prescrito pelo
médicomédico e determinará o volume de oxigênio necessário para cada e determinará o volume de oxigênio necessário para cada
paciente.paciente.
OXIGENOTERAPIA COM CÂNULA NASAL:
Material:
•Orientar o paciente sobre o procedimento;
•Higienizar as mãos;
•Calçar as luvas;
•Colocar a paciente em posição confortável, no geral fowler ou
semi-fowler;
•Realizar higiene das narinas;
Procedimento:
•Introduzir aproximadamente 5 cm do cateter em uma das
narinas;
 Abrir o fluxômetro conforme a prescrição médica
*A água do umidificador deve ser recolocada quando estiver
abaixo do nível*
•Retirar as luvas e higienizar as mãos;
•Realizar anotação de enfermagem.
É um método É um método utilizado para administrar medicamentos,utilizado para administrar medicamentos,
fluidificar secreções e oferecer aporte de oxigêniofluidificar secreções e oferecer aporte de oxigênio, desta, desta
forma deve ser prescrito pelo médico e determinará o volumeforma deve ser prescrito pelo médico e determinará o volume
e tipo de diluente, e e tipo de diluente, e a prescrição ou não de broncodilatadoresa prescrição ou não de broncodilatadores
e o mucoliticose o mucoliticos..
INALAÇÃO
Material:
•Orientar o paciente quanto ao procedimento;
•Higienizar as mãos;
•Calçar as luvas;
•Colocar o paciente em fowler ou semi-fowler;
•Preparar a inalação cpm;
•Instalar a inalação do paciente;
•Abrir o fluxômetro de 5 a 8l/min ou cpm;
•Desligar o fluxômetro ao término da inalação e posicionar o
paciente confortavelmente;
•Realizar a higiene do inalador conforme protocolo
institucional;
•Retirar as luvas e higienizar as mãos;
•Realizar anotação de enfermagem.
Procedimento:
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É um métodoÉ um método utilizado para fluidificar secreções e oferecer aporte utilizado para fluidificar secreções e oferecer aporte
de oxigêniode oxigênio, desta forma deve ser prescrita pelo médico, o qual, desta forma deve ser prescrita pelo médico, o qual
determinará o volume de oxigênio necessário para cada paciente.determinará o volume de oxigênio necessário para cada paciente.
 Tem o objetivo de:Tem o objetivo de:
-U-Umidificar o ar inspirado;midificar o ar inspirado;
-O-Oferecer aporte de oxigênio; eferecer aporte de oxigênio; e
-F-Fluidificar secreções.luidificar secreções.
NEBULIZAÇÃO
•Fluxômetro calibrado para rede de oxigênio;
•Máscara de nebulização simples ou *Venturi de tamanho
adequado;
•Extensão plástica corrugada (traqueia) estéril;
•250 ml de água destilada estéril;
•Frasco nebulizador;
•Etiqueta adesiva para identificação.
Material:
•Orientar o paciente sobre o procedimento;
•Higienizar as mãos;
•Calçar as luvas;
•Colocar a paciente em posição confortável, no geral fowler ou semi-
fowler;
•Colocar máscara no paciente já conectada na traqueia;
•Abrir fluxômetro cpm;
*Aágua do frasco nebulizador dor deve ser mantida no nível
indicado no frasco e trocada conforme rotina da instituição*;
•Retirar as luvas e higienizar as mãos;
•Realizar anotação de enfermagem.
Procedimento:
*MÁSCARA DE VENTURI
São tubos introduzidos dentro do canal traqueal que têm comoSão tubos introduzidos dentro do canal traqueal que têm como
objetivo manter as vias aéreas desobstruídas, proteger as viasobjetivo manter as vias aéreas desobstruídas, proteger as vias
aéreas isolando-as do aparelho digestivo, permitir aaéreas isolando-as do aparelho digestivo, permitir a
ventilação com pressão positiva e facilitar a aspiração deventilação com pressão positiva e facilitar a aspiração de
secreções da traquéia e dos brônquiossecreções da traquéia e dos brônquios. Podem ser metálicos ou. Podem ser metálicos ou
de plástico.de plástico.
TUBAGENS TRAQUEAIS (TRAQUEOSTOMIA - TQT)
INCISÃO PARA INSERÇÃO DA 
CÂNULA DE TRAQUEOSTOMIA
-Manter o traqueostoma pérvio, aspirando-o sempre que-Manter o traqueostoma pérvio, aspirando-o sempre que
necessário e mantendo a parte interna da cânula limpa e semnecessário e mantendo a parte interna da cânula limpa e sem
sujidades internas, por meio da lavagem diária;sujidades internas, por meio da lavagem diária;
-M-Manter a cânula de traqueostomia presa por cadarçoanter a cânula de traqueostomia presa por cadarço
cirúrgico, limpo e seco, realizando sua troca diariamente oucirúrgico, limpo e seco, realizando sua troca diariamente ou
sempre que necessário.sempre que necessário.
CUIDADOS NA MANUTENÇAO DO TRAQUEOSTOMA
SONDA DE ASPIRAÇÃO
CADARÇO
Procedimentos Relacionados ao 
Sistema Respiratório
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AsAs principais indicações principais indicações da drenagem torácica são: da drenagem torácica são:
--Pneumotorax: Pneumotorax: quando há quando há acúmulo de aracúmulo de ar na cavidade pleural; na cavidade pleural;
--Hemotórax:Hemotórax: quando há quando há acúmulo de sangue acúmulo de sangue na cavidade pleural;na cavidade pleural;
--Epiema pleural:Epiema pleural: quando há quando há acúmulo de pusacúmulo de pus na cavidade pleural; na cavidade pleural;
--Hidrotórax:Hidrotórax: quando há quando há acúmulo de líquidoacúmulo de líquido na cavidade pleural; na cavidade pleural;
--Quilotórax:Quilotórax: quando há quando há acúmulo de linfaacúmulo de linfa na cavidade pleural. na cavidade pleural.
Consiste na Consiste na introdução de um dreno tubular em uma dasintrodução de um dreno tubular em uma das
cavidades pleurais através de uma incisão cirúrgicacavidades pleurais através de uma incisão cirúrgica, com o, com o
objetivo de retirar coleções líquidas ou gasosas que venham aobjetivo de retirar coleções líquidas ou gasosas que venham a
interferir no bom funcionamento do sistema respiratóriointerferir no bom funcionamento do sistema respiratório..
DRENAGEM DE TÓRAX
O O COREN-SPCOREN-SP relacionou algumas boas práticas de enfermagem relacionou algumas boas práticas de enfermagem
com cuidados com drenos de tórax, com cuidados com drenos de tórax, envolvendo a troca seloenvolvendo a troca selo
d’água, a troca do sistema de drenagem e desobstrução do drenod’água, a troca do sistema de drenagem e desobstrução do dreno
de tóraxde tórax, confira:, confira:
CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM O DRENO DE TÓRAX:
CUIDADOS COM A TROCA DO SELO D'ÁGUA:
-Preparar o paciente-Preparar o paciente e a família sobre o procedimento a ser e a família sobre o procedimento a ser
realizado;realizado;
--Higienizar as mãos;Higienizar as mãos;
--Organizar o material adequado para o procedimento;Organizar o material adequado para o procedimento;
--Abrir o recipiente de solução salina ou de água;Abrir o recipiente de solução salina ou de água;
--Abrir o sistema de drenagem e deixá-lo em pé;Abrir o sistema de drenagem e deixá-lo em pé;
--Encher os frascos ou câmara em nível apropriado, até que Encher os frascos ou câmara em nível apropriado, até que o finalo final
da haste esteja 2 cm abaixo do nível do líquidoda haste esteja 2 cm abaixo do nível do líquido ou até a linha de ou até a linha de
marcação a ser atingida;marcação a ser atingida;
-Se a aspiração for utilizada, despejar o líquido dentro do orifício-Se a aspiração for utilizada, despejar o líquido dentro do orifício
de controle de aspiração até a quantidade designada serde controle de aspiração até a quantidade designada ser
alcançada usualmente 20 cm de nível de pressão de água;alcançada usualmente 20 cm de nível de pressão de água;
-Calça-Calçar as luvas e conectar o sistema de drenagem ao dreno der as luvas e conectar o sistema de drenagem ao dreno de
tórax e à fonte de aspiração se esta for indicada;tórax e à fonte de aspiração se esta for indicada;
--Conectar o dreno ao tubo de entrada de coleta de drenagem doConectar o dreno ao tubo de entrada de coleta de drenagem do
frasco ou câmara;frasco ou câmara;
--Manter as pontas dos conectores estéreisManter as pontas dos conectores estéreis;;
--Marcar o nível original de líquido com adesivo na parte externaMarcar o nível original de líquido com adesivo na parte externa
da unidade de drenagem;da unidade de drenagem;
--MMarcar a data e o horário no nível de drenagem.arcar a data e o horário no nível de drenagem.
CUIDADOS COM A TROCA DO SISTEMA DE DRENAGEM :
-Se estiver trocando o sistema de drenagem, -Se estiver trocando o sistema de drenagem, solicitar aosolicitar ao
pacientepaciente para inspirar profundamente, segurar o ar e abaixar- para inspirar profundamente, segurar o ar e abaixar-
se levementese levemente enquanto o sistema está sendo trocado de modo enquanto o sistema está sendo trocado de modo
rápido;rápido;
--Pinçar o drenoPinçar o dreno por alguns minutos enquanto realiza a troca; por alguns minutos enquanto realiza a troca;
-Se a -Se a indicação da drenagem for devido a presença deindicação da drenagem for devido a presença de
pneumotórax, pinçar o dreno por período mínimo, apenas parapneumotórax, pinçar o dreno por período mínimo, apenas para
a troca do frasco;a troca do frasco;
--Se for indicado, conectar o tubo de controle de aspiração daSe for indicado, conectar o tubo de controle de aspiração da
câmara para a fonte de aspiração;câmara para a fonte de aspiração;
--Ajustar o regulador de fluxo de aspiração Ajustar o regulador de fluxo de aspiração até notar um suaveaté notar um suave
borbulhamento na câmara de controleborbulhamento na câmara de controle de aspiração; de aspiração;
--Desprezar as luvas e materiais descartáveis;Desprezar as luvas e materiais descartáveis;
--Administrar analgésico prescrito;Administrar analgésico prescrito;
--Colocar o paciente em uma posição confortável;Colocar o paciente em uma posição confortável;
-Checa-Checar se a posição dos sistemas de drenagem e do sistema der se a posição dos sistemas de drenagem e do sistema de
aspiração estão ABAIXO DO NÍVEL DO TÓRAX;aspiração estão ABAIXO DO NÍVEL DO TÓRAX;
RESPIRO
DRENO INSERIDO +/- 2CM 
ABAIXO DO SELO DÁGUA
CONECTADO 
AO PACIENTE
Procedimentos Relacionados ao 
Sistema Respiratório
--Não fixar a extensão do dreno no berço ou na cama Não fixar a extensão do dreno no berço ou na cama do paciente;do paciente;
-Cuidar e orientar a família para que o frasco de drenagem seja-Cuidar e orientar a família para que o frasco de drenagem seja
mantido em nível inferior ao tórax da criança;mantido em nível inferior ao tórax da criança;
-Observar a oscilação da câmara de selo d’água;-Observar a oscilação da câmara de selo d’água;
-Suspeitar de vazamento de ar se houver borbulhamento e o-Suspeitar de vazamento de ar se houver borbulhamento e o
paciente não apresentar pneumotórax.paciente não apresentar pneumotórax.
-Checar a segurança das conexões do dreno;-Checar a segurança das conexões do dreno;
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Procedimentos Relacionados aoSistema Cardiovascular
Confira as Confira as recomendações do recomendações do COFENCOFEN para Anotações de para Anotações de
Enfermagem Dreno de Tórax:Enfermagem Dreno de Tórax:
-Data e hora do procedimento;-Data e hora do procedimento;
-Local da inserção do dreno;-Local da inserção do dreno;
-Aspecto da pele no local da inserção;-Aspecto da pele no local da inserção;
-Aspecto e característica da secreção drenada – serosa, hemática,-Aspecto e característica da secreção drenada – serosa, hemática,
purulenta, com sedimentos;purulenta, com sedimentos;
-Volume drenado;-Volume drenado;
-Volume do selo d’água;-Volume do selo d’água;
-Oscilação;-Oscilação;
-Troca e tipo do curativo;-Troca e tipo do curativo;
-Troca do frasco;-Troca do frasco;
-Intercorrências e/ou providências adotadas – contaminação do-Intercorrências e/ou providências adotadas – contaminação do
material e/ou sistema, desconexão acidental, etc.;material e/ou sistema, desconexão acidental, etc.;
-Nome completo e Coren do responsável pelos procedimentos.-Nome completo e Coren do responsável pelos procedimentos.
Sistema Cardiovascular ou Circulatório é composto por umaSistema Cardiovascular ou Circulatório é composto por uma rede de tubos de vários tipos e calibres rede de tubos de vários tipos e calibres, os quais são denominados de , os quais são denominados de veias,veias,
artérias, vênulas e arteríolasartérias, vênulas e arteríolas. . Tem o objetivo de propiciar a circulação do sangueTem o objetivo de propiciar a circulação do sangue, impulsionado pelas contrações rítmicas do coração., impulsionado pelas contrações rítmicas do coração.
Em alguns pacientes, esse sistema pode ser acessado por um cateter para introdução de líquidos necessários à manutenção da saúde.Em alguns pacientes, esse sistema pode ser acessado por um cateter para introdução de líquidos necessários à manutenção da saúde.
Assim, descreveremos a seguir algumas formas de cateterização do sistema circulatório.Assim, descreveremos a seguir algumas formas de cateterização do sistema circulatório.
-Para ordenhar, -Para ordenhar, segurar o dreno próximo ao tóraxsegurar o dreno próximo ao tórax e ordenhá-lo e ordenhá-lo
entre os dedos e a palma da mão.entre os dedos e a palma da mão.
--Mover a outra mão para a próxima porção mais baixa do dreno eMover a outra mão para a próxima porção mais baixa do dreno e
ordenhar.ordenhar.
-Soltar a primeira mão e mover para a próxima porção do dreno.-Soltar a primeira mão e mover para a próxima porção do dreno.
-Continuar em direção ao frasco de drenagem.-Continuar em direção ao frasco de drenagem.
--Para comprimir colocar lubrificante nos dedos de uma mão ePara comprimir colocar lubrificante nos dedos de uma mão e
apertar com força o dreno de tórax com os dedos da outra mão.apertar com força o dreno de tórax com os dedos da outra mão.
-Apertar o dreno abaixo da porção comprimida, com os dedos-Apertar o dreno abaixo da porção comprimida, com os dedos
lubrificados e escorregar os dedos para baixo em direção aolubrificados e escorregar os dedos para baixo em direção ao
sistema de drenagem.sistema de drenagem.
-Lentamente soltar o pressionamento dos dedos não lubrificados-Lentamente soltar o pressionamento dos dedos não lubrificados
e então fazer o mesmo com os dedos lubrificados.e então fazer o mesmo com os dedos lubrificados.
-Repetir uma ou duas vezes, notificar se não conseguir limpar os-Repetir uma ou duas vezes, notificar se não conseguir limpar os
coágulos do dreno.coágulos do dreno.
--A cada seis horas monitorar: curativo do dreno, adequação doA cada seis horas monitorar: curativo do dreno, adequação do
tipo de fita, quantidade e característica dos sons respiratórios,tipo de fita, quantidade e característica dos sons respiratórios,
sinais de enfisema subcutâneo.sinais de enfisema subcutâneo.
-A cada quatro a seis horas, monitorizar sinais vitais.-A cada quatro a seis horas, monitorizar sinais vitais.
CUIDADOS NA DESOBSTRUÇAO DO SISTEMA DE DRENAGEM
ANOTAÇÃO DE ENFERMAGEM, O QUE ANOTAR?
Modelo de Anotação de Enfermagem:
Realizado troca de selo d’agua do dreno torácico inserido no
HTXE; desprezado 700ml de secreção sanguinolenta, sem odor 
 fétido. Mantido selo d’agua com 500ml de SF 0,9%, sem 
 intercorrências. T.E, Coren: XXXXX.
-A cada seis horas marcar a drenagem na coleta da-A cada seis horas marcar a drenagem na coleta da
câmara/frasco;câmara/frasco;
-Monitorar o sistema de drenagem por oscilação no controle de-Monitorar o sistema de drenagem por oscilação no controle de
aspiração da câmara;aspiração da câmara;
-Checar a flutuação do selo na câmara de água com as-Checar a flutuação do selo na câmara de água com as
respirações.respirações.
A Cateterização Venosa Central A Cateterização Venosa Central consiste na colocação de umconsiste na colocação de um
cateter na veia cava superior, inferior ou jugularcateter na veia cava superior, inferior ou jugular. É um. É um
procedimento médico procedimento médico realizado em unidade de internação ou emrealizado em unidade de internação ou em
Centro CirúrgicoCentro Cirúrgico, sendo necessário, após a sua inserção, a, sendo necessário, após a sua inserção, a
realização de radiografia na área de inserção do cateterrealização de radiografia na área de inserção do cateter
elucidando sua localização correta. São eles:elucidando sua localização correta. São eles:
CATETER VENOSO CENTRAL (CVC)
1)Cateter Central de Longa Permanência;1)Cateter Central de Longa Permanência;
2)Cateter Central de Inserção Periférica (PICC);2)Cateter Central de Inserção Periférica (PICC);
3)C3)Cateter Central de Curta Permanência.ateter Central de Curta Permanência.
A Cateterização Venosa Central consiste de longa permanência,A Cateterização Venosa Central consiste de longa permanência,
ou seja, ou seja, pode ser utilizada por semanas, meses e até anospode ser utilizada por semanas, meses e até anos. Alguns. Alguns
exemplos são o exemplos são o Cateter do tipo Port-a-Cath, Cateter de Hickman,Cateter do tipo Port-a-Cath, Cateter de Hickman,
Cateter Permcath, Cateter de BroviacCateter Permcath, Cateter de Broviac, entre outros. , entre outros. SãoSão
indicados para terapia medicamentosa via endovenosa de longaindicados para terapia medicamentosa via endovenosa de longa
duraçãoduração, por ser um cateter que oferece mais conforto e, por ser um cateter que oferece mais conforto e
Segurança ao paciente durante o tratamento.Segurança ao paciente durante o tratamento.
CATETER CENTRAL DE LONGA PERMANÊNCIA
TIPOS DE CATETER:
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Procedimentos Relacionados ao 
Sistema Cardiovascular
PORT-A-CATH
ENTRADA NA
VEIA
INCISÃO NA PELE
INCISÃO NA PELE
PORT-A-CATH
VEIA CAVA
 SUPERIOR
CORAÇÃO
PORT-A-CATH
SOB A PELE
CATETER DE HICKMAN 
PERMCATH
VEIA CAVA
 SUPERIOR
BROVIAC
•Solução para antissepsia;
•Luvas estéreis;
•Máscara;
•Gorro;
•Cateter selecionado (Hickman, Broviac, Port-a-Cath, etc);
•Material de sutura (fio de nylon agulhado);
•Gazes estéreis;
•Campos estéreis (avental, campo estéril e campo fenestrado);
•Solução fisiológica 0,9% com equipo de gotas, para de infusão
após a punção;
•Xilocaína 2% sem vasoconstritor, agulha 40x12 para aspiração
e 30x7 para a realização do botão anestésico;
*Observação: o profissional de enfermagem deve preparar o
material é auxiliar o médico durante todo o procedimento.*
Material para Inserção do Cateter:
É um dispositivo vascular de inserção periférica com localizaçãoÉ um dispositivo vascular de inserção periférica com localização
central, com central, com lúmen único ou duplolúmen único ou duplo, é de fácil instalação e com o, é de fácil instalação e com o
tempo de permanência prolongado, podendo durar de 3 a 6tempo de permanência prolongado, podendo durar de 3 a 6
meses (até 12 meses em alguns casos). meses (até 12 meses em alguns casos). São indicados paraSão indicados para
terapia medicamentosa via endovenosa e longaduraçãoterapia medicamentosa via endovenosa e longa duração, por ser, por ser
um cateter que oferece mais conforto e segurança ao pacienteum cateter que oferece mais conforto e segurança ao paciente
durante o tratamento. É um durante o tratamento. É um procedimento médico realizado emprocedimento médico realizado em
uma unidade de internaçãouma unidade de internação e pode ser realizado por enfermeiro e pode ser realizado por enfermeiro
capacitado e previamente habilitado.capacitado e previamente habilitado.
CATETER CENTRAL DE INSERÇÃO PERIFÉRICA (PICC)
-Como o PICC não tem tempo de permanência especificada, é
necessário a permeabilização do cateter diariamente,
preservando a luz e fluxo adequado do cateter, para isso é
necessário a realização de injeções em flush de solução salina
0,9% ao término de cada infusão venosa e também a cada turno
de 8, 12 ou 24 horas, conforme protocolo institucional e
prescrição de enfermagem.
-Inspecionar o local da inserção e o trajeto da veia de inserção
do PICC, observando sinais flogisticos (dor, rubor, calor, edema e
perda de função, que pode caracterizar-se por endurecimento
do vaso sanguíneo).
-Realizar avaliação comparativa dos membros; o membro de
inserção pode ter sinais de edema, alterações na circulação
(trombose), ou sinais de extravasamento (saída da solução
intravenosa para o espaço extravascular).
-Realizar curativo, sendo adequada a primeira troca após 24
horas do procedimento de inserção, e as trocas subsequentes
conforme necessidade. Para uma avaliação adequada, o
curativo de escolha deve ser de película transparente, e em caso
de sujidade, umidade ou desprendimento, deve ser trocado.
Manutenção do Cateter:FO.COFO.CO
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Procedimentos Relacionados ao 
Sistema Cardiovascular
São cateteres agulhados São cateteres agulhados indicados para terapia de curta duraçãoindicados para terapia de curta duração,,
com com troca a cada 24 horastroca a cada 24 horas. Indicado para infusões imediatas, não. Indicado para infusões imediatas, não
sendo necessário manter o acesso no paciente após. sendo necessário manter o acesso no paciente após. Os calibres doOs calibres do
scalp são semprescalp são sempre ÍMPARESÍMPARES e vão do número 19 a 27, e e vão do número 19 a 27, e quantoquanto
menor o número, maior é o calibremenor o número, maior é o calibre..
PROTETOR
AGULHA PRÉ
LUBRIFICADA
CÁPSULA
FILTRO
TAMPA
CATETER 
AGULHA
Também chamados de Jelco, Abocath, Acquavena, Vialon, entreTambém chamados de Jelco, Abocath, Acquavena, Vialon, entre
outros. outros. São cateteres São cateteres indicados para terapia de curta duraçãoindicados para terapia de curta duração,,
com com troca a cada 72 horastroca a cada 72 horas. Os calibres do jelco são sempre PARES. Os calibres do jelco são sempre PARES
e vão do número 14 a 24, e e vão do número 14 a 24, e quanto menor o número, maior é oquanto menor o número, maior é o
calibre.calibre.
CATETER SOBRE AGULHA
CATETER VENOSO PERIFÉRICO 
Consiste na introdução de um cateterConsiste na introdução de um cateter em veia periférica, em veia periférica, no geral no geral
é utilizado para acesso vascular periférico, sendo as vias deé utilizado para acesso vascular periférico, sendo as vias de
acesso mais comuns os membros superiores. Veja quais são eles:acesso mais comuns os membros superiores. Veja quais são eles:
SCALP / ESCALPE
TUBO EXTENSOR
ADAPTADOR LUER
ASAS DE
EMPUNHADURA
Bege (19G):Bege (19G): IIndicado para veias de grande calibre (adolescente,ndicado para veias de grande calibre (adolescente,
adulto e idoso), para infusões de medicamentos em grandeadulto e idoso), para infusões de medicamentos em grande
dosagem e coleta de sangue.dosagem e coleta de sangue.
Verde (21G)Verde (21G) e e Azul (23G)Azul (23G): Indicados para veias de médio calibre: Indicados para veias de médio calibre
(adolescente, adulto e idoso), infusões de medicamentos em(adolescente, adulto e idoso), infusões de medicamentos em
grandes e médias dosagens e coleta de sangue.grandes e médias dosagens e coleta de sangue.
Laranja (25G)Laranja (25G) e e Cinza (27G)Cinza (27G): Indicados para veias de pequeno: Indicados para veias de pequeno
calibre (crianças ou neonatos) e infusões de medicamentos emcalibre (crianças ou neonatos) e infusões de medicamentos em
baixa dosagem.baixa dosagem.
Jelco 14Jelco 14 e e 1616:: usado em adolescentes e adultos, em cirurgias usado em adolescentes e adultos, em cirurgias
importantes e sempre que é necessário infundir grandesimportantes e sempre que é necessário infundir grandes
quantidades de líquidos. Inserção mais dolorosa exige veiaquantidades de líquidos. Inserção mais dolorosa exige veia
calibrosa.calibrosa. 
Jelco 18Jelco 18:: usado em crianças mais velhas, adolescentes e adultos, usado em crianças mais velhas, adolescentes e adultos,
quando é necessário administrar sangue, hemoderivados equando é necessário administrar sangue, hemoderivados e
outras infusões viscosas. Inserção mais dolorosa exige veiaoutras infusões viscosas. Inserção mais dolorosa exige veia
calibrosa.calibrosa. 
Jelco 20Jelco 20:: para uso em crianças, adolescentes e adultos, é para uso em crianças, adolescentes e adultos, é
adequado para a maioria das infusões venosas de sangue eadequado para a maioria das infusões venosas de sangue e
outras infusões venosas (hemoderivados).outras infusões venosas (hemoderivados). 
Jelco 22Jelco 22:: indicado para bebês, crianças, adolescentes e adultos indicado para bebês, crianças, adolescentes e adultos
(idosos) e para a maioria das infusões. É mais fácil de inserir em(idosos) e para a maioria das infusões. É mais fácil de inserir em
veias pequenas e frágeis, quando deve ser mantida umaveias pequenas e frágeis, quando deve ser mantida uma
velocidade de infusão menor. Inserção difícil, no caso de pelevelocidade de infusão menor. Inserção difícil, no caso de pele
resistente.resistente. 
Jelco 24Jelco 24:: para uso em recém-nascidos, bebês, crianças, para uso em recém-nascidos, bebês, crianças,
adolescentes e adultos (idosos). É indicado para a maioria dasadolescentes e adultos (idosos). É indicado para a maioria das
infusões, mas a velocidade de infusão deve ser menor. É idealinfusões, mas a velocidade de infusão deve ser menor. É ideal
para veias muito estreitas, por exemplo, pequenas veias digitaispara veias muito estreitas, por exemplo, pequenas veias digitais
ou veias internas do antebraço em idosos.ou veias internas do antebraço em idosos. 
-Cateter escolhido;
-Bolas de algodão;
-Álcool 70%;
-Adesivo para fixação do cateter;
-Garrote;
-Luvas de procedimento.
Material para Punção:
 -Preparo do material;
 -Higienizar as mãos;
-Orientar sobre a necessidade de procedimento, sobre a
punção no membro de menor utilização;
-Manter o paciente sentada ou deitada com membro a ser
funcionado apoiado;
Procedimento:
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Procedimentos Relacionados ao 
Sistema Cardiovascular
-Posicionar-se confortavelmente e proceder a colocação do-Posicionar-se confortavelmente e proceder a colocação do
garrote para visualização da veia a ser puncionada;garrote para visualização da veia a ser puncionada;
-Após a escolha, retirar o garrote, colocar as luvas de-Após a escolha, retirar o garrote, colocar as luvas de
procedimento, realizar antissepsia com algodão e álcool 70%procedimento, realizar antissepsia com algodão e álcool 70%
sobre a área de punção, introduzir o cateter rumo ao acessosobre a área de punção, introduzir o cateter rumo ao acesso
venoso em ângulo de aproximadamente 15º;venoso em ângulo de aproximadamente 15º;
-Após a punção realizar a fixação do cateter, retirar as luvas e-Após a punção realizar a fixação do cateter, retirar as luvas e
higienizar as mãos;higienizar as mãos;
*Observação 1: *Observação 1: A fixação do cateter deve ser feita com técnicaA fixaçãodo cateter deve ser feita com técnica
favorecendo sua troca diária. Deve ser feita diariamente parafavorecendo sua troca diária. Deve ser feita diariamente para
avaliação dos sinais logísticos, portanto, fixar permitindo que aavaliação dos sinais logísticos, portanto, fixar permitindo que a
troca possa ocorrer sem danos para a área da função.troca possa ocorrer sem danos para a área da função.
*Observação 2:*Observação 2: Realizar a punção dos membros superiores do Realizar a punção dos membros superiores do
distal para o proximal.distal para o proximal.
CUIDADOS NA MANUTENÇÃO DOS CATETERES
-Estar atento para o bom fluxo e refluxo do cateter;-Estar atento para o bom fluxo e refluxo do cateter;
-Rea-Realizar fixação que facilite a troca diária do curativo dolizar fixação que facilite a troca diária do curativo do
cateter e sua visualização;cateter e sua visualização;
--Valorizar queixas do paciente referentes à dor;Valorizar queixas do paciente referentes à dor;
--Realizar troca da punção na presença de extravazamento e dosRealizar troca da punção na presença de extravazamento e dos
sinais flogísticos (dor, edema, calor e rubor);sinais flogísticos (dor, edema, calor e rubor);
--Na presença de sinais logísticos no local de inserção do cateterNa presença de sinais logísticos no local de inserção do cateter
periférico, realizar a troca da punção. No cateter central,periférico, realizar a troca da punção. No cateter central,
acionar o enfermeiro ou o médico para avaliação do local deacionar o enfermeiro ou o médico para avaliação do local de
inserção do mesmo;inserção do mesmo;
--No cateter com infusão contínua com bomba de infusão ou gotaNo cateter com infusão contínua com bomba de infusão ou gota
a gota, manter o controle da infusão, avaliando sempre aa gota, manter o controle da infusão, avaliando sempre a
permeabilidade do cateter;permeabilidade do cateter;
--No cateter sem infusão contínua, mantê-lo salinizado,No cateter sem infusão contínua, mantê-lo salinizado,
aqualizado ou heparinizado, conforme rotina da instituição.aqualizado ou heparinizado, conforme rotina da instituição.
SALINIZAÇÃO DOS CATETERES
É aÉ a introdução de soro fisiológicos 0,9% em seringa de 10 ml introdução de soro fisiológicos 0,9% em seringa de 10 ml,,
injetado em bólus no cateter,injetado em bólus no cateter, visando mantê-lo permeável visando mantê-lo permeável, feita, feita
por meio da Prescrição de Enfermagem conforme o protocolopor meio da Prescrição de Enfermagem conforme o protocolo
institucional (Parecer 09/2010 COREN SP).institucional (Parecer 09/2010 COREN SP).
HEPARINIZAÇÃO DOS CATETERES
É aÉ a introdução de solução de heparina (água destilada introdução de solução de heparina (água destilada
diluindo heparina) no cateter, visando mantê-lo permeável.diluindo heparina) no cateter, visando mantê-lo permeável. A A
solução de heparina solução de heparina é um medicamento com açãoé um medicamento com ação
anticoagulanteanticoagulante e deve ser prescrita pelo médico em e deve ser prescrita pelo médico em
prescrição médica ou por meio de protocolos institucionais,prescrição médica ou por meio de protocolos institucionais,
devendo assim ser preparada conforme a rotina dadevendo assim ser preparada conforme a rotina da
instituição.instituição.
ÁGUA DESTILADASERINGAHEPARINA
LOCAIS MAIS COMUNS PARA 
PUNÇÃO VENOSA (MMSS)
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Procedimentos Relacionados ao 
Sistema Digestório
-Toalha de rosto;
-Copo com água;
-Cuba rim;
-Gaze;
-Luvas de procedimento;
-Estetoscópio;
 -Xilocaína gel;
-Seringa de 20ml;
-Adesivo para fixação;
-Sonda gástrica levine nº12/ nº14 (para dieta) e nº16/nº18
(para drenagem);
-Coletor, se a sonda for permanecer aberta (para drenagem); e
-Biombo, se necessário.
SONDA 
NASOGÁSTRICA
O Sistema Digestório humano O Sistema Digestório humano é formado por um tubo musculoso que apresenta as seguintes regiões: boca, faringe, esôfago,é formado por um tubo musculoso que apresenta as seguintes regiões: boca, faringe, esôfago,
estômago, intestino delgado, intestino grosso e ânusestômago, intestino delgado, intestino grosso e ânus, sendo a ele associados , sendo a ele associados órgãos e glândulas que participam do processo deórgãos e glândulas que participam do processo de
digestão. São elas: pâncreas e fígado.digestão. São elas: pâncreas e fígado.
CONCEITO E FUNÇÃO:
É responsável por obter dos alimentos ingeridos os nutrientesÉ responsável por obter dos alimentos ingeridos os nutrientes
necessários às diferentes funções do organismo, comonecessários às diferentes funções do organismo, como
crescimento, energia para reprodução, locomoção, entre outrascrescimento, energia para reprodução, locomoção, entre outras..
É dividido em trato gastrointestinal superior, tratoÉ dividido em trato gastrointestinal superior, trato
gastrointestinal inferior e glândulas acessóriasgastrointestinal inferior e glândulas acessórias..
EmEm várias patologias ou intervenções terapêuticas, esse sistema várias patologias ou intervenções terapêuticas, esse sistema
pode ser comprometido, prejudicando o processo depode ser comprometido, prejudicando o processo de
alimentação do paciente. Veja a seguir alguns procedimentos:alimentação do paciente. Veja a seguir alguns procedimentos:
ASSISTÊNCIA AO PACIENTE NA ALIMENTAÇÃO:
-Conservar a dignidade do paciente envolvendo-o de forma-Conservar a dignidade do paciente envolvendo-o de forma
ativa;ativa;
-C-Colocar o paciente em posição de fowler;olocar o paciente em posição de fowler;
-D-Dar tempo para que o paciente esvazie a boca após cadaar tempo para que o paciente esvazie a boca após cada
colherada;colherada;
-P-Permitir ao paciente escolher em que ordem quer receber osermitir ao paciente escolher em que ordem quer receber os
alimentos;alimentos;
--Preparar a bandeja, cortando os alimentos em pedaçosPreparar a bandeja, cortando os alimentos em pedaços
pequenos;pequenos;
-U-Usar talheres especiais, se necessário;sar talheres especiais, se necessário;
-A-Avaliar o cansaço do paciente durante a alimentação;valiar o cansaço do paciente durante a alimentação;
-E-Estimular e avaliar a capacidade sobre a auto alimentação.stimular e avaliar a capacidade sobre a auto alimentação.
SONDAGEM NASOGÁSTRICA/ OROGÁSTRICA:
Consiste na introdução de uma sonda via nasal/oral até oConsiste na introdução de uma sonda via nasal/oral até o
estômagoestômago, tem a finalidade de preparar o paciente para, tem a finalidade de preparar o paciente para
cirurgias, estabelecer uma via para alimentação, paracirurgias, estabelecer uma via para alimentação, para
administração de medicamentos e para aliviar distensãoadministração de medicamentos e para aliviar distensão
abdominal por meio da drenagem do conteúdo gástrico.abdominal por meio da drenagem do conteúdo gástrico.
Material
-Orientar o paciente sobre o procedimento;
 -Preparar o material;
 -Higienizar as mãos;
 -Colocar o paciente em posição de fowler ou semi fowler;
 -Colocar a toalha de rosto sobre o tórax do paciente;
 -Colocar a cuba-rim disponível para eventual vômito;
-Realizar a medida da sonda colocando a ponta proximal no
ápice do nariz, prosseguir para lóbulo inferior da orelha e em
seguida para a altura do apendice xifoide (sobre a ponta distal
do osso esterno) demarcar essa medida com adesivo;
Evolução do Procedimento:
ESÔFAGO
ESTÔMAGO
SONDA NASOGÁSTRICA
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Procedimentos Relacionados ao 
Sistema Digestório
-Toalha de rosto;
-Copo com água;
-Cuba rim;
-Gaze;
-Luvas de procedimento;
-Estetoscópio;
 -Xilocaína gel;
-Seringa de 20ml;
-Adesivo para fixação;
-Sonda enteral c/ fio-guia;
-Biombo, se necessário.
CORRETA FIXAÇÃO
-Colocar as luvas de procedimento;
-Abrir pacote de gaze e colocar uma pequena quantidade de
Xilocaína gel, lubrificar a ponta proximal do cateter com gaze e
xilocaína gel;
-Colocarágua na boca do paciente (paciente que consegue
deglutir) e o oriente que a sonda será introduzida via narina;
quando for solicitado, ele deve deglutir a água, favorecendo por
meio da peristalse o deslize da sonda pelo esôfago e o fechamento
da glote;
-Introduzir a sonda até a área demarcada;
-Observar possíveis sinais de cianose ou desconforto, se houver,
retirar a sonda imediatamente e reiniciar a passagem;
-Após a introdução da sonda, realizar testes que confirmarão se
a sonda está no local proposto (cavidade gástrica) de duas
formas:
-Aspirar o suco gástrico com a seringa de 20 ml, o retorno dessa
substância indica que a sonda está no local correto;
-Injetar ar em torno de 10 ml pela sonda, com auxílio de uma
seringa (quantidade de ar varia de acordo com a idade) e
auscultar com estetoscópio posicionado sobre a região
epigástrica, se ouvir um som borbulhante, significa que está no
estômago;
-Após o teste, realizar a fixação do cateter com adesivo, sem
causar desconforto visual;
-Retirar as luvas, higienizar as mãos e realizar a anotação de
enfermagem.
SONDAGEM NASOENTERAL:
Consiste na introdução de uma sonda via nasal até a porção Consiste na introdução de uma sonda via nasal até a porção póspós
pilóricapilórica. Deve ser realizada por médico ou por enfermeiro e é. Deve ser realizada por médico ou por enfermeiro e é
indicado para melhorar o aporte nutricional do paciente porindicado para melhorar o aporte nutricional do paciente por
meio de dietas especiais.meio de dietas especiais.
Material
-Reunir material;
-Higienizar as mãos;
-Explicar o procedimento ao paciente;
-Elevar a cabeceira decúbito fowler ou semi-fowler;
-Proteger o tórax do paciente com a toalha;
-Medir a sonda do nariz ao lóbulo inferior da orelha, descer
até a cicatriz umbilical;
-Marcar medida com adesivo;
-Calçar as luvas de procedimento;
-Injetar solução líquida (soro fisiológico) na sonda sem retirar
o fio-guia, para lubrificá-l,a favorecendo a retirada do fio guia
após sua passagem;
-Iniciar a sondagem por uma das narinas;
-Orientar o paciente a respirar pela boca, facilitando a
introdução das sonda;
-Observar possíveis sinais de cianose ou desconforto; se
houver, retirar a sonda;
-Colocar a paciente em decúbito lateral direito para favorecer
a peristalse gástrica, o que ajudará na progressão da sonda
até próximo à válvula pilórica;
-Retirar o fio-guia;
-Verificar se a sonda está locada no estômago, realizando os
testes já abordados;
-Fechar a sonda;
-Fixar a sonda sem causar desconforto visual, retirar as
luvas, higienizar as mãos e fazer anotação de enfermagem;
-O médico ou enfermeiro deve solicitar raio-x abdominal para
verificar o posicionamento da sonda, que deverá confirmar-se
pós-pilórica antes de administrar a dieta.
Evolução do Procedimento:
EPIGÁSTRIO
LOCAL DA AUSCULTA 
SERINGA COM AR
ESÔFAGO
SONDA 
ENTERAL
ESTÔMAGO
INTESTINO
DELGADO
INTESTINO
GROSSO
PILORO
FARINGE
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Procedimentos Relacionados ao 
Sistema Digestório
Observação:Observação: A Enfermagem deve estar atenta para o orifício da A Enfermagem deve estar atenta para o orifício da
gastrostomia com curativo diário. gastrostomia com curativo diário. A dieta via sonda deA dieta via sonda de
gastrostomia deve ser feita gota a gotagastrostomia deve ser feita gota a gota com os mesmos com os mesmos
cuidados da administração por sonda gástrica ou enteral.cuidados da administração por sonda gástrica ou enteral.
SONDA
VIA PARA ENCHIMENTO DO BALÃO
VIA SECUNDÁRIA PARA
ADM DE MEDICAMENTOS VIA PRINCIPAL PARA DIETA
ANEL/DISCO PARA FIXAÇÃO
BALÃO DE ANCORAGEM
ALIMENTAÇÃO POR SONDA
O paciente pode alimentar-se por via oral (boca), enteral
(através de sondas) e parenteral (via endovenosa por soluções
especiais), sendo a via oral a mais desejável. Os pacientes que
não podem pôr ao alimento na boca, mastigar ou engolir, mas
que são capazes de digerir-los e absorvê-los, podem ser
alimentados via sonda.
SONDA PARA GASTROSTOMIA (GTT):
Consiste em um procedimento cirúrgico realizado pelo médicoConsiste em um procedimento cirúrgico realizado pelo médico
sobre o estômago, com sobre o estômago, com o objetivo de administrar líquido ouo objetivo de administrar líquido ou
alimentos, para descompressão pós-operatória e como métodoalimentos, para descompressão pós-operatória e como método
auxiliar de dilatação esofágica, sendo também usada paraauxiliar de dilatação esofágica, sendo também usada para
nutrição prolongadanutrição prolongada. É a opção utilizada nos casos de pacientes. É a opção utilizada nos casos de pacientes
que não conseguem se alimentar pela boca, ou não conseguemque não conseguem se alimentar pela boca, ou não conseguem
ingerir calorias suficientes pela dieta habitual, correndo o riscoingerir calorias suficientes pela dieta habitual, correndo o risco
de desnutrição. de desnutrição. A gastrostomia deve sempre ser recomendadaA gastrostomia deve sempre ser recomendada
quando o intestino está funcionando corretamente paraquando o intestino está funcionando corretamente para
absorver os nutrientesabsorver os nutrientes. É realizada pelo gastroenterologista que. É realizada pelo gastroenterologista que
deve fazer o acompanhamento da pessoa, além do enfermeirodeve fazer o acompanhamento da pessoa, além do enfermeiro
que deve fornecer orientações sobre como cuidar da ferida e osque deve fornecer orientações sobre como cuidar da ferida e os
cuidados com a sonda.cuidados com a sonda.
Pode ser: 
1) Intermitente (em bólus): Aspirar a dieta com a seringa;
acoplá-la na sonda. Empurrar, bem devagar, o êmbolo, para
que aos poucos a dieta seja dada para o paciente. Tentar não
ultrapassar 20l/min. Colocar aos poucos a dieta até oferecer o
volume total orientado pelo nutricionista para aquele horário.
Sempre após cada dieta, aspirar 20 ml de água filtrada com a
seringa e injetar na sonda para lavá-la.
WWW.TUASAUDE.COM/GASTROSTOMIA/
*Modelo Tube*Modelo Tube
ADMINISTRAÇÃO DA DIETA POR SONDA
2) Gotejamento lento e contínuo através da Bomba de Infusão:
Para administração por bomba de infusão, encaixar o equipo
da bomba com a pinça fechada no frasco de dieta enteral.
Pendurar o frasco de alimentação enteral no suporte, em
posição bem mais alta que o paciente para facilitar a descida
da dieta. Abrir a pinça para que a dieta desça até o final
equipo. Fechar a pinça e colocar o equipo na bomba de infusão
e seguir as instruções corretas de cada bomba. Conectar o
extremo do equipo na sonda e regular na bomba a velocidade
de administração da dieta de acordo com a prescrição. Abrir a
pinça do equipo e iniciar a oferta da dieta.
HTTPS://PT-BR.FACEBOOK.COM/NOCAMINHODAENFERMAGEM/PHOTOS/A.404033123082265/1458881107597456/?TYPE=3
*VISTA LATERAL
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Procedimentos Relacionados ao 
Sistema Digestório
ENTEROCLISMA
SONDA RETALÂNUS
É um procedimento realizado via retal, com o objetivo de
favorecer a remoção de resíduos de fezes (para o preparo de
cirurgias, por exemplo), promoção de alívio da distensão
abdominal, diminuição de flatulência, melhora da constipação
etc, através da introdução de solução aplicada diretamente no
intestino, pelo ânus. 
POSIÇÃO DE SIMS PARA O PROCEDIMENTO
3) Gravitacional: Para a administração por via gravitacional,
deve-se encaixar o equipo de dieta no frasco descartável ou, se for
o caso, direto no frasco da dieta (se for sistema fechado). A pinça
do equipo deve estar fechada. Pendurar o frasco de alimentação
enteral em suporte, em posição bem mais alta que o paciente (até
pelo menos 60 cm acima da cabeça do paciente) para facilitar a
descida da dieta. Abrir a pinça para que a dieta desça até o final do
equipo. Fechar a pinça e encaixar a ponta do equipo na sonda e
regular a velocidade de administração com a pinça do equipo. A
infusão da dieta deve ser por gotejamento, ou seja, gota a gota,
deveráocorrer de forma bem lenta (aproximadamente 40 a 60
gotas por minuto).
-Realizar teste de refluxo conforme rotina estabelecida por
profissional nutricionista;
-Administrar dieta conforme prescrição médica ou orientação
e prescrição do nutricionista;
-Acompanhar a infusão da dieta e, ao término, realizar
lavagem da sonda com 20 a 40 ml de água filtrada;
-Realizar troca da fixação da sonda sempre que necessário,
observando para que essa fixação não atrapalhe a visão do
paciente; e
-Realizar higiene oral no mínimo três vezes ao dia.
Importante!
NUTRIÇÃO PARENTERAL TOTAL (NPT):
Quando o paciente não tolera administração de dieta por viaQuando o paciente não tolera administração de dieta por via
oral ou enteral, pode receber nutrição parenteral, oral ou enteral, pode receber nutrição parenteral, sendo esta,sendo esta,
por via endovenosa periférica (até 7 a 10 dias) ou central (acimapor via endovenosa periférica (até 7 a 10 dias) ou central (acima
de 7 dias),de 7 dias), a depender de sua osmolaridade, pois a NPT oferece a depender de sua osmolaridade, pois a NPT oferece
substância hipertônica e pode agredir a parede dos vasossubstância hipertônica e pode agredir a parede dos vasos
periféricos.periféricos. Ela Ela oferece todos os nutrientes essenciais comooferece todos os nutrientes essenciais como
vitaminas, eletrólitos, lipídios e glicose de alta concentraçãovitaminas, eletrólitos, lipídios e glicose de alta concentração,,
atendendo a necessidade nutricional do paciente. É indicadaatendendo a necessidade nutricional do paciente. É indicada
com o objetivo de evitar a malnutrição, principalmente emcom o objetivo de evitar a malnutrição, principalmente em
pessoas que, por algum motivo, não têm um tratopessoas que, por algum motivo, não têm um trato
gastrointestinal funcional ou que precisam dar descanso para ogastrointestinal funcional ou que precisam dar descanso para o
estômago ou intestino.estômago ou intestino.
-Controle de via de acesso, avaliando a infusão;-Controle de via de acesso, avaliando a infusão;
-Controle da inserção do cateter;-Controle da inserção do cateter;
-T-Trocar diariamente a fixação do cateter, avaliando sinaisrocar diariamente a fixação do cateter, avaliando sinais
flogísticos;flogísticos;
-C-Controle da infusão em gota a gota, utilizando bomba deontrole da infusão em gota a gota, utilizando bomba de
infusão;infusão;
-Manter a NPT em via única, exclusiva, não interagindo com-Manter a NPT em via única, exclusiva, não interagindo com
outros medicamentos;outros medicamentos;
-Atentar para o conforto e bem-estar do paciente durante o uso-Atentar para o conforto e bem-estar do paciente durante o uso
da nutrição parenteral.da nutrição parenteral.
CUIDADOS COM O PACIENTE QUE RECEBE A NPT
DEMONSTRAÇÃO DE UMA BOLSA PARA NUTRIÇÃO PARENTERAL
CLISTER: HTTPS://PORTAL.COREN-SP.GOV.BR/WP-CONTENT/UPLOADS/2013/07/PARECER_COREN_SP_2010_32.PDF
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Procedimentos Relacionados ao 
Sistema Renal e Urinário
SONDA COM BALONETE INFLADO
SONDA COM VIA ÚNICA, PODE SER DE MATERIAL
LÁTEX OU CLORETO DE POLIVINILA 
BALONETE INFLADO
COM ÀGUA
DESTILADA
 -Solução prescrita;
 -Suporte de soro;
-Equipo macrogotas;
-Gaze;
-Sonda retal;
-Luvas de procedimento; e
-Comadre ou Fralda descartável.
Material
-Orientar o paciente e família sobre o procedimento;
-Encaminhar o paciente a sala de procedimentos ou colocar
biombo. 
-Colocar a máscara e higienizar as mãos.
-Calçar luvas de procedimento. 
-Posicionar o paciente em decúbito lateral esquerdo com MIE
estendido e MID fletido (Posição de SIMS); 
-Conectar a solução à sonda retal;
-Lubrificar a sonda com a própria solução que será utilizada;
-Introduzir a sonda lentamente no ânus, cerca de 5 a 7 cm nas
crianças e 10 a 13cm no adulto.
-Infundir lentamente a solução aquecida de acordo com prescrição
médica;
-Retirar a sonda retal e comprimir as nádegas;
-Oferecer a comadre, colocar fralda ou encaminhar o paciente ao
vaso sanitário, conforme condições clínicas;
-Anotar quantidade e características da eliminação intestinal;
-Organizar material, ambiente e garantir conforto do paciente;
-Checar e anotar o procedimento;
-Desprezar o material em lixo apropriado.
Evolução do Procedimento:
O Sistema Excretor é formado por um conjunto de órgãos que filtram o sangue, produzem e excretam a urina - o principal líquido de
excreção do organismo. É constituído por um par de rins, um par de ureteres, bexiga urinária e pela uretra. É responsável pela filtração
do sangue e remoção das excreções. Em algumas patologias e/ou tratamento, podemos ter alterações que interfiram na filtração ou
eliminação urinária, assim descreveremos alguns procedimentos relacionados.
CATETERISMO VESICAL
Consiste na Consiste na introdução de uma sonda vesical estéril até a bexigaintrodução de uma sonda vesical estéril até a bexiga
através do meato urinário (uretra)através do meato urinário (uretra), seus objetivos são aliviar, seus objetivos são aliviar
retenção urinária, avaliar a urina residual após micção, eliminarretenção urinária, avaliar a urina residual após micção, eliminar
conteúdo urinário para realização de procedimento cirúrgico ouconteúdo urinário para realização de procedimento cirúrgico ou
diagnóstico, proporcionar irrigação vesical, proporcionardiagnóstico, proporcionar irrigação vesical, proporcionar
conforto ao paciente com incontinência urinária e obter materialconforto ao paciente com incontinência urinária e obter material
para exames laboratoriais.para exames laboratoriais.
URINA
BEXIGA URINÁRIA
SONDA VESICAL DE ALÍVIO (SVA)SONDA VESICAL DE ALÍVIO (SVA): É a introdução da sonda para: É a introdução da sonda para
esvaziamento da bexiga e posterior retirada. Conhecida comoesvaziamento da bexiga e posterior retirada. Conhecida como
Nelaton.Nelaton.
TIPOS DE CATETERISMO: 
SONDA VESICAL DE DEMORA (SVD)SONDA VESICAL DE DEMORA (SVD): É a introdução da sonda: É a introdução da sonda
com permanência em sistema fechado estéril, com saco coletor,com permanência em sistema fechado estéril, com saco coletor,
podendo ficar até 14 diaspodendo ficar até 14 dias ou de acordo com protocolo ou de acordo com protocolo
institucional. Conhecida como Foley.institucional. Conhecida como Foley.
DUAS OU TRÊS VIAS,
PODE SER DE
MATERIAL LÁTEX
OU SILICONE
BOLSA COLETORA EM
SISTEMA FECHADO
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*VISTA LATERAL
BEXIGA
SONDA VESICAL
Material
-Cuba-rim;
-Gaze estéril;
-Sonda Foley de escolha de acordo com a uretra do paciente;
-Seringa de 10ml e 20ml com ponta que encaixe no dispositivo para
insuflar balonete;
-Agulha 40x12;
-Luvas estéreis;
-Campo fenestrado;
-Bolsa coletora, de sistema fechado;
-Xilocaina gel;
-Água destilada.
Procedimento 
-Lavar as mãos; 
-Reunir o material e levar até o paciente; 
-Promover ambiente iluminado e privativo; 
-Explicar o procedimento ao paciente; 
-Calçar luvas de procedimento; 
-Verificar as condições de higiene do períneo, se necessário,
proceder à higienização com água e sabão; 
-Posicionamento do paciente: 
Masculino: em decúbito dorsal horizontal, com os membros
inferiores afastados; 
Feminino: posição litotômica (em decúbito dorsal, com as pernas
afastadas, os joelhos fletidos e os pés apoiados sobre a cama) e
coberta com um lençol;
PACIENTE MASCULINO
PACIENTE FEMININO
-Retirar as luvas de procedimento; 
-Higienizar as mãos;
-Organizar o material sobre uma mesa ou local disponível; 
-Abrir o pacote de sondagem, acrescentando: quantidade
suficiente de antisséptico na cuba redonda, pacotes de gaze
sobre o campo estéril, a sonda (testar o balonete); 
-Acrescentar aproximadamente 10 ml de xilocaína gel na
seringa, tendo-se o cuidado de descartar o primeiro jato e de
não contaminar a seringa (pode-se segurá-la como próprio
invólucro e retirar o êmbolo com uma gaze, (apoiando-o no
campo). Após, dispor a seringa com a xilocaína sobre o campo
(neste caso, para cateterismo em paciente masculino; 
-Calçar as luvas estéreis; 
-Dobrar gazes e colocar na cuba com o antisséptico; 
-Conectar o cateter de Foley ao coletor em sistema fechado; 
-Lubrificar a sonda por cerca de 10 cm; 
-Proceder à antissepsia do meato uretral;
Cateterismo Vesical Feminino:
-Utilizar os dedos indicador e polegar da mão não dominante
para separar os pequenos lábios e visualizar o meato uretral; 
-Realizar a antissepsia no sentido púbis-ânus e, na sequência,
grandes lábios, pequenos lábios, meato uretral até períneo,
com as gazes que foram embebidas no antisséptico. Usar a
gaze uma vez e descartá-la; 
-Remover o antisséptico degermante da região com soro
fisiológico, obedecendo aos mesmos princípios de assepsia
descritos; 
-Retirar as luvas de procedimento; 
-Higienizar as mãos; 
-Calçar as luvas estéreis; 
-Colocar o campo fenestrado de maneira a permitir a
visualização do meato uretral; 
-Colocar a cuba rim sobre o campo fenestrado, em frente à
fenestra do campo; 
-Inserir o cateter lubrificado através do orifício uretral da
paciente; 
-Introduzir o cateter mais 3 a 4cm, após a urina começar a
fluir, a fim de assegurar que o balão não se encontra na uretra
MEATO
URETRAL
Procedimentos Relacionados ao 
Sistema Renal e Urinário
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BEXIGA
*VISTA LATERAL
MEATO
URETRAL
SONDA
VESICAL
Cateterismo Vesical Masculino
-Afastar o prepúcio; 
-Segurar o pênis com uma gaze com a mão não dominante,
mantendo-o perpendicular ao abdome;
-Realizar antissepsia com as gazes embebidas com solução
antisséptica degermante, do meato uretral para a periferia. Usar a
gaze uma vez e descarta-la; 
-Remover o antisséptico degermante da região com soro
fisiológico, obedecendo aos mesmos princípios de assepsia
descritos anteriormente; 
-Retirar as luvas de procedimento; 
-Higienizar as mãos; 
-Calçar as luvas estéreis; 
-Manter o pênis perpendicular ao corpo, retraindo o prepúcio; 
-Aplicar o lubrificante/anestésico, lentamente, através do meato
uretral com auxílio da seringa luer slip de 20 ml; 
-Aguardar alguns segundos para o início da ação do
lubrificante/anestésico; 
-Introduzir o cateter vesical até encontrar resistência; 
-Inclinar o pênis em um ângulo de 45° em direção ao abdome e
continuar introduzindo o cateter, o que facilita a passagem na
uretra bulbar; 
-Introduzir o cateter até a bifurcação em “Y”, 15 a 20cm, e até o
refluxo de urina.
Tamanho dos Calibres (Frenchs)
REGIÃO INTERNA DA COXA
(PACIENTE FEMININO)
REGIÃO SUPRA-PÚBICA
(PACIENTE MASCULINO)
Fixação correta da Sonda Foley:
Observação: Observação: Pendurar a bolsa coletora em suporte localizadoPendurar a bolsa coletora em suporte localizado
abaixo do leito (e não nas grades).abaixo do leito (e não nas grades).
Sondagem Vesical de Alívio (SVA)
Material
-Cuba-rim;
-Pinça cheron;
-Algodão;
-Sonda uretral de calibre (Fr) adequado;
-Xilocaína gel;
-Luvas estéreis;
-Seringa de 20ml;
-Gaze;
-Agulha 40x12;
-Água destilada;
-Adesivo;
-Biombo;
-Impermeável;
-Material para higiene íntima.
Procedimentos Relacionados ao 
Sistema Renal e Urinário
Modelo de Anotação de Enfermagem:
16h- Realizado cateterismo vesical de demora, com
auxílio de xilocaína gel, utilizado sonda foley nº16, em
sistema de coletor fechado, com retorno de diurese na
coloração amarelo claro e sem sedimentos. Fixado sonda
com fita micropore em região X. - Enfermeiro(a) (nome
do profissional), COREN (registro do profissional).
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Sondagem Vesical de Alívio - Masculino:
Procedimentos Relacionados ao 
Sistema Renal e Urinário
Procedimento 
-Lavar as mãos; 
-Reunir o material e levar até o paciente; 
-Promover ambiente iluminado e privativo; 
-Explicar o procedimento ao paciente; 
-Calçar luvas de procedimento; 
-Verificar as condições de higiene do períneo, se necessário,
proceder à higienização com água e sabão; 
-Posicionamento do paciente: 
Masculino: em decúbito dorsal horizontal, com os membros
inferiores afastados; 
Feminino: posição litotômica (em decúbito dorsal, com as pernas
afastadas, os joelhos fletidos e os pés apoiados sobre a cama) e
coberta com um lençol;
Sondagem Vesical de Alívio - Feminino:
-Higienizar as mãos; 
-Reunir o material e levar ao local do procedimento; 
-Explicar o procedimento ao paciente, solicitar sua permissão,
assim como a importância da colaboração;
-Inquirir limiar de dor; 
-Calçar as luvas de procedimento; 
-Isolar o ambiente com os biombos; 
-Fazer a higiene íntima rigorosa com água e sabonete neutro; 
-Inspecionar a região, quanto à presença de lesões, flogose,
hiperemia, secreções, corrimentos, odor, anomalias, etc.;
-Retirar o material utilizado na higiene íntima, e; 
-Retirar as luvas e higienizar as mãos novamente.
-Abrir o material para cateterismo vesical estéril sobre a mesa
auxiliar;
-Colocar a clorexidina tópica ou o PVP-I tópico na cúpula;
-Colocar o lubrificante anestésico na seringa (6 ml mulher);
-Abrir o material descartável sobre o campo (sonda, gaze, etc.) 
-Calçar as luvas estéreis;
-Separar os pequenos lábios com o polegar e indicador da mão não
dominante, expondo o vestíbulo da vagina realizando a
antissepsia pelo óstio uretral; partindo, em sequência, para as
regiões mais externas, com movimentos anteroposteriores; 
-Colocar o campo fenestrado;
-Injetar cerca de 6m de lubrificante na mulher lentamente; 
-Introduzir a sonda delicadamente no meato uretral até observar
a drenagem de urina;
-Colher o material para exame laboratorial, se for o caso;
-Aguardar o término da drenagem e retirar a sonda;
-Acomodar o paciente; 
-Recolher o material, dando o destino adequado a cada item (lixo
contaminado ou comum, expurgo);
-Retirar as luvas e higienizar as mãos;
-Observar e anotar o volume urinário, cor e aspecto; secreções,
anomalias, etc
-Higienizar as mãos; 
-Reunir o material e levar ao local do procedimento; 
-Explicar o procedimento ao paciente, solicitar sua permissão,
assim como a importância da colaboração;
-Inquirir limiar de dor; 
-Calçar as luvas de procedimento; 
-Isolar o ambiente com os biombos; 
-Fazer a higiene íntima rigorosa com água e sabonete neutro; 
-Inspecionar a região, quanto à presença de lesões, flogose,
hiperemia, secreções, corrimentos, odor, anomalias, etc.;
-Retirar o material utilizado na higiene íntima, e; 
-Retirar as luvas e higienizar as mãos novamente.
-Abrir o material para cateterismo vesical estéril sobre a mesa
auxiliar;
-Colocar a clorexidina tópica ou o PVP-I tópico na cúpula;
-Colocar o lubrificante anestésico na seringa (6 ml mulher);
-Abrir o material descartável sobre o campo (sonda, gaze, etc.) 
-Calçar as luvas estéreis;
-Com o uso da mão não dominante, retrair o prepúcio expondo a
glande com o apoio de uma gaze, realizar a antissepsia pelo
óstio uretral;
-Introduzir 20 ml de lubrificante na uretra masculina
lentamente e comprimir o meato uretral; 
-A depender do limiar de dor do paciente, aguardar alguns
minutos; 
-Introduzir a sonda delicadamente no meato uretral até
observar a drenagem de urina;
-Colher o material para exame laboratorial, se for o caso;
-Aguardar o término da drenagem e retirar a sonda;
-Acomodar o paciente; 
-Recolher o material, dando o destino adequado a cada item
(lixo contaminado ou comum, expurgo);
-Retirar as luvas e higienizar as mãos;
-Observar e anotar o volume urinário, cor e aspecto; secreções,
anomalias, etc;
-Retornar o prepúcio para sua posição normal.
Modelo de Anotação de Enfermagem:
15h- Realizado cateterismo vesical de alívio, sem
intercorrências, utilizado sonda uretral, nº12. Desprezado
400ml de diurese amarelo claro, odor característico e sem
sedimentos. Enfermeiro(a) (nome do profissional), COREN
(registrodo profissional).
SVD: HTTPS://WWW.GOV.BR/EBSERH/PT-BR/HOSPITAIS-UNIVERSITARIOS/REGIAO-NORDESTE/HU-UNIVASF/ACESSO-A-INFORMACAO/NORMAS/PROTOCOLOS-INSTITUCIONAIS/CATETERISMOVESICALDEDEMORA.PDF
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58
Procedimentos Relacionados ao 
Sistema Endócrino
HIPÓFISE
HIPOTÁLAMO
TIREÓIDE
PÂNCREAS
SUPRARRENAIS
OVÁRIOS
(MULHER)
TESTÍCULOS
(HOMEM)
URIPEN
Consiste em umConsiste em um cateter externo com uma película fina de cateter externo com uma película fina de
borracha (camisinha)borracha (camisinha), que se encaixa no pênis do paciente e é, que se encaixa no pênis do paciente e é
acoplada em uma bolsa de drenagem aberta, afim de coletar urinaacoplada em uma bolsa de drenagem aberta, afim de coletar urina
em homens que apresentam incontinência urinária.em homens que apresentam incontinência urinária.
Material
-Dispositivo urinário externo padronizado na instituição; 
 -Micropore; 
-Frasco coletor; 
-Material para higiene íntima; 
-Fralda; 
-Luvas de procedimento;
-Biombo, se necessário.
Procedimento 
-Lavar as mãos; 
-Reunir o material e levar até o paciente; 
-Explicar o procedimento ao paciente; 
-Solicitar higienização do pênis ou realizar a higienização local
quando o paciente for dependente; 
-Oferecer privacidade; 
-Calçar as luvas; 
-Posicionar o dispositivo urinário externo no pênis do paciente,
desenrolando-o até a base;
-Fixar a borda do dispositivo à pele com micropore;
-Adaptar o frasco coletor ao dispositivo, deixando o frasco
abaixo do nível da bexiga;
-Vestir a fralda ou roupa;
-Certificar-se que o paciente está confortável; 
-Organizar o leito do paciente;
-Retirar luvas, lavar as mãos e realizar anotação de
enfermagem.
Observação: Deve ser trocado diariamente, durante o banho ou
higiene íntima.
É um É um sistema formado por um conjunto de órgãos que apresentam como atividade característica a produção de secreções orgânicasistema formado por um conjunto de órgãos que apresentam como atividade característica a produção de secreções orgânica,,
estas são denominadas de hormônios. Os hormônios são lançados na corrente circulatória, atuando em várias partes do organismo noestas são denominadas de hormônios. Os hormônios são lançados na corrente circulatória, atuando em várias partes do organismo no
controle ou auxílio de suas funções.controle ou auxílio de suas funções. 
Os principais órgãos produtores de hormônios no homem são: aOs principais órgãos produtores de hormônios no homem são: a
hipófise, o hipotálamo, a tireoide, as paratireoides, ashipófise, o hipotálamo, a tireoide, as paratireoides, as
suprarrenais, o pâncreas e as gônadas sexuais.suprarrenais, o pâncreas e as gônadas sexuais. 
PRINCIPAIS ÓRGÃOS O pâncreas secreta o hormônio insulina, este é responsável peloO pâncreas secreta o hormônio insulina, este é responsável pelo
metabolismo da glicose no corpo humano.metabolismo da glicose no corpo humano. Podemos encontrarPodemos encontrar
outros distúrbios que demandam ações de enfermagem, assimoutros distúrbios que demandam ações de enfermagem, assim
descreveremos alguns procedimentos relacionados a essedescreveremos alguns procedimentos relacionados a esse
sistema:sistema:
Consiste em um Consiste em um exame sanguíneo que proporciona umexame sanguíneo que proporciona um
resultado imediato da concentração de glicose nos vasosresultado imediato da concentração de glicose nos vasos
capilarescapilares, possibilitando a identificação de possíveis sinais de, possibilitando a identificação de possíveis sinais de
hiperglicemia ou hipoglicemia que poderão ocasionarhiperglicemia ou hipoglicemia que poderão ocasionar
alterações no estado geral do paciente, tais como: síncope,alterações no estado geral do paciente, tais como: síncope,
perda de consciência e convulsões.perda de consciência e convulsões.
GLICEMIA CAPILAR
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Procedimentos Relacionados ao 
Sistema Endócrino
-Auxiliar o cliente a manter-se posicionado confortavelmente; 
-Informar o resultado obtido ao paciente;
-Recolher todo o material, deixar o quarto em ordem, desprezar
a fita e a lanceta no coletor de perfurocortantes, e os outros
materiais no expurgo;
-Limpar o glicosímetro com álcool a 70%;
-Retirar as luvas e lavar as mãos;
-Lavar a bandeja com água e sabão, secar com papel toalha e
guardar em local apropriado;
-Realizar higienização das mãos;
-Realizar a anotação de enfermagem registrando o valor
obtido; 
-Checar a prescrição médica.
Material
-Luvas de procedimento;
-Lanceta própria, caneta lancetadora ou agulha de calibre 13x4,5;
-Glicosímetro;
-Fita reagente específica do aparelho que será utilizado;
-Bola de algodão e álcool 70%.
*VALOR DE REFERÊNCIA CONSIDERANDO JEJUM DE NO MÍNIMO 8H.
Procedimento
-Higienizar as mãos com água e sabão;
-Realizar a desinfecção da bandeja com álcool a 70%;
-Preparar o material e organizar a bandeja;
-Conferir a prescrição médica, o horário em que deve ser feito o
controle, o nome do paciente, enfermaria e leito;
-Orientar o procedimento ao cliente;
-Realizar higienização das mãos com álcool gel a 70%;
-Calçar as luvas de procedimento;
-Escolher, se possível, com o cliente o local para punção digital;
-Realizar a antissepsia do local onde será realizada a punção
digital com o algodão embebido em álcool a 70%. Aguardar secar;
-Conectar a tira reagente no glicosímetro; 
-Segurar a lanceta sem tampa e fazer uma leve pressão na face
lateral da polpa digital de modo a favorecer o seu enchimento
capilar, em seguida lancetar o dedo e obter uma gota suficiente
para preencher o campo reagente;
-Aproximar a tira reagente e deixar cair sangue na tira reagente
já conectada ao glicosímetro; caso não seja possível conseguir a
gota de sangue, repetir o procedimento;
-Realizar uma leve compressão no local puncionado com uma bola
de algodão seca até hemostasia;
-Aguardar o resultado do glicosímetro;
Modelo de Anotação de Enfermagem:
09h30- Realizado teste de glicemia capilar, resultado de
89mg/dl. Checado prescrição médica. T.E (nome do
profissional), COREN (registro do profissional).
É o nome doÉ o nome do tratamento dado ao paciente portador de Diabetes tratamento dado ao paciente portador de Diabetes
MellitusMellitus que recebem insulina injetável diariamente. A DM é que recebem insulina injetável diariamente. A DM é
uma doença caracterizada pela produção insuficiente ou a nãouma doença caracterizada pela produção insuficiente ou a não
produção do hormônio insulina. produção do hormônio insulina. A insulina é um hormônioA insulina é um hormônio
regulador do nível de glicemia no organismo, seu efeito consisteregulador do nível de glicemia no organismo, seu efeito consiste
em transportar a glicose para o interior das célulasem transportar a glicose para o interior das células,,
possibilitando assim que esta utilize a glicose como substratopossibilitando assim que esta utilize a glicose como substrato
para produção de energia necessária ao metabolismo do corpo.para produção de energia necessária ao metabolismo do corpo.
INSULINOTERAPIA
Na ausência dessa substância, o paciente deve administrá-laNa ausência dessa substância, o paciente deve administrá-la
diariamente; diariamente; a via de administração mais comum é a viaa via de administração mais comum é a via
subcutânea (SC)subcutânea (SC), sua aplicação diária inspira alguns cuidados e, sua aplicação diária inspira alguns cuidados e
orientações, uma vez que o paciente pode fazer aorientações, uma vez que o paciente pode fazer a
autoadministração do medicamento devido a sua periodicidadeautoadministração do medicamento devido a sua periodicidade
de aplicação. Descreveremos a seguir alguns cuidados:de aplicação. Descreveremosa seguir alguns cuidados:
GLICEMIA: HTTPS://WWW.GOV.BR/EBSERH/PT-BR/HOSPITAIS-UNIVERSITARIOS/REGIAO-CENTRO-OESTE/HU-UFGD/ACESSO-A-INFORMACAO/POPS-PROTOCOLOS-E-PROCESSOS/GERENCIA-DE-ATENCAO-A-SAUDE-GAS/DIVISAO-DE-ENFERMAGEM/POP-DE-004_-_CONTROLE_DE_GLICEMIA_CAPILAR_NO_PACIENTE_ADULTO-1.PDF
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60
DELTÓIDE
ABDOMINAL
GLÚTEOS
VASTO LATERAL
DA COXA
Procedimentos Relacionados ao 
Sistema Hematológico
Cuidados de Enfermagem na Insulinoterapia
(autoadministração)
-Orientar o paciente e/ou familiar sobre a importância da dose
correta, horário correto, conservando a droga em ambiente
correto (sob refrigeração conforme fabricante);
-Realizar treinamento com paciente e/ou familiar com supervisão
das primeiras aplicações, diminuindo o risco de acidentes no
preparo e na aplicação;
-Orientar e supervisionar paciente e/ou familiar para que o
medicamento seja aplicado sempre com esquema de rodízio,
alternando entre deltóide, glúteo, vasto lateral da coxa ou região
abdominal.
*VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DE INSULINOTERAPIA SUBCUTÂNEA (SC)
Hematologia é o ramo da ciência da saúde que estuda o sangue, seus distúrbios e suas doenças. Estuda seus elementos figurados, como osHematologia é o ramo da ciência da saúde que estuda o sangue, seus distúrbios e suas doenças. Estuda seus elementos figurados, como os
glóbulos vermelhos (hemáceas), glóbulos brancos (leucócitos) e plaquetasglóbulos vermelhos (hemáceas), glóbulos brancos (leucócitos) e plaquetas, além de estudar , além de estudar os órgãos onde são produzidas essas células,os órgãos onde são produzidas essas células,
tais como a medula óssea, o linfonodo e o baçotais como a medula óssea, o linfonodo e o baço. Um dos procedimentos mais comuns aos pacientes hospitalizados é a necessidade da. Um dos procedimentos mais comuns aos pacientes hospitalizados é a necessidade da
transfusão de sangue, sendo sua doação o primeiro fator relevante em hemoterapia que inspira cuidados de Enfermagem. Vejamos atransfusão de sangue, sendo sua doação o primeiro fator relevante em hemoterapia que inspira cuidados de Enfermagem. Vejamos a
seguir:seguir:
Doação de Sangue - Etapas:
A doação é um ato nobre, de muita responsabilidade e que pode
ajudar a salvar até 4 vidas por doação. Inicialmente é realizado
uma avaliação com coleta de dados; verificação da pressão
arterial, pulso e temperatura; verificação de hematócrito por
capilar periférico para avaliar a presença de anemia e entrevista
clínica rápida realizada por profissional da saúde do banco de
sangue. Nessa fase, é essencial que o doador fale a verdade sobre o
que é perguntado.
Requisitos para Doação de Sangue:
Além de estar gozando de boa saúde, é necessário:
-Ter idade entre 16 e 69 anos, desde que a primeira doação tenha
sido feita até 60 anos (menores de 18 anos devem possuir
consentimento formal do responsável legal); Pessoas com idade
entre 60 e 69 anos só poderão doar sangue se já o tiverem feito
antes dos 60 anos.
-Apresentar documento de identificação com foto emitido por
órgão oficial (Carteira de Identidade, Carteira Nacional de
Habilitação, Carteira de Trabalho, Passaporte, Registro Nacional
de Estrangeiro, Certificado de Reservista e Carteira Profissional
emitida por classe), serão aceitos documentos digitais com foto.
-Pesar no mínimo 50 kg.
-Ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas.
-Estar alimentado. Evitar alimentos gordurosos nas 3 horas
que antecedem a doação de sangue. Caso seja após o almoço,
aguardar 2 horas.
-Pessoas com idade entre 60 e 69 anos só poderão doar sangue
se já o tiverem feito antes dos 60 anos.
-A frequência máxima é de quatro doações de sangue anuais
para o homem e de três doações de sangue anuais para as
mulher.
-O intervalo mínimo entre uma doação de sangue e outra é de
dois meses para os homens e de três meses para as mulheres.
*Observação: Uma pessoa adulta tem, em média, 5 litros de
sangue. Em cada doação, o máximo de sangue retirado é de 450
ml.
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O sangue doado passa por um processo chamado fracionamento
(separação das células no qual são obtidos os componentes
sanguíneos que são transfundidos a vários pacientes). As
células são separadas em Plasma, Glóbulos Vermelhos,
Plaquetas e Crioprecipitado, sendo que todos os contêm
leucócitos.
HEMÁCIAS (41%)
LEUCÓCITOS E PLAQUETAS
(4%)
PLASMA(65%) 
Procedimentos Relacionados ao 
Sistema Hematológico
Impedimentos Temporários:
-Gripe, resfriado e febre: aguardar 7 dias após o desaparecimento
dos sintomas;
-Período gestacional;
-Período pós-gravidez: 90 dias para parto normal e 180 dias para
cesariana;
-Amamentação: até 12 meses após o parto;
-Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a
doação;
-Tatuagem e/ou piercing nos últimos 12 meses (piercing em
cavidade oral ou região genital impedem a doação);
-Extração dentária: 72 horas;
-Apendicite, hérnia, amigdalectomia, varizes: 3 meses;
-Colecistectomia, histerectomia, nefrectomia, redução de
fraturas, politraumatismos sem seqüelas graves, tireoidectomia,
colectomia: 6 meses;
-Transfusão de sangue: 1 ano;
-Vacinação: o tempo de impedimento varia de acordo com o tipo de
vacina;
-Exames/procedimentos com utilização de endoscópio nos últimos
6 meses;
-Ter sido exposto a situações de risco acrescido para infecções
sexualmente transmissíveis (aguardar 12 meses após a
exposição).
Impedimentos Definitivos:
-Ter passado por um quadro de hepatite após os 11 anos de idade;
-Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças
transmissíveis pelo sangue: Hepatites B e C, AIDS (vírus HIV),
doenças associadas ao vírus HTLV I e II e Doenças de Chagas; 
-Uso de drogas ilícitas injetáveis;
-Malária.
Após a doação:
É realizado teste de compatibilidade:
-É realizado o teste ABO e RH no sangue doado, por meio tipagem
sanguínea;
-É realizado a identificação de anticorpos, para que seja feito um
cruzamento com o sangue do receptor e verificado se não há
incompatibilidade entre doador e receptor;
-Esses testes são realizados para prevenir efeitos adversos na
terapia da transfusão pela equipe que atua no banco de sangue.
Fracionamento do Sangue
Conservação das células do sangue após seu
fracionamento
HTTPS://BRASILESCOLA.UOL.COM.BR/BIOLOGIA/SANGUE.HTM
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-Deve conter Fator RH, Grupo ABO;
-O que o que a bolsa contém (hemácia plaqueta, plasma), quantas
unidades e mL;
-Nome do conservante anticoagulante;
-Se o paciente for designado, ou seja, autodoação, deve conter um
enunciado e nome do paciente;
-Código do produto;
-Data da coleta;
-Grau de armazenamento e data de validade.
Procedimentos Relacionados ao 
Sistema Hematológico
Composição da Bolsa com o Componente
Doado
Indicação dos componentes do sangue
-Sangue total: É indicado para reposição de volume com
capacidade de transportar oxigênio;
-Eritrócitos: É indicado em anemia sintomáticas;
-Plaquetas: É indicada em sangramentos com diminuição
importante de plaquetas;
-Plasma: É indicado em expansão de volume circulatório para
repor fatores de coagulação deficientes;
-Crioprecipitado: É indicado para reposição de fibrinogênio.
Transfusão de Hemocomponentes:
É a infusão do hemocomponente que pode ser por um acesso
venoso central ou periférico. Para cada hemotransfusão, é
necessário o uso de equipo único.
Coleta de Exames Laboratoriais e Tubos para
Coleta
A análise do sangue é feita por meio de amostras que devem ser
coletadas em tubos específicos para cada tipo de análise, sendo de
extrema importânciaconhecê-los para a realização de uma coleta
de material biológico. Assim, seguem os tubos e sua designação:
-Tubo Seco com Ativador de Coágulo: Tampa e rótulo
vermelhos, utilizado para obtenção de soro e aceleração da
coagulação do sangue coletado. Quando o exame exigir este
tipo de tubo, não substituir pelo que contém gel separador,
pois esta substância interfere na análise. 
-Tubo com Gel Separador de Soro: Tampa e rótulo amarelos.
Esses dois componentes (ativador de coágulo+gel) fazem com
que o sangue coagule mais rapidamente e, após a coagulação,
o gel realiza a separação física entre a porção celular e a
líquida (soro).
-Tubo com anticoagulante EDTA(ácido
etilenodiaminotetracético): Utilizado para a maioria dos testes
hematológicos. A proporção de sangue e anticoagulante deve
ser obedecida para evitar alterações morfológicas.
-Tubo com anticoagulante CITRATO DE SÓDIO a 3,2%
tamponado: Tampa e rótulo azuis. Possui citrato de sódio, que
é utilizado com objetivo de inibir a coagulação, preservando os
fatores. A proporção do sangue e anticoagulante deve ser
rigorosamente obedecida, para não interferir no resultado do
exame. 
-Tubo com anticoagulante HEPARINA (anticoagulante
natural): Esse tubo possui heparina de lítio, um aditivo que
ativa enzimas antiplaquetárias que bloqueiam a cascata da
coagulação.
-Tubo com anticoagulante FLUORETO DE SÓDIO e EDTA: Tampa
e rótulo cinzas. Com as funções de inibidor glicótico e
anticoagulante, respectivamente, esses compostos são
utilizados para análises que incluem dosagem de glicose. 
-Tubo para coleta de sangue a vácuo para VHS com CITRATO
DE SÓDIO: Tampa e rótulo pretos. Utilizado para coleta de
sangue destinado aos testes de velocidade de
hemossedimentação (VHS) em laboratório clínico. A
velocidade de hemossedimentação é um marcador de resposta
inflamatória.
Bons Estudos!!
Importante!
Azul
Amarelo ou vermelho
Verde
Rosa/lilás/roxo
Cinza.
A ordem de coleta venosa foi definida para evitar a
contaminação por aditivos nos próximos tubos quando são
necessários de mais de uma coleta venosa em um mesmo
paciente. A sequência de utilização dos tubos deve ser:
1.
2.
3.
4.
5.
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