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AtIvIDADEsAtIvIDADEs
homem afetado
homem normal
mulher normal
1 2
4 51 2 3
1
I
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G
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ti
ca
Com base nos textos e em seus conhecimentos, 
analise as afirmativas.
 I. As irmãs 2 e 4 apresentam, respectivamente, ge-
nótipos XHXh e XHXH e a consaguinidade, através 
da união entre primos-irmãos (indivíduos 5 e 6), 
condicionou a manifestação do alelo deletério 
h para hemofilia.
 II. O indivíduo 7 é hemofílico, pois herdou o alelo 
recessivo para ausência do fator VIII de sua 
mãe, e o indivíduo 8 pode ou não ser portador 
deste alelo recessivo.
 III. Dos primos que se casaram, somente o indiví-
duo 6 é portador do alelo recessivo que causa 
a hemofilia, enquanto que o indivíduo 5 não 
apresenta este alelo, pois herdou da mãe o alelo 
normal (H).
 IV. Se o indivíduo 7 tiver filhos com uma mulher 
que tenha o mesmo genótipo para hemofilia 
de sua avó materna, a probabilidade de terem 
filhos hemofílicos é de 50% e de terem filhas 
hemofílicas é de 0%.
Estão corretas apenas as afirmativas
a) I e IV. c) II, III. e) I e III.
b) III e IV. d) I e II.
 45 (Cefet-PR) Qual dos homens abaixo relacionados 
pode ser pai de uma menina do grupo sanguíneo AB 
e daltônica, sabendo-se que a mãe é do mesmo gru-
po sanguíneo da filha, porém tem visão normal?
a) B, daltônico 
b) O, daltônico 
c) O, visão normal
d) AB, visão normal
e) A, visão normal
 46 (Unioeste-PR) Um homem calvo, filho de pai não 
calvo, casa-se com uma mulher não calva, filha de 
mãe calva e de pai hemofílico. Considerando que 
calvície é uma característica autossômica influen-
ciada pelo sexo e hemofilia é uma característica 
ligada ao sexo, assinale a alternativa correta. 
a) A probabilidade de um menino nascido ser 
hemofílico e calvo é 3 __ 
8
 .
b) A probabilidade de uma menina nascida ser 
calva e portadora do alelo para hemofilia é 1 __ 
4
 .
c) A probabilidade de uma criança nascida ser um 
menino nem calvo nem hemofílico é 1 ___ 
64
 .
d) A probabilidade de uma criança nascida ser 
menina nem calva nem hemofílica é 6 ___ 
64
 . 
e) A probabilidade de um menino nascido ser 
normal e não calvo é 3 ___ 
16
 .
Questões discursivas
 47 (UFRJ) Certos tipos de câncer, em especial aqueles 
ligados às células do sangue, são tratados com 
transplantes de medula óssea. Nesses transplan-
tes, uma parte da medula óssea de um doador 
sadio é introduzida na coluna vertebral de um 
paciente cujas células da medula óssea foram pre-
viamente eliminadas com auxílio de drogas ou de 
radiação. Após o transplante de medula é possível 
identificar os cromossomos de células de diversos 
órgãos e tecidos. 
A tabela a seguir mostra os resultados da classifica-
ção dos cromossomos de 4 tecidos de um paciente 
submetido a transplante de medula.
Tipo celular Cariótipo
Epitélio intestinal 46, XY
Linfócitos B 46, XX
Músculo liso 46, XY
Macrófagos 46, XX
Com base nesses resultados, identifique o sexo do pa-
ciente e o sexo do doador. Justifique sua resposta.
 48 (UFRJ) A cor do pelo dos gatos depende de um par 
de genes alelos situados no cromossomo X. Um 
deles é responsável pela cor preta e o outro pela 
cor amarela. Existe um terceiro gene autossômico 
(não localizado nos cromossomos sexuais) que é 
responsável pela cor branca.
Com essas informações, explique por que o pelo de 
uma gata pode ter três cores, enquanto o pelo 
de um gato só pode ter duas cores.
 49 (Fuvest-SP) No heredograma a seguir, ocorrem dois 
meninos hemofílicos. A hemofilia tem herança 
recessiva ligada ao cromossomo X.
a) Qual é a probabilidade de que uma segunda 
criança de II-4 e II-5 seja afetada?
b) Qual é a probabilidade de II-2 ser portadora do 
alelo que causa a hemofilia?
c) Se o avô materno de II-4 era afetado, qual era o fe-
nótipo da avó materna? Justifique sua resposta.
 50 (Fuvest-SP) Na revista Nature, em 11 de agosto de 
2005, foi publicada uma carta em que os autores 
sugeriram que as histórias do jovem “bruxo” Harry 
Potter, escritas por J. K. Rowling, poderiam ser úteis 
no ensino da hereditariedade.
Nessas histórias, os indivíduos podem ser “bruxos” 
ou “trouxas”.
 I. Harry Potter é filho único de um casal de 
“bruxos”.
 II. O amigo de Potter, Ron Weasley, é “bruxo” e tem 
pai e mãe “bruxos”. Os irmãos de Ron, Fred e 
George, e sua irmã Gina também são “bruxos”.
 III. A jovem “bruxa” Hermione nasceu do casamen-
to entre uma “trouxa” e um “trouxa”.
 IV. O “bruxo” Draco Malfoy, inimigo de Potter, tem 
pai e mãe “bruxos”.
AtIvIDADEsAtIvIDADEs
� afetados pela doença
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Com base nessas informações, responda:
a) Supondo que ser “bruxo” ou “trouxa” é um caráter hereditário monogênico, qual (quais) das famílias permite(m) 
concluir que o gene que determina tal característica não se localiza no cromossomo X? Justifique.
b) O “bruxo” Draco Malfoy despreza pessoas como Hermione, que têm pais “trouxas”, pois se considera um “bruxo” 
de sangue puro. Se vierem a se casar com “bruxos”, quem tem maior probabilidade de ter crianças “bruxas”, 
Draco ou Hermione? Por quê?
 51 (Uerj) Um homem pertence a uma família na qual, há gerações, diversos membros são afetados por raquitismo 
resistente ao tratamento com vitamina D. Preocupado com a possibilidade de transmitir essa doença, consultou 
um geneticista que, após constatar que a família reside em um grande centro urbano, bem como a inexistência de 
casamentos consanguíneos, preparou o heredograma abaixo. Nele, o consultante está indicado por uma seta.
a) Sabendo que a doença em questão é um caso de herança ligada ao sexo, formule a conclusão do geneticista quanto 
à possibilidade de o consultante transmitir a doença a seus descendentes diretos.
b) Calcule os valores correspondentes à probabilidade de que o primo doente do consultante, ao casar com uma 
mulher normal, gere filhas e filhos afetados pela doença.
 52 (UFRRJ) Uma pessoa portadora de hemofilia que tenha mãe e pai normais faz a seguinte pergunta a um médico:
Doutor, eu herdei esta característica do meu pai?
O médico responde:
Não, seguramente foi de sua mãe.
a) Identifique qual o sexo da pessoa. 
b) Justifique sua resposta. 
 53 (UFPR) Considere uma espécie em que o macho é heterogamético (XY) e a fêmea homogamética (XX). Explique 
de que forma o sexo dos descendentes será determinado.
Capítulo
UNIDADE A
De que maneira as instruções 
codificadas no DNA controlam 
os processos metabólicos? 
Diversos estudos têm 
comprovado que esse 
controle se dá por meio da 
síntese das proteínas.
Neste capítulo apresentamos 
algumas descobertas 
que levaram à teoria “um 
gene-um polipeptídio” e as 
principais diferenças entre a 
organização genética de seres 
procarióticos e eucarióticos.
 7.1 O modo de ação dos 
genes
Os genes se expressam por meio 
dos polipeptídios que codificam. 
Essa é a ideia central da teoria 
“um gene-um polipeptídio”.
 7.2 Organização dos genes 
eucarióticos
Gene pode ser definido como
um segmento de DNA que 
transcreve RNA.
7
Como se expressam
os genes
Asas
-
-
Perna
Antena
Genes homeóticos, controladores 
básicos do desenvolvimento
Os genes homeóticos definem a organização estrutural do corpo nos 
primórdios do desenvolvimento embrionário. Eles determinam o 
padrão de segmentação do embrião e que estruturas se desenvolverão 
a partir de cada segmento corporal. Por exemplo, na mosca drosófila 
esses genes são responsáveis pela formação de antenas, de pernas e de 
asas nos locais “corretos”. Na espécie humana, o desenvolvimento de 
pernas, pés, braços e mãos, incluindo a ordem dos dedos, também é 
controlada por genes homeóticos.
Primeiras evide�ncias da existe�ncia
dosgenes homeo�ticos
Em 1894, o biólogo William Bateson relatou o aparecimento de estames 
no lugar “errado” da flor, onde deveria haver pétalas. Na década de 1940, 
o geneticista Edward Lewis iniciou estudos de mutações que alteravam a 
estrutura corporal das drosófilas, como o aparecimento de pernas em lugar 
de antenas e de asas em lugar de halteres.
Trocando antenas 
por pernas
Os genes homeóticos atuam 
como “interruptores” que ligam 
ou desligam diferentes programas 
de diferenciação celular. O gene 
Antennapedia, por exemplo, 
ativa o programa que leva ao 
desenvolvimento de antenas na 
cabeça da mosca. A mutação 
desse gene altera a programação 
genética e leva à formação de 
pernas em lugar de antenas.
Um par de asas 
no 3o segmento
Mosca com mutação no gene Ultrabithorax 
Um par de asas no
2o segmento torácico
Um par de 
halteres no 
3o segmento
Mosca selvagem
De volta �as origens 
Em drosófilas, o desenvolvimento do terceiro 
segmento do tórax é ativado pelo gene 
homeótico Ultrabithorax, que leva à formação de 
um par de pernas e de um par de halteres nesse 
segmento corporal. Uma mutação que inative o 
gene Ultrabithorax faz o terceiro segmento “voltar 
às origens”, produzindo um par de pernas e um 
par de asas idênticos aos do segundo segmento. 
Isso reforça a ideia de que o surgimento dos 
halteres nos insetos dípteros deu-se pela 
modificação evolutiva do segundo par de asas, 
localizadas no terceiro segmento do corpo.
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Para pensar
Olhos de insetos e de vertebrados são estruturalmente 
muito diferentes. Cada espécie apresenta um conjunto 
de genes particulares, cuja ativação em sequência leva 
à formação de cada tipo de olho. Como se explica que 
um único gene homeótico de camundongo seja capaz de 
induzir, na drosófila, um olho típico de mosca?
Para pensar
Olhos de insetos e de vertebrados são estruturalmente 
muito diferentes. Cada espécie apresenta um conjunto 
de genes particulares, cuja ativação em sequência leva 
à formação de cada tipo de olho. Como se explica que 
um único gene homeótico de camundongo seja capaz de 
induzir, na drosófila, um olho típico de mosca?
-
As regiões dos embriões onde 
se expressam os diferentes 
genes homeóticos estão 
indicadas pelas cores que os 
identificam nos cromossomos.
Cromossomo da mosca
Cromossomo do 
camundongo
O gene Eyeless 
da drosofila 
Em drosófilas, o gene 
homeótico Eyeless comanda 
o processo de formação do 
olho da mosca. A ativação 
experimental desse gene em 
diferentes partes do corpo leva à 
formação de olhos completos nessas regiões, tais 
como nas pernas, nas antenas e nos halteres.
O gene Sey do camundongo 
A formação do olho no camundongo é 
comandado pelo gene homeótico Sey. Embora o 
desenvolvimento do olho em vertebrados e em 
insetos seja resultado da ação de genes totalmente 
distintos, o gene Sey de camundongo, implantado 
em drosófila e ativado em diferentes partes do 
corpo do inseto, leva à formação, nessas regiões, 
de olhos típicos de mosca.
N�os temos, as moscas te�m 
e os vermes tambe�m
Os genes homeóticos desempenham papel crucial 
no desenvolvimento de diversos organismos, o 
que reforça a ideia de que eles são genes muito 
antigos e importantes, por isso conservados com 
poucas alterações ao longo do processo evolutivo.
-
-
Genes marcados pelas
mesmas cores, nos 
cromossomos da mosca
e do camundongo, são 
homeóticos e apresentam 
estrutura e função 
semelhantes nas duas 
espécies.
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	Parte I
	7. Como se expressam os genes

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