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394 U n id a d e F • O n d a s 394 R ep ro d uç ão p ro ib id a. A rt .1 84 d o C ód ig o P en al e L ei 9 .6 10 d e 19 d e fe ve re iro d e 19 98 . R. 116 Uma partícula realiza um MHS tal que os módulos máximos de sua velocidade escalar e de sua ace le ra ção escalar são respectivamente 3,0 m/s e 6,0 m/s2. Determine a amplitude e a pulsação do mo vi men to. R. 117 Um corpo de massa m 1 kg oscila livremente, suspenso a uma mola helicoidal de massa des- prezível (fig. I). Preso ao corpo, há um estilete que registra num papel vertical as posições do corpo. O papel vertical envolve um cilindro que gira com velocidade angular constante. Seja 0,20 m/s a velocidade dos pontos do papel vertical. Os dados obtidos no papel estão indicados na figura II. Determine: a) a frequência e a amplitude do movimento; b) a constante elástica da mola. 6,0 ___ 3,0 h 2a ____ ha ] h 2,0 rad/s De , obtemos: 3,0 2,0 3 a ] a 1,5 m Resposta: a 1,5 m e h 2,0 rad/s Solução: a) O movimento do cilindro é uma rotação uniforme (velocidade angular constante) e, por meio da fi gura registrada no papel que o envolve, podemos determinar o período do MHS efetuado pelo cor po. Este efetua um ciclo completo quando, passando pela posição 1 (registrada no papel), re tor na a ela em idênticas condições (posição 2). Nesse intervalo de tempo, o papel, à velocidade v 0,20 m/s, percorre, em movimento uni- forme de função s vt, o espaço s 0,10 m (posição 1 p posi ção 2). Solução: Os módulos máximos da velocidade e da aceleração são dados por: OvOmáx. ha ] 3,0 ha OaOmáx. h2a ] 6,0 h2a Dividindo membro a membro a equação pela equação , vem: Assim, para o papel que envolve o cilindro, temos: s vt ] 0,10 0,20t ] t 0,5 s Sendo esse o tempo necessário para o fenômeno se repetir, o período da oscilação será: T 0,5 s A amplitude é obtida da figura no papel: observe que, verticalmente, o corpo oscila na extensão de 0,8 m, isto é, com amplitude de 0,4 m em torno da posição de equilíbrio. Logo: a 0,4 m b) Conhecido o período, podemos determinar a constante elástica da mola pela relação: T 2s dlll m __ k ] 0,5 2s dll 1 __ k ] 0,52 (2s)2 1 __ k ] k 4s2 _____ 0,25 ] k 7 158 N/m Respostas: a) 2 Hz e 0,4 m; b) 7 158 N/m exercícios propostos 0,15 m 0, 8 m v = 0,20 m/s 0, 4 m 0, 4 m s = 0,10 m 2 1 m v = 0,20 m/s m 0,15 m 0, 8 m Figura I. Figura II. E a frequência é dada por: f 1 __ T ] f 1 ___ 0,5 ] f 2 Hz Solução: a) Comparando x 0,2 3 cos @ st 3s ___ 2 # com x a 3 cos (ht A0), temos: De T 2s ___ h , vem: T 2s ___ s ] T 2 s b) Sendo v ha 3 sen (ht A0), resulta: Respostas: a) a 0,2 m, h s rad/s, A0 3s ___ 2 rad e T 2 s; b) v 0,2s 3 sen @ st 3s ___ 2 # (v em m/s e t em s) v 0,2s 3 sen @ st 3s ___ 2 # (v em m/s e t em s) a 0,2 m h s rad/s A0 3s ___ 2 rad V2_P3_UN_F_CAP_16a.indd 394 02.09.09 09:14:17 395 C a p ít u lo 1 6 • M o vi m e n to h a rm ô n ic o s im p le s (M H S ) 395 R ep ro d uç ão p ro ib id a. A rt .1 84 d o C ód ig o P en al e L ei 9 .6 10 d e 19 d e fe ve re iro d e 19 98 . P. 402 Um ponto material de massa m 0,1 kg oscila em torno da posição O de equilíbrio, em MHS. A cons tan te elástica da mola é k 0,4 N/m. P. 403 Um ponto material realiza um MHS sobre um eixo Ox segundo a função horária: P. 404 A elongação de uma partícula em MHS varia com o tempo segundo o gráfico abaixo. P. 405 Na figura representam-se os pontos de inversão do MHS que um bloco realiza. O período do mo vi men to é 2 s. P. 406 A elongação x de um ponto material em MHS varia com o tempo segundo o gráfico a seguir. a) Determine a pulsação h, em radianos por se- gundo. b) Determine as funções horárias da posição x, da velocidade v e da aceleração a, em função do tem po, adotando-se o eixo Ox orientado para a direita, como se indica na figura. Adote t 0 quando o móvel se encontra na posição R. c) Refaça o item anterior, adotando t 0 quando o móvel se encontra na posição S, e no sentido do movimento de R a Z. d) Refaça o item b adotando t 0 quando o móvel se encontra na posição Z. As posições indicadas pelas letras R e Z corres- pondem aos extremos da oscilação. x 0,4 3 cos @ s __ 2 t s # (x em m e t em s) Determine: a) a amplitude, a pulsação, a fase inicial e o perío do do movimento; b) a velocidade escalar e a aceleração escalar nos instantes t 1 s e t 2 s. Determine: a) a amplitude, o período e a pulsação do movi- mento; b) a função horária do movimento. Determine: a) a amplitude e a pulsação do movimento; b) os valores máximos da velocidade escalar e da aceleração escalar. exercícios propostos P. 407 Um corpo de massa 2 kg oscila livremente, sus pen- so a uma mola helicoidal de massa desprezível. As posições ocupadas pelo corpo são regis tradas, por meio de um estilete preso a ele, em uma fita de papel vertical que se desloca horizon talmente, com velocidade constante v 0,20 m/s. Determine: a) a frequência e a amplitude do movimento do corpo; b) a constante elástica da mola; c) a função horária do movimento do corpo, sa- bendo que no instante t 0 a elongação é nula e o corpo está subindo. Adote o sentido do eixo de ordenadas para cima. Z S O R 0,1 m 0,1 m x 0 0,3 – 0,3 1 2 t (s) x (m) O– 0,5 +0,5 x (m) 0 1 2 3 4 t (s) x (m) – 0,6 – 0,6 0,75 m 0, 20 m v a) Determine a amplitude, a pulsação, a velocidade escalar máxima e a aceleração escalar máxima. b) Construa os gráficos da velocidade escalar e da aceleração escalar em função do tempo. V2_P3_UN_F_CAP_16a.indd 395 02.09.09 09:14:18 396 U n id a d e F • O n d a s 396 R ep ro d uç ão p ro ib id a. A rt .1 84 d o C ód ig o P en al e L ei 9 .6 10 d e 19 d e fe ve re iro d e 19 98 . Objetivos Reconhecer as associações de molas, em série ou em paralelo. Relacionar as constantes elásticas das molas nas associações, com a constante elástica da mola equivalente. Termos e conceitos • mola equivalente Para a associação em paralelo, a constante elástica da mola equiva- lente é dada por: De fato, vamos aplicar à associação em paralelo uma força de inten- sidade F, de modo que as molas sofram a mesma deformação x. Nessa situação, a mola M1 fica sujeita a uma força de intensidade F1 e a mola M2, a uma força de intensidade F2 , tais que F1 k1x e F2 k2x (fig. 18A). A mola equivalente submetida à força de intensidade F sofre a mesma deformação x (fig. 18B). De F F1 F2 , vem: kpx k1x k2x; logo: kp k1 k2 Figura 18. (A) Associação em paralelo de duas molas; (B) mola equivalente. k1 M1 M2 k2 x xF2F1 F A kp F x B Seção 16.4 kp k1 k2 1 __ ks 1 __ k1 1 __ k2 Para a associação em série, temos: Associação de molas Considere duas molas M1 e M2 de constantes elásticas k1 e k2, respec- tivamente. Essas molas podem ser associadas em paralelo ou em série (fig. 17). A associação é considerada em paralelo quando as molas do sistema sofrem deformações iguais. Em cada caso podemos, para efeito de cálculo, substituir as duas por uma só, chamada mola equivalente. Sejam kp e ks as constantes elásticas das molas equivalentes às asso- ciações em paralelo e em série, respectivamente. Figura 17. (A) Associação de molas em paralelo; (B) associação de molas em série. k1 k2 M1 M2 ⇒ Mola equivalente k s BA k1 M1 M2 k2 ⇒ Mola equivalente kp V2_P3_UN_F_CAP_16b.indd 396 31.08.09 11:55:16