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do diabetes mellitus no Brasil Departamento de Epidemiologia, Economia e Saúde Pública/ Department of Epidemiology, Economics and Public Health Bianca de Almeida Pititto, Luciana Bahia, Karla Melo SBD 2018 - 2019 Presidente Hermelinda Pedrosa PREVALÊNCIA DO DIABETES Brasil Estudo Nacional realizado em 9 capitais do Brasil (Malerbi & Franco, 1992) Estudo da cidade de Ribeirão Preto (Torquato, 2003) Estudo da cidade de São Carlos (Bosi, 2009) PREVALÊNCIA DE DIABETES MELLITUS Diagnosticado por TOTG - (Teste Oral de Tolerância à Glicose) Almeida-Pititto B, Di as ML, Moraes ACF, et al. Type 2 diabetes in Brazil: epidemiology and management. Diabetes, Metabolic Syndrome and Obesity: Targets and Therapy 2015:8 17–28. Malerbi DA, Franco LJ. Multicenter study of the prevalence of diabetes mellitus and impaired glucose tolerance in the urban Brazilian population aged 30–69 yr. The Brazilian Cooperative Group on the Study of Diabetes Prevalence. Diabetes Care. 1992;15(11):1509–1516. E s tu d o s B ra s ile iro s PORTO ALEGRE SÂO CARLOS RIBEIRÃO PRETO SÃO PAULO RIO DE JANEIRO BRASÍLIA SALVADOR RECIFE JOÂO PESSOA FORTALEZA BELÉM 9,9% 13,5% 12,1% 11,2% 9,2% 5,2% 7,9% 5,4% 7,9% 6,5% 7,2 % 5,0 – 7,7% com pré-DM 50% sem diagnóstico PREVALÊNCIA NACIONAL 7,6% Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto PREVALÊNCIA DE DIABETES MELLITUS 25 20 15 10 5 30 35 40 Idade - Homens Idade - Mulheres 45-5435-44 55-64 65-74 35-44 45-54 55-64 65-74 Não diagnosticado Diagnosticado P re v a lê n c ia d e d ia b e te s ( % ) ELSA BRASIL Pré-diabetes = 20% a 59% dependendo do critério utilizado Schmidt MI, Hoffman JF, Diniz MFS, et al. High prevalence of diabetes and intermediate hyperglycemia – The Brazilian Longitudinal Study of Adult Health (ELSA-Brasil). Diabetology and Metabolic Syndrome 2014; 6:123 50% dos indivíduos identificados com diabetes não sabiam que tinham o diagnóstico de diabetes Diagnosticado por TOTG - (Teste Oral de Tolerância à Glicose) E s tu d o s B ra s ile iro s PREVALÊNCIA DE DIABETES MELLITUS Diagnosticado por Hemoglobina Glicada (HbA1c) Malta DC, Duncan BB, Schmidt MI et al. Prevalência de diabetes mellitus determinada pela hemoglobina glicada na população adulta brasileira, Pesquisa Nacional de Saúde. REV BRAS EPIDEMIOL 2019; 22 (SUPPL 2): E190006.SUPL.2 ▪ Dados laboratoriais da Pesquisa Nacional de Saúde, coletados entre os anos de 2014 e 2015 ▪ Amostra representativa da população brasileira: 8.541 pessoas Pré-diabetes = 6,8% a 16,9% dependendo do critério utilizado Prevalência de diagnóstico de diabetes mellitus segundo diferentes critérios Brasil, Pesquisa Nacional de Saúde, 2014–2015 Critérios utilizados % (IC95%) HbA1c ≥ 6,5% 6,6 (5,93 – 7,24) HbA1c ≥ 6,5% + uso de medicamentos para diabetes 8,4 (7,65 – 9,11) HbA1c ≥ 6,5% + diabetes autorreferido 9,4 (8,63 – 10,14) Diabetes auto referido 7,5 (6,73 – 8,19) E s tu d o s B ra s ile iro s ESTUDO DE FATORES DE RISCO CARDIOVASCULAR EM ADOLESCENTES (Estudo ERICA) Estudo transversal de âmbito nacional e de base escolar: 37.504 adolescentes; 12 a 17 anos de idade 32.7% 12.6% Excesso de peso 17,1% Obesidade 8,4% Kyscgubur NCC, Bloch KV, Szklo M, et al. ERICA: prevalência de síndrome metabólica em adolescentes brasileiros. Rev Saude Publica 2016;50(supl 1):11s. Componentes da Síndrome Matabólica Prevalência % IC 95% Circunferência da cintura elevada 12,6 11,6 – 13,7 HDL-c baixo 32,7 30,3 – 35,2 Triglicerídeos elevado 4,6 4,1 – 5,1 Glicose elevada 4,1 3,5 – 4,8 Pressão arterial elevada 8,2 7,6 – 8,9 Circunferência da cintura elevada < 16 anos: ≥ Percentil 90 ≥ 16 anos, sexo masculino: ≥ 90 cm ≥ 16 anos, sexo feminino: ≥ 80 cm HDL-c baixo < 16 anos: 40 mg/dL ≥ 16 anos, sexo masculino: < 40 mg/dL ≥ 16 anos, sexo feminino: < 50 mg/dL Triglicerídeos elevados: ≥ 150 mg/dL Glicose elevada: ≥ 100 mg/dL Pressão arterial elevada: Sistólica ≥ 130 mmHg ou Diastólica ≥ 85 mmHg E s tu d o s B ra s ile iro s As mulheres ainda mais acometidas, mas o aumento da prevalência nos homens tem sido expressivo Prevalência entre 2006 a 2018: 54% - homens 28% - mulheres PREVALÊNCIA DE DIABETES MELLITUS Sexo 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 % com diabetes Homens 4,6 5,4 5,7 5,8 6,1 5,9 6,5 6,5 7,3 6,9 7,8 7,1 7,1 Mulheres 6,3 6,2 6,7 6,7 7,4 6,6 8,1 7,2 8,7 7,8 9,9 8,1 8,1 Vigitel 2018 - https://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2019/julho/25/vigitel-brasil-2018.pdf Diabetes auto referido Prevalência de diabetes mellitus em adultos (≥18 anos) de acordo com sexo, nas capitais dos estados brasileiros e no Distrito Federal - Vigitel, 2018* 0 2 4 6 8 10 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 Mulheres Homens Percentual* de indivíduos que referíram diagnóstico médico de diabetes (população adulta ≥ 18 anos): * Vigitel 2006 a 2018 In q u é rito s e D a d o s N a c io n a is % c o m d ia b e te s Ano PREVALÊNCIA DE DIABETES MELLITUS Vigitel 2018 - https://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2019/julho/25/vigitel-brasil-2018.pdf Prevalência de diabetes mellitus em adultos (≥18 anos) de acordo com idade e escolaridade nas capitais dos estados brasileiros e no Distrito Federal Vigitel, 2018 30 24 18 12 6 0,8 1,9 3,6 9,2 16,8 23,1 Idade P e rc e n tu a l d e D M Escolaridade P e rc e n tu a l d e D M 30 24 18 12 6 15,2 0 - 8 9 - 11 3,7 12 e mais 5,0 In q u é rito s e D a d o s N a c io n a is PREVALÊNCIA DE DIABETES MELLITUS, IDF 2019 Atlas IDF com dados brasileiros compilados em português - https://www.diabetes.org.br/profissionais/images/2018/poster-atlas-idf-2017.pdf International Diabetes Federation. IDF Diabetes Atlas, 9th edn. Brussels, Belgium: 2019. Available at: http://www.diabetesatlas.org Número de pessoas (20-79 anos) com diabetes no mundo e regiões da IDF América do Sul e Central Aumento 55% Sudeste da Asia Aumento 74% Oriente Médio e Norte da África Aumento 96% África Aumento 143% Pacífico Aumento 31% Brasil, IDF 2019 16,8 milhões de pessoas América do Norte e Caribe Aumento 33% 63 milhões2045 56 milhões230 48 milhões2019 Europa Aumento 15% 68 milhões2045 66 milhões2030 59 milhões2019 108 milhões2045 76 milhões2030 55 milhões2019 153 milhões2045 115 milhões2030 88 milhões2019 47 milhões2045 29 milhões2030 19 milhões2019 212 milhões2045 197 milhões2030 163 milhões2019 49 milhões2045 40 milhões2030 32 milhões2019 In te rn a tio n a l D ia b e te s F e d e ra tio n https://www.diabetes.org.br/profissionais/images/2018/poster-atlas-idf-2017.pdf http://www.diabetesatlas.org/ International Diabetes Federation. IDF Diabetes Atlas, 9th edn. Brussels, Belgium: 2019. Available at: http://www.diabetesatlas.org Atlas IDF com dados brasileiros compilados em português - https://www.diabetes.org.br/profissionais/images/2018/poster-atlas-idf-2017.pdf PREVALÊNCIA DE DIABETES MELLITUS TIPO 1, IDF 2019 Os cinco países com maior número de crianças e adolescentes (0-14 anos) com DM1 Índia EUA Brasil China Rússia 94.200 51.500 28.700 21.600 95.600 In te rn a tio n a l D ia b e te s F e d e ra tio n http://www.diabetesatlas.org/ https://www.diabetes.org.br/profissionais/images/2018/poster-atlas-idf-2017.pdf PREVALÊNCIA DE HIPERGLICEMIA NA GESTAÇÃO, IDF 2019 >30% nas mulheres de >35 anos 45 – 49 anos Nas mulheres de 20 a 24 anos 20 - 24 anos Diabetes diadnosticado primeirament e na gestacao Diabetes diagnosticado primeiramente na gestação Diabetes Mellitus Gestacional 83,6% De acordo com a causa de hiperglicemia De acordo com a idade International Diabetes Federation. IDF Diabetes Atlas, 9th edn. Brussels, Belgium: 2019. América do Sul e Central 14% Prevalência de hiperglicemia na gestação Global 14%8,5% 10% 37% In te rn a tio n a l D ia b e te s F e d e ra tio n IMPACTO DO DIABETES EM MORBIMORTALIDADE Brasil DO QUE AS PESSOAS MAIS MORREM NO BRASIL? Mortes por 100 mil habitantes, ambos os sexos 1. Doenças cardiovasculares 1. Doenças cardiovasculares 2. Neoplasias 2. Neoplasias 3. Afecções maternas e neonatais 3. Diabetes e doenças do rim 4. Infecções respiratórias e tuberculose 4. Infecções respiratórias e tuberculose 5. Autolesão e violência 5. Transtornos neurológicos 6. Acidente transporte 6. Autolesão e violência 7. Enterite infecciosa 7. Respiratórias crônicas 8. Respiratórias crônicas 9. Acidente automobilístico 13. Transtornos neurológicos 17. Enterite infecciosa 11. Diabetes e doenças do rim 12. Afecções maternas e neonatais 1990 2017Rank Doenças crônicas não transmissíveis Causas externasDoenças transmissíveis, maternas, neonatais e nutricionais Global Burden of Disease – http://www.healthdata.org/gbd; https://vizhub.healthdata.org/gbd-compare/Burden of disease in Brazil, 1990–2016: a systematic subnational analysis for the Global Burden of Disease Study 2016. GBD 2016 Brazil Collaborators. 2018. http://dx.doi.org/10.1016/S0140-6736(18)31221-2 Im p a c to G lo b a l d a D o e n ç a B ra s il http://www.healthdata.org/gbd https://vizhub.healthdata.org/gbd-compare/ http://dx.doi.org/10.1016/S0140-6736(18)31221-2 TENDÊNCIAS DE MORTALIDADE POR DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS NO BRASIL (DCNT) Até 2011 e Projeções para 2024 Malta DC, Moura L, Prado RR, et al. Mortalidade por doenças crônicas não transmissíveis no Brasil e suas regiões, 2000 a 2011. Epidemiol. Serv. Saúde 2014; 23(4):599-608. Fonte: Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) 600 500 400 300 200 100 0 Anos 1 9 9 8 2 0 0 0 2 0 0 2 2 0 0 4 2 0 0 8 2 0 1 0 2 0 1 2 2 0 2 4 2 0 2 2 2 0 2 0 2 0 1 4 2 0 1 8 2 0 1 6 T a x a p a d ro n iz a d a p o r (1 0 0 .0 0 0 h a b .) Taxas padronizadas por idade e corrigidas para sub-registro Neoplasias (Redução 0,96% ao ano) Diabetes mellitus (Redução 1,7% ao ano) Doenças cardiovasculares (Redução 3,3% ao ano) Doenças respiratórias (Redução 4,4% ao ano) DCNT (Redução 2,5% ao ano) Estimativa com reduçao de 2,0% ao ano S is te m a s d e In fo rm a ç ã o e m S a ú d e n o B ra s il TENDÊNCIAS DE MORTALIDADE POR DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS NO BRASIL (DCNT) Taxa de mortalidade específica por 100 mil habitantes Malta DC, Moura L, Prado RR, et al. Mortalidade por doenças crônicas não transmissíveis no Brasil e suas regiões, 2000 a 2011. Epidemiol. Serv. Saúde 2014; 23(4):599-608. Fonte: Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) Apesar das taxas ajustadas por idade mostrarem tendência à redução de mortalidade por DCNT no Brasil, importante ressaltar que as taxas de mortalidade específica por doença aterosclerótica cardiovascular (DACV), câncer e diabetes apresentam aumento relevante de 1992 a 2010 S is te m a s d e In fo rm a ç ã o e m S a ú d e n o B ra s il MORTALIDADE POR DIABETES MELLITUS NO BRASIL . Ministério da Saúde/SVS – SIM – 2012 IBGE- Datasus - Tabnet - http://www2.datasus.gov.br/DATASUS/index.php Schmidt MI, Duncan BB, Azevedo e Silva et al. Chronic non-communicable diseases in Brazil: burden and current challenges. Lancet. 2011;377(9781):1949-61 Taxa de mortalidade específica (TME) por 100 mil habitantes por diabetes mellitus, por região em 2011 Região TME Total 30,1 Região Norte 21,8 Região Nordeste 36,6 Região Sudeste 28,6 Região Sul 30,6 Região Centro-Oeste 22,6 S is te m a s d e In fo rm a ç ã o e m S a ú d e n o B ra s il Mortalidade padronizada por idade e sexo em indivíduo com diabetes é 57% maior do que na população geral http://www2.datasus.gov.br/DATASUS/index.php PRINCIPAIS CAUSAS DE ANOS DE VIDA PERDIDOS AJUSTADOS POR INCAPACIDADE (DALY) Anos de vida vividos com incapacidade (Years Lived with Disability) Anos de vida perdidos (Years of Life Lost) Mortes por 100 mil habitantes ambos os sexos, todas as idades, percentagem do total de óbitos. Global Burden of Disease – http://www.healthdata.org/gbd; https://vizhub.healthdata.org/gbd-compare/ Burden of disease in Brazil, 1990–2016: a systematic subnational analysis for the Global Burden of Disease Study 2016. GBD 2016 Brazil Collaborators. 2018. http://dx.doi.org/10.1016/S0140-6736(18)31221-2 Costa AF, Flor LS, Campos MR, Oliveira AF et al. Carga do diabetes mellitus tipo 2 no Brasil. Cad. Saúde Pública 2017; 33(2):e00197915. doi: 10.1590/0102-311X00197915 Doenças crônicas não transmissíveis Doenças transmissíveis, maternas, neonatais e nutricionais Causas externas Diabetes representa: 4,7% das DALY totais 6,1% das DALY por DCNTs 2017 1. Doenças cardiovasculares 2. Neoplasias 3. Transtornos musculoesqueléticos 5. Mentais e uso de substâncias 7. Outras DCNTs 21. Enterite infecciosa 12. Infecções respiratórias e tuberculose 9. Afecções maternas e neonatais 4. Autolesão e violência 6. Transtornos neurológicos DALY (Disability Adjusted Life Years) Im p a c to G lo b a l d e D o e n ç a s B ra s il https://vizhub.healthdata.org/gbd-compare/ http://dx.doi.org/10.1016/S0140-6736(18)31221-2 O QUE CAUSA A MAIORIA DAS MORTES PREMATURAS NO BRASIL? Anos de Vida Perdidos (Years of Life Lost)* Global Burden of Disease – http://www.healthdata.org/gbd; https://vizhub.healthdata.org/gbd-compare/ Burden of disease in Brazil, 1990–2016: a systematic subnational analysis for the Global Burden of Disease Study 2016. GBD 2016 Brazil Collaborators. 2018. http://dx.doi.org/10.1016/S0140-6736(18)31221-2 Costa AF, Flor LS, Campos MR, Oliveira AF et al. Carga do diabetes mellitus tipo 2 no Brasil. Cad. Saúde Pública 2017; 33(2):e00197915. doi: 10.1590/0102-311X00197915 Doenças crônicas não transmissíveis Causas externas Doenças transmissíveis, maternas, neonatais e nutricionais Ranking em 2017 Variação percentual 2007 - 2017 1 2 Doença isquêmica do coração 3 Doença cerebrovascular Acidente trânsito4 5 Transtornos neonatais 6 Infecções respiratórias inferiores 7 Diabetes 8 Anomalias congênitas 9 DPOC 10 Cirrose Diabetes representa: 4,5% dos YLL totais, 6,9% dos YLL por DCNT Violência interpessoal Im p a c to G lo b a l d e D o e n ç a s B ra s il 8,0 15,4% 8,3% -4,0% -43,4% 0,0% 30,1% -34,8% 16,9% 15,4% Morte prematura < 70 anos http://www.healthdata.org/gbd https://vizhub.healthdata.org/gbd-compare/ http://dx.doi.org/10.1016/S0140-6736(18)31221-2 ANOS DE VIDA VIVIDOS COM INCAPACIDADE Ambos os sexos, todas as idades, YLDs por 100.000 Global Burden of Disease – http://www.healthdata.org/gbd; https://vizhub.healthdata.org/gbd-compare/ Burden of disease in Brazil, 1990–2016: a systematic subnational analysis for the Global Burden of Disease Study 2016. GBD 2016 Brazil Collaborators. 2018. http://dx.doi.org/10.1016/S0140-6736(18)31221-2 Costa AF, Flor LS, Campos MR, Oliveira AF et al. Carga do diabetes mellitus tipo 2 no Brasil. Cad. Saúde Pública 2017; 33(2):e00197915. doi: 10.1590/0102-311X00197915 2017 1. Transtornos musculoesqueléticos 2. Mentais e uso de substâncias 3. Transtornos neurológicos 5. Outras DCNT 7. Uso de substâncias psicoativas 11. Respiratórias crônicas 9. Deficiências nutricionais 8. Diabetes e doenças do rim 4. Doenças orgãos sensoriais 6. Outras da pele Diabetes representa: 5,0% dos YLD totais 5,6% dos YLD por DCNT Doenças crônicas não transmissíveis (DCNT Causas externas Doenças transmissíveis, maternas, neonatais e nutricionais (Years Lived with Disability) Im p a c to G lo b a l d e D o e n ç a s B ra s il http://www.healthdata.org/gbd https://vizhub.healthdata.org/gbd-compare/ http://dx.doi.org/10.1016/S0140-6736(18)31221-2 CONTROLE GLICÊMICO DO DIABETES ▪ 5.750 pacientes atendidos no SUS* ▪ Tempo médio de duraçãodo DM2 = 11,8 anos ▪ 26% com HbA1c <7% ▪ 48,5% com HbA1c <8% *SUS Sistema Único de Saúde CONTROLE GLICÊMICO NO BRASIL E AMÉRICA LATINA Estudo transversal nacional Estudo multicêntrico transversal na América Latina México, Costa Rica, Guatemala, Argentina, Brasil, Chile, Equador, Peru e Venezuela Viana LV, Leitao CB, Kramer CK, et al. Poor glycaemic control in Brazilian patients with type 2 diabetes attending the public healthcare system: a cross-sectional study. BMJ Open. 2013;3(9):e003336. Lopez Stewart G, Tambascia M, Rosas Guzman J, et al. Control of type 2 diabetes mellitus among general practitioners in private practice in nine countries of Latin America. Rev Panam Salud Publica. 2007;22(1):12-20. ▪ Pacientes atendidos no sistema privado de saúde ▪ 878 pacientes no Brasil ▪ 40% com HbA1c <7% Diabetes mellitus Tipo 2 (DM2) E s tu d o s B ra s ile iro s e n a A m é ric a L a in a CONTROLE GLICÊMICO NO BRASIL 28 centros terciários e secundários da Saúde Públia de 20 cidades brasileiras Adultos ▪ 1.774 pacientes (30,3±9,7 anos) ▪ 77,7% com diagnóstico há mais de 10 anos ▪ HbA1c média = 9,1% ▪ 11,6% com HbA1c <7,0% Crianças e adolescents ▪ 1.692 pacientes ▪ Duração média do DM = 5±3,7 anos ▪ HbA1c média = 9,4% ▪ 23,2% com HbA1c na meta: o < 7,5% de 13 – 19 anos o < 8,0 % de 6 –12 anos o > 7,5 % < 8,5 % para < 6 anos Gomes MB, Matheus ASM, Calliari LE et al. BrazDiabGroup. Economic Status and Clinical Care in Young Type 1 Diabetes Patients: A Nationwide Multicenter Study in Brazil. Acta Diabetol 2013;50(5):743-52 Gomes MB, Coral M, Cobas RA et al. Prevalence of adults with type 1 diabetes who meet the goals of care in daily clinical practice: A nationwide multicenter study in Brazil Diab Res and Clin Pract 2012;97:63-70 Diabetes mellitus Tipo 1 (DM1) E s tu d o s B ra s ile iro s HIPOGLICEMIAS ENTRE USUÁRIOS DE INSULINA Khunti K et al. Rates and predictors of hypoglycaemia in 27 585 people from 24 countries with insulin-treated type 1 and type 2 diabetes: the global HAT study Diabetes Obes Metab. 2016; 18(9):907-15. 120 96 72 48 24 73,4 11,3 91,6 12,9 66,9 9,8 Leste Europeu 93,9 17,7 América Latina 66,2 10,9 Oriente Médio 69,2 12,5 Rússia 17,5 5,5 Sudeste Asiático n= 1797 n= 3052 Norte da Europa e Canadá n= 427 n= 997 n= 224 T a x a a n u a l e s ti m a d a ( p o r in d iv íd u o – a n o ) Países e Regiões DM1 40 30 20 10 19,3 3,7 Global n=18518 23,7 4,0 Leste Europeu 19,7 4,3 América Latina 15,4 2,8 Oriente Médio 28,1 6,4 Rússia 14,6 3,0 Sudeste Asiático 18,1 3,7 Norte da Europa e Canadá n= 3352 Paises e Regiões DM2 0 15 25 35 5 2 4 h o ra s N o tu rn a 2 4 h o ra s N o tu rn a Taxa de hipoglicemia noturna e nas 24 horas, em 4 semanas de seguimento T a x a a n u a l e s ti m a d a ( p o r in d iv íd u o – a n o ) E s tu d o s In te rn a c io n a is Lamounier RN et al. Hypoglycemia incidence and awareness among insulin-treated patients with diabetes: the HAT study in Brazil. Diabetol Metab Syndr. 2018; 10:83 Khunti K et al. Rates and predictors of hypoglycaemia in 27 585 people from 24 countries with insulin-treated type 1 and type 2 diabetes: the global HAT study Diabetes Obes Metab. 2016; 18(9):907-15. HIPOGLICEMIAS ENTRE USUÁRIOS DE INSULINA Grave Frequência, n (%) Incidência - eventos/paciente-ano (IC 95%) Não-grave Frequência, n (%) Incidência - eventos/paciente-ano (IC 95%) Qualquer hipoglicemia Frequência, n (%) Incidência - eventos/paciente-ano (IC 95%) Noturna Frequência, n (%) Incidência - eventos/paciente-ano (IC 95%) Necessitando hospitalização Frequência, n (%) Incidência - eventos/paciente-ano (IC 95%) 71 (25,7%) 9,8 (8,5 – 11,3) 235 (85,1%) 990 (94,8-103,3) 248 (89,9%) 108,8 (104,4-113,3) 141 (64,0%) 23,6 (21,4 -25,9) 14 (5,2%) 1,6 (1,1-2,3) 10,8 3,7 93,9 19,7 17,7 4,3 DM1 (n= 276) DM2 (n= 256)DM1 AL │DM2 AL 34 (13,4%) 6,2 (5,2–7,4) 142 (55,9%) 31,7(29,3–34,3) 128 (50,4%) 25,5 (23,3–27,9) 62 (27,4%) 6,1(4,9–7,4) 8 (3,3%) 0,4(0,2–0,8) Frequência e incidência de hipoglicemias após 4 semanas de seguimento No Brasil e na América Latina E s tu d o B ra s ile iro e M u n d ia l CUSTOS DO DIABETES Brasil Os 10 Países com Maior Número de Pessoas com Diabetes e Gastos em Saúde CUSTOS DO DIABETES MELLITUS, IDF 2019 In te rn a tio n a l D ia b e te s F e d e ra tio n G a s to s e m s a ú d e r e la c io n a d o s a o d ia b e te s ( b il h õ e s U S D ) 5 N ú m e ro ( m ilh õ e s ) d e a d u lt o s c o m d ia b e te s 120 100 80 60 40 20 0 115 45 290 70 30 18 16 10 8 8 6 5 55 40 5 20 50 5 Pessoas Gastos 300 250 200 150 100 50 International Diabetes Federation. IDF Diabetes Atlas, 9th edn. Brussels, Belgium: 2019. Available at: http://www.diabetesatlas.org http://www.diabetesatlas.org/ CUSTOS DO TRATAMENTO DO DIABETES EM ADULTOS NO SISTEMA PÚBLICO DE SAÚDE BRASILEIRO Estudo multicêntrico com coleta primária de dados sobre os custos diretos com o tratamento ambulatorial e custos indiretos (perda de produtividade) ▪ Custo anual = US$ 2.108 por paciente ▪ Custos diretos = 63,3% ▪ Custos indiretos = 36,7% ▪ Custos aumentam de acordo com a duração do DM e presença de complicações micro e macrovasculares 2007 2014 Estudo brasileiro dos custos diretos com o tratamento ambulatorial, hospitalar e custos indiretos com base na prevalência nacional (PNS 2013) ▪ Custos totais = US$ 15.67 bilhões / ano ▪ Custos diretos = US$ 6.89 bilhões (44%) ▪ Custos não-médicos (produtos dietéticos e transporte) = US$ 3.69 bilhões (23,6%) ▪ Custos indiretos = US$ 5.07 bilhões com absenteísmo e aposentadoria precoce (32,4%) Bahia LR, Araujo DV, Schaan BD, et al. The costs of type 2 diabetes mellitus outpatient care in the Brazilian public health system. Value in Health 2011;14(5 Suppl 1):S137-40. Bahia LR, Quarti MQM, Araujo DV, et al. Economic burden of diabetes in 2014. Diabetol Metab Syndr 2019; 11:54. E s tu d o s B ra s ile iro s Custos das Hospitalizações por Diabetes e Condições Associadas, Sistema Único de Saúde, 2014 Cerca de 50% dos custos hospitalares são decorrentes de doenças cardiovasculares Rosa MQM, Rosa R, Gouveia MC, et al. Disease and Economic Burden of Hospitalizations Attributable to Diabetes Mellitus and Its Complications: A Nationwide Study in Brazil. Int J Environ Res Public Health 2018; 15:294. * Doença coronariana e cerebrovascular ** Diagnósticos relacionados à neuropatia diabética *** Infecções urinárias e respiratórias **** Câncer de mama, endométrio, pâncreas, colorretal, hepatocarcinoma, colangiocarcinoma. Custo por hospitalização (Reais $) Homens Mulheres Total Custos totais hospitalizações (Reais $) Homens Mulheres Total CUSTOS DAS HOSPITALIZAÇÕES POR DIABETES E SUAS COMPLICAÇÕES Diabetes Mellitus 669 610 636 39.763.442 43.896.419 83.659.862 Atribuível ao diabetes Doença cardiovascular* 3.076 2.262 2.672 127.022.412 9.471.593 221.729.984 Doença renal 2.964 2.601 2.800 3.650.423 26.658.487 63.157.328 Doença ocular 1.223 991 1.085 10.360.105 12.243.465 22.603.571 Doença neurológica** 1.216 1.148 1.186 18.067.702 13.622.275 31.689.977 Doenças infecciosas*** 1.120 1.044 1.090 10.499.741 11.737.608 22.237.349 Neoplasias**** 2.087 2.122 2.109 5.772.644 12.138.438 2.179.084 TOTAL 1.671 1.304 1.477 247.984.890 215.004.267 462.989.157 E s tu d o s B ra s ile iro s ESTUDO MULTICÊNTRICO DE DM TIPO 1 BRASDIAB1SG Custo Anual Médio Complicações vs Sem Complicações (US$): Aumento de 50% a 70% Braz Diab Group. Economic Status and Clinical Care in Young Type 1 Diabetes Patients: A Nationalwide Multicenter Study in Brazil: Acta Diabetologica, 2013:; 50:743–752, Com complicações Sem complicações Custos indiretos Custosmédicos total Custo Total 2800 2000 1600 800 1200 2400 600 1798,19 1239,09 2603,26 1494,05 235,59 811,22 57,28 79,02 Custos diretos não-médicos C u s to A n u a l M é d io Com e Sem Complicações E s tu d o s B ra s ile iro s FATORES DE RISCO associados ao diabetes Brasil PRINCIPAIS FATORES DE RISCO PARA O DIABETES MELLITUS TIPO 2 Duncan BB, Schmidt MI, Cousin E, et al. The burden of diabetes and hyperglycemia in Brasil – past and present: findings from the Global Burden of Disease Study 2015. Diabetol Metab Syndr 2017;9:18. doi 10.1186/s13098-017-0216-2 Anos de vida perdidos ajustados por incapacidade (DALYs) atribuídos ao diabetes 200 400 600 1.200 1.400 Tabagismo Dieta rica em carnes vermelhas Dieta pobre em frutas Dieta rica carnes processadas Dieta pobre em castanhas e sementes Dieta pobre em grãos integrais Baixa atividade física Índice de massa corporal elevado (IMC ≥ 25Kg/m2) Dieta rica em bebidas açucaradas 800 1.000 1.600 F a to re s d e r is c o Mil Im p a c to d o D ia b e te s - B ra s il Sobrepeso: de 42,6% em 2006 para 55,7% em 2018 PREVALÊNCIA DE EXCESSO DE PESO E OBESIDADE Vigitel 2016 - http://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2018/marco/02/vigitel-brasil-2016.pdf Vigitel 2017 - http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/vigitel_brasil_2017_vigilancia_fatores_riscos.pdf Vigitel 2018 - https://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2019/julho/25/vigitel-brasil-2018.pdf 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2018 Feminino Masculino Anos*IMC ≥30kg/m2 Obesidade: de 11,8% em 2006 para 19,8% em 2018 *IMC ≥25kg/m2 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2018 Feminino Masculino Anos 47,5 53,4 57,7 57,8 38,5 44,9 50,5 53,9 12,1 16,5 19,6 20,7 11,4 15,5 18,1 18,7 In q u é rito s N a c io n a is s o b re F a to re s d e R is c oP e rc e n tu a l d e e x c e s o d e p e s o P e rc e n tu a l d e o b e s id a d e http://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2018/marco/02/vigitel-brasil-2016.pdf http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/vigitel_brasil_2017_vigilancia_fatores_riscos.pdf PREVALÊNCIA DE EXCESSO DE PESO E OBESIDADE EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES POF 2008-2009 - https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv45419.pdf8 11,8 2,41,8 32,0 10,9 15,0 34,8 2,9 4,1 16,6 8,6 11,9 0,7 2,2 3,7 7,7 21,7 0,4 1,5 5,9 7,6 13,9 19,4 4,0 População de 10 a 19 anos % População de 5 a 9 anos % Masculino Feminino Masculino Feminino 1974 – 1975 Estudo Nacional da Despesa Familiar 1989 Pesquisa Nacional sobre Saúde e Nutrição 2008 – 2009 Pesquisa de Orçamento Familiar 35 30 25 20 15 10 5 30 20 10 25 15 5 In q u é rito s N a c io n a is s o b re F a to re s d e R is c o sobrepeso obesidade sobrepeso obesidadesobrepeso obesidadesobrepeso obesidade https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv45419.pdf Vigitel 2016 - http://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2018/marco/02/vigitel-brasil-2016.pdf Vigitel 2017 - http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/vigitel_brasil_2017_vigilancia_fatores_riscos.pdf Vigitel 2018 - https://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2019/julho/25/vigitel-brasil-2018.pdf TABAGISMO Your Text Frequência de tabagismo (Vigitel 2018) = 9,2% Homens Mulheres 12,1% 6,9% P e rc e n tu a l Percentual de fumantes na população adulta de 2006 a 2018 (Vigitel, 2018) Percentual de fumantes, segundo a idade Percentual de fumantes, segundo os anos de escolaridade 9,4 9,1 11,1 12,3 6,1 0 4 8 12 16 Idade 18 - 24 25 - 34 35 - 44 45 - 54 55 - 64 65 e mais 6,7 0 4 8 12 16 20 2 0 0 6 2 0 0 7 2 0 0 8 2 0 0 9 2 0 1 0 2 0 1 1 2 0 1 2 2 0 1 3 2 0 1 4 2 0 1 5 2 0 1 6 2 0 1 7 2 0 1 8 15,7 10,8 14,1 9,3 13,0 8,8 6,2 0 5 10 15 0 - 8 9 - 11 12 e mais % F u m a n te s % f u m a n te s Idade In q u é rito s N a c io n a is s o b re F a to re s d e R is c o http://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2018/marco/02/vigitel-brasil-2016.pdf http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/vigitel_brasil_2017_vigilancia_fatores_riscos.pdf Percentual de pessoas que atingem a recomendação** de consumo de frutas e verduras: 23,1% em 2018 **Recomendação: cinco ou mais porções por dia em pelo menos 5 dias da semana Vigitel 2016 - http://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2018/marco/02/vigitel-brasil-2016.pdf Vigitel 2017 - http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/vigitel_brasil_2017_vigilancia_fatores_riscos.pdf Vigitel 2018 - https://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2019/julho/25/vigitel-brasil-2018.pdf A frequência do consumo de frutas e hortaliças tendeu a aumentar com a elevação da idade e com maior número de anos de escolaridade A frequência de pessoas que realizam atividade física no tempo livre, conforme recomendação:* 38,1% em 2018 ATIVIDADE FÍSICA A frequência de atividade física no tempo livre tendeu a diminuir com a elevação da idade e a aumentar com o maior número de anos de escolaridade * Recomendação: 150 min/semana de atividade física leve ou moderada ou 75 min/semana de atividade física vigorosa Homens = 45,3% Mulheres = 31,8% Homens = 18,4% Mulheres = 27,2% CONSUMO DE FRUTAS E VERDURAS In q u é rito s N a c io n a is s o b re F a to re s d e R is c o http://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2018/marco/02/vigitel-brasil-2016.pdf http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/vigitel_brasil_2017_vigilancia_fatores_riscos.pdf PREVALÊNCIA DE HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA NO BRASIL Vigitel 2018 - https://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2019/julho/25/vigitel-brasil-2018.pdf 4,0 7,8 16,9 32,8 49,5 60,9 0 20 40 60 18 a 24 25 a 34 35 a 44 45 a 54 55 a 64 65 e mais Percentual de indivíduos (≥ 18 anos) das capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal que referiram diagnóstico de hipertensão arterial, VIGITEL 2018 Prevalência de Hipertensão Arterial de acordo com Idade Prevalência de Hipertensão Arterial de acordo com Escolaridade Total 24,7% Masculino 22,1% Feminino 27,0% Idade P e rc e n tu a l d e p e s s o a s P e rc e n tu a l d e p e s s o a s Idade In q u é rito s N a c io n a is s o b re F a to re s d e R is c o 42.5 19.4 14.2 0 a 8 9 a 11 12 e mais 50 40 30 20 10 0 BIBLIOGRAFIA Bibliografia e Links de Interesse Para o Estudo do Perfil Epidemiológico do Diabetes Mellitus no Brasil Dados nacionais e Atlas IDF 2019 • Vigitel 2016 - http://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2018/marco/02/vigitel-brasil-2016.pdf • Vigitel 2017 - http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/vigitel_brasil_2017_vigilancia_fatores_riscos.pdf • POF 2008-2009 - 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