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Medicina veterinária e saúde coletiva
Discente: Flayanne Maria Monteiro Chagas
Docente: Tercya Araújo
1. a) Do 1º ao 4º dia os cães costumam apresentar sintomas como agressividade, medo, excitação, depressão, ansiedade e demência, o cão se torna agressivo, com tendência a morder objetos, outros animais, pessoas, inclusive o seu proprietário, e morde a si mesmo, muitas vezes provocando ferimentos graves. Essa primeira fase da doença é chamada de “raiva furiosa”, ela é seguida pela “raiva paralítica”, na qual se acentuam os sintomas neurológicos, como salivação, dificuldade de engolir, falta de coordenação dos membros, desorientação, isolamento, fotofobia e por fim, paralisia. 
b) Mesmo gatos tranquilos e carinhosos podem se tornar agressivos, de uma hora para outra. Outros possíveis sintomas são salivação excessiva, perda do controle da mandíbula, estrabismo (vesguice), tremores, espasmos, desorientação, isolamento, fotofobia e convulsões.
c) O primeiro sintoma é o afastamento do animal do resto do rebanho seguido de coceira na região mordida, perturbação dos sentidos, tristeza, indiferença, baba espumante e viscosa com sinais que sugerem engasgo, movimentos desordenados da cabeça, manifestação de tremores musculares e ranger de dentes, movimentos de pedalagem dos membros anteriores e posteriores. Na maioria dos casos a doença causa a morte do animal entre o 3º e o 6º dia após o início dos sintomas.
d) Os principais sintomas da raiva nos equinos são mudança repentina de comportamento, dificuldades de se levantar, dificuldade em deglutir, salivação excessiva e/ou espuma na boca, desorientação nos movimentos, dor ou dificuldade de urinar, tremores ou convulsões involuntários, ereção persistente e dolorosa na ausência de interesse sexual, anorexia, aparência de estrangulamento, paralisia, presença de feridas de mordedura de morcegos no corpo.
2. A prevenção consiste nas estratégias de vacinação dos animais e no controle da população de morcegos hematófagos. A vacinação é recomendada a partir de três meses de idade, com reforço após 30 dias e revacinação anual para controle.
3. É imprescindível a limpeza do ferimento com água corrente abundante e sabão ou outro detergente, pois essa conduta diminui, comprovadamente, o risco de infecção, e ir o quanto antes para um hospital ou unidade de saúde. É preciso que seja realizada o mais rápido possível após a agressão e repetida na unidade de saúde, independentemente do tempo transcorrido.
4. A utilização de vacinas anti-rábicas com vírus vivo modificado na imunização de primatas não humanos nunca deve ser feita, pois há o risco de provocar a raiva vacinal, tal como vista em macaco-de-cheiro, sauim e babuínos adultos.
5. A primeira coisa a ser feita é entrar em contato com o médico veterinário com urgência, onde serão realizados os devidos exames. Deve-se avisar a Unidade de Vigilância de Zoonoses onde se encontra o animal com suspeita de raiva para serem tomadas as devidas providências, como quarentena e exames.
6. A raiva é transmitida ao homem pela saliva de animais infectados, principalmente por meio da mordedura, podendo ser transmitida também pela arranhadura e/ou lambedura desses animais.
7. A infecção humana resulta da exposição direta ou indireta à urina de animais infectados. A penetração do microrganismo ocorre através da pele com presença de lesões, da pele íntegra imersa por longos períodos em água contaminada ou através de mucosas.
8. Nessas situações, quando possível, devem ser utilizadas botas e luvas onde vier a ocorrer o contato com água suja ou lama.
9. Podem ocorrer diarreia, dor nas articulações, vermelhidão ou hemorragia conjuntival, fotofobia, dor ocular, tosse; mais raramente podem manifestar exantema, aumento do fígado e/ou baço, aumento de linfonodos e sufusão conjuntival.
10. Ao suspeitar da doença, a recomendação é procurar um serviço de saúde e relatar o contato com exposição de risco.
11. O doente pode apresentar também hemorragias, meningite, insuficiência renal, hepática e respiratória, que podem levar à morte.
12. Vá ao veterinário imediatamente. O veterinário pode fazer testes para verificar se seu cão está com a doença. A leptospirose pode ser tratada com antibióticos e outros medicamentos.
13. A leptospirose canina pode ser evitada, e a melhor forma de fazer isso é por meio da vacinação correta dos filhotes e o reforço vacinal anual. E para evitar que você pegue devem ser utilizadas botas e luvas onde vier a ocorrer o contato com água suja ou lama.
14. a) Os principais sintomas são vômitos e diarreia, perda de apetite, febre, urina escura (cor de coca-cola), úlceras bucais, cor amarelada nas mucosas dos olhos e da boca, debilitação geral do animal.
b) Os sinais mais comuns de leptospirose em gatos incluem febre, perda de apetite, fraqueza, vômito, diarreia, sangramento nasal, lesões na pele e olhos vermelhos.
c) Embora seja de difícil visualização, ocorrem febre alta (40,5 a 41,5o C), anorexia, icterícia, hemoglobinúria, aborto em animais prenhes e mastite atípica, que diminui a produção do leite (podendo aparentar sangue e amarelamento) e faz com que a mama fique edematosa e flácida à palpação. Contudo, esses sintomas são comuns em diversas outras doenças. Também pode haver anemia, que leva à taquicardia e dispnéia.
d) Os sintomas freqüentemente descritos são a febre, a icterícia, nefrite e complicações oculares (uveíte) podendo chegar até a uma cegueira do animal. Lesões em potros abortados são igualmente inespecíficos e são muitas vezes comprometidas pela autólise.

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