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apg 15 resumo- transporte de gases na hemacia

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OBJ1 estudar o transporte 
de gases na hemácia 
→ o transporte de oxigênio e dióxido de carbono 
pelo sangue depende tanto da difusão quanto do 
fluxo de sangue. 
→ Assim, o oxigênio se difunde dos alvéolos para o 
sangue dos capilares pulmonares porque a 
pressão parcial do oxigênio (Po.2) nos alvéolos é 
maior do que a Po2 no sangue capilar pulmonar. 
→ Nos outros tecidos do corpo, a Po.2 maior no 
sangue capilar do que nos tecidos faz com que o 
oxigênio se difunda para as células adjacentes. 
→ Por outro lado, quando o oxigênio é metabolizado 
pelas células formando dióxido de carbono, a 
pressão intracelular do dióxido de carbono (Pco2) 
aumenta para valor elevado, o que faz com que o 
dióxido de carbono se difunda para os capilares 
teciduais. Depois que o sangue flui para os 
pulmões, o dióxido de carbono se difunde para 
fora do sangue até os alvéolos porque a Pco2, no 
sangue capilar pulmonar, é maior do que nos 
alvéolos. 
→ Captação de Oxigênio pelo Sangue Pulmonar 
durante o Exercício. 
 Durante o exercício intenso, o corpo da pessoa pode 
precisar de até 20 vezes mais da quantidade normal de 
oxigênio. Além disso, devido ao maior débito cardíaco 
durante o exercício, o tempo que o sangue permanece nos 
capilares pulmonares pode ser reduzido a menos da 
metade do normal. Contudo, devido ao grande fator de 
segurança da difusão de oxigênio através da membrana 
pulmonar, o sangue ainda fica quase saturado com 
oxigênio quando deixa os capilares pulmonares, o que 
pode ser explicado 
• a capacidade de difusão do oxigênio 
praticamente triplica durante o exercício, o que 
resulta basicamente do aumento da área da 
superfície dos capilares que participam da difusão 
e também de proporção ventilação-perfusão 
mais próxima da ideal na parte superior dos 
pulmões. 
• sob condições de não exercício, o sangue fica 
quase saturado com oxigênio quando já percorreu 
cerca de um terço do capilar pulmonar, e pouco 
oxigênio adicional entra no sangue durante os 
últimos dois terços de seu percurso. Ou seja, o 
sangue normalmente permanece nos capilares 
pulmonares cerca de três vezes mais tempo que o 
necessário para causar a oxigenação total. 
• Transporte de Oxigênio no Sangue Arterial 
Cerca de 98% do sangue que entra no átrio 
esquerdo, proveniente dos pulmões, acabou de 
passar pelos capilares alveolares e foi oxigenado 
até Po2 em torno de 104 mmHg. Outros 2% do 
sangue vêm da aorta, pela circulação brônquica 
que supre basicamente os tecidos profundos dos 
pulmões e não é exposta ao ar pulmonar. Esse 
fluxo de sangue é denominado “fluxo da 
derivação”, significando que o sangue é desviado 
para fora das áreas de trocas gasosas. 
 
• Difusão de Oxigênio dos Capilares Periféricos 
para as Células Teciduais 
• O oxigênio está sempre sendo utilizado pelas 
células. Portanto, a Po2 intracelular, nas células 
dos tecidos periféricos, permanece menor do que 
a Po.; nos capilares periféricos. Além disso, em 
muitos casos existe a distância física considerável 
entre os capilares e as células. 
• Oxigenação Tecidual É o Regulador Mais 
Essencial da Produção de Hemácias. 
• diminuição da quantidade de oxigênio 
transportado para os tecidos normalmente 
aumenta a intensidade da produção de hemácias. 
• Controle da produção de hemacias :a quantidade 
de oxigênio transportado para os tecidos, em 
relação à demanda tecidual por oxigênio. 
• Diversas patologias circulatórias que causam a 
redução do fluxo sanguíneo tecidual e 
particularmente as que promovem redução da 
absorção de oxigênio pelo sangue, quando passa 
pelos pulmões, podem também aumentar a 
intensidade de produção de hemácias. 
• Isso é especialmente aparente na insuficiência 
cardíaca crônica e em muitas doenças 
pulmonares, nas quais a hipoxia tecidual, 
resultante dessas condições, aumenta a produção 
das hemácias, com o consequente aumento do 
hematócrito e em geral do volume total de 
sangue. 
• O principal estímulo para a produção de hemácias 
nos estados de baixa oxigenação é o hormônio 
circulante referido como eritropoetina, 
• Na ausência de eritropoetina, a hipoxia tem pouco 
ou nenhum efeito sobre a estimulação da 
produção eritrocitária 
• ando o sistema da eritropoetina está funcional, a 
hipoxia promove aumento importante da 
produção de eritropoetina, e por sua vez a 
eritropoetina aumenta a produção eritrocitária 
até o desaparecimento da hipoxia. 
 
Obj2 compreender a ligação 
da carboxiemoglobina 
A natureza das cadeias de hemoglobina determina a 
afinidade de ligação da hemoglobina com o oxigênio. A 
ocorrência de anormalidades nas cadeias também pode 
alterar as características físicas da molécula de 
hemoglobina. 
Quando o oxigênio é usado pelas células, virtualmente, 
todo ele se torna dióxido de carbono, o que aumenta a 
Pco2 intracelular. Devido a essa Pco.2 elevada das células 
teciduais, o dióxido de carbono se difunde das células para 
os capilares teciduais e é, então, transportado pelo sangue 
para os pulmões. Nos pulmões, ele se difunde dos 
capilares pulmonares para os alvéolos, onde é expirado. 
Assim, em cada ponto da cadeia de transporte gasoso o 
dióxido de carbono se difunde em direção exatamente 
oposta à difusão do oxigênio. Contudo, existe grande 
diferença entre a difusão de dióxido de carbono e a do 
oxigênio: o dióxido de carbono consegue se difundir cerca 
de 20 vezes mais rápido que o oxigênio. Portanto, as 
diferenças de pressão necessárias para causar a difusão do 
dióxido de carbono são, em cada instância, bem menores 
que as diferenças de pressão necessárias para causar a 
difusão de oxigênio. 
 
O Papel da Hemoglobina no Transporte de Oxigênio sob 
condições normais, o oxigênio é transportado para os 
tecidos quase inteiramente pela hemoglobina. 
Combinação Reversível de Oxigênio com Hemoglobina A 
a molécula de oxigênio se combina frouxamente e de 
maneira reversível com a porção heme da hemoglobina. 
Quando a Po2 é alta, como nos capilares pulmonares, o 
oxigênio se liga à hemoglobina, mas quando a Po2 é baixa, 
como nos capilares teciduais, o oxigênio é liberado da 
hemoglobina. Essa é a base de quase todo transporte de 
oxigênio dos pulmões para os tecidos. 
Transporte de Oxigênio no Estado Dissolvido Na Po2 
arterial normal de 95 mmHg, cerca de 0,29 mililitro de 
oxigênio é dissolvido em cada 100 mililitros de água no 
sangue, e quando a Po.2 do sangue cai abaixo do valor 
normal de 40 mmHg, nos capilares teciduais, resta apenas 
0,12 mililitro de oxigênio dissolvido. Em outras palavras, 
0,17 mililitro de oxigênio é normalmente transportado, no 
estado dissolvido, para os tecidos em cada 100 mililitros 
de fluxo de sangue arterial, o que é compatível com quase 
5 mililitros de oxigênio transportados pela hemoglobina. 
 Combinação de Hemoglobina com Monóxido de 
Carbono — Deslocamento do Oxigênio O monóxido de 
carbono se combina com a hemoglobina no mesmo ponto 
em que a molécula de hemoglobina se combina com o 
oxigênio; 
o monóxido de carbono pode, portanto, deslocar oxigênio 
da hemoglobina, diminuindo assim, a capacidade de 
transporte de oxigênio do sangue. Ademais, o monóxido 
de carbono se liga cerca de 250 vezes mais facilmente que 
o oxigênio, o que é demonstrado pela curva de dissociação 
de monóxido de carbono-hemoglobina na Figura 40-12. 
Portanto, a pressão parcial de monóxido de carbono de 
apenas 0,4 mmHg, nos alvéolos, 1/250 da pressão parcial 
do oxigênio alveolar normal (Po, de 100 mmHg), permite 
ao monóxido de carbono competir em igualdade com o 
oxigênio, pela combinação com a hemoglobina, e faz com 
que metade da hemoglobina do sangue se ligue ao 
monóxido de carbono, em vez de se ligar com oxigênio. 
Portanto, a pressão de monóxido de carbono de apenas 
0,6 mmHg (concentração de volume inferior a uma parte 
por mil no ar) pode ser letal. Muito embora o conteúdo de 
oxigênio no sangueesteja bastante reduzido na 
intoxicação por monóxido de carbono, a Po, do sangue 
pode estar normal, o que faz com que a exposição ao 
monóxido de carbono seja especialmente perigosa, já que 
o sangue é vermelho-vivo e não existem sinais óbvios de 
hipoxemia, como o tom azulado das pontas dos dedos ou 
dos lábios (cianose). Além disso, a Po2 não se mostra 
reduzida, e o mecanismo defeedback que normalmente 
estimula o aumento da frequência respiratória, em 
resposta à falta de oxigênio (geralmente refletida por Po2 
baixa) está ausente. Na medida em que o cérebro é um 
dos primeiros órgãos afetados pela falta de oxigênio, o 
indivíduo pode ficar desorientado e inconsciente, antes de 
se dar conta do perigo. Paciente gravemente intoxicado 
com monóxido de carbono pode ser tratado com 
administração de oxigênio puro, pois o oxigênio em alta 
pressão alveolar pode deslocar rapidamente o monóxido 
de carbono da sua combinação com a hemoglobina. O 
paciente pode ainda se beneficiar da administração 
simultânea de dióxido de carbono a 5%, já que este 
estimula fortemente o centro respiratório, aumentando a 
ventilação alveolar e reduzindo o monóxido de carbono 
alveolar. Com a terapia intensiva de oxigênio e de dióxido 
de carbono, é possível remover o monóxido de carbono do 
sangue por até 10 vezes mais rápido do que sem a terapia 
Obj3 definir a relação entre 
pressão social, internet e o 
suicídio

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