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Releitura e Retrofit na Arquitetura

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Questões resolvidas

Se o produto da arquitetura é tridimensional, então o que é plano?

A. O plano é o elemento-chave da cobertura de uma arquitetura.
B. O plano é a representação da arquitetura.
C. É o elemento-chave na criação e representação do piso de uma arquitetura.
D. É o elemento-chave na criação e representação da arquitetura, pois é o que define os limites de um volume.
E. O plano é o elemento-chave na definição da forma e da proporção de uma arquitetura.

Qual das escalas de redução a seguir é admitida de acordo com essa norma?

A. 1:20.
B. 1:25.
C. 1:75.
D. 1:125.
E. 1:150.

De acordo com a NBR 6492, as escalas mais usuais em arquitetura são:

A. 1/1, 1/2 e 1/5.
B. 1/25, 1/50 e 1/75.
C. 1/50, 1/75 e 1/85.

Com relação ao uso do esquadro de 30° para a produção da perspectiva isométrica, é correto afirmar que:
A. ele é opcional, uma vez que posso utilizar o esquadro de 45° para construir os eixos x, y e z.
B. ele é imprescindível, no entanto, é possível marcar apenas o ângulo de 30° para os eixos x e y.
C. ele é opcional, uma vez que somente com o esquadro de 45° é possível construir o eixo perpendicular z.
D. ele é imprescindível uma vez que permite marcar a angulação de 30° e de 90° para construir os eixos x, y e z.
E. somente com os esquadros de 30° e de 45° será possível construir os eixos x, y e z.

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Se o produto da arquitetura é tridimensional, então o que é plano?

A. O plano é o elemento-chave da cobertura de uma arquitetura.
B. O plano é a representação da arquitetura.
C. É o elemento-chave na criação e representação do piso de uma arquitetura.
D. É o elemento-chave na criação e representação da arquitetura, pois é o que define os limites de um volume.
E. O plano é o elemento-chave na definição da forma e da proporção de uma arquitetura.

Qual das escalas de redução a seguir é admitida de acordo com essa norma?

A. 1:20.
B. 1:25.
C. 1:75.
D. 1:125.
E. 1:150.

De acordo com a NBR 6492, as escalas mais usuais em arquitetura são:

A. 1/1, 1/2 e 1/5.
B. 1/25, 1/50 e 1/75.
C. 1/50, 1/75 e 1/85.

Com relação ao uso do esquadro de 30° para a produção da perspectiva isométrica, é correto afirmar que:
A. ele é opcional, uma vez que posso utilizar o esquadro de 45° para construir os eixos x, y e z.
B. ele é imprescindível, no entanto, é possível marcar apenas o ângulo de 30° para os eixos x e y.
C. ele é opcional, uma vez que somente com o esquadro de 45° é possível construir o eixo perpendicular z.
D. ele é imprescindível uma vez que permite marcar a angulação de 30° e de 90° para construir os eixos x, y e z.
E. somente com os esquadros de 30° e de 45° será possível construir os eixos x, y e z.

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Exercícios:
· Unidade 1.1 até 4.2 & Conteúdo Complementar
Disciplina: MAQUETES
- Unidade 1.1
1. Para Gislon (2015), a releitura é um método de projeto, uma postura que deve ter caráter inovador e, ao mesmo tempo, conservador. A releitura, portanto, é:
A. ler novamente uma construção existente com o olhar do contemporâneo, criando significados que a contextualizem no espaço e no tempo em que se encontra.
Na releitura, não se utiliza uma construção existente (preexistência). A releitura é uma maneira de criar uma nova arquitetura tomando o passado de determinada tipologia arquitetônica como base. A partir da modificação da leitura do conhecido, o arquiteto apropria-se de elementos consagrados do passado como ponto de partida para o presente. A releitura sempre carrega em si a lembrança do seu precedente, tornando impossível separá-los na imagem transmitida ao observador. Na releitura, o arquiteto lê os elementos que compõem a estrutura formal do edifício em suas individualidades sem nunca perder a noção do todo, para não se tornar um pastiche.
B. retomar o passado sem se perder nele, usando a memória do edifício existente como ponto de partida para o novo uso proposto.
Na releitura, não se utiliza uma construção existente (preexistência). A releitura é uma maneira de criar uma nova arquitetura tomando o passado de determinada tipologia arquitetônica como base. A partir da modificação da leitura do conhecido, o arquiteto apropria-se de elementos consagrados do passado como ponto de partida para o presente. A releitura sempre carrega em si a lembrança do seu precedente, tornando impossível separá-los na imagem transmitida ao observador. Na releitura, o arquiteto lê os elementos que compõem a estrutura formal do edifício em suas individualidades sem nunca perder a noção do todo, para não se tornar um pastiche.
C. carregar em si a lembrança do seu precedente, tornando impossível separá-los na imagem transmitida ao observador.
Na releitura, não se utiliza uma construção existente (preexistência). A releitura é uma maneira de criar uma nova arquitetura tomando o passado de determinada tipologia arquitetônica como base. A partir da modificação da leitura do conhecido, o arquiteto apropria-se de elementos consagrados do passado como ponto de partida para o presente. A releitura sempre carrega em si a lembrança do seu precedente, tornando impossível separá-los na imagem transmitida ao observador. Na releitura, o arquiteto lê os elementos que compõem a estrutura formal do edifício em suas individualidades sem nunca perder a noção do todo, para não se tornar um pastiche.
D. preservar o que há de bom na construção existente, adequando-a às normas vigentes e às exigências tecnológicas contemporâneas.​​​​​​​
Na releitura, não se utiliza uma construção existente (preexistência). A releitura é uma maneira de criar uma nova arquitetura tomando o passado de determinada tipologia arquitetônica como base. A partir da modificação da leitura do conhecido, o arquiteto apropria-se de elementos consagrados do passado como ponto de partida para o presente. A releitura sempre carrega em si a lembrança do seu precedente, tornando impossível separá-los na imagem transmitida ao observador. Na releitura, o arquiteto lê os elementos que compõem a estrutura formal do edifício em suas individualidades sem nunca perder a noção do todo, para não se tornar um pastiche.
E. ler os elementos que compõem a estrutura formal do edifício em seu todo, a fim de respeitar o existente.
Na releitura, não se utiliza uma construção existente (preexistência). A releitura é uma maneira de criar uma nova arquitetura tomando o passado de determinada tipologia arquitetônica como base. A partir da modificação da leitura do conhecido, o arquiteto apropria-se de elementos consagrados do passado como ponto de partida para o presente. A releitura sempre carrega em si a lembrança do seu precedente, tornando impossível separá-los na imagem transmitida ao observador. Na releitura, o arquiteto lê os elementos que compõem a estrutura formal do edifício em suas individualidades sem nunca perder a noção do todo, para não se tornar um pastiche.
2. O conceito de retrofit surgiu nos Estados Unidos e significa "colocar o antigo em forma". Mais do que uma simples reforma, o retrofit envolve:
A. uma maneira de projetar, criando o inédito a partir da modificação do conhecido, apropriando-se de elementos do consagrados do passado.
O retrofit é o processo de revitalização de edifícios. No retrofit não se projeta um novo objeto arquitetônico: mais do que uma simples reforma, o retrofit envolve uma série de ações de modernização e readequação de antigas instalações de um edifício existente para preservar o que há de bom e adequá-lo às normas vigentes e às exigências tecnológicas contemporâneas e, ainda, aplicar soluções técnicas para facilitar a sua manutenção. ​​​​​​​
B. retomar o passado sem se perder nele, usando a memória como ponto de partida para um projeto de um novo edifício.
O retrofit é o processo de revitalização de edifícios. No retrofit não se projeta um novo objeto arquitetônico: mais do que uma simples reforma, o retrofit envolve uma série de ações de modernização e readequação de antigas instalações de um edifício existente para preservar o que há de bom e adequá-lo às normas vigentes e às exigências tecnológicas contemporâneas e, ainda, aplicar soluções técnicas para facilitar a sua manutenção. ​​​​​​​
C. uma série de ações de modernização e readequação de instalações, que preservem o que há de bom no existente, para adequar o edifício às necessidades e às normas contemporâneas.
O retrofit é o processo de revitalização de edifícios. No retrofit não se projeta um novo objeto arquitetônico: mais do que uma simples reforma, o retrofit envolve uma série de ações de modernização e readequação de antigas instalações de um edifício existente para preservar o que há de bom e adequá-lo às normas vigentes e às exigências tecnológicas contemporâneas e, ainda, aplicar soluções técnicas para facilitar a sua manutenção. ​​​​​​​
D. ler os elementos que compõem a estrutura formal do edifício em suas individualidades, criando um novo objeto arquitetônico.
O retrofit é o processo de revitalização de edifícios. No retrofit não se projeta um novo objeto arquitetônico: mais do que uma simples reforma, o retrofit envolve uma série de ações de modernização e readequação de antigas instalações de um edifício existente para preservar o que há de bom e adequá-lo às normas vigentes e às exigências tecnológicas contemporâneas e, ainda, aplicar soluções técnicas para facilitar a sua manutenção. ​​​​​​​
E. ler novamente com o olhar do contemporâneo, criando significados que contextualizem um projeto de um novo edifício no espaço e no tempo em que se encontra.
O retrofit é o processo de revitalização de edifícios. No retrofit não se projeta um novo objeto arquitetônico: mais do que uma simples reforma, o retrofit envolve uma série de ações de modernização e readequação de antigas instalações de um edifício existente para preservar o que há de bom e adequá-lo às normas vigentes e às exigências tecnológicas contemporâneas e, ainda, aplicar soluções técnicas para facilitar a sua manutenção. ​​​​​​​
3. Segundo Unwin (2013), a análise da obra de outros arquitetos por meio do desenho auxilia no aprendizado da linguagem comum da arquitetura. O que é a interpretação plástica de uma arquitetura?
A. É a interpretação plástica dos componentes e dos funcionamentos fundamentais da sua estrutura formal, a fim de aprender com eles.
A interpretação plástica de uma arquitetura é a interpretação da sua estrutura formal, a fim de aprender com ela. Deve partir sempre do geral para o particular: da percepção das ambiências do entorno que o objeto arquitetônico gerou e ir aprofundando a análise dos critérios de projeto aplicados para a construção de sua materialidade. Para começar a análise, precisamos levar em conta como ela é constituída e estabelecer uma observação criteriosa. A única maneirade definir uma ideia em arquitetura é por meio de exemplos. Por tal motivo, a análise deve ser clara e simples. Porém uma análise não define uma nova tipologia. A interpretação plástica de uma arquitetura deve observar e analisar seus desenhos técnicos, comparados aos demais elementos que compõem sua representação (maquetes, renderizações, animações) e à obra já edificada.
B. É definir como foi constituído o edifício, sem levar em conta o seu entorno e a sua função.
A interpretação plástica de uma arquitetura é a interpretação da sua estrutura formal, a fim de aprender com ela. Deve partir sempre do geral para o particular: da percepção das ambiências do entorno que o objeto arquitetônico gerou e ir aprofundando a análise dos critérios de projeto aplicados para a construção de sua materialidade. Para começar a análise, precisamos levar em conta como ela é constituída e estabelecer uma observação criteriosa. A única maneira de definir uma ideia em arquitetura é por meio de exemplos. Por tal motivo, a análise deve ser clara e simples. Porém uma análise não define uma nova tipologia. A interpretação plástica de uma arquitetura deve observar e analisar seus desenhos técnicos, comparados aos demais elementos que compõem sua representação (maquetes, renderizações, animações) e à obra já edificada.
C. É a percepção das ambiências que o objeto arquitetônico gerou, sem levar em conta o edifício em si.
A interpretação plástica de uma arquitetura é a interpretação da sua estrutura formal, a fim de aprender com ela. Deve partir sempre do geral para o particular: da percepção das ambiências do entorno que o objeto arquitetônico gerou e ir aprofundando a análise dos critérios de projeto aplicados para a construção de sua materialidade. Para começar a análise, precisamos levar em conta como ela é constituída e estabelecer uma observação criteriosa. A única maneira de definir uma ideia em arquitetura é por meio de exemplos. Por tal motivo, a análise deve ser clara e simples. Porém uma análise não define uma nova tipologia. A interpretação plástica de uma arquitetura deve observar e analisar seus desenhos técnicos, comparados aos demais elementos que compõem sua representação (maquetes, renderizações, animações) e à obra já edificada.
D. É a definição de uma nova ideia de uma tipologia arquitetônica por meio de exemplos.
A interpretação plástica de uma arquitetura é a interpretação da sua estrutura formal, a fim de aprender com ela. Deve partir sempre do geral para o particular: da percepção das ambiências do entorno que o objeto arquitetônico gerou e ir aprofundando a análise dos critérios de projeto aplicados para a construção de sua materialidade. Para começar a análise, precisamos levar em conta como ela é constituída e estabelecer uma observação criteriosa. A única maneira de definir uma ideia em arquitetura é por meio de exemplos. Por tal motivo, a análise deve ser clara e simples. Porém uma análise não define uma nova tipologia. A interpretação plástica de uma arquitetura deve observar e analisar seus desenhos técnicos, comparados aos demais elementos que compõem sua representação (maquetes, renderizações, animações) e à obra já edificada.
E. É a observação e a análise de seus desenhos técnicos, sem levar em conta os elementos de análise do todo.
A interpretação plástica de uma arquitetura é a interpretação da sua estrutura formal, a fim de aprender com ela. Deve partir sempre do geral para o particular: da percepção das ambiências do entorno que o objeto arquitetônico gerou e ir aprofundando a análise dos critérios de projeto aplicados para a construção de sua materialidade. Para começar a análise, precisamos levar em conta como ela é constituída e estabelecer uma observação criteriosa. A única maneira de definir uma ideia em arquitetura é por meio de exemplos. Por tal motivo, a análise deve ser clara e simples. Porém uma análise não define uma nova tipologia. A interpretação plástica de uma arquitetura deve observar e analisar seus desenhos técnicos, comparados aos demais elementos que compõem sua representação (maquetes, renderizações, animações) e à obra já edificada.
4. O modo que o programa de necessidades foi atendido reflete a estratégia da organização espacial. Um templo grego era uma arquitetura que não era construída para os homens. Como essa afirmação pode ser inicialmente observada do exterior do templo, observada no exemplo de sua análise plástica?
A. Pelas estátuas em seu exterior.
O modo que o programa de necessidades é atendido reflete a estratégia de organização espacial: o típico templo grego era uma arquitetura construída para os deuses. Por esse motivo, era construído em pedra e implantado sempre no ponto mais alto da cidade, no sentido leste-oeste. Dessa maneira, é reforçado com a posição em relação à luz do sol e a altura do edifício em relação à pólis, sua monumentalidade e caráter sagrado. No seu exterior, no mesmo eixo da entrada principal e da estátua da deidade (a única estátua do templo) havia sempre um altar para oferendas. As festas e as confraternizações humanas ocorriam no exterior do templo. Quem entrava no templo era o sacerdote. O plano horizontal era sustentado por colunas. Era nas colunas que estavam inscritas as medidas de escala e proporção dos demais elementos arquitetônicos.
B. Por ser o templo grego um lugar de oração.
O modo que o programa de necessidades é atendido reflete a estratégia de organização espacial: o típico templo grego era uma arquitetura construída para os deuses. Por esse motivo, era construído em pedra e implantado sempre no ponto mais alto da cidade, no sentido leste-oeste. Dessa maneira, é reforçado com a posição em relação à luz do sol e a altura do edifício em relação à pólis, sua monumentalidade e caráter sagrado. No seu exterior, no mesmo eixo da entrada principal e da estátua da deidade (a única estátua do templo) havia sempre um altar para oferendas. As festas e as confraternizações humanas ocorriam no exterior do templo. Quem entrava no templo era o sacerdote. O plano horizontal era sustentado por colunas. Era nas colunas que estavam inscritas as medidas de escala e proporção dos demais elementos arquitetônicos.
C. Por ser construído em pedra e implantado sempre no ponto mais alto da cidade, no sentido leste-oeste.
O modo que o programa de necessidades é atendido reflete a estratégia de organização espacial: o típico templo grego era uma arquitetura construída para os deuses. Por esse motivo, era construído em pedra e implantado sempre no ponto mais alto da cidade, no sentido leste-oeste. Dessa maneira, é reforçado com a posição em relação à luz do sol e a altura do edifício em relação à pólis, sua monumentalidade e caráter sagrado. No seu exterior, no mesmo eixo da entrada principal e da estátua da deidade (a única estátua do templo) havia sempre um altar para oferendas. As festas e as confraternizações humanas ocorriam no exterior do templo. Quem entrava no templo era o sacerdote. O plano horizontal era sustentado por colunas. Era nas colunas que estavam inscritas as medidas de escala e proporção dos demais elementos arquitetônicos.
D. Pelas festas de confraternização das pessoas com os deuses que aconteciam dentro do templo.
O modo que o programa de necessidades é atendido reflete a estratégia de organização espacial: o típico templo grego era uma arquitetura construída para os deuses. Por esse motivo, era construído em pedra e implantado sempre no ponto mais alto da cidade, no sentido leste-oeste. Dessa maneira, é reforçado com a posição em relação à luz do sol e a altura do edifício em relação à pólis, sua monumentalidade e caráter sagrado. No seu exterior, no mesmo eixo da entrada principal e da estátua da deidade (a única estátua do templo) havia sempre um altar para oferendas. As festas e as confraternizações humanas ocorriam no exterior do templo. Quem entrava no templo era o sacerdote. O plano horizontal era sustentado por colunas. Era nas colunas que estavam inscritas as medidas de escala e proporção dos demais elementosarquitetônicos.
E. Pelo plano horizontal da cobertura sustentado pelas colunas.
O modo que o programa de necessidades é atendido reflete a estratégia de organização espacial: o típico templo grego era uma arquitetura construída para os deuses. Por esse motivo, era construído em pedra e implantado sempre no ponto mais alto da cidade, no sentido leste-oeste. Dessa maneira, é reforçado com a posição em relação à luz do sol e a altura do edifício em relação à pólis, sua monumentalidade e caráter sagrado. No seu exterior, no mesmo eixo da entrada principal e da estátua da deidade (a única estátua do templo) havia sempre um altar para oferendas. As festas e as confraternizações humanas ocorriam no exterior do templo. Quem entrava no templo era o sacerdote. O plano horizontal era sustentado por colunas. Era nas colunas que estavam inscritas as medidas de escala e proporção dos demais elementos arquitetônicos.
5. Marques (2018) comenta que, antes de se decidir pelo retrofit de uma edificação, é aconselhável fazer um estudo de viabilidade. Por que essa afirmação é verdadeira?
A. Porque o retrofit é ​​​​​​​uma restauração.
O retrofit não é uma reforma ou restauração. O termo é aplicado para nomear o processo de revitalização de edifícios. Mais do que uma simples reforma, o retrofit envolve uma série de ações de modernização e readequação de instalações. Uma vez que a principal preocupação do método é manter as características originais do objeto arquitetônico, o processo pode ser bem mais caro do que uma reforma convencional e, até mesmo, que a construção de uma nova edificação. É necessário, portanto, uma avaliação criteriosa, baseada nas expectativas do cliente, além de uma análise profunda de estimativa de custos e de viabilidade logística para a sua execução.
B. Porque é necessário ler novamente com o olhar do contemporâneo, criando significados que contextualizem um projeto no espaço e no tempo em que se encontra.
O retrofit não é uma reforma ou restauração. O termo é aplicado para nomear o processo de revitalização de edifícios. Mais do que uma simples reforma, o retrofit envolve uma série de ações de modernização e readequação de instalações. Uma vez que a principal preocupação do método é manter as características originais do objeto arquitetônico, o processo pode ser bem mais caro do que uma reforma convencional e, até mesmo, que a construção de uma nova edificação. É necessário, portanto, uma avaliação criteriosa, baseada nas expectativas do cliente, além de uma análise profunda de estimativa de custos e de viabilidade logística para a sua execução.
C. A principal preocupação do método é manter as características originais do objeto arquitetônico, portanto, o processo pode ser bem mais caro que uma reforma ou um novo edifício.
O retrofit não é uma reforma ou restauração. O termo é aplicado para nomear o processo de revitalização de edifícios. Mais do que uma simples reforma, o retrofit envolve uma série de ações de modernização e readequação de instalações. Uma vez que a principal preocupação do método é manter as características originais do objeto arquitetônico, o processo pode ser bem mais caro do que uma reforma convencional e, até mesmo, que a construção de uma nova edificação. É necessário, portanto, uma avaliação criteriosa, baseada nas expectativas do cliente, além de uma análise profunda de estimativa de custos e de viabilidade logística para a sua execução.
D. Na releitura, o arquiteto lê os elementos que compõem a estrutura formal do edifício em suas individualidades.
O retrofit não é uma reforma ou restauração. O termo é aplicado para nomear o processo de revitalização de edifícios. Mais do que uma simples reforma, o retrofit envolve uma série de ações de modernização e readequação de instalações. Uma vez que a principal preocupação do método é manter as características originais do objeto arquitetônico, o processo pode ser bem mais caro do que uma reforma convencional e, até mesmo, que a construção de uma nova edificação. É necessário, portanto, uma avaliação criteriosa, baseada nas expectativas do cliente, além de uma análise profunda de estimativa de custos e de viabilidade logística para a sua execução.
E. A estrutura do edifício e seus espaços são vistos de forma independente, não precisando ‘conversar’ entre si.
O retrofit não é uma reforma ou restauração. O termo é aplicado para nomear o processo de revitalização de edifícios. Mais do que uma simples reforma, o retrofit envolve uma série de ações de modernização e readequação de instalações. Uma vez que a principal preocupação do método é manter as características originais do objeto arquitetônico, o processo pode ser bem mais caro do que uma reforma convencional e, até mesmo, que a construção de uma nova edificação. É necessário, portanto, uma avaliação criteriosa, baseada nas expectativas do cliente, além de uma análise profunda de estimativa de custos e de viabilidade logística para a sua execução.
- Unidade 1.2
1. O plano horizontal define e dimensiona o fechamento horizontal do piso, dos andares de um edifício e da cobertura de um projeto​​​​​​​. Qual é a diferença entre plano-base e plano horizontal?
A. O plano horizontal é sempre horizontal enquanto o plano-base pode ser vertical.
O plano-base ou plano de base é um tipo de plano horizontal. Ele define um espaço horizontal simples, que pode ser considerado um espaço de onde podem partir as soluções espaciais. Para que seja visto como uma forma, esse deve ter uma diferença de cor ou textura em relação ao entorno.
B. O plano-base é um tipo de plano vertical.
O plano-base ou plano de base é um tipo de plano horizontal. Ele define um espaço horizontal simples, que pode ser considerado um espaço de onde podem partir as soluções espaciais. Para que seja visto como uma forma, esse deve ter uma diferença de cor ou textura em relação ao entorno.
C. O plano-base é um tipo de plano horizontal.
O plano-base ou plano de base é um tipo de plano horizontal. Ele define um espaço horizontal simples, que pode ser considerado um espaço de onde podem partir as soluções espaciais. Para que seja visto como uma forma, esse deve ter uma diferença de cor ou textura em relação ao entorno.
D. O plano-base é sempre um plano horizontal elevado.
O plano-base ou plano de base é um tipo de plano horizontal. Ele define um espaço horizontal simples, que pode ser considerado um espaço de onde podem partir as soluções espaciais. Para que seja visto como uma forma, esse deve ter uma diferença de cor ou textura em relação ao entorno.
E. O plano-base é a base da cobertura de um edifício.
O plano-base ou plano de base é um tipo de plano horizontal. Ele define um espaço horizontal simples, que pode ser considerado um espaço de onde podem partir as soluções espaciais. Para que seja visto como uma forma, esse deve ter uma diferença de cor ou textura em relação ao entorno.
2. Se o produto da arquitetura é tridimensional, então o que é plano?
A. O plano é o elemento-chave da cobertura de uma arquitetura.
Em uma construção visual, o plano define os limites de um volume. Se o produto da arquitetura é tridimensional, então o plano é o elemento-chave na criação e representação da arquitetura.
B. O plano é a representação da arquitetura.
Em uma construção visual, o plano define os limites de um volume. Se o produto da arquitetura é tridimensional, então o plano é o elemento-chave na criação e representação da arquitetura.
C. É o elemento-chave na criação e representação do piso de uma arquitetura.
Em uma construção visual, o plano define os limites de um volume. Se o produto da arquitetura é tridimensional, então o plano é o elemento-chave na criação e representação da arquitetura.
D. É o elemento-chave na criação e representação da arquitetura, pois é o que define os limites de um volume.
Em uma construção visual, o plano define os limites de um volume. Se o produto da arquitetura é tridimensional, então o plano é o elemento-chave na criação e representação da arquitetura.
E. O plano é o elemento-chavena definição da forma e da proporção de uma arquitetura.
Em uma construção visual, o plano define os limites de um volume. Se o produto da arquitetura é tridimensional, então o plano é o elemento-chave na criação e representação da arquitetura.
3. A composição dos planos define a forma arquitetônica. Qual é uma das funções principais do plano vertical?
A. Definir o nível de altura do piso de uma residência em relação ao terreno.
O plano vertical separa o ambiente externo do interno e cria um senso de fechamento e privacidade aos que estão dentro dele.
B. Separar os ambientes externos dos internos.
O plano vertical separa o ambiente externo do interno e cria um senso de fechamento e privacidade aos que estão dentro dele.
C. Criar a cobertura de um ambiente.
O plano vertical separa o ambiente externo do interno e cria um senso de fechamento e privacidade aos que estão dentro dele.
D. Criar terraços.
O plano vertical separa o ambiente externo do interno e cria um senso de fechamento e privacidade aos que estão dentro dele.
E. Determinar grande parte do controle do espaço.
O plano vertical separa o ambiente externo do interno e cria um senso de fechamento e privacidade aos que estão dentro dele.
4. Além do formato, a escala e a proporção auxiliam na composição da forma como um todo. Qual é a diferença entre escala e proporção?
A. Enquanto a escala determina o tamanho de algo comparado a um padrão de referência, a proporção determina a relação apropriada e harmoniosa entre os elementos.
Enquanto a escala determina o tamanho de algo comparado a um padrão de referência ou ao tamanho de um objeto, a proporção se refere à relação apropriada e harmoniosa de uma parte com a outra, como um todo.
B. A proporção se refere à relação apropriada e harmoniosa entre a escala e o piso.
Enquanto a escala determina o tamanho de algo comparado a um padrão de referência ou ao tamanho de um objeto, a proporção se refere à relação apropriada e harmoniosa de uma parte com a outra, como um todo.
C. A relação da escala pode ser de magnitude, enquanto a da proporção é de quantidade e grau.
Enquanto a escala determina o tamanho de algo comparado a um padrão de referência ou ao tamanho de um objeto, a proporção se refere à relação apropriada e harmoniosa de uma parte com a outra, como um todo.
D. A escala é monumental, enquanto a proporção é sempre a medida certa.
Enquanto a escala determina o tamanho de algo comparado a um padrão de referência ou ao tamanho de um objeto, a proporção se refere à relação apropriada e harmoniosa de uma parte com a outra, como um todo.
E. A escala determina a distância entre as proporções.
Enquanto a escala determina o tamanho de algo comparado a um padrão de referência ou ao tamanho de um objeto, a proporção se refere à relação apropriada e harmoniosa de uma parte com a outra, como um todo.
5. Na composição dos planos, o jogo entre a escala e a proporção define a percepção dos espaços internos. Qual é o principal elemento que tem mais efeito na escala e proporção de um espaço interior?
A. Largura.
Enquanto a escala determina o tamanho de algo comparado a um padrão de referência ou ao tamanho de um objeto, a proporção se refere à relação apropriada e harmoniosa de uma parte com a outra, como um todo. Assim, a altura do pé direito é a dimensão que tem mais efeito sobre a escala de um lugar, pois a largura e as paredes de um espaço ou, ainda, as janelas e os mobiliários são elementos que podem dar uma dimensão de escala com efeito importante.
B. Paredes.
Enquanto a escala determina o tamanho de algo comparado a um padrão de referência ou ao tamanho de um objeto, a proporção se refere à relação apropriada e harmoniosa de uma parte com a outra, como um todo. Assim, a altura do pé direito é a dimensão que tem mais efeito sobre a escala de um lugar, pois a largura e as paredes de um espaço ou, ainda, as janelas e os mobiliários são elementos que podem dar uma dimensão de escala com efeito importante.
C. Altura.
Enquanto a escala determina o tamanho de algo comparado a um padrão de referência ou ao tamanho de um objeto, a proporção se refere à relação apropriada e harmoniosa de uma parte com a outra, como um todo. Assim, a altura do pé direito é a dimensão que tem mais efeito sobre a escala de um lugar, pois a largura e as paredes de um espaço ou, ainda, as janelas e os mobiliários são elementos que podem dar uma dimensão de escala com efeito importante.
D. Janelas.
Enquanto a escala determina o tamanho de algo comparado a um padrão de referência ou ao tamanho de um objeto, a proporção se refere à relação apropriada e harmoniosa de uma parte com a outra, como um todo. Assim, a altura do pé direito é a dimensão que tem mais efeito sobre a escala de um lugar, pois a largura e as paredes de um espaço ou, ainda, as janelas e os mobiliários são elementos que podem dar uma dimensão de escala com efeito importante.
E. Mobiliário.
Enquanto a escala determina o tamanho de algo comparado a um padrão de referência ou ao tamanho de um objeto, a proporção se refere à relação apropriada e harmoniosa de uma parte com a outra, como um todo. Assim, a altura do pé direito é a dimensão que tem mais efeito sobre a escala de um lugar, pois a largura e as paredes de um espaço ou, ainda, as janelas e os mobiliários são elementos que podem dar uma dimensão de escala com efeito importante.
- Unidade 2.1
1. Para a construção de uma escala gráfica, é necessário calcular o valor da divisão principal correspondente no desenho. Por exemplo, uma escala gráfica na 1:50 obedece ao seguinte cálculo: 1:50 = 0,02m = 2cm. Ou seja, cada 2cm no desenho corresponde a 1m. Sendo assim, considere uma janela que está na escala 1:25 e mede 6cm de largura no papel. Qual dimensão ela terá na realidade?
A. 6m.
Uma escala gráfica na 1:25 segue o seguinte cálculo: 
1/25 = 0,04m = 4cm.
Ou seja, 4cm na folha representarão 1m. Logo, 6cm na folha representam 1,5m.
B. 2m.
Uma escala gráfica na 1:25 segue o seguinte cálculo: 
1/25 = 0,04m = 4cm.
Ou seja, 4cm na folha representarão 1m. Logo, 6cm na folha representam 1,5m.
C. 1,5m.
Uma escala gráfica na 1:25 segue o seguinte cálculo: 
1/25 = 0,04m = 4cm.
Ou seja, 4cm na folha representarão 1m. Logo, 6cm na folha representam 1,5m.
D. 2,5m.
Uma escala gráfica na 1:25 segue o seguinte cálculo: 
1/25 = 0,04m = 4cm.
Ou seja, 4cm na folha representarão 1m. Logo, 6cm na folha representam 1,5m.
E. 4m.
Uma escala gráfica na 1:25 segue o seguinte cálculo: 
1/25 = 0,04m = 4cm.
Ou seja, 4cm na folha representarão 1m. Logo, 6cm na folha representam 1,5m.
2. As escalas gráficas são símbolos compostos por “linhas graduadas ou barras que representam medidas em proporção. Essas escalas são especialmente úteis porque permanecem proporcionais quando um desenho é aumentado ou reduzido” (CHING, 2017, p.208). Assim, considere que, em um desenho na escala 1/100, 1cm corresponda a 1m. Quantos centímetros tem um metro na escala 1/25?
A. 4cm.
A escala 1:25 é quatro vezes maior do que a escala 1:100 (100/25=4). Portanto, como cm no papel corresponde a 1m na escala 1/100, o quádruplo disso é 4.
Ou, ainda, 1/25= 0,04m = 4cm. Ou seja, um metro no papel corresponde a 4cm.
B. 8cm.
A escala 1:25 é quatro vezes maior do que a escala 1:100 (100/25=4). Portanto, como cm no papel corresponde a 1m na escala 1/100, o quádruplo disso é 4.
Ou, ainda, 1/25= 0,04m = 4cm. Ou seja, um metro no papel corresponde a 4cm.
C. 2cm.
A escala 1:25 é quatro vezes maior do que a escala 1:100 (100/25=4). Portanto, como cm no papel corresponde a 1m na escala 1/100, o quádruplo disso é 4.
Ou, ainda, 1/25= 0,04m = 4cm. Ou seja, um metro no papel corresponde a 4cm.
D. 6cm.
A escala 1:25 é quatro vezes maior do que a escala 1:100 (100/25=4). Portanto, como cm no papel corresponde a 1m na escala 1/100, o quádruplo disso é 4.
Ou, ainda, 1/25= 0,04m = 4cm. Ou seja, um metro no papel corresponde a 4cm.
E. 10cm.
A escala 1:25 é quatro vezes maior do que a escala 1:100 (100/25=4). Portanto, como cm no papel corresponde a 1m na escala 1/100, o quádruplodisso é 4.
Ou, ainda, 1/25= 0,04m = 4cm. Ou seja, um metro no papel corresponde a 4cm.
3. A NBR 8196, de título Desenho técnico: emprego de escalas, é a norma que “fixa as condições exigíveis para o emprego de escalas e suas designações em desenhos técnicos” (ABNT, 1999, p.1). Qual das escalas de redução a seguir é admitida de acordo com essa norma?
A. 1:20.
De acordo com a NBR 8196 (1999, p.2), são admitidas reduções e ampliações de escalas da tabela a seguir à razão de 10:
	Redução
	Natural
	Ampliação
	1:2
	1:1
	2:1
	1:5
	
	5:1
	1:10
	
	10:1
Conforme essa norma, são admitidas ampliações das escalas de redução (1:2, 1:5, 1:10) à razão de 10, conforme: 1:20, 1:50, 1:100, 1:200, 1:500, 1:1000 e assim por diante.
Portanto, não são admitidas as escalas que não são ampliadas à razão de 10, tais como: 1:25, 1:75,1:125 e 1:150.​​​​​​​ 
B. 1:25.
De acordo com a NBR 8196 (1999, p.2), são admitidas reduções e ampliações de escalas da tabela a seguir à razão de 10:
	Redução
	Natural
	Ampliação
	1:2
	1:1
	2:1
	1:5
	
	5:1
	1:10
	
	10:1
Conforme essa norma, são admitidas ampliações das escalas de redução (1:2, 1:5, 1:10) à razão de 10, conforme: 1:20, 1:50, 1:100, 1:200, 1:500, 1:1000 e assim por diante.
Portanto, não são admitidas as escalas que não são ampliadas à razão de 10, tais como: 1:25, 1:75,1:125 e 1:150.​​​​​​​ 
C. 1:75.
De acordo com a NBR 8196 (1999, p.2), são admitidas reduções e ampliações de escalas da tabela a seguir à razão de 10:
	Redução
	Natural
	Ampliação
	1:2
	1:1
	2:1
	1:5
	
	5:1
	1:10
	
	10:1
Conforme essa norma, são admitidas ampliações das escalas de redução (1:2, 1:5, 1:10) à razão de 10, conforme: 1:20, 1:50, 1:100, 1:200, 1:500, 1:1000 e assim por diante.
Portanto, não são admitidas as escalas que não são ampliadas à razão de 10, tais como: 1:25, 1:75,1:125 e 1:150.​​​​​​​ 
D. 1:125.
De acordo com a NBR 8196 (1999, p.2), são admitidas reduções e ampliações de escalas da tabela a seguir à razão de 10:
	Redução
	Natural
	Ampliação
	1:2
	1:1
	2:1
	1:5
	
	5:1
	1:10
	
	10:1
Conforme essa norma, são admitidas ampliações das escalas de redução (1:2, 1:5, 1:10) à razão de 10, conforme: 1:20, 1:50, 1:100, 1:200, 1:500, 1:1000 e assim por diante.
Portanto, não são admitidas as escalas que não são ampliadas à razão de 10, tais como: 1:25, 1:75,1:125 e 1:150.​​​​​​​ 
E. 1:150.
De acordo com a NBR 8196 (1999, p.2), são admitidas reduções e ampliações de escalas da tabela a seguir à razão de 10:
	Redução
	Natural
	Ampliação
	1:2
	1:1
	2:1
	1:5
	
	5:1
	1:10
	
	10:1
Conforme essa norma, são admitidas ampliações das escalas de redução (1:2, 1:5, 1:10) à razão de 10, conforme: 1:20, 1:50, 1:100, 1:200, 1:500, 1:1000 e assim por diante.
Portanto, não são admitidas as escalas que não são ampliadas à razão de 10, tais como: 1:25, 1:75,1:125 e 1:150.​​​​​​​ 
4. A NBR 6.492, que trata da representação de projetos de arquitetura, define escala como “relação dimensional entre a representação de um objeto no desenho e suas dimensões reais” (ABNT, 1994, p. 2). De acordo com o anexo dessa norma, estão entre as escalas mais usuais em arquitetura:
A. 1/1, 1/2 e 1/5.
Conforme a norma NBR 6492, as escalas mais usuais são: 1/2; 1/5; 1/10; 1/20; 1/25; 1/50; 1/75; 1/100; 1/200; 1/250 e 1/500. Além disso, ela traz a seguinte observação: “na escolha da escala, deve-se sempre ter em mente a futura redução do desenho”. 
As demais escalas não mencionadas não são consideradas usuais pela norma em arquitetura, tais como: 1/1, 1/85, 1/300 e 1/1000. A escala natural 1/1 é muito utilizada para o detalhamento de peças; e a 1/1000 é comumente aplicada em cartografia. As escalas 1/85 e 1/300 não são comumente utilizadas.
B. 1/25, 1/50 e 1/75.
Conforme a norma NBR 6492, as escalas mais usuais são: 1/2; 1/5; 1/10; 1/20; 1/25; 1/50; 1/75; 1/100; 1/200; 1/250 e 1/500. Além disso, ela traz a seguinte observação: “na escolha da escala, deve-se sempre ter em mente a futura redução do desenho”. 
As demais escalas não mencionadas não são consideradas usuais pela norma em arquitetura, tais como: 1/1, 1/85, 1/300 e 1/1000. A escala natural 1/1 é muito utilizada para o detalhamento de peças; e a 1/1000 é comumente aplicada em cartografia. As escalas 1/85 e 1/300 não são comumente utilizadas.
C. 1/50, 1/75 e 1/85.
Conforme a norma NBR 6492, as escalas mais usuais são: 1/2; 1/5; 1/10; 1/20; 1/25; 1/50; 1/75; 1/100; 1/200; 1/250 e 1/500. Além disso, ela traz a seguinte observação: “na escolha da escala, deve-se sempre ter em mente a futura redução do desenho”. 
As demais escalas não mencionadas não são consideradas usuais pela norma em arquitetura, tais como: 1/1, 1/85, 1/300 e 1/1000. A escala natural 1/1 é muito utilizada para o detalhamento de peças; e a 1/1000 é comumente aplicada em cartografia. As escalas 1/85 e 1/300 não são comumente utilizadas.
D. 1/250, 1/500 e 1/1000.
Conforme a norma NBR 6492, as escalas mais usuais são: 1/2; 1/5; 1/10; 1/20; 1/25; 1/50; 1/75; 1/100; 1/200; 1/250 e 1/500. Além disso, ela traz a seguinte observação: “na escolha da escala, deve-se sempre ter em mente a futura redução do desenho”. 
As demais escalas não mencionadas não são consideradas usuais pela norma em arquitetura, tais como: 1/1, 1/85, 1/300 e 1/1000. A escala natural 1/1 é muito utilizada para o detalhamento de peças; e a 1/1000 é comumente aplicada em cartografia. As escalas 1/85 e 1/300 não são comumente utilizadas.
E. 1/100, 1/200 e 1/300.
Conforme a norma NBR 6492, as escalas mais usuais são: 1/2; 1/5; 1/10; 1/20; 1/25; 1/50; 1/75; 1/100; 1/200; 1/250 e 1/500. Além disso, ela traz a seguinte observação: “na escolha da escala, deve-se sempre ter em mente a futura redução do desenho”. 
As demais escalas não mencionadas não são consideradas usuais pela norma em arquitetura, tais como: 1/1, 1/85, 1/300 e 1/1000. A escala natural 1/1 é muito utilizada para o detalhamento de peças; e a 1/1000 é comumente aplicada em cartografia. As escalas 1/85 e 1/300 não são comumente utilizadas.
5. A escala deve ser escolhida de acordo com o que se quer representar. Quanto maior for a escala de um desenho, mais informação ele deverá conter. Conforme Farrelly (2014), para qual documento é recomendado o uso da escala numérica 1/50?
A. Planta de situação e contexto.
Farrelly, em seu livro Fundamentos, de 2014, traz uma tabela com recomendações de escala de acordo com o que se deseja representar:
	Escala
	Uso
	1:1 Escala real
	Detalhes de mobiliário e materiais.
	1:2
	Detalhes de mobiliário e materiais.
	1:5 - 1:10 - 1:20
	Detalhes de interiores e de edificações.
	1:50
	Detalhes de interiores e plantas baixas de edificações pequenas.
	1:100
	Plantas completas de edificações maiores.
	1:200
	Plantas completas de edificações maiores e plantas de localização.
	1:500
	Plantas de localização e do entorno imediato.
	1:1000
	Plantas de situação e contexto.
	1:1250
	Plantas de situação em mapas parciais.
	1:2500
	Plantas de situação em mapas grandes.
De acordo com essa tabela, a escala 1/50 é indicada para detalhes de interiores e plantas baixas de edificações pequenas. Vide tabela acima para demais recomendações.
B. Planta de localização e do entorno imediato.
Farrelly, em seu livro Fundamentos, de 2014, traz uma tabela com recomendações de escala de acordo com o que se deseja representar:
	Escala
	Uso
	1:1 Escala real
	Detalhes de mobiliário e materiais.
	1:2
	Detalhes de mobiliário e materiais.
	1:5 - 1:10 - 1:20
	Detalhes de interiores e de edificações.
	1:50
	Detalhes de interiores e plantas baixas de edificações pequenas.
	1:100
	Plantas completas de edificações maiores.
	1:200
	Plantas completas de edificações maiores e plantas de localização.
	1:500
	Plantas de localização e do entorno imediato.
	1:1000
	Plantas de situação e contexto.
	1:1250
	Plantas de situação em mapas parciais.
	1:2500
	Plantas de situação em mapas grandes.
De acordo com essa tabela, a escala 1/50 é indicada para detalhes de interiores e plantas baixas de edificações pequenas. Vide tabela acima para demaisrecomendações.
C. Plantas completas de edificações maiores.
Farrelly, em seu livro Fundamentos, de 2014, traz uma tabela com recomendações de escala de acordo com o que se deseja representar:
	Escala
	Uso
	1:1 Escala real
	Detalhes de mobiliário e materiais.
	1:2
	Detalhes de mobiliário e materiais.
	1:5 - 1:10 - 1:20
	Detalhes de interiores e de edificações.
	1:50
	Detalhes de interiores e plantas baixas de edificações pequenas.
	1:100
	Plantas completas de edificações maiores.
	1:200
	Plantas completas de edificações maiores e plantas de localização.
	1:500
	Plantas de localização e do entorno imediato.
	1:1000
	Plantas de situação e contexto.
	1:1250
	Plantas de situação em mapas parciais.
	1:2500
	Plantas de situação em mapas grandes.
De acordo com essa tabela, a escala 1/50 é indicada para detalhes de interiores e plantas baixas de edificações pequenas. Vide tabela acima para demais recomendações.
D. Detalhes de interiores e plantas baixas de edificações pequenas.
Farrelly, em seu livro Fundamentos, de 2014, traz uma tabela com recomendações de escala de acordo com o que se deseja representar:
	Escala
	Uso
	1:1 Escala real
	Detalhes de mobiliário e materiais.
	1:2
	Detalhes de mobiliário e materiais.
	1:5 - 1:10 - 1:20
	Detalhes de interiores e de edificações.
	1:50
	Detalhes de interiores e plantas baixas de edificações pequenas.
	1:100
	Plantas completas de edificações maiores.
	1:200
	Plantas completas de edificações maiores e plantas de localização.
	1:500
	Plantas de localização e do entorno imediato.
	1:1000
	Plantas de situação e contexto.
	1:1250
	Plantas de situação em mapas parciais.
	1:2500
	Plantas de situação em mapas grandes.
De acordo com essa tabela, a escala 1/50 é indicada para detalhes de interiores e plantas baixas de edificações pequenas. Vide tabela acima para demais recomendações.
E. Detalhes de mobiliários e materiais.
Farrelly, em seu livro Fundamentos, de 2014, traz uma tabela com recomendações de escala de acordo com o que se deseja representar:
	Escala
	Uso
	1:1 Escala real
	Detalhes de mobiliário e materiais.
	1:2
	Detalhes de mobiliário e materiais.
	1:5 - 1:10 - 1:20
	Detalhes de interiores e de edificações.
	1:50
	Detalhes de interiores e plantas baixas de edificações pequenas.
	1:100
	Plantas completas de edificações maiores.
	1:200
	Plantas completas de edificações maiores e plantas de localização.
	1:500
	Plantas de localização e do entorno imediato.
	1:1000
	Plantas de situação e contexto.
	1:1250
	Plantas de situação em mapas parciais.
	1:2500
	Plantas de situação em mapas grandes.
De acordo com essa tabela, a escala 1/50 é indicada para detalhes de interiores e plantas baixas de edificações pequenas. Vide tabela acima para demais recomendações.
- Unidade 2.2
1. A soma dos ângulos dos eixos isométricos é: 
A. 120°.
A soma da angulação dos eixos isométricos corresponde a 120°. A angulação de 30° corresponde à angulação dos eixos x e y em relação a uma linha de base, e o ângulo de 90° corresponde ao eixo x em relação a uma linha de base. Fique atento, pois os ângulos de 45° e 60° não compõem a perspectiva isométrica.
B. 45°.
A soma da angulação dos eixos isométricos corresponde a 120°. A angulação de 30° corresponde à angulação dos eixos x e y em relação a uma linha de base, e o ângulo de 90° corresponde ao eixo x em relação a uma linha de base. Fique atento, pois os ângulos de 45° e 60° não compõem a perspectiva isométrica.
C. 60°.
A soma da angulação dos eixos isométricos corresponde a 120°. A angulação de 30° corresponde à angulação dos eixos x e y em relação a uma linha de base, e o ângulo de 90° corresponde ao eixo x em relação a uma linha de base. Fique atento, pois os ângulos de 45° e 60° não compõem a perspectiva isométrica.
D. 90°.
A soma da angulação dos eixos isométricos corresponde a 120°. A angulação de 30° corresponde à angulação dos eixos x e y em relação a uma linha de base, e o ângulo de 90° corresponde ao eixo x em relação a uma linha de base. Fique atento, pois os ângulos de 45° e 60° não compõem a perspectiva isométrica.
E. 30°.
A soma da angulação dos eixos isométricos corresponde a 120°. A angulação de 30° corresponde à angulação dos eixos x e y em relação a uma linha de base, e o ângulo de 90° corresponde ao eixo x em relação a uma linha de base. Fique atento, pois os ângulos de 45° e 60° não compõem a perspectiva isométrica.
2. O sólido representando pela imagem a seguir possui um furo passante, isso quer dizer que o furo atravessa o sólido. Analise a imagem e indique a medida do furo. 
​​​​​​
A. 5 de largura, 10 de comprimento e 30 de altura​​​​​​.
As cotas do desenho mostram que o objeto tem 30 de altura. Se um furo é passante, ou seja, atravessa o objeto, sabemos que a altura dele é 30. As  cotas da largura e do comprimento indicam que a medida de ambos é 10. 
B. 10 de largura, 5 de comprimento e 30 de altura. ​​​​​​​
As cotas do desenho mostram que o objeto tem 30 de altura. Se um furo é passante, ou seja, atravessa o objeto, sabemos que a altura dele é 30. As  cotas da largura e do comprimento indicam que a medida de ambos é 10. 
C. 10 de largura, 10 de comprimento e 30 de altura. ​​​​​​​
As cotas do desenho mostram que o objeto tem 30 de altura. Se um furo é passante, ou seja, atravessa o objeto, sabemos que a altura dele é 30. As  cotas da largura e do comprimento indicam que a medida de ambos é 10. 
D. 10 de largura, 40 de comprimento e 30 de altura ​​​​​​​
As cotas do desenho mostram que o objeto tem 30 de altura. Se um furo é passante, ou seja, atravessa o objeto, sabemos que a altura dele é 30. As  cotas da largura e do comprimento indicam que a medida de ambos é 10. 
E. 10 de largura, 5 de comprimento e 40 de altura. ​​​​​​​
As cotas do desenho mostram que o objeto tem 30 de altura. Se um furo é passante, ou seja, atravessa o objeto, sabemos que a altura dele é 30. As  cotas da largura e do comprimento indicam que a medida de ambos é 10. 
3. Com relação ao uso do esquadro de 30° para a produção da perspectiva isométrica, é correto afirmar que:
A. ele é opcional, uma vez que posso utilizar o esquadro de 45° para construir os eixos x, y e z.
Com o uso do esquadro de 30°, é possível marcar tanto os ângulos dos eixos x e y (30°) quanto o eixo z (90°). Ele pode estar apoiado em uma régua paralela, em uma linha de base ou em outro esquadro. Fique atento, pois o uso do esquadro de 30° é imprescindível e o de 45° representa somente o eixo perpendicular corretamente.
B. ele é imprescindível, no entanto, é possível marcar apenas o ângulo de 30° para os eixos x e y.
Com o uso do esquadro de 30°, é possível marcar tanto os ângulos dos eixos x e y (30°) quanto o eixo z (90°). Ele pode estar apoiado em uma régua paralela, em uma linha de base ou em outro esquadro. Fique atento, pois o uso do esquadro de 30° é imprescindível e o de 45° representa somente o eixo perpendicular corretamente.
C. ele é opcional, uma vez que somente com o esquadro de 45° é possível construir o eixo perpendicular z.
Com o uso do esquadro de 30°, é possível marcar tanto os ângulos dos eixos x e y (30°) quanto o eixo z (90°). Ele pode estar apoiado em uma régua paralela, em uma linha de base ou em outro esquadro. Fique atento, pois o uso do esquadro de 30° é imprescindível e o de 45° representa somente o eixo perpendicular corretamente.
D. ele é imprescindível uma vez que permite marcar a angulação de 30° e de 90° para construir os eixos x, y e z. ​​​​​​​
Com o uso do esquadro de 30°, é possível marcar tanto os ângulos dos eixos x e y (30°) quanto o eixo z (90°). Ele pode estar apoiado em uma régua paralela, em uma linha de base ou em outro esquadro. Fique atento, pois o uso do esquadro de 30° é imprescindível e o de 45° representa somente o eixo perpendicular corretamente.
E. somente com os esquadros de 30° e de 45° será possível construir os eixos x, y e z.
Com o uso do esquadro de 30°, é possível marcar tanto os ângulos dos eixos x e y (30°) quanto o eixo z (90°). Ele podeestar apoiado em uma régua paralela, em uma linha de base ou em outro esquadro. Fique atento, pois o uso do esquadro de 30° é imprescindível e o de 45° representa somente o eixo perpendicular corretamente.
4. Traçar a perspectiva isométrica a mão livre é indicado apenas:​​​​​​​
A. quando se pretendem representar as medidas reais e não a proporção dos objetos ou ambientes.
A perspectiva a mão livre é indicada nas situações em que se pretende ilustrar o objeto ou espaço de forma rápida e sem rigor nas medidas, obedecendo as proporções dos objetos.
B. quando se pretendem apresentar rigor na representação dos objetos ou ambientes.
A perspectiva a mão livre é indicada nas situações em que se pretende ilustrar o objeto ou espaço de forma rápida e sem rigor nas medidas.
C. quando se pretende aplicar esse desenho em um projeto real.
A perspectiva a mão livre é indicada nas situações em que se pretende ilustrar o objeto ou espaço de forma rápida e sem rigor nas medidas, logo, num projeto real, sua função é meramente ilustrativa.
D. quando se pretende, a partir do desenho, construir um ambiente real.
A perspectiva a mão livre é indicada nas situações em que se pretende ilustrar o objeto ou espaço de forma rápida e sem rigor nas medidas, logo, a construção de um ambiente real requer o uso de instrumentos na representação.
E. quando se pretende representar rapidamente uma perspectiva que não tenha o rigor.
A perspectiva a mão livre é indicada nas situações em que se pretende ilustrar o objeto ou espaço de forma rápida e sem rigor nas medidas.
5. Quanto às retas isométricas é correto afirmar que:
A.  retas isométricas podem representar planos inclinados.
Retas isométricas devem ser paralelas aos eixos x, y e z. Podem-se ter retas inclinadas na perspectiva isométrica, no entanto, elas não atendem à premissa da paralelidade aos eixos x, y e z. Logo não podem ser chamadas de retas isométricas.
B. retas isométricas devem ser paralelas aos eixos x, y e z.
Retas isométricas devem ser paralelas aos eixos x, y e z. Podem-se ter retas inclinadas na perspectiva isométrica, no entanto, elas não atendem à premissa da paralelidade aos eixos x, y e z. Logo não podem ser chamadas de retas isométricas.
C. retas isométricas não devem ser paralelas aos eixos x, y e z.
Retas isométricas devem ser paralelas aos eixos x, y e z. Podem-se ter retas inclinadas na perspectiva isométrica, no entanto, elas não atendem à premissa da paralelidade aos eixos x, y e z. Logo não podem ser chamadas de retas isométricas.
D. retas isométricas podem partir do ponto de origem em qualquer direção.
Retas isométricas devem ser paralelas aos eixos x, y e z. Podem-se ter retas inclinadas na perspectiva isométrica, no entanto, elas não atendem à premissa da paralelidade aos eixos x, y e z. Logo não podem ser chamadas de retas isométricas.
E. retas isométricas devem ser paralelas entre si.
Retas isométricas devem ser paralelas aos eixos x, y e z. Podem-se ter retas inclinadas na perspectiva isométrica, no entanto, elas não atendem à premissa da paralelidade aos eixos x, y e z. Logo não podem ser chamadas de retas isométricas.
- Unidade 3.1
1. A planta baixa é uma representação em vista superior, de um plano de corte horizontal, paralelo ao piso, a uma altura aproximada de 1,5m. Esse plano estabelece a hierarquia de linhas do desenho. A seguir, assinale a alternativa que representa a hierarquia de linhas correta da planta baixa de um lavabo.
A. 
Veja, a seguir, a imagem que representa a hierarquia de linhas correta da planta baixa de um lavabo:​​​​​​​
​​​​​​​​​​​​Os equipamentos fixos devem ser desenhados com espessura média. A folha da porta deve ser desenhada com espessura média e o arco da porta com espessura fina. O piso deve ser desenhado com espessura fina. As paredes, por sua vez, devem ser desenhadas com espessura grossa. Os caixilhos, os marcos e o vidro em corte devem ser desenhados com espessura média. Por fim, os caixilhos, os marcos e o peitoril em vista devem ser desenhados em espessura fina.​​​​​​​​​
B. 
​​​​​​​​​​​​​
 
Veja, a seguir, a imagem que representa a hierarquia de linhas correta da planta baixa de um lavabo:
​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​Os equipamentos fixos devem ser desenhados com espessura média. A folha da porta deve ser desenhada com espessura média e o arco da porta com espessura fina. O piso deve ser desenhado com espessura fina. As paredes, por sua vez, devem ser desenhadas com espessura grossa. Os caixilhos, os marcos e o vidro em corte devem ser desenhados com espessura média. Por fim, os caixilhos, os marcos e o peitoril em vista devem ser desenhados em espessura fina.​​​​​​​​​
C.
​​​​​​​​​​​​​​
 
Veja, a seguir, a imagem que representa a hierarquia de linhas correta da planta baixa de um lavabo:
​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​Os equipamentos fixos devem ser desenhados com espessura média. A folha da porta deve ser desenhada com espessura média e o arco da porta com espessura fina. O piso deve ser desenhado com espessura fina. As paredes, por sua vez, devem ser desenhadas com espessura grossa. Os caixilhos, os marcos e o vidro em corte devem ser desenhados com espessura média. Por fim, os caixilhos, os marcos e o peitoril em vista devem ser desenhados em espessura fina.​​​​​​​​​
D. 
​​​​​​
Veja, a seguir, a imagem que representa a hierarquia de linhas correta da planta baixa de um lavabo:
​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​Os equipamentos fixos devem ser desenhados com espessura média. A folha da porta deve ser desenhada com espessura média e o arco da porta com espessura fina. O piso deve ser desenhado com espessura fina. As paredes, por sua vez, devem ser desenhadas com espessura grossa. Os caixilhos, os marcos e o vidro em corte devem ser desenhados com espessura média. Por fim, os caixilhos, os marcos e o peitoril em vista devem ser desenhados em espessura fina.​​​​​​​​​
E. 
​​​​​​​​​​​​​
Veja, a seguir, a imagem que representa a hierarquia de linhas correta da planta baixa de um lavabo:
​​​​​​​​​​​​​​Os equipamentos fixos devem ser desenhados com espessura média. A folha da porta deve ser desenhada com espessura média e o arco da porta com espessura fina. O piso deve ser desenhado com espessura fina. As paredes, por sua vez, devem ser desenhadas com espessura grossa. Os caixilhos, os marcos e o vidro em corte devem ser desenhados com espessura média. Por fim, os caixilhos, os marcos e o peitoril em vista devem ser desenhados em espessura fina.​​​​​​​​​
2. Em uma planta baixa, deve-se representar os equipamentos fixos, em função das instalações hidrossanitárias. Os ambientes nos quais são instalados esses equipamentos são denominados de áreas molhadas, e neles o piso também deve ser representado. A seguir, assinale a alternativa que cita os equipamentos fixos de uma residência.
A. Pia, lavatório, bacia sanitária e tanque.
A geladeira, o fogão e a secadora não são equipamentos fixos de áreas molhadas, eles dependem de instalação hidrossanitária. Os equipamentos fixos (pia, lavatório, bacia sanitária e tanque) devem ser representados para que se possa prever os pontos de fornecimento de água e de recolhimento de esgoto.
B. Pia, geladeira, bacia sanitária e tanque.
A geladeira, o fogão e a secadora não são equipamentos fixos de áreas molhadas, eles dependem de instalação hidrossanitária. Os equipamentos fixos (pia, lavatório, bacia sanitária e tanque) devem ser representados para que se possa prever os pontos de fornecimento de água e de recolhimento de esgoto.
C. Pia, geladeira, fogão, bacia sanitária e lavatório.
A geladeira, o fogão e a secadora não são equipamentos fixos de áreas molhadas, eles dependem de instalação hidrossanitária. Os equipamentos fixos (pia, lavatório, bacia sanitária e tanque) devem ser representados para que se possa prever os pontos de fornecimento de água e de recolhimento de esgoto.
D. Pia, fogão, lavatório, bacia sanitária e tanque.
A geladeira, o fogão e a secadora não são equipamentos fixos de áreas molhadas, eles dependem de instalação hidrossanitária. Os equipamentos fixos(pia, lavatório, bacia sanitária e tanque) devem ser representados para que se possa prever os pontos de fornecimento de água e de recolhimento de esgoto.
E. Pia, bacia sanitária, tanque e secadora.
A geladeira, o fogão e a secadora não são equipamentos fixos de áreas molhadas, eles dependem de instalação hidrossanitária. Os equipamentos fixos (pia, lavatório, bacia sanitária e tanque) devem ser representados para que se possa prever os pontos de fornecimento de água e de recolhimento de esgoto.
3. Você está desenhando as plantas baixas de uma residência de dois pavimentos. Você definiu que o piso da sala de estar é o nível 0,0. Do hall de entrada para a sala de estar, você precisa subir dois degraus com 15cm de altura cada um. E da sala de estar para os dormitórios, que ficam no segundo pavimento, você deve subir uma escada com 16 degraus de 17cm de altura cada um. Sabendo que os níveis sempre devem ser indicados em metros, quais níveis você deve indicar, respectivamente, na sala de estar, no hall de entrada e nos dormitórios?
A. 0,00; +0,30; +2,72.
Foi previamente definido que o nível da sala de estar é 0,00. Da sala de estar para o hall, você precisa descer dois degraus de 15cm cada um - ou seja, o hall de entrada está 30cm abaixo da sala de estar e é representado com o sinal negativo (-) -0,30. E, da sala de estar para os dormitórios, você sobe uma escada com 16 degraus de 17cm de altura, isso é, um total de 2,72m, resultando em um nível de +2,72m.
B. +0,30; 0,00; +2,72.
Foi previamente definido que o nível da sala de estar é 0,00. Da sala de estar para o hall, você precisa descer dois degraus de 15cm cada um - ou seja, o hall de entrada está 30cm abaixo da sala de estar e é representado com o sinal negativo (-) -0,30. E, da sala de estar para os dormitórios, você sobe uma escada com 16 degraus de 17cm de altura, isso é, um total de 2,72m, resultando em um nível de +2,72m.
C. 0,00; -0,15; + 2,87.
Foi previamente definido que o nível da sala de estar é 0,00. Da sala de estar para o hall, você precisa descer dois degraus de 15cm cada um - ou seja, o hall de entrada está 30cm abaixo da sala de estar e é representado com o sinal negativo (-) -0,30. E, da sala de estar para os dormitórios, você sobe uma escada com 16 degraus de 17cm de altura, isso é, um total de 2,72m, resultando em um nível de +2,72m.
D. 0,00; -0,30; + 2,72.
Foi previamente definido que o nível da sala de estar é 0,00. Da sala de estar para o hall, você precisa descer dois degraus de 15cm cada um - ou seja, o hall de entrada está 30cm abaixo da sala de estar e é representado com o sinal negativo (-) -0,30. E, da sala de estar para os dormitórios, você sobe uma escada com 16 degraus de 17cm de altura, isso é, um total de 2,72m, resultando em um nível de +2,72m.
E. -0,30; 0,00; + 2,87.
Foi previamente definido que o nível da sala de estar é 0,00. Da sala de estar para o hall, você precisa descer dois degraus de 15cm cada um - ou seja, o hall de entrada está 30cm abaixo da sala de estar e é representado com o sinal negativo (-) -0,30. E, da sala de estar para os dormitórios, você sobe uma escada com 16 degraus de 17cm de altura, isso é, um total de 2,72m, resultando em um nível de +2,72m.
4. A NBR 6492, para representação de projetos de arquitetura, é a principal norma que fixa as condições para a representação gráfica de projetos. Ela sugere algumas convenções de desenho que devem ser usadas na representação de plantas baixas. A seguir, assinale a alternativa que corresponde a símbolos e/ou indicações de representação convencionados pela NBR 6492, que devem constar nas plantas baixas.
A. Símbolo de equipamentos fixos e de esquadrias e indicação de corte.
A NBR 6492 exige que sejam indicados o norte, os níveis dos pisos e os acessos, sugerindo uma simbologia apropriada para essas indicações. A NBR 6492 não fixa uma simbologia específica para representação de paredes e muros, esquadrias (portas e janelas), sentido de aberturas de portas e janelas, sistema estrutural em planta baixa, pisos em áreas molhadas, mobiliário e equipamentos hidrossanitários.
B. Símbolo de norte e de níveis e indicação de acessos.
A NBR 6492 exige que sejam indicados o norte, os níveis dos pisos e os acessos, sugerindo uma simbologia apropriada para essas indicações. A NBR 6492 não fixa uma simbologia específica para representação de paredes e muros, esquadrias (portas e janelas), sentido de aberturas de portas e janelas, sistema estrutural em planta baixa, pisos em áreas molhadas, mobiliário e equipamentos hidrossanitários.
C. Símbolo de portas e janelas, indicação de sistema estrutural e de detalhes.
A NBR 6492 exige que sejam indicados o norte, os níveis dos pisos e os acessos, sugerindo uma simbologia apropriada para essas indicações. A NBR 6492 não fixa uma simbologia específica para representação de paredes e muros, esquadrias (portas e janelas), sentido de aberturas de portas e janelas, sistema estrutural em planta baixa, pisos em áreas molhadas, mobiliário e equipamentos hidrossanitários.
D. Símbolo de pisos em áreas molhadas, de mobiliário e de equipamentos hidrossanitários.
A NBR 6492 exige que sejam indicados o norte, os níveis dos pisos e os acessos, sugerindo uma simbologia apropriada para essas indicações. A NBR 6492 não fixa uma simbologia específica para representação de paredes e muros, esquadrias (portas e janelas), sentido de aberturas de portas e janelas, sistema estrutural em planta baixa, pisos em áreas molhadas, mobiliário e equipamentos hidrossanitários.
E. Símbolo de paredes e muros, indicação do sentido de aberturas de portas e janelas e símbolo de mobiliário.
A NBR 6492 exige que sejam indicados o norte, os níveis dos pisos e os acessos, sugerindo uma simbologia apropriada para essas indicações. A NBR 6492 não fixa uma simbologia específica para representação de paredes e muros, esquadrias (portas e janelas), sentido de aberturas de portas e janelas, sistema estrutural em planta baixa, pisos em áreas molhadas, mobiliário e equipamentos hidrossanitários.
5. Na planta baixa, a hierarquia de linhas auxilia na correta leitura dessa representação, fornecendo informações gráficas, por meio da espessura e do tipo das linhas, sobre a relação dos elementos desenhados com o plano de corte horizontal a 1,5m do piso, facilitando a visualização pelo leitor. Considerando essa afirmação, assinale, a seguir, a alternativa correta.
A. Os elementos em corte, como paredes, devem ser representados com linhas finas.
Os elementos em corte, como paredes, são representados com linhas grossas, pois são cortados pelo plano horizontal. Os elementos acima do plano de corte horizontal, como mezaninos, devem ser representados com linhas finas e tracejadas, pois são itens não visíveis. Os elementos em vista, como pisos, devem ser representados com linhas finas, pois são os itens mais distantes do plano de corte. Os elementos em vista, como muros com 1m de altura, devem ser representados com linhas médias, pois não são cortados pelo plano horizontal, porém estão mais próximos do observador do que os pisos, que são representados com linhas finas.
B. Os elementos acima do plano de corte horizontal, como mezaninos, devem ser representados com linhas finas e contínuas.
Os elementos em corte, como paredes, são representados com linhas grossas, pois são cortados pelo plano horizontal. Os elementos acima do plano de corte horizontal, como mezaninos, devem ser representados com linhas finas e tracejadas, pois são itens não visíveis. Os elementos em vista, como pisos, devem ser representados com linhas finas, pois são os itens mais distantes do plano de corte. Os elementos em vista, como muros com 1m de altura, devem ser representados com linhas médias, pois não são cortados pelo plano horizontal, porém estão mais próximos do observador do que os pisos, que são representados com linhas finas.
C. Os elementos em vista, como pisos, devem ser representados com linhas grossas.
Os elementos em corte, como paredes, são representados com linhas grossas, pois sãocortados pelo plano horizontal. Os elementos acima do plano de corte horizontal, como mezaninos, devem ser representados com linhas finas e tracejadas, pois são itens não visíveis. Os elementos em vista, como pisos, devem ser representados com linhas finas, pois são os itens mais distantes do plano de corte. Os elementos em vista, como muros com 1m de altura, devem ser representados com linhas médias, pois não são cortados pelo plano horizontal, porém estão mais próximos do observador do que os pisos, que são representados com linhas finas.
D. Os elementos em vista, como muros com 1m de altura, devem ser representados com linhas grossas.
Os elementos em corte, como paredes, são representados com linhas grossas, pois são cortados pelo plano horizontal. Os elementos acima do plano de corte horizontal, como mezaninos, devem ser representados com linhas finas e tracejadas, pois são itens não visíveis. Os elementos em vista, como pisos, devem ser representados com linhas finas, pois são os itens mais distantes do plano de corte. Os elementos em vista, como muros com 1m de altura, devem ser representados com linhas médias, pois não são cortados pelo plano horizontal, porém estão mais próximos do observador do que os pisos, que são representados com linhas finas.
E. Os elementos acima do plano de corte horizontal, como mezaninos, devem ser representados com linhas finas e tracejadas.
Os elementos em corte, como paredes, são representados com linhas grossas, pois são cortados pelo plano horizontal. Os elementos acima do plano de corte horizontal, como mezaninos, devem ser representados com linhas finas e tracejadas, pois são itens não visíveis. Os elementos em vista, como pisos, devem ser representados com linhas finas, pois são os itens mais distantes do plano de corte. 
Os elementos em vista, como muros com 1m de altura, devem ser representados com linhas médias, pois não são cortados pelo plano horizontal, porém estão mais próximos do observador do que os pisos, que são representados com linhas finas.
- Unidade 3.2
1. A maquete arquitetônica em nível físico serve como recurso de estudo e instrumento de representação de projeto. Para escolher o melhor modo de execução de uma maquete, qual o principal fator que se deve levar em conta?
A. O modo que ela pode sugerir outros tipos de projeto.
Para escolher o melhor modo de execução de uma maquete, deve-se sempre levar em conta o tipo de projeto e a sua etapa de representação. Uma maquete pode auxiliar no estudo de tratamento de superfícies e na pesquisa dos demais materiais. Uma maquete não resume o projeto: ela é um modo de representá-lo e de auxiliá-lo nas decisões de projeto, como sistema construtivo, por exemplo.
B. O tipo de projeto e sua etapa de representação.
Para escolher o melhor modo de execução de uma maquete, deve-se sempre levar em conta o tipo de projeto e a sua etapa de representação. Uma maquete pode auxiliar no estudo de tratamento de superfícies e na pesquisa dos demais materiais. Uma maquete não resume o projeto: ela é um modo de representá-lo e de auxiliá-lo nas decisões de projeto, como sistema construtivo, por exemplo.
C. O modo de utilização dos recursos de representação disponíveis.
Para escolher o melhor modo de execução de uma maquete, deve-se sempre levar em conta o tipo de projeto e a sua etapa de representação. Uma maquete pode auxiliar no estudo de tratamento de superfícies e na pesquisa dos demais materiais. Uma maquete não resume o projeto: ela é um modo de representá-lo e de auxiliá-lo nas decisões de projeto, como sistema construtivo, por exemplo.
D. Como a ​​​​​​​maquete resume o projeto.
Para escolher o melhor modo de execução de uma maquete, deve-se sempre levar em conta o tipo de projeto e a sua etapa de representação. Uma maquete pode auxiliar no estudo de tratamento de superfícies e na pesquisa dos demais materiais. Uma maquete não resume o projeto: ela é um modo de representá-lo e de auxiliá-lo nas decisões de projeto, como sistema construtivo, por exemplo.
E. Como a maquete pode ser executada.
Para escolher o melhor modo de execução de uma maquete, deve-se sempre levar em conta o tipo de projeto e a sua etapa de representação. Uma maquete pode auxiliar no estudo de tratamento de superfícies e na pesquisa dos demais materiais. Uma maquete não resume o projeto: ela é um modo de representá-lo e de auxiliá-lo nas decisões de projeto, como sistema construtivo, por exemplo.
2. O objetivo da maquete é o que determina o material de sua confecção. Quais os fatores para escolher os materiais que devemos prestar atenção?
A. Rapidez de resultado, grau de modificação e experimentação, recursos financeiros, plasticidade do material adequada à representação pretendida e escala da representação
Para escolher o melhor modo de execução de uma maquete, deve-se sempre levar em conta o tipo de projeto e a sua etapa de representação. Uma maquete pode auxiliar no estudo de tratamento de superfícies e na pesquisa dos demais materiais. Uma maquete não resume o projeto: ela é um modo de representá-lo e de auxiliá-lo nas decisões de projeto, como sistema construtivo, por exemplo.
B. Tipo de vegetação a ser representada, recursos e tipos de materiais disponíveis e escala do projeto.
Para escolher o melhor modo de execução de uma maquete, deve-se sempre levar em conta o tipo de projeto e a sua etapa de representação. Uma maquete pode auxiliar no estudo de tratamento de superfícies e na pesquisa dos demais materiais. Uma maquete não resume o projeto: ela é um modo de representá-lo e de auxiliá-lo nas decisões de projeto, como sistema construtivo, por exemplo.
C. Grau da complexidade do projeto, tipo de cobertura e modo de representar o terreno.
Para escolher o melhor modo de execução de uma maquete, deve-se sempre levar em conta o tipo de projeto e a sua etapa de representação. Uma maquete pode auxiliar no estudo de tratamento de superfícies e na pesquisa dos demais materiais. Uma maquete não resume o projeto: ela é um modo de representá-lo e de auxiliá-lo nas decisões de projeto, como sistema construtivo, por exemplo.
D. Recursos e materiais disponíveis, tipo de material de revestimento das paredes e grau de experimentação.
Para escolher o melhor modo de execução de uma maquete, deve-se sempre levar em conta o tipo de projeto e a sua etapa de representação. Uma maquete pode auxiliar no estudo de tratamento de superfícies e na pesquisa dos demais materiais. Uma maquete não resume o projeto: ela é um modo de representá-lo e de auxiliá-lo nas decisões de projeto, como sistema construtivo, por exemplo.
E. Grau de representação e recursos disponíveis para fazer o serviço o mais rápido possível.
Para escolher o melhor modo de execução de uma maquete, deve-se sempre levar em conta o tipo de projeto e a sua etapa de representação. Uma maquete pode auxiliar no estudo de tratamento de superfícies e na pesquisa dos demais materiais. Uma maquete não resume o projeto: ela é um modo de representá-lo e de auxiliá-lo nas decisões de projeto, como sistema construtivo, por exemplo.
3. A maquete física faz parte de um conjunto de recursos de representação de projeto. Para executá-la é preciso:
A. que todos os outros elementos que formam o conjunto da representação do projeto estejam prontos.
É preciso ter disponíveis os desenhos técnicos relativos ao nível de desenvolvimento que o projeto se encontra. Os outros modos de representação são auxiliares e complementos para a execução das maquetes. Os demais recursos de representação, como maquete eletrônica e croqui, não são essenciais para sua execução. Os tratamentos de superfícies só precisam estar definidos se for uma maquete de apresentação: maquetes de estudo podem utilizar apenas folhas de papel e papelão, por exemplo.
B. que os tratamentos de superfícies estejam disponíveis.
É preciso ter disponíveis os desenhos técnicos relativos ao nível de desenvolvimento que o projeto se encontra. Os outros modos de representação são auxiliares e complementos para a execução das maquetes. Os demais recursosde representação, como maquete eletrônica e croqui, não são essenciais para sua execução. Os tratamentos de superfícies só precisam estar definidos se for uma maquete de apresentação: maquetes de estudo podem utilizar apenas folhas de papel e papelão, por exemplo.
C. que os croquis ​​​​​​​estejam prontos.
É preciso ter disponíveis os desenhos técnicos relativos ao nível de desenvolvimento que o projeto se encontra. Os outros modos de representação são auxiliares e complementos para a execução das maquetes. Os demais recursos de representação, como maquete eletrônica e croqui, não são essenciais para sua execução. Os tratamentos de superfícies só precisam estar definidos se for uma maquete de apresentação: maquetes de estudo podem utilizar apenas folhas de papel e papelão, por exemplo.
D. que a maquete eletrônica esteja pronta.
É preciso ter disponíveis os desenhos técnicos relativos ao nível de desenvolvimento que o projeto se encontra. Os outros modos de representação são auxiliares e complementos para a execução das maquetes. Os demais recursos de representação, como maquete eletrônica e croqui, não são essenciais para sua execução. Os tratamentos de superfícies só precisam estar definidos se for uma maquete de apresentação: maquetes de estudo podem utilizar apenas folhas de papel e papelão, por exemplo.
E. ter disponíveis os desenhos técnicos relativos ao nível de desenvolvimento que o projeto se encontra.
É preciso ter disponíveis os desenhos técnicos relativos ao nível de desenvolvimento que o projeto se encontra. Os outros modos de representação são auxiliares e complementos para a execução das maquetes. Os demais recursos de representação, como maquete eletrônica e croqui, não são essenciais para sua execução. Os tratamentos de superfícies só precisam estar definidos se for uma maquete de apresentação: maquetes de estudo podem utilizar apenas folhas de papel e papelão, por exemplo.
4. As etapas de planificação de uma maquete são importantes para a sua perfeita execução. Quais são essas etapas?
A. Planificação, desenho e recorte.
As etapas são: planificação, corte, montagem e acabamentos parciais e finais.
Na planificação é quando as partes componentes da maquete são desenhadas ou riscadas no material base, formando a estrutura da maquete. Após a planificação é feito o corte das partes. É importante verificar a precisão das medidas antes de cortar, para não desperdiçar tempo e material. Depois de recortar começa a etapa de montagem e dos acabamentos: cola e/ou encaixes e acabamento final das superfícies. Na montagem e nos acabamentos, as etapas são determinadas pela natureza do projeto e devem acompanhar a lógica de um projeto de arquitetura: sempre começar do geral para o particular.
B. Desenhar, recortar e colar.
As etapas são: planificação, corte, montagem e acabamentos parciais e finais.
Na planificação é quando as partes componentes da maquete são desenhadas ou riscadas no material base, formando a estrutura da maquete. Após a planificação é feito o corte das partes. É importante verificar a precisão das medidas antes de cortar, para não desperdiçar tempo e material. Depois de recortar começa a etapa de montagem e dos acabamentos: cola e/ou encaixes e acabamento final das superfícies. Na montagem e nos acabamentos, as etapas são determinadas pela natureza do projeto e devem acompanhar a lógica de um projeto de arquitetura: sempre começar do geral para o particular.
C. Compra de material, ​​​​​​​corte e montagem.
As etapas são: planificação, corte, montagem e acabamentos parciais e finais.
Na planificação é quando as partes componentes da maquete são desenhadas ou riscadas no material base, formando a estrutura da maquete. Após a planificação é feito o corte das partes. É importante verificar a precisão das medidas antes de cortar, para não desperdiçar tempo e material. Depois de recortar começa a etapa de montagem e dos acabamentos: cola e/ou encaixes e acabamento final das superfícies. Na montagem e nos acabamentos, as etapas são determinadas pela natureza do projeto e devem acompanhar a lógica de um projeto de arquitetura: sempre começar do geral para o particular.
D. Planificação, corte, montagem e acabamentos parciais.
As etapas são: planificação, corte, montagem e acabamentos parciais e finais.
Na planificação é quando as partes componentes da maquete são desenhadas ou riscadas no material base, formando a estrutura da maquete. Após a planificação é feito o corte das partes. É importante verificar a precisão das medidas antes de cortar, para não desperdiçar tempo e material. Depois de recortar começa a etapa de montagem e dos acabamentos: cola e/ou encaixes e acabamento final das superfícies. Na montagem e nos acabamentos, as etapas são determinadas pela natureza do projeto e devem acompanhar a lógica de um projeto de arquitetura: sempre começar do geral para o particular.
E. Desenho, recorte e acabamento.
As etapas são: planificação, corte, montagem e acabamentos parciais e finais.
Na planificação é quando as partes componentes da maquete são desenhadas ou riscadas no material base, formando a estrutura da maquete. Após a planificação é feito o corte das partes. É importante verificar a precisão das medidas antes de cortar, para não desperdiçar tempo e material. Depois de recortar começa a etapa de montagem e dos acabamentos: cola e/ou encaixes e acabamento final das superfícies. Na montagem e nos acabamentos, as etapas são determinadas pela natureza do projeto e devem acompanhar a lógica de um projeto de arquitetura: sempre começar do geral para o particular.
5. Os acabamentos de superfícies são bem importantes, assim como a escala. Qual o truque para melhor acabar bordas e arestas pensando em ambos os fatores?
A. O ​​​​​​​uso de papel em diferentes espessuras.
Para melhor acabar as bordas e arestas pensando no acabamento e nas escalas, temos duas alternativas: quando a escala é maior do que a espessura das "paredes" da maquete, é melhor cobrir as superfícies com camadas adicionais de papel e/ou papelão; se o caso for de representar uma escala menor, o uso de lixas é o melhor recurso.
​​​​​​​As demais preparações de superfície, como as massas e pinturas, dependem dos tipos de tratamentos de superfície especificados em projeto.
B. Preparação da superfície com massa plástica.
Para melhor acabar as bordas e arestas pensando no acabamento e nas escalas, temos duas alternativas: quando a escala é maior do que a espessura das "paredes" ;da maquete, é melhor cobrir as superfícies com camadas adicionais de papel e/ou papelão; se o caso for de representar uma escala menor, o uso de lixas é o melhor recurso.
​​​​​​​As demais preparações de superfície, como as massas e pinturas, dependem dos tipos de tratamentos de superfície especificados em projeto.
C. As superfícies podem ser cobertas com camadas adicionais de papel e/ou papelão. Em outros casos, o uso de lixas é também um recurso recomendado.
Para melhor acabar as bordas e arestas pensando no acabamento e nas escalas, temos duas alternativas: quando a escala é maior do que a espessura das "paredes" da maquete, é melhor cobrir as superfícies com camadas adicionais de papel e/ou papelão se o caso for de representar uma escala menor, o uso de lixas é o melhor recurso.
​​​​​​​As demais preparações de superfície, como as massas e pinturas, dependem dos tipos de tratamentos de superfície especificados em projeto.
D. A lixação das ​​​​​​​bordas.
Para melhor acabar as bordas e arestas pensando no acabamento e nas escalas, temos duas alternativas: quando a escala é maior do que a espessura das "paredes" da maquete, é melhor cobrir as superfícies com camadas adicionais de papel e/ou papelão; se o caso for de representar uma escala menor, o uso de lixas é o melhor recurso.
​​​​​​​As demais preparações de superfície, como as massas e pinturas, dependem dos tipos de tratamentos de superfície especificados em projeto.
E. A pintura.
Para melhor acabar as bordas e arestas pensando no acabamento e nas escalas, temos duas alternativas:quando a escala é maior do que a espessura das "paredes" da maquete, é melhor cobrir as superfícies com camadas adicionais de papel e/ou papelão; se o caso for de representar uma escala menor, o uso de lixas é o melhor recurso.
​​​​​​​As demais preparações de superfície, como as massas e pinturas, dependem dos tipos de tratamentos de superfície especificados em projeto.
- Unidade 4.1
1. Paredes e pórticos são importantes elementos de estruturação da concepção de um projeto de arquitetura. A partir dessa afirmação, qual seria a função dos septos?
A. Formar a estrutura que define a largura de uma construção.
A palavra septo nada mais é do que o sinônimo da palavra parede: são elas que formam os planos verticais que separam o meio externo do interno e ainda dividem os espaços internos de um edifício. Portanto, as paredes (septos) não definem a largura de uma edificação e nem a cobertura. Uma parede ou um septo não são sinônimos de nenhum elemento estrutural (uma laje de fundação, por exemplo), porém uma parede pode ser portante (estrutural).
B. Servir de cobertura.
A palavra septo nada mais é do que o sinônimo da palavra parede: são elas que formam os planos verticais que separam o meio externo do interno e ainda dividem os espaços internos de um edifício. Portanto, as paredes (septos) não definem a largura de uma edificação e nem a cobertura. Uma parede ou um septo não são sinônimos de nenhum elemento estrutural (uma laje de fundação, por exemplo), porém uma parede pode ser portante (estrutural).
C. Estruturar a parede.
A palavra septo nada mais é do que o sinônimo da palavra parede: são elas que formam os planos verticais que separam o meio externo do interno e ainda dividem os espaços internos de um edifício. Portanto, as paredes (septos) não definem a largura de uma edificação e nem a cobertura. Uma parede ou um septo não são sinônimos de nenhum elemento estrutural (uma laje de fundação, por exemplo), porém uma parede pode ser portante (estrutural).
D. Formar os planos verticais que separam o meio externo do interno e dividir os espaços internos de um edifício.
A palavra septo nada mais é do que o sinônimo da palavra parede: são elas que formam os planos verticais que separam o meio externo do interno e ainda dividem os espaços internos de um edifício. Portanto, as paredes (septos) não definem a largura de uma edificação e nem a cobertura. Uma parede ou um septo não são sinônimos de nenhum elemento estrutural (uma laje de fundação, por exemplo), porém uma parede pode ser portante (estrutural).
E. Amarrar a laje de fundação.
A palavra septo nada mais é do que o sinônimo da palavra parede: são elas que formam os planos verticais que separam o meio externo do interno e ainda dividem os espaços internos de um edifício. Portanto, as paredes (septos) não definem a largura de uma edificação e nem a cobertura. Uma parede ou um septo não são sinônimos de nenhum elemento estrutural (uma laje de fundação, por exemplo), porém uma parede pode ser portante (estrutural).
2. Os pórticos são um sistema estrutural utilizado desde a Antiguidade, mas que não passam despercebidos na arquitetura do Século XX. Em que tipo de planta é utilizado o sistema de pórticos como sistema estrutural?
A. Nas plantas em que há hall de entrada.
Os pórticos também são utilizados na concepção de arquiteturas de planta livre: neste caso, o mais comum são as vigas e os pilares da edificação formarem uma sucessão de pórticos em determinado ritmo de modulação que, combinados com uma laje, definem a materialidade de um projeto. Também é possível a planta livre configurar-se com uma combinação de pilares e lajes, como na Casa Dom-Ino de Le Corbusier. Uma planta de um hall de entrada não é necessariamente configurada por um sistema de pórticos — pode ser projetado com paredes portantes.
B. Na planta livre.
Os pórticos também são utilizados na concepção de arquiteturas de planta livre — neste caso, o mais comum são as vigas e os pilares da edificação formarem uma sucessão de pórticos em determinado ritmo de modulação que, combinados com uma laje, definem a materialidade de um projeto. Também é possível a planta livre configurar-se com uma combinação de pilares e lajes, como na Casa Dom-Ino de Le Corbusier.
C. Nas plantas de cobertura.
Os pórticos também são utilizados na concepção de arquiteturas de planta livre — neste caso, o mais comum são as vigas e os pilares da edificação formarem uma sucessão de pórticos em determinado ritmo de modulação que, combinados com uma laje, definem a materialidade de um projeto. Também é possível a planta livre configurar-se com uma combinação de pilares e lajes, como na Casa Dom-Ino de Le Corbusier. Uma planta de cobertura é um elemento de representação gráfica de projeto, e não um tipo de planta que defina uma materialidade
D. Nas plantas do antigo Egito.
Os egípcios utilizavam um sistema construtivo de paredes portantes pelo empilhamento de rochas fragmentadas — essas construções perduram até hoje por sua alta resistência. Portanto, as construções egípcias não eram construções em pórticos, e sim com paredes portantes. Os pórticos também são utilizados na concepção de arquiteturas de planta livre — neste caso, o mais comum são as vigas e os pilares da edificação formarem uma sucessão de pórticos em determinado ritmo de modulação que, combinados com uma laje, definem a materialidade de um projeto. Também é possível a planta livre configurar-se com uma combinação de pilares e lajes, como na Casa Dom-Ino de Le Corbusier.
E. Nas plantas renascentistas.
No Renascimento, havia pórticos, mas as plantas não eram livres — nesse período, os pórticos começaram a ser utilizados em um sistema de sucessão e estruturados em forma de arco, configurando uma arcada, que cobrem um passeio público, uma calçada, uma passagem ou um corredor. Os pórticos também são utilizados na concepção de arquiteturas de planta livre — neste caso, o mais comum são as vigas e os pilares da edificação formarem uma sucessão de pórticos em determinado ritmo de modulação que, combinados com uma laje, definem a materialidade de um projeto. Também é possível a planta livre configurar-se com uma combinação de pilares e lajes, como na Casa Dom-Ino de Le Corbusier.
3. O arquiteto, ao iniciar um projeto, precisa encontrar uma maneira de exteriorizar suas ideias. Qual o papel da maquete física nesse processo?
A. Não precisar desenhar.
O desenho e a maquete são recursos complementares na criação de representação de um projeto de arquitetura. O contato e a visualização da maquete física a tornam o meio de representação que em muito se aproxima da realidade. Não substitui outras formas de representação, mas as complementa. No caso do conhecimento estudado nesta aula, é importante mais uma vez salientar a importância da maquete física como instrumento de construção e análise da estrutura formal de uma arquitetura.
B. Substituir outras formas de representação.
O contato e a visualização da maquete física a tornam o meio de representação que em muito se aproxima da realidade. Não substitui outras formas de representação, mas as complementa. No caso do conhecimento estudado nesta aula, é importante mais uma vez salientar a importância da maquete física como instrumento de construção e análise da estrutura formal de uma arquitetura.
C. Sua aproximação da realidade.
O contato e a visualização da maquete física a tornam o meio de representação que em muito se aproxima da realidade. Não substitui outras formas de representação, mas as complementa. No caso do conhecimento estudado nesta aula, é importante mais uma vez salientar a importância da maquete física como instrumento de construção e análise da estrutura formal de uma arquitetura.
D. Distribuição dos pilares.
Nem só a distribuição dos pilares, mas a materialidade como um todo! O contato e a visualização da maquete física a tornam o meio de representação que em muito se aproxima da realidade. Não substitui outras formas de representação, mas as complementa. No caso do conhecimento estudadonesta aula, é importante mais uma vez salientar a importância da maquete física como instrumento de construção e análise da estrutura formal de uma arquitetura.
E. Estudo da cobertura.
Nem só a cobertura, mas a materialidade como um todo! O contato e a visualização da maquete física a tornam o meio de representação que em muito se aproxima da realidade. Não substitui outras formas de representação, mas as complementa. No caso do conhecimento estudado nesta aula, é importante mais uma vez salientar a importância da maquete física como instrumento de construção e análise da estrutura formal de uma arquitetura.
4. A estratégia do uso de maquetes é muito útil para estudar decisões de projeto. Portanto, segundo os conhecimentos estudados na UA, ela é um instrumento útil em que sentido?
A. Para decidir a cobertura.
A maquete é o recurso de representação de projeto mais indicado para estudar a materialidade como um todo: o contato e a visualização da maquete física a tornam o meio de representação que em muito se aproxima da realidade. Portanto, com a maquete, podemos estudar: a modulação e o ritmo, a altura de pórticos, o sistema de coberturas e tratamento (revestimento, cor, textura) de planos verticais e horizontais, como as paredes. Consequentemente, a maquete pode ser um instrumento auxiliar na decisão de custos de uma obra.
B. Instrumento de definição da altura dos pórticos.
A maquete é o recurso de representação de projeto mais indicado para estudar a materialidade como um todo: o contato e a visualização da maquete física a tornam o meio de representação que em muito se aproxima da realidade. Portanto, com a maquete, podemos estudar: a modulação e o ritmo, a altura de pórticos, o sistema de coberturas e tratamento (revestimento, cor, textura) de planos verticais e horizontais, como as paredes. Consequentemente, a maquete pode ser um instrumento auxiliar na decisão de custos de uma obra.
C. Recurso para o estudo da materialidade do projeto como um todo,  desde a sua concepção até a obra em si.
A maquete é o recurso de representação de projeto mais indicado para estudar a materialidade como um todo: o contato e a visualização da maquete física a tornam o meio de representação que em muito se aproxima da realidade. Portanto, com a maquete, podemos estudar: a modulação e o ritmo, a altura de pórticos, o sistema de coberturas e tratamento (revestimento, cor, textura) de planos verticais e horizontais, como as paredes. Consequentemente, a maquete pode ser um instrumento auxiliar na decisão de custos de uma obra.
D. Instrumento de definição dos materiais da parede.
A maquete é o recurso de representação de projeto mais indicado para estudar a materialidade como um todo: o contato e a visualização da maquete física a tornam o meio de representação que em muito se aproxima da realidade. Portanto, com a maquete, podemos estudar: a modulação e o ritmo, a altura de pórticos, o sistema de coberturas e tratamento (revestimento, cor, textura) de planos verticais e horizontais, como as paredes. Consequentemente, a maquete pode ser um instrumento auxiliar na decisão de custos de uma obra.
E. Instrumento de decisão dos custos da obra.
A maquete é o recurso de representação de projeto mais indicado para estudar a materialidade como um todo: o contato e a visualização da maquete física a tornam o meio de representação que em muito se aproxima da realidade. Portanto, com a maquete, podemos estudar: a modulação e o ritmo, a altura de pórticos, o sistema de coberturas e tratamento (revestimento, cor, textura) de planos verticais e horizontais, como as paredes. Consequentemente, a maquete pode ser um instrumento auxiliar na decisão de custos de uma obra.
5. Uma malha modular de colunas estabelece uma distribuição dos pilares, definindo, no plano vertical, um campo espacial neutro e fixo para a estrutura. Que tipo de composição de projeto é a descrita?
A. Composição hierárquica 
A planta livre é uma composição modular — uma malha modular estabelece um ritmo para a distribuição dos pilares, definindo, no plano vertical, um campo espacial neutro e fixo para a estrutura. Dessa maneira, é formado um sistema modular de pórticos com as lajes que definem os planos horizontais dos pavimentos e da cobertura, que faz com que os espaços internos sejam distribuídos de forma livre.
B. Composição com elementos portantes
A planta livre é uma composição modular — uma malha modular estabelece um ritmo para a distribuição dos pilares, definindo, no plano vertical, um campo espacial neutro e fixo para a estrutura. Dessa maneira, é formado um sistema modular de pórticos com as lajes que definem os planos horizontais dos pavimentos e da cobertura, que faz com que os espaços internos sejam distribuídos de forma livre.
C. Composição ritmada
A planta livre é uma composição modular — uma malha modular estabelece um ritmo para a distribuição dos pilares, definindo, no plano vertical, um campo espacial neutro e fixo para a estrutura. Dessa maneira, é formado um sistema modular de pórticos com as lajes que definem os planos horizontais dos pavimentos e da cobertura, que faz com que os espaços internos sejam distribuídos de forma livre.
D. Composição em pilares
A planta livre é uma composição modular — uma malha modular estabelece um ritmo para a distribuição dos pilares, definindo, no plano vertical, um campo espacial neutro e fixo para a estrutura. Dessa maneira, é formado um sistema modular de pórticos com as lajes que definem os planos horizontais dos pavimentos e da cobertura, que faz com que os espaços internos sejam distribuídos de forma livre.
E. Composição modular de uma planta livre 
A planta livre é uma composição modular — uma malha modular estabelece um ritmo para a distribuição dos pilares, definindo, no plano vertical, um campo espacial neutro e fixo para a estrutura. Dessa maneira, é formado um sistema modular de pórticos com as lajes que definem os planos horizontais dos pavimentos e da cobertura, que faz com que os espaços internos sejam distribuídos de forma livre.
- Unidade 4.2
1. Denomina-se cotagem o ato de dimensionar um desenho. As cotas são compostas por linhas, símbolos e números. Observando a imagem a seguir, assinale a alternativa que corresponde, respectivamente, à nomenclatura dos elementos que compõem a cotagem de um projeto.
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A. A – linha de cota; B – linha auxiliar; C – cota; D – limite de cota.
As linhas auxiliares (ou de extensão) são perpendiculares aos elementos cotados e levemente prolongadas além da linha de cota, perpendicularmente a essas. Indicam o início e o fim do elemento a ser dimensionado. A linha de cota é perpendicular às linhas auxiliares e acima dela é indicada a cota ou dimensão em um valor numérico. A cota ou dimensão é a medida do elemento cotado, expressa em algarismos numéricos. O limite da linha de cota pode ser definido por setas ou traços oblíquos a 45°, posicionados no cruzamento entre a linha de extensão e a linha de cota.
B. A – linha de extensão; B – linha de cota; C- cota; D – limite de cota.
As linhas auxiliares (ou de extensão) são perpendiculares aos elementos cotados e levemente prolongadas além da linha de cota, perpendicularmente a essas. Indicam o início e o fim do elemento a ser dimensionado. A linha de cota é perpendicular às linhas auxiliares e acima dela é indicada a cota ou dimensão em um valor numérico. A cota ou dimensão é a medida do elemento cotado, expressa em algarismos numéricos. O limite da linha de cota pode ser definido por setas ou traços oblíquos a 45°, posicionados no cruzamento entre a linha de extensão e a linha de cota.
C. A – limite de cota; B – linha auxiliar; C- dimensão; D – linha de cota.
As linhas auxiliares (ou de extensão) são perpendiculares aos elementos cotados e levemente prolongadas além da linha de cota, perpendicularmente a essas. Indicam o início e o fim do elemento a ser dimensionado. A linha de cota é perpendicular às linhas auxiliares e acima dela é indicada a cota ou dimensão em um valor numérico. A cota ou dimensãoé a medida do elemento cotado, expressa em algarismos numéricos. O limite da linha de cota pode ser definido por setas ou traços oblíquos a 45°, posicionados no cruzamento entre a linha de extensão e a linha de cota.
D. A – linha de extensão; B – linha auxiliar; C – dimensão; D – linha de cota.
As linhas auxiliares (ou de extensão) são perpendiculares aos elementos cotados e levemente prolongadas além da linha de cota, perpendicularmente a essas. Indicam o início e o fim do elemento a ser dimensionado. A linha de cota é perpendicular às linhas auxiliares e acima dela é indicada a cota ou dimensão em um valor numérico. A cota ou dimensão é a medida do elemento cotado, expressa em algarismos numéricos. O limite da linha de cota pode ser definido por setas ou traços oblíquos a 45°, posicionados no cruzamento entre a linha de extensão e a linha de cota.
E. A – linha auxiliar; B – limite de cota; C – cota; D – linha de cota.
As linhas auxiliares (ou de extensão) são perpendiculares aos elementos cotados e levemente prolongadas além da linha de cota, perpendicularmente a essas. Indicam o início e o fim do elemento a ser dimensionado. A linha de cota é perpendicular às linhas auxiliares e acima dela é indicada a cota ou dimensão em um valor numérico. A cota ou dimensão é a medida do elemento cotado, expressa em algarismos numéricos. O limite da linha de cota pode ser definido por setas ou traços oblíquos a 45°, posicionados no cruzamento entre a linha de extensão e a linha de cota.
2. A NBR 6492 - Representação de projetos de arquitetura, e a NBR 10126 – Cotagem em desenho técnico, estabelecem algumas regras que devemos seguir no dimensionamento de projetos. Considerando as orientações destas normas, é possível afirmar que:
A. é recomendável repetir o máximo de cotas possível em um projeto.
As normas técnicas recomendam que se deve evitar a repetição de cotas em um projeto. A linha auxiliar não deve tocar o elemento que está sendo cotado, e deve-se deixar um pequeno espaço entre essa linha e a linha que define o elemento. Nos cortes, deve-se informar apenas as dimensões verticais, as dimensões horizontais devem ser informadas nas plantas. A linha de cota não deve ser usada como linha guia para escrever o texto, sendo que o espaçamento entre a base do texto que informa as dimensões e a linha de cota deve ser de 1,5mm. Deve-se evitar que as cotas cruzem o desenho, informando as dimensões, sempre que possível, do lado externo deste.
B. as linhas auxiliares devem encostar no elemento que está sendo cotado.
As normas técnicas recomendam que se deve evitar a repetição de cotas em um projeto. A linha auxiliar não deve tocar o elemento que está sendo cotado, e deve-se deixar um pequeno espaço entre essa linha e a linha que define o elemento. Nos cortes, deve-se informar apenas as dimensões verticais, as dimensões horizontais devem ser informadas nas plantas. A linha de cota não deve ser usada como linha guia para escrever o texto, sendo que o espaçamento entre a base do texto que informa as dimensões e a linha de cota deve ser de 1,5mm. Deve-se evitar que as cotas cruzem o desenho, informando as dimensões, sempre que possível, do lado externo deste.
C. nos cortes deve-se informar as dimensões verticais e horizontais do projeto.
As normas técnicas recomendam que se deve evitar a repetição de cotas em um projeto. A linha auxiliar não deve tocar o elemento que está sendo cotado, e deve-se deixar um pequeno espaço entre essa linha e a linha que define o elemento. Nos cortes, deve-se informar apenas as dimensões verticais, as dimensões horizontais devem ser informadas nas plantas. A linha de cota não deve ser usada como linha guia para escrever o texto, sendo que o espaçamento entre a base do texto que informa as dimensões e a linha de cota deve ser de 1,5mm. Deve-se evitar que as cotas cruzem o desenho, informando as dimensões, sempre que possível, do lado externo deste.
D. deixar um espaço entre a linha de cota e a dimensão escrita acima dela.
As normas técnicas recomendam que se deve evitar a repetição de cotas em um projeto. A linha auxiliar não deve tocar o elemento que está sendo cotado, e deve-se deixar um pequeno espaço entre essa linha e a linha que define o elemento. Nos cortes, deve-se informar apenas as dimensões verticais, as dimensões horizontais devem ser informadas nas plantas. A linha de cota não deve ser usada como linha guia para escrever o texto, sendo que o espaçamento entre a base do texto que informa as dimensões e a linha de cota deve ser de 1,5mm. Deve-se evitar que as cotas cruzem o desenho, informando as dimensões, sempre que possível, do lado externo deste.
E. sempre que possível, as linhas de cota devem passar por dentro do desenho.
As normas técnicas recomendam que se deve evitar a repetição de cotas em um projeto. A linha auxiliar não deve tocar o elemento que está sendo cotado, e deve-se deixar um pequeno espaço entre essa linha e a linha que define o elemento. Nos cortes, deve-se informar apenas as dimensões verticais, as dimensões horizontais devem ser informadas nas plantas. A linha de cota não deve ser usada como linha guia para escrever o texto, sendo que o espaçamento entre a base do texto que informa as dimensões e a linha de cota deve ser de 1,5mm. Deve-se evitar que as cotas cruzem o desenho, informando as dimensões, sempre que possível, do lado externo deste.
3. O dimensionamento preciso e completo de um projeto garante a execução correta da obra. Ainda sobre a importância do dimensionamento projetual, é possível afirmar que:
A. devem-se seguir as orientações das normas técnicas para dimensionamento de um projeto, mas os conhecimentos técnicos referentes às etapas e processos construtivos também são importantes para cotar corretamente.
Para dimensionar um projeto, devem-se seguir as normas técnicas brasileiras, porém os conhecimentos técnicos referentes às etapas e processos construtivos também são essenciais para a cotagem correta. As dimensões informadas sempre são as medidas reais, independente da escala da representação gráfica. As medidas devem ser lidas diretamente no projeto, sem o uso de escalímetro. A ausência de medidas ou informação incorreta de dimensões pode causar erros de execução e, inclusive, prejuízos econômicos. Cada profissional executará uma etapa da obra em momentos diferentes, e deve receber os desenhos apenas com as informações necessárias para executar seu trabalho, para evitar confusão de medidas. Além de informar sobre o dimensionamento de todos os elementos de um projeto, o processo de cotagem também permite a localização exata de partes da edificação.
B. deve-se ter sempre um escalímetro na obra para saber as dimensões de um projeto, pois as medidas informadas dependem desse instrumento para serem lidas.
Para dimensionar um projeto, devem-se seguir as normas técnicas brasileiras, porém os conhecimentos técnicos referentes às etapas e processos construtivos também são essenciais para a cotagem correta. As dimensões informadas sempre são as medidas reais, independente da escala da representação gráfica. As medidas devem ser lidas diretamente no projeto, sem o uso de escalímetro. A ausência de medidas ou informação incorreta de dimensões pode causar erros de execução e, inclusive, prejuízos econômicos. Cada profissional executará uma etapa da obra em momentos diferentes, e deve receber os desenhos apenas com as informações necessárias para executar seu trabalho, para evitar confusão de medidas. Além de informar sobre o dimensionamento de todos os elementos de um projeto, o processo de cotagem também permite a localização exata de partes da edificação.
C. dimensões imprecisas ou incorretas em um projeto não podem ser consideradas causas para erros e prejuízos econômicos em uma obra.
Para dimensionar um projeto, devem-se seguir as normas técnicas brasileiras, porém os conhecimentos técnicos referentes às etapas e processos construtivos também são essenciais para a cotagem correta. As dimensões informadas sempre são as medidas reais, independenteda escala da representação gráfica. As medidas devem ser lidas diretamente no projeto, sem o uso de escalímetro. A ausência de medidas ou informação incorreta de dimensões pode causar erros de execução e, inclusive, prejuízos econômicos. Cada profissional executará uma etapa da obra em momentos diferentes, e deve receber os desenhos apenas com as informações necessárias para executar seu trabalho, para evitar confusão de medidas. Além de informar sobre o dimensionamento de todos os elementos de um projeto, o processo de cotagem também permite a localização exata de partes da edificação.
D. todos os profissionais envolvidos na obra devem receber todas as informações de cotagem do projeto na mesma prancha, para facilitar a leitura da tarefa específica que vão executar.
Para dimensionar um projeto, devem-se seguir as normas técnicas brasileiras, porém os conhecimentos técnicos referentes às etapas e processos construtivos também são essenciais para a cotagem correta. As dimensões informadas sempre são as medidas reais, independente da escala da representação gráfica. As medidas devem ser lidas diretamente no projeto, sem o uso de escalímetro. A ausência de medidas ou informação incorreta de dimensões pode causar erros de execução e, inclusive, prejuízos econômicos. Cada profissional executará uma etapa da obra em momentos diferentes, e deve receber os desenhos apenas com as informações necessárias para executar seu trabalho, para evitar confusão de medidas. Além de informar sobre o dimensionamento de todos os elementos de um projeto, o processo de cotagem também permite a localização exata de partes da edificação.
E. a cotagem informa apenas a dimensão dos elementos construtivos, sua posição e localização não podem ser definidas por cotas.
Para dimensionar um projeto, devem-se seguir as normas técnicas brasileiras, porém os conhecimentos técnicos referentes às etapas e processos construtivos também são essenciais para a cotagem correta. As dimensões informadas sempre são as medidas reais, independente da escala da representação gráfica. As medidas devem ser lidas diretamente no projeto, sem o uso de escalímetro. A ausência de medidas ou informação incorreta de dimensões pode causar erros de execução e, inclusive, prejuízos econômicos. Cada profissional executará uma etapa da obra em momentos diferentes, e deve receber os desenhos apenas com as informações necessárias para executar seu trabalho, para evitar confusão de medidas. Além de informar sobre o dimensionamento de todos os elementos de um projeto, o processo de cotagem também permite a localização exata de partes da edificação.
4. A NBR 10126 – Cotagem em desenho técnico indica uma classificação de dimensionamento quanto a sua apresentação: cotagem em cadeia, cotagem por elemento de referência, cotagem por coordenadas e cotagem combinada. Referente às formas de dimensionamento projetual, é possível afirmar que:
A. na cotagem combinada, não se devem misturar cotas seriadas e cotas acumuladas.
A cotagem combinada é a união de duas ou mais formas de cotagem: em cadeia, por elementos de referência e por coordenadas. A cotagem em cadeia também pode ser chamada de cotagem seriada, e a cotagem por elementos de referência é o mesmo que a cotagem acumulada. Um exemplo de uso da cotagem em cadeia ou seriada é o dimensionamento de cômodos e espessuras de paredes. Um exemplo de uso da cotagem por elementos de referência ou acumulada é a posição de luminárias em um forro de gesso, para evitar o erro decorrente do acúmulo de arredondamento de medidas. A cotagem por coordenadas usa o sistema cartesiano (eixos X e Y) para informar as medidas. É possível criar uma malha de cotagem para informar a posição dos elementos a partir do cruzamento dos eixos X e Y, ou apenas indicar os pontos a serem cotados com números ou letras e informar a dimensão dos eixos X e Y em uma tabela.
B. a cotagem em cadeia também pode ser chamada de cotagem por elemento de referência.
A cotagem combinada é a união de duas ou mais formas de cotagem: em cadeia, por elementos de referência e por coordenadas. A cotagem em cadeia também pode ser chamada de cotagem seriada, e a cotagem por elementos de referência é o mesmo que a cotagem acumulada. Um exemplo de uso da cotagem em cadeia ou seriada é o dimensionamento de cômodos e espessuras de paredes. Um exemplo de uso da cotagem por elementos de referência ou acumulada é a posição de luminárias em um forro de gesso, para evitar o erro decorrente do acúmulo de arredondamento de medidas. A cotagem por coordenadas usa o sistema cartesiano (eixos X e Y) para informar as medidas. É possível criar uma malha de cotagem para informar a posição dos elementos a partir do cruzamento dos eixos X e Y, ou apenas indicar os pontos a serem cotados com números ou letras e informar a dimensão dos eixos X e Y em uma tabela.
C. para informar a dimensão dos cômodos e da espessura das paredes, a forma de dimensionamento mais adequada é a cotagem por coordenadas.
A cotagem combinada é a união de duas ou mais formas de cotagem: em cadeia, por elementos de referência e por coordenadas. A cotagem em cadeia também pode ser chamada de cotagem seriada, e a cotagem por elementos de referência é o mesmo que a cotagem acumulada. Um exemplo de uso da cotagem em cadeia ou seriada é o dimensionamento de cômodos e espessuras de paredes. Um exemplo de uso da cotagem por elementos de referência ou acumulada é a posição de luminárias em um forro de gesso, para evitar o erro decorrente do acúmulo de arredondamento de medidas. A cotagem por coordenadas usa o sistema cartesiano (eixos X e Y) para informar as medidas. É possível criar uma malha de cotagem para informar a posição dos elementos a partir do cruzamento dos eixos X e Y, ou apenas indicar os pontos a serem cotados com números ou letras e informar a dimensão dos eixos X e Y em uma tabela.
D. para evitar o erro decorrente do acúmulo de arredondamentos, a cotagem mais indicada é a seriada.
A cotagem combinada é a união de duas ou mais formas de cotagem: em cadeia, por elementos de referência e por coordenadas. A cotagem em cadeia também pode ser chamada de cotagem seriada, e a cotagem por elementos de referência é o mesmo que a cotagem acumulada. Um exemplo de uso da cotagem em cadeia ou seriada é o dimensionamento de cômodos e espessuras de paredes. Um exemplo de uso da cotagem por elementos de referência ou acumulada é a posição de luminárias em um forro de gesso, para evitar o erro decorrente do acúmulo de arredondamento de medidas. A cotagem por coordenadas usa o sistema cartesiano (eixos X e Y) para informar as medidas. É possível criar uma malha de cotagem para informar a posição dos elementos a partir do cruzamento dos eixos X e Y, ou apenas indicar os pontos a serem cotados com números ou letras e informar a dimensão dos eixos X e Y em uma tabela.
E. a cotagem por coordenadas usa os eixos cartesianos X e Y para informar a posição dos elementos cotados.
A cotagem combinada é a união de duas ou mais formas de cotagem: em cadeia, por elementos de referência e por coordenadas. A cotagem em cadeia também pode ser chamada de cotagem seriada, e a cotagem por elementos de referência é o mesmo que a cotagem acumulada. Um exemplo de uso da cotagem em cadeia ou seriada é o dimensionamento de cômodos e espessuras de paredes. Um exemplo de uso da cotagem por elementos de referência ou acumulada é a posição de luminárias em um forro de gesso, para evitar o erro decorrente do acúmulo de arredondamento de medidas. A cotagem por coordenadas usa o sistema cartesiano (eixos X e Y) para informar as medidas. É possível criar uma malha de cotagem para informar a posição dos elementos a partir do cruzamento dos eixos X e Y, ou apenas indicar os pontos a serem cotados com números ou letras e informar a dimensão dos eixos X e Y em uma tabela.
5. Na prática, é preciso compreender as etapas de execução da obra para fornecer cotas funcionais adequadas na representação gráfica de projetos de arquitetura e design de interiores. Você precisacotar a posição das luminárias em um forro de gesso, em uma sala comercial com divisórias leves baixas, com 1m de altura. Assinale a afirmativa correta.
A. Você pode usar a cotagem por coordenadas, informando o ponto correspondente ao centro das mesmas, usando como referência as paredes de alvenaria.
Para cotar a posição das luminárias em um forro de gesso, você deve usar como referência as paredes de alvenaria, que já estarão construídas no momento da instalação das luminárias. Não deve usar como referências as divisórias leves, pois elas não se relacionam diretamente com o forro, já que têm apenas 1m de altura. Também não deve usar o layout como referência para cotagem, pois os móveis ainda não estarão posicionados no momento de instalação das luminárias. Para isso, pode fazer uso da cotagem por coordenadas, informando o ponto correspondente ao centro das luminárias. É recomendado que você tenha uma planta informando apenas as dimensões da posição das luminárias, separada das plantas que informam a posição de outras etapas da obra, como instalação das divisórias leves, execução do forro de gesso e instalação dos pontos de ar-condicionado.  
B. Você deve informar na mesma planta as dimensões do forro de gesso, do ar- condicionado, da posição das luminárias e das divisórias leves.
Para cotar a posição das luminárias em um forro de gesso, você deve usar como referência as paredes de alvenaria, que já estarão construídas no momento da instalação das luminárias. Não deve usar como referências as divisórias leves, pois elas não se relacionam diretamente com o forro, já que têm apenas 1m de altura. Também não deve usar o layout como referência para cotagem, pois os móveis ainda não estarão posicionados no momento de instalação das luminárias. Para isso, pode fazer uso da cotagem por coordenadas, informando o ponto correspondente ao centro das luminárias. É recomendado que você tenha uma planta informando apenas as dimensões da posição das luminárias, separada das plantas que informam a posição de outras etapas da obra, como instalação das divisórias leves, execução do forro de gesso e instalação dos pontos de ar-condicionado.  
C. Você deve informar a posição das luminárias usando como referência as divisórias leves.
Para cotar a posição das luminárias em um forro de gesso, você deve usar como referência as paredes de alvenaria, que já estarão construídas no momento da instalação das luminárias. Não deve usar como referências as divisórias leves, pois elas não se relacionam diretamente com o forro, já que têm apenas 1m de altura. Também não deve usar o layout como referência para cotagem, pois os móveis ainda não estarão posicionados no momento de instalação das luminárias. Para isso, pode fazer uso da cotagem por coordenadas, informando o ponto correspondente ao centro das luminárias. É recomendado que você tenha uma planta informando apenas as dimensões da posição das luminárias, separada das plantas que informam a posição de outras etapas da obra, como instalação das divisórias leves, execução do forro de gesso e instalação dos pontos de ar-condicionado.  
D. Você deve cotar a posição das luminárias usando como referência o layout da sala.
Para cotar a posição das luminárias em um forro de gesso, você deve usar como referência as paredes de alvenaria, que já estarão construídas no momento da instalação das luminárias. Não deve usar como referências as divisórias leves, pois elas não se relacionam diretamente com o forro, já que têm apenas 1m de altura. Também não deve usar o layout como referência para cotagem, pois os móveis ainda não estarão posicionados no momento de instalação das luminárias. Para isso, pode fazer uso da cotagem por coordenadas, informando o ponto correspondente ao centro das luminárias. É recomendado que você tenha uma planta informando apenas as dimensões da posição das luminárias, separada das plantas que informam a posição de outras etapas da obra, como instalação das divisórias leves, execução do forro de gesso e instalação dos pontos de ar-condicionado.  
E. Você deve considerar apenas a distância entre as luminárias, desconsiderando sua posição a partir das paredes.
Para cotar a posição das luminárias em um forro de gesso, você deve usar como referência as paredes de alvenaria, que já estarão construídas no momento da instalação das luminárias. Não deve usar como referências as divisórias leves, pois elas não se relacionam diretamente com o forro, já que têm apenas 1m de altura. Também não deve usar o layout como referência para cotagem, pois os móveis ainda não estarão posicionados no momento de instalação das luminárias. Para isso, pode fazer uso da cotagem por coordenadas, informando o ponto correspondente ao centro das luminárias. É recomendado que você tenha uma planta informando apenas as dimensões da posição das luminárias, separada das plantas que informam a posição de outras etapas da obra, como instalação das divisórias leves, execução do forro de gesso e instalação dos pontos de ar-condicionado.
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1. Abrigo é uma arquiteturamóvelque se adapta ao lugar e ao habitante. Qual a principal característica das formas de um abrigo?​​​​​​​
A. A praticidade de suas formas, que devem ser sempre pequenas.
A principal característica de um abrigo é a convertibilidade de suas formas, devendo estas ser sempre desmontáveis e reutilizáveis. Um abrigo precisa ser prático, mas não necessariamente pequeno. Pode ser uma parada de ônibus, uma barraca de camping, um abrigo coletivo para pessoas em situação de rua, uma enfermaria improvisada, um laboratório, e pode, ainda, auxiliar em situações de falta de moradia. Alguns povos nômades, até hoje, fazem uso de tendas e carroças, mas abrigos nem sempre são para pessoas com esse estilo de vida; em catástrofes naturais ou em situações de guerra, os abrigos acomodam pessoas que precisam.
B. Atender a uma finalidade específica na falta de moradia.
A principal característica de um abrigo é a convertibilidade de suas formas, devendo estas ser sempre desmontáveis e reutilizáveis. Um abrigo precisa ser prático, mas não necessariamente pequeno. Pode ser uma parada de ônibus, uma barraca de camping, um abrigo coletivo para pessoas em situação de rua, uma enfermaria improvisada, um laboratório, e pode, ainda, auxiliar em situações de falta de moradia. Alguns povos nômades, até hoje, fazem uso de tendas e carroças, mas abrigos nem sempre são para pessoas com esse estilo de vida; em catástrofes naturais ou em situações de guerra, os abrigos acomodam pessoas que precisam.
C. São casas para pessoas com estilo de vida nômade.
A principal característica de um abrigo é a convertibilidade de suas formas, devendo estas ser sempre desmontáveis e reutilizáveis. Um abrigo precisa ser prático, mas não necessariamente pequeno. Pode ser uma parada de ônibus, uma barraca de camping, um abrigo coletivo para pessoas em situação de rua, uma enfermaria improvisada, um laboratório, e pode, ainda, auxiliar em situações de falta de moradia. Alguns povos nômades, até hoje, fazem uso de tendas e carroças, mas abrigos nem sempre são para pessoas com esse estilo de vida; em catástrofes naturais ou em situações de guerra, os abrigos acomodam pessoas que precisam.
D. A convertibilidade de suas formas, devem ser desmontáveis e reutilizáveis.
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A principal característica de um abrigo é a convertibilidade de suas formas, devendo estas ser sempre desmontáveis e reutilizáveis. Um abrigo precisa ser prático, mas não necessariamente pequeno. Pode ser uma parada de ônibus, uma barraca de camping, um abrigo coletivo para pessoas em situação de rua, uma enfermaria improvisada, um laboratório, e pode, ainda, auxiliar em situações de falta de moradia. Alguns povos nômades, até hoje, fazem uso de tendas e carroças, mas abrigos nem sempre são para pessoas com esse estilo de vida; em catástrofes naturais ou em situações de guerra, os abrigos acomodam pessoas que precisam.
E. São tendas características dos nômades da Ásia Central.
A principal característicade um abrigo é a convertibilidade de suas formas, devendo estas ser sempre desmontáveis e reutilizáveis. Um abrigo precisa ser prático, mas não necessariamente pequeno. Pode ser uma parada de ônibus, uma barraca de camping, um abrigo coletivo para pessoas em situação de rua, uma enfermaria improvisada, um laboratório, e pode, ainda, auxiliar em situações de falta de moradia. Alguns povos nômades, até hoje, fazem uso de tendas e carroças, mas abrigos nem sempre são para pessoas com esse estilo de vida; em catástrofes naturais ou em situações de guerra, os abrigos acomodam pessoas que precisam.
2. No mundo contemporâneo, entendemos abrigos como construções provisórias, geralmente móveis, que acomodam diferentes necessidades humanas. Das alternativas a seguir, qual é a que mais se assemelha a essa afirmativa?
A. Abrigos são casas improvisadas com containers.
Abrigos são espaços mutáveis para ficar e morar, que se acomodam às diferentes necessidades humanas, temporárias ou nem tanto. Containers podem servir como abrigos, mas não é uma regra. Os abrigos, bem como seus móveis, podem e devem mudar de lugar. Se for possível, várias pessoas podem dormir no mesmo abrigo. Ele pode servir para passar apenas um tempo e não necessariamente ser para as pessoas dormirem. Dependendo do abrigo, o banheiro é público ou não há banheiro, podendo inclusive o banheiro ser um abrigo.
B. Abrigos são espaços versáteis, cujos móveis podem ser trocados de lugar conforme as necessidades do morador.
Abrigos são espaços mutáveis para ficar e morar, que se acomodam às diferentes necessidades humanas, temporárias ou nem tanto. Containers podem servir como abrigos, mas não é uma regra. Os abrigos, bem como seus móveis, podem e devem mudar de lugar. Se for possível, várias pessoas podem dormir no mesmo abrigo. Ele pode servir para passar apenas um tempo e não necessariamente ser para as pessoas dormirem. Dependendo do abrigo, o banheiro é público ou não há banheiro, podendo inclusive o banheiro ser um abrigo.
C. Abrigos são espaços mutáveis para ficar ou morar e acomodam-se às diferentes necessidades humanas, podendo estas serem temporárias ou não.
Abrigos são espaços mutáveis para ficar e morar, que se acomodam às diferentes necessidades humanas, temporárias ou nem tanto. Containers podem servir como abrigos, mas não é uma regra. Os abrigos, bem como seus móveis, podem e devem mudar de lugar. Se for possível, várias pessoas podem dormir no mesmo abrigo. Ele pode servir para passar apenas um tempo e não necessariamente ser para as pessoas dormirem. Dependendo do abrigo, o banheiro é público ou não há banheiro, podendo inclusive o banheiro ser um abrigo.
D. Abrigos são lugares para acomodar diferentes pessoas, no mesmo espaço, para dormir.
Abrigos são espaços mutáveis para ficar e morar, que se acomodam às diferentes necessidades humanas, temporárias ou nem tanto. Containers podem servir como abrigos, mas não é uma regra. Os abrigos, bem como seus móveis, podem e devem mudar de lugar. Se for possível, várias pessoas podem dormir no mesmo abrigo. Ele pode servir para passar apenas um tempo e não necessariamente ser para as pessoas dormirem. Dependendo do abrigo, o banheiro é público ou não há banheiro, podendo inclusive o banheiro ser um abrigo.
E. Abrigos são construções provisórias com banheiros públicos.
Abrigos são espaços mutáveis para ficar e morar, que se acomodam às diferentes necessidades humanas, temporárias ou nem tanto. Containers podem servir como abrigos, mas não é uma regra. Os abrigos, bem como seus móveis, podem e devem mudar de lugar. Se for possível, várias pessoas podem dormir no mesmo abrigo. Ele pode servir para passar apenas um tempo e não necessariamente ser para as pessoas dormirem. Dependendo do abrigo, o banheiro é público ou não há banheiro, podendo inclusive o banheiro ser um abrigo.
3. Abrigo é arquitetura. Das alternativas a seguir, qual justifica melhor essa afirmativa?
A. A ​​​​​​​estrutura dos abrigos é formal adaptável.
Abrigo é arquitetura, pois esta tem como objetivo a formalização do desejo de abrigar necessidades humanas, provisórias ou não. São características da arquitetura dos abrigos e estrutura formal adaptável e o fato de poderem ser implementados em diversas regiões do mundo, como, por exemplo, os domus geodésicos e as tendas dos povos nômades da Ásia Central. Entretanto, essas características e exemplos não são a definição de Arquitetura.
B. Os abrigos podem ser implementados em diferentes regiões do mundo.​
Abrigo é arquitetura, pois esta tem como objetivo a formalização do desejo de abrigar necessidades humanas, provisórias ou não. São características da arquitetura dos abrigos e estrutura formal adaptável e o fato de poderem ser implementados em diversas regiões do mundo, como, por exemplo, os domus geodésicos e as tendas dos povos nômades da Ásia Central. Entretanto, essas características e exemplos não são a definição de Arquitetura.
C. Um abrigo é um domus geodésico, ou seja, uma arquitetura que se adapta a diferentes terrenos e climas.
Abrigo é arquitetura, pois esta tem como objetivo a formalização do desejo de abrigar necessidades humanas, provisórias ou não. São características da arquitetura dos abrigos e estrutura formal adaptável e o fato de poderem ser implementados em diversas regiões do mundo, como, por exemplo, os domus geodésicos e as tendas dos povos nômades da Ásia Central. Entretanto, essas características e exemplos não são a definição de Arquitetura.
D. Arquitetar é formalizar desejos de criação de espaços que abriguem necessidades humanas, provisórias ou não.
Abrigo é arquitetura, pois esta tem como objetivo a formalização do desejo de abrigar necessidades humanas, provisórias ou não. São características da arquitetura dos abrigos e estrutura formal adaptável e o fato de poderem ser implementados em diversas regiões do mundo, como, por exemplo, os domus geodésicos e as tendas dos povos nômades da Ásia Central. Entretanto, essas características e exemplos não são a definição de Arquitetura.
E. Um abrigo é uma casa típica dos povos nômades da Ásia Central.
Abrigo é arquitetura, pois esta tem como objetivo a formalização do desejo de abrigar necessidades humanas, provisórias ou não. São características da arquitetura dos abrigos e estrutura formal adaptável e o fato de poderem ser implementados em diversas regiões do mundo, como, por exemplo, os domus geodésicos e as tendas dos povos nômades da Ásia Central. Entretanto, essas características e exemplos não são a definição de Arquitetura.
4. Segundo Mills (2007), maquetes são recursos para estudo de soluções de projeto, inclusive aquelas utilizadas para apresentações formais. O que define o nível de complexidade e o acabamento de uma maquete?
A. Maquetes ​​​​​​​preliminares e de acabamento.
Toda maquete é de estudo. A única regra para o nível de detalhamento de uma maquete é a complexidade do desenvolvimento do estudo que o arquiteto deseja. A maquete preliminar estuda o diagrama, o conceito e as relações com o entorno; a maquete de desenvolvimento estuda volume, cheios e vazios; já as maquetes de apresentação ou de acabamento auxiliam na finalização.
B. Maquetes de ​​​​​​​estudo e de contexto.
Toda maquete é de estudo. A única regra para o nível de detalhamento de uma maquete é a complexidade do desenvolvimento do estudo que o arquiteto deseja. A maquete preliminar estuda o diagrama, o conceito e as relações com o entorno; a maquete de desenvolvimento estuda volume, cheios e vazios; já as maquetes de apresentação ou de acabamento auxiliam na finalização.
C. A complexidade do desenvolvimento do estudo que o arquiteto deseja com esse recurso.
Toda maquete é de estudo. A única regra para o nível de detalhamento de uma maquete é a complexidade do desenvolvimento do estudo que o arquiteto deseja. A maquete preliminar estuda o diagrama, o conceito e as relações com o entorno; a maquete de desenvolvimento estuda volume, cheios e vazios; já as maquetes de apresentação ou de acabamento auxiliam na finalização.D. Maquetes primárias e de sítio.
Toda maquete é de estudo. A única regra para o nível de detalhamento de uma maquete é a complexidade do desenvolvimento do estudo que o arquiteto deseja. A maquete preliminar estuda o diagrama, o conceito e as relações com o entorno; a maquete de desenvolvimento estuda volume, cheios e vazios; já as maquetes de apresentação ou de acabamento auxiliam na finalização.
E. Maquetes de diagrama e de desenvolvimento.
Toda maquete é de estudo. A única regra para o nível de detalhamento de uma maquete é a complexidade do desenvolvimento do estudo que o arquiteto deseja. A maquete preliminar estuda o diagrama, o conceito e as relações com o entorno; a maquete de desenvolvimento estuda volume, cheios e vazios; já as maquetes de apresentação ou de acabamento auxiliam na finalização.
5. Abrigos são arquiteturas cuja estrutura formal deve ser simples e:
A. com geometria fixa.
Abrigos são arquiteturas cuja estrutura formal deve ser simples e, ao mesmo tempo, versátil o suficiente para ser adaptável a qualquer terreno. Por serem costruídos para atender necessidades provisórias, a geometria geral deve ser prática e de fácil montagem, sendo versáteis o suficiente para atenderem a diversas finalidades.
B. práticas, levando entre 30 minutos e 3 horas para montar ou desmontar.
Abrigos são arquiteturas cuja estrutura formal deve ser simples e, ao mesmo tempo, versátil o suficiente para ser adaptável a qualquer terreno. Por serem costruídos para atender necessidades provisórias, a geometria geral deve ser prática e de fácil montagem, sendo versáteis o suficiente para atenderem a diversas finalidades.
C. ao mesmo tempo, versáteis o suficiente para serem adaptáveis a qualquer terreno.
Abrigos são arquiteturas cuja estrutura formal deve ser simples e, ao mesmo tempo, versátil o suficiente para ser adaptável a qualquer terreno. Por serem costruídos para atender necessidades provisórias, a geometria geral deve ser prática e de fácil montagem, sendo versáteis o suficiente para atenderem a diversas finalidades.
D. atendendo a uma finalidade específica.
Abrigos são arquiteturas cuja estrutura formal deve ser simples e, ao mesmo tempo, versátil o suficiente para ser adaptável a qualquer terreno. Por serem costruídos para atender necessidades provisórias, a geometria geral deve ser prática e de fácil montagem, sendo versáteis o suficiente para atenderem a diversas finalidades.
E. construídos para atender a uma necessidade provisória.
Abrigos são arquiteturas cuja estrutura formal deve ser simples e, ao mesmo tempo, versátil o suficiente para ser adaptável a qualquer terreno. Por serem costruídos para atender necessidades provisórias, a geometria geral deve ser prática e de fácil montagem, sendo versáteis o suficiente para atenderem a diversas finalidades.
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1. Com um plano de massas definimos, por meio da vegetação, elementos importantes dos planos verticais e horizontais de um projeto de paisagem. Qual o principal fator que devemos levar em conta em um plano de massas?
A. A disposição das árvores nas bordas.
Para o plano de massas, devemos levar em conta o nível de permeabilidade desejada entre a praça e o seu entorno urbano, o que é definido depois da disposição das curvas de níveis. Isso significa definir onde dispor as massas de vegetação para, então, definir as permeabilidades da praça, relacionando-as com as suas funções como o acesso dos usuários e a proteção das bordas pelo uso da vegetação.
B. O nível de permeabilidade desejada entre a praça e o seu entorno urbano.
Para o plano de massas, devemos levar em conta o nível de permeabilidade desejada entre a praça e o seu entorno urbano, o que é definido depois da disposição das curvas de níveis. Isso significa definir onde dispor as massas de vegetação para, então, definir as permeabilidades da praça, relacionando-as com as suas funções como o acesso dos usuários e a proteção das bordas pelo uso da vegetação.
C. Como representá-lo no desenho técnico.
Para o plano de massas, devemos levar em conta o nível de permeabilidade desejada entre a praça e o seu entorno urbano, o que é definido depois da disposição das curvas de níveis. Isso significa definir onde dispor as massas de vegetação para, então, definir as permeabilidades da praça, relacionando-as com as suas funções como o acesso dos usuários e a proteção das bordas pelo uso da vegetação.
D. A facilidade de acesso da praça pelos usuários.
Para o plano de massas, devemos levar em conta o nível de permeabilidade desejada entre a praça e o seu entorno urbano, o que é definido depois da disposição das curvas de níveis. Isso significa definir onde dispor as massas de vegetação para, então, definir as permeabilidades da praça, relacionando-as com as suas funções como o acesso dos usuários e a proteção das bordas pelo uso da vegetação.
E. As curvas de níveis.
Para o plano de massas, devemos levar em conta o nível de permeabilidade desejada entre a praça e o seu entorno urbano, o que é definido depois da disposição das curvas de níveis. Isso significa definir onde dispor as massas de vegetação para, então, definir as permeabilidades da praça, relacionando-as com as suas funções como o acesso dos usuários e a proteção das bordas pelo uso da vegetação.
2. Em um projeto de paisagismo de uma praça, o arquiteto projeta para produzir espaços funcionais, úteis, eficientes e, tecnicamente, viáveis. Com esse pensamento, o que o arquiteto define em um projeto de paisagismo?
A. O ​​​​​​​uso da praça.
A estrutura formal em um projeto de paisagismo de uma praça é definida pelo arquiteto ao projetar para produzir espaços funcionais, úteis, eficientes e, tecnicamente, viáveis. As demais respostas são itens que estão englobados no processo de criação da estrutura formal: no processo de projeto paisagístico aplicamos sobre a natureza os fundamentos da composição plástica nos microclimas com as características e personalidade do local onde a praça é implantada.
Uma maneira de administrar o processo de projeto é incentivar a participação da comunidade, fato que induz os indivíduos a se conscientizarem da necessidade de preservar esse bem à disposição da comunidade. Fazer paisagens com vegetação é “realizar” microclimas, harmonizá-las, mantendo sempre viva a concepção de que, nessas associações, as plantas colocam-se em sincronia, quase que em uma relação de necessidade mútua.
B. O nível dos usuários das praças
A estrutura formal em um projeto de paisagismo de uma praça é definida pelo arquiteto ao projetar para produzir espaços funcionais, úteis, eficientes e, tecnicamente, viáveis. As demais respostas são itens que estão englobados no processo de criação da estrutura formal: no processo de projeto paisagístico aplicamos sobre a natureza os fundamentos da composição plástica nos microclimas com as características e personalidade do local onde a praça é implantada.
Uma maneira de administrar o processo de projeto é incentivar a participação da comunidade, fato que induz os indivíduos a se conscientizarem da necessidade de preservar esse bem à disposição da comunidade. Fazer paisagens com vegetação é “realizar” microclimas, harmonizá-las, mantendo sempre viva a concepção de que, nessas associações, as plantas colocam-se em sincronia, quase que em uma relação de necessidade mútua.
C. A sua estrutura formal.
A estrutura formal em um projeto de paisagismo de uma praça é definida pelo arquiteto ao projetar para produzir espaços funcionais, úteis, eficientes e, tecnicamente, viáveis. As demais respostas são itens que estão englobados no processo de criação da estrutura formal: no processo de projeto paisagístico aplicamos sobre a natureza os fundamentos da composição plástica nos microclimas com as características e personalidade do local onde a praça é implantada.
Uma maneira de administrar o processo de projeto é incentivar a participação da comunidade, fato que induz os indivíduos a se conscientizarem da necessidade de preservar esse bem à disposição da comunidade. Fazer paisagenscom vegetação é “realizar” microclimas, harmonizá-las, mantendo sempre viva a concepção de que, nessas associações, as plantas colocam-se em sincronia, quase que em uma relação de necessidade mútua.
D. Os fundamentos da composição plástica nos microclimas.
A estrutura formal em um projeto de paisagismo de uma praça é definida pelo arquiteto ao projetar para produzir espaços funcionais, úteis, eficientes e, tecnicamente, viáveis. As demais respostas são itens que estão englobados no processo de criação da estrutura formal: no processo de projeto paisagístico aplicamos sobre a natureza os fundamentos da composição plástica nos microclimas com as características e personalidade do local onde a praça é implantada.
Uma maneira de administrar o processo de projeto é incentivar a participação da comunidade, fato que induz os indivíduos a se conscientizarem da necessidade de preservar esse bem à disposição da comunidade. Fazer paisagens com vegetação é “realizar” microclimas, harmonizá-las, mantendo sempre viva a concepção de que, nessas associações, as plantas colocam-se em sincronia, quase que em uma relação de necessidade mútua.
E. A conscientização da necessidade de preservação da praça pelos usuários.
A estrutura formal em um projeto de paisagismo de uma praça é definida pelo arquiteto ao projetar para produzir espaços funcionais, úteis, eficientes e, tecnicamente, viáveis. As demais respostas são itens que estão englobados no processo de criação da estrutura formal: no processo de projeto paisagístico aplicamos sobre a natureza os fundamentos da composição plástica nos microclimas com as características e personalidade do local onde a praça é implantada.
Uma maneira de administrar o processo de projeto é incentivar a participação da comunidade, fato que induz os indivíduos a se conscientizarem da necessidade de preservar esse bem à disposição da comunidade. Fazer paisagens com vegetação é “realizar” microclimas, harmonizá-las, mantendo sempre viva a concepção de que, nessas associações, as plantas colocam-se em sincronia, quase que em uma relação de necessidade mútua.
3. Projeto de praças e de parques devem estar sempre inseridos no contexto urbano do entorno. Como os planos verticais e horizontais do projeto de paisagem definem essa permeabilidade?
A. Nas decisões de projeto conectadas com as massas de vegetação do plano vertical.
As decisões de projeto estão sempre conectadas e definem sua estrutura formal: enquanto o projeto de manejo da disposição das curvas de níveis cria o relevo dos caminhos e canteiros, os desenhos dos canteiros e dos caminhos definem o nível de permeabilidade do plano horizontal. As massas de vegetação complementam essa estratégia de projeto no plano vertical, sinalizando as passagens, as bordas de caminhos e as permeabilidades visuais, bem como a relação da praça com o trânsito de veículos.
B. Com os ​​​​​​​desenhos dos caminhos.
As decisões de projeto estão sempre conectadas e definem sua estrutura formal: enquanto o projeto de manejo da disposição das curvas de níveis cria o relevo dos caminhos e canteiros, os desenhos dos canteiros e dos caminhos definem o nível de permeabilidade do plano horizontal. As massas de vegetação complementam essa estratégia de projeto no plano vertical, sinalizando as passagens, as bordas de caminhos e as permeabilidades visuais, bem como a relação da praça com o trânsito de veículos.
C. Isolando​​​​​​​ o trânsito rápido do entorno.
As decisões de projeto estão sempre conectadas e definem sua estrutura formal: enquanto o projeto de manejo da disposição das curvas de níveis cria o relevo dos caminhos e canteiros, os desenhos dos canteiros e dos caminhos definem o nível de permeabilidade do plano horizontal. As massas de vegetação complementam essa estratégia de projeto no plano vertical, sinalizando as passagens, as bordas de caminhos e as permeabilidades visuais, bem como a relação da praça com o trânsito de veículos.
D. Com o projeto de manejo das curvas de níveis.
As decisões de projeto estão sempre conectadas e definem sua estrutura formal: enquanto o projeto de manejo da disposição das curvas de níveis cria o relevo dos caminhos e canteiros, os desenhos dos canteiros e dos caminhos definem o nível de permeabilidade do plano horizontal. As massas de vegetação complementam essa estratégia de projeto no plano vertical, sinalizando as passagens, as bordas de caminhos e as permeabilidades visuais, bem como a relação da praça com o trânsito de veículos.
E. O projeto das curvas de níveis e sua relação com os caminhos e canteiros definem o nível de permeabilidade do plano horizontal; as massas de vegetação complementam essa estratégia de projeto no plano vertical.
As decisões de projeto estão sempre conectadas e definem sua estrutura formal: enquanto o projeto de manejo da disposição das curvas de níveis cria o relevo dos caminhos e canteiros, os desenhos dos canteiros e dos caminhos definem o nível de permeabilidade do plano horizontal. As massas de vegetação complementam essa estratégia de projeto no plano vertical, sinalizando as passagens, as bordas de caminhos e as permeabilidades visuais, bem como a relação da praça com o trânsito de veículos.
4. A representação de curvas de níveis é a base da maquete de paisagismo. Qual o recurso utilizado para reproduzi-las corretamente?
A. O desenho das curvas de níveis correspondentes ao projeto na mesma escala que a maquete para servir de molde.
Uma cópia em papel do desenho das curvas de níveis do terreno que ficaram definidas em projeto, as quais serão representadas na maquete, na escala correspondente a essa última. Assim, você tem um molde, facilitando o trabalho na hora do corte, pois não é possível, nesse caso, utilizar somente o escalímetro para representar as curvas com exatidão. Um projeto de paisagismo de um terreno sempre inicia a partir de um levantamento topográfico de suas curvas de níveis.
B. O desenho das curvas de níveis do levantamento topográfico na mesma escala da maquete.
Uma cópia em papel do desenho das curvas de níveis do terreno que ficaram definidas em projeto, as quais serão representadas na maquete, na escala correspondente a essa última. Assim, você tem um molde, facilitando o trabalho na hora do corte, pois não é possível, nesse caso, utilizar somente o escalímetro para representar as curvas com exatidão. Um projeto de paisagismo de um terreno sempre inicia a partir de um levantamento topográfico de suas curvas de níveis.
C. O desenho das curvas de níveis do terreno da praça, na mesma escala da maquete.
Uma cópia em papel do desenho das curvas de níveis do terreno que ficaram definidas em projeto, as quais serão representadas na maquete, na escala correspondente a essa última. Assim, você tem um molde, facilitando o trabalho na hora do corte, pois não é possível, nesse caso, utilizar somente o escalímetro para representar as curvas com exatidão. Um projeto de paisagismo de um terreno sempre inicia a partir de um levantamento topográfico de suas curvas de níveis.
D. O desenho das curvas de níveis do projeto para representar em desenho com o escalímetro em cada base da curva correspondente.
Uma cópia em papel do desenho das curvas de níveis do terreno que ficaram definidas em projeto, as quais serão representadas na maquete, na escala correspondente a essa última. Assim, você tem um molde, facilitando o trabalho na hora do corte, pois não é possível, nesse caso, utilizar somente o escalímetro para representar as curvas com exatidão. Um projeto de paisagismo de um terreno sempre inicia a partir de um levantamento topográfico de suas curvas de níveis.
E. O desenho das curvas de níveis do levantamento topográfico para reproduzir em desenho com o escalímetro na base da maquete
Uma cópia em papel do desenho das curvas de níveis do terreno que ficaram definidas em projeto, as quais serão representadas na maquete, na escala correspondente a essa última. Assim, você tem um molde, facilitando o trabalho na hora do corte, pois não é possível, nesse caso, utilizar somenteo escalímetro para representar as curvas com exatidão. Um projeto de paisagismo de um terreno sempre inicia a partir de um levantamento topográfico de suas curvas de níveis.
5. A representação das massas de vegetação em maquetes de paisagismo deve priorizar a sua representação de forma simples e abstrata. O que deve ser especificado em projeto antes de sua representação em maquete?
A. Os caminhos.
Para sua representação em maquete, o projeto deve estar definido no seu desenho técnico como um todo: curvas de níveis, caminhos e distribuição das massas conforme suas finalidades são alguns desses elementos.
A representação das massas de vegetação em maquetes deve ser de forma simples e abstrata. Simulações elaboradas podem facilmente perder o propósito da maquete que é, basicamente, o estudo das massas de vegetação distribuídas nas curvas de níveis de acordo com as especificações de projeto, o que é bem diferente da distribuição de espécies vegetais. O tipo de material a ser utilizado para a representação das vegetações é definido junto com os materiais da maquete.
B. As espécies vegetais.
Para sua representação em maquete, o projeto deve estar definido no seu desenho técnico como um todo: curvas de níveis, caminhos e distribuição das massas conforme suas finalidades são alguns desses elementos.
A representação das massas de vegetação em maquetes deve ser de forma simples e abstrata. Simulações elaboradas podem facilmente perder o propósito da maquete que é, basicamente, o estudo das massas de vegetação distribuídas nas curvas de níveis de acordo com as especificações de projeto, o que é bem diferente da distribuição de espécies vegetais. O tipo de material a ser utilizado para a representação das vegetações é definido junto com os materiais da maquete.
C. A distribuição das massas de vegetais de acordo com a sua finalidade.
Para sua representação em maquete, o projeto deve estar definido no seu desenho técnico como um todo: curvas de níveis, caminhos e distribuição das massas conforme suas finalidades são alguns desses elementos.
A representação das massas de vegetação em maquetes deve ser de forma simples e abstrata. Simulações elaboradas podem facilmente perder o propósito da maquete que é, basicamente, o estudo das massas de vegetação distribuídas nas curvas de níveis de acordo com as especificações de projeto, o que é bem diferente da distribuição de espécies vegetais. O tipo de material a ser utilizado para a representação das vegetações é definido junto com os materiais da maquete.
D. O desenho técnico.
Para sua representação em maquete, o projeto deve estar definido no seu desenho técnico como um todo: curvas de níveis, caminhos e distribuição das massas conforme suas finalidades são alguns desses elementos.
A representação das massas de vegetação em maquetes deve ser de forma simples e abstrata. Simulações elaboradas podem facilmente perder o propósito da maquete que é, basicamente, o estudo das massas de vegetação distribuídas nas curvas de níveis de acordo com as especificações de projeto, o que é bem diferente da distribuição de espécies vegetais. O tipo de material a ser utilizado para a representação das vegetações é definido junto com os materiais da maquete.
E. O tipo de material a ser utilizado para representar as árvores.
Para sua representação em maquete, o projeto deve estar definido no seu desenho técnico como um todo: curvas de níveis, caminhos e distribuição das massas conforme suas finalidades são alguns desses elementos.
A representação das massas de vegetação em maquetes deve ser de forma simples e abstrata. Simulações elaboradas podem facilmente perder o propósito da maquete que é, basicamente, o estudo das massas de vegetação distribuídas nas curvas de níveis de acordo com as especificações de projeto, o que é bem diferente da distribuição de espécies vegetais. O tipo de material a ser utilizado para a representação das vegetações é definido junto com os materiais da maquete.
- Conteúdo Complementar 3
1. Qual o significado de agenciamento em design de interiores?
A. Agenciar é projetar e executar uma agência de design de interiores.
Agenciar é distribuir os elementos ordenadamente e de modo harmonioso, com base na geometria. É por meio dela que existe toda a criação do espaço e, consequentemente, a composição dele, provendo uma sensação de ordem. Por isso, muitas vezes, o agenciamento é denominado, também, de ordem ou ordenação da forma.
B. É quando um ambiente é envolvido por outro menor.
Agenciar é distribuir os elementos ordenadamente e de modo harmonioso, com base na geometria. É por meio dela que existe toda a criação do espaço e, consequentemente, a composição dele, provendo uma sensação de ordem. Por isso, muitas vezes, o agenciamento é denominado, também, de ordem ou ordenação da forma.
C. É distribuir os elementos que farão parte de um ambiente de maneira ordenada e harmônica com base na geometria do espaço.
Agenciar é distribuir os elementos ordenadamente e de modo harmonioso, com base na geometria. É por meio dela que existe toda a criação do espaço e, consequentemente, a composição dele, provendo uma sensação de ordem. Por isso, muitas vezes, o agenciamento é denominado, também, de ordem ou ordenação da forma.
D. É a relação entre dois espaços que são divididos por um eixo.
Agenciar é distribuir os elementos ordenadamente e de modo harmonioso, com base na geometria. É por meio dela que existe toda a criação do espaço e, consequentemente, a composição dele, provendo uma sensação de ordem. Por isso, muitas vezes, o agenciamento é denominado, também, de ordem ou ordenação da forma.
E. É a ordenação do ambiente sem conforto, unidade e equilíbrio.
Agenciar é distribuir os elementos ordenadamente e de modo harmonioso, com base na geometria. É por meio dela que existe toda a criação do espaço e, consequentemente, a composição dele, provendo uma sensação de ordem. Por isso, muitas vezes, o agenciamento é denominado, também, de ordem ou ordenação da forma.
2. De que forma os elementos contidos nos espaços podem relacionar-se de maneira efetiva em um projeto de ambientes?
A. Por meio do uso de diversas ferramentas, como: cores, texturas, equilíbrio e proporção.
Agenciar em design de interiores também é conhecer e  reconhecer as diversas maneiras de organizar os espaços. Eles podem relacionar-se por meio de um espaço dentro do outro, espaços intersecionados, espaços adjacentes e espaços conectados por um outro espaço.
B. Por meio da sobreposição de duas partes de dois espaços.
Agenciar em design de interiores também é conhecer e  reconhecer as diversas maneiras de organizar os espaços. Eles podem relacionar-se por meio de um espaço dentro do outro, espaços intersecionados, espaços adjacentes e espaços conectados por um outro espaço.
C. Por meio da criação de um eixo e da distribuição dos elementos de maneira simétrica.
Agenciar em design de interiores também é conhecer e  reconhecer as diversas maneiras de organizar os espaços. Eles podem relacionar-se por meio de um espaço dentro do outro, espaços intersecionados, espaços adjacentes e espaços conectados por um outro espaço.
D. Por meio da junção de dois espaços que estão próximos um do outro.
Agenciar em design de interiores também é conhecer e  reconhecer as diversas maneiras de organizar os espaços. Eles podem relacionar-se por meio de um espaço dentro do outro, espaços intersecionados, espaços adjacentes e espaços conectados por um outro espaço.
E. Por meio de um espaço dentro do outro, espaços intersecionados, espaços adjacentes e espaços conectados por um outro espaço.
Agenciar em design de interiores também é conhecer e  reconhecer as diversas maneiras de organizar os espaços. 
Eles podem relacionar-se por meio de um espaço dentro do outro, espaços intersecionados, espaços adjacentes e espaços conectados por um outro espaço.
3. Quais são os princípios da prática do agenciamento?
A. Os princípios de ordenamento são: simetria, equilíbrio, cores, rotação e translação.
Os princípios de ordenamentosão ferramentas visuais que possibilitam a convivência harmônica entre o ambiente e as formas. No agenciamento, existem cinco: eixo, simetria, hierarquia, ritmo e contraste.
B. Eixo, simetria, hierarquia, ritmo e contraste são os princípios que norteiam o agenciamento.
Os princípios de ordenamento são ferramentas visuais que possibilitam a convivência harmônica entre o ambiente e as formas. No agenciamento, existem cinco: eixo, simetria, hierarquia, ritmo e contraste.
C. Somente hierarquia, cores e texturas são ferramentas utilizadas para ordenar um espaço.
Os princípios de ordenamento são ferramentas visuais que possibilitam a convivência harmônica entre o ambiente e as formas. No agenciamento, existem cinco: eixo, simetria, hierarquia, ritmo e contraste.
D. No agenciamento, os princípios de ritmo e simetria facilitam o processo em um projeto de interiores.
Os princípios de ordenamento são ferramentas visuais que possibilitam a convivência harmônica entre o ambiente e as formas. No agenciamento, existem cinco: eixo, simetria, hierarquia, ritmo e contraste.
E. São: espaço, equilíbrio contraste e simetria.
Os princípios de ordenamento são ferramentas visuais que possibilitam a convivência harmônica entre o ambiente e as formas. No agenciamento, existem cinco: eixo, simetria, hierarquia, ritmo e contraste.
4. Os princípios do agenciamento facilitam a organização dos elementos em um ambiente. Dentre eles, existe o da simetria. Responda qual é a premissa deste princípio.
A. A disposição de diferentes partes de uma forma ordenada e correspondente.
Em simetria, os elementos do ambientes devem ser dispostos de forma ordenada e correspondente, por meio de um eixo. Ela pode ser simétrica ou assimétrica.
B. Movimento resultante da padronização de linhas, contornos e cores.
Em simetria, os elementos do ambientes devem ser dispostos de forma ordenada e correspondente, por meio de um eixo. Ela pode ser simétrica ou assimétrica.
C. Relação entre formas, cores, dimensões e texturas expressas por meio de combinações harmônicas.
Em simetria, os elementos do ambientes devem ser dispostos de forma ordenada e correspondente, por meio de um eixo. Ela pode ser simétrica ou assimétrica.
D. Os elementos são destacados por suas formas e funções dentro da composição espacial.
Em simetria, os elementos do ambientes devem ser dispostos de forma ordenada e correspondente, por meio de um eixo. Ela pode ser simétrica ou assimétrica.
E. Ordem dos elementos dentro de um ambiente.
Em simetria, os elementos do ambientes devem ser dispostos de forma ordenada e correspondente, por meio de um eixo. Ela pode ser simétrica ou assimétrica.
5. Outro princípio importante para o ordenamento do espaço é o eixo. Qual é a sua definição?
A. É a distribuição dos elementos em um ambiente de forma igual e contínua.
Princípio mais importante, o eixo é uma linha reta imaginária determinada entre dois pontos no espaço, distribuída regularmente ou irregularmente. 
B. É a incorporação do princípio de repetição como meio de ordenação dos elementos em um ambiente.
Princípio mais importante, o eixo é uma linha reta imaginária determinada entre dois pontos no espaço, distribuída regularmente ou irregularmente. 
C. É a maneira de ordenar os elementos de maneira equilibrada.
Princípio mais importante, o eixo é uma linha reta imaginária determinada entre dois pontos no espaço, distribuída regularmente ou irregularmente. 
D. Uma reta imaginária estipulada entre dois pontos no espaço, distribuída de forma irregular ou regular.
Princípio mais importante, o eixo é uma linha reta imaginária determinada entre dois pontos no espaço, distribuída regularmente ou irregularmente. 
E. É a contraposição, comparação ou diferença entre os elementos.
Princípio mais importante, o eixo é uma linha reta imaginária determinada entre dois pontos no espaço, distribuída regularmente ou irregularmente.
- Conteúdo Complementar 4
1. "Na cobertura é mais evidente o desenho do arquiteto: um pórtico metálico, que vence 40 m. Uma peça estrutural porticada sustenta a esbelta cobertura em casca, composta por nervuras internas (como se fosse uma asa de avião) recobertas por chapas metálicas. Apoiada somente em dois trechos, a casca de composição assimétrica e aparente instabilidade é travada por tensores, para não pender brutalmente. Na parte mais baixa, uma calha capta águas pluviais". Segundo os exemplos analisados nesta Unidade, qual o pórtico que se enquadra nessa descrição e de que arquiteto?
A. Pórtico dos Reis Magos, de Moacyr Gomes da Costa.
A descrição do enunciado da questão se enquadra no pórtico da Praça do Patriota do arquiteto Paulo Mendes da Rocha (Vitória/ES, 1928). O pórtico marca a entrada da galeria subterrânea que leva o nome de seu construtor, Prestes Maia: a cobertura ocupa solene a função de acolhimento da entrada da galeria, dos pedestres passantes e dos moradores de rua que ali residem. O Pórtico dos Reis Magos é o monumento comemorativo aos 400 anos da cidade de Natal, capital do Rio Grande do Norte, e foi projetado pelo importante arquiteto potiguar Moacyr Gomes da Costa (Caicó-1927) com a colaboração do arquiteto Eudes Galvão Montenegro, em 1999. Em entrevista a Luciano Barbosa no portal Vitruvius, em 2013, Gomes da Costa declara que considera o pórtico o seu melhor projeto.  O Altes Museum, Berlin, Alemanha, foi construído entre 1823-1830 pelo arquiteto Karl Friedrich Von Schinkel e essa arquitetura tem uma configuração clássica da fachada de um edifício público com um pórtico de entrada em estilo grego. O edifício neoclássico tem uma fileira de colunas que configura o plano vertical do pórtico de entrada do edifício, sustentando o entablamento (plano horizontal de cobertura do pórtico) formando, assim, uma fachada de colunata. O Portico di San Luca – pórtico mais comprido do mundo, com cerca de 3,5 km – teve como principal construtor o Arquiteto Carlo Francesco Dotti (1670-1759), no século XVII, para facilitar o acesso ao Santuário da Madonna di San Luca. O pórtico começou a ser construído em 1674 e foi finalizado em 1793.  ​​​​​​​
B. Pórtico do Hautes Museum, de Von Schinkel.
A descrição do enunciado da questão se enquadra no pórtico da Praça do Patriota do arquiteto Paulo Mendes da Rocha (Vitória/ES, 1928). O pórtico marca a entrada da galeria subterrânea que leva o nome de seu construtor, Prestes Maia: a cobertura ocupa solene a função de acolhimento da entrada da galeria, dos pedestres passantes e dos moradores de rua que ali residem. O Pórtico dos Reis Magos é o monumento comemorativo aos 400 anos da cidade de Natal, capital do Rio Grande do Norte, e foi projetado pelo importante arquiteto potiguar Moacyr Gomes da Costa (Caicó-1927) com a colaboração do arquiteto Eudes Galvão Montenegro, em 1999. Em entrevista a Luciano Barbosa no portal Vitruvius, em 2013, Gomes da Costa declara que considera o pórtico o seu melhor projeto.  O Altes Museum, Berlin, Alemanha, foi construído entre 1823-1830 pelo arquiteto Karl Friedrich Von Schinkel e essa arquitetura tem uma configuração clássica da fachada de um edifício público com um pórtico de entrada em estilo grego. O edifício neoclássico tem uma fileira de colunas que configura o plano vertical do pórtico de entrada do edifício, sustentando o entablamento (plano horizontal de cobertura do pórtico) formando, assim, uma fachada de colunata. O Portico di San Luca – pórtico mais comprido do mundo, com cerca de 3,5 km – teve como principal construtor o Arquiteto Carlo Francesco Dotti (1670-1759), no século XVII, para facilitar o acesso ao Santuário da Madonna di San Luca. O pórtico começou a ser construído em 1674 e foi finalizado em 1793.  ​​​​​​​
C. Pórtico dos Reis Magos, de Paulo Mendes da Rocha.
A descrição do enunciado da questão se enquadra no pórtico da Praça do Patriota do arquiteto Paulo Mendes da Rocha (Vitória/ES, 1928). O pórtico marca a entrada da galeria subterrânea que leva o nome de seu construtor, Prestes Maia: a cobertura ocupa solene a função de acolhimento da entrada da galeria,dos pedestres passantes e dos moradores de rua que ali residem. O Pórtico dos Reis Magos é o monumento comemorativo aos 400 anos da cidade de Natal, capital do Rio Grande do Norte, e foi projetado pelo importante arquiteto potiguar Moacyr Gomes da Costa (Caicó-1927) com a colaboração do arquiteto Eudes Galvão Montenegro, em 1999. Em entrevista a Luciano Barbosa no portal Vitruvius, em 2013, Gomes da Costa declara que considera o pórtico o seu melhor projeto.  O Altes Museum, Berlin, Alemanha, foi construído entre 1823-1830 pelo arquiteto Karl Friedrich Von Schinkel e essa arquitetura tem uma configuração clássica da fachada de um edifício público com um pórtico de entrada em estilo grego. O edifício neoclássico tem uma fileira de colunas que configura o plano vertical do pórtico de entrada do edifício, sustentando o entablamento (plano horizontal de cobertura do pórtico) formando, assim, uma fachada de colunata. O Portico di San Luca – pórtico mais comprido do mundo, com cerca de 3,5 km – teve como principal construtor o Arquiteto Carlo Francesco Dotti (1670-1759), no século XVII, para facilitar o acesso ao Santuário da Madonna di San Luca. O pórtico começou a ser construído em 1674 e foi finalizado em 1793.  ​​​​​​​
D.Portico di San Luca, de Carlo Francesco Dotti.
A descrição do enunciado da questão se enquadra no pórtico da Praça do Patriota do arquiteto Paulo Mendes da Rocha (Vitória/ES, 1928). O pórtico marca a entrada da galeria subterrânea que leva o nome de seu construtor, Prestes Maia: a cobertura ocupa solene a função de acolhimento da entrada da galeria, dos pedestres passantes e dos moradores de rua que ali residem. O Pórtico dos Reis Magos é o monumento comemorativo aos 400 anos da cidade de Natal, capital do Rio Grande do Norte, e foi projetado pelo importante arquiteto potiguar Moacyr Gomes da Costa (Caicó-1927) com a colaboração do arquiteto Eudes Galvão Montenegro, em 1999. Em entrevista a Luciano Barbosa no portal Vitruvius, em 2013, Gomes da Costa declara que considera o pórtico o seu melhor projeto.  O Altes Museum, Berlin, Alemanha, foi construído entre 1823-1830 pelo arquiteto Karl Friedrich Von Schinkel e essa arquitetura tem uma configuração clássica da fachada de um edifício público com um pórtico de entrada em estilo grego. O edifício neoclássico tem uma fileira de colunas que configura o plano vertical do pórtico de entrada do edifício, sustentando o entablamento (plano horizontal de cobertura do pórtico) formando, assim, uma fachada de colunata. O Portico di San Luca – pórtico mais comprido do mundo, com cerca de 3,5 km – teve como principal construtor o Arquiteto Carlo Francesco Dotti (1670-1759), no século XVII, para facilitar o acesso ao Santuário da Madonna di San Luca. O pórtico começou a ser construído em 1674 e foi finalizado em 1793.  ​​​​​​​
E. Pórtico da Praça do Patriota, de Paulo Mendes da Rocha.
A descrição do enunciado da questão se enquadra no pórtico da Praça do Patriota do arquiteto Paulo Mendes da Rocha (Vitória/ES, 1928). O pórtico marca a entrada da galeria subterrânea que leva o nome de seu construtor, Prestes Maia: a cobertura ocupa solene a função de acolhimento da entrada da galeria, dos pedestres passantes e dos moradores de rua que ali residem. O Pórtico dos Reis Magos é o monumento comemorativo aos 400 anos da cidade de Natal, capital do Rio Grande do Norte, e foi projetado pelo importante arquiteto potiguar Moacyr Gomes da Costa (Caicó-1927) com a colaboração do arquiteto Eudes Galvão Montenegro, em 1999. Em entrevista a Luciano Barbosa no portal Vitruvius, em 2013, Gomes da Costa declara que considera o pórtico o seu melhor projeto.  O Altes Museum, Berlin, Alemanha, foi construído entre 1823-1830 pelo arquiteto Karl Friedrich Von Schinkel e essa arquitetura tem uma configuração clássica da fachada de um edifício público com um pórtico de entrada em estilo grego. O edifício neoclássico tem uma fileira de colunas que configura o plano vertical do pórtico de entrada do edifício, sustentando o entablamento (plano horizontal de cobertura do pórtico) formando, assim, uma fachada de colunata. O Portico di San Luca – pórtico mais comprido do mundo, com cerca de 3,5 km – teve como principal construtor o Arquiteto Carlo Francesco Dotti (1670-1759), no século XVII, para facilitar o acesso ao Santuário da Madonna di San Luca. O pórtico começou a ser construído em 1674 e foi finalizado em 1793.  ​​​​​​​
2. O Marble Arch em Londres e o Arco de Constantino em Roma tem a sua função em comum. Qual é essa função?
A. Porta de entrada da cidade.
Ambos são arcos comemorativos: o Marble Arch é um arco triunfal comemorativo do século XIX com fachada de mármore branco, localizado em Londres, Inglaterra. Foi desenhado para ser a passagem de honra do Rei, no Palácio de Buckinghan. O Arco de Constantino é um arco triunfal construído por ordem do Senado Romano para comemorar a vitória do Imperador Constantino sobre Maxêncio na Batalha da Ponte Mílvia, em 312 d. C. São pórticos comemorativos e, portanto, arcos isolados, e não pórticos de entrada de templos. Eles cobrem uma rua ou passagem para o Rei passar embaixo e não uma calçada: os arcos que cobrem calçadas se chamam colunatas. 
B. Arco comemorativo.
Ambos são arcos comemorativos: o Marble Arch é um arco triunfal comemorativo do século XIX com fachada de mármore branco, localizado em Londres, Inglaterra. Foi desenhado para ser a passagem de honra do Rei, no Palácio de Buckinghan. O Arco de Constantino é um arco triunfal construído por ordem do Senado Romano para comemorar a vitória do Imperador Constantino sobre Maxêncio na Batalha da Ponte Mílvia, em 312 d. C. São pórticos comemorativos e, portanto, arcos isolados, e não pórticos de entrada de templos. Eles cobrem uma rua ou passagem para o Rei passar embaixo e não uma calçada: os arcos que cobrem calçadas se chamam colunatas. 
C. Entrada de ​​​​​​​templo.
Ambos são arcos comemorativos: o Marble Arch é um arco triunfal comemorativo do século XIX com fachada de mármore branco, localizado em Londres, Inglaterra. Foi desenhado para ser a passagem de honra do Rei, no Palácio de Buckinghan. O Arco de Constantino é um arco triunfal construído por ordem do Senado Romano para comemorar a vitória do Imperador Constantino sobre Maxêncio na Batalha da Ponte Mílvia, em 312 d. C. São pórticos comemorativos e, portanto, arcos isolados, e não pórticos de entrada de templos. Eles cobrem uma rua ou passagem para o Rei passar embaixo e não uma calçada: os arcos que cobrem calçadas se chamam colunatas. 
D. Cobrir a calçada para o Rei ​​​​​​​passar.
Ambos são arcos comemorativos: o Marble Arch é um arco triunfal comemorativo do século XIX com fachada de mármore branco, localizado em Londres, Inglaterra. Foi desenhado para ser a passagem de honra do Rei, no Palácio de Buckinghan. O Arco de Constantino é um arco triunfal construído por ordem do Senado Romano para comemorar a vitória do Imperador Constantino sobre Maxêncio na Batalha da Ponte Mílvia, em 312 d. C. São pórticos comemorativos e, portanto, arcos isolados, e não pórticos de entrada de templos. Eles cobrem uma rua ou passagem para o Rei passar embaixo e não uma calçada: os arcos que cobrem calçadas se chamam colunatas. 
E. Pórtico comemorativo da fundação das respectivas cidades.
Ambos são arcos comemorativos: o Marble Arch é um arco triunfal comemorativo do século XIX com fachada de mármore branco, localizado em Londres, Inglaterra. Foi desenhado para ser a passagem de honra do Rei, no Palácio de Buckinghan. O Arco de Constantino é um arco triunfal construído por ordem do Senado Romano para comemorar a vitória do Imperador Constantino sobre Maxêncio na Batalha da Ponte Mílvia, em 312 d. C. São pórticos comemorativos e, portanto, arcos isolados, e não pórticos de entrada de templos. Eles cobrem uma rua ou passagem para o Rei passar embaixo e não uma calçada: os arcos que cobrem calçadas se chamam colunatas. 
3. Em arquitetura, um pórtico é o local coberto à entrada de uma rua, um edifício, um templo ou um palácio.Analisando a tipologia do pórtico a partir de Unwin (2013) e Ching (2013), pode-se considerar que ambos os autores chamam o pórtico de uma arquitetura com quais características?
A. Sua estrutura é formada por colunas na vertical e na horizontal. 
Em arquitetura, um pórtico é o local coberto à entrada de uma rua, um edifício, um templo ou um palácio. O pórtico pode ser entendido como uma arquitetura que tem um sistema estrutural composto por um plano horizontal que apoia uma estrutura de colunas na vertical, que sustenta um plano horizontal elevado, formando um quadro. Analisando a tipologia do pórtico, é possível considerá-lo como o que Unwin (2013, p. 40) chama de uma arquitetura com elementos básicos combinados: planos verticais formados por colunas e/ou paredes laterais que sustentam uma plataforma horizontal. Ching (2013, p. 15) também o considera uma tipologia arquitetônica básica, composta por elementos básicos retilíneos horizontais sustentados por elementos retilíneos verticais, que, compostos, formam um pórtico.
B. Sua estrutura é formada por planos horizontais sobrepostos. ​​​​​​​
Em arquitetura, um pórtico é o local coberto à entrada de uma rua, um edifício, um templo ou um palácio. O pórtico pode ser entendido como uma arquitetura que tem um sistema estrutural composto por um plano horizontal que apoia uma estrutura de colunas na vertical, que sustenta um plano horizontal elevado, formando um quadro. Analisando a tipologia do pórtico, é possível considerá-lo como o que Unwin (2013, p. 40) chama de uma arquitetura com elementos básicos combinados: planos verticais formados por colunas e/ou paredes laterais que sustentam uma plataforma horizontal. Ching (2013, p. 15) também o considera uma tipologia arquitetônica básica, composta por elementos básicos retilíneos horizontais sustentados por elementos retilíneos verticais, que, compostos, formam um pórtico.
C. Uma tipologia arquitetônica primária com elementos básicos combinados no plano vertical.
Em arquitetura, um pórtico é o local coberto à entrada de uma rua, um edifício, um templo ou um palácio. O pórtico pode ser entendido como uma arquitetura que tem um sistema estrutural composto por um plano horizontal que apoia uma estrutura de colunas na vertical, que sustenta um plano horizontal elevado, formando um quadro. Analisando a tipologia do pórtico, é possível considerá-lo como o que Unwin (2013, p. 40) chama de uma arquitetura com elementos básicos combinados: planos verticais formados por colunas e/ou paredes laterais que sustentam uma plataforma horizontal. Ching (2013, p. 15) também o considera uma tipologia arquitetônica básica, composta por elementos básicos retilíneos horizontais sustentados por elementos retilíneos verticais, que, compostos, formam um pórtico.
D. Uma tipologia arquitetônica composta por elementos básicos combinados nos planos horizontais e verticais. ​​​​​​​
Em arquitetura, um pórtico é o local coberto à entrada de uma rua, um edifício, um templo ou um palácio. O pórtico pode ser entendido como uma arquitetura que tem um sistema estrutural composto por um plano horizontal que apoia uma estrutura de colunas na vertical, que sustenta um plano horizontal elevado, formando um quadro. Analisando a tipologia do pórtico, é possível considerá-lo como o que Unwin (2013, p. 40) chama de uma arquitetura com elementos básicos combinados: planos verticais formados por colunas e/ou paredes laterais que sustentam uma plataforma horizontal. Ching (2013, p. 15) também o considera uma tipologia arquitetônica básica, composta por elementos básicos retilíneos horizontais sustentados por elementos retilíneos verticais, que, compostos, formam um pórtico.
E. Uma tipologia arquitetônica básica encontrada em todas as civilizações.
Em arquitetura, um pórtico é o local coberto à entrada de uma rua, um edifício, um templo ou um palácio. O pórtico pode ser entendido como uma arquitetura que tem um sistema estrutural composto por um plano horizontal que apoia uma estrutura de colunas na vertical, que sustenta um plano horizontal elevado, formando um quadro. Analisando a tipologia do pórtico, é possível considerá-lo como o que Unwin (2013, p. 40) chama de uma arquitetura com elementos básicos combinados: planos verticais formados por colunas e/ou paredes laterais que sustentam uma plataforma horizontal. Ching (2013, p. 15) também o considera uma tipologia arquitetônica básica, composta por elementos básicos retilíneos horizontais sustentados por elementos retilíneos verticais, que, compostos, formam um pórtico.
4. Do Neolítico à Idade Média, os pórticos consagraram-se como uma tipologia arquitetônica que acolhe diversas funções, às vezes até ao mesmo tempo. Em um período determinado da história, os pórtico demarcavam túmulos coletivos. Quando dispostos em conjunto, demarcavam um templo. No mesmo período histórico, também eram observatórios astronômicos e mesa de sacrifício humano. Qual era o nome desse tipo de pórtico e em que período da história humana eles se encontram?
A. Na Antiga Grécia e eram chamados de Arcos.
No Ocidente, o pórtico surgiu no Neolítico, com os menires, elementos arquitetônicos considerados a primeira arquitetura simbólica. Quando os menires eram dispostos em forma de pórtico, eram chamados de Dólmen e demarcavam um túmulo coletivo também chamado Dólmen. Os Dólmens também eram utilizados como observatórios astronômicos e como mesa de sacrifício humano. Na Antiga Grécia os pórticos passaram a configurar a entrada dos templos e eram nominados conforme o número de colunas. Na Roma Antiga, os pórticos individuais passaram a ser construídos para homenagear os imperadores por suas conquistas e se chamavam Arcos. O pórtico foi evoluindo e passou a configurar portas que marcavam a entrada das cidades muradas. No Renascimento, os pórticos cobriam grandes extensões de calçadas nas cidades italianas, formando as famosas colunatas.
B. Na Roma Antiga, quando cobriam as ruas para comemorar as conquistas dos imperadores.
No Ocidente, o pórtico surgiu no Neolítico, com os menires, elementos arquitetônicos considerados a primeira arquitetura simbólica. Quando os menires eram dispostos em forma de pórtico, eram chamados de Dólmen e demarcavam um túmulo coletivo também chamado Dólmen. Os Dólmens também eram utilizados como observatórios astronômicos e como mesa de sacrifício humano. Na Antiga Grécia os pórticos passaram a configurar a entrada dos templos e eram nominados conforme o número de colunas. Na Roma Antiga, os pórticos individuais passaram a ser construídos para homenagear os imperadores por suas conquistas e se chamavam Arcos. O pórtico foi evoluindo e passou a configurar portas que marcavam a entrada das cidades muradas. No Renascimento, os pórticos cobriam grandes extensões de calçadas nas cidades italianas, formando as famosas colunatas.
C. No Renascimento e eram chamados de Arcos.
No Ocidente, o pórtico surgiu no Neolítico, com os menires, elementos arquitetônicos considerados a primeira arquitetura simbólica. Quando os menires eram dispostos em forma de pórtico, eram chamados de Dólmen e demarcavam um túmulo coletivo também chamado Dólmen. Os Dólmens também eram utilizados como observatórios astronômicos e como mesa de sacrifício humano. Na Antiga Grécia os pórticos passaram a configurar a entrada dos templos e eram nominados conforme o número de colunas. Na Roma Antiga, os pórticos individuais passaram a ser construídos para homenagear os imperadores por suas conquistas e se chamavam Arcos. O pórtico foi evoluindo e passou a configurar portas que marcavam a entrada das cidades muradas. No Renascimento, os pórticos cobriam grandes extensões de calçadas nas cidades italianas, formando as famosas colunatas.
D. No Neolítico e ​​​​​​​se chamavam Dólmens.
No Ocidente, o pórtico surgiu no Neolítico, com os menires, elementos arquitetônicos considerados a primeira arquitetura simbólica. Quando os menires eram dispostos em forma de pórtico, eram chamados de Dólmen e demarcavam um túmulo coletivo também chamado Dólmen.Os Dólmens também eram utilizados como observatórios astronômicos e como mesa de sacrifício humano. Na Antiga Grécia os pórticos passaram a configurar a entrada dos templos e eram nominados conforme o número de colunas. Na Roma Antiga, os pórticos individuais passaram a ser construídos para homenagear os imperadores por suas conquistas e se chamavam Arcos. O pórtico foi evoluindo e passou a configurar portas que marcavam a entrada das cidades muradas. No Renascimento, os pórticos cobriam grandes extensões de calçadas nas cidades italianas, formando as famosas colunatas.
E. As portas das muralhas da Idade Média e do Renascimento.
No Ocidente, o pórtico surgiu no Neolítico, com os menires, elementos arquitetônicos considerados a primeira arquitetura simbólica. Quando os menires eram dispostos em forma de pórtico, eram chamados de Dólmen e demarcavam um túmulo coletivo também chamado Dólmen. Os Dólmens também eram utilizados como observatórios astronômicos e como mesa de sacrifício humano. Na Antiga Grécia os pórticos passaram a configurar a entrada dos templos e eram nominados conforme o número de colunas. Na Roma Antiga, os pórticos individuais passaram a ser construídos para homenagear os imperadores por suas conquistas e se chamavam Arcos. O pórtico foi evoluindo e passou a configurar portas que marcavam a entrada das cidades muradas. No Renascimento, os pórticos cobriam grandes extensões de calçadas nas cidades italianas, formando as famosas colunatas.
5. Algumas cidades têm pórticos que marcam sua entrada principal de maneira festiva, como na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte: o Pórtico dos Reis Magos. Qual a principal característica desse pórtico e que o tornou famoso entre os arquitetos?
A. Sua estrutura em concreto armado, que compõe com a imagem dos Reis Magos um conjunto lúdico.
Em entrevista a Luciano Barbosa no portal Vitruvius, em 2013, Gomes da Costa declara que considera o pórtico o seu melhor projeto. O arquiteto faz tal afirmação pelo pórtico simular uma mensagem histórica, inspirada no nascimento de Cristo e sua relação com a data de fundação de Natal. Ao conceber o projeto, o arquiteto pensou na poderosa imagem arquitetônica que poderia gerar a estrela e as ricas figuras bíblicas com suas vestes e coroas. Porém, não foram esses os motivos que tornaram o projeto famoso: Gomes da Costa (2013) comenta na entrevista que, no livro O Concreto no Brasil (2002), de autoria do professor Augusto Carlos de Vasconcelos (no qual o autor lista os maiores monumentos em concreto protendido no Brasil), coloca o pórtico como um deles. Nos comentários ele diz: “Já pesquisei e já tenho certeza de que é o maior balanço de concreto protendido do continente americano e estou pesquisando para saber se é do mundo”. Gomes da Costa ainda afirma ter, recentemente, recebido a notícia de que Vasconcelos concluiu que, de fato, o pórtico é o maior balanço de concreto protendido do mundo, fato que tornou o projeto famoso entre os arquitetos e engenheiros brasileiros.
B. Por ser o Pórtico dos Reis Magos considerado pelo Professor Augusto Carlos de Vasconcelos o maior balanço em concreto protendido do continente americano.
Em entrevista a Luciano Barbosa no portal Vitruvius, em 2013, Gomes da Costa declara que considera o pórtico o seu melhor projeto. O arquiteto faz tal afirmação pelo pórtico simular uma mensagem histórica, inspirada no nascimento de Cristo e sua relação com a data de fundação de Natal. Ao conceber o projeto, o arquiteto pensou na poderosa imagem arquitetônica que poderia gerar a estrela e as ricas figuras bíblicas com suas vestes e coroas. Porém, não foram esses os motivos que tornaram o projeto famoso: Gomes da Costa (2013) comenta na entrevista que, no livro O Concreto no Brasil (2002), de autoria do professor Augusto Carlos de Vasconcelos (no qual o autor lista os maiores monumentos em concreto protendido no Brasil), coloca o pórtico como um deles. Nos comentários ele diz: “Já pesquisei e já tenho certeza de que é o maior balanço de concreto protendido do continente americano e estou pesquisando para saber se é do mundo”. Gomes da Costa ainda afirma ter, recentemente, recebido a notícia de que Vasconcelos concluiu que, de fato, o pórtico é o maior balanço de concreto protendido do mundo, fato que tornou o projeto famoso entre os arquitetos e engenheiros brasileiros.
C. Pelo arquiteto Gomes da Costa considerá-lo seu melhor projeto.
Em entrevista a Luciano Barbosa no portal Vitruvius, em 2013, Gomes da Costa declara que considera o pórtico o seu melhor projeto. O arquiteto faz tal afirmação pelo pórtico simular uma mensagem histórica, inspirada no nascimento de Cristo e sua relação com a data de fundação de Natal. Ao conceber o projeto, o arquiteto pensou na poderosa imagem arquitetônica que poderia gerar a estrela e as ricas figuras bíblicas com suas vestes e coroas. Porém, não foram esses os motivos que tornaram o projeto famoso: Gomes da Costa (2013) comenta na entrevista que, no livro O Concreto no Brasil (2002), de autoria do professor Augusto Carlos de Vasconcelos (no qual o autor lista os maiores monumentos em concreto protendido no Brasil), coloca o pórtico como um deles. Nos comentários ele diz: “Já pesquisei e já tenho certeza de que é o maior balanço de concreto protendido do continente americano e estou pesquisando para saber se é do mundo”. Gomes da Costa ainda afirma ter, recentemente, recebido a notícia de que Vasconcelos concluiu que, de fato, o pórtico é o maior balanço de concreto protendido do mundo, fato que tornou o projeto famoso entre os arquitetos e engenheiros brasileiros.
D. Pelo pórtico simular uma mensagem histórica, inspirada no nascimento de Cristo e sua relação com a data de fundação de Natal.
Em entrevista a Luciano Barbosa no portal Vitruvius, em 2013, Gomes da Costa declara que considera o pórtico o seu melhor projeto. O arquiteto faz tal afirmação pelo pórtico simular uma mensagem histórica, inspirada no nascimento de Cristo e sua relação com a data de fundação de Natal. Ao conceber o projeto, o arquiteto pensou na poderosa imagem arquitetônica que poderia gerar a estrela e as ricas figuras bíblicas com suas vestes e coroas. Porém, não foram esses os motivos que tornaram o projeto famoso: Gomes da Costa (2013) comenta na entrevista que, no livro O Concreto no Brasil (2002), de autoria do professor Augusto Carlos de Vasconcelos (no qual o autor lista os maiores monumentos em concreto protendido no Brasil), coloca o pórtico como um deles. Nos comentários ele diz: “Já pesquisei e já tenho certeza de que é o maior balanço de concreto protendido do continente americano e estou pesquisando para saber se é do mundo”. Gomes da Costa ainda afirma ter, recentemente, recebido a notícia de que Vasconcelos concluiu que, de fato, o pórtico é o maior balanço de concreto protendido do mundo, fato que tornou o projeto famoso entre os arquitetos e engenheiros brasileiros.
E. Pelo pórtico ser um pórtico de entrada da cidade de Natal.
Em entrevista a Luciano Barbosa no portal Vitruvius, em 2013, Gomes da Costa declara que considera o pórtico o seu melhor projeto. O arquiteto faz tal afirmação pelo pórtico simular uma mensagem histórica, inspirada no nascimento de Cristo e sua relação com a data de fundação de Natal. Ao conceber o projeto, o arquiteto pensou na poderosa imagem arquitetônica que poderia gerar a estrela e as ricas figuras bíblicas com suas vestes e coroas. Porém, não foram esses os motivos que tornaram o projeto famoso: Gomes da Costa (2013) comenta na entrevista que, no livro O Concreto no Brasil (2002), de autoria do professor Augusto Carlos de Vasconcelos (no qual o autor lista os maiores monumentos em concreto protendido no Brasil), coloca o pórtico como um deles. Nos comentários ele diz: “Já pesquisei e já tenho certeza de que é o maior balanço de concreto protendido do continente americano e estou pesquisando para saber se é do mundo”. Gomes da Costa ainda afirma ter, recentemente, recebido a notícia de que Vasconcelos concluiu que, de fato, opórtico é o maior balanço de concreto protendido do mundo, fato que tornou o projeto famoso entre os arquitetos e engenheiros brasileiros.
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