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Anatomia de córnea e Conjuntiva VITOR FURTADO C Ó R N E A , CATARATA E R E F R A T I V A C U R S O B Á S I C O CÓRNEA Anatomia Macroscópica Posição das pálpebras Superior: 2mm Inferior: Tangente Anatomia Macroscópica Tamanho Diâmetro horizontal: 12mm Diâmetro vertical: 11mm ANATOMIA anatomia macroscópica Espessura Central - 0,52mm Espessura periférica - 0,67mm Poder corneano Face anterior 48.8D Face posterior 5.8D Poder final 43D ANATOMIA MACROSCÓPICA Zona Óptica (4mm) Face anterior e posterior paralelas Raio de Curvatura central Anterior 7.8mm Posterior 6.5mm 5.8D DIMENSÕES DA CÓRNEA Espessura Central :0,52 μm Periférica : 0,67 μm Diâmetro Horizontal: 11.7 m (11-12.5) Diâmetro Vertical: 10.6 mm (10-11.5) Megalocórnea: > 12.5 mm Microcórnea: <11 mm Adulto x Criança Adulto Mais curvo no centro do que na periferia Criança Mais curva na periferia do que no centro Alcança tamanho definitivo aos 2 anos de idade CAMADAS DA CÓRNEA EPITÉLIO MEMBRANA DE BOWMAN ESTROMA MEMBRANA DE DESCEMET ENDOTÉLIO Camadas da córnea EPITÉLIO CORNEANO Tecido escamoso estratificado não queratinizado 5-7 camadas de células 50-60 micra de espessura ( 10% da córnea) Turnover de 7-14 dias Grande capacidade de regeneração (total 7-14d) Celularidade epitelial Células basais Células prismáticas originadas do limbo Hemidesmossomos que se ligam a lâmina basal Células aladas 2-3 células Se afinam e tem composição de asa Unidas por Interdigitações, desmossomos e junções de adesão Células superficiais 2-3 camadas Sofrem descamações Zonas de oclusão Microvilosidades ( Aderência de mucina) Glicocálice Funções do epitélio Proteção das estruturas Estabilização do filme lacrimal pré-corneano Barreira contra fluidos e microrganismos A DENSA JUNÇÃO DAS CÉLULAS EPITELIAIS EVITA A PENETRAÇÃO EXCESSIVA DE LÍQUIDO. REGENERAÇÃO APÓS TRAUMAS O EPITÉLIO CORNENAO SE REGENERA RAPIDAMENTE QUANDO SOFRE LESÕES AS CÉLULAS VIZINHAS EMITEM PROLONGAMENTOS PARA ELIMINAR A LESÃO. LESÃO CORADA COM FLUORESCEÍNA Membrana de bowman Membrana de Bowman Membrana Limitante anterior Aumenta de espessura ao longo da vida Proteção Muito resistente Colágeno I,III,V,VI e VII Membrana de Bowman Não possui capacidade de regeneração Formação de cicatrizes com tecido desorganizado Inervação por axônios não mielinizados Estroma corneano ESTROMA 90% da espessura da córnea 2,4 milhões de ceratócitos Fibras de colágeno paralelas Anterior: mais estreito e menores Posterior: mais espaçados e maiores Colágeno I, II, V e VI Núcleo volumoso e baixa presença organelas Baixa atividade ( Exceto inflamações) Membrana de descemet Membrana de descemet Membrana limitante posterior Membrana basal ( Colágeno tipo IV) Capacidade parcial de regeneração Aumenta de espessura 3-5 mm infância 10-12 mm adulto Endotélio ENDOTÉLIO Única camada de células hexagonais Padrão de mosaico 400 mil células Rico e mitocôndrias ( alto metabolismo) Zonas de oclusão Bomba de Na+K+ATPase Não se regenera Perda natural com a idade POLIMEGATISMO PLEOMORFISMO Alteração da quantidade e formato das células Compensação pela baixa contagem CÉLULAS NORMAIS E DISTROFIA DE FUCHS Tipos de difusão da córnea Paracelular Adjacente ao epitélio Limitada por zonas de oclusão Transcelular Movimento para dentro da célula Nutrição e oxigenação Difusão simples ( recebe nutrientes) 90% HA e 10% lágrima e limbo Oxigenação pela lágrima Hipóxia noturna Restrição de oxigênio Metabolismo anaeróbico Acúmulo de ácido lático Edema corneano pela manhã Sensação de halos e fumaça no ambiente Inervação corneana Nervo trigêmeo ( ramo oftálmico) Nervos ciliares longos ( arco perilimbar) Plexo subepitelial Até estroma anterior Mais terminações no centro da córnea Downregulation ( Usuários de LC) 100 Vezes mais inervado do que a esclera Plexo nervoso Penetração de medicações Epitélio lipossolúvel Estroma hidrossolúvel Medicação tem que ser mista para penetração LIMBO Transição Córnea, esclera e conjuntiva 1-1.5mm Irrigada pelas artérias ciliares anteriores Funções Drenagem do humor aquoso Nutrição da córnea Referências anatômicas cirúrgicas LIMBO Limbo CONJUNTIVA Classificação Palpebral Marginal Tarsal Fórnice Bulbar Episcleral Limbar Prega semilunar Anatomia Conjuntival Características Reveste parte interna das pálpebras + Superfície Ant. olho Fórnice, Palpebral e Bulbar Lubrificação da superfície Células caliciformes – Secretores de muco Defesa do organismo – Tecido linfóide Características Fixado no limbo e tarsos Frouxamente aderido ( Permite movimentação) Histologia Conjuntival Epitélio Estratificado não queratinizado Colunar no fórnice, Cuboide na região tarsal, escamoso no globo ocular e malpigiano na conj. tarsal Lâmina Basal Estroma Camada fibrosa e adenoide Desaparece próximo Limbo e tarso ( Mais aderência) Vasos mais calibrosos Corpísculos de Krause e Meissner Glândulas lacrimais Células caliciformes Secretoras de muco Epitélio conjuntival Principalmente conj. Bulbar e nasal Krause Fórnices Wolfring Margem sup. do tarso superior Criptas de Henle Tarso superior e inferior Glândulas de Manz Limbo Citologia conjuntival Fibroblastos Macrófagos Plasmócitos Mastócitos Leucócitos e Eosinófilos Linfócitos Células de Langerhans Melanócitos Vasos linfáticos Plexo superficial e profundo ( Região Submucosa) Drenagem conjuntival Região Lateral – Linfonodo pré-auricular Região medial – Linfonodo mandibular Vascularização Conjuntiva bulbar Artérias ciliares anteriores - (Ramo da A. oftálmica) Conjuntiva palpebral Arco arterial marginal Conjuntiva fórnice superior e inferior Arterial periférico Drenagem venosa – Veia palpebral Inervação Inervação trigêmeo – ramo oftálmico Conjuntiva Bulbar Nervo oftálmico -> N. nasociliar -> N. Ciliares longos Conj. Palpebra sup. e fórnice sup. Nervo frontal e lacrimal Conj. Palpebral inferior e fórnice inferior Nervo lacrimal e infraorbitário Associações clínicas Conjuntiva Conjuntivites Reações foliculares e papilares Membrana e pseudomembrana Pterígio Papilas Folículos Membrana e Pseudomembrana Pterígio Cápsula de Ténon Fáscia do olho Delgada membrana desde o Limbo até o NO Fibras de colágeno dispostas radialmente ( pouco colágeno) Folheto anterior e posterior ( Espaço subtenoniano) Mais fino posterior e mais espesso próximo a córnea Apoiar e posicionar o globo ocular Recobre tendões dos MEO Expansão das bainhas musculares Cápsula de Ténon Obrigado image1.jpg image2.jpg image3.jpg image4.jpeg image5.png image6.jpg image7.jpg image8.jpg image9.jpg image10.jpg image11.png image12.jpg image13.jpg image14.jpg image15.jpg image16.jpg image17.jpg image18.jpeg image19.png image20.jpeg image21.emf image22.emf image23.emf image24.emf image25.emf image26.jpeg image27.jpeg image28.gif image29.jpeg image30.jpeg image31.png