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ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DO ENSINO Nota 9 1. Havia uma crítica ao funcionamento do ensino superior em 1985, destacadamente a ausência da realização de pesquisa no interior das universidades. Foi neste contexto que os governos militares introduziram reformas educacionais no ensino superior, com o objetivo de ajustá-lo às necessidades do desenvolvimentismo brasileiro. Destaca-se a Reforma Universitária de 1968, que profissionalizou a academia, institucionalizou a pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) e incrementou uma política de formação de recursos humanos com vistas à criação do potencial científico tecnológico nacional Essa crítica se deu pelo: movimento estudantil 2. Diversos estudos nacionais e internacionais apontam que há uma forte relação entre condição econômica e escolaridade dos pais e o desempenho escolar de seus filhos. Crianças e adolescentes que vivem em situações sociais desfavorecidas geralmente convivem com um vocabulário mais restrito e têm menos acesso a livros e outros materiais de estudo, o que muitas vezes faz com que seu desenvolvimento fora do ambiente escolar seja me - nor. Especialmente para esses estudantes, a escola é fundamental – é ela que pode lhes fornecer recursos para desenhar e colocar em prática seus próprios projetos de vida 3. I. O método sintético foi marcado pelo modelo tradicional no qual a criança aprendia primeiro as letras, depois as silabas, em seguidas as palavras, depois passava para frases e texto. II. No método sintético utiliza-se o princípio fônico que, no passado, era conhecido como acrônico. III. O método analítico surgiu com o objetivo de superar o sintético usando o método inverso em que a criança tinha contato com o texto, depois seguia o processo de aprender a técnica e, por fim, o ensino da frase, palavras e letras. IV. O método de metodização de ensino de leitura cuja base era o método sintético no qual a criança era direcionada às atividades de ortografia e caligrafia. Isto indica que o ensino sucede na ordem crescente de superação das dificuldades e a preocupação do professor centra-se em ensinar as técnicas da escrita para garantir o sucesso da criança na escola assim como na sociedade ou meio em vive. Está correto o que se verifica em: Todos 4. De forma geral, os conselhos, nas escolas, são tidos como instrumentos mediadores na relação entre instituição e Estado. Para tanto, servem como expressão, representação e participação do conjunto dos sujeitos educacionais. Se os mesmos atuarem como representativos, poderão dar uma nova formatação às políticas escolares, porque eles estão diretamente relacionados aos processos de formação política e tomadas de decisão. Para tanto, devem viabilizar a participação dos segmentos escolares na formulação de suas políticas internas e podem reconstruir o sentido do “público”, dizimado pela política neoliberal, e assim não serão apenas uma realidade organizativa dentro de uma gestão gerencial que os torna um instrumento de controle e fiscalização das políticas determinadas verticalmente. 5. A atuação do gestor frente precisa seguir frente à mobilização e organização das pessoas para atuar coletivamente na promoção de objetivos educacionais, o trabalho dos diretores escolares se assenta sobre, EXCETO: investir parcialmente na formação e capacitação dos liderados, dos quais serão exigidas novas habilidades 6. Ainda que a escola não seja suficientemente atraente, o que não se pode ignorar, contudo, é o aumento do número de anos de escolaridade entre as gerações mais jovens brasileiras, embora estejamos aquém de outros países latino-americanos, uma vez que persistem distorções série - -idade e taxas de analfabetismo funcional. POIS O Brasil está agora diante de uma geração de jovens de baixa renda, mais escolarizada que seus pais, mas com muitas dificuldades para encontrar sentido na vida escolar, para pensar no mundo do trabalho a partir da escola e para conseguir trabalho. As duas proposições são verdadeiras e a segunda justifica a primeira 7. As mudanças mais recentes – como a expansão da Educação Infantil, a inclusão das crianças de seis anos na escola obrigatória e a extensão do Ensino Fundamental para nove anos – somam-se a desafios não superados, heranças de tempos passados: I. as taxas de repetência mais altas da América Latina; II. as alfabetizações mal sucedidas de alunos com acesso à escola, mas sem acesso à aprendizagem; III. a falta de integração entre a pré-escola e as primeiras séries; a formação inadequada dos professores; as condições desiguais de funcionamento das escolas públicas, entre muitas outras. Todos O ensino médio representa apenas os três ou quatro últimos anos da educação básica, mas talvez os mais controvertidos, o que traz dificuldades no momento de definir políticas para essa etapa da escolarização. Fala- se da perda da identidade, quando na verdade o ensino médio nunca teve uma identidade muito clara, que não fosse o trampolim para a universidade ou a formação profissional. A premissa da sua obrigatoriedade foi colocada recentemente pelo governo federal, por meio da Emenda Constitucional n. 59/2009, que amplia a obrigatoriedade escolar para a faixa dos 6 aos 17 anos de idade 9. Com início em 1980, a quarta fase da alfabetização brasileira foi marcada por mudanças sociais e políticas que resultaram na restauração da democracia [6]. Nesse período, surgiu o construtivismo, um paradigma muito diferente da tradição behaviorista. Essa fase tinha como desvantagem: A difusão da perspectiva construtiva 10. Até o século XVII, a criança nem era reconhecida por suas particularidades. Ela era vista como um brinquedo, do qual os adultos só gostavam pelo prazer e distração que proporcionava. Quando crescia e não distraía mais os adultos, deixava de interessar aos mesmos. Foi somente a partir do século XVIII que os adultos começaram a modificar sua concepção de criança.