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Módulo II - Exames para diagnóstico e acompanhamento das anemias e deficiências nutricionais. Profª Ma Drielly Rodrigues Viudes Solicitação e análise de exames bioquímicos em nutrição ANEMIA deficiência no tamanho ou número de hemácias ou na quantidade de hemoglobina Limita a troca de oxigênio e dióxido de carbono entre o sangue e as células dos tecidos MAHAN, L.K; ESCOTT-STUMP, S. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia.12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. - Macrocítica →Tamanho das células - Normocítica - Microcítica → Conteúdo de hemoglobina ANEMIA - Hipocrômica (cor pálida) - Normocrômica MAHAN, L.K; ESCOTT-STUMP, S. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia.12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. TIPOS ANEMIAS • Anemia por deficiência de Fe → produção de eritrócitos pequenos -> Menor circulação de hemoglobina circulante • Anemia sideroblástica → Hemácias microcíticas e hipocrômicas, concentração de Fe aumentada - Presença de defeito hereditário – na formação de sintetase ácido-gama-aminolevulínico – enzima envolvida na síntese do heme e dependente de B6 (sideroblastos) MAHAN, L.K; ESCOTT-STUMP, S. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia.12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. TIPOS ANEMIAS • Anemia megaloblástica - distúrbio na síntese de DNA – alterações morfológicas e funcionais de eritrócitos, leucócitos e plaquetas (B12 e B9). - macrocítica e megaloblástica (VCM > 101 fL/célula) - RDW elevado; trombocitopenia e leucopenia nos casos graves • Anemia perniciosa→ deve-se a deficiência de B12 -> Menor circulação de hemoglobina circulante • Anemia por deficiência de cobre → microcítica e hipocrômica, com redução do VCM e concentração de hemoglobina MAHAN, L.K; ESCOTT-STUMP, S. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia.12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. EXAMES HEMOGRAMA • Ferritina → proteína de armazenamento que sequestra o ferro acumulado pelo fígado, baço e medula - 1ng de ferritina -> 8mg de Fe armazenado • Especificidade de 98%, sensibilidade de 25% • Reagente de fase aguda → normal ou elevada, mesmo com déficit de ferro inflamatórias crônicas e doença hepática ativa • Valores muito baixos → confirmada deficiência de Fe sem outros exames EXAMES MAHAN, L.K; ESCOTT-STUMP, S. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia.12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. WILLIAMSON, Mary A.; SNYDER, L Michael. Wallach: interpretação de exames laboratoriais. Trad. AZEVEDO, Maria de Fátima, VOEUX, Patricia Lydie. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. EXAMES • Ferritina → dosagem no sangue • Referência: http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CFERRI http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CFERRI • Ferro sérico → mede a quantidade de ferro circulante que está ligado a transferrina - Índice fraco para refletir estado de ferro – variações diárias - Maiores concentrações pela manhã (6-10h) e menores no meio da tarde - Analisar em conjunto com outros exames EXAMES Ferro alto + CTLF normal: o diagnóstico mais provável é de talassemia Nível de ferritina normal ou limítrofe → solicitar ferro sérico e transferrina (CTLF) Ferro muito baixo + CTLF elevada (ferro / CTLF = < 16%) → diagnóstico é confirmado Ferro + CTLF normais: descartada deficiência de Fe Baixo Fe + baixa CTLF: provavelmente de anemia de doença crônica 1 2 3 4 5 MAHAN, L.K; ESCOTT-STUMP, S. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia.12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. WILLIAMSON, Mary A.; SNYDER, L Michael. Wallach: interpretação de exames laboratoriais. Trad. AZEVEDO, Maria de Fátima, VOEUX, Patricia Lydie. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. EXAMES • Transferrina (sangue) →Principal beta globulina → transporte íons férricos dos depósitos intracelulares ou da ferritina para a medula óssea • Variações ocorrem em suas concentrações em resposta à deficiência de ferro, hemocromatose e com doenças crônicas→ aumenta • Correlação: transferrina e capacidade total de ligação do ferro. • É uma beta-1-globulina→marcador negativo de fase aguda • Hipoproteinemia→ redução transferrina. • Referência: 200 - 360 mg/dL MAHAN, L.K; ESCOTT-STUMP, S. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia.12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CTRA http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CTRA • Capacidade total de ligação ou combinação do ferro (CTLF) (sangue) →mede a capacidade do sangue de ligação do ferro à transferrina (TRF). 1 miligrama de TRF se liga a 1,25 μg de ferro = TRF de 300 mg/dℓ é igual a uma CTLF de (300 × 1,25) 375 μg/d ℓ - Método indireto – solicitar quando há pedido de ferro • Referência: 250 A 425 mcg/dL EXAMES WILLIAMSON, Mary A.; SNYDER, L Michael. Wallach: interpretação de exames laboratoriais. Trad. AZEVEDO, Maria de Fátima, VOEUX, Patricia Lydie. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. • Saturação do ferro ou índice de saturação da transferrina (sangue) - Representa a quantidade de locais de ligação do ferro ocupados. - Melhor índice das reservas de ferro que níveis séricos de ferro isoladamente. - Cálculo: % saturação = ferro sérico/CTLF × 100 - Referencia: HOMENS : DE 20 A 50% ; MULHERES: DE 15 A 50% http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CCT-CF http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CIST http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CCT-CF http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CIST • Folato ou B9 (sangue ou eritrócitos) -Refere- se a todos os derivados do ácido fólico. - Deficiência → anemia megaloblástica e graves problemas neurológicos. - Pode-se dosar : soro ou eritrócitos Sérico (ingestão recente) e eritrócito (reservas, longo prazo) • Referência: Superior a 3,37 ng/mL (soro) Superior ou igual 151,0 ng/mL (hemácia/eritrócito) EXAMES WILLIAMSON, Mary A.; SNYDER, L Michael. Wallach: interpretação de exames laboratoriais. Trad. AZEVEDO, Maria de Fátima, VOEUX, Patricia Lydie. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CFOLIHE http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CFOLICO Anemia sideroblastica, megaloblástica, deficiência de B12 → valores reduzidos http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CFOLIHE http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CFOLICO • Cianocobalamina ou B12 (soro) • B12 < 200 pg/mℓ = déficit • B9 < 2 ng/mℓ = déficit de B12 ou normal • Ácido metilmalônico (sérico) → elevados confirmam a deficiência ou I.Renal • Homocisteína (total) elevada = déficit de cobalamina ou folato. • Referência: - Cianocobalamina: 211 A 911 pg/mL - Ácido metil malônico: até 0,50 micromol/L Exames http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CB12 WILLIAMSON, Mary A.; SNYDER, L Michael. Wallach: interpretação de exames laboratoriais. Trad. AZEVEDO, Maria de Fátima, VOEUX, Patricia Lydie. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. ÁCIDO METILMALÔNICO E FOLATO NAS HEMÁCIAS →mais caros, CAUTELA Anemia perniciosa e megaloblástica, além de carência nutricional Deficiência de Fe pode coexistir com a de B12 e B9 http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CB12 http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CB12 http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CB12 • Homocisteína (soro) →aumenta na vigência de dietas pobres emB12, B9 e B6 - Sintetizada a partir do aa Metionina – reação desmetilação para cisteína pode ser doada para síntese de timina, colina, creatina, epinefrina e proteínas - S-adenosil homocisteína – perde grupo metil → homocisteína → pode ser convertida em cisteína (B6) ou para metionina (B2, B9 e B12) - Carência de B12 e B9, B6→ libera homocisteína para circulação - Hiperomocisteinemia em grávidas está associada a defeitos do tubo neural. EXAMES http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CHOMOCI WILLIAMSON, Mary A.; SNYDER, L Michael. Wallach: interpretação de exames laboratoriais. Trad. AZEVEDO, Maria de Fátima, VOEUX, Patricia Lydie. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. MAHAN, L.K; ESCOTT-STUMP, S. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia.12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. • Referência: homens 7,71 A 22,33 micromol/L mulheres 5,75 A 18,89 micromol/L http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CHOMOCI Hiperhomocisteinemia genética → produção de uma variante termolábil da metilenotetrahidrofolato redutase (MTHFR) → Homozigosidade -- constitui uma causa relativamente comum de Hcy total (tHcy) elevada na população geral WILLIAMSON, Mary A.; SNYDER, L Michael. Wallach: interpretação de exames laboratoriais. Trad. AZEVEDO, Maria de Fátima, VOEUX, Patricia Lydie. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. B2 WILLIAMSON, Mary A.; SNYDER, L Michael. Wallach: interpretação de exames laboratoriais. Trad. AZEVEDO, Maria de Fátima, VOEUX, Patricia Lydie. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. -Dosar níveis de vitamina B12 e folato. - B12 < 200 pg/mL ou níveis de folato < 2 ng/mL→ deficiência. - B12 entre 200 e 300 pg/mL não são diagnósticos → verificar níveis de ácido metilmalônico (MMA) e homocisteína (HCY). - MMA e HCY : altos na deficiência de B12 - Aumento da HCY - isolado na deficiência de folato. WILLIAMSON, Mary A.; SNYDER, L Michael. Wallach: interpretação de exames laboratoriais. Trad. AZEVEDO, Maria de Fátima, VOEUX, Patricia Lydie. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. Anemia de inflamação crônica (infecções, doenças reumatológicas) - Normocíticas e, às vezes, eritrócitos podem ser microcíticos limítrofes Nível sérico aumentado de ferritina; redução do ferro sérico e da CTLF, VCM normal ou discretamente diminuído; morfologia normal dos eritrócitos, discreta alteração do RDW WILLIAMSON, Mary A.; SNYDER, L Michael. Wallach: interpretação de exames laboratoriais. Trad. AZEVEDO, Maria de Fátima, VOEUX, Patricia Lydie. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. Caracterizadas por baixo VCM (< 82 fℓ) e hipocromia. → Mais comum é a anemia ferropriva → Diferenciar de talassemias e anemia de doenças crônicas HEMOCROMATOSE • Forma geneticamente determinada de sobrecarga de Fe (absorção 3x maior) • Mutação do gene HFE (não usado em rotina) • Estágio inicial – fadiga e fraqueza • Mais tarde – dor abdominal crônica, dores articulares, impotência e irregularidades menstruais MAHAN, L.K; ESCOTT-STUMP, S. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia.12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. EXAMES - Ferro sérico, transferrina, saturação da transferrina e ferritina - jejum - 3 diagnósticos quando ferritina <1000μg/dL na ausência de sintomas ou outros achados laboratoriais: • Hemocromatose inicial (jovem/ assintomático) – ferritina até 900 • Heterozigotos para Hemocromatose – ferritina geralmente <500 • Hepatopatia Alcoólica – ferritina até 500 - Anamnese detalhada, pode ser necessária biopsia hepática https://aps.bvs.br/aps/como-fazer-o-diagnostico-de-hemocromatose-e-como-trataracompanhar-estes-pacientes/ https://aps.bvs.br/aps/como-fazer-o-diagnostico-de-hemocromatose-e-como-trataracompanhar-estes-pacientes/ Proteína ligadora de retinol RBP) • Meia vida – 12h; sintetizada no fígado • Proteína plasmática que é um reagente negativo de fase agudo. • Concentração relaciona-se com estado proteico calórico • Liga e transporta o retinol. Após liberado pela RBP retinol fica no tecido • Não passa pelo glomérulo renal • Não reflete estado proteico em pctes agudamente estressados • Não é afetada pelo estresse inflamatório como albumina e transferrina Referência: (Suspender suplementos de biotina) ATÉ 0,4 mg/L (Urina}} MAHAN, L.K; ESCOTT-STUMP, S. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia.12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. - Concentração sérica de RBP ocorre na proporção de 1:1:1 com o complexo retinol e transtiretina. - Concentração sérica de RBP reflete a concentração sérica de retinol NETTO, M. P.; PRIORE, S.E.; FRANCESCHINI, S.C.C. Indicadores do estado o nutricional de vitamina A. Nutrire: rev. Soc. Bras. Alim. Nutr.= J. Brazilian Soc. Food Nutr., São Paulo, SP, v. 31, n. 1, p. 127-150, abr. 2006. PROTEÍNAS TOTAIS http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CPROTF Refere-se à soma da concentração das proteínas circulantes. Mede: proteína total, albumina e globulina no sangue. Razão albumina:globulina Normalidade - um pouco mais de albumina do que de globulina Razão de < 1 ou bem maior que > 1 pode fornecer indícios sobre problemas orgânicos Diagnóstico e tratamento: doenças hepáticas, renais, da medula óssea, e distúrbios metabólicos, triagem para deficiências nutricionais http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CPROTF ALBUMINA • Sintetizada no fígado na taxa de 8 a 14g/dia • Corresponde a 60% das proteínas séricas totais • Função: transporte e manter pressão coloidosmótica (redução→ edema) • Perda de fluido plasmático – hipovolemia →retenção renal de Na + água • Referência adultos de 3,7 A 5,2 g/dL http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CALB-D http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CALB-D PRÉ-ALBUMINA Ou Transtiretina • Sintetizado no fígado, no plexo corióideo, no SNC, na placenta, no intestino, no pâncreas e nas meninges. • Contém: dois locais de ligação para os hormônios tireóideos (T3 e T4) e dois locais de ligação para a proteína de ligação do retinol sérica. • Níveis diminuem = desnutrição proteica. • Proteína de fase aguda negativa → estados inflamatórios e malignidades. • Aumento: doença de Hodgkin e em casos de insuficiência renal. • Uso: Avaliação do estado nutricional, nutrição parenteral total; indicador clínico do estado do fígado. • Referência: 20 A 36 mg/dL http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CP-ALB WILLIAMSON, Mary A.; SNYDER, L Michael. Wallach: interpretação de exames laboratoriais. Trad. AZEVEDO, Maria de Fátima, VOEUX, Patricia Lydie. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CP-ALB http://rmmg.org/artigo/detalhes/520 Faça a leitura para entender um pouco mais sobre esse exame: http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CELFPRO http://rmmg.org/artigo/detalhes/520 http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CELFPRO CERULOPLASMINA • Principal proteína de transporte do cobre no sangue (alfa-2- globulina) • Carrega cerca de 70 a 90% do cobre plasmático • Desempenha papel no metabolismo do ferro e do cobre • Outros nomes: CP, ferroxidase, ferro (II): oxigênio oxidorredutase • Proteína de fase aguda • Avaliação de possível doença de Wilson, síndrome de Menkes, aceruloplasminemia • Referência: 20,0 A 60,0 mg/dL Anticonvulsivante, a metadona, o tamoxifeno, os anovulatórios orais e o tabagismo aumentam os níveis séricos. http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CCER WILLIAMSON, Mary A.; SNYDER, L Michael. Wallach: interpretação de exames laboratoriais.Trad. AZEVEDO, Maria de Fátima, VOEUX, Patricia Lydie. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CCER Vitamina D • 1,25-di-hidroxi [calcitriol e 1,25dihidroxicolecalciferol (1,25OHD)] → principalmente em doenças renais, investigação de deficiência de vitamina D, condições relacionadas como raquitismo, e investigação de distúrbios metabólicos. • Referência: 19,9 a 79,3 pg/ml. • 25-hidroxivitamina D → padrão para diagnóstico de hipovitaminose D. Referência: até 60 anos de idade superior a 20,0 ng/ml; grupos de risco de 30,0 a 60,0 ng/ml; risco de toxicidade e hipercalcemia: superior a 100,0 ng/ml. WILLIAMSON, Mary A.; SNYDER, L Michael. Wallach: interpretação de exames laboratoriais. Trad. AZEVEDO, Maria de Fátima, VOEUX, Patricia Lydie. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016. http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7C25-VD3 http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CVIT-D3 http://www.cookie.com.br/site/wp-content/uploads/2014/11/vitamina-D.pdf http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7C25-VD3 http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CVIT-D3 http://www.cookie.com.br/site/wp-content/uploads/2014/11/vitamina-D.pdf https://www.researchgate.net/publication/38976617_Niveis_de_25_OH_vitamina_D_entre_primatas_de_especie_Callithrix_penicillata_expostos_e_nao_expostos_a_luz_solar https://www.researchgate.net/publication/38976617_Niveis_de_25_OH_vitamina_D_entre_primatas_de_especie_Callithrix_penicillata_expostos_e_nao_expostos_a_luz_solar Avaliação no sangue Jejum 12 horas Pode ser avaliado no cabelo h ttp ://w w w .lab h p ard in i.co m .b r/scrip ts/m gw m s3 2 .d ll?M G W LP N =H P H O STB S& A p p =H ELP E& EX A M E=D IV % 7 C % 7 C M IN ER A Ideal -> dosagem no eritórcio (hemácia) Elevado custo MINERALOGRAMA http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=DIV%7C%7CMINERA Discutindo o Magnésio Problemática Paciente com 25 anos do gênero feminino, sedentária. Relata cansaço, fadiga, sonolência, queda de cabelo, unhas frágeis. Alto consumo de alimentos industrializados e frituras. Faz 3 refeições ao dia. Exames: Hb 10,5; Ht – 32%, hemácias microcítica, Ferro sérico – 30 ug/dL , Ferritina 5ng/mL • CM – pão francês com margarina e 3 xícaras de café com açúcar refinado • Almoço – Arroz branco, não gosta de feijão, ovo frito ou carne branca/vermelha fritos ou empanados e 1 copo de leite desnatado com chocolate ou café • Jantar – parecido com almoço ou fast food - Qual o provável diagnóstico? E as causas? Pelos exames, e hábitos alimentares trata-se de uma anemia ferropriva. Podemos ter como causa sua alimentação que pode estar fornecendo baixo conteúdo de ferro, além de prejuízos na absorção. Além disso, jovem em idade fértil que pode ter perdas de ferro na menstruação. Não temos relato de uso de medicação, mas sabemos que algumas podem estar envolvidas. O que mais o hemograma pode dizer? A interpretação da PLR combinada com índices hematológicos complementares é aconselhável para diagnosticar com mais precisão as doenças reumáticas inflamatórias e prever comorbidades relacionadas.