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Módulo II - Exames para diagnóstico e acompanhamento das anemias e deficiências 
nutricionais.
Profª Ma Drielly Rodrigues Viudes
Solicitação e análise de exames bioquímicos em nutrição
ANEMIA
deficiência no tamanho ou número de hemácias ou 
na quantidade de hemoglobina
Limita a troca de oxigênio e dióxido de carbono 
entre o sangue e as células dos tecidos
MAHAN, L.K; ESCOTT-STUMP, S. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia.12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
- Macrocítica
→Tamanho das células - Normocítica
- Microcítica
→ Conteúdo de hemoglobina 
ANEMIA
- Hipocrômica (cor 
pálida)
- Normocrômica
MAHAN, L.K; ESCOTT-STUMP, S. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia.12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
TIPOS ANEMIAS
• Anemia por deficiência de Fe → produção de eritrócitos
pequenos
-> Menor circulação de hemoglobina circulante
• Anemia sideroblástica → Hemácias microcíticas e
hipocrômicas, concentração de Fe aumentada
- Presença de defeito hereditário – na formação de sintetase
ácido-gama-aminolevulínico – enzima envolvida na síntese
do heme e dependente de B6 (sideroblastos)
MAHAN, L.K; ESCOTT-STUMP, S. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia.12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
TIPOS ANEMIAS
• Anemia megaloblástica - distúrbio na síntese de DNA –
alterações morfológicas e funcionais de eritrócitos, leucócitos
e plaquetas (B12 e B9).
- macrocítica e megaloblástica (VCM > 101 fL/célula)
- RDW elevado; trombocitopenia e leucopenia nos casos graves
• Anemia perniciosa→ deve-se a deficiência de B12
-> Menor circulação de hemoglobina circulante
• Anemia por deficiência de cobre → microcítica e hipocrômica,
com redução do VCM e concentração de hemoglobina
MAHAN, L.K; ESCOTT-STUMP, S. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia.12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
EXAMES
HEMOGRAMA
• Ferritina → proteína de armazenamento que sequestra o
ferro acumulado pelo fígado, baço e medula
- 1ng de ferritina -> 8mg de Fe armazenado
• Especificidade de 98%, sensibilidade de 25%
• Reagente de fase aguda → normal ou elevada, mesmo
com déficit de ferro
inflamatórias crônicas e doença hepática ativa
• Valores muito baixos → confirmada deficiência de Fe sem
outros exames
EXAMES
MAHAN, L.K; ESCOTT-STUMP, S. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia.12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
WILLIAMSON, Mary A.; SNYDER, L Michael. Wallach: interpretação de exames laboratoriais. Trad. AZEVEDO, Maria de Fátima, VOEUX, Patricia Lydie. 10. ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2016.
EXAMES
• Ferritina → dosagem no sangue
• Referência:
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CFERRI
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CFERRI
• Ferro sérico → mede a quantidade de ferro circulante que está
ligado a transferrina
- Índice fraco para refletir estado de ferro – variações diárias
- Maiores concentrações pela manhã (6-10h) e menores no meio da
tarde
- Analisar em conjunto com outros exames
EXAMES
Ferro alto + CTLF normal: o diagnóstico mais provável é de talassemia
Nível de ferritina normal ou limítrofe → solicitar ferro sérico e transferrina (CTLF) 
Ferro muito baixo + CTLF elevada (ferro / CTLF = < 16%) → diagnóstico é confirmado 
Ferro + CTLF normais: descartada deficiência de Fe
Baixo Fe + baixa CTLF: provavelmente de anemia de doença crônica
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4
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MAHAN, L.K; ESCOTT-STUMP, S. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia.12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
WILLIAMSON, Mary A.; SNYDER, L Michael. Wallach: interpretação de exames laboratoriais. Trad. AZEVEDO, Maria de Fátima, VOEUX, Patricia Lydie. 10. ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2016.
EXAMES
• Transferrina (sangue)
→Principal beta globulina → transporte íons férricos dos depósitos
intracelulares ou da ferritina para a medula óssea
• Variações ocorrem em suas concentrações em resposta à deficiência
de ferro, hemocromatose e com doenças crônicas→ aumenta
• Correlação: transferrina e capacidade total de ligação do ferro.
• É uma beta-1-globulina→marcador negativo de fase aguda
• Hipoproteinemia→ redução transferrina.
• Referência: 200 - 360 mg/dL
MAHAN, L.K; ESCOTT-STUMP, S. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia.12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CTRA
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CTRA
• Capacidade total de ligação ou combinação do ferro (CTLF) (sangue)
→mede a capacidade do sangue de ligação do ferro à transferrina (TRF).
1 miligrama de TRF se liga a 1,25 μg de ferro = TRF de 300 mg/dℓ é igual a uma 
CTLF de (300 × 1,25) 375 μg/d ℓ 
- Método indireto – solicitar quando há pedido de ferro
• Referência: 250 A 425 mcg/dL
EXAMES
WILLIAMSON, Mary A.; SNYDER, L Michael. Wallach: interpretação de exames laboratoriais. Trad. AZEVEDO, Maria de Fátima, VOEUX, Patricia Lydie. 10. ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2016.
• Saturação do ferro ou índice de saturação da transferrina (sangue)
- Representa a quantidade de locais de ligação do ferro ocupados. 
- Melhor índice das reservas de ferro que níveis séricos de ferro isoladamente. 
- Cálculo: % saturação = ferro sérico/CTLF × 100
- Referencia: HOMENS : DE 20 A 50% ; MULHERES: DE 15 A 50%
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CCT-CF
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CIST
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CCT-CF
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CIST
• Folato ou B9 (sangue ou eritrócitos)
-Refere- se a todos os derivados do ácido fólico. 
- Deficiência → anemia megaloblástica e graves problemas neurológicos. 
- Pode-se dosar : soro ou eritrócitos 
Sérico (ingestão recente) e eritrócito (reservas, longo prazo)
• Referência:
Superior a 3,37 ng/mL (soro)
Superior ou igual 151,0 ng/mL (hemácia/eritrócito)
EXAMES
WILLIAMSON, Mary A.; SNYDER, L Michael. Wallach: interpretação de exames laboratoriais. Trad. AZEVEDO, Maria de Fátima, VOEUX, Patricia Lydie. 10. ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2016.
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CFOLIHE
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CFOLICO
Anemia sideroblastica, 
megaloblástica, deficiência de B12 
→ valores reduzidos
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CFOLIHE
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CFOLICO
• Cianocobalamina ou B12 (soro)
• B12 < 200 pg/mℓ = déficit 
• B9 < 2 ng/mℓ = déficit de B12 ou normal
• Ácido metilmalônico (sérico) → elevados confirmam a deficiência ou 
I.Renal
• Homocisteína (total) elevada = déficit de cobalamina ou folato. 
• Referência: 
- Cianocobalamina: 211 A 911 pg/mL
- Ácido metil malônico: até 0,50 micromol/L
Exames
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CB12
WILLIAMSON, Mary A.; SNYDER, L Michael. Wallach: interpretação de exames laboratoriais. Trad. AZEVEDO, Maria de Fátima, VOEUX, Patricia Lydie. 10. ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2016.
ÁCIDO METILMALÔNICO E FOLATO NAS HEMÁCIAS →mais caros, CAUTELA
Anemia perniciosa e 
megaloblástica, além de 
carência nutricional
Deficiência de Fe pode 
coexistir com a de B12 e B9
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CB12
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CB12
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CB12
• Homocisteína (soro)
→aumenta na vigência de dietas pobres emB12, B9 e B6
- Sintetizada a partir do aa Metionina – reação desmetilação para cisteína
pode ser doada para síntese de timina, colina, creatina, epinefrina e proteínas
- S-adenosil homocisteína – perde grupo metil → homocisteína → pode ser
convertida em cisteína (B6) ou para metionina (B2, B9 e B12)
- Carência de B12 e B9, B6→ libera homocisteína para circulação
- Hiperomocisteinemia em grávidas está associada a defeitos do tubo neural.
EXAMES
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CHOMOCI
WILLIAMSON, Mary A.; SNYDER, L Michael. Wallach: interpretação de exames laboratoriais. Trad. AZEVEDO, Maria de Fátima, VOEUX, Patricia Lydie. 10. ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2016.
MAHAN, L.K; ESCOTT-STUMP, S. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia.12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
• Referência: homens 7,71 A 22,33 micromol/L
mulheres 5,75 A 18,89 micromol/L
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CHOMOCI
Hiperhomocisteinemia genética → produção 
de uma variante termolábil da 
metilenotetrahidrofolato redutase (MTHFR)
→ Homozigosidade -- constitui uma causa 
relativamente comum de Hcy total (tHcy) 
elevada na população geral
WILLIAMSON, Mary A.; SNYDER, L Michael. Wallach: interpretação de exames laboratoriais. Trad. AZEVEDO, Maria de Fátima, VOEUX, Patricia Lydie. 10. ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2016.
B2
WILLIAMSON, Mary A.; SNYDER, L Michael. Wallach: interpretação de exames laboratoriais. Trad. AZEVEDO, Maria de Fátima, VOEUX, Patricia Lydie. 10. ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2016.
-Dosar níveis de vitamina B12 e 
folato. 
- B12 < 200 pg/mL ou níveis de 
folato < 2 ng/mL→ deficiência. 
- B12 entre 200 e 300 pg/mL não 
são diagnósticos → verificar níveis 
de ácido metilmalônico (MMA) e 
homocisteína (HCY). 
- MMA e HCY : altos na 
deficiência de B12
- Aumento da HCY - isolado na 
deficiência de folato.
WILLIAMSON, Mary A.; SNYDER, L Michael. Wallach: interpretação de exames laboratoriais. Trad. AZEVEDO, Maria de Fátima, VOEUX, Patricia Lydie. 10. ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2016.
Anemia de inflamação
crônica (infecções,
doenças
reumatológicas)
- Normocíticas e, às
vezes, eritrócitos
podem ser microcíticos
limítrofes
Nível sérico aumentado de ferritina; redução do ferro
sérico e da CTLF, VCM normal ou discretamente
diminuído; morfologia normal dos eritrócitos,
discreta alteração do RDW
WILLIAMSON, Mary A.; SNYDER, L Michael. Wallach: interpretação de exames laboratoriais. Trad. AZEVEDO, Maria de Fátima, VOEUX, Patricia Lydie. 10. ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2016.
Caracterizadas por baixo VCM (< 
82 fℓ) e hipocromia.
→ Mais comum é a anemia 
ferropriva
→ Diferenciar de talassemias e 
anemia de doenças crônicas
HEMOCROMATOSE
• Forma geneticamente determinada de sobrecarga
de Fe (absorção 3x maior)
• Mutação do gene HFE (não usado em rotina)
• Estágio inicial – fadiga e fraqueza
• Mais tarde – dor abdominal crônica, dores
articulares, impotência e irregularidades
menstruais
MAHAN, L.K; ESCOTT-STUMP, S. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia.12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
EXAMES
- Ferro sérico, transferrina, saturação da transferrina e ferritina - jejum
- 3 diagnósticos quando ferritina <1000μg/dL na ausência de sintomas 
ou outros achados laboratoriais:
• Hemocromatose inicial (jovem/ assintomático) – ferritina até 900
• Heterozigotos para Hemocromatose – ferritina geralmente <500
• Hepatopatia Alcoólica – ferritina até 500
- Anamnese detalhada, pode ser necessária biopsia hepática
https://aps.bvs.br/aps/como-fazer-o-diagnostico-de-hemocromatose-e-como-trataracompanhar-estes-pacientes/
https://aps.bvs.br/aps/como-fazer-o-diagnostico-de-hemocromatose-e-como-trataracompanhar-estes-pacientes/
Proteína ligadora de retinol RBP)
• Meia vida – 12h; sintetizada no fígado
• Proteína plasmática que é um reagente negativo de fase agudo.
• Concentração relaciona-se com estado proteico calórico
• Liga e transporta o retinol. Após liberado pela RBP retinol fica no 
tecido
• Não passa pelo glomérulo renal
• Não reflete estado proteico em pctes agudamente estressados
• Não é afetada pelo estresse inflamatório como albumina e 
transferrina
Referência: (Suspender suplementos de biotina)
ATÉ 0,4 mg/L (Urina}}
MAHAN, L.K; ESCOTT-STUMP, S. Krause: Alimentos, Nutrição e Dietoterapia.12.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
- Concentração sérica de RBP ocorre na 
proporção de 1:1:1 com o complexo retinol e 
transtiretina. 
- Concentração sérica de RBP reflete a 
concentração sérica de retinol
NETTO, M. P.; PRIORE, S.E.; FRANCESCHINI, S.C.C. Indicadores do estado o nutricional de vitamina A. Nutrire: rev. Soc. Bras. Alim. Nutr.= J. Brazilian Soc. Food Nutr., São Paulo, SP, v. 31, n. 1, p. 127-150, abr. 2006.
PROTEÍNAS TOTAIS
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CPROTF
Refere-se à soma da concentração das proteínas
circulantes.
Mede: proteína total, albumina e
globulina no sangue.
Razão albumina:globulina
Normalidade - um pouco mais de albumina do
que de globulina
Razão de < 1 ou bem maior que > 1 pode fornecer
indícios sobre problemas orgânicos
Diagnóstico e tratamento: doenças hepáticas, renais, da medula óssea, e
distúrbios metabólicos, triagem para deficiências nutricionais
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CPROTF
ALBUMINA
• Sintetizada no fígado na taxa de 8 a 14g/dia
• Corresponde a 60% das proteínas séricas totais
• Função: transporte e manter pressão coloidosmótica
(redução→ edema)
• Perda de fluido plasmático – hipovolemia →retenção
renal de Na + água
• Referência adultos de 3,7 A 5,2 g/dL
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CALB-D
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CALB-D
PRÉ-ALBUMINA Ou Transtiretina
• Sintetizado no fígado, no plexo corióideo, no SNC, na placenta, no 
intestino, no pâncreas e nas meninges.
• Contém: dois locais de ligação para os hormônios tireóideos (T3 e T4) 
e dois locais de ligação para a proteína de ligação do retinol sérica. 
• Níveis diminuem = desnutrição proteica. 
• Proteína de fase aguda negativa → estados inflamatórios e 
malignidades. 
• Aumento: doença de Hodgkin e em casos de insuficiência renal.
• Uso: Avaliação do estado nutricional, nutrição parenteral total; 
indicador clínico do estado do fígado.
• Referência: 20 A 36 mg/dL
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CP-ALB
WILLIAMSON, Mary A.; SNYDER, L Michael. Wallach: interpretação de exames laboratoriais. Trad. AZEVEDO, Maria de Fátima, VOEUX, Patricia Lydie. 10. ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2016.
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CP-ALB
http://rmmg.org/artigo/detalhes/520
Faça a leitura para entender um pouco mais 
sobre esse exame:
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CELFPRO
http://rmmg.org/artigo/detalhes/520
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CELFPRO
CERULOPLASMINA
• Principal proteína de transporte do cobre no sangue (alfa-2-
globulina)
• Carrega cerca de 70 a 90% do cobre plasmático
• Desempenha papel no metabolismo do ferro e do cobre
• Outros nomes: CP, ferroxidase, ferro (II): oxigênio oxidorredutase
• Proteína de fase aguda
• Avaliação de possível doença de Wilson, síndrome de Menkes,
aceruloplasminemia
• Referência: 20,0 A 60,0 mg/dL
Anticonvulsivante, a metadona, o tamoxifeno, os anovulatórios 
orais e o tabagismo aumentam os níveis séricos.
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CCER
WILLIAMSON, Mary A.; SNYDER, L Michael. Wallach: interpretação de exames laboratoriais.Trad. AZEVEDO, Maria de Fátima, VOEUX, Patricia Lydie. 10. ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2016.
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CCER
Vitamina D
• 1,25-di-hidroxi [calcitriol e 1,25dihidroxicolecalciferol
(1,25OHD)] → principalmente em doenças renais, investigação
de deficiência de vitamina D, condições relacionadas como
raquitismo, e investigação de distúrbios metabólicos.
• Referência: 19,9 a 79,3 pg/ml.
• 25-hidroxivitamina D → padrão para diagnóstico de
hipovitaminose D.
Referência: até 60 anos de idade superior a 20,0 ng/ml; grupos
de risco de 30,0 a 60,0 ng/ml; risco de toxicidade e
hipercalcemia: superior a 100,0 ng/ml.
WILLIAMSON, Mary A.; SNYDER, L Michael. Wallach: interpretação de exames laboratoriais. Trad. AZEVEDO, Maria de Fátima, VOEUX, Patricia Lydie. 10. ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2016.
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7C25-VD3
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CVIT-D3
http://www.cookie.com.br/site/wp-content/uploads/2014/11/vitamina-D.pdf
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7C25-VD3
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=S%7C%7CVIT-D3
http://www.cookie.com.br/site/wp-content/uploads/2014/11/vitamina-D.pdf
https://www.researchgate.net/publication/38976617_Niveis_de_25_OH_vitamina_D_entre_primatas_de_especie_Callithrix_penicillata_expostos_e_nao_expostos_a_luz_solar
https://www.researchgate.net/publication/38976617_Niveis_de_25_OH_vitamina_D_entre_primatas_de_especie_Callithrix_penicillata_expostos_e_nao_expostos_a_luz_solar
Avaliação no 
sangue
Jejum 12 horas
Pode ser avaliado 
no cabelo 
h
ttp
://w
w
w
.lab
h
p
ard
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A
M
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7
C
%
7
C
M
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A
Ideal -> dosagem 
no eritórcio
(hemácia)
Elevado custo
MINERALOGRAMA
http://www.labhpardini.com.br/scripts/mgwms32.dll?MGWLPN=HPHOSTBS&App=HELPE&EXAME=DIV%7C%7CMINERA
Discutindo o Magnésio
Problemática
Paciente com 25 anos do gênero feminino, sedentária. Relata cansaço,
fadiga, sonolência, queda de cabelo, unhas frágeis. Alto consumo de
alimentos industrializados e frituras. Faz 3 refeições ao dia.
Exames: Hb 10,5; Ht – 32%, hemácias microcítica, Ferro sérico – 30
ug/dL , Ferritina 5ng/mL
• CM – pão francês com margarina e 3 xícaras de café com açúcar
refinado
• Almoço – Arroz branco, não gosta de feijão, ovo frito ou carne
branca/vermelha fritos ou empanados e 1 copo de leite desnatado
com chocolate ou café
• Jantar – parecido com almoço ou fast food
- Qual o provável diagnóstico? E as causas?
Pelos exames, e hábitos alimentares trata-se de uma anemia ferropriva. Podemos 
ter como causa sua alimentação que pode estar fornecendo baixo conteúdo de 
ferro, além de prejuízos na absorção. Além disso, jovem em idade fértil que pode 
ter perdas de ferro na menstruação. Não temos relato de uso de medicação, mas 
sabemos que algumas podem estar envolvidas. 
O que mais o hemograma pode 
dizer?
A interpretação da PLR combinada com índices hematológicos 
complementares é aconselhável para diagnosticar com mais 
precisão as doenças reumáticas inflamatórias e prever 
comorbidades relacionadas.

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