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INSTALAÇÕES 
ELÉTRICAS E DE 
COMUNICAÇÃO
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
 > Identificar os principais pontos da norma que trata das instalações elétricas 
de baixa tensão.
 > Descrever as regras fundamentais das normas que tratam dos símbolos 
gráficos.
 > Reconhecer os principais tópicos da norma que trata dos sinais e símbolos 
literais.
Introdução
No Brasil, embora não haja uma obrigatoriedade legal, é importante que ocorra 
a verificação da certificação de conformidade técnica das instalações elétricas, 
visando à identificação de falhas que possam aumentar riscos, como incêndios 
causados por curto-circuito, e, por consequência, à realização dos ajustes neces-
sários antes da entrega da obra. Além disso, por meio dessa inspeção, é possível 
verificar se os componentes da instalação estão adequadamente dimensionados 
e garantir a redução de perdas técnicas pelo maior aproveitamento da energia.
Neste capítulo, descreveremos quais são as principais características que 
as instalações elétricas de baixa tensão devem apresentar e identificaremos os 
símbolos gráficos, sinais e símbolos literais. Ao finalizar a leitura deste texto, você 
estará capacitado para aplicar esses conhecimentos em sua rotina acadêmica e 
profissional.
Normatização de 
projetos elétricos
Ary Santana
Normatização das instalações elétricas de 
baixa tensão
Normas técnicas são documentos que constituem regras, características ou 
diretrizes sobre determinados produtos, materiais, serviços ou processos. 
Elas são elaboradas por órgãos regulamentadores oficiais, e seu conheci-
mento e sua aplicação permitem reduzir o desperdício de materiais, gerando 
segurança, qualidade e confiabilidade, além de diminuir a chance de erros 
(GEBRAN; RIZZATO, 2017).
Nesse contexto, as instalações elétricas de baixa tensão devem seguir 
normas técnicas específicas desenvolvidas pela Associação Brasileira de 
Normas Técnicas (ABNT), entidade responsável por elaborar, revisar e distribuir 
normas técnicas no Brasil. A ABNT é membro fundador e representante da 
International Organization for Standardization (ISO), da Comissão Panameri-
cana de Normas Técnicas (COPANT) e da Associação Mercosul de Normalização 
(AMN), e, ainda, representa a International Electrotechnical Commission (IEC) 
no Brasil (GEBRAN; RIZZATO, 2017). 
Entre as normas técnicas aplicadas nos projetos de instalações elétricas, 
destacam-se as seguintes (ABNT, 1972, 1980, 1989, 2004).
 � “Instalações elétricas de baixa tensão” (NBR 5410:2004).
 � “Símbolos gráficos para instalações elétricas prediais” (NBR 5444:1989).
 � “Símbolos gráficos de relacionamento usados na confecção de esque-
mas” (NBR 5446:1980).
 � “Sinais e símbolos literais para eletricidade” (NBR 5453:1972).
Algumas das normas ABNT aqui citadas já foram formalmente cance-
ladas. Porém, na ausência de novas normas que tratem dos assuntos 
por elas abordados, suas prescrições ainda são consideradas em projetos 
elétricos.
Aplicação e princípios fundamentais da NBR 5410 
(ABNT, 2004a)
A NBR 5410:2004 rege os projetos elétricos de baixa tensão e busca: “[...] o 
estabelecimento das condições que contemplassem as instalações elétricas 
Normatização de projetos elétricos2
de baixa tensão, a fim de garantir a segurança de pessoas e animais, o fun-
cionamento adequado da instalação e a conservação de bens” (ABNT, 2004a, 
documento on-line). Essa Norma está voltada, principalmente, para instalações 
elétricas, novas ou preexistentes, de edificações, sejam elas residenciais, 
comerciais, públicas, industriais, de serviços, agropecuárias, hortigranjeiras 
e outras, incluindo as pré-fabricadas. Essa Norma também se aplica às áreas 
descobertas de propriedades, externas às edificações; a trailers e campings, 
marinas e instalações equivalentes; a canteiros de obra, feiras, exposições e 
outras instalações de uso temporário (ABNT, 2004a).
 Quanto aos circuitos elétricos, a Norma é aplicada àqueles:
 � que apresentam tensão nominal de alimentação igual ou inferior a 
1.000 V em corrente alternada, com frequências menores que 400 Hz, 
ou a 1.500 V em corrente contínua;
 � não internos a equipamentos e que funcionam sob tensão maior que 
1.000 V, alimentados por uma instalação com tensão igual ou inferior 
a 1.000 V em corrente alternada;
Além disso, a Norma contempla toda as fiações e linhas elétricas que não 
são atendidas por normas referentes a equipamentos de utilização e linhas 
elétricas fixas de sinal, exceto circuitos que são internos aos equipamentos. 
É importante reconhecer, também, as instalações que não são previstas 
pela NBR 5410:2004, que são de tração elétrica, de veículos automotores, de 
embarcações e aeronaves, de equipamentos para supressão de perturbações 
radioelétricas, de iluminação pública, de redes públicas de distribuição de 
energia elétrica, de proteção contra quedas diretas de raios, de minas e de 
cercas eletrificadas.
A Norma descreve os princípios fundamentais que orientam objetivos e 
prescrições direcionados às instalações elétricas de baixa tensão, destacando-
-se (ABNT, 2004a):
 � proteção de pessoas e animais contra choques elétricos e efeitos tér-
micos, como incêndios e queimaduras, incluindo temperatura excessiva 
do escoamento de corrente de falta;
 � proteção de animais, pessoas e bens contra efeitos negativos de tem-
peraturas ou solicitações eletromecânicas excessivas, quando há 
sobrecorrente nos condutores vivos e de sobretensões;
 � disponibilidade de equipamentos de segurança que devem funcionar 
durante emergências;
Normatização de projetos elétricos 3
 � interrupção do fluxo de energia no circuito por meio de dispositivos 
de fáceis identificação e uso;
 � garantia de seccionamento da instalação para manutenção e outras 
necessidades;
 � independência da instalação de influências prejudiciais advindas de 
outra instalação, elétrica ou não;
 � componentes que garantam, entre outros, espaço suficiente para a 
instalação e posterior substituição das partes, acessibilidade e con-
formidade técnica e compatibilidade com as condições a que forem 
submetidos;
 � possibilidade de inspeção e ensaios.
Divisão dos circuitos na instalação elétrica
A NBR 5410:2004 prevê que a divisão de uma instalação elétrica é definida pelo 
número de seus circuitos, de modo a permitir que cada um desses circuitos 
possa ser seccionado sem representar risco de realimentação inadvertida 
por outro circuito da instalação. Dessa maneira, a divisão da instalação em 
circuitos elétricos deve atender às exigências funcionais, de segurança, de 
produção, de conservação de energia e de manutenção, permitindo, por 
exemplo, a criação de ambientes diferentes e evitando, por consequência, 
que falhas em um circuito causem falta de alimentação em uma área (ABNT, 
2004a). Essa divisão reduz paralisações devido a ocorrências e possibilita 
acionamento de cargas de iluminação e climatização na justa medida da 
necessidade, além de facilitar inspeção e reparos (CASANOVA; FERNANDES; 
MARTIN, 2008). 
Deve-se, ainda, considerar possíveis necessidades futuras de ampliação 
da instalação elétrica, devendo essa ampliação refletir a taxa de ocupação 
dos condutos, dos quadros de distribuição e da potência de alimentação. Os 
circuitos terminais devem estar individualizados, considerando a função dos 
equipamentos de uso que alimentam, e circuitos terminais diferentes devem 
ser previstos para os pontos de iluminação e de tomada, distribuindo as 
cargas entre as fases para alcançar o maior equilíbrio possível (ABNT, 2004a).
Para locais de habitação, a NBR 5410:2004 prevê que, sempre que houver 
um ponto de utilização que alimente, exclusiva ou virtualmente dedicado, 
um equipamento com corrente nominal maior que 10 A, um circuito indepen-
dente deverá ser constituído. Além disso, os pontos de tomada de cozinhas, 
copas, áreas de serviço e lavanderias deverão ser alimentados por circuitos 
exclusivos, para alimentar as tomadas desses ambientes. Como exceção ao 
Normatização de projetos elétricos4exposto, a Norma admite que pontos de tomada (exceto aqueles que alimen-
tam equipamentos superiores a 10 A) e de iluminação sejam alimentados por 
circuito em comum em locais habitacionais, desde que a corrente de projeto 
(IB) do circuito comum (iluminação mais tomadas) não seja superior a 16 A, 
os pontos de iluminação não sejam alimentados por um só circuito em sua 
totalidade (caso esse circuito seja comum, considerando iluminação mais 
tomadas) e os pontos de tomadas também não sejam alimentados por um 
só circuito em sua totalidade (caso esse circuito seja comum, considerando 
iluminação mais tomadas) (ABNT, 2004a).
Quanto à carga máxima permitida, cada circuito não deve ultrapassar 
10 A. Assim, um circuito de 127 V equivale a, no máximo, 1270 VA e um 
de 220 V equivale a 2200 VA de potência, para circuitos monofásicos (COSTA, 2018).
Componentes de uma instalação elétrica de baixa 
tensão
Instalações elétricas de baixa tensão possuem componentes que devem ser 
dimensionados, selecionados e instalados de acordo com a NBR 5410:2004, 
visando à segurança do sistema e dos usuários. Esses componentes podem 
ser materiais, dispositivos, acessórios, instrumentos, máquinas, equipamen-
tos, conjuntos ou partes da instalação, e devem estar adequados à tensão 
nominal da instalação, à corrente de projeto que vai percorrê-los durante 
funcionamento (incluindo as condições anormais), à potência e à frequência 
da corrente no circuito. Além disso, durante o serviço normal, esses compo-
nentes não devem causar malefícios a outras partes do sistema (ABNT, 2004a).
Considerando uma instalação elétrica residencial como exemplo, a dis-
cussão dos seguintes componentes é fundamental (ABNT, 2004a):
 � condutores elétricos;
 � pontos de iluminação;
 � pontos de tomada;
 � interruptores;
 � dispositivos de proteção.
Veremos cada um em detalhes a seguir.
Normatização de projetos elétricos 5
Condutores elétricos
Conhecer as principais características dos condutores elétricos é funda-
mental para seu adequado dimensionamento em uma instalação elétrica 
de baixa tensão, seguindo parâmetros da NBR 5410:2004. Essa Norma prevê 
que, primeiramente, deve-se definir a forma de instalação desses condutores, 
observando-se as influências do meio externo (ABNT, 2004a).
De acordo com a NBR 5410:2004, os condutores elétricos de uma instalação 
elétrica residencial devem ter capacidade de condução de corrente igual 
ou superior à corrente de projeto do circuito: os circuitos terminais devem 
apresentar limite de queda de tensão de 4%, enquanto, para circuitos que 
interligam o quadro medidor ao quadro de distribuição, esse limite deve ser 
de 1%. Além disso, as seções mínimas de seção devem ser de 1,5 mm² e de 
2,5 mm² para iluminação e para tomadas, respectivamente.
A fim de facilitar conexões, manutenções, identificações e segurança, 
a NBR 5410:2004 recomenda que os condutores tenham cores específicas. 
Quanto ao dimensionamento dos condutores, a Norma descreve o seguinte 
(ABNT, 2004a):
 � seção mínima (resumida no Quadro 1);
 � proteção contra choques elétricos;
 � proteção contra sobrecargas;
 � proteção contra curto-circuito;
 � capacidade de condução de corrente;
 � queda de tensão.
Normatização de projetos elétricos6
Quadro 1. Seção mínima dos condutores elétricos
Tipo de linha Utilização do circuito
Seção mínima do 
condutor (mm²) 
— material
Instalações 
fixas em 
geral
Condutores 
e cabos 
isolados
Circuitos de iluminação 1,5 — Cu
Circuitos de força 2,5 — Cu; 16 — Al
Circuitos de sinalização 
e circuitos de controle
0,3 — Cu
Condutores 
nus
Circuitos de força 10 — Cu; 16 — Al
Linhas flexíveis com 
cabos isolados
Circuitos de sinalização 
e circuitos de controle
4 — Cu
Para um equipamento 
específico
Como especificado na 
norma do equipamento
Para qualquer outra 
aplicação
0,75 — Cu
Circuitos a extrabaixa 
tensão para aplicações 
especiais
0,75 — Cu
Fonte: Adaptado de Gebran e Rizzato (2017).
Previsão de cargas
A NBR 5410:2004 prevê a distribuição de pontos de iluminação e de tomadas 
para locais de habitação. No que tange à determinação das cargas de ilumi-
nação, a Norma descreve que a potência nominal deve incluir a potência das 
lâmpadas, as perdas e o fator de potência dos equipamentos auxiliares, para 
aparelhos fixos de iluminação à descarga. Em locais de habitação, deve ser 
previsto, no mínimo, um ponto de luz fixo no teto, a ser comandado por inter-
ruptor, em cada cômodo ou dependência. Entretanto, em espaços pequenos, 
como debaixo de escadas, em depósitos, despensas, lavabos e varandas, onde 
a colocação do ponto de luz fixo no teto seja de difícil execução ou não seja 
conveniente, esse ponto fixo no teto poder ser substituído por um ponto na 
parede (ABNT, 2004a).
Normatização de projetos elétricos 7
Na Quadro 2, são apresentadas as potências mínimas para cômodos es-
pecíficos em locais habitacionais.
Quadro 2. Potências mínimas para cômodos de locais habitacionais
Área do cômodo Carga mínima prevista
≤ 6m2 100 VA
> 6m2 100 VA para os primeiros > 6m2, acrescida de 60 
VA para cada 4 m2 a mais
Fonte: Adaptado de ABNT (2004).
As lâmpadas são instaladas nos pontos de iluminação com a utilização 
de receptáculos, cuja função é fixar a lâmpada e conectá-la à rede elétrica. 
As roscas dos receptáculos, chamadas de base, podem ter diferentes for-
matos das roscas: para lâmpadas incandescentes, fluorescentes e LED. Os 
receptáculos são também denominados bocais ou soquetes e podem ser 
instalados em spots ou em plafoniers (GEBRAN; RIZZATO, 2017). De acordo com 
a NBR 5410:2004, os receptáculos devem ser selecionados considerando-se 
tanto a corrente quanto a potência absorvida pela lâmpada a qual se ligam 
(ABNT, 2004a).
As tomadas, por sua vez, são classificadas em tomadas de uso geral e 
de uso específico, sendo necessário conhecer a corrente e a tensão a que 
serão submetidas para serem dimensionadas adequadamente. Cada ponto 
de tomada terá sua potência atribuída em função dos equipamentos que vai 
alimentar. O Quadro 3 traz os mínimos valores de potência atribuídos aos 
pontos de tomada.
Quadro 3. Valores mínimos de potência atribuídos aos pontos de tomada 
Cômodo
Potência mínima por ponto 
para cada cômodo
Banheiros, cozinhas, copas, 
copas-cozinhas, áreas de serviço, 
lavanderias e locais análogos
600 VA, até três pontos;
100 VA para os excedentes
Demais 100 VA
Fonte: Adaptado de ABNT (2004).
Normatização de projetos elétricos8
Quando o ponto de tomada tem uso especificado, uma potência igual 
ou superior à potência nominal do equipamento que será alimentado deve 
ser atribuída. Se não for possível determinar os valores precisos, então a 
potência atribuída ao ponto de tomada será calculada a partir da potência 
do equipamento mais potente que será alimentado ou baseando-se na cor-
rente de projeto e na tensão do circuito em questão. A distância máxima do 
ponto de tomada de uso específico da localização do equipamento que será 
alimentado é de 1,5 m (ABNT, 2004a).
Quanto à quantidade de pontos de tomada, a Quadro 4 traz a distribuição 
de pontos de tomadas em cômodos de locais habitacionais.
Quadro 4. Distribuição de tomadas para cômodos de locais habitacionais
Cômodo Distribuição de ponto de tomada
Sala e dormitório Mínimo de 1 ponto a cada 5 m, ou fração, de perímetro. 
Os pontos devem ser espaçados uniformemente.
Cozinhas
Copas
Áreas de serviço
Lavanderias
Mínimo de 1 ponto de tomada a cada 3,5 m, ou fração, de 
perímetro. Acima da bancada da pia, devem ser previstas, 
pelo menos, duas tomadas de corrente, no mesmo ponto 
ou em pontos diferentes.
Varanda Mínimo de 1 ponto de tomada. O ponto deverá ser 
instalado próximo a seu acesso quando a varanda tiver 
área inferior a 2 m2 ou quando sua profundidade for 
inferior a 0,80 m.
Demais Área Quantidade de pontos
Maior ou igual a 2,25 m2 Mínimo de 1 ponto. 
Esse ponto poderá ser 
instalado externamente, 
com distância máxima de 
0,80 m de sua porta de 
acesso.
Maior que 2,25 m²e igual 
ou menor que 6 m²
Mínimo de 1 ponto
Maior que 6 m² Mínimo de 1 ponto a cada 5 
m, ou fração, de perímetro. 
Os pontos devem ser 
espaçados uniformemente.
Fonte: Adaptado de ABNT (2004).
Normatização de projetos elétricos 9
Interruptores
Os interruptores são dispositivos terminais que permitem a passagem da 
corrente elétrica no circuito elétrico (GEBRAN; RIZZATO, 2017). Visando à pa-
dronização desses componentes, a ABNT (2004b) elaborou a NBR NM 60669-
1:2004, “Interruptores para instalações elétricas fixas domésticas e análogas”, 
classificando os interruptores em (LIMA; LAGE, 2019):
1. simples unipolar, que comanda um circuito de lâmpadas com seccio-
namento de uma fase, para lâmpadas de 127 V; 
2. simples bipolar, que comanda um circuito de lâmpadas com secciona-
mento de duas fases, para lâmpadas de 220 V; 
3. paralelos (three way), usados para controle de um circuito por dois 
pontos diferentes.
Dispositivos de proteção
A instalação deve prover-se de elementos que garantam proteção contra 
anomalias, como choques elétricos, sobretensões e perturbações eletromag-
néticas. Nesse sentido, de acordo com Gebran e Rizzato (2017), os dispositivos 
de proteção e seccionamento são inseridos no circuito elétrico da instalação 
para interromper a circulação da corrente diante das anomalias citadas. 
A NBR 5410:2004 descreve dois tipos de procedimento para proteção: 
proteção básica e proteção supletiva. A proteção básica é o impedimento 
do contato com partes vivas perigosas em condições normais e a proteção 
supletiva é a garantia de proteção contra choques elétricos quando massas ou 
partes condutivas acessíveis tornam-se vivas acidentalmente (ABNT, 2004a). 
Além disso, a equipotencialização, o barramento de equipotencialização prin-
cipal, o barramento de equipotencialização suplementar ou o barramento de 
equipotencialização local e o equipamento de tecnologia da informação podem 
ser utilizados para proteger o sistema de choques elétricos, sobretensões e 
perturbações eletromagnéticas (GEBRAN; RIZZATO, 2017).
De acordo com a Norma, “[...] os condutores vivos devem ser protegidos, 
por um ou mais dispositivos de seccionamento automático contra sobre-
cargas e contra curtos-circuitos” (ABNT, 2004a, documento on-line). Esses 
dispositivos de proteção devem interromper sobrecorrentes antes que elas se 
tornem perigosas e podem ser disjuntores, fusíveis e disjuntores associados 
a dispositivos fusíveis. Na Figura 1, estão esquematizados os dispositivos de 
proteção preconizados previstos pela NBR 5410:2004.
Normatização de projetos elétricos10
Figura 1. (a) Disjuntor termomagnético e (b) diferentes tipos de fusíveis.
Fonte: Adaptada de Gebran e Rizzato (2017).
(A)
(B)
Visando ao isolamento elétrico e à proteção do condutor durante a enfiação 
no eletroduto, contra oxidação e outros danos, a Norma defende que todos 
os cabos de energia devem ser isolados, com exceção dos casos de uso de 
condutores nus ou com apenas cobertura permitida (ABNT, 2004a).
Na instalação, há quadros de distribuição (Figura 2), que são responsáveis 
por armazenar os dispositivos de segurança. Entre os quadros de distribuição, 
há o principal, que é aquele posicionado logo após o ponto de entrada da 
linha elétrica na edificação. Entende-se “ponto de entrada” como o local 
exato onde a linha externa entra na edificação.
Normatização de projetos elétricos 11
Figura 2. Quadro de distribuição para fornecimento bifásico.
Fonte: Instalações... ([2021?], documento on-line). 
Aterramento
O aterramento é a ligação da instalação elétrica, ou de suas estruturas, com 
a terra e busca estabelecer uma referência para a rede elétrica e possibilitar 
o fluxo de correntes elétricas para a terra (CREDER, 2016). O aterramento de 
instalações elétricas de baixa tensão é composto por condutores de proteção, 
de ligação equipotencial e de aterramento, e por eletrodos de aterramento.
A NBR 5410:2004 estabelece os critérios para o aterramento de instala-
ções elétricas de baixa tensão, visando à segurança da instalação e de seus 
usuários. Dessa maneira, ressalta-se que:
Normatização de projetos elétricos12
 � deve-se integrar o aterramento único para toda a instalação à es-
trutura da edificação, considerando que o eletrodo de aterramento, 
preferencialmente, é constituído pelas armaduras de aço dentro do 
concreto das fundações das edificações;
 � é preciso que sejam localizas próximas entre si as entradas dos serviços 
públicos de energia e sinais, ficando juntas ao aterramento comum;
 � deve-se realizar o aterramento do neutro somente na entrada da 
edificação;
 � o condutor de aterramento deve ser conduzido junto à cabeação de 
energia, desde a entrada da instalação.
De acordo com Cavalin e Cervelin (2006), a infraestrutura de aterramento 
deve conferir credibilidade e contemplar todos os requisitos de segurança, 
conduzindo as correntes de falta à terra sem representar riscos de danos 
térmicos, eletromecânicos, termomecânicos ou choques elétricos. Além disso, 
essa infraestrutura deve também atender aos requisitos funcionais da ins-
talação, quando for pertinente.
Nesse contexto, há diversos esquemas de aterramento que classificam 
as redes de distribuição. Esses esquemas diferem entre si de acordo com a 
função da alimentação e das massas em relação à terra. Para a classificação 
desses sistemas, utiliza-se um código de três letras: X, que identifica como é 
a relação da alimentação com a terra; Y, que identifica como é a relação das 
massas com a terra; e Z, que descreve a disposição dos condutores neutro e 
de proteção (CREDER, 2016). Quanto aos esquemas, a NBR 5410:2004 elenca 
três: o TN, o TT e o IT.
O esquema TN possui um ponto de alimentação aterrado diretamente 
e suas massas são ligadas a esse ponto de alimentação por condutores de 
proteção. No esquema TT, há um ponto de alimentação aterrado diretamente, 
mas suas massas são ligadas a pontos de aterramentos diferentes do ponto de 
alimentação. Em contrapartida, o esquema IT não apresenta qualquer ponto 
de alimentação diretamente aterrado, mas suas massas são diretamente 
aterradas (CREDER, 2016).
A NBR 5410:2004 descreve que as massas metálicas devem ser ligadas a 
condutores de proteção, estabelecendo, dessa forma, uma rede de aterramento. 
Essa Norma estabelece, ainda, que dispositivos de proteção devem ser capazes 
de seccionar, de modo automático, a alimentação do circuito toda vez que uma 
falta estabelecida entre a parte viva e a massa originar tensão de contato 
arriscada. O tempo máximo de seccionamento é estabelecido em função direta 
da tensão nominal da instalação e do esquema de aterramento (ABNT, 2004a).
Normatização de projetos elétricos 13
Símbolos gráficos em projetos elétricos
Os símbolos gráficos são aplicados para facilitar a execução do projeto elé-
tricos e identificação dos vários pontos de utilização (CREDER, 2016). Para 
o desenho da planta do projeto da instalação elétrica de baixa potência, 
a NBR 5444:1989, “Símbolos gráficos para instalações prediais”, traz uma 
série de símbolos que podem ser utilizados. Embora essa Norma tenha sido 
cancelada em 2014, Creder (2016) afirma que a simbologia por ela prevista 
continua sendo utilizada. 
A NBR 5444:1989 se baseia na conceituação simbológica de quatro elemen-
tos geométricos básicos: o traço, o círculo, o triângulo equilátero e o quadrado. 
O traço (Figura 3) é um segmento de reta que representa os eletrodutos e os 
condutores, considerando que (ABNT, 1989): 
 � para eletrodutos e telefones, deve-se indicar a seção, caso seja dife-
rente de 15 mm, para todas as dimensões em mm; 
 � para tubulação de campainha, som, anunciador ou outro sistema, 
deve-se indicar, na legenda, o sistema passante; 
 � para condutores de fase, neutro, de retorno ou terra, cada traço repre-
senta um condutor e deve-se indicar a seção, o número de condutores, 
o número do circuito e a seção dos condutores, exceto se forem de 
1,5 mm²; 
 � para a cordoalha de terra, deve-seindicar a seção usada. 
Figura 3. Exemplos de simbologia de condutores elétricos: (a) condutor fase dentro do ele-
troduto, (b) condutor neutro dentro do eletroduto, (c) condutor retorno dentro do eletroduto 
e (d) condutor terra dentro do eletroduto.
Fonte: Mattede (c2021, documento on-line).
A
B
C
D
Normatização de projetos elétricos14
O círculo (Figura 4) pode representar o ponto de luz, o interruptor ou a 
indicação de qualquer dispositivo embutido no teto. O ponto de luz deve ter 
um diâmetro maior que o do interruptor, para que seja possível diferenciá-
-los. Uma arandela (ponto de luz na parede) também é representada por 
um círculo. Além disso, um elemento qualquer circundado indica que ele se 
localiza no teto. Para a representação de interruptores, deve-se considerar 
que letras minúsculas ao lado da simbologia indicam os pontos comandados.
Figura 4. Exemplos de simbologia de interruptores: (a) interruptor de uma seção, (b) interruptor 
de duas seções e (c) interruptor de três seções.
Fonte: Mattede (c2021, documento on-line).
A
B
C
O triângulo equilátero (Figura 5) representa as tomadas, acrescentando-se 
variações para indicar alterações de significado e função, como em tomadas 
de luz e telefone, e alterações em seus níveis na instalação (baixa, média e 
alta). Deve-se indicar a potência da tomada ao lado em VA (exceto se for de 
100 VA), bem como o número do circuito correspondente e a altura da tomada, 
se for diferente da normalizada (se a tomada for de força, indicar o nº de W 
ou kW) (ABNT, 1989).
Normatização de projetos elétricos 15
Figura 5. Exemplos de simbologia de tomadas: (a) tomada baixa, (b) tomada média e (c) 
tomada alta.
Fonte: Mattede (c2021, documento on-line).
300 VA
A
B
C
-1-
-1-
-1-
00 VA
300 VA
Por fim, o quadrado (Figura 6) representa qualquer elemento no piso ou 
conversor de energia (motor elétrico). Um elemento qualquer envolvido por 
um quadrado indica que o dispositivo se encontra no piso.
Figura 6. Exemplo de caixa de passagem no piso.
Fonte: Adaptada de Mattede (c2021).
A NBR 5446:1980, de título “Símbolos gráficos de relacionamento 
usados na confecção de esquemas”, tinha o objetivo de estabelecer os 
símbolos gráficos utilizados para representar os componentes, os equipamentos 
e a relação entre estes, bem como os efeitos físicos de seu funcionamento parcial 
ou completo, em desenhos técnicos ou diagramas de circuitos. Entretanto, essa 
norma foi cancelada e substituída pela NBR 12519:1992, também já cancelada.
Normatização de projetos elétricos16
Para a representação gráfica dos projetos de instalação elétrica, há os 
diagramas unifilares, cujo desenho de cada parte da instalação é mais sim-
ples, e os multifilares, que representam toda a instalação (GEBRAN; RIZZATO, 
2017). Veja a Figura 7.
Figura 7. Esquemas unifilar e multifilar de instalação de lâmpada com interruptor paralelo 
e uma tomada.
Fonte: Adaptada de Gebran e Rizzato (2017).
Com o cancelamento da NBR 5444:1989, a IEC 60617, de 2012, intitulada 
“Graphical symbols for diagrams”, passou a ser indicada (IEC, 2021). Essa Norma 
contém símbolos gráficos utilizados em projetos eletrotécnicos. Ao todo, são 
cerca de 1.900 símbolos, cada um identificado por um número de referência 
e com um título em inglês e em francês. Os símbolos estão organizados em 
um banco de dados cujo acesso se dá por assinatura adquirida por meio dos 
Comitês Nacionais do IEC ou pelo site oficial IEC Webstore.
Essa norma internacional contempla as seguintes áreas:
 � condutores e dispositivos de conexão;
 � componentes passivos básicos;
 � semicondutores e tubos de elétrons;
 � produção e conversão de energia elétrica;
Normatização de projetos elétricos 17
 � aparelhagem, mecanismo de controle e dispositivos de proteção;
 � instrumentos de medição, lâmpadas e dispositivos de sinalização;
 � transmissão de telecomunicações, comutação e equipamento periférico;
 � planos e diagramas de instalação arquitetônica e topográfica;
 � elementos lógicos binários;
 � elementos analógicos e híbridos.
A IEC 60617 constitui um padrão internacional de simbologia que considera 
as normas europeias e as exigências norte-americanas e japonesas.
Sinais e símbolos literais
A NBR 5453:1972, cujo título era “Sinais e símbolos literais para eletricidade”, 
foi publicada em 1972 e cancelada em 2006, mas seu conteúdo continua sendo 
considerado em projetos elétricos. O objetivo dessa Norma era estabelecer os 
sinais e os símbolos literais para uso em eletricidade. Na Quadro 5, encontra-
-se esquematizada a simbologia literal para a identificação dos componentes 
em esquemas e diagramas de projetos elétricos.
Quadro 5. Simbologia literal usada em projetos elétricos 
Símbolo Componente Exemplo
A Conjuntos e subconjuntos Equipam laser e maser. 
Combinações diversas.
B Transdutores Sensores termoelétricos, 
células termoelétricas, 
células fotoelétricas, 
transdutores a cristal, 
microfones fonocaptores, 
gravadores de disco.
C Capacitores —
D Elementos binários, 
dispositivos de temporização, 
dispositivos de memória
Elementos combinados, mono 
e biestáveis, registradores, 
gravadores de fita ou de 
disco.
E Componentes diversos Dispositivos de iluminação, 
de aquecimento, etc.
Normatização de projetos elétricos18
Símbolo Componente Exemplo
F Dispositivos de proteção Fusíveis, para-raios, 
disparadores, relés.
G Geradores, fontes de 
alimentação
Geradores rotativos, 
alternadores, conversores 
de frequência, soft-starters, 
baterias, osciladores.
H Dispositivos de sinalização Indicadores acústicos e 
ópticos.
K Contatores Contatores de potência e 
auxiliares.
L Indutores Bobinas de indução de 
bloqueio.
M Motores —
N Amplificadores, reguladores Componentes analógicos, 
amplificadores de inversão, 
magnéticos, operacionais, por 
válvulas, transistores.
P Instrumentos de medição e 
de ensaio
Instrumentos indicadores, 
registradores e integradores, 
geradores de sinal, relógios.
Q Dispositivos de manobra para 
circuitos de potência
Disjuntores, seccionadores, 
interruptores.
R Resistores Reostatos, potenciômetros, 
termistores, resistores em 
derivação, derivadores.
S Dispositivos de manobra, 
seletores auxiliares
Dispositivos e botões de 
comando e de posição (fim de 
curso) e seletores.
T Transformadores Transformadores de 
distribuição, de potência, 
de potencial, de corrente, 
autotransformadores.
U Moduladores, conversores Discriminadores, 
demoduladores, 
codificadores, transmissores 
telegráficos.
(Continua)
Normatização de projetos elétricos 19
Símbolo Componente Exemplo
V Válvulas eletrônicas, 
semicondutores
Válvulas, válvulas sob 
pressão, diodos, transistores, 
tiristores.
W Antenas, guias de 
transmissão e de onda
Jampers, cabos, barras 
coletoras, acopladores 
dipolos, antenas parabólicas.
X Terminais, tomadas e plugues Blocos de conectores e 
terminais, Jaques.
Y Dispositivos mecânicos 
operados mecanicamente
Freios, embreagens, válvulas 
pneumáticas.
Z Cargas corretivas, 
transformadores diferenciais; 
equalizadores, limitadores
Rede de balanceamento de 
cabos, filtros a cristal.
Fonte: Adaptado de ABNT (1972).
Referências
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identificação de elementos de circuito. Rio de Janeiro: ABNT, 1983.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 5410: instalações elétricas 
de baixa tensão. Rio de Janeiro: ABNT, 2004a. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 5444: símbolos elétricos 
para instalações elétricas prediais. Rio de Janeiro: ABNT, 1989. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 5446: símbolos gráficos 
de relacionamento usados na confecção de esquemas. Rio de Janeiro: ABNT, 1980.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 5453: sinais e símbolos 
literais para eletricidade. Rio de Janeiro: ABNT, 1972.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 12519: símbolos gráficos 
de elementos de símbolos, símbolos qualificativose outros símbolos de aplicação 
geral - Simbologia. Rio de Janeiro: ABNT, 1992.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR NM 60669-1: interruptores 
para instalação elétricas fixas domésticas e análogas. Parte 1: requisitos gerais (IEC 
60669-1:2000, MOD). Rio de Janeiro: ABNT, 2004b.
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lacionados ao planejamento, à execução e à fiscalização de instalações elétricas 
de obras públicas quanto à segurança dos usuários finais. 2008. 76 f. Monografia 
(Especialização em Auditoria de obras públicas) – Pontifícia Universidade Católica 
do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2008. Disponível em: https://www.tce.rj.gov.br/
(Continuação)
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