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Sprint Rumo 
à Aprovação 
CNU
 Conhecimentos 
Gerais - Blocos 1 a 7
O ciclo de políticas públicas
Conforme o autor Secchi, o ciclo de políticas públicas:
“é um esquema de visualização e interpretação que organiza a vida de uma política 
pública em fases sequenciais e interdependentes”.
Na prática, o ciclo de políticas públicas tem uma elevada dinâmica e por isso o ciclo 
que indicamos aqui na teoria não reflete a real dinâmica de uma política pública.
Muitas vezes temos fases simultâneas, sequenciais e interdependentes..
Não há consenso entre os autores, acerca das etapas do ciclo de políticas públicas, 
mas temos algumas visões mais comuns:
Souza entende que o ciclo de políticas públicas é composto pelos seguintes 
estágios:
1) Definição de agenda
2) Identificação de alternativas
3) Avaliação das opções
4) Seleção das opções
5) Implementação
6) Avaliação
(CESPE – TCE-PE – Analista de Gestão) A última etapa do ciclo de políticas públicas é a
avaliação, que consiste na mensuração de resultados e de impactos com o propósito de
compará-los às metas originais.
Para Secchi , o ciclo de políticas públicas é composto pelas seguintes fases:
1) Identificação do problema
2) Formação da agenda
3) Formulação de alternativas
4) Tomada de decisão
5) Implementação
6) Avaliação
7) Extinção
Saraiva entende que o ciclo de políticas públicas é composto pelas seguintes 
fases:
1) Formação da Agenda
2) Elaboração
3) Formulação (Tomada de Decisão)
4) Implementação
5) Execução
6) Acompanhamento
7) Avaliação
Howlett e Ramesh entendem que as fases das políticas públicas são as 
seguintes:
1) Construção da agenda
2) Formulação da política
3) Tomada de decisão
4) Implementação
5) Avaliação
Institucionalização das políticas em
Direitos Humanos como políticas de
Estado.
Professor José Wesley
Governança pública e 
sistemas de governança 
(Decreto nº 9.203, de 22 de 
novembro de 2017)
DECRETO Nº 9.203, DE 22 DE NOVEMBRO 
DE 2017
 Dispõe sobre a política de governança da 
administração pública federal direta, 
autárquica e fundacional.
Art. 3º São princípios da governança pública:
I - capacidade de resposta;
II - integridade;
III - confiabilidade;
IV - melhoria regulatória;
V - prestação de contas e responsabilidade; e
VI - transparência.
Art. 17. A alta administração das organizações da administração pública federal direta, autárquica e 
fundacional deverá estabelecer, manter, monitorar e aprimorar sistema de gestão de riscos e controles internos 
com vistas à identificação, à avaliação, ao tratamento, ao monitoramento e à análise crítica de riscos que 
possam impactar a implementação da estratégia e a consecução dos objetivos da organização no cumprimento 
da sua missão institucional, observados os seguintes princípios:
I - implementação e aplicação de forma sistemática, estruturada, oportuna e documentada, subordinada ao 
interesse público;
II - integração da gestão de riscos ao processo de planejamento estratégico e aos seus desdobramentos, às 
atividades, aos processos de trabalho e aos projetos em todos os níveis da organização, relevantes para a 
execução da estratégia e o alcance dos objetivos institucionais;
III - estabelecimento de controles internos proporcionais aos riscos, de maneira a considerar suas causas, 
fontes, consequências e impactos, observada a relação custo-benefício; e
IV - utilização dos resultados da gestão de riscos para apoio à melhoria contínua do desempenho e dos 
processos de gerenciamento de risco, controle e governança.
Art. 19. Os órgãos e as entidades da administração direta, autárquica e 
fundacional instituirão programa de integridade, com o objetivo de promover a 
adoção de medidas e ações institucionais destinadas à prevenção, à detecção, à 
punição e à remediação de fraudes e atos de corrupção, estruturado nos 
seguintes eixos:
I - comprometimento e apoio da alta administração;
II - existência de unidade responsável pela implementação no órgão ou na 
entidade;
III - análise, avaliação e gestão dos riscos associados ao tema da integridade; 
e
IV - monitoramento contínuo dos atributos do programa de integridade.
Integridade pública
DECRETO Nº 11.529, DE 16 DE 
MAIO DE 2023
Institui o Sistema de Integridade, 
Transparência e Acesso à 
Informação da Administração 
Pública Federal e a Política de 
Transparência e Acesso à 
Informação da Administração 
Pública Federal.
Art. 1º Este Decreto dispõe, no âmbito da administração 
pública federal direta, autárquica e fundacional, sobre:
I - o Sistema de Integridade, Transparência e Acesso à 
Informação da Administração Pública Federal; e
II - a Política de Transparência e Acesso à Informação da 
Administração Pública Federal.
Art. 3º Para fins do disposto neste Decreto, considera-se: (Vigência)
I - programa de integridade - conjunto de princípios, normas, procedimentos e 
mecanismos de prevenção, detecção e remediação de práticas de corrupção e 
fraude, de irregularidades, ilícitos e outros desvios éticos e de conduta, de 
violação ou desrespeito a direitos, valores e princípios que impactem a confiança, 
a credibilidade e a reputação institucional;
II - plano de integridade - plano que organiza as medidas de integridade a serem 
adotadas em determinado período, elaborado por unidade setorial do Sitai e 
aprovado pela autoridade máxima do órgão ou da entidade; e
III - funções de integridade - funções constantes nos sistemas de corregedoria, 
ouvidoria, controle interno, gestão da ética, transparência e outras essenciais ao 
funcionamento do programa de integridade.
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/decreto/D11529.htm#art20
Art. 4º São objetivos do Sitai:
I - coordenar e articular as atividades relativas à integridade, à 
transparência e ao acesso à informação;
II - estabelecer padrões para as práticas e as medidas de 
integridade, transparência e acesso à informação; e
III - aumentar a simetria de informações e dados nas relações 
entre a administração pública federal e a sociedade.
Art. 5º Compõem o Sitai:
I - a Controladoria-Geral da União, como órgão central; e
II - as unidades nos órgãos e nas entidades da administração pública 
federal direta, autárquica e fundacional responsáveis pela gestão da 
integridade, da transparência e do acesso à informação, como 
unidades setoriais.
Art. 10. A Política de Transparência e Acesso à Informação da Administração 
Pública Federal compreende a:
I - transparência passiva, para garantir a prestação de informações em 
atendimento a pedidos apresentados à administração pública federal com 
fundamento na Lei nº 12.527, de 2011;
II - transparência ativa, para garantir a divulgação de informações nos sítios 
eletrônicos oficiais; e
III - abertura de bases de dados produzidos, custodiados ou acumulados pela 
administração pública federal, para promover pesquisas, estudos, inovações, 
geração de negócios e participação da sociedade no acompanhamento e na 
melhoria de políticas e serviços públicos.
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12527.htm
Art. 11. São princípios e objetivos da Política de Transparência e Acesso à Informação da 
Administração Pública Federal:
I - observância da publicidade como preceito geral e do sigilo como exceção;
II - amplo acesso da sociedade às informações e aos dados produzidos, custodiados ou 
acumulados pela administração pública federal e livre utilização desses dados e dessas 
informações, independentemente de autorização prévia ou de justificativa;
III - primariedade, integralidade, autenticidade e atualidade das informações disponibilizadas;
IV - tempestividade no provimento de informações;
V - utilização de linguagem acessível e de fácil compreensão;
VI - ênfase na transparência ativa como forma de atender ao direito das pessoas físicas e 
jurídicas de terem acesso às informações e aos dados produzidos, custodiadosou 
acumulados pela administração pública federal;
Art. 12. A transparência ativa será realizada por meio da divulgação 
de dados e informações nos sítios eletrônicos oficiais dos órgãos e 
das entidades da administração pública federal.
Parágrafo único. A ações de transparência ativa de que trata 
o caput se darão:
I - em cumprimento às normas vigentes;
II - por demanda ou interesse coletivo ou geral da sociedade; e
III - por iniciativa dos órgãos e das entidades.
Art. 13. A Controladoria-Geral da União manterá o Portal da 
Transparência do Poder Executivo Federal para divulgar dados e 
informações sobre a gestão de recursos públicos e sobre 
servidores públicos.
ÉTICA e INTEGRIDADE. 
3.1 Princípios e valores éticos do serviço público, seus direitos e deveres à 
luz do artigo 37 da Constituição Federal de 1988, e do Código de Ética 
Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto nº 
1.171/1994).
@glaubermarinho_
CNU
Subsídios para publicação Decreto 1.171/94:
Art. 37, caput, § 4º da Constituição Federal, art. 84, incisos IV e VI;
Lei 8429/92 – improbidade administrativa artigos 10,11 e 12;
Lei 8112/90 – regime jurídico dos servidores federais 
artigos116(deveres) e 117(proibições).
Princípios básicos
 L egalidade
 I mpessoalidade
 M oralidade – II,III e IV
 P ublicidade – VII
 E ficiência
Princípios básicos conduta servidor público
Profissionalismo (opção – dedicação plena)
Imparcialidade Objetividade
Excelência Civilidade
Decreto 1171/94, Capítulo I
Seção I
I,VI - DDZEC/ 
privado
II,III,IV - M = F/L
Bem-estar!
PublicidadeVerdade
Ausência
Filas
CORTE o CUBO
Negligência
Harmonia
Decreto 1171/94, Capítulo I
Seção II
RAPIDEZ ,RE/PE/TE
atribuições/ tarefas
Denúncia
comunicação 
prestação de 
contas/fiscalização
materializarhierarquia
Greve
assíduo /frequente 
2 opções
Decreto 1171/94, Capítulo I
Seção II
Limpeza
vestimentas 
Estudos/atualização
prerrogativas
Divulgar código
Decreto 1171/94, Capítulo I
Seção III
solicitar
Simpatia/antipatia
tecnologia
solidariedade
Favorecimento
Informação privilegiada
reputação
procrastinar
Decreto 1171/94, Capítulo I
Seção III
Dar concurso
embriaguez
desviar
alterar
iludir
retirar
CAPÍTULO II -DAS COMISSÕES DE ÉTICA(COMITÊS)
DEVER DE CONSTITUIR
Competências
Censura
Servidor
Pressupostos - Democracia
Liberdade de imprensa – acesso à informação
Liberdade de expressão
Voto e participação (elegibilidade)
Eleições c/ lisura
Alternância de poder
Transparência
Cidadania
Latim - Civitas - cidade
Conjunto de Direitos( civis, políticos, sociais)
Deveres – apropriação e intervenção/transformação espaços
Política: organização da pólis
Democracia + cidadania = exemplo voto ampliado
Tipos
Formal(nacionalidade)/legal Material/substantiva/real
3.4 Transparência e qualidade na gestão
pública, cidadania e equidade social.
No Estado Democrático de Direito em que foram fincados os alicerces fundacionais da
República Federativa Brasileira a transparência se constitui em instrumento de efetivação do
princípio da publicidade, o qual foi positivado no art. 37, caput, da Carta Magna de 1988. O
Tribunal de Contas de Santa Catarina - TCE/SC (2000, p. 14 apud PLATT NETO et al., 2004, p.
03) destaca que o princípio da transparência é mais amplo do que o da publicidade, pois “a
mera divulgação sem tornar o conteúdo compreensível para a sociedade não é transparência,
como também não o é a informação compreensível sem a necessária divulgação”. Platt Neto
et al. (2005) também considera que a definição de transparência é mais abrangente do que a
de publicidade porque uma informação pode ter caráter público, sem ser relevante, confiável,
tempestiva e compreensível.
• http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2019/12/ARTIGO-3.pdf
http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2019/12/ARTIGO-3.pdf
ASSISTENTE ADMINISTRATIVA(O) QUADRIX CRP MG
28 No que concerne à ética no serviço público, assinale a alternativa correta.
(A) A transparência é pressuposta da cidadania: má-informação conduz a um exercício deficiente de direitos.
(B) A transparência na gestão pública não se desenvolve por políticas específicas, mas sim por uma 
premissa geral de publicidade.
(C) Ser transparente é publicar os atos públicos já realizados nos veículos oficiais de imprensa.
(D) A transparência não deve se calçar em uma emancipação cidadã. Em lugar de garantir condições de 
acesso à informação, a informação deve ser proativamente divulgada segundo relevância aferível pelo 
gestor.
(E) A transparência é uma ferramenta que embaraça o poder, pois dificulta o seu exercício.
Quadrix - CRESS RO - Agente Administrativo - 2021
30 A ética é o ramo da filosofia que trata das questões sobre como devemos viver e, portanto, sobre
a natureza de certo e errado, bem como de bem e mal, dever, obrigação e outros conceitos. Mas
para que praticar a ética? Praticar a ética é o meio de se alcançar a felicidade. Ela oferece a trilha
para se obter uma vida moralmente boa e, por meio dela, a felicidade. Ser feliz é o resultado do
hábito de bem agir. A ética tem a ver com caráter, com aquilo que cada um é, com seus valores.
Todos estão sujeitos aos princípios éticos, inclusive os agentes públicos. Agentes públicos são todas
as pessoas físicas que, sob qualquer liame jurídico e, algumas vezes, sem ele, prestam serviços à
Administração Pública ou realizam atividades que estão sob sua responsabilidade. Exercem função
pública que se caracteriza no direito ou dever de agir, atribuído por lei a uma pessoa, ou a várias, a
fim de assegurar a vida da Administração ou o preenchimento de sua missão, segundo os princípios
instituídos pela própria lei. Os padrões éticos dos agentes públicos advêm de sua própria natureza,
ou seja, do caráter público e de sua relação com o público.
Os agentes públicos devem seguir determinados padrões de comportamento caracterizados pela
ética e pelas normas legais. Acerca desse assunto, assinale a alternativa incorreta.
A A falta de ética induz ao descumprimento das leis do ordenamento jurídico.
B Os padrões de comportamento na Administração Pública devem ter como fundamento,
exclusivamente, as necessidades operacionais, exprimindo-as.
https://questoes.grancursosonline.com.br/prova/cress-ro-ro-2021-quadrix-agente-administrativo
C Os agentes públicos devem primar pela impessoalidade, deixando claro que o termo é
sinônimo de igualdade.
D A falta de ética na Administração Pública encontra terreno fértil para se reproduzir, pois
o comportamento de autoridades públicas está longe de se basear em princípios éticos, o
que ocorre devido à falta de preparo dos funcionários, por cultura equivocada e,
especialmente, por falta de mecanismos de controle e responsabilização adequados dos
atos antiéticos
E A consciência ética, a exemplo da educação e da cultura, é apreendida pelo ser humano
e, assim, a ética na Administração Pública pode e deve ser desenvolvida junto aos
agentes públicos. Isso gerará uma mudança na Administração Pública que deverá ser
sentida pelo contribuinte que dela se utiliza diariamente, seja por meio da simplificação
de procedimentos (rapidez de respostas e qualidade dos serviços prestados), seja pela
forma de agir e pela forma de contato entre o cidadão e os agentes públicos.
Direitos Humanos (CNU) 
Projeto 80/20
Prof. Matheus Atalanio
PARTE I
Meio ambiente, 
desenvolvimento sustentável e 
mudança climática
Prof. Matheus Atalanio
Antes de mais nada... Uma palavra
“O desenvolvimento do direito internacional do meio
ambiente coloca-se dentre os mais significativos das últimas
décadas, porquanto, praticamente inexistente até 1972,
tornou-se parte central do direito internacional, no contexto
pós-moderno, e tema recorrente das negociações e esforços
internacional. Desnecessário
de regulamentações de caráter tanto
frisar o papel
interno 
crucial
como 
deste,
desde que se lhe assegure a efetividade institucional e 
normativa, visando a sobrevivênciada vida no planeta.”
(ACCIOLY, Hildebrando; SILVA, G. E. Do Nascimento e & CASELLA, Paulo Borba. Manual de Direito
Internacional Público. 24. ed. São Paulo: Saraiva Educação, 2019)
Meio ambiente e desenvolvimento sustentável
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)
Desenvolvimento sustentável e ESG
Mudanças climáticas
“Mudança climática se refere a transformações de
longo prazo nos padrões de temperatura e clima. Essas
alterações podem ser naturais, mas desde o século 18
as atividades humanas têm sido a principal causa das
mudanças climáticas, principalmente por causa da
queima de combustíveis fósseis (como carvão, petróleo
e gás), que produzem gases que retêm o calor.”
Fonte: Nações Unidas Brasil.
Causas das mudanças climáticas
• Temperaturas mais altas
• Tempestades mais severas
•Aumento da seca
•Oceano mais quente e maior
•Perda de espécies
•Problemas relativos à comida
•Riscos à saúde
•Pobreza e deslocamento
Fonte: Nações Unidas Brasil.
Efeitos das mudanças climáticas
•Geração de energia
• Fabricação de produtos
•Desmatamento florestal
•Uso de transporte
•Produção de alimentos
• Energia nos edifícios
• Excesso de consumo
Fonte: Nações Unidas Brasil.
Antecedentes em DIMA relevantes para o estudo 
sobre mudanças climáticas
• Declaração de Estocolmo (1972)
• Rio-92 (1992)
• UNFCCC (1994)
• Conferência de Joanesburgo (2002)
• Rio+20 (2012)
•Acordo de Paris (2015)
Linha do tempo
As distinções entre o DIP e o DIMA
• União histórica
• Convenção-parte vs. Convenção-quadro
• Método de composição
• Hard Law vs. Soft Law
• Polêmica: Prof. Malcolm Shaw: “[s]oft Law is not law”
Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre
Mudança do Clima (UNFCCC)
• O mundo até a década de 1980
• Potencial catastrófico do aquecimento global
• Preocupação da comunidade internacional
• IPCC (PNUMA + OMM)
• Resolução 53 (XLIII) da AGNU de 1989 indica que o
clima passa a ser uma “preocupação comum da
humanidade”
PARTE II 
Programa Nacional 
de Direitos Humanos (PNDH) 3
Prof. Matheus Atalanio
Antecedentes do PNDH
❑ Objetivo do Programa
- Índice de Desenvolvimento Humano (IDH)
- Dificuldades de concretização dos Direitos Humanos
no Brasil
- Criação de uma política pública específica para os
direitos humanos
- Objetiva-se equiparar o desenvolvimento
econômico com a qualidade de vida dos brasileiros
Antecedentes do PNDH
❑ Criação
- A orientação para sua criação é proveniente da
Declaração e Programa de Ação de Viena (1993)
- Governança global em matéria de Direitos Humanos
- Um programa nacional por Estado
- Tal criação enseja um respeito à consolidação dos
Direitos Humanos
- BRASIL adere a tal projeto
Conferência de Viena (1993)
• O mundo dos anos 1990;
• Atuação brasileira destacada na
pessoa do Emb. Gilberto Saboya, que
presidiu o Comitê de Redação;
• Brasil decide instituir o seu Programa
Nacional.
Atenção – PNDH
• Competência administrativa Políticas públicas de
implementação de Direitos Humanos é comum a
todos os entes federados (Art. 23, X, CRFB/88);
PNDH-1 (1996)
❑ A Presidência, à luz do artigo 84, IV da CRFB/88, baixa o
Decreto nº 1.904/1996, que institui o PNDH;
❑ Não é vinculante, mas serve como orientação para as
políticas governamentais;
❑ Visa dar visibilidade para os Direitos Humanos, além de
estipular e coordenar os esforços para superação das
dificuldades e implementação dos direitos;
❑ Articulação do governo e da sociedade civil.
PNDH-1 (1996)
❑ Volta-se a proteção dos direitos civis
❑ Combate à impunidade e à violência policial
❑ Traz como meta a adesão brasileira a tratados
internacionais que versam sobre Direitos Humanos
PNDH-2 (2002)
❑ Aprovado pelo Decreto nº 4.229/2002;
❑ Ênfase nos direitos sociais;
PNDH-2 (2002)
❑Muitas inovações, como:
1. Reconhecimento e reparação para os familiares das
pessoas desaparecidas em razão de participação
política;
2. Transferência da justiça militar para a justiça comum
dos crimes dolosos contra a vida praticados por policiais
militares;
3. Tipificação do crime de tortura;
PNDH-2 (2002)
❑Muitas inovações, como:
4. Proposta de emenda constitucional que propunha a
reforma constitucional que consolidou a “federalização
dos crimes de direitos humanos”, também chamado de
Incidente de Deslocamento de Competência (IDC).
Com a palavra, André de Carvalho Ramos...
“Além da menção ao direito à vida, liberdade e outros
direitos civis, o PNDH-2 lançou ações específicas referentes
a direitos sociais, como o direito à educação, à saúde, à
previdência e assistência social, ao trabalho, à moradia, a
um meio ambiente saudável, à alimentação, à cultura e ao
lazer, assim como propostas voltadas para a educação e
sensibilização de toda a sociedade brasileira para a
cristalização de uma cultura de respeito aos direitos
humanos.”
(RAMOS, André de Carvalho. Curso de Direitos Humanos. 6. ed. São Paulo: Saraiva Educação, 2019)
Atenção!
DIREITOS CIVIS
Além dos 
DIREITOS CIVIS, 
também os 
DIREITOS SOCIAIS
PNDH-1 PNDH-2
PNDH-3 (2009): contexto
❑ Em 2008, foi organizada pela 11ª Conferência Nacional
de Direitos Humanos de 2008;
❑ Lema da Conferência: “Democracia, desenvolvimento e
direitos humanos: superando as desigualdades”;
❑ Resultado de vários encontros prévios com membros da
sociedade civil e representantes dos poderes públicos;
❑ Deliberações 60-40%;
PNDH-3 (2009): surgimento
❑ Apesar de tudo, o governo federal não seguiu todas as
disposições referentes ao documento final da
Conferência;
❑Mas, ainda assim, foi a base para a criação do PNDH-3
sob a coordenação da Secretaria Especial dos Direitos
Humanos;
❑ Logo, foi instituído o PNDH-3 por meio do Decreto nº
7.037/2009.
PNDH-3 (2009): estrutura
• Seis eixos orientadores
• 25 diretrizes
• 82 objetivos estratégicos
• 521 linhas de ações
As diferenças entre os PNDH’s
PNDH-3
•Organizado pela SEDH
• Eixos orientadores
•Diretrizes
• Linguagem dos DH com
amplitude inédita
PNDH-1 e PNDH-2
• Organizados pelo NEV-USP
• Ações pretendidas
• Linguagem dos DH próxima
aos tratados internacionais
sobre a temática
Críticas ao PNDH-3
➢ Temas como DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO,
LAICIZAÇÃO DO ESTADO, RESPONSABILIDADE SOCIAL DOS
MEIOS DE COMUNICAÇÃO, CONFLITOS SOCIAIS NO
CAMPO e REPRESSÃO POLÍTICA DA DITADURA MILITAR
geraram ampla repercussão negativa ao PNDH-3;
➢Além disso, muitas das ações dependem do Congresso.
PNDH-3: resposta do governo e mais polêmicas
➢ Governo editou o Decreto nº 7.177/2010, que
providenciou alterações em sete ações e determinou a
eliminação de duas no PNDH-3;
➢ O que se pode depreender disso é que o tema dos
Direitos Humanos continua sendo extremamente
polêmico na sociedade brasileira.
Implementação do PNDH-3
➢ Cada ação estratégica incumbe um ou mais órgãos
governamentais do dever de realização da conduta, o
que gera um sentimento de maior possibilidade de
resultados objetivos;
➢ Além disso, foi criado o Comitê de Acompanhamento e
Monitoramento do PNDH-3.
Implementação do PNDH-3
➢ Atenção!
O Brasil, inclusive, na Revisão Periódica Universal da
situação brasileira, realizada pelo Conselho de Direitos
Humanos em 2008, o Brasil comprometeu-se a
estabelecer um abrangente instrumento de
monitoramento da situação de direitos humanos em toda
a Federação.
Eixos e Diretrizes do PNDH-3
Eixo I: Interação democrática: entre Estados e sociedade
civil
1. Interação democrática como instrumento de
fortalecimento da democracia participativa.
2. Fortalecimento dos direitos humanos como
instrumento transversal das políticas públicas.
3. Integração e ampliação dos sistemas de informação
em direitos humanos e construção de mecanismos de
avaliação e monitoramento de sua efetivação.
Eixos e Diretrizes do PNDH-3
Eixo II: Desenvolvimento e Direitos Humanos
4. Efetivação de modelo de desenvolvimento sustentável,
com inclusão social e econômica, ambientalmente
equilibrado e tecnologicamente responsável, cultural e
regionalmente diverso, participativo e não discriminatório.
5.Valorização da pessoa humana como sujeito central do
processo de desenvolvimento.
6. Promover e proteger os direitos ambientais como direitos
humanos, incluindo as gerações futuras como sujeitos de
direitos.
Eixos e Diretrizes do PNDH-3
Eixo III: Universalizar Direitos em um Contexto de
Desigualdades
7. Garantia dos Direitos Humanos de forma universal,
indivisível e interdependente, assegurando a cidadania
plena.
8. Promoção dos direitos de crianças e adolescentes para o
seu desenvolvimento integral, de forma não discriminatória,
assegurando seu direito de opinião e participação.
9. Combate às desigualdades estruturais.
10. Garantia da igualdade na diversidade.
Eixos e Diretrizes do PNDH-3
Eixo IV: Segurança Pública, Acesso à Justiça e Combate à Violência
11. Democratização e modernização do sistema de segurança pública.
12. Transparência e participação popular no sistema de segurança pública e justiça
criminal.
13. Prevenção da violência e da criminalidade e profissionalização da investigação de
atos criminosos.
14. Combate à violência institucional, com ênfase na erradicação da tortura e na
redução da letalidade policial e carcerária.
15. Garantia dos direitos das vítimas de crimes e de proteção das pessoas ameaçadas.
16. Modernização da política de execução penal, priorizando a aplicação de penas e
medidas alternativas à privação de liberdade e melhoria do sistema penitenciário.
17. Promoção de sistema de justiça mais acessível, ágil e efetivo, para o
conhecimento, a garantia e a defesa dos direitos.
Eixos e Diretrizes do PNDH-3
Eixo V: Educação e Cultura em Direitos Humanos
18. Efetivação das diretrizes e dos princípios da política nacional de
educação em direitos humanos para fortalecer cultura de direitos.
19. Fortalecimento dos princípios da democracia e dos direitos humanos nos
sistemas de educação básica, nas instituições de ensino superior e nas
instituições formadoras.
20. Reconhecimento da educação não formal como espaço de defesa e
promoção dos direitos humanos.
21. Promoção da educação em direitos humanos no serviço público.
22. Garantia do direito à comunicação democrática e ao acesso à informação
para a consolidação de uma cultura em direitos humanos.
Eixos e Diretrizes do PNDH-3
Eixo V: Direito à Memória e à Verdade
23. Reconhecimento da memória e da verdade como
direito humano da cidadania e dever do Estado.
24. Preservação da memória histórica e a construção
pública da verdade.
25. Modernização da legislação relacionada com a
promoção do direito à memória e à verdade,
fortalecendo a democracia.
Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre
Mudança do Clima (UNFCCC)
• O mundo até a década de 1980
• Potencial catastrófico do aquecimento global
• Preocupação da comunidade internacional
• IPCC (PNUMA + OMM)
• Resolução 53 (XLIII) da AGNU de 1989 indica que o
clima passa a ser uma “preocupação comum da
humanidade”
“Preocupação comum (common concern) não deve ser
confundida com o patrimônio comum da humanidade
(common heritage of mankind). Em contraposição ao
patrimônio da humanidade, o conceito de preocupação
comum da humanidade não se refere à propriedade sobre
os recursos naturais – no sentido de direito soberano de
exploração dos recursos naturais pelos estados – tampouco
às áreas excluídas da soberania dos estados (como o alto-
mar, o espaço extra-atmosférico e a Antártica). Trata- se de
considerar o clima como a responsabilidade una que recai
sobre a comunidade internacional como todo.”
Atenção!
(ACCIOLY, Hildebrando; SILVA, G. E. Do Nascimento e & CASELLA, Paulo Borba. Manual de Direito 
Internacional Público. 24. ed. São Paulo: Saraiva Educação, 2019)
Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre
Mudança do Clima (UNFCCC)
• Como firmar um compromisso internacional
vinculante?
• Resolução 212 (XLV) da AGNU estabelece e institui o
Comitê Intergovernamental para a Convenção sobre
Mudança Climática (Intergovernmental Comittee for a
Convention on Climate Change – INC)
• O texto foi apresentado em 1992 e entra em vigor em
1994
Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre
Mudança do Clima (UNFCCC)
“A Convenção foi firmada na forma de Convenção-Quadro, assim
descrita por apresentar apenas objetivos e obrigações gerais e
abstratos. A concretização e a aplicação de seus preceitos não é
imediata, dependendo de processo de desenvolvimento contínuo por
etapas, a ser conduzido pelas instituições previstas na Convenção, as
quais se ocuparão das questões técnicas e práticas de implementação.
A COP, formada por representantes dos estados-partes e órgão
supremo da Convenção. Fica a cargo desta trabalhar, desenvolver e
realizar a Convenção no futuro por meio de suas decisões e propostas
de protocolo.”
(ACCIOLY, Hildebrando; SILVA, G. E. Do Nascimento e & CASELLA, Paulo Borba. Manual de Direito 
Internacional Público. 24. ed. São Paulo: Saraiva Educação, 2019)
Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre
Mudança do Clima (UNFCCC)
Estrutura
•Dispositivos introdutórios
•Obrigações relativas às emissões de gases
•Redução da concentração de gases que contribuem
para o aquecimento global e cooperação
•Disposições finais
Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre
Mudança do Clima (UNFCCC)
Objetivo
“Artigo 2º. O OBJETIVO FINAL desta Convenção e de quaisquer
instrumentos jurídicos com ela relacionados que adote a Conferência das
Partes é o de alcançar, em conformidade com as disposições pertinentes
desta Convenção, a estabilização das concentrações de gases de efeito
estufa na atmosfera num nível que impeça uma interferência antrópica
perigosa no sistema climático. Esse nível deverá ser alcançado num prazo
suficiente que permita aos ecossistemas adaptarem-se naturalmente à
mudança do clima que assegure que a produção de alimentos não seja
ameaçada e que permita ao desenvolvimento econômico prosseguir de
maneira sustentável.”
Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre
Mudança do Clima (UNFCCC)
Princípios (Art. 3º)
• Responsabilidade comum, mas diferenciada
• Precaução
• Desenvolvimento sustentável
• Proibição da discriminação
• Cooperação
Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre
Mudança do Clima (UNFCCC)
Dificuldade
• A Convenção contém preponderantemente meios
cooperativos para o atingimento de suas metas.
• Complexidade de interesses entre os países
desenvolvidos e os países em desenvolvimento.
• Depende do desenvolvimento de novos mecanismos
correlatos.
Conferência das Partes (COP)
• A Conferência das Partes (COP) é o órgão supremo da
Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do
Clima (UNFCCC), que reúne anualmente os países Parte em
conferências mundiais. Suas decisões, coletivas e
consensuais, só podem ser tomadas se forem aceitas
unanimemente pelas Partes, sendo soberanas e valendo
para todos os países signatários.
• Seu objetivo é manter regularmente sob exame e tomar as
decisões necessárias para promover a efetiva
implementação da Convenção e de quaisquer
instrumentos jurídicos que a COP possa adotar.
Conferência das Partes (COP)
Protocolo de Quioto (1997-2005)
• Criado sob os auspícios da 3ª COP.
• O objetivo do Protocolo de Quioto, de acordo com o
artigo 3º, §1º, é a redução de 5% das emissões de
gases que contribuem para o aquecimento global.
• Avanço substancial, já que os Estados passam a ter
compromissos mais claros e vinculantes.
• Só que ainda persistia a dificuldade de
implementação do DIMA.
Acordo de Paris (2015)
Contexto
•Na 21ª Conferência das Partes (COP21) da UNFCCC,
em Paris, foi adotado um novo acordo com o objetivo
central de fortalecer a resposta global à ameaça da
mudança do clima e de reforçar a capacidade dos
países para lidar com os impactos decorrentes dessas
mudanças.
•Aprovado pelos 195 países Parte da UNFCCC
Acordo de Paris (2015)
Objetivo
• Reduzir emissões de gases de efeito estufa (GEE) no
contexto do desenvolvimento sustentável.
Acordo de Paris (2015)
Objetivo específico
• O compromisso ocorre no sentido de manter o
aumento da temperatura média global em bem
menosde 2°C acima dos níveis pré-industriais e de
envidar esforços para limitar o aumento da
temperatura a 1,5°C acima dos níveis pré-
industriais.
Acordo de Paris (2015)
Metodologia
• Para o alcance do objetivo final do Acordo, os
governos se envolveram na construção de seus
próprios compromissos, a partir das chamadas
Pretendidas Contribuições Nacionalmente
Determinadas (iNDC).
* Atenção *
Acordo de Paris (2015)
Brasil
• Brasil ratifica o Acordo de Paris em 2016
• Com isso, as metas brasileiras deixaram de ser
pretendidas e tornaram-se compromissos oficiais →
NDC.
Acordo de Paris (2015)
“A NDC do Brasil comprometeu-se a reduzir as emissões de
gases de efeito estufa em 37% abaixo dos níveis de 2005,
em 2025, com uma contribuição indicativa subsequente de
reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 43%
abaixo dos níveis de 2005, em 2030. Para isso, o país se
comprometeu a aumentar a participação de bioenergia
sustentável na sua matriz energética para aproximadamente
18% até 2030, restaurar e reflorestar 12 milhões de
hectares de florestas, bem como alcançar uma participação
estimada de 45% de energias renováveis na composição da
matriz energética em 2030.”
(Fonte: sítio eletrônico do MMA)
Acordo de Paris (2015)
Acordo de Paris (2015)
E o financiamento?
• O Acordo de Paris determina que os países
desenvolvidos deverão investir 100 bilhões de dólares
por ano em medidas de combate à mudança do clima
e adaptação, em países em desenvolvimento.
• Novidade: financiamento entre países em
desenvolvimento, chamada “cooperação Sul-Sul”.
Acordo de Paris (2015)
Especificidades
• Tratado internacional celebrado no contexto das
mudanças climáticas→ HARD LAW
• Celebrado em 2015
• Suas metas passam a ser firmadas em 2020
Projeto 80/20 – CNU
Bloco 1 a 7
Weslei Machado
@profwesleimachado
2.1 Estado de direito e a Constituição Federal de 1988: consolidação da 
democracia, representação política e participação cidadã
(FGV. 2024) João foi convidado pelo Partido Político Alfa a concorrer ao cargo eletivo de
Prefeito do Município Beta. Pouco tempo depois do convite, descobriu-se que João tinha
sido condenado pela prática de crime, em sentença penal transitada em julgado, e estava
cumprindo pena restritiva de direitos.
Nesse caso, à luz da sistemática constitucional, é correto afirmar que João
A perdeu os direitos políticos.
B está inabilitado para o exercício de qualquer função pública.
C apresenta restrições em sua cidadania, nas acepções ativa e passiva.
D embora possa votar, está inelegível, não podendo concorrer a nenhum cargo eletivo.
E embora possa votar, está inelegível para concorrer a cargos eletivos na circunscrição
territorial em que foi condenado.
(FGV. 2024) No início do último ano do seu segundo mandato consecutivo, João, Prefeito
do Município Beta, almejava concorrer a um novo mandato à frente do Poder Executivo
municipal desse ente federativo ou de ente federativo diverso.
Ao se inteirar em relação aos balizamentos estabelecidos na ordem constitucional, João
constatou corretamente que ele
A está inelegível na próxima eleição municipal, ainda que venha a concorrer em
Município diverso.
B não pode concorrer a nenhum cargo eletivo nas próximas eleições, qualquer que seja o
nível federativo.
C na próxima eleição municipal, não pode concorrer mesmo em Município diverso, salvo
se se desincompatibilizar nos seis meses anteriores ao término do mandato.
D na próxima eleição municipal, somente está inelegível em Beta, ainda que venha a se
desincompatibilizar nos seis meses anteriores ao término do mandato.
E pode concorrer ao cargo de Chefe do Poder Executivo de Beta, na próxima eleição
municipal, caso se desincompatibilize nos seis meses anteriores do mandato.
(FGV. 2023) Joana era prefeita do Município Alfa, e Maria, sua filha, pretendia iniciar
carreira política concorrendo ao cargo de vereadora do Município Alfa na próxima
eleição.
Ao tomar conhecimento desse objetivo e temeroso pela grande popularidade de Maria,
um partido político de oposição espalhou o boato de que ela não poderia se candidatar
pelo fato de sua mãe ser Prefeita do Município.
Sobre o referido boato, à luz da sistemática constitucional, assinale a afirmativa correta.
A Os parentes dos detentores de mandato eletivo, salvo se candidatos à reeleição, são
inelegíveis.
B Maria não pode se candidatar no mesmo território em que sua mãe exerce a chefia do
Executivo.
C O princípio democrático obsta que candidaturas sejam proibidas, deixando de ser
avaliadas pelo voto popular.
D Os Poderes Executivo e Legislativo são independentes, de modo que a situação de
Joana não poderia obstar a candidatura de Maria.
(VUNESP. 2023) A cassação de direitos políticos
A se dará no caso de cancelamento da naturalização por sentença transitada em julgado.
B é vedada constitucionalmente.
C se dará no caso de incapacidade civil absoluta.
D se dará no caso de improbidade administrativa.
E se dará no caso de condenação criminal transitada em julgado.
(VUNESP. 2023) A idade mínima exigida como condição de elegibilidade para o cargo de
Vereador é de
A dezoito anos.
B vinte e um anos.
C trinta e cinco anos.
D trinta anos.
E vinte anos.
(CEBRASPE. 2023) Pedro foi condenado por improbidade administrativa. Ana teve sua
naturalização cancelada por sentença transitada em julgado. A partir dessa situação
hipotética, assinale a opção correta com relação aos efeitos da condenação de Pedro e
do cancelamento da naturalização de Ana no que se refere aos seus direitos políticos.
A Haverá a cassação dos direitos políticos de Pedro e a perda dos de Ana.
B Haverá a suspensão dos direitos políticos de Pedro e a perda dos de Ana.
C Haverá a suspensão dos direitos políticos de Pedro e de Ana.
D Haverá a perda dos direitos políticos de Pedro e de Ana.
Projeto 80/20 – CNU
Bloco 1 a 7
Weslei Machado
@profwesleimachado
2.2 Divisão e coordenação de Poderes da República
(FGV. 2023) Maria, Deputada Estadual, constatou que o Governador do Estado editou um decreto
que, ao seu ver, não só ultrapassava os balizamentos oferecidos pela Lei Complementar nº X
como a afrontava diretamente. Irresignada com esse ato, que reputava flagrantemente
dissonante da separação dos poderes, Maria solicitou que sua assessoria analisasse a medida a
ser adotada, no âmbito da Assembleia Legislativa, em relação ao ato praticado pelo Governador.
A assessoria respondeu corretamente, à luz da sistemática estabelecida na Constituição da
República, que a Assembleia Legislativa pode
A revogar o decreto, a partir do reconhecimento de sua inconstitucionalidade, por afronta à
separação dos poderes.
B impedir a efetividade do decreto, embora não possa incursionar no âmbito de sua validade e
eficácia.
C reconhecer a incompatibilidade do decreto com a Lei Complementar nº X, sustando-o.
D declarar a inconstitucionalidade do decreto, o que importa no reconhecimento de sua
nulidade.
E impetrar mandado de segurança, para que o Poder Judiciário declare a ilegalidade do ato.
(FGV. 2023) Com o objetivo de aperfeiçoar o sistema de controle externo no âmbito do Estado
Alfa, a Assembleia Legislativa promulgou emenda constitucional dispondo sobre situações
específicas em que ocorreria a sua fiscalização sobre atos do Poder Executivo. Essas situações
abrangem:
1. a necessidade de autorização prévia da Assembleia Legislativa para a celebração de
convênios pelo Poder Executivo; 2. a previsão de recurso hierárquico, direcionado ao Poder
Legislativo, para as decisões de indeferimento de licença ambiental pelo Poder Executivo; e 3. a
possibilidade de o Poder Legislativo suspender a eficácia dos regulamentos do Poder Executivo,
sem prévia decisão do Poder Judiciário, que contrariem a lei.
À luz da sistemática constitucional, é correto afirmar, em relação às três situações descritas na
emenda constitucional, que
A apenas as situações 2 e 3 são inconstitucionais.
B apenas as situações 1 e 2 são inconstitucionais.
C apenas a situação 3 é inconstitucional.D apenas a situação 1 é inconstitucional.
E as três situações são inconstitucionais.
(FGV. 2023) O Estado Delta editou norma exigindo prévia arguição e aprovação pela
Assembleia Legislativa do nome indicado pelo Governador do Estado para exercer o
cargo de Procurador-Geral do Estado.
Consoante jurisprudência do STF, tal norma é
A constitucional, porque atende ao princípio da simetria ou paralelismo, em observância
à Constituição Federal, e prestigia a autonomia do Estado Delta.
B inconstitucional, caso se trate de lei ordinária estadual, mas é constitucional se
consistir em emenda à Constituição Estadual.
C inconstitucional, por violação ao princípio da separação dos poderes, diante de
indevida interferência direta do Poder Legislativo na estrutura hierárquica do Poder
Executivo.
D constitucional, pois, em tema de controle da administração pública, a norma fomenta
o controle legislativo externo, com base no sistema de freios e contrapesos.
E constitucional, desde que a norma tenha sido fruto de proposta de emenda à
Constituição de iniciativa do Governador do Estado.
(FCC. 2022) De acordo com o artigo 60, 4º , da Constituição Federal, constitui cláusula
pétrea:
A O presidencialismo.
B A separação dos Poderes.
C O voto censitário e secreto.
D O voto obrigatório.
E A forma republicana de governo.
(CEBRASPE. 2023) Considerando a esfera de independência entre os Poderes do Estado, o
princípio da indelegabilidade de atribuições é aquele que reconhece que
A é equivocada a expressão tripartição de poderes porque este é uno e, assim, não há que
se falar em indelegabilidade.
B um órgão só poderá exercer a atribuição de outro quando houver previsão ou,
diretamente, quando houver delegação direta por parte do constituinte originário.
C não há possibilidade de interpenetração entre os poderes, cabendo a cada qual exercer
suas próprias atribuições.
D a existência de atribuições típicas ou atípicas constituem exceção ao princípio da
indelegabilidade.
E há impossibilidade de confusão dentre as atribuições dos Poderes e que era aplicado
quando da existência do Poder Moderador.
(FGV. 2021) São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si,
A o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.
B o Legislativo, o Administrativo e o Jurídico.
C o Legal, o Executivo e o Judiciário.
D o Legal, o Administrativo e o Jurídico.
E o Legislativo, o Administrativo e o Judiciário.
(FGV. 2023) Observe o seguinte caso hipotético: João, Presidente da República foi acusado da
prática de crime de responsabilidade, por incorrer em condutas que alegadamente atentaram
contra a segurança interna do País.
Sobre a situação descrita, à luz da sistemática estabelecida na Constituição da República/88,
assinale a afirmativa correta.
A O Chefe do Poder Executivo ficará afastado de suas funções a partir da admissão da acusação
por dois terços da Câmara dos Deputados.
B Caso o Chefe do Poder Executivo sofra a sanção de inabilitação, terá, em sua esfera jurídica,
restrições inferiores àquelas afetas à inelegibilidade.
C Caso o Chefe do Poder Executivo sofra a sanção de inabilitação, terá, em sua esfera jurídica,
restrições idênticas à suspensão dos direitos políticos.
D A similitude do procedimento adotado, em relação ao julgamento por infrações penais comuns,
restringe-se à admissão da acusação pela Câmara dos Deputados.
E A tipologia legal do ilícito que foi imputado ao Chefe do Poder Executivo alcança tanto as
condutas praticadas em momento anterior, como em momento posterior à assunção do cargo.
(FGV. 2023) O Presidente da República vetou parcialmente o projeto de Lei nº X e o
devolveu ao Poder Legislativo.
Em relação a algumas medidas procedimentais a serem adotadas na análise do veto,
avalie as afirmativas a seguir.
I. Os motivos do veto devem ser comunicados ao Presidente da Câmara dos Deputados.
II. Na apreciação do veto, a rejeição exigirá o voto da maioria absoluta do total de
Deputados e Senadores, sendo os votos computados igualitariamente e em conjunto.
III. Deliberando-se pela não manutenção do veto, o projeto será enviado para
promulgação pelo Presidente da República.
Considerando a sistemática constitucional, está correto o que se afirma em
A I, apenas. B II, apenas. C III, apenas. D I e II, apenas. E II e III, apenas.
(FGV. 2023) O Presidente da República foi comunicado por um assessor a respeito da
necessidade de ser promovida uma reorganização de cargos e órgãos públicos da
estrutura da Presidência da República. Afinal, ao ver do assessor, alguns cargos vagos
não mais se justificavam, em razão da drástica redução das situações fáticas que
ensejavam a atuação dos agentes que estivessem neles lotados. Além disso, alguns
órgãos precisariam ser extintos ou realocados na mesma estrutura, de modo a ser melhor
aproveitado o potencial de sua atuação. Nenhuma dessas medidas importaria aumento
de despesa.
Ao ser questionado sobre a possibilidade de algumas dessas medidas serem adotadas
por decreto, o advogado respondeu corretamente que, nas circunstâncias indicadas na
narrativa,
A é possível em relação à extinção dos cargos vagos e à extinção ou à realocação de
órgãos.
B é possível apenas em relação à extinção dos cargos vagos, não quanto à extinção ou à
realocação de órgãos.
(FGV. 2023)
C é possível apenas em relação à realocação de órgãos, não quanto à extinção, quer de
órgãos, quer de cargos vagos.
D é possível apenas em relação à extinção dos cargos vagos e à realocação de órgãos,
não quanto à extinção destes últimos.
E não é possível em nenhuma hipótese, considerando que cargos e órgãos são criados
por lei, logo, qualquer modificação há de ser promovida pela lei.
(FGV. 2023) Considere que Luísa tem 22 anos, é advogada recém-formada e gostaria de
ser Ministra da Casa Civil. Com base na situação hipotética e no disposto na Constituição
Federal, é correto afirmar que
A precisa estar filiada a algum partido político para tomar posse no cargo de Ministra da
Casa Civil.
B precisa estar no exercício dos direitos políticos e, se ocupar o cargo desejado, deve
apresentar ao Presidente da República relatório anual de sua gestão no Ministério.
C não preenche todos os requisitos para ocupar o cargo desejado, pois apenas pode ser
indicado(a) como Ministra(o) de Estado quem tem mais de 35 anos.
D preenche todos os requisitos constitucionais, mas atualmente é impedida de expedir
instruções para a execução das leis, decretos e regulamentos.
E não preenche os requisitos exigidos, pois não é formada em Administração e não tem
35 anos.
ÉTICA e INTEGRIDADE. 
3.1 Princípios e valores éticos do serviço público, seus direitos e deveres à 
luz do artigo 37 da Constituição Federal de 1988, e do Código de Ética 
Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto nº 
1.171/1994).
@glaubermarinho_
CNU
Subsídios para publicação Decreto 1.171/94:
Art. 37, caput, § 4º da Constituição Federal, art. 84, incisos IV e VI;
Lei 8429/92 – improbidade administrativa artigos 10,11 e 12;
Lei 8112/90 – regime jurídico dos servidores federais 
artigos116(deveres) e 117(proibições).
Princípios básicos
 L egalidade
 I mpessoalidade
 M oralidade – II,III e IV
 P ublicidade – VII
 E ficiência
Princípios básicos conduta servidor público
Profissionalismo (opção – dedicação plena)
Imparcialidade Objetividade
Excelência Civilidade
Decreto 1171/94, Capítulo I
Seção I
I,VI - DDZEC/ 
privado
II,III,IV - M = F/L
Bem-estar!
PublicidadeVerdade
Ausência
Filas
CORTE o CUBO
Negligência
Harmonia
Decreto 1171/94, Capítulo I
Seção II
RAPIDEZ ,RE/PE/TE
atribuições/ tarefas
Denúncia
comunicação 
prestação de 
contas/fiscalização
materializarhierarquia
Greve
assíduo /frequente 
2 opções
Decreto 1171/94, Capítulo I
Seção II
Limpeza
vestimentas 
Estudos/atualização
prerrogativas
Divulgar código
Decreto 1171/94, Capítulo I
Seção III
solicitar
Simpatia/antipatia
tecnologia
solidariedade
Favorecimento
Informaçãoprivilegiada
reputação
procrastinar
Decreto 1171/94, Capítulo I
Seção III
Dar concurso
embriaguez
desviar
alterar
iludir
retirar
CAPÍTULO II -DAS COMISSÕES DE ÉTICA(COMITÊS)
DEVER DE CONSTITUIR
Competências
Censura
Servidor
Pressupostos - Democracia
Liberdade de imprensa – acesso à informação
Liberdade de expressão
Voto e participação (elegibilidade)
Eleições c/ lisura
Alternância de poder
Transparência
Cidadania
Latim - Civitas - cidade
Conjunto de Direitos( civis, políticos, sociais)
Deveres – apropriação e intervenção/transformação espaços
Política: organização da pólis
Democracia + cidadania = exemplo voto ampliado
Tipos
Formal(nacionalidade)/legal Material/substantiva/real
3.4 Transparência e qualidade na gestão
pública, cidadania e equidade social.
No Estado Democrático de Direito em que foram fincados os alicerces fundacionais da
República Federativa Brasileira a transparência se constitui em instrumento de efetivação do
princípio da publicidade, o qual foi positivado no art. 37, caput, da Carta Magna de 1988. O
Tribunal de Contas de Santa Catarina - TCE/SC (2000, p. 14 apud PLATT NETO et al., 2004, p.
03) destaca que o princípio da transparência é mais amplo do que o da publicidade, pois “a
mera divulgação sem tornar o conteúdo compreensível para a sociedade não é transparência,
como também não o é a informação compreensível sem a necessária divulgação”. Platt Neto
et al. (2005) também considera que a definição de transparência é mais abrangente do que a
de publicidade porque uma informação pode ter caráter público, sem ser relevante, confiável,
tempestiva e compreensível.
• http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2019/12/ARTIGO-3.pdf
http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2019/12/ARTIGO-3.pdf
ASSISTENTE ADMINISTRATIVA(O) QUADRIX CRP MG
28 No que concerne à ética no serviço público, assinale a alternativa correta.
(A) A transparência é pressuposta da cidadania: má-informação conduz a um exercício deficiente de direitos.
(B) A transparência na gestão pública não se desenvolve por políticas específicas, mas sim por uma 
premissa geral de publicidade.
(C) Ser transparente é publicar os atos públicos já realizados nos veículos oficiais de imprensa.
(D) A transparência não deve se calçar em uma emancipação cidadã. Em lugar de garantir condições de 
acesso à informação, a informação deve ser proativamente divulgada segundo relevância aferível pelo 
gestor.
(E) A transparência é uma ferramenta que embaraça o poder, pois dificulta o seu exercício.
Quadrix - CRESS RO - Agente Administrativo - 2021
30 A ética é o ramo da filosofia que trata das questões sobre como devemos viver e, portanto, sobre
a natureza de certo e errado, bem como de bem e mal, dever, obrigação e outros conceitos. Mas
para que praticar a ética? Praticar a ética é o meio de se alcançar a felicidade. Ela oferece a trilha
para se obter uma vida moralmente boa e, por meio dela, a felicidade. Ser feliz é o resultado do
hábito de bem agir. A ética tem a ver com caráter, com aquilo que cada um é, com seus valores.
Todos estão sujeitos aos princípios éticos, inclusive os agentes públicos. Agentes públicos são todas
as pessoas físicas que, sob qualquer liame jurídico e, algumas vezes, sem ele, prestam serviços à
Administração Pública ou realizam atividades que estão sob sua responsabilidade. Exercem função
pública que se caracteriza no direito ou dever de agir, atribuído por lei a uma pessoa, ou a várias, a
fim de assegurar a vida da Administração ou o preenchimento de sua missão, segundo os princípios
instituídos pela própria lei. Os padrões éticos dos agentes públicos advêm de sua própria natureza,
ou seja, do caráter público e de sua relação com o público.
Os agentes públicos devem seguir determinados padrões de comportamento caracterizados pela
ética e pelas normas legais. Acerca desse assunto, assinale a alternativa incorreta.
A A falta de ética induz ao descumprimento das leis do ordenamento jurídico.
B Os padrões de comportamento na Administração Pública devem ter como fundamento,
exclusivamente, as necessidades operacionais, exprimindo-as.
https://questoes.grancursosonline.com.br/prova/cress-ro-ro-2021-quadrix-agente-administrativo
C Os agentes públicos devem primar pela impessoalidade, deixando claro que o termo é
sinônimo de igualdade.
D A falta de ética na Administração Pública encontra terreno fértil para se reproduzir, pois
o comportamento de autoridades públicas está longe de se basear em princípios éticos, o
que ocorre devido à falta de preparo dos funcionários, por cultura equivocada e,
especialmente, por falta de mecanismos de controle e responsabilização adequados dos
atos antiéticos
E A consciência ética, a exemplo da educação e da cultura, é apreendida pelo ser humano
e, assim, a ética na Administração Pública pode e deve ser desenvolvida junto aos
agentes públicos. Isso gerará uma mudança na Administração Pública que deverá ser
sentida pelo contribuinte que dela se utiliza diariamente, seja por meio da simplificação
de procedimentos (rapidez de respostas e qualidade dos serviços prestados), seja pela
forma de agir e pela forma de contato entre o cidadão e os agentes públicos.
Prof.Douglas Gomes
@profdouglasgomes
DIVERSIDADE
einclusão
Sãoospassosquefazemocaminho.
MarioQuintana
1. DIVERSIDADEEINCLUSÃONASOCIEDADE:
 Diversidade de sexo, gênero e sexualidade; diversidade étnico-racial;
diversidade cultural;
 Desafios sociopolíticos da inclusão de grupos em situação de vulnerabilidade:
1crianças e adolescentes; [2] idosos; [3] LGBTQIA+; [4] pessoas com
deficiências; [5] pessoas em situação de rua; [6] povos indígenas; [7]
comunidades quilombolas e demais minorias sociais.
ORGANIZAÇÃODAAULA
Tópicosqueserãoabordados
1. DIVERSIDADEEINCLUSÃONASOCIEDADE:
 Diversidade de sexo, gênero e sexualidade; diversidade étnico-racial;
diversidade cultural;
 Desafios sociopolíticos da inclusão de grupos em situação de vulnerabilidade:
1crianças e adolescentes; [2] idosos; [3] LGBTQIA+; [4] pessoas com
deficiências; [5] pessoas em situação de rua; [6] povos indígenas; [7]
comunidades quilombolas e demais minorias sociais.
ORGANIZAÇÃODAAULA
Tópicosqueserãoabordados
INFORMAÇÕES
Importantes
1. O assunto tratado não é pauta política partidária, mas de uma dimensão política
da cidadania. Como [futuros] servidores públicos necessitamos compreender e
respeitar;
2. É um aspecto vinculado aos direitos humanos, a justiça social e, portanto, é
permeado pelo respeito aos valores democráticos;
3. Importante observamos as discussões próprias, ou seja, os conceitos que se
refere cada marcador social (características) encontram-se inseridos em um
contexto social e político de leitura nas relações sociais;
4. Requer um olhar interseccional, ou seja, que possa contemplar a conexão entre
esses marcadores e observar a dinâmica social dos sujeitos frente a esse
aspecto.
Contextualizando
Diversidade: sexo, gênero, sexualidade, 
étnico-racial e cultural
DIVERSIDADE[S]
• É um termo usualmente utilizado para mencionar acerca da existência da
pluralidade dos indivíduos que são singulares e coletivos;
 Exemplo:LGBTQIAPN+ / LGBTQIA+.
• Assim, somos sujeitos plurais, onde nossas características existem de
modo único, de forma dinâmica e interrelacionadas;
 Exemplo: Estamos vivenciando ciclos de vidas diferentes; somos identificados
conforme nossa expressões de gêneros e identidades; nossa raça/cor; nossa
etnias;entre outras características que nos compõem.
OQUEÉ?
Diversidade
INTERSECCIONALIDADE
Conceito
FONTE: https://www.scielo.br/j/ref/a/mbTpP4SFXPnJZ397j8fSBQQ/?format=pdf&lang=pt
http://www.scielo.br/j/ref/a/mbTpP4SFXPnJZ397j8fSBQQ/?format=pdf&lang=pt
DIVERSIDADE[S]
• No entanto, os preconceitos [pré-julgamento com base em ideias estereotipadas]
e/ou as discriminações [ação violenta contra alguém que não é visto dentro de um
padrão] almejam apagar as diversidades para promover uma única forma de existir no
mundo a partir de determinadosvalores conservadores:
 Exemplo: Racismo; Capacitismo; Machismo; Homofobia; Transfobia; Aporofobia...
• Assim, há um cenário histórico de vulnerabilizações e violências para aqueles/as que
não participam daquilo que foi repassado de gerações para gerações como “normal”.
 No entanto, as sociedades mudam com o tempo e há alterações sobre esses paradigmas.
OQUEÉ?
Diversidade
CONCEITO
MinoriaSocial
• Minoria refere-se a um grupo humano ou social que esteja em uma situação de inferioridade
ou subordinação em relação a outro, considerado majoritário ou dominante. Essa posição de
inferioridade pode ter como fundamento diversos fatores, como socioeconômico, legislativo,
psíquico, etário, físico, linguístico, de gênero, étnico ou religioso. Em outras palavras, minorias
são “um grupo não dominante de indivíduos que partilham certas características nacionais,
étnicas, religiosas ou linguísticas, diferentes das características da maioria da população”. Ou,
também, são “todos os grupos sociais que são considerados inferiores e contra os quais existe
discriminação”.
• Vale destacar que as minorias nem sempre são, em termos numéricos, em quantidade
inferior. Séguin (2002) traz a constatação de que a mulher e os pobres são grupos
minoritários, embora sejam a maioria na sociedade. Os idosos correspondem a uma parcela
relevante da população mundial (8%),mas é uma minoria. Logo, o fator numérico não é capaz
de caracterizar uma minoria e sim a posição de subordinação e inferioridade que se encontra
em uma determinada sociedade.
FONTE: PAULA CEA, SILVA AP da, BITTAR CML. Vulnerabilidade legislativa de grupos minoritários. Ciênc saúde coletiva [Internet]. 2017Dec;22(12):3841–8.
CONCEITO
MinoriaSocial
• O fato de se encontrarem em uma posição desprivilegiada no seio social faz com que
as minorias também estejam em uma condição de vulnerabilidade. Como noção geral,
vulnerabilidade consiste em umgrau de suscetibilidade das pessoas em adquirir
problemas de saúde. A vulnerabilidade se distingue do risco, pois este são
probabilidades ou chances de alguém adoecer ou morrer em razão de um agravo de
saúde. “A vulnerabilidade expressa os potenciais de adoecimento, de não
adoecimento e de enfrentamento, relacionados a todo e a cada indivíduo”.
Compreender a vulnerabilidade não implica em observar quantitativamente aspectos
estatísticos e probabilísticos, mas sim analisar de uma forma ampla e universal
quaisquestõessociais ouindividuaisafetamsaúdeecomoenfrentá-las.
FONTE: PAULA CEA, SILVA AP da, BITTAR CML. Vulnerabilidade legislativa de grupos minoritários. Ciênc saúde coletiva [Internet]. 2017Dec;22(12):3841–8.
• “A discriminação pode ser definida como uma ação, omissão ou resposta 
comportamental que trata de forma diferenciada e negativa pessoas ou 
grupos sociais que são percebidos como socialmente desvalorizados por 
receberem atributos estigmatizantes e preconceituosos. Estigma e 
preconceito são, na realidade, processos similares que envolvem 
categorização, rotulagem, estereotipagem e rejeição social, podendo 
acarretar discriminação e exclusão social” (IRIART & CASTELLANOS, 2023).
O QUE É?
Preconceito, discriminação e estigma
FONTE: IRIART, J. A. B., & Castellanos, M. E. P.. (2023). Preconceito, discriminação e exclusão em saúde. Ciência & Saúde Coletiva, 28(1), 4–4
• De acordo com Melo & Monteiro (2021):
o Na atualidade, o estigma significa algo negativo, que precisa ser evitado, e o indivíduo 
estigmatizado é visto como ameaça à sociedade. Sua identidade é deteriorada por uma 
ação ou posição social considerada negativa, o que colabora para que o preconceito, a 
intolerância, o racismo e a discriminação se perpetuem.
o Mesmo quando não há vontade de discriminar, distinções, exclusões, restrições e 
preferências injustas nascem, crescem e se reproduzem, perpetuando estruturas sociais 
discriminatórias. No Brasil, um país de muitos estigmas e estereótipos, a escola silenciou 
durante muito tempo sobre essa temática. O objetivo da educação, porém, deve ser 
exatamente desconstruir estigmas e estereótipos criados ao longo dos séculos, e que 
colaboram, por exemplo, para a manutenção do racismo.
• Reflexão crítica e sensível sobre o cotidiano.
O QUE É?
Preconceito, discriminação e estigma
Padrão de 
aceitabilidade
“Normal”
Homens
Negros
Homossexuais
Homens, brancos, 
ricos, heterossexuais, 
sem deficiência, 
cisgêneros...
Mulheres Pansexuais
Com 
deficiência
AssexuaisTransgêneros
EXEMPLO 
SIMPLIFICADO
1. Sexo biológico: Se refere às características 
biológicas que o indivíduo possui ao nascer 
podendo, por exemplo, ser o conjunto de 
informações cromossômicas (XX/XY), os 
órgãos genitais (pênis/vagina – órgãos 
sexuais primários), as capacidades 
reprodutivas e as características fisiológicas 
secundárias (ABGLT, S/A, pág. 09) a qual 
infere que a pessoa pode nascer macho, 
fêmea ou intersexual (NEUTROIS.COM, [201-
?] apud Aliança Nacional LGBTI, S/A, pág. 
18).
DIVERSIDADE
Sexo, gênero e sexualidade
2. Gênero pode ser definido como aquilo [símbolos, 
valores, representações, etc] que identifica e 
diferencia os homens e as mulheres, ou seja, o gênero 
masculino e o gênero feminino. De acordo com a 
definição “tradicional” de gênero, este pode ser 
usado como sinônimo de “sexo”, referindo-se ao que 
é próprio do sexo masculino, assim como do sexo 
feminino (MDH, 2018, pág. 10);
▪ Por ser um papel social, o gênero pode ser construído e 
desconstruído, ou seja, pode ser entendido como algo mutável e 
não limitado, como define as ciências biológicas.
▪ Análise das relações histórico-sociais x relações de poder.
DIVERSIDADE
Sexo, gênero e sexualidade
3. SEXUALIDADE: A Organização Mundial de 
Saúde (OMS) entende a sexualidade como 
sendo influenciada pela interação de fatores 
biológicos, psicológicos, sociais, econômicos, 
políticos, culturais, legais, históricos, 
religiosos e espirituais.
DIVERSIDADE
Sexo, gênero e sexualidade
DIVERSIDADE
Sexo, gênero e sexualidade
DIVERSIDADE
Étnico-racial
• RAÇA: O movimento negro utiliza-se desse 
termo de forma estratégica, pois assim, 
consegue valorizar o legado deixado pelos 
africanos, inclusive, informando como que nas 
relações sociais brasileiras, algumas 
características físicas, por exemplo: formato do 
nariz e da boca, cor da pele, tipo de cabelo, 
dentre outras, exercem ascendência, intervém e 
até mesmo, decidem o rumo e o espaço que os 
sujeitos ocuparão na sociedade (GOMES, 2004, 
apud SANTOS e MARQUES, 2012).
FONTE: SANTOS, Renato Ferreira dos; MARQUES, Ana José. Diversidade étnico-racial: conceitos e reflexões na escola. Disponível em: 
https://eeh2012.anpuh-rs.org.br/resources/anais/15/1337560631_ARQUIVO_TEXTOANPUH-2012.pdf
DIVERSIDADE
Étnico-racial
• ETNIA: Considerando Santos e Marques (2012) o 
termo é derivado do grego ethnikos, adjetivo de 
ethos, e se refere a povo, nação. O conceito de etnia 
baseado no pensamento de Cashmore (2000), diz 
respeito a um grupo que possui algum grau de 
coerência, solidariedade, origens e interesses comuns. 
Um grupo étnico é mais do que um ajuntamento de 
pessoas, às pessoas deve ser agregado seu 
pertencimento histórico e cultural. Gomes (2004) 
destaca que, “o uso do termo etnia ganhou força 
para se referir aos ditos povos diferentes: judeus, 
índios, negros, entre outros”. 
FONTE: SANTOS, Renato Ferreira dos; MARQUES, Ana José. Diversidade étnico-racial: conceitos e reflexões na escola. Disponível em: 
https://eeh2012.anpuh-rs.org.br/resources/anais/15/1337560631_ARQUIVO_TEXTOANPUH-2012.pdf
DIVERSIDADE
Étnico-racial
• Assim, o termo “raça” diz respeito aos atributos dispensados a certo grupo e “grupo 
étnico” se refere a uma resposta original de um povo quando, em alguma situação, se 
sente marginalizado pela sociedade. 
• Um vocábulo que passou a ser utilizado no Brasil é a expressão etnicorracial. Seu 
sentido determina que as tensas relações raciais estabelecidas no país, vão para além 
das diferenças na corda pele e traços fisionômicos, mas correspondem também à raiz 
cultural baseada na ancestralidade afro-brasileira que difere em visão de mundo, 
valores e princípios da origem europeia (Brasil, 2004, p.13-14). 
• Nesse sentido, raça e etnia são expressões que se fundem no contexto social brasileiro, 
visto que ambos os termos são carregados de significações e podem determinar o 
pensamento, a atitude e forma de ser e pensar o mundo e as nuances que o cercam.
FONTE: SANTOS, Renato Ferreira dos; MARQUES, Ana José. Diversidade étnico-racial: conceitos e reflexões na escola. Disponível em: 
https://eeh2012.anpuh-rs.org.br/resources/anais/15/1337560631_ARQUIVO_TEXTOANPUH-2012.pdf
DIVERSIDADE
Cultural
DECLARAÇÃO UNIVERSAL 
SOBRE A DIVERSIDADE 
CULTURAL
2002 
DIVERSIDADE
Cultural
DECLARAÇÃO UNIVERSAL 
SOBRE A DIVERSIDADE 
CULTURAL
2002 
DIVERSIDADE
Cultural
• O Estado nacional é pluriétnico e multicultural e todo o direito, em sua 
elaboração e aplicação, tem esse marco como referência:
❑ A princípio do resultado de exercício hermenêutico, tal compreensão, na 
atualidade, está reforçada por vários documentos internacionais dos quais o 
Brasil é signatário, merecendo destaque a Convenção 169, da OIT, a Convenção 
sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, ambas já 
integrantes do ordenamento jurídico interno, e, mais recentemente, a Declaração 
das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas (PEREIRA, 2008). 
FONTE: PEREIRA, Deborah Duprat Macedo de Britto. O direito sob o marco da plurietnicidade/multiculturalidade. Disponível em: < https://www12.senado.leg.br/publicacoes/estudos-
legislativos/tipos-de-estudos/outras-publicacoes/volume-v-constituicao-de-1988-o-brasil-20-anos-depois.-os-cidadaos-na-carta-cidada/educacao-e-cultura-o-direito-sob-o-marco-da-
plurietnicidade-multiculturalidade > Acesso em 03 de abril de 2024.
DIVERSIDADE
Cultural
• A noção central, comum a esse conjunto de atos normativos, é a de que, 
no seio da comunidade nacional, há grupos portadores de identidades 
específicas e que cabe ao direito assegurar-lhes “o controle de suas 
próprias instituições e formas de vida e seu desenvolvimento econômico, 
e manter e fortalecer suas entidades, línguas e religiões, dentro do âmbito 
dos Estados onde moram”. Assim, a defesa da diversidade cultural passa 
a ser, para os Estados nacionais, “um imperativo ético, inseparável do 
respeito à dignidade da pessoa humana” (Ibidem).
FONTE: PEREIRA, Deborah Duprat Macedo de Britto. O direito sob o marco da plurietnicidade/multiculturalidade. Disponível em: < https://www12.senado.leg.br/publicacoes/estudos-
legislativos/tipos-de-estudos/outras-publicacoes/volume-v-constituicao-de-1988-o-brasil-20-anos-depois.-os-cidadaos-na-carta-cidada/educacao-e-cultura-o-direito-sob-o-marco-da-
plurietnicidade-multiculturalidade > Acesso em 03 de abril de 2024.
DIVERSIDADE
Cultural
• Art. 216. Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens de 
natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em 
conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória 
dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, [...];
• Art. 216-A. O Sistema Nacional de Cultura, organizado em regime de 
colaboração, de forma descentralizada e participativa, institui um 
processo de gestão e promoção conjunta de políticas públicas de 
cultura, democráticas e permanentes, pactuadas entre os entes da 
Federação e a sociedade, tendo por objetivo promover o 
desenvolvimento humano, social e econômico com pleno exercício 
dos direitos culturais:
❑§ 1º O Sistema Nacional de Cultura fundamenta-se na política nacional de 
cultura e nas suas diretrizes, estabelecidas no Plano Nacional de Cultura, e 
rege-se pelos seguintes princípios: I - diversidade das expressões culturais;
DIVERSIDADE
Cultural
INCLUSÃO
Conceitos
• Significado amplo: “[...] refere-se ao ato ou efeito de incluir”.;
• No dicionário Aurélio (2010), o termo inclusão aparece como “abranger, compreender, conter, 
envolver, pôr ou estar dentro, inserir num ou fazer parte de um grupo”. Associada ao adjetivo 
social “que diz respeito à sociedade”, também segundo o dicionário, a inclusão social pode 
ser entendida como um ato de inserir algo na sociedade para que, assim, possa fazer parte 
dela. 
• Esse conceito é extremamente vinculado ao seu oposto, a exclusão social, ou seja, para 
entender como funciona o processo de inclusão, faz-se necessário compreender como deu-
se a exclusão.
• A inclusão social é uma ação política pela qual uma instituição, que pode ser pública (Estado), 
organização da sociedade civil e privada, visa alterar um dado estado de exclusão social.
FONTE: COSTA, M.I.S., e IANNI, A.M.Z. A dialética do conceito de exclusão/inclusão social. In: Individualização, cidadania e inclusão na sociedade contemporânea: uma análise teórica 
[online]. São Bernardo do Campo, SP: Editora UFABC, 2018, pp. 75-101. Disponível em: https://books.scielo.org/id/sysng/pdf/costa-9788568576953-04.pdf .
https://books.scielo.org/id/sysng/pdf/costa-9788568576953-04.pdf
INCLUSÃO
Conceitos
• Inclusão é um conceito multidimensional, ou seja, engloba várias questões.
• Segundo Sawaia (2001), esse é um conceito que permite usar diversos 
repertórios, desde a concepção de desigualdade, como sendo resultante de uma 
deficiência ou inadaptação individual, à falta de algo, até mesmo como condição 
de uma injustiça social. [...] a sociedade exclui para incluir. Essa é uma dialética 
da própria sociedade. A sociedade exclui para incluir e essa transmutação é 
condição da ordem social desigual [...]. Todos estamos inseridos de algum 
modo, nem sempre digno, no circuito reprodutivo das atividades econômicas, 
sendo a grande maioria da humanidade inserida através da insuficiência e das 
privações, que se desdobram para fora do econômico. (SAWAIA, 2001, p. 8)
FONTE: COSTA, M.I.S., e IANNI, A.M.Z. A dialética do conceito de exclusão/inclusão social. In: Individualização, cidadania e inclusão na sociedade contemporânea: uma análise teórica 
[online]. São Bernardo do Campo, SP: Editora UFABC, 2018, pp. 75-101. Disponível em: https://books.scielo.org/id/sysng/pdf/costa-9788568576953-04.pdf .
https://books.scielo.org/id/sysng/pdf/costa-9788568576953-04.pdf
Desafios sociopolíticos
Inclusão de grupos vulneráveis
PRINCÍPIO DA IGUALDADE
A DUDH afirma que todos os seres humanos nascem livres e iguais em 
dignidade e direitos e que a cada um é dado exercer todos os direitos e 
liberdades existentes nesse instrumento sem distinção de qualquer 
espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de 
qualquer outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento 
ou qualquer outra condição.
DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS
1948
ARTIGO 1. OBRIGAÇÃO DE RESPEITAR OS DIREITOS
1. Os Estados Partes nesta Convenção comprometem-se a respeitar os 
direitos e liberdades nela reconhecidos e a garantir seu livre e pleno 
exercício a toda pessoa que esteja sujeita à sua jurisdição, sem 
discriminação alguma por motivo de raça, cor, sexo, idioma, religião, 
opiniões políticas ou de qualquer outra natureza, origem nacional ou 
social, posição econômica, nascimento ou qualquer outra condição social.
2. Para os efeitos desta Convenção, pessoa é todo ser humano.
CONVENÇÃO AMERICANA SOBRE DIREITOS HUMANOS
1969
• Constituição Federal de 1988:
❑ Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união 
indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, 
constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como 
fundamentos: III – Dignidade Humana;
❑ Art. 3º, inciso IV: Constituem objetivos fundamentais da
República Federativa do Brasil: IV - promover o bem de todos, sem 
preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras 
formas de discriminação.
❑ Art. 5º [direitos e garantidas fundamentais], inciso XLI e XLII: 
XLI - a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e 
liberdadesfundamentais; XLII - a prática do racismo constitui 
crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos 
termos da lei.
CONSTITUIÇÃO FEDERAL
1988
DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO
[1] Crianças e Adolescentes 
❑História nacional marcada por um paradigma menorista;
❑I Código de Menores (1927);
❑II Código de Menores (1979).
• Art. 227. É dever da família, da sociedade e do Estado 
assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta 
prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à 
educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, 
ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, 
além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, 
discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.
• Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção 
do Estado.
DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO
[1] Crianças e Adolescentes 
Art. 1º Esta Lei dispõe sobre a proteção integral à criança e ao 
adolescente.
Art. 2º Considera-se criança a pessoa até doze anos de idade 
incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos de idade.
Parágrafo único. Nos casos expressos em lei, aplica-se excepcionalmente este 
Estatuto às pessoas entre dezoito e vinte e um anos de idade.
 Art. 6º [...] levar-se-ão em conta os fins sociais a que ela se dirige, as 
exigências do bem comum, os direitos e deveres individuais e coletivos, e a 
condição peculiar da criança e do adolescente como pessoas em 
desenvolvimento.
DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO
[1] Crianças e Adolescentes 
Art. 4º É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do 
poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos 
direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, 
ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à 
liberdade e à convivência familiar e comunitária.
Parágrafo único. A garantia de prioridade compreende:
a) primazia de receber proteção e socorro em quaisquer circunstâncias;
b) precedência de atendimento nos serviços públicos ou de relevância pública;
c) preferência na formulação e na execução das políticas sociais públicas;
d) destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas com a 
proteção à infância e à juventude.
DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO
[1] Crianças e Adolescentes 
❑ Tráfico de pessoas;
❑ Violência física;
❑ Violência sexual e violência baseada no gênero 
❑ Exploração e abuso sexual cometido por atores humanitários (PSEA)
❑ Trabalho Infantil
❑ Recrutamento por grupos criminosos e envolvimento em atos ilícitos;
❑ Falta de acesso à regularização migratória e solicitação de refúgio;
❑ Falta de estrutura/preparo para atendimento de crianças e 
adolescentes com deficiência;
❑ Criança e Adolescente em situação de rua
DESAFIOS DA INCLUSÃO
Dados: Violação da cidadania contra crianças e adolescentes
DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO
[2] Pessoa idosa
Art. 230. A família, a sociedade e o Estado têm o 
dever de amparar as pessoas idosas, assegurando sua 
participação na comunidade, defendendo sua 
dignidade e bem-estar e garantindo-lhes o direito à 
vida.
§ 1º Os programas de amparo aos idosos serão 
executados preferencialmente em seus lares.
§ 2º Aos maiores de sessenta e cinco anos é garantida a 
gratuidade dos transportes coletivos urbanos.
DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO
[2] Pessoa idosa
Art. 230. A família, a sociedade e o Estado têm o 
dever de amparar as pessoas idosas, assegurando sua 
participação na comunidade, defendendo sua 
dignidade e bem-estar e garantindo-lhes o direito à 
vida.
§ 1º Os programas de amparo aos idosos serão 
executados preferencialmente em seus lares.
§ 2º Aos maiores de sessenta e cinco anos é garantida a 
gratuidade dos transportes coletivos urbanos.
DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO
[2] Pessoa idosa
Art. 1º É instituído o Estatuto da Pessoa Idosa, destinado a regular os direitos 
assegurados às pessoas com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos. 
Art. 2º A pessoa idosa goza de todos os direitos fundamentais inerentes à 
pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, 
assegurando-se-lhe, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e 
facilidades, para preservação de sua saúde física e mental e seu 
aperfeiçoamento moral, intelectual, espiritual e social, em condições de 
liberdade e dignidade. 
DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO
[2] Pessoa idosa
Art. 3º É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do poder público 
assegurar à pessoa idosa, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à 
vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao 
trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência 
familiar e comunitária;
 § 2º Entre as pessoas idosas, é assegurada prioridade especial aos maiores de 80 (oitenta) 
anos, atendendo-se suas necessidades sempre preferencialmente em relação às demais 
pessoas idosas.
 Art. 4º Nenhuma pessoa idosa será objeto de qualquer tipo de negligência, 
discriminação, violência, crueldade ou opressão, e todo atentado aos seus direitos, 
por ação ou omissão, será punido na forma da lei.
 § 1º É dever de todos prevenir a ameaça ou violação aos direitos da pessoa idosa.
DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO
[2] Pessoa idosa
❑Etarismo, ageísmo, idadismo;
▪ Descartável e peso social.
❑Exclusão do mercado e a precarização 
do trabalho;
❑ Desafio para a efetivação dos direitos 
conquistados;
❑Fragilização dos vínculos familiares e 
comunitários; 
❑Abuso sexual, violência sexual, abuso 
financeiro, abandono, negligência.
DESAFIOS DA INCLUSÃO
Dados: Violação da cidadania contra pessoa idosa
DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO
[3] LGBTQIA+
• Diz respeito à forma como nos sentimos em relação 
à afetividade e sexualidade. 
• Os conceitos de homossexualidade, 
bissexualidade, heterossexualidade e 
assexualidade são os tipos de orientação sexual.
• Esse conceito também é conhecido como 
orientação afetivo-sexual, uma vez que não diz 
respeito apenas a sexo.
DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO
[3] LGBTQIA+
DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO
[3] LGBTQIA+
• Identidade de gênero se relaciona com a forma 
como a pessoa se RECONHECE dentro dos padrões de 
gênero: feminino e masculino, ou seja, é a forma 
como cada pessoa sente que é em relação ao gênero 
masculino e feminino [Ibidem, pág. 12]. 
❑ Obs.: Nem todas as pessoas se enquadram na noção 
binária de homem/mulher, como, por exemplo, pessoas 
agênero [não se identifique com nenhum desses dois 
gêneros] e queer; e quem se identifique com ambos os 
gêneros como os intergêneros, andróginos, bigêneros e 
crossdresser.
Cada sujeito determina a sua própria identidade de gênero
DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO
[3] LGBTQIA+
2. TRANSGÊNEROS: Termo genérico [amplo] que vale para qualquer pessoa que se 
identifique com um gênero diferente ao do sexo de nascimento.
2.1 TRANSEXUAIS: Pessoas que nascem com o sexo biológico diferente do gênero 
com que se reconhecem. Essas pessoas desejam ser reconhecidas pelo gênero com 
o qual se identificam, sendo que o que determina se a pessoa é transexual é sua 
identidade, e não qualquer processo cirúrgico. Existem tanto homens trans quanto 
mulheres trans/travestis.
DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO
[3] LGBTQIA+
2.1. MULHER TRANS/TRAVESTI: É a pessoa do gênero 
feminino, embora tenha sido designada como 
pertencente ao sexo/gênero masculino ao nascer. Muitas 
fazem uso de hormonioterapias, aplicações de silicone e/ 
ou cirurgias plásticas, porém vale ressaltar que isso não é 
regra para todas.
2.2. HOMEM TRANS: É a pessoa do gênero masculino, 
embora tenha sido designada como pertencente ao 
sexo/gênero feminino ao nascer. Muitos fazem uso de 
hormonioterapias e cirurgias plásticas.
DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO
[3] LGBTQIA+
LINK: http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2023/06/Guia-LGBTQIA_3edicao-_FINAL_PDF-4X_.pdfOrientação Sexual
Identidade de gênero
DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO
[3] LGBTQIA+
❑ Direito a existir com segurança e dignidade;
❑ Combate aos preconceitos e discriminações nos mais diversos espaços: família; escola; 
equipamentos de saúde; etc;
❑ Enfrentamento das formas diversas e cotidiana de violências de cunho LGBTQIA+fóbico;
❑ Entrada e permanência no mercado de trabalho, incluindo iniciativas de capacitação e 
formação profissional;
❑ Reconhecimento da diversidade familiar e superação do discurso de ódio;
❑ Melhoria nos serviços de atendimento e acompanhamento de pessoas LGBTQIA+;
❑ Melhoria nas informações acerca do segmento LGBTQIA+, inclusive no âmbito das 
pesquisas.
PRINCÍPIOS ADMINISTRATIVOS
- INTRODUÇÃO
ÂMBITO DE APLICAÇÃO
SÃO DE OBSERVÂNCIA OBRIGATÓRIA
NÃO SÃO ABSOLUTOS
APLICAÇÃO IMEDIATA
NÃO HÁ HIERARQUIA
- EXPRESSOS OU BÁSICOS
1. LEGALIDADE
1.1 Reserva legal
Situações em que a Constituição exige, necessariamente, que a matéria resulte de lei 
(reserva legal):
1) Criar entidades (CF, art. 37, XIX) ou órgãos públicos (CF, art. 61, § 1º, II, e);
2) Criação de cargos, empregos ou funções públicas – art. 61, § 1º, II a;
3) Contratação temporária por prazo determinado – art. 37, IX, CF;
4) Requisitos para ocupação de cargos públicos – art. 37, I, CF;
5) Situações em que estrangeiro pode ocupar cargo público – art. 37, I, CF;
6) Reserva da vagas e critérios de admissão para pessoas portadoras de deficiência 
em concursos públicos – art. 37, VIII, CF;
7) Exercício do direito de greve pelo servidor público – art. 37, VII, CF;
8) Fixação e alteração de remuneração e subsídio – art. 37, X, CF.
- EXCEÇÕES À LEGALIDADE?
2. IMPESSOALIDADE
Art. 37
§ 1º A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos 
órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação 
social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que 
caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos. 
3. MORALIDADE
A moral administrativa tem o mesmo conceito da moral comum?
A moralidade administrativa é compreendida como moral jurídica. Nesse 
sentido, compreende o conjunto de regras extraídas de condutas internas da 
Administração.
3.1 SÚMULA VINCULANTE Nº 13 STF
A NOMEAÇÃO DE CÔNJUGE, COMPANHEIRO OU PARENTE EM LINHA RETA, 
COLATERAL OU POR AFINIDADE, ATÉ O TERCEIRO GRAU, INCLUSIVE, DA 
AUTORIDADE NOMEANTE OU DE SERVIDOR DA MESMA PESSOA JURÍDICA 
INVESTIDO EM CARGO DE DIREÇÃO, CHEFIA OU ASSESSORAMENTO, PARA O 
EXERCÍCIO DE CARGO EM COMISSÃO OU DE CONFIANÇA OU, AINDA, DE 
FUNÇÃO GRATIFICADA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA E INDIRETA EM 
QUALQUER DOS PODERES DA UNIÃO, DOS ESTADOS, DO DISTRITO FEDERAL 
E DOS MUNICÍPIOS, COMPREENDIDO O AJUSTE MEDIANTE DESIGNAÇÕES 
RECÍPROCAS, VIOLA A CONSTITUIÇÃO FEDERAL.
A jurisprudência do STF preconiza que, ressalvada situação de fraude à lei, a nomeação de 
parentes para cargos públicos de natureza política não desrespeita o conteúdo normativo do 
enunciado da Súmula Vinculante 13." (RE 825682 AgR, Relator Ministro Teori Zavascki, Segunda 
Turma, julgamento em 10.2.2015, DJe de 2.3.2015) Em hipóteses que atinjam ocupantes de cargos 
políticos, a configuração do nepotismo deve ser analisado caso a caso, a fim de se verificar 
eventual 'troca de favores' ou fraude a lei. 3. Decisão judicial que anula ato de nomeação para 
cargo político apenas com fundamento na relação de parentesco estabelecida entre o nomeado e 
o chefe do Poder Executivo, em todas as esferas da federação, diverge do entendimento da 
Suprema Corte consubstanciado na Súmula Vinculante nº 13." (Rcl 7590, Relator Ministro Dias 
Toffoli, Primeira Turma, julgamento em 30.9.2014, DJe de 14.11.2014) (...) Tanto assim que, nessa 
ocasião, alguns Ministros observaram que a caracterização do nepotismo não estaria afastada 
em todo e qualquer caso de nomeação para cargo político, cabendo examinar cada situação 
com a cautela necessária. Estou convencido de que, em linha de princípio, a restrição 
sumular não se aplica à nomeação para cargos políticos. Ressalvaria apenas as situações de 
inequívoca falta de razoabilidade, por ausência manifesta de qualificação técnica ou de 
inidoneidade moral." (Rcl 17627, Relator Ministro Roberto Barroso, decisão monocrática, 
julgamento em 8.5.2014, DJe de 15.5.2014)
OBS! STF tem afastado nomeações para cargos políticos quando não há 
demonstração de que tem capacidade técnica. Citando precedentes como a 
RCL 17627 (de relatoria do ministro Luís Roberto Barroso), e RCL 11605 (do 
ministro Celso de Mello).
4. PUBLICIDADE
- Exceções: art. 5º, XXXIII 
XXXIII - todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu 
interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas 
no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo 
sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado;
5. EFICIÊNCIA
Obs 1! A EC 45/04 acrescentou o princípio da eficiência dentro do processo 
adm. Art. 5º, LXXXVIII, da CF
Obs2! A EC 19/98 acrescentou o princípio da eficiência na CF.
1.FORMAS DE PRESTAÇÃO DAS ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS
1.1. CENTRALIZADA/DIRETA – pessoa política desempenha funções por seus 
próprios órgãos (ACUMULO DE COMPETÊNCIAS)
1.2. DESCENTRALIZADA – pessoa política desempenha função por meio de 
pessoas diversas (DISTRIBUI COMPETÊNCIAS – EXTERNA)
2. FORMAS DE DESCENTRALIZAÇÃO
 - OUTORGA – LEI – ADM INDIRETA
 - DELEGAÇÃO – ATO/CONTRATO
 - TERRITORIAL/GEOGRÁFICA
- ESTUDO DA ADM. INDIRETA – ART. 37, XIX, CF
A) AUTARQUIAS
Art. 5º Para os fins desta lei, considera-se:
I - Autarquia - o serviço autônomo, criado por lei, com 
personalidade jurídica, patrimônio e receita próprios, para 
executar atividades típicas da Administração Pública, que 
requeiram, para seu melhor funcionamento, gestão 
administrativa e financeira descentralizada.
A) AUTARQUIAS
a.1) Pratica atividade TÍPICA de Estado 
a.3) Personalidade de direito público
a.4) Pessoal
a.5) Patrimônio 
B) FUNDAÇÕES
 IV - Fundação Pública - a entidade dotada de personalidade 
jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, criada em virtude de 
autorização legislativa, para o desenvolvimento de atividades que não 
exijam execução por órgãos ou entidades de direito público, com 
autonomia administrativa, patrimônio próprio gerido pelos respectivos 
órgãos de direção, e funcionamento custeado por recursos da União e de 
outras fontes. (Incluído pela Lei nº 7.596, de 1987)
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7596.htm#art1ii
B) FUNDAÇÕES
 Natureza das fundações: A tese atualmente dominante defende a 
existência de dois tipos de fundações públicas: as fundações de direito 
público e as de direito privado, aquelas sustentando personalidade 
jurídica de direito público e estas de direito privado. 
CARACTERÍSTICA
1) Pratica atividade de caráter SOCIAL (saúde, 
educação(UNB), cultural, pesquisa, etc.)
C) SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA E EMPRESA PÚBLICA
DL 200/67
II - Emprêsa Pública - a entidade dotada de personalidade jurídica de direito privado, com patrimônio 
próprio e capital exclusivo da União, criado por lei para a exploração de atividade econômica que o 
Govêrno seja levado a exercer por fôrça de contingência ou de conveniência administrativa podendo 
revestir-se de qualquer das formas admitidas em direito. (Redação dada pelo Decreto-Lei nº 900, de 
1969)
III - Sociedade de Economia Mista - a entidade dotada de personalidade jurídica de direito privado, criada 
por lei para o exercício de atividade de natureza mercantil, sob a forma de sociedade anônima, cujas ações 
com direito a voto pertençam, em sua maioria, à União ou à entidade da Administração Indireta.
III - Sociedade de Economia Mista - a entidade dotada de personalidade jurídica de direito privado, criada 
por lei para a exploração de atividade econômica, sob a forma de sociedade anônima, cujas ações com 
direito a voto pertençamem sua maioria à União ou a entidade da Administração Indireta. (Redação 
dada pelo Decreto-Lei nº 900, de 1969)
C) SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA E EMPRESA PÚBLICA
LEI 13303/2016
Art. 3º Empresa pública é a entidade dotada de personalidade jurídica de direito privado, com criação 
autorizada por lei e com patrimônio próprio, cujo capital social é integralmente detido pela União, pelos 
Estados, pelo Distrito Federal ou pelos Municípios.
Parágrafo único. Desde que a maioria do capital votante permaneça em propriedade da União, do Estado, 
do Distrito Federal ou do Município, será admitida, no capital da empresa pública, a participação de 
outras pessoas jurídicas de direito público interno, bem como de entidades da administração indireta da 
União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
Art. 4º Sociedade de economia mista é a entidade dotada de personalidade jurídica de direito privado, 
com criação autorizada por lei, sob a forma de sociedade anônima, cujas ações com direito a voto 
pertençam em sua maioria à União, aos Estados, ao Distrito Federal, aos Municípios ou a entidade da 
administração indireta.
c.1) Traços Comuns:
c.1.1) Personalidade jurídica: Direito PRIVADO (regime misto ou 
HÍBRIDO)
c.1.2) Finalidade: - serviço público OU atividade econômica
C) SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA E EMPRESA PÚBLICA
C.2) TRAÇOS DISTINTIVOS: 
EP SEM
Forma de organização Qualquer forma Sociedade Anônima S.A.
Composição do capital Totalmente Público
Mesmo que seja de mais de 
um ente federativo ou de 
entidade da Administração 
Indireta 
Público e privado 
Maioria do Capital Social 
com direito a voto tem que 
ser do Estado ou de pessoa 
da Administração Indireta 
Foro processual EP’s Federais = Justiça 
Federal se autoras, rés, 
assistentes ou opoentes. 
Nos termos do art. 109 da 
CF 
Justiça Estadual 
ESTADO: CF, ART. 37, § 6º - RESP OBJETIVA com base na TEORIA DO RISCO 
ADMINISTRATIVO
§ 6º As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado 
prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, 
nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso 
contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.
Resumindo
As pessoas jurídicas de direito público e as 
de direito privado prestadoras de serviços 
públicos responderão
União, Estados, DF, Municípios, concessionários, 
permissionários.
Obs. Empresa pública e sociedade de economia 
mista que exploram atividade econômica – resp 
subjetiva
Pelos danos que seus agentes, agindo nessa 
qualidade
Agentes – qualquer um que exerça função 
pública
Basta que seja nessa qualidade
Causarem a terceiros Na omissão a responsabilidade será subjetiva. 
Na ação responsabilidade objetiva.
assegurado o direito de regresso contra o 
responsável nos casos de dolo ou culpa.
Estado responde na forma objetiva.
Agente responde em ação regressiva. Depende 
de demonstração de dolo ou culpa (subjetiva)
TEMA: “Em caso de inobservância de seu dever específico de 
proteção previsto no artigo 5º, inciso XLIX, da Constituição Federal, o Estado 
é responsável pela morte de detento”. RE 841526
Repercussão Geral – Tema 362: "Nos termos do artigo 37, § 6º, da 
Constituição Federal, não se caracteriza a responsabilidade civil objetiva do 
Estado por danos decorrentes de crime praticado por pessoa foragida do 
sistema prisional, quando não demonstrado o nexo causal direto entre o 
momento da fuga e a conduta praticada".
(Tema 366): “Para que fique caracterizada a responsabilidade civil do Estado 
por danos decorrentes do comércio de fogos de artifício, é necessário que 
exista violação de um dever jurídico específico de agir, que ocorrerá quando 
for concedida a licença para funcionamento sem as cautelas legais, ou 
quando for de conhecimento do Poder Público eventuais irregularidades 
praticadas pelo particular”.
http://www.stf.jus.br/portal/jurisprudenciaRepercussao/verAndamentoProcesso.asp?incidente=1515920&numeroProcesso=136861&classeProcesso=RE&numeroTema=366
IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA – ART. 37, § 4º, da CF; Lei nº 8.429/92
Art. 37
§ 4º Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos 
direitos políticos, a perda da função pública, a indisponibilidade dos bens e o 
ressarcimento ao erário, na forma e gradação previstas em lei, sem prejuízo 
da ação penal cabível.
§ 5º A lei estabelecerá os prazos de prescrição para ilícitos praticados por 
qualquer agente, servidor ou não, que causem prejuízos ao erário, 
ressalvadas as respectivas ações de ressarcimento.
Temas aqui
• 6 FINANÇAS PÚBLICAS
• 6.1 Atribuições econômicas do Estado.
• 6.2 Fundamentos das finanças públicas, tributação e orçamento.
• 6.4 Noções de orçamento público: Plano Plurianual (PPA), Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e Lei Orçamentária 
Anual (LOA).
• 6.3 Financiamento das Políticas Públicas: estrutura de receitas e despesas do Estado brasileiro.
• 6.5 Federalismo fiscal no Brasil; Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101/2000).
Plano Plurianual - PPA
Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão:
I - o plano plurianual;
II - as diretrizes orçamentárias;
III - os orçamentos anuais.
§ 1º A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal 
para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.
§ 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal, estabelecerá as diretrizes de política 
fiscal e respectivas metas, em consonância com trajetória sustentável da dívida pública, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá 
sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.
§ 3º O Poder Executivo publicará, até trinta dias após o encerramento de cada bimestre, relatório resumido da execução orçamentária.
§ 4º Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta Constituição serão elaborados em consonância com o plano plurianual e 
apreciados pelo Congresso Nacional.
§ 5º A lei orçamentária anual compreenderá:
I - o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações 
instituídas e mantidas pelo Poder Público;
II - o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a 
voto;
III - o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem 
como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público.
SEÇÃO II
DAS ATRIBUIÇÕES DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República:
...
XXIII - enviar ao Congresso Nacional o plano plurianual, o projeto de lei de diretrizes 
orçamentárias e as propostas de orçamento previstos nesta Constituição;
...
Parágrafo único. O Presidente da República poderá delegar as atribuições mencionadas nos 
incisos VI, XII e XXV, primeira parte, aos Ministros de Estado, ao Procurador-Geral da República 
ou ao Advogado-Geral da União, que observarão os limites traçados nas respectivas delegações.
CF/88, Art. 167, § 1º:
Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado sem prévia inclusão 
no plano plurianual, ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade.
Lei do PPA 2024 – 2027 
(Lei 14.802 de 2024)
Art. 3º São prioridades da administração pública federal, incluídas aquelas advindas do processo de 
participação social na elaboração do PPA 2024-2027:
I - combate à fome e redução das desigualdades;
II - educação básica;
III - saúde: atenção primária e atenção especializada;
IV - Programa de Aceleração do Crescimento - NovoPAC;
V - neoindustrialização, trabalho, emprego e renda; e
VI - combate ao desmatamento e enfrentamento da emergência climática.
Parágrafo único. Além das prioridades estabelecidas neste artigo, as leis de diretrizes orçamentárias 
poderão contemplar novas prioridades para os exercícios de 2025, 2026 e 2027, nos termos do 
disposto no § 2º do art. 165 da Constituição.
Art. 4º São agendas transversais do PPA 2024-2027: 
I - crianças e adolescentes; 
II - mulheres; 
III - igualdade racial; 
IV - povos indígenas; e 
V - meio ambiente.
ANEXOS – PPA 2020 a 2023
Anexo I - Programas Finalísticos
Anexo II - Programas de Gestão
Anexo III - Investimentos Plurianuais Prioritários
Anexo IV - Investimentos Plurianuais das Empresas Estatais Não-Dependentes
ANEXOS – PPA 2024 a 2027
Anexo I - Dimensão estratégica, com visão de futuro, valores, diretrizes, eixos, objetivos estratégicos,
indicadores-chave nacionais e metas;
Anexo II - Sumário executivo de informações macroeconômicas e fiscais;
Anexo III - Programas finalísticos com valor global, objetivo, público-alvo, órgão responsável, objetivos
específicos, indicadores e metas;
Anexo IV - Programas de gestão;
Anexo V - Agendas transversais;
Anexo VI - Prioridades e suas metas;
Anexo VII-A - Investimentos plurianuais dos orçamentos fiscal e da seguridade social, exceto acréscimos e inclusões 
constantes do Anexo VII-B;
Anexo VII-B - Investimentos plurianuais dos orçamentos fiscal e da seguridade social incluídos ou acrescidos pelo Congresso 
Nacional;
Anexo VIII - Investimentos plurianuais das empresas estatais não dependentes.
Art. 11. A governança do PPA 2020-2023 visa a alcançar os objetivos e as metas estabelecidos, sobretudo 
para a garantia de acesso às políticas públicas e de sua fruição pela sociedade e busca o aperfeiçoamento 
dos:
I - mecanismos de implementação e integração de políticas públicas;
II - critérios de regionalização de políticas públicas; e
III - mecanismos de monitoramento, avaliação e revisão do PPA 2020-2023.
Art. 12. A gestão do PPA 2020-2023 observará os princípios de publicidade, eficiência, impessoalidade, 
economicidade e efetividade e compreenderá a implementação, o monitoramento, a avaliação e a revisão 
do PPA 2020-2023.
Art. 13. A governança do PPA 2024-2027 visa alcançar os objetivos e as metas estabelecidas, sobretudo 
para a garantia de acesso equitativo e inclusivo às políticas públicas e de sua fruição pela sociedade, e 
busca o aperfeiçoamento dos: 
I - mecanismos de implementação e integração de políticas públicas; 
II - critérios de regionalização de políticas públicas, com vistas à redução das desigualdades regionais; 
III - mecanismos de monitoramento, avaliação e revisão do PPA 2024-2027; e 
IV - processos de participação social no PPA 2024-2027. 
Art. 14. A gestão do PPA 2024-2027 observará os princípios da publicidade, da eficiência, da 
impessoalidade, da economicidade e da efetividade e compreenderá a implementação, o monitoramento, a 
avaliação e a revisão do PPA 2024-2027.
PPA 2020 a 2023
Art. 15. O Poder Executivo encaminhará anualmente ao Congresso Nacional Relatório Anual de Monitoramento do PPA 
2020-2023 com o resultado do processo de monitoramento, que conterá:
I - o comportamento das variáveis macroeconômicas que embasaram a elaboração do Plano Plurianual, explicitando 
as eventuais discrepâncias verificadas entre os valores previstos e os realizados;
II - a situação, por programa finalístico, dos objetivos, das metas e dos indicadores; e
III - demonstrativo da execução orçamentária e financeira dos investimentos plurianuais.
PPA 2024 a 2027
Art. 16. O Poder Executivo federal apresentará anualmente à Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e 
Fiscalização do Congresso Nacional, até 30 de setembro de cada exercício, relatório anual de monitoramento do PPA 
2024-2027, com o resultado do processo de monitoramento, que conterá: 
I - comportamento das variáveis macroeconômicas e do cenário fiscal que embasaram a elaboração do PPA 2024- 
2027, explicitando as eventuais discrepâncias verificadas entre os valores previstos e os realizados; 
II - acompanhamento da evolução das metas e dos indicadores-chave nacionais, previstos na dimensão estratégica; 
III - desempenho, por programa finalístico, dos indicadores dos objetivos específicos e das entregas, indicando os 
pontos de atenção para o cumprimento do objetivo do programa e apresentando justificativa em caso de 
descumprimento; 
IV - demonstrativo da execução orçamentária e financeira dos investimentos plurianuais; 
V - medidas institucionais e normativas implementadas no período; e 
VI - análise dos programas de gestão. Parágrafo único. O relatório anual previsto no caput e o painel com os 
indicadores-chave nacionais devem ficar disponíveis para a população em página específica do sítio eletrônico oficial.
CESGRANRIO - UNEMAT - Administrador – 2024 _ Q3190019
1. Recém-empossado, um determinado governante precisa elaborar o Plano Plurianual (PPA), levando em 
consideração sua finalidade e suas características principais que o diferenciam de outros instrumentos de 
gestão pública.
Sendo assim, na elaboração do PPA, o governante deverá considerar que é necessário
A) enunciar as políticas públicas e as prioridades para o exercício seguinte.
B) estabelecer diretrizes, objetivos e metas de médio prazo.
C) estimar as metas de apuração da receita corrente líquida.
D) fixar a programação das despesas para o exercício financeiro.
E) viabilizar a execução do plano de trabalho do exercício a que se refere.
CESGRANRIO - AGERIO - Analista - Área: Contabilidade – 2023 _ Q2980987
2. No processo de planejamento dos entes públicos, estão previstos instrumentos de planejamento de curto 
e médio prazos com objetivos e conteúdos específicos para favorecer a melhoria da gestão dos recursos 
públicos.
Ao se analisar o conjunto das peças orçamentárias de um ente, um item previsto em instrumento com 
perspectiva de médio prazo, mas com reflexos no orçamento anual, é(são)
A) a definição de condições para transferências de recursos a entidades públicas e privadas.
B) a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.
C) o orçamento de investimento das empresas estatais.
D) as normas para avaliação dos resultados dos programas financiados com recursos do orçamento.
E) os objetivos e as diretrizes para as despesas relativas aos programas de duração continuada.
CEBRASPE - ITAIPU Binacional - Contador – 2024 _ Q3137983
3. A Lei Orçamentária Anual expressa a sua integração com o Plano Plurianual por meio
A) das ações.
B) das atividades.
C) dos programas.
D) dos planos.
E) dos projetos.
FGV - PGM - Analista Processual – 2023 _ Q2851504
4. Leis de iniciativa do Poder Executivo da União estabelecerão o Plano Plurianual, as diretrizes 
orçamentárias e os orçamentos anuais.
Em relação ao Plano Plurianual, é correto afirmar que a lei que o instituir:
A) estabelecerá as diretrizes de política fiscal e respectivas metas, em consonância com trajetória 
sustentável da dívida pública;
B) compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal;
C) orientará a elaboração da lei orçamentária anual;
D) estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública 
federal para as despesas de capital;
E) estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.
FGV - CGM RJ - Técnico em Controle Interno – 2023 _ Q2797962
5. Os analistas de um tribunal de contas notificaram o prefeito e o chefe do Poder Legislativo de um dado Município quanto 
ao conteúdo e forma do Plano Plurianual para o período de 2022-2025, que foi aprovado e publicado no Diário Oficial com 
inconsistências.
Na notificação enviada, os analistas destacaram que as diretrizes, os objetivos e as metas da administração pública municipal 
deveriam ser apresentados:
A) de forma regionalizada;
B) de forma integrada ao programa de conversa;C) conforme a classificação por função e subfunção;
D) de acordo com a classificação institucional das ações;
E) de forma vinculada às respectivas fontes de financiamento.
Questão Inédita – PPA 2024 a 2027 – Autor: Prof. Anderson Ferreira
6. Acerca dos ciclos orçamentários e dos requisitos legais impostos pelo Plano Plurianual (PPA), assinale a 
opção correta.
A) No âmbito do Plano Plurianual (PPA) para o quadriênio de 2024 a 2027, não há definição para a 
agenda transversal, assim como no PPA anterior.
B) O PPA 2024 a 2027 suprimiu a previsão do aperfeiçoamento dos processos de participação social, 
previsto explicitamente no PPA anterior.
C) Não há obrigatoriedade, no atual PPA, da contribuição dos programas para o alcance dos Objetivos 
de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas.
D) No âmbito do atual PPA, os programas destinados exclusivamente às operações especiais integram 
o PPA.
E) De acordo com o PPA 2024 a 2027, são prioridades da administração pública federal o combate à 
fome e redução de desigualdades.
A) No âmbito do Plano Plurianual (PPA) para o quadriênio de 2024 a 2027, não há definição para a agenda transversal, 
assim como no PPA anterior.
Gabarito: Errado
Não há menção para a agenda transversal no PPA 2020 a 2023. Veja a única menção ao termo na Lei:
Art. 10. (...) Parágrafo único. O conjunto de ações governamentais voltadas ao atendimento da primeira infância 
possui caráter prioritário para o orçamento de 2020, nos termos do art. 3º da Lei nº 13.898, de 11 de novembro 
de 2019, e possui antecedência na programação e na execução orçamentária e financeira durante o período de 
vigência do Plano Plurianual, conforme agenda transversal e multissetorial a ser regulamentada pelo Poder 
Executivo.
Já no atual PPA 2024 a 2027, há definição legal para a agenda transversal. Veja:
Art. 2º Para fins do disposto nesta Lei, considera-se: (...) XX - agenda transversal - conjunto de atributos que 
encaminha problemas complexos de políticas públicas, podendo contemplar aquelas focalizadas em públicos-alvo 
ou temas específicos, que necessitam de uma abordagem multidimensional e integrada por parte do Estado para 
serem encaminhados de maneira eficaz e efetiva;
B) O PPA 2024 a 2027 suprimiu a previsão do aperfeiçoamento dos processos de participação social, previsto 
explicitamente no PPA anterior.
Gabarito: Errado
É o contrário. O atual PPA ampliou a previsão para o aperfeiçoamento dos processos de participação social na governança 
do PPA. Veja o inciso IV do art. 13 da Lei do PPA 2024 a 2027:
Art. 13. A governança do PPA 2024-2027 visa alcançar os objetivos e as metas estabelecidas, sobretudo para a 
garantia de acesso equitativo e inclusivo às políticas públicas e de sua fruição pela sociedade, e busca o 
aperfeiçoamento dos: (...) IV - processos de participação social no PPA 2024-2027.
C) Não há obrigatoriedade, no atual PPA, da contribuição dos programas para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento 
Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas.
Gabarito: Errado
Pelo contrário, há essa obrigatoriedade no art. 26 da Lei do PPA 2024 a 2027. Veja:
Art. 26. Os programas do PPA 2024-2027 devem contribuir para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento 
Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas.
D) No âmbito do atual PPA, os programas destinados exclusivamente às operações especiais integram o PPA.
Gabarito: Errado
O atual PPA manteve a disposição de que não integram o PPA os programas destinados exclusivamente a operações 
especiais, nos termos do § 3º do art. 6º da Lei 14.802/2024. Veja:
Art. 6º Integram o PPA 2024-2027: (...) § 3º Não integram o PPA 2024-2027 os programas destinados exclusivamente 
a operações especiais.
E) De acordo com o PPA 2024 a 2027, são prioridades da administração pública federal o combate à fome e redução de 
desigualdades.
Gabarito: Certo
É a literalidade do art. 3º, inciso I, da Lei do PPA 2024 a 2027. Veja:
Art. 3º São prioridades da administração pública federal, incluídas aquelas advindas do processo de participação 
social na elaboração do PPA 2024-2027: I - combate à fome e redução das desigualdades;
Questão Inédita – PPA 2024 a 2027 – Autor: Prof. Anderson Ferreira
7. O Plano Plurianual (PPA) é o principal instrumento de planejamento de médio prazo do governo federal. O PPA orienta, 
de forma concreta, as escolhas do governo, que se traduzem em programas e no orçamento definido para os próximos 
quatro anos. Quanto a esse assunto, marque a alternativa INCORRETA.
A) As agendas transversais, diferentemente do PPA anterior, integram explicitamente o atual PPA, em forma de 
Anexo.
B) Uma novidade do PPA 2024 a 2027 é trazer, em anexo, o sumário executivo de informações macroeconômicas e 
fiscais.
C) No âmbito do atual PPA, o Poder Executivo fica autorizar a alterar, por ato próprio, vinculações entre ações 
orçamentárias e programas, de maneira a conciliar o PPA com as alterações promovidas pelas leis orçamentárias.
D) No atual PPA, programas finalísticos representam o conjunto de ações governamentais relacionadas à gestão da 
atuação governamental ou à manutenção da capacidade produtiva das empresas estatais, e programas de gestão o 
conjunto coordenado de ações governamentais financiadas por recursos orçamentários e não orçamentários com 
vistas à concretização do objetivo.
E) Igualdade racial, povos indígenas e meio ambiente estão definidas como agendas transversais para o atual PPA.
A) As agendas transversais, diferentemente do PPA anterior, integram explicitamente o atual PPA, em forma de Anexo.
Gabarito: Certo
Exatamente. É o que preceitua o art. 6º da Lei do PPA 2024 a 2027. Veja:
Art. 6º Integram o PPA 2024-2027: (...) V - Anexo V - Agendas transversais; (...)
Por outro lado, não há previsão explícita para as agendas transversais integrarem a estrutura do PPA anterior. Veja:
Art. 5º Integram o PPA 2020-2023: I - Anexo I - Programas Finalísticos; II - Anexo II - Programas de Gestão; III - 
Anexo III - Investimentos Plurianuais Prioritários; e IV - Anexo IV - Investimentos Plurianuais das Empresas Estatais 
Não Dependentes. 
B) Uma novidade do PPA 2024 a 2027 é trazer, em anexo, o sumário executivo de informações macroeconômicas e 
fiscais.
Gabarito: Certo
A partir do art. 6º e seus incisos da Lei do PPA 2024 a 2027, é possível ter conhecimento de todos os anexos que 
integram o atual PPA. São eles:
Art. 6º Integram o PPA 2024-2027: I - Anexo I - Dimensão estratégica, com visão de futuro, valores, diretrizes, 
eixos, objetivos estratégicos, indicadores-chave nacionais e metas; II - Anexo II - Sumário executivo de 
informações macroeconômicas e fiscais; III - Anexo III - Programas finalísticos com valor global, objetivo, público-
alvo, órgão responsável, objetivos específicos, indicadores e metas; IV - Anexo IV - Programas de gestão; V - 
Anexo V - Agendas transversais; VI - Anexo VI - Prioridades e suas metas; VII - Anexo VII-A - Investimentos 
plurianuais dos orçamentos fiscal e da seguridade social, exceto acréscimos e inclusões constantes do Anexo VII-
B; VIII- Anexo VII-B - Investimentos plurianuais dos orçamentos fiscal e da seguridade social incluídos ou 
acrescidos pelo Congresso Nacional; IX - Anexo VIII - Investimentos plurianuais das empresas estatais não 
dependentes.
O inciso II prevê o sumário executivo de informações macroeconômicas e fiscais, de forma que a questão está 
correta.
C) No âmbito do atual PPA, o Poder Executivo fica autorizar a alterar, por ato próprio, vinculações entre ações 
orçamentárias e programas, de maneira a conciliar o PPA com as alterações promovidas pelas leis orçamentárias.
Gabarito: Certo
É a literalidade do art. 19, inciso I, alínea “b”, da Lei do PPA 2024 a 2027. Veja:
Art. 19. Fica o Poder Executivo federal autorizado a promover alterações no PPA 2024-2027, por ato próprio, para: I - 
conciliá-lo com as alterações promovidas pelas leis orçamentárias anuais e pelas leisde crédito adicional e poderá, 
para tanto: (...) b) adequar vinculações entre ações orçamentárias e programas;
D) No atual PPA, programas finalísticos representam o conjunto de ações governamentais relacionadas à gestão da 
atuação governamental ou à manutenção da capacidade produtiva das empresas estatais, e programas de gestão o 
conjunto coordenado de ações governamentais financiadas por recursos orçamentários e não orçamentários com vistas à 
concretização do objetivo.
Gabarito: ERRADO
Os conceitos estão invertidos. Segundo Art. 2º do PPA 2024 a 2027 (Lei nº 14.802/2024):
“VII - programa finalístico - conjunto coordenado de ações governamentais financiadas por recursos orçamentários e 
não orçamentários com vistas à concretização do objetivo;
...
XVII - programa de gestão - conjunto de ações governamentais relacionadas à gestão da atuação governamental ou à 
manutenção da capacidade produtiva das empresas estatais, financiadas por ações orçamentárias e não 
orçamentárias que não são passíveis de associação aos programas finalísticos;”
E) Igualdade racial, povos indígenas e meio ambiente estão definidas como agendas transversais para o atual PPA.
Gabarito: Certo
Exatamente. A assertiva enumera três das cinco agendas transversais previstas para a Lei do PPA 2024 a 2027. Veja 
os incisos do art. 4º:
Art. 4º São agendas transversais do PPA 2024-2027: I - crianças e adolescentes; II - mulheres; III - igualdade 
racial; IV - povos indígenas; e V - meio ambiente.
Portanto, verifica-se que as três agendas transversais estão definidas no art. 4º da Lei do atual PPA. Assim, a assertiva 
está correta.
Temas aqui
• 6 FINANÇAS PÚBLICAS
• 6.1 Atribuições econômicas do Estado.
• 6.2 Fundamentos das finanças públicas, tributação e orçamento.
• 6.4 Noções de orçamento público: Plano Plurianual (PPA), Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e Lei Orçamentária 
Anual (LOA).
• 6.3 Financiamento das Políticas Públicas: estrutura de receitas e despesas do Estado brasileiro.
• 6.5 Federalismo fiscal no Brasil; Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101/2000).
Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO
Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão:
I - o plano plurianual;
II - as diretrizes orçamentárias;
III - os orçamentos anuais.
§ 1º A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as 
despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.
§ 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal, estabelecerá as diretrizes de política 
fiscal e respectivas metas, em consonância com trajetória sustentável da dívida pública, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá 
sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.
§ 3º O Poder Executivo publicará, até trinta dias após o encerramento de cada bimestre, relatório resumido da execução orçamentária.
§ 4º Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta Constituição serão elaborados em consonância com o plano plurianual e 
apreciados pelo Congresso Nacional.
§ 5º A lei orçamentária anual compreenderá:
I - o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações 
instituídas e mantidas pelo Poder Público;
II - o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto;
III - o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como 
os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público.
CF/88, Art. 165,
Antiga Redação:
§ 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração pública 
federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subseqüente, orientará a elaboração da 
lei orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de 
aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.
Nova Redação:
§ 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração pública 
federal, estabelecerá as diretrizes de política fiscal e respectivas metas, em consonância com trajetória 
sustentável da dívida pública, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as alterações 
na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. 
(EC 109/2021)
CF/88, Art. 165,
Antiga Redação:
§ 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal,
incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subseqüente, orientará a elaboração da lei orçamentária 
anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências 
financeiras oficiais de fomento.
Nova Redação:
§ 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal,
estabelecerá as diretrizes de política fiscal e respectivas metas, em consonância com trajetória sustentável da dívida
pública, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e 
estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. (EC 109/2021)
Art. 99. Ao Poder Judiciário é assegurada autonomia administrativa e financeira.
§ 1º Os tribunais elaborarão suas propostas orçamentárias dentro dos limites estipulados conjuntamente com os demais Poderes na 
lei de diretrizes orçamentárias.
§ 2º O encaminhamento da proposta, ouvidos os outros tribunais interessados, compete:
I - no âmbito da União, aos Presidentes do Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais Superiores, com a aprovação dos 
respectivos tribunais;
II - no âmbito dos Estados e no do Distrito Federal e Territórios, aos Presidentes dos Tribunais de Justiça, com a aprovação dos 
respectivos tribunais.
§ 3º Se os órgãos referidos no § 2º não encaminharem as respectivas propostas orçamentárias dentro do prazo estabelecido na lei de 
diretrizes orçamentárias, o Poder Executivo considerará, para fins de consolidação da proposta orçamentária anual, os valores 
aprovados na lei orçamentária vigente, ajustados de acordo com os limites estipulados na forma do § 1º deste artigo.
§ 4º Se as propostas orçamentárias de que trata este artigo forem encaminhadas em desacordo com os limites estipulados na forma 
do § 1º, o Poder Executivo procederá aos ajustes necessários para fins de consolidação da proposta orçamentária anual.
§ 5º Durante a execução orçamentária do exercício, não poderá haver a realização de despesas ou a assunção de obrigações que 
extrapolem os limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias, exceto se previamente autorizadas, mediante a abertura de 
créditos suplementares ou especiais.
CF|88:
Art. 169. A despesa com pessoal ativo e inativo da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios não 
poderá exceder os limites estabelecidos em lei complementar. 
§ 1º A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração, a criação de cargos, empregos e funções ou 
alteração de estrutura de carreiras, bem como a admissão ou contratação de pessoal, a qualquer título, pelos órgãos 
e entidades da administração direta ou indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público, só 
poderão ser feitas (Vide EC nº 106/2020):
I - se houver prévia dotação orçamentária suficiente para atender às projeções de despesa de pessoal e aos 
acréscimos dela decorrentes;
II - se houver autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias, ressalvadas as empresas públicas e as 
sociedades de economia mista.LRF
Art. 4o A lei de diretrizes orçamentárias atenderá o disposto no § 2o do art. 165 da Constituição e:
I - disporá também sobre:
a) equilíbrio entre receitas e despesas;
b) critérios e forma de limitação de empenho, a ser efetivada nas hipóteses previstas na alínea b do 
inciso II deste artigo, no art. 9o e no inciso II do § 1o do art. 31;
c) (VETADO)
d) (VETADO)
e) normas relativas ao controle de custos e à avaliação dos resultados dos programas financiados 
com recursos dos orçamentos;
f) demais condições e exigências para transferências de recursos a entidades públicas e privadas;
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art165%C2%A72
A.M.F (LRF, Art. 4º) – antiga redação
§ 1o Integrará o projeto de lei de diretrizes orçamentárias Anexo de Metas Fiscais, em que serão estabelecidas metas anuais, 
em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, 
para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes.
§ 2o O Anexo conterá, ainda:
I - avaliação do cumprimento das metas relativas ao ano anterior;
II - demonstrativo das metas anuais, instruído com memória e metodologia de cálculo que justifiquem os resultados 
pretendidos, comparando-as com as fixadas nos três exercícios anteriores, e evidenciando a consistência delas com as 
premissas e os objetivos da política econômica nacional;
III - evolução do patrimônio líquido, também nos últimos três exercícios, destacando a origem e a aplicação dos recursos 
obtidos com a alienação de ativos;
IV - avaliação da situação financeira e atuarial:
a) dos regimes geral de previdência social e próprio dos servidores públicos e do Fundo de Amparo ao Trabalhador;
b) dos demais fundos públicos e programas estatais de natureza atuarial;
V - demonstrativo da estimativa e compensação da renúncia de receita e da margem de expansão das despesas obrigatórias 
de caráter continuado.
A.M.F (LRF, Art. 4º) – nova redação
§ 1o Integrará o projeto de lei de diretrizes orçamentárias Anexo de Metas Fiscais, em que serão estabelecidas metas anuais, 
em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, 
para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes. 
§ 2o O Anexo conterá, ainda:
I - avaliação do cumprimento das metas relativas ao ano anterior;
II - demonstrativo das metas anuais, instruído com memória e metodologia de cálculo que justifiquem os resultados 
pretendidos, comparando-as com as fixadas nos três exercícios anteriores, e evidenciando a consistência delas com as 
premissas e os objetivos da política econômica nacional;
III - evolução do patrimônio líquido, também nos últimos três exercícios, destacando a origem e a aplicação dos recursos 
obtidos com a alienação de ativos;
IV - avaliação da situação financeira e atuarial:
a) dos regimes geral de previdência social e próprio dos servidores públicos e do Fundo de Amparo ao Trabalhador;
b) dos demais fundos públicos e programas estatais de natureza atuarial;
V - demonstrativo da estimativa e compensação da renúncia de receita e da margem de expansão das despesas obrigatórias 
de caráter continuado.
A.M.F (LRF, Art. 4º) – nova redação
VI – quadro demonstrativo do cálculo da meta do resultado primário de que trata o § 1º deste artigo, que evidencie os principais 
agregados de receitas e despesas, os resultados, comparando-os com os valores programados para o exercício em curso e os realizados 
nos 2 (dois) exercícios anteriores, e as estimativas para o exercício a que se refere a lei de diretrizes orçamentárias e para os 
subsequentes. (Incluído pela Lei Complementar nº 200, de 2023)
§ 3o A lei de diretrizes orçamentárias conterá Anexo de Riscos Fiscais, onde serão avaliados os passivos contingentes e outros riscos 
capazes de afetar as contas públicas, informando as providências a serem tomadas, caso se concretizem.
§ 4o A mensagem que encaminhar o projeto da União apresentará, em anexo específico, os objetivos das políticas monetária, creditícia e 
cambial, bem como os parâmetros e as projeções para seus principais agregados e variáveis, e ainda as metas de inflação, para o exercício 
subseqüente.
§ 5º No caso da União, o Anexo de Metas Fiscais do projeto de lei de diretrizes orçamentárias conterá também: (Incluído pela Lei 
Complementar nº 200, de 2023) Vigência
I - as metas anuais para o exercício a que se referir e para os 3 (três) seguintes, com o objetivo de garantir sustentabilidade à trajetória 
da dívida pública; (Incluído pela Lei Complementar nº 200, de 2023)
II – o marco fiscal de médio prazo, com projeções para os principais agregados fiscais que compõem os cenários de referência, 
distinguindo-se as despesas primárias das financeiras e as obrigatórias daquelas discricionárias; (Incluído pela Lei Complementar nº 
200, de 2023) 
A.M.F (LRF, Art. 4º) – nova redação
III - o efeito esperado e a compatibilidade, no período de 10 (dez) anos, do cumprimento das metas de resultado primário sobre a 
trajetória de convergência da dívida pública, evidenciando o nível de resultados fiscais consistentes com a estabilização da Dívida 
Bruta do Governo Geral (DBGG) em relação ao Produto Interno Bruto (PIB); (Incluído pela Lei Complementar nº 200, de 2023) 
Vigência
IV - os intervalos de tolerância para verificação do cumprimento das metas anuais de resultado primário, convertido em valores 
correntes, de menos 0,25 p.p. (vinte e cinco centésimos ponto percentual) e de mais 0,25 p.p. (vinte e cinco centésimos ponto 
percentual) do PIB previsto no respectivo projeto de lei de diretrizes orçamentárias; (Incluído pela Lei Complementar nº 200, de 
2023) Vigência
V - os limites e os parâmetros orçamentários dos Poderes e órgãos autônomos compatíveis com as disposições estabelecidas na lei 
complementar prevista no inciso VIII do caput do art. 163 da Constituição Federal e no art. 6º da Emenda Constitucional nº 126, de 21 
de dezembro de 2022; (Incluído pela Lei Complementar nº 200, de 2023) Vigência
VI – a estimativa do impacto fiscal, quando couber, das recomendações resultantes da avaliação das políticas públicas previstas no 
§ 16 do art. 37 da Constituição Federal. (Incluído pela Lei Complementar nº 200, de 2023) Vigência
§ 6º Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão adotar, total ou parcialmente, no que couber, o disposto no § 5º deste 
artigo. (Incluído pela Lei Complementar nº 200, de 2023) Vigência
§ 7º A lei de diretrizes orçamentárias não poderá dispor sobre a exclusão de quaisquer despesas primárias da apuração da meta de 
resultado primário dos orçamentos fiscal e da seguridade social. (Incluído pela Lei Complementar nº 200, de 2023) Vigência
A.R.F (LRF, Art. 4º, § 3º)
A lei de diretrizes orçamentárias conterá Anexo de Riscos Fiscais, onde serão avaliados os passivos 
contingentes e outros riscos capazes de afetar as contas públicas, informando as providências a serem 
tomadas, caso se concretizem.
A.E (LRF, Art. 4º, § 4º)
A mensagem que encaminhar o projeto da União apresentará, em anexo específico, os objetivos das políticas 
monetária, creditícia e cambial, bem como os parâmetros e as projeções para seus principais agregados e 
variáveis, e ainda as metas de inflação, para o exercício subseqüente.
A. Agregados Fiscais (Art. 165, § 12, EC 102/2019)
Integrará a lei de diretrizes orçamentárias, para o exercício a que se refere e, pelo menos, para os 2 (dois) 
exercícios subsequentes, anexo com previsão de agregados fiscais e a proporção dos recursos para 
investimentos que serão alocados na lei orçamentária anual para a continuidade daqueles em andamento.
Art. 9o Se verificado, ao final de um bimestre, que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado 
primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministério Público promoverão, por ato próprioe nos 
montantes necessários, nos trinta dias subseqüentes, limitação de empenho e movimentação financeira, segundo os critérios fixados pela 
lei de diretrizes orçamentárias.
§ 1o No caso de restabelecimento da receita prevista, ainda que parcial, a recomposição das dotações cujos empenhos foram limitados dar-
se-á de forma proporcional às reduções efetivadas.
§ 2º Não serão objeto de limitação as despesas que constituam obrigações constitucionais e legais do ente, inclusive aquelas destinadas ao 
pagamento do serviço da dívida, as relativas à inovação e ao desenvolvimento científico e tecnológico custeadas por fundo criado para tal 
finalidade e as ressalvadas pela lei de diretrizes orçamentárias. (Redação dada pela Lei Complementar nº 177, de 2021)
§ 3o No caso de os Poderes Legislativo e Judiciário e o Ministério Público não promoverem a limitação no prazo estabelecido no caput, é o 
Poder Executivo autorizado a limitar os valores financeiros segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias. (Vide ADI 2238)
§ 4o Até o final dos meses de maio, setembro e fevereiro, o Poder Executivo demonstrará e avaliará o cumprimento das metas fiscais de 
cada quadrimestre, em audiência pública na comissão referida no § 1o do art. 166 da Constituição ou equivalente nas Casas Legislativas 
estaduais e municipais.
§4ºAté o final dos meses de maio, setembro e fevereiro, o Ministro ou Secretário de Estado da Fazenda demonstrará e avaliará o 
cumprimento das metas fiscais de cada quadrimestre e a trajetória da dívida, em audiência pública na comissão referida no § 1º do art. 166 
da Constituição Federal ou conjunta com as comissões temáticas do Congresso Nacional ou equivalente nas Casas Legislativas estaduais e 
municipais. (Redação dada pela Lei Complementar nº 200, de 2023)
§ 5o No prazo de noventa dias após o encerramento de cada semestre, o Banco Central do Brasil apresentará, em reunião conjunta das 
comissões temáticas pertinentes do Congresso Nacional, avaliação do cumprimento dos objetivos e metas das políticas monetária, creditícia 
e cambial, evidenciando o impacto e o custo fiscal de suas operações e os resultados demonstrados nos balanços.
LRF
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/Lcp177.htm#art1
http://www.stf.jus.br/portal/peticaoInicial/verPeticaoInicial.asp?base=ADIN&s1=2238&processo=2238
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art166
CESGRANRIO - UNIRIO - Técnico em Contabilidade – 2019 _ Q1169519
1. O orçamento público no Brasil é regido pela Constituição e por Lei complementar e ordinária que definem 
conteúdos e características dos instrumentos básicos de planejamento, de forma a prover a sociedade com 
informações prévias sobre os planos do governo.
Se um cidadão desejar saber quais as medidas aprovadas pelo governo para controle de custos e avaliação 
dos resultados dos programas financiados com recursos do orçamento de um dado período, ele deve 
consultar o(a)
A) Plano Plurianual
B) Anexo de Metas Fiscais
C) Relatório de Gestão Fiscal
D) Lei Orçamentária Anual
E) Lei de Diretrizes Orçamentárias
VUNESP - Prefeitura - Procurador Jurídico – 2023 _ Q2764197
2. Se determinado cidadão quer saber qual é a meta de resultado primário e nominal vigente para o ano 
atual e a previsão para os próximos dois exercícios, ele deve consultar:
A) a lei orçamentária anual.
B) o plano plurianual.
C) o plano diretor.
D) a lei de diretrizes orçamentárias.
E) o relatório atuarial.
FGV - Prefeitura de São José dos Campos - Analista de Gestão - Área Administração de Empresas – 2024 _ Q3117609
3. A elaboração do orçamento público brasileiro se pauta no uso determinante de três instrumentos fundamentais que se 
relacionam com essa finalidade: o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária 
Anual (LOA).
Com relação à LDO, é correto afirmar que
A) orienta a elaboração do PPA.
B) dispõe sobre a vigência e os prazos do exercício financeiro.
C) contém a reserva de contingências.
D) compreende as metas e prioridades da Administração Pública.
E) estabelece, de forma regionalizada, os objetivos e metas para os programas de duração continuada.
FCC - TJ BA - Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Contador – 2023 _ Q2960079
4. É etapa da elaboração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO):
A) previsão da receita e fixação da despesa.
B) previsão da despesa e fixação da receita.
C) estabelecimento de diretrizes, objetivos e metas.
D) demonstração do efeito decorrente de benefícios de natureza financeira, tributária e creditícia.
E) disposição acerca de alterações na legislação tributária.
CEBRASPE - PGE RO - Procurador do Estado Substituto – 2022 _ Q2208503
5. A lei de diretrizes orçamentárias
I compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal.
II estabelecerá as diretrizes de política fiscal e respectivas metas, em consonância com trajetória sustentável da dívida 
pública.
III orientará a elaboração da lei orçamentária anual.
IV disporá sobre as alterações na legislação tributária.
V estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.
Assinale a opção correta.
A) Apenas os itens I e IV estão certos.
B) Apenas os itens II e IV estão certos.
C) Apenas os itens I, III e V estão certos.
D) Apenas os itens II, III e V estão certos.
E) Todos os itens estão certos.
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Acerca das recentes alterações de conteúdo da LDO, com base na LRF, julgue os itens a seguir.
6. No caso da União, o Anexo de Metas Fiscais conterá o efeito esperado e a compatibilidade, no 
período de quinze anos, do cumprimento das metas de resultado primário sobre a trajetória de 
convergência da dívida pública.
7. Os Estados e Municípios podem elaborar suas leis de diretrizes orçamentárias observando o prazo 
de quatro anos para as metas anuais do Anexo de Metas Fiscais.
Temas aqui
• 6 FINANÇAS PÚBLICAS
• 6.1 Atribuições econômicas do Estado.
• 6.2 Fundamentos das finanças públicas, tributação e orçamento.
• 6.4 Noções de orçamento público: Plano Plurianual (PPA), Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e Lei Orçamentária 
Anual (LOA).
• 6.3 Financiamento das Políticas Públicas: estrutura de receitas e despesas do Estado brasileiro.
• 6.5 Federalismo fiscal no Brasil; Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101/2000).
Lei Orçamentária Anual - LOA
Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão:
I - o plano plurianual;
II - as diretrizes orçamentárias;
III - os orçamentos anuais.
§ 1º A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal 
para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.
§ 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal, estabelecerá as diretrizes de política 
fiscal e respectivas metas, em consonância com trajetória sustentável da dívida pública, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá 
sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.
§ 3º O Poder Executivo publicará, até trinta dias após o encerramento de cada bimestre, relatório resumido da execução orçamentária.
§ 4º Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta Constituição serão elaborados em consonância com o plano plurianual 
e apreciados pelo Congresso Nacional.
§ 5º A lei orçamentária anual compreenderá:
I - o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive 
fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público;
II - o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito 
a voto;
III - o orçamentoda seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem 
como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público.
§ 6º O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo regionalizado do efeito, sobre as receitas e despesas, 
decorrente de isenções, anistias, remissões, subsídios e benefícios de natureza financeira, tributária e creditícia.
§ 7º Os orçamentos previstos no § 5º, I e II, deste artigo, compatibilizados com o plano plurianual, terão entre suas funções a de 
reduzir desigualdades inter-regionais, segundo critério populacional.
§ 8º A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, não se incluindo na 
proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito, ainda que por 
antecipação de receita, nos termos da lei.
... 
§ 14. A lei orçamentária anual poderá conter previsões de despesas para exercícios seguintes, com a especificação dos 
investimentos plurianuais e daqueles em andamento.
LOA na LRF
Art. 5o O projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias 
e com as normas desta Lei Complementar:
I - conterá, em anexo, demonstrativo da compatibilidade da programação dos orçamentos com os objetivos e metas constantes do 
documento de que trata o § 1o do art. 4o;
II - será acompanhado do documento a que se refere o § 6o do art. 165 da Constituição, bem como das medidas de compensação a 
renúncias de receita e ao aumento de despesas obrigatórias de caráter continuado;
III - conterá reserva de contingência, cuja forma de utilização e montante, definido com base na receita corrente líquida, serão 
estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias, destinada ao:
a) (VETADO)
b) atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos.
§ 1o Todas as despesas relativas à dívida pública, mobiliária ou contratual, e as receitas que as atenderão, constarão da lei orçamentária 
anual.
§ 2o O refinanciamento da dívida pública constará separadamente na lei orçamentária e nas de crédito adicional.
§ 3o A atualização monetária do principal da dívida mobiliária refinanciada não poderá superar a variação do índice de preços previsto na 
lei de diretrizes orçamentárias, ou em legislação específica.
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art165%C2%A76
§ 4o É vedado consignar na lei orçamentária crédito com finalidade imprecisa ou com dotação ilimitada.
§ 5o A lei orçamentária não consignará dotação para investimento com duração superior a um exercício financeiro que não esteja 
previsto no plano plurianual ou em lei que autorize a sua inclusão, conforme disposto no § 1o do art. 167 da Constituição.
§ 6o Integrarão as despesas da União, e serão incluídas na lei orçamentária, as do Banco Central do Brasil relativas a pessoal e encargos 
sociais, custeio administrativo, inclusive os destinados a benefícios e assistência aos servidores, e a investimentos.
§ 7o (VETADO)
Art. 6o (VETADO)
Art. 7o O resultado do Banco Central do Brasil, apurado após a constituição ou reversão de reservas, constitui receita do Tesouro 
Nacional, e será transferido até o décimo dia útil subseqüente à aprovação dos balanços semestrais.
§ 1o O resultado negativo constituirá obrigação do Tesouro para com o Banco Central do Brasil e será consignado em dotação específica 
no orçamento.
§ 2o O impacto e o custo fiscal das operações realizadas pelo Banco Central do Brasil serão demonstrados trimestralmente, nos termos 
em que dispuser a lei de diretrizes orçamentárias da União.
§ 3o Os balanços trimestrais do Banco Central do Brasil conterão notas explicativas sobre os custos da remuneração das disponibilidades 
do Tesouro Nacional e da manutenção das reservas cambiais e a rentabilidade de sua carteira de títulos, destacando os de emissão da 
União.
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art167%C2%A71
VUNESP - EPC PB - Analista de Empresa Pública - Área: Comunicação - Perfil 1 – 2023 _ Q2835921
1. A Lei Orçamentária Anual (LOA) abrange três tipos de orçamento que são classificados conforme sua 
aplicação. O orçamento que abrange todas as entidades e os órgãos a ela vinculados, da administração direta 
ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo poder público, é o
A) de investimento.
B) fiscal.
C) de desempenho.
D) da seguridade social.
E) de base zero.
FGV - Câmara dos Deputados - Analista Legislativo - Atribuição - Técnica Legislativa - 2023
2. A Constituição Federal de 1988 estabeleceu condições concretas para assegurar a efetiva aplicação do princípio da 
universalidade, garantindo a inclusão de todas as receitas e despesas no processo de planejamento orçamentário.
Com relação ao processo de planejamento orçamentário, avalie se as afirmativas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) O orçamento fiscal é o principal dos três orçamentos e refere-se aos poderes, seus fundos, órgãos e entidades da 
administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público.
( ) O orçamento da seguridade social abrange um orçamento de áreas específicas que engloba exclusivamente as 
entidades e órgãos ligados à seguridade social.
( ) O orçamento de investimento das empresas compreende os investimentos realizados pelas empresas em que o poder 
público, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto, abrangendo as receitas e despesas 
operacionais.
As afirmativas são, respectivamente,
A) F – V – F.
B) F – V – V.
C) V – F – F.
D) V – V – F.
E) V – F – V.
FGV - Prefeitura de Caraguatatuba - Fiscal Municipal – 2024 _ Q3152117
3. O processo orçamentário brasileiro é composto por várias etapas, mas três delas se destacam, ou seja, as aprovações do 
PPA, da LDO e da LOA.
Desse modo, relacione esse plano e leis com algumas de suas características apresentadas a seguir.
1. PPA
2. LDO
3. LOA
Assinale a opção que indica a relação correta, na ordem apresentada.
A) 1 – 2 – 3.
B) 1 – 3 – 2.
C) 2 – 1 – 3.
D) 2 – 3 – 1.
E) 3 – 2 – 1.
( ) Estabelece as diretrizes, objetivos e metas da administração pública no período de 4 anos.
( ) Fixa a programação das despesas para o exercício financeiro
( ) Orienta, anualmente, a elaboração do orçamento.
VUNESP - Prefeitura de Sertãozinho - Procurador Municipal – 2023 _ Q2859505
4. A Lei Orçamentária Anual (LOA)
A) não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, a exemplo da 
autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito, ainda que 
por antecipação de receita.
B) poderá conter previsões de despesas para exercícios seguintes, com a especificação dos investimentos 
plurianuais e daqueles em andamento.
C) orientará a elaboração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e disporá sobre as alterações na 
legislação tributária.
D) compreenderá o orçamento de investimento referente aos Poderes, seus fundos, órgãos e entidades 
da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público.
E) compreenderá o orçamento da seguridade social, que terá entre suas funções a de reduzir 
desigualdades inter-regionais, segundo critério populacional.
CEBRASPE - DPE RO - Analista da Defensoria Pública - Área: Analista em Administração – 2022 _ Q2484830
5. O Orçamento público brasileiro possui três peças base: Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), Plano Plurianual (PPA) e 
Lei Orçamentária Anual (LOA). Acerca dessas peças, assinale a opção correta.
A) O PPA engloba as diretrizes, objetivos e metas da administração pública e inclui as despesas correntes e os 
programas de curta duração.
B) A LDO engloba as metas e prioridades da administração pública e inclui as despesas de capital para os dois 
exercícios financeirossubsequentes.
C) As políticas das agências oficiais de fomento e a criação de novos cargos públicos devem ser estabelecidas na LOA.
D) Além de prever a receita e fixar a despesa, a LOA contempla os orçamentos fiscal, de investimentos e de 
seguridade social.
E) No orçamento de investimentos da LOA, há a inclusão apenas das empresas que a União detém, de maneira direta, 
a maioria do capital social com ou sem direito a voto.
VUNESP - TCM SP - Auditor - Área: Economia - 2023 _ Q2765386
 
6. O Plano Plurianual, PPA, a Lei de Diretrizes Orçamentárias, LDO, e a Lei Orçamentária Anual, LOA, atendem 
a requisitos legais específicos. É possível delimitar o que é atribuído a cada um dada a inter-relação existente 
entre esses instrumentos de planejamento. Sendo assim, é correto afirmar que
A) ao PPA cabe oferecer metas e indicadores gerais que posteriormente estarão especificados na LDO e 
na LOA.
B) é comum aos três instrumentos de planejamento, PPA, LDO e LOA, a determinação de metas fiscais.
C) serão metas passíveis de mensuração as presentes no PPA e na LDO, na LOA haverá tão somente 
alocação de recursos.
D) ao PPA cabe apresentar apenas metas, à LDO exclusivamente indicadores e à LOA a alocação de 
recursos anual.
E) irá o PPA abranger quadriênios, a LDO e a LOA triênios, devendo o PPA ser revisto a cada início de 
mandato.
VUNESP - TCM SP - Auditor de Controle Externo - Área Tecnologia da Informação – 2023 _ Q2752513
7. O Orçamento Público, representado em Lei Orçamentária Anual, LOA, pode ser bem conceituado como:
A) conjunto de valores para o equilíbrio da situação líquida do tesouro público.
B) alocação de receitas e despesas para atender as despesas de capital.
C) meio de previsões de valores em função do comportamento da economia.
D) demonstração das intenções de governantes nos atendimentos priorizados.
E) instrumento com previsibilidades e limites com vistas ao equilíbrio fiscal.
CESGRANRIO - UNIRIO - Administrador – 2019 _ Q1170927
8. A Constituição Federal e a Lei de Responsabilidade Fiscal especificam os conteúdos dos 
instrumentos de planejamento orçamentário, mas há pontos que são tratados de forma 
complementar na LDO e na LOA.
Um desses pontos refere-se
A) às alterações na legislação tributária
B) ao controle de custos
C) aos critérios para limitação de empenho
D) aos objetivos das políticas macroeconômicas
E) à renúncia de receita
FGV - TCE TO - Auditor de Controle Externo - Área: Nível Superior – 2022 _ Q2612438
1. Em sentido amplo, os ingressos de recursos financeiros nos cofres do Estado denominam-se receitas 
públicas, porém nem todas pertencem efetivamente ao ente e são destinadas ao custeio da ação pública.
Esse é o caso de receitas:
A) decorrentes de juros de operações de crédito;
B) geradas pela alienação de bens do patrimônio público; 
C) originárias de compensações financeiras;
D) que representam apenas entradas compensatórias;
E) que resultam da cobrança de dívida ativa.
FGV - Prefeitura de São José dos Campos - Analista de Gestão - Área Administração de Empresas – 2024 _ Q3117645
2. A classificação orçamentária “categoria econômica de receita” tem a função de evidenciar o impacto 
das decisões governamentais na economia nacional. São exemplos dessa classificação as receitas 
orçamentárias e de capital.
Assinale a opção que apresenta uma receita classificada como de capital.
A) Pagamento de imposto de renda.
B) Aluguel de prédios públicos a particulares.
C) Prestação de serviços públicos não gratuitos.
D) Recebimento de contribuições de melhoria de região valorizada com obra pública.
E) Realização de operação de crédito.
FGV - ALE MA - Técnico de Gestão Administrativa - Área: Contador – 2023 _ Q2994877
3. De acordo com a Lei nº 4.320/64, as receitas podem ser classificadas em correntes e de capital.
Assinale a opção que contém exemplos de receita classificadas, respectivamente, como corrente e como 
de capital.
A) Tributária e industrial.
B) Industrial e de serviços.
C) De serviços e tributária.
D) Patrimonial e alienação de bens.
E) Amortização de empréstimos e agropecuária.
FGV - PGM - Analista Contábil – 2023 _ Q2852213
4. Embora na proposta de lei orçamentária anual, em geral, as receitas sejam estimadas e as despesas 
autorizadas, há casos de ingressos que só podem ser incluídos como receitas quando especificamente 
autorizados pelo Poder Legislativo.
Conforme as disposições da Lei nº 4.320/1964, um exemplo desse ingresso tem origem em:
A) amortização de empréstimos;
B) operação de créditos;
C) operações extraorçamentárias;
D) recursos vinculados;
E) transferências constitucionais.
FGV - DNIT - Analista Administrativo - Área Administração – 2024. _ Q3160667
 
5. A seguir são apresentadas as classificações da receita pública quanto à categoria econômica e suas fontes.
1. Receitas Correntes
2. Receitas de Capital
Assinale a opção que indica relação correta, na ordem apresentada.
A) 1 – 1 – 2 – 2 – 1.
B) 2 – 1 – 2 – 1 – 1.
C) 2 – 1 – 1 – 2 – 1.
D) 1 – 1 – 2 – 1 – 2.
E) 1 – 2 – 2 – 1 – 2.
( ) Receitas patrimoniais
( ) Receita de contribuições
( ) Operações de créditos
( ) Alienação de bens
( ) Receita industrial
FGV – SEFAZ/ES - Consultor – Ciências Contábeis - 2022
6. As receitas provenientes da fruição do patrimônio de ente público, como bens mobiliários e 
imobiliários, são classificadas como Receita
A) corrente – de contribuições.
B) corrente – de serviços.
C) de capital – de contribuições.
D) de capital – operações de crédito.
E) corrente – patrimonial.
FGV - TCE ES - Conselheiro Substituto – 2023 _ Q2770741
7. Em relação ao Orçamento, temos as receitas públicas correntes e as de capital.
São receitas de capital:
A) receita agropecuária;
B) receita industrial;
C) receitas tributária e de contribuições;
D) as provenientes da conversão, em espécie, de bens e direitos;
E) as provenientes de recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito público ou privado, 
quando destinadas a atender despesas classificáveis em despesas correntes.
VUNESP - Câmara Municipal de Santa Bárbara D'Oeste - Procurador Legislativo – 2023 _ Q2939276
8. Sobre o reconhecimento da receita pública no Brasil, é correto afirmar, com base na Lei no 
4.320/1964, que
A) segue o chamado regime de competência, apropriando-se a receita ao exercício em que 
efetivamente houver o recolhimento, não bastando a sua arrecadação.
B) segue o chamado regime de competência, apropriando-se a receita ao exercício em que houver o 
lançamento do crédito contra o devedor, independentemente da arrecadação.
C) segue o chamado regime de caixa, apropriando-se a receita ao exercício em que houver o 
lançamento do crédito contra o devedor, independentemente da arrecadação.
D) segue o chamado regime de caixa, apropriando-se a receita ao exercício em que efetivamente 
houver o recolhimento, não bastando a sua arrecadação.
E) segue o chamado regime de caixa, apropriando-se a receita contabilmente ao exercício financeiro 
em que efetivamente houver a sua arrecadação.
FGV - Câmara dos Deputados - Analista Legislativo - Área Técnico em Material e Patrimônio – 2023 _ Q3072355
9. As etapas da receita orçamentária podem ser resumidas em: previsão, lançamento, arrecadação e recolhimento.
Com relação às etapas da receita orçamentária, avalie as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a 
falsa.
( ) A previsão implica planejar e estimar a arrecadação das receitas orçamentárias que constarão na proposta 
orçamentária, em conformidade com as normas técnicas e legais correlatas e, em especial, com as disposições 
constantes na Lei de Responsabilidade Fiscal.
( ) O lançamento não se aplica a impostos, taxas e contribuições de melhoria.
( ) O recolhimento é a transferência dos valores arrecadados à conta específica do Tesouro.
As afirmativas são, respectivamente,
A) F – V – F.
B) F – V – V.
C) V – F – F.
D) V – V – F.
E) V – F – V.
VUNESP - TCM SP - AuxiliarTécnico de Controle Externo - Área Administrativa – 2023 _ Q2761298
10. Entre as etapas da receita orçamentária, há aquela em que o contribuinte entrega os recursos 
devidos ao Estado, por meio dos agentes arrecadadores ou instituições financeiras autorizadas. Trata-se 
da etapa denominada
A) lançamento.
B) recolhimento.
C) arrecadação.
D) previsão.
E) pagamento.
FGV - Câmara dos Deputados - Analista Legislativo - Área Técnico em Material e Patrimônio – 2023 _ Q3072358
1. Despesa orçamentária é toda transação que depende de autorização legislativa, na forma de consignação de dotação 
orçamentária, para ser efetivada.
Relacione os conceitos a seguir às respectivas definições.
1. Função
2. Subfunção
3. Atividade
4. Projeto
Assinale a opção que indica a relação correta, segundo a ordem apresentada.
A) 1 – 3 – 2 – 4.
B) 1 – 4 – 2 – 3.
C) 4 – 2 – 3 – 1.
D) 2 – 4 – 3 – 1.
E) 4 – 3 – 2 – 1.
( ) dois primeiros dígitos da classificação funcional e maior nível de agregação das diversas áreas de 
atuação do setor público.
( ) envolve um conjunto de operações, limitadas no tempo, das quais resulta um produto que 
concorre para a expansão ou o aperfeiçoamento da ação governamental.
( ) três últimos dígitos da classificação funcional, evidencia cada área da atuação governamental.
( ) envolve um conjunto de operações, de modo contínuo e permanente, das quais resulta um 
produto necessário à manutenção da ação governamental.
CESGRANRIO - UNIRIO - Administrador – 2019. _ Q1170926
2. Uma das classificações legalmente requeridas para a despesa pública refere-se à classificação institucional, que reflete 
a estrutura de alocação dos créditos orçamentários em níveis hierárquicos.
Na classificação institucional da despesa, uma autarquia de ensino superior federal, subordinada ao Ministério da 
Educação,
A) constitui um agrupamento de unidades orçamentárias com dotações próprias.
B) recebe dotações orçamentárias diretamente do Tesouro Nacional.
C) é considerada uma unidade orçamentária, identificada com três dígitos.
D) é considerada um órgão orçamentário, identificado com dois dígitos.
E) está impedida de receber transferências não autorizadas pelo Ministério a que está subordinada.
VUNESP - UNICAMP - Contador – 2023 _ Q2750116
3. A estrutura da natureza da despesa a ser observada na execução orçamentária de todas as esferas de 
governo é representada por “c.g.mm.ee.dd”, em que
A) “c” representa a categoria econômica.
B) “g” representa o elemento de despesa.
C) “mm” representa o desdobramento, facultativo, do elemento de despesa.
D) “ee” representa o grupo de natureza da despesa.
E) “dd” representa a modalidade de aplicação.
FGV - Prefeitura do Rio de Janeiro - Analista de Planejamento e Orçamento APO – 2023. _ Q3001772
4. Na elaboração, em 2022, do projeto de lei orçamentária anual (LOA) do Município Alfa para o ano de 
2023, foi inserida dotação destinada à aquisição de terreno onde seria executada, em cronograma de obra 
de dez meses de duração, no próprio ano de 2023, a construção de uma pequena creche municipal.
Segundo a Lei nº 4.320/1964, tal dotação para aquisição desse imóvel é classificada como:
A) inversão financeira;
B) transferência de capital;
C) despesa de custeio;
D) transferência corrente;
E) investimento.
VUNESP - Câmara de Aparecida - Procurador Legislativo – 2023 _ Q3046476
5. Com base na classificação das despesas públicas estabelecida pela Lei no 4.320/1964, assinale a 
alternativa em que ambas as despesas são de capital.
A) Subvenções econômicas e auxílios para inversões financeiras.
B) Salário família e juros da dívida pública.
C) Juros da dívida pública e concessão de empréstimos.
D) Subvenções econômicas e juros da dívida pública.
E) Amortização da dívida pública e concessão de empréstimos.
VUNESP - Câmara de Tanabi - Advogado – 2023 _ Q3015354
6. No que se refere aos estágios da despesa, de acordo com as disposições da Lei no 4.320/1964, é correto 
afirmar que
A) em casos especiais, previstos na legislação específica, é permitida a realização da despesa sem prévio 
empenho.
B) é permitido o empenho global de despesas contratuais e outras, sujeitas a parcelamento.
C) o pagamento da despesa consiste na verificação do direito adquirido pelo credor tendo por base os 
títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito.
D) liquidação é o despacho exarado por autoridade competente, determinando que a despesa seja paga.
E) para cada empenho será extraído um documento denominado ordem de pagamento que indicará o 
nome do credor, a representação e a importância da despesa.
CESGRANRIO - UNIRIO - Administrador – 2019 _ Q1170936
7. No processo de execução da despesa pública, o estágio que consiste na reserva de dotação orçamentária para um fim 
específico
A) depende da verificação da procedência do respectivo crédito fiscal.
B) será anulado somente quando o objeto do contrato não tiver sido cumprido.
C) ocorre, em geral, antes da publicação da programação financeira e do cronograma de desembolso.
D) representa a garantia ao credor de que existe crédito orçamentário disponível e suficiente para atender à despesa 
objeto do contrato.
E) não está sujeito à limitação de movimentação financeira.
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