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Sprint Rumo à Aprovação CNU Conhecimentos Gerais - Blocos 1 a 7 O ciclo de políticas públicas Conforme o autor Secchi, o ciclo de políticas públicas: “é um esquema de visualização e interpretação que organiza a vida de uma política pública em fases sequenciais e interdependentes”. Na prática, o ciclo de políticas públicas tem uma elevada dinâmica e por isso o ciclo que indicamos aqui na teoria não reflete a real dinâmica de uma política pública. Muitas vezes temos fases simultâneas, sequenciais e interdependentes.. Não há consenso entre os autores, acerca das etapas do ciclo de políticas públicas, mas temos algumas visões mais comuns: Souza entende que o ciclo de políticas públicas é composto pelos seguintes estágios: 1) Definição de agenda 2) Identificação de alternativas 3) Avaliação das opções 4) Seleção das opções 5) Implementação 6) Avaliação (CESPE – TCE-PE – Analista de Gestão) A última etapa do ciclo de políticas públicas é a avaliação, que consiste na mensuração de resultados e de impactos com o propósito de compará-los às metas originais. Para Secchi , o ciclo de políticas públicas é composto pelas seguintes fases: 1) Identificação do problema 2) Formação da agenda 3) Formulação de alternativas 4) Tomada de decisão 5) Implementação 6) Avaliação 7) Extinção Saraiva entende que o ciclo de políticas públicas é composto pelas seguintes fases: 1) Formação da Agenda 2) Elaboração 3) Formulação (Tomada de Decisão) 4) Implementação 5) Execução 6) Acompanhamento 7) Avaliação Howlett e Ramesh entendem que as fases das políticas públicas são as seguintes: 1) Construção da agenda 2) Formulação da política 3) Tomada de decisão 4) Implementação 5) Avaliação Institucionalização das políticas em Direitos Humanos como políticas de Estado. Professor José Wesley Governança pública e sistemas de governança (Decreto nº 9.203, de 22 de novembro de 2017) DECRETO Nº 9.203, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2017 Dispõe sobre a política de governança da administração pública federal direta, autárquica e fundacional. Art. 3º São princípios da governança pública: I - capacidade de resposta; II - integridade; III - confiabilidade; IV - melhoria regulatória; V - prestação de contas e responsabilidade; e VI - transparência. Art. 17. A alta administração das organizações da administração pública federal direta, autárquica e fundacional deverá estabelecer, manter, monitorar e aprimorar sistema de gestão de riscos e controles internos com vistas à identificação, à avaliação, ao tratamento, ao monitoramento e à análise crítica de riscos que possam impactar a implementação da estratégia e a consecução dos objetivos da organização no cumprimento da sua missão institucional, observados os seguintes princípios: I - implementação e aplicação de forma sistemática, estruturada, oportuna e documentada, subordinada ao interesse público; II - integração da gestão de riscos ao processo de planejamento estratégico e aos seus desdobramentos, às atividades, aos processos de trabalho e aos projetos em todos os níveis da organização, relevantes para a execução da estratégia e o alcance dos objetivos institucionais; III - estabelecimento de controles internos proporcionais aos riscos, de maneira a considerar suas causas, fontes, consequências e impactos, observada a relação custo-benefício; e IV - utilização dos resultados da gestão de riscos para apoio à melhoria contínua do desempenho e dos processos de gerenciamento de risco, controle e governança. Art. 19. Os órgãos e as entidades da administração direta, autárquica e fundacional instituirão programa de integridade, com o objetivo de promover a adoção de medidas e ações institucionais destinadas à prevenção, à detecção, à punição e à remediação de fraudes e atos de corrupção, estruturado nos seguintes eixos: I - comprometimento e apoio da alta administração; II - existência de unidade responsável pela implementação no órgão ou na entidade; III - análise, avaliação e gestão dos riscos associados ao tema da integridade; e IV - monitoramento contínuo dos atributos do programa de integridade. Integridade pública DECRETO Nº 11.529, DE 16 DE MAIO DE 2023 Institui o Sistema de Integridade, Transparência e Acesso à Informação da Administração Pública Federal e a Política de Transparência e Acesso à Informação da Administração Pública Federal. Art. 1º Este Decreto dispõe, no âmbito da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, sobre: I - o Sistema de Integridade, Transparência e Acesso à Informação da Administração Pública Federal; e II - a Política de Transparência e Acesso à Informação da Administração Pública Federal. Art. 3º Para fins do disposto neste Decreto, considera-se: (Vigência) I - programa de integridade - conjunto de princípios, normas, procedimentos e mecanismos de prevenção, detecção e remediação de práticas de corrupção e fraude, de irregularidades, ilícitos e outros desvios éticos e de conduta, de violação ou desrespeito a direitos, valores e princípios que impactem a confiança, a credibilidade e a reputação institucional; II - plano de integridade - plano que organiza as medidas de integridade a serem adotadas em determinado período, elaborado por unidade setorial do Sitai e aprovado pela autoridade máxima do órgão ou da entidade; e III - funções de integridade - funções constantes nos sistemas de corregedoria, ouvidoria, controle interno, gestão da ética, transparência e outras essenciais ao funcionamento do programa de integridade. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2023/decreto/D11529.htm#art20 Art. 4º São objetivos do Sitai: I - coordenar e articular as atividades relativas à integridade, à transparência e ao acesso à informação; II - estabelecer padrões para as práticas e as medidas de integridade, transparência e acesso à informação; e III - aumentar a simetria de informações e dados nas relações entre a administração pública federal e a sociedade. Art. 5º Compõem o Sitai: I - a Controladoria-Geral da União, como órgão central; e II - as unidades nos órgãos e nas entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional responsáveis pela gestão da integridade, da transparência e do acesso à informação, como unidades setoriais. Art. 10. A Política de Transparência e Acesso à Informação da Administração Pública Federal compreende a: I - transparência passiva, para garantir a prestação de informações em atendimento a pedidos apresentados à administração pública federal com fundamento na Lei nº 12.527, de 2011; II - transparência ativa, para garantir a divulgação de informações nos sítios eletrônicos oficiais; e III - abertura de bases de dados produzidos, custodiados ou acumulados pela administração pública federal, para promover pesquisas, estudos, inovações, geração de negócios e participação da sociedade no acompanhamento e na melhoria de políticas e serviços públicos. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12527.htm Art. 11. São princípios e objetivos da Política de Transparência e Acesso à Informação da Administração Pública Federal: I - observância da publicidade como preceito geral e do sigilo como exceção; II - amplo acesso da sociedade às informações e aos dados produzidos, custodiados ou acumulados pela administração pública federal e livre utilização desses dados e dessas informações, independentemente de autorização prévia ou de justificativa; III - primariedade, integralidade, autenticidade e atualidade das informações disponibilizadas; IV - tempestividade no provimento de informações; V - utilização de linguagem acessível e de fácil compreensão; VI - ênfase na transparência ativa como forma de atender ao direito das pessoas físicas e jurídicas de terem acesso às informações e aos dados produzidos, custodiadosou acumulados pela administração pública federal; Art. 12. A transparência ativa será realizada por meio da divulgação de dados e informações nos sítios eletrônicos oficiais dos órgãos e das entidades da administração pública federal. Parágrafo único. A ações de transparência ativa de que trata o caput se darão: I - em cumprimento às normas vigentes; II - por demanda ou interesse coletivo ou geral da sociedade; e III - por iniciativa dos órgãos e das entidades. Art. 13. A Controladoria-Geral da União manterá o Portal da Transparência do Poder Executivo Federal para divulgar dados e informações sobre a gestão de recursos públicos e sobre servidores públicos. ÉTICA e INTEGRIDADE. 3.1 Princípios e valores éticos do serviço público, seus direitos e deveres à luz do artigo 37 da Constituição Federal de 1988, e do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto nº 1.171/1994). @glaubermarinho_ CNU Subsídios para publicação Decreto 1.171/94: Art. 37, caput, § 4º da Constituição Federal, art. 84, incisos IV e VI; Lei 8429/92 – improbidade administrativa artigos 10,11 e 12; Lei 8112/90 – regime jurídico dos servidores federais artigos116(deveres) e 117(proibições). Princípios básicos L egalidade I mpessoalidade M oralidade – II,III e IV P ublicidade – VII E ficiência Princípios básicos conduta servidor público Profissionalismo (opção – dedicação plena) Imparcialidade Objetividade Excelência Civilidade Decreto 1171/94, Capítulo I Seção I I,VI - DDZEC/ privado II,III,IV - M = F/L Bem-estar! PublicidadeVerdade Ausência Filas CORTE o CUBO Negligência Harmonia Decreto 1171/94, Capítulo I Seção II RAPIDEZ ,RE/PE/TE atribuições/ tarefas Denúncia comunicação prestação de contas/fiscalização materializarhierarquia Greve assíduo /frequente 2 opções Decreto 1171/94, Capítulo I Seção II Limpeza vestimentas Estudos/atualização prerrogativas Divulgar código Decreto 1171/94, Capítulo I Seção III solicitar Simpatia/antipatia tecnologia solidariedade Favorecimento Informação privilegiada reputação procrastinar Decreto 1171/94, Capítulo I Seção III Dar concurso embriaguez desviar alterar iludir retirar CAPÍTULO II -DAS COMISSÕES DE ÉTICA(COMITÊS) DEVER DE CONSTITUIR Competências Censura Servidor Pressupostos - Democracia Liberdade de imprensa – acesso à informação Liberdade de expressão Voto e participação (elegibilidade) Eleições c/ lisura Alternância de poder Transparência Cidadania Latim - Civitas - cidade Conjunto de Direitos( civis, políticos, sociais) Deveres – apropriação e intervenção/transformação espaços Política: organização da pólis Democracia + cidadania = exemplo voto ampliado Tipos Formal(nacionalidade)/legal Material/substantiva/real 3.4 Transparência e qualidade na gestão pública, cidadania e equidade social. No Estado Democrático de Direito em que foram fincados os alicerces fundacionais da República Federativa Brasileira a transparência se constitui em instrumento de efetivação do princípio da publicidade, o qual foi positivado no art. 37, caput, da Carta Magna de 1988. O Tribunal de Contas de Santa Catarina - TCE/SC (2000, p. 14 apud PLATT NETO et al., 2004, p. 03) destaca que o princípio da transparência é mais amplo do que o da publicidade, pois “a mera divulgação sem tornar o conteúdo compreensível para a sociedade não é transparência, como também não o é a informação compreensível sem a necessária divulgação”. Platt Neto et al. (2005) também considera que a definição de transparência é mais abrangente do que a de publicidade porque uma informação pode ter caráter público, sem ser relevante, confiável, tempestiva e compreensível. • http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2019/12/ARTIGO-3.pdf http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2019/12/ARTIGO-3.pdf ASSISTENTE ADMINISTRATIVA(O) QUADRIX CRP MG 28 No que concerne à ética no serviço público, assinale a alternativa correta. (A) A transparência é pressuposta da cidadania: má-informação conduz a um exercício deficiente de direitos. (B) A transparência na gestão pública não se desenvolve por políticas específicas, mas sim por uma premissa geral de publicidade. (C) Ser transparente é publicar os atos públicos já realizados nos veículos oficiais de imprensa. (D) A transparência não deve se calçar em uma emancipação cidadã. Em lugar de garantir condições de acesso à informação, a informação deve ser proativamente divulgada segundo relevância aferível pelo gestor. (E) A transparência é uma ferramenta que embaraça o poder, pois dificulta o seu exercício. Quadrix - CRESS RO - Agente Administrativo - 2021 30 A ética é o ramo da filosofia que trata das questões sobre como devemos viver e, portanto, sobre a natureza de certo e errado, bem como de bem e mal, dever, obrigação e outros conceitos. Mas para que praticar a ética? Praticar a ética é o meio de se alcançar a felicidade. Ela oferece a trilha para se obter uma vida moralmente boa e, por meio dela, a felicidade. Ser feliz é o resultado do hábito de bem agir. A ética tem a ver com caráter, com aquilo que cada um é, com seus valores. Todos estão sujeitos aos princípios éticos, inclusive os agentes públicos. Agentes públicos são todas as pessoas físicas que, sob qualquer liame jurídico e, algumas vezes, sem ele, prestam serviços à Administração Pública ou realizam atividades que estão sob sua responsabilidade. Exercem função pública que se caracteriza no direito ou dever de agir, atribuído por lei a uma pessoa, ou a várias, a fim de assegurar a vida da Administração ou o preenchimento de sua missão, segundo os princípios instituídos pela própria lei. Os padrões éticos dos agentes públicos advêm de sua própria natureza, ou seja, do caráter público e de sua relação com o público. Os agentes públicos devem seguir determinados padrões de comportamento caracterizados pela ética e pelas normas legais. Acerca desse assunto, assinale a alternativa incorreta. A A falta de ética induz ao descumprimento das leis do ordenamento jurídico. B Os padrões de comportamento na Administração Pública devem ter como fundamento, exclusivamente, as necessidades operacionais, exprimindo-as. https://questoes.grancursosonline.com.br/prova/cress-ro-ro-2021-quadrix-agente-administrativo C Os agentes públicos devem primar pela impessoalidade, deixando claro que o termo é sinônimo de igualdade. D A falta de ética na Administração Pública encontra terreno fértil para se reproduzir, pois o comportamento de autoridades públicas está longe de se basear em princípios éticos, o que ocorre devido à falta de preparo dos funcionários, por cultura equivocada e, especialmente, por falta de mecanismos de controle e responsabilização adequados dos atos antiéticos E A consciência ética, a exemplo da educação e da cultura, é apreendida pelo ser humano e, assim, a ética na Administração Pública pode e deve ser desenvolvida junto aos agentes públicos. Isso gerará uma mudança na Administração Pública que deverá ser sentida pelo contribuinte que dela se utiliza diariamente, seja por meio da simplificação de procedimentos (rapidez de respostas e qualidade dos serviços prestados), seja pela forma de agir e pela forma de contato entre o cidadão e os agentes públicos. Direitos Humanos (CNU) Projeto 80/20 Prof. Matheus Atalanio PARTE I Meio ambiente, desenvolvimento sustentável e mudança climática Prof. Matheus Atalanio Antes de mais nada... Uma palavra “O desenvolvimento do direito internacional do meio ambiente coloca-se dentre os mais significativos das últimas décadas, porquanto, praticamente inexistente até 1972, tornou-se parte central do direito internacional, no contexto pós-moderno, e tema recorrente das negociações e esforços internacional. Desnecessário de regulamentações de caráter tanto frisar o papel interno crucial como deste, desde que se lhe assegure a efetividade institucional e normativa, visando a sobrevivênciada vida no planeta.” (ACCIOLY, Hildebrando; SILVA, G. E. Do Nascimento e & CASELLA, Paulo Borba. Manual de Direito Internacional Público. 24. ed. São Paulo: Saraiva Educação, 2019) Meio ambiente e desenvolvimento sustentável Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) Desenvolvimento sustentável e ESG Mudanças climáticas “Mudança climática se refere a transformações de longo prazo nos padrões de temperatura e clima. Essas alterações podem ser naturais, mas desde o século 18 as atividades humanas têm sido a principal causa das mudanças climáticas, principalmente por causa da queima de combustíveis fósseis (como carvão, petróleo e gás), que produzem gases que retêm o calor.” Fonte: Nações Unidas Brasil. Causas das mudanças climáticas • Temperaturas mais altas • Tempestades mais severas •Aumento da seca •Oceano mais quente e maior •Perda de espécies •Problemas relativos à comida •Riscos à saúde •Pobreza e deslocamento Fonte: Nações Unidas Brasil. Efeitos das mudanças climáticas •Geração de energia • Fabricação de produtos •Desmatamento florestal •Uso de transporte •Produção de alimentos • Energia nos edifícios • Excesso de consumo Fonte: Nações Unidas Brasil. Antecedentes em DIMA relevantes para o estudo sobre mudanças climáticas • Declaração de Estocolmo (1972) • Rio-92 (1992) • UNFCCC (1994) • Conferência de Joanesburgo (2002) • Rio+20 (2012) •Acordo de Paris (2015) Linha do tempo As distinções entre o DIP e o DIMA • União histórica • Convenção-parte vs. Convenção-quadro • Método de composição • Hard Law vs. Soft Law • Polêmica: Prof. Malcolm Shaw: “[s]oft Law is not law” Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) • O mundo até a década de 1980 • Potencial catastrófico do aquecimento global • Preocupação da comunidade internacional • IPCC (PNUMA + OMM) • Resolução 53 (XLIII) da AGNU de 1989 indica que o clima passa a ser uma “preocupação comum da humanidade” PARTE II Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH) 3 Prof. Matheus Atalanio Antecedentes do PNDH ❑ Objetivo do Programa - Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) - Dificuldades de concretização dos Direitos Humanos no Brasil - Criação de uma política pública específica para os direitos humanos - Objetiva-se equiparar o desenvolvimento econômico com a qualidade de vida dos brasileiros Antecedentes do PNDH ❑ Criação - A orientação para sua criação é proveniente da Declaração e Programa de Ação de Viena (1993) - Governança global em matéria de Direitos Humanos - Um programa nacional por Estado - Tal criação enseja um respeito à consolidação dos Direitos Humanos - BRASIL adere a tal projeto Conferência de Viena (1993) • O mundo dos anos 1990; • Atuação brasileira destacada na pessoa do Emb. Gilberto Saboya, que presidiu o Comitê de Redação; • Brasil decide instituir o seu Programa Nacional. Atenção – PNDH • Competência administrativa Políticas públicas de implementação de Direitos Humanos é comum a todos os entes federados (Art. 23, X, CRFB/88); PNDH-1 (1996) ❑ A Presidência, à luz do artigo 84, IV da CRFB/88, baixa o Decreto nº 1.904/1996, que institui o PNDH; ❑ Não é vinculante, mas serve como orientação para as políticas governamentais; ❑ Visa dar visibilidade para os Direitos Humanos, além de estipular e coordenar os esforços para superação das dificuldades e implementação dos direitos; ❑ Articulação do governo e da sociedade civil. PNDH-1 (1996) ❑ Volta-se a proteção dos direitos civis ❑ Combate à impunidade e à violência policial ❑ Traz como meta a adesão brasileira a tratados internacionais que versam sobre Direitos Humanos PNDH-2 (2002) ❑ Aprovado pelo Decreto nº 4.229/2002; ❑ Ênfase nos direitos sociais; PNDH-2 (2002) ❑Muitas inovações, como: 1. Reconhecimento e reparação para os familiares das pessoas desaparecidas em razão de participação política; 2. Transferência da justiça militar para a justiça comum dos crimes dolosos contra a vida praticados por policiais militares; 3. Tipificação do crime de tortura; PNDH-2 (2002) ❑Muitas inovações, como: 4. Proposta de emenda constitucional que propunha a reforma constitucional que consolidou a “federalização dos crimes de direitos humanos”, também chamado de Incidente de Deslocamento de Competência (IDC). Com a palavra, André de Carvalho Ramos... “Além da menção ao direito à vida, liberdade e outros direitos civis, o PNDH-2 lançou ações específicas referentes a direitos sociais, como o direito à educação, à saúde, à previdência e assistência social, ao trabalho, à moradia, a um meio ambiente saudável, à alimentação, à cultura e ao lazer, assim como propostas voltadas para a educação e sensibilização de toda a sociedade brasileira para a cristalização de uma cultura de respeito aos direitos humanos.” (RAMOS, André de Carvalho. Curso de Direitos Humanos. 6. ed. São Paulo: Saraiva Educação, 2019) Atenção! DIREITOS CIVIS Além dos DIREITOS CIVIS, também os DIREITOS SOCIAIS PNDH-1 PNDH-2 PNDH-3 (2009): contexto ❑ Em 2008, foi organizada pela 11ª Conferência Nacional de Direitos Humanos de 2008; ❑ Lema da Conferência: “Democracia, desenvolvimento e direitos humanos: superando as desigualdades”; ❑ Resultado de vários encontros prévios com membros da sociedade civil e representantes dos poderes públicos; ❑ Deliberações 60-40%; PNDH-3 (2009): surgimento ❑ Apesar de tudo, o governo federal não seguiu todas as disposições referentes ao documento final da Conferência; ❑Mas, ainda assim, foi a base para a criação do PNDH-3 sob a coordenação da Secretaria Especial dos Direitos Humanos; ❑ Logo, foi instituído o PNDH-3 por meio do Decreto nº 7.037/2009. PNDH-3 (2009): estrutura • Seis eixos orientadores • 25 diretrizes • 82 objetivos estratégicos • 521 linhas de ações As diferenças entre os PNDH’s PNDH-3 •Organizado pela SEDH • Eixos orientadores •Diretrizes • Linguagem dos DH com amplitude inédita PNDH-1 e PNDH-2 • Organizados pelo NEV-USP • Ações pretendidas • Linguagem dos DH próxima aos tratados internacionais sobre a temática Críticas ao PNDH-3 ➢ Temas como DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO, LAICIZAÇÃO DO ESTADO, RESPONSABILIDADE SOCIAL DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO, CONFLITOS SOCIAIS NO CAMPO e REPRESSÃO POLÍTICA DA DITADURA MILITAR geraram ampla repercussão negativa ao PNDH-3; ➢Além disso, muitas das ações dependem do Congresso. PNDH-3: resposta do governo e mais polêmicas ➢ Governo editou o Decreto nº 7.177/2010, que providenciou alterações em sete ações e determinou a eliminação de duas no PNDH-3; ➢ O que se pode depreender disso é que o tema dos Direitos Humanos continua sendo extremamente polêmico na sociedade brasileira. Implementação do PNDH-3 ➢ Cada ação estratégica incumbe um ou mais órgãos governamentais do dever de realização da conduta, o que gera um sentimento de maior possibilidade de resultados objetivos; ➢ Além disso, foi criado o Comitê de Acompanhamento e Monitoramento do PNDH-3. Implementação do PNDH-3 ➢ Atenção! O Brasil, inclusive, na Revisão Periódica Universal da situação brasileira, realizada pelo Conselho de Direitos Humanos em 2008, o Brasil comprometeu-se a estabelecer um abrangente instrumento de monitoramento da situação de direitos humanos em toda a Federação. Eixos e Diretrizes do PNDH-3 Eixo I: Interação democrática: entre Estados e sociedade civil 1. Interação democrática como instrumento de fortalecimento da democracia participativa. 2. Fortalecimento dos direitos humanos como instrumento transversal das políticas públicas. 3. Integração e ampliação dos sistemas de informação em direitos humanos e construção de mecanismos de avaliação e monitoramento de sua efetivação. Eixos e Diretrizes do PNDH-3 Eixo II: Desenvolvimento e Direitos Humanos 4. Efetivação de modelo de desenvolvimento sustentável, com inclusão social e econômica, ambientalmente equilibrado e tecnologicamente responsável, cultural e regionalmente diverso, participativo e não discriminatório. 5.Valorização da pessoa humana como sujeito central do processo de desenvolvimento. 6. Promover e proteger os direitos ambientais como direitos humanos, incluindo as gerações futuras como sujeitos de direitos. Eixos e Diretrizes do PNDH-3 Eixo III: Universalizar Direitos em um Contexto de Desigualdades 7. Garantia dos Direitos Humanos de forma universal, indivisível e interdependente, assegurando a cidadania plena. 8. Promoção dos direitos de crianças e adolescentes para o seu desenvolvimento integral, de forma não discriminatória, assegurando seu direito de opinião e participação. 9. Combate às desigualdades estruturais. 10. Garantia da igualdade na diversidade. Eixos e Diretrizes do PNDH-3 Eixo IV: Segurança Pública, Acesso à Justiça e Combate à Violência 11. Democratização e modernização do sistema de segurança pública. 12. Transparência e participação popular no sistema de segurança pública e justiça criminal. 13. Prevenção da violência e da criminalidade e profissionalização da investigação de atos criminosos. 14. Combate à violência institucional, com ênfase na erradicação da tortura e na redução da letalidade policial e carcerária. 15. Garantia dos direitos das vítimas de crimes e de proteção das pessoas ameaçadas. 16. Modernização da política de execução penal, priorizando a aplicação de penas e medidas alternativas à privação de liberdade e melhoria do sistema penitenciário. 17. Promoção de sistema de justiça mais acessível, ágil e efetivo, para o conhecimento, a garantia e a defesa dos direitos. Eixos e Diretrizes do PNDH-3 Eixo V: Educação e Cultura em Direitos Humanos 18. Efetivação das diretrizes e dos princípios da política nacional de educação em direitos humanos para fortalecer cultura de direitos. 19. Fortalecimento dos princípios da democracia e dos direitos humanos nos sistemas de educação básica, nas instituições de ensino superior e nas instituições formadoras. 20. Reconhecimento da educação não formal como espaço de defesa e promoção dos direitos humanos. 21. Promoção da educação em direitos humanos no serviço público. 22. Garantia do direito à comunicação democrática e ao acesso à informação para a consolidação de uma cultura em direitos humanos. Eixos e Diretrizes do PNDH-3 Eixo V: Direito à Memória e à Verdade 23. Reconhecimento da memória e da verdade como direito humano da cidadania e dever do Estado. 24. Preservação da memória histórica e a construção pública da verdade. 25. Modernização da legislação relacionada com a promoção do direito à memória e à verdade, fortalecendo a democracia. Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) • O mundo até a década de 1980 • Potencial catastrófico do aquecimento global • Preocupação da comunidade internacional • IPCC (PNUMA + OMM) • Resolução 53 (XLIII) da AGNU de 1989 indica que o clima passa a ser uma “preocupação comum da humanidade” “Preocupação comum (common concern) não deve ser confundida com o patrimônio comum da humanidade (common heritage of mankind). Em contraposição ao patrimônio da humanidade, o conceito de preocupação comum da humanidade não se refere à propriedade sobre os recursos naturais – no sentido de direito soberano de exploração dos recursos naturais pelos estados – tampouco às áreas excluídas da soberania dos estados (como o alto- mar, o espaço extra-atmosférico e a Antártica). Trata- se de considerar o clima como a responsabilidade una que recai sobre a comunidade internacional como todo.” Atenção! (ACCIOLY, Hildebrando; SILVA, G. E. Do Nascimento e & CASELLA, Paulo Borba. Manual de Direito Internacional Público. 24. ed. São Paulo: Saraiva Educação, 2019) Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) • Como firmar um compromisso internacional vinculante? • Resolução 212 (XLV) da AGNU estabelece e institui o Comitê Intergovernamental para a Convenção sobre Mudança Climática (Intergovernmental Comittee for a Convention on Climate Change – INC) • O texto foi apresentado em 1992 e entra em vigor em 1994 Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) “A Convenção foi firmada na forma de Convenção-Quadro, assim descrita por apresentar apenas objetivos e obrigações gerais e abstratos. A concretização e a aplicação de seus preceitos não é imediata, dependendo de processo de desenvolvimento contínuo por etapas, a ser conduzido pelas instituições previstas na Convenção, as quais se ocuparão das questões técnicas e práticas de implementação. A COP, formada por representantes dos estados-partes e órgão supremo da Convenção. Fica a cargo desta trabalhar, desenvolver e realizar a Convenção no futuro por meio de suas decisões e propostas de protocolo.” (ACCIOLY, Hildebrando; SILVA, G. E. Do Nascimento e & CASELLA, Paulo Borba. Manual de Direito Internacional Público. 24. ed. São Paulo: Saraiva Educação, 2019) Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) Estrutura •Dispositivos introdutórios •Obrigações relativas às emissões de gases •Redução da concentração de gases que contribuem para o aquecimento global e cooperação •Disposições finais Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) Objetivo “Artigo 2º. O OBJETIVO FINAL desta Convenção e de quaisquer instrumentos jurídicos com ela relacionados que adote a Conferência das Partes é o de alcançar, em conformidade com as disposições pertinentes desta Convenção, a estabilização das concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera num nível que impeça uma interferência antrópica perigosa no sistema climático. Esse nível deverá ser alcançado num prazo suficiente que permita aos ecossistemas adaptarem-se naturalmente à mudança do clima que assegure que a produção de alimentos não seja ameaçada e que permita ao desenvolvimento econômico prosseguir de maneira sustentável.” Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) Princípios (Art. 3º) • Responsabilidade comum, mas diferenciada • Precaução • Desenvolvimento sustentável • Proibição da discriminação • Cooperação Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) Dificuldade • A Convenção contém preponderantemente meios cooperativos para o atingimento de suas metas. • Complexidade de interesses entre os países desenvolvidos e os países em desenvolvimento. • Depende do desenvolvimento de novos mecanismos correlatos. Conferência das Partes (COP) • A Conferência das Partes (COP) é o órgão supremo da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), que reúne anualmente os países Parte em conferências mundiais. Suas decisões, coletivas e consensuais, só podem ser tomadas se forem aceitas unanimemente pelas Partes, sendo soberanas e valendo para todos os países signatários. • Seu objetivo é manter regularmente sob exame e tomar as decisões necessárias para promover a efetiva implementação da Convenção e de quaisquer instrumentos jurídicos que a COP possa adotar. Conferência das Partes (COP) Protocolo de Quioto (1997-2005) • Criado sob os auspícios da 3ª COP. • O objetivo do Protocolo de Quioto, de acordo com o artigo 3º, §1º, é a redução de 5% das emissões de gases que contribuem para o aquecimento global. • Avanço substancial, já que os Estados passam a ter compromissos mais claros e vinculantes. • Só que ainda persistia a dificuldade de implementação do DIMA. Acordo de Paris (2015) Contexto •Na 21ª Conferência das Partes (COP21) da UNFCCC, em Paris, foi adotado um novo acordo com o objetivo central de fortalecer a resposta global à ameaça da mudança do clima e de reforçar a capacidade dos países para lidar com os impactos decorrentes dessas mudanças. •Aprovado pelos 195 países Parte da UNFCCC Acordo de Paris (2015) Objetivo • Reduzir emissões de gases de efeito estufa (GEE) no contexto do desenvolvimento sustentável. Acordo de Paris (2015) Objetivo específico • O compromisso ocorre no sentido de manter o aumento da temperatura média global em bem menosde 2°C acima dos níveis pré-industriais e de envidar esforços para limitar o aumento da temperatura a 1,5°C acima dos níveis pré- industriais. Acordo de Paris (2015) Metodologia • Para o alcance do objetivo final do Acordo, os governos se envolveram na construção de seus próprios compromissos, a partir das chamadas Pretendidas Contribuições Nacionalmente Determinadas (iNDC). * Atenção * Acordo de Paris (2015) Brasil • Brasil ratifica o Acordo de Paris em 2016 • Com isso, as metas brasileiras deixaram de ser pretendidas e tornaram-se compromissos oficiais → NDC. Acordo de Paris (2015) “A NDC do Brasil comprometeu-se a reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 37% abaixo dos níveis de 2005, em 2025, com uma contribuição indicativa subsequente de reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 43% abaixo dos níveis de 2005, em 2030. Para isso, o país se comprometeu a aumentar a participação de bioenergia sustentável na sua matriz energética para aproximadamente 18% até 2030, restaurar e reflorestar 12 milhões de hectares de florestas, bem como alcançar uma participação estimada de 45% de energias renováveis na composição da matriz energética em 2030.” (Fonte: sítio eletrônico do MMA) Acordo de Paris (2015) Acordo de Paris (2015) E o financiamento? • O Acordo de Paris determina que os países desenvolvidos deverão investir 100 bilhões de dólares por ano em medidas de combate à mudança do clima e adaptação, em países em desenvolvimento. • Novidade: financiamento entre países em desenvolvimento, chamada “cooperação Sul-Sul”. Acordo de Paris (2015) Especificidades • Tratado internacional celebrado no contexto das mudanças climáticas→ HARD LAW • Celebrado em 2015 • Suas metas passam a ser firmadas em 2020 Projeto 80/20 – CNU Bloco 1 a 7 Weslei Machado @profwesleimachado 2.1 Estado de direito e a Constituição Federal de 1988: consolidação da democracia, representação política e participação cidadã (FGV. 2024) João foi convidado pelo Partido Político Alfa a concorrer ao cargo eletivo de Prefeito do Município Beta. Pouco tempo depois do convite, descobriu-se que João tinha sido condenado pela prática de crime, em sentença penal transitada em julgado, e estava cumprindo pena restritiva de direitos. Nesse caso, à luz da sistemática constitucional, é correto afirmar que João A perdeu os direitos políticos. B está inabilitado para o exercício de qualquer função pública. C apresenta restrições em sua cidadania, nas acepções ativa e passiva. D embora possa votar, está inelegível, não podendo concorrer a nenhum cargo eletivo. E embora possa votar, está inelegível para concorrer a cargos eletivos na circunscrição territorial em que foi condenado. (FGV. 2024) No início do último ano do seu segundo mandato consecutivo, João, Prefeito do Município Beta, almejava concorrer a um novo mandato à frente do Poder Executivo municipal desse ente federativo ou de ente federativo diverso. Ao se inteirar em relação aos balizamentos estabelecidos na ordem constitucional, João constatou corretamente que ele A está inelegível na próxima eleição municipal, ainda que venha a concorrer em Município diverso. B não pode concorrer a nenhum cargo eletivo nas próximas eleições, qualquer que seja o nível federativo. C na próxima eleição municipal, não pode concorrer mesmo em Município diverso, salvo se se desincompatibilizar nos seis meses anteriores ao término do mandato. D na próxima eleição municipal, somente está inelegível em Beta, ainda que venha a se desincompatibilizar nos seis meses anteriores ao término do mandato. E pode concorrer ao cargo de Chefe do Poder Executivo de Beta, na próxima eleição municipal, caso se desincompatibilize nos seis meses anteriores do mandato. (FGV. 2023) Joana era prefeita do Município Alfa, e Maria, sua filha, pretendia iniciar carreira política concorrendo ao cargo de vereadora do Município Alfa na próxima eleição. Ao tomar conhecimento desse objetivo e temeroso pela grande popularidade de Maria, um partido político de oposição espalhou o boato de que ela não poderia se candidatar pelo fato de sua mãe ser Prefeita do Município. Sobre o referido boato, à luz da sistemática constitucional, assinale a afirmativa correta. A Os parentes dos detentores de mandato eletivo, salvo se candidatos à reeleição, são inelegíveis. B Maria não pode se candidatar no mesmo território em que sua mãe exerce a chefia do Executivo. C O princípio democrático obsta que candidaturas sejam proibidas, deixando de ser avaliadas pelo voto popular. D Os Poderes Executivo e Legislativo são independentes, de modo que a situação de Joana não poderia obstar a candidatura de Maria. (VUNESP. 2023) A cassação de direitos políticos A se dará no caso de cancelamento da naturalização por sentença transitada em julgado. B é vedada constitucionalmente. C se dará no caso de incapacidade civil absoluta. D se dará no caso de improbidade administrativa. E se dará no caso de condenação criminal transitada em julgado. (VUNESP. 2023) A idade mínima exigida como condição de elegibilidade para o cargo de Vereador é de A dezoito anos. B vinte e um anos. C trinta e cinco anos. D trinta anos. E vinte anos. (CEBRASPE. 2023) Pedro foi condenado por improbidade administrativa. Ana teve sua naturalização cancelada por sentença transitada em julgado. A partir dessa situação hipotética, assinale a opção correta com relação aos efeitos da condenação de Pedro e do cancelamento da naturalização de Ana no que se refere aos seus direitos políticos. A Haverá a cassação dos direitos políticos de Pedro e a perda dos de Ana. B Haverá a suspensão dos direitos políticos de Pedro e a perda dos de Ana. C Haverá a suspensão dos direitos políticos de Pedro e de Ana. D Haverá a perda dos direitos políticos de Pedro e de Ana. Projeto 80/20 – CNU Bloco 1 a 7 Weslei Machado @profwesleimachado 2.2 Divisão e coordenação de Poderes da República (FGV. 2023) Maria, Deputada Estadual, constatou que o Governador do Estado editou um decreto que, ao seu ver, não só ultrapassava os balizamentos oferecidos pela Lei Complementar nº X como a afrontava diretamente. Irresignada com esse ato, que reputava flagrantemente dissonante da separação dos poderes, Maria solicitou que sua assessoria analisasse a medida a ser adotada, no âmbito da Assembleia Legislativa, em relação ao ato praticado pelo Governador. A assessoria respondeu corretamente, à luz da sistemática estabelecida na Constituição da República, que a Assembleia Legislativa pode A revogar o decreto, a partir do reconhecimento de sua inconstitucionalidade, por afronta à separação dos poderes. B impedir a efetividade do decreto, embora não possa incursionar no âmbito de sua validade e eficácia. C reconhecer a incompatibilidade do decreto com a Lei Complementar nº X, sustando-o. D declarar a inconstitucionalidade do decreto, o que importa no reconhecimento de sua nulidade. E impetrar mandado de segurança, para que o Poder Judiciário declare a ilegalidade do ato. (FGV. 2023) Com o objetivo de aperfeiçoar o sistema de controle externo no âmbito do Estado Alfa, a Assembleia Legislativa promulgou emenda constitucional dispondo sobre situações específicas em que ocorreria a sua fiscalização sobre atos do Poder Executivo. Essas situações abrangem: 1. a necessidade de autorização prévia da Assembleia Legislativa para a celebração de convênios pelo Poder Executivo; 2. a previsão de recurso hierárquico, direcionado ao Poder Legislativo, para as decisões de indeferimento de licença ambiental pelo Poder Executivo; e 3. a possibilidade de o Poder Legislativo suspender a eficácia dos regulamentos do Poder Executivo, sem prévia decisão do Poder Judiciário, que contrariem a lei. À luz da sistemática constitucional, é correto afirmar, em relação às três situações descritas na emenda constitucional, que A apenas as situações 2 e 3 são inconstitucionais. B apenas as situações 1 e 2 são inconstitucionais. C apenas a situação 3 é inconstitucional.D apenas a situação 1 é inconstitucional. E as três situações são inconstitucionais. (FGV. 2023) O Estado Delta editou norma exigindo prévia arguição e aprovação pela Assembleia Legislativa do nome indicado pelo Governador do Estado para exercer o cargo de Procurador-Geral do Estado. Consoante jurisprudência do STF, tal norma é A constitucional, porque atende ao princípio da simetria ou paralelismo, em observância à Constituição Federal, e prestigia a autonomia do Estado Delta. B inconstitucional, caso se trate de lei ordinária estadual, mas é constitucional se consistir em emenda à Constituição Estadual. C inconstitucional, por violação ao princípio da separação dos poderes, diante de indevida interferência direta do Poder Legislativo na estrutura hierárquica do Poder Executivo. D constitucional, pois, em tema de controle da administração pública, a norma fomenta o controle legislativo externo, com base no sistema de freios e contrapesos. E constitucional, desde que a norma tenha sido fruto de proposta de emenda à Constituição de iniciativa do Governador do Estado. (FCC. 2022) De acordo com o artigo 60, 4º , da Constituição Federal, constitui cláusula pétrea: A O presidencialismo. B A separação dos Poderes. C O voto censitário e secreto. D O voto obrigatório. E A forma republicana de governo. (CEBRASPE. 2023) Considerando a esfera de independência entre os Poderes do Estado, o princípio da indelegabilidade de atribuições é aquele que reconhece que A é equivocada a expressão tripartição de poderes porque este é uno e, assim, não há que se falar em indelegabilidade. B um órgão só poderá exercer a atribuição de outro quando houver previsão ou, diretamente, quando houver delegação direta por parte do constituinte originário. C não há possibilidade de interpenetração entre os poderes, cabendo a cada qual exercer suas próprias atribuições. D a existência de atribuições típicas ou atípicas constituem exceção ao princípio da indelegabilidade. E há impossibilidade de confusão dentre as atribuições dos Poderes e que era aplicado quando da existência do Poder Moderador. (FGV. 2021) São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, A o Legislativo, o Executivo e o Judiciário. B o Legislativo, o Administrativo e o Jurídico. C o Legal, o Executivo e o Judiciário. D o Legal, o Administrativo e o Jurídico. E o Legislativo, o Administrativo e o Judiciário. (FGV. 2023) Observe o seguinte caso hipotético: João, Presidente da República foi acusado da prática de crime de responsabilidade, por incorrer em condutas que alegadamente atentaram contra a segurança interna do País. Sobre a situação descrita, à luz da sistemática estabelecida na Constituição da República/88, assinale a afirmativa correta. A O Chefe do Poder Executivo ficará afastado de suas funções a partir da admissão da acusação por dois terços da Câmara dos Deputados. B Caso o Chefe do Poder Executivo sofra a sanção de inabilitação, terá, em sua esfera jurídica, restrições inferiores àquelas afetas à inelegibilidade. C Caso o Chefe do Poder Executivo sofra a sanção de inabilitação, terá, em sua esfera jurídica, restrições idênticas à suspensão dos direitos políticos. D A similitude do procedimento adotado, em relação ao julgamento por infrações penais comuns, restringe-se à admissão da acusação pela Câmara dos Deputados. E A tipologia legal do ilícito que foi imputado ao Chefe do Poder Executivo alcança tanto as condutas praticadas em momento anterior, como em momento posterior à assunção do cargo. (FGV. 2023) O Presidente da República vetou parcialmente o projeto de Lei nº X e o devolveu ao Poder Legislativo. Em relação a algumas medidas procedimentais a serem adotadas na análise do veto, avalie as afirmativas a seguir. I. Os motivos do veto devem ser comunicados ao Presidente da Câmara dos Deputados. II. Na apreciação do veto, a rejeição exigirá o voto da maioria absoluta do total de Deputados e Senadores, sendo os votos computados igualitariamente e em conjunto. III. Deliberando-se pela não manutenção do veto, o projeto será enviado para promulgação pelo Presidente da República. Considerando a sistemática constitucional, está correto o que se afirma em A I, apenas. B II, apenas. C III, apenas. D I e II, apenas. E II e III, apenas. (FGV. 2023) O Presidente da República foi comunicado por um assessor a respeito da necessidade de ser promovida uma reorganização de cargos e órgãos públicos da estrutura da Presidência da República. Afinal, ao ver do assessor, alguns cargos vagos não mais se justificavam, em razão da drástica redução das situações fáticas que ensejavam a atuação dos agentes que estivessem neles lotados. Além disso, alguns órgãos precisariam ser extintos ou realocados na mesma estrutura, de modo a ser melhor aproveitado o potencial de sua atuação. Nenhuma dessas medidas importaria aumento de despesa. Ao ser questionado sobre a possibilidade de algumas dessas medidas serem adotadas por decreto, o advogado respondeu corretamente que, nas circunstâncias indicadas na narrativa, A é possível em relação à extinção dos cargos vagos e à extinção ou à realocação de órgãos. B é possível apenas em relação à extinção dos cargos vagos, não quanto à extinção ou à realocação de órgãos. (FGV. 2023) C é possível apenas em relação à realocação de órgãos, não quanto à extinção, quer de órgãos, quer de cargos vagos. D é possível apenas em relação à extinção dos cargos vagos e à realocação de órgãos, não quanto à extinção destes últimos. E não é possível em nenhuma hipótese, considerando que cargos e órgãos são criados por lei, logo, qualquer modificação há de ser promovida pela lei. (FGV. 2023) Considere que Luísa tem 22 anos, é advogada recém-formada e gostaria de ser Ministra da Casa Civil. Com base na situação hipotética e no disposto na Constituição Federal, é correto afirmar que A precisa estar filiada a algum partido político para tomar posse no cargo de Ministra da Casa Civil. B precisa estar no exercício dos direitos políticos e, se ocupar o cargo desejado, deve apresentar ao Presidente da República relatório anual de sua gestão no Ministério. C não preenche todos os requisitos para ocupar o cargo desejado, pois apenas pode ser indicado(a) como Ministra(o) de Estado quem tem mais de 35 anos. D preenche todos os requisitos constitucionais, mas atualmente é impedida de expedir instruções para a execução das leis, decretos e regulamentos. E não preenche os requisitos exigidos, pois não é formada em Administração e não tem 35 anos. ÉTICA e INTEGRIDADE. 3.1 Princípios e valores éticos do serviço público, seus direitos e deveres à luz do artigo 37 da Constituição Federal de 1988, e do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto nº 1.171/1994). @glaubermarinho_ CNU Subsídios para publicação Decreto 1.171/94: Art. 37, caput, § 4º da Constituição Federal, art. 84, incisos IV e VI; Lei 8429/92 – improbidade administrativa artigos 10,11 e 12; Lei 8112/90 – regime jurídico dos servidores federais artigos116(deveres) e 117(proibições). Princípios básicos L egalidade I mpessoalidade M oralidade – II,III e IV P ublicidade – VII E ficiência Princípios básicos conduta servidor público Profissionalismo (opção – dedicação plena) Imparcialidade Objetividade Excelência Civilidade Decreto 1171/94, Capítulo I Seção I I,VI - DDZEC/ privado II,III,IV - M = F/L Bem-estar! PublicidadeVerdade Ausência Filas CORTE o CUBO Negligência Harmonia Decreto 1171/94, Capítulo I Seção II RAPIDEZ ,RE/PE/TE atribuições/ tarefas Denúncia comunicação prestação de contas/fiscalização materializarhierarquia Greve assíduo /frequente 2 opções Decreto 1171/94, Capítulo I Seção II Limpeza vestimentas Estudos/atualização prerrogativas Divulgar código Decreto 1171/94, Capítulo I Seção III solicitar Simpatia/antipatia tecnologia solidariedade Favorecimento Informaçãoprivilegiada reputação procrastinar Decreto 1171/94, Capítulo I Seção III Dar concurso embriaguez desviar alterar iludir retirar CAPÍTULO II -DAS COMISSÕES DE ÉTICA(COMITÊS) DEVER DE CONSTITUIR Competências Censura Servidor Pressupostos - Democracia Liberdade de imprensa – acesso à informação Liberdade de expressão Voto e participação (elegibilidade) Eleições c/ lisura Alternância de poder Transparência Cidadania Latim - Civitas - cidade Conjunto de Direitos( civis, políticos, sociais) Deveres – apropriação e intervenção/transformação espaços Política: organização da pólis Democracia + cidadania = exemplo voto ampliado Tipos Formal(nacionalidade)/legal Material/substantiva/real 3.4 Transparência e qualidade na gestão pública, cidadania e equidade social. No Estado Democrático de Direito em que foram fincados os alicerces fundacionais da República Federativa Brasileira a transparência se constitui em instrumento de efetivação do princípio da publicidade, o qual foi positivado no art. 37, caput, da Carta Magna de 1988. O Tribunal de Contas de Santa Catarina - TCE/SC (2000, p. 14 apud PLATT NETO et al., 2004, p. 03) destaca que o princípio da transparência é mais amplo do que o da publicidade, pois “a mera divulgação sem tornar o conteúdo compreensível para a sociedade não é transparência, como também não o é a informação compreensível sem a necessária divulgação”. Platt Neto et al. (2005) também considera que a definição de transparência é mais abrangente do que a de publicidade porque uma informação pode ter caráter público, sem ser relevante, confiável, tempestiva e compreensível. • http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2019/12/ARTIGO-3.pdf http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2019/12/ARTIGO-3.pdf ASSISTENTE ADMINISTRATIVA(O) QUADRIX CRP MG 28 No que concerne à ética no serviço público, assinale a alternativa correta. (A) A transparência é pressuposta da cidadania: má-informação conduz a um exercício deficiente de direitos. (B) A transparência na gestão pública não se desenvolve por políticas específicas, mas sim por uma premissa geral de publicidade. (C) Ser transparente é publicar os atos públicos já realizados nos veículos oficiais de imprensa. (D) A transparência não deve se calçar em uma emancipação cidadã. Em lugar de garantir condições de acesso à informação, a informação deve ser proativamente divulgada segundo relevância aferível pelo gestor. (E) A transparência é uma ferramenta que embaraça o poder, pois dificulta o seu exercício. Quadrix - CRESS RO - Agente Administrativo - 2021 30 A ética é o ramo da filosofia que trata das questões sobre como devemos viver e, portanto, sobre a natureza de certo e errado, bem como de bem e mal, dever, obrigação e outros conceitos. Mas para que praticar a ética? Praticar a ética é o meio de se alcançar a felicidade. Ela oferece a trilha para se obter uma vida moralmente boa e, por meio dela, a felicidade. Ser feliz é o resultado do hábito de bem agir. A ética tem a ver com caráter, com aquilo que cada um é, com seus valores. Todos estão sujeitos aos princípios éticos, inclusive os agentes públicos. Agentes públicos são todas as pessoas físicas que, sob qualquer liame jurídico e, algumas vezes, sem ele, prestam serviços à Administração Pública ou realizam atividades que estão sob sua responsabilidade. Exercem função pública que se caracteriza no direito ou dever de agir, atribuído por lei a uma pessoa, ou a várias, a fim de assegurar a vida da Administração ou o preenchimento de sua missão, segundo os princípios instituídos pela própria lei. Os padrões éticos dos agentes públicos advêm de sua própria natureza, ou seja, do caráter público e de sua relação com o público. Os agentes públicos devem seguir determinados padrões de comportamento caracterizados pela ética e pelas normas legais. Acerca desse assunto, assinale a alternativa incorreta. A A falta de ética induz ao descumprimento das leis do ordenamento jurídico. B Os padrões de comportamento na Administração Pública devem ter como fundamento, exclusivamente, as necessidades operacionais, exprimindo-as. https://questoes.grancursosonline.com.br/prova/cress-ro-ro-2021-quadrix-agente-administrativo C Os agentes públicos devem primar pela impessoalidade, deixando claro que o termo é sinônimo de igualdade. D A falta de ética na Administração Pública encontra terreno fértil para se reproduzir, pois o comportamento de autoridades públicas está longe de se basear em princípios éticos, o que ocorre devido à falta de preparo dos funcionários, por cultura equivocada e, especialmente, por falta de mecanismos de controle e responsabilização adequados dos atos antiéticos E A consciência ética, a exemplo da educação e da cultura, é apreendida pelo ser humano e, assim, a ética na Administração Pública pode e deve ser desenvolvida junto aos agentes públicos. Isso gerará uma mudança na Administração Pública que deverá ser sentida pelo contribuinte que dela se utiliza diariamente, seja por meio da simplificação de procedimentos (rapidez de respostas e qualidade dos serviços prestados), seja pela forma de agir e pela forma de contato entre o cidadão e os agentes públicos. Prof.Douglas Gomes @profdouglasgomes DIVERSIDADE einclusão Sãoospassosquefazemocaminho. MarioQuintana 1. DIVERSIDADEEINCLUSÃONASOCIEDADE: Diversidade de sexo, gênero e sexualidade; diversidade étnico-racial; diversidade cultural; Desafios sociopolíticos da inclusão de grupos em situação de vulnerabilidade: 1crianças e adolescentes; [2] idosos; [3] LGBTQIA+; [4] pessoas com deficiências; [5] pessoas em situação de rua; [6] povos indígenas; [7] comunidades quilombolas e demais minorias sociais. ORGANIZAÇÃODAAULA Tópicosqueserãoabordados 1. DIVERSIDADEEINCLUSÃONASOCIEDADE: Diversidade de sexo, gênero e sexualidade; diversidade étnico-racial; diversidade cultural; Desafios sociopolíticos da inclusão de grupos em situação de vulnerabilidade: 1crianças e adolescentes; [2] idosos; [3] LGBTQIA+; [4] pessoas com deficiências; [5] pessoas em situação de rua; [6] povos indígenas; [7] comunidades quilombolas e demais minorias sociais. ORGANIZAÇÃODAAULA Tópicosqueserãoabordados INFORMAÇÕES Importantes 1. O assunto tratado não é pauta política partidária, mas de uma dimensão política da cidadania. Como [futuros] servidores públicos necessitamos compreender e respeitar; 2. É um aspecto vinculado aos direitos humanos, a justiça social e, portanto, é permeado pelo respeito aos valores democráticos; 3. Importante observamos as discussões próprias, ou seja, os conceitos que se refere cada marcador social (características) encontram-se inseridos em um contexto social e político de leitura nas relações sociais; 4. Requer um olhar interseccional, ou seja, que possa contemplar a conexão entre esses marcadores e observar a dinâmica social dos sujeitos frente a esse aspecto. Contextualizando Diversidade: sexo, gênero, sexualidade, étnico-racial e cultural DIVERSIDADE[S] • É um termo usualmente utilizado para mencionar acerca da existência da pluralidade dos indivíduos que são singulares e coletivos; Exemplo:LGBTQIAPN+ / LGBTQIA+. • Assim, somos sujeitos plurais, onde nossas características existem de modo único, de forma dinâmica e interrelacionadas; Exemplo: Estamos vivenciando ciclos de vidas diferentes; somos identificados conforme nossa expressões de gêneros e identidades; nossa raça/cor; nossa etnias;entre outras características que nos compõem. OQUEÉ? Diversidade INTERSECCIONALIDADE Conceito FONTE: https://www.scielo.br/j/ref/a/mbTpP4SFXPnJZ397j8fSBQQ/?format=pdf&lang=pt http://www.scielo.br/j/ref/a/mbTpP4SFXPnJZ397j8fSBQQ/?format=pdf&lang=pt DIVERSIDADE[S] • No entanto, os preconceitos [pré-julgamento com base em ideias estereotipadas] e/ou as discriminações [ação violenta contra alguém que não é visto dentro de um padrão] almejam apagar as diversidades para promover uma única forma de existir no mundo a partir de determinadosvalores conservadores: Exemplo: Racismo; Capacitismo; Machismo; Homofobia; Transfobia; Aporofobia... • Assim, há um cenário histórico de vulnerabilizações e violências para aqueles/as que não participam daquilo que foi repassado de gerações para gerações como “normal”. No entanto, as sociedades mudam com o tempo e há alterações sobre esses paradigmas. OQUEÉ? Diversidade CONCEITO MinoriaSocial • Minoria refere-se a um grupo humano ou social que esteja em uma situação de inferioridade ou subordinação em relação a outro, considerado majoritário ou dominante. Essa posição de inferioridade pode ter como fundamento diversos fatores, como socioeconômico, legislativo, psíquico, etário, físico, linguístico, de gênero, étnico ou religioso. Em outras palavras, minorias são “um grupo não dominante de indivíduos que partilham certas características nacionais, étnicas, religiosas ou linguísticas, diferentes das características da maioria da população”. Ou, também, são “todos os grupos sociais que são considerados inferiores e contra os quais existe discriminação”. • Vale destacar que as minorias nem sempre são, em termos numéricos, em quantidade inferior. Séguin (2002) traz a constatação de que a mulher e os pobres são grupos minoritários, embora sejam a maioria na sociedade. Os idosos correspondem a uma parcela relevante da população mundial (8%),mas é uma minoria. Logo, o fator numérico não é capaz de caracterizar uma minoria e sim a posição de subordinação e inferioridade que se encontra em uma determinada sociedade. FONTE: PAULA CEA, SILVA AP da, BITTAR CML. Vulnerabilidade legislativa de grupos minoritários. Ciênc saúde coletiva [Internet]. 2017Dec;22(12):3841–8. CONCEITO MinoriaSocial • O fato de se encontrarem em uma posição desprivilegiada no seio social faz com que as minorias também estejam em uma condição de vulnerabilidade. Como noção geral, vulnerabilidade consiste em umgrau de suscetibilidade das pessoas em adquirir problemas de saúde. A vulnerabilidade se distingue do risco, pois este são probabilidades ou chances de alguém adoecer ou morrer em razão de um agravo de saúde. “A vulnerabilidade expressa os potenciais de adoecimento, de não adoecimento e de enfrentamento, relacionados a todo e a cada indivíduo”. Compreender a vulnerabilidade não implica em observar quantitativamente aspectos estatísticos e probabilísticos, mas sim analisar de uma forma ampla e universal quaisquestõessociais ouindividuaisafetamsaúdeecomoenfrentá-las. FONTE: PAULA CEA, SILVA AP da, BITTAR CML. Vulnerabilidade legislativa de grupos minoritários. Ciênc saúde coletiva [Internet]. 2017Dec;22(12):3841–8. • “A discriminação pode ser definida como uma ação, omissão ou resposta comportamental que trata de forma diferenciada e negativa pessoas ou grupos sociais que são percebidos como socialmente desvalorizados por receberem atributos estigmatizantes e preconceituosos. Estigma e preconceito são, na realidade, processos similares que envolvem categorização, rotulagem, estereotipagem e rejeição social, podendo acarretar discriminação e exclusão social” (IRIART & CASTELLANOS, 2023). O QUE É? Preconceito, discriminação e estigma FONTE: IRIART, J. A. B., & Castellanos, M. E. P.. (2023). Preconceito, discriminação e exclusão em saúde. Ciência & Saúde Coletiva, 28(1), 4–4 • De acordo com Melo & Monteiro (2021): o Na atualidade, o estigma significa algo negativo, que precisa ser evitado, e o indivíduo estigmatizado é visto como ameaça à sociedade. Sua identidade é deteriorada por uma ação ou posição social considerada negativa, o que colabora para que o preconceito, a intolerância, o racismo e a discriminação se perpetuem. o Mesmo quando não há vontade de discriminar, distinções, exclusões, restrições e preferências injustas nascem, crescem e se reproduzem, perpetuando estruturas sociais discriminatórias. No Brasil, um país de muitos estigmas e estereótipos, a escola silenciou durante muito tempo sobre essa temática. O objetivo da educação, porém, deve ser exatamente desconstruir estigmas e estereótipos criados ao longo dos séculos, e que colaboram, por exemplo, para a manutenção do racismo. • Reflexão crítica e sensível sobre o cotidiano. O QUE É? Preconceito, discriminação e estigma Padrão de aceitabilidade “Normal” Homens Negros Homossexuais Homens, brancos, ricos, heterossexuais, sem deficiência, cisgêneros... Mulheres Pansexuais Com deficiência AssexuaisTransgêneros EXEMPLO SIMPLIFICADO 1. Sexo biológico: Se refere às características biológicas que o indivíduo possui ao nascer podendo, por exemplo, ser o conjunto de informações cromossômicas (XX/XY), os órgãos genitais (pênis/vagina – órgãos sexuais primários), as capacidades reprodutivas e as características fisiológicas secundárias (ABGLT, S/A, pág. 09) a qual infere que a pessoa pode nascer macho, fêmea ou intersexual (NEUTROIS.COM, [201- ?] apud Aliança Nacional LGBTI, S/A, pág. 18). DIVERSIDADE Sexo, gênero e sexualidade 2. Gênero pode ser definido como aquilo [símbolos, valores, representações, etc] que identifica e diferencia os homens e as mulheres, ou seja, o gênero masculino e o gênero feminino. De acordo com a definição “tradicional” de gênero, este pode ser usado como sinônimo de “sexo”, referindo-se ao que é próprio do sexo masculino, assim como do sexo feminino (MDH, 2018, pág. 10); ▪ Por ser um papel social, o gênero pode ser construído e desconstruído, ou seja, pode ser entendido como algo mutável e não limitado, como define as ciências biológicas. ▪ Análise das relações histórico-sociais x relações de poder. DIVERSIDADE Sexo, gênero e sexualidade 3. SEXUALIDADE: A Organização Mundial de Saúde (OMS) entende a sexualidade como sendo influenciada pela interação de fatores biológicos, psicológicos, sociais, econômicos, políticos, culturais, legais, históricos, religiosos e espirituais. DIVERSIDADE Sexo, gênero e sexualidade DIVERSIDADE Sexo, gênero e sexualidade DIVERSIDADE Étnico-racial • RAÇA: O movimento negro utiliza-se desse termo de forma estratégica, pois assim, consegue valorizar o legado deixado pelos africanos, inclusive, informando como que nas relações sociais brasileiras, algumas características físicas, por exemplo: formato do nariz e da boca, cor da pele, tipo de cabelo, dentre outras, exercem ascendência, intervém e até mesmo, decidem o rumo e o espaço que os sujeitos ocuparão na sociedade (GOMES, 2004, apud SANTOS e MARQUES, 2012). FONTE: SANTOS, Renato Ferreira dos; MARQUES, Ana José. Diversidade étnico-racial: conceitos e reflexões na escola. Disponível em: https://eeh2012.anpuh-rs.org.br/resources/anais/15/1337560631_ARQUIVO_TEXTOANPUH-2012.pdf DIVERSIDADE Étnico-racial • ETNIA: Considerando Santos e Marques (2012) o termo é derivado do grego ethnikos, adjetivo de ethos, e se refere a povo, nação. O conceito de etnia baseado no pensamento de Cashmore (2000), diz respeito a um grupo que possui algum grau de coerência, solidariedade, origens e interesses comuns. Um grupo étnico é mais do que um ajuntamento de pessoas, às pessoas deve ser agregado seu pertencimento histórico e cultural. Gomes (2004) destaca que, “o uso do termo etnia ganhou força para se referir aos ditos povos diferentes: judeus, índios, negros, entre outros”. FONTE: SANTOS, Renato Ferreira dos; MARQUES, Ana José. Diversidade étnico-racial: conceitos e reflexões na escola. Disponível em: https://eeh2012.anpuh-rs.org.br/resources/anais/15/1337560631_ARQUIVO_TEXTOANPUH-2012.pdf DIVERSIDADE Étnico-racial • Assim, o termo “raça” diz respeito aos atributos dispensados a certo grupo e “grupo étnico” se refere a uma resposta original de um povo quando, em alguma situação, se sente marginalizado pela sociedade. • Um vocábulo que passou a ser utilizado no Brasil é a expressão etnicorracial. Seu sentido determina que as tensas relações raciais estabelecidas no país, vão para além das diferenças na corda pele e traços fisionômicos, mas correspondem também à raiz cultural baseada na ancestralidade afro-brasileira que difere em visão de mundo, valores e princípios da origem europeia (Brasil, 2004, p.13-14). • Nesse sentido, raça e etnia são expressões que se fundem no contexto social brasileiro, visto que ambos os termos são carregados de significações e podem determinar o pensamento, a atitude e forma de ser e pensar o mundo e as nuances que o cercam. FONTE: SANTOS, Renato Ferreira dos; MARQUES, Ana José. Diversidade étnico-racial: conceitos e reflexões na escola. Disponível em: https://eeh2012.anpuh-rs.org.br/resources/anais/15/1337560631_ARQUIVO_TEXTOANPUH-2012.pdf DIVERSIDADE Cultural DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL 2002 DIVERSIDADE Cultural DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL 2002 DIVERSIDADE Cultural • O Estado nacional é pluriétnico e multicultural e todo o direito, em sua elaboração e aplicação, tem esse marco como referência: ❑ A princípio do resultado de exercício hermenêutico, tal compreensão, na atualidade, está reforçada por vários documentos internacionais dos quais o Brasil é signatário, merecendo destaque a Convenção 169, da OIT, a Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, ambas já integrantes do ordenamento jurídico interno, e, mais recentemente, a Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas (PEREIRA, 2008). FONTE: PEREIRA, Deborah Duprat Macedo de Britto. O direito sob o marco da plurietnicidade/multiculturalidade. Disponível em: < https://www12.senado.leg.br/publicacoes/estudos- legislativos/tipos-de-estudos/outras-publicacoes/volume-v-constituicao-de-1988-o-brasil-20-anos-depois.-os-cidadaos-na-carta-cidada/educacao-e-cultura-o-direito-sob-o-marco-da- plurietnicidade-multiculturalidade > Acesso em 03 de abril de 2024. DIVERSIDADE Cultural • A noção central, comum a esse conjunto de atos normativos, é a de que, no seio da comunidade nacional, há grupos portadores de identidades específicas e que cabe ao direito assegurar-lhes “o controle de suas próprias instituições e formas de vida e seu desenvolvimento econômico, e manter e fortalecer suas entidades, línguas e religiões, dentro do âmbito dos Estados onde moram”. Assim, a defesa da diversidade cultural passa a ser, para os Estados nacionais, “um imperativo ético, inseparável do respeito à dignidade da pessoa humana” (Ibidem). FONTE: PEREIRA, Deborah Duprat Macedo de Britto. O direito sob o marco da plurietnicidade/multiculturalidade. Disponível em: < https://www12.senado.leg.br/publicacoes/estudos- legislativos/tipos-de-estudos/outras-publicacoes/volume-v-constituicao-de-1988-o-brasil-20-anos-depois.-os-cidadaos-na-carta-cidada/educacao-e-cultura-o-direito-sob-o-marco-da- plurietnicidade-multiculturalidade > Acesso em 03 de abril de 2024. DIVERSIDADE Cultural • Art. 216. Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, [...]; • Art. 216-A. O Sistema Nacional de Cultura, organizado em regime de colaboração, de forma descentralizada e participativa, institui um processo de gestão e promoção conjunta de políticas públicas de cultura, democráticas e permanentes, pactuadas entre os entes da Federação e a sociedade, tendo por objetivo promover o desenvolvimento humano, social e econômico com pleno exercício dos direitos culturais: ❑§ 1º O Sistema Nacional de Cultura fundamenta-se na política nacional de cultura e nas suas diretrizes, estabelecidas no Plano Nacional de Cultura, e rege-se pelos seguintes princípios: I - diversidade das expressões culturais; DIVERSIDADE Cultural INCLUSÃO Conceitos • Significado amplo: “[...] refere-se ao ato ou efeito de incluir”.; • No dicionário Aurélio (2010), o termo inclusão aparece como “abranger, compreender, conter, envolver, pôr ou estar dentro, inserir num ou fazer parte de um grupo”. Associada ao adjetivo social “que diz respeito à sociedade”, também segundo o dicionário, a inclusão social pode ser entendida como um ato de inserir algo na sociedade para que, assim, possa fazer parte dela. • Esse conceito é extremamente vinculado ao seu oposto, a exclusão social, ou seja, para entender como funciona o processo de inclusão, faz-se necessário compreender como deu- se a exclusão. • A inclusão social é uma ação política pela qual uma instituição, que pode ser pública (Estado), organização da sociedade civil e privada, visa alterar um dado estado de exclusão social. FONTE: COSTA, M.I.S., e IANNI, A.M.Z. A dialética do conceito de exclusão/inclusão social. In: Individualização, cidadania e inclusão na sociedade contemporânea: uma análise teórica [online]. São Bernardo do Campo, SP: Editora UFABC, 2018, pp. 75-101. Disponível em: https://books.scielo.org/id/sysng/pdf/costa-9788568576953-04.pdf . https://books.scielo.org/id/sysng/pdf/costa-9788568576953-04.pdf INCLUSÃO Conceitos • Inclusão é um conceito multidimensional, ou seja, engloba várias questões. • Segundo Sawaia (2001), esse é um conceito que permite usar diversos repertórios, desde a concepção de desigualdade, como sendo resultante de uma deficiência ou inadaptação individual, à falta de algo, até mesmo como condição de uma injustiça social. [...] a sociedade exclui para incluir. Essa é uma dialética da própria sociedade. A sociedade exclui para incluir e essa transmutação é condição da ordem social desigual [...]. Todos estamos inseridos de algum modo, nem sempre digno, no circuito reprodutivo das atividades econômicas, sendo a grande maioria da humanidade inserida através da insuficiência e das privações, que se desdobram para fora do econômico. (SAWAIA, 2001, p. 8) FONTE: COSTA, M.I.S., e IANNI, A.M.Z. A dialética do conceito de exclusão/inclusão social. In: Individualização, cidadania e inclusão na sociedade contemporânea: uma análise teórica [online]. São Bernardo do Campo, SP: Editora UFABC, 2018, pp. 75-101. Disponível em: https://books.scielo.org/id/sysng/pdf/costa-9788568576953-04.pdf . https://books.scielo.org/id/sysng/pdf/costa-9788568576953-04.pdf Desafios sociopolíticos Inclusão de grupos vulneráveis PRINCÍPIO DA IGUALDADE A DUDH afirma que todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos e que a cada um é dado exercer todos os direitos e liberdades existentes nesse instrumento sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de qualquer outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento ou qualquer outra condição. DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS 1948 ARTIGO 1. OBRIGAÇÃO DE RESPEITAR OS DIREITOS 1. Os Estados Partes nesta Convenção comprometem-se a respeitar os direitos e liberdades nela reconhecidos e a garantir seu livre e pleno exercício a toda pessoa que esteja sujeita à sua jurisdição, sem discriminação alguma por motivo de raça, cor, sexo, idioma, religião, opiniões políticas ou de qualquer outra natureza, origem nacional ou social, posição econômica, nascimento ou qualquer outra condição social. 2. Para os efeitos desta Convenção, pessoa é todo ser humano. CONVENÇÃO AMERICANA SOBRE DIREITOS HUMANOS 1969 • Constituição Federal de 1988: ❑ Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: III – Dignidade Humana; ❑ Art. 3º, inciso IV: Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. ❑ Art. 5º [direitos e garantidas fundamentais], inciso XLI e XLII: XLI - a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdadesfundamentais; XLII - a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei. CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1988 DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO [1] Crianças e Adolescentes ❑História nacional marcada por um paradigma menorista; ❑I Código de Menores (1927); ❑II Código de Menores (1979). • Art. 227. É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. • Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado. DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO [1] Crianças e Adolescentes Art. 1º Esta Lei dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente. Art. 2º Considera-se criança a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos de idade. Parágrafo único. Nos casos expressos em lei, aplica-se excepcionalmente este Estatuto às pessoas entre dezoito e vinte e um anos de idade. Art. 6º [...] levar-se-ão em conta os fins sociais a que ela se dirige, as exigências do bem comum, os direitos e deveres individuais e coletivos, e a condição peculiar da criança e do adolescente como pessoas em desenvolvimento. DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO [1] Crianças e Adolescentes Art. 4º É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária. Parágrafo único. A garantia de prioridade compreende: a) primazia de receber proteção e socorro em quaisquer circunstâncias; b) precedência de atendimento nos serviços públicos ou de relevância pública; c) preferência na formulação e na execução das políticas sociais públicas; d) destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas com a proteção à infância e à juventude. DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO [1] Crianças e Adolescentes ❑ Tráfico de pessoas; ❑ Violência física; ❑ Violência sexual e violência baseada no gênero ❑ Exploração e abuso sexual cometido por atores humanitários (PSEA) ❑ Trabalho Infantil ❑ Recrutamento por grupos criminosos e envolvimento em atos ilícitos; ❑ Falta de acesso à regularização migratória e solicitação de refúgio; ❑ Falta de estrutura/preparo para atendimento de crianças e adolescentes com deficiência; ❑ Criança e Adolescente em situação de rua DESAFIOS DA INCLUSÃO Dados: Violação da cidadania contra crianças e adolescentes DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO [2] Pessoa idosa Art. 230. A família, a sociedade e o Estado têm o dever de amparar as pessoas idosas, assegurando sua participação na comunidade, defendendo sua dignidade e bem-estar e garantindo-lhes o direito à vida. § 1º Os programas de amparo aos idosos serão executados preferencialmente em seus lares. § 2º Aos maiores de sessenta e cinco anos é garantida a gratuidade dos transportes coletivos urbanos. DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO [2] Pessoa idosa Art. 230. A família, a sociedade e o Estado têm o dever de amparar as pessoas idosas, assegurando sua participação na comunidade, defendendo sua dignidade e bem-estar e garantindo-lhes o direito à vida. § 1º Os programas de amparo aos idosos serão executados preferencialmente em seus lares. § 2º Aos maiores de sessenta e cinco anos é garantida a gratuidade dos transportes coletivos urbanos. DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO [2] Pessoa idosa Art. 1º É instituído o Estatuto da Pessoa Idosa, destinado a regular os direitos assegurados às pessoas com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos. Art. 2º A pessoa idosa goza de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se-lhe, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, para preservação de sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral, intelectual, espiritual e social, em condições de liberdade e dignidade. DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO [2] Pessoa idosa Art. 3º É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do poder público assegurar à pessoa idosa, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária; § 2º Entre as pessoas idosas, é assegurada prioridade especial aos maiores de 80 (oitenta) anos, atendendo-se suas necessidades sempre preferencialmente em relação às demais pessoas idosas. Art. 4º Nenhuma pessoa idosa será objeto de qualquer tipo de negligência, discriminação, violência, crueldade ou opressão, e todo atentado aos seus direitos, por ação ou omissão, será punido na forma da lei. § 1º É dever de todos prevenir a ameaça ou violação aos direitos da pessoa idosa. DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO [2] Pessoa idosa ❑Etarismo, ageísmo, idadismo; ▪ Descartável e peso social. ❑Exclusão do mercado e a precarização do trabalho; ❑ Desafio para a efetivação dos direitos conquistados; ❑Fragilização dos vínculos familiares e comunitários; ❑Abuso sexual, violência sexual, abuso financeiro, abandono, negligência. DESAFIOS DA INCLUSÃO Dados: Violação da cidadania contra pessoa idosa DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO [3] LGBTQIA+ • Diz respeito à forma como nos sentimos em relação à afetividade e sexualidade. • Os conceitos de homossexualidade, bissexualidade, heterossexualidade e assexualidade são os tipos de orientação sexual. • Esse conceito também é conhecido como orientação afetivo-sexual, uma vez que não diz respeito apenas a sexo. DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO [3] LGBTQIA+ DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO [3] LGBTQIA+ • Identidade de gênero se relaciona com a forma como a pessoa se RECONHECE dentro dos padrões de gênero: feminino e masculino, ou seja, é a forma como cada pessoa sente que é em relação ao gênero masculino e feminino [Ibidem, pág. 12]. ❑ Obs.: Nem todas as pessoas se enquadram na noção binária de homem/mulher, como, por exemplo, pessoas agênero [não se identifique com nenhum desses dois gêneros] e queer; e quem se identifique com ambos os gêneros como os intergêneros, andróginos, bigêneros e crossdresser. Cada sujeito determina a sua própria identidade de gênero DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO [3] LGBTQIA+ 2. TRANSGÊNEROS: Termo genérico [amplo] que vale para qualquer pessoa que se identifique com um gênero diferente ao do sexo de nascimento. 2.1 TRANSEXUAIS: Pessoas que nascem com o sexo biológico diferente do gênero com que se reconhecem. Essas pessoas desejam ser reconhecidas pelo gênero com o qual se identificam, sendo que o que determina se a pessoa é transexual é sua identidade, e não qualquer processo cirúrgico. Existem tanto homens trans quanto mulheres trans/travestis. DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO [3] LGBTQIA+ 2.1. MULHER TRANS/TRAVESTI: É a pessoa do gênero feminino, embora tenha sido designada como pertencente ao sexo/gênero masculino ao nascer. Muitas fazem uso de hormonioterapias, aplicações de silicone e/ ou cirurgias plásticas, porém vale ressaltar que isso não é regra para todas. 2.2. HOMEM TRANS: É a pessoa do gênero masculino, embora tenha sido designada como pertencente ao sexo/gênero feminino ao nascer. Muitos fazem uso de hormonioterapias e cirurgias plásticas. DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO [3] LGBTQIA+ LINK: http://www.mpce.mp.br/wp-content/uploads/2023/06/Guia-LGBTQIA_3edicao-_FINAL_PDF-4X_.pdfOrientação Sexual Identidade de gênero DESAFIOS SOCIOPOLÍTICO DA INCLUSÃO [3] LGBTQIA+ ❑ Direito a existir com segurança e dignidade; ❑ Combate aos preconceitos e discriminações nos mais diversos espaços: família; escola; equipamentos de saúde; etc; ❑ Enfrentamento das formas diversas e cotidiana de violências de cunho LGBTQIA+fóbico; ❑ Entrada e permanência no mercado de trabalho, incluindo iniciativas de capacitação e formação profissional; ❑ Reconhecimento da diversidade familiar e superação do discurso de ódio; ❑ Melhoria nos serviços de atendimento e acompanhamento de pessoas LGBTQIA+; ❑ Melhoria nas informações acerca do segmento LGBTQIA+, inclusive no âmbito das pesquisas. PRINCÍPIOS ADMINISTRATIVOS - INTRODUÇÃO ÂMBITO DE APLICAÇÃO SÃO DE OBSERVÂNCIA OBRIGATÓRIA NÃO SÃO ABSOLUTOS APLICAÇÃO IMEDIATA NÃO HÁ HIERARQUIA - EXPRESSOS OU BÁSICOS 1. LEGALIDADE 1.1 Reserva legal Situações em que a Constituição exige, necessariamente, que a matéria resulte de lei (reserva legal): 1) Criar entidades (CF, art. 37, XIX) ou órgãos públicos (CF, art. 61, § 1º, II, e); 2) Criação de cargos, empregos ou funções públicas – art. 61, § 1º, II a; 3) Contratação temporária por prazo determinado – art. 37, IX, CF; 4) Requisitos para ocupação de cargos públicos – art. 37, I, CF; 5) Situações em que estrangeiro pode ocupar cargo público – art. 37, I, CF; 6) Reserva da vagas e critérios de admissão para pessoas portadoras de deficiência em concursos públicos – art. 37, VIII, CF; 7) Exercício do direito de greve pelo servidor público – art. 37, VII, CF; 8) Fixação e alteração de remuneração e subsídio – art. 37, X, CF. - EXCEÇÕES À LEGALIDADE? 2. IMPESSOALIDADE Art. 37 § 1º A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos. 3. MORALIDADE A moral administrativa tem o mesmo conceito da moral comum? A moralidade administrativa é compreendida como moral jurídica. Nesse sentido, compreende o conjunto de regras extraídas de condutas internas da Administração. 3.1 SÚMULA VINCULANTE Nº 13 STF A NOMEAÇÃO DE CÔNJUGE, COMPANHEIRO OU PARENTE EM LINHA RETA, COLATERAL OU POR AFINIDADE, ATÉ O TERCEIRO GRAU, INCLUSIVE, DA AUTORIDADE NOMEANTE OU DE SERVIDOR DA MESMA PESSOA JURÍDICA INVESTIDO EM CARGO DE DIREÇÃO, CHEFIA OU ASSESSORAMENTO, PARA O EXERCÍCIO DE CARGO EM COMISSÃO OU DE CONFIANÇA OU, AINDA, DE FUNÇÃO GRATIFICADA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA E INDIRETA EM QUALQUER DOS PODERES DA UNIÃO, DOS ESTADOS, DO DISTRITO FEDERAL E DOS MUNICÍPIOS, COMPREENDIDO O AJUSTE MEDIANTE DESIGNAÇÕES RECÍPROCAS, VIOLA A CONSTITUIÇÃO FEDERAL. A jurisprudência do STF preconiza que, ressalvada situação de fraude à lei, a nomeação de parentes para cargos públicos de natureza política não desrespeita o conteúdo normativo do enunciado da Súmula Vinculante 13." (RE 825682 AgR, Relator Ministro Teori Zavascki, Segunda Turma, julgamento em 10.2.2015, DJe de 2.3.2015) Em hipóteses que atinjam ocupantes de cargos políticos, a configuração do nepotismo deve ser analisado caso a caso, a fim de se verificar eventual 'troca de favores' ou fraude a lei. 3. Decisão judicial que anula ato de nomeação para cargo político apenas com fundamento na relação de parentesco estabelecida entre o nomeado e o chefe do Poder Executivo, em todas as esferas da federação, diverge do entendimento da Suprema Corte consubstanciado na Súmula Vinculante nº 13." (Rcl 7590, Relator Ministro Dias Toffoli, Primeira Turma, julgamento em 30.9.2014, DJe de 14.11.2014) (...) Tanto assim que, nessa ocasião, alguns Ministros observaram que a caracterização do nepotismo não estaria afastada em todo e qualquer caso de nomeação para cargo político, cabendo examinar cada situação com a cautela necessária. Estou convencido de que, em linha de princípio, a restrição sumular não se aplica à nomeação para cargos políticos. Ressalvaria apenas as situações de inequívoca falta de razoabilidade, por ausência manifesta de qualificação técnica ou de inidoneidade moral." (Rcl 17627, Relator Ministro Roberto Barroso, decisão monocrática, julgamento em 8.5.2014, DJe de 15.5.2014) OBS! STF tem afastado nomeações para cargos políticos quando não há demonstração de que tem capacidade técnica. Citando precedentes como a RCL 17627 (de relatoria do ministro Luís Roberto Barroso), e RCL 11605 (do ministro Celso de Mello). 4. PUBLICIDADE - Exceções: art. 5º, XXXIII XXXIII - todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado; 5. EFICIÊNCIA Obs 1! A EC 45/04 acrescentou o princípio da eficiência dentro do processo adm. Art. 5º, LXXXVIII, da CF Obs2! A EC 19/98 acrescentou o princípio da eficiência na CF. 1.FORMAS DE PRESTAÇÃO DAS ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS 1.1. CENTRALIZADA/DIRETA – pessoa política desempenha funções por seus próprios órgãos (ACUMULO DE COMPETÊNCIAS) 1.2. DESCENTRALIZADA – pessoa política desempenha função por meio de pessoas diversas (DISTRIBUI COMPETÊNCIAS – EXTERNA) 2. FORMAS DE DESCENTRALIZAÇÃO - OUTORGA – LEI – ADM INDIRETA - DELEGAÇÃO – ATO/CONTRATO - TERRITORIAL/GEOGRÁFICA - ESTUDO DA ADM. INDIRETA – ART. 37, XIX, CF A) AUTARQUIAS Art. 5º Para os fins desta lei, considera-se: I - Autarquia - o serviço autônomo, criado por lei, com personalidade jurídica, patrimônio e receita próprios, para executar atividades típicas da Administração Pública, que requeiram, para seu melhor funcionamento, gestão administrativa e financeira descentralizada. A) AUTARQUIAS a.1) Pratica atividade TÍPICA de Estado a.3) Personalidade de direito público a.4) Pessoal a.5) Patrimônio B) FUNDAÇÕES IV - Fundação Pública - a entidade dotada de personalidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, criada em virtude de autorização legislativa, para o desenvolvimento de atividades que não exijam execução por órgãos ou entidades de direito público, com autonomia administrativa, patrimônio próprio gerido pelos respectivos órgãos de direção, e funcionamento custeado por recursos da União e de outras fontes. (Incluído pela Lei nº 7.596, de 1987) https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7596.htm#art1ii B) FUNDAÇÕES Natureza das fundações: A tese atualmente dominante defende a existência de dois tipos de fundações públicas: as fundações de direito público e as de direito privado, aquelas sustentando personalidade jurídica de direito público e estas de direito privado. CARACTERÍSTICA 1) Pratica atividade de caráter SOCIAL (saúde, educação(UNB), cultural, pesquisa, etc.) C) SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA E EMPRESA PÚBLICA DL 200/67 II - Emprêsa Pública - a entidade dotada de personalidade jurídica de direito privado, com patrimônio próprio e capital exclusivo da União, criado por lei para a exploração de atividade econômica que o Govêrno seja levado a exercer por fôrça de contingência ou de conveniência administrativa podendo revestir-se de qualquer das formas admitidas em direito. (Redação dada pelo Decreto-Lei nº 900, de 1969) III - Sociedade de Economia Mista - a entidade dotada de personalidade jurídica de direito privado, criada por lei para o exercício de atividade de natureza mercantil, sob a forma de sociedade anônima, cujas ações com direito a voto pertençam, em sua maioria, à União ou à entidade da Administração Indireta. III - Sociedade de Economia Mista - a entidade dotada de personalidade jurídica de direito privado, criada por lei para a exploração de atividade econômica, sob a forma de sociedade anônima, cujas ações com direito a voto pertençamem sua maioria à União ou a entidade da Administração Indireta. (Redação dada pelo Decreto-Lei nº 900, de 1969) C) SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA E EMPRESA PÚBLICA LEI 13303/2016 Art. 3º Empresa pública é a entidade dotada de personalidade jurídica de direito privado, com criação autorizada por lei e com patrimônio próprio, cujo capital social é integralmente detido pela União, pelos Estados, pelo Distrito Federal ou pelos Municípios. Parágrafo único. Desde que a maioria do capital votante permaneça em propriedade da União, do Estado, do Distrito Federal ou do Município, será admitida, no capital da empresa pública, a participação de outras pessoas jurídicas de direito público interno, bem como de entidades da administração indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. Art. 4º Sociedade de economia mista é a entidade dotada de personalidade jurídica de direito privado, com criação autorizada por lei, sob a forma de sociedade anônima, cujas ações com direito a voto pertençam em sua maioria à União, aos Estados, ao Distrito Federal, aos Municípios ou a entidade da administração indireta. c.1) Traços Comuns: c.1.1) Personalidade jurídica: Direito PRIVADO (regime misto ou HÍBRIDO) c.1.2) Finalidade: - serviço público OU atividade econômica C) SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA E EMPRESA PÚBLICA C.2) TRAÇOS DISTINTIVOS: EP SEM Forma de organização Qualquer forma Sociedade Anônima S.A. Composição do capital Totalmente Público Mesmo que seja de mais de um ente federativo ou de entidade da Administração Indireta Público e privado Maioria do Capital Social com direito a voto tem que ser do Estado ou de pessoa da Administração Indireta Foro processual EP’s Federais = Justiça Federal se autoras, rés, assistentes ou opoentes. Nos termos do art. 109 da CF Justiça Estadual ESTADO: CF, ART. 37, § 6º - RESP OBJETIVA com base na TEORIA DO RISCO ADMINISTRATIVO § 6º As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa. Resumindo As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão União, Estados, DF, Municípios, concessionários, permissionários. Obs. Empresa pública e sociedade de economia mista que exploram atividade econômica – resp subjetiva Pelos danos que seus agentes, agindo nessa qualidade Agentes – qualquer um que exerça função pública Basta que seja nessa qualidade Causarem a terceiros Na omissão a responsabilidade será subjetiva. Na ação responsabilidade objetiva. assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa. Estado responde na forma objetiva. Agente responde em ação regressiva. Depende de demonstração de dolo ou culpa (subjetiva) TEMA: “Em caso de inobservância de seu dever específico de proteção previsto no artigo 5º, inciso XLIX, da Constituição Federal, o Estado é responsável pela morte de detento”. RE 841526 Repercussão Geral – Tema 362: "Nos termos do artigo 37, § 6º, da Constituição Federal, não se caracteriza a responsabilidade civil objetiva do Estado por danos decorrentes de crime praticado por pessoa foragida do sistema prisional, quando não demonstrado o nexo causal direto entre o momento da fuga e a conduta praticada". (Tema 366): “Para que fique caracterizada a responsabilidade civil do Estado por danos decorrentes do comércio de fogos de artifício, é necessário que exista violação de um dever jurídico específico de agir, que ocorrerá quando for concedida a licença para funcionamento sem as cautelas legais, ou quando for de conhecimento do Poder Público eventuais irregularidades praticadas pelo particular”. http://www.stf.jus.br/portal/jurisprudenciaRepercussao/verAndamentoProcesso.asp?incidente=1515920&numeroProcesso=136861&classeProcesso=RE&numeroTema=366 IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA – ART. 37, § 4º, da CF; Lei nº 8.429/92 Art. 37 § 4º Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda da função pública, a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação previstas em lei, sem prejuízo da ação penal cabível. § 5º A lei estabelecerá os prazos de prescrição para ilícitos praticados por qualquer agente, servidor ou não, que causem prejuízos ao erário, ressalvadas as respectivas ações de ressarcimento. Temas aqui • 6 FINANÇAS PÚBLICAS • 6.1 Atribuições econômicas do Estado. • 6.2 Fundamentos das finanças públicas, tributação e orçamento. • 6.4 Noções de orçamento público: Plano Plurianual (PPA), Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e Lei Orçamentária Anual (LOA). • 6.3 Financiamento das Políticas Públicas: estrutura de receitas e despesas do Estado brasileiro. • 6.5 Federalismo fiscal no Brasil; Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101/2000). Plano Plurianual - PPA Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão: I - o plano plurianual; II - as diretrizes orçamentárias; III - os orçamentos anuais. § 1º A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada. § 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal, estabelecerá as diretrizes de política fiscal e respectivas metas, em consonância com trajetória sustentável da dívida pública, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. § 3º O Poder Executivo publicará, até trinta dias após o encerramento de cada bimestre, relatório resumido da execução orçamentária. § 4º Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta Constituição serão elaborados em consonância com o plano plurianual e apreciados pelo Congresso Nacional. § 5º A lei orçamentária anual compreenderá: I - o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público; II - o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto; III - o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. SEÇÃO II DAS ATRIBUIÇÕES DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República: ... XXIII - enviar ao Congresso Nacional o plano plurianual, o projeto de lei de diretrizes orçamentárias e as propostas de orçamento previstos nesta Constituição; ... Parágrafo único. O Presidente da República poderá delegar as atribuições mencionadas nos incisos VI, XII e XXV, primeira parte, aos Ministros de Estado, ao Procurador-Geral da República ou ao Advogado-Geral da União, que observarão os limites traçados nas respectivas delegações. CF/88, Art. 167, § 1º: Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade. Lei do PPA 2024 – 2027 (Lei 14.802 de 2024) Art. 3º São prioridades da administração pública federal, incluídas aquelas advindas do processo de participação social na elaboração do PPA 2024-2027: I - combate à fome e redução das desigualdades; II - educação básica; III - saúde: atenção primária e atenção especializada; IV - Programa de Aceleração do Crescimento - NovoPAC; V - neoindustrialização, trabalho, emprego e renda; e VI - combate ao desmatamento e enfrentamento da emergência climática. Parágrafo único. Além das prioridades estabelecidas neste artigo, as leis de diretrizes orçamentárias poderão contemplar novas prioridades para os exercícios de 2025, 2026 e 2027, nos termos do disposto no § 2º do art. 165 da Constituição. Art. 4º São agendas transversais do PPA 2024-2027: I - crianças e adolescentes; II - mulheres; III - igualdade racial; IV - povos indígenas; e V - meio ambiente. ANEXOS – PPA 2020 a 2023 Anexo I - Programas Finalísticos Anexo II - Programas de Gestão Anexo III - Investimentos Plurianuais Prioritários Anexo IV - Investimentos Plurianuais das Empresas Estatais Não-Dependentes ANEXOS – PPA 2024 a 2027 Anexo I - Dimensão estratégica, com visão de futuro, valores, diretrizes, eixos, objetivos estratégicos, indicadores-chave nacionais e metas; Anexo II - Sumário executivo de informações macroeconômicas e fiscais; Anexo III - Programas finalísticos com valor global, objetivo, público-alvo, órgão responsável, objetivos específicos, indicadores e metas; Anexo IV - Programas de gestão; Anexo V - Agendas transversais; Anexo VI - Prioridades e suas metas; Anexo VII-A - Investimentos plurianuais dos orçamentos fiscal e da seguridade social, exceto acréscimos e inclusões constantes do Anexo VII-B; Anexo VII-B - Investimentos plurianuais dos orçamentos fiscal e da seguridade social incluídos ou acrescidos pelo Congresso Nacional; Anexo VIII - Investimentos plurianuais das empresas estatais não dependentes. Art. 11. A governança do PPA 2020-2023 visa a alcançar os objetivos e as metas estabelecidos, sobretudo para a garantia de acesso às políticas públicas e de sua fruição pela sociedade e busca o aperfeiçoamento dos: I - mecanismos de implementação e integração de políticas públicas; II - critérios de regionalização de políticas públicas; e III - mecanismos de monitoramento, avaliação e revisão do PPA 2020-2023. Art. 12. A gestão do PPA 2020-2023 observará os princípios de publicidade, eficiência, impessoalidade, economicidade e efetividade e compreenderá a implementação, o monitoramento, a avaliação e a revisão do PPA 2020-2023. Art. 13. A governança do PPA 2024-2027 visa alcançar os objetivos e as metas estabelecidas, sobretudo para a garantia de acesso equitativo e inclusivo às políticas públicas e de sua fruição pela sociedade, e busca o aperfeiçoamento dos: I - mecanismos de implementação e integração de políticas públicas; II - critérios de regionalização de políticas públicas, com vistas à redução das desigualdades regionais; III - mecanismos de monitoramento, avaliação e revisão do PPA 2024-2027; e IV - processos de participação social no PPA 2024-2027. Art. 14. A gestão do PPA 2024-2027 observará os princípios da publicidade, da eficiência, da impessoalidade, da economicidade e da efetividade e compreenderá a implementação, o monitoramento, a avaliação e a revisão do PPA 2024-2027. PPA 2020 a 2023 Art. 15. O Poder Executivo encaminhará anualmente ao Congresso Nacional Relatório Anual de Monitoramento do PPA 2020-2023 com o resultado do processo de monitoramento, que conterá: I - o comportamento das variáveis macroeconômicas que embasaram a elaboração do Plano Plurianual, explicitando as eventuais discrepâncias verificadas entre os valores previstos e os realizados; II - a situação, por programa finalístico, dos objetivos, das metas e dos indicadores; e III - demonstrativo da execução orçamentária e financeira dos investimentos plurianuais. PPA 2024 a 2027 Art. 16. O Poder Executivo federal apresentará anualmente à Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização do Congresso Nacional, até 30 de setembro de cada exercício, relatório anual de monitoramento do PPA 2024-2027, com o resultado do processo de monitoramento, que conterá: I - comportamento das variáveis macroeconômicas e do cenário fiscal que embasaram a elaboração do PPA 2024- 2027, explicitando as eventuais discrepâncias verificadas entre os valores previstos e os realizados; II - acompanhamento da evolução das metas e dos indicadores-chave nacionais, previstos na dimensão estratégica; III - desempenho, por programa finalístico, dos indicadores dos objetivos específicos e das entregas, indicando os pontos de atenção para o cumprimento do objetivo do programa e apresentando justificativa em caso de descumprimento; IV - demonstrativo da execução orçamentária e financeira dos investimentos plurianuais; V - medidas institucionais e normativas implementadas no período; e VI - análise dos programas de gestão. Parágrafo único. O relatório anual previsto no caput e o painel com os indicadores-chave nacionais devem ficar disponíveis para a população em página específica do sítio eletrônico oficial. CESGRANRIO - UNEMAT - Administrador – 2024 _ Q3190019 1. Recém-empossado, um determinado governante precisa elaborar o Plano Plurianual (PPA), levando em consideração sua finalidade e suas características principais que o diferenciam de outros instrumentos de gestão pública. Sendo assim, na elaboração do PPA, o governante deverá considerar que é necessário A) enunciar as políticas públicas e as prioridades para o exercício seguinte. B) estabelecer diretrizes, objetivos e metas de médio prazo. C) estimar as metas de apuração da receita corrente líquida. D) fixar a programação das despesas para o exercício financeiro. E) viabilizar a execução do plano de trabalho do exercício a que se refere. CESGRANRIO - AGERIO - Analista - Área: Contabilidade – 2023 _ Q2980987 2. No processo de planejamento dos entes públicos, estão previstos instrumentos de planejamento de curto e médio prazos com objetivos e conteúdos específicos para favorecer a melhoria da gestão dos recursos públicos. Ao se analisar o conjunto das peças orçamentárias de um ente, um item previsto em instrumento com perspectiva de médio prazo, mas com reflexos no orçamento anual, é(são) A) a definição de condições para transferências de recursos a entidades públicas e privadas. B) a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. C) o orçamento de investimento das empresas estatais. D) as normas para avaliação dos resultados dos programas financiados com recursos do orçamento. E) os objetivos e as diretrizes para as despesas relativas aos programas de duração continuada. CEBRASPE - ITAIPU Binacional - Contador – 2024 _ Q3137983 3. A Lei Orçamentária Anual expressa a sua integração com o Plano Plurianual por meio A) das ações. B) das atividades. C) dos programas. D) dos planos. E) dos projetos. FGV - PGM - Analista Processual – 2023 _ Q2851504 4. Leis de iniciativa do Poder Executivo da União estabelecerão o Plano Plurianual, as diretrizes orçamentárias e os orçamentos anuais. Em relação ao Plano Plurianual, é correto afirmar que a lei que o instituir: A) estabelecerá as diretrizes de política fiscal e respectivas metas, em consonância com trajetória sustentável da dívida pública; B) compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal; C) orientará a elaboração da lei orçamentária anual; D) estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas de capital; E) estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. FGV - CGM RJ - Técnico em Controle Interno – 2023 _ Q2797962 5. Os analistas de um tribunal de contas notificaram o prefeito e o chefe do Poder Legislativo de um dado Município quanto ao conteúdo e forma do Plano Plurianual para o período de 2022-2025, que foi aprovado e publicado no Diário Oficial com inconsistências. Na notificação enviada, os analistas destacaram que as diretrizes, os objetivos e as metas da administração pública municipal deveriam ser apresentados: A) de forma regionalizada; B) de forma integrada ao programa de conversa;C) conforme a classificação por função e subfunção; D) de acordo com a classificação institucional das ações; E) de forma vinculada às respectivas fontes de financiamento. Questão Inédita – PPA 2024 a 2027 – Autor: Prof. Anderson Ferreira 6. Acerca dos ciclos orçamentários e dos requisitos legais impostos pelo Plano Plurianual (PPA), assinale a opção correta. A) No âmbito do Plano Plurianual (PPA) para o quadriênio de 2024 a 2027, não há definição para a agenda transversal, assim como no PPA anterior. B) O PPA 2024 a 2027 suprimiu a previsão do aperfeiçoamento dos processos de participação social, previsto explicitamente no PPA anterior. C) Não há obrigatoriedade, no atual PPA, da contribuição dos programas para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas. D) No âmbito do atual PPA, os programas destinados exclusivamente às operações especiais integram o PPA. E) De acordo com o PPA 2024 a 2027, são prioridades da administração pública federal o combate à fome e redução de desigualdades. A) No âmbito do Plano Plurianual (PPA) para o quadriênio de 2024 a 2027, não há definição para a agenda transversal, assim como no PPA anterior. Gabarito: Errado Não há menção para a agenda transversal no PPA 2020 a 2023. Veja a única menção ao termo na Lei: Art. 10. (...) Parágrafo único. O conjunto de ações governamentais voltadas ao atendimento da primeira infância possui caráter prioritário para o orçamento de 2020, nos termos do art. 3º da Lei nº 13.898, de 11 de novembro de 2019, e possui antecedência na programação e na execução orçamentária e financeira durante o período de vigência do Plano Plurianual, conforme agenda transversal e multissetorial a ser regulamentada pelo Poder Executivo. Já no atual PPA 2024 a 2027, há definição legal para a agenda transversal. Veja: Art. 2º Para fins do disposto nesta Lei, considera-se: (...) XX - agenda transversal - conjunto de atributos que encaminha problemas complexos de políticas públicas, podendo contemplar aquelas focalizadas em públicos-alvo ou temas específicos, que necessitam de uma abordagem multidimensional e integrada por parte do Estado para serem encaminhados de maneira eficaz e efetiva; B) O PPA 2024 a 2027 suprimiu a previsão do aperfeiçoamento dos processos de participação social, previsto explicitamente no PPA anterior. Gabarito: Errado É o contrário. O atual PPA ampliou a previsão para o aperfeiçoamento dos processos de participação social na governança do PPA. Veja o inciso IV do art. 13 da Lei do PPA 2024 a 2027: Art. 13. A governança do PPA 2024-2027 visa alcançar os objetivos e as metas estabelecidas, sobretudo para a garantia de acesso equitativo e inclusivo às políticas públicas e de sua fruição pela sociedade, e busca o aperfeiçoamento dos: (...) IV - processos de participação social no PPA 2024-2027. C) Não há obrigatoriedade, no atual PPA, da contribuição dos programas para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas. Gabarito: Errado Pelo contrário, há essa obrigatoriedade no art. 26 da Lei do PPA 2024 a 2027. Veja: Art. 26. Os programas do PPA 2024-2027 devem contribuir para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas. D) No âmbito do atual PPA, os programas destinados exclusivamente às operações especiais integram o PPA. Gabarito: Errado O atual PPA manteve a disposição de que não integram o PPA os programas destinados exclusivamente a operações especiais, nos termos do § 3º do art. 6º da Lei 14.802/2024. Veja: Art. 6º Integram o PPA 2024-2027: (...) § 3º Não integram o PPA 2024-2027 os programas destinados exclusivamente a operações especiais. E) De acordo com o PPA 2024 a 2027, são prioridades da administração pública federal o combate à fome e redução de desigualdades. Gabarito: Certo É a literalidade do art. 3º, inciso I, da Lei do PPA 2024 a 2027. Veja: Art. 3º São prioridades da administração pública federal, incluídas aquelas advindas do processo de participação social na elaboração do PPA 2024-2027: I - combate à fome e redução das desigualdades; Questão Inédita – PPA 2024 a 2027 – Autor: Prof. Anderson Ferreira 7. O Plano Plurianual (PPA) é o principal instrumento de planejamento de médio prazo do governo federal. O PPA orienta, de forma concreta, as escolhas do governo, que se traduzem em programas e no orçamento definido para os próximos quatro anos. Quanto a esse assunto, marque a alternativa INCORRETA. A) As agendas transversais, diferentemente do PPA anterior, integram explicitamente o atual PPA, em forma de Anexo. B) Uma novidade do PPA 2024 a 2027 é trazer, em anexo, o sumário executivo de informações macroeconômicas e fiscais. C) No âmbito do atual PPA, o Poder Executivo fica autorizar a alterar, por ato próprio, vinculações entre ações orçamentárias e programas, de maneira a conciliar o PPA com as alterações promovidas pelas leis orçamentárias. D) No atual PPA, programas finalísticos representam o conjunto de ações governamentais relacionadas à gestão da atuação governamental ou à manutenção da capacidade produtiva das empresas estatais, e programas de gestão o conjunto coordenado de ações governamentais financiadas por recursos orçamentários e não orçamentários com vistas à concretização do objetivo. E) Igualdade racial, povos indígenas e meio ambiente estão definidas como agendas transversais para o atual PPA. A) As agendas transversais, diferentemente do PPA anterior, integram explicitamente o atual PPA, em forma de Anexo. Gabarito: Certo Exatamente. É o que preceitua o art. 6º da Lei do PPA 2024 a 2027. Veja: Art. 6º Integram o PPA 2024-2027: (...) V - Anexo V - Agendas transversais; (...) Por outro lado, não há previsão explícita para as agendas transversais integrarem a estrutura do PPA anterior. Veja: Art. 5º Integram o PPA 2020-2023: I - Anexo I - Programas Finalísticos; II - Anexo II - Programas de Gestão; III - Anexo III - Investimentos Plurianuais Prioritários; e IV - Anexo IV - Investimentos Plurianuais das Empresas Estatais Não Dependentes. B) Uma novidade do PPA 2024 a 2027 é trazer, em anexo, o sumário executivo de informações macroeconômicas e fiscais. Gabarito: Certo A partir do art. 6º e seus incisos da Lei do PPA 2024 a 2027, é possível ter conhecimento de todos os anexos que integram o atual PPA. São eles: Art. 6º Integram o PPA 2024-2027: I - Anexo I - Dimensão estratégica, com visão de futuro, valores, diretrizes, eixos, objetivos estratégicos, indicadores-chave nacionais e metas; II - Anexo II - Sumário executivo de informações macroeconômicas e fiscais; III - Anexo III - Programas finalísticos com valor global, objetivo, público- alvo, órgão responsável, objetivos específicos, indicadores e metas; IV - Anexo IV - Programas de gestão; V - Anexo V - Agendas transversais; VI - Anexo VI - Prioridades e suas metas; VII - Anexo VII-A - Investimentos plurianuais dos orçamentos fiscal e da seguridade social, exceto acréscimos e inclusões constantes do Anexo VII- B; VIII- Anexo VII-B - Investimentos plurianuais dos orçamentos fiscal e da seguridade social incluídos ou acrescidos pelo Congresso Nacional; IX - Anexo VIII - Investimentos plurianuais das empresas estatais não dependentes. O inciso II prevê o sumário executivo de informações macroeconômicas e fiscais, de forma que a questão está correta. C) No âmbito do atual PPA, o Poder Executivo fica autorizar a alterar, por ato próprio, vinculações entre ações orçamentárias e programas, de maneira a conciliar o PPA com as alterações promovidas pelas leis orçamentárias. Gabarito: Certo É a literalidade do art. 19, inciso I, alínea “b”, da Lei do PPA 2024 a 2027. Veja: Art. 19. Fica o Poder Executivo federal autorizado a promover alterações no PPA 2024-2027, por ato próprio, para: I - conciliá-lo com as alterações promovidas pelas leis orçamentárias anuais e pelas leisde crédito adicional e poderá, para tanto: (...) b) adequar vinculações entre ações orçamentárias e programas; D) No atual PPA, programas finalísticos representam o conjunto de ações governamentais relacionadas à gestão da atuação governamental ou à manutenção da capacidade produtiva das empresas estatais, e programas de gestão o conjunto coordenado de ações governamentais financiadas por recursos orçamentários e não orçamentários com vistas à concretização do objetivo. Gabarito: ERRADO Os conceitos estão invertidos. Segundo Art. 2º do PPA 2024 a 2027 (Lei nº 14.802/2024): “VII - programa finalístico - conjunto coordenado de ações governamentais financiadas por recursos orçamentários e não orçamentários com vistas à concretização do objetivo; ... XVII - programa de gestão - conjunto de ações governamentais relacionadas à gestão da atuação governamental ou à manutenção da capacidade produtiva das empresas estatais, financiadas por ações orçamentárias e não orçamentárias que não são passíveis de associação aos programas finalísticos;” E) Igualdade racial, povos indígenas e meio ambiente estão definidas como agendas transversais para o atual PPA. Gabarito: Certo Exatamente. A assertiva enumera três das cinco agendas transversais previstas para a Lei do PPA 2024 a 2027. Veja os incisos do art. 4º: Art. 4º São agendas transversais do PPA 2024-2027: I - crianças e adolescentes; II - mulheres; III - igualdade racial; IV - povos indígenas; e V - meio ambiente. Portanto, verifica-se que as três agendas transversais estão definidas no art. 4º da Lei do atual PPA. Assim, a assertiva está correta. Temas aqui • 6 FINANÇAS PÚBLICAS • 6.1 Atribuições econômicas do Estado. • 6.2 Fundamentos das finanças públicas, tributação e orçamento. • 6.4 Noções de orçamento público: Plano Plurianual (PPA), Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e Lei Orçamentária Anual (LOA). • 6.3 Financiamento das Políticas Públicas: estrutura de receitas e despesas do Estado brasileiro. • 6.5 Federalismo fiscal no Brasil; Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101/2000). Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão: I - o plano plurianual; II - as diretrizes orçamentárias; III - os orçamentos anuais. § 1º A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada. § 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal, estabelecerá as diretrizes de política fiscal e respectivas metas, em consonância com trajetória sustentável da dívida pública, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. § 3º O Poder Executivo publicará, até trinta dias após o encerramento de cada bimestre, relatório resumido da execução orçamentária. § 4º Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta Constituição serão elaborados em consonância com o plano plurianual e apreciados pelo Congresso Nacional. § 5º A lei orçamentária anual compreenderá: I - o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público; II - o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto; III - o orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. CF/88, Art. 165, Antiga Redação: § 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subseqüente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. Nova Redação: § 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal, estabelecerá as diretrizes de política fiscal e respectivas metas, em consonância com trajetória sustentável da dívida pública, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. (EC 109/2021) CF/88, Art. 165, Antiga Redação: § 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subseqüente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. Nova Redação: § 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal, estabelecerá as diretrizes de política fiscal e respectivas metas, em consonância com trajetória sustentável da dívida pública, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. (EC 109/2021) Art. 99. Ao Poder Judiciário é assegurada autonomia administrativa e financeira. § 1º Os tribunais elaborarão suas propostas orçamentárias dentro dos limites estipulados conjuntamente com os demais Poderes na lei de diretrizes orçamentárias. § 2º O encaminhamento da proposta, ouvidos os outros tribunais interessados, compete: I - no âmbito da União, aos Presidentes do Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais Superiores, com a aprovação dos respectivos tribunais; II - no âmbito dos Estados e no do Distrito Federal e Territórios, aos Presidentes dos Tribunais de Justiça, com a aprovação dos respectivos tribunais. § 3º Se os órgãos referidos no § 2º não encaminharem as respectivas propostas orçamentárias dentro do prazo estabelecido na lei de diretrizes orçamentárias, o Poder Executivo considerará, para fins de consolidação da proposta orçamentária anual, os valores aprovados na lei orçamentária vigente, ajustados de acordo com os limites estipulados na forma do § 1º deste artigo. § 4º Se as propostas orçamentárias de que trata este artigo forem encaminhadas em desacordo com os limites estipulados na forma do § 1º, o Poder Executivo procederá aos ajustes necessários para fins de consolidação da proposta orçamentária anual. § 5º Durante a execução orçamentária do exercício, não poderá haver a realização de despesas ou a assunção de obrigações que extrapolem os limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias, exceto se previamente autorizadas, mediante a abertura de créditos suplementares ou especiais. CF|88: Art. 169. A despesa com pessoal ativo e inativo da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios não poderá exceder os limites estabelecidos em lei complementar. § 1º A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração, a criação de cargos, empregos e funções ou alteração de estrutura de carreiras, bem como a admissão ou contratação de pessoal, a qualquer título, pelos órgãos e entidades da administração direta ou indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público, só poderão ser feitas (Vide EC nº 106/2020): I - se houver prévia dotação orçamentária suficiente para atender às projeções de despesa de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes; II - se houver autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias, ressalvadas as empresas públicas e as sociedades de economia mista.LRF Art. 4o A lei de diretrizes orçamentárias atenderá o disposto no § 2o do art. 165 da Constituição e: I - disporá também sobre: a) equilíbrio entre receitas e despesas; b) critérios e forma de limitação de empenho, a ser efetivada nas hipóteses previstas na alínea b do inciso II deste artigo, no art. 9o e no inciso II do § 1o do art. 31; c) (VETADO) d) (VETADO) e) normas relativas ao controle de custos e à avaliação dos resultados dos programas financiados com recursos dos orçamentos; f) demais condições e exigências para transferências de recursos a entidades públicas e privadas; http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art165%C2%A72 A.M.F (LRF, Art. 4º) – antiga redação § 1o Integrará o projeto de lei de diretrizes orçamentárias Anexo de Metas Fiscais, em que serão estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes. § 2o O Anexo conterá, ainda: I - avaliação do cumprimento das metas relativas ao ano anterior; II - demonstrativo das metas anuais, instruído com memória e metodologia de cálculo que justifiquem os resultados pretendidos, comparando-as com as fixadas nos três exercícios anteriores, e evidenciando a consistência delas com as premissas e os objetivos da política econômica nacional; III - evolução do patrimônio líquido, também nos últimos três exercícios, destacando a origem e a aplicação dos recursos obtidos com a alienação de ativos; IV - avaliação da situação financeira e atuarial: a) dos regimes geral de previdência social e próprio dos servidores públicos e do Fundo de Amparo ao Trabalhador; b) dos demais fundos públicos e programas estatais de natureza atuarial; V - demonstrativo da estimativa e compensação da renúncia de receita e da margem de expansão das despesas obrigatórias de caráter continuado. A.M.F (LRF, Art. 4º) – nova redação § 1o Integrará o projeto de lei de diretrizes orçamentárias Anexo de Metas Fiscais, em que serão estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes. § 2o O Anexo conterá, ainda: I - avaliação do cumprimento das metas relativas ao ano anterior; II - demonstrativo das metas anuais, instruído com memória e metodologia de cálculo que justifiquem os resultados pretendidos, comparando-as com as fixadas nos três exercícios anteriores, e evidenciando a consistência delas com as premissas e os objetivos da política econômica nacional; III - evolução do patrimônio líquido, também nos últimos três exercícios, destacando a origem e a aplicação dos recursos obtidos com a alienação de ativos; IV - avaliação da situação financeira e atuarial: a) dos regimes geral de previdência social e próprio dos servidores públicos e do Fundo de Amparo ao Trabalhador; b) dos demais fundos públicos e programas estatais de natureza atuarial; V - demonstrativo da estimativa e compensação da renúncia de receita e da margem de expansão das despesas obrigatórias de caráter continuado. A.M.F (LRF, Art. 4º) – nova redação VI – quadro demonstrativo do cálculo da meta do resultado primário de que trata o § 1º deste artigo, que evidencie os principais agregados de receitas e despesas, os resultados, comparando-os com os valores programados para o exercício em curso e os realizados nos 2 (dois) exercícios anteriores, e as estimativas para o exercício a que se refere a lei de diretrizes orçamentárias e para os subsequentes. (Incluído pela Lei Complementar nº 200, de 2023) § 3o A lei de diretrizes orçamentárias conterá Anexo de Riscos Fiscais, onde serão avaliados os passivos contingentes e outros riscos capazes de afetar as contas públicas, informando as providências a serem tomadas, caso se concretizem. § 4o A mensagem que encaminhar o projeto da União apresentará, em anexo específico, os objetivos das políticas monetária, creditícia e cambial, bem como os parâmetros e as projeções para seus principais agregados e variáveis, e ainda as metas de inflação, para o exercício subseqüente. § 5º No caso da União, o Anexo de Metas Fiscais do projeto de lei de diretrizes orçamentárias conterá também: (Incluído pela Lei Complementar nº 200, de 2023) Vigência I - as metas anuais para o exercício a que se referir e para os 3 (três) seguintes, com o objetivo de garantir sustentabilidade à trajetória da dívida pública; (Incluído pela Lei Complementar nº 200, de 2023) II – o marco fiscal de médio prazo, com projeções para os principais agregados fiscais que compõem os cenários de referência, distinguindo-se as despesas primárias das financeiras e as obrigatórias daquelas discricionárias; (Incluído pela Lei Complementar nº 200, de 2023) A.M.F (LRF, Art. 4º) – nova redação III - o efeito esperado e a compatibilidade, no período de 10 (dez) anos, do cumprimento das metas de resultado primário sobre a trajetória de convergência da dívida pública, evidenciando o nível de resultados fiscais consistentes com a estabilização da Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) em relação ao Produto Interno Bruto (PIB); (Incluído pela Lei Complementar nº 200, de 2023) Vigência IV - os intervalos de tolerância para verificação do cumprimento das metas anuais de resultado primário, convertido em valores correntes, de menos 0,25 p.p. (vinte e cinco centésimos ponto percentual) e de mais 0,25 p.p. (vinte e cinco centésimos ponto percentual) do PIB previsto no respectivo projeto de lei de diretrizes orçamentárias; (Incluído pela Lei Complementar nº 200, de 2023) Vigência V - os limites e os parâmetros orçamentários dos Poderes e órgãos autônomos compatíveis com as disposições estabelecidas na lei complementar prevista no inciso VIII do caput do art. 163 da Constituição Federal e no art. 6º da Emenda Constitucional nº 126, de 21 de dezembro de 2022; (Incluído pela Lei Complementar nº 200, de 2023) Vigência VI – a estimativa do impacto fiscal, quando couber, das recomendações resultantes da avaliação das políticas públicas previstas no § 16 do art. 37 da Constituição Federal. (Incluído pela Lei Complementar nº 200, de 2023) Vigência § 6º Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão adotar, total ou parcialmente, no que couber, o disposto no § 5º deste artigo. (Incluído pela Lei Complementar nº 200, de 2023) Vigência § 7º A lei de diretrizes orçamentárias não poderá dispor sobre a exclusão de quaisquer despesas primárias da apuração da meta de resultado primário dos orçamentos fiscal e da seguridade social. (Incluído pela Lei Complementar nº 200, de 2023) Vigência A.R.F (LRF, Art. 4º, § 3º) A lei de diretrizes orçamentárias conterá Anexo de Riscos Fiscais, onde serão avaliados os passivos contingentes e outros riscos capazes de afetar as contas públicas, informando as providências a serem tomadas, caso se concretizem. A.E (LRF, Art. 4º, § 4º) A mensagem que encaminhar o projeto da União apresentará, em anexo específico, os objetivos das políticas monetária, creditícia e cambial, bem como os parâmetros e as projeções para seus principais agregados e variáveis, e ainda as metas de inflação, para o exercício subseqüente. A. Agregados Fiscais (Art. 165, § 12, EC 102/2019) Integrará a lei de diretrizes orçamentárias, para o exercício a que se refere e, pelo menos, para os 2 (dois) exercícios subsequentes, anexo com previsão de agregados fiscais e a proporção dos recursos para investimentos que serão alocados na lei orçamentária anual para a continuidade daqueles em andamento. Art. 9o Se verificado, ao final de um bimestre, que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministério Público promoverão, por ato próprioe nos montantes necessários, nos trinta dias subseqüentes, limitação de empenho e movimentação financeira, segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias. § 1o No caso de restabelecimento da receita prevista, ainda que parcial, a recomposição das dotações cujos empenhos foram limitados dar- se-á de forma proporcional às reduções efetivadas. § 2º Não serão objeto de limitação as despesas que constituam obrigações constitucionais e legais do ente, inclusive aquelas destinadas ao pagamento do serviço da dívida, as relativas à inovação e ao desenvolvimento científico e tecnológico custeadas por fundo criado para tal finalidade e as ressalvadas pela lei de diretrizes orçamentárias. (Redação dada pela Lei Complementar nº 177, de 2021) § 3o No caso de os Poderes Legislativo e Judiciário e o Ministério Público não promoverem a limitação no prazo estabelecido no caput, é o Poder Executivo autorizado a limitar os valores financeiros segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias. (Vide ADI 2238) § 4o Até o final dos meses de maio, setembro e fevereiro, o Poder Executivo demonstrará e avaliará o cumprimento das metas fiscais de cada quadrimestre, em audiência pública na comissão referida no § 1o do art. 166 da Constituição ou equivalente nas Casas Legislativas estaduais e municipais. §4ºAté o final dos meses de maio, setembro e fevereiro, o Ministro ou Secretário de Estado da Fazenda demonstrará e avaliará o cumprimento das metas fiscais de cada quadrimestre e a trajetória da dívida, em audiência pública na comissão referida no § 1º do art. 166 da Constituição Federal ou conjunta com as comissões temáticas do Congresso Nacional ou equivalente nas Casas Legislativas estaduais e municipais. (Redação dada pela Lei Complementar nº 200, de 2023) § 5o No prazo de noventa dias após o encerramento de cada semestre, o Banco Central do Brasil apresentará, em reunião conjunta das comissões temáticas pertinentes do Congresso Nacional, avaliação do cumprimento dos objetivos e metas das políticas monetária, creditícia e cambial, evidenciando o impacto e o custo fiscal de suas operações e os resultados demonstrados nos balanços. LRF http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/Lcp177.htm#art1 http://www.stf.jus.br/portal/peticaoInicial/verPeticaoInicial.asp?base=ADIN&s1=2238&processo=2238 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art166 CESGRANRIO - UNIRIO - Técnico em Contabilidade – 2019 _ Q1169519 1. O orçamento público no Brasil é regido pela Constituição e por Lei complementar e ordinária que definem conteúdos e características dos instrumentos básicos de planejamento, de forma a prover a sociedade com informações prévias sobre os planos do governo. Se um cidadão desejar saber quais as medidas aprovadas pelo governo para controle de custos e avaliação dos resultados dos programas financiados com recursos do orçamento de um dado período, ele deve consultar o(a) A) Plano Plurianual B) Anexo de Metas Fiscais C) Relatório de Gestão Fiscal D) Lei Orçamentária Anual E) Lei de Diretrizes Orçamentárias VUNESP - Prefeitura - Procurador Jurídico – 2023 _ Q2764197 2. Se determinado cidadão quer saber qual é a meta de resultado primário e nominal vigente para o ano atual e a previsão para os próximos dois exercícios, ele deve consultar: A) a lei orçamentária anual. B) o plano plurianual. C) o plano diretor. D) a lei de diretrizes orçamentárias. E) o relatório atuarial. FGV - Prefeitura de São José dos Campos - Analista de Gestão - Área Administração de Empresas – 2024 _ Q3117609 3. A elaboração do orçamento público brasileiro se pauta no uso determinante de três instrumentos fundamentais que se relacionam com essa finalidade: o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA). Com relação à LDO, é correto afirmar que A) orienta a elaboração do PPA. B) dispõe sobre a vigência e os prazos do exercício financeiro. C) contém a reserva de contingências. D) compreende as metas e prioridades da Administração Pública. E) estabelece, de forma regionalizada, os objetivos e metas para os programas de duração continuada. FCC - TJ BA - Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Contador – 2023 _ Q2960079 4. É etapa da elaboração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO): A) previsão da receita e fixação da despesa. B) previsão da despesa e fixação da receita. C) estabelecimento de diretrizes, objetivos e metas. D) demonstração do efeito decorrente de benefícios de natureza financeira, tributária e creditícia. E) disposição acerca de alterações na legislação tributária. CEBRASPE - PGE RO - Procurador do Estado Substituto – 2022 _ Q2208503 5. A lei de diretrizes orçamentárias I compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal. II estabelecerá as diretrizes de política fiscal e respectivas metas, em consonância com trajetória sustentável da dívida pública. III orientará a elaboração da lei orçamentária anual. IV disporá sobre as alterações na legislação tributária. V estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. Assinale a opção correta. A) Apenas os itens I e IV estão certos. B) Apenas os itens II e IV estão certos. C) Apenas os itens I, III e V estão certos. D) Apenas os itens II, III e V estão certos. E) Todos os itens estão certos. Inédita | Gran Cursos Online – Prof. Anderson Ferreira | 2024 Acerca das recentes alterações de conteúdo da LDO, com base na LRF, julgue os itens a seguir. 6. No caso da União, o Anexo de Metas Fiscais conterá o efeito esperado e a compatibilidade, no período de quinze anos, do cumprimento das metas de resultado primário sobre a trajetória de convergência da dívida pública. 7. Os Estados e Municípios podem elaborar suas leis de diretrizes orçamentárias observando o prazo de quatro anos para as metas anuais do Anexo de Metas Fiscais. Temas aqui • 6 FINANÇAS PÚBLICAS • 6.1 Atribuições econômicas do Estado. • 6.2 Fundamentos das finanças públicas, tributação e orçamento. • 6.4 Noções de orçamento público: Plano Plurianual (PPA), Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e Lei Orçamentária Anual (LOA). • 6.3 Financiamento das Políticas Públicas: estrutura de receitas e despesas do Estado brasileiro. • 6.5 Federalismo fiscal no Brasil; Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101/2000). Lei Orçamentária Anual - LOA Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão: I - o plano plurianual; II - as diretrizes orçamentárias; III - os orçamentos anuais. § 1º A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada. § 2º A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal, estabelecerá as diretrizes de política fiscal e respectivas metas, em consonância com trajetória sustentável da dívida pública, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. § 3º O Poder Executivo publicará, até trinta dias após o encerramento de cada bimestre, relatório resumido da execução orçamentária. § 4º Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta Constituição serão elaborados em consonância com o plano plurianual e apreciados pelo Congresso Nacional. § 5º A lei orçamentária anual compreenderá: I - o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público; II - o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto; III - o orçamentoda seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. § 6º O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo regionalizado do efeito, sobre as receitas e despesas, decorrente de isenções, anistias, remissões, subsídios e benefícios de natureza financeira, tributária e creditícia. § 7º Os orçamentos previstos no § 5º, I e II, deste artigo, compatibilizados com o plano plurianual, terão entre suas funções a de reduzir desigualdades inter-regionais, segundo critério populacional. § 8º A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, não se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita, nos termos da lei. ... § 14. A lei orçamentária anual poderá conter previsões de despesas para exercícios seguintes, com a especificação dos investimentos plurianuais e daqueles em andamento. LOA na LRF Art. 5o O projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas desta Lei Complementar: I - conterá, em anexo, demonstrativo da compatibilidade da programação dos orçamentos com os objetivos e metas constantes do documento de que trata o § 1o do art. 4o; II - será acompanhado do documento a que se refere o § 6o do art. 165 da Constituição, bem como das medidas de compensação a renúncias de receita e ao aumento de despesas obrigatórias de caráter continuado; III - conterá reserva de contingência, cuja forma de utilização e montante, definido com base na receita corrente líquida, serão estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias, destinada ao: a) (VETADO) b) atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos. § 1o Todas as despesas relativas à dívida pública, mobiliária ou contratual, e as receitas que as atenderão, constarão da lei orçamentária anual. § 2o O refinanciamento da dívida pública constará separadamente na lei orçamentária e nas de crédito adicional. § 3o A atualização monetária do principal da dívida mobiliária refinanciada não poderá superar a variação do índice de preços previsto na lei de diretrizes orçamentárias, ou em legislação específica. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art165%C2%A76 § 4o É vedado consignar na lei orçamentária crédito com finalidade imprecisa ou com dotação ilimitada. § 5o A lei orçamentária não consignará dotação para investimento com duração superior a um exercício financeiro que não esteja previsto no plano plurianual ou em lei que autorize a sua inclusão, conforme disposto no § 1o do art. 167 da Constituição. § 6o Integrarão as despesas da União, e serão incluídas na lei orçamentária, as do Banco Central do Brasil relativas a pessoal e encargos sociais, custeio administrativo, inclusive os destinados a benefícios e assistência aos servidores, e a investimentos. § 7o (VETADO) Art. 6o (VETADO) Art. 7o O resultado do Banco Central do Brasil, apurado após a constituição ou reversão de reservas, constitui receita do Tesouro Nacional, e será transferido até o décimo dia útil subseqüente à aprovação dos balanços semestrais. § 1o O resultado negativo constituirá obrigação do Tesouro para com o Banco Central do Brasil e será consignado em dotação específica no orçamento. § 2o O impacto e o custo fiscal das operações realizadas pelo Banco Central do Brasil serão demonstrados trimestralmente, nos termos em que dispuser a lei de diretrizes orçamentárias da União. § 3o Os balanços trimestrais do Banco Central do Brasil conterão notas explicativas sobre os custos da remuneração das disponibilidades do Tesouro Nacional e da manutenção das reservas cambiais e a rentabilidade de sua carteira de títulos, destacando os de emissão da União. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art167%C2%A71 VUNESP - EPC PB - Analista de Empresa Pública - Área: Comunicação - Perfil 1 – 2023 _ Q2835921 1. A Lei Orçamentária Anual (LOA) abrange três tipos de orçamento que são classificados conforme sua aplicação. O orçamento que abrange todas as entidades e os órgãos a ela vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo poder público, é o A) de investimento. B) fiscal. C) de desempenho. D) da seguridade social. E) de base zero. FGV - Câmara dos Deputados - Analista Legislativo - Atribuição - Técnica Legislativa - 2023 2. A Constituição Federal de 1988 estabeleceu condições concretas para assegurar a efetiva aplicação do princípio da universalidade, garantindo a inclusão de todas as receitas e despesas no processo de planejamento orçamentário. Com relação ao processo de planejamento orçamentário, avalie se as afirmativas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F). ( ) O orçamento fiscal é o principal dos três orçamentos e refere-se aos poderes, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. ( ) O orçamento da seguridade social abrange um orçamento de áreas específicas que engloba exclusivamente as entidades e órgãos ligados à seguridade social. ( ) O orçamento de investimento das empresas compreende os investimentos realizados pelas empresas em que o poder público, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social com direito a voto, abrangendo as receitas e despesas operacionais. As afirmativas são, respectivamente, A) F – V – F. B) F – V – V. C) V – F – F. D) V – V – F. E) V – F – V. FGV - Prefeitura de Caraguatatuba - Fiscal Municipal – 2024 _ Q3152117 3. O processo orçamentário brasileiro é composto por várias etapas, mas três delas se destacam, ou seja, as aprovações do PPA, da LDO e da LOA. Desse modo, relacione esse plano e leis com algumas de suas características apresentadas a seguir. 1. PPA 2. LDO 3. LOA Assinale a opção que indica a relação correta, na ordem apresentada. A) 1 – 2 – 3. B) 1 – 3 – 2. C) 2 – 1 – 3. D) 2 – 3 – 1. E) 3 – 2 – 1. ( ) Estabelece as diretrizes, objetivos e metas da administração pública no período de 4 anos. ( ) Fixa a programação das despesas para o exercício financeiro ( ) Orienta, anualmente, a elaboração do orçamento. VUNESP - Prefeitura de Sertãozinho - Procurador Municipal – 2023 _ Q2859505 4. A Lei Orçamentária Anual (LOA) A) não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, a exemplo da autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita. B) poderá conter previsões de despesas para exercícios seguintes, com a especificação dos investimentos plurianuais e daqueles em andamento. C) orientará a elaboração da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e disporá sobre as alterações na legislação tributária. D) compreenderá o orçamento de investimento referente aos Poderes, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. E) compreenderá o orçamento da seguridade social, que terá entre suas funções a de reduzir desigualdades inter-regionais, segundo critério populacional. CEBRASPE - DPE RO - Analista da Defensoria Pública - Área: Analista em Administração – 2022 _ Q2484830 5. O Orçamento público brasileiro possui três peças base: Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), Plano Plurianual (PPA) e Lei Orçamentária Anual (LOA). Acerca dessas peças, assinale a opção correta. A) O PPA engloba as diretrizes, objetivos e metas da administração pública e inclui as despesas correntes e os programas de curta duração. B) A LDO engloba as metas e prioridades da administração pública e inclui as despesas de capital para os dois exercícios financeirossubsequentes. C) As políticas das agências oficiais de fomento e a criação de novos cargos públicos devem ser estabelecidas na LOA. D) Além de prever a receita e fixar a despesa, a LOA contempla os orçamentos fiscal, de investimentos e de seguridade social. E) No orçamento de investimentos da LOA, há a inclusão apenas das empresas que a União detém, de maneira direta, a maioria do capital social com ou sem direito a voto. VUNESP - TCM SP - Auditor - Área: Economia - 2023 _ Q2765386 6. O Plano Plurianual, PPA, a Lei de Diretrizes Orçamentárias, LDO, e a Lei Orçamentária Anual, LOA, atendem a requisitos legais específicos. É possível delimitar o que é atribuído a cada um dada a inter-relação existente entre esses instrumentos de planejamento. Sendo assim, é correto afirmar que A) ao PPA cabe oferecer metas e indicadores gerais que posteriormente estarão especificados na LDO e na LOA. B) é comum aos três instrumentos de planejamento, PPA, LDO e LOA, a determinação de metas fiscais. C) serão metas passíveis de mensuração as presentes no PPA e na LDO, na LOA haverá tão somente alocação de recursos. D) ao PPA cabe apresentar apenas metas, à LDO exclusivamente indicadores e à LOA a alocação de recursos anual. E) irá o PPA abranger quadriênios, a LDO e a LOA triênios, devendo o PPA ser revisto a cada início de mandato. VUNESP - TCM SP - Auditor de Controle Externo - Área Tecnologia da Informação – 2023 _ Q2752513 7. O Orçamento Público, representado em Lei Orçamentária Anual, LOA, pode ser bem conceituado como: A) conjunto de valores para o equilíbrio da situação líquida do tesouro público. B) alocação de receitas e despesas para atender as despesas de capital. C) meio de previsões de valores em função do comportamento da economia. D) demonstração das intenções de governantes nos atendimentos priorizados. E) instrumento com previsibilidades e limites com vistas ao equilíbrio fiscal. CESGRANRIO - UNIRIO - Administrador – 2019 _ Q1170927 8. A Constituição Federal e a Lei de Responsabilidade Fiscal especificam os conteúdos dos instrumentos de planejamento orçamentário, mas há pontos que são tratados de forma complementar na LDO e na LOA. Um desses pontos refere-se A) às alterações na legislação tributária B) ao controle de custos C) aos critérios para limitação de empenho D) aos objetivos das políticas macroeconômicas E) à renúncia de receita FGV - TCE TO - Auditor de Controle Externo - Área: Nível Superior – 2022 _ Q2612438 1. Em sentido amplo, os ingressos de recursos financeiros nos cofres do Estado denominam-se receitas públicas, porém nem todas pertencem efetivamente ao ente e são destinadas ao custeio da ação pública. Esse é o caso de receitas: A) decorrentes de juros de operações de crédito; B) geradas pela alienação de bens do patrimônio público; C) originárias de compensações financeiras; D) que representam apenas entradas compensatórias; E) que resultam da cobrança de dívida ativa. FGV - Prefeitura de São José dos Campos - Analista de Gestão - Área Administração de Empresas – 2024 _ Q3117645 2. A classificação orçamentária “categoria econômica de receita” tem a função de evidenciar o impacto das decisões governamentais na economia nacional. São exemplos dessa classificação as receitas orçamentárias e de capital. Assinale a opção que apresenta uma receita classificada como de capital. A) Pagamento de imposto de renda. B) Aluguel de prédios públicos a particulares. C) Prestação de serviços públicos não gratuitos. D) Recebimento de contribuições de melhoria de região valorizada com obra pública. E) Realização de operação de crédito. FGV - ALE MA - Técnico de Gestão Administrativa - Área: Contador – 2023 _ Q2994877 3. De acordo com a Lei nº 4.320/64, as receitas podem ser classificadas em correntes e de capital. Assinale a opção que contém exemplos de receita classificadas, respectivamente, como corrente e como de capital. A) Tributária e industrial. B) Industrial e de serviços. C) De serviços e tributária. D) Patrimonial e alienação de bens. E) Amortização de empréstimos e agropecuária. FGV - PGM - Analista Contábil – 2023 _ Q2852213 4. Embora na proposta de lei orçamentária anual, em geral, as receitas sejam estimadas e as despesas autorizadas, há casos de ingressos que só podem ser incluídos como receitas quando especificamente autorizados pelo Poder Legislativo. Conforme as disposições da Lei nº 4.320/1964, um exemplo desse ingresso tem origem em: A) amortização de empréstimos; B) operação de créditos; C) operações extraorçamentárias; D) recursos vinculados; E) transferências constitucionais. FGV - DNIT - Analista Administrativo - Área Administração – 2024. _ Q3160667 5. A seguir são apresentadas as classificações da receita pública quanto à categoria econômica e suas fontes. 1. Receitas Correntes 2. Receitas de Capital Assinale a opção que indica relação correta, na ordem apresentada. A) 1 – 1 – 2 – 2 – 1. B) 2 – 1 – 2 – 1 – 1. C) 2 – 1 – 1 – 2 – 1. D) 1 – 1 – 2 – 1 – 2. E) 1 – 2 – 2 – 1 – 2. ( ) Receitas patrimoniais ( ) Receita de contribuições ( ) Operações de créditos ( ) Alienação de bens ( ) Receita industrial FGV – SEFAZ/ES - Consultor – Ciências Contábeis - 2022 6. As receitas provenientes da fruição do patrimônio de ente público, como bens mobiliários e imobiliários, são classificadas como Receita A) corrente – de contribuições. B) corrente – de serviços. C) de capital – de contribuições. D) de capital – operações de crédito. E) corrente – patrimonial. FGV - TCE ES - Conselheiro Substituto – 2023 _ Q2770741 7. Em relação ao Orçamento, temos as receitas públicas correntes e as de capital. São receitas de capital: A) receita agropecuária; B) receita industrial; C) receitas tributária e de contribuições; D) as provenientes da conversão, em espécie, de bens e direitos; E) as provenientes de recursos financeiros recebidos de outras pessoas de direito público ou privado, quando destinadas a atender despesas classificáveis em despesas correntes. VUNESP - Câmara Municipal de Santa Bárbara D'Oeste - Procurador Legislativo – 2023 _ Q2939276 8. Sobre o reconhecimento da receita pública no Brasil, é correto afirmar, com base na Lei no 4.320/1964, que A) segue o chamado regime de competência, apropriando-se a receita ao exercício em que efetivamente houver o recolhimento, não bastando a sua arrecadação. B) segue o chamado regime de competência, apropriando-se a receita ao exercício em que houver o lançamento do crédito contra o devedor, independentemente da arrecadação. C) segue o chamado regime de caixa, apropriando-se a receita ao exercício em que houver o lançamento do crédito contra o devedor, independentemente da arrecadação. D) segue o chamado regime de caixa, apropriando-se a receita ao exercício em que efetivamente houver o recolhimento, não bastando a sua arrecadação. E) segue o chamado regime de caixa, apropriando-se a receita contabilmente ao exercício financeiro em que efetivamente houver a sua arrecadação. FGV - Câmara dos Deputados - Analista Legislativo - Área Técnico em Material e Patrimônio – 2023 _ Q3072355 9. As etapas da receita orçamentária podem ser resumidas em: previsão, lançamento, arrecadação e recolhimento. Com relação às etapas da receita orçamentária, avalie as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa. ( ) A previsão implica planejar e estimar a arrecadação das receitas orçamentárias que constarão na proposta orçamentária, em conformidade com as normas técnicas e legais correlatas e, em especial, com as disposições constantes na Lei de Responsabilidade Fiscal. ( ) O lançamento não se aplica a impostos, taxas e contribuições de melhoria. ( ) O recolhimento é a transferência dos valores arrecadados à conta específica do Tesouro. As afirmativas são, respectivamente, A) F – V – F. B) F – V – V. C) V – F – F. D) V – V – F. E) V – F – V. VUNESP - TCM SP - AuxiliarTécnico de Controle Externo - Área Administrativa – 2023 _ Q2761298 10. Entre as etapas da receita orçamentária, há aquela em que o contribuinte entrega os recursos devidos ao Estado, por meio dos agentes arrecadadores ou instituições financeiras autorizadas. Trata-se da etapa denominada A) lançamento. B) recolhimento. C) arrecadação. D) previsão. E) pagamento. FGV - Câmara dos Deputados - Analista Legislativo - Área Técnico em Material e Patrimônio – 2023 _ Q3072358 1. Despesa orçamentária é toda transação que depende de autorização legislativa, na forma de consignação de dotação orçamentária, para ser efetivada. Relacione os conceitos a seguir às respectivas definições. 1. Função 2. Subfunção 3. Atividade 4. Projeto Assinale a opção que indica a relação correta, segundo a ordem apresentada. A) 1 – 3 – 2 – 4. B) 1 – 4 – 2 – 3. C) 4 – 2 – 3 – 1. D) 2 – 4 – 3 – 1. E) 4 – 3 – 2 – 1. ( ) dois primeiros dígitos da classificação funcional e maior nível de agregação das diversas áreas de atuação do setor público. ( ) envolve um conjunto de operações, limitadas no tempo, das quais resulta um produto que concorre para a expansão ou o aperfeiçoamento da ação governamental. ( ) três últimos dígitos da classificação funcional, evidencia cada área da atuação governamental. ( ) envolve um conjunto de operações, de modo contínuo e permanente, das quais resulta um produto necessário à manutenção da ação governamental. CESGRANRIO - UNIRIO - Administrador – 2019. _ Q1170926 2. Uma das classificações legalmente requeridas para a despesa pública refere-se à classificação institucional, que reflete a estrutura de alocação dos créditos orçamentários em níveis hierárquicos. Na classificação institucional da despesa, uma autarquia de ensino superior federal, subordinada ao Ministério da Educação, A) constitui um agrupamento de unidades orçamentárias com dotações próprias. B) recebe dotações orçamentárias diretamente do Tesouro Nacional. C) é considerada uma unidade orçamentária, identificada com três dígitos. D) é considerada um órgão orçamentário, identificado com dois dígitos. E) está impedida de receber transferências não autorizadas pelo Ministério a que está subordinada. VUNESP - UNICAMP - Contador – 2023 _ Q2750116 3. A estrutura da natureza da despesa a ser observada na execução orçamentária de todas as esferas de governo é representada por “c.g.mm.ee.dd”, em que A) “c” representa a categoria econômica. B) “g” representa o elemento de despesa. C) “mm” representa o desdobramento, facultativo, do elemento de despesa. D) “ee” representa o grupo de natureza da despesa. E) “dd” representa a modalidade de aplicação. FGV - Prefeitura do Rio de Janeiro - Analista de Planejamento e Orçamento APO – 2023. _ Q3001772 4. Na elaboração, em 2022, do projeto de lei orçamentária anual (LOA) do Município Alfa para o ano de 2023, foi inserida dotação destinada à aquisição de terreno onde seria executada, em cronograma de obra de dez meses de duração, no próprio ano de 2023, a construção de uma pequena creche municipal. Segundo a Lei nº 4.320/1964, tal dotação para aquisição desse imóvel é classificada como: A) inversão financeira; B) transferência de capital; C) despesa de custeio; D) transferência corrente; E) investimento. VUNESP - Câmara de Aparecida - Procurador Legislativo – 2023 _ Q3046476 5. Com base na classificação das despesas públicas estabelecida pela Lei no 4.320/1964, assinale a alternativa em que ambas as despesas são de capital. A) Subvenções econômicas e auxílios para inversões financeiras. B) Salário família e juros da dívida pública. C) Juros da dívida pública e concessão de empréstimos. D) Subvenções econômicas e juros da dívida pública. E) Amortização da dívida pública e concessão de empréstimos. VUNESP - Câmara de Tanabi - Advogado – 2023 _ Q3015354 6. No que se refere aos estágios da despesa, de acordo com as disposições da Lei no 4.320/1964, é correto afirmar que A) em casos especiais, previstos na legislação específica, é permitida a realização da despesa sem prévio empenho. B) é permitido o empenho global de despesas contratuais e outras, sujeitas a parcelamento. C) o pagamento da despesa consiste na verificação do direito adquirido pelo credor tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito. D) liquidação é o despacho exarado por autoridade competente, determinando que a despesa seja paga. E) para cada empenho será extraído um documento denominado ordem de pagamento que indicará o nome do credor, a representação e a importância da despesa. CESGRANRIO - UNIRIO - Administrador – 2019 _ Q1170936 7. No processo de execução da despesa pública, o estágio que consiste na reserva de dotação orçamentária para um fim específico A) depende da verificação da procedência do respectivo crédito fiscal. B) será anulado somente quando o objeto do contrato não tiver sido cumprido. C) ocorre, em geral, antes da publicação da programação financeira e do cronograma de desembolso. D) representa a garantia ao credor de que existe crédito orçamentário disponível e suficiente para atender à despesa objeto do contrato. E) não está sujeito à limitação de movimentação financeira. Capa Conhecimentos Gerais - Blocos 1 a 7 Aula 01 - Políticas Públicas Slide 2 Slide 3 Slide 4 Aula 02 - Políticas Públicas Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Aula 03 - Políticas Públicas Slide 1: O ciclo de políticas públicas Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Aula 04 - Políticas Públicas Slide 2: Institucionalização das políticas em Direitos Humanos como políticas de Estado. Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Aula 05 - Políticas Públicas Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Aula 01 - Ética e Integridade Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Aula 02 - Ética e Integridade (1) Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Aula 03 - Ética e Integridade Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16: 3.4 Transparência e qualidade na gestão pública, cidadania e equidade social. Slide 17 Slide 18: Quadrix - CRESS RO - Agente Administrativo - 2021 30 A ética é o ramo da filosofia que trata das questões sobre como devemos viver e, portanto, sobre a natureza de certo e errado, bem como de bem e mal, dever, obrigação e outros conceitos. Mas p Slide 19: C Os agentes públicos devem primar pela impessoalidade, deixando claro que o termo é sinônimo de igualdade. D A falta de ética na Administração Pública encontra terreno fértil para se reproduzir, pois o comportamento de autoridades públicas está Professor_ Matheus Atalanio - Aula I Slide 1: Direitos Humanos (CNU) Projeto 80/20 Slide 2 Slide 3: Antes de mais nada... Uma palavra Slide 4: Meio ambiente e desenvolvimento sustentável Slide 5: Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) Slide 6: Desenvolvimento sustentável e ESG Slide 7: Mudanças climáticas Slide 8: Causas das mudanças climáticas Slide 9: Efeitos das mudanças climáticas Slide 10: Antecedentes em DIMA relevantes para o estudo sobre mudanças climáticas Slide 11: Linha do tempo Slide 12: As distinções entre o DIP e o DIMA Slide 13: Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Professor_ Matheus Atalanio - Aula II (1) Slide 34: PARTE II Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH) 3 Slide 35: Antecedentes do PNDH Slide 36: Antecedentes do PNDH Slide 37: Conferência de Viena (1993) Slide 38: Atenção – PNDH Slide 39: PNDH-1 (1996) Slide 40: PNDH-1 (1996) Slide 41: PNDH-2 (2002) Slide 42: PNDH-2 (2002) Slide 43: PNDH-2 (2002) Slide 44: Com a palavra, André de Carvalho Ramos... Slide 45: Atenção! Slide 46: PNDH-3 (2009): contexto Slide 47: PNDH-3 (2009): surgimento Slide 48: PNDH-3 (2009): estrutura Slide 49: As diferenças entre os PNDH’s Slide 50: Críticas ao PNDH-3 Slide 51: PNDH-3: respostado governo e mais polêmicas Slide 52: Implementação do PNDH-3 Slide 53: Implementação do PNDH-3 Slide 54: Eixos e Diretrizes do PNDH-3 Slide 55: Eixos e Diretrizes do PNDH-3 Slide 56: Eixos e Diretrizes do PNDH-3 Slide 57: Eixos e Diretrizes do PNDH-3 Slide 58: Eixos e Diretrizes do PNDH-3 Slide 59: Eixos e Diretrizes do PNDH-3 Professor_ Matheus Atalanio - Aula II Slide 14: Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) Slide 15: Atenção! Slide 16: Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) Slide 17: Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) Slide 18: Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) Slide 19: Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) Slide 20: Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) Slide 21: Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) Slide 22: Conferência das Partes (COP) Slide 23: Conferência das Partes (COP) Slide 24: Protocolo de Quioto (1997-2005) Slide 25: Acordo de Paris (2015) Slide 26: Acordo de Paris (2015) Slide 27: Acordo de Paris (2015) Slide 28: Acordo de Paris (2015) Slide 29: Acordo de Paris (2015) Slide 30: Acordo de Paris (2015) Slide 31: Acordo de Paris (2015) Slide 32: Acordo de Paris (2015) Slide 33: Acordo de Paris (2015) Aula 01 - Desafios do Estado de Direito_ Democracia e Cidadania Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Aula 02 - Desafios do Estado de Direito_ Democracia e Cidadania Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Aula 03 - Desafios do Estado de Direito_ Democracia e Cidadania Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Aula 04 - Desafios do Estado de Direito_ Democracia e Cidadania Slide 1 Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Aula 05 - Desafios do Estado de Direito_ Democracia e Cidadania Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Aula 01 - Ética e Integridade Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Aula 02 - Ética e Integridade (2) Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Aula 03 - Ética e Integridade (1) Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16: 3.4 Transparência e qualidade na gestão pública, cidadania e equidade social. Slide 17 Slide 18: Quadrix - CRESS RO - Agente Administrativo - 2021 30 A ética é o ramo da filosofia que trata das questões sobre como devemos viver e, portanto, sobre a natureza de certo e errado, bem como de bem e mal, dever, obrigação e outros conceitos. Mas p Slide 19: C Os agentes públicos devem primar pela impessoalidade, deixando claro que o termo é sinônimo de igualdade. D A falta de ética na Administração Pública encontra terreno fértil para se reproduzir, pois o comportamento de autoridades públicas está Aula 01 - Diversidade e Inclusão na Sociedade (1) Aula 02 - Diversidade e Inclusão na Sociedade II Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Aula 03 - Diversidade e Inclusão na Sociedade III Slide 1 Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Aula 04 - Diversidade e Inclusão na Sociedade IV Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27 Aula 01 - Administração Pública Federal Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Aula 02 - Administração Pública Federal Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Aula 03 - Administração Pública Federal Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35 Slide 36 Slide 37 Aula 04 - Administração Pública Federal Slide 41 Slide 42 Slide 43 Slide 44 Slide 45 Slide 46 Slide 47 Aula 01 - Finanças Públicas (1) Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35 Slide 36 Slide 37 Slide 38 Slide 39 Aula 02 - Finanças Públicas Slide 42 Slide 43 Slide 44 Slide 45 Slide 46 Slide 47 Slide 48 Slide 49 Slide 50 Slide 51 Slide 52 Slide 53 Slide 54 Slide 55 Slide 56 Slide 57 Slide 58 Slide 59 Slide 60 Slide 61 Slide 62 Slide 63 Slide 64 Slide 65 Slide 66 Slide 67 Aula 03 - Finanças Públicas Slide 69 Slide 70 Slide 71 Slide 72 Slide 73 Slide 74 Slide 75 Slide 76 Slide 77 Slide 78 Slide 79 Slide 80 Slide 81 Slide 82 Slide 83 Aula 04 - Finanças Públicas Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Aula 05 - Finanças Públicas Slide 40 Slide 41 Slide 42 Slide 43 Slide 44 Slide 45 Slide 46 Aula 01 - Políticas Públicas.pdf Slide 2 Slide 3 Slide 4 Aula 02 - Políticas Públicas.pdf Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Aula 03 - Políticas Públicas.pdf Slide 1: O ciclo de políticas públicas Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Aula 04 - Políticas Públicas.pdf Slide 2: Institucionalização das políticas em Direitos Humanos como políticas de Estado. Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Aula 05 - Políticas Públicas.pdf Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Aula 01 - Ética e Integridade.pdf Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Aula 02 - Ética e Integridade (1).pdf Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Aula 03 - Ética e Integridade.pdf Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16: 3.4 Transparência e qualidade na gestão pública, cidadania e equidade social. Slide 17 Slide 18: Quadrix - CRESS RO - Agente Administrativo - 2021 30 A ética é o ramo da filosofia que trata das questões sobre como devemos viver e, portanto, sobre a natureza de certo e errado, bem como de bem e mal, dever, obrigação e outros conceitos. Mas p Slide 19: C Os agentes públicos devem primar pela impessoalidade, deixando claro que o termo é sinônimo de igualdade. D A falta de ética na Administração Pública encontra terreno fértil para se reproduzir, pois o comportamento de autoridades públicas está Professor_ Matheus Atalanio - Aula I.pdf Slide 1: Direitos Humanos (CNU) Projeto 80/20 Slide 2 Slide 3: Antes de mais nada... Uma palavra Slide 4: Meio ambiente e desenvolvimento sustentável Slide 5: Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) Slide 6: Desenvolvimento sustentável e ESG Slide 7: Mudanças climáticas Slide 8: Causas das mudanças climáticas Slide 9: Efeitos das mudanças climáticas Slide 10: Antecedentes em DIMA relevantes para o estudo sobre mudanças climáticas Slide 11: Linha do tempo Slide 12: As distinções entre o DIP e o DIMA Slide 13: Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Professor_ Matheus Atalanio - Aula II (1).pdf Slide 34: PARTE II Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH) 3 Slide 35: Antecedentes do PNDH Slide 36: Antecedentes do PNDH Slide 37: Conferência de Viena (1993) Slide 38: Atenção – PNDH Slide 39: PNDH-1 (1996) Slide 40: PNDH-1 (1996) Slide 41: PNDH-2 (2002) Slide 42: PNDH-2 (2002) Slide 43: PNDH-2 (2002) Slide 44: Com a palavra, André de Carvalho Ramos... Slide 45: Atenção! 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Slide 16: Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) Slide 17: Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) Slide 18: Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) Slide 19: Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) Slide 20: Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) Slide 21: Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) Slide 22: Conferência das Partes (COP) Slide 23: Conferência das Partes (COP) Slide 24: Protocolo de Quioto (1997-2005) Slide 25: Acordo de Paris (2015) Slide 26: Acordo de Paris (2015) Slide 27: Acordo de Paris (2015) Slide 28: Acordo de Paris (2015) Slide 29: Acordo de Paris (2015) Slide 30: Acordo de Paris (2015) Slide 31: Acordo de Paris (2015) Slide 32: Acordo de Paris (2015) Slide 33: Acordo de Paris (2015) Aula 01 - Desafios do Estado de Direito_ Democracia e Cidadania.pdf Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Aula 02 - Desafios do Estado de Direito_ Democracia e Cidadania.pdf Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Aula 03 - Desafios do Estado de Direito_ Democracia e Cidadania.pdf Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Aula 04 - Desafios do Estado de Direito_ Democracia e Cidadania.pdf Slide 1 Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Aula 05 - Desafios do Estado de Direito_ Democracia e Cidadania.pdf Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Aula 01 - Ética e Integridade.pdf Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Aula 02 - Ética e Integridade (2).pdf Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Aula 03 - Ética e Integridade (1).pdf Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16: 3.4 Transparência e qualidade na gestão pública, cidadania e equidade social. Slide 17 Slide 18: Quadrix - CRESS RO - Agente Administrativo - 2021 30 A ética é o ramo da filosofia que trata das questões sobre como devemos viver e, portanto, sobre a natureza de certo e errado, bem como de bem e mal, dever, obrigação e outros conceitos. Mas p Slide 19: C Os agentes públicos devem primar pela impessoalidade, deixando claro que o termo é sinônimo de igualdade. D A falta de ética na Administração Pública encontra terreno fértil para se reproduzir, pois o comportamento de autoridades públicas está Aula 02 - Diversidade e Inclusão na Sociedade II.pdf Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Aula 03 - Diversidade e Inclusão na Sociedade III.pdf Slide 1 Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Aula 04 - Diversidade e Inclusão na Sociedade IV.pdf Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27 Aula 02 - Diversidade e Inclusão na Sociedade II.pdf Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Aula 03 - Diversidade e Inclusão na Sociedade III.pdf Slide 1 Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Aula 04 - Diversidade e Inclusão na Sociedade IV.pdf Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27 Aula 01 - Administração Pública Federal.pdf Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Aula 02 - Administração Pública Federal.pdf Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Aula 03 - Administração Pública Federal.pdf Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35 Slide 36 Slide 37 Aula 04 - Administração Pública Federal.pdf Slide 41 Slide 42 Slide 43 Slide 44 Slide 45 Slide 46 Slide 47 Aula 01 - Finanças Públicas (1).pdf Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35 Slide 36 Slide 37 Slide 38 Slide 39 Aula 02 - Finanças Públicas.pdf Slide 42 Slide 43 Slide 44 Slide 45 Slide 46 Slide 47 Slide 48 Slide 49 Slide 50 Slide 51 Slide 52 Slide 53 Slide 54 Slide 55 Slide 56 Slide 57 Slide 58 Slide 59 Slide 60 Slide 61 Slide 62 Slide 63 Slide 64 Slide 65 Slide 66 Slide 67 Aula 03 - Finanças Públicas.pdf Slide 69 Slide 70 Slide 71 Slide 72 Slide 73 Slide 74 Slide 75 Slide 76 Slide 77 Slide 78 Slide 79 Slide 80 Slide 81 Slide 82 Slide 83 Aula 04 - Finanças Públicas.pdf Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Aula 05 - Finanças Públicas.pdf Slide 40 Slide 41 Slide 42 Slide 43 Slide 44 Slide 45 Slide 46