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Escola “Prof. Jairo Grossi”
CURSOS TÉCNICOS
EXAME FÍSICO I
FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM I
Prof. Enf. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
EXAME FÍSICO COMPREENDE DA 
SEGUINTE FORMA:
Prof. Júnia Alves
SISTEMA NEUROLÓGICO
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
Níveis de consciência: 
✓Alerta: acordado ou facilmente despertado,
orientado, completamente consciente de
estímulos externos e internos e responde de
forma adequada, conduz interações
interpessoais significativas.
Prof. Júnia Alves
✓Letárgico/sonolento: não totalmente alerta,
dorme se não estimulado, pode ser despertada
pelo nome quando pronunciado em voz normal,
mas parece sonolento, responde adequadamente
às perguntas ou comandos, mas o pensamento
parece lento e confuso, desatento, perde a linha
de pensamento, os movimentos espontâneos são
reduzidos.
Prof. Júnia Alves
✓Estupor ou Semicoma: inconsciente, responde
apenas à agitação vigorosa ou à dor, tem
resposta motora adequada (retira o membro
para evitar a dor), caso contrário pode
somente gemer murmurar ou mover sem
descanso, mas mantém atividade reflexa.
✓Coma: completamente inconsciente, não
responde à dor ou a qualquer estímulo
interno ou externo.
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
CABEÇA E PESCOÇO
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
PELE E ANEXOS
Prof. Júnia Alves
• Inspeção e palpação: cor, áreas com alteração 
de coloração; temperatura; umidade; turgor; 
vascularização ou hematomas; lesões (local, 
tamanho, exsudato, leito da lesão, margem e 
pele perilesional). Inspeção do cabelo, unhas 
(formato e contorno, consistência e cor).
Prof. Júnia Alves
Alterações na pele
• Albinismo;
• Palidez;
• Cianose,
• Icterícia.
Prof. Júnia Alves
LESÕES LÍQUIDAS
• Vesícula (líquido seroso mede até 1cm);
• Bolha (líquido seroso maior que 
1cm);
• Pústula (secreção purulenta mede 
até 1cm);
• Abcesso (coleção de pus na pele 
com presença de dor e calor);
• Hematoma (coleção de sangue na pele).
Prof. Júnia Alves
LESÃO POR PRESSÃO
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
SISTEMA RESPIRATÓRIO (TÓRAX)
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
SISTEMA CARDIOVASCULAR (TÓRAX)
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
POSSÍVEL ENCONTRAR AUSCULTA 
CARDÍACA
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
ABDOME (INSPEÇÃO, PAÇLPAÇÃO E 
AUSCULTA)
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
GENITÁLIA (FEMININA E MASCULINA)
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
MEMBROS SUPERIORES E INFERIORES
Prof. Júnia Alves
✓Inspeção: cor, tamanho, alterações,
deformidades, atrofias.
✓Palpação: pulsos (radiais, braquiais, femorais,
poplíteas, pediosos); avaliação dos linfonodos,
avaliação da temperatura, força muscular,
edema (1+ para edema leve até 4+ para
edema depressível profundo), perfusão
periférica, força e mobilidade avaliar presença
de empastamento de panturrilhas.
Prof. Júnia Alves
ELIMINAÇÕES FISIOLÓGICAS
Prof. Júnia Alves
✓ EVACUAÇÃO: Atentar para aspecto, consistência e
odor das fezes (líquidas, semipastosas, pastosas,
melenas, hematoquesia, presença de muco, etc).
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
✓DIURESE: O volume urinário de 24 horas em 
várias idades é dado na tabela abaixo: Volume 
urinário de 24 horas em relação a idade. 
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
Prof. Júnia Alves
Alterações do Volume Urinário 
✓Oligúria: volume igual ou inferior 400 ml/24h; 
✓Poliúria: volume igual ou superior 2500 
ml/24h; 
✓Anúria: volume igual ou inferior a 100 ml/24h.
Prof. Júnia Alves
Alterações da Micção 
✓Polaciúria: aumento da frequência com pequeno
volume.
✓Urgência miccional: necessidade imperiosa de
urinar.
✓Disúria: dor à micção.
✓Noctúria ou nictúria: predomínio da diurese
noturna.
✓ Incontinência urinária: perda involuntária da
urina.
✓Enurese noturna: micção durante sono.
Prof. Júnia Alves
Alterações de aspecto de diurese 
✓ Aspecto normal: deve ser transparente, podendo
variar de amarelo claro ao amarelo escuro, conforme
esteja diluída ou concentrada.
✓ Hematúria: diurese com aspecto hemático.
✓ Colúria: diurese de aspecto chá ou coca-cola devido a
presença de bilirrubina na urina, geralmente associada
à icterícia e acolia (fezes esbranquiçadas).
✓ Diurese turva: urina com alteração da cor devido à
supersaturação de cristais ou depósitos por infecção.
✓ Piúria: diurese com presença de pus.
Prof. Júnia Alves
DISPOSITIVOS
✓Descrever os dispositivos tais como cateteres, 
drenos, entre outros.
Prof. Júnia Alves
APARELHO LOCOMOTOR
• Avaliar capacidade do paciente em realizar
atividade física.
• Avaliar peso do paciente em relação à idade e
altura.
Prof. Júnia Alves
MODELO EVOLUÇÃO
• ADMISSÕES
➢Paciente admitido nesta unidade, procedente
de casa, devido quadro de crises convulsivas
recorrentes. Chega em maca, desorientado,
dispneico. SSVV: PA: 130x80mmHg/ T: 36.8°C/
FC: 96bpm/ FR: 17rpm/ SPO2: 88%.
Prof. Júnia Alves
EVOLUÇÃO DIÁRIA / PACIENTE 
CONSCIENTE
• Paciente consciente, orientado, comunicação preservada,
deambulando com auxílio/sem auxílio, respiração
espontânea/ com suporte de O² por cateter nasal tipo óculos/
por Máscara de Venturi a 3l/min, mantendo satO² de 98%,
não apresenta desconforto respiratório. Dieta
zero/pastosa/livre. Em uso de AVP em MSD/MSE pérvio, sem
sinais flogísticos. Evacuação ausente/presente. Diurese
presente sem/com uso de dispositivos acessórios. Banho no
leito com auxílio da equipe de enfermagem/Banho de
aspersão. Queixa cefaleia/ dor abdominal. Apresentou pico
hipertensivo/estado febril/agitação durante a madrugada.
• Realizado posicionamento no leito;
• Verificado SSVV;
• Realizada orientações quanto a exames solicitados.
• Segue aos cuidados.
Prof. Júnia Alves
EVOLUÇÃO SONDA NASOGÁSTRICA
• Realizada passagem de sonda nasogástrica, nº
___, em narina D/E com o objetivo de
descompressão gástrica. Verifico retorno de
conteúdo gástrico e ausculta positiva.
Procedimento realizado sem intercorrências.
Realizo orientações ao acompanhante em
relação aos cuidados para manutenção da
localização da sonda. Anotar diariamente
volume presente na bolsa coletora.
Prof. Júnia Alves
EVOLUÇÃO SONDA NASOENTÉRICA
• Realizada passagem de SNE, n° __, em narina
direita/esquerda. Verifico retorno de conteúdo
gástrico e ausculta positiva. Realizada fixação com
esparadrapo ou micropore ou curativo adesivo.
Oriento permanência em decúbito lateral direito
para facilitar migração da sonda. Aguarda
radiografia de controle para retirar fio guia.
Realizo orientações ao acompanhante em relação
aos cuidados para manutenção da localização da
sonda. Liberar dieta em __h e verificar sinais de
intolerância.
Prof. Júnia Alves
EVOLUÇÃO SONDA VESICAL DE 
DEMORA
• Realizado cateterismo com Sonda Foley, n° __.
Antissepsia com clorexidine degermante.
Injetado __10ml de AD. Verifico retorno de
__ml de diurese de aspecto amarelo claro,
concentrado. Realizada identificação em bolsa
coletora. Procedimento realizado sem
intercorrências. Realizo coleta de urina para
EAS.
Prof. Júnia Alves
Obrigada!

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