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244 dos olhos e dancem pelo espaço livremente. Ca- so haja algum estudante com deficiência locomo- tora ou visual, cuide do espaço e da segurança para que possa realizar a atividade satisfatoria- mente, como os colegas. Ao final da experimen- tação com música, você pode propor aos estu- dantes que repitam o experimento sem som e observem as diferenças. 5a parada – A chave do equilíbrio O objetivo dessa parada é promover o debate sobre as relações entre uma alimentação saudável e o desenvolvimento de habilidades físicas. Em busca do “corpo ideal”, de acordo com os padrões socialmente estabelecidos, muitos adolescentes acabam se alimentando de forma equivocada, aderindo a dietas da moda, inclusive as que pro- põem jejuns, arriscando-se a desenvolver deficiên- cias nutricionais, como a anemia, e distúrbios ali- mentares, como anorexia nervosa e bulimia. Refletir sobre a importância do equilíbrio na esco- lha dos alimentos pode incentivar os estudantes a se conhecer, se apreciar e cuidar da saúde física e emocional. 1. d) Compartilhar hábitos pessoais pode gerar insegurança entre os estudantes, dependendo do contexto. Ressalte que um corpo saudável nem sempre é aquele que obedece aos padrões esta- belecidos como “ideais”. Existem pessoas magras que têm problemas de saúde e pessoas saudáveis que estão acima do peso considerado adequado. Há muitas variáveis que devem ser consideradas para avaliar se alguém é saudável ou não – o peso é apenas uma delas. Incentive o exercício da em- patia e do respeito ao outro, já que, nessa fase, é bastante comum que os adolescentes se sintam envergonhados da própria aparência. Comente ainda que a alimentação não faz parte apenas do âmbito da saúde, mas também das práticas cul- turais individuais e coletivas, enfatizando a impor- tância do respeito às diferenças. � Desembarque O objetivo dessa seção é que os estudantes vivenciem uma prática social comum em di- ferentes esferas – debate – a fim de desenvolver a competência argumentativa, respeitando e promovendo a consciência socioambiental e o consumo responsável. Portão 2 – Explorando o assunto do debate dentro da temática da alimentação 1. Nesse momento inicial, é apresentada aos estudantes uma série de temas relacionados à alimentação que podem servir de base para a proposição de uma questão a ser debatida. Esti- mule-os a conversar sobre os temas, tentando formular questões que poderiam nortear um de- bate produtivo. Sugestões de questões relacionadas aos tópi- cos: I. O que fazer para que não haja pessoas suba- limentadas ou subnutridas? É possível acabar de- finitivamente com a fome no mundo? II. Em que consiste uma alimentação saudável? III. O consumo de alimentos in natura é prefe- rível ao consumo de alimentos ultraprocessados para a manutenção da saúde? IV. Como reduzir o custo da produção de legu- mes, verduras e frutas? Como economizar na com- pra de alimentos mais saudáveis? V. O agronegócio deveria priorizar a produção de alimentos? VI. Escolher o tipo de alimento que se coloca no prato é de fato fazer política? Como saber es- colher o que comer de acordo com o que for me- nos nocivo ao meio ambiente? 3. O objetivo dessa atividade é permitir à turma que exercite a síntese de informações lidas e a ca- pacidade de formulação de afirmações que sejam argumentos para o debate. É importante chamar a atenção dos estudantes para o fato de que afir- mações claras e sucintas podem captar o interes- se do interlocutor e do público do debate. Portão 4 – Realizando o debate Durante a discussão, é importante evitar que: • os estudantes tentem tomar a palavra ou se re- cusem a cedê-la por não concordarem com al- gum ponto de vista apresentado; V3_LINGUAGENS_Faccioli_g21At_MPE_224a251_MP.indd 244V3_LINGUAGENS_Faccioli_g21At_MPE_224a251_MP.indd 244 28/09/2020 12:3828/09/2020 12:38 ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS | 245 • haja superposições entre os turnos de fala; • haja elevação do tom de voz, ironias, recusa em respeitar os colegas, críticas ou ofensas pessoais, suspiros de impaciência, meneios negativos de cabeça, agitações, entre outros. No campo da argumentação, a prova (ou com- provação) é o fato objetivo, difícil de ser contes- tado (números, dados estatísticos, testemunhos fidedignos), e a ilustração é uma exemplificação, em uma narrativa detalhada, que pode ser hipo- tética ou real. A argumentação é o desenvolvimen- to de um raciocínio com o fim de defender ou repudiar uma tese ou um ponto de vista, visando convencer ou persuadir o interlocutor. Ela se apoia no raciocínio e nas provas que um interlocutor oferece ao outro como apoio de suas ideias. A ca- pacidade de argumentar é fundamental para a in- teração social, para a negociação de ideias e para o respeito ao outro. Espera-se que, com as ativida- des desenvolvidas no capítulo, os estudantes te- nham aperfeiçoado sua capacidade de argumen- tação e perceberam que a pluralidade de opiniões é enriquecedora. O debate deve ter como ponto central binô- mios como saúde e alimentação, alimentos pro- cessados e alimentos in natura, renda e acesso a alimentos, saúde humana e saúde do planeta, en- tre outros. São sugestões de perspectivas para a troca de ideias a influência da alimentação na saú- de, o valor da alimentação natural e da industria- lizada e os reflexos das escolhas individuais dos alimentos no meio ambiente. Os estudantes ainda terão à disposição orientações seguras para uma alimentação saudável, as quais encontrarão em um documento oficial: o Guia alimentar para a população brasileira. Portão 5 – Avaliando o aprendizado Organize a turma em círculo para que os estu- dantes se sintam mais confortáveis para compar- tilhar suas experiências. As perguntas no Livro do Estudante podem servir de guia para a conversa sobre o processo de aprendizagem vivenciado ao longo de todo o capítulo. O objetivo é possibilitar aos estudantes um momento de retomada das etapas do processo e a reflexão sobre sua participação na atividade que finaliza o capítulo, considerando aspectos indivi- duais e coletivos. Quando os estudantes terminarem seus relatos, expresse o seu ponto de vista, comentando suas impressões a respeito da atuação da turma e do resultado final da atividade. Capítulo 4 Você tem medo de quê? Nesse capítulo, o componente articulador é Língua Portuguesa, que dialoga com Arte (com ênfase em teatro e artes visuais) e Educação Física, em uma abordagem integrada da área de Lingua- gens e suas Tecnologias. Os estudantes serão in- centivados a exercer protagonismo principalmen- te no desenvolvimento do estudo de recepção, na 5a parada da seção Viagem, e durante a escrita do miniconto de horror, na seção Desembarque. O objetivo principal é levar os estudantes a re- fletir sobre as diversas formas do medo, utilizando diferentes linguagens na produção de minicontos de horror. Para isso, são adotados os seguintes pro- cedimentos: • análise de uma canção que fala sobre diferen- tes tipos de medo; • observação de capas de obras literárias de hor- ror, seguida de uma conversa sobre como as histórias narradas nesses livros podem provo- car medo; • estudo e análise do conto de horror “Os olhos que comiam carne”, de Humberto de Campos; • discussão sobre os recursos que os escritores desse gênero utilizam para construir uma at- mosfera assombrosa; • execução de uma cena teatral inspirada no con- to de horror “Os olhos que comiam carne”, em- pregando a linguagem artística para a expressão e produção de sentidos; • discussão sobre o horror psicológico e suas re- lações com produções artístico-literárias; • realização de uma pesquisa de estudo de re- cepção de leitura, a fim de elaborar e testar hi- póteses sobre o público leitor; V3_LINGUAGENS_Faccioli_g21At_MPE_224a251_MP.indd 245V3_LINGUAGENS_Faccioli_g21At_MPE_224a251_MP.indd 245 28/09/2020 12:3828/09/202012:38 246 • (re)conhecimento dos efeitos que o medo provoca no corpo; • vivência de uma prática esportiva radical, reconhecendo suas emoções e as dos outros; • produção de minicontos de horror, posteriormente organizados em uma coletânea. Esse percurso se justifica por propiciar que os estudantes utilizem diferentes linguagens na fruição e valorização de manifestações artístico-culturais, exercitando a curiosidade e recorrendo à abordagem própria das ciências, por incentivá-los a cuidar da saúde física e emocional, desenvolvendo a capacida- de de lidar com as próprias emoções. A seguir, estão detalhadas as competências gerais, as competên- cias específicas e habilidades articuladas no capítulo. CAPÍTULO 4 – VOCÊ TEM MEDO DE QUÊ? COMPETÊNCIAS GERAIS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS* HABILIDADES ESPECÍFICAS* HABILIDADES DE LÍNGUA PORTUGUESA Embarque 3, 4, 8 LGG: 1, 6 EM13LGG102, EM13LGG103, EM13LGG104, EM13LGG602 Todos os campos de atuação social: EM13LP06, EM13LP14 Campo da vida pessoal: EM13LP20 Campo artístico-literário: EM13LP50 Viagem 1a parada 1, 3 LGG: 1, 2, 6, 7 EM13LGG103, EM13LGG104, EM13LGG201, EM13LGG601, EM13LGG602, EM13LGG704 Todos os campos de atuação social: EM13LP01, EM13LP02, EM13LP03, EM13LP06, EM13LP11 Campo das práticas de estudo e pesquisa: EM13LP30 Campo artístico-literário: EM13LP46, EM13LP49, EM13LP51 2a parada 3, 4 LGG: 1, 2, 3, 6 EM13LGG104, EM13LGG201, EM13LGG301, EM13LGG602 Todos os campos de atuação social: EM13LP01, EM13LP03 Campo artístico-literário: EM13LP46, EM13LP52 3a parada 3, 4, 6, 9 LGG: 1, 3, 6 EM13LGG103, EM13LGG104, EM13LGG105, EM13LGG301, EM13LGG602, EM13LGG603 Todos os campos de atuação social: EM13LP02, EM13LP06, EM13LP14, EM13LP16 Campo artístico-literário: EM13LP47, EM13LP49, EM13LP54 4a parada 1, 2, 8, 9 LGG: 1, 2, 3, 6 EM13LGG101, EM13LGG201, EM13LGG302, EM13LGG604 Todos os campos de atuação social: EM13LP01 Campo da vida pessoal: EM13LP20 Campo artístico-literário: EM13LP46 5a parada 1, 2, 3, 4 LGG: 1, 2, 3, 7 EM13LGG101, EM13LGG103, EM13LGG104, EM13LGG201, EM13LGG301, EM13LGG703, EM13LGG704 Todos os campos de atuação social: EM13LP11, EM13LP15 Campo das práticas de estudo e pesquisa: EM13LP28, EM13LP30, EM13LP32, EM13LP33, EM13LP34 Campo artístico-literário: EM13LP46, EM13LP49, EM13LP50, EM13LP51 6a parada 1, 4, 8, 10 LGG: 1, 2, 3, 5 EM13LGG102, EM13LGG202, EM13LGG301, EM13LGG501, EM13LGG502, EM13LGG503 Campo da vida pessoal: EM13LP20 V3_LINGUAGENS_Faccioli_g21At_MPE_224a251_MP.indd 246V3_LINGUAGENS_Faccioli_g21At_MPE_224a251_MP.indd 246 28/09/2020 12:3828/09/2020 12:38 ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS | 247 COMPETÊNCIAS GERAIS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS* HABILIDADES ESPECÍFICAS* HABILIDADES DE LÍNGUA PORTUGUESA Desembarque 1, 3, 4, 9, 10 LGG: 1, 2, 3, 4 EM13LGG101, EM13LGG103, EM13LGG104, EM13LGG201, EM13LGG301, EM13LGG401 Todos os campos de atuação: EM13LP02, EM13LP06, EM13LP11, EM13LP15 Campo artístico-literário: EM13LP47, EM13LP54 * De todas as áreas. � Abertura A abertura do capítulo é composta de uma imagem da pintura A face da guerra, de Salvador Dalí, e de um texto que elenca os objetivos de aprendizagem e o modo como se relacionam com as compe- tências gerais da BNCC. A leitura desse texto, seguida de uma roda de conversa, pode ser uma estratégia interessante para aproximar os estudantes do processo de aprendizagem que vão vivenciar, possibilitando que tenham consciência de que no decorrer do capítulo vão utilizar diferentes linguagens na fruição e valorização de manifestações artístico-culturais, exercitando a curiosidade e recorrendo à abordagem própria das ciências para uma pesquisa de recepção de leitura. Também serão estimulados a cuidar da saúde física e emocional, desenvolvendo a capacidade de lidar com as próprias emoções. � Embarque A seção inicia tratando do sentimento de medo mais geral, para, em seguida, fazer o recorte de um tipo de medo específico: aquele decorrente de fenômenos sobrenaturais e situações inexplicáveis. O objetivo é ativar os conhecimentos prévios dos estudantes sobre a literatura de horror e o medo que ela provoca nos leitores. Uma maneira de iniciar a abordagem do medo como assunto de aula é conversar com os estudantes a respeito. Comece explicando que se trata de algo relacionado a estados emocionais, que se manifesta por reações psicológicas e físicas. As reações psicológicas provocam sensações como ansiedade, apreen- são, preocupação, angústia, insegurança, fobia, ataques de pânico, enquanto as físicas se fazem perceber por ressecamento dos lábios, contrações musculares, tremedeira, empalidecimento da pele, entre outras. Leve-os a perceber que o medo é uma manifestação pessoal que surge como resposta frente a uma ameaça, concreta ou não, por isso o que parece assustador para alguém pode ser indiferente para ou- tro. A partir disso, fale de situações que podem provocar medo e peça aos estudantes que relatem ex- periências em que se sentiram amedrontados. Até os ditos “medos bobos” devem ser considerados. Es- se tipo de conversa é uma atividade que ajuda a promover a saúde mental dos estudantes. Em seguida, mencione a presença do medo em diferentes formas de expressão: na pintura, no cinema, na música e na literatura. Se for o caso, apresente para eles imagens das pinturas Ansiedade, O grito ou Separação, do pintor Edvard Munch, como preparação para a atividade com a letra da canção. 2. b) É importante que os estudantes tenham a oportunidade de falar de medos e inseguranças, sen- timentos tão recorrentes entre as pessoas de modo geral, mas, especialmente, entre os adolescentes. Entretanto, é preciso respeitar a privacidade de quem não se sentir à vontade para uma conversa aber- ta com a turma. É possível que, nesta questão, sejam mencionados medos “reais”, como ter e perder, presentes na canção; e medos “do estranho”, como seres sobrenaturais. Aproveite as respostas dos es- tudantes para explorar essa diferença. Proponha reflexões como: Por que sentimos medo do estranho? Que reações esse medo provoca? V3_LINGUAGENS_Faccioli_g21At_MPE_224a251_MP.indd 247V3_LINGUAGENS_Faccioli_g21At_MPE_224a251_MP.indd 247 28/09/2020 12:3828/09/2020 12:38 248 2. d) Nessa questão, os estudantes devem ser levados a pensar na arte não apenas nos aspectos cognitivos, mas também, e principalmente, nos aspectos sensoriais. Além disso, é importante que reflitam sobre o caráter ficcional dos eventos e co- mo ele contribui para a “aceitação” das situações de horror: os eventos amedrontadores da litera- tura, por exemplo, só são tolerados e aceitos como prazerosos porque o público estabelece com o au- tor um tipo de acordo ficcional que permite “exis- tirem” tais eventos. 3. O objetivo da atividade é mostrar que a te- mática estudada está presente em muitas das nossas práticas sociais e linguísticas. Seja criando histórias mirabolantes em uma roda de amigos, seja assistindo a um filme ou lendo um livro de horror, os estudantes, provavelmente, já vivencia- ram diversos momentos em que tiveram de lidar com a ambivalência real versus imaginário. O fo- co é promover o resgate e compartilhamento dessas experiências individuais. Além disso, a questão introduz elementos fundamentais para as atividades seguintes sobre literatura de horror, como o clima de suspense e a narrativa de even- tos sobrenaturais. 4. Certifique-se de que todos os estudantes sai- bam a distinção entre horror e terror. Se for preci- so, peça a eles que busquem os termos em dicio- nários. Embora muitas vezes sejam utilizadas como sinônimos, a palavra “horror” deriva do latim horrere – eriçar, arrepiar – e está, quase sempre, associada ao monstruoso, ao grotesco, enfim, a tudo que cause algum tipo de repulsa ou aversão, geralmente após ver ou ler algo do tipo; enquanto “terror”, do latim terrōre –espanto, pavor –, estaria mais ligado a situações de medo extremo, pânico diante de alguma ameaça, geralmente causado an- tes de a situação acontecer de fato. Essa distinção se faz necessária porque o capítulo privilegia a ex- pressão “literatura de horror”. O objetivo da atividade é ativar os conhecimen- tos prévios dos estudantes sobre o gênero literário em questão: literatura de horror. Talvez já conhe- çam ou, pelo menos, tenham ouvido falar em al- guns desses títulos. Além disso, vale lembrar que as capas de livros costumam ter características multimodais. Elas os auxiliarão a perceber que o processo de leitura não é exclusivamente verbal: ele começa bem antes, pela leitura de imagens, elementos gráficos, cores, escolhas de fonte, entre outros elementos que compõem o todo do texto multimodal. Essa percepção é valiosa para as ati- vidades de análise, nas quais são ativados conhe- cimentos diversos (linguísticos, enciclopédicos, so- ciais) que se alinham às experiências individuais e coletivas de cada sujeito. 4. a) (i) Quanto aos títulos, há dois livros po- pulares: Drácula e Frankenstein, respectivamente de Bram Stoker e Mary Shelley. (ii) Quanto às imagens, há um padrão de luz baixa ou noturna que faz referência a elementos sombrios e da noi- te em todas as capas; nas cores, prevalecem os tons escuros – o que fortalece a ideia de trevas e atmosfera mais chuvosa ou tempestuosa; mes- mo quando há cores como o vermelho e o ama- relo, os tons continuam fechados. (iii) As perso- nagens humanas apresentam caraterísticas atípicas ou exageradas; há na expressão e na pos- tura corporal uma aura de mistério, espanto, me- do ou estranheza, como a imagem do homem na capa de Histórias extraordinárias e da mulher à beira do abismo escuro na capa de A rainha do Ignoto, de Emília Freitas. (iv) Os elementos da na- tureza, como árvores, montanhas, penhascos, re- forçam a composição melancólica e assustadora; os movimentos sinalizam ventania, fazendo lem- brar lugares assombrados ou aterrorizantes, co- mo o cemitério em Venha ver o pôr do sol e ou- tros contos, de Lygia Fagundes Telles. (v) Quanto às condições climáticas, a aparência é de iminen- te vendaval em Venha ver o pôr do sol e outros contos. (vi) Quanto aos períodos do dia, são des- tacados a noite ou o entardecer em todas as ca- pas. (vii) As figuras que estão em foco primário são personagens principais ou elementos que lhes fazem menção; em plano de fundo, estão imagens que compõem o ambiente em que se passa a história. 4. b) Respostas pessoais. O objetivo dessa ati- vidade é explorar a capacidade de fazer suposi- ções e predições. Com isso, a autonomia do su- jeito-leitor é provocada, pois, ainda que esteja diante de um texto desconhecido ou novo, o estudante, com base nos elementos da capa e V3_LINGUAGENS_Faccioli_g21At_MPE_224a251_MP.indd 248V3_LINGUAGENS_Faccioli_g21At_MPE_224a251_MP.indd 248 28/09/2020 12:3828/09/2020 12:38