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Teoria do Conhecimento e o Mito da Caverna Platão 1 Quem é Platão? Platão, nasceu em Atenas em uma família aristocrática. Foi discípulo de Sócrates e o principal divulgador do pensamento socrático. Deixou sua cidade depois da morte de seu mestre e peregrinou por doze anos. Em 387 a.c., fundou a academia, centro de ensino no qual se desenvolviam principalmente estudos de filosofia e matemática. Escreveu vários livros em forma de diálogos, que foram preservados. 2 O que Platão defendia? Platão foi discípulo de Sócrates e o primeiro teórico idealista. O idealismo platônico consiste, basicamente, em uma distinção entre conhecimento sensível, inferior e enganoso, que seria obtido pelos sentidos do corpo, e conhecimento inteligível, superior e ideal, que acessaria a verdade sobre as coisas. 3 Qual a importância de Platão para a filosofia? O filósofo foi o responsável pela criação do chamado mundo das ideias e das formas, fundando o pensamento metafísico. Escreveu diversos diálogos filosóficos e fundou a Academia em Atenas, ou seja, é considerado o precursor do ensino superior no mundo ocidental. 4 Livros de Platão Platão deixou várias obras, livros de muita importância, que ajudaram várias sociedades. Uma delas sem duvidas foi “a republica”. Conhecida mundialmente por a síntese de suas principais ideias e falar sobre politica, essa obra não é a única . Outro livro foi o mito da caverna deixado por esse grande filósofo... 5 Teoria do conhecimento de Platão Platão tentou solucionar esses problemas criando uma explicação da realidade que abarcasse a variabilidade e o movimento da natureza e, ao mesmo tempo, explicitasse o que as coisas são verdadeiramente, sua essência imutável. Essa hipótese ficou conhecida como teoria das ideias ou teoria das formas. 6 Conhecimento sensível Conhecimento sensível: É o conhecimento obtido através dos sentidos - visão, audição, olfato, tato e paladar. Este conhecimento pode ocorrer numa experiência particular de um indivíduo com um objeto, por exemplo, ao comer uma maçã um indivíduo conhece a maçã. Através de seus sentidos ele pode dizer: 'Esta maçã é doce.', 'Esta maçã é macia.', etc. Num diálogo entre dois indivíduos, pode ocorrer o conhecimento entre ambos. Daí podem surgir proposições do tipo: 'Fulano é uma pessoa educada.', 'Beltrano é muito ansioso.', etc. É importante observar que nos dois casos supracitados, as proposições são fruto de experiências subjetivas; por isso estas proposições são chamadas de 'opiniões' 7 Mundo inteligível Conhecimento inteligível: É o conhecimento obtido através do intelecto (pensamento, intuição intelectual). Uma pessoa leiga (não cientista) sabe da existência das células-tronco através de uma reportagem científica mostrada numa revista ou pela TV, onde a comunidade científica descreve as propriedades das células e os efeitos que elas causam em um organismo. Mesmo sem ter visto uma célula-tronco e nem o modo como ela funciona, damos crédito ao conhecimento a nós passado pela comunidade científica. Este tipo de conhecimento é objetivo (não subjetivo), ele comum a qualquer pessoa. Os filósofos gregos o denominaram de episteme (opinião verdadeira). Os antigos consideravam o conhecimento como identificação, ou seja, conhece-se um objeto porque há semelhança entre os elementos do conhecimento e os elementos dos objetos. 8 Teoria da Caverna No livro A República, Platão conta uma alegoria para ilustrar vários aspectos de seu pensamento. Ele convida seu leitor a imaginar uma caverna na qual se encontram várias pessoas amarradas desde sua infância de tal forma que são incapazes de ver outra coisa senão o fundo dessa caverna. Elas são incapazes de se virar e olhar em direção à saída e ver a luz do dia e as coisas que existem no exterior. A única coisa que viram desde seu nascimento são sombras de animais, pessoas e objetos projetadas por uma fogueira na entrada da caverna. Comparando a situação com um cinema moderno, podemos dizer que é como se os prisioneiros de Platão vivessem acorrentados a um cinema que projeta constantemente sons e imagens ao longo de toda suas vidas. 9 Realidade Nesse ponto, Platão pergunta, para esses prisioneiros, o que é a realidade? Como jamais viram outra coisa, assumem que a realidade são aquelas sobras projetadas no fundo da caverna e conversam sobre essas sombras como se elas fossem seres reais. Continuando sua alegoria, Platão nos pergunta: o que aconteceria se um dos prisioneiros tivesse, depois de muito tempo, a oportunidade de se libertar e poder observar a verdadeira realidade? Segundo Platão, de início essa pessoa nem sequer seria capaz de enxergar, já que a luz do exterior da caverna ofuscaria sua visão. Porém, na medida em que se acostumasse, perceberia que o que viu até então eram apenas sombras da realidade. Essa pessoa perceberia também que até então havia vivido em um mundo ilusório e apenas agora descobriu o que é real. Por fim, pergunta, o que aconteceria se esse homem retornasse à caverna e contasse aos seus antigos companheiros o que descobriu? Acreditariam nele? Julgariam um louco e o matariam? 10 La caverne moderne A caverna moderna, charge de Joel kanar. Na alegoria da caverna, desenvolvida na obra a república, Platão compara a realidade visível a sombras projetadas na parede de uma caverna e imagina que os indivíduos acorrentados por toda a vida nessa caverna tomaria as sombras por realidade. A charge faz referencia a essa alegoria, ironizando a importância que as imagens transmitidas pela televisão adquirida na contemporaneidade. 11 Presos na caverna digital 12 Referencia bibliográficas Imagens google Livro, o dialogo “primeiros estudos em filosofia” https://filosofianaescola.com https://brasilescola.uol.com.br https://www.todamateria.com.br https://www.significados.com.br Escola: dr. Otto feuchurtte Professor: Daniel Componente curricular: filosofia Turma: 104 Grupo: Ana Carolina, Danieli, Eduardo, Guilherme, Higor e Isabela image1.jpeg image2.png image3.jpeg image4.jpeg image5.jpeg image6.jpeg image7.jpeg image8.png image9.jpeg image10.jpeg image11.jpeg image12.jpeg image13.jpeg image14.jpeg