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Comportamento do polímero em solu~áo 77 b) Parâmetro de solubilidade generalizado Hansen, em 1967, propôs que o parâmetro de solublhdade 6 é formado pelo somatório das várias forças presentes na molécula, tendo, portanto, contribuições rela- tivas às forças de dispersão (hd), às forqas de pontes de hidrogênio (s,,) e das interações dipolo-dipolo (6,). Como cada uma destas contribuições é representada por um vetor, todos ortogonais entre si, seu somatório é a diagonal do paralelepípedo, ou seja: Isto pode ser visto de forma esquemática na Figura 3.8. lume d e solubilidade com centro em ( Sd, &h, 13p) e raio R Figura 3.8 - Representação geométrica espaciai d o parâmeu-o de solubilidade generalizado e d o volume de solubhdade O volume de solubilidade de um poiímero é um elipsóide que se transforma em uma esfera, com a condição estabelecida empiricamente de que a unidade ao longo do eixo 6, seja duas vezes maior que a dos outros eixos. Portanto, a solubilidade de um polímero é definida pelo centro d o seu -irolurne de solubilidade com coordenadas ( 6,, 6, , 6, ) e pelo seu raio de interação (R). Para que um iíquido com coordenadas (s,,, h,, , Sh,) possa solubilizar um dado poiímero, é preciso que suas coordenadas definam um ponto dentro da esfera de disso- lução do poiímero, ou seja, a distância entre este ponto e o centro da esfera (&,, 6, , s , ) deve ser menor ou igual ao raio de interação R: Se isto for verdade, o iíquido solubiiizará o poiímero. Nas Tabelas 3.3 e 3.4 são fornecidos valores das contribuições de alguns solventes e p o h e r o s mais usados. 78 Ciência dos Polírneros Tabela 3.3 - Parâmetros de solubilidade generalizados de alguns solv- scntes em (~al/cm')~/ '