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4º Trimestre de 2023 – Pré Adolescentes: Preservando os valores cristãos 
 
 
Portal Escola Dominical – www.portalebd.org.br 
Ajude a manter este trabalho – Deposite qualquer valor em nome de: Associação para promoção do Ensino 
Bíblico – Bancodo Brasil Ag. 1815-5 c/c 135720-4 – CNPJ 05.693.826-0001-05 (PIX) 
PORTAL ESCOLA DOMINICAL 
4º Trimestre de 2023– CPAD–PRÉ-ADOLESCENTES 
Preservando os valores cristãos 
Comentarista: Davilene Herculano 
Comentário: Prof. Jair César S. Oliveira 
 
 
 
OBSERVAÇÃO 
O subsídio da lição pré adolescentes, não é um comentário da lição da revista, mas sim, 
textos adicionais que podem ser usados para complementar a elaboração da aula. 
Alguns textos são de cunho pessoal, e outros de pesquisas, subsídios de outras faixas etárias, 
com suas respectivas fontes. 
Cabe ao professor, com a revista e os textos de subsídio em mãos, anotar os pontos mais 
importantes para serem abordados em aula, tendo sempre em mente alcançar os objetivos da 
lição. 
 
 
 
 
 
LIÇÃO 2- O RESPEITO AS AUTORIDADES 
 
 
Texto da lição Romanos 13.1-7 
Toda a alma esteja sujeita às potestades superiores; porque não há potestade que não venha 
de Deus; e as potestades que há foram ordenadas por Deus. 
Por isso quem resiste à potestade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre 
si mesmos a condenação. 
Porque os magistrados não são terror para as boas obras, mas para as más. Queres tu, pois, 
não temer a potestade? Faze o bem, e terás louvor dela. 
Porque ela é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz 
debalde a espada; porque é ministro de Deus, e vingador para castigar o que faz o mal. 
Portanto é necessário que lhe estejais sujeitos, não somente pelo castigo, mas também pela 
consciência. 
Por esta razão também pagais tributos, porque são ministros de Deus, atendendo sempre a 
isto mesmo. 
Portanto, dai a cada um o que deveis: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a 
quem temor, temor; a quem honra, honra. 
 
 
A Bíblia diz: 
“Recomende aos irmãos que respeitem as ordens dos que governam e das autoridades, que sejam 
obedientes e estejam prontos a fazer tudo o que é bom.” 
Tito 3.1 
 
 
Objetivos da lição 
Ensinar que não há autoridade que não seja constituída por Deus; 
4º Trimestre de 2023 – Pré Adolescentes: Preservando os valores cristãos 
 
 
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Reconhecer que as autoridades são instituídas para castigo ou louvor; 
Obedecer a Deus, segundo as escrituras, respeitando as autoridades. 
. 
 
 
 
Introdução 
Atualmente uma grande confusão tem tomado conta dos homens. E em muitos casos o que 
era errado foi promovido a certo e o certo perdeu seu lugar. Esta inversão tem o patrocínio 
do maligno, que deseja a desgraça da humanidade 
. 
E muitos incautos, no calor das convicções desta terra, levantam-se contra governos e 
autoridades constituídas. Com palavras e atos de rebeldia, tornando-se alvos de punição. 
O objetivo deste texto é mostrar a visão bíblica em relação às autoridades e a nossa forma de 
submissão às mesma. 
Quando Paulo lá pelos idos do ano 62 dC escreveu ao povo de Filipos, afirmando que a nossa 
verdadeira pátria está nos céus (Fp 3.20) não estava aconselhando ou mesmo autorizando ao 
povo rebelar-se contra o governo e demais autoridades. Na verdade, entende-se que para ser 
cidadão dos céus e preciso ser segundo o coração do Senhor Jesus, observando e praticando 
seus ensinamentos. 
Exemplo fortíssimo de patriotismo nos é dado pelo povo judeu. A enxergamos nos reinos 
antigos, onde defendiam a pátria com todo vigor, inclusive se preciso dando a vida. Neste caso 
em especial, havia um sincronismo, o zelo pela pátria esta intrinsecamente ligado ao amor a 
Deus (2Sm 10.12; Sl 137.1; Is 66.10), já que reconheciam o governo de Deus (teocracia) sobre 
suas vidas. Governo este que era manifestado na direção de homens, primeiros os juízes e em 
seguida os reis. Os profetas eram elos de ligação com o Senhor, estes homens puros, santos 
recebiam e transmitiam a vontade do Senhor aos governantes. 
Vivemos em uma nação com leis e direitos e devemos submissão àqueles que estão 
incumbidos de administrar este grande e abençoado país. Infelizmente nossa nação não é 
dirigida segundo a orientação do Espírito Santo e certamente não teremos governantes nesta 
condição, pois a nossa forma de governo não possibilita tal. Resta-nos, portanto, orarmos, 
jejuarmos e sermos fieis ao Mestre. 
“Lembra-lhes que se sujeitem aos que governam, às autoridades; sejam obedientes… não 
difamem a ninguém… sejam cordatos… para com todos os homens.” Tt 3.1,2 
“Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não 
proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele 
que se opõe à autoridade, resistem à ordenação de Deus.” Rm 13.1,2 
Paulo encontrava-se provavelmente na Ásia, havia sido liberto das prisões romanas 
recentemente, quando escreveu estas recomendações a Tito. Seu coração poderia estar cheio 
de rancores, revoltado com toda espécie de autoridade; no entanto, seu conselho é que sejam 
submissos, obedientes às leis. Fonte; https://vivos.com.br/respeito-as-autoridades-
constituidas/ 
 
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1- Toda autoridade é constituída por Deus 
A submissão às autoridades relatada por Paulo em Romanos 13:1-7 é um tema polêmico e as 
vezes controverso. Até onde devemos obedecer as autoridades de nossa nação? Será que até 
mesmo os governantes ruins e ímpios foram constituídos por Deus?. 
 
Todas as autoridades foram realmente constituídas por Deus? 
Em Romanos 13:1 o apóstolo Paulo afirma que as autoridades que há foram estabelecidas 
por Deus, justamente por isso devemos agir com submissão a elas. Veja: 
 
Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não 
proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. 
Isso, porém, já disse nosso Senhor em João 19:11, quando disse a Pilatos: “Não terias 
nenhuma autoridade sobre mim, se esta não te fosse dada de cima.” 
 
É importante notar, porém, que quando Paulo tem em mente este mandamento de sermos 
submissos às autoridades, ele leva em consideração o verdadeiro papel que as autoridades 
devem exercer. São eles: 
 
a) A autoridade deve temer a Deus e reconhecer que seu poder vem dele (v. 2); 
b) Os homens em autoridade devem ser amigos do bem (v. 3); 
c) As autoridades devem promover o bem e reprimir o mal. Isto é, fazer justiça! (v. 4); 
d) Eles devem administrar os recursos públicos com justiça e honestidade a favor do 
povo (v. 6). 
 
Em suma, uma pessoa só recebe autoridade para governar uma nação sob permissão Divina! 
E esta deve administrar este poder sob estes princípios. Portanto, o apóstolo Paulo diz que 
devemos ter submissão às autoridades e honrá-las tendo em mente estes princípios listados 
acima, isso fica muito claro no texto. 
 
Portanto, sujeitem-se a elas, não apenas para evitar a punição, mas também para manter a 
consciência limpa. 
É por esse motivo também que vocês pagam impostos, pois as autoridades estão a serviço 
de Deus no trabalho que realizam. 
Deem a cada um o que lhe é devido: paguem os impostos e tributos àqueles que os recolhem 
e honrem e respeitem as autoridades. 
Romanos 13:5-7 NVT 
 
Existe alguma ocasião em que não devemos ter submissão às autoridades?Seria rebeldia 
contrariá-las? 
 
Como aprendemos até agora, nós somos cidadãos ordeiros, submissos às autoridades e 
devemos dar-lhes a devida honra, mas quando ela ultrapassa seu poder de autoridade, isto é, 
quando ela quebra os princípios de autoridade explanados em Romanos 13:1-7 e quer nos 
fazer servir sob cegueira, então deixamos de se sujeitar àquela autoridade e começamos a 
nos sujeitar a Deus. Podemos relatar alguns exemplos bíblicos acerca disso. 
 
Vide exemplo dos apóstolos que recusaram a ordem das autoridades que os mandava não 
anunciar as boas novas (At 4:18-19; veja com quem eles falavam nos versículos 5 e 6). 
 
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Os amigos do profeta Daniel também não se sujeitaram às ordens do rei porque ele se 
desvirtuou da sua verdadeira função de autoridade, criando uma ditadura e promovendo a 
idolatria, consequentemente o desprezo ao Criador (veja Dan. 3:10-12). 
 
Por isso, não devemos ter uma obediência servil e cega. Outro exemplo é a ordem do faraó 
às parteiras hebreias para matar bebês meninos, mas elas não o obedeceram (Êx 1:15-17). 
Portanto, o crente deve seguir a verdade sempre, e jamais se apartar do temor de Deus, que é 
a autoridade maior! 
 
O crente deve não sujeitar-se às autoridades, tentando abrir-lhes os olhos, quando estas se 
desvirtuam dos princípios divinos aqui estabelecidos (aqui em Rom. 13). Por exemplo, João 
o imersor (que erroneamente damos o “sobrenome” de “Batista”) resistiu ao Herodes 
Antipas, pois ele havia se desvirtuado do seu papel de autoridade (Luc. 3:19). 
 
O Senhor também se opôs e denunciou as más obras da liderança religiosa de seu tempo, os 
fariseus e escribas, uma vez que eles se desvirtuaram de seu papel de autoridade (Mat. 
23:2,25-28). 
 
A autoridade está a serviço do povo para administrar as causas do povo e supri-las. Em troca 
disso o povo lhes dá a devida honra. As autoridades encontram-se eleitas para servirem a 
Deus servindo e administrando as causas ao povo, fazendo justiça e fazendo predominar a 
verdade e a honestidade. Quando um governante não entende essa natureza de seu trabalho 
ele acaba extrapolando e se desvirtuando de seu verdadeiro papel de autoridade. Portanto, é 
nestes casos que não podemos servir como cegos ou tolos. 
 
A autoridade deve promover o bem e coibir o mal (Rom. 13:3a). Paulo diz que a autoridade 
traz espada sobre o mal, e vingança, isto é, justiça (Rom. 13:4). Paulo não está defendendo 
autoridade A ou B, mas está simplesmente abordando o princípio de autoridade que Deus 
estabelece. 
Quando a autoridade se torna impenitente, persistindo em seus erros, o próprio Deus se opõe 
a ela (Ezeq. 34:8-10). 
Fonte: https://bibliaseensina.com.br/submissao-as-autoridades-estudo-romanos-131-7/ 
 
 
 
2- O que fazem as autoridades 
A Bíblia fala de autoridade espiritual primeiramente apontando para o senhorio de Deus. 
Somente Deus é quem possui autoridade absoluta sobre todas as coisas. Ele é a própria fonte 
da autoridade, de modo que qualquer autoridade exercida por suas criaturas é derivada dele e 
subordinada a Ele. 
 
Então qualquer conceito de autoridade espiritual inerente à própria criatura é equivocado. 
No Novo Testamento a palavra básica para autoridade é o grego exousia que transmite o 
significado de poder, direito legítimo e liberdade para agir, controlar, possuir e usar. Há 
também a aplicação da palavra dynamis, mas seu significado denota especialmente 
habilidade ou força física. 
 
Nenhuma palavra hebraica semelhante ao grego exousia é usada no Antigo Testamento com 
relação à autoridade divina. Mas isso não significa que a autoridade de Deus não é 
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anunciada no Antigo Testamento. Muito pelo contrário! A autoridade de Deus como Senhor 
Soberano de todo universo é claramente ensinada. Ele é o Juiz de toda a terra (Gênesis 
18:25; cf. Salmos 66:7; Daniel 4:17; etc.). 
 
A autoridade delegada por Deus 
Em certa medida Deus exerce sua autoridade por intermédio de suas criaturas. Nos tempos 
do Antigo Testamento, por exemplo, Deus levantou e estabeleceu líderes sobre seu povo. 
Então Ele exercia Sua autoridade na nação de Israel através dos sacerdotes, reis, juízes, 
anciãos e profetas. Essas pessoas eram capacitadas pelo Espírito Santo de Deus e com 
sabedoria deviam liderar os israelitas de acordo com a vontade divina. Por serem 
representantes de Deus diante do povo, esperava-se que essas pessoas fossem respeitadas. 
 
A autoridade de Deus no governo civil dos homens não estava somente limitada ao povo da 
Aliança. O profeta Daniel diz que Deus muda as épocas e as estações; Ele estabelece e 
destrona reis (Daniel 2:21). 
 
No Novo Testamento o apóstolo Paulo aprofunda esse conceito. Ele chama os governadores 
civis do Império Romano de exousiai, e explica que eles eram autoridades a serviço de Deus 
para promover a justiça punindo os malfeitores (Romanos 13:1-7). Isso significa que os 
cristãos devem se sujeitar às autoridades civis (Tito 3:1; 1 Pedro 3:13-17); mas claro, desde 
que elas não exijam algo incompatível com os mandamentos de Deus (Atos 4:19; 5:29). 
 
Dentro da unidade familiar Deus também delegou Sua autoridade. Os homens foram 
chamados para exercerem a liderança sobre o lar, e as mulheres para serem suas adjutoras (1 
Coríntios 11:3; Efésios 5:22,23; 1 Timóteo 2:12; 1 Pedro 3:1-16). Dessa forma os filhos 
também devem se sujeitar a autoridade dos pais (Efésios 6:1-3; Colossenses 3:20; 1 Timóteo 
3:4-12). 
 
A autoridade espiritual exercida pelos anjos também é derivada da autoridade de Deus (cf. 
Efésios 1:21). Por exemplo: quando Satanás confrontou o arcanjo Miguel, o líder do exército 
do Senhor deixou claro que não tinha qualquer autoridade espiritual de si mesmo, e apelou 
para a autoridade divina (Judas 9). 
 
Mesmo a autoridade espiritual de Satanás e de seus demônios não existe à parte da 
autoridade de Deus. Satanás é um usurpador que se opõem a Deus e ao Seu povo. Porém, ele 
só possui a autoridade que lhe foi entregue; ele só age dentro dos limites permitidos por 
Deus (Lucas 4:6; cf. Jó 1:12; Apocalipse 2:10; 13:5-15). 
 
A autoridade espiritual na Igreja 
Jesus declarou que lhe foi dado todo o poder no céu e na terra e delegou autoridade para que 
seus discípulos pudessem cumprir a grande comissão. Então todo cristão verdadeiro possui 
autoridade espiritual dada por Cristo para anunciar o Evangelho e trabalhar eficazmente em 
prol do Reino de Deus (Mateus 28:18-20). Portanto, mediante a obra redentora de Cristo 
todos os crentes são sacerdotes reais que proclamam as grandezas de Deus (1 Pedro 2:9; 
Apocalipse 5:10). 
 
Também é verdade que Deus designou algumas pessoas para servirem como líderes de sua 
Igreja na terra. Primeiramente ele estabeleceu o colégio apostólico. Os apóstolos eram 
testemunhas comissionadas pessoalmente pelo próprio Cristo para serem seus 
representantes. 
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Por isso eles receberam autoridade espiritual singular para lançar os fundamentos da Igreja e 
regular sua doutrina (cf. Mateus 16:18,19;Efésios 2:20). Essa autoridade espiritual 
apostólica ficou restrita apenas aos doze apóstolos e a Paulo, e nesse sentido eles não 
tiveram substitutos. 
 
Além disso, pelo poder do Espírito Santo alguns apóstolos e pessoas como Lucas, Tiago, 
Judas e o escritor de Hebreus, produziram Escritura que deve ser recebida por todos os 
crentes como Palavra de Deus infalível, inerrante e autoritativa (cf. 1 Coríntios 2:9-13; 5:4; 
14:37; 2 Coríntios 10:8; 13:10; Gálatas 2:7; 2 Tessalonicenses 2:13; 3:6; 1 Timóteo 3:16; 
5:18; 2 Pedro 3:15-17; etc.). 
Fonte: https://estiloadoracao.com/autoridade-espiritual/ 
 
 
3- Devemos honrar as autoridades 
O que é honrar as autoridades? Como cristãos que declaramos ser, quais devem ser as nossas 
atitudes em relação ao governo, em relação as autoridades espirituais que foram instituídas 
por Deus? Devemos criticá-las? Desprezá-las? Revoltar contra as mesmas? 
 
Como Paulo escreveu especificamente sobre os governos, mas que também se aplica a 
qualquer autoridade que foi colocada acima de nossas vidas: “Assim quem se revolta contra 
as autoridades está se revoltando contra o que Deus ordenou, e os que agem desse modo 
serão condenados.” (Romanos 13:2, NTLH). Precisamos, sempre, estar atento as palavras do 
Senhor, ao entendimento do propósito de Deus em cada situação que vivemos. 
 
Como filhos de Deus, precisamos andar como tais e termos as atitudes que glorificam a 
Deus. Nós nos enganamos quando queremos desvincular o que somos, do que fazemos. 
Queremos que a teoria na prática seja outra coisa, mas não é esse o propósito de Deus 
quando nos chama, devemos sim, como filhos, andar como filhos da luz, como está escrito 
na carta aos romanos: “A noite está terminando, e o dia vem chegando. 
 
Por isso paremos de fazer o que pertence à escuridão e peguemos as armas espirituais para 
lutar na luz. Vivamos decentemente, como pessoas que vivem na luz do dia. Nada de farras 
ou bebedeiras, nem imoralidade ou indecência, nem brigas ou ciúmes. Mas tenham as 
qualidades que o Senhor Jesus Cristo tem e não procurem satisfazer os maus desejos da 
natureza humana de vocês.” (Romanos 13:12-14, NTLH). Sendo o Senhor Jesus, rei sobre 
todas as coisas, desobedeceu as autoridades? Desobedeceu e incentivou a desobediência aos 
governos e as autoridades espirituais de sua época? 
 
Muito pelo contrário, como ele declarou diante de Pilatos que o mesmo não teria autoridade 
sobre a sua vida se do alto não tivesse sido dada. Quanto aos religiosos de sua época o que 
ele disse foi que deveríamos fazer o que eles diziam e não o que eles faziam. Jesus o 
dispensador da graça de Deus, desobedeceu a lei mesmo sabendo do amor, do propósito e do 
querer de Deus? Não muito pelo contrário, ele cumpriu a lei, era obediente e honrava a lei. 
Ele questionava os costumes e regras de homens, mas não desonrava as pessoas. 
 
Não temos, portanto, razão para atitude diferente. Devemos sim rever o que fazemos e como 
fazemos. Não devemos ter o entendimento que as pessoas que estão colocadas acima de nós 
como autoridade, como responsáveis pelo rebanho de Deus e que devemos honrá-los? 
Quando agimos diferente estamos levando pessoas a pecar e a transgredir aquilo que Deus 
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determinou, “Por isso paremos de criticar uns aos outros. Pelo contrário, cada um de vocês 
resolva não fazer nada que leve o seu irmão a tropeçar ou cair em pecado.” (Romanos 14:13, 
NTLH). 
 
Nós que somos maduros precisamos ter atitudes que levam as pessoas a glorificar a Deus e a 
honrá-lo, e não a criticar o caminho e a se afastarem do propósito de vida que Ele tem para 
cada um de nós. Devemos ser instrumentos de edificação, de fortalecimento e de ensino e 
não motivo de tropeço. Cada um de nós prestará contas a Deus pela autoridade que nos 
concedeu e pelo conhecimento e entendimento que temos da vontade do Pai, mas não nos 
compete julgar os outros pelo que são ou pelo que fazem. 
 
Como maduros, como pessoas que compreendem a mensagem do evangelho, o plano e o 
querer de Deus devemos ter a atitude que Paulo determina aos irmãos de Roma, que embora 
esteja discutindo a questão de comida, devemos estender para qualquer aspecto da vida 
cristã: “Aceitem entre vocês quem é fraco na fé sem criticar as opiniões dessa pessoa.” 
(Romanos 14:1, NTLH) 
 
Queremos ser filhos? Queremos viver como filhos da luz? Devemos honrar a Deus e as 
pessoas que Ele tem colocado em nossas vidas para nos levar ao amadurecimento e “Não 
fiquem devendo nada a ninguém. A única dívida que vocês devem ter é a de amar uns aos 
outros. Quem ama os outros está obedecendo à lei.” (Romanos 13:8, NTLH). Não é esse o 
propósito de Deus para as nossas vidas? 
Fonte: https://caminharnagraca.com/2010/12/16/honrar-as-autoridades/ 
 
Conclusão 
O princípio da autoridade deve ser respeitado e vivido quotidianamente, pois é um princípio 
de Deus que, praticado, é uma bênção. 
Abandonado, não respeitado, poderá redundar em maldição. 
 
Davi, submisso à autoridade de Deus, foi, por Ele, considerado o homem segundo o seu 
coração. Foi uma bênção. 
 
"Todo homem esteja sujeito ás autoridades superiores; porque não há autoridade que não 
proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas." Rm 13.1 
Fonte: http://www.odiscipulo.com/base/estudos/submissao.html 
 
 
 
Colaboração para o Portal Escola Dominical – Prof. Jair César S. Oliveira

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