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TOPOGRAFIA DAS GLÂNDULAS SALIVARES PRINCIPAIS EM COELHOS
Resumo
As glândulas salivares são importantes em artigos de pesquisa, devido às suas diferentes funções (Asari et al., 2000). Eles desenvolvem em locais diferentes, possuindo uma arquitetura muito diversa, secretando diferentes tipos de saliva (Jaskoll et al., 2002). O as glândulas salivares principais são as glândulas parótidas, mandibulares e sublinguais. Essas glândulas têm um papel importante na alimentação digestão por meio de suas secreções (saliva), que são serosas, mucosas ou sero-mucosas, contendo diferentes enzimas, água, mucopolissacarídeos e glicoproteínas lubrefiantes (Al-Saffar e Simawy, 2014; Boșca et al., 2014). Nisso estudo, utilizamos cinco coelhos machos saudáveis ​​de um criador privado em Cluj, sacrificados pelo proprietário para consumo próprio. Posteriormente, as regiões anatômicas das principais glândulas salivares foram raspadas e higienizadas com álcool. Macroscópico exame revelou que a glândula parótida dos coelhos é a glândula mais volumosa, com aspecto de lâmina de foice. O a glândula mandibular tem uma aparência lobada. Notamos que existe uma assimetria entre as duas glândulas mandibulares, sendo o direito mais desenvolvido do que o esquerdo. Glândula sublingual é a menor glândula, sendo coberta por tecido conjuntivo circundante. As glândulas bucais inferiores se reuniram e formaram uma glândula salivar principal, a glândula labial, situado na comissura labial.
INTRODUCTION
As glândulas salivares são consideradas partes do trato gastrointestinal superior, tendo secreção (Al-Abbad, 2011). Alguns dos as glândulas salivares são volumosas, compactas, sendo bem individualizado - as principais glândulas salivares. Esta categoria inclui: parótida, mandibular e glândulas sublinguais (Popovici et al., 2003; Barone, 2009; Papuc et al., 2009; Miclăuş, 2012). Além disso, há menores salivares glândulas, pouco desenvolvidas, espalham-se labialmente mucosa, palato duro, palato mole e lingual mucosa. A saliva prepara a comida para a digestão, o que leva colocar nos seguintes segmentos do aparelho digestivo trato: faringe, esôfago, alcançando o estômago onde começa a digestão, prosseguindo para o intestino delgado e grosso
(Popovici et al., 2003; Reece, 2005; Stan, 2014, 2013).
 MATERIAIS E MÉTODOS
O material biológico foi representado por cinco coelhos machos saudáveis, com peso médio de 1750 g, de um criador particular em Cluj, sacrificados pelo proprietário para consumo próprio. Posteriormente, as regiões anatômicas das principais glândulas salivares foram raspadas e limpas com álcool. Os materiais utilizados foram a dissecção
instrumentos (fórceps, bisturi, tesouras,
lupa, luvas, gaze) e uma Nikon
Câmera D3000
RESULTADOS E DISCUSSÕES
A glândula parótida é a mais maciça das
glândulas salivares maiores, de cor branca
e lobulação visível, sendo representada por um extremidade dorsal e ventral. O dorsal
extremidade circunda a base da orelha e o
ventral atinge o ângulo mandibular. Nós
notei que a extremidade ventral é menos larga do que a largura da extremidade dorsal, que envolve tanto oralmente quanto aboralmente a base de a orelha.
A borda cranial da glândula parótida segue
próximo ao ramo recurvado da mandíbula
e implícita a fronteira aboral do masseter
músculo. Por causa do aspecto das glândulas, podemos diga que não mostra apenas duas extremidades - dorsal e ventral - mas também duas bordas – cranial e caudal - ambos côncavos cranialmente.
Trabalhos científicos. Série C. Medicina Veterinária. Vol. LXIII (2)
ISSN 2065-1295; ISSN 2343-9394 (CD-ROM); ISSN 2067-3663 (online); ISSN-L 2065-129512
A extremidade ventral é afiada na parte oral,
reunindo as duas bordas - craniana e
caudal - dando à glândula a aparência de um
lâmina de foice.
A extremidade dorsal cobre a base da orelha,
região temporo-mandibular, a região cefálica
extremidade do músculo braquiocefálico e
músculo cleidomastoidiano.
Os sujeitos em ponto de decúbito dorsoventral fora que a extremidade ventral da parótida glândula atinge a glândula mandibular.
O ducto excretor da glândula parótida tem o
trajetória na superfície do masseter
músculo, cruzando diretamente sobre este músculo e abertura acima do último molar superior (Fig. 1).
A glândula mandibular é lobulada, sendo menor do que a glândula parótida, localizada ventro-medial para o ângulo da mandíbula.
Essas glândulas estão localizadas em ambos os lados do extremidade aboral da língua. Notamos um assimetria em relação às dimensões do glândula, 100% dos indivíduos examinados tendo a glândula mandibular direita maior que a esquerda 1.
A trajetória anterior mencionada antes foi
encontrados em todos os sujeitos neste estudo, o ducto parotídeo sendo paralelo ao nervo facial ramos, mais exatamente para os nervos bucais. Além disso, para todos os indivíduos estudados por nós, o extremidade ventral da glândula parótida está em contato com a glândula mandibular.
Glândula mandibular apresenta relação anatômica com o músculo masseter, pterigóideo medial e músculos milohioidianos (Fig. 2).
Glândula sublingual é a menor glândula da
glândulas discutidas acima, sendo incorporadas no tecido conjuntivo circundante. Depois de remover este tecido, notamos que esta glândula tem dois
extremidades: uma oral e outra aboral. Esse
duas extremidades têm uma forma alongada que estendem-se desde a base da língua (aboral extremidade) e 1,5 cm oral da língua (oral extremidade). Os dutos da glândula sublingual são destacados da borda superior da glândula, tendo trajetória dorsal (Fig. 3).
Mencionamos que em todos os assuntos examinados, o glândulas vestibulares inferiores se reuniram e formaram um
glândula salivar maior, encontrada nos lábios
comissura, estendendo-se um centímetro aboral e seguindo a borda dorsal da horizontal ramo da mandíbula. Esta glândula tem aparência multilobat (Fig. 4).
Como também observamos, Zhang et al., 2005 e Zhou et al., 2010 mostram que em coelho e camundongo, a extremidade ventral da glândula parótida é em contato com a glândula mandibular. Nós concordamos
e confirmar o que Kimura et al., 1998 dizem, que glândula mandibular é a segunda maior importante glândulas salivares.
As principais glândulas salivares são a parótida, mandibular e sublingual. A glândula parótida no coelho é o mais desenvolvido, em comparação com as outras glândulas salivares principais – mandibular e sublingual. A glândula se estende do
base da orelha externa ao ângulo da mandíbula. O duto atravessa rostral a superfície lateral de o músculo masseter, muito próximo ao facial ramos nervosos, entrando na cavidade oral, a seguir até o último molar. A cor da glândula é branco, e a lobulação é visível (Al-Saffar
e Simawy, 2014). A glândula mandibular em coelhos é menor em comparação com a parótida, mas maior que o sublingual. Tem forma piramidal e um cor marrom avermelhada. A superfície externa é liso, sem sinais de lobulação óbvia.
Ambas as glândulas estão localizadas medialmente ao ângulo mandibular. Eles estão localizados no linha média da parte caudal da língua (Kimura et al., 1998; Al-Saffar e Simawy, 2014).
A glândula sublingual é menor em comparação com a parótida e as glândulas mandibulares. Está localizado rostral à glândula mandibular, ventro-caudal
para a base da língua. Tem um alongamento
forma e uma cor marrom-avermelhada. O exterior
a superfície é lisa, sem lobulação (AlSaffar e Simawy, 2014).
A localização ventral na base da orelha é
comparável à localização da glândula parótida em outras espécies, como ratos (Kimura et al., 1998), roedores (Jonjic, 2001), coala (Mizuno et al., 2009), cães (Weidner et al., 2012) e o homem (Amano et al., 2012).
Como no coelho, também na glândula sublingual humana é o menor dos três pares principais
glândulas salivares, estando também localizadas nas profundezas a membrana mucosa da cavidade oral (Rana et al., 2012)
CONCLUSÕES
Em coelhos, a extremidade ventral da parótida glândula atinge o ângulo mandibular, terminando afiado no lado oral, tendo as duas bordas côncava cranialmente,a glândula tendo o aparência de lâmina de foice; glândula parótida é em contato com a glândula mandibular.
Em coelhos, há uma assimetria do mandibular e as glândulas parótidas em relação seu tamanho, aqueles do lado direito sendo ligeiramente maior em comparação com os da esquerda.

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