Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

SSVV
Adultos e Jovens
120X80 mmhg
130X80 mmhg
140X90 mmhg
Terminologias e valores
É a saída de sangue do coração. 
Movimento de contração.
Geralmente em torno de +/- 130 mmhg
É a entrada de sangue no coração. 
Movimento de relaxamento.
Geralmente < 80 mmhg
Hipotensão
Deitar a pessoa, de preferência num local fresco e arejado;
Afrouxar as roupas, especialmente em volta do pescoço;
Levantar as pernas acima do nível do coração.
Oferecer suco de laranja natural ou laranja com tomate; um café, pois ajuda a regular a pressão sanguínea; O uso do sal para subir a pressão, colocando-o embaixo da língua; Suco de abacaxi com gengibre e chá verde.
Hipertensão
Lembre-se sempre de:
Tomar os remédios para pressão alta corretamente, de acordo com as orientações do médico e nunca em doses superiores à indicada;
Evitar locais muito quentes e fechados, sendo aconselhado usar roupas leves e fáceis de tirar;
Beber 1 a 2 litros de água por dia, a menos que o médico tenha dado outra orientação em relação à quantidade;
Fazer refeições pouco volumosas a cada 2 ou 3 horas e não sair de casa sem tomar o café da manhã;
Ir ao pronto-socorro caso não melhore, porque pode ser uma situação de emergência médica.
Deitar a pessoa, de preferência num local fresco e arejado e tentar acalmá-la;
Oferecer água com alho cru, descascado e amassado, é uma excelente forma de regular a pressão arterial pois estimula a produção de óxido nítrico, que é um gás com forte ação vasodilatadora, que facilita a circulação do sangue e diminui a pressão sobre o coração; Suco de limão e alho para baixar a pressão é rico em potássio que ajuda a equilibrar os níveis de sódio no organismo, baixando a pressão sanguínea. Suco de limão com gengibre. Rale cebola e coloque numa bacia, depois coloque os pés.
 
Lembre-se sempre de:
Quando a pressão está alta, acima de 14 por 9, e acompanhada de outros sintomas como dor de cabeça muito forte, enjoo, visão embaçada, tonturas e se tem o diagnóstico de pressão alta, deve-se:
Tomar o remédio indicado pelo cardiologista para situações de SOS;
Ir ao pronto-socorro se não melhorar em 1 hora, porque pode ser uma situação de emergência médica.
Adultos: 60 à 100 bpm
Crianças: 80 à 120 bpm
Bebês: 100 à 160 bpm
Terminologias e valores
Taquicardia: > 100 bpm
Bradicardia: < 60 bpm
Normocardia: 70 à 90 bpm
Taquisfígmico: Acelerado
Bradsfígmico: Lento, fino
Dicrótico: Impressão de 2 
batimentos
TAQUICARDIA: 
SINTOMAS
Os principais sintomas de taquicardia são:
Sensação de coração batendo muito rápido, mesmo em repouso;
Tonturas e vertigens;
Sensação de desmaio;
Palpitações cardíacas;
Falta de ar e cansaço.
CAUSAS
Dor intensa;
Estresse ou ansiedade;
Ataques de pânico ou fobias;
Exercício físico intenso;
Emoções fortes, como susto, sensação de felicidade ou medo intenso;
Efeito secundário de alimentos ou bebidas, como chá, café, álcool ou chocolate;
Consumo de bebidas energéticas;
Uso de tabaco.
TRATAMENTO
O tratamento da taquicardia deve ser indicado pelo cardiologista e pode variar de acordo com o tipo de taquicardia e causa. Nos casos em que a taquicardia acontece como consequência de doenças sistêmicas, deve-se tratar, primeiramente, a causa.
Em alguns casos e tipos de taquicardia, pode ser necessário o uso de medicação antiarritmica, ou de medicação para controlar a frequência cardíaca.
Nos casos em que a taquicardia acontece devido a situações normais, como estresse, susto ou medo, por exemplo, é recomendado respirar fundo e colocar água fria no rosto, por exemplo, pois ajuda a acalmar e regular a frequência cardíaca.
Além disso, tomar um chá com propriedades calmantes também pode ser uma boa opção para aliviar os sintomas de taquicardia nessas situações.
BRADICARDIA
SINTOMAS
A bradicardia normalmente não apresenta sintomas, mas algumas pessoas podem apresentar:
Cansaço;
Fraqueza;
Tontura;
Falta de ar.
CAUSAS
Hipotermia;
Hipotireoidismo;
Hipoglicemia;
Exposição a substâncias tóxicas;
Meningite;
Uso de medicamentos para hipertensão ou arritmia;
Tumor no sistema nervoso central;
Na maior parte dos casos estas causas são acompanhadas de outros sintomas além da bradicardia, como por exemplo, dor no coração, no caso do infarto, arrepios, no caso da hipotermia, tonturas ou visão turva, no caso da hipoglicemia, e febre ou rigidez no pescoço, no caso da meningite.
Em situações menos comuns, a bradicardia pode acontecer devido a infecções por vírus ou bactérias.
TRATAMENTO
O tratamento da bradicardia deve ser orientado pelo cardiologista e varia de acordo com a causa, sintomas e a gravidade. Caso a bradicardia esteja associada a outra causa, como por exemplo, o hipotireoidismo, a mudança dos remédios ou um tratamento mais adequado para o hipotireoidismo pode resolver a bradicardia.
Em casos mais graves, pode ser necessária a utilização de um marca-passo, que é um aparelho colocado cirurgicamente e que tem como objetivo regular os batimentos cardíacos no caso de bradicardia, por exemplo.
QUANDO A BRADICARDIA É GRAVE
Cansaço fácil; 
Fraqueza; 
Tontura; 
Falta de ar; 
Pele fria; 
Desmaio; 
Dor no peito em forma de queimação ou aperto; 
Diminuição da pressão; 
Mal-estar.  
Procure um cardiologista para fazer uma avaliação mais detalhada e realizar exames.
Terminologia
Eupnéia: Respiração normal
Dispnéia: Dolorosa e difícil
Bradipnéia: Lenta
Taquipnéia: Rápida
Apnéia: Parada momentânea
Ortopnéia: só consegue respirar bem sentado
Hipóxia: não está recebendo suprimento necessário de oxigênio.
Anóxia: Não recebe nenhum oxigênio. 
Outros
I.P.M: Incursões por minuto
(movimento da caixa torácica)
TAQUIPNEIA
Perante um episódio de taquipneia, é aconselhado ir imediatamente à urgência, para fazer um correto diagnóstico e tratamento e evitar complicações.
CAUSAS
1. Infecções respiratórias
O que fazer: O tratamento para a infecção respiratória consiste geralmente na administração de antibióticos, caso se trate de uma infecção bacteriana. Além disso, pode ser necessário administrar um remédio broncodilatador, para facilitar a respiração.
2. Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC)
A DPOC é um grupo de doenças respiratórias, sendo as mais comuns o enfisema pulmonar e a bronquite crônica, que causam sintomas como falta de ar, tosse e dificuldades respiratórias. Esta doença ocorre devido a uma inflamação e lesão dos pulmões, causada principalmente pelo uso do cigarro, que vai destruindo o tecido que forma as vias respiratórias.
O que fazer: A DPOC não tem cura, mas é possível controlar a doença através de um tratamento com remédios broncodilatadores e corticoides. Além disso, mudanças no estilo de vida e a fisioterapia, também podem ajudar a melhorar os sintomas.
3. Asma
O que fazer: Para controlar a asma e evitar as crises, é importante seguir o tratamento indicado pelo pneumologista usando os remédios adequados para controlar a inflamação dos brônquios e facilitar a respiração, como os corticoides e os broncodilatadores, por exemplo.
4. Distúrbios de ansiedade
As pessoas que sofrem de distúrbios de ansiedade, podem sofrer de taquipneia durante um ataque de pânico, que pode ser acompanhado de outros sintomas, como aumento dos batimentos cardíacos, náuseas, sensação de medo, tremores e dor no peito, por exemplo.
O que fazer: geralmente, as pessoas com distúrbios de ansiedade devem ser acompanhadas por um psicólogo e realizar sessões de psicoterapia. Em alguns casos, pode ser necessário tomar remédios, como antidepressivos e ansiolíticos, que devem ser prescritos pelo psiquiatra.
5. Diminuição do pH no sangue
A diminuição do pH do sangue, torna-o mais ácido, fazendo com que o corpo tenha necessidade de eliminar dióxido de carbono, de forma a recuperar o pH normal, através da aceleração da respiração. Algumas condições que podem causar uma diminuição no pH do sangue são a cetoacidose diabética, doenças do coração, câncer, encefalopatia hepática e sepse.
O que fazer: nestes casos, caso a pessoa apresente alguma destas doenças e sofra um episódio de taquipneia, é recomendado ir imediatamente ao hospital. O tratamentovai depender da causa que está na origem da diminuição do pH sanguíneo.
6. Taquipneia transitória do recém-nascido
A taquipneia transitória do recém-nascido ocorre porque os pulmões do bebê estão a tentar obter mais oxigênio. Quando um bebê atinge o termo, o seu corpo começa a absorver o líquido que se foi acumulando nos pulmões, para respirar após o nascimento. Em alguns recém-nascidos, esse líquido não é completamente absorvido, resultando em respiração rápida.
O que fazer: o tratamento é feito no hospital logo após o nascimento, através do reforço de oxigênio.
BRADIPNÉIA 
Perante um episódio de taquipneia, é aconselhado ir imediatamente à urgência, para fazer um correto diagnóstico e tratamento e evitar complicações.
CAUSAS:
Hipotireoidismo;
Apneia obstrutiva do sono;
Efeito dos narcóticos;
Doenças cerebrais;
Problemas cardíacos;
Pressão alta;
Velhice;
Fumar;
Doença inflamatória (como lupus);
Insuficiência hepática;
Medicamentos.
SINTOMAS
Tontura
Fadiga
Desmaio ou quase desmaio
Letárgico ou fraqueza
Desconforto no peito ou dores
Falta de ar ou falta de ar
Taxa de respiração anormalmente baixa
Confusão ou comprometimento da memória
Sentimentos de exaustão
Muitos desses sintomas resultam de baixos níveis de oxigênio ou altos níveis de dióxido de carbono no sangue.
TRATAMENTO:
A curto prazo, algumas pessoas podem precisar de oxigênio suplementar para neutralizar os sintomas.
As pessoas que tomam opióides podem precisar de medicamentos alternativos para alívio da dor. Da mesma forma, as pessoas que bebem álcool podem precisar reduzir a quantidade que consomem ou parar completamente.
Os médicos monitorarão de perto as pessoas expostas a toxinas e tomarão medidas para lidar com qualquer envenenamento. Se o hipotireoidismo contribuir para a bradipneia, seu médico pode prescrever hormônios sintéticos para substituir os que sua tireoide não pode produzir.
Pessoas com lesões cerebrais podem precisar de medicamentos para evitar coágulos sanguíneos ou convulsões. Em casos graves, os médicos podem precisar realizar uma cirurgia para interromper o sangramento no cérebro ou reparar qualquer fratura do crânio.
PREVENÇÃO:
Enquanto alguns fatores que podem causar bradipneia são evitáveis, outros não são. Por exemplo, evitar o álcool e encontrar alternativas aos opióides pode diminuir suas chances de desenvolver a doença.
Tomar medidas para proteger seu cérebro de lesões também pode ser benéfico.
No entanto, certas condições como o hipotireoidismo não são evitáveis. Nesses casos, converse com seu médico para determinar o melhor plano de tratamento.
ORTOPNÉIA:
A ortopneia é a dificuldade respiratória (dispneia) que ocorre quando uma pessoa está deitada. Pode fazer com uma pessoa tenha que dormir elevada na cama (usando várias almofadas para dormir), ou sentada numa cadeira, para alívio deste sintoma.
A ortopneia pode ser um sintoma de insuficiência cardíaca. Também pode ocorrer em pessoas com asma ou bronquite crónica, assim como em pessoas que tenham pausas respiratórias (apneia) durante o sono, ataques de pânico ou ansiedade. Também está associada com a doença hepática poliquística.
A ortopneia é um dos sintomas da insuficiência cardíaca. A insuficiência cardíaca é uma doença na qual o coração não consegue bombear adequadamente o sangue para o corpo ou mantê-lo dentro das suas cavidades de forma apropriada, comprometendo as funções de oxigenação do organismo. Embora possa aparecer subitamente, normalmente é uma doença crónica de evolução gradual.
Sinais e Sintomas:
A falta de ar (dispneia) ou cansaço são os sintomas mais comuns. Quando a doença se instala lentamente, inicialmente a falta de ar manifesta-se perante esforços físicos. Alguns doentes podem não procurar ajuda médica nos estadios iniciais da doença, porque atribuem os sintomas ao envelhecimento. Caso a doença não seja diagnosticada e tratada a tendência é que progrida, sendo que os sintomas começarão a aparecer com esforço cada vez de menor intensidade, ou até mesmo em repouso nos casos mais avançados.
Outra queixa comum que deve levantar a suspeita de insuficiência cardíaca é a dificuldade em dormir apenas com uma almofada ou com a cama em posição reta, devido à dificuldade em respirar ou, lá está, ortopneia.
O que fazer?
Quando a insuficiência cardíaca está descompensada (causando sintomas), existem medicamentos capazes de trazer melhora e diminuir o risco de morte. O tratamento, em casa ou em ambiente hospitalar, será definido de acordo com a gravidade. E, claro, sempre pelo médico.
Concluindo, a ortopneia é um sintoma associado à insuficiência cardíaca. Caso apresente falta de ar que o leve a não conseguir dormir, o melhor é contactar o seu médico de família, que investigará a causa deste sintoma.
OXIMETRIA – TAXA DE SATURAÇÃO DE OXIGÊNIO NO SANGUE
A saturação de oxigênio é uma percentagem que representa a quantidade de oxigênio que está circulando no sangue. Esse valor é obtido comparando a quantidade de hemoglobina que está ligada ao oxigênio com a quantidade de hemoglobina que não está ligada a oxigênio.
O ideal é que a saturação de oxigênio esteja sempre o mais próximo possível de 100%, geralmente acima de 95%, pois isso indica que existe bastante oxigênio circulando. No entanto, pessoas que possuem algum tipo de problema respiratório crônico, como asma ou DPOC, podem apresentar valores de saturação inferiores (88-90%) sem ser motivo de preocupação.
Quando o valor de saturação diminuiu muito rapidamente ou quando se encontra abaixo de 85-90% pode indicar a presença de algum problema de saúde grave, como pneumonia, insuficiência cardíaca ou anemia, que precisa ser identificado no hospital e tratado o mais rápido possível.
A saturação de oxigênio é considerada um dos parâmetros mais importantes da avaliação médica, juntamente com a frequência cardíaca, pressão arterial, frequência respiratória e temperatura. Isso acontece porque o valor de saturação está diretamente relacionado com o que acontece no corpo, estando diminuído quando existe algum problema de saúde potencialmente grave, como:
Problemas respiratórios: asma, DPOC, enfisema, embolia, fibrose cística;
Problemas cardíacos: insuficiência cardíaca ou defeitos congênitos;
Anemia.
PARA QUE SERVE A SATURAÇÃO?
A saturação de oxigênio é considerada um dos parâmetros mais importantes da avaliação médica. Isso acontece porque o valor de saturação está diretamente relacionado com o que acontece no corpo, estando diminuído quando existe algum problema de saúde potencialmente grave, como:
Problemas respiratórios: asma, DPOC, enfisema, embolia, fibrose cística;
Problemas cardíacos: insuficiência cardíaca ou defeitos congênitos;
Anemia.
Além de ajudar no diagnóstico de algumas doenças, a saturação de oxigênio pode ainda ser usada para monitorar o tratamento destas condições, assim como ajudar na avaliação do estado geral de saúde de pessoas internadas.
Quando a saturação é muito baixa (menos de 85%-90%), pode indicar problemas mais graves, como uma pneumonia, por exemplo. Nesses casos é recomendado ir ao hospital ou chamar ajuda médica, para fazer uma avaliação mais detalhada. Enquanto se espera pela ajuda médica podem ser experimentadas as técnicas anteriores, para diminuir o esforço respiratório.
Há algumas situações em que pode ser esperado saturações mais baixas, como de pessoas que vão para locais com altitudes mais elevadas.
Nesses casos é importante tomar cuidado especial, pois os riscos de ocorrer uma hipoxemia são maiores.
E há certos pacientes em que a baixa saturação ocorre devido a anemia, quando o paciente tem menos hemoglobina para transportar o oxigênio.
A falta de oxigenação também pode ser resultado de uma intoxicação por compostos como:
Álcool;
Cianeto; ou
Substâncias psicoativas.
O QUE FAZER QUANDO A SATURAÇÃO ESTÁ BAIXA?
Numa pessoa saudável, quando a saturação de oxigênio está mais baixa, entre 90 a 95%, geralmente significa que existe algum catarro na via aérea que pode estar diminuindo a quantidade de oxigênio que chega no sangue. É por isso que essa diminuiçãoé comum em situações de gripe ou resfriado. Quando isso acontece existem algumas medidas simples que podem ajudar a aumentar os níveis de oxigênio, como:
Tossir um pouco, para mobilizar as secreções e facilitar a oxigenação;
Ficar sentado em vez de deitado, para reduzir a pressão sobre os pulmões;
Respirar fundo e lentamente, para aumentar a quantidade de ar que chega nos pulmões;
Ficar num local arejado, para garantir maior quantidade de oxigênio;
Evitar locais muito quentes ou muito frios, pois podem dificultar a respiração.
É importante lembrar que existem várias condições crônicas que diminuem a saturação sem ser indicativo de emergência, como é o caso da asma, anemia, DPOC, enfisema ou problemas cardíacos. Nesses casos é importante falar com o médico para entender até que valores se pode considerar que a saturação é normal.
HIPERÓXIA:
 Se refere a um estado de excessivo suprimento de oxigênio nos pulmões ou em outros tecidos do corpo
SINAIS E SINTOMAS:
O aumento dos níveis de reação ao oxigênio nos pulmões causa:
Maior permeabilidade das membranas celulares;
Problemas na coagulação;
Depósitos de colágeno;
Danifica lipídeos, proteínas e ácidos nucleicos;
Induz respostas inflamatórias nos alvéolos e;
Derrame pleural;
Colapso de partes do pulmão (atelectasia).
Em hiperóxia, múltiplas vias de sinalização vão determinar se a resposta celular será apoptose, necrose ou reparo. Hiperóxia não melhora a atividade cerebral, mas pode prevenir apoptoses em isquemia cerebral.[3]
CAUSAS:
É mais frequente em pacientes com doenças respiratórias que levem a respiração acelerada com broncodilatação compensatória (intubação) ou em ventilação mecânica prolongada, como em UTI ou em mergulho.
TRATAMENTO:
Reduzir a fonte de oxigênio a níveis normais e administrar antioxidantes podem prevenir maiores danos. Anti-inflamatórios podem reduzir edemas. Colapso pulmonar pode exigir cirurgia.
ATENÇÃO: Ao se deparar com um quadro de Hipróxia procurar por ajuda médica.
HIPOTERMIA
Principais causas:
Algumas outras situações que podem causar hipotermia são:
Desnutrição;
Doenças cardíacas;
Baixa atividade da tireoide;
Consumo excessivo de bebidas alcoólicas;
Esforços físicos extenuantes.
FEBRE
Principais sintomas:
É aconselhado buscar ajuda médica, quando além da sensação da febre interna, a pessoa apresenta outros sintomas como:
Tosse persistente;
Vômito, diarreia;
Feridas na boca;
Rápida elevação da temperatura para acima de 38ºC;
Desmaio ou diminuição da atenção;
Sangramento pelo nariz, ânus ou vagina, sem explicação aparente.
O que fazer em caso de febre
Quando a pessoa acha que está com uma febre deve tomar um BANHO MORNO e deitar para descansar. 
Principais causas:
Algumas outras situações que podem causar febre:
Virus;
Parasitas;
Bactérias;
Doenças autoimunes;
Vacinas;
Medicamentos
HIPERPIREXIA
Principais causas:
Geralmente, as instâncias de hiperpirexia estão associadas a infecções virais ou bacterianas. Algumas outras causas incluem o seguinte:
Hemorragia intracraniana;
Sepsis;
Anestesia geral;
Síndrome de Kawasaki.
O que fazer em caso de Hiperpirexia
Banho fresco ou frio, esponjas molhadas colocadas sobre a pele;
Hidratação líquida através ORAL e ou intravenosa;
Medicamentos para reduzir a febre.
 
A glicemia é o termo que se refere à quantidade de glicose, mais conhecido como açúcar, no sangue que chega através da ingestão dos alimentos que contém carboidratos, como bolo, massas e pães, por exemplo. A concentração de glicose no sangue é controlada por dois hormônios, a insulina que é responsável pela diminuição do açúcar na corrente sanguínea e o glucagon que tem função de aumentar os níveis de glicose.
Glicemia capilar
A glicemia capilar é um exame que é realizado através da picada de um dedo e depois é feita a análise da gota de sangue em uma fita conectada a um dispositivo chamado glicosímetro. Atualmente, existem vários modelos de diferentes marcas de glicosímetro, é encontrado para venda em farmácias e pode ser realizado por qualquer pessoa, desde que seja previamente orientada.
Glicemia de jejum
A glicemia de jejum é um exame de sangue realizado para verificar os níveis de glicose no sangue e deve ser feita após um período sem comer ou tomar bebidas, exceto água, por pelo menos 8 horas ou segundo orientação do médico.
Glicemia pós prandial
A glicemia pós-prandial é um exame para identificar os níveis de glicose no sangue entre 1 a 2 horas após uma pessoa ter feito uma refeição e serve para avaliar os picos de hiperglicemia, associados ao risco cardiovascular ou a algum problema de liberação da insulina. Geralmente, este tipo de exame é recomendado por um clínico geral ou endocrinologista para complementar o exame de glicemia em jejum e os valores normais deve ser abaixo que 140 mg/dL.
Para que serve
A glicemia é indicada por um clínico geral ou endocrinologista para verificar os níveis de glicose no sangue e através disto pode-se detectar determinadas doenças e condições, como por exemplo:
Diabetes tipo 1; Diabetes tipo 2; Diabetes gestacional; Resistência à insulina; Alterações na tireoide; Doenças do pâncreas e Problemas hormonais.
O controle da glicemia também pode complementar o diagnóstico da síndrome de Dumping, por exemplo, que é uma condição em que ocorre a passagem de alimento rapidamente do estômago para o intestino, levando ao aparecimento da hipoglicemia e provocando sintomas como tonturas, náuseas e tremores.
HIPERGLICEMIA:
1. CAUSAS:
2. SINAIS E SINTOMAS:
3. SITUAÇÕES E PROCEDIMENTOS:
Dose incorreta da Insulina (no caso do tipo1);
Excesso de alimentação e carência de exercícios físicos;
Stress causado por doença e ou família;
Dificuldade do corpo em utilizar a Insulina que está sendo 
produzida (resistência à Insulina, No caso do tipo 2);
Ingestão de álcool.
Boca seca;
Polidipsia (sede) ;
Cefaleia (Dor de cabeça);
Poliúria (muita Urina);
Enjoo;
Polifagia (Muita fome);
Sonolência;
Dispneia (dificuldade para respirar);
Astenia (cansaço);
Visão Embaçada;
Hálito de Maçã ou acetona;
Dormência e formigamento nas pernas.
Procurar a seringa de Insulina para situações de emergência. Feito 
isso e passado 15 Minutos, o valor do açúcar no sangue continuar 
igual, deve-se chamar o S.A.M.U ou levar o Cliente ao Hospital;
É importante ficar atento ao valor de açúcar no sangue durante a 
hora seguinte, pois existe o risco desse valor descer muito se a 
dose de insulina tiver sido mais elevada que o necessário. Se o 
valor ficar abaixo de 70 mg/dl é importante colocar açúcar por 
baixo da língua, para que o valor aumente estabilize.;
Caso o Cliente esteja inconsciente, mas respira, coloque-a/o em posição 
lateral de segurança, observar vias aéreas e acionar o S.A.M.U.
É caracterizada pela presença de níveis elevados de açúcar no sangue, ou falta de Insulina no organismo.
EMERGÊNCIAS DIABÉTICAS - PRIMEIROS SOCORROS
EMERGÊNCIAS DIABÉTICAS - PRIMEIROS SOCORROS
HIPOGLICEMIA:
É literalmente nível muito baixo de glicemia no sangue.
1. CAUSAS:
Aumentar a quantidade de exercícios físicos sem orientação;
Pular refeições e horários de refeições;
Comer menos do que o necessário;
Exagerar na medicação;
Ingestão de álcool.
2. SINAIS E SINTOMAS:
3. SITUAÇÕES E PROCEDIMENTOS:
Comprimidos de glicose;
Balas, Doces;
Bebidas açucaradas (200Ml);
Suco de Fruta concentrado (200Ml);
Mel ou Açúcar (3 Colheres).
Cliente Consciente, capaz de engolir e obedecer comandos, Faça:
Depois de uma dessas escolhas acima, observar entre 10 e 15 Minutos;
Se melhorar, oferecer lanche com carboidratos complexos (arroz, aveia, 
feijão, massas, batata, milho, pão, farinha e alimentos integrais);
Se piorar ou não Melhorar, ligue para o S.A.M.U;
Se não responde ou não respira, iniciar S.B.V até a chegada do S.A.M.U;
Caso o Cliente esteja inconsciente, mas respira, coloque-a/o em posição lateral de segurança, observar vias aéreas e acionar o S.A.M.U.
Tremedeira;
Nervosismo e ansiedade;
Suores e calafrios;
Irritabilidade e impaciência;
Confusão mental e até delírio;
Taquicardia, coração batendo mais rápido que o normal;Tontura ou vertigem;
Fome e náusea;
Sonolência;
Visão embaçada;
Sensação de formigamento ou dormência nos lábios e na língua;
Cefaleia (Dor de cabeça);
Fraqueza e fadiga;
Raiva ou tristeza;
Falta de coordenação motora;
Pesadelos, choro durante o sono;
Convulsões e Inconsciência.
image1.png
image2.png
image3.png
image4.png
image5.png
image6.png
image7.png
image8.png
image9.png
image10.jpeg
image11.png
image12.png
image13.png
image14.jpeg
image15.png
image16.png
image17.png
image18.png
image19.jpeg
image20.png
image21.png
image22.png
image23.png

Mais conteúdos dessa disciplina