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Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
1 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
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Sumário
Proposta do Material de Revisão ................................................................ 12
Ementa Gestão Governamental ................................................................. 13
TOP 3 Assuntos mais relevantes da matéria ............................................ 13
Administração ............................................................................................... 14
Conceitos e Estruturas na Administração e Organizações ............................ 14
Conceitos de Administração (Chiavenato) ............................................................................... 14
Ambientes Organizacionais .......................................................................................................... 14
Estruturas Organizacionais ................................................................................ 15
Níveis Organizacionais ........................................................................................ 15
Estratégico (Institucional) ............................................................................................................ 15
Tático (Gerencial) ........................................................................................................................... 16
Operacional: ..................................................................................................................................... 16
Processo Administrativo (Processo Organizacional) ...................................... 17
Características do Processo Administrativo ................................................... 18
Visão de Chiavenato ............................................................................................ 18
Papéis do Administrador Segundo Henry Mintzberg ...................................... 18
Papéis Interpessoais ...................................................................................................................... 18
Papéis Informacionais ................................................................................................................... 19
Papéis Decisórios ........................................................................................................................... 19
Habilidades Administrativas de Katz ................................................................. 19
Habilidades Técnicas .................................................................................................................... 20
Habilidades Humanas ................................................................................................................... 20
Habilidades Conceituais ............................................................................................................... 20
Planejamento e Gestão Estratégica .......................................................... 22
Planejamento ................................................................................................ 22
Filosofias de Planejamento ................................................................................ 22
Princípios do Planejamento ............................................................................... 23
Princípios Gerais ............................................................................................................................ 23
Princípios Específicos................................................................................................................... 23
Outros Princípios ........................................................................................................................... 24
Vantagens do Planejamento .............................................................................. 24
Segundo Chiavenato .................................................................................................................... 24
Segundo Sobral e Peci (2008) .................................................................................................... 25
Processo de Planejamento (Chiavenato) ......................................................... 26
Tipos de Planejamento (Níveis de Planejamento) ............................................ 27
Dinâmica entre os Níveis ............................................................................................................. 27
Estratégia ..................................................................................................... 28
Conceitos e Elementos da Estratégia............................................................... 28
"Cinco Ps" de Mintzberg ............................................................................................................... 28
Características do Processo Administrativo ........................................................................... 28
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3 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Elementos Básicos das Estratégias .......................................................................................... 29
Estratégia Deliberada x Estratégia Emergente .............................................. 29
Transformação Estratégica: Fases................................................................... 30
Estratégias de Miles e Snow ............................................................................... 31
Planejamento Estratégico .......................................................................... 32
Planejamento Estratégico ................................................................................. 32
Características ............................................................................................................................... 32
Finalidades ...................................................................................................................................... 32
Gestão Estratégica ............................................................................................. 33
Missão, Visão, Valores e Negócio ....................................................................... 34
Elementos do Planejamento Estratégico e Gestão ......................................... 35
Elementos Fundamentais ............................................................................................................ 35
Características ............................................................................................................................... 36
Fatores e Métodos de Suporte ................................................................................................... 36
Metodologia SMART para Objetivos e Metas ........................................................................... 37
Etapas do Planejamento Estratégico ............................................................... 38
Etapas segundo Chiavenato ....................................................................................................... 38
Etapas segundo Djalma Oliveira ................................................................................................. 38
Chiavenato x Djalma Oliveira ...................................................................................................... 39
Planejamento Baseado em Cenários ................................................................ 40
Abordagens de Construção de Cenários .................................................................................. 40
Tipos de Cenários ..........................................................................................................................40
Métodos para Construção de Cenários ...................................................................................... 41
Planejamento Estratégico Situacional (PES) ................................................... 41
Momentos do PES ......................................................................................................................... 43
Características do PES ................................................................................................................. 43
Redes e Alianças .......................................................................................... 44
Tipos de Alianças ........................................................................................................................... 44
Redes ............................................................................................................................................... 44
Desafios e Aspectos Negativos .................................................................................................. 45
Administração por Objetivos ..................................................................... 46
Foco: Resultados e objetivos organizacionais, mais do que nos processos. ................... 46
Etapas da APO ................................................................................................................................ 46
Características Principais ............................................................................................................ 47
Vantagens da APO ........................................................................................................................ 47
Desvantagens da APO .................................................................................................................. 48
Ferramentas Estratégicas ......................................................................... 49
Diagnóstico Organizacional e Análise SWOT .................................................... 49
Ambiente Interno .......................................................................................................................... 49
Ambiente Externo ......................................................................................................................... 49
Cenários Identificados pela SWOT ............................................................................................. 50
Estratégias Baseadas na SWOT ................................................................................................... 51
Matriz BCG ............................................................................................................ 52
Ciclo de Vida de um produto ....................................................................................................... 52
Categorias ....................................................................................................................................... 52
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Matriz GE/McKinsey ............................................................................................ 53
Matriz Ansoff ....................................................................................................... 54
Estratégias Competitivas Genéricas, Cadeia de Valor, e Cinco Forças de
Porter .................................................................................................................... 55
Estratégias Competitivas Genéricas (Porter, 1986) ............................................................... 55
Cadeia de Valor (Porter) ............................................................................................................... 56
Cinco Forças de Porter ................................................................................................................. 57
Elaboração do Plano de Ação e Controle de Desempenho .............................. 57
Ferramenta 5W2H.......................................................................................................................... 57
Balanced Scorecard - BSC (Kaplan e Norton) ......................................................................... 58
Funções do BSC ............................................................................................................................. 58
Elementos Principais do BSC ...................................................................................................... 59
Mapa Estratégico (Kaplan e Norton) .......................................................................................... 59
Matriz GUT ........................................................................................................................................ 61
OKR (Objectives and Key Results) .............................................................. 63
Estrutura dos OKRs ............................................................................................. 63
Características .................................................................................................... 63
Benefícios do OKR ............................................................................................... 64
Implementação dos OKRs ................................................................................... 65
Gestão de Pessoas ........................................................................................ 66
Gestão de Pessoas .............................................................................................. 66
Conceitos-Chave por Autores .................................................................................................... 66
Aspectos Fundamentais .............................................................................................................. 66
Objetivo da Gestão de Pessoas: ................................................................................................. 67
Foco da Gestão de Pessoas ........................................................................................................ 67
Evolução Histórica da Gestão de Pessoas ....................................................... 68
Visão de Chiavenato ..................................................................................................................... 68
Transição e Enfoques ................................................................................................................... 68
Evolução .......................................................................................................................................... 69
Visão Dutra e Fischer .................................................................................................................... 70
Visão de Fischer .............................................................................................................................. 71
Fases Evolutivas da Gestão de Pessoas no Brasil (Visão de Toser e Gil): ......................... 72
Administração de Recursos Humanos (ARH) vs. Gestão de Pessoas (GP) e
Modelos de Gestão de Pessoas ........................................................................... 72
Modelos de Gestão de Pessoas .................................................................................................. 73
Modelo Instrumental (Funcionalista) ........................................................................................ 73
Modelo Político ............................................................................................................................... 73
Modelo Estratégico ....................................................................................................................... 74
Processos de Gestão de Pessoas ...................................................................... 74
Processos de Gestãode Pessoas (Segundo Chiavenato) .................................................... 74
Processos de Gestão de Pessoas (Outras Visões) ................................................................. 75
Processos Segundo Sobral e Peci ............................................................................................. 76
Subsistemas Segundo Marras ..................................................................................................... 77
Responsabilidades e Desafios da Gestão de Pessoas .................................... 78
Responsabilidade de Linha x Função de Staff ........................................................................ 78
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Objetivos da Gestão de Pessoas ........................................................................ 78
Desafios da Gestão de Pessoas .......................................................................... 79
Flexibilidade Organizacional (Modelo de Atkinson) ......................................... 79
Gestão de Pessoas no Setor Público ................................................................. 80
Desafios e Dificuldades ................................................................................................................ 80
Gestão Estratégica de Pessoas ......................................................................... 80
Tendências ....................................................................................................................................... 81
Gestão de Pessoal Terceirizado ......................................................................... 81
Auditoria de Recursos Humanos ....................................................................... 82
Objetivos .......................................................................................................................................... 82
Indicadores Utilizados .................................................................................................................. 82
Benefícios ....................................................................................................................................... 83
Cultura Organizacional ............................................................................... 84
Dimensões ............................................................................................................ 84
Formação ............................................................................................................. 84
Características .................................................................................................... 85
Funções ................................................................................................................ 85
Cultura Organizacional ....................................................................................... 86
Iceberg da Cultura Organizacional ............................................................................................ 86
Níveis da Cultura Organizacional (Schein) ............................................................................... 86
Componentes da Cultura Organizacional (Maximiano) ......................................................... 87
Elementos da Cultura Organizacional (Outros Autores) ....................................................... 88
Elementos da Cultura Organizacional (Chiavenato) .............................................................. 89
Classificações da Cultura Organizacional ....................................................... 90
Cultura Dominante x Subculturas x Contracultura ................................................................ 90
Cultura Forte x Cultura Fraca ..................................................................................................... 90
Cultura Adaptativa x Cultura Conservadora............................................................................. 91
Cultura de Iniciativa, Missão, Clã e Burocrática ....................................................................... 91
Cultura Etnocêntrica x Policêntrica x Geocêntrica ................................................................ 92
Cultura Masculina x Cultura Feminina ...................................................................................... 92
Vantagens e Desvantagens ............................................................................... 93
Gstão da Mudança Cultural ................................................................................ 93
Clima Organizacional .................................................................................. 94
Características .................................................................................................... 95
Implicações para Gestão .................................................................................... 96
Avaliação e Pesquisa de Clima Organizacional ................................................ 96
Classificação do Clima Organizacional ............................................................. 98
Variáveis Organizacionais Avaliadas ......................................................................................... 98
Clima Organizacional x Cultura Organizacional ...................................................................... 99
Gestão de Desempenho ............................................................................. 100
Desempenho Organizacional ........................................................................... 100
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Comportamentos do Desempenho ......................................................................................... 100
Avaliação de Desempenho ......................................................................................................... 101
Métodos de Avaliação ................................................................................................................. 102
Erros Comuns na Avaliação....................................................................................................... 102
Gestão de Desempenho .................................................................................... 103
Ciclo do Desempenho ................................................................................................................. 103
Fases da Gestão do Desempenho (Segundo Lucena) ......................................................... 104
Dimensões da Avaliação de Desempenho ...................................................... 105
Aplicações e Propósitos ............................................................................................................. 105
Aplicações Específicas ............................................................................................................... 106
Objetivos/Benefícios ................................................................................................................... 107
Campos de Influência .................................................................................................................. 107
Critérios e Padrões ...................................................................................................................... 108
Disfunções .................................................................................................................................... 108
Quem Avalia? ................................................................................................................................ 109
Métodos de Avaliação de Desempenho .......................................................... 109
Métodos Tradicionais ..................................................................................................................109
Métodos Modernos ....................................................................................................................... 110
Outros Métodos ............................................................................................................................. 110
Controle ......................................................................................................... 111
Características do Sistema de Controle Eficaz ............................................... 111
Etapas do Processo de Controle ...................................................................... 112
Tipos de Controle ............................................................................................... 112
Quanto ao Nível Organizacional ................................................................................................. 112
Quanto ao Momento .................................................................................................................... 113
Níveis de Controle de Perrow ..................................................................................................... 113
Quanto à Orientação .................................................................................................................... 114
Quanto ao Tipo de Empresa ....................................................................................................... 114
Quanto ao Comportamento das Pessoas ................................................................................ 115
Quanto à Natureza do Controlador ........................................................................................... 115
Quanto à Iniciativa........................................................................................................................ 116
Quanto à Origem ........................................................................................................................... 116
Indicadores de Desempenho ............................................................................ 117
Finalidades dos Indicadores ....................................................................................................... 117
Componentes Básicos dos Indicadores .................................................................................. 117
Critérios Básicos (Atributos) dos Indicadores ........................................................................ 118
Propriedades dos Indicadores ................................................................................................... 119
Propriedades Complementares ................................................................................................. 119
Aspectos Adicionais .................................................................................................................... 120
Qualidade dos Indicadores de Desempenho: Diretrizes do TCU ........................................ 121
Construção de Indicadores ....................................................................................................... 123
Variáveis dos Indicadores .......................................................................................................... 124
Mitos sobre a Medição de Desempenho ................................................................................. 124
Modelo para Mensuração de Desempenho: A Cadeia de Valor e os 6 Es ........................ 125
Classificações de Indicadores .................................................................................................. 126
Controle Comportamental ................................................................................ 127
Abordagens Estratégicas de Controle Comportamental .................................................... 128
Técnicas de Controle Comportamental .................................................................................. 129
Outras Técnicas de Controle Comportamental .................................................................... 130
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Gestão de Conflitos .................................................................................... 132
Visões sobre Conflitos ....................................................................................... 132
Visões dos Conflitos ......................................................................................... 133
Visão Tradicional ......................................................................................................................... 133
Visão Interacionista .................................................................................................................... 133
Visão de Resolução de Conflitos / Visão das Relações Humanas .................................... 133
Tipos de Conflitos ............................................................................................. 133
Funcionais x Disfuncionais ........................................................................................................ 133
Tarefa x Relacionamento x Processo ...................................................................................... 134
Interno x Externo ......................................................................................................................... 134
Substantivo x Emocional ........................................................................................................... 134
Níveis de Conflito ......................................................................................................................... 135
Níveis de Gravidade dos Conflitos.................................................................... 135
Processo dos Conflitos ...................................................................................... 136
Etapas do Processo de Conflito (Chiavenato) ....................................................................... 136
Administração de Conflitos .............................................................................. 137
Abordagens para Administrar Conflitos .................................................................................. 137
Estilos de Administração de Conflitos .................................................................................... 138
Técnicas de Administração de Conflitos (Blake & Mouton) ............................................... 138
Efeitos dos Conflitos ......................................................................................... 139
Negociação .................................................................................................. 140
Definições de Negociação ................................................................................ 140
Características (Chiavenato e Leite) ............................................................. 140
Processo de Negociação (Chiavenato) ........................................................... 140
Motivação..................................................................................................... 142
Conceito de Motivação ..................................................................................... 142
Alternativas de Posicionamento Estratégico ............................................... 142
Ciclo Motivacional (Chiavenato) ..................................................................... 143
Diferenças .......................................................................................................... 143
Teorias Motivacionais ....................................................................................... 144
Teoria de Maslow ......................................................................................................................... 144
Teoria de Alderfer (ERC/ERG) ...................................................................................................144
Teoria de Herzberg (Dois Fatores) ........................................................................................... 145
Teoria de McClelland (Necessidades Adquiridas) ................................................................. 145
Outras Teorias ................................................................................................... 146
Locke (Definição de Objetivos) ......................................................................... 147
Skinner (Reforço) .............................................................................................. 148
Motivação..................................................................................................... 149
Tarefas Combinadas em Conjunto (Combinação de Tarefas) ..................... 149
Carga Vertical (Expansão Vertical de Cargos) .............................................. 149
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8 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Relações Diretas com o Cliente ou Usuário (Estabelecimento de Relações
com os Clientes) ................................................................................................ 150
Formação de Unidades Naturais de Trabalho ................................................ 150
Abertura de Canais de Retroação (Feedback) ................................................ 151
Criação de Grupos Autônomos ......................................................................... 152
Liderança ..................................................................................................... 153
Características da Função Direção .................................................................. 153
Aplicação nos Níveis Organizacionais ............................................................. 153
Ações Desenvolvidas na Função Direção ....................................................... 154
Liderança vs Chefia ........................................................................................... 155
Líder ................................................................................................................................................ 155
Chefe .............................................................................................................................................. 155
Perspectivas da Liderança ............................................................................... 156
Tipos de Poder .................................................................................................... 157
Princípios de Liderança e Poder ....................................................................... 157
Estudos da Universidade de Michigan: Teoria Bidimensional ..................... 158
Liderança Orientada para a Tarefa/Produção ....................................................................... 158
Liderança Orientada para Pessoas/Relacionamentos ........................................................ 158
04 Estilos de Liderança de Likert ..................................................................... 159
Teorias de Liderança ......................................................................................... 160
Teoria da Contingência de Fiedler ........................................................................................... 160
Teoria do Recurso Cognitivo de Fiedler .................................................................................. 160
Teoria do Caminho-Meta de House .......................................................................................... 161
Teoria Situacional de Hersey e Blanchard .............................................................................. 161
Teoria 3D de Reddin .................................................................................................................... 162
Liderança Transacional .............................................................................................................. 163
Tipos de Liderança ............................................................................................ 164
Liderança Transformacional ..................................................................................................... 164
Liderança Carismática ................................................................................................................ 164
Liderança Autêntica ................................................................................................................... 165
Liderança Servidora .................................................................................................................... 165
Liderança Visionária.................................................................................................................... 165
Equipes de Trabalho ................................................................................... 166
Equipes de Trabalho ........................................................................................... 166
Competências Necessárias às Equipes ........................................................... 166
Estágios do Desenvolvimento das Equipes .................................................... 167
Tipos de Equipes ................................................................................................. 167
Equipes Bem-sucedidas ................................................................................... 168
Habilidades Necessárias para o Sucesso das Equipes ................................. 168
Equipes Eficazes ................................................................................................ 169
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9 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Equipes de Alto Desempenho ........................................................................... 169
Gestão de Projetos ..................................................................................... 170
Definição de Projeto .......................................................................................... 170
Gestão DE Projetos vs. Gestão POR Projetos ................................................. 170
Evolução da Gestão de Projetos ....................................................................... 170
Projetos x Operações ......................................................................................... 171
Portfólios, Programas, Projetos e Subprojetos ............................................. 171
Guia PMBOK ......................................................................................................... 172
Guia PMBOK – 6ª Edição ..................................................................................... 174
Ciclo de Vida dos Projetos (Fases dos Projetos) .................................................................... 174
Gestão de Projetos - PMBOK 6ª Edição ............................................................ 175
Custos e Pessoal........................................................................................................................... 175
Riscos e Influência das Partes Interessadas (Stakeholders) .............................................. 176
Custos da Mudança ...................................................................................................................... 176
Tipos de Ciclo de Vida de Projetos ............................................................................................ 177
Ciclo de Vida de Projetos x Ciclo de Vida de Produtos ................................... 177
Áreas de Conhecimento em Gerenciamento de Projetos ............................. 178
Grupos de Processos de Gerenciamento de Projetos ................................... 179
49 Processos do PMBOK (Áreas de Conhecimento xGrupos de Processos)
.............................................................................................................................. 179
Criação da Estrutura Analítica do Projeto (EAP) ................................................................... 180
Guia PMBOK – 7ª Edição ..................................................................................... 181
Ciclo de Vida dos Projetos (Fases dos Projetos) – 7ª edição ............................................... 181
Tailoring no Gerenciamento de Projetos ................................................................................ 182
Benefícios ..................................................................................................................................... 183
Etapas do Tailoring ..................................................................................................................... 183
Domínios de Desempenho de Projetos ........................................................... 184
Abordagens de Desenvolvimento ................................................................... 185
Funções Associadas a Projetos ....................................................................... 185
Equipes de Projeto de Alto Desempenho ........................................................ 187
Restrições dos Projetos .................................................................................... 187
Gestão por Projetos e Estrutura Organizacional .......................................... 188
Escritório de Gerenciamento de Projetos (EGP) ........................................... 190
Tipos de EGP ................................................................................................................................. 190
Capacidades do EGP ................................................................................................................... 190
Gerente de Projetos ........................................................................................... 191
Funções .......................................................................................................................................... 191
Triângulo de Talentos do PMI ..................................................................................................... 191
Gerenciamento dos Riscos do Projeto ............................................................ 192
Processos de Gerenciamento de Riscos ................................................................................ 192
Estratégias de Resposta aos Riscos........................................................................................ 193
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10 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Técnicas Utilizadas no Gerenciamento de Projetos ..................................... 194
PERT (Program Evaluation Review Technique) .................................................................... 194
CPM (Critical Path Method) ....................................................................................................... 195
Técnicas para Reduzir o Prazo dos Projetos ......................................................................... 195
Método de Kepner e Tregoe ...................................................................................................... 195
Método ZOPP (Objetivos Orientados ao Planejamento de Projetos) ................................ 195
Gráfico de Gantt ........................................................................................................................... 195
Técnica de Análise do Valor Agregado (EVA) ........................................................................ 195
Descrição dos processos do PMBOK ................................................................ 196
Processos de Gerenciamento da Integração do Projeto .................................................... 196
Processos de Gerenciamento do Escopo do Projeto ........................................................... 196
Processos de Gerenciamento do Cronograma do Projeto ................................................. 196
Processos de Gerenciamento dos Custos do Projeto .......................................................... 197
Processos de Gerenciamento da Qualidade do Projeto ....................................................... 197
Processos de Gerenciamento dos Recursos do Projeto ...................................................... 197
Processos de Gerenciamento das Comunicações do Projeto ........................................... 198
Processos de Gerenciamento dos Riscos do Projeto .......................................................... 198
Processos de Gerenciamento das Aquisições do Projeto .................................................. 198
Processos de Gerenciamento das Partes Interessadas do Projeto.................................. 199
Gestão de Processos ................................................................................. 200
Conceitos Introdutórios ................................................................................... 200
Estrutura dos Processos ........................................................................................................... 200
Gestão Funcional (tradicional) x Gestão por Processos .............................. 201
Guia BPM CBOK .................................................................................................. 202
Áreas de Conhecimento do Guia BPM CBOK (versão 3.0) .................................................. 202
Áreas de Conhecimento do Guia BPM CBOK (versão 4.0) .................................................. 203
Papéis em Gestão de Processos .............................................................................................. 203
Tipos de Processos .................................................................................................................... 204
Classificação dos Processos .................................................................................................... 204
Orientação dos Processos ........................................................................................................ 204
Processos Internos vs. Externos .............................................................................................. 205
Níveis de Detalhamento dos Processos ................................................................................. 205
Níveis de Maturidade em Processos ....................................................................................... 206
Ciclo de Gerenciamento de Processos (Ciclo de Vida dos Processos) ....... 207
Mapeamento e modelagem de Processos ...................................................... 208
Vantagens do Mapeamento e Modelagem de Processos .................................................. 208
Abordagens de Mapeamento e Modelagem de Processos ................................................. 209
Business Process Model and Notation (BPMN) .............................................. 209
Melhoria dos Processos .................................................................................... 210
Gestão de Risco ........................................................................................... 211
Gestão de Riscos ................................................................................................ 211
Avaliação e Resposta aos Riscos .............................................................................................. 211
Gestão de Riscos Corporativos (TCU) ...................................................................................... 211
Tolerância ao Risco ...................................................................................................................... 211
Experiência e Percepção de Riscos ..........................................................................................211
Ações para Lidar com Riscos ..................................................................................................... 211
Norma ISO 31000/2018 sobre Gestão de Riscos ............................................ 212
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11 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Princípios Chave da ISO 31000 ................................................................................................. 212
Estrutura para Gestão de Riscos .............................................................................................. 213
Processo de Gestão de Riscos .................................................................................................. 213
Métodos de Análise de Riscos .................................................................................................. 214
Benefícios da ISO 31000 ............................................................................................................ 214
Avaliação de Riscos............................................................................................ 215
Tratamento de Riscos ........................................................................................ 215
Seleção de Tratamento .............................................................................................................. 216
Modelo COSO I e II ............................................................................................... 216
COSO I (1992) ................................................................................................................................ 216
Atualização COSO ERM (2004) .................................................................................................. 217
COSO ERM 2016 – Alinhando com Estratégia e Performance ....................... 219
Técnicas de Gestão de Riscos .......................................................................... 220
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12 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Proposta do Material de Revisão
Meu objetivo é oferecer o melhor material esquematizado para o Concurso Nacional
Unificado, com uma qualidade incomparável, garantindo assim, que todos possam ter um
material de apoio e revisão para encarar essa reta final. Meu Resumo é projetado para
substituir a necessidade de ler PDFs extensos com centenas de páginas.
Dessa forma, a proposta é entregar um Material Completo, Didático e Objetivo, no Resumo
Esquematizado você encontrará tudo que é mais importante para o Concurso Nacional
Unificado. Cada informação foi cuidadosamente organizada para proporcionar uma
experiência de aprendizado eficiente da matéria.
Para preparar esse resumo, utilizamos a base dos Pdfs dos principais e maiores cursos
preparatórios para concursos, além de contar com a colaboração dos principais
professores de cada matéria, sempre solicitando orientação e dicas, buscando sempre o
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Auditor Faixa Preta
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13 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Ementa Gestão Governamental
1 Planejamento e gestão estratégica: 1.1 Conceitos, princípios, etapas, níveis, métodos e
ferramentas. Balanced Scorecard (BSC). Matriz SWOT. 1.2 Estabelecimento de objetivos e
metas organizacionais. 1.3 Ferramentas de gestão. 1.4 Metodologias para medição de
desempenho. Indicadores de desempenho: conceito, formulação e análise. Detalhamento da
ferramenta de avaliação de desempenho: OKR. 2 Gestão de pessoas: 2.1 Liderança,
gerenciamento de conflitos, motivação, sistemas de incentivo e responsabilização, gestão
do desempenho. 2.2 Programa de Gestão do Desempenho, teletrabalho. 2.3 Indicadores de
gestão de pessoas, flexibilidade organizacional. 2.4 Trabalho em equipe. 2.5 Gestão de redes
organizacionais, comportamento organizacional, cultura organizacional. 3 Gestão de
projetos: 3.1 Conceitos básicos. 3.2 Processos do PMBOK. 3.3 Gerenciamento da integração,
do escopo, do tempo, de custos, da qualidade, de recursos humanos, de comunicações, de
riscos, de aquisições, de partes interessadas. 3.4 Metodologias ágeis. 4 Gestão de processos.
4.1 Conceitos da abordagem por processos. 4.2 Técnicas de mapeamento, análise e melhoria
de processos. 4.3 BPM. 4.4 Desenho de serviços públicos. 5 Gestão de riscos: 5.1 Princípios,
objetos, técnicas, modelos nacionais e internacionais, integração ao planejamento. 5.2
Processo de Gestão de Riscos: comunicação, consulta, contextualização, identificação,
análise, tratamento, monitoramento e retroalimentação. 5.3 Boas práticas de gestão de
Riscos. 6 Inovação na gestão pública. 7 Governo eletrônico: 7.1 Transparência da
administração pública. 7.2 Controle social e cidadania; accountability. 8 Comunicação na
gestão pública. 9 Articulação versus a fragmentação de ações governamentais. 9.1
Dimensões da coordenação: intragovernamental, intergovernamental e governo-sociedade.
TOP 3 Assuntos mais relevantes da matéria
Gestão Governamental
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Tópico % TOP3
Gestão de pessoas 20%
🔺🔺 Inovação na gestão pública 18%
Governo eletrônico 15%
Gestão de projetos 13%
🔻🔻
Comunicação na gestão pública 12%
Planejamento e gestão estratégica 11%
Gestão de processos 9%
Gestão de Riscos 2%
Tabela 1
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14 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
GESTÃO GOVERNAMENTAL E GOVERNANÇA PÚBLICA
Administração
Conceitos e Estruturas na Administração e Organizações
Conceitos de Administração (Chiavenato)
Administração: Processo de planejar, organizar, liderar, e controlar para alcançar objetivos
organizacionais.
Esquema 1
A Organização é uma entidade estruturada, conjunto de pessoas e recursos para atingir
objetivos comuns. Administração dirige a organização para alcançar objetivos.
Ambientes Organizacionais
Esquema 2
Administração
Planejamento e
Organização Estruturação dos recursos.
Liderança Direção e motivação de
equipe.
Controle Monitoramento e ajuste de
ações para atingir metas.
Ambientes
Organizacionais
Geral
Macro ambiente indireto
(economia, política,
tecnologia, demografia).
Operacional
Ambiente competitivo
direto (clientes,
fornecedores,
concorrentes).
Interno
Elementos internos da
organização (funcionários,
estrutura física).
Mobile User
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15 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Estruturas Organizacionais
Esquema 3
Níveis Organizacionais
Estratégico (Institucional)
Esquema 4
Estruturas
Organizacionais
Formal
Baseada em racionalidade
e lógica
Planejada, com regras e
regulamentos
Representada em
organogramas
Informal
Surge naturalmente,
baseada em afinidade
Sem planejamento
estruturado ou regras
formais
Não representada em
organogramas
Estratégico
(Institucional):
Cúpula da organização
(Diretores, Presidentes).
Decisões de longo prazo
afetando a organização
como um todo.
Foco em clima, cultura
organizacional,e
estratégias.
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16 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Tático (Gerencial)
Esquema 5
Operacional:
Esquema 6
Função Descrição Foco
Planejamento
Estabelecer objetivos, definir meios e
traçar estratégias para alcançá-los.
Identifica oportunidades, ameaças,
fraquezas e forças.
Ideias
Organização
Dividir o trabalho, atribuir
responsabilidades, estabelecer
autoridades e alocar recursos
necessários.
Recursos
Direção
Conduzir os trabalhos, colocar em
prática o planejado e motivar as
pessoas.
Pessoas
Controle
Monitorar atividades, fazer correções
necessárias e avaliar o desempenho
para manter a organização no
caminho adequado.
Resultados
Tabela 2
Tático (Gerencial)
Gerentes e chefes de
departamento.
Articula entre os níveis
estratégico e operacional.
Interpreta e implementa
decisões estratégicas.
Operacional
Supervisores e foco no
desempenho de tarefas
específicas
Preocupação com a
eficiência da execução
das atividades.
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17 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Processo Administrativo (Processo Organizacional)
Processo Administrativo: Conjunto de ações (planejamento, organização, direção,
controle) destinadas a utilizar competências e recursos para alcançar objetivos de maneira
eficiente e eficaz.
Funções
Administrativas
Planejamento
Definição de objetivos.
Estabelecimento de estratégias para
alcançá-los.
Determinação de recursos necessários.
Organização
Estruturação da empresa.
Alocamento de recursos.
Definição de responsabilidades.
Direção
Orientação e motivação dos
colaboradores.
Comunicação efetiva.
Liderança e tomada de decisão.
Controle
Monitoramento das atividades.
Avaliação de resultados x planejados.
Correção de desvios.
Esquema 7
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18 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Características do Processo Administrativo
Esquema 8
Importância:
• Permite a tradução de objetivos globais em ações específicas.
• Engloba esforços de todos os níveis e áreas da organização.
• Busca a realização dos objetivos organizacionais da melhor forma possível.
Visão de Chiavenato
A administração é vista como um método que envolve a interpretação de objetivos
organizacionais e a sua transformação em ação por meio das funções administrativas.
O processo administrativo é cíclico, interativo e dinâmico, enfatizando a importância da
integração e da adaptação contínua às necessidades organizacionais e às mudanças
ambientais.
Papéis do Administrador Segundo Henry Mintzberg
Papéis Interpessoais
Esquema 9
Características do
Processo Administrativo
Cíclico As funções formam um
ciclo que se repete.
Interativo
As funções estão
interligadas, não são
isoladas.
Dinâmico
O processo é adaptável e
flexível às mudanças do
ambiente.
Papéis
Interpessoais
Símbolo /
Representação
Representa simbolicamente a
organização em eventos e
documentos importantes.
Liderança
Orienta, influencia e motiva os
subordinados na realização das
atividades.
Elemento de Ligação
Desenvolve uma rede de
contatos internos e externos
para a troca de informações.
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19 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Papéis Informacionais
Esquema 10
Papéis Decisórios
Esquema 11
Habilidades Administrativas de Katz
As habilidades técnicas, humanas e conceituais são fundamentais para o desempenho
eficaz de um administrador. Cada tipo de habilidade tem sua importância e aplicabilidade
específica em diferentes níveis da organização.
Papéis
Informacionais
Monitor
Coleta e analisa informações
relevantes para a organização
e seu ambiente.
Disseminador
Compartilha informações
internamente, garantindo que
decisões estratégicas sejam
conhecidas em todos os níveis.
Porta-voz
Comunica informações da
organização para o exterior,
como em entrevistas e
coletivas de imprensa.
Papéis
Decisórios
Empreendedor Identifica e inicia mudanças, buscando novas
ideias e oportunidades.
Solucionador de Conflitos Gerencia e soluciona conflitos internos e
externos.
Alocador de Recursos
Administra e distribui os recursos
organizacionais de acordo com as
necessidades e prioridades.
Negociador
Representa a organização em negociações
com partes interessadas, defendendo seus
interesses.
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20 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Habilidades Técnicas
As habilidades técnicas são exemplificadas pela proficiência em áreas específicas, como
contabilidade para um contador ou manipulação de equipamentos por um engenheiro.
Capacidade de aplicar conhecimentos técnicos ou especializados nas
atividades.
Esquema 12
Habilidades Humanas
As habilidades humanas englobam a capacidade de comunicação efetiva, coordenação de
equipes e liderança inspiradora. Capacidade de interagir eficazmente com pessoas, liderar,
motivar e influenciar grupos.
Esquema 13
Habilidades Conceituais
As habilidades conceituais compreendem uma visão sistêmica, a capacidade de diagnosticar
e interpretar situações complexas, e a habilidade de realizar planejamento estratégico.
Capacidade de compreender a organização como um todo e trabalhar com ideias e
conceitos.
Habilidades
Técnicas
Aprendizado Por meio de cursos e
treinamentos.
Aplicação
Principalmente no
nível operacional
(supervisores,
funcionários).
Importância
Essencial para a
execução direta das
tarefas.
Habilidades
Humanas
Aspectos
Comunicação efetiva,
coordenação de equipes,
liderança inspiradora.
Necessidade
Fundamental em todos os
níveis organizacionais, com
ênfase no nível tático
(gerentes).
Função
Atuar como elo de ligação
entre os níveis estratégico e
operacional, motivando e
liderando subordinados.
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21 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Esquema 14
Desenvolver essas habilidades permite ao administrador liderar com eficácia, executar
tarefas com competência e planejar estrategicamente o futuro da organização.
Habilidades
Conceituais
Aspectos
Visão sistêmica, diagnóstico e
interpretação de situações,
planejamento estratégico.
Aplicação
Essenciais no nível
estratégico para o
planejamento e tomada de
decisão de longo prazo.
Importância
Permite identificar
oportunidades e estabelecer
direções futuras para a
organização.
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22 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Planejamento e Gestão Estratégica
Planejamento
Filosofias de Planejamento
Planejamento Conservador
Planejamento Otimizante
Planejamento Adaptativo
Aspecto Planejamento
Conservador
Planejamento
Otimizante
Planejamento
Adaptativo
Objetivo Manter a estabilidade e a
situação atual.
Adaptabilidade e inovação
para melhorar a situação
existente.
Preparar a organização
para o futuro, adaptando-
se às contingências
ambientais.
Foco
Conservar práticas
existentes, identificar e
resolver problemas
internos.
Melhoria contínua das
práticas existentes,
adaptando-se às
mudanças.
Proatividade frente às
mudanças, antecipando
eventos futuros e
preparando ações
apropriadas.
Visão
Busca a continuidade do
sucesso por meio de uma
abordagem retrospectiva,
valorizando experiências
passadas.Obter os melhores
resultados possíveis, seja
por aumento de
desempenho ou redução
no uso de recursos.
Adaptar-se aos diferentes
interesses e às demandas
ambientais, visando o
desenvolvimento natural
da organização.
Característica
Resultados positivos e
suficientes sem
necessariamente alcançar
o ótimo.
Busca a excelência
através de melhorias
incrementais.
Reduz o planejamento
retrospectivo em favor de
uma base aderente às
contingências.
Abordagem Predominantemente
retrospectiva.
Predominantemente
incremental.
Predominantemente
aderente.
Tabela 3
• O planejamento é a etapa inicial nas funções administrativas, essencial para definir
objetivos e estabelecer os meios para alcançá-los.
• Existem diferentes filosofias de planejamento que refletem abordagens variadas
diante de ambientes e desafios organizacionais.
• Cada tipo de planejamento tem suas particularidades, objetivos e métodos, variando
de manter a estabilidade a buscar inovação e adaptabilidade.
• A escolha da filosofia de planejamento adequada depende da situação atual da
organização, de seus objetivos a longo prazo e do ambiente em que está inserida.
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23 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Princípios do Planejamento
Princípios Gerais
Esquema 15
Princípios Específicos
Esquema 16
P
ri
n
cí
p
io
s
G
er
ai
s
Contribuição aos
Objetivos
Planejamento visando os objetivos máximos
da organização.
Hierarquização dos objetivos para
cumprimento total.
Precedência do
Planejamento
Função inicial no processo administrativo.
Base para as demais funções.
Maior Influência e
Abrangência
Impacto em diversas características e
atividades organizacionais (pessoas,
tecnologia, sistemas).
Maiores
Eficiência,
Eficácia e
Efetividade
Busca por maximização dos resultados e
minimização das deficiências.
Eficiência (uso de recursos), Eficácia
(alcance dos objetivos), Efetividade (impacto
das ações).
P
ri
n
cí
p
io
s
E
sp
ec
íf
ic
os
Planejamento
Participativo
Inclusão das diversas áreas no processo.
Valorização do processo desenvolvido.
Planejamento
Coordenado
Integração e interdependência dos
aspectos envolvidos.
Planejamento
Integrado
Coesão entre os planejamentos de todos
os níveis organizacionais.
Planejamento
Permanente
Adaptação constante às mudanças
ambientais.
Revisão e atualização contínua do
planejamento.
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24 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Outros Princípios
Esquema 17
Vantagens do Planejamento
Segundo Chiavenato
Esquema 18
Outros
Princípios
Inerência Planejamento como função essencial e
omnipresente na organização.
Universalidade
Consideração de todas as variáveis e
consequências.
Visão abrangente e inclusiva.
Unidade Integração de todas as partes do
planejamento em um conjunto coeso.
Previsão Orientação para o futuro com
elaboração de previsões.
Flexibilidade Capacidade de adaptação do
planejamento a novas situações.
Vantagens do
Planejamento
Aumento do Foco
Aumento da Flexibilidade
Melhora na Coordenação
Melhora no Controle
Administração do Tempo
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25 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
O aumento do foco promove a convergência dos esforços, direcionando-os para as
atividades essenciais.
A flexibilidade aprimorada permite uma melhor adaptação a novas situações e
demandas.
A melhora na coordenação facilita a consecução dos objetivos hierarquizados,
garantindo uma maior eficiência operacional.
O aprimoramento do controle viabiliza a medição e avaliação mais precisa dos
resultados em relação aos objetivos estabelecidos.
A administração eficaz do tempo otimiza sua utilização, reduzindo o desperdício com
atividades não essenciais e aumentando a produtividade global.
Segundo Sobral e Peci (2008)
Esquema 19
O direcionamento proporcionado pelos princípios estabelecidos fornece uma clareza
de rumo para a organização, orientando suas ações e decisões.
A maximização da eficiência decorrente da aplicação desses princípios otimiza o uso
dos recursos disponíveis, aumentando a produtividade e reduzindo desperdícios.
Os parâmetros de controle definidos ajudam a monitorar e avaliar o desempenho das
atividades, fornecendo bases sólidas para a gestão e correção de desvios.
A motivação e o comprometimento são alimentados pela compreensão dos objetivos
e propósitos da organização, incentivando o engajamento dos colaboradores.
O autoconhecimento organizacional resultante desses princípios amplia a
compreensão das características internas da organização, facilitando a identificação
de pontos fortes e áreas de melhoria.
A preparação para mudanças ambientais, incluindo a redução do impacto ambiental,
é facilitada pela adaptação contínua dos processos e estratégias da organização
conforme os princípios estabelecidos.
Vantagens do
Planejamento
Direcionamento
Maximização da
Eficiência:
Parâmetros de Controle
Motivação e
Comprometimento
Autoconhecimento
Organizacional
Redução do Impacto
Ambiental
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26 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Processo de Planejamento (Chiavenato)
Esquema 20
1. A definição dos objetivos estabelece as metas a serem alcançadas, fornecendo um
norte para o planejamento.
2. O diagnóstico da situação atual permite uma avaliação precisa da lacuna entre o
estado presente e o estado desejado, essencial para direcionar as ações futuras.
3. O desenvolvimento de premissas cria cenários futuros, preparando a organização
para lidar com variabilidades e incertezas.
4. A análise de alternativas de ação possibilita a identificação e avaliação de diferentes
caminhos para atingir os objetivos estabelecidos.
5. A escolha de um curso de ação envolve a seleção da alternativa mais adequada, que
se tornará o plano de ação a ser seguido.
6. A implementação e avaliação do plano envolvem a execução das ações definidas e o
monitoramento constante dos resultados, garantindo que os objetivos sejam
alcançados e ajustando o plano conforme necessário.
Processo de
Planejamento
(Chiavenato)
Definição dos
Objetivos
Diagnóstico da
Situação Atual
Desenvolvimento de
Premissas
Análise de
Alternativas de Ação
Escolha de um Curso
de Ação
Implementação e
Avaliação
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27 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Tipos de Planejamento (Níveis de Planejamento)
Aspecto Planejamento
Estratégico Planejamento Tático Planejamento
Operacional
Nível
Organizacional
Alta cúpula
(presidentes,
diretores)
Intermediário/Gerencial
(gerentes, chefes de
departamento)
Administrativo mais
baixo (supervisores)
Foco Organização como um
todo
Unidades específicas
da organização
(departamentos)
Atividades e tarefas
rotineiras
Objetivo Definir direção futura
da organização
Traduzir estratégias em
ações específicas
Detalhar como
realizar as atividades
diárias
Horizonte de
Tempo Longo prazo Médio prazo Curto prazo
Áreas
Consideradas
Considera interno e
externo (forças,
fraquezas,
oportunidades,
ameaças)
Produção, financeiro,
marketing, recursos
humanos
Procedimentos,
orçamentos,
programas,
regulamentos
Características
Genérico, abrangente,
alto nível de
incertezas
Menos genérico que o
estratégico, detalhado
por área
Detalhado, analítico,
foco na eficiência
Tabela 4
Dinâmica entre os Níveis
• Estratégicopara Tático: O planejamento estratégico define a visão de longo prazo,
que é desdobrada em planos mais concretos e específicos pelo planejamento tático.
• Tático para Operacional: O planejamento tático estabelece as diretrizes para cada
departamento ou unidade, que são operacionalizadas em ações e procedimentos
diários pelo planejamento operacional.
Auditor Faixa Preta
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28 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Estratégia
Conceitos e Elementos da Estratégia
Estratégia é o conjunto de ações planejadas que visam alcançar objetivos específicos,
considerando os ambientes interno e externo da organização.
Todos os conceitos de estratégia apontam para a definição de caminhos e a alocação de
recursos para atingir os objetivos organizacionais, levando em conta o ambiente externo.
"Cinco Ps" de Mintzberg
1. Plano: Direção a ser seguida; estrutura formal da estratégia.
2. Estratagema (Ploy): Ação ardilosa para enfrentar concorrentes; manobras
estratégicas.
3. Padrão (Pattern): Comportamento ao longo do tempo; modelo a ser seguido.
4. Posição (Position): Posicionamento da empresa no mercado; relação empresa-
ambiente.
5. Perspectiva (Perspective): Personalidade da empresa; visão interna.
Características do Processo Administrativo
Esquema 21
Características do Processo Administrativo
Cíclico As funções formam um ciclo
que se repete.
Interativo As funções estão interligadas,
não são isoladas.
Dinâmico
O processo é adaptável e
flexível às mudanças do
ambiente.
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29 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Elementos Básicos das Estratégias
Esquema 22
Estratégia Deliberada x Estratégia Emergente
Esquema 23
Elementos Básicos
das Estratégias
Objetivos
Metas a serem
alcançadas pela
organização.
Políticas
Diretrizes que
orientam as
estratégias.
Projetos
Alocação de
recursos em
atividades para
alcançar os
objetivos.
E
st
ra
té
g
ia
D
el
ib
er
ad
a
x
E
st
ra
té
g
ia
E
m
er
g
en
te
Pretendida Estratégia inicialmente
planejada, intencional.
Não Realizada Estratégia planejada que não
foi executada.
Deliberada: Estratégia planejada e
implementada.
Emergente
Estratégia não planejada que
surge durante a execução das
ações.
Realizada Conjunto das estratégias
deliberadas e emergentes.
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30 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Estratégia envolve o planejamento e execução de ações que permitem a uma organização
alcançar seus objetivos, adaptando-se e posicionando-se de maneira vantajosa em seu
ambiente. A estratégia pode ser intencionalmente planejada (deliberada) ou surgir de forma
não intencional (emergente), refletindo a dinâmica e complexidade dos ambientes
empresariais.
Transformação Estratégica: Fases
Esquema 24
Fase de Transformação Contínua
Adaptação constante às mudanças ambientais
contínuas.
Transformações permanentes para manter a
relevância e competitividade.
Fase de Readequação Estratégica
Necessidade de ajuste às novas demandas e
ambientes em mudança.
Revisão e adaptação das estratégias para
enfrentar novos desafios.
Fase de Maturidade
Atingimento do máximo potencial de mercado. Risco de estagnação devido ao conformismo e
resistência a mudanças.
Fase de Crescimento
Crescimento progressivo após obter sucesso
inicial. Expansão e consolidação no mercado.
Fase Pioneira
Início da estratégia com criação da organização
ou entrada em novos negócios.
Caracterizada pela inovação e exploração de
novos mercados.
Transformação Estratégica
Auditor Faixa Preta
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31 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Estratégias de Miles e Snow
Esquema 25
Estratégias de
Miles e Snow
Defensiva
Foco na estabilidade e defesa de uma
parcela do mercado.
Práticas de preços competitivos ou foco
em qualidade.
Importância da eficiência tecnológica e
controle organizacional.
Exploradora
(Ofensiva)
Busca agressiva por novas
oportunidades de produtos e mercados.
Ênfase na flexibilidade tecnológica e
organizacional.
Analítica
Estratégia híbrida, equilíbrio entre
defensiva e exploradora.
Busca pelo equilíbrio entre minimizar
riscos e maximizar oportunidades de
lucro.
Reativa
Reação tardia e inconsistente às
mudanças ambientais.
Indica falhas na implementação de
estratégias ou inadequação das
mesmas.
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32 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Planejamento Estratégico
Planejamento Estratégico
Características
Esquema 26
Uma abordagem orientada para o futuro é essencial para garantir a sustentabilidade
e relevância de uma organização a longo prazo.
A compreensão abrangente das operações e dinâmicas organizacionais é
fundamental para tomar decisões informadas e eficazes.
O processo de construção de consenso promove a coesão e alinhamento entre os
diferentes interesses e necessidades dos stakeholders.
A aprendizagem organizacional é crucial para adaptar-se de forma ágil e eficaz às
mudanças no ambiente externo, garantindo a resiliência da organização.
Uma base sólida, composta por uma visão de futuro clara e uma análise abrangente
dos fatores internos e externos, é essencial para orientar o desenvolvimento
estratégico e operacional da organização.
Finalidades
A contrabalança de incertezas requer o desenvolvimento de planos alternativos para
garantir a resiliência e adaptabilidade da organização frente a cenários imprevistos.
A otimização do modelo de gestão busca aprimorar os processos empresariais,
aumentando a eficiência e eficácia das operações.
Consolidar vantagem competitiva envolve ações contínuas para manter e fortalecer
a posição da organização no mercado, diferenciando-se da concorrência.
Facilitar o controle e avaliação permite uma melhoria contínua dos resultados,
proporcionando insights para ajustes e correções necessárias.
O foco nos resultados esperados direciona os esforços da organização para alcançar
objetivos e metas predefinidos, garantindo a eficácia das ações e iniciativas
Planejamento
Estratégico
Características
Orientado para o
Futuro Focado no longo prazo.
Compreensivo Envolve toda a organização.
Processo de
Construção de
Consenso
Busca atender às necessidades de
todos os stakeholders.
Aprendizagem
Organizacional
Ajuste contínuo ao ambiente
externo complexo e instável.
Base Visão de futuro, fatores
organizacionais internos e externos.
Auditor Faixa Preta
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Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
33 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Esquema 27
Gestão Estratégica
• Mais Abrangente que Planejamento Estratégico: Inclui avaliação de diagnóstico,
formulação de propósito, estratégias, metas, responsabilidades e revisão de planos.
• Visa Crescimento e Sobrevivência: Adaptação contínua da estratégia, capacitação
e estrutura organizacional.
• Processo de Formulação e Implementação: Uso de modelo organizacional
adequado para implementar estratégias.
Esquema 28
O planejamento estratégico estabelece a direção e os objetivos de longo prazo da
organização, enfatizando a adaptação e aprendizado diante de um ambiente mutável.
Fi
n
al
id
ad
es
Contrabalançar
Incertezas
Desenvolvimento de planos
alternativos.
Otimizar Modelo de
Gestão
Aperfeiçoamento da gestão
empresarial.
Consolidar Vantagem
Competitiva
Manutenção e fortalecimento da
posição no mercado.Facilitar Controle e
Avaliação Melhoria contínua dos resultados.
Foco nos Resultados
Esperados
Direcionamento para o cumprimento
de objetivos e metas.
Relação com
Planejamento
Estratégico
Planejamento Estratégico
como Componente
O planejamento estratégico
é parte integrante da
gestão estratégica.
Gestão Estratégica
Mais Ampla
Inclui a implementação e
controle das estratégias,
além do planejamento.
Descentralização na
Gestão Estratégica
Envolve várias funções
organizacionais e níveis
estratégicos.
Auditor Faixa Preta
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Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
34 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
A gestão estratégica engloba uma visão mais ampla, incluindo a formulação,
implementação e controle das estratégias organizacionais, assegurando o alinhamento
constante da organização com seu ambiente.
Ambos são cruciais para o sucesso e sustentabilidade a longo prazo da organização, com o
planejamento estratégico formando a base para uma gestão estratégica eficaz.
Missão, Visão, Valores e Negócio
Categoria Missão Visão Valores Negócio
Definição Razão de ser da
organização.
Visão de futuro
da organização.
Princípios e
crenças que
norteiam
comportamentos.
Atividade
principal da
organização.
Objetivo
Indica o motivo
pelo qual a
organização
existe.
Expressa os
sonhos e o que a
organização
deseja ser.
Fundamento para
a tomada de
decisões.
Especifica o
ramo de
atividade no
qual a empresa
opera.
Característica
Descreve os
benefícios
trazidos para a
sociedade.
Claro consenso
sobre o futuro
desejado.
Define
comportamentos
esperados dos
membros.
Responde a "O
que a
organização
faz?".
Tabela 5
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
35 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Elementos do Planejamento Estratégico e Gestão
Elementos Fundamentais
Esquema 29
Elementos
Fundamentais
Objetivo Estratégico
Resultado final desejado.
Orientado para o longo prazo,
alinhado à missão e visão.
Objetivos Funcionais
Objetivos intermediários para
cada área funcional.
Essenciais para alcançar o
objetivo estratégico.
Desafios
Ações com esforço extra e prazo
quantificável.
Contribuem para alcançar
resultados definidos pelos
objetivos.
Metas
Etapas para alcançar os
objetivos.
Curto prazo, quantificáveis,
refletem a realidade da
organização.
Auditor Faixa Preta
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Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
36 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Características
Esquema 30
Fatores e Métodos de Suporte
Esquema 31
Características do
Processo
Administrativo
Estratégia
Caminho para alcançar
objetivos, desafios e metas.
Deve alinhar-se à missão e
visão.
Política
Diretrizes para tomada de
decisão.
Sustentação do
planejamento estratégico.
Diretrizes Conjunto de objetivos,
estratégias e políticas.
Projetos Trabalhos com prazos
preestabelecidos.
Programas Conjunto de projetos com
objetivos comuns.
Planos de Ação
Partes comuns de projetos,
relacionados a um tema
específico.
Fatores e Métodos
de Suporte
Fatores Críticos de
Sucesso
Elementos vitais para o
sucesso organizacional.
Resultados Alvos finais a serem
atingidos.
Benchmarking
Comparação com as
melhores práticas do
setor.
Stakeholders
Grupos ou indivíduos
interessados ou afetados
pela organização.
Primários: Impacto
direto (clientes,
empregados).
Secundários: Impacto
indireto (mídia, órgãos
reguladores).
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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37 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Metodologia SMART para Objetivos e Metas
Esquema 32
Metodologia
SMART
S Específico (Specific)
Claridade na comunicação.
M Mensurável (Measurable)
Possibilidade de medição.
A Atingível (Attainable)
Realista e alcançável.
R
Relevante (Relevant)
Impacto significativo na
organização.
T Temporal (Timely)
Definição de prazo.
Stakeholders
• Todos os interessados na
organização.
Shareholders
• Acionistas, detentores de parte
da empresa.
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38 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Etapas do Planejamento Estratégico
Etapas segundo Chiavenato
Esquema 33
Etapas segundo Djalma Oliveira
Esquema 34
Etapas segundo
Chiavenato
Formulação dos
Objetivos
Organizacionais:
•Definir direção e objetivos
finais de longo prazo.
Análise Externa do
Ambiente:
•Avaliar ameaças e
oportunidades externas.
Análise Interna da
Organização:
•Identificar forças e
fraquezas internas,
utilizando benchmarking.
Formulação das
Alternativas
Estratégicas e Escolha
da Estratégia:
•Identificar e escolher
caminhos e ações.
Desenvolvimento de
Planos Táticos e
Operacionais:
•Detalhar o planejamento
estratégico em planos
mais específicos.
Fase I: Diagnóstico
Estratégico
Identificação da Visão e
dos Valores
Definir visão futura e
valores organizacionais.
Análise Externa e Interna
Avaliar ameaças,
oportunidades, forças e
fraquezas.
Análise dos Concorrentes
Identificar vantagens
competitivas próprias e
dos concorrentes.
Auditor Faixa Preta
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39 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Esquema 35
Esquema 36
Esquema 37
Chiavenato x Djalma Oliveira
Ambas enfocam a importância de definir objetivos claros, analisar o ambiente interno e
externo, e desenvolver estratégias adequadas.
Chiavenato foca mais no processo linear do planejamento, enquanto Djalma Oliveira
enfatiza um diagnóstico estratégico mais detalhado e a importância da missão.
Apesar das diferenças, as duas abordagens são complementares e podem ser adaptadas
conforme a necessidade da organização.
A escolha entre as metodologias depende do contexto organizacional e dos objetivos
específicos.
Fase II: Missão da
Empresa
Estabelecimento da
Missão
Definir a razão de ser da
organização.
Estabelecimento dos
Propósitos Atuais e
Potenciais
Explicitar setores de
atuação.
Estruturação de Cenários
e Definição da Postura
Estratégica
Preparar futuro
organizacional e definir
posicionamento.
Estabelecimento das
Macroestratégias e
Macropolíticas
Grandes ações e
orientações gerais.
Fase III: Instrumentos
Prescritivos e
Quantitativos
Estabelecimento de
Objetivos, Desafios e
Metas
Definir o que deve ser
feito para alcançar a
missão.
Estratégias, Políticas,
Projetos e Planos de Ação
Como alcançar os
objetivos e quais recursos
são necessários.
Fase IV: Controle e Avaliação
Monitoramento e ajuste das
ações conforme necessário para
atingir os objetivos.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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40 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Planejamento Baseado em Cenários
Cenários são projeções lógicas de ambientes futuros, permitindo organizar um amplo
espectro de informações sobre possibilidades futuras.
Minimizar incertezas do futuro, não com previsões precisas, mas projetando diversos
cenários para preparar os administradores para diferentes possibilidades.
Abordagens de Construção de Cenários
Esquema 38
Tipos de Cenários
Esquema 39
Cenários são ferramentas poderosas para o planejamento estratégico, pois permitem que as
organizações ensaiem o futuro e se preparem para ele de forma mais informada e flexível.
A escolha do método depende das necessidades específicas da organização e do tipo de
incerteza que se deseja explorar.
Abordagens de
Construção de
Cenários
Projetiva
Baseada emexperiências
passadas.
Cria um único cenário futuro
e certo, usando variáveis
quantitativas e objetivas.
Prospectiva
Baseada em ações atuais,
criando diversos cenários
futuros e incertos.
Utiliza variáveis qualitativas,
tanto quantificáveis quanto
não quantificáveis.
Cenários de Primeira
Geração Ambientais
Exploratórios, focam no
entendimento de
variáveis externas.
Cenários de Segunda
Geração Estratégicos
Baseados em
informações incertas,
guiam decisões
estratégicas futuras.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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41 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Métodos para Construção de Cenários
Esquema 40
A lógica intuitiva na construção de cenários se concentra nas percepções futuras
dos gestores, não dependendo necessariamente de análises qualitativas
estruturadas, mas sim das intuições e experiências dos tomadores de decisão.
A análise do impacto das tendências utiliza modelos probabilísticos e estatísticos
para avaliar a probabilidade de diferentes cenários se concretizarem, sem considerar
as inter-relações entre os diversos fatores que influenciam essas tendências.
A análise do impacto cruzado examina as inter-relações entre tendências e
eventos, criando cenários com base no cruzamento de probabilidades, o que permite
uma compreensão mais holística e integrada das possíveis futuras situações.
A análise prospectiva é um método estruturado composto por várias etapas, desde
a delimitação do sistema até a disseminação do cenário, incluindo análise estrutural,
listagem de condicionantes, análise morfológica e testes de consistência,
proporcionando uma abordagem abrangente e sistemática para a construção de
cenários.
Planejamento Estratégico Situacional (PES)
• PES: Enfatiza a necessidade de adaptação e resposta contínua às ações de outros
"players" no ambiente, integrando planejamento e execução.
• Contraste com Planejamento Tradicional: O PES se opõe à visão estática e
determinista do planejamento tradicional, favorecendo uma abordagem dinâmica e
flexível que reconhece a incerteza e multiplica as possibilidades futuras.
Métodos para Construção
de Cenários
Lógica Intuitiva
Análise do Impacto das
Tendências
Análise do Impacto
Cruzado
Análise Prospectiva
Auditor Faixa Preta
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42 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Fator Planejamento Tradicional PES
Objeto do plano Passivo Ativo e Complexo
Explicação da
realidade Baseada em diagnósticos Apreciação situacional
Concepção do plano Normativo-Prescritivo Jogadas sucessivas
Análise estratégica Consultas a especialistas Análise da viabilidade
Fatores Genéricos Específicos
Operação Ação separada do plano Mediação entre o plano
e a ação
Tabela 6
Esquema 41
No Triângulo de Governo segundo Matus, o Projeto de Governo refere-se ao conteúdo da
proposta governamental, incluindo a seleção de problemas a serem abordados e a definição
das estratégias e abordagens para enfrentá-los.
A Capacidade de Governo no Triângulo de Governo de Matus engloba as habilidades
pessoais e institucionais necessárias para implementar os projetos delineados no projeto de
governo. Isso inclui o capital intelectual dos envolvidos, bem como sua experiência anterior.
A Governabilidade, no contexto do Triângulo de Governo de Matus, se refere ao grau de
controle que o governo possui sobre as variáveis externas que podem afetar a
implementação de seus projetos. Isso inclui a capacidade de mobilizar alianças políticas e
recursos para garantir o sucesso das iniciativas governamentais.
Triângulo de Governo
segundo Matus
Projeto de Governo
Capacidade de Governo
Governabilidade
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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43 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Momentos do PES
Esquema 42
Momento Explicativo do PES: ocorre a identificação e priorização dos problemas,
bem como a discussão sobre suas causas e efeitos, proporcionando uma
compreensão aprofundada da situação.
Momento Normativo do PES: envolve a definição das propostas para enfrentar os
problemas selecionados, ou seja, a formulação das soluções e estratégias que serão
implementadas para lidar com os desafios identificados.
Momento Estratégico do PES: ocorre o desenho da estratégia global a ser adotada,
considerando as propostas definidas no momento normativo e delineando as
diretrizes gerais para alcançar os objetivos estabelecidos.
Momento Tático-Operacional do PES: concentra-se na implementação das ações
planejadas, transformando as estratégias em atividades concretas e gerenciáveis,
garantindo que o planejamento seja efetivamente executado.
Características do PES
Esquema 43
Momentos do PES
Momento
Explicativo
Momento
Normativo
Momento
Estratégico
Momento Tático-
Operacional
Características do
PES
Não Linearidade Os momentos podem ocorrer de
forma não sequencial e interativa.
Integração
Os momentos não são excludentes;
o plano se desenvolve através de
todos eles.
Cálculo
Estratégico
Articulação entre o idealizado e o
viável, pensando estratégias para
tornar o plano exequível.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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44 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Redes e Alianças
A evolução do mercado global tem redefinido os paradigmas de competitividade empresarial,
impulsionando as organizações a buscar estratégias inovadoras para manter e ampliar sua
presença e eficácia no cenário internacional.
Nesse contexto, a formação de redes e alianças surge como uma abordagem estratégica
vital, permitindo às empresas complementar recursos, compartilhar conhecimentos e
capacidades, e, por conseguinte, fortalecer suas vantagens competitivas.
Exploraremos como estas parcerias estratégicas podem ser moldadas para alavancar
recursos, inovação e acesso a novos mercados, enfatizando a sinergia e colaboração como
elementos chave para o sucesso no cenário econômico atual.
Tipos de Alianças
Esquema 44
Redes
Redes são definidas como organizações temporárias conectadas por tecnologia da
informação, criadas para facilitar a colaboração e o compartilhamento de recursos
entre diferentes entidades.
Esquema 45
As redes são caracterizadas por sua natureza dinâmica, eficiência operacional e um
potencial de expansão ilimitado, proporcionando flexibilidade e adaptabilidade às mudanças
do ambiente.
Tipos de
Alianças
Sem participação
acionária
Cooperação mediante contratos sem
criação de nova entidade.
Com participação
acionária
Investimento acionário recíproco ou
unilateral entre as empresas.
Joint-ventures
Formação de uma nova empresa
independente com investimentos
das partes cooperantes.
Redes
Organizações
temporárias
conectadas por TI
Criadas para
facilitar a
colaboração e o
compartilhamento
de recursos
Auditor Faixa Preta
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45 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Em termos de estrutura, as redes são compostas por várias áreas de negócios relacionadas,
operando como centros de lucro independentes, o que permite uma gestão descentralizada
e uma maior autonomia operacional.
Esquema 46
Desafios e Aspectos Negativos
Esquema 47
As alianças e redes representam estratégias vitais para empresas em um ambiente
globalizado e competitivo, permitindo-lhes aproveitar competências complementares e
enfrentar desafios de mercado com maior eficácia. No entanto, essas estratégias também
trazem desafios e requerem cuidadosa consideração de potenciais consequências
negativas.
Redes
Características
Dinâmicas Eficientes Potencialde
expansão ilimitada
Desafios e
Aspectos Negativos
Obstruções de
Mercado
Dificuldades para
concorrentes devido a
alianças dominantes.
Falta de Competição Insatisfação dos clientes pela
redução da competição.
Falsa Percepção de
Vantagem
Vulnerabilidade à competição
devido a um falso senso de
segurança.
Oposição
Governamental
Restrições antitruste
impedindo formação de
cartéis e monopólios.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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46 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Administração por Objetivos
A Administração por Objetivos (APO) é uma metodologia gerencial focada na definição clara
de metas quantificáveis, estabelecidas de maneira conjunta por gestores e colaboradores,
visando alinhar os objetivos individuais com os estratégicos da organização.
• Promove uma gestão orientada para resultados, incentivando o comprometimento e
a responsabilidade de todos os níveis hierárquicos na consecução dos objetivos.
• Estimula a clareza na comunicação, o planejamento participativo e o
acompanhamento sistemático do desempenho, facilitando a identificação de áreas
de melhoria e a realização de ajustes operacionais e estratégicos necessários.
Foco: Resultados e objetivos organizacionais, mais do que nos processos.
Processo e Participação
• Planejamento: Definição de objetivos de baixo para cima, envolvendo gerentes e
subordinados.
• Envolvimento: Visa aumentar o comprometimento e motivação pelo atingimento
das metas.
Etapas da APO
Esquema 48
Etapas da
APO
Definição dos Objetivos:
•Negociação e especificação
consensual dos objetivos e
metas.
Plano de Ação:
•Especificação dos meios para
alcançar os objetivos, com
compromisso mútuo entre
gerente e subordinado.
Monitoramento:
•Verificação da eficácia dos
planos e tomada de medidas
corretivas.
Avaliação dos Resultados:
•Comparação dos resultados
alcançados com os esperados,
base para avaliação de
desempenho.
Reciclagem:
•Reavaliação e ajuste dos
objetivos e meios.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
47 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Características Principais
Esquema 49
Vantagens da APO
Esquema 50
Características
Principais
APO
Participação
Conjunta de gerentes e
superiores na definição
de objetivos.
Interligação Entre objetivos
departamentais.
Ênfase Na mensuração e
controle de resultados.
Contínua Avaliação Revisão e ajuste dos
planos.
Participação Ativa De todos os níveis da
organização.
Apoio do Staff Essencial para
implementação.
Vantagens
da APO
Direciona atividades para
cumprimento dos objetivos
Estabelece metas claras e
medidas de desempenho
Estimula participação e
comprometimento
Clarifica funções e
responsabilidades
Aumenta adaptabilidade a
mudanças externas
Alinha objetivos individuais aos
da empresa
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
48 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Desvantagens da APO
Esquema 51
A Administração por Objetivos é uma estratégia de gestão focada em definir e atingir
objetivos de forma participativa, visando alinhar os esforços individuais aos objetivos
organizacionais. Apesar de suas vantagens em promover claridade, comprometimento e
adaptabilidade, possui desafios que incluem a necessidade de suporte contínuo da liderança
e o risco de sobrevalorizar metas de curto prazo.
Desvantagens
da APO
Depende do comprometimento
da alta administração
Pode ser menos eficaz em
ambientes de rápida mudança
Pode enfocar excessivamente
em objetivos individuais
Tendência a focar no curto
prazo
Potencial para burocratização e
consumo excessivo de tempo
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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49 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Ferramentas Estratégicas
Diagnóstico Organizacional e Análise SWOT
Entender a posição atual da organização analisando seu ambiente interno e externo.
Figura 1
Ambiente Interno
Os fatores são controláveis pela organização.
As Forças representam diferenciais positivos internos, como uma infraestrutura
robusta ou uma equipe altamente qualificada, que conferem vantagens
competitivas.
As Fraquezas, por outro lado, são aspectos negativos internos, como a falta de
tecnologia atualizada ou recursos limitados, que representam áreas em que a
organização precisa melhorar para competir de forma eficaz.
Ambiente Externo
Os fatores são geralmente não controláveis pela organização.
As Oportunidades são elementos externos positivos, como um mercado em
crescimento ou a falência de concorrentes, que a organização pode aproveitar para
expandir seus negócios ou ganhar vantagem competitiva.
As Ameaças são fatores externos negativos, como a entrada de novos concorrentes
no mercado ou legislação restritiva, que representam desafios e riscos para a
organização, exigindo estratégias de mitigação ou adaptação.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
50 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Esquema 52
O objetivo da Análise SWOT, também conhecida como Matriz FOFA, é compreender a posição
atual da organização, permitindo uma avaliação abrangente de seus fatores internos e
externos que influenciam seu desempenho.
Os componentes da Análise SWOT consistem em Forças e Fraquezas, que compõem a análise
interna (microambiente) da organização, abordando aspectos controláveis e internos que
afetam sua competitividade e eficácia.
Por outro lado, as Oportunidades e Ameaças, compõem a análise externa (macroambiente)
da organização, considerando elementos não controláveis e externos que podem impactar
o ambiente operacional e estratégico da organização.
Cenários Identificados pela SWOT
Esquema 53
Análise SWOT
(Matriz FOFA)
Ambiente Interno
(Controlável)
Forças
(Strengths)
Fraquezas
(Weaknesses)
Ambiente Externo
(Não Controlável)
Oportunidades
(Opportunities)
Ameaças
(Threats)
Cenários
Identificados pela
SWOT
Alavancagem
(Forças +
Oportunidades)
Potencializar
forças para
aproveitar
oportunidades.
Limitações
(Fraquezas +
Oportunidades)
Fraquezas que
limitam o
aproveitamento de
oportunidades.
Vulnerabilidade
(Forças +
Ameaças)
Uso de forças para
mitigar ameaças.
Problemas
(Fraquezas +
Ameaças)
Incapacidade de
enfrentar ameaças
devido a
fraquezas.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
51 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
O cenário de Alavancagem é identificado pela SWOT quando as Forças internas da
organização podem ser potencializadas para aproveitar as Oportunidades externas.
Nesse cenário, a organização busca utilizar seus pontos fortes para capitalizar as
oportunidades de mercado, aumentando sua vantagem competitiva e
impulsionando seu crescimento.
No cenário de Limitações, as Fraquezas internas da organização representam
obstáculos que limitam o aproveitamento das Oportunidades externas. Nesse caso,
as deficiências internas podem impedir que a organização se beneficie plenamente
das oportunidades identificadas, exigindo esforços para superar ou mitigar essas
limitações.
A Vulnerabilidade ocorre quando as Forças da organização são direcionadas para
mitigar as Ameaças externas. Nesse cenário, a organização utiliza seus pontos fortes
para enfrentar e minimizar os impactos negativos das ameaças do ambiente externo,
visando proteger sua posição no mercado e reduzir riscos potenciais.
O cenário de Problemas surge quando as Fraquezas internas da organização se
tornam evidentes diante das Ameaçasexternas. Aqui, a organização enfrenta
dificuldades para lidar com as ameaças externas devido às suas deficiências
internas, o que pode comprometer sua capacidade de adaptação e sobrevivência no
mercado.
Estratégias Baseadas na SWOT
Análise Externa
Predominância
Oportunidades Ameaças
A
n
ál
is
e
In
te
rn
a
P
re
d
om
in
ân
ci
a Forças Crescimento Manutenção
Fraquezas Desenvolvimento Sobrevivência
Tabela 7
Estratégias de Desenvolvimento na SWOT visam maximizar as Forças internas e
aproveitar as Oportunidades externas. Por exemplo, uma organização pode expandir
sua produção para aproveitar um mercado em crescimento, capitalizando seus
pontos fortes e as oportunidades identificadas.
Estratégias de Crescimento buscam superar as Fraquezas internas para aproveitar
as Oportunidades externas. Por exemplo, uma empresa pode investir em tecnologia
para superar suas deficiências e explorar novos mercados, impulsionando seu
crescimento e competitividade.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
52 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Estratégias de Manutenção se concentram na defesa da organização contra
Ameaças externas, utilizando suas Forças internas. Estratégias específicas incluem
estabilidade, foco em nichos de mercado ou especialização em atividades
específicas, permitindo que a organização mantenha seu equilíbrio e liderança em
seu setor.
Estratégias de Sobrevivência na SWOT são desenvolvidas para enfrentar um
cenário adverso, combinando as Fraquezas internas e as Ameaças externas. Por
exemplo, uma empresa pode redefinir seu modelo de negócios para se adaptar a
novas legislações restritivas, buscando garantir sua sobrevivência e continuidade no
mercado.
A Análise SWOT é uma ferramenta essencial no diagnóstico organizacional, permitindo que
as empresas avaliem suas forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. A partir dessa
análise, é possível identificar cenários específicos e desenvolver estratégias direcionadas
para alavancar, crescer, manter ou sobreviver no mercado competitivo
Matriz BCG
O objetivo da matriz BCG é fornecer uma classificação clara dos produtos com base no
crescimento do mercado e na participação de mercado, para orientar as decisões
estratégicas de alocação de recursos.
Ciclo de Vida de um produto
Figure 1
Categorias
"Estrelas" geralmente possuem alta participação de mercado em um mercado em
crescimento, resultando em um equilíbrio saudável de fluxo de caixa e potencial de
crescimento futuro.
"Interrogação" engloba produtos com baixa participação de mercado em mercados
em crescimento, apresentando incerteza em relação aos retornos futuros, o que
exige análises mais profundas antes de decisões de investimento.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
53 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
"Vaca Leiteira" é uma classificação reservada para produtos com alta participação
de mercado em mercados estabilizados, caracterizados por uma lucratividade
consistente e fluxo de caixa positivo.
"Abacaxi" (ou "Cachorros") têm baixa participação de mercado em mercados
estagnados, consumindo recursos sem oferecer perspectivas significativas de
retorno, o que exige avaliações sobre sua viabilidade contínua.
Tabela 8
Matriz GE/McKinsey
A matriz GE/McKinsey se destaca por oferecer um maior número de indicadores em
comparação com a matriz BCG, fornecendo uma análise mais abrangente e detalhada da
posição estratégica dos negócios.
Seus eixos principais são a atratividade do mercado e a força competitiva, permitindo
uma avaliação mais precisa do ambiente competitivo em que uma empresa opera.
Os nove quadrantes resultantes da combinação desses eixos fornecem uma gama mais
ampla de recomendações estratégicas.
Quadrante VERDE, que representa áreas de alto potencial de crescimento e forte
vantagem competitiva, é recomendado investir recursos para maximizar os retornos.
Quadrante AMARELO sugere cautela, indicando mercados com atratividade
moderada e/ou força competitiva relativamente fraca, onde as decisões de
investimento devem ser tomadas com prudência.
Quadrante VERMELHO, indicando mercados pouco atrativos e/ou com forte
concorrência, sugere uma estratégia de desinvestimento ou realocação de recursos
para áreas mais promissoras.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
54 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Tabela 9
Matriz Ansoff
A matriz Ansoff oferece uma abordagem abrangente ao considerar tanto novos produtos
quanto novos mercados além dos já existentes, visando a expansão estratégica das
empresas.
Estratégias:
A estratégia de penetração de mercado, dentro da matriz Ansoff, concentra-se em
aumentar a participação em um mercado já existente, utilizando os produtos já
estabelecidos pela empresa.
O desenvolvimento de mercado, uma das estratégias da matriz Ansoff, envolve a
exploração de novos mercados para os produtos já existentes, ampliando assim o
alcance da empresa.
A estratégia de desenvolvimento de produto, conforme delineada pela matriz
Ansoff, direciona os esforços para explorar novos produtos dentro de um mercado
já existente, buscando atender às necessidades emergentes dos consumidores.
A diversificação, uma abordagem ousada da matriz Ansoff, implica o
desenvolvimento e introdução de novos produtos em mercados totalmente novos,
diversificando assim o portfólio da empresa e mitigando riscos associados à
dependência de um único mercado ou produto.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
55 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
PRODUTOS
EXISTENTE NOVOS
M
E
R
C
A
D
O
EXISTENTE Penetração no Mercado Desenvolvimento de
Produtos
NOVOS
Desenvolvimento de
Mercados Diversificação
Tabela 10
Estratégias Competitivas Genéricas, Cadeia de Valor, e Cinco Forças de Porter
Estratégias Competitivas Genéricas (Porter, 1986)
Esquema 54
A estratégia de liderança de custo, conforme proposta por Porter em 1986, visa à produção
mais econômica para estabelecer uma posição de liderança no mercado, com foco na
eficiência operacional e na busca por economias de escala que proporcionem vantagens
competitivas.
Estratégias
Competitivas Genéricas
(Porter, 1986)
Liderança de Custo
Produzir mais barato
para liderar o mercado.
Enfase na eficiência e
economia de escala.
Diferenciação
Criar produtos únicos
valorizados pelos
consumidores.
Enfoque (Focalização)
Concentrar esforços em
nichos específicos do
mercado.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
56 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
A diferenciação, outra das estratégias competitivas genéricas de Porter, concentra-se na
criação de produtos ou serviços únicos e valorizados pelos consumidores, buscando
estabelecer uma posição de destaque no mercado por meio da percepção de valor agregado.
O enfoque, ou focalização, como estratégia competitiva, envolve concentrar os esforços em
segmentos de mercado específicos, atendendo às necessidades e preferências de nichos de
consumidores de forma mais precisa e eficaz do que os concorrentes de mercado mais
amplo.
Cadeia de Valor (Porter)
A cadeia de valor, concebida por Porter, oferece uma análise abrangente das atividades que
contribuem para a criação de valor em um produto ou serviço, desde sua concepção até a
entrega ao cliente final.
O objetivo principal da aplicação da cadeia de valor é identificar e compreender as vantagens
competitivas de uma empresa, por meio do mapeamento detalhado e da análise dasatividades realizadas em toda a sua extensão.
As atividades principais na cadeia de valor incluem a logística interna, as operações de
produção, a logística externa, o marketing e as vendas, bem como os serviços pós-venda,
destacando os estágios cruciais no processo de entrega de valor ao cliente.
Além das atividades principais, as atividades de apoio desempenham um papel fundamental
na cadeia de valor, incluindo a aquisição de recursos, o desenvolvimento de tecnologia, a
gestão de recursos humanos e a infraestrutura da empresa, fornecendo suporte essencial
para as operações principais.
Esquema 55
Cadeia de Valor
(Porter)
Analisa atividades que geram valor ao produto/serviço,
desde a matéria-prima até o cliente final.
Objetivo Identificar vantagens competitivas
através do mapeamento de atividades.
Atividades
Principais
Logística interna, Operações, Logística
externa, Marketing e Vendas, Serviços.
Atividades
de Apoio
Aquisição, Desenvolvimento de
Tecnologia, Gerência de Recursos
Humanos, Infraestrutura da empresa.
Auditor Faixa Preta
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57 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Cinco Forças de Porter
Esquema 56
Elaboração do Plano de Ação e Controle de Desempenho
Ferramenta 5W2H
O 5W2H serve como um guia prático para definir claramente as etapas de execução de um
plano.
Esquema 57
Cinco Forças
de Porter
Ameaça de Novos
Entrantes
Barreiras para novos
competidores entrarem no
mercado
Ameaça de Produtos
Substitutos
Produtos alternativos que podem
substituir o produto da empresa
Poder de Barganha dos
Fornecedores
Capacidade dos fornecedores
influenciar preços/custos
Poder de Barganha dos
Clientes
Capacidade dos clientes
negociarem preços ou condições
Rivalidade entre
Concorrentes
Intensidade da competição dentro
do setor
Ferramenta
5W2H
Perguntas a serem
respondidas
What? (O que será feito?)
Why? (Por que será feito?)
Who? (Quem fará?)
Where? (Onde será feito?)
When? (Quando será feito?)
How? (Como será feito?)
How much? (Quanto custará?)
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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58 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Balanced Scorecard - BSC (Kaplan e Norton)
Integrar estratégias organizacionais ao orçamento operacional.
Esquema 58
Funções do BSC
Esquema 59
Parte superior do formulário
Perspectivas do
BSC
Financeira Resultados financeiros.
Do Cliente Como os clientes veem a
organização.
Dos Processos
Internos
Processos críticos para o
sucesso.
Do Aprendizado e
Crescimento
Capacidade de inovação e
melhoria.
Funções
do BSC
Clarificar e comunicar a
estratégia
Alinhar metas individuais e
departamentais com a
estratégia
Planejar, definir metas e alinhar
iniciativas estratégicas
Melhorar o feedback e o
aprendizado estratégico
Auditor Faixa Preta
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59 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Elementos Principais do BSC
Esquema 60
Mapa Estratégico (Kaplan e Norton)
Representação gráfica que ilustra a missão, visão, estratégia organizacional, e objetivos
estratégicos inter-relacionados nas quatro perspectivas do BSC.
Esquema 61
Elementos
Principais do BSC
Mapa estratégico Visão geral da estratégia
Objetivos estratégicos Fins a serem alcançados
Indicadores Medidas de
acompanhamento das ações
Metas Níveis de desempenho
esperados
Plano de ação Ações necessárias para
atingir objetivos
Mapa Estratégico
(Kaplan e Norton) Perspectivas
Financeira
Cliente
Processos Internos
Aprendizado e
Crescimento
Auditor Faixa Preta
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60 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
A Perspectiva Financeira do mapa estratégico destaca a importância de alinhar as
metas financeiras da organização com sua visão de longo prazo, garantindo a
sustentabilidade e o crescimento financeiro.
Na Perspectiva do Cliente, as assertivas devem refletir o compromisso da
organização em entender as necessidades e expectativas dos clientes para oferecer
produtos e serviços que agreguem valor e promovam a fidelização.
A Perspectiva de Processos Internos destaca a necessidade de identificar e
otimizar os processos-chave que impulsionam a entrega de valor ao cliente, visando
eficiência, qualidade e inovação contínua.
Na Perspectiva de Aprendizado e Crescimento, as assertivas devem abordar o
investimento em capacitação, desenvolvimento de competências e cultura
organizacional voltada para a adaptação às mudanças e aprimoramento constante.
Esquema 62
O princípio do equilíbrio entre forças contraditórias enfatiza a necessidade de encontrar um
ponto de equilíbrio entre diferentes objetivos e prioridades, garantindo uma abordagem
holística na tomada de decisões estratégicas.
Baseado numa proposição de valor diferenciada aos clientes, o princípio destaca a
importância de identificar e comunicar de forma clara os benefícios únicos que a
organização oferece aos seus clientes, destacando-se da concorrência.
O valor criado através de processos internos ressalta a importância de otimizar e aprimorar
os processos internos da organização para garantir a entrega eficiente e eficaz de valor aos
clientes.
Princípios
Norteadores
Equilíbrio entre forças
contraditórias
Baseia-se numa
proposição de valor
diferenciada aos clientes
Valor criado através de
processos internos
Estratégia com temas
complementares e
simultâneos
Alinhamento estratégico
potencializa o valor dos
ativos intangíveis
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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61 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
A estratégia com temas complementares e simultâneos sugere a necessidade de adotar
abordagens estratégicas que se complementam e são implementadas simultaneamente,
maximizando os resultados e sinergias entre diferentes iniciativas.
O alinhamento estratégico potencializa o valor dos ativos intangíveis, destacando a
importância de garantir que os objetivos estratégicos estejam alinhados com os recursos e
capacidades da organização, maximizando o valor dos ativos intangíveis, como reputação e
cultura organizacional.
Matriz GUT
Problemas são avaliados e recebem notas de 1 a 5 para G, U, e T. Notas são multiplicadas
para estabelecer prioridades:
Figure 2
Gravidade (G): Avalia o impacto do problema na organização, considerando suas
consequências potenciais em termos de danos, custos ou perda de oportunidades.
Urgência (U): Refere-se ao prazo para ação sobre o problema na matriz GUT,
destacando a necessidade de resolver o problema dentro de um período de tempo
específico para evitar consequências negativas.
Tendência (T): Avalia a evolução do problema sem intervenção, ou seja, como o
problema pode se desenvolver ao longo do tempo se não for abordado de forma
adequada e oportuna.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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62 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Esquema 63
Na avaliação da estabilidade, é importante reconhecer que um problema permanece
constante sem ação, evidenciando a necessidade de intervenção para evitar sua
perpetuação e possíveis consequências negativas para a organização.
Ao considerar o agravamento, destaca-se que um problema tende a piorar sem ação,
enfatizando a urgência de implementar medidas corretivas ou preventivas para evitar
que a situação se deteriore ainda mais.
A atenuação refere-se à compreensão de que um problema regredirá mesmo sem ação,
indicando a possibilidade de o problema diminuir de gravidade por fatoresexternos, mas
ressaltando a importância de tomar medidas para acelerar ou fortalecer esse processo
de melhoria.
Esquema 64
Fatores
Gravidade (G)
Impacto do
problema na
organização
Urgência (U)
Prazo para ação
sobre o
problema
Tendência (T)
Evolução do
problema sem
intervenção
Avaliação
Estabilidade Problema permanece
constante sem ação.
Agravamento Problema piora sem
ação.
Atenuação Problema regredirá
mesmo sem ação.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
63 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
OKR (Objectives and Key Results)
Desenvolvido na Intel por Andrew Grove, popularizado na Google por John Doerr.
Objetivo (O que alcançar?) + Key Results (Como mensurar o progresso?).
Estrutura dos OKRs
Componentes
• Objetivo:
Claro, conciso e qualitativo.
Aspiracional e motivador.
• Key Results (2 a 5 por objetivo):
Quantitativos.
Baseados em métricas ou milestones.
Características
Esquema 65
Características
Principais dos OKRs
Simplicidade
Ciclos Curtos
Foco
Abordagem Bottom-Up e
Top-Down
Alinhamento Organizacional
Transparência
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
64 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
A simplicidade dos OKRs se traduz em uma linguagem clara e fácil compreensão,
facilitando a comunicação e o acompanhamento do progresso em direção aos
objetivos.
Os ciclos curtos dos OKRs, geralmente trimestrais, são adotados para promover
mais agilidade na adaptação às mudanças do ambiente e na avaliação do
desempenho.
O foco dos OKRs está na concentração nas prioridades, garantindo que os esforços
estejam direcionados para alcançar os objetivos mais importantes da organização.
A abordagem Bottom-Up e Top-Down dos OKRs envolve a participação dos
colaboradores na definição dos seus próprios objetivos, ao mesmo tempo em que há
alinhamento com os objetivos organizacionais definidos pela liderança.
O alinhamento organizacional dos OKRs integra objetivos individuais, de equipe e
da organização, garantindo que todas as metas estejam alinhadas com a visão e
estratégia globais.
A transparência dos OKRs é promovida através do compartilhamento de metas
claras, o que fortalece o engajamento dos colaboradores e promove um espírito de
equipe focado em alcançar resultados coletivos.
Benefícios do OKR
Esquema 66
Benefícios
do OKR
Alinhamento Cria um sentido de direção
compartilhada em toda a organização.
Engajamento
A participação no processo de
definição motiva e aumenta o
comprometimento.
Foco nas Prioridades Ajuda a equipe a se concentrar no que
realmente importa.
Agilidade Ciclos curtos permitem rápida
adaptação às mudanças.
Transparência
Facilita a comunicação e o
entendimento dos objetivos
organizacionais.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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65 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Implementação dos OKRs
Esquema 67
A implementação dos OKRs geralmente começa com a definição colaborativa dos objetivos
e key results, envolvendo diferentes níveis hierárquicos e equipes para garantir um
alinhamento eficaz com a visão e estratégia da organização.
O acompanhamento regular do progresso dos OKRs é uma prática fundamental, permitindo
que os responsáveis monitorem o avanço em direção aos objetivos e identifiquem áreas que
exigem atenção ou intervenção.
A flexibilidade dos OKRs permite ajustes e realinhamentos conforme necessário ao longo do
ciclo de execução, garantindo que as metas permaneçam relevantes e eficazes diante das
mudanças no ambiente externo ou interno da organização.
Implementação
dos OKRs
Definição colaborativa dos
objetivos e key results.
Acompanhamento regular
do progresso.
Ajustes e realinhamentos conforme
necessário para manter a relevância e
eficácia.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
66 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Gestão de Pessoas
Gestão de Pessoas
Gestão de Pessoas é essencial para as organizações pois cria um diferencial competitivo
através do talento humano. Envolve interdependência entre organizações e pessoas para
o alcance mútuo de objetivos.
Conceitos-Chave por Autores
Chiavenato: Foco no capital humano como base do sucesso organizacional e
vantagem competitiva.
Definição Ampla: Conjunto de políticas e práticas para alinhar expectativas entre
organização e pessoas.
Enfoque Gerencial: Maneira de gerenciar e orientar o comportamento humano no
trabalho.
Objetivo Principal: Cooperação das pessoas nas organizações para alcançar
objetivos organizacionais e individuais.
Administração de Recursos Humanos: Conjunto de políticas para gerir aspectos
gerenciais relacionados com pessoas, incluindo recrutamento, treinamento,
avaliação e recompensa.
Aspectos Fundamentais
Esquema 68
Aspectos Fundamentais
Planejamento, organização, direção e
controle de pessoal.
Provisão, treinamento, desenvolvimento,
motivação e manutenção dos empregados.
Atividades envolvem recrutamento,
seleção, treinamento e outros aspectos de
RH.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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67 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Objetivo da Gestão de Pessoas:
Esquema 69
Foco da Gestão de Pessoas
Esquema 70
Objetivo da
Gestão de Pessoas
Conciliar e realizar as
expectativas de ambos,
organização e pessoas, para o
benefício mútuo.
Promover vantagens
competitivas através da
gestão eficiente do capital
humano.
Cooperação eficaz das
pessoas em direção aos
objetivos organizacionais e
individuais.
Foco da
Gestão de Pessoas
Orientar o comportamento humano no
trabalho para alinhar com os objetivos da
organização.
Desenvolver políticas e práticas que
fomentem a colaboração e a eficiência.
Gerar um ambiente de trabalho propício
que motive e mantenha os empregados
satisfeitos e produtivos.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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68 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Evolução Histórica da Gestão de Pessoas
Visão de Chiavenato
Esquema 71
Transição e Enfoques
Esquema 72
Era da
Industrialização
Clássica (1900-1950)
•Departamentos de
Pessoal/Relações
Industriais focados em
eficiência e
cumprimento legal.
Era da
Industrialização
Neoclássica (1950-
1990)
•Departamentos de
Recursos Humanos
com funções táticas e
visão das pessoas
como recursos a ser
geridos.
Era da Informação
(Após 1990)
•Gestão de Pessoas
com enfoque em
talentos como
parceiros e patrimônio
intelectual, realizando
atividades
estratégicas.
Transição e
Enfoques
De Operacional para
Estratégico
A função de RH evolui de atividades
burocráticas para o papel de consultoria
estratégica.
De Recursos para
Parceiros
Mudança na percepção das pessoas de
recursos a serem gerenciados para
parceiros estratégicos da organização.
De Eficiência para
Efetividade
Mudança do foco em eficiência
operacional para impacto estratégico no
sucesso organizacional.
Integração com
Estratégias
Organizacionais
A gestão de pessoas passa a ser
essencial na formulação e
implementação das estratégias
organizacionais.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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69 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Evolução
Esquema 73
A evolução histórica da gestão de pessoas reflete a crescente valorização do capital humano
nas organizações, destacando a importância de alinhar as estratégias de gestão de pessoas
com os objetivos e estratégiasglobais da organização para alcançar uma vantagem
competitiva sustentável.
Administração Científica e Clássica
•Foco em eficiência e estrutura.
Relações Humanas e Industriais
•Reconhecimento da importância dos aspectos sociais e
sindicais.
ARH e Gestão de Pessoas
•Reconhecimento do valor do capital humano e sua
gestão estratégica para o sucesso organizacional.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
70 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Aspecto
Era da
Industrialização
Clássica
Era da
Industrialização
Neoclássica
Era da Informação
Administração
de Pessoas
Relações Industriais
Administração de
recursos humanos
Gestão de pessoas
Estrutura
organizacional
Burocrática, funcional,
piramidal, centralizadora,
rígida e inflexível.
Mista, matricial, com
ênfase na
departamentalização por
produto ou serviço ou
unidade estratégica de
negócios
Fluida, ágil e flexível,
totalmente
descentralizada. Ênfase
nas redes de equipes
multifuncionais
Cultura
organizacional
Teoria X. Foco no
passado, nas tradições e
nos valores
conservadores. Ênfase
na manutenção do
status quo. Valor à
tradição e à experiência
Transição. Foco no
presente e no atual.
Ênfase na adaptação ao
ambiente. Valor à
renovação e à
revitalização
Teoria Y. Foco no futuro
e no destino. Ênfase na
mudança e na inovação.
Valor ao conhecimento e
à criatividade
Ambiente
organizacional
Estático, previsível,
poucas e gradativas
mudanças. Poucos
desafios ambientais
Intensificação e
aceleração das
mudanças ambientais
Mutável, imprevisível,
turbulento, com grandes
e intensas mudanças
Modos de lidar
com as pessoas
Pessoas como fatores de
produtos inertes e
estáticos. Ênfase nas
regras e nos controles
rígidos para regular as
pessoas
Pessoas como recursos
organizacionais que
devem ser
administrados. Ênfase
nos objetivos
organizacionais para
dirigir as pessoas
Pessoas como seres
humanos proativos e
inteligentes que devem
ser impulsionados.
Ênfase na liberdade e no
comprometimento para
motivar as pessoas
Tabela 11
Visão Dutra e Fischer
Esquema 74
Fase Operacional
(Até a década de 1960)
•Foco em atividades
operacionais como
captação e treinamento.
•Gestão de pessoas
preocupada com a
execução de tarefas
básicas.
Fase Gerencial
(1960s - Início dos anos
1980)
•Influência sobre os
processos
organizacionais.
•Gestão de pessoas vista
como parceira no
desenvolvimento
organizacional.
Fase Estratégica
(A partir dos anos 1980)
•Papel estratégico na
organização.
•Foco na geração de
valor através das
pessoas.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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71 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Visão de Fischer
Esquema 75
Visão de Fischer
Modelo de Gestão de
Pessoas como
Departamento Pessoal
Surgiu nos anos 1890.
Atividades burocráticas e
foco em eficiência e custos.
Modelo de Gestão de
Pessoas como Gestão do
Comportamento Humano
Surgiu nos anos 1930.
Ênfase nas relações
interpessoais, motivação e
liderança.
Modelo de Gestão de
Pessoas como Gestão
Estratégica de Pessoas
Surgiu nos anos 1970.
Vinculação da gestão de
pessoas às estratégias
organizacionais.
Modelo de Gestão de
Pessoas como Gestão por
Competências
Enfoque nas competências
para desenvolver e atingir
objetivos estratégicos.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
72 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Fases Evolutivas da Gestão de Pessoas no Brasil (Visão de Toser e Gil):
Esquema 76
Administração de Recursos Humanos (ARH) vs. Gestão de Pessoas (GP) e Modelos de
Gestão de Pessoas
Administração de Recursos Humanos (ARH): Foco na manutenção da cultura
organizacional, introversão, ênfase na eficiência interna, visão voltada para o passado e
presente.
Gestão de Pessoas (GP): Relacionada a mudança cultural, inovação, extroversão, ênfase na
eficácia organizacional, administração participativa, e visão voltada para o futuro.
Fase Contábil (Antes de
1930)
•Foco em custos, visão
contábil dos funcionários.
Fase Legal (1930 a 1950)
•Adaptação às leis trabalhistas
da era Vargas.
•Surgimento do "chefe de
pessoal".
Fase Tecnicista (1950 a
1965)
•Implementação do modelo
americano de gestão de
pessoal.
Fase Administrativa /
Sindicalista (1956 a 1985)
•Ênfase em aspectos
humanísticos e relações com
a sociedade e sindicatos.
Fase Estratégica (A partir de
1985)
•Integração da gestão de
pessoas ao planejamento
estratégico das organizações.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
73 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Modelos de Gestão de Pessoas
Modelo Instrumental (Funcionalista)
Esquema 77
Modelo Político
Esquema 78
Modelo
Instrumental
Trata a gestão de pessoas como questão técnica,
focada em ajustar desempenho individual e grupal às
expectativas da organização
Conflito de interesses é visto como disfuncional
e deve ser evitado
Ênfase em resultados e convergência de interesses
Decisões centralizadas e trabalhadores
vistos como recursos
Modelo Político
Conflito é considerado fundamental e
funcional para a gestão
Foco em flexibilidade, participação e
negociação de conflitos
Indivíduos vistos como atores políticos com
interesses próprios
Organização é uma arena política; busca pelo
equilíbrio de interesses
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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74 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Modelo Estratégico
Esquema 79
A evolução dos modelos de gestão de pessoas reflete uma transição do tratamento dos
funcionários como meros recursos para reconhecê-los como colaboradores estratégicos,
cujas competências e motivações são fundamentais para o alcance dos objetivos
organizacionais e para a criação de vantagens competitivas num ambiente globalizado e em
constante mudança.
Processos de Gestão de Pessoas
A Gestão de Pessoas envolve uma série de processos integrados, focados em otimizar o
potencial humano dentro das organizações. Diferentes autores propõem modelos variados
para esses processos, destacando a natureza multifacetada da gestão de talentos nas
empresas modernas.
Processos de Gestão de Pessoas (Segundo Chiavenato)
Agregar Pessoas: Engloba atividades como recrutamento e seleção, visando atrair
e escolher os candidatos mais adequados para preencher as vagas disponíveis na
organização.
Aplicar Pessoas: Envolve o desenho de cargos e a avaliação de desempenho dos
colaboradores, garantindo que suas habilidades e competências sejam
adequadamente utilizadas e avaliadas dentro da estrutura organizacional.
Recompensar Pessoas: Abrange a implementação de sistemas de recompensas e
benefícios, com o objetivo de reconhecer e incentivar o bom desempenho dos
colaboradores, além de garantir sua satisfação e engajamento.
Desenvolver Pessoas: Está focado no treinamento e desenvolvimento dos
colaboradores, proporcionando oportunidades de aprendizado e crescimento que
contribuam para o seu aprimoramento profissional e pessoal.
Modelo
Estratégico
Surgiu com a globalização e a necessidade de
inovação
Políticas e práticas de gestão alinhadas aos
objetivos e estratégias globais da organização
Enfoque na missão, visão, valores e objetivos
organizacionais como elementos norteadores
Gestão de pessoas atua de forma ampla, envolvendo
todos os processos organizacionais
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
75 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Manter Pessoas: Estárelacionado à criação de um ambiente de trabalho satisfatório
e motivador, buscando reter os talentos e promover a satisfação e o bem-estar dos
colaboradores dentro da organização.
Monitorar Pessoas: Inclui o controle e acompanhamento do desempenho dos
colaboradores, através de sistemas de avaliação e feedback, para garantir que
estejam alcançando as metas e expectativas estabelecidas pela organização.
Esquema 80
Processos de Gestão de Pessoas (Outras Visões)
Chiavenato, sob outra perspectiva, classifica os processos de gestão de pessoas
em cinco subsistemas: Provisão, Aplicação, Manutenção, Desenvolvimento e
Monitoração, abordando diferentes aspectos da relação entre indivíduos e
organização ao longo do ciclo de vida do colaborador.
Dutra, por sua vez, divide os processos em Movimentação e Desenvolvimento, com
ênfase no suporte e estímulo ao crescimento pessoal e organizacional dos
colaboradores, destacando a importância da mobilidade e aprendizado contínuo no
ambiente de trabalho.
Robbins e Decenzo identificam quatro funções básicas nos processos de gestão de
pessoas, enfatizando o preenchimento de cargos, o treinamento e desenvolvimento,
a motivação e a manutenção dos colaboradores, reconhecendo a complexidade e
interdependência dessas áreas na eficácia organizacional.
Borges e Mourão propõem três grandes sistemas nos processos de gestão de
pessoas: Ingresso, Desenvolvimento e Valorização, cada um com objetivos
específicos relacionados ao ciclo de vida do funcionário na organização, desde sua
entrada até sua valorização e retenção como talento chave.
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Agregar Pessoas Inclui recrutamento e
seleção.
Aplicar Pessoas
Abrange desenho de
cargos e avaliação de
desempenho.
Recompensar Pessoas Envolve sistemas de
recompensa e benefícios.
Desenvolver Pessoas Focado em treinamento e
desenvolvimento.
Manter Pessoas
Relacionado à criação de
um ambiente de trabalho
satisfatório.
Monitorar Pessoas
Inclui o controle e
acompanhamento do
desempenho.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
76 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Processos Segundo Sobral e Peci
Esquema 81
Identificação e Atração
O planejamento de RH é fundamental para alinhar as necessidades da organização
com os recursos humanos disponíveis e futuros.
O recrutamento visa atrair candidatos qualificados e alinhados com os requisitos
do cargo e da cultura organizacional.
A seleção é um processo de avaliação criteriosa para identificar os candidatos mais
adequados para as posições disponíveis.
Desenvolvimento
A orientação proporciona aos novos funcionários informações essenciais sobre a
empresa, suas políticas e procedimentos.
O treinamento visa desenvolver habilidades e competências específicas para
melhorar o desempenho dos colaboradores.
A avaliação de desempenho é uma ferramenta essencial para medir e fornecer
feedback sobre o desempenho dos funcionários.
Processos Segundo
Sobral e Peci
Identificação e
Atração
Planejamento de RH
Recrutamento
Seleção
Desenvolvimento
Orientação
Treinamento
Desenvolvimento
Avaliação de desempenho
Manutenção
Motivação
Comprometimento
Recompensas
Promoções
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
77 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Manutenção
A motivação é um elemento-chave para manter os colaboradores engajados e
produtivos em suas funções.
O comprometimento dos funcionários é fundamental para o alcance dos objetivos
organizacionais e o sucesso a longo prazo.
As recompensas, quando adequadas e justas, incentivam o desempenho e a
dedicação dos colaboradores.
As promoções proporcionam oportunidades de progresso na carreira e
reconhecimento pelo desempenho e contribuições dos funcionários.
Subsistemas Segundo Marras
Esquema 82
Subsistemas
Segundo Marras
Recrutamento e
Seleção Identificar e atrair talentos.
Treinamento e
Desenvolvimento
Capacitar e promover o crescimento
dos colaboradores.
Remuneração ou
Cargos e Salários
Definir e administrar pacotes de
remuneração competitivos.
Higiene e Segurança
do Trabalho
Garantir um ambiente de trabalho
seguro e saudável.
Departamento
de Pessoal
Gerir aspectos burocráticos e legais
relacionados ao emprego.
Relações Trabalhistas
Administrar as relações com
sindicatos e a conformidade com a
legislação trabalhista.
Serviços Gerais
Prover suporte e infraestrutura
necessários para o bom
desempenho das atividades
organizacionais.
Consultoria Interna Oferecer suporte e orientação
estratégica em gestão de pessoas.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
78 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
O subsistema de Recrutamento e Seleção visa identificar e atrair talentos que
atendam às necessidades organizacionais.
O Treinamento e Desenvolvimento objetiva capacitar os colaboradores,
promovendo seu crescimento pessoal e profissional.
O subsistema de Remuneração ou Cargos e Salários busca definir e administrar
pacotes de remuneração competitivos para reter e motivar os funcionários.
Higiene e Segurança do Trabalho garantem um ambiente laboral seguro e
saudável, prevenindo acidentes e promovendo o bem-estar dos colaboradores.
O Departamento de Pessoal gerencia os aspectos burocráticos e legais
relacionados ao emprego, garantindo conformidade com a legislação.
Relações Trabalhistas envolvem a administração das relações com sindicatos e
asseguram a conformidade com a legislação trabalhista vigente.
Serviços Gerais provêm suporte e infraestrutura necessários para o desempenho
eficaz das atividades organizacionais, otimizando recursos.
Consultoria Interna oferece suporte e orientação estratégica em gestão de
pessoas, auxiliando no alinhamento dos recursos humanos com os objetivos
organizacionais.
Responsabilidades e Desafios da Gestão de Pessoas
Responsabilidade de Linha x Função de Staff
Esquema 83
• Staff (RH): Políticas de RH, assessoria, consultoria interna, estratégia de RH.
• Linha (Gestores): Gestão da equipe, decisões sobre subordinados, execução de
ações de RH, metas de RH, resultados.
Objetivos da Gestão de Pessoas
• Alcançar objetivos organizacionais e individuais.
• Contribuir para a eficácia organizacional.
• Atrair, adaptar, desenvolver e manter funcionários qualificados e comprometidos.
Órgãos de Linha
•Atividades-fim,
autoridade hierárquica.
Órgãos de Staff
•Atividades-meio,
assessoria, sem
autoridade hierárquica.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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79 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Desafios da Gestão de Pessoas
Esquema 84
A transição do operacional para o estratégico é um desafio chave na gestão de pessoas,
exigindo uma mudança de mentalidade e abordagem.
Manter o foco no negócio e nos resultados é um desafio constante para os profissionais de
gestão de pessoas, que devem alinhar suas atividades com os objetivos organizacionais.
A necessidade de proatividade, prevenção de problemas e inovação coloca desafios
adicionais para os gestores de pessoas, que devem antecipar e responder às mudanças no
ambiente de trabalho.
Os múltiplos papéis desempenhados pelos profissionais de gestão de pessoas, incluindo
administração de estratégias, construção de infraestrutura, engajamento dos funcionários
e facilitação da transformação organizacional, representam desafios multifacetados que
exigem habilidades variadas e adaptabilidade.
Flexibilidade Organizacional (Modelo de Atkinson)
Esquema 85
Desafios da
Gestão de
Pessoas
Passagemde operacional para estratégico
Foco no negócio e resultados
Proatividade, prevenção e inovação
Papéis: Administração de estratégias,
infraestrutura, contribuição dos
funcionários, transformação e mudança
Flexibilidade
Organizacional
(Modelo de
Atkinson)
Numérica Variação do tempo de trabalho e
número de funcionários.
Funcional Variação de tarefas e alargamento de
competências (polivalência).
De Distanciação Subcontratação e externalização de
tarefas.
Remuneratória Variação da remuneração baseada
em desempenho e lucros.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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80 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Gestão de Pessoas no Setor Público
Desafios e Dificuldades
Esquema 86
Gestão Estratégica de Pessoas
Esquema 87
A gestão estratégica de pessoas inclui o planejamento de recursos humanos, um
processo que visa alinhar as necessidades de pessoal da organização com suas
metas e objetivos estratégicos.
A gestão por competências se concentra no desenvolvimento e na utilização das
habilidades, conhecimentos e comportamentos necessários para o sucesso
organizacional.
Gestão de Pessoas no
Setor Público
Desafios e
Dificuldades
Legislação protecionista e rígida.
Aplicação generalizada da
estabilidade.
Regime Jurídico Único.
Limitações de contratação ao
concurso público.
Falta de sistema de incentivos
eficaz.
Remuneração não vinculada ao
desempenho.
Dificuldade em estabelecer
gratificações por desempenho.
Gestão Estratégica de Pessoas
Planejamento de
RH
Gestão por
competências
Capacitação
continuada
Avaliação de
desempenho
baseada em
competências
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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81 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
A capacitação continuada é uma prática essencial na gestão estratégica de
pessoas, proporcionando oportunidades de aprendizado e desenvolvimento
contínuo para os funcionários, visando melhorar seu desempenho e contribuição
para a organização.
A avaliação de desempenho baseada em competências é uma ferramenta crucial
na gestão estratégica de pessoas, permitindo uma avaliação objetiva das habilidades
e comportamentos dos funcionários em relação às competências-chave
necessárias para o sucesso na função e na organização.
Tendências
Esquema 88
Gestão de Pessoal Terceirizado
A gestão de pessoal terceirizado visa concentrar esforços nas atividades-fim, delegando as
atividades-meio a terceiros especializados.
A terceirização de pessoal proporciona vantagens competitivas, melhorando a qualidade dos
serviços e reduzindo os custos operacionais.
Tendências
Fortalecimento da avaliação de
desempenho
Incentivos para melhoria de
desempenho
Correção de distorções salariais
Programas de capacitação continuada
Participação dos servidores nos
processos decisórios
Flexibilização das carreiras
Terceirização de atividades-meio
Planejamento regular de concursos
públicos
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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82 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Esquema 89
Auditoria de Recursos Humanos
Objetivos
Esquema 90
Indicadores Utilizados
Esquema 91
Gestão de Pessoal
Terceirizado
Práticas de
Gestão
Participação nas ideias e
decisões.
Avaliação periódica e
reconhecimento do trabalho.
Treinamento e não
discriminação.
Auditoria de
Recursos
Humanos
Objetivos
Justificar a existência da GP
Melhorar a função de GP
Proporcionar feedback sobre eficácia
Auxiliar na contribuição significativa da GP
para objetivos organizacionais
Auditoria de
Recursos
Humanos
Indicadores
Utilizados
Proporção do staff de GP.
Lucratividade por funcionário.
Custo da GP por funcionário.
Resultados do treinamento.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
83 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Benefícios
Esquema 92
Auditoria de
Recursos
Humanos
Benefícios
Exame do sistema de GP
Promoção da ideia de que todos são
gestores de pessoas
Avaliação do valor das práticas de GP
Estímulo para a mudança e suporte para
esforços de qualidade total
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
84 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Cultura Organizacional
Conjunto de valores, crenças, costumes, hábitos, normas, símbolos compartilhados pelos
membros de uma organização. Gera padrões de comportamento coletivos.
Dimensões
Esquema 93
A dimensão material de um sistema organizacional abrange sua estrutura
física, ambiente de trabalho, recursos disponíveis e tecnologia utilizada, todos
influenciando diretamente na eficiência e produtividade das operações.
A dimensão psicossocial engloba o sistema de comunicação e interação dentro
da organização, incluindo relacionamentos interpessoais, fluxo de comunicação
formal e informal, fatores que podem impactar a cultura organizacional e o clima
de trabalho.
A dimensão ideológica representa os pilares fundamentais da organização,
como sua missão, visão e valores, que orientam as ações e decisões, refletindo a
identidade e propósito da empresa.
Formação
• Processo coletivo originado dos fundadores.
• Contratação e manutenção de funcionários alinhados.
• Doutrinação e socialização conforme ideias fundadoras.
• Comportamento dos fundadores como modelo.
Dimensões
Material Psicossocial Ideológica
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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85 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Características
Esquema 94
Funções
Esquema 95
Características
Inovação e Assunção
de Riscos Estímulo à inovação.
Atenção aos Detalhes Precisão e análise.
Orientação para
Resultados
Foco em resultados,
não em processos.
Orientação para
Pessoas
Consideração do
impacto nas pessoas.
Orientação para
Equipe
Trabalho em equipe
versus individual.
Agressividade Competitividade.
Estabilidade Manutenção do
status quo.
Funções
Define Fronteiras Diferencia organizações.
Identidade aos Membros Senso de pertencimento.
Facilita Comprometimento Com algo maior que os
interesses individuais.
Estabilidade do Sistema
Social Coesão organizacional.
Mecanismo de Controle Orienta atitudes e
comportamentos.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
86 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Cultura Organizacional
Iceberg da Cultura Organizacional
Esquema 96
Níveis da Cultura Organizacional (Schein)
Esquema 97
Os artefatos representam os aspectos visíveis e superficiais da cultura
organizacional, como símbolos, rituais, linguagem e artefatos físicos, que podem ser
facilmente observados e compreendidos pelos membros da organização e pelos
observadores externos.
Os valores compartilhados são as crenças e valores menos visíveis, mas
amplamente compartilhados pelos membros da organização, orientando seu
comportamento e influenciando suas decisões. Eles podem ser identificados através
das normas, políticas e princípios organizacionais explicitamente declarados.
Topo (Visível)
Aspectos formais
e visíveis (Artefatos)
Base (Oculta)
Aspectos informais e invisíveis
(Valores Compartilhados, Pressuposições
Básicas).
Níveis da Cultura
Organizacional
(Schein)
Artefatos Aspectos visíveis e
superficiais.
Valores
Compartilhados
Crenças e valores
menos visíveis.
Pressuposições
Básicas
Suposições profundas
e ocultas.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
87 AFT– Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
As pressuposições básicas são as suposições profundas e ocultas que
fundamentam a cultura organizacional, muitas vezes inconscientes e não
questionadas pelos membros da organização. Elas representam as percepções
fundamentais sobre a realidade, a natureza do trabalho e as relações humanas que
moldam a forma como a organização opera e interage com seu ambiente.
Componentes da Cultura Organizacional (Maximiano)
Os artefatos são elementos visíveis da cultura organizacional, incluindo símbolos
tangíveis, como o layout do escritório, a vestimenta dos funcionários e os slogans da
empresa, que refletem os valores e práticas da organização.
A tecnologia faz parte dos componentes da cultura organizacional, representando as
ferramentas e conhecimentos utilizados pela organização para realizar suas atividades
e alcançar seus objetivos, influenciando diretamente a forma como o trabalho é realizado
e organizado.
Os símbolos são comportamentos e objetos significativos que representam aspectos
importantes da cultura organizacional, como o uso de jargões específicos, prêmios ou
rituais de reconhecimento, que comunicam e reforçam os valores e normas da
organização.
Os valores são crenças e atitudes profundas que guiam o comportamento dos membros
da organização, influenciando suas decisões e ações no ambiente de trabalho, sendo
essenciais para a coesão e identidade organizacional.
Esquema 98
Componentes da Cultura
Organizacional (Maximiano)
Artefatos
Elementos
visíveis.
Tecnologia
Ferramentas e
conhecimentos.
Símbolos
Comportamento
s e objetos
significativos.
Valores
Crenças e
atitudes
profundas.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
88 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Elementos da Cultura Organizacional (Outros Autores)
Esquema 99
Estórias são narrativas baseadas em fatos reais que circulam na organização,
transmitindo experiências e ensinamentos importantes para a cultura
organizacional.
Mitos são narrativas fictícias criadas para reforçar os valores e crenças da
organização, muitas vezes apresentando figuras heroicas ou episódios grandiosos
que exemplificam tais valores.
Tabus são assuntos evitados dentro da organização para evitar constrangimento
ou conflito, refletindo normas sociais não escritas que influenciam o comportamento
dos membros.
Heróis são pessoas reconhecidas e admiradas pelos seus feitos dentro da
organização, servindo como modelos de comportamento e inspiração para os demais
membros.
Símbolos são objetos ou sinais que representam e disseminam a cultura
organizacional, como logotipos, emblemas ou espaços físicos específicos.
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Estórias Narrativas baseadas em fatos reais.
Mitos Narrativas fictícias alinhadas com valores
organizacionais.
Tabus Assuntos evitados para não causar
constrangimento.
Heróis Pessoas reconhecidas pelos seus feitos.
Símbolos Objetos ou sinais que disseminam a cultura.
Normas "Regras" que delimitam padrões de comportamento.
Crenças e
Pressupostos Considerados como "verdades".
Valores Conceitos básicos e essenciais da organização.
Ritos, Rituais e
Cerimônias Atividades que expressam a cultura.
Comunicação Troca de mensagens entre membros.
Artefatos Objetos materiais facilitadores de atividades.
Linguagem Forma única de comunicação entre membros.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
89 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Normas são "regras" implícitas ou explícitas que delimitam padrões de
comportamento aceitáveis dentro da organização, influenciando a conduta dos
membros.
Crenças e pressupostos são considerados como "verdades" fundamentais pelos
membros da organização, moldando sua visão de mundo e suas decisões.
Valores são conceitos básicos e essenciais que orientam o comportamento e as
decisões dos membros da organização, representando os princípios fundamentais
da cultura organizacional.
Ritos, rituais e cerimônias são atividades formais ou informais que expressam e
reforçam a cultura organizacional, como eventos de premiação, celebrações ou
reuniões regulares.
Comunicação é a troca de mensagens entre os membros da organização,
desempenhando um papel crucial na disseminação e manutenção da cultura
organizacional.
Artefatos são objetos materiais utilizados na organização que facilitam as
atividades diárias e refletem aspectos da cultura organizacional, como ferramentas
de trabalho, mobiliário ou decoração.
Linguagem é uma forma única de comunicação entre os membros da organização,
incluindo terminologias específicas, jargões e linguagem corporativa que ajudam a
construir e reforçar a identidade organizacional.
Elementos da Cultura Organizacional (Chiavenato)
Esquema 100
E
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o)
Cotidiano do
Comportamento
Observável
Interações cotidianas.
Normas Regras de grupo e
comportamento.
Valores Dominantes Conceitos defendidos pela
organização.
Filosofia Administrativa Guia as políticas
organizacionais.
Regras do Jogo Como as coisas realmente
funcionam.
Clima Organizacional Sentimentos e interações
entre membros.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
90 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Classificações da Cultura Organizacional
Cultura Dominante x Subculturas x Contracultura
Esquema 101
A cultura dominante é caracterizada pelos valores essenciais compartilhados
pela maioria dos membros da organização, representando a identidade central e os
princípios fundamentais que orientam as ações e decisões dentro da empresa.
As subculturas referem-se aos valores compartilhados por grupos específicos
dentro da organização, que podem se desenvolver com base em departamentos,
equipes ou unidades de negócios, refletindo perspectivas e prioridades distintas em
relação à cultura dominante.
A contracultura surge quando há valores contrários ou opostos à cultura
dominante, representando uma resistência ou desafio aos princípios e normas
estabelecidos pela maioria dos membros da organização.
Cultura Forte x Cultura Fraca
Esquema 102
Dominante Valores essenciais
compartilhados pela maioria
Subculturas Valores compartilhados
por grupos específicos
Contracultura Valores contrários à
cultura dominante
Forte
•Valores essenciais
amplamente aceitos e
compartilhados.
Fraca
•Divergências significativas
nos valores essenciais.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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91 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Cultura Adaptativa x Cultura Conservadora
Esquema 103
Cultura de Iniciativa, Missão, Clã e Burocrática
Esquema 104
A cultura de iniciativa, conforme Daft, está centrada em um foco externo,
caracterizada pela flexibilidade, adaptação e inovação contínua, buscando
constantemente se ajustar às demandas e mudanças do ambiente externo.
A cultura de missão é voltada para um foco externo, priorizando a estabilidade e o
fornecimento de um serviço ou produto específico, alinhado com a missão da
organização e mantendo um padrão consistente de atendimento ao cliente.
A cultura de clã enfatiza um foco interno, promovendo uma atmosfera de
envolvimento dos membros, cuidado mútuo e senso de pertencimento, com ênfase
nas relações interpessoais e na colaboração.
A cultura burocrática concentra-se em um foco interno, buscando estabilidade e
previsibilidade por meio de procedimentos formais e elementos simbólicos de
autoridade e controle dentro da organização.Cultura adaptativa
• Flexível, maleável.
Cultura Conservadora
• Manutenção dos valores.
Daft: Foco Estratégico e
Força da Organização
Cultura de Iniciativa
Foco externo,
flexível, adaptação e
inovação.
Cultura de Missão
Foco externo,
estabilidade,
atendimento
específico.
Cultura de Clã
Foco interno, flexível,
envolvimento dos
membros.
Cultura Burocrática
Foco interno,
estabilidade,
elementos
simbólicos.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
92 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Cultura Etnocêntrica x Policêntrica x Geocêntrica
Esquema 105
Cultura etnocêntrica refere-se à crença na superioridade da cultura de origem,
onde os valores, normas e práticas dessa cultura são considerados como padrão e
superioridade em relação a outras culturas.
Cultura policêntrica envolve a adoção da cultura local, onde a organização se
adapta aos costumes, valores e práticas da cultura do país hospedeiro,
reconhecendo a importância de se integrar e respeitar as especificidades locais.
Cultura geocêntrica representa um mix de valores locais e de origem, onde a
organização valoriza e integra elementos tanto da cultura de origem quanto da
cultura local, buscando uma abordagem mais equilibrada e adaptativa para operar
em contextos globais.
Cultura Masculina x Cultura Feminina
Esquema 106
Cultura
Etnocêntrica
Superioridade
da cultura de
origem
Cultura
Policêntrica
Adoção da
cultura local
Cultura
Geocêntrica
Mix de valores
locais e de
origem
Cultura Masculina
• Racionalidade,
assertividade,
individualismo.
Cultura Feminina
• Acolhimento, qualidade
de vida, relações grupais.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
93 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Vantagens e Desvantagens
Vantagens
• Identidade e diferenciação organizacional.
• Senso de identidade e comprometimento.
• Mecanismo de controle e orientação.
• Estabilidade do sistema social.
Desvantagens
• Dificuldade de mudança e adaptação.
• Resistência à diversidade e inovação.
Esquema 107
Gstão da Mudança Cultural
Esquema 108
Barreiras Causadas
pela Cultura
À mudança
Rígida às novas
demandas.
À diversidade
Pressão para se
"encaixar".
Aquisições e fusões
Compatibilidade
cultural como
preocupação.
Métodos de
Mudança
Cultural
Planejamento e
sistemas de
recompensas
Avaliação de
desempenho
Contratação
alinhada à nova
cultura
Treinamento e
poder de
persuasão do
agente de
mudanças
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
94 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Clima Organizacional
Percepção dos membros da organização sobre o ambiente de trabalho.
• Aspectos Avaliados:
• Política de RH,
• Modelo de gestão,
• Missão da empresa,
• Processo de comunicação,
• Valorização profissional.
Esquema 109
O clima organizacional refere-se às percepções gerais e compartilhadas dos
membros da organização sobre o ambiente de trabalho, refletindo a atmosfera, as
normas e as relações interpessoais dentro da empresa.
O clima psicológico centra-se na experiência individual e na interpretação subjetiva
do ambiente de trabalho por parte de cada colaborador, considerando fatores como
emoções, motivações e expectativas pessoais.
A satisfação no trabalho é uma avaliação pessoal e subjetiva do próprio trabalho,
influenciada pelas percepções individuais do clima organizacional e do clima
psicológico, refletindo o grau de contentamento e realização experimentado pelo
colaborador em
Clima
Organizacional
Percepções compartilhadas, foco
em aspectos cognitivos e
natureza descritiva.
Clima
Psicológico
Percepção individual, foco em
aspectos afetivos e natureza
avaliativa.
Satisfação no
Trabalho
Atitude do indivíduo em relação
ao trabalho, avaliação positiva ou
negativa.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
95 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Esquema 110
Aspecto Clima
Organizacional Clima Psicológico Satisfação no
Trabalho
Definição
Percepções
compartilhadas sobre a
empresa e o ambiente
de trabalho
Percepção individual do
funcionário sobre o
ambiente de trabalho.
Atitude do indivíduo em
relação ao trabalho.
Natureza Descritiva Avaliativa Descritiva e Avaliativa
Enfoque Percepções cognitivas
coletivas
Percepções afetivas
individuais
Percepções cognitivas e
afetivas
coletivas/individuais
Relacionamento
coletivo/individual
Coletivo Individual Coletivo/Individual
Tabela 12
Características
Esquema 111
Importância
Indica qualidade do ambiente de trabalho.
Mostra alinhamento entre
atitudes/comportamentos e a cultura
organizacional.
Reflete na satisfação e produtividade dos
colaboradores.
Características
Vivo e Atuante
Indicador de
Satisfação
Influenciador de
Desempenho
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
96 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
O clima organizacional é vivo e atuante, não sendo estático, mas sim influenciado pela
liderança, pelas políticas e pelas ações organizacionais, o que o torna suscetível a mudanças
ao longo do tempo.
É um indicador significativo de satisfação dos membros da organização, pois reflete o grau
de contentamento e bem-estar dos colaboradores com o ambiente de trabalho, as relações
interpessoais e as políticas organizacionais.
O clima organizacional desempenha um papel fundamental no desempenho das pessoas no
trabalho, influenciando diretamente como os colaboradores se relacionam, colaboram e
realizam suas atividades, o que pode impactar positiva ou negativamente a produtividade e
eficácia organizacional.
Implicações para Gestão
Esquema 112
As medidas de influência, como a liderança adotando estratégias de comunicação eficazes,
estabelecendo um exemplo positivo e promovendo uma cultura de transparência e
confiança, podem ser implementadas para moldar ou melhorar o clima organizacional.
A avaliação contínua do clima organizacional é crucial para uma gestão eficaz, pois permite
à liderança monitorar e compreender as dinâmicas internas da organização, identificando
áreas de preocupação e oportunidades de melhoria e realizando ajustes proativos conforme
necessário.
É essencial que a gestão concentre-se em alinhar práticas e políticas organizacionais à
cultura desejada e às expectativas dos colaboradores, visando melhorar tanto a satisfação
dos funcionários quanto o clima geral da organização, o que pode levar a uma maior
produtividade e bem-estar no trabalho.
Avaliação e Pesquisa de Clima Organizacional
Avaliação e Pesquisa de Clima Organizacional tem como objetivo a medição e percepção
dos funcionários sobre diversos aspectos da organização. Visando melhorar a qualidade de
vida no trabalho e otimizar o desempenho organizacional.
Implicações para
Gestão
Medidas de
Influência
Avaliação Contínua
Foco em Cultura e
Satisfação
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97 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Uma alta taxa de turnover sugere instabilidade no quadro de funcionários,
possivelmente devido a questões de ambiente de trabalho ou falta de oportunidades
de crescimento.
Funcionários que permanecem na empresa por períodos curtos podem indicar falta
de engajamento ou insatisfação com a cultura organizacional.
Um aumento na taxa de absenteísmo pode ser um sinal de baixo moral ou problemas
de saúde e bem-estar dos funcionários.
Avaliações de desempenho em declínio podem apontar para umadesconexão entre
os objetivos da empresa e as expectativas dos funcionários, potencialmente
resultando em desmotivação.
Conflitos recorrentes entre os funcionários podem indicar problemas de
comunicação, falta de apoio da liderança ou falta de resolução de problemas
internos.
A ocorrência de greves pode refletir questões profundas de descontentamento dos
funcionários com as políticas e práticas da empresa.
Um aumento nas reclamações médicas pode indicar problemas de saúde física ou
mental relacionados ao estresse ou ao ambiente de trabalho.
Baixa satisfação com colegas pode afetar negativamente o trabalho em equipe,
colaboração e clima geral no local de trabalho.
Insatisfação com as políticas de recursos humanos pode sinalizar uma desconexão
entre as práticas de gestão de pessoas e as necessidades e expectativas dos
funcionários, levando a um clima organizacional negativo.
Esquema 113
Indicadores
do Clima
Organizacional
Taxa de Turnover Indica a rotatividade de
pessoal.
Tempo de Permanência
Quanto tempo os
funcionários ficam na
empresa.
Taxa de Absenteísmo Nível de faltas e atrasos.
Avaliações de Desempenho Quedas podem indicar
desmotivação.
Conflitos Indicam tensões no
ambiente de trabalho.
Greves Refletem insatisfações
gerais.
Reclamações Médicas Problemas físicos e
psicológicos relatados.
Satisfação com Colegas Relacionamento entre os
funcionários.
Satisfação com
Políticas de RH
Percepção sobre as
políticas organizacionais.
Auditor Faixa Preta
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98 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Classificação do Clima Organizacional
Esquema 114
Variáveis Organizacionais Avaliadas
Salários: Satisfação em relação à política salarial.
Supervisão/Liderança: Qualidade da supervisão.
Comunicação: Eficácia dos canais de comunicação.
Benefícios: Qualidade dos benefícios oferecidos.
Trabalho em si: Satisfação com o volume e natureza do trabalho.
Treinamento e Desenvolvimento: Qualidade e oportunidades de crescimento.
Processo Decisório: Agilidade e participação no processo decisório.
Condições Físicas: Conforto e recursos do ambiente de trabalho.
Perspectiva de Carreira: Oportunidades de crescimento.
Imagem da Organização: Percepção sobre a imagem da empresa no mercado.
Satisfação do Cliente: Percepção sobre a satisfação dos clientes.
Qualidade: Compromisso da empresa com a qualidade.
Ética e Responsabilidade Social: Postura ética e responsabilidade social da
empresa.
Relacionamentos Interpessoais: Qualidade dos relacionamentos internos.
Identificação com a Organização: Alinhamento com missão, visão e valores.
Clareza dos Objetivos: Clareza dos objetivos organizacionais.
Não Favorável
• Variáveis negativas predominam,
gerando tensões e menor
comprometimento.
Favorável
• Variáveis positivas predominam,
indicando comprometimento dos
funcionários.
Auditor Faixa Preta
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99 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Clima Organizacional x Cultura Organizacional
Aspecto Cultura Organizacional Clima Organizacional
Definição Valores, normas e padrões
compartilhados na organização
Estado de "espírito" da
organização
Natureza Mais "enraizada" Mais "superficial"
Percepção Mais difícil de ser percebida Mais fácil de ser percebida
Estabilidade Mais difícil de ser mudada (é mais
estável)
Mais fácil de ser mudada (é mais
"temporária")
Tempo de Mudança As mudanças ocorrem a
médio/longo prazo
As mudanças ocorrem a
curto/médio prazo
Classificações Existem diversas
classificações
Pode ser classificada em
"favorável" ou "não favorável"
Tabela 13
Auditor Faixa Preta
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100 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Gestão de Desempenho
Desempenho Organizacional
Segundo a perspectiva de Robbins , o desempenho organizacional é uma
consequência direta da interação entre a motivação dos colaboradores, suas
capacidades individuais e as oportunidades disponíveis dentro do ambiente de
trabalho.
Chiavenato argumenta que o desempenho no cargo é altamente contingencial,
influenciado por uma série de fatores que variam de acordo com o contexto
organizacional, tais como cultura, estrutura, sistemas de recompensa, entre
outros.
Marras propõe que o desempenho está intrinsecamente l igado à capacidade
dos colaboradores em alinhar suas ações com a missão ou meta estabelecida
pela organização, sendo influenciado pelo desejo de realizar (querer fazer) e
pelo conhecimento e habil idades necessários (saber fazer).
Comportamentos do Desempenho
Esquema 115
1. O Desempenho de Tarefa refere-se à medida em que um funcionário executa
eficientemente as responsabilidades e atividades específicas do seu cargo,
contribuindo diretamente para os processos produtivos ou operacionais da empresa.
Isso inclui a qualidade e quantidade do trabalho realizado, assim como a eficácia com
que as metas de desempenho individuais são atingidas.
2. Comportamentos de Cidadania Organizacional são atitudes e ações voluntárias
por parte dos funcionários que não são necessariamente parte de suas obrigações
contratuais, mas que são cruciais para a criação e manutenção de um ambiente de
trabalho positivo. Esses comportamentos podem incluir ajudar colegas com suas
tarefas, ser flexível em relação às necessidades de agendamento da empresa, e
demonstrar comprometimento com os valores e objetivos da organização.
Comportamentos do
Desempenho
Desempenho de Tarefa
Cidadania
Contraprodutividade
Auditor Faixa Preta
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101 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
3. Comportamentos Contraprodutivos são atos intencionais de um funcionário que
podem prejudicar a legitimidade ou bem-estar da organização. Isso pode variar
desde faltas e atrasos injustificados até ações mais graves como fraudes,
sabotagem, roubo ou agressão. Tais comportamentos não só afetam negativamente
o clima e a cultura organizacional, mas também podem resultar em perdas
financeiras significativas e danos à reputação da empresa.
Esquema 116
Avaliação de Desempenho
Esquema 117
Fatores de
Mediação
Sistema de recompensas e punições
Estilo gerencial
Qualidade do ambiente
psicossocial do trabalho
Convergência de valores
organizacionais e pessoais
Significado atribuído ao trabalho
pelo funcionário
Objetivos
Feedback sobre desempenho
Identificar necessidades de treinamento
Fundamentar decisões administrativas como
promoções e incentivos
Melhorar a comunicação e o comprometimento
Estimular a produtividade e o desenvolvimento
pessoal
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102 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Métodos de Avaliação
Escalas Gráficas: Este método utiliza uma série de atributos de desempenho, para
os quais são designados valores em uma escala (por exemplo, de 1 a 5 ou de 1 a 10).
Os avaliadores marcam o ponto na escala que melhor representa o desempenho do
funcionário em cada atributo. As escalas gráficas são fáceis de entender e
preencher, mas podem ser sujeitas a interpretações subjetivas e aos erros comuns
de avaliação mencionados anteriormente.
Escolha Forçada: Neste método, o avaliador deve escolher entre várias afirmações
que descrevem o comportamento do funcionário. Cada conjunto de afirmações
inclui itens positivos e negativos que são equilibradamente distribuídos, forçando o
avaliador a fazer escolhas distintas que refletem o desempenho do funcionário. Esse
método busca minimizar a subjetividade e os viesespessoais, embora possa ser mais
trabalhoso e menos intuitivo para preencher.
Pesquisa de Campo: Trata-se de um método mais qualitativo e descritivo, no qual o
avaliador, geralmente um superior direto ou um profissional de RH, conduz uma
análise profunda do desempenho do funcionário. Isso pode incluir entrevistas,
observações e a coleta de feedback de várias fontes. O resultado é um relatório
detalhado que destaca os pontos fortes, áreas para melhoria e recomendações. Esse
método permite uma avaliação mais personalizada e completa, mas é mais demorado
e requer avaliadores com habilidades de análise e comunicação bem desenvolvidas.
Incidentes Críticos: Este método se concentra na identificação e análise de
eventos extremamente bons ou ruins (incidentes críticos) no desempenho do
funcionário que são representativos de seu comportamento geral. Ao documentar
esses incidentes específicos, os avaliadores podem fornecer feedback concreto e
orientado para a ação. Embora este método possa ser muito útil para o
desenvolvimento pessoal, ele pode não capturar o desempenho rotineiro e pode ser
influenciado pela recenticidade.
Avaliação por Objetivos: Também conhecida como Administração por Objetivos
(APO), essa abordagem baseia-se na definição conjunta de objetivos específicos,
mensuráveis, alcançáveis, relevantes e temporais (SMART) entre o funcionário e o
supervisor. O desempenho é então avaliado com base no grau de realização desses
objetivos. Este método promove clareza e alinhamento de expectativas, incentiva o
empoderamento dos funcionários e foca nos resultados. No entanto, requer uma
comunicação eficaz e um acompanhamento regular para ser efetivo.
Erros Comuns na Avaliação
Efeito Halo: O efeito halo ocorre quando a percepção de uma característica positiva
ou negativa de um indivíduo influencia de forma desproporcional a avaliação de suas
outras qualidades. Por exemplo, se um funcionário é excepcionalmente competente
em uma área, pode-se supor, equivocadamente, que ele seja igualmente
competente em todas as outras áreas.
Recenticidade: Este erro de avaliação acontece quando as ações mais recentes do
avaliado têm um peso indevido no processo de avaliação, ofuscando o desempenho
geral ao longo do período avaliado. Isso pode levar a uma avaliação que não reflete
adequadamente o desempenho consistente ou a melhoria contínua.
Centralidade: O erro de centralidade surge quando o avaliador tende a classificar a
maioria dos avaliados como médios, evitando os extremos de desempenho (muito
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103 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
alto ou muito baixo). Isso pode levar a uma falta de diferenciação real entre os níveis
de desempenho dos funcionários.
Leniência/Severidade: Este erro ocorre quando um avaliador é consistentemente
muito leniente ou muito severo em suas avaliações. Avaliadores lenientes dão notas
mais altas do que o merecido, enquanto avaliadores severos dão notas mais baixas,
independentemente do desempenho real do avaliado. Ambos os casos distorcem a
precisão da avaliação.
Similaridade: O erro de similaridade acontece quando o avaliador favorece
indivíduos que lhe parecem semelhantes em termos de personalidade, interesses ou
outros atributos pessoais. Isso resulta em uma avaliação tendenciosa que não reflete
necessariamente o desempenho ou competência real do indivíduo.
Gestão de Desempenho
• Gestão do Desempenho: Processo contínuo e abrangente, incluindo planejamento,
monitoramento, avaliação e retroação.
• Avaliação de Desempenho: Uma das etapas da Gestão do Desempenho, focada em
mensurar e analisar resultados.
Importância da Gestão do Desempenho
• Fornece visibilidade sobre o progresso em direção aos objetivos organizacionais.
• Identifica áreas para desenvolvimento e melhoria contínua.
Ciclo do Desempenho
Esquema 118
Ciclo do Desempenho
Planejamento
AcompanhamentoAvaliação de
Desempenho
Retroação
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104 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Planejamento envolve a definição clara de objetivos, metas específicas, medidas de
desempenho e critérios de avaliação, estabelecendo as bases para o sucesso e a
direção a seguir.
Acompanhamento, ocorre o monitoramento contínuo do desempenho dos
colaboradores em relação aos objetivos estabelecidos, além do fornecimento regular
de feedback para orientar e ajustar o progresso conforme necessário.
Avaliação de desempenho representa uma fase crucial do ciclo, caracterizada pela
mensuração e análise dos resultados obtidos pelos colaboradores, permitindo uma
avaliação objetiva do alcance das metas e a identificação de áreas de melhoria.
Retroação completa o ciclo, onde os resultados da avaliação são utilizados para
informar e aprimorar processos, políticas e práticas organizacionais, bem como para
fornecer direcionamento individualizado visando melhorias no desempenho dos
colaboradores.
Fases da Gestão do Desempenho (Segundo Lucena)
1. Na fase de Negociação do desempenho, ocorre o estabelecimento claro de metas e
expectativas de desempenho entre gestores e colaboradores, garantindo
alinhamento e clareza sobre o que é esperado.
2. Durante a análise da Capacitação Profissional, são verificadas as habilidades e
competências necessárias para que os colaboradores alcancem as metas
estabelecidas, identificando possíveis lacunas de conhecimento ou treinamento.
3. O Acompanhamento do Desempenho é realizado por meio de reuniões periódicas
entre gestores e colaboradores, onde o progresso é revisado e são feitos ajustes
conforme necessário para garantir o alcance das metas.
• Fases da Gestão do Desempenho (Segundo Lucena)
1
• Negociação do Desempenho
2
• Análise da Capacitação Profissional
3
• Acompanhamento do Desempenho
4
• Avaliação do Desempenho
5
• Comprometimento
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105 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
4. Na fase de Avaliação do Desempenho, é realizada uma análise final baseada nas
metas previamente estabelecidas e no desempenho observado ao longo do período,
proporcionando uma visão global do desempenho individual.
5. O comprometimento dos colaboradores é essencial, representando a aceitação e
dedicação aos objetivos e melhorias propostas durante o processo de gestão do
desempenho, o que contribui significativamente para o sucesso do mesmo.
Esquema 119
Dimensões da Avaliação de Desempenho
Esquema 120
Aplicações e Propósitos
Esquema 121
Planejamento Acompanhamento Avaliação Retroação Comprometimento
D
im
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a
A
va
lia
çã
o
d
e
D
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p
en
h
o
Desenvolvimento
Capacidade do indivíduo de
lidar com atividades
considerando a complexidade
das tarefas.
Esforço
Relacionado à motivação e às
condições oferecidas pela
organização, sendo
contingencial e variável.
Comportamento
Ações demonstradas no
ambiente de trabalho,
afetando o desenvolvimento e
o esforço. Avaliada
separadamente.
Aplicações
Subsídio para Gestão de
Pessoas
Desenvolvimento dos
Recursos Humanos
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106 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Subsídio para gestão de pessoas, a avaliação de desempenho fornece informações
valiosas que auxiliam em diversas atividades de gestão, como promoções internas,
identificação de necessidades de treinamento, planejamento de carreira individual,
e também no processo de recrutamento e seleção, ao fornecer insights sobre as
competências e habilidades dos colaboradores.
Desenvolvimento dos recursos humanos, a avaliaçãode desempenho direciona
programas de treinamento e desenvolvimento, permitindo que sejam elaborados
com base nas lacunas identificadas e nas necessidades específicas dos
colaboradores. Além disso, também mede o impacto e o atingimento de resultados
desses programas, possibilitando ajustes e melhorias contínuas.
Aplicações Específicas
Esquema 122
A Avaliação de Desempenho é um instrumento chave dentro da Gestão de Pessoas,
conectando diversas áreas e processos, com o objetivo de melhorar continuamente o
desempenho individual e coletivo dentro da organização.
Aplicações
Específicas
Agregar Pessoas
Identifica necessidades
organizacionais para
recrutamento e seleção.
Aplicar Pessoas
Verifica adequação dos
indivíduos aos cargos e
orienta sobre integração.
Recompensar
Pessoas
Base para recompensar
desempenhos positivos.
Desenvolver Pessoas
Identifica pontos fortes e
fracos para
desenvolvimento.
Manter Pessoas
Influencia a administração
da cultura e clima
organizacional.
Monitorar Pessoas Controla e monitora
atividades e resultados.
Auditor Faixa Preta
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107 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Objetivos/Benefícios
Esquema 123
Campos de Influência
Esquema 124
Objetivos
Benefícios
Contribuição Definir contribuição do indivíduo
para resultados da organização
Feedback Informar funcionários sobre
trabalhos e resultados
Desenvolvimento Identificar necessidades de
aperfeiçoamento e treinamento
Decisões Gerenciais Auxiliar gestores nas tomadas de
decisão
Comunicação Melhorar a comunicação entre
gestores e subordinados
Descoberta de
Talentos
Identificar novos talentos na
organização
Campos de Influência
Variável
Volitiva
Vontade e
conhecimento do
avaliador.
Variável
Teleológica
Objetivos e metas da
avaliação.
Variável de
Infraestrutura
Recursos necessários
para a avaliação.
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108 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Critérios e Padrões
Esquema 125
O critério de relevância estratégica refere-se ao alinhamento dos critérios de
avaliação com os objetivos organizacionais, garantindo que o desempenho avaliado
contribua diretamente para o sucesso e o avanço da empresa.
A deficiência de critério é a capacidade dos critérios de avaliação de abranger
todas as responsabilidades relevantes do avaliado, assegurando que todas as áreas
de atuação e contribuições sejam devidamente consideradas durante o processo de
avaliação.
A contaminação de critério consiste em evitar que fatores externos, além do
controle do avaliado, influenciem os resultados da avaliação de desempenho,
garantindo que apenas o desempenho real e as contribuições diretas sejam
considerados na análise.
A confiabilidade refere-se à consistência e precisão dos padrões de desempenho
utilizados na avaliação, garantindo que os resultados sejam confiáveis e replicáveis
ao longo do tempo e entre diferentes avaliadores.
Disfunções
Esquema 126
Critérios e Padrões
Relevância
Estratégica
Deficiência de
Critério
Contaminação de
Critério Confiabilidade
Disfunções
Critérios
Irrelevantes
Considerar aspectos não
valorosos para avaliação.
Ênfase
em Punições
Utilizar avaliação
majoritariamente para
penalidades.
Processo
Como Fim
Foco excessivo no processo,
esquecendo o propósito.
Injustiça
Parcialidade
Critérios injustos ou
tendenciosos.
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109 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Quem Avalia?
Métodos de Avaliação de Desempenho
Métodos Tradicionais
Escalas Gráficas: Avaliação por fatores predefinidos com notas.
Escolha forçada: Seleção de frases que melhor descrevem o desempenho.
Frases Descritivas: Avaliação por frases de comportamento livremente
assinaladas.
Pesquisa de Campo: Entrevista do RH com o gestor para avaliar o desempenho.
Incidentes Críticos: Foco em comportamentos extremos, positivos ou negativos.
Distribuição forçada: Distribuição dos funcionários em categorias com limites
percentuais.
Comparação aos Pares / Ordenação Simples: Comparação direta entre
funcionários para ranqueamento.
Métodos Mistos: Combinação de vários métodos para adequação à necessidade
organizacional.
•Avaliação por parte do próprio funcionário.
Autoavaliação
•Avaliação realizada pelo líder direto.
Gestor
•Avaliação conjunta entre funcionário e gestor.
Avaliação Interativa
•Negociação participativa de desempenho entre gestor e subordinados.
APPO
•Avaliação definida e realizada pela equipe.
Equipe de Trabalho
•Grupo específico formado para avaliar.
Comissão de Avaliação
•Subordinados avaliam seus superiores.
Avaliação “De Baixo Para Cima”
•Centralização da avaliação pelo departamento de RH.
Órgão de RH
•Circular, envolvendo todos os stakeholders relacionados ao avaliado.
Avaliação 360°
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110 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Métodos Modernos
Esquema 127
Outros Métodos
Escalas de Mensuração Ancoradas em Comportamento: Combina incidentes
críticos e escalas gráficas focando em comportamento real.
Relatórios Escritos: Descrição por escrito dos pontos fortes e fracos do avaliado.
Observação Direta: Análise presencial do desempenho do funcionário.
Avaliação de Resultados: Comparação dos resultados previstos com os
alcançados.
Padrões de Trabalho: Estabelecimento de metas organizacionais para comparação
de desempenho.
Autoavaliação: Funcionário avalia seu próprio desempenho.
Balanced Scorecard (BSC): Ferramenta estratégica de monitoramento e avaliação
de resultados através de indicadores e metas.
Métodos Modernos
Avaliação 360°
Avaliação por todos os
stakeholders.
Vantagens
Rico em feedback, reduz
efeito halo.
Desvantagens
Complexo, caro, pode
gerar conflitos.
APPO
(Avaliação Participativa por
Objetivos)
Negociação de
desempenho e metas
entre gestor e
subordinados.
Avaliação de Competências
Competências e Resultados
Foco em conhecimentos,
habilidades e atitudes
para comparar com
resultados alcançados.
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111 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Controle
O controle é um processo de avaliação que compara os resultados alcançados com os
objetivos planejados, visando garantir a conformidade e corrigir desvios.
Esquema 128
Djalma Oliveira : Medir e avaliar desempenho x padrões estabelecidos.
Chiavenato : Medir e corrigir desempenho para garantir realização de objetivos.
Características do Sistema de Controle Eficaz
Esquema 129
Controle
Avaliação de resultados x
Objetivos planejados
Tem como Objetivo assegurar
conformidade com o planejado e
corrigir desvios
Mantém organização
alinhada aos objetivos
Características do
Sistema de Controle
Eficaz
Orientação para resultados estratégicos
Clareza e facilidade de compreensão
Foco rápido nas exceções
Flexibilidade para adaptação
Fomento ao autocontrole e comunicação
Natureza positiva, incentivando desenvolvimento
Custo-benefício favorável.
Clareza, objetividade e aceitação ampla.
Rapidez e precisão na informação
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112 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Etapas do Processo de Controle
Esquema 130
Tipos de Controle
Quanto ao Nível Organizacional
Esquema 131
Controle Estratégico avalia os resultados globais da organização, mantendo uma
orientaçãoexterna e focando no longo prazo para garantir a adaptação aos desafios
do ambiente competitivo.
Controle Tático direciona sua atenção para unidades específicas da organização,
buscando otimizar processos e recursos no médio prazo para alcançar os objetivos
estabelecidos.
• Etapas do Processo de Controle
1
• Definição dos Objetivos
2
• Monitoramento / Medição / Avaliação
3
• Comparação
4
• Correção / Feedback
Controle
Estratégico
Avalia resultados
organizacionais totais.
Orientação externa
Longo prazo
Controle Tático
Foca em unidades
específicas da
organização
Médio prazo
Controle
Operacional
Avalia tarefas e
atividades específicas Curto prazo
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113 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Controle Operacional concentra-se na avaliação de tarefas e atividades
específicas, visando garantir a eficiência e eficácia operacional no curto prazo para
alcançar metas imediatas.
Quanto ao Momento
Esquema 132
Níveis de Controle de Perrow
Esquema 133
1. Controle de Primeira Ordem, a supervisão direta é predominante, sendo
comumente encontrada em pequenas empresas onde os gestores têm contato
próximo e constante com os colaboradores para orientar e supervisionar suas
atividades.
Quanto ao
Momento
Controle Preventivo
Ocorre antes da execução
da atividade para prevenir
problemas.
Controle Simultâneo
Realizado durante a
execução da atividade,
monitorando e corrigindo
problemas em tempo real.
Controle Posterior
Avaliação após a conclusão
da atividade para identificar
e corrigir problemas futuros.
Controle de
Primeira Ordem
Supervisão direta, comum em
pequenas empresas.
Controle de
Segunda Ordem
Padronização de processos,
focando em automação e
regras racionais.
Controle de
Terceira Ordem
Baseado em premissas
culturais, coordenando
atividades de forma implícita.
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114 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
2. Controle de Segunda Ordem se baseia na padronização de processos,
enfatizando a automação e a implementação de regras racionais para garantir a
consistência e eficiência das operações, frequentemente utilizado em organizações
que buscam otimizar suas práticas por meio da tecnologia e da sistematização.
3. Controle de Terceira Ordem se apoia em premissas culturais e na coordenação
implícita das atividades, onde as normas e valores organizacionais são internalizados
pelos membros da organização, orientando seu comportamento e ações de forma
natural e intrínseca, sem a necessidade de supervisão direta ou padronização formal.
Quanto à Orientação
Esquema 134
Controle Burocrático se fundamenta na aplicação de normas e regulamentos
estabelecidos, visando garantir a conformidade e a consistência das operações
organizacionais.
Controle de Mercado utiliza indicadores e critérios do mercado para avaliar o
desempenho e direcionar as estratégias da organização, adaptando-se às demandas
externas e às condições competitivas.
Controle de Clã se baseia no compartilhamento de crenças, valores e tradições
dentro da organização, promovendo a coesão e a identidade cultural entre os
membros.
Quanto ao Tipo de Empresa
Esquema 135
Q
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an
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Burocrático Baseado em normas e regulamentos.
De Mercado Utiliza critérios de mercado para avaliação.
De Clã Baseado no compartilhamento de crenças e valores.
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Familiar Controle direto pelo proprietário em empresas de pequeno
porte.
Burocrático Adotado por empresas de grande porte com estruturas
centralizadas.
Por Resultado Focado nos resultados em empresas descentralizadas.
Ad Hoc Para empresas em ambientes dinâmicos, com controle
baseado em autocontrole.
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115 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Controle Familiar é caracterizado pelo domínio direto do proprietário ou da família
proprietária em empresas de pequeno porte, influenciando diretamente nas
decisões e operações.
Controle Burocrático é adotado por empresas de grande porte com estruturas
centralizadas, onde normas e procedimentos formais são essenciais para o
funcionamento eficiente.
Controle por Resultado concentra-se na obtenção de metas e objetivos em
empresas descentralizadas, delegando autoridade e responsabilidade para alcançar
resultados específicos.
Controle ad hoc é flexível e adaptável, adequado para empresas em ambientes
dinâmicos que exigem uma abordagem ágil e baseada no autocontrole.
Quanto ao Comportamento das Pessoas
Esquema 136
Controle Formal é exercido por meio do poder racional-legal, utilizando
recompensas e punições para influenciar o comportamento dos colaboradores de
acordo com as normas estabelecidas.
Controle Social é baseado na conformidade social e na influência do grupo sobre
o comportamento dos indivíduos, promovendo a coesão e a integração entre os
membros da organização.
Controle Técnico é sutil e implícito, exercido por sistemas e processos
organizacionais, definindo direções e limites para as atividades dos colaboradores.
Quanto à Natureza do Controlador
Esquema 137
Q
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or
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P
es
so
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Formal Exercido pelo poder racional-legal, utilizando
recompensas e punições.
Social Controle exercido pelo grupo, baseado em conformidade
social.
Técnico Controle sutil exercido por sistemas, definindo direções,
intensidades e limites.
Q
u
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N
at
u
re
za
d
o
C
on
tr
ol
ad
or
Judicial Exercido exclusivamente pelo Poder Judiciário.
Legislativo Realizado pelo Poder Legislativo em hipóteses
constitucionais.
Administrativo Autocontrole exercido pela Administração Pública.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
116 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Controle Judicial é exclusivamente exercido pelo Poder Judiciário, garantindo a
legalidade e a justiça nas relações organizacionais.
Controle Legislativo é realizado pelo Poder Legislativo em situações previstas na
Constituição, estabelecendo leis e regulamentos que regem as atividades da
organização.
Controle Administrativo é um autocontrole exercido pela Administração Pública
sobre suas próprias atividades, visando garantir a eficiência e a transparência na
gestão.
Quanto à Iniciativa
Esquema 138
Controle de Ofício é iniciado espontaneamente pela própria administração,
visando garantir o cumprimento das políticas e procedimentos estabelecidos.
Controle Provocado é desencadeado por terceiros através de provocação ou
solicitação, podendo ser resultado de denúncias, auditorias externas ou demandas
legais.
Quanto à Origem
Esquema 139
Controle Interno ocorre dentro da estrutura organizacional, com a fiscalização
realizada por órgãos ou departamentos designados para esse fim.
Controle Externo é realizado por entidades fiscalizadoras externas à organização,
como órgãos governamentais ou auditorias independentes, garantindo a
conformidade com normas e regulamentos.
Controle Popular é exercido diretamente pelo povo ou por entidades
representativas da sociedade civil, visando monitorar e influenciar as ações das
autoridades e instituições públicas.
Q
u
an
to
à
In
ic
ia
ti
va De Ofício Controle espontâneo iniciado pela própria administração.
Provocado Controle iniciado por terceiros através de provocação.
Q
u
an
to
à
O
ri
g
em
Interno Quando a fiscalização ocorre dentro da mesma estrutura
organizacional.
Externo Quando o controle é realizado por uma entidadefiscalizadora de estrutura diferente.
Popular Realizado diretamente pelo povo ou por entidades
representativas.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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117 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Indicadores de Desempenho
Finalidades dos Indicadores
Esquema 140
Componentes Básicos dos Indicadores
Esquema 141
Finalidades dos
Indicadores
Mensuração e gestão de
desempenho
Proporcionar uma base
quantitativa para a avaliação do
progresso em direção aos
objetivos definidos.
Base para decisões Facilitar a análise crítica para uma
tomada de decisão informada.
Melhoria contínua Contribuir para a otimização dos
processos organizacionais.
Planejamento e controle
Auxiliar no planejamento
estratégico e no controle
operacional.
Comparação
Permitir análises comparativas
entre diferentes períodos,
processos ou organizações.
Componentes
Básicos dos
Indicadores
Medida Quantitativa ou qualitativa, para
classificar aspectos observados.
Fórmula Método de cálculo do indicador.
Índice
(número) Valor atual do indicador.
Padrão de
comparação
Referência para avaliação
comparativa.
Meta Objetivo específico a ser atingido,
expresso numericamente.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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118 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Critérios Básicos (Atributos) dos Indicadores
Esquema 142
Seletividade dos indicadores é crucial, pois devem focar em variáveis estratégicas
e prioritárias para a organização, garantindo que os recursos sejam direcionados
para áreas de maior impacto e relevância.
Simplicidade e clareza dos indicadores são essenciais para garantir que sejam
facilmente compreendidos e comunicados por todos os envolvidos, facilitando a
tomada de decisões baseadas em dados claros e acessíveis.
Representativos e confiáveis, refletindo precisamente o aspecto observado da
realidade organizacional, garantindo a credibilidade das informações e análises
realizadas.
Capacidade investigativa dos indicadores é fundamental para facilitar análises
detalhadas e juízos de valor, permitindo uma compreensão mais profunda dos
problemas e oportunidades identificados.
Comparabilidade dos indicadores é importante para permitir comparações tanto
internas quanto externas, facilitando a identificação de tendências, melhores
práticas e benchmarking.
Estabilidade dos indicadores ao longo do tempo é essencial para garantir
consistência e confiabilidade nas análises de desempenho e tendências
organizacionais, proporcionando uma base sólida para a tomada de decisões.
Relação custo-efetividade dos indicadores é crucial, pois devem ser viáveis
financeiramente em relação aos benefícios proporcionados, garantindo que os
recursos investidos na sua coleta e análise estejam alinhados com os resultados
alcançados.
Critérios Básicos
(Atributos) dos
Indicadores
Seletividade
(importância)
Simplicidade e
clareza
Representatividade e
confiabilidade
Investigativo
Comparabilidade
Estabilidade
Custo-efetividade
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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119 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Propriedades dos Indicadores
Esquema 143
Utilidade: Devem apoiar a tomada de decisões em todos os níveis da organização,
fornecendo informações relevantes e acionáveis para orientar ações estratégicas e
operacionais.
Validade: Devem representar fielmente a realidade observada, garantindo que as
medidas e análises realizadas sejam precisas e confiáveis para embasar decisões
importantes.
Confiabilidade: Devem originar-se de fontes seguras e metodologias claras,
assegurando a credibilidade e a precisão das informações fornecidas para subsidiar
análises e tomadas de decisão.
Disponibilidade: Devem ser de fácil acesso e obtenção, garantindo que estejam
acessíveis a todos os envolvidos no processo de tomada de decisão, promovendo a
transparência e a colaboração na gestão organizacional.
Propriedades Complementares
Simplicidade dos indicadores é importante, pois devem ser de fácil construção e
manutenção, facilitando a implementação e o acompanhamento contínuo sem exigir
recursos excessivos.
Clareza dos indicadores é essencial, devendo ter definições claras, mesmo que o
conceito subjacente seja complexo, garantindo que sua interpretação e aplicação
sejam compreensíveis para todos os envolvidos.
Sensibilidade dos indicadores é fundamental para refletir mudanças decorrentes
de intervenções ou eventos relevantes, permitindo que as medidas adotadas
possam ser avaliadas em relação ao seu impacto real.
Desagregabilidade dos indicadores é relevante para possibilitar representações
regionalizadas ou segmentadas, permitindo uma análise mais detalhada e precisa
dos dados em diferentes contextos ou áreas específicas da organização.
Economicidade dos indicadores é crucial para garantir que sejam
economicamente viáveis, ou seja, que os benefícios proporcionados por sua
utilização superem os custos envolvidos em sua coleta, análise e manutenção.
Propriedades
Essenciais
Utilidade Apoiar decisões em
todos os níveis.
Validade Representar fielmente a
realidade observada.
Confiabilidade
Originar-se de fontes
seguras e metodologias
claras.
Disponibilidade Ser de fácil acesso e
obtenção.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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120 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Estabilidade dos indicadores é importante para permitir comparações históricas,
proporcionando insights sobre tendências e padrões ao longo do tempo e facilitando
a avaliação do progresso organizacional.
Mensurabilidade dos indicadores é essencial para permitir mensurações precisas
e claras, garantindo que as informações coletadas sejam quantificáveis e possam
ser expressas de forma objetiva e confiável.
Auditabilidade dos indicadores é fundamental para garantir a transparência e a
confiabilidade dos dados, permitindo que sejam auditados e verificados por terceiros
independentes para assegurar a integridade e a qualidade das informações
apresentadas.
Esquema 144
Aspectos Adicionais
Publicidade dos indicadores é crucial, pois devem ser conhecidos e acessíveis a
todos os interessados, promovendo a transparência e permitindo que as
informações relevantes sejam compartilhadas amplamente dentro e fora da
organização.
Temporalidade dos indicadores é importante, devendo considerar o timing
adequado para medição e acompanhamento, garantindo que os dados sejam
coletados e analisados em intervalos relevantes para a tomada de decisões.
Propriedades
Complementares:
Simplicidade Ser de fácil construção e
manutenção.
Clareza Ter definição clara, mesmo
que complexa.
Sensibilidade
Refletir mudanças
decorrentes de
intervenções.
Desagregabilidade Possibilitar representações
regionalizadas.
Economicidade Ser economicamente viável.
Estabilidade Permitir comparações
históricas.
Mensurabilidade Permitir mensurações
precisas e claras.
Auditabilidade Ser auditável para garantir
transparência.
Auditor Faixa Preta
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121 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Factibilidade dos indicadores é essencial, devendo ser baseada em dados obtidos
de forma prática e acessível, garantindo que os recursos necessários para coleta,
análise e interpretação dos dados estejam disponíveis e viáveis para implementação.
Esquema 145
Qualidade dos Indicadores de Desempenho: Diretrizes do TCU
Os indicadores de desempenho são ferramentas fundamentais para a gestão eficaz em
organizações públicas e privadas, permitindo a medição de eficiência, eficáciae efetividade
nas diversas operações.
O Tribunal de Contas da União (TCU) estabelece critérios importantes para a qualidade
desses indicadores, assegurando sua relevância e utilidade na gestão e tomada de decisão.
Qualidades desejáveis para os indicadores de desempenho segundo o TCU
Validade / Representatividade
Indicadores devem refletir fielmente o fenômeno que medem, enfocando no produto,
incluindo produtos intermediários, finais e impactos.
Comparabilidade
Devem possibilitar comparações temporais e entre diferentes objetos de auditoria,
assegurando análises longitudinais e transversais eficazes.
Estabilidade
A estabilidade conceitual das variáveis do indicador é crucial, assim como a constância nos
métodos de cálculo e coleta de dados.
Homogeneidade
Na elaboração de indicadores, deve-se considerar variáveis homogêneas para evitar
distorções nas análises.
Aspectos
Adicionais
Publicidade
Ser conhecido e
acessível a todos
interessados.
Temporalidade
Considerar o timing
adequado para
medição e
acompanhamento.
Factibilidade
Ser baseado em
dados obtidos de
forma prática e
acessível.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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122 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Praticidade
O indicador deve ser aplicável na prática, contribuindo efetivamente para a gestão e
decisões gerenciais.
Independência
É importante que o indicador meça resultados diretamente relacionados às ações
monitoradas, minimizando a influência de fatores externos.
Confiabilidade
A fonte de dados para o cálculo do indicador deve ser confiável, permitindo reproduzir os
resultados por diferentes avaliadores.
Seletividade
Um equilíbrio no número de indicadores é essencial, focando nos aspectos cruciais do que
se deseja medir.
Simplicidade / Compreensão
Indicadores devem ser simples e de fácil entendimento, evitando complicações
desnecessárias no cálculo ou uso.
Completude / Cobertura
Os indicadores devem cobrir adequadamente a amplitude e diversidade do fenômeno
medido, respeitando os princípios de seletividade e simplicidade.
Economicidade
A coleta e atualização das informações necessárias ao cálculo do indicador devem ser feitas
a um custo razoável em relação à utilidade da informação.
Acessibilidade
Deve haver facilidade no acesso às informações primárias e na manutenção dos dados para
cálculo dos indicadores.
Tempestividade
As informações geradas pelos indicadores devem estar disponíveis em tempo hábil para a
tomada de decisão.
Objetividade
O indicador deve ser claro e preciso no que está sendo medido, evitando ambiguidades.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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123 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Construção de Indicadores
Etapas e Passos para a Formulação de Indicadores
Esquema 146
1. Na etapa de "O que Mensurar?", é fundamental realizar a identificação do nível de
análise, dimensão, subdimensão e objetos de mensuração, estabelecendo uma base
sólida para a construção dos indicadores de desempenho.
2. Para "Como Mensurar?", é necessário estabelecer os indicadores de desempenho
que melhor representam os aspectos identificados na etapa anterior, além de
realizar uma validação preliminar com as partes interessadas para garantir sua
relevância e aplicabilidade.
3. Durante a Coleta de Informações, é essencial construir as fórmulas dos
indicadores, estabelecer metas e responsáveis, bem como desenvolver sistemas de
coleta de dados eficientes para garantir a obtenção de informações precisas e
relevantes.
4. Na fase de Mensuração, é importante realizar a ponderação e a validação final dos
indicadores com as partes interessadas, garantindo que os mesmos estejam
alinhados com os objetivos organizacionais e as expectativas das partes envolvidas.
5. Durante a Análise, os resultados mensurados pelos indicadores são analisados e
interpretados, fornecendo insights valiosos sobre o desempenho organizacional e
identificando áreas de melhoria ou sucesso.
6. Por fim, na etapa de Comunicação, os resultados do desempenho são
comunicados de forma clara e transparente, além de serem utilizados para orientar
a gestão de mudanças e aprimorar continuamente os processos e práticas
organizacionais.
O que Mensurar? Como Mensurar? Coleta de
Informações
MensuraçãoAnáliseComunicação
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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124 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Variáveis dos Indicadores
Esquema 147
Variável de custo avalia os custos unitários das tarefas realizadas, permitindo
uma análise detalhada dos gastos envolvidos em cada atividade e auxiliando na
gestão financeira e no controle de despesas da organização.
Variável de tempo indica o tempo necessário para a execução das tarefas,
fornecendo insights sobre a eficiência dos processos e permitindo a identificação de
oportunidades de otimização e redução de prazos.
Variável de qualidade mede a satisfação do cliente/usuário e avalia padrões de
qualidade dos produtos ou serviços entregues pela organização, sendo essencial
para garantir a excelência e a competitividade no mercado.
Variável de quantidade mensura a produção total e a satisfação da demanda dos
clientes/usuários, fornecendo informações importantes sobre a capacidade
produtiva da organização e sua capacidade de atender às necessidades do mercado.
Mitos sobre a Medição de Desempenho
Esquema 148
Variáveis dos
Indicadores
Custo
Tempo
Qualidade
Quantidade
Mitos sobre a
Medição de
Desempenho
Mito da Medição
Absoluta
Acreditar na necessidade de medir
tudo.
Geração de Todas
as Informações
A falsa necessidade de coletar
dados de forma exaustiva.
Primeiro Medir,
Depois Ver
Medir sem um propósito definido
para os dados coletados.
Sistema
Informático
Perfeito
A crença de que um bom sistema
informático resolve todos os
problemas de medição.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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125 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Modelo para Mensuração de Desempenho: A Cadeia de Valor e os 6 Es
Esquema 149
A eficiência na cadeia de valor avalia a relação entre os recursos consumidos e os
resultados obtidos, visando a otimização dos processos.
A eficácia é medida pela capacidade de entregar produtos ou serviços em termos
de quantidade e qualidade, refletindo a competência operacional da organização.
A efetividade na cadeia de valor analisa os impactos gerados pelos produtos ou
serviços entregues, considerando sua relevância e contribuição para os objetivos
organizacionais.
A execução dos processos conforme estabelecidos é fundamental para garantir a
consistência e a confiabilidade das operações na cadeia de valor.
A economicidade busca obter e utilizar recursos com o menor custo possível, sem
comprometer a qualidade ou eficácia dos produtos ou serviços.
A excelência na realização dos processos refere-se à conformidade com critérios
e padrões de qualidade estabelecidos, promovendo a melhoria contínua e a
satisfação do cliente.
A Cadeia de Valor
e os 6 Es
Eficiência Relaciona o que foi entregue
aos recursos consumidos.
Eficácia
Mede a quantidade e
qualidade de
produtos/serviços entregues.
Efetividade Avalia os impactos gerados
pelos produtos/serviços.
Execução
Refere-se à realização dos
processos conforme
estabelecidos.
Economicidade Obtém e usa recursos com o
menor ônus possível.
Excelência
Conformidade com critérios e
padrões de qualidade na
realização dos processos
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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126 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTALClassificações de Indicadores
Esquema 150
Indicadores
Estratégicos
Relacionados ao planejamento estratégico.
Refletem o desempenho em relação aos objetivos
estratégicos.
Indicadores
de Projetos
Avaliam o desempenho dos projetos.
Projetos definidos como conjuntos de atividades com
início, meio e fim determinados.
Indicadores
de Processo
Objetivam representar o desempenho dos processos ao
longo do tempo.
Indicadores
de Qualidade
Medem a percepção do cliente e a capacidade do
processo de atender requisitos.
Indicadores da Qualidade: Relacionam-se ao que foi
feito corretamente.
Indicadores da Não-Qualidade: Indicam o que foi mal
feito ou omitido.
Indicadores de
Produtividade
Relacionam-se à utilização dos recursos para a geração
de produtos e serviços.
Associados à eficiência.
Indicadores
de Efetividade
Avaliam os impactos dos produtos/serviços na
sociedade ou nos clientes.
Indicadores
de Capacidade
Medem a capacidade de resposta de um processo em
uma unidade de tempo.
Auditor Faixa Preta
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127 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Esquema 151
Controle Comportamental
O processo de controle nas organizações pode resultar em uma melhoria no desempenho
individual, uma vez que as atividades submetidas a controle tendem a apresentar avanços e
aprimoramentos ao longo do tempo.
No entanto, há também consequências negativas associadas ao controle organizacional.
Uma delas é o surgimento de comportamentos burocráticos, nos quais os esforços dos
funcionários são direcionados apenas para as atividades que são medidas pelo sistema de
controle, negligenciando outras áreas importantes.
Além disso, pode ocorrer o desenvolvimento de comportamentos táticos, nos quais os
colaboradores buscam burlar o sistema de controle, manipulando informações e resultados
para atender às metas estabelecidas, muitas vezes à custa da integridade e transparência.
Quantitativos x
Qualitativos
Quantitativos Baseiam-se em números exatos.
Qualitativos Dependem de julgamento e percepção
individual.
Simples x
Compostos
Simples Decorrem de uma única medição.
Compostos Resultam da relação entre duas ou mais
medições.
Quanto ao Nível
Hierárquico
Estratégicos Ligados ao planejamento estratégico.
Táticos Relacionados às áreas/departamento.
Operacionais Vinculados às atividades e processos
operacionais.
Quanto ao
Enfoque
De Processo Monitoram processos (eficiência).
De Resultado Avaliam os resultados obtidos (eficácia).
De Impacto Orientados aos impactos gerados
(efetividade).
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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128 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Outro efeito comportamental negativo é a resistência ao controle, que pode surgir devido à
percepção de perda de autonomia, o medo de demissão em caso de não atingimento de
metas, o ambiente de competição gerado pelo sistema de controle e a redução da interação
social entre os colaboradores.
Esquema 152
Abordagens Estratégicas de Controle Comportamental
Esquema 153
Efeitos Comportamentais
do Processo de Controle
nas Organizações
Melhoria no
Desempenho
Atividades submetidas a
controle mostram melhorias
no desempenho individual.
Consequências
Negativas
Comportamento
Burocrático: Esforços
voltados apenas para
atividades medidas pelo
sistema de controle.
Comportamento Tático:
Táticas para burlar o sistema,
manipulando informações e
resultados.
Resistência ao Controle:
Perda de autonomia, medo de
demissão, competição e
redução da interação social.
A
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ol
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ta
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Imposição Externa
Objetivos e desempenho impostos
externamente.
Recompensas diretamente relacionadas
ao desempenho individual.
Maior controle sobre desempenho, mas
potencial comportamento disfuncional.
Motivação Interna
Objetivos definidos de forma participativa.
Recompensas relacionadas ao
desempenho geral.
Maior comprometimento, satisfação e
fluxo de informações.
Auditor Faixa Preta
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129 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
A abordagem de Imposição Externa envolve a imposição de objetivos e padrões de
desempenho pela administração, com recompensas diretamente vinculadas ao
desempenho individual. Embora essa abordagem possa resultar em um maior
controle sobre o desempenho, existe o potencial de gerar comportamentos
disfuncionais entre os colaboradores.
Por outro lado, a abordagem de Motivação Interna implica na definição participativa
de objetivos, onde as recompensas estão relacionadas ao desempenho geral da
equipe ou organização. Essa abordagem geralmente leva a um maior
comprometimento dos colaboradores, além de aumentar a satisfação e promover
um fluxo mais livre de informações dentro da organização.
Técnicas de Controle Comportamental
Esquema 154
A técnica de Supervisão Direta envolve a observação direta do desempenho dos
colaboradores, permitindo a correção imediata de problemas e o fornecimento de
feedback em tempo real para melhorar o desempenho.
A Avaliação de Desempenho é uma técnica que avalia os resultados e a
contribuição individual dos funcionários para o desempenho global da organização.
Ela fornece uma base objetiva para reconhecimento, desenvolvimento e tomada de
decisões relacionadas à gestão de talentos.
A Disciplina é uma técnica que envolve a aplicação de ações corretivas para
garantir o cumprimento das normas e políticas da organização. É importante que as
ações disciplinares sejam impessoais, consistentes e imediatas para promover um
ambiente de trabalho justo e produtivo.
Técnicas de
Controle
Comportamental
Supervisão
Direta
Observação direta do
desempenho, correção
imediata de problemas.
Avaliação de
Desempenho
Avaliação dos resultados e
contribuição do funcionário ao
desempenho organizacional.
Disciplina
Ações para forçar
cumprimento das normas.
Deve ser impessoal,
consistente e imediata.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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130 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Outras Técnicas de Controle Comportamental
Esquema 155
Outras Técnicas de
Controle
Comportamental
Recrutamento e
Seleção
Contratar pessoas com
valores e personalidades
alinhados à organização.
Orientação Definir comportamentos
aceitáveis e desejados.
Desenho de Cargos
Definir tarefas, resultados
desejados e ritmo de
trabalho.
Treinamento Ensinar execução eficiente e
eficaz das atividades.
Estabelecimento de
Objetivos
Direcionar comportamentos
para alcançar objetivos
específicos.
Formalização
Estabelecer regras e
procedimentos que
restringem o
comportamento.
Incentivos e Bônus
Encorajar comportamentos
desejados e extinguir
comportamentos desviantes.
Cultura Organizacional
Transmitir comportamentos
adequados por meio de
histórias, rituais e valores
partilhados.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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131 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
O Recrutamento e Seleção eficazes contribuem para o controle comportamental
ao contratar indivíduos cujos valores e personalidades estejam alinhados com a
cultura e os objetivos da organização, facilitando a adoção de comportamentos
desejados.
A Orientação é uma técnica que define e comunica claramente os
comportamentos aceitáveis e desejados dentro da organização, fornecendo aos
funcionários as diretrizes necessárias para se adaptarem ao ambiente de trabalho.
O Desenho de Cargos é uma técnica que define as tarefas, os resultados
esperados e o ritmo de trabalho de cada posiçãona organização, influenciando
diretamente os comportamentos dos colaboradores.
O Treinamento é essencial para o controle comportamental, pois ensina aos
funcionários a execução eficiente e eficaz das atividades, alinhando seu
comportamento com os padrões e expectativas da organização.
O Estabelecimento de Objetivos direciona os comportamentos dos
colaboradores para alcançar metas específicas, proporcionando uma estrutura clara
e mensurável para orientar suas ações.
A Formalização, por meio do estabelecimento de regras e procedimentos,
restringe o comportamento dos funcionários, garantindo consistência e
conformidade dentro da organização.
Os Incentivos e Bônus são utilizados para encorajar comportamentos desejados
e desestimular comportamentos desviantes, promovendo a conformidade com as
políticas e diretrizes estabelecidas.
A Cultura Organizacional desempenha um papel fundamental no controle
comportamental, transmitindo comportamentos adequados por meio de histórias,
rituais e valores compartilhados, influenciando assim o comportamento dos
membros da organização.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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132 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Gestão de Conflitos
Conflito é um processo que começa quando uma parte percebe que a outra pode afetar
negativamente algo importante para ela. Surge de divergências ou oposições reais (ou
potenciais) de interesses. O conflito pode levar à exploração de diferentes perspectivas e ao
surgimento de novas ideias.
Visões sobre Conflitos
Esquema 156
A Visão Tradicional sobre conflitos percebe que todo conflito é prejudicial e deve ser evitado,
associando-o à violência, destruição e irracionalidade. Seu enfoque é predominantemente
negativo, buscando minimizar ou eliminar conflitos a todo custo.
A Visão Interacionista encara o conflito como necessário para promover mudança, inovação
e desempenho eficaz. Nessa perspectiva, os conflitos são encorajados, pois grupos que não
os têm podem se tornar apáticos e resistentes à mudança. O resultado esperado é o estímulo
ao conflito para evitar a apatia e fomentar a inovação.
V
is
õe
s
so
b
re
C
on
fl
it
os
Tradicional
Todo conflito é prejudicial e deve ser evitado.
Conflito ligado à violência, destruição e
irracionalidade.
Negativo.
Interacionista
Conflito é necessário para mudança, inovação e
desempenho eficaz.
Conflitos devem ser encorajados, pois grupos
sem conflitos podem tornar-se apáticos e
resistentes à mudança.
Encorajamento ao conflito para evitar apatia e
incentivar a inovação.
Resolução de Conflitos
(Relações Humanas)
Conflitos são inevitáveis nas relações humanas
e devem ser administrados.
Administrar o conflito para minimizar impactos
negativos, aceitando a possibilidade de efeitos
positivos.
Foco na administração do conflito ao invés de
tentar eliminá-lo ou encorajá-lo
indiscriminadamente.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
133 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
A Abordagem de Resolução de Conflitos, dentro do contexto das Relações Humanas,
reconhece que os conflitos são inevitáveis nas interações humanas e devem ser
administrados. Seu foco está na gestão do conflito para minimizar seus impactos negativos,
enquanto aceita a possibilidade de efeitos positivos. A estratégia aqui é administrar o
conflito, em vez de tentar eliminá-lo ou encorajá-lo indiscriminadamente.
Visões dos Conflitos
Visão Tradicional
A Visão Tradicional sobre conflitos surgiu nas décadas de 1930 e 1940, caracterizada pela
crença de que todo conflito é prejudicial e deve ser evitado. Nesta perspectiva, o conflito é
associado à violência, destruição e irracionalidade, sendo percebido como resultante de
falhas na comunicação e na gestão.
Visão Interacionista
A Visão Interacionista afirma que o conflito é necessário para promover mudança,
inovação e eficácia nas organizações. Destaca-se o risco de grupos sem conflitos se
tornarem apáticos e resistentes à mudança, portanto, a gestão eficaz inclui estimular
conflitos funcionais e eliminar os disfuncionais.
Visão de Resolução de Conflitos / Visão das Relações Humanas
A Visão de Resolução de Conflitos, também conhecida como Visão das Relações Humanas,
reconhece os conflitos como inevitáveis e naturais nas relações humanas. Seu foco está na
administração do conflito para minimizar os resultados negativos, enquanto reconhece que
os conflitos podem ter efeitos positivos se forem bem gerenciados.
Tipos de Conflitos
Funcionais x Disfuncionais
Esquema 157
Funcionais
•Construtivos, apoiam
objetivos do grupo,
estimulam criatividade.
Disfuncionais
•Destrutivos, prejudicam o
desempenho do grupo.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
134 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Tarefa x Relacionamento x Processo
Esquema 158
Interno x Externo
Esquema 159
Substantivo x Emocional
Esquema 160
Tarefa Divergências sobre metas e
objetivos do trabalho.
Relacionamento Conflitos interpessoais, quase
sempre disfuncionais.
Processo Divergências sobre a execução
do trabalho.
Interno (Intrapessoal)
• Conflito interno dentro do indivíduo.
Externo (Interpessoal)
• Conflito entre indivíduos ou grupos.
Substantivos
•Relacionados a recursos,
objetivos,
responsabilidades.
Emocionais
•Envolvem sentimentos
negativos (ódio, medo,
vingança).
Auditor Faixa Preta
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Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
135 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Níveis de Conflito
Esquema 161
Conflito Intrapessoal ocorre internamente em uma pessoa, envolvendo dilemas,
conflitos de valores ou emoções contraditórias dentro do indivíduo.
Conflito Interpessoal surge entre duas ou mais pessoas e pode ser causado por
diferenças de opinião, personalidades conflitantes ou competição por recursos.
Conflito Intraorganizacional ocorre dentro de uma organização e pode ser
subdividido em Intragrupal, entre membros de um mesmo grupo, e Intergrupal, que
envolve conflitos entre dois ou mais grupos dentro da organização.
Conflito Interorganizacional ocorre entre duas ou mais organizações e pode
surgir de competição por mercado, diferenças culturais ou interesses conflitantes.
Níveis de Gravidade dos Conflitos
Esquema 162
Níveis de Conflito
Intrapessoal: Conflito
interno da pessoa.
Interpessoal: Entre duas
ou mais pessoas.
Intraorganizacional:
Dentro da organização.
Intragrupal: Entre
membros de um mesmo
grupo.
Intergrupal: Entre dois ou
mais grupos.
Interorganizacional:
Entre duas ou mais
organizações.
Níveis de Gravidade
dos Conflitos
Conflito
Percebido
Conflito
Experienciado
Conflito
Manifestado
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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136 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Conflito Percebido ocorre quando há o reconhecimento de diferenças de
objetivos, indicando um potencial de conflito latente, embora ainda não manifestado
abertamente entre as partes envolvidas.
Conflito Experienciado é caracterizado pela presença de sentimentos intensos,
como raiva e ansiedade, porém, o conflito ainda não é expresso de maneira clara ou
visível. Pode haver um conflito velado, onde as partes evitam confrontações diretas.
Conflito Manifestado é aquele que se torna evidente e visível através de
comportamentos das partes envolvidas. Nesse estágio, o conflito é expresso
abertamente, podendo envolver discussões, confrontos diretos ou outras formas de
expressão de discordância.
Processo dos Conflitos
Esquema 163
Etapas do Processo de Conflito (Chiavenato)
Esquema164
I
•Estágio I: Surgimento de causas potenciais do conflito.
II
•Estágio II: Percepção e possível materialização do conflito.
III
•Estágio III: Escolha de estratégias de resolução.
IV
•Estágio IV: Manifestação do conflito em comportamentos.
V
•Estágio V: Consequências do conflito, positivas ou negativas.
Etapas do Processo
de Conflito
(Chiavenato)
Existência de
condições
antecedentes.
Percepção do
conflito.
Comportamento de
conflito manifestado.
Resolução do
conflito.
Resultados do
conflito.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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137 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
1. A Primeira Etapa do Processo de Conflito, de acordo com Chiavenato, é a
Existência de Condições Antecedentes. Isso inclui a presença de fatores que podem
predispor ou criar um ambiente propício para o surgimento do conflito, como
diferenças de objetivos, valores, interesses ou escassez de recursos.
2. A Segunda Etapa é a Percepção do Conflito, na qual as partes envolvidas
reconhecem as diferenças ou divergências entre elas, seja de forma consciente ou
subconsciente.
3. A Terceira Etapa é o Comportamento de Conflito Manifestado, onde as
partes expressam suas discordâncias de maneira visível e tangível, por meio de
discussões, confrontos, competições ou outras formas de expressão de desacordo.
4. A Quarta Etapa é a Resolução do Conflito, na qual as partes buscam formas de
lidar com o conflito e chegar a uma solução satisfatória. Isso pode envolver
negociação, mediação, conciliação ou outras estratégias de resolução de conflitos.
5. Por fim, a Quinta Etapa são os Resultados do Conflito, que podem ser positivos,
como a resolução de problemas, aprendizado e melhoria das relações, ou negativos,
como o aumento da tensão, deterioração das relações e prejuízos ao desempenho
organizacional.
Administração de Conflitos
Esquema 165
Abordagens para Administrar Conflitos
Esquema 166
Administração de
Conflitos
Resolução
“Ganha-Perde”
Benefício para uma parte
em detrimento da outra.
Resolução
“Perde-Perde”
Prejuízos para todas
as partes.
Resolução
“Ganha-Ganha”
Solução que satisfaz todos
os envolvidos.
Abordagens para
Administrar Conflitos
Estrutural Foco nas condições que
geram conflito.
Processo Intervenção reativa no
conflito existente.
Mista
Combinação de
intervenções estruturais
e de processo.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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138 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Estilos de Administração de Conflitos
Esquema 167
Estilo de administração de conflitos:
Evitação envolve a fuga ou abstenção do conflito, onde uma das partes evita
confrontações diretas ou decisões difíceis, optando por ignorar ou adiar a resolução
do conflito.
Facilitação é um estilo que busca manter a harmonia e o equilíbrio nas relações,
incentivando a comunicação aberta, a compreensão mútua e a busca por soluções
colaborativas que atendam às necessidades de todas as partes envolvidas.
Repressão é caracterizada pelo uso da autoridade ou do poder para resolver o
conflito de forma unilateral, impondo uma solução ou decisão que beneficie uma das
partes em detrimento da outra, sem considerar as necessidades ou interesses de
todos os envolvidos.
Conciliação é um estilo que se baseia na negociação e no compromisso entre as
partes, buscando encontrar soluções que atendam parcialmente às demandas de
ambas as partes, por meio da troca de concessões e da busca por um consenso
mútuo.
Técnicas de Administração de Conflitos (Blake & Mouton)
Esquema 168
Estilos de
Administração de
Conflitos
Evitação Facilitação Repressão Conciliação
Técnicas de Administração
de Conflitos
(Blake & Mouton)
Retirada
Espera pelo
tempo para
resolver.
Facilitação
Manter a
harmonia.
Repressão
Força para
controlar.
Conciliação
Compromisso
mútuo.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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139 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
• A técnica de Retirada, de acordo com Blake & Mouton, envolve esperar pelo tempo
certo para resolver o conflito, adiando a tomada de decisões ou ações até que as
circunstâncias sejam mais favoráveis para lidar com o problema.
• A Facilitação é uma técnica que visa manter a harmonia e o equilíbrio nas relações,
promovendo a comunicação aberta, a compreensão mútua e a busca por soluções
colaborativas que atendam às necessidades de todas as partes envolvidas.
• A Repressão, conforme descrito por Blake & Mouton, consiste no uso da força ou
autoridade para controlar o conflito, impondo uma solução unilateral sem considerar
as necessidades ou interesses das partes envolvidas.
• A Conciliação é uma técnica que busca alcançar um compromisso mútuo entre as
partes em conflito, incentivando a negociação e a busca por soluções que
satisfaçam parcialmente as demandas de ambas as partes.
Efeitos dos Conflitos
Positivos: Negativos:
Inovação Redução de produtividade
Criatividade Hostilidade
Motivação Desvio de foco
Tabela 14
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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140 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Negociação
Definições de Negociação
• Processo de troca entre partes para alcançar acordo.
• Decisões conjuntas diante de preferências distintas.
• Alocação de recursos escassos sob interdependência e conflito.
• Busca de aceitação de ideias para melhor resultado possível, garantindo que as
partes se sintam ouvidas.
• Processo de aprendizado conjunto minimizando diferenças na definição de valor.
Características (Chiavenato e Leite)
Esquema 169
Processo de Negociação (Chiavenato)
Esquema 170
Características
(Chiavenato e
Leite)
Únicas, mesmo com partes conhecidas.
Pelo menos duas partes envolvidas com
conflitos de interesse.
Relacionamento voluntário temporário.
Troca de recursos específicos ou resolução de
assuntos intangíveis.
Atividade sequencial: demandas, avaliações,
concessões e contrapropostas.
Processo de
Negociação
(Chiavenato)
Preparação e
planejamento
Definição de
regras básicas
Esclarecimento e
Justificação
Barganha e
solução de
problemas
Fechamento e
implantação
Auditor Faixa Preta
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141 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
No processo de negociação, conforme Chiavenato:
A etapa de Preparação e Planejamento é crucial, envolvendo a análise dos objetivos,
interesses e alternativas das partes, bem como a definição de estratégias e táticas a serem
adotadas durante a negociação.
A Definição de Regras Básicas estabelece os parâmetros e diretrizes que orientam o
processo de negociação, incluindo questões como agenda, tempo, local e participantes
envolvidos.
Durante a etapa de Esclarecimento e Justificação, as partes compartilham
informações e esclarecem seus interesses, necessidades e preocupações, buscando criar
um ambiente de transparência e confiança mútua.
Na fase de Barganha e Solução de Problemas, as partes buscam encontrar um acordo
que atenda aos interesses e necessidades de ambas, negociando e explorando opções para
resolver as diferenças identificadas.
Por fim, o Fechamento e Implantação marcam o término da negociação, onde as partes
formalizam o acordo alcançado, estabelecem os próximos passos e garantem a
implementação das medidas acordadas.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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142 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Motivação
Conceito de Motivação
Robbins : Vontade de fazer algo para satisfazer uma necessidade individual.Gregory et al: Conjunto de forças que leva à preferência por certos
comportamentos.
Bergamini: Ação dos recursos pessoais em função dos pontos fortes.
Chiavenato: Interação entre indivíduo e situação envolvente, focando em
direção, intensidade e persistência do esforço.
Alternativas de Posicionamento Estratégico
Esquema 171
A Alternativa de Posicionamento Estratégico denominada "Uso do Poder" é
caracterizada por uma abordagem de alta tarefa e baixo relacionamento, onde a ênfase
está na autoridade e na influência para alcançar os objetivos desejados, mesmo que isso
possa prejudicar as relações interpessoais.
A Estratégia de "Fuga" envolve uma abordagem de baixa tarefa e baixo relacionamento,
onde a prioridade é evitar ou adiar o conflito, muitas vezes ignorando ou evitando
confrontações diretas com as partes envolvidas.
O "Amaciamento" é uma alternativa caracterizada por uma abordagem de baixa tarefa e
alto relacionamento, onde o foco está em preservar as relações interpessoais, mesmo
que isso implique em evitar questões difíceis ou buscar agradar as partes envolvidas.
A "Barganha" é uma estratégia que envolve uma abordagem de média tarefa e médio
relacionamento, onde as partes buscam chegar a um acordo por meio de concessões
mútuas e negociações, visando alcançar um equilíbrio entre os objetivos individuais e as
relações interpessoais.
Uso do poder Alta tarefa, Baixo
relacionamento.
Fuga Baixa tarefa, Baixo
relacionamento.
Amaciamento Baixa tarefa, Alto
relacionamento.
Barganha
Média tarefa,
Médio
relacionamento.
Integração Alta tarefa, Alto
relacionamento.
Auditor Faixa Preta
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143 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Por fim, a Estratégia de "Integração" é caracterizada por uma abordagem de alta tarefa
e alto relacionamento, onde o foco está em resolver o conflito de forma colaborativa,
buscando soluções que atendam aos interesses de todas as partes envolvidas e
fortaleçam os laços interpessoais.
Ciclo Motivacional (Chiavenato)
Esquema 172
Diferenças
Esquema 173
Estado de Equilíbrio:
•Tranquilidade e equilíbrio
interno.
Estímulo / Incentivo:
•Surgimento de uma nova
necessidade.
Necessidade:
•Quebra do estado de
equilíbrio.
Tensão:
•Desconforto levando a
ação.
Comportamento / Ação:
•Visando satisfazer a
necessidade.
Resultado
•Satisfatório;
Insatisfatório;
Compensatório
Motivação Intrínseca
•Motivação vem de dentro,
baseada em fatores
internos.
Motivação Extrínseca
•Motivação influenciada por
fatores externos, como
recompensas e punições.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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144 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
A motivação é um processo complexo e individual, influenciado tanto por fatores internos
quanto externos. O entendimento da dinâmica motivacional é crucial para melhorar o
desempenho pessoal e organizacional, sendo essencial reconhecer os diferentes aspectos
e estratégias que impactam na motivação e no ciclo motivacional.
Teorias Motivacionais
Teoria de Maslow
A Teoria de Maslow, conhecida como Hierarquia das Necessidades, propõe que as
necessidades humanas são organizadas em uma hierarquia que inclui Necessidades
Fisiológicas, de Segurança, Sociais, de Estima e de Autorrealização, onde as necessidades
mais baixas devem ser atendidas antes que as necessidades mais elevadas possam surgir.
Hierarquia das Necessidades:
Figure 3
Teoria de Alderfer (ERC/ERG)
A Teoria de Alderfer, também conhecida como Teoria ERC/ERG, sugere que as necessidades
humanas podem ser agrupadas em três categorias principais: Existência, Relacionamento e
Crescimento, que diferem da hierarquia de Maslow ao permitir que as necessidades em
diferentes níveis se manifestem simultaneamente.
Auditor Faixa Preta
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145 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Figure 4
Teoria de Herzberg (Dois Fatores)
A Teoria de Herzberg, denominada Teoria dos Dois Fatores, postula que existem dois
conjuntos de fatores que influenciam a motivação e a satisfação no trabalho: os Fatores
Motivacionais (ou satisfacientes), que estão relacionados ao conteúdo do trabalho e à
realização pessoal, e os Fatores Higiênicos (ou insatisfacientes), que se relacionam ao
ambiente de trabalho e às condições externas.
Esquema 174
Teoria de McClelland (Necessidades Adquiridas)
A Teoria de McClelland, das Necessidades Adquiridas, propõe que as pessoas são motivadas
por três necessidades psicológicas básicas: a Necessidade de Realização, a Necessidade de
Poder e a Necessidade de Afiliação, sendo que cada indivíduo pode ter uma combinação
única dessas necessidades que influencia seu comportamento e desempenho.
Fatores
Motivacionais
• Satisfacientes
Fatores
Higiênicos
• Insatisfacientes
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146 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Esquema 175
Outras Teorias
Esquema 176
Necessidades
Realização
Necessidades
Adquiridas
Necessidades
Poder
Necessidades
Afiliação
Teorias de
Processo
Adams
(Equidade) Comparação retribuições-esforços
Vroom
(Expectância)
Expectativa, Instrumentalidade,
Valência
Locke
(Definição de
Objetivos)
Metas específicas e desafiadoras,
Feedback
Bandura
(Autoeficácia)
Crença na capacidade de executar
ações
Skinner
(Reforço)
Comportamento como função das
consequências
Auditor Faixa Preta
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147 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
A Teoria da Equidade de Adams se concentra na percepção de equidade entre
retribuições e esforços. As pessoas comparam suas recompensas e contribuições
com as de outros, buscando um equilíbrio percebido entre o que dão e o que
recebem.
A Teoria da Expectância, de Vroom, enfoca três elementos: Expectativa, que é a
crença de que o esforço levará a um desempenho desejado; Instrumentalidade, que
é a crença de que o desempenho levará a recompensas; e Valência, que é o valor que
o indivíduo atribui às recompensas.
A Teoria da Definição de Objetivos de Locke destaca a importância de estabelecer
metas específicas e desafiadoras, além de fornecer feedback regular sobre o
progresso em direção a essas metas, como meio de motivar e direcionar o
comportamento.
A Teoria da Autoeficácia de Bandura enfatiza a crença do indivíduo em sua própria
capacidade de executar com sucesso determinadas ações ou tarefas. A autoeficácia
influencia a motivação e o desempenho, pois as pessoas tendem a se empenhar mais
em atividades nas quais se sentem capazes.
A Teoria do Reforço de Skinner sugere que o comportamento humano é moldado
pelas consequências que o seguem. Comportamentos recompensados tendem a ser
repetidos, enquanto comportamentos punidos tendem a ser suprimidos, destacando
o papel do ambiente na formação do comportamento humano.
Locke (Definição de Objetivos)
De acordo com a teoria de Locke sobre Definição de Objetivos, estabelecer objetivos
específicos e desafiadores está associado a um aumento significativo no desempenho.
Objetivos claros e desafiadores fornecem uma direção clara para as ações e motivam os
indivíduos a se esforçarem mais para alcançá-los.
O feedback desempenha um papel crucial na teoria de Locke, pois fornece informações
sobre o progresso em direção aos objetivos. O feedback oportuno e relevante permite que
os indivíduos ajustem seu comportamento e suas estratégias, melhorando assim sua
eficácia na busca dos objetivos estabelecidos.
A participação dos funcionários no processo de estabelecimento de objetivos é valorizadana teoria de Locke. Quando os indivíduos participam ativamente da definição de metas, estão
mais propensos a aceitá-las e comprometer-se com seu alcance, aumentando assim sua
motivação e engajamento.
Esquema 177
Locke
(Definição de Objetivos)
Objetivos específicos e desafiadores aumentam
desempenho
Importância do feedback para
guiar comportamento
Participação no estabelecimento de objetivos aumenta
aceitação e comprometimento
Capacitação e autoeficácia essenciais para atingir
objetivos
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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148 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
A capacitação e a autoeficácia são consideradas essenciais para alcançar os objetivos,
conforme preconizado pela teoria de Locke. Acreditar na própria capacidade de atingir os
objetivos (autoeficácia) e possuir os recursos e habilidades necessários (capacitação) são
fatores que influenciam diretamente o sucesso na realização das metas estabelecidas.
Skinner (Reforço)
Esquema 178
Na teoria de Skinner sobre Reforço, o Reforço Positivo envolve a aplicação de uma
consequência positiva após um comportamento desejável, aumentando a probabilidade de
que esse comportamento seja repetido no futuro.
O Reforço Negativo, também destacado por Skinner, ocorre quando uma consequência
negativa é retirada após a realização de um comportamento desejável. Isso fortalece a
associação entre o comportamento e a remoção da consequência negativa, aumentando a
probabilidade de repetição do comportamento.
A Punição, segundo a teoria de Skinner, refere-se à aplicação de uma consequência negativa
após a ocorrência de um comportamento indesejável. O objetivo é diminuir a probabilidade
de que esse comportamento ocorra novamente no futuro.
A Extinção, também identificada por Skinner, ocorre quando uma consequência positiva é
retirada após a realização de um comportamento indesejável. Isso leva à diminuição da
frequência desse comportamento, já que a ausência de reforço positivo reduz a motivação
para sua repetição.
Skinner
(Reforço)
Reforço Positivo Consequência positiva após
comportamento desejável
Reforço Negativo Retirada de consequência negativa
após comportamento desejável
Punição Consequência negativa após
comportamento indesejável
Extinção Retirada de consequência positiva
após comportamento indesejável
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
149 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Motivação
Tarefas Combinadas em Conjunto (Combinação de Tarefas)
A Combinação de Tarefas tem como objetivo principal aumentar a variedade e a identidade
com a tarefa, proporcionando aos trabalhadores uma experiência mais enriquecedora e
significativa no desempenho de suas funções.
Para implementar a Combinação de Tarefas, é necessário reunir várias tarefas isoladas em
uma tarefa maior, permitindo que os trabalhadores realizem uma gama mais ampla de
atividades relacionadas em vez de se limitarem a uma única tarefa repetitiva.
Esquema 179
Um exemplo prático de Combinação de Tarefas é a substituição de uma linha de montagem
tradicional por uma célula de produção integrada, onde os trabalhadores são responsáveis
por diversas etapas do processo produtivo, promovendo a rotação de tarefas e a
multifuncionalidade. Isso não apenas aumenta a eficiência, mas também promove a
satisfação e o envolvimento dos funcionários.
Carga Vertical (Expansão Vertical de Cargos)
A Carga Vertical, também conhecida como Expansão Vertical de Cargos, tem como objetivo
principal aumentar a autonomia e a responsabilidade dos colaboradores em suas funções,
oferecendo-lhes mais controle sobre as atividades que desempenham.
Para implementar a Expansão Vertical de Cargos, é necessário adicionar atividades
gerenciais e decisórias ao cargo, proporcionando ao ocupante uma maior autoridade para
planejar, organizar e controlar seu próprio trabalho, além de tomar decisões relacionadas às
suas responsabilidades.
Um exemplo prático de Carga Vertical é permitir que um funcionário não apenas execute
tarefas operacionais, mas também participe ativamente do planejamento de suas atividades,
da organização de recursos necessários e do controle dos resultados alcançados. Isso não
apenas aumenta a eficiência, mas também promove o desenvolvimento profissional e o
engajamento dos colaboradores.
Tarefas Combinadas em
Conjunto (Combinação
de Tarefas)
Aumentar variedade e
identidade com a tarefa
Reunir várias tarefas isoladas
em uma tarefa maior
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
150 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Esquema 180
Relações Diretas com o Cliente ou Usuário
(Estabelecimento de Relações com os Clientes)
O Estabelecimento de Relações com os Clientes visa aumentar a responsabilidade e
autonomia dos colaboradores, proporcionando-lhes a oportunidade de interagir diretamente
com clientes ou usuários dos produtos ou serviços oferecidos pela organização.
Para concretizar essa abordagem, a organização deve estabelecer relações diretas entre o
ocupante do trabalho e os clientes ou fornecedores, permitindo que os funcionários
compreendam melhor as necessidades e expectativas dos envolvidos.
Esquema 181
Um exemplo prático desse conceito é quando os colaboradores são encarregados de
identificar clientes e fornecedores relevantes para suas funções, além de compreender
profundamente suas necessidades e preferências. Isso não só aumenta a satisfação do
cliente, mas também capacita os funcionários a tomarem decisões mais informadas e
alinhadas com as expectativas do mercado.
Formação de Unidades Naturais de Trabalho
A Formação de Unidades Naturais de Trabalho tem como objetivo principal proporcionar uma
visão integrada do trabalho, permitindo que os colaboradores compreendam melhor o
contexto e a interconexão entre as diferentes atividades que realizam.
Carga Vertical
(Expansão Vertical de
Cargos)
Aumentar autonomia e
responsabilidade
Adicionar atividades gerenciais
e decisórias ao cargo
Relações Diretas com o
Cliente ou Usuário
(Estabelecimento de
Relações com os
Clientes)
Aumentar responsabilidade e
autonomia através do contato
direto
Estabelecer relações diretas entre
o ocupante do trabalho e
clientes/fornecedores
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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151 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Para alcançar esse objetivo, a organização deve identificar as tarefas relacionadas, agrupá-
las em módulos significativos e atribuí-las a uma única pessoa, proporcionando-lhes uma
visão mais completa e abrangente de suas responsabilidades.
Esquema 182
Um exemplo prático da formação de unidades naturais de trabalho é quando um funcionário
é designado para realizar uma série de tarefas relacionadas que compõem uma unidade
coesa de trabalho. Isso cria um senso de propriedade no trabalho, pois os colaboradores se
tornam responsáveis por todo o processo, desde o início até a conclusão.
Abertura de Canais de Retroação (Feedback)
A abertura de canais de retroação, ou feedback, tem como objetivo principal permitir que os
indivíduos realizem uma autoavaliação contínua e façam ajustes em seu desempenho em
tempo real, com base nas informações recebidas.
Para alcançar esse objetivo, é necessário proporcionar aos indivíduos informações diretas
sobre seu desempenho, sem depender exclusivamente de avaliações de terceiros ou de
processos formais de avaliação.
Esquema 183
Um exemplo prático da abertura de canais de retroação é a implementação de sistemas de
feedback instantâneo no desempenho das tarefas, nos quais os colaboradores recebem
informações imediatas sobresua execução, permitindo-lhes fazer ajustes imediatos e
melhorar continuamente seu desempenho.
Formação de Unidades
Naturais de Trabalho
Proporcionar noção integrada
do trabalho
Identificar tarefas, agrupá-las em
módulos significativos e atribuí-
las a uma só pessoa
Abertura de Canais de
Retroação (Feedback)
Permitir autoavaliação e ajuste de
desempenho em tempo real
Proporcionar informação direta
sobre desempenho sem depender
de terceiros
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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152 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Criação de Grupos Autônomos
A criação de grupos autônomos tem como objetivo principal aumentar a eficácia do trabalho
por meio da busca por soluções coletivas e colaborativas para os desafios enfrentados.
Para alcançar esse objetivo, a ação envolve transferir trabalhos que antes eram realizados
individualmente para equipes interativas, dotadas de autonomia para executar suas tarefas
de forma independente.
Esquema 184
Um exemplo concreto da criação de grupos autônomos é a formação de equipes
autogeridas, células de produção, Círculos de Controle de Qualidade (CCQ) e forças-tarefas,
onde os membros colaboram entre si, compartilham responsabilidades e têm liberdade para
tomar decisões relacionadas ao seu trabalho. Essa abordagem não apenas promove a
eficiência operacional, mas também aumenta o engajamento e a satisfação dos
funcionários.
Criação de Grupos
Autônomos
Aumentar eficácia do trabalho
através de soluções coletivas
Transferir trabalhos individuais
para equipes interativas com
autonomia de execução
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
153 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Liderança
Liderar é conduzir e influenciar os membros da organização para que executem as
atividades necessárias ao alcance dos objetivos organizacionais.
Características da Função Direção
Esquema 185
A função de Direção se destaca das outras funções administrativas, como planejamento,
organização e controle, por ser essencialmente interpessoal, envolvendo a gestão das
relações humanas dentro da organização.
A comunicação eficaz é uma característica fundamental da função de Direção, pois
permite o compartilhamento claro de visões, metas e diretrizes entre os membros da equipe,
promovendo a compreensão mútua e o alinhamento de esforços.
A liderança ativa é outra característica importante da função de Direção, pois os líderes
devem inspirar, guiar e motivar a equipe para alcançar os objetivos organizacionais,
proporcionando orientação e apoio quando necessário.
A motivação é uma componente fundamental da função de Direção, uma vez que os líderes
devem ser capazes de incentivar e estimular o desempenho eficaz da equipe, reconhecendo
e recompensando conquistas e promovendo um ambiente de trabalho positivo e produtivo.
Aplicação nos Níveis Organizacionais
Esquema 186
Características da
Função Direção
Processo
Interpessoal
Comunicação
Eficaz
Liderança
Ativa Motivação
Nível Institucional
Focado na direção estratégica, envolvendo
altos executivos e diretores na condução da
visão e estratégias globais da organização.
Nível Intermediário
Gerentes aplicam a direção na gestão de
equipes e departamentos, traduzindo os
objetivos estratégicos em ações específicas.
Nível Operacional
Supervisores direcionam as atividades do dia
a dia, assegurando a execução efetiva das
operações e tarefas.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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154 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Nível institucional
No nível institucional, a aplicação da função de direção está focada na direção estratégica
da organização, envolvendo altos executivos e diretores na definição e condução da visão,
missão e estratégias globais da empresa. Eles são responsáveis por estabelecer os objetivos
organizacionais de longo prazo e tomar decisões de alto nível para orientar a organização
para o sucesso futuro.
Nível Intermediário
No nível intermediário, os gerentes aplicam a direção na gestão de equipes e departamentos
específicos. Eles são responsáveis por traduzir os objetivos estratégicos estabelecidos pela
alta administração em ações e planos concretos. Os gerentes supervisionam as operações
diárias, coordenam as atividades das equipes e garantem que os recursos sejam alocados
de forma eficaz para alcançar os objetivos estabelecidos.
Nível Operacional
No nível operacional, os supervisores desempenham um papel fundamental na aplicação da
direção. Eles são responsáveis por direcionar as atividades do dia a dia das equipes de
trabalho, assegurando que as operações e tarefas sejam executadas de acordo com os
padrões estabelecidos pela gerência intermediária e que os objetivos operacionais sejam
alcançados de maneira eficiente. Os supervisores também fornecem orientação e suporte
aos funcionários, garantindo que eles tenham os recursos necessários para realizar suas
tarefas de forma eficaz.
Ações Desenvolvidas na Função Direção
Esquema 187
Ações
Desenvolvidas
na Função
Direção
Condução
Influência
Liderança e
Coordenação
Comunicação
Motivação
Relacionamento
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
155 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Liderança vs Chefia
Característica Líder Chefe/Gerente
Base da Influência Qualidades pessoais Autoridade hierárquica
Motivação e Orientação Para além dos interesses
próprios
Baseado em regras e normas
Posição Hierárquica Pode não ter posição
hierárquica
Poder está no cargo
Natureza do Processo Informal Formal
Desenvolvimento
Liderança pode ser aprendida
e desenvolvida
Nem sempre possui
habilidades de liderança
Tabela 15
Líder
Um líder exerce influência sobre os outros com base em suas qualidades pessoais, como
carisma, empatia, integridade e habilidades de comunicação, mais do que em sua posição
hierárquica na organização.
O líder é capaz de motivar e orientar os membros da equipe para alcançar objetivos comuns,
indo além de seus próprios interesses e buscando o bem-estar coletivo e o sucesso do grupo.
Não é necessário que um líder tenha uma posição hierárquica formalmente designada; ele
pode surgir de forma natural dentro de um grupo devido às suas habilidades e influência.
A liderança muitas vezes se manifesta através de processos informais, onde indivíduos
emergem como líderes com base no respeito e na confiança que conquistam dos outros
membros da equipe.
A liderança não é uma qualidade inata, mas sim uma habilidade que pode ser aprendida,
desenvolvida e aprimorada ao longo do tempo através da experiência, educação e
autoconhecimento.
Chefe
O chefe ou gerente geralmente utiliza sua autoridade hierárquica para tomar decisões e
direcionar as atividades dos subordinados, baseando-se na posição formal dentro da
hierarquia organizacional.
Suas ações são frequentemente guiadas por regras, normas e procedimentos estabelecidos
pela organização, visando garantir a eficiência e o cumprimento das políticas internas.
O poder do chefe ou gerente está intrinsecamente ligado ao cargo que ocupa na estrutura
organizacional, e sua capacidade de influenciar as decisões e comportamentos dos
subordinados deriva dessa posição formal.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
156 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
O processo de liderança exercido pelo chefe ou gerente tende a ser mais formal, seguindo
uma estrutura organizacional pré-definida, com atribuições de responsabilidades e
autoridade claramente estabelecidas.
Nem sempre o chefe ou gerente possui habilidadesnaturais de liderança, podendo haver
uma distinção entre a autoridade formal conferida pelo cargo e a capacidade de inspirar,
motivar e guiar os membros da equipe de forma eficaz.
Perspectivas da Liderança
Esquema 188
A liderança é compreendida como um fenômeno de influência interpessoal, no qual um
indivíduo exerce sua influência sobre os outros para alcançar objetivos comuns ou direcionar
o comportamento do grupo.
A liderança também é vista como um processo de redução da incerteza do grupo, onde o
líder fornece direção, orientação e clareza sobre os objetivos, tarefas e expectativas,
ajudando a minimizar a ambiguidade e a confusão dentro da equipe.
Há uma relação funcional entre líder e liderados, na qual o líder desempenha um papel
central na organização e coordenação das atividades do grupo, enquanto os liderados
contribuem com suas habilidades, esforços e comprometimento para alcançar os objetivos
estabelecidos.
A liderança é um processo situacional que envolve não apenas o líder e os liderados, mas
também o contexto em que ocorre. Isso significa que diferentes situações e contextos
exigem diferentes estilos de liderança e abordagens, e o sucesso da liderança depende da
capacidade do líder de se adaptar e responder às demandas e desafios específicos do
ambiente em que opera.
Perspectivas da
Liderança
Fenômeno de
influência
interpessoal.
Processo de
redução da
incerteza do
grupo.
Relação
funcional entre
líder e liderados.
Processo
situacional
envolvendo
líder, liderados e
contexto.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
157 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Tipos de Poder
Poder Legítimo:
Baseado na hierarquia organizacional.
Poder Coercitivo:
Baseado em ameaças e punições.
Poder de Recompensa:
Capacidade de recompensar comportamentos.
Poder de Competência:
Baseado em habilidades e conhecimentos especializados.
Poder de Referência:
Influência derivada do carisma e empatia.
Poder de Informação:
Posse de informações estratégicas.
Poder Pessoal:
Deriva das características individuais.
Princípios de Liderança e Poder
Esquema 189
Princípios de
Liderança e Poder
Liderança é um processo social que envolve influência e
motivação.
Chefe e líder diferem na base de sua influência:
autoridade formal vs. qualidades pessoais.
Liderança eficaz engloba a capacidade de adaptar-se a
diferentes situações e necessidades dos liderados.
O poder na liderança pode ser manifestado de várias
formas, desde a autoridade formal até o carisma pessoal.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
158 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Estudos da Universidade de Michigan: Teoria Bidimensional
Liderança Orientada para a Tarefa/Produção
Esquema 190
Liderança Orientada para Pessoas/Relacionamentos
Esquema 191
Liderança Orientada
para a Tarefa Produção
Foco na execução do trabalho, cumprimento
das metas, alcance dos resultados.
Características
Autocrática
Dominante
Autoritária
Diretiva
Liderança Orientada para
Pessoas (Relacionamentos)
Foco nas necessidades dos
funcionários, valorização e bem-estar
das pessoas.
Características
Participativa
Democrática
Estimuladora
Apoiadora
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
159 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
04 Estilos de Liderança de Likert
Esquema 192
Autoritário-
Coercitivo
Líder exerce controle estrito e toma decisões
unilateralmente.
Ambiente de trabalho tenso, baseado no medo e na
disciplina.
Autoritário-
Benevolente
Líder toma as decisões, mas considera o bem-estar dos
subordinados.
Abordagem paternalista, onde o líder tenta equilibrar
resultados e bem-estar.
Consultivo
Líder busca a opinião dos subordinados antes de tomar
decisões.
Maior envolvimento dos funcionários no processo
decisório, criando um ambiente de trabalho mais engajador
e motivador.
Participativo
Líder compartilha decisões e poder com os subordinados.
Alta colaboração e envolvimento de todos, fomentando um
ambiente de trabalho baseado em confiança e respeito
mútuo.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
160 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Teorias de Liderança
Teoria da Contingência de Fiedler
O desempenho efetivo de um grupo depende da correspondência entre o estilo do líder
(orientado para tarefa ou orientado para relacionamentos) e o grau de controle e influência
da situação de liderança.
Esquema 193
Teoria do Recurso Cognitivo de Fiedler
O desempenho do líder é afetado por fatores como estresse e complexidade da tarefa, além
de seus recursos cognitivos (experiência e inteligência).
Esquema 194
De acordo com a Teoria do Recurso Cognitivo de Fiedler, a inteligência do líder é mais eficaz
em lidar com tarefas complexas, onde a capacidade de análise e resolução de problemas é
fundamental para o sucesso.
A experiência do líder é destacada como mais eficaz em situações de alto estresse, onde a
habilidade de lidar com pressão, tomar decisões rápidas e gerenciar crises é crucial para a
eficácia da liderança.
Variáveis Críticas
Relação Líder-
Liderados
O nível de confiança e
respeito entre o líder e
seus seguidores.
Estrutura da Tarefa Claro ou ambíguo,
rotineiro ou complexo.
Poder de Posição O grau de autoridade
do líder.
Teoria do Recurso
Cognitivo de Fiedler Implicações
Inteligência do Líder Mais eficaz em
tarefas complexas.
Experiência do Líder
Mais eficaz em
situações de alto
estresse.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
161 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Teoria do Caminho-Meta de House
O líder deve ajudar seus seguidores a alcançar seus objetivos, esclarecendo o caminho para
alcançá-los e removendo obstáculos.
O estilo de liderança Apoiador enfatiza o suporte emocional e o bem-estar dos
subordinados, visando reduzir o estresse e promover um ambiente de trabalho
positivo.
O estilo de liderança Diretivo, conforme delineado pela Teoria do Caminho-Meta de
House, caracteriza-se por um líder que fornece orientações claras, estabelece metas
específicas e define expectativas claras para os subordinados.
O estilo de liderança Participativo envolve o líder incentivando a participação ativa
dos subordinados no processo decisório, promovendo o engajamento e a coesão da
equipe.
O estilo de liderança Orientado para Realizações, conforme proposto pela Teoria
do Caminho-Meta de House, destaca um líder que estabelece metas desafiadoras,
incentiva a melhoria contínua e reconhece e recompensa o desempenho
excepcional.
Esquema 195
Teoria Situacional de Hersey e Blanchard
O estilo de liderança eficaz depende do nível de maturidade dos seguidores (capacidade e
motivação).
O estilo de Liderança Dirigir é aplicado em situações em que os seguidores têm
baixa prontidão para a tarefa e baixo comprometimento, exigindo uma orientação
mais direta e supervisão ativa por parte do líder.
O estilo de Liderança Persuadir nesta teoria é empregado quando os seguidores
demonstram um aumento na prontidão para a tarefa, mas ainda carecem de
confiança ou motivação, exigindo que o líder use a persuasão e o encorajamento
para influenciar suas atitudes e comportamentos.
Teoria do
Caminho-Meta
de House
Estilos de Liderança
Apoiador
Diretivo
Participativo
Orientado para
Realizações
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
162 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Oestilo de Liderança Participar é adotado quando os seguidores estão prontos
para a tarefa, mas podem não ter as habilidades necessárias, envolvendo-os no
processo decisório e encorajando sua participação ativa.
O estilo de Liderança Delegar nesta teoria é utilizado quando os seguidores
demonstram alta prontidão para a tarefa e alto comprometimento, permitindo que o
líder conceda autonomia e responsabilidade aos seguidores para tomar decisões e
realizar suas atividades de forma independente.
Esquema 196
Teoria 3D de Reddin
O comportamento de liderança eficaz varia conforme a situação e é influenciado pela
orientação para a tarefa e para as pessoas.
O estilo de liderança Integrado é caracterizado por um líder que enfatiza tanto as
tarefas quanto as pessoas, buscando equilibrar a realização dos objetivos
organizacionais com o bem-estar e o desenvolvimento dos membros da equipe.
O estilo de liderança Relacionado nesta teoria é marcado por um líder que prioriza
as relações interpessoais e a coesão da equipe, buscando criar um ambiente de
trabalho harmonioso e promovendo a colaboração e a confiança entre os membros
da equipe.
O estilo de liderança Dedicado envolve um líder altamente focado em alcançar
metas e objetivos organizacionais, demonstrando uma abordagem orientada para
resultados e uma forte determinação em atingir resultados positivos.
O estilo de liderança Separado nesta teoria é caracterizado por um líder que se
concentra principalmente em questões relacionadas às tarefas e aos processos,
demonstrando menos interesse nas relações interpessoais e no bem-estar dos
membros da equipe.
Teoria Situacional de
Hersey e Blanchard Estilos de Liderança
Dirigir
Persuadir
Participar
Delegar
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
163 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Esquema 197
Liderança Transacional
Baseada em transações entre líder e liderados, onde a realização de tarefas é trocada por
recompensas.
Esquema 198
O estilo de Administração por Recompensa Contingente é caracterizado pela
troca explícita de recompensas por desempenho, onde o líder estabelece
expectativas claras e oferece incentivos aos seguidores que atingem metas
específicas.
O estilo de Administração por Exceção Ativa nesta abordagem de liderança
envolve o líder monitorando de perto o desempenho dos seguidores e intervindo
prontamente para corrigir desvios em relação aos padrões estabelecidos.
Teoria 3D de
Reddin Estilos de Liderança
Integrado
Relacionado
Dedicado
Separado
Liderança
Transacional Estilos de Liderança
Administração por
Recompensa
Contingente
Administração por
Exceção Ativa
Administração por
Exceção Passiva
Administração
Laissez-faire
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
164 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Sob a perspectiva da liderança transacional, a Administração por Exceção Passiva
é caracterizada pela intervenção do líder apenas quando ocorrem problemas ou
desvios significativos no desempenho, resultando em uma abordagem mais reativa
e passiva para a gestão.
Tipos de Liderança
Liderança Transformacional
Inspira e motiva liderados a excederem suas próprias expectativas e interesses em prol de
um objetivo maior.
Esquema 199
Na Liderança Transformacional, o estilo de Influência Idealizada é exemplificado
pelo líder que inspira e motiva os seguidores através de seu exemplo pessoal, sendo
admirado e respeitado por suas qualidades éticas e morais.
O estilo de Motivação Inspiracional nesta abordagem de liderança envolve o líder
comunicando uma visão convincente e inspiradora, estimulando a paixão e o
comprometimento dos seguidores em alcançar metas desafiadoras e significativas.
Sob a perspectiva da liderança transformacional, a Estimulação Intelectual é
caracterizada pelo líder que desafia os seguidores a pensarem de maneira inovadora,
incentivando a criatividade e o pensamento crítico para buscar soluções originais e
melhores práticas.
O estilo de Consideração Individualizada nesta teoria implica um líder que
demonstra preocupação genuína com o bem-estar e o desenvolvimento pessoal de
cada seguidor, adaptando sua abordagem de liderança para atender às
necessidades individuais e promover o crescimento e a realização pessoal dentro da
equipe.
Liderança Carismática
A Liderança Carismática é um estilo de liderança onde o líder possui um carisma
excepcional que inspira e motiva os seguidores a se engajarem com sua visão e objetivos.
Esse tipo de líder é capaz de comunicar suas ideias de maneira persuasiva e envolvente,
conquistando o apoio e o comprometimento de sua equipe.
Liderança
Transformacional Estilos
Influência Idealizada
Motivação
Inspiracional
Estimulação
Intelectual
Consideração
Individualizada
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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165 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Características:
Visão,
Articulação,
Risco pessoal,
Sensibilidade às necessidades dos liderados e
Comportamentos não convencionais.
Liderança Autêntica
A Liderança Autêntica baseia-se na autenticidade dos líderes em suas ações e decisões.
Isso significa que eles são fiéis aos seus valores e crenças pessoais, agindo de forma
consistente em diferentes situações. Um líder autêntico é transparente, honesto e aberto, o
que promove um ambiente de trabalho onde a confiança e o respeito mútuo são primordiais.
Eles incentivam a autenticidade em seus liderados, criando um espaço onde as pessoas se
sentem seguras para expressar suas opiniões e serem elas mesmas. Este tipo de liderança
fortalece as relações dentro da equipe e melhora a moral, levando a um desempenho
melhorado.
Liderança Servidora
A Liderança Servidora coloca as necessidades dos liderados acima das do líder. O foco
está em servir aos outros e ajudá-los a alcançar seus objetivos e desenvolver suas
habilidades. Líderes servidores são empáticos, ouvintes atentos e comprometidos em
promover o bem-estar e o crescimento pessoal de sua equipe. Eles lideram pelo exemplo,
demonstrando humildade e priorizando o trabalho em equipe sobre os interesses pessoais.
Este estilo de liderança é eficaz em criar uma cultura organizacional positiva, onde a
colaboração e o comprometimento com os objetivos comuns são elevados.
Liderança Visionária
Líderes visionários são aqueles que têm a capacidade de criar uma visão clara e
inspiradora do futuro e comunicá-la de forma eficaz a sua equipe. Eles motivam e inspiram
as pessoas a se engajarem com essa visão, guiando a organização em direção a um futuro
desejado. Líderes visionários são caracterizados por sua paixão, criatividade e habilidade de
pensar estrategicamente. Eles são capazes de identificar oportunidades e desafios futuros,
planejando e implementando estratégias para alcançar os objetivos estabelecidos. Este tipo
de liderança é particularmente valioso em tempos de mudança ou incerteza, pois fornece
uma direção clara e um sentido de propósito.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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166 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Equipes de Trabalho
Equipes de Trabalho
Equipes de trabalho representam conjuntos de indivíduos com habilidades complementares,
comprometidos com um propósito comum, performance de metas e abordagem para os
quais eles se mantêm mutuamente responsáveis. A natureza dinâmica do ambiente
empresarial moderno frequentemente exige uma abordagem colaborativa para alcançar
objetivos eficientes e inovadores.
Importância das Equipes de Trabalho
• Adaptação às Demandas Ambientais: Equipes são fundamentais para ajudar
organizaçõesa se adaptarem a mudanças rápidas, explorando novas ideias e
soluções criativas.
• Eficiência vs. Trabalho em Equipe: Embora o trabalho em equipe possa demandar
mais tempo e recursos, sua eficácia é inegável para tarefas complexas que
beneficiam da diversidade de habilidades e perspectivas.
Competências Necessárias às Equipes
Esquema 200
Assessoria Compartilhamento e análise de
informações.
Inovação Geração de ideias criativas e novas
soluções.
Promoção Exploração de oportunidades e defesa de
mudanças.
Desenvolvimento Teste da aplicabilidade de novas ideias.
Organização Implementação de métodos de trabalho
eficazes.
Produção Entrega de resultados concretos.
Inspeção Controle de qualidade e prevenção de
erros.
Manutenção Defesa dos padrões e processos.
Ligação Coordenação e integração do trabalho em
equipe.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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167 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Estágios do Desenvolvimento das Equipes
As equipes geralmente passam por estágios de desenvolvimento, como:
Esquema 201
Tipos de Equipes
Equipes podem variar de acordo com sua estrutura e objetivo, incluindo:
Esquema 202
Formação
•Conhecimento inicial e definição de papéis.
Conflito
•Divergências e ajustes nas relações.
Normalização
•Estabelecimento de normas e consenso.
Desempenho
•Cooperação eficaz e trabalho produtivo.
Dissolução
•Conclusão do projeto e desmembramento da equipe.
Tipos de Equipes
Equipes de
Resolução de
Problemas
Foco em melhorias e eficiências.
Equipes
Autogerenciadas
Autonomia em atividades
gerenciais e execução.
Equipes
Multifuncionais
Colaboração entre diferentes
áreas para projetos complexos.
Equipes
Virtuais
Trabalho a distância, utilizando
tecnologias de comunicação.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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168 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
A formação de equipes eficazes requer a compreensão de sua composição, os estágios de
desenvolvimento pelos quais passam e a aplicação das competências necessárias para
alcançar os objetivos propostos. A liderança efetiva e a gestão adequada de equipes são
fundamentais para o sucesso organizacional em um ambiente de negócios em constante
mudança.
Equipes Bem-sucedidas
Equipes bem-sucedidas distinguem-se por várias características essenciais, incluindo:
• Compromisso com Objetivos Compartilhados: Todos os membros alinham-se em
torno dos mesmos objetivos, entendendo e buscando atingi-los juntos.
• Consenso na Tomada de Decisões: As decisões são tomadas coletivamente,
respeitando as opiniões e chegando a um consenso.
• Comunicação Aberta e Honesta: Há um fluxo constante de comunicação, onde
todos se sentem à vontade para expressar ideias e preocupações.
• Liderança Compartilhada: A liderança é exercida de forma flexível, com membros
assumindo papéis de liderança conforme necessário.
• Clima de Colaboração: Prevalece um ambiente de cooperação, apoio mútuo e
confiança.
• Valorização da Diversidade: As diferenças individuais são vistas como pontos
fortes, contribuindo para a inovação e criatividade.
• Gestão Positiva de Conflitos: Conflitos são reconhecidos e resolvidos de maneira
construtiva.
Habilidades Necessárias para o Sucesso das Equipes
Para serem bem-sucedidas, as equipes precisam de membros que desenvolvam
competências chave, tais como:
• Autogestão: Senso de propriedade e responsabilidade pelo trabalho coletivo.
• Comunicação: Compartilhamento eficaz de informações e escuta ativa.
• Liderança: Capacidade de guiar, planejar e motivar.
• Responsabilidade: Compromisso com o desempenho da equipe como um todo.
• Apoio à Diversidade: Abertura a diferentes ideias, opiniões e pessoas.
• Retroação e Avaliação: Uso do feedback para aprimoramento contínuo.
• Planejamento Estratégico: Identificação de desafios e oportunidades de forma
colaborativa.
• Condução de Reuniões Produtivas: Eficiência e participação em reuniões.
• Resolução de Conflitos: Habilidade para negociar e resolver desentendimentos.
• Desfrutar do Trabalho: Promover um ambiente de trabalho agradável e motivador.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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169 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Equipes Eficazes
Equipes eficazes se caracterizam por:
• Objetivos Claros: Todos os membros compreendem e estão comprometidos com os
objetivos da equipe.
• Habilidades Complementares: Os membros possuem competências que se
complementam.
• Apoio Mútuo: Existe uma confiança e suporte recíprocos entre os membros.
• Compromisso Comum: Há um forte compromisso com os meios e fins para atingir
os objetivos.
• Excelente Comunicação Interna: A comunicação é clara e eficiente entre todos os
membros.
• Negociação Eficaz: Habilidades de negociação para consenso e aceitação interna e
externa.
• Liderança Inovadora: A liderança é capaz de inspirar e motivar constantemente a
equipe.
• Aprendizagem e Desenvolvimento: Foco no crescimento individual e coletivo.
Equipes de Alto Desempenho
Equipes de alto desempenho se destacam por sua capacidade de adaptação, inovação e
superação de expectativas. Algumas de suas principais características incluem:
• Alto Comprometimento: Dedicação profunda ao crescimento pessoal e coletivo.
• Participação Ativa: Todos os membros se envolvem ativamente no trabalho da
equipe.
• Responsabilidade Compartilhada: Os resultados são vistos como um esforço
coletivo.
• Clareza de Objetivos: As metas da equipe são bem definidas e compreendidas por
todos.
• Interação Aberta e Confiável: Promove-se um ambiente de confiança e
comunicação aberta.
• Flexibilidade e Adaptação: A equipe é capaz de ajustar-se rapidamente a novos
desafios.
• Foco na Criatividade e Inovação: Encoraja-se a geração de novas ideias e soluções
criativas.
• Agilidade na Resolução de Problemas: Problemas são abordados com rapidez e
eficácia.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
170 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Gestão de Projetos
Definição de Projeto
Esquema 203
Gestão DE Projetos vs. Gestão POR Projetos
Definição segundo o Guia PMBOK
Aplicação de conhecimentos e técnicas para atingir os requisitos do projeto.
Esquema 204
Evolução da Gestão de Projetos
Esquema 205
Definição de
Projeto
Djalma Oliveira
Trabalho temporário com
objetivo, recursos e
coordenação definidos.
Chiavenato
Conjunto de atividades
temporárias com início, meio e
fim determinados.
Guia PMBOK
Esforço temporário para criar
um produto, serviço ou
resultado único.
Gestão DE Projetos Gerenciamento específico
de projetos
Gestão POR Projetos
Abordagem gerencial da
organização baseada em
projetos
Evolução da
Gestão de Projetos
Primeira Onda Foco no projeto
(eficiência)
Segunda Onda
Foco organizacional
e estratégico
(eficácia)
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
171 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Projetos x Operações
Esquema 206
Portfólios, Programas, Projetos e Subprojetos
Esquema 207
Um Portfólio é um conjunto de projetos, programas e operações geridos de forma
integrada para alcançar objetivos estratégicos comuns, permitindo uma visão
holística e uma abordagem coordenada para o gerenciamento de iniciativas.
Um Programa é um grupo relacionado de projetos e atividades geridos de forma
coordenada para obter benefícios específicos que não seriam alcançados se geridos
individualmente, permitindo uma gestão unificada e sinérgica de várias iniciativas.
Um Subprojeto é um componente menor de um projeto principal,geralmente
representando uma parte específica do escopo total do projeto, facilitando o
gerenciamento por subdivisão e permitindo um controle mais detalhado das
atividades relacionadas.
Operações
Funcionamento contínuo
para produzir saídas
repetitivas; esforços
permanentes.
Diferença
Fundamental
Projetos são temporários e
únicos; operações são
contínuas e rotineiras.
Portfólio
Conjunto de projetos, programas e
operações geridos juntos para
alcançar objetivos estratégicos.
Programa
Grupo relacionado de projetos e
atividades geridos
coordenadamente para obter
benefícios específicos.
Subprojeto
Componente menor de um projeto,
facilitando o gerenciamento por
subdivisão.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
172 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Figura 2
Guia PMBOK
O Guia PMBOK, ou Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos, é uma
referência amplamente reconhecida que reúne boas práticas em gerenciamento de projetos,
servindo como um recurso valioso para profissionais e organizações envolvidas em projetos.
Ele não é uma metodologia específica nem prescreve regras rígidas, mas fornece um
conjunto abrangente de diretrizes e conceitos que podem ser aplicados e adaptados de
acordo com as necessidades de cada projeto.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
173 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Atualmente, o Guia PMBOK está na sua 7ª Edição, mas a 6ª Edição ainda é uma referência
importante para muitos conceitos e práticas em gerenciamento de projetos, sendo
amplamente utilizada em projetos ao redor do mundo.
Esquema 208
Project Management
Institute (PMI)
PMI: Instituição internacional sem fins lucrativos para
disseminação de melhores práticas em gerenciamento
de projetos.
Project Management
Professional (PMP)
Conferida pelo PMI aos profissionais de gerenciamento
de projetos.
Project Management
Office (PMO)
Departamento responsável pela padronização do
gerenciamento de projetos na organização.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
Não fui eu que ordenei a você? Seja Forte e Corajoso. (Josué 1:9)
174 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Guia PMBOK – 6ª Edição
Ciclo de Vida dos Projetos (Fases dos Projetos)
Esquema 209
As Fases podem ser sequenciais, interativas ou sobrepostas. Cada fase tem atividades
específicas visando o progresso e a conclusão bem-sucedida do projeto.
Iniciação /
Concepção
•Identificação de necessidades/opportunidades.
•Definição e viabilidade do projeto.
•Elaboração e apresentação da proposta.
Planejamento /
Organização
•Detalhamento do projeto e planejamento operacional.
•Definição de estruturas, recursos e sistemas de comunicação.
•Treinamento dos envolvidos.
Execução
•Ativação da comunicação entre equipe.
•Execução conforme planejamento.
•Ajustes e reprogramações conforme necessário.
Encerramento
•Conclusão das atividades restantes.
•Realocação de recursos.
•Documentação, avaliações e aceitação do projeto.
•Revisão pós-projeto e documentação das lições aprendidas.
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Gestão de Projetos - PMBOK 6ª Edição
Custos e Pessoal
Esquema 210
No início do projeto, os custos tendem a ser baixos, já que as atividades estão apenas
começando e a utilização de pessoal pode ser mínima, com poucos recursos sendo alocados
para o projeto neste estágio inicial.
Durante a fase de Organização e Preparação, é esperado um aumento nos custos, à medida
que são realizados investimentos adicionais em planejamento, preparação e aquisição de
recursos. Além disso, a utilização de pessoal também aumenta à medida que mais membros
da equipe são mobilizados e envolvidos nas atividades de preparação.
Na fase de Execução, os custos atingem seu máximo nível, pois é quando a maior parte do
trabalho do projeto está sendo realizado. A utilização de pessoal também está no seu auge,
com todos os membros da equipe envolvidos nas atividades de execução do projeto.
Figure 5
Custos e
Pessoal
Início do Projeto Baixos custos e utilização de pessoal.
Organização e
Preparação
Aumento dos custos e da utilização de
pessoal.
Execução Máximo nível de custos e utilização de
pessoal.
Encerramento Diminuição rápida dos custos e da
utilização de pessoal.
Auditor Faixa Preta
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176 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Durante o Encerramento do projeto, ocorre uma rápida diminuição dos custos, uma vez que
as atividades do projeto são concluídas e os recursos não são mais necessários. A utilização
de pessoal também diminui rapidamente à medida que os membros da equipe são liberados
para outros projetos ou atividades.
Riscos e Influência das Partes Interessadas (Stakeholders)
Início do Projeto: Altos riscos e grande influência dos stakeholders.
Conforme o Projeto Avança: Diminuição dos riscos e da influência dos
stakeholders.
Custos da Mudança
Figure 6 – Custo da Mudança
Esquema 211
Início do Projeto Menores custos de mudança
Avanço do Projeto Aumento dos custos de mudança
Fim do Projeto Maiores custos de mudança
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177 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Tipos de Ciclo de Vida de Projetos
Esquema 212
Ciclo de Vida Preditivo têm escopo, tempo e custos determinados no início do
projeto, seguindo uma abordagem mais tradicional de planejamento e execução,
onde as etapas são definidas antecipadamente e seguidas conforme o planejado.
Ciclos de Vida Adaptativos, também conhecidos como Ágeis, caracterizam-se por
terem o escopo definido no início de cada fase, proporcionando flexibilidade e
permitindo ajustes ao longo do tempo em resposta às mudanças nos requisitos ou
nas condições do projeto. Os stakeholders são envolvidos de forma contínua para
garantir a entrega de valor ao cliente.
Ciclo de Vida Iterativo e Incremental envolvem a repetição de ciclos, nos quais
funcionalidades adicionais são adicionadas em cada iteração. Esse ciclo permite a
entrega de partes do projeto de forma gradual, garantindo feedback contínuo e
ajustes conforme necessário.
Ciclos de Vida Híbridos combinam elementos dos ciclos preditivos e adaptativos,
adaptando-se às necessidades específicas do projeto. Essa abordagem permite uma
flexibilidade maior do que os ciclos preditivos, mas mantém a estruturação e
previsibilidade necessárias em certos aspectos do projeto.
Ciclo de Vida de Projetos x Ciclo de Vida de Produtos
Esquema 213
Tipos de Ciclo de
Vida de Projetos
Preditivos Escopo, tempo e custos
determinados no início.
Adaptativos
(Ágeis)
Escopo definido no início de
cada fase, flexibilidade e
envolvimento contínuo dos
stakeholders.
Iterativos e
Incrementais
Repetição e adição de
funcionalidade em ciclos.
Híbridos Combinação dos ciclos
preditivos e adaptativos.
Produto
•Séries de fases desde a
concepção até a retirada
do mercado.
Projeto
•Geralmente contido em um ou
mais ciclos de vida do produto.
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178 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Áreas de Conhecimento em Gerenciamento de Projetos
Integração do Projeto: Coordenação dos processos e atividades.
Escopo do Projeto: Definição do trabalho necessário.
Cronograma do Projeto: Gerenciamento do término dentro do prazo.
Custos do Projeto: Planejamento e controle dos custos.
Qualidade do Projeto: Garantia dosrequisitos de qualidade.
Recursos do Projeto: Identificação e gerenciamento dos recursos.
Comunicações do Projeto: Assegura a adequada geração, coleta, distribuição e
armazenamento das informações.
Riscos do Projeto: Identificação, análise e resposta aos riscos.
Aquisições do Projeto: Processos de compra ou aquisição.
Partes Interessadas (Stakeholders) do Projeto: Identificação e engajamento das
partes interessadas.
Figure 7
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179 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Grupos de Processos de Gerenciamento de Projetos
Os processos de gerenciamento de projetos segundo o PMBOK são organizados em cinco
grupos principais, com o objetivo de facilitar e estruturar a gestão de um projeto desde seu
início até a conclusão:
49 Processos do PMBOK (Áreas de Conhecimento x Grupos de Processos)
Os 49 processos identificados no Guia PMBOK são distribuídos entre as dez áreas de
conhecimento e os cinco grupos de processos.
Esta interação forma uma matriz que ajuda a visualizar como cada processo se encaixa na
gestão de projetos:
• Áreas de Conhecimento: Integração, escopo, cronograma, custos, qualidade,
recursos, comunicações, riscos, aquisições e partes interessadas.
• Grupos de Processos: Iniciação, planejamento, execução, monitoramento e
controle, e encerramento.
•Define e autoriza o projeto ou uma fase do projeto.
•Exemplo chave: Desenvolvimento do termo de abertura do projeto.
Iniciação
•Detalha o escopo, objetivos e planos de ação.
•Foca no planejamento abrangente do projeto.
Planejamento
•Implementa os planos de gerenciamento do projeto.
•Realiza o trabalho definido para atender aos requisitos do projeto.
Execução
•Acompanha, analisa e ajusta o progresso e desempenho do projeto.
•Identifica a necessidade de mudanças e aplica correções.
Monitoramento e Controle
•Conclui formalmente o projeto, fase ou contrato.
Encerramento
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180 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Figure 8
Criação da Estrutura Analítica do Projeto (EAP)
Figure 9
Pertence ao Grupo de Processos de Planejamento e à área de conhecimento de
Gerenciamento do Escopo do Projeto.
Tem como Objetivo decompor entregas e trabalho do projeto em componentes menores e
mais gerenciáveis. Fornece uma visão estruturada das entregas, facilitando a gestão do
projeto.
Definição de Entrega: Produto, resultado ou capacidade de realizar um serviço, que é único
e verificável.
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181 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Guia PMBOK – 7ª Edição
Ciclo de Vida dos Projetos (Fases dos Projetos) – 7ª edição
Essas fases determinam se o projeto é viável, planejam e analisam o design, constroem a
entrega, testam a qualidade, implementam o projeto e, por fim, encerram formalmente o
projeto.
Esquema 214
1. Fase de Viabilidade, ocorre uma análise detalhada para determinar se o projeto é
viável e se deve ser iniciado. São realizados estudos de mercado, financeiros e
técnicos para avaliar os benefícios esperados em relação aos custos e riscos
associados ao projeto.
2. Fase de Design, são elaborados os planos detalhados e as especificações técnicas
necessárias para a implementação do projeto. São desenvolvidos os desenhos,
modelos e protótipos que servirão de base para a construção do produto ou sistema.
3. Fase de Construção, o produto ou sistema é efetivamente construído com base nos
planos e especificações estabelecidos na fase de design. São realizadas as
atividades de produção, montagem e instalação necessárias para transformar os
conceitos em realidade.
4. Fase de Teste envolve a verificação e validação do produto ou sistema construído
para garantir que atenda aos requisitos e expectativas estabelecidos. São realizados
testes de funcionalidade, desempenho e integração para identificar e corrigir
eventuais defeitos ou problemas.
Fases propostas
Viabilidade
Design
ConstruçãoTeste
Implantação
Encerramento
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182 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
5. Fase de Implantação, o produto ou sistema é implementado e disponibilizado para
uso pelos usuários finais. São realizadas atividades de treinamento, migração de
dados e suporte para garantir uma transição suave e bem-sucedida para o novo
produto ou sistema.
6. Fase de Encerramento, o projeto é oficialmente encerrado após a conclusão de
todas as atividades planejadas. São realizadas atividades de revisão e
documentação, incluindo a obtenção da aceitação do cliente e a entrega dos
resultados finais do projeto. Além disso, são documentadas as lições aprendidas para
futuras referências e aprendizado organizacional.
Tailoring no Gerenciamento de Projetos
Adaptação dos processos de gerenciamento de projetos ao contexto específico do projeto.
Esquema 215
Para o Tailoring de um projeto, é importante considerar a seleção do ciclo de vida e
abordagem de desenvolvimento mais adequados às características e necessidades
específicas do projeto. Isso envolve analisar fatores como complexidade, riscos e requisitos
do projeto para determinar o ciclo de vida mais apropriado, seja ele preditivo, adaptativo
(ágil), iterativo ou híbrido.
A identificação e customização dos processos específicos do projeto é outro aspecto
essencial do Tailoring. Isso implica em selecionar e adaptar os processos de gerenciamento
de projetos do Guia PMBOK ou de outras fontes de melhores práticas, de acordo com as
características do projeto e as necessidades da organização.
O engajamento das pessoas envolvidas no projeto é um fator crucial para o sucesso. O
Tailoring deve considerar a forma como as partes interessadas serão envolvidas ao longo do
projeto, promovendo a comunicação eficaz, o apoio e a colaboração entre os membros da
equipe e demais stakeholders.
Por fim, o Tailoring também abrange a seleção das ferramentas e métodos mais apropriados
para suportar o gerenciamento do projeto. Isso inclui a escolha de ferramentas de software,
técnicas de análise, modelos de documentação e outros recursos que melhor se adequem
às necessidades específicas do projeto e às preferências da equipe de gerenciamento.
Aspectos para
Tailoring
Seleção do ciclo de vida e
abordagem de desenvolvimento.
Processos específicos do projeto.
Engajamento das pessoas
envolvidas.
Ferramentas e métodos utilizados.
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Benefícios
Esquema 216
Etapas do Tailoring
Esquema 217
A primeira etapa do Tailoring envolve a Seleção da abordagem inicial, na qual são
identificados os princípios, métodos e processos que servirão como base para o
gerenciamento do projeto. Essa seleção é feita com base nas características específicas do
projeto, como complexidade, riscos e requisitos, para garantir uma abordagem adequada
desde o início.
A segunda etapa é o Tailoring da organização, na qual são customizados os processos,
políticas e procedimentos da organização para se alinharem com as necessidades e
peculiaridades do projeto em questão. Isso envolve adaptar as práticas existentes ou
desenvolver novas diretrizes que suportem efetivamente a execução do projeto.
Benefícios
Maior comprometimento
da equipe do projeto Foco orientado ao cliente Eficiência na utilização
dos recursos
Etapas do
Tailoring
Seleção da
abordagem
inicial
Tailoring da
organização
Tailoring do
projeto
Implementação
de melhoriascontínuas
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184 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Em seguida, vem o Tailoring do projeto, no qual são ajustados e customizados os processos
de gerenciamento de projetos específicos para atender às demandas e particularidades do
projeto em si. Isso inclui a seleção e adaptação dos processos do Guia PMBOK ou de outras
fontes de melhores práticas, de acordo com as necessidades do projeto.
Por fim, a Implementação de melhorias contínuas é uma etapa fundamental do Tailoring,
na qual são realizadas revisões periódicas e análises retrospectivas para identificar áreas de
melhoria no processo de gerenciamento de projetos. Com base nessas análises, são
implementadas mudanças e ajustes para aprimorar continuamente a eficácia e eficiência do
processo de Tailoring.
Domínios de Desempenho de Projetos
A 7ª edição do Guia PMBOK apresenta uma visão sistemática de gerenciamento de projetos,
destacando a importância de gerar valor além das saídas do projeto.
Identifica 8 Domínios de Desempenho de Projetos:
Esquema 218
Partes Interessadas Atividades associadas ao engajamento de
todos os stakeholders.
Equipe Gestão da equipe responsável pelas entregas
do projeto.
Abordagem de
Desenvolvimento e
Ciclo de Vida
Métodos utilizados para desenvolver o produto
ou serviço ao longo do ciclo de vida do projeto.
Planejamento Organização e coordenação para fornecer
resultados e entregas do projeto.
Trabalho do Projeto Estabelecimento de processos e
gerenciamento de recursos físicos.
Entrega Foco nas entregas do escopo e qualidade
esperados para o projeto.
Medição Avaliação do desempenho e ações apropriadas
para manter o desempenho aceitável.
Incerteza Gestão de riscos e incertezas.
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Abordagens de Desenvolvimento
Esquema 219
Abordagem de Desenvolvimento Preditiva é caracterizada pela definição
clara do escopo, cronograma, custo e riscos no início do projeto. Essa abordagem
segue um plano detalhado e predefinido, com poucas mudanças ao longo do ciclo de
vida do projeto, permitindo uma gestão mais estruturada e previsível.
Abordagem de Desenvolvimento Adaptativa envolve ajustes contínuos nos
requisitos e na abordagem do projeto ao longo do tempo. Os requisitos podem evoluir
à medida que o projeto avança, permitindo uma resposta ágil às mudanças nas
necessidades do cliente ou nas condições do mercado, proporcionando maior
flexibilidade e adaptação.
Abordagem de Desenvolvimento Híbrida combina elementos das abordagens
preditiva e adaptativa para atender às necessidades específicas do projeto. Isso
significa que algumas partes do projeto podem ser gerenciadas de forma preditiva,
enquanto outras são tratadas de forma adaptativa. Essa abordagem permite a
flexibilidade necessária para lidar com diferentes aspectos do projeto de maneira
eficaz e eficiente.
Funções Associadas a Projetos
Diversas funções são identificadas para apoiar os objetivos do projeto, incluindo:
Abordagens de
Desenvolvimento
Preditiva
Definição clara do
escopo, cronograma,
custo e riscos no
início.
Adaptativa
Requisitos e
abordagem ajustados
ao longo do projeto.
Híbrida
Combinação das
abordagens preditiva e
adaptativa.
Supervisão e Coordenação Apoio à equipe do projeto para alcançar os
objetivos.
Objetivos e Feedbacks Atuais Contribuição com perspectivas e orientações
dos usuários finais.
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186 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
ss
Esquema 220
Supervisão e Coordenação Apoio à equipe do projeto para alcançar os
objetivos.
Objetivos e Feedbacks Atuais Contribuição com perspectivas e orientações
dos usuários finais.
Facilitar e Apoiar Assistência aos indivíduos durante mudanças
e superação de obstáculos.
Realizar o Trabalho Contribuição com conhecimento e experiência
para a elaboração dos produtos.
Aplicar a Especialização Compartilhamento de conhecimento
especializado relevante ao projeto.
Orientação e Insight Comerciais Direcionamento estratégico do projeto ou
produto.
Recursos e Orientações Promoção do projeto e comunicação da visão
e expectativas organizacionais.
Governança
Aprovação e apoio às recomendações da
equipe do projeto e monitoramento do
progresso.
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187 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Equipes de Projeto de Alto Desempenho
Fatores que contribuem para equipes de alto desempenho:
Comunicação Aberta: Fundamental para a produtividade e solução de problemas.
Compreensão Compartilhada: Alinhamento quanto ao propósito e benefícios do
projeto.
Propriedade Compartilhada: Membros da equipe se sentindo proprietários dos
resultados.
Confiança: Disposição para ir além em busca do sucesso do projeto.
Colaboração: Geração de ideias diversificadas e melhores resultados.
Adaptabilidade: Capacidade de ajustar métodos de trabalho ao ambiente.
Resiliência: Recuperação rápida diante de contratempos.
Capacitação: Autonomia para tomar decisões sobre o trabalho.
Reconhecimento: Importância de valorizar os esforços e sucessos da equipe.
Restrições dos Projetos
Principais restrições que impactam projetos:
Esquema 221
Restrições dos
Projetos
Escopo
Qualidade
CronogramaOrçamento
Recursos
Risco
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188 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Essas restrições são interdependentes e podem afetar diversos aspectos do projeto.
A Restrição de Escopo é uma limitação fundamental em projetos, definindo o que está dentro
e fora do âmbito do projeto. É importante gerenciá-la cuidadosamente para evitar o
chamado "escopo rastejante", que pode resultar em aumento de custos e prazos.
A Restrição de Qualidade refere-se aos padrões e expectativas de qualidade estabelecidos
para o produto ou serviço do projeto. Garantir a conformidade com esses padrões é essencial
para atender às necessidades e expectativas dos stakeholders.
O Cronograma é outra restrição crítica, determinando o tempo disponível para concluir as
atividades do projeto. Cumprir prazos é essencial para o sucesso do projeto e pode exigir a
implementação de técnicas de gerenciamento de tempo eficazes.
A Restrição de Orçamento estabelece os recursos financeiros disponíveis para o projeto.
Gerenciar o orçamento de forma eficaz é essencial para garantir que o projeto seja concluído
dentro dos limites financeiros estabelecidos.
A Restrição de Recursos envolve a disponibilidade de pessoas, equipamentos e materiais
necessários para realizar as atividades do projeto. Assegurar o uso eficiente e eficaz desses
recursos é essencial para maximizar a produtividade e minimizar os custos do projeto.
O Risco é uma restrição inerente a todos os projetos, representando eventos incertos que
podem afetar negativamente o sucesso do projeto. Identificar, avaliar e mitigar os riscos é
essencial para minimizar sua probabilidade e impacto ao longo do ciclo de vida do projeto.
Gestão por Projetos e Estrutura Organizacional
A decisão de gerir uma organização por projetos altera sua estrutura organizacional,
podendo adotar uma destas formas:
Esquema 222
G
es
tã
o
p
or
P
ro
je
to
s
e
E
st
ru
tu
ra
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rg
an
iz
ac
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n
al
Estrutura
Organizacional
Funcional
Agrupa atividades por funções especializadas.
Estrutura
Organizacional
Por Projetos
Foca nos resultados, com equipes formadas
temporariamente para projetos.
EstruturaOrganizacional
Matricial
Combina elementos das estruturas funcional e por
projetos, variando em intensidade de fraca a forte,
influenciando a autoridade do gerente de projetos, a
disponibilidade de recursos e o comprometimento de
tempo dos funcionários com os projetos.
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189 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Estrutura Organizacional Funcional
Agrupa as atividades da empresa de acordo com funções especializadas, como marketing,
produção e finanças. Cada departamento é liderado por um gerente funcional e os
funcionários reportam-se a esse gerente dentro de sua área de especialização.
Estrutura Organizacional por Projetos
É orientada para resultados e caracteriza-se por equipes formadas temporariamente para
executar projetos específicos. Os membros da equipe são selecionados com base em suas
habilidades e expertise relevantes para o projeto em questão, e o gerente de projeto é
responsável pela coordenação e entrega do projeto.
Estrutura Organizacional Matricial
Combina elementos das estruturas funcional e por projetos. Nesse tipo de estrutura, os
funcionários mantêm suas funções especializadas em seus departamentos funcionais, mas
também são alocados a projetos, onde reportam-se ao gerente de projeto. Essa estrutura
varia em intensidade de fraca a forte, dependendo da proporção de autoridade do gerente
de projeto, disponibilidade de recursos e comprometimento de tempo dos funcionários com
os projetos.
Figure 10
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190 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Escritório de Gerenciamento de Projetos (EGP)
Estrutura que padroniza os processos de governança de projetos e facilita o
compartilhamento de recursos, metodologias, ferramentas e técnicas.
Tipos de EGP
Esquema 223
EGP de Suporte, que desempenha um papel consultivo, oferecendo orientação e
assistência aos gerentes de projeto e equipes, mas mantendo um baixo nível de
controle sobre as atividades do projeto.
EGP de Controle, que exige conformidade com os processos e padrões
estabelecidos pela organização. Este tipo de EGP possui um nível moderado de
controle sobre os projetos, garantindo que sejam executados de acordo com as
políticas e procedimentos definidos.
EGP Diretivo gerencia os projetos diretamente, assumindo um alto nível de
controle sobre as atividades do projeto. Este tipo de EGP lidera ativamente os
projetos, define prioridades, aloca recursos e monitora o progresso para garantir a
entrega bem-sucedida dos resultados do projeto.
Capacidades do EGP
Esquema 224
Tipos de EGP
Suporte
Controle
Diretivo
Capacidades do
EGP
Promoção de
entregas orientadas
a resultados
Manutenção da visão
geral do projeto
Aprimoramento
contínuo e
gerenciamento de
mudanças
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191 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Gerente de Projetos
Funções
Esquema 225
Gerente Funcional desempenha um papel crucial na organização, sendo
responsável por gerenciar uma unidade funcional específica, como marketing,
finanças, recursos humanos, entre outras. Sua principal função é garantir que as
atividades dentro da sua área de especialização sejam realizadas de forma eficiente
e eficaz, de acordo com os objetivos organizacionais.
Gerente de Operações é encarregado de assegurar a eficiência operacional do
negócio como um todo. Ele supervisiona e coordena as atividades diárias da
empresa, garantindo que os processos sejam executados de maneira suave e
eficiente para atender às metas e expectativas da organização.
Gerente de Projeto tem a responsabilidade de liderar a equipe do projeto para
atingir os objetivos estabelecidos. Ele é encarregado de planejar, executar e
monitorar o projeto, garantindo que ele seja entregue dentro do prazo, do orçamento
e dos padrões de qualidade estabelecidos, enquanto gerencia os recursos e riscos
associados.
Triângulo de Talentos do PMI
• Habilidades Técnicas de Gerenciamento de Projetos, que envolvem o domínio
das ferramentas, técnicas e metodologias utilizadas para planejar, executar e
controlar projetos de forma eficaz.
• Habilidades de Liderança, a capacidade de inspirar e motivar a equipe do projeto,
comunicar de forma eficaz, resolver conflitos e tomar decisões assertivas,
garantindo o engajamento e o desempenho máximo dos membros da equipe.
• Habilidades de Gerenciamento Estratégico e de Negócios são essenciais para
que o gerente de projetos possa alinhar os objetivos do projeto com os objetivos
estratégicos da organização. Isso envolve compreender o contexto do negócio,
identificar oportunidades e riscos, e tomar decisões que agreguem valor ao projeto
e à empresa como um todo.
Gerente funcional Gerencia uma unidade
funcional específica
Gerente de
operações
Assegura a eficiência
operacional do negócio
Gerente de
projeto
Lidera a equipe do
projeto para atingir os
objetivos
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192 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Esquema 226
Gerenciamento dos Riscos do Projeto
Identificação e gestão de eventos incertos para otimizar o sucesso do projeto.
Processos de Gerenciamento de Riscos
Esquema 227
Triângulo de Talentos do PMI
Habilidades técnicas de
gerenciamento de projetos.
Habilidades de liderança.
Habilidades de gerenciamento
estratégico e de negócios.
Processos de
Gerenciamento de Riscos
Planejar o Gerenciamento dos
Riscos
Identificar os Riscos
Realizar a Análise Qualitativa e
Quantitativa dos Riscos
Planejar as Respostas aos
Riscos
Implementar Respostas a
Riscos
Monitorar os Riscos
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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193 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Estratégias de Resposta aos Riscos
Esquema 228
Para riscos Negativos:
Prevenção: Envolve a implementação de medidas proativas para evitar que o risco
ocorra.
Transferência: A responsabilidade pelo risco é transferida para outra parte, como
um fornecedor ou uma seguradora.
Mitigação: Busca reduzir a probabilidade de ocorrência ou o impacto do risco,
implementando planos de contingência ou ações corretivas.
Para riscos Positivos:
Explorar: envolve buscar ativamente as oportunidades para maximizar os
benefícios do projeto.
Compartilhar: As vantagens são compartilhadas com outras partes interessadas
para aumentar a probabilidade de ocorrência.
Melhoria: busca aprimorar as oportunidades existentes para obter melhores
resultados.
Para ambos:
Aceitar: ocorre quando o risco é considerado aceitável ou quando os custos
associados à sua mitigação superam os benefícios esperados. Nesse caso, a
organização opta por aceitar os riscos e lidar com suas consequências, se e quando
ocorrerem.
Estratégias de
Resposta aos Riscos
Para riscos negativos Prevenir, Transferir, Mitigar
Para riscos positivos Explorar, Compartilhar,
Melhorar
Para ambos Aceitar
Auditor Faixa Preta
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194 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Figure 11
Técnicas Utilizadas no Gerenciamento de Projetos
PERT (Program Evaluation Review Technique)
PERT é uma técnica de gestão de projetos que utiliza uma abordagem probabilística para a
estimativa de duração das atividades. Ao contrário de métodos que utilizam uma única
estimativa de tempo, o PERT emprega três: otimista (o menor tempo em que a tarefa pode
ser concluída), pessimista (o maior tempopossível) e mais provável (o tempo de conclusão
mais realista, considerando problemas potenciais).
Essa técnica é útil para projetos onde a incerteza é uma grande preocupação, permitindo
aos gestores de projeto estimar melhor os prazos necessários com uma margem de erro
considerada.
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195 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
CPM (Critical Path Method)
O Método do Caminho Crítico, ou CPM, é uma técnica de gerenciamento de projetos que visa
determinar a sequência de tarefas essenciais para a conclusão do projeto no menor tempo
possível. Utiliza uma abordagem determinística, considerando uma única estimativa de
duração para cada atividade.
Ao identificar o caminho crítico, ou seja, a sequência de atividades que não pode ser atrasada
sem adiar o projeto, o CPM ajuda os gestores a focar nos pontos que necessitam de mais
atenção.
Técnicas para Reduzir o Prazo dos Projetos
Compressão do Projeto (Crashing)
Crashing é uma técnica usada para encurtar a duração do projeto, adicionando
recursos adicionais às atividades críticas, como mais mão de obra ou equipamentos.
Embora possa aumentar os custos, é uma forma eficaz de acelerar o projeto quando
necessário.
Paralelismo de Atividades (Fast Tracking)
Fast Tracking é uma técnica que permite a execução simultânea de atividades que
normalmente seriam realizadas sequencialmente. Apesar de aumentar o risco devido
à sobreposição de tarefas, pode ser uma maneira valiosa de reduzir o prazo total do
projeto.
Método de Kepner e Tregoe
O Método de Kepner e Tregoe é uma abordagem sistemática para a tomada de decisão e
priorização de projetos. Baseia-se na avaliação de critérios objetivos, divididos entre
"deveres", que são requisitos obrigatórios, e "desejos", que são preferências desejáveis. Isso
ajuda as organizações a tomar decisões fundamentadas sobre quais projetos priorizar.
Método ZOPP (Objetivos Orientados ao Planejamento de Projetos)
ZOPP é um método que enfatiza o planejamento participativo, envolvendo todas as partes
interessadas na definição de objetivos claros e na elaboração do plano de projeto. Isso
assegura o alinhamento e o comprometimento de todos os envolvidos desde o início,
melhorando a eficácia do projeto.
Gráfico de Gantt
Um Gráfico de Gantt é uma ferramenta visual que representa o cronograma de atividades de
um projeto ao longo de uma escala de tempo. Permite aos gestores de projeto e às equipes
verem a duração das atividades, suas relações e o progresso atual em relação ao planejado,
facilitando o acompanhamento e a coordenação do trabalho.
Técnica de Análise do Valor Agregado (EVA)
A Análise do Valor Agregado é uma técnica de gerenciamento de projetos que compara o
trabalho realizado com o trabalho planejado e o custo real do trabalho realizado. Isso permite
avaliar o desempenho do projeto em termos de custo e cronograma, identificando desvios e
possibilitando correções tempestivas para manter o projeto no caminho certo.
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@auditorfaixapreta
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196 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Descrição dos processos do PMBOK
Processos de Gerenciamento da Integração do Projeto
1 - Desenvolver o Termo de Abertura do Projeto: O processo de desenvolver um
documento que formalmente autoriza a existência de um projeto e fornece ao
gerente do projeto a autoridade necessária para aplicar recursos organizacionais as
atividades do projeto.
2 - Desenvolver o Plano de Gerenciamento do Projeto: O processo de definir,
preparar e coordenar todos os componentes do plano e consolidá-los em um plano
integrado de gerenciamento do projeto.
3 - Orientar e Gerenciar o Trabalho do Projeto: O processo de liderar e realizar o
trabalho definido no plano de gerenciamento do projeto e a implementação das
mudanças aprovadas para atingir os objetivos do projeto.
4 - Gerenciar o Conhecimento do Projeto: O processo de utilizar conhecimentos
existentes e criar novos conhecimentos para alcançar os objetivos do projeto e
contribuir para a aprendizagem organizacional.
5 - Monitorar e Controlar o Trabalho do Projeto: O processo de acompanhamento,
análise e relato do progresso geral para atender aos objetivos de desempenho
definidos no plano de gerenciamento do projeto.
6 - Realizar o Controle Integrado de Mudanças: O processo de revisar todas as
solicitações de mudança, aprovar as mudanças e gerenciar as mudanças nas
entregas, ativos de processos organizacionais, documentos do projeto e no plano de
gerenciamento do projeto, alem de comunicar a decisão sobre os mesmos.
7 - Encerrar o projeto ou fase: O processo de finalização de todas as atividades para
o projeto, fase ou contrato.
Processos de Gerenciamento do Escopo do Projeto
8 - Planejar o gerenciamento do escopo: O processo de criar um plano de
gerenciamento do escopo que documenta como os escopos do projeto e do produto
serão definidos, validados e controlados.
9 - Coletar os requisitos: O processo de determinar, documentar e gerenciar as
necessidades e requisitos das partes interessadas a fim de atender aos objetivos do
projeto.
10 - Definir o escopo: O processo de desenvolver uma descrição detalhada do
projeto e do produto.
11 - Criar a EAP: O processo de subdividir as entregas e o trabalho do projeto em
componentes menores e mais facilmente gerenciáveis.
12 - Validar o escopo: O processo de formalizar a aceitação das entregas concluídas
do projeto.
13 - Controlar o escopo: O processo de monitorar o status do escopo do projeto e
do produto e gerenciar as mudanças feitas na linha de base do escopo.
Processos de Gerenciamento do Cronograma do Projeto
14 - Planejar o Gerenciamento do Cronograma: O processo de estabelecer as
políticas, os procedimentos e a documentação para o planejamento,
desenvolvimento, gerenciamento, execução e controle do cronograma do projeto.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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197 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
15 - Definir as Atividades: O processo de identificação e documentação das ações
especificas a serem realizadas para produzir as entregas do projeto.
16 - Sequenciar as Atividades: O processo de identificação e documentação dos
relacionamentos entre as atividades do projeto.
17 - Estimar as Durações das Atividades: O processo de estimativa do número de
períodos de trabalho que serão necessários para terminar atividades individuais com
os recursos estimados.
18 - Desenvolver o Cronograma: O processo de análise de sequencias de
atividades, durações, requisitos de recursos e restrições de cronograma para criar o
modelo de cronograma do projeto para execução, monitoramento e controle do
mesmo.
19 - Controlar o Cronograma: O processo de monitorar o status do projeto para
atualizar o cronograma do projeto e gerenciar mudanças na linha de base do mesmo.
Processos de Gerenciamento dos Custos do Projeto
20 - Planejar o Gerenciamento dos Custos: O processo de definir como os custos
do projeto serão estimados, orçados, gerenciados, monitorados e controlados.
21 - Estimar os Custos: O processo de desenvolver uma aproximação dos recursos
monetários necessários para terminar o trabalho do projeto.
22 - Determinar o Orçamento: Processo que agrega os custos estimados de
atividades individuais ou pacotes de trabalho para estabelecer uma linha de base dos
custos autorizada.
23 - Controlar os Custos: O processo de monitoramento do status do projeto para
atualizar custos e gerenciar mudanças da linha de base dos custos.
Processos de Gerenciamento da Qualidade do Projeto
24 - Planejar o Gerenciamento da Qualidade: O processo de identificar os
requisitose/ou padrões da qualidade do projeto e suas entregas, e documentar
como o projeto demonstrara a conformidade com os requisitos e/ou padrões de
qualidade.
25 - Gerenciar a Qualidade: O processo de transformar o plano de gerenciamento
da qualidade em atividades da qualidade executáveis que incorporam no projeto as
políticas de qualidade da organização.
26 - Controlar a Qualidade: O processo de monitorar e registrar resultados da
execução de atividades de gerenciamento da qualidade para avaliar o desempenho
e garantir que as saídas do projeto sejam completas, corretas e atendam as
expectativas do cliente.
Processos de Gerenciamento dos Recursos do Projeto
27 - Planejar o Gerenciamento dos Recursos: O processo de definir como estimar,
adquirir, gerenciar e utilizar recursos físicos e de equipe.
28 - Estimar os Recursos das Atividades: O processo de estimar recursos da
equipe, o tipo e as quantidades de materiais, equipamentos e suprimentos
necessários para realizar o trabalho do projeto.
29 - Adquirir Recursos: O processo de obter membros da equipe, instalações,
equipamentos, materiais, suprimentos e outros recursos necessários para concluir o
trabalho do projeto.
Auditor Faixa Preta
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198 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
30 - Desenvolver a Equipe: O processo de melhoria de competências, da interação
da equipe e do ambiente geral da equipe para aprimorar o desempenho do projeto.
31 - Gerenciar a Equipe: O processo de acompanhar o desempenho dos membros
da equipe, fornecer feedback, resolver problemas e gerenciar mudanças para
otimizar o desempenho do projeto.
32 - Controlar os Recursos: O processo de garantir que os recursos físicos
atribuídos e alocados ao projeto estejam disponíveis conforme planejado, bem como
monitorar o uso planejado versus o uso real de recursos, e executar ações corretivas,
conforme necessário.
Processos de Gerenciamento das Comunicações do Projeto
33 - Planejar o Gerenciamento das Comunicações: O processo de desenvolver
uma abordagem e um plano adequado para atividades de comunicação do projeto
com base nas necessidades de informação de cada parte interessada ou grupo, nos
ativos organizacionais disponíveis e nas necessidades do projeto.
34 - Gerenciar as Comunicações: O processo de assegurar a coleta, criação,
distribuição, armazenamento, recuperação, gerenciamento, monitoramento e
disposição final das informações do projeto, de forma oportuna e adequada.
35 - Monitorar as comunicações: O processo de garantir que as necessidades de
informação do projeto e de suas partes interessadas sejam atendidas.
Processos de Gerenciamento dos Riscos do Projeto
36 - Planejar o Gerenciamento dos Riscos: O processo de definição de como
conduzir as atividades de gerenciamento dos riscos de um projeto.
37 - Identificar os Riscos: E o processo de identificação dos riscos individuais do
projeto, bem como fontes de risco geral do projeto, e de documentar suas
características.
38 - Realizar a Análise Qualitativa dos Riscos: O processo de priorização de riscos
individuais do projeto para analise ou ação posterior, através da avaliação de sua
probabilidade de ocorrência e impacto, assim como outras características.
39 - Realizar a análise quantitativa dos riscos: O processo de analisar
numericamente o efeito combinado dos riscos individuais identificados no projeto e
outras fontes de incerteza nos objetivos gerais do projeto.
40 - Planejar as Respostas aos Riscos: O processo de desenvolver alternativas,
selecionar estratégias e acordar ações para lidar com a exposição geral de riscos, e
também tratar os riscos individuais do projeto.
41 - Implementar Respostas a Riscos: O processo de implementar planos
acordados de resposta aos riscos.
42 - Monitorar os Riscos: O processo de monitorar a implementação de planos
acordados de resposta aos riscos, acompanhar riscos identificados, identificar e
analisar novos riscos, e avaliar a eficácia do processo de risco ao longo do projeto.
Processos de Gerenciamento das Aquisições do Projeto
43 - Planejar o Gerenciamento das Aquisições: O processo de documentação das
decisões de compras do projeto, especificando a abordagem e identificando
vendedores em potencial.
44 - Conduzir as Aquisições: O processo de obtenção de respostas de vendedores,
seleção de um vendedor e adjudicação de um contrato.
Auditor Faixa Preta
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199 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
45 - Controlar as Aquisições: O processo de gerenciar relacionamentos de
aquisições, monitorar o desempenho do contrato, fazer alterações e correções
conforme apropriado e encerrar contratos.
Processos de Gerenciamento das Partes Interessadas do Projeto
46 - Identificar as Partes Interessadas: O processo de identificar regularmente as
partes interessadas do projeto e analisar e documentar informações relevantes
sobre seus interesses, envolvimento, interdependências, influência e impacto
potencial no sucesso do projeto.
47 - Planejar o Engajamento das Partes Interessadas: O processo de
desenvolvimento de abordagens para envolver as partes interessadas do projeto,
com base em suas necessidades, expectativas, interesses e potencial impacto no
mesmo.
48 - Gerenciar o Engajamento das Partes Interessadas: O processo de se
comunicar e trabalhar com as partes interessadas para atender suas necessidades
e expectativas, lidar com questões e promover o engajamento das partes
interessadas adequadas.
49 - Monitorar o Engajamento das Partes Interessadas: O processo de monitorar
as relações das partes interessadas do projeto e adaptação de estratégias para
engajar as partes interessadas através da modificação de planos e estratégias de
engajamento.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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200 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Gestão de Processos
Conceitos Introdutórios
Esquema 229
Estrutura dos Processos
Esquema 230
As Entradas (Inputs) representam os recursos consumidos pelo processo para que ele
possa ser executado. Isso pode incluir materiais, informações, recursos humanos, tecnologia
e outros elementos necessários para iniciar e realizar as atividades do processo.
O Processamento (Throughput) refere-se às atividades realizadas durante a execução
do processo. Essas atividades transformam as entradas em saídas por meio de diversas
operações, procedimentos, tarefas ou etapas definidas no processo.
As Saídas (Outputs) são os produtos, serviços ou resultados gerados como resultado do
processo. Essas saídas são o objetivo final do processo e representam o valor criado ou
entregue aos clientes, stakeholders ou destinatários do processo.
Gestão de
Processos
Processo
Empresarial
Sequência de atividades que
transforma insumos em saídas,
agregando valor para o cliente.
Cadeia de Valor
Descrição das atividades que uma
empresa realiza para entregar um
produto ou serviço aos seus
clientes, desde a matéria-prima
até o cliente final.
Atividades
Principais e de
Apoio
Diferenciação entre atividades
que compõem o núcleo da
entrega do valor ao cliente e
aquelas que suportam essas
atividades principais.
Entradas (Inputs):
•Recursos consumidos
pelo processo.
Processamento
(Throughput):
•Atividades que
transformam entradas
em saídas.
Saídas (Outputs):
•Produtos ou serviços
resultantes do
processo.
Auditor Faixa Preta
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201 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Gestão Funcional (tradicional) x Gestão por Processos
Características
Analisadas Gestão Funcional Gestão por ProcessosAlocação de pessoas Agrupadas junto aos seus pares
em áreas funcionais
Times de processos
envolvendo diferentes perfis e
habilidades
Autonomia operacional Tarefas executadas sob rígida
supervisão hierárquica
Fortalece a individualidade
dando autoridade para tomada
de decisões. A supervisão
hierárquica é flexibilizada.
Avaliação de
desempenho
Centrada no desempenho
funcional do indivíduo
Centrada nos resultados do
processo de negócio
Cadeia de comando Forte supervisão de níveis
hierárquicos superpostos
Fundamentada na negociação
e colaboração
Capacitação dos
indivíduos
Voltada ao ajuste da função que
desempenham/especialização
Dirigida às múltiplas
competências da
multifuncionalidade requerida
Escala de valores da
organização
Metas exclusivas de áreas
geram desconfiança e
competição entre elas
Comunicação e transparência
no trabalho gerando clima de
colaboração mútua
Estrutura
organizacional
Estrutura hierárquica,
departamentalização/vertical
Fundamentada em equipes de
processos/horizontal
Medidas de
desempenho
Foco no desempenho de
trabalhos fragmentados das
áreas funcionais
Visão integrada do processo
de forma a manter uma linha
de agregação constante de
valor
Natureza do trabalho Repetitivo e com escopo
bastante restrito/mecanicista
Bastante diversificado, voltado
ao conhecimento/evolutivo-
adaptativo
Organização do
trabalho
Em procedimentos de áreas
funcionais/mais linear
Por meio de processos
multifuncionais/mais
sistêmico
Relacionamento
externo
Pouco direcionado, maior
concentração no âmbito interno
Forte incentivo por meio de
processos colaborativos de
parcerias
Utilização da
tecnologia
Sistemas de informação com
foco em áreas funcionais
Integração e “orquestração”
dos sistemas de informação
Tabela 16
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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202 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Guia BPM CBOK
Áreas de Conhecimento BPM CBOK 3.0 Áreas de Conhecimento BPM CBOK 4.0
Gerenciamento de Processos de Negócio Gerenciamento de Processos de Negócio
Modelagem de Processos Modelagem de Processos
Análise de Processos Análise de Processos
Desenho de Processos Desenho de Processos
Gerenciamento de Desempenho de Processos Medição do Desempenho de Processos
Transformação de Processos Transformação de Processos de Negócio
Organização do Gerenciamento de Processos
Organização e Cultura de Gerenciamento de
Processos
Tecnologia e Transformação
Tecnologias de Gerenciamento de Processos
(BPM)
Gerenciamento Corporativo de Processos Gerenciamento Corporativo de Processos (EPM)
Áreas de Conhecimento do Guia BPM CBOK (versão 3.0)
Esquema 231
Áreas de Conhecimento
do Guia BPM CBOK
(versão 3.0)
Gerenciamento de
Processos de
Negócio
Fundamentos de BPM.
Modelagem de
Processos
Técnicas para entender e comunicar
componentes de negócios.
Análise de
Processos
Compreensão da eficiência e eficácia dos
processos atuais.
Desenho de
Processos
Criação de novos processos e especificação de
seu funcionamento.
Gerenciamento de
Desempenho de
Processos
Monitoramento e acompanhamento do
desempenho dos processos.
Transformação de
Processos Abordagens para mudanças nos processos.
Organização do
Gerenciamento de
Processos
Definição de papéis e estrutura organizacional
para suporte.
Gerenciamento
Corporativo de
Processos
Maximização dos resultados dos processos
alinhados às estratégias de negócio.
Tecnologias de
Gerenciamento de
Processos
Tecnologias de apoio às atividades de BPM.
Auditor Faixa Preta
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203 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Áreas de Conhecimento do Guia BPM CBOK (versão 4.0)
Esquema 232
BPM é uma disciplina gerencial não prescritiva, exigindo investimento em capacidades de
negócio e desenvolvimento ao longo de uma curva de maturidade.
Papéis em Gestão de Processos
• Gestor de Processos (Dono do Processo): Responsável pela responsabilidade e
autoridade contínua sobre o design, desenvolvimento e desempenho dos processos.
• Gerente de Processos: Coordena e gerencia o desempenho dos processos no dia a
dia, liderando iniciativas de transformação.
Áreas de Conhecimento
do Guia BPM CBOK
(versão 4.0)
Gerenciamento de
Processos de
Negócio
Fundamentos de BPM, incluindo conceitos-
chave, ciclo de vida de BPM, e fatores de
sucesso.
Modelagem de
Processos
Habilidades e processos críticos para
compreender, comunicar, medir e gerenciar
processos de negócio.
Análise de
Processos
Revisão sistemática dos processos de negócio
visando melhorias no estado futuro.
Desenho de
Processos
Criação de processos alinhados à estratégia
organizacional, incluindo planejamento, regras,
simulação e conformidade.
Medição do
Desempenho de
Processos
Monitoramento do desempenho dos processos
e decisões sobre melhoria ou descontinuação
baseadas em dados.
Transformação de
Processos de
Negócio
Discussão de mudanças e gestão de
mudanças no ciclo de vida de BPM, incluindo
melhorias, replanejamentos e reengenharia.
Tecnologia e
Transformação
Tecnologias de BPM suportando
transformações organizacionais e digitais,
incluindo iBPMS e inovações como RPA e IoT.
Organização e
Cultura de
Gerenciamento de
Processos
Papéis, responsabilidades e cultura em
organizações orientadas a processos.
Gerenciamento
Corporativo de
Processos
Gestão do portfólio de processos alinhada a
estratégias de negócios e objetivos funcionais.
Auditor Faixa Preta
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204 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Tipos de Processos
Esquema 233
Classificação dos Processos
• Processos de Negócio: Equivalentes aos processos primários, relacionados à
essência da operação da organização.
• Processos Organizacionais: Semelhantes aos processos secundários, produzem
resultados imperceptíveis para os clientes externos mas são vitais para a gestão.
• Processos Gerenciais: Atividades que os gestores realizam para apoiar os
processos de negócio.
Orientação dos Processos
Esquema 234
Tipos de
Processos
Processos
Primários
Atividades essenciais que agregam
valor diretamente ao cliente,
cruciais para cumprir a missão da
organização.
Processos
Secundários
Dão suporte aos processos
primários e gerenciais, não
agregando valor diretamente ao
cliente, mas essenciais para o
funcionamento dos processos
primários.
Processos
Gerenciais
Focados em monitorar, medir,
controlar e avaliar atividades para
administrar o negócio.
Processos Horizontais
(Interfuncionais)
•Atravessam fronteiras
funcionais, desenhados
conforme o fluxo de trabalho.
Processos Verticais
(Intrafuncionais)
•Confinados a uma função ou
departamento, ocorrendo de cima
para baixo ou vice-versa.
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205 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Processos Internos vs. Externos
Esquema 235
Processos Críticos: São aqueles considerados fundamentais para atingir os objetivos
organizacionais, tendo impacto direto nos resultados e na satisfação dos clientes.
Níveis de Detalhamento dos Processos
Esquema 236
Internos
•Limitados à operação dentro
de uma organização.
Externos
•Envolvem mais de uma
organização, sendo
interorganizacionais ou
transorganizacionais.
Macroprocesso
Processo
Subprocesso
Atividade
Tarefa
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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206 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Macroprocesso: proporciona uma visão ampla e abrangente das principais
atividades relacionadasà missão organizacional, englobando diversos processos e
subprocessos que contribuem para os objetivos globais da organização.
Processo: é um conjunto de atividades inter-relacionadas que trabalham em
conjunto para alcançar um objetivo específico dentro do contexto do
macroprocesso. Ele representa uma unidade de trabalho identificável e mensurável.
Subprocesso: é um desdobramento mais detalhado de um processo em fluxos
menores de atividades. Ele representa uma parte específica de um processo maior e
pode ser gerenciado de forma independente, mas ainda está relacionado ao objetivo
geral do processo.
Atividade: é um conjunto de ações específicas que devem ser realizadas como
parte de um processo ou subprocesso. Ela representa uma etapa distinta no fluxo de
trabalho e contribui para o alcance dos resultados desejados.
Tarefa: é o menor nível de detalhamento e indica as ações específicas que devem
ser executadas para completar uma atividade. Ela fornece instruções detalhadas
sobre como realizar uma determinada atividade de forma eficiente e eficaz.
Níveis de Maturidade em Processos
Modelos como o do Guia BPM CBOK e da SDPS ilustram a evolução da maturidade dos
processos desde estágios iniciais e ad-hoc até níveis de otimização e interoperabilidade.
Esses níveis refletem a capacidade da organização em gerenciar, padronizar, prever,
otimizar e integrar processos de maneira eficaz, buscando alinhamento com objetivos
estratégicos e melhoria contínua.
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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207 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Ciclo de Gerenciamento de Processos (Ciclo de Vida dos Processos)
O BPM segue um ciclo de vida consistente, que envolve várias etapas críticas para a gestão
e aprimoramento dos processos.
Esquema 237
Planejamento
•Alinhamento Estratégico: Identifica e alinha os
processos aos objetivos estratégicos da organização,
definindo a missão, visão, e objetivos de desempenho que
os processos devem atender.
•Definição de Papéis e Responsabilidades: Estabelece
claramente as responsabilidades de cada stakeholder
dentro do ciclo de vida dos processos.
Análise
•Análise "AS-IS": Realiza um diagnóstico detalhado dos
processos atuais, identificando ineficiências, gargalos e
oportunidades de melhoria.
•Definição de Métricas: Estabelece indicadores-chave de
desempenho (KPIs) para avaliar a eficiência e eficácia dos
processos.
Desenho e
Modelagem
•Desenho "TO-BE": Criação de modelos futuros dos
processos, desenhando fluxos de trabalho otimizados que
atendem melhor às necessidades dos clientes e objetivos
de negócios.
•Validação de Modelos: Os modelos propostos são
validados com stakeholders para assegurar que atendem
às necessidades do negócio.
Implementação
•Execução dos Processos: Implementa os processos
desenhados, incluindo o desenvolvimento ou aquisição
das tecnologias necessárias e a capacitação das equipes.
•Gestão de Mudanças: Conduz atividades para facilitar a
adoção dos novos processos pelos usuários, minimizando
resistências e garantindo uma transição suave.
Monitoramento e
Controle
•Medição de Desempenho: Monitora os processos em
operação utilizando as métricas definidas, coletando
dados de desempenho para análise.
•Análise Crítica e Feedback: Avalia os resultados do
desempenho dos processos em comparação com os
objetivos definidos, identificando áreas para ajustes e
melhorias contínuas.
Refinamento
(Transformação)
•Melhoria Contínua: Baseando-se nas análises de
desempenho, identifica e implementa melhorias nos
processos para otimizar a eficiência e eficácia, fechando o
ciclo e iniciando novamente a etapa de planejamento.
Auditor Faixa Preta
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208 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Mapeamento e modelagem de Processos
Mapeamento de Processos
O mapeamento de processos é o ato de levantar e documentar as atividades e tarefas
realizadas em um processo, identificando também os papéis e responsabilidades dos
envolvidos. Ele cria um "mapa" visual do passo a passo do processo, facilitando a
visualização do fluxo de trabalho e a identificação de possíveis gargalos, redundâncias ou
ineficiências.
Modelagem de Processos
Após o mapeamento, segue-se a modelagem de processos, que envolve o desenho ou
redesenho dos processos. Esta etapa tem como objetivo não apenas documentar o processo
atual ("AS-IS") mas também criar uma visão otimizada e futura do processo ("TO-BE"). A
modelagem busca não só uma compreensão aprofundada do funcionamento atual da
organização mas também a utilização desse conhecimento para propor melhorias
significativas.
Vantagens do Mapeamento e Modelagem de Processos
Esquema 238
Vantagens do Mapeamento e
Modelagem de Processos
Compreensão Aprofundada
Aumento da Eficiência e
Produtividade
Redução de Custos
Padronização e Organização
Melhoria Contínua
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209 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Abordagens de Mapeamento e Modelagem de Processos
Esquema 239
A abordagem Top-Down (De cima para baixo) no mapeamento e modelagem
de processos começa pela identificação e documentação dos processos em um nível
mais abrangente e estratégico da organização. Posteriormente, os detalhes são
adicionados, resultando em uma visão mais completa e detalhada dos processos.
A abordagem Bottom-Up (De baixo para cima) inicia-se com a modelagem de
processos específicos e detalhados que são fundamentais para as operações da
organização. Em seguida, os processos são agregados e integrados em níveis mais
abrangentes, proporcionando uma visão global dos processos organizacionais.
A abordagem Middle-Out (Do meio para fora) concentra-se nos processos-
chave da organização, que têm um impacto significativo nos resultados e metas
organizacionais. A partir desses processos centrais, a modelagem se expande para
incluir processos relacionados e subsidiários, proporcionando uma visão abrangente
e equilibrada dos processos organizacionais.
Business Process Model and Notation (BPMN)
O BPMN emerge como um padrão internacional para a modelagem de processos, oferecendo
uma linguagem comum que facilita a compreensão e a comunicação dos processos de
negócios entre todos os stakeholders. Esse padrão ajuda a preencher a lacuna entre a
concepção dos processos de negócios e a sua implementação.
Abordagens de
Mapeamento e
Modelagem de
Processos
Top-Down
(De cima para baixo)
Bottom-Up
(De baixo para cima)
Middle-Out
(Do meio para fora)
Auditor Faixa Preta
@auditorfaixapreta
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210 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Melhoria dos Processos
A melhoria contínua dos processos de negócios é uma prática fundamental para aumentar
a eficiência operacional, melhorar a qualidade dos produtos e serviços, e atender ou superar
as expectativas dos clientes. Existem várias metodologias e ferramentas disponíveis para a
melhoria dos processos, cada uma com suas próprias abordagens e focos.
Lean Management: Visa a eliminação de desperdícios e a maximização do valor para o
cliente, enfatizando a qualidade perfeita e a minimização do excesso de produção,
transporte, movimentação e outros desperdícios.
TQM (Gerenciamento da Qualidade Total): Foca na satisfação do cliente e envolve
todos os membros da organização na melhoria contínua dos processos, produtos e
serviços.
Ciclo PDCA: É uma abordagem iterativa para a melhoria contínua dos processos,
envolvendo as etapas de Planejar, Fazer, Checar e Agir. É eficaz tanto para a melhoria
contínua quanto para a resolução de problemas específicos.
Seis Sigma: Utiliza dadose análises estatísticas para reduzir a variabilidade dos
processos e melhorar a qualidade, visando a diminuição de defeitos e a otimização dos
processos.
Benchmarking: Envolve a comparação de processos internos com aqueles
reconhecidos como líderes ou melhores práticas na indústria, com o objetivo de
identificar áreas para melhoria.
Metodologia de Melhoria de Processos de Rummler e Bracher: Foca no alinhamento
dos recursos humanos e processos interfuncionais para melhorar o desempenho
organizacional.
Método de Análise e Melhoria de Processos (MAMP): Propõe uma abordagem
sistemática para identificar, analisar e corrigir falhas nos processos, visando a melhoria
contínua.
Brainstorming: Facilita a geração de ideias criativas para a solução de problemas ou
aproveitamento de oportunidades de melhoria nos processos.
Redesenho de Processos: Foca em modificar integralmente o processo, mantendo sua
base conceitual mas buscando inovações significativas que possam levar a melhorias
holísticas.
Reengenharia: Procura uma reinvenção radical dos processos, partindo do zero, com o
objetivo de alcançar melhorias drásticas na performance.
Mudança de Paradigma: Encoraja as organizações a se reinventarem de forma contínua
e a buscar posições de mercado únicas, evitando a competição direta.
ISO 9000: Refere-se ao conjunto de normas de gestão da qualidade que, ao serem
implementadas, auxiliam as organizações a garantir a satisfação do cliente e a melhoria
contínua dos seus processos.
Estatística Aplicada aos Processos: Fornece as ferramentas para análise e melhoria
dos processos, permitindo a identificação de variações e a tomada de decisão baseada
em dados.
BPMS e iBPMS: Representam suites de gerenciamento de processos de negócio que
automatizam, modelam, executam, controlam e monitoram processos de forma
eficiente, adaptando-se rapidamente às mudanças no ambiente de negócios.
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211 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Gestão de Risco
Gestão de Riscos
Risco : Efeito da incerteza sobre objetivos, com potencial de impacto positivo
ou negativo.
Os riscos podem ser classificados como positivos, representando oportunidades de
melhoria ou ganho, ou negativos, representando ameaças ou potenciais perdas.
Avaliação e Resposta aos Riscos
Este processo envolve a determinação da probabilidade de ocorrência de riscos e o impacto
que teriam caso se materializassem. Com base nesta avaliação, as respostas são planejadas
para mitigar os efeitos negativos, como preparar locais cobertos para eventos ao ar livre em
caso de mau tempo. O objetivo é minimizar surpresas e assegurar que os riscos estejam
dentro de níveis gerenciáveis.
Gestão de Riscos Corporativos (TCU)
Trata-se de uma abordagem estruturada para gerenciar incertezas relacionadas a ameaças
e oportunidades que afetam a capacidade de uma organização de alcançar seus objetivos.
Inclui a coordenação de atividades para identificar, analisar, avaliar, tratar e monitorar riscos
de forma eficaz, garantindo que a organização esteja preparada e seja resiliente a variações
do ambiente externo e interno.
Tolerância ao Risco
A tolerância ao risco varia significativamente entre indivíduos e organizações, influenciada
por experiências passadas, capacidade de gestão de riscos, e atitude frente ao risco. Esta
tolerância define o quanto de risco uma organização ou pessoa está disposta a aceitar na
busca de seus objetivos, influenciando diretamente a estratégia de gestão de riscos
adotada.
Experiência e Percepção de Riscos
A capacidade de identificar e gerenciar riscos aumenta com a experiência, melhorando o
reconhecimento de perigos e oportunidades potenciais. A percepção de risco é afetada pelo
conhecimento e experiência anterior, influenciando como os riscos são avaliados e quais
medidas de resposta são consideradas adequadas.
Ações para Lidar com Riscos
Incluem o uso de ferramentas e estratégias para manter os riscos em níveis aceitáveis,
baseando-se na tolerância ao risco da organização ou indivíduo e sua capacidade de
absorver impactos. Estas ações podem variar de evitar completamente o risco a aceitá-lo
parcialmente ou transferi-lo, dependendo da análise de custo-benefício e da capacidade de
mitigação disponível.
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212 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Norma ISO 31000/2018 sobre Gestão de Riscos
Esquema 240
Princípios Chave da ISO 31000
Esquema 241
Norma ISO
31000/2018 sobre
Gestão de Riscos
Gestão de riscos é iterativa e ajuda
a estabelecer estratégias e tomar
decisões
Integral à governança, liderança e
sistemas de gestão
Presente em todas as atividades
da organização
Considera contextos externo e
interno, comportamento humano e
fatores culturais
Princípios Chave
da ISO 31000
Integrada Parte de todas as atividades
organizacionais.
Estruturada e Abrangente Para consistência e
comparabilidade.
Personalizada Proporcional aos contextos
externo e interno.
Inclusiva
Envolve partes interessadas
para conscientização e
gestão.
Dinâmica Adaptação às mudanças e
eventos.
Baseada em Informações Utiliza dados históricos,
atuais e futuros.
Considera Fatores
Humanos e Culturais
Influência no comportamento
e cultura.
Melhoria Contínua Aprimoramento por meio de
aprendizado e experiências.
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213 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Estrutura para Gestão de Riscos
Esquema 242
• Liderança e o comprometimento são fundamentais, promovendo uma cultura
de risco e alocando recursos necessários para o gerenciamento eficaz dos riscos.
• Integração da gestão de riscos em todos os níveis da organização, incluindo
governança, estratégias, processos e cultura, é essencial para garantir uma
abordagem holística e consistente.
• Concepção envolve o desenvolvimento de um desenho específico para o contexto
organizacional, considerando as características e necessidades únicas da empresa.
• Implementação, ocorre o planejamento e a ação para o gerenciamento ativo dos
riscos, colocando em prática as estratégias e medidas identificadas na fase de
concepção.
• Avaliação periódica da efetividade das medidas de gerenciamento de riscos
permite ajustes conforme necessário, garantindo uma abordagem adaptativa e
responsiva.
• Melhoria enfatiza o aprimoramento contínuo do processo de gestão de riscos,
buscando aprender com experiências passadas e adaptar as práticas para aumentar
a eficácia e a eficiência.
Processo de Gestão de Riscos
Esquema 243
Liderança e
Comprometimento Integração Concepção
Implementação Avaliação Melhoria
Comunicação e
Consulta
Definição de
Escopo,
Contexto e
Critérios
Identificação
de Riscos
Análise de
Riscos
Avaliação de
Riscos
Tratamento de
Riscos
Monitoramento
e Análise
Crítica
Registro e
Relato
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214 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
A comunicação e consulta são essenciais, garantindo o envolvimento das partes
interessadas para uma abordagem colaborativa e inclusiva na identificação e
tratamento dos riscos.
A definição clara do escopo, contexto e critérios estabelece os parâmetros
necessários para uma gestão eficaz de riscos, fornecendo orientações claras sobre
quais aspectos serão abordados e os critérios para avaliação.
A etapa de identificação de riscos envolve localizar e descrever potenciais
ameaças e oportunidades, permitindo uma compreensão abrangente dos fatores
que podem afetar o sucesso do projeto ou da organização.
A análisede riscos é crucial para compreender a natureza e o nível de risco
associado a cada ameaça ou oportunidade identificada, fornecendo informações
valiosas para a tomada de decisão informada.
A avaliação de riscos permite priorizar as ameaças e oportunidades identificadas
com base em critérios predefinidos, direcionando os recursos para os aspectos mais
críticos e impactantes.
No tratamento de riscos, são desenvolvidas estratégias para mitigar, transferir,
evitar ou aceitar os riscos identificados, visando reduzir sua probabilidade e impacto
ou aproveitar oportunidades.
O monitoramento e análise crítica contínuos garantem uma revisão constante
do processo de gestão de riscos, possibilitando ajustes conforme necessário para
lidar com novas ameaças ou mudanças nas condições.
O registro e relato adequados dos riscos e das atividades de gestão garantem a
documentação precisa e a comunicação eficaz dentro da organização, facilitando a
transparência e a prestação de contas.
Métodos de Análise de Riscos
Esquema 244
Benefícios da ISO 31000
• Aumento na probabilidade de atingir objetivos.
• Encorajamento de uma gestão proativa.
• Melhoria na identificação de oportunidades e ameaças.
• Conformidade com normas internacionais e requisitos legais.
• Fortalecimento da confiança das partes interessadas.
• Eficiência operacional e gestão de incidentes melhoradas.
Métodos de Análise
de Riscos
Qualitativos Impacto e probabilidade
baseados em percepção.
Semiquantitativos Escalas numéricas e
fórmulas pré-definidas.
Quantitativos
Valores práticos para
consequências e
probabilidades.
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215 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Avaliação de Riscos
A Avaliação de Riscos é um processo crítico no gerenciamento de riscos que ajuda as
organizações a identificar, classificar e priorizar riscos, determinando quais necessitam de
atenção imediata e que tipo de ação de tratamento é mais apropriado.
Este processo envolve a comparação dos níveis de risco identificados durante a análise de
riscos com critérios preestabelecidos para decidir sobre as ações a serem tomadas.
Esquema 245
Tratamento de Riscos
O Tratamento de Riscos é uma fase crucial no processo de gerenciamento de riscos, focando
na seleção e implementação de medidas para modificar o perfil de risco de uma organização
ou projeto.
O objetivo é reduzir, transferir, evitar ou aceitar riscos de forma a alinhá-los com o apetite e
tolerância ao risco da organização.
Esquema 246
Avaliação de
Riscos
Processo Comparar nível de risco (análise)
com critérios preestabelecidos.
Decisões
Possíveis
Não fazer nada.
Considerar opções de tratamento.
Reconsiderar objetivos.
Manter controles existentes.
Tratamento de
Riscos
Evitar
Reduzir/Mitigar
Compartilhar/Transferir
Aceitar/Tolerar
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216 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Evitar um risco envolve a decisão de não iniciar ou descontinuar uma atividade que
possa expor a organização a uma ameaça significativa, minimizando assim a
exposição ao risco.
Reduzir ou mitigar um risco implica a implementação de medidas ou estratégias
para diminuir a probabilidade de ocorrência ou as consequências do risco,
contribuindo para uma gestão mais eficaz e controlada.
Compartilhar ou transferir um risco implica a transferência de parte da
responsabilidade pelo risco para terceiros, como seguradoras, parceiros comerciais
ou fornecedores, reduzindo assim o impacto direto sobre a organização em caso de
ocorrência do risco.
Aceitar ou tolerar um risco refere-se à decisão consciente de não tomar
nenhuma ação específica para mitigar ou evitar o risco, geralmente quando o risco
está dentro dos limites de tolerância da organização ou quando os custos de
mitigação superam os benefícios esperados.
Seleção de Tratamento
Na seleção de tratamento de riscos, é essencial encontrar um equilíbrio entre os custos de
implementação das medidas e os benefícios esperados, garantindo que as ações escolhidas
sejam economicamente viáveis e proporcionem um retorno positivo.
A combinação de diferentes opções de tratamento de riscos pode ser necessária para
abordar efetivamente as complexidades e nuances de certas situações, permitindo uma
abordagem mais holística e abrangente na gestão dos riscos.
As considerações na seleção de tratamento incluem avaliar os valores e percepções das
partes interessadas envolvidas, garantindo que suas preocupações e expectativas sejam
adequadamente consideradas, e manter uma comunicação clara e transparente ao longo do
processo de tomada de decisão.
Modelo COSO I e II
O modelo COSO, desenvolvido pelo Committee of Sponsoring Organizations of the
Treadway Commission, é uma estrutura influente para a gestão de riscos empresariais e
controle interno.
COSO I (1992)
O foco principal do COSO I, também conhecido como "Estrutura de Controle Interno", é
proporcionar uma abordagem eficaz para o controle interno dentro das organizações, com o
objetivo de mitigar riscos e ajudar na realização de objetivos empresariais. Essa estrutura se
concentra em garantir a eficácia e eficiência das operações, a confiabilidade dos relatórios
financeiros e a conformidade com as leis e regulamentos aplicáveis.
A contribuição fundamental do COSO I à gestão e controle interno é a definição de
componentes de controle interno e a proposição de princípios fundamentais para sua
implementação efetiva.
A estrutura é baseada em cinco componentes inter-relacionados:
1. Ambiente de Controle: Refere-se à cultura da organização, definindo a importância
do controle dentro da organização. Inclui a integridade, os valores éticos e a
competência do pessoal.
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217 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
2. Avaliação de Riscos: A identificação e análise dos riscos relevantes para o alcance
dos objetivos, formando a base para determinar como os riscos devem ser
gerenciados.
3. Atividades de Controle: As políticas e procedimentos que ajudam a garantir que as
diretrizes de gestão sejam cumpridas.
4. Informação e Comunicação: Sistemas que suportam a captura e troca de
informações necessárias para conduzir, gerenciar e controlar as operações da
organização.
5. Monitoramento: O processo que avalia a qualidade do desempenho do sistema de
controle interno ao longo do tempo.
Atualização COSO ERM (2004)
Esquema 247
O título completo do COSO ERM (2004) é "Enterprise Risk Management - Integrated
Framework", destacando seu foco na gestão integrada de riscos corporativos em
organizações.
O principal foco deste framework é fornecer uma abordagem abrangente e integrada
para a gestão de riscos, visando melhorar a capacidade das organizações de identificar,
avaliar e responder aos riscos de forma eficaz.
O COSO ERM (2004) é representado por uma matriz tridimensional, conhecida como
"cubo", que possui três faces distintas: a face superior, que abrange categorias de
objetivos comuns a todas as instituições; a face lateral esquerda, que inclui os
componentes necessários para a eficácia da gestão de riscos; e a face lateral direita, que
representa a estrutura organizacional, incluindo projetos, processos e atividades.
Os oito componentes interrelacionados do COSO ERM (2004) são integrados ao processo
de gestão de riscos, abrangendo desde o ambiente interno da organização até a
avaliação de riscos, resposta e atividades de monitoramento.
Atualização COSO
ERM (2004)
Título Completo: Enterprise Risk
Management - Integrated Framework
Gestão de riscos corporativos de forma
integrada
Representação: Matriz tridimensional(cubo)
Face Superior
Categorias de objetivos
comuns a todas as
instituições
Face Lateral Esquerda
Componentes
necessários para a
eficácia da gestão de
riscos
Face Lateral Direita
Estrutura organizacional,
incluindo projetos,
processos e atividades
Oito componentes interrelacionados,
integrados ao processo de gestão
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218 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Figure 12
Componentes Descrição
Ambiente Interno Estabelece a filosofia e o limite de apetite a risco da
organização, determinando como os riscos serão vistos.
Fixação de Objetivos Define os objetivos organizacionais antes de identificar os
eventos que podem afetar sua realização.
Identificação de Eventos Identifica os eventos potenciais que podem impactar a
organização, tanto internos quanto externos.
Avaliação de Riscos Analisa os riscos identificados para determinar como serão
administrados e como estão relacionados aos objetivos.
Resposta a Risco Identifica e avalia as possíveis respostas aos riscos,
buscando evitar, aceitar, reduzir ou compartilhar os riscos.
Atividades de Controle Implementa políticas e procedimentos para garantir que as
respostas aos riscos sejam executadas eficazmente.
Informações e
Comunicações
Define como as informações relevantes são identificadas,
coletadas e comunicadas para que as pessoas possam
cumprir suas atribuições.
Monitoramento Monitora a integridade do processo de gerenciamento de
riscos e faz ajustes conforme necessário.
Tabela 17
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219 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
“O gerenciamento de riscos corporativos é constituído de oito componentes
interrelacionados, que se originam com base na maneira como a administração
gerencia a organização, e que se integram ao processo de gestão. “
Objetivos COSO II COSO I
Estratégicos Metas gerais alinhadas com a
missão da organização
-
Operações Utilização eficaz e eficiente
dos recursos
Eficácia e eficiência das
operações da entidade,
incluindo metas de
desempenho financeiro e
operacional e a salvaguarda de
ativos
Comunicação Garantia da confiabilidade dos
relatórios
Divulgações financeiras e não
financeiras, internas e
externas, abrangendo
requisitos de confiabilidade,
oportunidade, transparência,
entre outros
Conformidade Cumprimento das leis e
regulamentos aplicáveis
Cumprimento de leis e
regulamentações às quais a
entidade está sujeita
Tabela 18
COSO ERM 2016 – Alinhando com Estratégia e Performance
Esquema 248
COSO ERM 2016 –
Alinhando com
Estratégia e
Performance
Aprimorar o alinhamento da gestão de riscos
com a estratégia e desempenho.
Importância dos riscos no estabelecimento de
estratégias e na melhoria da performance.
Explora como a gestão de riscos apoia a
identificação e avaliação de riscos que
impactam o desempenho.
Variações aceitáveis no desempenho
(tolerâncias a risco).
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220 AFT – Resumo Esquematizado – GESTÃO GOVERNAMENTAL
Figura 3
Técnicas de Gestão de Riscos
Análise de Perigos e Operabilidade (HAZOP)
Uma técnica sistemática que utiliza palavras-guia para identificar riscos em processos,
envolvendo uma equipe multidisciplinar para avaliar perigos potenciais para pessoas,
meio ambiente e operações.
Análise Bow Tie
Abordagem visual que utiliza um diagrama em forma de gravata borboleta para mapear
e entender as causas, controles e consequências de eventos de risco.
Técnica "What-if / Checklist"
Método que combina perguntas hipotéticas e listas de verificação para explorar e mitigar
riscos em diversas áreas, como planejamento estratégico e design de produtos.
Análise de Modos de Falha e Efeitos (FMEA)
Processo que identifica, avalia e prioriza potenciais falhas em produtos ou processos,
calculando um número de prioridade de risco para cada falha para orientar ações de
melhoria.
Análise de Árvore de Falhas (FTA)
Técnica que explora sequências de eventos que podem levar a falhas específicas,
utilizando um diagrama para representar as relações lógicas entre eventos, útil em
setores como nuclear e petroquímico.
Análise Preliminar de Riscos (APR)
Método inicial de identificação e avaliação de riscos em novos projetos, sistemas ou
atividades, essencial para o planejamento de projetos e operações industriais.
Árvore de Eventos (ETA)
Analisa as consequências de um evento inicial, considerando a eficácia dos controles
existentes, e é usada para entender e mitigar riscos complexos em diversos setores.
Técnica Delphi
Processo iterativo que busca consenso entre especialistas por meio de rodadas de
questionários, visando a decisões informadas para planejamento estratégico.
Matriz de Probabilidade ou Consequência
Ferramenta que avalia e prioriza riscos combinando sua probabilidade de ocorrência com
a gravidade das consequências, facilitando a visualização e priorização de riscos.
Sumário
Proposta do Material de Revisão
Ementa Gestão Governamental
TOP 3 Assuntos mais relevantes da matéria
Administração
Conceitos e Estruturas na Administração e Organizações
Conceitos de Administração (Chiavenato)
Ambientes Organizacionais
Estruturas Organizacionais
Níveis Organizacionais
Estratégico (Institucional)
Tático (Gerencial)
Operacional:
Processo Administrativo (Processo Organizacional)
Características do Processo Administrativo
Visão de Chiavenato
Papéis do Administrador Segundo Henry Mintzberg
Papéis Interpessoais
Papéis Informacionais
Papéis Decisórios
Habilidades Administrativas de Katz
Habilidades Técnicas
Habilidades Humanas
Habilidades Conceituais
Planejamento e Gestão Estratégica
Planejamento
Filosofias de Planejamento
Princípios do Planejamento
Princípios Gerais
Princípios Específicos
Outros Princípios
Vantagens do Planejamento
Segundo Chiavenato
Segundo Sobral e Peci (2008)
Processo de Planejamento (Chiavenato)
Tipos de Planejamento (Níveis de Planejamento)
Dinâmica entre os Níveis
Estratégia
Conceitos e Elementos da Estratégia
"Cinco Ps" de Mintzberg
Características do Processo Administrativo
Elementos Básicos das Estratégias
Estratégia Deliberada x Estratégia Emergente
Transformação Estratégica: Fases
Estratégias de Miles e Snow
Planejamento Estratégico
Planejamento Estratégico
Características
Finalidades
Gestão Estratégica
Missão, Visão, Valores e Negócio
Elementos do Planejamento Estratégico e Gestão
Elementos Fundamentais
Características
Fatores e Métodos de Suporte
Metodologia SMART para Objetivos e Metas
Etapas do Planejamento Estratégico
Etapas segundo Chiavenato
Etapas segundo Djalma Oliveira
Chiavenato x Djalma Oliveira
Planejamento Baseado em Cenários
Abordagens de Construção de Cenários
Tipos de Cenários
Métodos para Construção de Cenários
Planejamento Estratégico Situacional (PES)
Momentos do PES
Características do PES
Redes e Alianças
Tipos de Alianças
Redes
Desafios e Aspectos Negativos
Administração por Objetivos
Foco: Resultados e objetivos organizacionais, mais do que nos processos.
Etapas da APO
Características Principais
Vantagens da APO
Desvantagens da APO
Ferramentas Estratégicas
Diagnóstico Organizacional e Análise SWOT
Ambiente Interno
Ambiente Externo
Cenários Identificados pela SWOT
Estratégias Baseadas na SWOT
Matriz BCG
Ciclo de Vida de um produto
Categorias
Matriz GE/McKinsey
Matriz Ansoff
Estratégias Competitivas Genéricas, Cadeia de Valor, e Cinco Forças de Porter
Estratégias Competitivas Genéricas (Porter, 1986)
Cadeia de Valor (Porter)
Cinco Forças de Porter
Elaboração do Plano de Ação e Controle de Desempenho
Ferramenta 5W2HBalanced Scorecard - BSC (Kaplan e Norton)
Funções do BSC
Elementos Principais do BSC
Mapa Estratégico (Kaplan e Norton)
Matriz GUT
OKR (Objectives and Key Results)
Estrutura dos OKRs
Componentes
Características
Benefícios do OKR
Implementação dos OKRs
Gestão de Pessoas
Gestão de Pessoas
Conceitos-Chave por Autores
Aspectos Fundamentais
Objetivo da Gestão de Pessoas:
Foco da Gestão de Pessoas
Evolução Histórica da Gestão de Pessoas
Visão de Chiavenato
Transição e Enfoques
Evolução
Visão Dutra e Fischer
Visão de Fischer
Fases Evolutivas da Gestão de Pessoas no Brasil (Visão de Toser e Gil):
Administração de Recursos Humanos (ARH) vs. Gestão de Pessoas (GP) e Modelos de Gestão de Pessoas
Modelos de Gestão de Pessoas
Modelo Instrumental (Funcionalista)
Modelo Político
Modelo Estratégico
Processos de Gestão de Pessoas
Processos de Gestão de Pessoas (Segundo Chiavenato)
Processos de Gestão de Pessoas (Outras Visões)
Processos Segundo Sobral e Peci
Subsistemas Segundo Marras
Responsabilidades e Desafios da Gestão de Pessoas
Responsabilidade de Linha x Função de Staff
Objetivos da Gestão de Pessoas
Desafios da Gestão de Pessoas
Flexibilidade Organizacional (Modelo de Atkinson)
Gestão de Pessoas no Setor Público
Desafios e Dificuldades
Gestão Estratégica de Pessoas
Tendências
Gestão de Pessoal Terceirizado
Auditoria de Recursos Humanos
Objetivos
Indicadores Utilizados
Benefícios
Cultura Organizacional
Dimensões
Formação
Características
Funções
Cultura Organizacional
Iceberg da Cultura Organizacional
Níveis da Cultura Organizacional (Schein)
Componentes da Cultura Organizacional (Maximiano)
Elementos da Cultura Organizacional (Outros Autores)
Elementos da Cultura Organizacional (Chiavenato)
Classificações da Cultura Organizacional
Cultura Dominante x Subculturas x Contracultura
Cultura Forte x Cultura Fraca
Cultura Adaptativa x Cultura Conservadora
Cultura de Iniciativa, Missão, Clã e Burocrática
Cultura Etnocêntrica x Policêntrica x Geocêntrica
Cultura Masculina x Cultura Feminina
Vantagens e Desvantagens
Gstão da Mudança Cultural
Clima Organizacional
Características
Implicações para Gestão
Avaliação e Pesquisa de Clima Organizacional
Classificação do Clima Organizacional
Variáveis Organizacionais Avaliadas
Clima Organizacional x Cultura Organizacional
Gestão de Desempenho
Desempenho Organizacional
Comportamentos do Desempenho
Avaliação de Desempenho
Métodos de Avaliação
Erros Comuns na Avaliação
Gestão de Desempenho
Ciclo do Desempenho
Fases da Gestão do Desempenho (Segundo Lucena)
Dimensões da Avaliação de Desempenho
Aplicações e Propósitos
Aplicações Específicas
Objetivos/Benefícios
Campos de Influência
Critérios e Padrões
Disfunções
Quem Avalia?
Métodos de Avaliação de Desempenho
Métodos Tradicionais
Métodos Modernos
Outros Métodos
Controle
Características do Sistema de Controle Eficaz
Etapas do Processo de Controle
Tipos de Controle
Quanto ao Nível Organizacional
Quanto ao Momento
Níveis de Controle de Perrow
Quanto à Orientação
Quanto ao Tipo de Empresa
Quanto ao Comportamento das Pessoas
Quanto à Natureza do Controlador
Quanto à Iniciativa
Quanto à Origem
Indicadores de Desempenho
Finalidades dos Indicadores
Componentes Básicos dos Indicadores
Critérios Básicos (Atributos) dos Indicadores
Propriedades dos Indicadores
Propriedades Complementares
Aspectos Adicionais
Qualidade dos Indicadores de Desempenho: Diretrizes do TCU
Construção de Indicadores
Variáveis dos Indicadores
Mitos sobre a Medição de Desempenho
Modelo para Mensuração de Desempenho: A Cadeia de Valor e os 6 Es
Classificações de Indicadores
Controle Comportamental
Abordagens Estratégicas de Controle Comportamental
Técnicas de Controle Comportamental
Outras Técnicas de Controle Comportamental
Gestão de Conflitos
Visões sobre Conflitos
Visões dos Conflitos
Visão Tradicional
Visão Interacionista
Visão de Resolução de Conflitos / Visão das Relações Humanas
Tipos de Conflitos
Funcionais x Disfuncionais
Tarefa x Relacionamento x Processo
Interno x Externo
Substantivo x Emocional
Níveis de Conflito
Níveis de Gravidade dos Conflitos
Processo dos Conflitos
Etapas do Processo de Conflito (Chiavenato)
Administração de Conflitos
Abordagens para Administrar Conflitos
Estilos de Administração de Conflitos
Técnicas de Administração de Conflitos (Blake & Mouton)
Efeitos dos Conflitos
Negociação
Definições de Negociação
Características (Chiavenato e Leite)
Processo de Negociação (Chiavenato)
Motivação
Conceito de Motivação
Alternativas de Posicionamento Estratégico
Ciclo Motivacional (Chiavenato)
Diferenças
Teorias Motivacionais
Teoria de Maslow
Teoria de Alderfer (ERC/ERG)
Teoria de Herzberg (Dois Fatores)
Teoria de McClelland (Necessidades Adquiridas)
Outras Teorias
Locke (Definição de Objetivos)
Skinner (Reforço)
Motivação
Tarefas Combinadas em Conjunto (Combinação de Tarefas)
Carga Vertical (Expansão Vertical de Cargos)
Relações Diretas com o Cliente ou Usuário (Estabelecimento de Relações com os Clientes)
Formação de Unidades Naturais de Trabalho
Abertura de Canais de Retroação (Feedback)
Criação de Grupos Autônomos
Liderança
Características da Função Direção
Aplicação nos Níveis Organizacionais
Ações Desenvolvidas na Função Direção
Liderança vs Chefia
Líder
Chefe
Perspectivas da Liderança
Tipos de Poder
Princípios de Liderança e Poder
Estudos da Universidade de Michigan: Teoria Bidimensional
Liderança Orientada para a Tarefa/Produção
Liderança Orientada para Pessoas/Relacionamentos
04 Estilos de Liderança de Likert
Teorias de Liderança
Teoria da Contingência de Fiedler
Teoria do Recurso Cognitivo de Fiedler
Teoria do Caminho-Meta de House
Teoria Situacional de Hersey e Blanchard
Teoria 3D de Reddin
Liderança Transacional
Tipos de Liderança
Liderança Transformacional
Liderança Carismática
Liderança Autêntica
Liderança Servidora
Liderança Visionária
Equipes de Trabalho
Equipes de Trabalho
Competências Necessárias às Equipes
Estágios do Desenvolvimento das Equipes
Tipos de Equipes
Equipes Bem-sucedidas
Habilidades Necessárias para o Sucesso das Equipes
Equipes Eficazes
Equipes de Alto Desempenho
Gestão de Projetos
Definição de Projeto
Gestão DE Projetos vs. Gestão POR Projetos
Evolução da Gestão de Projetos
Projetos x Operações
Portfólios, Programas, Projetos e Subprojetos
Guia PMBOK
Guia PMBOK – 6ª Edição
Ciclo de Vida dos Projetos (Fases dos Projetos)
Gestão de Projetos - PMBOK 6ª Edição
Custos e Pessoal
Riscos e Influência das Partes Interessadas (Stakeholders)
Custos da Mudança
Tipos de Ciclo de Vida de Projetos
Ciclo de Vida de Projetos x Ciclo de Vida de Produtos
Áreas de Conhecimento em Gerenciamento de Projetos
Grupos de Processos de Gerenciamento de Projetos
49 Processos do PMBOK (Áreas de Conhecimento x Grupos de Processos)
Criação da Estrutura Analítica do Projeto (EAP)
Guia PMBOK – 7ª Edição
Ciclo de Vida dos Projetos (Fases dos Projetos) – 7ª edição
Tailoring no Gerenciamento de Projetos
Benefícios
Etapas do Tailoring
Domínios de Desempenho de Projetos
Abordagens de Desenvolvimento
Funções Associadas a Projetos
Equipes de Projeto de Alto Desempenho
Restrições dos Projetos
Gestão por Projetos e Estrutura Organizacional
Escritório de Gerenciamento de Projetos (EGP)
Tipos de EGP
Capacidades do EGP
Gerente de Projetos
Funções
Triângulo de Talentos do PMI
Gerenciamento dos Riscos do Projeto
Processos de Gerenciamento de Riscos
Estratégias de Resposta aos Riscos
Técnicas Utilizadas no Gerenciamento de Projetos
PERT (Program Evaluation Review Technique)
CPM (Critical Path Method)
Técnicas para Reduzir o Prazo dos Projetos
Método de Kepner e Tregoe
Método ZOPP (Objetivos Orientados ao Planejamento de Projetos)
Gráfico de Gantt
Técnica de Análise do Valor Agregado (EVA)
Descrição dos processos do PMBOK
Processos de Gerenciamento da Integração doProjeto
Processos de Gerenciamento do Escopo do Projeto
Processos de Gerenciamento do Cronograma do Projeto
Processos de Gerenciamento dos Custos do Projeto
Processos de Gerenciamento da Qualidade do Projeto
Processos de Gerenciamento dos Recursos do Projeto
Processos de Gerenciamento das Comunicações do Projeto
Processos de Gerenciamento dos Riscos do Projeto
Processos de Gerenciamento das Aquisições do Projeto
Processos de Gerenciamento das Partes Interessadas do Projeto
Gestão de Processos
Conceitos Introdutórios
Estrutura dos Processos
Gestão Funcional (tradicional) x Gestão por Processos
Guia BPM CBOK
Áreas de Conhecimento do Guia BPM CBOK (versão 3.0)
Áreas de Conhecimento do Guia BPM CBOK (versão 4.0)
Papéis em Gestão de Processos
Tipos de Processos
Classificação dos Processos
Orientação dos Processos
Processos Internos vs. Externos
Níveis de Detalhamento dos Processos
Níveis de Maturidade em Processos
Ciclo de Gerenciamento de Processos (Ciclo de Vida dos Processos)
Mapeamento e modelagem de Processos
Vantagens do Mapeamento e Modelagem de Processos
Abordagens de Mapeamento e Modelagem de Processos
Business Process Model and Notation (BPMN)
Melhoria dos Processos
Gestão de Risco
Gestão de Riscos
Avaliação e Resposta aos Riscos
Gestão de Riscos Corporativos (TCU)
Tolerância ao Risco
Experiência e Percepção de Riscos
Ações para Lidar com Riscos
Norma ISO 31000/2018 sobre Gestão de Riscos
Princípios Chave da ISO 31000
Estrutura para Gestão de Riscos
Processo de Gestão de Riscos
Métodos de Análise de Riscos
Benefícios da ISO 31000
Avaliação de Riscos
Tratamento de Riscos
Seleção de Tratamento
Modelo COSO I e II
COSO I (1992)
Atualização COSO ERM (2004)
COSO ERM 2016 – Alinhando com Estratégia e Performance
Técnicas de Gestão de Riscos