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ÉTICA 
PROFISSIONAL
PROF. DEYBSON BIONDO
FACULDADE CATÓLICA PAULISTA
Prof. Deybson Biondo
ÉTICA 
PROFISSIONAL
Marília/SP
2022
“A Faculdade Católica Paulista tem por missão exercer uma 
ação integrada de suas atividades educacionais, visando à 
geração, sistematização e disseminação do conhecimento, 
para formar profissionais empreendedores que promovam 
a transformação e o desenvolvimento social, econômico e 
cultural da comunidade em que está inserida.
Missão da Faculdade Católica Paulista
 Av. Cristo Rei, 305 - Banzato, CEP 17515-200 Marília - São Paulo.
 www.uca.edu.br
Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida por qualquer meio ou forma 
sem autorização. Todos os gráficos, tabelas e elementos são creditados à autoria, 
salvo quando indicada a referência, sendo de inteira responsabilidade da autoria a 
emissão de conceitos.
Diretor Geral | Valdir Carrenho Junior
ÉTICA PROFISSIONAL
PROF. DEYBSON BIONDO
FACULDADE CATÓLICA PAULISTA | 5
SUMÁRIO
CAPÍTULO 01
CAPÍTULO 02
CAPÍTULO 03
CAPÍTULO 04
CAPÍTULO 05
CAPÍTULO 06
CAPÍTULO 07
CAPÍTULO 08
CAPÍTULO 09
CAPÍTULO 10
CAPÍTULO 11
7
16
30
40
47
54
62
72
81
90
97
FILOSOFIA E ÉTICA
A REGULAMENTAÇÃO DA EDUCAÇÃO FÍSICA 
NO BRASIL 
CÓDIGO DE ÉTICA DOS PROFISSIONAIS DE 
EDUCAÇÃO FÍSICA
ÉTICA PROFISISONAL
O PREÂMBULO DO CÓDIGO DE ÉTICA DO 
PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA
ÉTICA NA ESCOLA, REDES SOCIAS E MUNDO 
DO TRABALHO
A CONSTRUÇÃO DO CÓDIGO DE ÉTICA DO 
PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA
BIOÉTICA
QUESTÕES ÉTICAS E MORAIS NO CONTEXTO 
DA EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTES FÍSICA E 
ESPORTES 
CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DE 
EDUCAÇÃO FÍSICA, DOS PRINCIIOS E 
DIRETRIZES
CÓDIGO DE ÉTICA DO PROFISSIONAL 
E EDUCAÇÃO FÍSICA, CAPÍTULO III DAS 
RESPONSABILIDADES E DEVERES, ARTIGO 6º
ÉTICA PROFISSIONAL
PROF. DEYBSON BIONDO
FACULDADE CATÓLICA PAULISTA | 6
SUMÁRIO
CAPÍTULO 12
CAPÍTULO 13
CAPÍTULO 14
CAPÍTULO 15
105
112
122
129
CÓDIGO DE ÉTICA DO PROFISSIONAL 
E EDUCAÇÃO FÍSICA, CAPÍTULO III DAS 
RESPONSABILIDADES E DEVERES, ARTIGO 
7º, 8º E 9º.
CÓDIGO DE ÉTICA DO PROFISSIONAL E 
EDUCAÇÃO FÍSICA, CAPÍTULO IV DOS 
DIREITOS E BENEFÍCIOS 
CÓDIGO DE ÉTICA DO PROFISSIONAL 
E EDUCAÇÃO FÍSICA, CAPÍTULO V DAS 
INFRAÇÕES E PENALIDADES E CAPÍTULO VI 
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
APLICABILIDADE DO CÓDIGO DE ÉTICA DO 
CÓDIGO DE ÉTICA DO PROFISSIONAL DE 
EDUCAÇÃO FÍSICA
ÉTICA PROFISSIONAL
PROF. DEYBSON BIONDO
FACULDADE CATÓLICA PAULISTA | 7
CAPÍTULO 1
FILOSOFIA E ÉTICA
Caro(a) acadêmico(a), em nossa primeira aula vamos abordar a questão filosófica 
da ética seus conceitos a sua relação intrínseca com moral, o conceito que vem desde 
a antiguidade com filósofos e pensadores sobre a temática. 
A Ética é uma área da filosofia que busca problematizar as questões relativas aos 
costumes e à moral de uma sociedade, tendo um olhar questionador sobre o que é 
errado e o que é certo, ética e moral são termos que se somam para o significado 
pleno de ética ser alcançado mas isso vamos tratar um pouco depois. 
Imagem representando o certo e o errado
Fonte: https://www.uninassau.edu.br/noticias/uninassau-aracaju-promovera-i-simposio-de-etica-profissional
Os estudos de ética surgiram ainda na Antiguidade clássica, precisamente com 
Aristóteles, em seu livro Ética a Nicômaco, consideramos um papela importantíssimo 
o pensador grego conhecido como o eterno questionado, Sócrates. 
https://www.uninassau.edu.br/noticias/uninassau-aracaju-promovera-i-simposio-de-etica-profissional
ÉTICA PROFISSIONAL
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Aristóteles o primeiro pensador a falar sobre ética
Fonte: https://www.todamateria.com.br/aristoteles/
Sócrates andava pelas ruas de Atenas questionando as pessoas sobre o que seriam 
valores da vida no seu dia-dia, e muitas vezes esses questionamentos diziam respeito 
a valores, princípios morais, tais como o “bem” e a “virtude”. As respostas na maioria 
das vezes os cidadãos não sabiam de onde viam esses valore morais e ena maioria 
das vezes se confundiam na sua explicação.
Os cidadãos atenienses sabiam que essa moral era herdada de uma herança cultural 
da época que muitas vezes eram conhecimentos preconceituosos por ideologias não 
entendidas pela maioria das pessoas. A ética sofreu diversas modificações ao longo da 
história, o que culminou em perspectivas diferentes para se tratar a moral e resultou 
também em diferentes correntes éticas.
1.1 Ética e moral
Os conceitos de moral e ética são os mais recorrentemente destacados quando 
se pensa e debate o pensamento filosófico durante a formação de profissionais no 
Ensino Superior, mas não somente nesses espaços, uma vez que, por exemplo, ao 
longo de campanhas políticas e no ambiente de trabalho somos também impactados 
pela utilização desses termos, não raras vezes como sinônimos ou como remetendo 
a um único significado. Isto posto, nesta seção tratamos da ética enquanto pilar 
https://www.todamateria.com.br/aristoteles/
ÉTICA PROFISSIONAL
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estruturante das discussões desta disciplina, o que fazemos por meio do diálogo 
entre seu conceito e a definição de moral.
Para Camargo (2014), a palavra moral, que deriva do latim mores, significa costumes, 
ou seja, a maneira de se comportar regulada pelo uso. Assim, o homem moral é aquele 
que age conforme as regras estabelecidas pelo grupo social no qual encontra-se 
inserido. 
A moral refere-se à construção coletiva de regras e normas sociais, o que significa 
que não parte de simples imposição, mas precisa ser percebida por todos os indivíduos 
que convivem em determinado grupo, que pode ser um conjunto de voluntários de 
uma organização social, amigos que praticam esportes coletivos, pessoas no mesmo 
ambiente de trabalho, moradores de um bairro que participam de uma associação 
comunitária, habitantes de um município ou região, toda uma população nacional ou 
até mesmo, em último caso, a humanidade como um todo.
Imagem sobre moral x ética
Fonte: https://fia.com.br/blog/etica-e-moral/
Para Camargo (2014), a moral se efetiva quando cada indivíduo sente vontade de 
obedecê-la, ou seja, existe o respeito pela norma estabelecida e cada um se sente 
impelido a cumprir tal determinação, é mais do que aquilo que é imposto, mas é o 
que é desejado dentro de um corpo social. Isso porque, como coloca Cortella (2014), 
a moral não existe no indivíduo isoladamente, mas no processo de relação social, ou 
seja, em coletividade.
https://fia.com.br/blog/etica-e-moral/
ÉTICA PROFISSIONAL
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É importante que seja perceptível ao grupo que a moral corresponde a essas regras 
sociais, que compreendam se tratar de normas socialmente partilhadas para reger o 
funcionamento daquela coletividade. 
Trata-se, portanto, de uma construção humana que tem caráter cultural, temporal e 
societal, ou seja, a moral não é estanque ou sedimentada eternamente, mas se altera 
conforme analisamos os costumes e valores de cada grupo social em determinado 
período de tempo, o que significa que sociedades contemporâneas entre si podem 
vivenciar diferentes morais e também que uma mesma sociedade pode ser perpassada 
por distintos valores morais em períodos diferentes de sua história. 
Assim, a moral se altera porque os valores não permanecem os mesmos dentro de 
uma cultura. O processo de construção social da realidade passa pela construção de 
conjuntos de instrumentos materiais e espirituais para um mundo mais humano, e isso 
pode, a cada geração, ser assimilado ou rejeitado, levando os indivíduos a conflitos e 
questionamentos sob a ordem anteriormente estabelecida. Toda essa transformação 
deve-se à liberdade de pensar e agir de cada um, buscando sempre o novo e uma 
realidade segura.
 Se os valores fossem iguais em todas as culturas, não haveria choques culturais, 
não haveria conflitos entre diferentes perspectivas de interpretação da realidade,então 
teríamos outra maneira de conviver, uma única forma de conviver. 
Por um lado, a existência de uma moral única teria como principal ponto positivo a 
possibilidade de redução de discrepâncias decorrentes de visões de mundo distintas 
ou etnocêntricas, já que teríamos todos uma mesma base moral estruturando nossos 
pensamentos e ações. Haveria a possibilidade de vivermos em sociedade mais 
tolerantes, democráticas, respeitosas e com valores sociais. 
Por outro lado, a inexistência de possibilidades diferentes de conformação de normas 
e regras sociais poderia conduzir ao domínio de elites políticas e econômicas sobre os 
demais indivíduos de maneira ininterrupta e imutável, já que alterações nos padrões 
morais dependeriam do interesse desse grupo e invariavelmente não seriam destinadas 
a melhorias ou ganhos sociais para a classe trabalhadora, maioria da população.
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Imagem de frase de camiseta que se tornou dito popular
Fonte: https://www.vandal.com.br/camisetas/estampa-moral-e-bons-costumes
No texto colocado a seguir relata muito bem essas diferenças de valores e costumes 
conforme cultura, que implica diretamente na ética.
Imagem da diversidade cultura
Fonte: http://jpilato-culturasevalores.blogspot.com/2010/11/aculturacao.html
https://www.vandal.com.br/camisetas/estampa-moral-e-bons-costumes
http://jpilato-culturasevalores.blogspot.com/2010/11/aculturacao.html
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ISTO ESTÁ NA REDE
Valores nas diferentes culturas
Querida família hospedeira,
Vamos continuar um pouco da nossa viagem sobre as diferenças culturais e o 
porquê da importância de viver uma experiência como a que o AFS proporciona.
Alguns posts atrás, falamos sobre algumas metáforas da cultura. Concluímos 
que existe muito além dos comportamentos visíveis que observamos; existe na 
realidade uma camada mais profunda do “iceberg”, que vai permitindo gradualmente 
conhecer mais sobre cada cultura e aquilo que está na sua base.
Muitos dos nossos estudantes também quando chegam ao final do intercâmbio 
relatam que perceberam aspetos estruturais da cultura brasileira com o tempo. 
A importância da família, a forma de se relacionar, a forma de agir perante os 
problemas, a forma de comunicar…Mais do que comportamentos visíveis, eles estão 
falando na realidade sobre os valores da sociedade brasileira, que diferem das suas 
próprias culturas
.Do que estamos então falando quando falamos em valores?
A forma de pensar sobre o papel da família, sobre a amizade, sobre as relações, 
sobre o nosso papel na sociedade… Muitas vezes inconscientemente temos a 
nossa forma de agir relativamente a essas questões e não imaginamos a influência 
cultural que sofremos. 
Hofstede, um psicólogo social holandês, define algumas dimensões culturais que 
influenciam nesse campo. O autor diferencia sociedades individualistas de outras 
mais coletivistas. Por exemplo, em sociedades mais individualistas, considera-se 
família imediata pai, mãe e irmãos. Em contrapartida, sociedades mais coletivistas, 
consideram também avós, tios e primos. Diferencia também sociedades com maior 
distância ao poder de outras com menor distância ao poder. Enquanto no Brasil 
chamamos os professores pelo primeiro nome ou por apelidos, em outros países 
chama-se de “senhor”/”senhora” e o sobrenome.
Hofstede faz ainda referência a outras questões como: como lidar com a incerteza 
e com a imprevisibilidade, como lidar com a necessidade de planejamento ou 
realização imediata dos projetos pessoais… Por isso, é importante criarmos uma 
maior abertura e compreender determinadas formas de expressão dos estudantes 
que têm relacionamentos diferentes nas suas culturas e por isso não correspondem 
algumas vezes aos nossos padrões sociais. Até a forma de comunicar pode ser 
diferente. Existem culturas que expressam as suas emoções de forma muito mais 
aberta e clara; outras que hesitam em demonstrar emoções e falar de forma tão 
objetiva.
É interessante notar que valores podem ser importantes para duas culturas 
diferentes, mas serem demonstrados de formas totalmente opostas. Por exemplo: 
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enquanto no Brasil demonstramos respeito olhando diretamente nos olhos de quem 
está falando, na Tailândia respeito demonstra-se não olhando diretamente nos olhos 
(olha-se normalmente para baixo).
Gradualmente a família hospedeira e o estudante se conhecerão e entenderão 
melhor os valores e a expressão deles em geral. Para que isso aconteça, é 
preciso quebrar barreiras, abrir se para a visão do outro e dar a conhecer a nossa. 
Porque aquilo que não é expresso em palavras está subentendido nos nossos 
comportamentos e será apenas compreendido com a convivência e com o tempo.
Fonte: https://www.afs.org.br/2017/06/21/valores-nas-diferentes-culturas/
Ainda nesse sentido, a multiplicidade de culturas e sociedades e a ampliação do 
acesso à informação – o que retomaremos em uma de nossas últimas aulas dessa 
disciplina – nos permitem comparar determinadas regras e normas sociais e avalia-
las com relação à sua adequação a uma sociedade, de modo que a contestação da 
ordem vigente, mesmo que minimamente, passa pelo exercício de refletir sobre outras 
realidades possíveis.
 E como a moral se altera? Considerando que a moral é um conjunto de normas 
socialmente aceitas, mudanças ocorrem quando essas regras deixam de ser 
consideradas legítimas por uma sociedade, ou seja, quando os indivíduos deixam 
de vislumbrar aquele aspecto moral como um símbolo do funcionamento daquela 
sociedade e passam a interpretá-lo como uma obrigação. Trata-se, portanto, do 
momento em que algo deixa de ser aceito como adequado ou pertinente, ao que 
cabe sua modificação ou substituição. 
Bergamasco (2007) oferece um exemplo de como determinados conceitos ou valores 
podem ser alterados ao longo do tempo, fazendo com que a moral se modifique. Trata-
se da definição de família, secularmente construída sob a perspectiva heteronormativa 
e cristã, baseada no arranjo conservador de pai, mãe e filhos decorrentes dessa união. 
Tanto se constituiu essa visão como a norma moral de família que até mesmo as 
propagandas de produtos apresentavam famílias felizes com essa composição, o que 
gerou a ideia de senso comum da “família de comercial de margarina”. 
https://www.afs.org.br/2017/06/21/valores-nas-diferentes-culturas/
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Imagem que ilustra a chamada “família margarina”
Fonte: https://www.hypeness.com.br/2016/10/familia-nutela-conta-o-seu-dia-a-dia-para-combater-o-racismo/
Contudo, observando os arranjos sociais existentes em nossa sociedade – por 
diferentes razões – temos que os tipos de famílias hoje são múltiplos, como, por 
exemplo: somente um genitor com os filhos, avós que criam netos, pais separados com 
filhos de relações anteriores que formam uma nova família, adoções por pessoas sem 
cônjuge, o reconhecimento de relações homoafetivas e a redução do estranhamento 
a casais que não têm filhos, cuja família é composta apenas por essas duas pessoas. 
Perceba, caro(a) estudante, que a importância do conceito de família não foi reduzida 
e que a moral sobre o tema não deixou de existir, mas alterou-se diante de condições 
sociais em que a “família de comercial de margarina” não reflete a realidade de parcela 
expressiva das famílias brasileiras. 
Pensando em questões que podem estar passando por sua cabeça ao longo da leitura 
desta seção, imagino duas possibilidades, que na verdade se tornaram recorrentes em 
aulas que ministrei sobre o tema sempre que chegávamos a esse ponto da discussão: 
Como nós podemos perceber a moral na prática? Onde “entra” a ética nessa discussão?
 Essas duas perguntas nos conduzem a um mesmo caminho para resposta, uma 
vez que a moral se materializa ou se realiza por meio de ações éticas,ou seja, a ética 
corresponde à prática da moral na vida em sociedade. 
Partindo dessa prerrogativa, a ética é a ciência do comportamento moral dos homens 
em sociedade, ou seja, a ética é a própria vida, representada pelos costumes e ações 
https://www.hypeness.com.br/2016/10/familia-nutela-conta-o-seu-dia-a-dia-para-combater-o-racismo/
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humanas, que identificam seus comportamentos, uma vez que estuda as manifestações 
do comportamento humano (ADEOTADO 2012).
Ante ao exposto nesta aula, espero que você tenha percebido que a ética é mais 
do que um conceito filosófico antigo e teórico, mas um conjunto de elementos de 
ordem prática, que mobilizamos conforme normas e regras sociais interferem e são 
interpretadas em nossas relações cotidianos e nos espaços em que convivemos. 
Ainda, para além dessa importância geral, atente-se ao fato de que se trata de tema 
importante à sua futura inserção e atuação no mercado de trabalho
ISTO ESTÁ NA REDE
Mundo do futebol se curva ao fair play de Rodrigo Caio contra o Corinthians
O Corinthians venceu o São Paulo por 2 a 0, mas o ponto mais debatido após o 
clássico no Morumbi não foi um dos gols. Aos 39 minutos do primeiro tempo, 
Rodrigo Caio assumiu ter sido o responsável pelo toque na coxa do goleiro Renan 
Ribeiro e livrou o rival Jô de um cartão amarelo que o tiraria do jogo de volta. A 
atitude do zagueiro foi amplamente debatida e recebeu muitos elogios. O primeiro 
foi justamente o atacante do Timão, autor do primeiro gol neste domingo. “Parabéns 
ao Rodrigo Caio que teve atitude de homem, o futebol precisa disso. É uma amostra 
de que o futebol está mudando, que dá para ser honesto. Eu fiquei tranquilo porque 
sabia que não tinha pegado no Renan, mas ainda bem que o Rodrigo teve a honra 
de admitir”, elogiou, em sintonia com o técnico Fábio Carille.
“Que legal essa postura do Rodrigo Caio. Com cada um procurando ver o seu lado 
hoje em dia, é sempre bom ver uma atitude como essa. Pode ter certeza que no 
domingo eu vou procurá-lo para dar um abraço nele. O futebol precisa disso. Não 
adianta ser malandro, a malandragem não ajuda”, disse o treinador do Corinthians 
em entrevista coletiva. “É uma coisa tão rara hoje em dia... Ele merece ser premiado 
pela sinceridade, é o tipo de coisa que a gente quer ver no futebol”, exaltou 
Rodriguinho, autor do segundo gol alvinegro no clássico
“Fiz apenas o que deveria ser feito. Eu só falei para ele que eu tinha pisado no 
Renan, e não o Jô. Cada um com sua consciência”, disse Rodrigo Caio, visivelmente 
frustrado com a derrota. 
Fonte: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/campeonatos/paulista/ultimas-noticias/2017/04/17/mundo-do-futebol-se-curva-ao-fair-play-de-rodrigo-
caio-contra-o-corinthians.htm
https://www.uol.com.br/esporte/futebol/campeonatos/paulista/ultimas-noticias/2017/04/17/mundo-do-futebol-se-curva-ao-fair-play-de-rodrigo-caio-contra-o-corinthians.htm
https://www.uol.com.br/esporte/futebol/campeonatos/paulista/ultimas-noticias/2017/04/17/mundo-do-futebol-se-curva-ao-fair-play-de-rodrigo-caio-contra-o-corinthians.htm
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CAPÍTULO 2
A REGULAMENTAÇÃO DA 
EDUCAÇÃO FÍSICA NO BRASIL 
Querido aluno, a regulamentação da profissão em Educação Física foi um marco 
extrema importância para maior valorização e crescimento da área, pois garantiu 
por lei, a exclusividade de atuação aos profissionais graduados, o que não acontecia 
anteriormente. Apesar da regulamentação ter se concretizado em 1º de Setembro 
de 1998, os movimentos em prol deste objetivos iniciaram no final da década de 40 
(NETTO; GENARI; GOBBI, 2019). Podemos dividir a história da regulamentação da 
profissão de Educação Física no Brasil em três fases: 
Figura que ilustra o símbolo da profissão e educação física
Fonte: https://educacao-fisica92.webnode.page/simbolo/
• A primeira relacionada aos profissionais que manifestavam ou escreviam a 
respeito desta necessidade da regulamentação, porém sem desenvolver ação 
nesse sentido. 
• A segunda na década de 80 quando tramitou o projeto de lei relativo à 
regulamentação sendo vetado pelo Presidente da República, José Sarney.
Figura que ilustra o momento político nos anos 80.
https://educacao-fisica92.webnode.page/simbolo/
ÉTICA PROFISSIONAL
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Fonte: https://www.cartacapital.com.br/politica/diretas-ja-sob-que-regras/
• A terceira, vinculada ao processo de regulamentação aprovado pelo Congresso 
e promulgado pelo Presidente da República Fernando Henrique Cardoso em 1º 
de setembro de 1998 (CONFEF, s/d). 
Todo o processo da regulamentação da profissão de Educação Física se deve a 
iniciativa das Associações dos Professores de Educação Física (APEF´s), localizadas 
no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, que juntas fundaram a Federação 
Brasileira das Associações de Professores de Educação Física (FBAPEF) em 1946 
(STEINHILBER, 1998). As APEFs promoveram diversos Congressos com o objetivo era 
discutir os rumos da disciplina e da profissão, apontando a necessidade de consolidar e 
conquistar a regulamentação, recebendo aprovação em todos os estados. Um exemplo 
desses eventos foi o III Encontro de Professores de Educação Física, organizado pela 
APEF da Guanabara, na cidade do Rio de Janeiro, em 1972, apresentando uma proposta 
de criação dos Conselhos Regionais e Federal de Educação Física (CONFEF, s/d).
Contudo, somente na década de 80 que são efetivamente identificadas as ações 
para a apresentação do projeto de regulamentação da profissão ao poder legislativo. 
Em 22 de novembro de 1983, na reunião entre os diretores, professores e estudantes 
de Escolas de Educação Física, realizada em Brasília-DF, cujo propósito foi discutir 
sobre a problemática da atuação profissional em Educação Física, visando a criação de 
https://www.cartacapital.com.br/politica/diretas-ja-sob-que-regras/
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um órgão orientador, disciplinador e fiscalizador do exercício profissional, coordenada 
pelo Prof. Benno Becker, membro da Comissão de Pesquisa em Educação Física e 
Desportos do MEC, apresentou um projeto elaborado, tendo como base os projetos 
de conselho regionais e federais da psicologia e medicina. Após discussão e debate, 
o projeto de lei foi aperfeiçoado (CONFEF, 1983). 
Chegaram ao acordo de que a proposta seria de criação de Conselho dos Profissionais 
de Educação Física, alertando a todos os presentes a respeito da tramitação que o 
projeto teria na Câmara dos Deputados e da necessidade de cada um mobilizar os 
representantes políticos de cada estado, para a defesa e o acompanhamento do projeto. 
Assim, os Professores Benno Becker e Antônio Amorim foram designados para o 
encaminhamento do projeto de lei ao poder legislativo (CONFEF, 1983).
 Do ano de 1984 em diante, as ações concretas foram iniciadas de fato para a 
regulamentação da profissão. No II Congresso de Esporte Para todos (EPT), na cidade 
de Belo Horizonte, em julho de 1984, o Prof. Dr. Inezil Penna Marinho propõe que 
seja modificado o nome designatório da atividade profissional para “Cineantropólogo”, 
“Antropocinesiólogo”, Kinesiólogo” ou “Antropocineólogo”. No entanto, não houve 
concordância para a mudança do termo (NETTO; GENARI; GOBBI, 2019). Culturalmente 
e tradicionalmente, a designação do profissional nas intervenções na área dos exercícios 
físicos e desportivos, é Professor de Educação Física. A partir disso, surgiu a proposta, 
aceita posteriormente, de designarmos o interventor como “Profissional de Educação 
Física”. Desta forma, passou-se a defender a regulamentação do Profissional de Educação 
Física (NETTO; GENARI; GOBBI, 2019). Paralelamente, em 1984 foi apresentado o 
Projeto de Lei 4559/84, pelo Deputado Federal Darcy Pozza à Câmara dos Deputados, 
que dispunha sobre o Conselho Federal e os Regionais dos Profissionaisde Educação 
Física, Desporto e Recreação, sendo oficialmente o primeiro projeto de regulamentação 
da profissão (CONFEF, s/d). O PL 4559/84 foi aprovado pelo Congresso Nacional, em 
dezembro de 1989, sendo vetado pelo, então, Presidente da República, José Sarney. 
Isso ocorreu no início do ano de 1990, baseando-se em parecer emitido pelo Ministério 
do Trabalho (CONFEF, s/d)
No começo do ano de 1994, alguns grupos de estudantes de Educação Física, 
preocupados com o crescente aumento de pessoas sem formação atuando no mercado 
emergente, como em academias, clubes, condomínios, entre outros, procuraram a APEF 
do Rio de Janeiro (NETTO, GENARI e GOBBI, 2019). A APEF então reafirmou a posição 
de que para impedir tal ilegalidade, fazia-se necessário um instrumento jurídico que 
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determinasse serem os graduados em Educação Física, os profissionais responsáveis 
pela dinamização das atividades físicas (NETTO; GENARI; GOBBI, 2019). Dessa forma, 
era requerida para regulamentar a profissão, um novo movimento e mobilização da 
categoria, junto com a adesão de algum político para apresentar o projeto de lei e 
encarar o desgaste que representaria todo o tramite na Câmara de Deputados e no 
Senado Federal (CONFEF, s/d). Em prol da regulamentação, os Professores Jorge 
Steinhilber, Sergio Kudsi Sartori, Walfrido Jose Amaral e Ernani Contursi, decidem 
lançar um Movimento em Prol da Regulamentação. 
Assim, em Janeiro de 1995, durante o congresso da Federação Internacional de 
Educação Física (FIEP) em Foz do Iguaçu, o “Movimento pela regulamentação do 
Profissional de Educação Física” foi lançado na abertura do evento, dando posse 
solene dos membros conselheiros do 1º Conselho de Educação Física (STEINHILBER, 
1998). A partir disso, várias ações foram iniciadas para a difusão do movimento, 
como por exemplo, o envio de correspondência às direções das Instituições de Ensino 
Superior de Educação Física, informando a respeito da importância e necessidade de 
regulamentarmos a profissão, apresentação do movimento e abertura de possibilidade da 
adesão ao mesmo, solicitando que a questão fosse amplamente divulgada, promovendo 
discussões e debates junto aos docentes e discentes (STEINHILBER, 1998).
A apresentação formal do projeto de lei relativo à regulamentação da profissão na 
Câmara dos Deputados foi feita pelo então Deputado Federal Eduardo Mascarenhas, 
através da PL de nº 330/95. Neste mesmo ano, 1995, o projeto foi analisado pela 
Comissão de Educação, Cultura e Desporto, consultando instituições de ensino, órgãos 
públicos relacionados com a área e notórios profissionais de Educação Física, sendo 
todos favoráveis à regulamentação (CONFEF, s/d).
 No início do ano de 1996, o projeto foi para na Comissão de Trabalho, Administração 
e Serviço Público, onde teve o Deputado Federal Paulo Paim como relator. Após longas 
discussões, ajustes e substituições do projeto de lei, naquele ano não houve tempo 
hábil para ser apreciado na Comissão, devido ao recesso de final de ano (CONFEF, s/d).
 Em 1997, foi moroso o trâmite, com troca de relator e entraves por conta de dúvidas 
por parte do Ministério do Trabalho. Assim, foi levado o projeto junto ao Secretário 
Executivo do Ministério do Trabalho, onde foram tiradas as dúvidas do Ministério, que 
por fim, deu “sinal verde” para o projeto ser incluído na pauta da Comissão (CONFEF, 
s/d). 
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Em 22 de outubro de 1997, o Projeto é aprovado por unanimidade em reunião 
ordinária e remetido para a Comissão de Constituição e Justiça e de Redação, sendo 
analisado até o dia 09 de junho de 1998, quando é considerado constitucional e 
aprovado por unanimidade (CONFEF, s/d).
 Na sessão plenária de 30 de junho de 1998 da Câmara dos Deputados, o projeto 
de lei 330/95 é debatido, apreciado e aprovado com parecer favorável de todos os 
oradores. A partir de primeiro de julho de 1998, o projeto de lei passa a ser analisado e 
apreciado então, pelo Senado Federal (NETTO; GENARI; GOBBI, 2019). No dia seguinte, 
13 de agosto de 1998, o projeto foi incluído na ordem do dia do Senado, e após 
algumas manifestações dos parlamentares, o texto foi aprovado por unanimidade e 
encaminhado à sanção presidencial (NETTO; GENARI; GOBBI, 2019). 
Em 1º de Setembro de 1998, o Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, 
sanciona a lei 9696/98, publicada no Diário Oficial da União em 02/09/98 (CONFEF, s/d).
Figura o Dário oficial que autorizou a criação do Conselho Federal de Educação Física
Fonte: https://www.confef.org.br/confef/conteudo/16
A regulamentação foi ponto crucial para a defesa do Profissional de Educação 
Física, tendo a ideia principal de limitar quem poderia ou não atuar na área, afirmando 
https://www.confef.org.br/confef/conteudo/16
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que apenas podem operar os profissionais registrados nos Conselhos Regionais 
de Educação Física, colocando o critério de ingresso no exercício profissional sob 
fiscalização e decisão do Conselho (NETTO; GENARI; GOBBI, 2019). A regulamentação 
da profissão também foi importante para a sociedade porque protege os usuários das 
atividades físicas, pois a partir de 1998, ele saberia que necessariamente uma pessoa 
regulamentada estaria promovendo aquela atividade (REPPORT FILHO, 2003).
 É importante destacar que apenas são inscritos nos quadros dos Conselhos 
Regionais de Educação Física os profissionais possuidores de diploma obtidos em 
cursos de Educação Física, oficialmente autorizado ou reconhecido. O inciso III, art. 
2º da Lei também possibilitou as pessoas sem graduação que já exerciam atividades 
próprias dos Profissionais de Educação Física, antes da promulgação, recebessem 
do Conselho Federal de Educação Física (CONFEF) uma autorização com algumas 
particularidades, para trabalhar especificamente com aquilo que já faziam anteriormente 
(CONFEF, s/d).
 Esta emenda possibilitou a transição de um estado jurídico para outro, respeitando 
o direito adquirido, instituto constitucionalmente assegurado, e também, promoveu 
uma adaptação daqueles que exerciam a atividade sem nenhum tipo de conhecimento 
formal sobre o assunto. Estes registros são denominados de provisionados (CONFEF, 
s/d). 
Além de regulamentar a profissão, através da lei 9696/98, também foram criados 
CONFEF e Conselhos Regionais de Educação Física (CREFs), sistema regulador, 
regulamentador, orientador e fiscalizador da atuação profissional. E na próxima aula 
falaremos sobre como funciona o sistema CONFEF/CREFs, apontando a devida 
importância para a solidez da profissão. Aguardo você! 
ISTO ESTÁ NA REDE
LEI Nº 9.696, DE 1 DE SETEMBRO DE 1998.
Dispõe sobre a regulamentação da Profissão de Educação Física 
e cria os respectivos Conselho Federal e Conselhos Regionais de 
Educação Física.
http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%209.696-1998?OpenDocument
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O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional 
decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o O exercício das atividades de Educação Física e a designação de 
Profissional de Educação Física é prerrogativa dos profissionais regularmente 
registrados nos Conselhos Regionais de Educação Física.
Art. 2o Apenas serão inscritos nos quadros dos Conselhos Regionais de 
Educação Física os seguintes profissionais:
I – os possuidores de diploma obtido em curso superior de Educação 
Física oficialmente autorizado ou reconhecido pelo Ministério da Educa-
ção;    (Redação dada pela Lei nº 14.386, de 2022)
II - os possuidores de diploma em Educação Física expedido por insti-
tuição de ensino superior estrangeira, revalidado na forma da legislação em 
vigor;
III - os que tenham comprovadamente exercido atividades próprias dos 
Profissionais de EducaçãoFísica até a data de início da vigência desta Lei, 
nos termos estabelecidos pelo Conselho Federal de Educação Física (Con-
fef);   (Redação dada pela Lei nº 14.386, de 2022)
IV - os egressos de cursos superiores de Tecnologia conexos à Educa-
ção Física, oficiais ou reconhecidos pelo Ministério da Educação, cujos eixos 
tecnológicos sejam direcionados às áreas de conhecimento abrangidas por 
esta Lei, conforme regulamentado pelo Confef.   (Incluído pela Lei nº 14.386, 
de 2022)
Art. 3o Compete ao Profissional de Educação Física coordenar, planejar, 
programar, supervisionar, dinamizar, dirigir, organizar, avaliar e executar 
trabalhos, programas, planos e projetos, bem como prestar serviços de 
auditoria, consultoria e assessoria, realizar treinamentos especializados, 
participar de equipes multidisciplinares e interdisciplinares e elaborar informes 
técnicos, científicos e pedagógicos, todos nas áreas de atividades físicas e do 
desporto.
Art. 4º Ficam criados o Conselho Federal de Educação Física (Confef) e 
os Conselhos Regionais de Educação Física (Crefs), dotados de personalidade 
jurídica de direito público e de autonomia administrativa, financeira e patrimo-
nial.   (Redação dada pela Lei nº 14.386, de 2022)
§ 1º O Confef terá abrangência em todo o território nacional.     (Incluído 
pela Lei nº 14.386, de 2022)
§ 2º Provisoriamente, o Confef manterá sua sede e seu foro no Município 
do Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, com o prazo máximo de 4 (quatro) 
anos, contado da data de publicação desta Lei, para que a sede e o foro do Con-
selho sejam transferidos para a cidade de Brasília, Distrito Federal.     (Incluído 
pela Lei nº 14.386, de 2022)
§ 3º Os Crefs terão sede e foro na capital de um dos Estados por eles 
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abrangidos ou na cidade de Brasília, Distrito Federal.      (Incluído pela Lei nº 
14.386, de 2022)
§ 4º O Confef e os Crefs são organizados de forma federativa como 
Sistema Confef/Crefs.   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
Art. 5º-A. Compete ao Confef:   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
I - organizar e promover a eleição do seu Presidente e do Vice-Presiden-
te;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
II - editar os atos necessários à interpretação e à execução do disposto 
nesta Lei e à fiscalização do exercício profissional, limitada esta, quanto às pes-
soas jurídicas, à regularidade do registro e à atuação dos Profissionais de Edu-
cação Física que nelas prestem serviços;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
III - adotar as medidas necessárias à consecução de seus objetivos insti-
tucionais;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
IV - supervisionar a fiscalização do exercício profissional no território na-
cional;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
V - em relação aos Crefs:   (Incluída pela Lei nº 14.386, de 2022)
a) organizar, orientar e inspecionar a sua estrutura;   (Incluída pela Lei nº 
14.386, de 2022)
b) propor a sua implantação;   (Incluída pela Lei nº 14.386, de 2022)
c) estabelecer a sua jurisdição;   (Incluída pela Lei nº 14.386, de 2022)
d) examinar a sua prestação de contas; e   (Incluída pela Lei nº 14.386, de 
2022)
e) intervir em sua atuação, quando indispensável ao restabelecimento da 
normalidade administrativa ou financeira ou à garantia da efetividade ou do 
princípio da hierarquia institucional;   (Incluída pela Lei nº 14.386, de 2022)
VI - elaborar e aprovar o seu regimento interno;      (Incluído pela Lei nº 
14.386, de 2022)
VII - examinar e aprovar os regimentos internos dos Crefs, além de pro-
mover as modificações necessárias para assegurar a unidade de orientação e 
a uniformidade de atuação;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
VIII - dirimir dúvidas suscitadas pelos Crefs e prestar-lhes apoio técnico 
permanente;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
IX - apreciar e julgar os recursos de penalidades aplicadas pelos Crefs aos 
profissionais e às pessoas jurídicas;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
X - estabelecer, por meio de resolução, os valores relativos ao pagamen-
to das anuidades, das taxas e das multas devidos pelos profissionais e pelas 
pessoas jurídicas ao Cref a que estejam jurisdicionados, observadas as dispo-
sições da Lei nº 12.197, de 14 de janeiro de 2010;   (Incluído pela Lei nº 14.386, 
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12197.htm
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de 2022)
XI - aprovar a sua proposta orçamentária e autorizar a abertura de cré-
ditos adicionais e a realização de operações referentes a mutações patrimo-
niais;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
XII - dispor sobre o código de ética profissional e exercer a função de con-
selho superior de ética profissional;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
XIII - instituir o modelo das carteiras e dos cartões de identidade profissio-
nal;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
XIV - publicar anualmente:   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
a) o orçamento e os créditos adicionais;   (Incluída pela Lei nº 14.386, de 
2022)
b) os balanços;   (Incluída pela Lei nº 14.386, de 2022)
c) o relatório de execução orçamentária; e   (Incluída pela Lei nº 14.386, 
de 2022)
d) o relatório de suas atividades;   (Incluída pela Lei nº 14.386, de 2022)
XV - aprovar anualmente as suas contas e a sua proposta orçamentária 
e remetê-las aos órgãos competentes; e   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
XVI - (VETADO).   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
Art. 5º-B. Compete aos Crefs:   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
I - organizar e promover a eleição do Presidente e do Vice-Presidente dos 
Crefs;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
II - elaborar a proposta de seu regimento interno e de eventuais alterações 
e submetê-las à aprovação do Confef;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
III - registrar os profissionais e expedir as carteiras de identidade profissio-
nal;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
IV - organizar, disciplinar e manter atualizado o registro dos profissionais e 
das pessoas jurídicas que se inscreverem para exercer atividades de Educação 
Física na região;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
V - publicar anualmente:   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
a) a relação dos profissionais e das pessoas jurídicas registrados;   (Incluí-
da pela Lei nº 14.386, de 2022)
b) o relatório de suas atividades;   (Incluída pela Lei nº 14.386, de 2022)
VI - fiscalizar o exercício profissional na área de sua competência, limitan-
do-se, quanto às pessoas jurídicas, à aferição da regularidade do registro e à 
atuação dos Profissionais de Educação Física que nelas prestem serviço;   (In-
cluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
VII - representar perante as autoridades competentes em relação aos fa-
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tos que apurar e cuja solução ou punição não seja de sua competência;   (Incluí-
do pela Lei nº 14.386, de 2022)
VIII - cumprir e fazer cumprir o disposto nesta Lei e nas resoluções e nas 
normas complementares editadas pelo Confef;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 
2022)
IX - exercer a função de conselho regional de ética profissional e decidir 
sobre os casos que lhes forem submetidos;     (Incluído pela Lei nº 14.386, de 
2022)
X - julgar as infrações e aplicar as penalidades previstas nesta Lei e nas 
normas complementares editadas pelo Confef;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 
2022)
XI - propor ao Confef a adoção das medidas necessárias ao aprimora-
mento dos serviços e do sistema de fiscalização do exercício profissional;   (In-
cluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
XII - aprovar a sua proposta orçamentária e autorizar a abertura de cré-
ditos adicionais e a realização de operações referentes a mutações patrimo-
niais;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
XIII - arrecadar os valores relativos ao pagamento das anuidades, dasta-
xas e das multas devidos pelos profissionais e pelas pessoas jurídicas;   (Incluí-
do pela Lei nº 14.386, de 2022)
XIV - adotar as medidas necessárias à efetivação de sua receita e repas-
sar ao Confef as importâncias referentes à sua participação legal, conforme 
previsto no art. 5º-F desta Lei;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
XV - cobrar as importâncias correspondentes às anuidades, às taxas e às 
multas perante o juízo competente quando exauridos os meios de cobrança 
amigável;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
XVI - emitir parecer conclusivo sobre a prestação de contas a que estejam 
obrigados; e   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
XVII - publicar anualmente:   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
a) os orçamentos e os créditos adicionais;   (Incluída pela Lei nº 14.386, 
de 2022)
b) os balanços;   (Incluída pela Lei nº 14.386, de 2022)
c) o relatório de execução orçamentária; e   (Incluída pela Lei nº 14.386, 
de 2022)
d) o relatório de suas atividades.   (Incluída pela Lei nº 14.386, de 2022)
Art. 5º-C. O Confef será composto de 20 (vinte) conselheiros titulares e de 
8 (oito) suplentes.   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
§ 1º Os conselheiros serão escolhidos em eleição direta, por meio de voto 
pessoal, secreto e obrigatório dos profissionais inscritos nos Crefs.   (Incluído 
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pela Lei nº 14.386, de 2022)
§ 2º Os conselheiros terão mandato de 4 (quatro) anos, admitida 1 (uma) 
reeleição.   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
§ 3º O Presidente e o Vice-Presidente do Confef serão escolhidos dentre 
os conselheiros e eleitos por maioria absoluta.   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 
2022)
§ 4º Na hipótese de empate, além do voto ordinário, o Presidente do Con-
fef terá o voto de qualidade.   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
§ 5º Será aplicada multa ao profissional que deixar de votar sem causa 
justificada.   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
§ 6º O valor da multa a que se refere o § 5º deste artigo não será superior 
a 10% (dez por cento) do valor da anuidade paga pelo profissional.   (Incluído 
pela Lei nº 14.386, de 2022)
§ 7º O Confef editará as normas necessárias para regulamentar os pro-
cedimentos relativos às eleições no Confef e nos Crefs.”   (Incluído pela Lei nº 
14.386, de 2022)
Art. 5º-D. Os Crefs serão compostos de 20 (vinte) conselheiros titulares e 
de 8 (oito) suplentes.   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
§ 1º Os conselheiros serão escolhidos em eleição direta, por meio de voto 
pessoal, secreto e obrigatório dos profissionais inscritos nos Crefs.   (Incluído 
pela Lei nº 14.386, de 2022)
§ 2º Os conselheiros terão mandato de 4 (quatro) anos, admitida 1 (uma) 
reeleição.   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
§ 3º O Presidente e o Vice-Presidente dos Crefs serão escolhidos dentre 
os conselheiros e eleitos por maioria absoluta.   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 
2022)
§ 4º Na hipótese de empate, além do voto ordinário, o Presidente do Cref 
terá o voto de qualidade.   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
§ 5º Será aplicada multa ao profissional que deixar de votar sem causa 
justificada.   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
§ 6º O valor da multa a que se refere o § 5º deste artigo não será superior 
a 10% (dez por cento) do valor da anuidade pago pelo profissional.   (Incluído 
pela Lei nº 14.386, de 2022)
§ 7º O voto de qualidade a que se refere o § 4º deste artigo não será 
aplicado na hipótese do art. 5º-L desta Lei.      (Incluído pela Lei nº 14.386, de 
2022)
Art. 5º-E. Constituem fontes de receita do Confef:      (Incluído pela Lei nº 
14.386, de 2022)
I - valores relativos ao pagamento das inscrições dos profissionais e das 
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pessoas jurídicas;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
II - 20% (vinte por cento) sobre valores relativos ao pagamento das con-
tribuições, das anuidades, das taxas, dos serviços e das multas devidos pelos 
profissionais e pelas pessoas jurídicas;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
III - legados, doações e subvenções;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
IV - renda patrimonial;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
V - renda obtida por meio de patrocínio, de promoção, de cessão de direi-
tos e de marketing em eventos promovidos pelo Confef; e   (Incluído pela Lei nº 
14.386, de 2022)
VI - outras fontes de receita.   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
Parágrafo único. Do percentual de receita de que trata o inciso II 
do  caput  deste artigo, 25% (vinte e cinco por cento) serão destinados, 
obrigatoriamente, ao Fundo de Desenvolvimento dos Crefs.   (Incluído pela Lei 
nº 14.386, de 2022)
Art. 5º-F. Constituem fontes de receita dos Crefs:      (Incluído pela Lei nº 
14.386, de 2022)
I - 80% (oitenta por cento) sobre valores relativos ao pagamento das con-
tribuições, das anuidades, das taxas, dos serviços e das multas devidos pelos 
profissionais e pelas pessoas jurídicas;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
II - legados, doações e subvenções;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
III - renda obtida por meio de patrocínio, de promoção, de cessão de direi-
tos e de marketing em eventos promovidos ou autorizados pelo Cref; e   (Incluí-
do pela Lei nº 14.386, de 2022)
IV - outras fontes de receita.   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
Art. 5º-G. São infrações disciplinares:        (Incluído pela Lei nº 14.386, de 
2022)
I - transgredir as normas estabelecidas pelo código de ética profissio-
nal;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
II - exercer a profissão quando estiver impedido de fazê-lo, ou facilitar, por 
qualquer meio, o seu exercício por pessoa não registrada no Cref;   (Incluído pela 
Lei nº 14.386, de 2022)
III - violar o sigilo profissional;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
IV - praticar, permitir ou estimular, no exercício da profissão, ato que a lei 
defina como crime ou contravenção;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
V - adotar conduta incompatível com o exercício da profissão;   (Incluído 
pela Lei nº 14.386, de 2022)
VI - exercer a profissão sem estar registrado no Sistema Confef/Cre-
fs;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
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VII - utilizar indevidamente informação obtida em razão de sua atuação 
profissional, com a finalidade de obter benefício para si ou para terceiros;   (In-
cluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
VIII - praticar conduta que evidencie inépcia profissional;   (Incluído pela Lei 
nº 14.386, de 2022)
IX - produzir prova falsa de quaisquer dos requisitos necessários para efe-
tuar o registro no Sistema Confef/Crefs.   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
Art. 5º-H. São sanções disciplinares aplicáveis ao profissional ou à pessoa 
jurídica:   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
I - advertência escrita, com ou sem aplicação de multa;   (Incluído pela Lei 
nº 14.386, de 2022)
II - aplicação de multa;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
III - censura pública;   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
IV - suspensão do exercício da profissão; e   (Incluído pela Lei nº 14.386, 
de 2022)
V - cancelamento do registro profissional e divulgação do fato nos meios 
de comunicação oficiais do Confef ou do Cref, conforme o caso.   (Incluído pela 
Lei nº 14.386, de 2022)
§ 1º O valor da multa será calculado com base no valor da anuidade paga 
pelo profissional ou pela pessoa jurídica.   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
§ 2º O valor da multa de que trata o § 1º deste artigo será equivalente ao 
valor de 1 (uma) a 5 (cinco) anuidades, em conformidade com o disposto na Lei 
nº 12.197, de 14 de janeiro de 2010.   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
Art. 5º-I. O processo disciplinar será instaurado de ofício ou por repre-
sentação de qualquer autoridade ou pessoa interessada.   (Incluído pela Lei nº 
14.386, de 2022)
§1º Instaurado o processo disciplinar, o Sistema Confef/Crefs ordenará 
a notificação do interessado para oferecimento de defesa prévia, por escrito, no 
prazo de 5 (cinco) dias úteis.   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
§ 2º A não apresentação da defesa prévia não obsta o seguimento do 
processo disciplinar.   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
§ 3º A apresentação da defesa prévia ocorrerá sem prejuízo de outros 
meios de defesa constantes desta Lei e da regulamentação do Sistema Confef/
Crefs.   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
Art. 5º-J. Caberá a interposição de recurso ao Confef de todas as decisões 
proferidas pelos Crefs.   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
§ 1º O Confef decidirá em última instância administrativa em relação ao 
recurso de que trata o caput deste artigo.   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12197.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12197.htm
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§ 2º Além do recorrido e do recorrente, os conselheiros do Cref são 
legitimados para interpor o recurso de que trata o caput deste artigo.   (Incluído 
pela Lei nº 14.386, de 2022)
Art. 5º-K. A pretensão de punição do profissional ou da pessoa jurídica 
com a aplicação de sanção disciplinar prescreverá no prazo de 5 (cinco) anos, 
contado da data de ocorrência do fato que a ensejou, exceto para os casos de 
abuso ou assédio moral ou sexual, nos quais o prazo será contado da data de 
início do processo disciplinar.   (Incluído pela Lei nº 14.386, de 2022)
Parágrafo único. A contagem de prazo da prescrição será interrompi-
da pela intimação do acusado para apresentar defesa.      (Incluído pela Lei nº 
14.386, de 2022)
Art. 5º-L. Em caso de empate no processo de apuração de infração dis-
ciplinar ou de empate no processo de aplicação de sanção disciplinar, resol-
ver-se-á a controvérsia favoravelmente ao profissional regulado pelo Sistema 
Confef/Crefs ou à pessoa jurídica no polo passivo do processo.   (Incluído pela 
Lei nº 14.386, de 2022)
Art. 6o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 1 de setembro de 1998; 177o da Independência e 110o da 
República.
FERNANDO HENRIQUE CARDOSO 
Edward Amadeo
Este texto não substitui o publicado no D.O.U de 2.9.1998
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CAPÍTULO 3
CÓDIGO DE ÉTICA DOS 
PROFISSIONAIS DE 
EDUCAÇÃO FÍSICA
Caro aluno, nesta aula discutiremos o documento que norteia a atuação profissional 
quanto à conduta e imagem a se passar para a sociedade, adequando todos os 
profissionais à proposta contida na Carta Brasileira de Educação Física (CONFEF, 
2000), que reformulou o conceito da profissão, apresentando a qualidade e importância 
do Profissional de Educação Física.
Recapitulando as definições do conceito de ética, vamos trazer o conceito clássico 
do dicionário Aurélio da língua portuguesa define como sendo: “O estudo dos juízos 
de apreciação que se referem à conduta humana susceptível de qualificação do ponto 
de vista do bem e do mal, seja relativamente à determinada sociedade, seja de modo 
absoluto” (FERREIRA, 2021-DICIONÁRIO AURÉLIO).
Ética é um segmento da filosofia que se dedica à análise das razões que ocasionam, 
alteram ou orientam a maneira de agir do ser humano, geralmente tendo em conta 
seus valores morais. 
Já no âmbito profissional, o indivíduo atua dentro de um sistema e é necessário 
que ele respeite a ordem do mesmo, para que possa, com ética, ter sucesso como 
indivíduo. “Cada conjunto de profissionais deve seguir uma ordem que permita a 
evolução harmônica do trabalho de todos, a partir da conduta de cada um, através de 
uma tutela no trabalho que conduza à regulação do individualismo perante o coletivo” 
(LOPES DE SÁ, 2001, p.92). 
Imagem ilustrando o mundo do trabalho
Fonte: https://www.portalgsti.com.br/2013/05/reflexoes-sobre-o-mundo-do-trabalho.html
https://www.portalgsti.com.br/2013/05/reflexoes-sobre-o-mundo-do-trabalho.html
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Assim, o Código de Ética do Profissional de Educação Física tem o intuito de adoção 
da ética na promoção das atividades físicas, desportivas e similares, mobilizando 
dos integrantes da categoria profissional para assumirem seu papel social e se 
comprometerem, além do plano das realizações individuais, com a realização social 
e coletiva (CONFEF, 2015). 
Imagem do código de ética do profissional de Educação Física
Fonte: https://www.confef.org.br/confef/conteudo/1704
Com a regulamentação da Educação Física como atividade profissional, identificou-
se a importância do conhecimento técnico e científico especializado junto ao 
desenvolvimento de competência específica para sua aplicação, possibilitando estender 
a toda a sociedade os valores e os benefícios advindos da sua prática.
Imagem representa o conhecimento técnico cientifico
Fonte: https://andersonyankee.wordpress.com/2015/09/18/conhecimentos-cientifico-tecnico-e-pratico-caracteristicas/
https://www.confef.org.br/confef/conteudo/1704
https://andersonyankee.wordpress.com/2015/09/18/conhecimentos-cientifico-tecnico-e-pratico-caracteristicas/
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O Código de Ética então se propõe a normatizar a articulação das dimensões técnica 
e social com a dimensão ética, para garantir a união de conhecimento científico e 
atitude. Dessa forma, o exercício profissional em Educação Física se baseia nos 
seguintes princípios: 
• O respeito à vida, à dignidade, à integridade e aos direitos do indivíduo. 
• A responsabilidade social. 
• A ausência de discriminação ou preconceito de qualquer natureza. 
• O respeito à ética nas diversas atividades profissionais.
• A valorização da identidade profissional no campo das atividades físicas, 
esportivas e similares. 
• A sustentabilidade do meio ambiente.
• A prestação, sempre, do melhor serviço a um número cada vez maior de pessoas, 
com competência, responsabilidade e honestidade.
Resumindo sempre buscando a excelência profissional, através de uma conduta 
cientifica, técnica, ética e humanizada.
Imagem representando excelência profissional
Fonte: https://idaianaribeiro.com.br/excelencia-profissional/
A atuação dentro das especificidades do seu campo e área do conhecimento, no 
sentido da educação e desenvolvimento das potencialidades humanas, daqueles aos 
quais presta serviços (CONFEF, 2015)
O Código descreve alguns direitos do Profissional de Educação Física, como exercer 
a Profissão sem ser discriminado, receber salários ou honorários pelo seu trabalho 
profissional, participar de movimentos de defesa da dignidade profissional, apontar 
falhas ou irregularidades nos regulamentos e normas, formalmente, por escrito, aos 
gestores de eventos e de instituições que oferecem serviços no campo da Educação 
https://idaianaribeiro.com.br/excelencia-profissional/
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Física quando os julgar tecnicamente incompatíveis com a dignidade da profissão ou 
prejudiciais aos beneficiários (CONFEF, 2015)
Completa ainda que, referente ao relacionamento com outros colegas de profissão, 
é vedado ao Profissional de Educação Física oferecer ou disputar serviços profissionais 
mediante rebaixamento moral de honorários ou concorrência desleal, fazer referências 
prejudiciais ou de qualquer modo desabonadoras, provocar desentendimento com 
colega que venha o substituir no exercício profissional (CONFEF, 2015).
ANOTE ISSO
O Código de Ética do Profissional de Educação Física tem por base a lei 9696/98 
e os conteúdos da Carta Brasileira de Educação Física, com o intuito de adoção 
da ética na promoção das atividades físicas, desportivas e similares, mobilizando 
os integrantes da categoria profissional para assumirem seu papel social e se 
comprometerem, além do planodas realizações individuais, com a realização social 
e coletiva. Com a regulamentação da Educação Física como atividade profissional, 
identificou-se a importância do conhecimento técnico e científico especializado junto 
ao desenvolvimento de competência específica para sua aplicação, possibilitando 
estender a toda a sociedade os valores e os benefícios advindos da sua prática. 
Este Código então se propõe a normatizar a articulação das dimensões técnica e 
social com a dimensão ética, para garantir a união de conhecimento científico e 
atitude do profissional
Com observância na lei 9696/98, o profissional tem papel crucial no auxílio da 
aplicação e cumprimento da mesma, devendo auxiliar a fiscalização do exercício 
Profissional, denunciar aos órgãos competentes as irregularidades no exercício da 
profissão ou na administração das entidades de classe e zelar pelo cumprimento do 
Código de Ética (CONFEF, 2015).
 Inclusive, comete infração ética aquele Profissional que tiver conhecimento de 
transgressão deste Código e omitir-se de denunciá-la ao respectivo Conselho 
Regional de Educação Física. Qualquer descumprimento do código de ética da 
classe, o profissional fica sujeito a penalidades, como: 
• Advertência escrita, com ou sem aplicação de multa. 
• Censura pública.
• Suspensão do exercício da Profissão. 
• Cancelamento do registro profissional e divulgação do fato (CONFEF, 2015)
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Imagem que representa penalidades ao descumprimento do código de ética
Fonte: https://www.jornalcontabil.com.br/justica-confirma-punicao-contador-que-violou-codigo-de-etica/
As penalidades são aplicadas de acordo como julgar o Tribunal Regional de Ética 
(TRE), que são de responsabilidade dos Conselhos Regionais de Educação Física 
(CREFs), que tem função de julgar infrações e aplicar penalidades previstas no 
Estatuto e em atos normativos baixados pelo CONFEF, conhecendo, processando e 
decidindo os casos que lhe forem submetidos, adotando as medidas jurídicas legais 
cabíveis (CONFEF, 2000). 
Assim, o ideal da profissão define-se pela prestação de um atendimento 
melhor e mais qualificado a um número cada vez maior de pessoas, 
tendo como referência um conjunto de princípios, normas e valores 
éticos livremente assumidos, individual e coletivamente, pelos 
Profissionais de Educação Física (CONFEF, 2015). 
Os acadêmicos de Curso de Graduação em Educação Física devem se 
conscientizar de que esta é uma profissão que tem como foco principal o 
desenvolvimento junto à Sociedade de uma cultura de estilo de vida que possa 
ser suficientemente ativo, permitindo ao cidadão viver e conviver a seu modo e 
de acordo com seus anseios, necessidades e desejos. Ainda assim, é importante 
ressaltar que acadêmicos são indivíduos que ainda não preparados de assumir 
legalmente as responsabilidades profissionais e sociais. 
Quem aceita prestar serviços sem ter a competência necessária ou 
sem estar atento para que esta se concretize, comete infração aos 
princípios da ética, em razão do prejuízo defluente. Desconhecer, como 
realizar a tarefa ou apenas saber fazê-la parcialmente, em face da 
totalidade do exigível para a eficácia, é conduta que fere os preceitos 
da doutrina da moral e da ética (LOPES DE SÁ, 2001, p.93)
https://www.jornalcontabil.com.br/justica-confirma-punicao-contador-que-violou-codigo-de-etica/
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ISTO ACONTECE NA PRÁTICA
Após levantarmos todos esses aspectos referentes ao código de ética do 
Profissional de Educação Física, convido vocês, estudantes deste curso com linda 
importância na sociedade, a ler os juramentos que são proferidos no dia da colação 
de grau dos cursos de bacharelado e licenciatura, respectivamente. 
“Juro, pela minha fé e minha honra, e de acordo com os princípios éticos do 
Profissional de Educação Física, exercer com dignidade, zelo e competência as 
minhas atividades profissionais, em prol da saúde e educação de toda a população, 
bem como da prática esportiva dos atletas, atendendo determinações legais 
decorrentes da exclusividade desta profissão na prestação de serviços à sociedade 
neste campo, destacando meu papel de educador, estimulando o desenvolvimento 
científico, tecnológico e humanístico, para um estilo de vida ativo e o bem-estar 
de todos. Assim, eu juro!” “Juro, pela minha fé e minha honra, e de acordo com 
os princípios éticos do Profissional de Educação Física, exercer com dignidade, 
zelo e competência as minhas atividades profissionais no campo da educação 
infantil, fundamental, médio e superior, em prol da saúde e da educação, lecionar 
os conteúdos do componente curricular, bem como orientar e promover ações na 
educação formal para prevenção, manutenção e promoção da saúde, atendendo 
determinações legais decorrentes da exclusividade desta profissão na prestação 
de serviços a sociedade neste campo, destacando meu papel de educador, 
estimulando o desenvolvimento científico, tecnológico e humanístico, para um estilo 
de vida ativo e saudável. Assim, eu juro!”
Imagem ilustrando o juramento de um graduando de Educação Física
Fonte: https://www.mensagemdeformatura.com/2017/08/o-juramento/
Reflita sobre estes juramentos e, dessa forma, desenhe seus caminhos para um 
futuro profissional ético e compromissado com a promoção de saúde da sociedade. 
https://www.mensagemdeformatura.com/2017/08/o-juramento/
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ISTO ESTÁ NA REDE
CARTA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO FÍSICA
DO PROFISSIONAL BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO FÍSICA
1. A categoria dos Profissionais de Educação Física no Brasil, deve ser identificado 
como a força de trabalho qualificada e registrada no sistema CONFEF/ CREFs, respon-
sáveis pelo exercício profissional na área de Educação Física e que neste sentido, utiliza 
e investiga, respectivamente, com fins educativos e científicos, as possíveis formas de 
expressão de atividade física;
2. Os Profissionais de Educação Física devem, possuir uma formação acadêmica só-
lida, estar organizados nos Conselhos Regionais de Educação Física e, permanente-
mente envolver-se em programas de aprimoramento técnico-científico e cultural;
DO OBJETO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO BRASIL
3. A Educação Física no Brasil, que invariavelmente deve constituir- se numa Educação 
Física de Qualidade, sem distinção de qualquer condição humana e sem perder de 
vista a formação integral das pessoas, sejam crianças, jovens, adultos ou idosos, terá 
que ser conduzida pelos Profissionais de Educação Física como um caminho de de-
senvolvimento de estilos de vida ativos nos brasileiros, para que possa contribuir para 
a Qualidade de Vida da população.
REFERÊNCIAS PARA UMA EDUCAÇÃO FÍSICA DE QUALIDADE NO PAÍS
4. Para uma Educação Física no Brasil que possa ser adjetivada pela Qualidade, e que 
possa contribuir para a melhoria da nossa sociedade, existem algumas referências, 
pelas quais deve:
a) Ser entendida como direito fundamental e não como obrigação dos brasileiros;
b) Prover os seus beneficiários com o desenvolvimento de habilidades motoras, atitu-
des, valores e conhecimentos, procurando levá-los a uma participação ativa e voluntá-
ria em atividades físicas e esportivas ao longo de suas vidas;
c) Envolver práticas formais e não-formais para atingir seus objetivos;
d) Constituir-se numa responsabilidade de profissionais com formação em nível supe-
rior;
e) Ser ministrada numa ambiência de alegria, em que as práticas corporais e esporti-
vas sejam prazeirosas;
f) Respeitar as leis biológicas de individualidade, do crescimento, do desenvolvimento 
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e da maturação humana;
g) Propiciar vivências e experiências de solidariedade, cooperação e superação;
h) Valorizar práticas esportivas, danças e jogos nos conteúdos dos seus programas, 
inclusive e com ênfase, aqueles que representema tradição e a pluralidade do patrimô-
nio cultural do país e das suas regiões;
i) Ajudar os beneficiários a desenvolver respeito pela sua corporiedade e os das outras 
pessoas, através da percepção e entendimento do papel das atividades físicas na pro-
moção da saúde;
j) Interatuar com outras áreas de atuação e conhecimento humano, desenvolvendo 
nos seus beneficiários, atitudes interdisciplinares;
k) Ser objeto de uma ação cada vez mais intensa da comunidade acadêmica quanto à 
pesquisa, intercâmbio e difusão de informações e programas de cooperação técnico-
-científica;
l) Ser conteúdo de livros, periódicos específicos e banco de dados eletrônicos especiali-
zados, aumentando as possibilidades de acesso às informações técnicas e científicas 
do conhecimento existente;
m) Ser meio de desenvolvimento da cidadania nos beneficiários e de respeito ao meio 
ambiente.
DA PREPARAÇÃO DE PROFISSIONAIS PARA UMA EDUCAÇÃO FÍSICA DE QUALI-
DADE
5. A Preparação de Profissionais para uma Educação Física de Qualidade no Brasil 
deverá ser:
a) REDISCUTIDA para que os currículos acadêmicos de preparação se harmonizem 
com as últimas renovações conceituais ocorridas na Educação Física, incorporando 
inclusive, perspectivas de Educação Continuada, para que esses profissionais possam 
acompanhar os avanços técnicos e científicos da área, a cada momento de suas tra-
jetórias de atuação;
b) COMPARADA, através de indicadores efetivos, à preparação de Profissionais de Edu-
cação Física de países vizinhos, para que os futuros Tratados de correspondências 
acadêmicas nos blocos sócio-economicos da América Latina sejam equiparados em 
padrões considerados de Qualidade;
c) AMPLIADA com a preparação complementada resultante de cursos, eventos, es-
tágios clínicas etc., oferecidos por organizações de distintas naturezas, desde que se 
apresentem com o compromisso da Qualidade.
DA INDISPENSABILIDADE DE UMA EDUCAÇÃO FÍSICA DE QUALIDADE NAS ESCO-
LAS
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6. Para que o Brasil tenha uma Educação Física de Qualidade nas escolas, é indispen-
sável que:
a) Seja obrigatória no ensino básico (infantil, fundamental e médio), independentemen-
te de termos e circunstâncias dos alunos, fazendo parte de um currículo longitudinal ao 
longo da passagem dos alunos pelas escolas;
b) Integre-se com as outras disciplinas na composição do currículo escolar;
c) Seja dotada de instalações e meios materiais adequados;
d) Tenha práticas esportivas e jogos em seu conteúdo, sob a forma de Esporte Educa-
cional, que ao não reproduzir o esporte de rendimento no ambiente escolar, deve apre-
sentar-se com regras específicas que permitam atender a princípios sócio-educativos;
e) Possibilite ao aluno uma variedade considerável de experiências, vivências e convi-
vências no uso de atividades físicas e no conhecimento de sua corporeidade;
f) Constitua-se num meio efetivo para conquista, de um estilo de vida, ativo dos seres 
humanos;
DA BUSCA DE UMA EDUCAÇÃO FÍSICA DE QUALIDADE NOS SEUS DIVERSOS ES-
PAÇOS
7. A Educação Física, ao ser utilizada em espaços distintos de toda ordem, como aca-
demias, clubes, condomínios, praias, áreas públicas e outras, para que torne-se de Qua-
lidade é necessário que:
a) Constitua-se numa expressão de democracia, atendendo as opções das pessoas e 
oferecendo condições de igualdade em suas práticas;
b) Busque a percepção nos beneficiários da sua importância ao longo das suas vidas, 
desenvolvendo nos mesmos padrões de interesse em atividades físicas;
c) Fique evidenciada a competência dos profissionais responsáveis nos programas 
desenvolvidos;
d) Seja praticada em instalações e equipamentos compatíveis com os objetivos e es-
pecificidades dos seus programas;
e) Seja desenvolvida com efetividade para os objetivos formulados nos respectivos 
programas;
f) Atenha-se em todas as ações às referências éticas, sem concessões sob qualquer 
pretexto e circunstância.
AS RESPONSABILIDADES DOS GOVERNOS PARA O FOMENTO DE EDUCAÇÃO FÍ-
SICA DE QUALIDADE
8. O Governo Federal, os Governos Estaduais e Municipais precisam, o mais urgente 
possível, compreender o valor de uma Educação Física de Qualidade para a população 
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brasileira, o que deverá ser expresso por estratégias de intervenções como:
a) A inserção de uma Política de valorização da Educação Física para os cidadãos 
brasileiros através de programas e campanhas efetivas de promoção das atividades 
físicas em todas as idades, de acordo com suas especificidades;
b) Adaptações necessárias nas legislações vigentes, principalmente na área da Educa-
ção, para que a infância e a juventude brasileira sejam beneficiadas com uma Educa-
ção Física desejável;
c) Valorização da atuação dos Profissionais de Educação Física, abrindo concursos e 
oportunidades de trabalho para, atuações em todos espaços públicos, além da pro-
moção de programas de capacitação, que possam contribuir para uma melhoria da 
Qualidade de Vida nas populações sob suas responsabilidades;
d) Compreensão da Educação Física como um meio de promoção da Saúde e em de-
corrência, propiciar ações favoráveis nos campos legal, fiscal e administrativo;
DAS RESPONSABILIDADES DO CONFEF/ CREFs
9. O CONFEF e os CREFs, pelas suas atribuições em lei e comprometimento diante da 
Educação Física no Brasil, atuarão fundamentalmente no compromisso de uma EDU-
CAÇÃO FÍSICA DE QUALIDADE, sendo que, para isto, deverão intervir por uma melhoria 
e valorização dos seus profissionais, inclusive quanto ao cumprimento do Código de 
Ética estabelecido, complementando a sua intervenção com ações vigorosas e consis-
tentes, como a elaboração e difusão desta CARTA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO FÍSICA, 
para que a Educação Física possa, de fato alcançar a QUALIDADE objetivada e assim 
contribuir para uma sociedade cada vez melhor.
Fonte: https://www.confef.org.br/confef/conteudo/21
https://www.confef.org.br/confef/conteudo/21
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CAPÍTULO 4
ÉTICA PROFISISONAL
A discussão sobre ética profissional deve iniciar muito antes do pessoal iniciar sua 
prática profissional. Durante a adolescência onde sonho com aquela determinada 
profissional, já devo começar a refletir sobre a temática, porque escolher determinada 
profissão é uma escolha, mas seguir seu código de conduta ética é obrigação.
Imagem de atuação prática de um professor de educação física
Fonte: https://blogeducacaofisica.com.br/especial-dia-educacao-fisica/
Segundo Carmargo (2014), quando faço a escola de uma profissão e iniciou uma 
graduação, inicio as disciplinas relacionadas aquela graduação, os estágios obrigatórios 
onde efetivamente inicio a prática profissional e finalizo com a colação de grau onde 
faço um juramento, que significa sua adesão e comprometimento com a categoria 
profissional onde formalmente ingressa. Isso caracteriza o aspecto moral da chamada 
Ética Profissional, é fato também que algumas condutas não estão descritas em 
nenhum código de alguma categoria profissional, mas são regras que se ligam a um 
conjunto de normas para o exercício profissional. 
Posso relatar como exemplo prático é a vestimenta de um professor de educação física 
na sua atuação profissional em uma escola, não está escrito em nenhum artigo do código 
https://blogeducacaofisica.com.br/especial-dia-educacao-fisica/
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de ética do CONFEF (Conselho Federal de Educação Física), as eu não posso ir trabalhar 
de shorts curtos, de chinelo, de roupas cavadas enfim devo usar uma roupa que condiz 
a uma unidade escolar, posturas em seu trabalho também podem ser exemplos: trabalho 
em equipe, cooperação, generosidade enfim são ações que não são previstas em código 
de ética profissional mas deve ser um predicado de todo o profissional de educação física.
Imagem que ilustra o trabalhoem equipe
Fonte: https://www.tomanini.com.br/trabalho-em-equipe/
3.1 – Ética profissional e relações sociais
Para Quintana (2014) o profissional auxiliar de almoxarifado que verifica se não há 
umidade no local destinado para colocar caixas de alimentos; o médico cirurgião que 
confere as suturas nos tecidos internos antes de completar a cirurgia; a atendente do asilo 
que se preocupa com a limpeza de uma senhora idosa após ir ao banheiro; enfim todos 
esses profissionais estão fazendo o que é certo ou seja agindo eticamente independente 
de receber elogia apenas realizando a o que previsto em sua profissão de forma correta.
Figura ilustrativa de fazendo “coisa certa”
Fonte: https://www.sbie.com.br/blog/entenda-porque-fazer-coisa-certa-pode-fazer-bem-para-suas-emocoes/
https://www.tomanini.com.br/trabalho-em-equipe/
https://www.sbie.com.br/blog/entenda-porque-fazer-coisa-certa-pode-fazer-bem-para-suas-emocoes/
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3.2 Exemplos de atitudes que demonstram ética profissional
 Para Srour (2013), quando você demonstra atitudes éticas dentro do seu ambiente 
de trabalho, um contrato de “confiabilidade” é criado entre você e o seu empregador, 
pois fica nítido o seu profissionalismo. Confira alguns exemplos de atitudes éticas:
• Responsabilidade para saber gerar seu próprio trabalho e cumprindo os prazos 
estabelecidos. Muitas vezes, para um trabalho em grupo funcionar bem, é preciso 
que todos façam a sua parte dentro do prazo;
• Gerenciamento de tempo para cumprir prazos, marcar compromissos ou reuniões 
e, ainda, chegar pontualmente no ambiente de trabalho para iniciar o expediente;
• Disciplina para gerenciar o seu tempo e ter foco para desenvolver as tarefas 
solicitadas;
• Confiabilidade para manter em sigilo informações confidenciais da empresa;
• Honestidade para ser verdadeiro com os colegas e os gerentes, informando 
sobre eventuais problemas e reconhecendo os erros, quando for necessário;
• Trabalho em equipe para conviver com os colegas e manter uma comunicação 
eficiente;
• Respeito nas relações interpessoais, utilizando o bom senso e nunca apelar 
para a violência.
Imagem ilustra a responsabilidade no meio profissional
Fonte: http://www.forumdaconstrucao.com.br/conteudo.php?a=0&Cod=1452
3.3 Ética da Empresa com os colaboradores
Da mesma forma que os colaboradores possuem “compromissos éticos” com a 
empresa que trabalham, as empresas também precisam desenvolver essa relação 
com os seus colaboradores. É compromisso da empresa:
• Garantir que as regras e regulamentos sejam iguais para todos, independentemente 
do cargo;
http://www.forumdaconstrucao.com.br/conteudo.php?a=0&Cod=1452
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• Comunicar  as políticas internas de forma clara e transparente para os 
colaboradores;
• Tratar todos os funcionários com respeito e cordialidade;
• Assegurar o direito de férias e respeitar os momentos de descanso (folgas / 
finais de semana / feriados);
• Atribuir responsabilidades conforme o cargo e a experiência do colaborador;
• Pagar a remuneração e os benefícios em dia;
• Cumprir  os direitos trabalhistas previstos pela  Constituição Brasileira  e 
pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
3.4 O que são os códigos de Ética Profissionais?
Os códigos de ética têm como objetivo fixar a forma pela qual determinada classe 
deve conduzir o seu exercício profissional, estabelecendo deveres e valores. Em suma 
são “normas que servem como padrão de conduta “. Além disso, servem para “nortear” 
a sociedade sobre o que elas devem esperar e exigir de determinada profissão. 
Por exemplo, um advogado não pode prejudicar seu cliente, um médico não pode 
debilitar a saúde de um paciente e um jornalista deve prezar pelo relato da verdade, 
sem mentir. Vale ressaltar que um código profissional não é uma lista de verificação 
do certo ou errado, mas sim um guia para auxiliar na tomada de decisão.
Os códigos de conduta profissional oferecem benefícios para:
1. construir uma relação de confiança com a sociedade;
2. proporcionar transparência na relação entre profissional e cliente;
3. entender as práticas de determinada profissão.
Imagem do código de conduta ética da educação física
Fonte: https://www.confef.org.br/confef/conteudo/1704
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm
https://www.confef.org.br/confef/conteudo/1704
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3.5 Ética profissional: pontos para sua reflexão
Para Camargo (2014), é imprescindível estar sempre bem informado, acompanhando 
não apenas as mudanças nos conhecimentos técnicos da sua área profissional, mas 
também nos aspectos legais e normativos. Vá e busque o conhecimento. Muitos processos 
administrativos e jurídicos no âmbito da quebra da disciplina ética profissional nos conselhos 
profissionais, acontecem por desconhecimento da própria ética profissional e negligência 
com os valores éticos e morais. 
Quais sejam: Competência técnica, aprimoramento constante, respeito às pessoas, 
confidencialidade, privacidade, tolerância, flexibilidade, fidelidade, envolvimento, afetividade, 
correção de conduta, boas maneiras, relações interpessoais verdadeiras, responsabilidade, 
confiança e outras formam composições para um comportamento eticamente adequado. 
A função principal de um código de ética é começar pela definição dos princípios que o 
fundamentam e se articula em torno de dois eixos de normas: direitos e deveres. 
A definição de deveres deve ser tal, que por seu cumprimento, cada membro daquele 
grupo social realize o ideal de ser humano. O processo de produção de um código de ética 
deve ser por si só um exercício de ética. Caso contrário, nunca passará de um simples 
código moral defensivo de uma corporação. 
Segundo Taille (2011), a formulação de um código de ética precisa, pois, envolver 
intencionalmente todos os membros do grupo social que ele abrangerá e representará. 
Isso exige um sistema ou processo de elaboração de baixo para cima, do diverso ao 
unitário, construindo-se consensos progressivos, de tal modo que o resultado final seja 
reconhecido como representativo de todas as disposições morais e éticas do grupo. 
A elaboração de um código de ética, portanto, realiza-se como um processo ao mesmo 
tempo educativo no interior do próprio grupo. Deve resultar num produto tal, que cumpra 
ele também uma função educativa e de cidadania diante dos demais grupos sociais e 
de todos os cidadãos. 
Imagem que representa a cidadania
Fonte: https://perfilremovido1618715724352656547.jusbrasil.com.br/artigos/663182102/resumo-expandido-analise-historica-da-cidadania-e-seus-avancos
https://perfilremovido1618715724352656547.jusbrasil.com.br/artigos/663182102/resumo-expandido-analise-historica-da-cidadania-e-seus-avancos
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3.6 Quais os limites de um código de ética?
Um código de ética não tem força jurídica de lei universal, porém deveria ter força simbólica 
para tal. Embora um código de ética possa prever sanções para os descumprimentos 
de seus dispositivos, estas dependerão sempre da existência de uma legislação, que lhe 
é juridicamente superior, e por ela limitado. Por essa limitação, o código de ética é um 
instrumento frágil de regulação dos comportamentos de seus membros. 
Essa regulação só será ética quando o código de ética for uma convicção que venha 
do íntimo das pessoas. Isso aumenta a responsabilidade do processo de elaboração do 
código de ética, para que ele tenha a força da legitimidade. Quanto mais democrático 
e participativo esse processo, maiores as chances de identificação dos membros do 
grupo com seu código de ética e, em consequência, maiores as chances de sua eficácia. 
O princípio fundamental que constitui a ética é este: o outro é um sujeito dedireitos 
e sua vida deve ser digna tanto quanto a minha deve ser. O fundamento dos direitos 
e da dignidade do outro é a sua própria vida e a sua liberdade (possibilidade) de viver 
plenamente. As obrigações éticas da convivência humana devem pautar-se não apenas 
por aquilo que já temos, realizamos, somos, mas também por tudo aquilo e-Tec Brasil 
54 Ética Profissional que poderemos vir a ter, a realizar, a ser. As nossas possibilidades 
de ser são parte de nossos direitos e de nossos deveres. 
ANOTE ISSO
A Rede e-Tec Brasil foi criada em 2011 pelo Ministério da Educação (Decreto n° 
7.589) em substituição ao Sistema Escola Técnica Aberta do Brasil (e-Tec Brasil).  
Sua finalidade é desenvolver a educação profissional e tecnológica na modalidade 
da educação a distância, ampliando e democratizando a oferta e o acesso à 
educação profissional pública e gratuita no País. 
Constitui uma das iniciativas estratégicas da Secretaria de Educação Profissional e 
Tecnológica do Ministério da Educação (Setec/MEC), incorporada ao Pronatec, para 
potencializar a interiorização e a democratização da oferta de cursos da Educação 
Profissional e Tecnológica (EPT).
É parte da ética da convivência. A atitude ética é uma atitude de amor pela 
humanidade. A moral tradicional do liberalismo econômico e político acostumaram-
nos a pensar que o campo da ética é o campo exclusivo das vontades e do livre 
arbítrio de cada indivíduo. Nessa tradição, também, a organização do sistema 
econômico político-jurídico seria uma coisa “neutra”, “natural”, e não uma construção 
consciente e deliberada dos homens na sociedade, segunda Taille (2011).
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/decreto/d7589.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/decreto/d7589.htm
http://portal.mec.gov.br/pronatec
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ISTO ESTÁ NA REDE
Cláudia Raia é alvo de denúncia por exercício ilegal da profissão de educação 
física
Conselho Regional de Educação Física 1, do Rio de Janeiro e Espírito Santo, 
protocolou denúncia no Ministério Público Estadual
O Conselho Regional de Educação Física (Cref1-RJ/ES) protocolou notícia-crime 
por exercício ilegal da profissão junto ao Ministério Público Estadual contra a atriz 
Cláudia Raia. O órgão, responsável pelos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, 
oficializou a documentação após receber várias denúncias nas últimas semanas. 
A atriz costuma discursar sobre atividades físicas e usa as redes sociais para 
sugerir opções de treinos para seus seguidores, prática autorizada apenas para 
profissionais de educação física
“Reforçamos que o conteúdo específico de orientação ou prescrição de treinamento 
especializado de atividade física é função própria do profissional de Educação Física 
devidamente registrado no sistema CONFEF/CREF’s, nos termos da Lei Federal 
9.696/98”, diz trecho da nota divulgado pelo órgão.
Confira a notícia-crime completa. De acordo com a categoria, é comum a prática 
do exercício ilegal da educação física por parte de atores, celebridades, blogueiros, 
influenciadores digitais, entre outros. Eles geralmente usam as mídias digitais 
para divulgar exercícios de forma equivocada. A prática dificulta a atuação dos 
profissionais da área e prejudica o desenvolvimento do setor. 
Fonte: https://jc.ne10.uol.com.br/colunas/vida-fit/2020/07/11956491-claudia-raia-e-alvo-de-denuncia-por-exercicio-ilegal-da-profissao-de-educacao-
fisica.html
https://cref1.org.br/media/uploads/2020/07/noticia-crime-claudia-raia.pdf
https://jc.ne10.uol.com.br/colunas/vida-fit/2020/07/11956491-claudia-raia-e-alvo-de-denuncia-por-exercicio-ilegal-da-profissao-de-educacao-fisica.html
https://jc.ne10.uol.com.br/colunas/vida-fit/2020/07/11956491-claudia-raia-e-alvo-de-denuncia-por-exercicio-ilegal-da-profissao-de-educacao-fisica.html
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CAPÍTULO 5
O PREÂMBULO DO CÓDIGO 
DE ÉTICA DO PROFISSIONAL 
DE EDUCAÇÃO FÍSICA
Olá alunos (as) nesse capítulo vamos literalmente “mergulhar” no nosso código de 
ética, iniciaremos as discussões sobre aquilo que antecede, relatório de um decreto 
ou lei definido pelo dicionário Aurélio como preâmbulo.
No processo de elaboração do Código de Ética para o Profissional 
de Educação Física tomaram-se por base, também, as Declarações 
Universais de Direitos Humanos e da Cultura, a Agenda 21, que 
conceitua a proteção do meio ambiente no contexto das relações 
entre os seres humanos em sociedade, e, ainda, os indicadores da 
Carta Brasileira de Educação Física 2000; nesta esteira, repudia-se 
todas e quaisquer ações que possam incidir em risco para o contexto 
ecológico da natureza, da sociedade e do indivíduo, nomeadamente, o 
uso de todos os meios que desencadeiem o subjugo da saúde, segundo 
os princípios assegurados pelas Agências Nacionais e Internacionais 
de Controle Anti-dopagem, dentre outros.(CONFEF, 2015)
Nesse trecho deixa muito claro que que o código de ética (CONFEF, 2015) além de 
atender os anseios da profissão trás dois documentos importantes para a estruturação 
do código, que são eles:
• Declarações Universais de Direitos Humanos e da Cultura
• Agenda 21
Declarações Universais de Direitos Humanos e da Cultura, esse documento completa 
70 anos, proclamado pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em Paris, no dia 10 
de dezembro de 1948, o documento estabelece, pela primeira vez, a proteção universal 
dos direitos humanos, independentemente de raça, sexo, nacionalidade, etnia, religião 
ou qualquer outra condição. Desde sua adoção, a DUDH (Declarações Universais de 
Direitos Humanos e da Cultura) foi traduzida em mais de 500 idiomas e inspirou as 
constituições de muitos Estados.
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Imagem que simboliza o dia de criação da Declarações Universais de Direitos Humanos e da Cultura
Fonte: https://valdecyalves.blogspot.com/2019/12/a-declaracao-universal-dos-direitos.html
Os direitos humanos incluem o direito à vida, à liberdade, ao trabalho, à educação 
e à moradia. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), eles são fundados 
no respeito pela dignidade e pelo valor de cada pessoa. Para relembrar os direitos 
descritos nessa declaração tão importantes para toda a humanidade, segue que talvez 
seja o direto mais básico da humanidade que é o artigo 1:
Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e 
direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação 
uns aos outros com espírito de fraternidade. (ONU, 1945)
Assim nosso código de conduta ética não poderia deixar de se basear nesse 
documento histórico e de relevância a sociedade, esse documento foi fundamental 
no estabelecimento de direitos essenciais a todos os seres humanos, lutando contra 
quaisquer discriminações por raça, cor, gênero, idioma, nacionalidade ou outra razão
Outro importante documento norteador do código de ética do profissional de educação 
física é a “A Agenda 21” é um dos desfecho da Conferência Eco-92 (Conferência das 
https://valdecyalves.blogspot.com/2019/12/a-declaracao-universal-dos-direitos.html
https://institutolegado.org/?s=direitos+humanos
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Nações Unidas para Meio Ambiente e o Desenvolvimento) que aconteceu em 1992, 
na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. A finalidade de tal evento era discutir ações que 
pudessem aliar desenvolvimento socioeconômico e preservação ambiental.
Cabe a cada país a responsabilidade de elaboração de sua Agenda 21. A mesma 
consiste em um documento pelo qual cada país deve ter o compromisso acerca 
dos problemas socioambientais existentes no mundo; partindo das problemáticas 
particulares ou regionais até as gerais ou globais.
Imagem que representa A agenda 21
Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/agenda-21.htm
A base para a discussão e elaboração da Agenda 21 Brasileira parte de seiseixos 
temáticos: 
1. Gestão dos Recursos Naturais. 
2. Agricultura Sustentável. 
3. Cidades Sustentáveis. 
4. Infra-estrutura e Integração Regional. 
5. Redução das Desigualdades Sociais. 
6. Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Sustentável.
https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/agenda-21.htm
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ISTO ESTÁ NA REDE
Trabalho escravo: entenda essa grave violação dos direitos humanos
O trabalho escravo é uma grave violação de direitos humanos, que restringe a 
liberdade do indivíduo e atenta contra a sua dignidade. 
O trabalho escravo, também conhecido como trabalho forçado ou análogo à 
escravidão, é considerado um crime de grave violação dos direitos humanos e pode 
assumir diversas formas, incluindo: a servidão por dívidas, o tráfico de pessoas e 
outras formas de escravidão moderna:
• Trabalho forçado: o trabalhador é submetido à exploração, sem possibilidade de 
deixar o local por causa de dívidas, violência física ou psicológica, entre outros 
meios usados para manter a pessoa trabalhando;
• Jornada exaustiva: não se trata somente de um excesso de horas extras não 
pagas. É um expediente desgastante, que coloca em risco a integridade física e 
a saúde do trabalhador;
• Servidão por dívidas: fabricação de dívidas ilegais referentes a gastos com 
transporte, alimentação, aluguel e ferramentas de trabalho para “prender” o 
trabalhador ao local de trabalho;
• Condições degradantes: refere-se a péssima condição de local de trabalho, 
alimentação, maus tratos, falta de assistência médica, ausência de saneamento 
básico e água potável; não raro, são constatadas também situações de maus 
tratos e ameaças físicas e psicológicas.
O que diz a Lei:
O trabalho escravo é considerado crime alto grau no Artigo 149 do Código Penal, 
conforme a seguinte definição legal: 
“Artigo 149. Reduzir alguém a condição análoga à de escravo, quer submetendo-o a 
trabalhos forçados ou a jornada exaustiva, quer sujeitando-o a condições degradantes 
de trabalhando, quer restringindo, por qualquer meio, sua locomoção em razão de 
dívida contraída com o empregador ou preposto: “Pena- reclusão, de dois a oito anos, 
e multa, além da pena correspondente à violência.”
História
O governo federal brasileiro assumiu a existência do trabalho escravo 
contemporâneo perante o país e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) em 
1995. Assim, o Brasil se tornou uma das primeiras nações do mundo a reconhecer 
oficialmente a ocorrência do problema em seu território. De 1995 até 2020, mais de 
55 mil trabalhadores foram libertados de situações análogas a de escravidão em 
atividades nas zonas rural e urbana.
https://www.jusbrasil.com.br/topicos/10621211/artigo-149-do-decreto-lei-n-2848-de-07-de-dezembro-de-1940
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Atualmente, foi criada uma cartilha chamada “Será que estou sendo vítima 
de trabalho escravo?”, com muitas informações sobre trabalho escravo 
contemporâneo. O material é produzido pelo Governo Federal Brasileiro e traz 
orientações importantes sobre quais são os direitos trabalhistas em nosso país 
e como denunciar situações de exploração, com conteúdo disponível em cinco 
idiomas. 
Como denunciar
As denúncias são feitas ao Ministério Público do Trabalho e podem ser realizadas 
através do Disque 100, pelo site do Ministério Público do Trabalho, nas sedes do 
MPT e pelo aplicativo do MPT Pardal.
As informações mínimas para denunciar trabalho escravo são:
• Razão social, nome de fantasia da empresa (nome pelo qual a empresa é 
conhecida) ou o nome do empregador;
• Endereço completo (a exemplo de rua, avenida, número, sala, bairro), 
preferencialmente com ponto de referência;
• Fatos e irregularidades ocorridas.
• Mas para maior efetividade é importante ter também:
• CNPJ, CEI ou CPF do empregador;
• Atividade econômica desenvolvida pelo empregador;
• Horário de funcionamento do estabelecimento;
• Quantidade aproximada de empregados do estabelecimento;
• Nome dos demais empregados prejudicados.
Informe-se, denuncie e ajude a acabar com esse tipo de prática criminosa. 
Fonte: https://www2.unifap.br/radio/trabalho-escravo-entenda-essa-grave-violacao-dos-direitos-humanos/
Vamos analisar mais dois parágrafos do código de ética do profissional de educação 
física
Esses documentos, juntamente com a legislação referente à 
Educação Física e a seus profissionais nas esferas federal, estadual 
e municipal, constituem o fundamento para a função mediadora do 
Sistema CONFEF/CREFs no que concerne ao Código de Ética.
A Educação Física afirma-se, segundo as mais atualizadas pesquisas 
científicas, como atividade imprescindível à promoção e à preservação 
da saúde e à conquista de uma boa qualidade de vida. (CONFEF, 2015)
No primeiro parágrafo, o trecho deixa claro que o código de ética tem valor jurídico 
em todo o território nacional e em todas as suas esferas, ou no segundo já relata a 
http://www.gov.br/trabalho/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/proteja
http://www.gov.br/trabalho/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/proteja
https://mpt.mp.br/
https://play.google.com/store/apps/details%3Fid%3Dbr.mp.mpt.pardal.denuncias%26hl%3Dpt_BR%26gl%3DUS%26referrer%3Dutm_source%253Dgoogle%2526utm_medium%253Dorganic%2526utm_term%253Dsite%2Bdo%25C2%25A0minist%25C3%25A9rio%2Bp%25C3%25BAblico%2Bdo%2Btrabalho%26pcampaignid%3DAPPU_1_kQRVYdyyDeeUwbkPkfChoA0&ved=2ahUKEwicv8OnuKXzAhVnSjABHRF4CNQQ44QBegQIBBAU&usg=AOvVaw3trc9VNZzKuQPTIlK-02aa
https://www2.unifap.br/radio/trabalho-escravo-entenda-essa-grave-violacao-dos-direitos-humanos/
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atividade como agente promotor e na preservação da saúde, para isso trago temos 
como referência a RESOLUÇÃO Nº 218, DE 06 DE MARÇO DE 1997.
Essa resolução do Ministério da Saúde, reconhece o profissional e educação física 
como uma das profissões da saúde, que tem objetivo de promover e preservar a 
saúde das pessoas.
ISTO ESTÁ NA REDE
Inclusão de código permanente na Classificação Brasileira De Ocupações representa 
a mais recente e importante conquista para a consolidação da atuação profissional 
na área da Saúde
No início do ano, os profissionais de Educação Física foram reconhecidos pela 
Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), sob o código permanente 2241-
40, com “Profissional de Educação Física na saúde”. Elaborada pelo Ministério 
da Economia por solicitação do Ministério da Saúde, a descrição foi adicionada 
no sistema no mês de fevereiro. Ela faz com que a categoria passe a integrar, 
formalmente, as equipes interdisciplinares nos Programas de Atenção Básica 
do SUS, bem como possibilita a inclusão na Tabela de Prestação de Serviços do 
SUS, permitindo aos profissionais desenvolver suas atividades com a respectiva 
remuneração como as demais profissões da área da Saúde.
A descrição primária foi ampliada com a seguinte informação: “Estruturam e realizam 
ações de promoção da saúde mediante práticas corporais, atividades físicas e de 
lazer na prevenção primária, secundária e terciária no SUS e no setor privado”. Nas 
características do trabalho também consta que o exercício das ocupações da família 
requer formação superior em Educação Física, com registro no CREF.
Junto ao novo termo, há outras sete classificações: avaliador físico, ludomotricista, 
preparador de atleta, preparador físico, técnico de desporto individual e coletivo 
(exceto futebol), técnico de laboratório e fiscalização desportiva, treinador 
profissional de futebol.
Entre as competências descritas na letra G do Código 2241-40, estão: realizar ações 
de promoção da saúde mediante práticas corporais, atividades físicas e lazer, que 
englobam realizar atendimento individual; realizar atendimento em grupos; realizar 
consultas compartilhadas; participar de eventos, campanhas, ações e programas 
de educação em saúde; promover atividades de educação permanente; promoverações em práticas integrativas e complementares (pics); desenvolver ações de 
saúde nas escolas e centros culturais; promover atividades de lazer e recreação; 
realizar visitas domiciliares; trabalhar em rede de serviços; matriciar equipes; 
desenvolver ações de atividade física e práticas corporais inclusivas na saúde; 
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estruturar ações de atividade física e práticas corporais na prevenção primária, 
secundária e terciária no SUS; estruturar ações de atividade física e práticas.
Desde 1997, com a publicação da resolução 218 do Conselho Nacional de Saúde, a 
Educação Física já era reconhecida como integrante da área da Saúde.
Os principais significados/benefícios do código permanente são:
• Favorece a contratação de Profissionais de Educação Física no setor público e 
privado de Saúde
• Consolida o Profissional de Educação Física como integrante de equipe de 
Saúde
• Reforça a inserção do Profissional de Educação Física na Saúd
• Fortalece a participação do Profissional de Educação Física no SUS
• Define atividades de competência do Profissional de Educação Física no setor 
de Saúde
A Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) é um documento que retrata a 
realidade das profissões do mercado de trabalho brasileiro. Foi instituída com 
base legal na Portaria nº 397, de 10 de outubro de 2002. A CBO não tem poder de 
regulamentar profissões. Seus dados alimentam as bases estatísticas de trabalho 
e servem de subsídio para a formulação de políticas públicas de emprego. A 
atualização da CBO ocorre, em geral, anualmente e tem como foco revisões de 
descrições com incorporação de ocupações e famílias ocupacionais que englobem 
todos os setores da atividade econômica e segmentos do mercado de trabalho, e 
não somente canalizados para algum setor específico.
Fonte: https://www.confef.org.br/confef/comunicacao/revistaedf/4663
Imagem de um profissional de educação física atuando na área de saúde
Fonte: https://www.gov.br/ebserh/pt-br/comunicacao/noticias/profissionais-de-educacao-fisica-da-ebserh-auxiliam-no-tratamento-de-pacientes
https://www.confef.org.br/confef/comunicacao/revistaedf/4663
https://www.gov.br/ebserh/pt-br/comunicacao/noticias/profissionais-de-educacao-fisica-da-ebserh-auxiliam-no-tratamento-de-pacientes
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CAPÍTULO 6
ÉTICA NA ESCOLA, 
REDES SOCIAS E 
MUNDO DO TRABALHO
A Ética na escola está representada por todas as disciplinas (não poderia de deixar 
a educação física), sendo utilizada no processo pedagógico de forma coerente no 
ensino aprendizado dos alunos, complexa de normas regras e liberdade democrática; 
ela é representada pela conduta de cada profissional no ambiente escolar para com o 
aluno, demonstrando respeito pelas diferenças, pelo próximo, pela diversidade de faixa 
etária, pelo convívio social, pelo senso crítico criativo, pela autonomia, cumplicidade, 
pela liberdade de expressão. 
Imagem simboliza a liberdade de expressão
Fonte: https://www.adpec.org.br/qual-o-limite-da-sua-liberdade-de-expressao/
Na história política recente de nosso pais a liberdade de expressão foi tema 
muito discutido, e com ações do poder judiciário para traçar um “limite” da liberdade 
de expressão, nas nossas aulas temos que tomar muito cuidado como nossos 
posicionamentos pessoais para que não sejamos interpretados de maneira equivocada.
A Ética é capaz de desenvolver a amplitude do cognitivo e o respeito das diversidades 
de conteúdos disciplinares; ela se baseia nas atitudes dos seres humanos, e o seu 
segmento positivo tem como efeito formar cidadãos (PCNs,1997). 
https://www.adpec.org.br/qual-o-limite-da-sua-liberdade-de-expressao/
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De acordo com os PCNs (2000), o professor de Educação Física tem autonomia para 
conduzir sua aula com teor de qualidade, tendo respeito pelos alunos, absorvendo a 
cultura individual de cada um, devolvendo de forma a educar, que os mesmos vivenciem 
positivamente as vitorias e as derrotas, respeito às diferenças, as limitações e o trabalho 
solidário em grupo, conduzindo a aula de forma criativa, lúdica ou técnica, mas sempre 
de perfil Ético. 
Conforme a Brasil (1998), anterior a atual Resolução CNE/CEB 2/12, de 31 de janeiro 
de 2012; “Resolução CEB Nº 3, de 26 de junho de 1998 - as Diretrizes Curriculares 
Nacionais para o Ensino Médio”, a Escola teria como cartilha básica o trabalho conjunto 
com seus profissionais, onde os mesmo deveriam exercer:
Art. 3º [...] “I - a Estética da Sensibilidade, que deverá substituir a 
da repetição e padronização, estimulando a criatividade, o espírito 
inventivo, a curiosidade pelo inusitado, e a afetividade, bem como 
facilitar a constituição de identidades capazes de suportar a 
inquietação, conviver com o incerto e o imprevisível, acolher e conviver 
com a diversidade, valorizar a qualidade, a delicadeza, a sutileza, as 
formas lúdicas e alegóricas de conhecer o mundo e fazer do lazer, da 
sexualidade e da imaginação um exercício de liberdade responsável 
(BRASIL, 1998, p. 1).” Art. 3º [...] “III - a Ética da Identidade, buscando 
superar dicotomias entre o mundo da moral e o mundo da matéria, o 
público e o privado, para constituir identidades sensíveis e igualitárias 
no testemunho de valores de seu tempo, praticando um humanismo 
contemporâneo, pelo reconhecimento, respeito e acolhimento 
da identidade do outro e pela incorporação da solidariedade, da 
responsabilidade e da reciprocidade como orientadoras de seus atos 
na vida profissional, social, civil e pessoal (BRASIL, 1998, p. 2).” Art. 
5º [...] “IV - reconhecer que as situações de aprendizagem provocam 
também sentimentos e requerem trabalhar a afetividade do aluno 
(BRASIL, 1998, p. 2).” 
Cada disciplina ministrada para o aluno deve seguir uma coerência de conteúdo 
por faixa etária, mas não impossibilita o livre arbítrio de criatividade do profissional 
para o preparo de sua aula. Desta forma o professor tem a liberdade de produzir 
conhecimento de forma a aguçar os interesses dos alunos dentro do perímetro de 
hora aula, refletindo de forma positiva em todo ambiente escolar (PCNs,1997). 
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Imagem que defini criatividade proposta aos alunos
Fonte: https://www.dombosco.com.br/noticias/como-estimular-a-criatividade-dos-alunos-.html
Os Parâmetros Curriculares Nacionais é de forma pedagógica um guia para o 
professor trabalhar em sala de aula a Ética, a Saúde, o Meio Ambiente, a Orientação 
Sexual e a Pluralidade Cultura no Ensino Fundamental, onde seus principais objetivos 
são:
• Respeito mútuo e cumprimento dos deveres sociais e políticos; 
• Senso criativo e critico construtivo;
• Auto valorização da cultura brasileira; 
• Respeito às diferenças; 
• Valorização do ambiente em que se vive; 
• Desenvolver autoconfiança, afetividade e respeito para com seu próximo; 
• Adquirir hábitos saudáveis para sua qualidade de vida e de todos; 
• Se expressar, interpretar, e produzir conhecimento de forma verbal, matemática, 
gráfica, plástica e corporal;
• Se utilizar de diversos recursos tecnológicos; 
• Solucionar problemas de forma lógica, criativa e intuitiva.
https://www.dombosco.com.br/noticias/como-estimular-a-criatividade-dos-alunos-.html
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Podemos salientar que algumas condutas não condizentes com uma unidade escolar 
podem estimular a violência escolar até mesmo nas aulas de educação física, onde a 
maioria dos alunos gostam muito desse componente. As desmotivações partem então, 
do ambiente sem infraestrutura, ausência de material, conduta do professor na forma 
rude de tratamento disciplinar, e dos colegas que inferiorizam os menos habilidosos 
para as práticas. As aulas onde os alunos são obrigados a realizar a atividade; eles 
conseguem se soltaremmais do que em outras disciplinas, pois foram obrigados 
a realizarem algo que desacreditavam serem capazes. Essa conquista indireta faz 
com que estes alunos se sintam confortáveis e alegres não só naquela aula, mas em 
outras matérias.
Rede social e atuação profissional
ISTO ESTÁ NA REDE
Ética profissional não pode ignorar as redes sociais
De “desabafo” de médica a invenção de policial, casos reforçam a falta de fronteiras 
entre o online e offline
https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2022/06/etica-profissional-nao-pode-
ignorar-as-redes-sociais.shtml
Na reportagem que segue o link acima, retrata as condutas éticas de profissionais 
em rede socias, não que seja errado você ter rede social, isso hoje é muito comum, 
pois esse espaço democrático onde muitos profissionais utilizam para apresentarem 
seu trabalho enfim é uma ferramenta muito importante para o mundo do trabalho 
e negócios, mas como disse acima é um território livre onde uma postagem mau 
interpretada ou uma opinião sobre temas polêmicos podem te trazer prejuízos na 
sua profissão, um exemplo é de uma médica que crítica de maneira intensa e com 
palavras de baixo calão uma pessoa que procura atendimento de madrugada em um 
pronto socorro, por causa de uma infecção urinária.
Olha a ética sendo atropelada na prática, pois essa “profissional” e coloquei entre 
aspas para literalmente criticar pois acredito que essa pessoa não é profissional, 
assim essa postagem deve render aa profissional um processo administrativo junto 
https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2022/06/etica-profissional-nao-pode-ignorar-as-redes-sociais.shtml
https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2022/06/etica-profissional-nao-pode-ignorar-as-redes-sociais.shtml
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ao seu conselho de classe por conduta anti-ética, além de sofre a punição prevista 
no código de ética da instituição onde trabalha.
Podemos verificar assim que a ética impacta de maneira forte a atuação profissional 
de qualquer área, assim fica a dica futuros profissionais de educação física – CUIIDADO 
COM POSTAGENS EM REDES SOCIAIS”
Imagem que mostra cuidado com as postagens em redes sociais
Fonte: https://hotmart.com/pt-br/blog/cuidados-nas-redes-sociais
Também não podemos dizer que aas redes sociais tudo que acontece vira 
polêmica ou atrapalha sua prática profissional, olha exemplos que literalmente 
uma postagem viralizou no sentido positivo, na reportagem abaixo o profissional de 
educação física posta vídeos apresentado sua prática de inclusão nas suas aulas 
de educação física, onde todo seu cuidado, técnica empatia fez a diferença em 
seu trabalho, assim sua postagem foi muito “curtida” porque mostra um verdadeiro 
profissional em sua prática.
https://hotmart.com/pt-br/blog/cuidados-nas-redes-sociais
ÉTICA PROFISSIONAL
PROF. DEYBSON BIONDO
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ISTO ESTÁ NA REDE
Professor viraliza com aulas inclusivas para crianças com paralisia
Imagens compartilhadas pelo professor Gean Sampaio têm mais de 461 mil 
visualizações nas redes sociais
Como você lida com a inclusão social em aulas?”, esse é o tema do vídeo do 
professor de educação física Gean Sampaio, 26 anos, que viralizou nas redes 
sociais. No vídeo, o profissional de Londrina, no Paraná, ajuda um de seus alunos 
com paralisia cerebral a fazer diversas atividades.
Vários perfis compartilharam o gesto que foi gravado ainda em 2021. “O problema 
não é ser diferente, e sim ser tratado diferente”, diz a legenda do vídeo.
No vídeo, entre as atividades que Gean e Heitor fazem estão: Pular corda, corrida de 
obstáculos e andar de patinete.
Ao Uol, o professor explica que as imagens foram gravadas pela acompanhante de 
Heitor e que ele não tinha ideia da repercussão que os vídeos iam ter. “Eu publiquei 
nas redes sociais e deu no que deu, nessa repercussão, com gente mandando 
mensagem em espanhol, inglês e até árabe”, contou ele.
O objetivo ao compartilhar as imagens era incluir as crianças nas brincadeiras e 
mostrar que é possível fazer a inclusão dessas crianças em atividades escolares.
Até o fechamento desta matéria, o vídeo tinha mais de 461 mil visualizações no 
Instagram. Nas redes sociais, Gean compartilha sua rotina como educador físico, 
atividades com crianças e táticas de inclusão social nas aulas. 
Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/brasil/2022/02/4984687-professor-viraliza-com-aulas-inclusivas-para-criancas-com-paralisia-assista.html
https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/educacao-basica/2021/10/4956973-educacao-inclusiva-e-necessaria-para-mostrar-a-diversidade-humana.html
https://www.correiobraziliense.com.br/brasil/2022/02/4984687-professor-viraliza-com-aulas-inclusivas-para-criancas-com-paralisia-assista.html
ÉTICA PROFISSIONAL
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Em todas os locais de trabalho além de seus colaboradores seguirem o código de 
ética do seu conselho de classe, existe em boa parte das instituições os códigos de 
conduta ética próprio baseado no seu seguimento de público e clientes, para ficar 
mais evidente trago um trecho do código de conduta ética do Sesi SP.
Relações Éticas com Alunos Quanto ao relacionamento com alunos, 
os colaboradores devem: 
• proporcionar um ambiente que permita o desenvolvimento da 
cidadania responsável e incentive a criatividade, o crescimento 
pessoal e profissional; 
• atuar para que as relações entre alunos sejam orientadas pelo 
respeito mútuo e pela consideração à dignidade do ser humano, 
não sendo tolerados atos ou manifestações de prepotência, ou 
violência, ou que ponham em risco a integridade física e moral 
de todos; 
• adequar, na medida do possível, a forma de ensino às condições 
do aluno e aos objetivos do curso, de modo a atingir o nível 
desejado de qualidade;
• efetivar a avaliação do aluno sem interferência de divergências 
pessoais ou ideológicas. (Sesi, 2019)
Se analisarmos esse trecho podemos observar com clareza que os princípios 
descritos segura os mesmos discutidos durante todo nosso material, onde proporcionar 
cidadania, criatividade, considerar a dignidade humana, não tolerar a violência de 
qualquer espécie, trabalhar a inclusão na sua amplitude máxima e não interferir nas 
divergências sociais e ideológicas.
Imagem representa ética no mundo do trabalho
Fonte: https://lec.com.br/codigo-de-conduta-etica-entenda-6-dicas-para-elaboracao-de-um-codigo-de-etica/
https://lec.com.br/codigo-de-conduta-etica-entenda-6-dicas-para-elaboracao-de-um-codigo-de-etica/
ÉTICA PROFISSIONAL
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Vamos trazer um resumo de um artigo cientifico que discute você denunciar um 
profissional que atua por exemplo em academia e não tem a formação de educação, 
e se isso seria uma atitude ética ou apenas o conhecido “X9”.
ISTO ESTÁ NA REDE
Denunciar o exercício ilegal do profissional de educação física: não deveria ser um 
dever ético, para não se tornar um X9
Resumo:
NTRODUÇÃO: O tema ética quase sempre leva a sociedade a dilemas que exigem 
profundas reflexões com respostas às mais diversas situações com as quais é 
confrontada. OBJETIVO: Propôs-se refletir sobre os mandamentos do código de 
ética do profissional de Educação Física em denunciar o exercício irregular/ilegal 
da profissão e a visão que a sociedade guarda para com quem é um denunciante. 
MÉTODOS: Buscou-se inicialmente discorrer sobre a ética, a moral e a legalidade 
positivada na legislação brasileira que consequentemente serve de base para a 
formação do Código de Ética Profissional. RESULTADOS: Trouxe à tona algo que 
pode parecer motivo de reclamação por parte dos Conselhos Profissionais, qual 
seja, a falta de denunciantes para que se possa efetivamente realizar a devida 
fiscalização e consequente penalização pelas infrações realizadas. Ainda que 
não seja objeto do presente estudo, optouse por descrever os artigos, para poder 
demonstrar que as penas tendem favorecer à criminalidade,mesmo que em 
menor potencial ofensivo, permitem inferir que o crime compensa. A pessoa faz 
uma aposta, vai trabalhar e ganhar o seu salário, se lhe autuarem, lhe autuaram! 
CONCLUSÃO: Considerando que o exercício ilegal da profissão é uma contravenção 
penal de menor potencial ofensivo infere-se que vale à pena exercer a profissão 
de forma ilegal até ser denunciado ou fiscalizado, pois não haverá maiores 
consequências que prestar serviço comunitário e pagar cestas básicas; havendo a 
possibilidade de que nada disso venha a se concretizar. Neste caso, admite-se que 
a contravenção penal ainda compensa ser praticada no Brasil no caso do exercício 
ilegal da profissão de Educação Física.
Fonte: file:///C:/Users/Instrutor/Downloads/gborges,+Gerente+da+revista,+Artigo+18+-+Denunciar+o+exerc%C3%ADcio+ilegal+do+profissional+de+educ
a%C3%A7%C3%A3o+f%C3%ADsica.pdf
file:///C:/Users/Instrutor/Downloads/gborges,+Gerente+da+revista,+Artigo+18+-+Denunciar+o+exerc%C3%ADcio+ilegal+do+profissional+de+educa%C3%A7%C3%A3o+f%C3%ADsica.pdf
file:///C:/Users/Instrutor/Downloads/gborges,+Gerente+da+revista,+Artigo+18+-+Denunciar+o+exerc%C3%ADcio+ilegal+do+profissional+de+educa%C3%A7%C3%A3o+f%C3%ADsica.pdf
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CAPÍTULO 7
A CONSTRUÇÃO DO CÓDIGO 
DE ÉTICA DO PROFISSIONAL 
DE EDUCAÇÃO FÍSICA
A construção do Código de Ética para a Profissão de Educação Física foi desenvolvida 
através do estudo da história da educação física e da experiência prática de profissionais 
brasileiros que atuam a anos no campo da educação física em nosso país. Para isso 
foram estabelecidos doze itens norteadores para construção do código, assim nesse 
capítulo vamos ver cada item, discuti-los e exemplificar.
I - O Código de Ética dos Profissionais de Educação Física, instrumento 
regulador do exercício da Profissão, formalmente vinculado às 
Diretrizes Regulamentares do Sistema CONFEF/CREFs, define-se 
como um instrumento legitimador do exercício da profissão, sujeito, 
portanto, a um aperfeiçoamento contínuo que lhe permita estabelecer 
os sentidos educacionais, a partir de nexos de deveres e direitos; 
(CONFEF,2015)
No item inicial fica claro o que dissemos em todas as nossas aulas, onde o código 
se torna um in instrumento regulador de deveres e direitos.
Imagem que ilustra direitos e deveres
Fonte: https://www.seucondominio.com.br/noticias/direitos-deveres-do-condomino
https://www.seucondominio.com.br/noticias/direitos-deveres-do-condomino
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Seguindo os itens norteadores vamos apresentar e comentar o item II.
II - O Profissional de Educação Física registrado no Sistema CONFEF/
CREFs e, consequentemente, aderente ao presente Código de Ética, 
na qualidade de interventor social, deve assumir compromisso ético 
para com a sociedade, colocando-se a seu serviço primordialmente, 
independentemente de qualquer outro interesse, sobretudo de 
natureza corporativista; (CONFEF, 2015)
Nesse item discutimos a responsabilidade social do profissional de educação física, 
podemos relatar de forma simples, por exemplo quando estou atuando em escolas 
como professor de educação física, meu compromisso com aluno vai além de ensinar o 
conteúdo da educação física, vai na formação integral do indivíduo, tornar um cidadão 
de bem, essa mesma conduta é utilizada quando atuo com treinamento de esportes, 
em academia e unidades de saúde.
Imagem que ilustra a responsabilidade social
Fonte: https://www.grupoaguasdobrasil.com.br/sustentabilidade/responsabilidade-social/
https://www.grupoaguasdobrasil.com.br/sustentabilidade/responsabilidade-social/
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Dando continuidade a nossa discussão vamos para mais um item norteador o de 
número III.
IIII - Este Código de Ética define, para seus efeitos, no âmbito de 
toda e qualquer atividade física, como destinatário, o Profissional 
de Educação Física registrado no Sistema CONFEF/CREFs e, como 
beneficiários das intervenções profissionais os indivíduos, grupos, 
associações e instituições que compõem a sociedade. O Sistema 
CONFEF/CREFs é a instituição mediadora, por exercer uma função 
educativa, além de atuar como reguladora e codificadora das relações 
e ações entre beneficiários e destinatários; (CONFEF, 2015)
Esse item norteador fala com ênfase do marco regulador de nossa profissão, ou 
seja, toda e qualquer ação no âmbito da atividade física é do profissional e educação 
física devidamente registra em seu conselho de classe.
Imagem do logotipo do CONFEF
Fonte: https://www.confef.org.br/confef/comunicacao/boletim/
No próximo debate sobre os itens norteadores, optei em juntar dois itens o de número 
IV e V, pois ambos tratam da qualidade do serviço prestado pelo profissional, pois 
qualidade e competência técnica dever ser um dos predicados de um bom profissional 
de educação física, e que também traz do direito à informação, viabilização e dados 
e transparência nas ações inclusive do conselho de classe.
IV - A referência básica deste Código de Ética, em termos de 
operacionalização, é a necessidade em ‘se caracterizar o Profissional 
de Educação Física diante das diretrizes de direitos e deveres 
estabelecidos normativamente pelo Sistema CONFEF/CREFs. Tal 
Sistema deve visar assegurar por definição: qualidade, competência 
e atualização técnica, científica e moral dos Profissionais nele 
incluídos através de inscrição legal e competente registro; 
V - O Sistema CONFEF/CREFs deve pautar-se pela transparência em 
suas operações e decisões, devidamente complementada por acesso 
de direito e de fato dos beneficiários e destinatários à informação 
gerada nas relações de mediação e do pleno exercício legal. Considera-
se pertinente e fundamental, nestas circunstâncias, a viabilização 
da transparência e do acesso ao Sistema CONFEF/CREFs, através 
dos meios possíveis de informação e de outros instrumentos que 
favoreçam a exposição pública; (CONFEF, 2015)
https://www.confef.org.br/confef/comunicacao/boletim/
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Imagem ilustra qualidade profissional
Fonte: https://blogdaqualidade.com.br/qualidade-em-servicos/
Outro importante debate sobre nosso código de ética é que temos nos itens a seguir 
que trata da questão filosóficas da prática na educação física, ressaltando os bons 
costumes, mediação do Sistema produz-se por meio de posturas éticas.
VI - Em termos de fundamentação filosófica o Código de Ética visa 
assumir a postura de referência quanto a direitos e deveres de 
beneficiários e destinatários, de modo a assegurar o princípio da 
consecução aos Direitos Universais. Buscando o aperfeiçoamento 
contínuo deste Código, deve ser implementado um enfoque científico, 
que proceda sistematicamente à reanálise de definições e indicações 
nele contidas. Tal procedimento objetiva proporcionar conhecimentos 
sistemáticos, metódicos e, na medida do possível, comprováveis;
VII - As perspectivas filosóficas, científicas e educacionais do Sistema 
CONFEF/CREFs se tornam complementares a este Código, ao 
se avaliarem fatos na instância do comportamento moral, tendo 
como referência um princípio ético que possa ser generalizável e 
universalizado. Em síntese, diante da força de lei ou de mandamento 
moral (costumes) de beneficiários e destinatários, a mediação 
do Sistema produz-se por meio de posturas éticas (ciência do 
comportamento moral), símiles à coerência e fundamentação das 
proposições científicas; (CONFEF, 2015)
Nos próximos dois itens vamos ressaltar o que já foi dito em capítulos anteriores a 
questão de documentos norteadores para o nosso código ética, estamos falando da 
Declaração dos Direitos Humanos e Cultura, Agenda 21 meio ambiente e as indicações 
de competência e excelência descrita na Carta Brasileira da educação Física, também 
já discutida em nossa disciplina, ainda nesses dois itens deixa claroa questão daa 
https://blogdaqualidade.com.br/qualidade-em-servicos/
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identidade profissional da educação física com a atividade física em geral, a premissa 
principal da organização profissional.
VIII - O ponto de partida do processo sistemático de implantação e 
aperfeiçoamento do Código de Ética dos Profissionais de Educação 
Física delimita-se pelas Declarações Universais de Direitos Humanos 
e da Cultura, como também pela Agenda 21, que situa a proteção do 
meio ambiente em termos de relações entre os homens e mulheres em 
sociedade e ainda, através das indicações referidas na Carta Brasileira 
de Educação Física (2000), editada pelo CONFEF. Estes documentos 
de aceitação universal, elaborados pelas Nações Unidas, e o 
Documento de Referência da qualidade de atuação dos Profissionais 
de Educação Física, juntamente com a legislação pertinente à 
Educação Física e seus Profissionais nas esferas federal, estadual e 
municipal, constituem a base para a aplicação da função mediadora 
do Sistema CONFEF/CREFs no que concerne ao Código de Ética; 
IX – Além, da ordem universalista internacional e da equivalente legal 
brasileira, o Código de Ética deverá levar em consideração valores 
que lhe conferem o sentido educacional almejado. Em princípio, tais 
valores como liberdade, igualdade, fraternidade e sustentabilidade 
com relação ao meio ambiente, são definidos nos documentos já 
referidos. Em particular, o valor da identidade profissional no campo 
da atividade física - definido historicamente durante séculos - deve 
estar presente, associado aos valores universais de homens e 
mulheres em suas relações socioculturais; (CONFEF,2015)
Imagem que ilustra a atividade física como objeto de trabalho da educação física
Fonte: https://www.sp.senac.br/blog/artigo/faculdade-de-educacao-fisica
https://www.sp.senac.br/blog/artigo/faculdade-de-educacao-fisica
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Como dissemos em outros capítulos o profissional de educação física é uma das 
profissões da saúde, prevista em lei onde criou e organizou nosso sistema de saúde 
pública (SUS), assim lidamos com vida, imagem o quanto pode ser prejudicial quando 
a atuação de m profissional de educação física, não é pautada em ciência, técnica 
e excelência em sua intervenção, o “estrago” pode ser pela vida toda, podendo até 
deixar sequelas na saúde da pessoa pela vida toda, além do profissional que cometer 
esse erro sofrer as sanções que a lei garante, nosso código de ética também prevê 
punições de acordo com a conduta.
Assim de forma resumindo você, futuro profissional de educação física tem o 
compromisso com a vida e a excelência no trabalho.
Imagem representado o profissional de educação física e saúde
Fonte: https://www.psicologacomportamental.com.br/ansiedade/atividade-fisica-e-saude-mental-psicologo/
Segue o item que relaciona o que foi dito acima:
X - Tendo como referências a experiência histórica e internacional dos 
Profissionais de Educação Física no trato com questões técnicas, 
científicas e educacionais, típicas de sua profissão e de seu preparo 
intelectual, condições que lhes conferem qualidade, competência e 
responsabilidade, entendidas como o mais elevado e atualizado nível 
de conhecimento que possa legitimar o seu exercício, é fundamental 
que desenvolvam suas atuações visando sempre preservar a saúde 
de seus beneficiários nas diferentes intervenções ou abordagens 
conceituais; (CONFEF,2015)
https://www.psicologacomportamental.com.br/ansiedade/atividade-fisica-e-saude-mental-psicologo/
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Finalizando os itens de construção e código de ética o penúltimo relata a 
responsabilidade com a vida, como relatamos anteriormente, e o ultimo ressalta sobre 
a responsabilidade social, nossos clientes já não estão procurando simplesmente um 
excelente profissional do ponto de vista da competência técnica. Outras competências 
são necessárias – relacionar-se bem com as pessoas e realizações em benefício da 
sociedade na qual o profissional está inserido são algumas delas – e são vistas com 
bons olhos por quem compra nossos serviços. Não há mais como separar a vida 
profissional do pessoal. A era do faça-o-que-eu-digo-não-faça-o-que-eu-faço ficou para 
trás. Nossos clientes se espelham em nossos comportamentos, querem que sejamos 
modelos de corpos perfeitos e não corresponder a isso pode trazer um certo prejuízo 
à carreira.
Imagem que ilustra a responsabilidade social
Fonte: https://lafitness.com.br/a-responsabilidade-social-do-profissional-de-educacao-fisica/
Segue os itens finais que relatamos acima:
XI - A preservação da saúde dos beneficiários implica sempre 
na responsabilidade social dos Profissionais de Educação 
Física, em todas as suas intervenções. Tal responsabilidade 
não deve e nem pode ser compartilhada com pessoas não 
credenciadas, seja de modo formal, institucional ou legal; 
XII - Levando-se em consideração os preceitos estabelecidos pela 
bioética, quando de seu exercício, os Profissionais de Educação Física 
estarão sujeitos sempre a assumirem as responsabilidades que lhes 
cabem. (CONFEF, 2015)
https://lafitness.com.br/a-responsabilidade-social-do-profissional-de-educacao-fisica/
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0s maiores erros dos professores na academia
Sem entrarmos em mais delongas, vamos pontuar alguns dos maiores erros e das 
maiores falhas dos professores de academias, além disso, expor possíveis formas 
de conseguir resolver esses problemas.
Antes de iniciarmos, é importante entender uma diferença: os aspectos das 
competências técnicas e as comportamentais. Entendemos os aspectos técnicos 
voltados principalmente à prescrição dos exercícios por parte dos professores. São 
competências adquiridas em faculdade, cursos e livros, voltados ao aspecto prático 
da atividade física no caso das academias. Já as questões comportamentais, 
adquiridas por autoconhecimento, estão voltadas à forma como o professor se 
porta, se comunica, domina seus sentimentos e é capaz de se relacionar frente aos 
clientes.
Vamos aos principais erros dos professores, apontados pelos gestores de forma 
geral:
1 – Desalinhamento da equipe quanto à técnica dos exercícios
Quantas vezes já não escutamos histórias de alunos que treinavam em 
uma academia no período da manhã, onde o professor X passou a atividade 
‘’abdominal Estrelinha (exemplo)’’. Mas em certo dia este aluno teve de ir 
treinar no período da tarde, onde o professor Z atendia. Este professor, ao ver 
o aluno realizando determinado exercício questiona: ‘’Mas quem te passou 
isso? Está errado! Não é assim’’. Péssimo! Este erro soa como completa 
desorganização perante o cliente, que fica totalmente perdido e não sabe em 
quem acreditar! Imagine-se na cabeça deste cliente! Para evitar isso, reuniões 
de planejamento e alinhamento de processos de atividade, criando um banco de 
dados de exercícios unificado entre todos os professores surge como a melhor 
intervenção. Vale lembrar que esse erro não significa não corrigir movimentos 
errados dos clientes: segurança em primeiro lugar, mas sempre com educação, 
cordialidade e respeito.
2 – Uso de celular em sala de aula
É um erro, mas ao mesmo tempo pode ser bem aproveitado. Em horários fora 
de pico, nada impede o professor de utilizar o celular como um ótimo meio 
de se comunicar com clientes ausentes ou faltantes, bem como estimular a 
frequência e as campanhas da academia. Vivemos em um mundo altamente 
conectado. Evitar o uso de celulares já não deve ser a maior preocupação dos 
donos, mas sim, usar isto ao favor da empresa. É claro que, em horários de 
pico, de academia lotada, celulares não devem ser permitidos. Foco absoluto 
no cliente! Tal questão deve ser previamente esclarecida e estabelecida em 
regimento interno da academia.ÉTICA PROFISSIONAL
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3 – Tendência de atendimento
Essa falha é inadmissível! Já cansamos de observar professores que tem o foco 
voltado a dois tipos de alunos: bem treinados/aderidos e aos ‘’bonitinhos (as)’’. 
Soma-se a essa tendência, um interesse por vezes em transformar tais alunos em 
clientes de Personal Trainer, o que faz com que os clientes que mais precisam de 
atenção (recém-chegados, idosos, crianças e destreinados) fiquem à margem e 
consequentemente a uma desistência precoce. Um processo descrito de modelo de 
atendimento, além da supervisão do coordenador são as formas mais simples de 
resolver tais problemas.
4 – Reclamar da academia
Professores que reclamam da academia, do dono, do salário, da estrutura ou 
dos aparelhos para os clientes: inadmissível! O professor pode ter pontos de 
discordância quanto à empresa, mas tais questões devem ser passadas e tratadas 
diretamente com a gerência, e NUNCA frente aos clientes!
5 – Tentativa de vender suplementos alimentares e/ou esteroides anabolizantes 
para os alunos
Sequer precisamos detalhar este, certo?! ÉTICA! Sempre!
6 – Não escutar DE VERDADE o cliente
Professores não buscam entender e compreender de verdade o cliente, seus 
problemas, suas maiores dores, seus verdadeiros objetivos, os intrínsecos, os 
motivadores reais, os gatilhos emocionais, sabendo motivar o aluno de forma 
genuína em prol da manutenção em atividade física.
7 – Não ensinar seus alunos
O professor em sala de aula tem se limitado à prescrição de exercício, 
acompanhamento, por vezes correção… e só! Isso já era! Devemos aproveitar cada 
momento de interação aluno-professor para ensinar, conscientizar e educar nosso 
cliente. Pequenas dicas alimentares, de descanso e treinamento são sempre bem-
vindas: cliente informado é cliente satisfeito!
8 – Pecar na aparência e Marketing Pessoal
Outro erro inadmissível! Professor com barba mal feita, cheirando mal, suado, molhado, 
roupa rasgada, tênis, camiseta ou shorts sujo, ou então o pior: com mau hálito! Os 
professores são, junto as recepcionistas, as interações principais dos clientes com a 
empresa. O Professor deve prezar sempre pelo bom marketing pessoal, sempre bem 
vestido, portado, limpo, cheiroso, unhas e cabelos cortados, bem como as roupas em 
perfeito estado. Observação: inadmissível o uso de bonés e óculos escuros! Isso é o 
mínimo que o cliente espera. Outro detalhe que DEVE estar no regimento interno da 
academia ou em descrição de cargo e processos internos.
9 – Atrasos
Outro erro que poupa explicações. Margens de aceitação (Ex: 5 minutos) devem ser 
previamente estabelecidos. Bons profissionais sempre chegam com minutos de 
antecedência ao trabalho.
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10 – Insistir em métodos antigos e ultrapassados de treinamento
Acredito que estes erros são pequenos quando comparados ao maior problema 
que enfrentamos hoje nas academias: Insistir em métodos antigos e ultrapassados 
de treinamento. Temos um perfil de cliente MUITO diferente frequentando as 
academias hoje. O exercício físico deve ser DIVERTIDO, deve ser prazeroso. O 
cliente não gosta de musculação, e quando chega, tem que fazer a mesma série 
de adaptação, igual a que fez na última vez que tentou começar. Logo na cabeça 
desse cliente já vem: ‘’Mas de novo? A mesma coisa? Eu não gosto disso!’’. Nós, 
profissionais de educação física, devemos de uma vez por todas assumir nosso 
papel de PROFESSOR dentro de sala de aula, ensinando, educando nossos alunos 
e principalmente motivando-os a fazer o que lhe dá prazer e vontade de voltar para 
a academia. Não adianta manter-se no princípio da totalidade (trabalhar sempre o 
corpo todo) se isso NÃO estimula seu aluno. No começo, devemos dar ao cliente o 
que ele QUER, e não apenas o que ele precisa.
Devemos ultrapassar a barreira dos primeiros 3 meses, onde o ENCANTAMENTO 
deste cliente se faz necessário, para que ele mantenha sua frequência até a 
segunda barreira: dos 6 meses, onde podemos passar a considerar este cliente 
como um aluno aderido a atividade física.
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CAPÍTULO 8
BIOÉTICA
Como já foi relatado várias vezes em capítulos anteriores a educação física é uma 
das profissões de saúde e faz parte do rol de profissões que nosso sistema único de 
saúde (SUS), reconhece como profissão da área de saúde, pelo motivo simples que 
atividade física tem um impacto representativo na saúde das pessoas, é uma excelente 
ferramenta de prevenção e muitas vezes uma conduta terapêutica.
Do grego bios, que significa vida, e ethos, que significa ética, entendemos por bioética 
a ética da vida. Ela surge para elucidar conflitos existentes nas relações humanas e no 
âmbito das ciências da saúde ou das ciências da vida. Tem como objetivo estabelecer 
limites e definir a finalidade das intervenções do homem sobre a vida. 
Imagem que representa a bioética
Fonte: https://paranashop.com.br/2022/03/bioetica-e-tema-de-seminario-hospitalar/
Para Camargo (2014), a bioética prima pelo respeito à pessoa humana e pela 
responsabilidade profissional e civil quanto à promoção de saúde e sobrevivência 
humana. Otimiza o uso da tecnologia, sem impor qualquer regra, mas gerando prudência 
e coerência nas atitudes. 
https://paranashop.com.br/2022/03/bioetica-e-tema-de-seminario-hospitalar/
ÉTICA PROFISSIONAL
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Teve início na década de 1970, com a publicação de duas obras importantes de 
Van Rensselaer Potter, que, preocupado com o avanço da ciência, propõe uma reflexão 
mais apurada nas implicações da bioética sobre a vida. As diversas áreas da saúde 
têm seus respectivos códigos de ética determinados pelos seus conselhos federais e 
regionais, com o objetivo de padronizar normas e condutas dos profissionais em sua 
atuação, nas relações multidisciplinares, na relação paciente/ profissional, na relação 
profissional/família e na intervenção e nos limites da tecnologia.
Imagem de um profissional e educação física atuando na área de saúde
Fonte: https://www.famart.edu.br/cursos/pos-graduacao-ead/saude/educacao-fisica-hospitalar-ead/
Quintana (2014) relata que existe 4 princípios para o entendimento de bioética:
1. Beneficência Com o significado de “fazer o bem”, esse princípio propõe oferecer 
ao paciente o melhor atendimento e uso de técnicas, considerando suas 
necessidades físicas, psíquicas e social.
Imagem ilustrando a beneficência
Fonte: https://institutoneurosaber.com.br/educacao-fisica-e-suas-contribuicoes-para-o-desenvolvimento-motor/
https://www.famart.edu.br/cursos/pos-graduacao-ead/saude/educacao-fisica-hospitalar-ead/
https://institutoneurosaber.com.br/educacao-fisica-e-suas-contribuicoes-para-o-desenvolvimento-motor/
ÉTICA PROFISSIONAL
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2. Não maleficência Significa “não fazer o mal”. Acredita-se que, só de pensar 
em minimizar o mal, você já faz o bem. Significa ponderar seus atos, condutas 
e uso de técnicas, evitando qualquer erro ou qualquer atitude que coloque o 
paciente em risco, contribuindo, assim, para o restabelecimento e a promoção 
de sua saúde.
Imagem ilustra a maleficiência
Fonte: https://www.hammeracademia.com/blog/2018/05/28/a-importancia-do-profissional-de-educacao-fisica-na-academia.html
3. Autonomia Este princípio baseia-se na liberdade e na informação. Um exemplo: 
estabelecida uma relação paciente/profissional, esse profissional esclarece ao 
paciente todas as formas de condutas, técnicas e tratamento, dando ao próprio 
paciente o poder de decisão de realizar o tratamento ou não. Caso o paciente 
não tenha condições de autonomia, um familiar ou responsável assume tal 
papel. As informações sobre mudanças e evolução no tratamento devem ser 
renovadas e atualizadas pelo profissional, que deve notificar com clareza a atual 
situação do paciente. 
https://www.hammeracademia.com/blog/2018/05/28/a-importancia-do-profissional-de-educacao-fisica-na-academia.htmlÉTICA PROFISSIONAL
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Imagem ilustra autonomia
Fonte: https://blog.gsuplementos.com.br/aprenda-como-montar-a-ficha-de-treino-de-academia-perfeita/
4. Equidade e justiça Esse princípio se refere à igualdade e à justiça. Tendo em 
vista que cada indivíduo tem suas próprias necessidades, devemos respeitar 
com imparcialidade o direito de cada um
Imagem ilustra equidade
Fonte: https://portalagita.com.br/projeto-de-educacao-fisica-inclusiva-promove-integracao-de-estudantes-com-deficiencia-nas-escolas-de-contagem/
Quando analisamos esses princípios da bioética temos que fazer um comparação 
com o sistema público de saúde o SUS (Sistema único de Saúde), pois seus princípios 
equivalem aos princípios da bioética, principalmente no que diz respeito a equidade e 
https://blog.gsuplementos.com.br/aprenda-como-montar-a-ficha-de-treino-de-academia-perfeita/
https://portalagita.com.br/projeto-de-educacao-fisica-inclusiva-promove-integracao-de-estudantes-com-deficiencia-nas-escolas-de-contagem/
ÉTICA PROFISSIONAL
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integralidade, pois onde o profissional e educação física atuar com um aluno, cliente, 
atleta estamos lidando com indivíduos como um todo um ser pensante e que traz 
consigo um pacote cultural que deve ser respeitado.
Imagem representando a integralidade nas pessoas
Fonte: https://redehumanizasus.net/92740-integralidade-equipes-profissionais-focadas-na-singularidade-dos-idosos-e-pessoas-com-deficiencia/
Um exemplo claro, é um exemplo de um professor de educação física na escola, quando 
depara durante o mês de junho, temos a festa junina e a dança quadrilha, dança típica que 
faz parte do objeto de estudo do componente educação física, um dos seus alunos por 
questões de ordem religiosa não vai dançar pois seus pais alegam que tem relação com 
o culto a santos, ai você profissional tem que usar de todo seu conhecimento e jogo de 
cintura para explicar aos pais de seus alunos que a dança não tem relação com nenhum 
santo, e mesmo assim muitas vezes os pais do aluno são irredutíveis na ideia de culto 
a santo e não deixa o filho participar, você como professor aceita a decisão dos pais e 
prepara de outra maneira para eu o aluno vivencie a dança sem ter relação com religião.
Imagem de dança de quadrilha
Fonte: https://www.todamateria.com.br/quadrilha/
https://redehumanizasus.net/92740-integralidade-equipes-profissionais-focadas-na-singularidade-dos-idosos-e-pessoas-com-deficiencia/
https://www.todamateria.com.br/quadrilha/
ÉTICA PROFISSIONAL
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Com o intuito de padronizar, regulamentar e fiscalizar o exercício profissional de 
cada área da saúde, foram criados os conselhos profissionais. Eles asseguram a 
qualidade de serviços prestados e os interesses individuais e gerais dos profissionais. 
São indispensáveis à prática da ética e ao respeito aos direitos humanos, pautados 
na justiça social. Regulamentam, definem conceitos e padrões de condutas, técnicas 
e proibições respectivas de cada área (CONFEF, 2015). 
Com relação a normas e reponsabilidade profissional e civil, profissional da saúde, 
com seu conhecimento técnico, clínico e científico, tem o poder de determinar a melhor 
forma de tratamento dentro das individualidades e necessidades de cada paciente. Deve 
esclarecer ao paciente todas as possibilidades terapêuticas, evidenciando benefícios, 
riscos e prognóstico. Cabe ao paciente decidir submeter-se ao proposto tratamento 
ou não, usando de sua liberdade de decisão, consentindo ou não a realização do 
tratamento. (BARBOSA, 2012) 
Imagem ilustra responsabilidade civil
Fonte: https://www.3mind.com.br/blog/responsabilidade-civil-no-brasil-entenda-o-que-e-e-quais-os-tipos/
Muitas vezes, deparamos com a falta de informação inicial ao paciente, o que gera 
desconforto na relação paciente/profissional e cria uma expectativa de reabilitação 
errônea, levando o paciente à desistência do tratamento. O profissional que não 
esclarece claramente suas perspectivas e formas de tratamento fica sujeito a sanções 
por descumprir o código de ética. Isso traz danos éticos e morais, apesar de passíveis 
de reparação, porém fere a normatização de sua categoria profissional. Se o profissional 
transmitir informações inadequadas, infundadas e equivocadas, acaba por tirar do 
paciente a autonomia e o consentimento ao tratamento, causando prejuízos éticos, 
https://www.3mind.com.br/blog/responsabilidade-civil-no-brasil-entenda-o-que-e-e-quais-os-tipos/
ÉTICA PROFISSIONAL
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devendo responder ao seu respectivo conselho, e poderá responder juridicamente 
pelo mal causado. 
Cada profissão da área de saúde tem seu respectivo código de ética, que orienta 
sobre condutas éticas ideais e assegura os direitos e deveres desses profissionais
ISTO ESTÁ NA REDE
Personal Training: 4 erros graves cometidos por profissionais no mercado
Personal Training deixou de ser um serviço de luxo quando o assunto é saúde e 
qualidade de vida, principalmente em tempos de pandemia e outras adversidades.
Para alguns, encarar a realidade do mercado pode ser um grande desafio, para 
outros, apenas uma adaptação.
Se tem algo em pauta nas rodas de amigos e colegas de trabalho é:
O que tem sido feito para melhorar a saúde e qualidade de vida durante as 
adversidades atuais?
Onde os profissionais de educação física entram em toda essa história?
Por conta de diversos questionamentos sobre o rumo da atuação do personal 
trainer, conversamos com alguns profissionais e listamos 4 erros graves que 
prejudicam bastante a imagem da categoria, no entanto, são erros que podemos 
deixar de cometer se nos comprometermos não só com clientes, mas com as 
nossas carreiras também.
1 – Não dar a devida importância às demais áreas da saúde
As áreas da saúde precisam andar de mãos dadas.
Resultados não surgem apenas com a prática de exercícios. Isso não é novidade. A 
obesidade é multifatorial, o diabetes também, assim como diversas outras doenças 
que são agravadas pelo sedentarismo. 
Acabou-se o tempo que o personal trainer atuava apenas com pessoas 
saudáveis.
Hipertensos , diabéticos, cardiopatas, entre outros portadores de diversas outras 
doenças, já fazem parte do radar da educação física.
Além de dominar as diversas evidências científicas e posicionamentos das 
sociedades de medicina em geral (sociedades de medicina do exercício, 
principalmente), o personal trainer precisa falar abertamente sobre todos os 
fatores que influenciam os resultados do seu cliente, principalmente se o cliente for 
portador de alguma doença.
É fato que o médico explica para o paciente o que está ao seu alcance. Por mais 
que o personal trainer não utilize jaleco branco, já está mais do que na hora de 
adotar um discurso um pouco mais clínico. Somos da área da saúde e podemos 
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atuar com consultas. O personal training é uma forma de consultoria na área da 
saúde.
Apresente todos os fatores que influenciam os resultados e seja realmente visto 
como profissional da saúde, mesmo sem usar jaleco e atender em consultório. 
Mostrar como cada adversidade enfrentada pelo cliente influencia em seus 
resultados é essencial.
2 – Não avaliar seu cliente
A avaliação é essencial para tomada de decisões
Avaliação é parte do diagnóstico. Os médicos pedem exames e fazem seus 
diagnósticos, cada um dentro da sua especialidade. Assim é feito pelo nutricionista, 
pelo fisioterapeuta e demais profissionais da saúde. No personal training não seria 
diferente.
Não é aconselhável tomar todas as suas decisões sobre prescrição de exercícios 
com base apenas nas informações dos outros profissionais.
Temos diversos protocolos e testes que podem ser realizados com baixíssimo 
custo, trazendo não só mais informações, mas credibilidade ao seu trabalho. 
Lembre-se, bons resultados acompanhadosde boa impressão sobre seu trabalho 
melhoram sua renda.
Além de realizar sua avaliação como profissional de educação física, deve-se 
apresentar os resultados desta para seu cliente, explicando todos os detalhes, 
inclusive contextualizando com resultados de exames pedidos por médicos.
Não esqueça de explicar também como cada uma das suas decisões sobre 
prescrição de exercícios foram tomadas. Isso traz segurança e confiança. Você é 
um profissional da saúde reconhecido pelo ministério competente.
Personal training é serviço diferenciado e o cliente precisa perceber essa diferença 
para não achar que está investindo dinheiro em vão. A essencialidade do 
profissional de educação física não pode ser colocada em cheque.
3 – Seguir modinhas do mercado
Moda não traz consistência. Prescreva sempre com embasamento
Muitos profissionais buscam atalhos na hora de criar planos de exercícios, 
principalmente quando a ideia é inovar, trazendo novas experiências para seus 
clientes.
CUIDADO!
Boa parte das novidades que surgem em nosso mercado são carentes de 
evidências científicas. 
Por mais que se leve em consideração a segurança e os princípios do treinamento, 
uma nova modalidade pode ser lançada a qualquer momento, diferente de um 
medicamento ou técnica cirúrgica que leva anos para serem aprovados pelos 
órgãos competentes.
Quando falamos de segurança, o básico bem fundamentado e explicado ao cliente 
funciona muito mais do que a novidade sem consistência.
https://gcape.com.br/o-exercicio-fisico-e-essencial-na-pandemia-e-o-profissional-de-ed-fisica/
https://gcape.com.br/o-exercicio-fisico-e-essencial-na-pandemia-e-o-profissional-de-ed-fisica/
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Cuidado com as modas, ok?  
Os clientes de hoje que pagam bem são mais exigentes e sabem quando o 
profissional está querendo chamar atenção através da “inovação”.
4 – Não cobrar feedbacks dos clientes
O feedback é essencial para ajustes no plano
Entender como o cliente está lidando com a rotina de exercícios é essencial 
para manipular as variáveis que contribuem para a aderência ao exercício. Sem 
aderência, os resultados não aparecem e você perde o cliente.
Sei que parece óbvio, mas ser repetitivo nesse caso não faz mal.
O objetivo é fazer com que o cliente pratique exercícios durante toda sua vida, seja 
com você ou não. No entanto, sua forma de lidar com o cliente pode transformar 
a relação comercial em algo valioso para ambos. Você fatura mais e por mais 
tempo, ele vive mais e cada vez melhor.
Cobre do seu cliente as visitas periódicas ao médico. Pergunte detalhes da 
consulta, anote estes na frente do cliente. Com isto, você sempre terá informações 
atualizadas sobre o estado geral de saúde dele, provando que seu trabalho está 
influenciando de forma positiva em sua jornada.
Um médico com um paciente bem treinado pode virar um verdadeiro parceiro, 
servindo como embaixador da sua marca. Você tem ideia do poder da indicação 
profissional de um médico? Acredite, é valioso demais.
Feedbacks constantes são oportunidades para novas práticas. Seu cliente gosta 
disso e traz mais credibilidade não só para você, personal, mas para toda a 
educação física.
Fonte: https://blog.universalfit.com.br/personal-training-erros-mercado/
https://blog.universalfit.com.br/personal-training-erros-mercado/
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CAPÍTULO 9
QUESTÕES ÉTICAS E MORAIS 
NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO 
FÍSICA E ESPORTES FÍSICA E 
ESPORTES 
A Educação Física é uma das áreas do que aconteceram grandes mudanças nos 
últimos anos. Até a década de 70 as ações dos profissionais da Educação Física 
se restringiam a organização de aulas de Educação Física no contexto da escola, 
atrelada muitas vezes a um currículo militar e ao treinamento de equipes esportivas. 
As campanhas de sensibilização e as necessidades da população em busca de um 
estilo de vida ativo, produto de uma vida sedentária, característica do mundo moderno 
com as tecnologias que facilitaram o trabalho humano, criaram uma forte demanda 
para ampliação do trabalho dos profissionais da Educação Física, incentivada ainda 
mais com a inclusão da educação física no sistema SUS e baseado em estatísticas 
do número de morte no Brasil das doenças cardiovasculares. (ADEODATO, 2012)
Imagem que ilustra esporte
Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/educacao-fisica/historia-do-futebol.htm
https://brasilescola.uol.com.br/educacao-fisica/historia-do-futebol.htm
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Para Camargo (2014), as necessidades sociais criaram os chamados “novos fazeres” 
para os profissionais da Educação Física, como: preparadores físicos, treinador de 
esportes, orientador de exercícios corporais, entre outros. Ampliaram-se as áreas de 
prática dos profissionais da Educação Física. O esporte passou a ser compreendido 
não somente como uma atividade do alto rendimento, mas como fenômeno plural nas 
dimensões do esporte escolar, esporte de alto rendimento, esporte para portadores 
de deficiência e esporte para o lazer.
“O Desporto Educacional, responsabilidade pública assegurada pelo 
Estado, dentro ou fora da Escola, tem como finalidade democratizar 
e gerar cultura através de modalidades motrizes de expressão de 
personalidade do indivíduo em ação, desenvolvendo este indivíduo 
numa estrutura de relações sociais recíprocas e com a Natureza, a 
sua formação corporal e as próprias potencialidades, preparando-o 
para o lazer e o exercício crítico da cidadania, evitando a seletividade, 
a segregação social e a hiper-competitividade, com vistas a 
uma sociedade livremente organizada, cooperativa e solidária”. 
(Recomendação do Conselho Nacional do Desporto – CND – 1988)
Imagem do esporte escolar
Fonte: https://blog.colegioarnaldo.com.br/esporte-na-escola/
Ainda falando sobre esporte educacional foram criadas políticas e programas públicas 
para fomentar essa modalidade, como por exemplo o programa segundo tempo, os 
https://blog.colegioarnaldo.com.br/esporte-na-escola/
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campeonatos escolares organizados pelas secretarias de esportes estaduais e os jogos 
brasileiros estudantis que tem a chancela do COB (Comitê Olímpico Brasileiro) 
Com relação a saúde Camargo (2014), se tornou ampla, assim cada vez é 
mais frequente a participação dos profissionais da Educação Física em projetos 
multidisciplinares, onde tanto a saúde física como a mental, são objetos de intervenções. 
Cada um destes “novos fazeres” da Educação Física está envolto em rituais e códigos 
específicos, criando-se em razão das suas especificidades situações que envolvem 
as chamadas microéticas. Isto é, o trabalho na academia de ginástica, quando 
comparado com o do treinamento de equipes esportivas, envolve procedimentos e 
códigos semelhantes, porém em função das especificidades do contexto cria novos 
procedimentos e dá origem às novas necessidades ético-morais. 
Imagem que amplia o conceito de saúde segunda ONU
Fonte: https://aurusndv.com.br/2020/07/13/o-que-e-saude/
Assim, é necessário refletir sobre a diversidade do campo de intervenção da Educação 
Física, identificar os antigos e novos “fazeres” desta profissão e organizar um documento 
que seja orientador da ética e deontologia dos profissionais desta área, tanto para 
o contexto amplo, como para os específicos. Além da questão relacionada com a 
diversidade do campo de intervenção há outros fatores éticos e morais, sociais e 
específicos da área de intervenção que merecem ser destacados.
https://aurusndv.com.br/2020/07/13/o-que-e-saude/
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ANOTE ISSO
Deontologia é uma filosofia que faz parte da filosofia moral contemporânea, que 
significa ciência do dever e da obrigação. A deontologia é um tratado dos deveres 
e da moral. É uma teoria sobre as escolhas dos indivíduos, oque é moralmente 
necessário e serve para nortear o que realmente deve ser feito.
O termo deontologia foi criado no ano de 1834, pelo filósofo inglês Jeremy Bentham, 
para falar sobre o ramo da ética em que o objeto de estudo é o fundamento do 
dever e das normas. A deontologia é ainda conhecida como “Teoria do Dever”.
Fonte: https://www.significados.com.br/deontologia/
Atenção alunos ainda nossa constituição não atende a todos, pois de forma clara 
retrata que o esporte e o lazer é um dever do estado e direito de todos pois, ainda, 
muitos brasileiros que não têm acesso aos benefícios da Educação Física e Esportes 
de qualidade, como os portadores de deficiência, doentes mentais e idosos.
ANOTE ISSO
Quase metade das escolas brasileiras não têm local para prática de esporte.
Um levantamento feito pelo Ministério da Cidadania aponta que quase metade 
das escolas de educação básica do país não tem nenhum espaço para os alunos 
praticarem esporte. Os dados, computados a partir do Censo Escolar da Educação 
Básica 2020, mostram que, de 135.263 escolas do ensino fundamental I ao 
médio, 47% não possui nenhuma instalação para a prática desportiva. Quando são 
consideradas apenas as quadras esportivas, esse número cai para apenas 45,1% 
das escolas. O estudo também leva em consideração a presença de terreirões (em 
9,7% das escolas), de salas multiuso (7,4%), piscina (2,7%) e sala/estúdio de dança 
(1,8%). Segundo o Ministério da Cidadania, os terreirões equivalem a quadra de 
esportes.
Esses números, cruzados com os de escolas com materiais para prática desportiva 
(como bolas, bambolês, cones, cordas, etc), mostram um problema ainda maior. 
Das escolas de educação básica do Brasil, só 40,6% têm tanto local de prática 
quanto materiais. Em 27% das escolas brasileiras não existe nem uma coisa 
nem outra. “Considera-se que a melhoria da infraestrutura das escolas é uma das 
maneiras de fortalecer o papel do poder público de fomentar as práticas desportivas 
para as crianças e os adolescentes em idade escolar”, avalia o relatório, que mostra 
que o problema é mais grave nas escolas municipais. Somente 32% delas têm 
quadra. Na rede privada, este índice, de 60%, é mais baixo do que nas escolas 
https://www.significados.com.br/deontologia/
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estaduais (65%) e nas federais (80%). O levantamento também se aprofundou 
em dados sobre a ausência de professores formados em Educação Física nas 
escolas brasileiras. De acordo com o estudo, 95% delas têm docentes que dão aula 
de educação física, mas só 69,9% das aulas dessa disciplina são ministradas por 
professores especializados. Desde 2003, o principal programa do antigo Ministério 
do Esporte para incentivar a prática esportiva nas escolas é o Segundo Tempo, 
que atende crianças e adolescentes no contraturno escolar. Em outubro, existiam 
apenas 78 convênios ativos, que estabeleceram a meta de 168 núcleos esportivos e 
de atenderem 20.520 jovens, somente.
Fonte: https://www.uol.com.br/esporte/colunas/olhar-olimpico/2021/12/14/quase-metade-das-escolas-brasileiras-nao-tem-local-para-praticar-esporte.
htm
Muitos processos de intervenção na Educação Física e Esportes não garantem a 
inclusão dos participantes. Geram discriminações em função de idade, sexo, religião 
e nível sócio-econômico; · Existem processos de intervenção em Educação Física 
e Esportes que não respeitam e valorizam a diversidade e a tolerância entre os 
participantes.
Imagem mostra o esporte na periferia das grandes cidades
Fonte: https://sportlink.com.br/como-o-futebol-mudou-o-futuro-de-muitos-jogadores/
QUESTÕES ÉTICAS E MORAIS NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTES 
FÍSICA E ESPORTES
O doping tem sido o grande flagelo do esporte no presente. A frase “Sem doping, sem 
esperança”, No dope, no hope, tem sido o grande guia de treinadores e preparadores 
físicos de atletas. Os praticantes são orientados a processos de preparação e 
https://www.uol.com.br/esporte/colunas/olhar-olimpico/2021/12/14/quase-metade-das-escolas-brasileiras-nao-tem-local-para-praticar-esporte.htm
https://www.uol.com.br/esporte/colunas/olhar-olimpico/2021/12/14/quase-metade-das-escolas-brasileiras-nao-tem-local-para-praticar-esporte.htm
https://sportlink.com.br/como-o-futebol-mudou-o-futuro-de-muitos-jogadores/
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treinamento ilícitos, contrários às regras, em desrespeito ao Espírito Esportivo e a 
dignidade da pessoa;
Imagem de doping de Bem Johnson
Fonte: https://www.lance.com.br/rio2016/nos-jogos-1988-ben-johnson-choca-mundo-com-caso-doping.html
A pedofilia, também existente em outras áreas profissionais, tem sido um 
comportamento cada vez mais freqüente em professores e técnicos esportivos que 
trabalham com crianças e jovens; · O desejo de vitória a qualquer custo no contexto 
do esporte, muitas vezes pressionado pelos dirigentes, tem feito com que profissionais 
da Educação Física utilizem meios ilícitos e pouco humanitários na preparação e 
treinamento de atletas; · O alto nível de exigência no desempenho de crianças, no 
contexto do esporte, tem feito com que estas deixem de viver plenamente a fase da 
infância, gerando sérias conseqüências à vida psicológica das mesmas; · 
ANOTE ISSO
Iniciação esportiva, um reduto dos abusadores de crianças e adolescentes
Sem regulamentação nem protocolos de proteção a jovens atletas, esporte 
brasileiro acumula escândalos de assédio e abuso sexual
Muitos esportistas com potencial são desperdiçados todos os dias por causa do 
abuso sexual”, afirma a nadadora Joanna Maranhão. Ela foi abusada pelo treinador 
de natação quando tinha 9 anos. Hoje, se engaja na luta para ajudar crianças a 
entenderem o que são e como acontecem os abusos. “É praticamente impossível 
https://www.lance.com.br/rio2016/nos-jogos-1988-ben-johnson-choca-mundo-com-caso-doping.html
https://brasil.elpais.com/brasil/2017/10/23/deportes/1508782273_812472.html
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para uma criança contar a um adulto que foi abusada. Como ela vai falar de uma 
coisa que nem sabe o que é?”.
Promover a integração social, estimular o desenvolvimento físico e mental, cultivar 
uma vida saudável e, por que não, buscar o sonho de se tornar um ídolo nacional. 
Essa é a ideia que muitos pais têm ao incentivar os filhos a se dedicarem cada 
vez mais cedo à prática de um esporte. No entanto, a rotina de jovens atletas 
esconde uma faceta sombria que tem comprometido a revelação de talentos no 
Brasil. Em torno da iniciação esportiva, gira uma rede de abusadores de crianças e 
adolescentes, que se aproveita da falta de regulamentação e protocolos preventivos 
em clubes formadores.
ara Joanna Maranhão, o sistema que administra clubes, escolinhas e centros 
de treinamento não passa confiança às vítimas, fazendo com elas hesitem em 
denunciar agressores. “Não podemos presumir que todo treinador represente um 
risco, mas, onde tem criança, tem pedófilo. No esporte, o abusador geralmente 
exerce uma posição de poder sobre o atleta. E isso é determinante para reprimir a 
exposição dos abusos sexuais.”
Na última terça-feira, Joanna participou de uma audiência pública na Comissão 
do Esporte da Câmara dos Deputados, em Brasília, para debater o projeto de lei da 
deputada federal Érika Kokay (PT-DF), que pretende obrigar entidades esportivas 
que recebem patrocínio de instituições públicas a adotar medidas de prevenção à 
violência sexual. “Vários técnicos e empresários vendem falsas expectativas, iludindo 
o atleta a fim de cometer os abusos. Precisamos garantir o compromisso dos 
clubes para que infâncias não sejam mais roubadas no esporte”, afirma Kokay.
Um estudo do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente Yves de Roussan 
(Cedeca) em parceria com o Unicef, publicado em 2014, antes da realização de 
Copa do Mundo e Olimpíada no Brasil, constatou que atletas em formação “estão 
expostos a diferentessituações de vulnerabilidade e violação de seus direitos 
básicos”, além de concluir que a maioria dos centros esportivos no país não cumpre 
o Estatuto da Criança e do Adolescente. Pouca coisa mudou de lá para cá. Na 
audiência pública, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), por exemplo, foi 
novamente cobrada pelo descumprimento de um pacto assinado há quatro anos, 
em que se comprometida a tomar uma série de providências de enfretamento ao 
abuso sexual nas categorias de base.
O secretário-geral da entidade, Walter Feldman, reconhece que a confederação 
deixou de implementar parte das propostas sugeridas por parlamentares, mas 
promete rigor com clubes que deixarem de adequar suas estruturas para resguardar 
jovens jogadores. “Vamos introduzir a obrigação de aplicar práticas de proteção a 
crianças e adolescentes. Os clubes que não aderirem serão impedidos de disputar 
competições profissionais”, diz.
Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/05/17/deportes/1526574323_277181.html
https://brasil.elpais.com/brasil/2018/03/15/deportes/1521150912_923329.html
https://brasil.elpais.com/brasil/2018/05/11/actualidad/1526036193_375438.html
https://brasil.elpais.com/tag/futbol_alevin
https://brasil.elpais.com/tag/futbol_alevin
https://brasil.elpais.com/brasil/2019/10/16/deportes/1571249867_755400.html
https://brasil.elpais.com/brasil/2019/10/16/deportes/1571249867_755400.html
http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2168347
https://brasil.elpais.com/brasil/2019/11/12/deportes/1573583466_946047.html
https://www.vice.com/pt_br/article/bmgknd/abuso-sexual-e-trafico-de-criancas-ainda-assombram-o-futebol-brasileiro
https://brasil.elpais.com/brasil/2017/05/12/deportes/1494542986_404520.html
https://brasil.elpais.com/brasil/2017/05/12/deportes/1494542986_404520.html
https://brasil.elpais.com/brasil/2018/05/17/deportes/1526574323_277181.html
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A rápida ampliação do número de cursos universitários para formação do profissional 
de Educação Física no Brasil, nem sempre tem sido acompanhada pela elevação da 
qualidade de ensino. Assim, anualmente é diplomado um número elevado de profissionais 
de Educação Física com formação comprometida em relação às competências técnica, 
cientifica e ética; · 
Para Camargo (2014), os fenômenos da corrupção e violência do contexto social 
amplo chegaram ao exercício profissional em Educação Física. Essas e outras questões 
que podem ser levantadas representam grandes desafios ao processo de construção 
e reconstrução do Código de Ética para os Profissionais da Educação Física. Há uma 
estreita comunicação entre o contexto social amplo e o contexto específico do exercício 
profissional em Educação Física. É necessário analisá-los de forma crítica e reflexiva.
ISTO ESTÁ NA REDE
Por que a Rússia foi banida da Olimpíada 2021 e o que é ROC?
O ROC é representado por 335 atletas em Tóquio. Como são considerados “neutros” 
devem seguir regras para deixar claro que não representam a Rússia na competição
Quem está assistindo aos Jogos Olímpicos já deve ter percebido alguns atletas com 
a sigla ROC nos uniformes. A sigla, em inglês, significa “Comitê Olímpico Russo”. 
Com a Rússia banida de competições após um escândalo de doping, essa foi a 
saída para que os atletas russos não perdessem o ciclo olímpico
Por que a Rússia foi banida?
O escândalo começou em 2015, quando surgiram evidências de casos de doping 
em massa no esporte do país. Em 2019, a WADA, Agência Mundial Antidoping, 
concluiu que os russos alteraram dados laboratoriais sem autorização, plantaram 
evidências falsas e apagaram arquivos conclusivos de possíveis casos de doping. 
Tudo isso patrocinado pelo governo local.
O comitê da agência mundial decidiu banir por quatro anos o país por entender 
que a agência antidopagem russa não colaborou com as investigações. No ano 
passado, o Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) diminuiu a pena da Rússia para dois 
anos, após uma apelação. Com isso, a proibição termina em 16 de dezembro de 
2022.
Com a punição, a Rússia não pode ser representada em nenhuma competição 
internacional. Os atletas do país não podem competir com o nome, bandeira e 
nem o hino nacional russo pode ser tocado em caso de vitória. Porém, conforme 
orientação do COI, eles são autorizados a utilizar uniformes com as cores do seu 
país, vermelho, branco e azul.
https://exame.com/noticias-sobre/olimpiada-2021/
https://exame.com/noticias-sobre/russia/
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Sede da última Copa do Mundo, a Rússia também fica proibida de sediar eventos 
esportivos internacionais durante o período. Seus dirigentes esportivos não podem 
frequentar tais eventos. 
A Rússia, que no passado reconheceu falhas em sua implementação de políticas 
antidoping, nega ter administrado um programa de doping patrocinado pelo estado.
Com a bandeira da Rússia ou não, os atletas estão fazendo bonito em Tóquio. 
A seleção feminina de ginástica conquistou o ouro por equipes pela primeira vez 
desde a vitória da equipe da Comunidade dos Estados Independentes nos Jogos de 
Barcelona em 1992. 
Fonte: https://exame.com/casual/por-que-a-russia-foi-banida-da-olimpiada-2021-e-o-que-e-roc/
https://exame.com/casual/por-que-a-russia-foi-banida-da-olimpiada-2021-e-o-que-e-roc/
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CAPÍTULO 10
CÓDIGO DE ÉTICA 
PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO 
FÍSICA, DOS PRINCIIOS E 
DIRETRIZES
Olá alunos (as), nesse capítulo vamos literalmente falar dos artigos referentes à 
RESOLUÇÃO CONFEF nº 307/2015, onde dispões sobre nosso código de ética, e 
vamos mostrar todos os artigos e sua aplicabilidade com exemplos na nossa prática 
profissional.
Para iniciarmos vamos debater os capítulos I e II, dos artigos 1º ao 5º, seguem aqui 
em nosso livro, mas o código inteiro está em nossos primeiros capítulos ou mesmo 
no site do CONFEF.
CAPÍTULOI
Disposições Gerais
Art. 1º - O exercício da profissão exige do Profissional de Educação 
Física conduta compatível com os preceitos da Lei nº. 9.696/1998, 
do Estatuto do CONFEF, deste Código, de outras normas expedidas 
pelo Sistema CONFEF/CREFs e com os demais princípios da moral 
individual, social e profissional.
Parágrafo Único - Este Código de Ética constitui-se em documento 
de referência para os Profissionais de Educação Física, no que se 
refere aos princípios e diretrizes para o exercício da profissão e aos 
direitos e deveres dos beneficiários das ações e dos destinatários 
das intervenções.
Art. 2º - Para os efeitos deste Código, considera-se:
I - beneficiário, o indivíduo ou instituição que utilize os serviços do 
Profissional de Educação Física;
II - destinatário, o Profissional de Educação Física.
Art. 3º - O Sistema CONFEF/CREFs reconhece como Profissional 
de Educação Física, o profissional identificado consoante as 
características da atividade que desempenha nos campos 
estabelecidos da profissão. (CONFEF,2015)
ÉTICA PROFISSIONAL
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Nesse capítulo em seu artigo 1º, o código faz uma ressalva que esse documento 
é compatível com a Lei nº. 9.696/1998, que trata da regulamentação da educação 
física, já também amplamente discutido em outros capítulos, que relembrando um 
dos seus artigos que a profissão capacitada e autorizada por lei para atuar com 
atividades físicas nos âmbitos esportivos, escolar, ginástica, saúde lazer é o profissional 
e educação física.
Imagem O Discóbolo de Mirón foi escolhido como símbolo da Educação Física por representar a força e o dinamismo característicos dessa profissão.
Fonte: https://www.wikiart.org/pt/ancient-greek-painting/discobolus-after-myron--450
No artigo 2º refere-se ao destino e consequência do código ética do profissional 
de educação física, ou seja , refere se ao beneficiário a pessoa cliente/aluno que 
pode usar do instrumento código de ética para obtenção e direitosprestados pelos 
profissionais de educação física, esse código também atende as instituições que 
utiliza dos serviços prestados do profissional e educação física, por exemplo escolas, 
academias, clubes, hotéis, clínicas, equipes esportivas ou seja instituições onde pode 
atuar um profissional de educação física.
https://www.wikiart.org/pt/ancient-greek-painting/discobolus-after-myron--450
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Imagem que ilustra locais de atuação do profissional e educação física
Fonte: https://canaldoensino.com.br/blog/onde-o-professor-de-educacao-fisica-pode-atuar
Seguindo ainda pelo artigo 2º em seu item II, o código trás o destinatário que é o 
profissional de educação física ou seja, o objeto do código de ética é a atuação dos 
profissionais de educação física, pois foi construído com base além de algumas resoluções 
internacionais, como os direitos humanos e da cultura e a agenda 21 através da experiência 
prática de atuação na educação física.
Para finalizar o capítulo I do nosso código de ética em seu artigo 3º, reconhece mis 
uma vez o sistema CONFEF/CREF que o profissional de educação física concorda com 
a atividade que desempenha nos campos estabelecidos da profissão, assim ratifica mais 
uma vez a força de nosso conselho de classe e a força do profissional de educação física.
Imagem ilustra o sistema CONFEF/CREF
Fonte: https://www.confef.org.br/confef/
https://canaldoensino.com.br/blog/onde-o-professor-de-educacao-fisica-pode-atuar
https://www.confef.org.br/confef/
ÉTICA PROFISSIONAL
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Agora dando procedimento aos artigos de nosso código de ética vamos debater o 
capítulo II dos princípios e diretrizes que engloba os artigos 4º e 5º.
CAPÍTULO II Dos Princípios e Diretrizes
Art. 4º - O exercício profissional em Educação Física pautar-se-á pelos 
seguintes princípios:
I - o respeito à vida, à dignidade, à integridade e aos direitos do 
indivíduo;
II - a responsabilidade social;
III - a ausência de discriminação ou preconceito de qualquer natureza;
IV - o respeito à ética nas diversas atividades profissionais;
V - a valorização da identidade profissional no campo das atividades 
físicas, esportivas e similares;
VI - a sustentabilidade do meio ambiente;
VII - a prestação, sempre, do melhor serviço a um número cada vez 
maior de pessoas, com competência, responsabilidade e honestidade;
VIII - a atuação dentro das especificidades do seu campo e área 
do conhecimento, no sentido da educação e desenvolvimento das 
potencialidades humanas, daqueles aos quais presta serviços.
Art. 5º - São diretrizes para a atuação dos órgãos integrantes 
do Sistema CONFEF/CREFs e para o desempenho da atividade 
profissional em Educação Física:
I - comprometimento com a preservação da saúde do indivíduo e da 
coletividade, e com o desenvolvimento físico, intelectual, cultural e 
social do beneficiário de sua ação;
II - aperfeiçoamento técnico, científico, ético e moral dos Profissionais 
registrados no Sistema CONFEF/CREFs;
III - transparência em suas ações e decisões, garantida por meio 
do pleno acesso dos beneficiários e destinatários às informações 
relacionadas ao exercício de sua competência legal e regimental;
IV - autonomia no exercício da profissão, respeitados os preceitos 
legais e éticos e os princípios da bioética;
V - priorização do compromisso ético para com a sociedade, cujo 
interesse será colocado acima de qualquer outro, sobretudo do de 
natureza corporativista;
VI - integração com o trabalho de profissionais de outras áreas, 
baseada no respeito, na liberdade e independência profissional de cada 
um e na defesa do interesse e do bem-estar dos seus beneficiários. 
(CONFEF, 2015).
Nesse capítulo II, vamos tratar dos princípios para o exercício profissional da 
educação física, alguns deles já discutido e embasado nas aulas anteriores. O princípio 
I ´baseado no documento universal dos direitos humanos, onde trata do respeito à 
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dignidade e individualidade; os princípios II e III fala do papel social e com relação a 
ausência de discriminação e preconceito também previsto nos princípios dos direitos 
humanos; o princípios III, IV e VIII relatam a questão do trabalho multiprofissional, a 
valorização da profissão de educação física, e desenvolvimento das potencialidades 
nas áreas de conhecimento. E finalizamos o princípio VI que trata de sustentabilidade 
e meio ambiente baseado no documento agenda 21.
Imagem ilustra o objeto dos princípios no código de ética do profissional e educação física
Fonte: https://andreportovix.jusbrasil.com.br/artigos/623865940/principios-da-administracao-publica
Para finalizar o capítulo II do código de ética do profissional de educação física 
vamos refletir sobre o artigo 5ºque vai trazer as diretrizes para atuação do sistema 
CONFEF/CREFs no desempenho da atividade profissional, A primeira diretriz ressalta 
o comprometimento com a vida, a preservação da saúde, onde o profissional de 
educação física deve desenvolver em alunos /clientes além das questões físicas mas 
também a questão intelectual, cultural e social, pois como já dissemos o profissional 
e educação física quando atua na área de saúde e educação tem que ter uma visão 
ampliada de seus alunos/clientes pois cada um é um “pacote” cultural.
A segunda diretriz reforça o papel do profissional sempre procurar se atualizar 
tecnicamente quanto cientificamente, para que sua prática profissional esteja sempre 
atualizada com a moderna da sociedade atual.
A terceira diretriz retrata a questão da transparência das minhas intervenções 
realizadas na minha prática profissional onde o destinatário deve receber toda as 
https://andreportovix.jusbrasil.com.br/artigos/623865940/principios-da-administracao-publica
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informações sobre minhas condutas com elação ao treinamento daquele individual, 
podendo questionar, mas sempre pautada na competência.
A quarta diretriz fala sobre a autonomia no exercício da profissão, obviamente 
pautada na ciência, no conhecimento técnico e na ética.
A quinta diretriz mostra o compromisso com a sociedade e tudo que relatamos, 
mesmo que para isso eu passe por cima do interesse corporativista.
E a ultima diretriz trata do respeito com os demais profissionais que se relacionam com 
a educação física, baseado no respeito e principalmente na liberdade e independência 
do profissional.
Imagem mostra diretrizes da educação física 
Fonte: https://blog.portabilis.com.br/diretrizes-curriculares-do-ensino-fundamental/
ISTO ESTÁ NA REDE
Profissionais de educação física de SP podem aconselhar uso de suplementos
O Conselho Regional de Educação Física de São Paulo (4ª Região) reconheceu 
que o profissional do setor tem formação para “aconselhar, informar e esclarecer” 
praticantes de exercícios físicos sobre uso de suplementos alimentares. A aplicação 
da medida é válida apenas para o estado de São Paulo. O reconhecimento vale 
somente para suplementos que estejam “exclusivamente relacionados” a esse tipo 
de prática, conforme descrito na Resolução nº 151, publicada no Diário Oficial da 
União desta terça-feira (12 ).
Segundo a resolução, o profissional de educação física com formação em 
bacharelado ou licenciatura/bacharelado tem a formação exigida para aconselhar, 
informar e esclarecer sobre a área de suplementos alimentares. De acordo com 
https://blog.portabilis.com.br/diretrizes-curriculares-do-ensino-fundamental/
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a resolução, informações e esclarecimentos sobre suplementos alimentares 
exigem “pleno conhecimento técnico do assunto”, e cabe ao profissional ter 
responsabilidade ética, civil e criminal quanto aos efeitos dos suplementos na saúde 
dos praticantes.
O texto diz também que é vedado a esses profissionais“prestar qualquer 
aconselhamento, informação ou esclarecimento” sobre produtos que usem via 
de administração que não seja a oral, bem como de medicamentos ou produtos 
que incluam em sua fórmula substâncias que não atendam às exigências para 
produção e comercialização regulamentadas pela Anvisa (Agência Nacional de 
Vigilância Sanitária).
“O aconselhamento e incentivo ao uso dos recursos ergogênicos farmacológicos 
por profissional de educação física representa infração ética e pode caracterizar 
crime contra a saúde pública”, informa a resolução, ao informar que não faz parte 
das atribuições desses profissionais qualquer proposição ou planejamento de dieta 
e plano alimentar. Nesse sentido, diz ainda a resolução, o que pode ser feito pelo 
profissional de educação física é apenas indicar um “profissional habilitado” para a 
elaboração de dieta ou plano alimentar.
Fonte: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2022/07/12/sp-profissional-de-educacao-fisica-pode-aconselhar-uso-de-suplementos.htm
https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2022/07/12/sp-profissional-de-educacao-fisica-pode-aconselhar-uso-de-suplementos.htm
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CAPÍTULO 11
CÓDIGO DE ÉTICA DO 
PROFISSIONAL E EDUCAÇÃO 
FÍSICA, CAPÍTULO III DAS 
RESPONSABILIDADES E 
DEVERES, ARTIGO 6º
Olá alunos (as) nessa aula vamos dar continuidade aos comentários dos artigos do 
nosso código de ética, agora vamos tratar do capítulo III onde trata das responsabilidade 
e deveres.
CAPÍTULO III
Das Responsabilidades e Deveres
Art. 6º – São responsabilidades e deveres do Profissional de Educação 
Física:
I – promover a Educação Física no sentido de que se constitua em 
meio efetivo para a conquista de um estilo de vida ativo dos seus 
beneficiários, através de uma educação efetiva, para promoção da 
saúde e ocupação saudável do tempo de lazer;
II – zelar pelo prestígio da profissão, pela dignidade do Profissional 
e pelo aperfeiçoamento de suas instituições;
III – assegurar a seus beneficiários um serviço profissional 
seguro, competente e atualizado, prestado com o máximo de seu 
conhecimento, habilidade e experiência;
IV – elaborar o programa de atividades do beneficiário em função de 
suas condições gerais de saúde;
V – oferecer a seu beneficiário, de preferência por escrito, uma 
orientação segura sobre a execução das atividades e dos exercícios 
recomendados;
VI – manter o beneficiário informado sobre eventuais circunstâncias 
adversas que possam influenciar o desenvolvimento do trabalho que 
lhe será prestado;
VII – renunciar às suas funções, tão logo se verifique falta de confiança 
por parte do beneficiário, zelando para que os interesses do mesmo 
não sejam prejudicados e evitando declarações públicas sobre os 
motivos da renúncia;
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VIII – manter-se informado sobre pesquisas e descobertas técnicas, 
científicas e culturais com o objetivo de prestar melhores serviços e 
contribuir para o desenvolvimento da profissão;
IX – avaliar criteriosamente sua competência técnica e legal, e 
somente aceitar encargos quando se julgar capaz de apresentar 
desempenho seguro para si e para seus beneficiários;
X – zelar pela sua competência exclusiva na prestação dos serviços 
a seu encargo;
XI – promover e facilitar o aperfeiçoamento técnico, científico e 
cultural das pessoas sob sua orientação profissional;
XII – manter-se atualizado quanto aos conhecimentos técnicos, 
científicos e culturais;
XIII – guardar sigilo sobre fato ou informação de que tiver 
conhecimento em decorrência do exercício da profissão, admitindo-
se a exceção somente por determinação judicial ou quando o fato 
for imprescindível como única forma de defesa perante o Tribunal de 
Ética do Sistema CONFEF/CREFs;
XIV – responsabilizar-se por falta cometida no exercício de suas 
atividades profissionais, independentemente de ter sido praticada 
individualmente ou em equipe;
XV – cumprir e fazer cumprir os preceitos éticos e legais da profissão;
XVI – emitir parecer técnico sobre questões pertinentes a seu campo 
profissional, respeitando os princípios deste Código, os preceitos 
legais e o interesse público;
XVII – comunicar formalmente ao Sistema CONFEF/CREFs fatos 
que envolvam recusa ou demissão de cargo, função ou emprego 
motivados pelo respeito à lei e à ética no exercício da profissão;
XVIII – apresentar-se adequadamente trajado para o exercício 
profissional, conforme o local de atuação e a atividade a ser 
desempenhada;
XIX – respeitar e fazer respeitar o ambiente de trabalho;
XX – promover o uso adequado dos materiais e equipamentos 
específicos para a prática da Educação Física;
XXI – manter-se em dia com as obrigações estabelecidas no Estatuto 
do CONFEF.
XXII – portar e utilizar a Cédula de Identidade Profissional – CIP como 
documento identificador do pleno direito ao exercício profissional, 
observando, imperiosamente, o período de vigência do referido 
documento (CONFEF, 2015)
No artigo 6º vamos tratar as responsabilidades do profissional de Educação Física, 
em seu item I relata o que falamos em vários momentos da responsabilidade do 
profissional e educação física, promover saúde e um estilo de vida saudáveis em seus 
alunos/clientes, refletindo na melhora da qualidade de vida, pois a prática regular de 
exercícios físicos é um dos pilares do estilo saudável.
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Imagem representa etilo de vida saudável
Fonte: https://www.lizankamarinheiro.com/medicina-de-estilo-de-vida-o-que-e/
Na responsabilidade II fala em prestigiar a profissão de educação física, zelando 
pela dignidade do profissional e pela melhoria do trabalha na área nas instituições 
onde demanda educação física.
Na III responsabilidade fala o que a carta aberta aos brasileiros da educação física 
disse sobre a excelência do trabalho do profissional de educação física, pautado na 
competência, segurança e atualização do profissional.
Imagem ilustra competência
Fonte: https://www.blbbrasil.com.br/blog/conheca-a-diferenca-entre-habilidade-e-competencia/
https://www.lizankamarinheiro.com/medicina-de-estilo-de-vida-o-que-e/
https://www.blbbrasil.com.br/blog/conheca-a-diferenca-entre-habilidade-e-competencia/
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A responsabilidade IV, é uma das mais importantes, pois prescrever exercício físico 
não é uma ciência simples, e através de avaliações, trabalhos multiprofissionais a 
prescrição deve ser individualizada de acordo com as condições de cada uma, porque 
conforme o princípio de treinamento da individualidade biológica, cada ser é único e 
indivisível, isso é a base da educação física, pois sem esse princípio já teríamos sido 
substituídos por aplicativos de celulares.
Imagem ilustra a individualidade biológica
Fonte: https://revistafoco.com.br/corpo-e-mente/individualidade-biologica-por-que-e-importante-conhecer-seu-corpo/
Dando continuidade as responsabilidades do profissional e educação física, vamos 
discutir os itens V e VI em conjunto pois, ambos falam da informação ao meu cliente 
sobre seu programa de treinamento, ou seja eu dialogar e até mesmo enviar por escrito 
o que vou fazer, como e qual o objetivo, e as possíveis circunstâncias adversas que 
pode acontecer e qual será minha ação, podemos fazer uma comparação com uma 
consulta ao médica, o profissional te examina e faz um diagnóstico e prescreve uma 
receita por exemplo para uso de medicamentos, na educação física devo seguir 
esses passos, avaliar, prescrever e dialogar com seu aluno.
Imagem ilustra o diálogo profissional
Fonte: http://www.vidaeaprendizado.com.br/artigo.php?id=728
https://revistafoco.com.br/corpo-e-mente/individualidade-biologica-por-que-e-importante-conhecer-seu-corpo/
http://www.vidaeaprendizado.com.br/artigo.php?id=728
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Quando existe a falta de confiança entre o beneficiário e o profissional de educação 
física, é necessária renunciar as funções s através de um dialogo aberto e claro para 
não ter prejuízos futuros apara ambos as partes isso relata a VII responsabilidade.
A responsabilidade VIII, se confunde com a que trata de se manter atualizado 
tecnicamente, pois com o avanço da ciência novas técnicas e modelos surgem a 
cada momento com uso de tecnologias.
Imagem ilustra tecnologia no movimento humano
Fonte: http://eficienciaespecial.blogspot.com/2014/06/jovem-paraplegico-usa-exoesqueleto-e.html
Na próxima responsabilidade de número IX, retrata que tenho que ter segurança 
para atuar em determinada área da educação física, pois logo quando saímos da 
graduação temos um amplo campo de atuação que vai desde um treinador de 
esportes competitivos até um recreador em um hotel, enfim existe várias opções 
para o profissional de educação física, assim devemos nos especializar na área que 
vamos atuar.
Imagem ilustra várias áreas de atuação do profissional e educação física
Fonte: https://ead.unifacvest.edu.br/faculdade-de-educacao-fisica-a-distancia-ead/430
http://eficienciaespecial.blogspot.com/2014/06/jovem-paraplegico-usa-exoesqueleto-e.html
https://ead.unifacvest.edu.br/faculdade-de-educacao-fisica-a-distancia-ead/430
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Nas responsabilidades listadas X, XI e XII relata a importância de me manter 
atualizado profissionalmente e trás também a questão cultural, pois o profissional 
que vaia atuar na escola também é um provedor de cultura.
A responsabilidade XIII trata da questão do sigilo sobre informações do meu cliente/
aluno, pois o mesmo deve ter um prontuário onde devo anotar todas as questões 
pertinentes aquele individuo é deve ter usos apenas profissional e restrito a você.
Nos itens XIV, XV e XVI trata principalmente sobre a responsabilidade de sua prática 
individual ou equipe, cumprir os preceitos de nosso código de ética e emitir pareceres 
técnicos de seu campo de atuação.
A responsabilidade XVII trata de um dos papeis do Sistema CONFEF/CREFs que é 
da proteção ao profissional de educação física, de respaldar sua atuação e comunicar 
as instituições que por ventura não atende esses pareceres
As responsabilidades finais do artigo 6º, as de número XVII, XIX, XX, XXI e XXII, 
trata especificamente da postura no ambiente de trabalho em relação:
	Roupa e vestimenta do profissional de educação física
	Respeitar o ambiente de trabalho
	Usar e zelar os matérias da educação física
	Usar a cédula de identidade profissional e manter suas obrigações junto ao 
CREF local.
Imagem de nossa cédula de identidade profissional
Fonte: https://dlnews.com.br/noticias?id=9430/conselho-regional-de-ed.-fisica-cobra-r$-5-mil-de-profissional-descredenciado-desde-2011-
https://dlnews.com.br/noticias?id=9430/conselho-regional-de-ed.-fisica-cobra-r$-5-mil-de-profissional-descredenciado-desde-2011-
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ISTO ESTÁ NA REDE
Como a tecnologia no futebol auxilia atletas e clubes
O avanço tecnológico está presente em nossas vidas há décadas e vem cada vez 
mais contribuindo para muitos aspectos. Isso tanto para pessoas, empresas quanto 
profissionais de todos os nichos e no futebol não é diferente.
A tecnologia está cada vez mais auxiliando atletas e clubes, de forma a melhorar 
o desempenho das funções e até de jogadas. Confira abaixo como as ferramentas 
tecnológicas melhoram a performance geral da equipe e do esporte em si!
Tecnologia no futebol e a transformação do esporte
1. Facilidade para técnicos
Outro ponto fundamental da tecnologia aplicada no futebol são as facilidades que 
traz para os técnicos. Entre elas está o fato de que os profissionais podem contar 
com a ajuda digital para ter em mãos uma enorme quantidade de dados.
Estes podem trazer informações sobre seus jogadores, treinos, adversários e outros. 
Sendo essas informações muito importantes, inclusive, durante as partidas.
Além disso, o programa PDFelement, da Wondershare, é uma alternativa econômica 
para criar arquivos PDF. Ele permite dividir o PDF em páginas, o que facilita a 
inclusão e leitura das informações de forma mais dinâmica.
Sem contar que ele vem equipado com ferramentas profissionais, inclusive o leitor 
PDFelement permite acessar vários livros sobre futebol. Isso facilita o acesso a 
informações exclusivas, complementando ainda mais o material. Assim, o técnico 
pode deixar o arquivo mais robusto e preparar melhor o seu time.
2. Materiais para os jogadores
Pode não parecer, mas desde as chuteiras a camisetas que os atletas usam, a 
tecnologia está presente. Para entender, basta considerar como os materiais e 
equipamentos para os jogadores de futebol eram utilizados há um tempo.
Ambos sofreram melhorias com o passar do tempo e isso se dá pela tecnologia 
aplicada. Por exemplo, a chuteira conta com travas, formatos mais anatômicos e 
até mesmo absorção melhor de impactos.
A bola também é outro exemplo importante, já que as atuais foram desenvolvidas 
para absorver menos água. Além disso, são mais resistentes às condições 
climáticas, durante por um tempo maior mesmo em temperaturas e campos em 
péssimas condições.
3. Tira-teima
Embora seja uma tecnologia mais antiga, vale destacar que vem evoluindo nos 
últimos anos. Basta assistir aos vídeos de futebol de anos atrás e comparar com os 
mais atuais.
https://pdf.wondershare.com.br/how-to/create-pdf.html
https://www.zoom.com.br/chuteiras/deumzoom/trava-de-chuteira
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Assim, perceber que esse recurso utilizado pelos comentaristas conta hoje com 
maior digitalização e virtualização. Com isso é possível analisar de forma mais 
criteriosa sobre os acontecimentos, como impedimento, distância e velocidade da 
bola, entre outros.
4. Avaliação de desempenho
A tecnologia no futebol também está presente para facilitar a equipe técnica, 
trazendo maior facilidade e benefícios para os atletas e clubes. Por meio dela é 
possível coletar dados que demonstram o que os jogadores estão fazendo em 
campo.
Assim, o técnico poderá avaliar se o jogador deve melhorar em determinados 
pontos e também quem fará parte do time titular ou reserva. Além disso, por meio 
da tecnologia ele também realiza testes nos atletas.
Ou seja, por meio de aparelhos de medição é possível realizá-los, inclusive com 
os jogadores durante a partida. No geral, a tecnologia contribui muito para melhor 
avaliação de desempenho, especialmente dos adversários.
5. Análise das jogadas dos adversários
Outro ponto muito importante que a tecnologia traz para o mundo do futebol é 
entender como o adversário joga. Por meio das informações certas é possível se 
preparar melhor para cada jogada.
Para isso, a coleta de dados é essencial e com a ajuda da tecnologia a equipe 
técnica pode inserir as informações e analisá-las em softwares específicos para 
essa avaliação. Estes geram gráficos, tabelas e outros que são muito importantes 
nessa análise.
Além disso, a tecnologia permite que o treinador faça uso de técnicas mais simples, 
como imagens e vídeos das principais partidas enfrentadas pelo time adversário. 
Assim, ele poderá estudar e decorar posicionamentos, jogadas e até como cada 
jogador se comporta em campo.
Fonte: https://www.gazetaesportiva.com/institucional/como-a-tecnologia-no-futebol-auxilia-atletas-e-clubes/
https://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2018/01/25/software-avalia-desempenho-de-atleta-em-jogo-de-futebol
https://www.gazetaesportiva.com/institucional/como-a-tecnologia-no-futebol-auxilia-atletas-e-clubes/
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CAPÍTULO 12
CÓDIGO DE ÉTICA DO 
PROFISSIONAL E EDUCAÇÃO 
FÍSICA, CAPÍTULO III DAS 
RESPONSABILIDADES E 
DEVERES, ARTIGO 7º, 8º E 9º.
Olá alunos (as) nessa aula vamos dar continuidade aos comentáriosdos artigos 
do nosso código de ética, agora continuaremos a tratar do capítulo III que fala das 
responsabilidade e deveres em seus artigos 7º, 8º e 9º. Para iniciarmos a discussão 
vamos tratar exclusivamente do artigo 7º onde trata daquilo que é vedado no 
desempenho da função e profissional e educação física.
CAPÍTULO III
Das Responsabilidades e Deveres
Art. 7º - No desempenho das suas funções é vedado ao Profissional de 
Educação Física:
I - contratar, direta ou indiretamente, serviços que possam acarretar 
danos morais para si próprio ou para seu beneficiário, ou desprestígio 
para a categoria profissional;
II - auferir proventos que não decorram exclusivamente da prática correta 
e honesta de sua atividade profissional;
III - assinar documento ou relatório elaborado por terceiros, sem sua 
orientação, supervisão ou fiscalização;
IV - exercer a profissão quando impedido, ou facilitar, por qualquer meio, 
o seu exercício por pessoa não habilitada ou impedida;
V - concorrer, no exercício da profissão, para a realização de ato contrário 
à lei ou destinado a fraudá-la;
VI - prejudicar, culposa ou dolosamente, interesse a ele confiado;
VII - interromper a prestação de serviços sem justa causa e sem 
notificação prévia ao beneficiário;
VIII - transferir, para pessoa não habilitada ou impedida, a responsabilidade 
por ele assumida pela prestação de serviços profissionais;
IX - aproveitar-se das situações decorrentes do relacionamento com seus 
beneficiários para obter, indevidamente, vantagem de natureza física, 
emocional, financeira ou qualquer outra;
X – incidir em erros reiterados que evidenciem inépcia profissional;
XI – fazer falsa prova de qualquer dos requisitos para registro no Sistema 
CONFEF/CREFs.
XII - vincular o seu nome e/ou registro a atividades de cunho 
manifestamente duvidoso.
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As funções vedadas I e II tratam exclusivamente no profissional em obter lucro, ou 
contratar diretamente serviços que podem acarretar danos a si ou aos beneficiários, um 
exemplo claro disso podemos citar o exemplo do profissional que oferece e comercializa 
anabolizantes e ainda usa desse artificio em seus clientes tendo proventos sem nem 
pensar com o compromisso da saúde de seu cliente.
Imagem ilustra um anabolizante amplamente usado de maneira indiscriminada winstrol 
Fonte: https://planetadocorpo.com/winstrol-estanozolol/
Nas próximas vedações separei as de número II, IV e V que trata que fala da conduta 
ilegal na sua prática profissional, exemplo assinar um relatório elaborado por terceiros, 
como dissemos várias vezes somos uma das profissões da saúde e o comprometimento 
com o bem estar do meu cliente/aluno é fundamental na minha prática profissional, 
nessa vedação fala também em exercer o profissão quando impedido, ou facilitar por 
qualquer meio uma pessoa não habilitada, está descumprindo o motivo raiz da criação 
do sistema CONFEF/CREFs que é a regulamentação da atividade de educação física.
Ainda discutindo o artigo 7º em suas vedação VI, VII e VIII, trata da interrupção da 
prestação e serviço, sem aviso prévio, prejudicando o cliente/aluno, ou transferir para 
uma pessoa não habilitada os serviço que foi contratado, um exemplo é um dono de 
academia devidamente graduado e inscrito no CREF local, deixa um amigo que treina 
a anos em sua academia atuar como personal trainner.
Ainda nas vedações uma das maias importantes e pertinentes ao trabalho do 
profissional d educação física é de número IX, que fala em aproveitar de seu cliente 
decorrente de seu relacionamento profissional seja, obter vantagem financeira, emocional 
e outras, olha um exemplo clássico o profissional se é que podemos chamar disso 
aproveita de seu relacionamento profissional para tentar uma vantagem na questão 
amorosa com sua cliente/aluna, 
https://planetadocorpo.com/winstrol-estanozolol/
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Imagem ilustra uma conduta onde o profissional assedia a cliente
Fonte: https://portaldourubui.com/2019/01/27/assedio-nas-academias-um-crime-que-acontece-diariamente-em-manaus/
Finalizando o artigo 7º vamos falar da incompetência profissional, onde a pessoa 
insiste em seu erro, sem procurar uma resposta cientifica e técnica ao seu cliente, 
e finalizamos com aa ultima vedação trata dos usos de documentos falsos para 
inscrições no Sistema CONFF/CREFs.
Agora vamos começar o debate ao artigo 8º, que trata do relacionamento com os 
colegas de profissão, nos diversos espaços onde pode atuar o profissional de educação 
física, sendo vedado atitudes.
CAPÍTULO III
Das Responsabilidades e Deveres
‘Art. 8º - No relacionamento com os colegas de profissão, com outros 
profissionais nos diversos espaços de atuação profissional, a conduta 
do Profissional de Educação Física será pautada pelos princípios 
de consideração, apreço e solidariedade, em consonância com os 
postulados de harmonia da categoria profissional, sendo-lhe vedado:
I - fazer referências prejudiciais ou de qualquer modo desabonadoras 
a colegas de profissão, ou a outros profissionais nos diversos espaços 
de atuação profissional;
II - aceitar encargo profissional em substituição a colega que dele 
tenha desistido para preservar a dignidade ou os interesses da 
profissão, desde que permaneçam as mesmas condições originais;
III - apropriar-se de trabalho, iniciativa ou solução encontrados por 
terceiros, apresentando-os como próprios;
IV - provocar desentendimento com colega que venha o substituir no 
exercício profissional;
V - pactuar, em nome do espírito de solidariedade, com erro ou atos 
infringentes das normas éticas ou legais que regem a profissão.
https://portaldourubui.com/2019/01/27/assedio-nas-academias-um-crime-que-acontece-diariamente-em-manaus/
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A primeira vedação trata de comentários maldosos e desabonadores sobre o colega 
de profissão uma atitude antiética e prejudicial ao ambiente de trabalho. 
Imagem ilustra no ambiente profissional a sua postura
Fonte: https://www.tuacarreira.com/etica-profissional/
Na próxima vedação II vai tratar de quando substituir um colega de profissão seja 
por qual motivo for devo manter sempre uma postura clara e jamais criticar com 
comentários maldosos meu colega.
Na vedação III fala da apropriação de inciativa, condutas de terceiros como e fosse 
sua, um exemplo quando escrevo algo um artigo cientifico e copio da internet de algum 
autor sem fazer sua devida citação isso é plágio é crime.
Imagem ilustra plágio na literatura cientifica
Fonte: https://blog.contentools.com.br/marketing-de-conteudo/a-traducao-de-um-conteudo-e-considerada-plagio/
https://www.tuacarreira.com/etica-profissional/
https://blog.contentools.com.br/marketing-de-conteudo/a-traducao-de-um-conteudo-e-considerada-plagio/
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Na vedação IV trata de manter sempre um clima de cordialidade e harmonia no 
ambiente de trabalho, com uso daquele bordão “ninguém precisa ser amigo de ninguém, 
mas todos temos que nos respeitar”.
Finalizando o artigo 8º a vedação V, eu fazer “vistas grossas”, ou seja, pactuar com 
a erro de normas éticas de meus colegas, estou sendo tão errado quanto ele por não 
denunciar ao CREFs local.
Para finalizar nosso capítulo III de nosso código de ética profissional, vamos debater 
o artigo 9º que trata do relacionamento com os órgãos e entidades representativos 
da categoria e da classe, o Profissional de Educação Física , normas de conduta.
CAPÍTULO III
Das Responsabilidades e Deveres
Art. 9º - No relacionamento com os órgãos e entidades representativos 
da categoria e da classe, o Profissional de Educação Física observará 
as seguintes normas de conduta:
I - exercer com interesse e dedicação o cargo de dirigente de entidades 
de classe que lhe seja oferecido, podendo escusar-se de fazê-lo 
mediante justificaçãofundamentada;
II - jamais se utilizar de posição ocupada na direção de entidade de 
classe em benefício próprio, diretamente ou através de outra pessoa;
III - denunciar aos órgãos competentes as irregularidades no exercício 
da profissão ou na administração das entidades de classe de que 
tomar conhecimento;
IV - auxiliar a fiscalização do exercício Profissional;
V - zelar pelo cumprimento deste Código;
VI - não formular, junto a beneficiários e estranhos, mau juízo das 
entidades de classe ou de Profissionais não presentes, nem atribuir 
seus erros ou as dificuldades que encontrar no exercício da Profissão 
à incompetência e desacertos daqueles;
VII - acatar as deliberações emanadas do Sistema CONFEF/CREFs;
VIII - manter-se em dia com as obrigações legais e pecuniárias 
relativas ao exercício profissional estabelecidas pelo Conselho 
Regional de Educação Física – CREF no qual tenha registro.
Neste artigo final do capítulo III, vamos tratar do profissional que poderá ocupar função 
ou cargo em entidades representativas de categoria, ou seja, aqueles profissionais que 
vão atuar em funções junto aos CREFs dos estados, sendo eles fiscais, auditores enfim 
tendo que se enquadrar em normas e conduta onde a conduta I fala que o profissional 
que assumir função na entidade de classe (CREFs) deve fazer com dedicação e interesse 
ao bem de nossa profissão.
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Imagem mostra fiscalização do CREFs.
Fonte: https://cref10.org.br/site/exibir.php?id=480
As condutas II e III trata do profissional tirar vantagem do cargo que ocupa no 
CREFs, seja essa vantagem em qualquer espécie podendo ser financeira por exemplo, 
denunciar de forma como rege a lei as irregularidades cometidas pelos profissionais e 
ou pelos estabelecimentos que ocorreram isso, vje uma possibilidade de desvio dessa 
conduta, um fiscal que não atua um profissional não habilitado em troca de dinheiro ou 
seja propina isso além ser uma conduta errada perante ao código de ética é um crime.
As condutas de IV a VIII que finalizam esse artigo trata do papel de zelar pelo 
cumprimento do código de ética, pois esse é instrumento legal que norteia a prática 
do profissional e educação física, não formular mau juízo dos atuados pois esse 
não é sua função e sim fiscalizadora embasado no código, aceitando as deliberação 
propostas pelo CREF, e manter me dia suas obrigações peculiares junto ao CREF 
onde esteja inscrito.
Finalizamos mais uma parte de nosso código de ética, e daremos seguimento a 
discussão dos artigos no próximos capítulos.
https://cref10.org.br/site/exibir.php?id=480
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ISTO ESTÁ NA REDE
Jovem flagra em vídeo assédio em academia, e personal trainer é demitido
Uma jovem chamada Fern Villaceran gravou o momento em que foi assediada por 
um instrutor de ginástica, em uma academia nas Filipinas. A tiktoker de 22 anos 
compartilhou o assédio em seu perfil na rede social, e o flagra resultou na demissão 
do personal trainer que a acompanhava. Fern enfatizou que não foi a primeira vez 
que o homem havia tocado seu corpo sem sua permissão, por isso decidiu colocar 
uma câmera escondida para flagrar o ato.
Na filmagem, é possível ver a jovem levantando pesos de frente para uma parede 
quando, de repente, o assediador, que usa um colete azul, aparece na cena e lhe 
apalpa nos quadris. Em seguida, ele sai rapidamente.
Na legenda do vídeo, agora com mais de 5 milhões de visualizações, Fern escreveu: 
“Esse idiota toca meu traseiro, ele não sabia que eu estava filmando. Pego em 
4k”, afirmou ela, referindo-se à qualidade da imagem, em alta definição. Após as 
imagens viralizarem na plataforma de vídeos, Fern informou que a academia a 
procurou e questionou a razão pela qual não havia feito uma reclamação formal.
Depois disso, na segunda-feira (6), o estabelecimento informou a demissão do 
instrutor.
Fonte: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2021/06/10/jovem-grava-momento-em-que-e-assediada-na-academia-e-viraliza-no-
tiktok.htm
https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2021/06/10/jovem-grava-momento-em-que-e-assediada-na-academia-e-viraliza-no-tiktok.htm
https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2021/06/10/jovem-grava-momento-em-que-e-assediada-na-academia-e-viraliza-no-tiktok.htm
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CAPÍTULO 13
CÓDIGO DE ÉTICA DO 
PROFISSIONAL E EDUCAÇÃO 
FÍSICA, CAPÍTULO IV DOS 
DIREITOS E BENEFÍCIOS 
Olá alunos (as) nessa aula vamos dar continuidade aos comentários dos artigos do 
nosso código de ética, agora vamos tratar do capítulo IV que fala sobre os direitos e 
benefícios do profissional de educação física, esse referido capítulo é composto dos 
artigos 10º e 11º. Para iniciarmos a discussão vamos tratar exclusivamente do artigo 
10º onde trata dos direitos do profissional e educação física.
CAPÍTULOIV
Dos Direitos e Benefícios
Art. 10 - São direitos do Profissional de Educação Física:
I - exercer a Profissão sem ser discriminado por questões de religião, 
raça, sexo, idade, opinião política, cor, orientação sexual ou de qualquer 
outra natureza;
II - recorrer ao Conselho Regional de Educação Física, quando 
impedido de cumprir a lei ou este Código, no exercício da profissão;
III - requerer desagravo público ao Conselho Regional de Educação 
Física sempre que se sentir atingido em sua dignidade profissional;
IV - recusar a adoção de medida ou o exercício de atividade profissional 
contrários aos ditames de sua consciência ética, ainda que permitidos 
por lei;
V - participar de movimentos de defesa da dignidade profissional, 
principalmente na busca de aprimoramento técnico, científico e ético;
VI - apontar falhas e/ou irregularidades nos regulamentos e normas, 
formalmente, por escrito, aos gestores de eventos e de instituições 
que oferecem serviços no campo da Educação Física quando os 
julgar tecnicamente incompatíveis com a dignidade da profissão e 
com este Código ou prejudiciais aos beneficiários;
VII - receber salários ou honorários pelo seu trabalho profissional.
Parágrafo Único - As falhas e/ou irregularidades apontadas de acordo 
com o inciso VI deste artigo, quando não atendidas, deverão ser 
transformadas em denúncia que será formulada ao CREF, por escrito.
(CONFEF, 2015)
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Como dissemos o artigo 10º é se refere a questão da discriminação pra qualquer 
questão, isso literalmente é um trecho da Declaração dos Direitos Humanos, declaração 
essa expedida pela ONU (Organização das Nações Unidas) de relevância mundial 
como o documento que garante os direitos das pessoas, e documento base para 
construção e nosso código de ética.
Imagem ilustra a Declaração dos Direitos Humanos
Fonte: https://www.al.sp.gov.br/noticia/?id=395144
Os direitos II e III do artigo 10, tratam de quando o profissional e educação física 
em exercício de sua profissão sentir sua dignidade profissional atingida, deve recorrer 
ao CREF (Conselho Regional de Educação física) local para denunciar baseado nesse 
artigo do código e conduta ética, posso dar um exemplo claro de discriminação no caso 
a discriminação racial onde um profissional tem seus direitos vedados de atuar por 
exemplo em um clube de futebol por causa de sua cor por exemplo, além de denunciar 
ao código de ética de nossa profissão deve fazer uma denúncia crime de racismo.
Imagem ilustra a luta contra o racismo através do esporte
Fonte: https://sportbuzz.uol.com.br/noticias/basquete/volta-da-nba-e-marcada-por-protestos-do-movimento-black-lives-matter.phtml
https://www.al.sp.gov.br/noticia/?id=395144
https://sportbuzz.uol.com.br/noticias/basquete/volta-da-nba-e-marcada-por-protestos-do-movimento-black-lives-matter.phtml
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Para continuarmos vamos agrupar os artigosIV, V e VI, onde resumidamente trata 
do direito do profissional participar de movimentos em defesa da dignidade, lutando 
para o aprimoramento técnico, cientifico e ético, e todos tem o direito de apontar falhas 
nas normas desse código junto ao CREF local, podendo também realizar por escrito.
Finalizando esse artigo 10, vamos tratar do ultimo direito que fala em receber salários 
pelo seu trabalho profissional, ou seja, somos trabalhadores e devemos ser tratado 
como tal, por exemplo o valor de nossa hora aula é igual ao valor da hora aula pro 
exemplo do professor da disciplina de matemática, quando atuamos em academias 
temos um piso mínimo que garante um valor básico atualizado de acordo com sua 
região, assim aceitar valores muito menores que a média é uma atitude que denigre 
a imagem do profissional de educação física.
Imagem ilustra o pagamento dos serviços prestados pelo profissional de educação física
Fonte: https://www.remessaonline.com.br/blog/como-receber-por-servicos-prestados-ao-exterior/
ISTO ESTÁ NA REDE
Educação Física escolar: principais formas de preconceito
Introdução
Ao abordarmos o tema “preconceito” dentro da Educação Física Escolar, deparamo-
nos com um sério problema que abrange este meio. É extremamente difícil pensar 
em práticas pedagógicas inclusivas onde, pois o que existe hoje, é meramente 
excludente e pautado no preconceito em todas as suas formas, seja racial ou por 
qualquer tipo de diferença.
Desta forma, acreditamos ser o preconceito o maior problema observado na 
prática escolar, principalmente na Educação Física, onde grande parte das questões 
é abordada de forma mais exposta e clara, sobretudo no que diz respeito às 
questões do corpo. Outro motivo é que, devido o preconceito ser fruto de padrões 
https://www.remessaonline.com.br/blog/como-receber-por-servicos-prestados-ao-exterior/
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estabelecidos pela sociedade, o corpo reflete a principal forma de manifestação 
deste, sendo que, especialmente na escola, muitos destes pensamentos são 
manifestados em forma de críticas, exclusões e humilhações.
Neste sentido, pautando-se na diversidade humana e no discurso dominante da 
universalidade, constituiu-se uma contradição do contexto escolar onde, aqueles 
que fogem do padrão estabelecido são julgados como inferiores e incapazes. Desta 
forma, não se respeita às diferenças, mas sim, as julgam e punem aqueles que as 
possuem.
Ao observarmos tal prática em um país onde as diferenças raciais são 
características nacionais, identificamos um problema de difícil resolução, pois estes 
valores já foram pré-estabelecidos e desta forma, criaram-se os pré-conceitos.
Segundo Fischmann (1998), “tratar da discriminação religiosa e étnica é tratar da 
possibilidade da Paz” (p.961). Sendo a escola um sistema social onde os conceitos 
e pré-conceitos são passados de gerações a gerações, entendemos que ela é co-
responsável pela formação de uma nova geração que, finalmente, possa respeitar 
as diferenças.
Formas mais freqüentes de preconceito na escola
Racismo
Vivendo em sociedade, os seres humanos devem respeitar-se, uns aos outros. 
Todos possuem direitos, porém o direito de um cidadão não pode ultrapassar o 
direito de outro. Dallari (1998) afirma que, os direitos humanos no Brasil passaram 
a ser discutidos a partir da década de 1970, apesar dos desaparecimentos, das 
torturas e dos governos militares ainda imperarem naquela época. Desta forma, 
para que seja assegurada a dignidade da pessoa humana, faz-se necessário refletir 
sobre a teoria e a prática dos direitos humanos.
Deste modo, vimos na escola o meio ideal para disseminar esta discussão e 
para colocá-la em prática, uma vez que é dentro desta instituição que estão 
estabelecidas as maiores formas de discriminação e preconceitos, principalmente o 
racial, que é algo muito palpável na sociedade brasileira, em razão desta ter como 
principal característica a diversidade étnica e racial.
Segundo Rangel (2006), o racismo fere os direitos humanos, na medida em que 
discrimina a partir de uma classificação. Como a tendência do ser humano é 
classificar tudo que existe, atribuições de juízos de valores foram criadas e divididas 
em diferentes categorias. Assim, em nome destes juízos “nos damos o direito de 
desprezar ou hostilizar o outro”.
No que se relaciona a escola, sabe-se que é muito mais difícil um indivíduo negro 
entrar e/ou permanecer na mesma do que uma pessoa branca ou, quando isto 
ocorre, este é geralmente submetido a críticas que o inferioriza de alguma forma. 
Tal prática na escola humilha e exclui aqueles que são submetidos à ela e assim, 
marginaliza aqueles que não se encaixam nos padrões impostos. Este fato é 
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comumente observado e, na maioria das vezes, aqueles que deveriam intervir, 
como professores e pedagogos, não sabem como fazê-lo ou, outras vezes são 
propagadores deste tipo de atitude, o que reforça e estimula o preconceito ao invés 
de intervir e combatê-lo.
No âmbito da Educação Física Escolar este tipo de atitude é observado de forma 
mais freqüente, uma vez que o contato físico, proporcionado pela prática em 
ambientes externos estimula algumas manifestações que não são tão comuns 
dentro das salas de aula, pois neste ambiente o corpo é visto de forma livre e 
exposta do que em outras práticas escolares.
Questões ligadas ao gênero
Ao falarmos das relações de gênero, ou seja, das diferenças estabelecidas pela 
sociedade com relação a homens e mulheres, é válido lembrar que tal assunto 
vem sofrendo uma constante mudança, devido a uma resistência do gênero 
feminino em ceder às imposições da sociedade que, culturalmente impôs normas 
de comportamento e de conduta completamente incoerentes e que, desta 
forma, impediu e atrasou em milhares de anos a independência das mulheres 
no que se refere a diversos fatores, sejam profissionais, sexuais ou meramente 
comportamentais.
Segundo Sousa & Altmann (1999), os sistemas escolares modernos não apenas 
refletem a ideologia sexual dominante da sociedade, mas produzem ativamente 
uma cadeia de masculinidades e feminilidades heterossexuais diferenciadas e 
hierarquicamente ordenadas. Mesmo com essa hierarquização, as construções de 
gênero não se opõem, ou seja, o feminino não é o oposto nem o complemento do 
masculino.
Porém, mesmo com um avanço acerca deste assunto e, com um grande 
desenvolvimento do gênero feminino em todos os aspectos, existe ainda uma 
grande discriminação das mulheres no âmbito escolar, principalmente na disciplina 
Educação Física em que, frequentemente as mulheres são excluídas de diversos 
esportes que foram estigmatizados como “masculinos”.
De acordo com Kunz (1993), em estudo sobre a construção histórico-cultural dos 
estereótipos sexuais, no contexto escolar, a Educação Física constitui o campo 
onde, por excelência, acentuam-se, de forma hierarquizada, as diferenças entre 
homens e mulheres. Assim, muitas meninas são impedidas de participar da 
prática esportiva na escola devido a este tipo de preconceito, sendo, algumas 
vezes, excluídas pelos colegas de sala e outras vezes pelos próprios professores 
de Educação Física, que camuflam o seu preconceito em justificativas ignorantes 
como “os meninos são mais fortes”, “é para evitar que elas se machuquem” ou até 
mesmo “elas não sabem jogar este esporte”.
Tais condutas envergonham profissionais de Educação Física que possuem 
propostas interessantes para intervir neste tipo de aspecto e ainda inculcam o 
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preconceito nestas crianças, pois não só os meninos excluem as meninas como as 
mesmas se inferiorizam por não acreditarem que são capazes.
Não pretendemos com este trabalho vitimizar o gênero feminino, pois desta forma 
estaríamos ‘aprisionando-as pelo poder’, desconsiderando suas possibilidades de 
resistência e estigmatizandoo gênero masculino como ‘vilões’, o que não é uma 
verdade, já que os meninos também sofrem exclusão no âmbito da Educação Física 
Escolar, uma vez que alguns esportes são vistos como exclusivamente femininos, 
como a Ginástica Rítmica, a Dança e outras manifestações esportivas.
O preconceito relacionado ao gênero atinge ambas as partes, em magnitudes 
diferentes, porém, de qualquer forma, este se mostra presente. E é no meio escolar 
e, principalmente nas aulas de Educação Física, que tal diferenciação é vista de um 
modo mais freqüente e é por isso que o professor deve estar preparado para intervir 
neste processo, discutindo sobre o tema e modificando a ação dos alunos.
Diferenças corporais
Outro tipo de preconceito observado na escola diz respeito às diferenças corporais. 
A sociedade, ao estabelecer padrões que devem ser seguidos e perseguidos, trata 
aqueles que não se enquadram neste contexto como inferiores, anormais, feios.
A escola mais uma vez é o principal ambiente em que tais pensamentos, criados 
pela sociedade, pela mídia e por outras formas de alienação, se propagam. A mídia 
e os meios de comunicação de massa impõem padrões estéticos a toda uma 
sociedade, fazendo com que as mulheres sonhem em possuir corpos magros 
e firmes e homens anseiem por se tornarem fortes. Esta imposição traz sérios 
problemas àqueles que não se encaixam neste perfil, pois estes serão sempre 
criticados, subjugados e instigados a se transformarem em algo que não são, que 
não condiz com sua genética ou com sua personalidade.
Tais situações na escola são vistas de forma muito freqüente e, mais uma vez, as 
aulas de Educação Física refletem o meio mais propício para tais manifestações, 
pois é nesta aula que os corpos estão expostos a este tipo de marginalização e, por 
isso, à mercê do julgamento público.
Portadores de Necessidades Especiais
A escola, como instituição social, apresenta em seu interior normas de condutas e 
comportamentos nos quais estão fundamentadas as diversas práticas pedagógicas. 
Neste sentido, o comportamento diferente é logo tido como deficiente, incapaz de 
satisfazer às exigências educacionais. Os chamados “deficientes” são excluídos ou 
mantidos separados dos “normais” dentro das instituições escolares.
Diante da luta e resistência dos estigmatizados, frente ao seu estado de 
desumanização, o próprio sistema social elabora instituições escolares especiais 
com o intuito de manterem a ordem através de práticas assistencialistas e 
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reprodutivistas que buscam corrigir os erros dos “desviantes”, mantendo-os em um 
estado de conformismo com a realidade de desigualdade (Brasil, 2003).
Nesse contexto, os problemas que regem a relação da escola e dos colegas de 
classe com os portadores de necessidades especiais não se limitam ao preconceito 
sofrido por eles, o que é algo extremamente visível, mas também ao despreparo dos 
professores e funcionários da escola para lidar com as diferenças individuais. Por 
isso, na maioria das vezes, mantém-se o aluno excluído do resto da turma e sem 
nenhum tipo de atenção especial que colabore para o seu desenvolvimento escolar.
Essas atitudes são notadas em toda a escola, em todas as aulas e com todos 
os profissionais envolvidos. Porém, as aulas de Educação Física expõem ainda 
mais esta marginalização, sendo que os portadores de necessidades especiais, 
na maioria das vezes, não são estimulados a aprender com os demais e nenhum 
tipo de atividade diferenciada em que todos possam participar de forma irrestrita é 
proposta.
Neste sentido, portadores de necessidades especiais sofrem algum tipo de 
marginalização em vários aspectos na escola, mas principalmente nas aulas de 
Educação Física, seja por preconceito na forma de exclusão ou de inferiorização ou 
até mesmo pela má formação dos professores, que não sabem como incluí-los em 
suas aulas.
Formas de intervenção
Nas aulas de Educação Física o professor assume o papel de formador do cidadão, 
não só pela ótica fisiológica e/ou motora, mas também pelo viés da formação do 
indivíduo como um todo. Neste sentido, é papel do professor de Educação Física 
a transmissão do saber elaborado, desvinculado de qualquer valor que vise à 
reprodução de preconceitos, discriminação e subordinação.
Ao professor de Educação Física cabe intervir na formação de valores dos 
indivíduos, colocando em discussão assuntos como preconceito racial, étnico, de 
gênero, relacionado a parâmetros estéticos ou a qualquer tipo de diferença entre 
os mesmos. Ou seja, é importante que o professor de Educação Física aborde os 
assuntos no momento em que eles acontecem para que se cause uma reflexão por 
parte dos alunos sobre a ocasião ou problema ocorrido.
A respeito dos portadores de necessidades especiais, cabe ao professor adequar 
as atividades desenvolvidas nas aulas de Educação Física às deficiências dos 
alunos, sem, no entanto, inferiorizá-los. O esporte e as práticas pedagógicas nas 
aulas devem ser vistas como um modo de inclusão social e não de fixação de 
preconceitos estabelecidos pela sociedade.
A discussão e abordagem desse tema, nas aulas de Educação Física, devem ser 
práticas constantes, a fim de formar indivíduos isentos de preconceitos, críticos e 
conscientes das diferenças que cercam a sociedade. Assim sendo, serão capazes 
de promover um respeito mútuo.
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Conclusão
Com o referido trabalho, concluímos que o preconceito é algo que está presente em 
toda a sociedade, inclusive no âmbito escolar, e que se manifesta principalmente 
nas aulas de Educação Física, pois os indivíduos estão mais expostos a todo o tipo 
de crítica ou julgamento. Seja por sua etnia, raça, questões estéticas, de gênero ou 
por qualquer outra diferença que fuja dos padrões impostos pela sociedade, muitos 
alunos hoje são submetidos a algum tipo de preconceito.
Tais manifestações geram humilhações que resultam em indivíduos acríticos, 
tímidos e inseguros e que se sentem inferiorizados pelos outros. As conseqüências 
desta formação podem ser diversas e devem ser evitadas pelos profissionais da 
área da Educação, que são atualmente os principais intervencionistas neste âmbito.
• BRASIL, A. S. Política de inclusão escolar e Educação Física: uma abordagem 
antropológica. UFG. 2003.
• DALLARI, D. A. A globalização e seus efeitos excludentes: serão respeitados os 
direitos humanos nos próximos 50 anos? In: http://www.iedc.org.br/publica/
dialogando/dallari.htm, 1998 (acessado em 28.10.2007).
• FISHMANN, R. Estratégias de superação da discriminação étnica e religiosa no 
Brasil. In: PINHEIRO, P. S..; GUIMARÃES. S. P. (org.) Direitos Humanos no século 
XXI. Rio de Janeiro: Fundação Alexandre de Gusmão, 1998. p. 959-985.
• KUNZ, M. C. S. “Quando a diferença é mito: Uma análise da socialização 
específica para os sexos sob o ponto de vista do esporte e da educação física”. 
Dissertação de mestrado em educação.Florianópolis: UFSC, 1993, 167pp.
• RANGEL, I. C. A. Educação Física na Educação Infantil: notas sobre a 
possibilidade de formação de preconceito étnico etnico-racial. UNESP-Rio Claro-
SP, Revista Mackenzie de Educação Física e Esporte – 2006, 5(1):135-146.
• SOUSA, E. S. & ALTMANN, H. Meninos e meninas: Expectativas corporais 
e implicações na educação física escolar. Cadernos Cedes, ano XIX, nº 48, 
Agosto/99.
Fonte: https://www.efdeportes.com/efd117/educacao-fisica-escolar-principais-formas-de-preconceito.htm
Para finalizar esse capítulo vamos tratar do artigo 11.
 
CAPÍTULOIV
Dos Direitos e Benefícios
Art. 11 - As condições para a prestação de serviços do Profissional 
de Educação Física serão definidas previamente à execução, de 
preferência, por meio de contrato escrito e, com pertinência na 
legislação vigente, sua remuneração será estabelecida em função 
dos seguintes aspectos:
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FACULDADE CATÓLICA PAULISTA | 120I - a relevância, o vulto, a complexidade e a dificuldade do serviço a 
ser prestado;
II - o tempo que será consumido na prestação do serviço;
III - a possibilidade do Profissional ficar impedido ou proibido de 
prestar outros serviços no mesmo período;
IV - o fato de se tratar de serviço eventual, temporário ou permanente;
V - a necessidade de locomoção na própria cidade ou para outras 
cidades do Estado ou do País;
VI - a competência e o renome do Profissional;
VII - os equipamentos e instalações necessários à prestação do 
serviço;
VIII - a oferta de trabalho no mercado onde estiver inserido;
IX - os valores médios praticados pelo mercado em trabalhos 
semelhantes.
§ 1º - O Profissional de Educação Física poderá transferir a prestação 
dos serviços a seu encargo a outro Profissional de Educação Física, 
com a anuência do beneficiário.
§ 2º - É vedado ao Profissional de Educação Física oferecer ou 
disputar serviços profissionais mediante aviltamento de honorários 
ou concorrência desleal. (CONFEF,2015)
Nesse artigo trata das maneiras de contratação do profissional de educação física, 
ressalta que somos uma profissão devidamente reconhecida e legalizado perante a 
justiça assim nossos honorários devem seguir a legislação trabalhista atual como 
qualquer outro trabalhador e os contratos de prestação e serviço devem ser escrito de 
acordo com a lei. Podemos dizer também de a importância do profissional autônomo 
pagar a previdência pública para garantir seus direitos a aposentadoria, bem como 
situações adversas como auxilio doença ou invalidez.
Imagem ilustra uma carteira de trabalho
Fonte: https://eutenhodireito.com.br/ctps-carteira-de-trabalho/
https://eutenhodireito.com.br/ctps-carteira-de-trabalho/
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Finalizo esse capítulo com o artigo 11 parágrafo 2º, que trata do rebaixamento de 
honorários e da concorrência desleal para prestação de serviço de educação física, 
essa situação é vedada para o profissional e educação física.
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CAPÍTULO 14
CÓDIGO DE ÉTICA DO 
PROFISSIONAL E EDUCAÇÃO 
FÍSICA, CAPÍTULO V DAS 
INFRAÇÕES E PENALIDADES 
E CAPÍTULO VI DAS 
DISPOSIÇÕES GERAIS
Olá alunos (as) nessa aula vamos dar continuidade aos comentários dos artigos do 
nosso código de ética, agora vamos tratar do capítulo V que fala sobre as infrações e 
penalidades previstas no código de ética do profissional de educação física e capítulo 
VI que trata das disposições gerais, o capítulo V é composto dos artigos 12, 13 e 1 
e o capítulo VI é composto pelos artigos 15, 16. E 17. Para iniciarmos a discussão 
vamos tratar exclusivamente do artigo 12 onde trata da infração ética.
CAPÍTULO V
Das Infrações e Penalidades
Art. 12 - O descumprimento do disposto neste Código constitui infração 
ética, ficando o infrator sujeito a uma das seguintes penalidades, a 
ser aplicada conforme a gravidade da infração:
I - advertência escrita, com ou sem aplicação de multa;
II - censura pública;
III - suspensão do exercício da Profissão;
IV - cancelamento do registro profissional e divulgação do fato.
No artigo 12 vamos tratar das penalidades imposta ao profissional e educação 
física de acordo com seu grau de infração, classificamos as infrações em quatro 
níveis de gravidade:
• Infração Leve - Sem multa e com anotação de advertência 
• Infração Média - Multa e instauração de processo ético 
• Infração Grave - Multa e instauração de processo ético 
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• Infração Gravíssima - Multa e instauração de processo ético
Vamos citar alguns exemplos de tipos de situação e sua classificação do tipo de 
infração:
Infração leve: Profissional de Educação Física em inadimplência das suas obrigações 
estatutárias. O profissional que por exemplo é inadimplente com suas anuidades ele 
está além da questão de contraindo uma dívida financeira junto ao CREF, está também 
cometendo uma infração proposta no código de ética.
Infração Média: Graduado atuando sem registro junto ao CREF. Quando um graduado 
que não inscreve no CREF começa a atuar em qualquer uma das áreas da educação 
física e sofrer fiscalização, sua infração é considerada média, notificação com imediata 
suspensão das atividades. Encaminhamento do profissional e do Responsável Técnico 
ao Tribunal de Ética.
Infração Grave: Profissional atuando fora da sua área de habilitação, exemplo 
que existe uma categoria de CREF para não graduado são aqueles que conseguem 
comprovar três anos experiência em uma área antes de 1º de setembro de 1998 e 
fazendo algumas capacitações pode ter o registro como não graduado mas com 
atuação específica em uma das áreas da educação física, exemplo um treinador de 
futebol que consegue comprovar sua experiência mediante a documentos conforme 
exemplo acima, ele fica autorizado pelo CREF para atuar único e exclusivamente como 
treinador de futebol, outras áreas da educação física não, caso ocorra essa atuação em 
outras áreas, notificação com imediata suspensão das atividades. Encaminhamento 
do profissional e do Responsável Técnico ao Tribunal de Ética.
Infração Gravíssima: Exercício Ilegal da Profissão, exemplo pessoa atuando em 
uma academia de musculação sem inscrição no CREF e formação em graduação de 
educação física, Notificação com imediata suspensão das atividades. Notificação ao 
Ministério Público. Encaminhamento do Responsável Técnico ao Tribunal de Ética, 
e sofrer um processo crime, exercício ilegal é considerado crime. caracteriza-se 
inobservância ao art. 47 da Lei de Contravenções Penais (Lei nº 3.688/41), podendo 
ter agravantes caso sua conduta por exemplo tenha um impacto na saúde e bem-
estar das pessoas que atendeu.
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Imagem que mostra uma campanha do CREF do Amazonas contra o exercício ilegal da profissão
Fonte: https://www.facebook.com/cref21ma/photos/a.978522152167098/3534730226546265/?type=3
ISTO ESTÁ NA REDE
Operação flagra 17 pessoas em exercício ilegal da profissão de professor de 
Educação Física no RJ
Ação do Conselho Regional de Educação Física em todo o estado ainda autuou 
57 profissionais que não possuíam o Curso de Suporte Básico de Vida, que é 
obrigatório por lei
Fiscais do Conselho Regional de Educação Física da 1ª Região, que engloba o Rio 
de Janeiro e Espírito Santo, realizaram abordagens nas principais áreas de lazer em 
oito municípios fluminenses dentro de 40 dias da Operação Verão.
Somente na capital do Rio de Janeiro, a equipe fez a fiscalização nas principais 
praias, praças e espaços de lazer ao ar livre de dez bairros. Com a ação, 144 
pessoas foram abordadas e 17 foram autuadas por exercício ilegal da profissão de 
professor de Educação Física.
Dentre os autuados, quatro atuavam como professores de futevôlei, três 
com treinamento funcional, outros dois na modalidade crosstraining e vôlei de praia, 
https://www.facebook.com/cref21ma/photos/a.978522152167098/3534730226546265/?type=3
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além de personal trainer, monitores de corrida de areia, beach tênis, musculação 
e ginástica localizada.
A maioria dessas pessoas não possuí formação em Educação Física, dentre outras 
irregularidades, como os que não possuíam registro ativo junto ao CREF1. 
Além disso, 57 profissionais foram notificados por não possuírem o Curso de 
Suporte Básico de Vida, que é obrigatório de acordo com a Lei Estadual n° 7696, de 
2017. Os casos foram encaminhados ao Ministério Público.
“Somente um profissional de Educação Física graduado e registrado é capaz de 
respeitar a individualidade biológica de cada um, além de priorizar os seus objetivos 
com segurança. Tratando-se de atividades ao ar livre, devemos considerar ainda 
que o profissional é capaz de respeitar os níveis de intensidade de cada treinamento 
com base na percepçãode esforço devido a condições climáticas, além de estar 
preparado para qualquer tipo de atendimento emergencial”, explica a supervisora do 
Departamento de Fiscalização.
Fonte: https://www.folhape.com.br/noticias/operacao-flagra-17-pessoas-por-exercicio-ilegal-da-profissao-de/215213/
O próximo artigo de número 13 trata da omissão de um profissional que tem 
conhecimento de uma transgressão de um colega de profissão do código de ética 
e simplesmente não denúncia seja por qual motivo for tem tanta culpa quanto o 
profissional transgressor, denunciar não é ser “X9” mas sim ético em sua conduta 
como pede as premissas de nossa profissão.
Art. 13 - Incorre em infração ética o Profissional que tiver conhecimento 
de transgressão deste Código e omitir-se de denunciá-la ao respectivo 
Conselho Regional de Educação Física.
https://www.folhape.com.br/noticias/operacao-flagra-17-pessoas-por-exercicio-ilegal-da-profissao-de/215213/
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Figura ilustra uma ação do CREF SC com relação aso profissionais sem formação
Fonte: https://www.crefsc.org.br/cref3sc-fiscaliza-denuncias-de-perfis-irregulares-nas-redes-sociais/
Finalizamos esse artigo exemplificando os tribunais de ética que estão devidamente 
respaldado em nosso código de ética, e que o principio do direito pleno em defesa é 
um dos pilares da construção e nosso código de ética.
Art. 14 – As Comissões de Ética, as Juntas de Instrução e Julgamento, os 
Tribunais Regionais de Ética e o Tribunal Superior de Ética são órgãos do 
Sistema CONFEF/CREFs com suas áreas de abrangência e competências 
elencadas no Código Processual de Ética do Sistema CONFEF/CREFs.
Parágrafo Único - O documento mencionado no caput deste artigo 
corresponde ao ordenamento adjetivo no que respeita a materialidade 
do fenômeno ético no âmbito do exercício profissional da Educação 
Física e, garante os princípios norteadores da justiça alicerçados no 
devido processo legal, na ampla defesa, no contraditório e, no duplo 
grau de jurisdição.
Imagem ilustra um tribunal de ética
Fonte: https://super.abril.com.br/coluna/oraculo/por-que-os-juizes-usam-martelo-no-tribunal/
https://www.crefsc.org.br/cref3sc-fiscaliza-denuncias-de-perfis-irregulares-nas-redes-sociais/
https://super.abril.com.br/coluna/oraculo/por-que-os-juizes-usam-martelo-no-tribunal/
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E por fim finalizamos o código de ética com o capítulo VI que trata das disposições 
finais, onde o profissional e educação física deve seguir as normas descritas e que o 
código deve sempre ser reavaliado conforme as mudanças que ocorre na sociedade.
CAPÍTULO VI
Disposições Finais
Art. 15 - O registro no Sistema CONFEF/CREFs implica, por parte 
dos Profissionais de Educação Física, total aceitação e submissão 
às normas e princípios contidos neste Código.
Art. 16 - Com vistas ao contínuo aperfeiçoamento deste Código, 
serão desenvolvidos procedimentos metódicos e sistematizados que 
possibilitem a reavaliação constante dos comandos nele contidos.
Art. 17 - Os casos omissos serão analisados e deliberados pelo 
Conselho Federal de Educação Física
ISTO ESTÁ NA REDE
Envolvidos se defendem no escândalo do doping
Técnicos e atletas atingidos pela maior crise da modalidade no país começam a ser 
ouvidos pela Comissão de Inquérito da CBAt
São Paulo - A Comissão de Inquérito criada especialmente pela Confederação 
Brasileira de Atletismo (CBAt) começou a ouvir ontem, em São Paulo, os envolvidos 
no maior escândalo de doping do atletismo brasileiro. No primeiro dia, os atletas 
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Jorge Célio, Bruno Lins, Lucimara Silvestre, Josiane Tito e Luciana França prestaram 
depoimento e reafirmaram o uso da substância proibida EPO por terem admitido a 
culpa, eles já estavam suspensos por dois anos.
No depoimento, Lucimara afirmou que não sabia estar injetando substâncias 
proibidas em seu corpo, mas explicou que o técnico Jayme Netto Júnior, que 
também já confessou a culpa, tinha conhecimento do doping, embora não 
considerasse que seus atletas corriam perigo. “Disseram a ele, no caso o Pedro 
(fisiologista Pedro Balikian Júnior, que é acusado de fornecer a EPO), que havia mil 
por cento de chance de não sermos pegos», contou a atleta.
Segundo ela, a substância proibida injetada quatro vezes em sua barriga � era usada 
só em treinos. Lucimara também contou detalhes do anúncio de seu doping, em 
agosto, pouco antes da disputa do Mundial de Atletismo de Berlim. “Falaram que 
eu e outros atletas tínhamos dado positivo e existiam ainda outros dois casos 
suspeitos sob investigação. A Evelyn (Evelyn dos Santos) admitiu que tomou as 
injeções, mas a outra atleta que teve resultado semelhante jurou de pés juntos que 
não usou nada.”
Josiane Tito, por sua vez, declarou que acreditava ser aminoácido a substância 
injetada pela primeira vez em seu corpo justamente no dia do exame antidoping 
surpresa, realizado em 15 de junho, em Presidente Prudente (SP). “Tomei uma 
hora antes”, lamentou. Para a atleta, a pessoa capaz de esclarecer o caso é o 
fisiologista Pedro Balikian Júnior, que ainda não declarações sobre o caso. «Todos 
nós tentamos falar, mas ele sumiu. Acho que ele deveria se apresentar para assumir 
suas responsabilidades.»
Um dos principais protagonistas do escândalo, Pedro Bali kian Júnior não prestou 
depoimento na Comissão de Sindi cân cia da Universidade Esta dual Paulista (Unesp), 
em Pre si dente Prudente, onde também acon tece uma investigação sobre o caso. 
Ele apresentou atestado médico por meio de seu advogado informando estar com 
gripe suína será convidado a depor novamente na instituição, onde é funcionário, 
dentro de 15 dias.
Assim, foram ouvidos dois envolvidos no caso que são funcionários da Unesp, 
os técnicos Jaime Netto Júnior e Inaldo Sena. Eles eram responsáveis pelos 
cinco atletas flagrados no exame antidoping e, logo depois do resultado positivo, 
confessaram participação.
Inaldo Sena saiu do local sem dar declarações. “Olha, se você ficasse uma semana 
no meu lugar, ficaria igual a um avestruz (com a cabeça enfiada em um buraco)”, 
limitou-se a dizer o treinador.
Jayme Netto Júnior demorou quase duas horas reunido com a comissão da Unesp. 
“Tenho a minha co-responsabilidade em permitir o uso da substância em três dos 
meus atletas. Acreditei que não tivesse problema e que não havia risco”, disse o 
treinador. “Se pudesse voltar no tempo, ja mais faria isso novamente.”
Fonte: https://www.gazetadopovo.com.br/esportes/envolvidos-se-defendem-no-escandalo-do-doping-bw4o0xs1s0lhwsccu8afbytzi/
https://www.gazetadopovo.com.br/esportes/envolvidos-se-defendem-no-escandalo-do-doping-bw4o0xs1s0lhwsccu8afbytzi/
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CAPÍTULO 15
APLICABILIDADE DO CÓDIGO 
DE ÉTICA DO CÓDIGO DE 
ÉTICA DO PROFISSIONAL DE 
EDUCAÇÃO FÍSICA 
A aplicação de penalidades (arts. 12 a 16 do Cód.Ética) já descritas em aulas 
anteriores, observados sempre os princípios do contraditório e ampla defesa, somente 
ocorrerá, originariamente, após o devido julgamento pelo Conselho Regional de Educação 
Física (CREF), que funcionará como Tribunal Regional de Ética (TRE), e, no caso de 
interposição de recurso ao CONFEF, este funcionará como Tribunal Superior de Ética 
(TSE), enfim existe a mesma nomenclatura da justiça comum. (CONFEF, 2015)
Imagem que ilustra as instâncias jurídicas do CREF
Fonte: https://www.politize.com.br/instancias-da-justica-conheca-os-tao-famosos-graus-de-jurisdicao/
A penalidade de advertência, será aplicada sob a forma escrita, como uma repreensão, 
em que o profissional é alertado do cometimento da infração ética, de forma reservada. 
Adotando-se o princípio da formalidade administrativa, o comunicado de natureza 
pessoal, deve ser escrito. (CONFEF, 2015)
https://www.politize.com.br/instancias-da-justica-conheca-os-tao-famosos-graus-de-jurisdicao/ÉTICA PROFISSIONAL
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Imagem ilustra a ação e advertência
Fonte: https://www.contabeis.com.br/artigos/6427/entenda-quando-uma-advertencias-pode-ser-aplicada-e-suas-modalidades/
A penalidade de advertência, admite a cumulatividade com ou sem multa, e, no 
último caso, os limites de aplicação encontram-se fixados, entre 01 e 10 vezes, o 
valor da anuidade. A discricionaridade para a aplicação ou não da multa será de 
competência do julgador, que levará em conta a infração disciplinar praticada e não 
a reparação do possível dano. No Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados 
do Brasil (EOAB) – Lei nº 8.906, de 4 de julho de 1994, a pena de multa está prevista 
como sanção disciplinar (art. 35, IV), variando entre o mínimo de uma anuidade e o 
máximo de seu décuplo, aplicável cumulativamente com a censura ou suspensão, nos 
casos da presença de circunstâncias agravantes (art. 39). (CONFEF, 2015)
A penalidade de censura pública, sem a conotação de publicidade para toda a 
classe, consistirá numa repreensão, aqui entendida, mais grave que a advertência, 
numa chamada enérgica de atenção ao infrator e, da reprovabilidade de seu ato quer 
perante o Sistema CONFEF/CREFs, quer perante a Sociedade. O registro na penalidade 
na ficha do CREF e a presença de duas testemunhas, são indicadores da efetivação 
da aplicação. Exige-se também, a observância pelo julgador, quando tratar-se de 
reincidência específica, para aplicação da censura pública. (CONFEF, 2015)
A penalidade de suspensão do exercício profissional não poderá ultrapassar a 29 
dias com prejuízo dos proventos (art. 15 Cód.Ética). Vários desafios são colocados 
para interpretação: 
a) é possível a aplicação de suspensão por prazo superior a 29 dias 
b) Quais limites, mínimos e máximos da penalidade de suspensão, são recomendáveis
https://www.contabeis.com.br/artigos/6427/entenda-quando-uma-advertencias-pode-ser-aplicada-e-suas-modalidades/
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Tecnicamente leia-se o termo proventos a significar salário, o prazo estabelecido de 
29 dias, com prejuízo do salário, visa impedir a aplicação do art. 474 da Consolidação 
das Leis do Trabalho (CLT), que redundaria na rescisão do contrato de trabalho do 
profissional infrator, caso o mesmo estivesse sob aquele regime trabalhista, e, em 
sendo servidor público, federal, estadual ou municipal, sob regime estatutário, estaria 
passível dos procedimentos previstos na legislação em vigor aplicável. Significa dizer que 
aplicação da penalidade de suspensão do exercício profissional é possível, observada 
a limitação já indicada. (CONFEF, 2015)
Imagem que ilustra a perda de salários quando da suspensão
Fonte: https://ingracio.adv.br/reducao-salarial-e-suspensao-do-emprego/
[A penalidade de cancelamento do registro profissional, impede de forma absoluta 
o exercício profissional, qualquer que seja a circunstância, acrescendo-se a divulgação 
do fato a sociedade. A suspensão do exercício profissional impede de forma relativa o 
exercício da atividade profissional, garantindo-lhe o retorno à profissão, embora, nesse 
período, possa cometer outra infração ética: “exercer a profissão, quando IMPEDIDO, 
ou facilitar, por qualquer meio o seu exercício, aos não habilitados ou IMPEDIDOS. 
(art. 2º, IV Código de.Ética). No caso de profissional que recebeu a penalidade de 
cancelamento do registro profissional, tal figura caracteriza-se como Contravenção 
Penal nos termos do art. 47 Exercício ilegal de profissão ou atividade – Decreto-Lei 
nº 3.688, de 3 de outubro de 1941 – Lei das Contravenções Penais. (CONFEF, 2015)
Imagem representa da carteira profissional CREF
Fonte: https://toninhovespoli.com.br/dica-de-legislacao-a-obrigatoriedade-do-pagamento-do-cref/
https://ingracio.adv.br/reducao-salarial-e-suspensao-do-emprego/
https://toninhovespoli.com.br/dica-de-legislacao-a-obrigatoriedade-do-pagamento-do-cref/
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O Julgamento e a instrumentalização processual, o Código do Profissional de 
Educação Física traçou as normas substantivas ao exercício da atividade profissional 
em termos éticos. Para efeito de julgamento o Sistema CONFEF/CREF fixou a existência 
de duas instâncias: 
a) a 1ª a que chamou de Tribunal Regional de Ética (TRE), cabendo aos Conselhos 
Regionais de Educação Física (CREFs), funcionarem originariamente na apreciação 
dos processos de natureza ética; 
b) a 2ª a que chamou de Tribunal Superior de Ética (TSE), cabendo ao Conselho Federal 
de Educação Física (CONFEF), para apreciação o processo. (CONFEF, 2015)
Portanto, para garantir a o andamento adequada, visando fazer valer os direitos e 
garantias fundamentais descritos na Constituição da República Federativa do Brasil.
Imagem ilustra a Constituição Federal
Fonte: https://gestaodesegurancaprivada.com.br/constituicao-o-que-e-para-que-serve-tipos-constituicao-brasileira-1988/
O Processo de natureza ética pode se fazer a diferenciação entre processo e 
procedimento, onde procedimento a série de atos praticados para a conclusão do 
processo, ou seja, é o modo da realização do processo, o conjunto de formalidades 
necessárias para a prática de certos atos administrativos. As fases procedimentais são:
a) Admissibilidade: notícia fundamentada e não anônima, representação, queixa, 
denúncia
b) Instauração: avaliação pela Comissão Especial de Disciplina e Ética (CEDE) - 
parecer da CEDE (pelo arquivamento ou instauração do processo disciplinar ético)
c) Instrução: citação do denunciado para apresentar defesa
d) Relatório: elabora Parecer Conclusivo, que conterá elencando a denúncia e quais 
os artigos que estão baseado o referido fato.
https://gestaodesegurancaprivada.com.br/constituicao-o-que-e-para-que-serve-tipos-constituicao-brasileira-1988/
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e) Julgamento: Sessão Plenária do CREF, que funcionará como Tribunal Regional 
de Ética - Quorum mínimo de 2/3 dos conselheiros efetivos, sessão em sigilo, 
presença das partes e seus procuradores. Decisão, ainda que por maioria, pela 
procedência do feito, à votação da penalidade a ser aplicada. (CONFEF, 2015)
Imagem que ilustra uma sessão de julgamento
Fonte: https://rbispo77.jusbrasil.com.br/artigos/625007237/saiba-como-funciona-o-tribunal-do-juri-e-a-importancia-da-escolha-do-advogado-criminalista
ISTO ESTÁ NA REDE
Professor de educação física condenado por abusar de aluno de dez anos em 
2016 é preso em Cotia
Homem é condenado em segunda instância; mandado de prisão foi expedido na 
semana passada e cumprido nesta segunda-feira
O professor de educação física José Pedro de Andrade condenado por abusar de 
um aluno em um colégio particular em Cotia, na região metropolitana de São Paulo, 
foi preso na manhã desta segunda-feira (12).
https://rbispo77.jusbrasil.com.br/artigos/625007237/saiba-como-funciona-o-tribunal-do-juri-e-a-importancia-da-escolha-do-advogado-criminalista
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O crime ocorreu em agosto de 2016 no Colégio Sigma, em Cotia. Na época, uma 
professora da instituição notou um comportamento diferente no filho, que também 
era aluno na escola. A criança, que tinha 10 anos na época, relatou à mãe que 
Andrade o deixava em uma sala, fechava a porta e praticava os abusos.
De acordo com a vítima, o homem encostava as partes íntimas nele, além de 
pedir para o menino tocá-lo. Ao saber dos abusos, a mãe registrou um boletim de 
ocorrência na Delegacia de Defesa da Mulher de Cotia.
Segundo o advogado da família da vítima, Gilberto Gomes, durante as investigações, 
período em que a criança recebeu acompanhamento psicológico, os abusos 
ficaram comprovados, segundo a polícia, e Andrade foi indiciado por estupro de 
vulnerável, como previsto no artigo 217 do Código Penal.
Em primeira instância, o educador foi absolvido das acusações.Entretanto, houve 
recurso e, em segunda instância, ele foi condenado a 14 anos de prisão em regime 
fechado. Então, o Tribunal de Justiça de São Paulo expediu o mandado de prisão na 
quarta-feira (7).
Nesta segunda-feira (12), ele foi preso por uma equipe da Guarda Civil Municipal na 
Escola Estadual Roque Celestino Pires, em Caucaia do Alto, também em Cotia, onde 
trabalhava como professor de educação física.
O homem foi levado à Delegacia Central de Caucaia do Alto e, posteriormente, será 
encaminhado à cadeia da Delegacia de Cotia.
Conclusão
Nesses quinze capítulos que discutimos sobre o Código de Ética do profissional 
de Educação Física podemos concluir que a construção do nosso código foi 
realizada baseado em documentos de relevância internacional, como por exemplo 
a Declaração dos Direitos Humanos e que basicamente sua aplicabilidade vem 
a prática profissional, como um elemento norteador e regulamentador da prática 
elencando diretos, deveres e obrigações dos profissionais d educação física. 
Assim vocês graduandos compreender nosso código desde a sua formatação, 
sua aplicabilidade e sua eficiência para excelência da atuação do profissional de 
educação física.
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	A REGULAMENTAÇÃO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO BRASIL 
	CÓDIGO DE ÉTICA DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA
	ÉTICA PROFISISONAL
	O preâmbulo do código de ética do profissional de educação física
	ÉTICA NA ESCOLA, REDES SOCIAS E MUNDO DO TRABALHO
	A CONSTRUÇÃO DO CÓDIGO DE ÉTICA DO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA
	BIOÉTICA
	QUESTÕES ÉTICAS E MORAIS NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTES FÍSICA E ESPORTES 
	CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA, DOS PRINCIIOS E DIRETRIZES
	Código de ética do profissional e educação física, capítulo III das responsabilidades e deveres, artigo 6º
	Código de ética do profissional e educação física, capítulo III das responsabilidades e deveres, artigo 7º, 8º e 9º.
	Código de ética do profissional e educação física, capítulo IV dos direitos e benefícios 
	Código de ética do profissional e educação física, capítulo V das infrações e penalidades e capítulo VI das disposições gerais
	Aplicabilidade do Código de Ética do Código de Ética do Profissional de Educação Física

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