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Orçamento Público 
 
Review Week – CNU Blocos 1 ao 7 
 
CNU – Blocos 1 ao 7 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TEMPO: 
 
 
INFORMAÇÕES SOBRE O REVIEW WEEK 
 
- Temos uma bateria de questões, para que seja feita uma revisão específica para a prova do 
CNU. 
 
- Pessoal, não importa se algumas das questões são repetidas ou se vocês já zeraram o 
número de questões de matéria X ou Y. Importa menos ainda se vocês acabaram de ver a 
matéria. “Eu já sei isso” é uma frase que pode tirar a sua vaga por pura falta de atenção. 
 
Então: Refaçam, grifem o que for preciso e revisem os assuntos e leiam os comentários. 
 
▪ Esse material conta com questões de ORÇAMENTO PÚBLICO focadas no concurso do CNU. 
▪ Contém 270 itens que abordam os conhecimentos cobrados no edital do concurso. 
▪ Itens com questões de Multipla Escolha (A, B, C, D e E) e Certo ou Errado (C ou E) 
▪ Esse material servirá também como autoavaliação, para identificar quais tópicos você precisa 
revisar. 
 
Bons estudos! 
 
Rosa Figueirôa 
 
 
• Questões ............................................................ 03 
• Gabarito Comentado .......................................... 35 
CONTROLE DE DESEMPENHO 
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270 
 
 Review Week – Conhecimentos Gerais 
CNU - Concurso Nacional Unificado 
 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 3 3 
 
QUESTÕES 
 
ORÇAMENTO PÚBLICO NO BRASIL – PPA, LDO e 
LOA. 
 
1. CEBRASPE (CESPE)/SEPLAN RR/Planejamento e 
Orçamento/2023 Com relação ao orçamento 
público no Brasil, julgue o item seguinte. 
 
O plano plurianual é o instrumento de 
planejamento que estabelece, de forma unificada 
em nível nacional, diretrizes, objetivos e metas 
para um período de quatro anos. 
 
2. CEBRASPE (CESPE)/TJ ES/2023 Em relação às 
normas que regem o sistema orçamentário 
brasileiro, julgue o item subsequente. 
 
As metas, os objetivos e as diretrizes da 
administração pública federal relacionados às 
despesas de capital e outras delas decorrentes, 
além das despesas relativas aos programas de 
duração continuada, devem constar, de forma 
regionalizada, na lei que instituir o plano 
plurianual. 
 
3. CEBRASPE (CESPE) /TJ ES / 2023 Acerca das 
características da economia brasileira e do 
orçamento público, julgue o item seguinte. 
 
Os planos e programas nacionais, regionais e 
setoriais previstos na Constituição brasileira são 
elaborados em consonância com o plano 
plurianual — um instrumento de planejamento 
governamental de médio prazo, instituído por lei, 
com vigência de quatro anos, que se inicia no 
primeiro ano de mandato do chefe do Poder 
Executivo. 
 
4. CEBRASPE (CESPE) / CG DF / Planejamento e 
Orçamento/2023Acerca dos ciclos orçamentários 
estabelecidos no plano plurianual (PPA) e dos 
requisitos legais pertinentes ao PPA, assinale a 
opção correta. 
 
a) O PPA tem vigência de quatro anos e o seu 
período coincide com o mandato do Poder 
Executivo. 
b) A inclusão ou exclusão de objetivos definidos no 
PPA é considerada revisão. 
c) Investimentos militares que ultrapassem o 
período de um ano não precisam constar no PPA. 
d) O PPA deve estabelecer, de forma centralizada, as 
diretrizes, os objetivos e as metas da 
administração pública federal. 
 
5. CEBRASPE (CESPE)/SEPLAN RR/Tecnologia da 
Informação/2023 Com relação ao orçamento 
público no Brasil, julgue o item seguinte. 
 
O conteúdo da lei de diretrizes orçamentárias está 
previsto na Constituição Federal de 1988 e na Lei 
Complementar n.º 101/2000 
 
6. CEBRASPE (CESPE)/TJ ES/Administrativa/2023 Em 
relação às normas que regem o sistema 
orçamentário brasileiro, julgue o item 
subsequente. 
 
As atribuições constitucionais conferidas à lei de 
diretrizes orçamentárias incluem dispor sobre as 
alterações na legislação tributária 
 
7. CEBRASPE (CESPE) / AGER MT / Administração / 
2023 Acerca do projeto da Lei de Diretrizes 
Orçamentárias (LDO), julgue os itens a seguir. 
 
I Integra a LDO o anexo de agregados fiscais e a 
proporção de recursos para investimentos a 
serem alocados na lei orçamentária anual para a 
continuidade dos investimentos que estiverem 
em andamento. 
II Integra a LDO o demonstrativo regionalizado de 
efeito sobre as receitas e as despesas, decorrente 
de isenções, anistias, remissões, subsídios e 
benefícios de natureza financeira, tributária e 
creditícia. 
 III A LDO conterá o valor da reserva de contingência, 
destinada ao atendimento dos passivos 
contingentes e de outros riscos e eventos fiscais 
imprevistos que podem afetar negativamente as 
contas públicas. IV A LDO apresenta as previsões 
de despesas para exercícios seguintes, com a 
especificação dos investimentos plurianuais e dos 
investimentos em andamento. 
 
Assinale a opção correta. 
 
 Review Week – Conhecimentos Gerais 
CNU - Concurso Nacional Unificado 
 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 4 4 
 
a) Apenas o item I está certo. 
b) Apenas o item II está certo. 
c) Apenas os itens II e III estão certos. 
d) Apenas os itens I, III e IV estão certos. 
e) Todos os itens estão certos. 
 
8. CEBRASPE (CESPE) / AGER MT / 2023 O elo entre 
os planejamentos de médio e curto prazo dos 
entes públicos se dá por meio 
 
a) do balanço orçamentário. 
b) do plano plurianual. 
c) da lei orçamentária anual. 
d) da lei de diretrizes orçamentárias. 
e) do balanço patrimonial. 
 
9. CEBRASPE (CESPE) / TCE RJ / 2023 De acordo com 
as disposições da Constituição Federal de 1988 
(CF) e a jurisprudência dos tribunais superiores a 
respeito das finanças públicas, julgue o item a 
seguir. 
 
É possível a inserção, na lei orçamentária anual, 
de previsões de despesas para exercícios 
seguintes. 
 
10. CEBRASPE (CESPE)/TJ ES/Administrativa/2023 
Em relação às normas que regem o sistema 
orçamentário brasileiro, julgue o item 
subsequente. 
 
É vedado à lei orçamentária anual contemplar 
previsões de despesas para exercícios seguintes. 
 
11. CEBRASPE (CESPE)/CNMP/Apoio Técnico 
Administrativo/Administração/2023 Em relação 
ao orçamento da União, julgue o item que se 
segue. 
 
O estado democrático de direito determina que a 
lei orçamentária deve abarcar todos os programas 
governamentais e que nenhum deles pode ser 
executado sem ter passado pelo rito tradicional 
de tramitação e aprovação da referida lei. 
 
12. CEBRASPE (CESPE) - TJ TRT8 / TRT 8 / 
Administrativa / 2023 Acerca do ciclo 
orçamentário no Brasil e de aspectos relativos ao 
plano plurianual (PPA), à lei de diretrizes 
orçamentárias (LDO) e à lei orçamentária anual 
(LOA), assinale a opção correta. 
 
a) Durante o ciclo orçamentário, os projetos de lei 
relativos ao PPA, às diretrizes orçamentárias, ao 
orçamento anual e aos créditos adicionais serão 
apreciados exclusivamente pela Câmara dos 
Deputados, com consulta ao Senado Federal, por 
meio da comissão mista permanente de 
senadores e deputados, e a anuência do sistema 
de justiça ao relatório final. 
b) O PPA, em consonância com as metas e 
prioridades da LDO, estabelece as receitas e 
despesas que integram a LOA. 
c) A LDO, que orienta a elaboração da LOA, 
compreende as metas e prioridades da 
administração pública, bem como estabelece as 
diretrizes da política fiscal, de acordo com a 
trajetória da dívida pública. 
d) A LOA estima a receita disponível e a despesa para 
o orçamento do ano seguinte, distribuindo os 
recursos para cada um dos programas e ações do 
orçamento fiscal e da seguridade social, enquanto 
o PPA estabelece a alocação das despesas do 
orçamento de investimentos. 
e) O PPA marca o início do ciclo orçamentário, com o 
planejamento das contas públicas para o período 
de quatro anos, entrando em vigor no primeiro 
dia do mandato do chefe do Poder Executivoe 
encerrando-se no último dia desse mandato, 
servindo como guia para a elaboração da LOA em 
cada ano de governo. 
 
13. CEBRASPE (CESPE)/SEFAZ SE/2022 Quanto à lei 
orçamentária anual (LOA), ao plano plurianual 
(PPA) e à lei de diretrizes orçamentárias (LDO), 
julgue o próximo item. 
 
Os investimentos públicos cuja duração ou 
execução ultrapasse um exercício somente 
poderão ser iniciados com sua prévia inclusão no 
PPA 
 
14. CEBRASPE (CESPE/ApexBrasil/Processos de 
Gestão Corporativa/2022 Assinale a opção que 
apresenta o instrumento para a alocação de 
recursos públicos que pode ser operacionalizado 
por meio de diversas ações. 
 
 
 Review Week – Conhecimentos Gerais 
CNU - Concurso Nacional Unificado 
 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 5 5 
 
a) Plano Diretor 
b) Lei de Diretrizes Orçamentárias 
c) Plano Plurianual 
d) Lei Orçamentária Anual 
 
15. CEBRASPE (CESPE) - AJ TRT8/TRT 8/Apoio 
Especializado/Estatística/2022 Entre as peças 
orçamentárias que compõem a LOA, elaboradas 
em consonância e compatibilidade com as leis 
que instituíram o PPA e as diretrizes 
orçamentárias, a função de reduzir desigualdades 
inter-regionais, segundo o critério populacional, é 
exercida 
 
a) pelo orçamento fiscal, somente. 
b) pelo orçamento da seguridade social, somente. 
c) pelo orçamento fiscal e pelo orçamento de 
investimento das empresas estatais. 
d) pelo orçamento fiscal e pelo orçamento da 
seguridade social. 
e) pelo orçamento da seguridade social e pelo 
orçamento de investimento das empresas 
estatais. 
 
16. CEBRASPE - Tec Amb (IBAMA)/2022 Acerca de 
uma hipotética entidade da administração pública 
indireta responsável por fiscalização ambiental, 
julgue o item seguinte. 
 
 As despesas e receitas dessa entidade integram o 
orçamento fiscal da pessoa política à qual a 
entidade esteja vinculada. 
 
17. CEBRASPE - Tec Amb (IBAMA)/2022 Quanto ao 
orçamento público no Brasil, julgue o item a 
seguir. 
 
É vedada a previsão, na lei orçamentária anual, de 
despesas de investimentos plurianuais para os 
exercícios seguintes. 
 
18. CEBRASPE - AAAJ (DP DF)/Administração/2022 
Sabendo que o orçamento público é o principal 
documento de políticas públicas do governo, 
julgue o item a seguir. 
 
No orçamento, as despesas são estimadas e as 
receitas são fixadas, devendo-se manter o 
equilíbrio entre ambas. 
 
19. CEBRASPE - Tec (PGE RJ)/Processual/2022 
Julgue o item seguinte, relativo ao orçamento 
público no Brasil. 
 
As metas da administração pública federal que 
servirão de base para a elaboração do orçamento 
anual integram a lei de diretrizes orçamentárias. 
 
20. CEBRASPE - Tec (PGE RJ)/Processual/2022 
Julgue o item seguinte, relativo ao orçamento 
público no Brasil. 
 
O orçamento anual estima as despesas e autoriza 
as receitas para o próximo exercício anual. 
 
21. CEBRASPE - TCE RJ/Técnico/2022 Quanto aos 
documentos e dispositivos legais que integram o 
orçamento público, julgue o item a seguir. 
 
 Os fundos de incentivos fiscais e as empresas que 
recebam recursos governamentais sob a forma, 
exclusivamente, de participação acionária estão 
excluídos do orçamento fiscal. 
 
22. CEBRASPE - Tec (FUB)/Contabilidade/2022 Em 
relação ao orçamento público, julgue o item a 
seguir. 
 
A lei orçamentária da União compreende o 
orçamento de investimentos das empresas em 
que a União, direta ou indiretamente, detenha a 
maioria do capital social com direito a voto. 
 
23. CEBRASPE - Tec (FUB)/Contabilidade/2022 Em 
relação ao orçamento público, julgue o item a 
seguir. 
 
 O orçamento público deve ser compatível com o 
plano plurianual, que é elaborado a cada quatro 
anos para entrar em vigor conjuntamente com o 
mandato do chefe do Poder Executivo. 
 
24. CEBRASPE - TAA (MP TCE-SC)/2022 A respeito 
do orçamento público no Brasil e das leis de 
natureza orçamentária, julgue o item a seguir. 
 
A exemplo do orçamento fiscal, o orçamento da 
seguridade social tem a função de reduzir as 
 
 Review Week – Conhecimentos Gerais 
CNU - Concurso Nacional Unificado 
 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 6 6 
 
desigualdades inter-regionais, segundo critério 
populacional. 
 
25. CEBRASPE - Tec Amb (IBAMA)/2022 Quanto ao 
orçamento público no Brasil, julgue o item a 
seguir. 
 
De acordo com a Constituição Federal de 1988, a 
lei de diretrizes orçamentárias deve compreender 
as metas e prioridades da administração pública 
federal e estabelecerá as diretrizes de política 
fiscal e respectivas metas, em consonância com 
trajetória sustentável da dívida pública. 
 
26. CEBRASPE - Proc (PGE RO)/2022 A lei de 
diretrizes orçamentárias 
 
I compreenderá as metas e prioridades da 
administração pública federal. 
II estabelecerá as diretrizes de política fiscal e 
respectivas metas, em consonância com trajetória 
sustentável da dívida pública. 
III orientará a elaboração da lei orçamentária anual. 
IV disporá sobre as alterações na legislação 
tributária. V estabelecerá a política de aplicação 
das agências financeiras oficiais de fomento. 
Assinale a opção correta. 
 
a) Apenas os itens I e IV estão certos. 
b) Apenas os itens II e IV estão certos. 
c) Apenas os itens I, III e V estão certos. 
d) Apenas os itens II, III e V estão certos. 
e) Todos os itens estão certos. 
 
27. CEBRASPE - Esp GT (TELEBRAS)/Contador/2022 
Julgue o item subsequente sobre a elaboração 
dos projetos de lei do plano plurianual (PPA), das 
diretrizes orçamentárias (LDO) e do orçamento 
anual (LOA) no âmbito do governo federal. 
 
As prioridades e metas a serem observadas no 
momento de elaboração e execução dos 
orçamentos são definidas na LDO. 
 
28. CEBRASPE - Sub Proc (MPCM PA)/TCM PA/2022 
Conforme a CF, a lei de diretrizes orçamentárias 
deverá estabelecer 
 
a) o orçamento de investimento das empresas em 
que a União, direta ou indiretamente, detenha a 
maioria do capital social com direito a voto. 
b) o orçamento da seguridade social, abrangendo 
todas as entidades e órgãos a ela vinculados. 
c) demonstrativo regionalizado do efeito, sobre as 
receitas e despesas, decorrente de isenções, 
anistias, remissões, subsídios e benefícios de 
natureza financeira, tributária e creditícia. 
d) a política de aplicação das agências financeiras 
oficiais de fomento. 
e) a autorização para abertura de créditos 
suplementares e contratação de operações de 
crédito. 
 
29. CEBRASPE - AFCE (TCE-SC) / Administração / 
2022 Julgue o próximo item, a respeito das 
práticas na administração pública brasileira. 
 
Ao se instituir o plano plurianual como estratégia 
para implementar a gestão por resultados, 
previram-se decisões orçamentárias submetidas a 
planejamento de longo prazo, em ciclos de seis 
anos. 
 
30. CEBRASPE - Esp GT (TELEBRAS)/Analista 
Superior/Finanças/2022 Acerca dos ciclos 
orçamentários e dos requisitos legais impostos 
pelo Plano Plurianual (PPA), julgue o item que se 
segue. 
 
O PPA possui vigência quadrienal não coincidente 
com o mandato do chefe do Poder Executivo. 
 
31. CEBRASPE - Esp GT (TELEBRAS)/Analista 
Superior/Finanças/2022 Acerca dos ciclos 
orçamentários e dos requisitos legais impostos 
pelo Plano Plurianual (PPA), julgue o item que se 
segue. 
 
As despesas de programas de duração continuada 
não fazem parte do PPA, mas, sim, da Lei de 
Diretrizes Orçamentárias (LDO). 
 
32. CEBRASPE - Esp GT (TELEBRAS)/Analista 
Superior/Finanças/2022 Acerca dos ciclos 
orçamentários e dos requisitos legais impostos 
pelo Plano Plurianual (PPA), julgue o item que se 
segue. 
 
 Review Week – Conhecimentos Gerais 
CNU - Concurso Nacional Unificado 
 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 7 7 
 
Investimentoscom amplo prazo de maturação 
precisam constar no PPA. 
 
33. CEBRASPE - Esp GT (TELEBRAS)/Analista 
Superior/Finanças/2022 Acerca dos ciclos 
orçamentários e dos requisitos legais impostos 
pelo Plano Plurianual (PPA), julgue o item que se 
segue. 
 
A lei do plano plurianual deve estabelecer, de 
forma centralizada, as diretrizes, os objetivos e as 
metas da administração pública federal. 
 
34. CEBRASPE - Esp GT (TELEBRAS)/Contador/2022 
Julgue o item subsequente sobre a elaboração 
dos projetos de lei do plano plurianual (PPA), das 
diretrizes orçamentárias (LDO) e do orçamento 
anual (LOA) no âmbito do governo federal. 
 
O projeto do PPA deve observar, em uma 
perspectiva de longo prazo, as diretrizes, os 
objetivos e as metas da administração pública 
federal que foram estabelecidos na LDO. 
 
35. CEBRASPE - Ana (PGE RJ)/Processual/2022 
Considerando os princípios e regras 
constitucionais relativos ao orçamento público 
federal, julgue o item. 
 
A competência para o envio ao Congresso 
Nacional do projeto de plano plurianual é 
exclusiva dos chefes dos Poderes Executivo, 
Legislativo e Judiciário. 
 
RECEITA PÚBLICA: CONCEITO, CLASSIFICAÇÕES E 
FONTES 
 
36. CEBRASPE (CESPE)/SEPLAN RR/Planejamento e 
Orçamento/2023 Quanto à receita pública, julgue 
o item subsequente. 
 
Há vários critérios para segregar as fontes de 
receitas públicas em correntes ou de capital, 
destacando-se o caráter híbrido da classificação. 
 
37. CEBRASPE (CESPE) / AGER MT / Administração 
/ 2023 Um contribuinte pagou uma taxa cobrada 
por um determinado governo subnacional — taxa 
de fiscalização de obras —, cuja natureza jurídica 
relaciona-se ao exercício do poder de polícia. 
Nessa situação hipotética, a classificação correta 
da receita orçamentária é receita 
 
a) de serviços. 
b) de contribuição. 
c) tributária. 
d) patrimonial. 
e) financeira. 
 
38. CEBRASPE (CESPE) / TJ ES / Apoio Especializado 
/ Contabilidade / 2023 Relativamente às 
classificações orçamentárias e às diretrizes para 
elaboração da proposta orçamentária, julgue o 
item a seguir. 
 
A classificação da receita orçamentária por 
natureza é utilizada para identificar a origem do 
recurso segundo o fato gerador da receita. 
 
39. CEBRASPE (CESPE)/CG DF/Finanças e 
Controle/2023 Texto 1A5-I Determinada entidade 
do setor público apresentou alguns lançamentos 
de receitas e despesas referentes ao exercício de 
2022, listadas na tabela a seguir. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Review Week – Conhecimentos Gerais 
CNU - Concurso Nacional Unificado 
 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 8 8 
 
De acordo com os dados da situação hipotética 
apresentada no texto 1A5-I, o valor das receitas 
de capital é igual a 
 
a) R$ 6.500.000. 
b) R$ 8.000.000. 
c) R$ 5.000.000. 
d) R$ 4.500.000. 
 
40. CEBRASPE (CESPE)/CG DF/Planejamento e 
Orçamento/2023 Com relação à classificação das 
receitas públicas por fonte/destinação, a 
alteração do grupo de fonte nos saldos financeiros 
 
a) não pode ocorrer. 
b) pode ocorrer se houver o aval do tribunal de 
contas a cuja jurisdição o ente federado esteja 
submetido. 
c) pode ocorrer a qualquer tempo e sempre que 
houver necessidade. 
d) pode ocorrer apenas quando e na medida da 
execução financeira dessas dotações. 
 
41. CEBRASPE (CESPE) - AJE (TJ ES)/TJ 
ES/Judiciária/Contador/2023 Acerca do 
orçamento público e das classificações 
orçamentárias, julgue o item a seguir. 
 
A classificação por fonte de recursos é obrigatória 
para a União e facultativa para os estados e 
municípios e deve ser aplicada tanto às despesas 
quanto às receitas públicas, sendo possível 
identificar, por meio dela, a origem e a destinação 
dos recursos públicos. 
 
42. CEBRASPE (CESPE)/TJ ES/Administrativa/2023 
Julgue o próximo item, relativo às receitas e às 
despesas públicas. 
 
A classificação da receita com base nas fontes de 
recursos não permite ao Estado identificar se os 
recursos por ele arrecadados estão, ou não, 
vinculados a gastos específicos. 
 
43. CEBRASPE (CESPE)/TJ ES/Administrativa/2023 
Julgue o próximo item, relativo às receitas e às 
despesas públicas. 
 
Os créditos da fazenda pública que se tornarem 
exigíveis pelo transcurso do prazo para 
pagamento deverão ser inscritos em dívida ativa, 
independentemente de prévia apuração da 
liquidez e da certeza desses créditos. 
 
44. CEBRASPE (CESPE)/CG DF/Planejamento e 
Orçamento/2023 Segundo as normas relativas à 
receita pública, 
 
a) a receita pública é programada, autorizada e 
controlada por meio do orçamento. 
b) os recursos financeiros de caráter temporário não 
integram a LOA. 
c) todas as receitas arrecadadas são receita 
orçamentária, inclusive as provenientes de 
operações de crédito. 
d) as operações de crédito não integram o 
orçamento público. 
 
45. CEBRASPE (CESPE) - ACI (CGDF) / CG DF / 
Planejamento e Orçamento/2023 Tendo em vista 
aspectos pertinentes a receita orçamentária, ciclo 
orçamentário e créditos adicionais e 
considerando que as receitas públicas podem ser 
classificadas em ordinárias e extraordinárias, 
assinale a opção correta. 
 
a) Os recursos financeiros, inclusive os de caráter 
temporário, devem integrar a LOA. 
b) Os recursos advindos de depósitos de caução 
devem compor a receita orçamentária. 
c) Os recursos de operações de crédito por 
antecipação de receita orçamentária são 
classificados como ingressos extraorçamentários. 
d) Nas operações fiança, os recursos depositados 
são classificados como receitas orçamentárias. 
 
46. CEBRASPE (CESPE) / AGER MT / Ciências 
Contábeis / 2023 Julgue os itens a seguir, relativos 
a receitas e despesas públicas. 
 
I Em sentido estrito, são receitas públicas somente 
as que estiverem inscritas no orçamento público. 
II Constitui dívida ativa o crédito tributário 
regularmente inscrito no órgão competente após 
findo o prazo de pagamento fixado legalmente ou 
determinado em processo regular concluído. 
 
 Review Week – Conhecimentos Gerais 
CNU - Concurso Nacional Unificado 
 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 9 9 
 
III Na fase de arrecadação, entrega-se ao poder 
público a receita que lhe é devida. Assinale a 
opção correta. 
 
a) Apenas o item I está certo. 
b) Apenas o item III está certo. 
c) Apenas os itens I e II estão certos. 
d) Apenas os itens II e III estão certos. 
e) Todos os itens estão certos. 
 
47. CEBRASPE (CESPE)/SEPLAN RR/Planejamento e 
Orçamento/2023 Com relação ao relacionamento 
entre o regime orçamentário e o regime contábil 
no setor público, julgue o próximo item. 
 
É efetiva a receita orçamentária que constitui 
obrigação correspondente, como é o caso das 
operações de crédito. 
 
48. CEBRASPE (CESPE) / CNMP / Apoio Técnico 
Administrativo/Administração/2023 Quanto ao 
registro de ingressos e desembolsos de recursos 
públicos, julgue o próximo item. 
 
O simples fato de uma receita não constar 
formalmente da previsão de arrecadação 
estabelecida na LOA não basta para que ela seja 
considerada extraorçamentária. 
 
49. CEBRASPE (CESPE) / CNMP / Apoio Técnico 
Administrativo / Administração / 2023 Quanto ao 
registro de ingressos e desembolsos de recursos 
públicos, julgue o próximo item. 
 
Quando consignatário temporário dos ingressos 
de recursos, o Estado deverá devolvê-los ao 
consignante caso ele os reivindique, logo esses 
ingressos não podem integrar a LOA, sem prejuízo 
de todo o valor registrado como entrada ou saída 
contábil refletir no resultado financeiro da 
entidade. 
 
50. CEBRASPE (CESPE)/CNMP/Apoio Técnico 
Administrativo/Administração/2023 Quanto ao 
registro de ingressos e desembolsos de recursos 
públicos, julgue o próximo item. 
 
A doutrina classifica a receita pública em 
originária e derivada,contudo, tal classificação 
não é recepcionada pela legislação, o que impede 
o poder público de utilizá-la como classificador 
oficial da receita. 
 
51. CEBRASPE (CESPE) - AJ 02 (TJ ES)/TJ ES/Apoio 
Especializado/Contabilidade/2023 De acordo com 
a estrutura e o fechamento das demonstrações 
contábeis aplicadas ao setor público, julgue o item 
subsequente. 
 
O superávit financeiro apurado em balanço 
patrimonial do exercício anterior pode ser 
considerado na receita orçamentária do balanço 
orçamentário do exercício de referência. 
 
52. CEBRASPE (CESPE)/TJ ES/Administrativa/2023 
Julgue o próximo item, relativo às receitas e às 
despesas públicas. 
 
As rendas provenientes de contratos de aluguel 
que tenham por objeto itens que compõem o 
patrimônio imobiliário do Estado são classificadas 
como receitas públicas originárias. 
 
53. CEBRASPE (CESPE) / TJ ES / Judiciária / 
Contador / 2023 Acerca do orçamento público e 
das classificações orçamentárias, julgue o item a 
seguir. 
 
Os depósitos judiciais de numerário representam 
ingresso financeiro que deve ser contabilizado 
como receita orçamentária. 
 
54. CEBRASPE (CESPE)/SEPLAN RR/Planejamento e 
Orçamento/2023 Quanto à receita pública, julgue 
o item subsequente. 
 
Em sentido amplo, qualquer entrada de recurso 
nos cofres públicos é uma receita pública, ainda 
que exijam uma restituição futura. 
 
55. CEBRASPE (CESPE) / Pref Maringá / 2022 
Relativamente à utilização da estrutura de 
codificação por fontes ou destinações de recursos 
(FR) nos entes federados locais, caso os entes 
federados municipais necessitem de 
classificações não contempladas na padronização, 
eles deverão 
 
 
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 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 10 10 
 
a) solicitar ao órgão central de contabilidade da 
União uma nova classificação. 
b) criar uma nova classificação e informar ao tribunal 
de contas ao qual estejam jurisdicionados. 
c) estabelecer detalhamentos nas classificações 
existentes. 
d) solicitar a referida classificação ao tribunal de 
contas ao qual estejam jurisdicionados. 
e) criar uma nova classificação e informar ao órgão 
central de contabilidade da União. 
 
56. CEBRASPE (CESPE) / Pref Maringá / 
Contabilidade / 2022 De acordo com a Lei n.º 
4.320/1964, representam dívida ativa tributária 
os créditos 
 
a) de preços de serviços prestados por 
estabelecimentos públicos. 
b) de contribuições estabelecidas em lei. 
c) de imposto sobre operações de crédito, câmbio e 
seguro, ou relativas a títulos ou valores 
mobiliários. 
d) de empréstimos compulsórios. 
e) de foros, laudêmios, alugueis e taxas de ocupação. 
 
57. CEBRASPE (CESPE)/Pref Maringá/2022 Na 
anulação da dívida ativa, o ente federado deverá 
registrar a baixa do crédito inscrito, tendo como 
contrapartida 
 
a) a mesma conta do ativo, anulando seu efeito. 
b) uma conta de passivo. 
c) uma variação patrimonial diminutiva (VPD). 
d) uma conta de ajustes de exercícios anteriores, no 
patrimônio líquido. 
e) uma variação patrimonial aumentativa (VPA). 
 
58. CEBRASPE (CESPE) / Pref Maringá / 2022 De 
acordo com o previsto na Lei n.º 4.320/1964, são 
consideradas receitas orçamentárias todas as 
receitas arrecadadas, exceto 
 
I as operações de crédito autorizadas por lei, ainda 
que não previstas no orçamento. 
II as operações de crédito por antecipação de receita. 
III as emissões de papel moeda. 
IV outras entradas compensatórias no ativo e passivo 
financeiros. Assinale a opção correta. 
 
a) Apenas os itens I e II estão certos. 
b) Apenas os itens I e III estão certos. 
c) Apenas os itens III e IV estão certos. 
d) Apenas os itens II, III e IV estão certos. 
e) Todos os itens estão certos. 
 
59. CEBRASPE (CESPE) / Pref Maringá / 
Contabilidade / 2022 A respeito das receitas 
públicas, assinale a opção correta. 
 
a) As taxas de inscrição em concursos públicos visam 
remunerar o serviço prestado pelas instituições 
que elaboram e aplicam os certames; elas são 
classificadas como receitas orçamentárias. 
b) Para a legislação brasileira, há distinção entre os 
denominados ingressos e a receita pública 
propriamente dita. 
c) As receitas decorrentes da perda de fiança 
contratual por inadimplemento de contrato 
administrativo é classificada como despesa 
extraorçamentária. 
d) Desde 2010 até o presente exercício, as doações 
realizadas ao Estado por grupos organizados são 
consideradas receitas ordinárias. 
e) É exemplo de receita derivada a cobrança da tarifa 
de água potável fornecida por empresa pública 
estatal de saneamento básico. 
 
60. CEBRASPE (CESPE) /Pref Maringá/2022 Os 
valores que um município recebe a título de 
caução, fiança ou depósito para garantia 
constituem receita 
 
a) orçamentária e apta a financiar despesas públicas 
correntes. 
b) que deve estar prevista no plano plurianual. 
c) que aumenta a disponibilidade de gasto do estado. 
d) que não causa impacto no saldo patrimonial 
líquido. 
e) orçamentária, devendo constar na previsão de 
receita da lei de orçamento anual. 
 
61. CEBRASPE (CESPE) / Pref Maringá / 
Contabilidade / 2022 A espécie de receita pública 
que provoca aumento na situação patrimonial 
líquida de um ente da federação denomina-se 
 
a) receita prevista. 
b) receita extraorçamentária. 
 
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QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 11 11 
 
c) receita orçamentária não efetiva. 
d) receita intraorçamentária. 
e) receita orçamentária efetiva. 
 
62. CEBRASPE (CESPE) / Pref Maringá / 
Contabilidade / 2022 Assinale a opção que indica 
o caso em que ocorre registro de receita e 
despesa intraorçamentárias. 
 
a) recolhimento de contribuições de melhoria para 
construção de obra pública federal que resulte em 
valorização de imóveis da região 
b) recolhimento de contribuições patronais ao RPPS 
c) recolhimento de imposto sobre a importação de 
produtos estrangeiros 
d) recolhimento de imposto sobre a exportação de 
produtos nacionais 
e) recolhimento de tributos do próprio ente 
 
63. CEBRASPE (CESPE)/Pref Maringá/2022 Por 
serem constituídos por ativos e passivos exigíveis, 
os ingressos extraorçamentários, em geral, 
 
a) são computados em contas de resultado. 
b) integram a Lei Orçamentária Anual (LOA). 
c) têm a sua devolução sujeita a autorização 
legislativa. 
d) não têm reflexos no patrimônio líquido da 
entidade. 
e) representam disponibilidades de recursos. 
 
64. CEBRASPE (CESPE)/Pref Maringá/2022 As 
receitas de operações intraorçamentárias 
 
a) representam novas entradas de recursos nos 
cofres públicos do ente. 
b) constituem novas categorias econômicas de 
receita. 
c) devem ser incluídas para fins de consolidação das 
demonstrações contábeis no âmbito de cada 
ente. 
d) visam identificar a procedência das receitas no 
momento em que ingressam nos cofres públicos. 
e) possibilitam a anulação do efeito da dupla 
contagem na consolidação das contas 
governamentais. 
 
65. CEBRASPE (CESPE)/Pref Maringá/2022 No que 
concerne às receitas intraorçamentárias e aos 
preceitos legais que suportam a gestão contábil-
financeira dos restos a pagar, assinale a opção 
correta. 
 
a) Para evitar a dupla contagem das novas entradas 
de recursos nos cofres públicos, objeto de 
operações intraorçamentárias, as quais integram 
a consolidação das contas públicas, a autoridade 
pública incluiu duas novas categorias econômicas: 
“7 / Receitas Correntes Intraorçamentárias” e “8 / 
Receitas de Capital Intraorçamentárias”, sendo os 
códigos 7 e 8 representativos de suas categorias 
econômicas de receita. 
b) É vedado ao titular de poder ou órgão, no final de 
seu mandato, contrairobrigação de despesa sem 
que haja suficiente disponibilidade de caixa 
(líquida dos encargos e das despesas 
compromissadas a pagar até o final do exercício) 
para cumprimento integral no exercício. 
c) As receitas intraorçamentárias são a 
contrapartida das despesas classificadas na 
modalidade de aplicação direta, na qual as 
aplicações dos créditos orçamentários são 
realizadas diretamente pela unidade 
orçamentária detentora de crédito orçamentário 
ou mediante descentralização a outras entidades 
integrantes dos orçamentos fiscal e da seguridade 
social. 
d) As liberações de recursos decorrentes de 
operações intraorçamentárias (ocorridas no 
âmbito do orçamento) se confundem com as das 
transferências intergovernamentais, em que um 
ente chamado de repassador entrega recursos 
correntes ou de capital para um ente denominado 
beneficiário ou recebedor. 
e) Nas descentralizações financeiras para a execução 
do orçamento, deve ocorrer o registro de receitas 
e despesas intraorçamentárias quando se tratar 
de aquisição de materiais, bens e serviços ou 
pagamento de impostos, taxas e contribuições 
entre órgãos, fundos e entidades integrantes do 
orçamento fiscal e da seguridade. 
 
66. CEBRASPE (CESPE) / SECONT ES / 
Administração / 2022 Considerando a estrutura 
orçamentária brasileira e a evolução da dívida 
pública, julgue o item a seguir. 
 
 
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QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 12 12 
 
Os recursos financeiros de caráter temporário não 
integram a lei orçamentária anual. 
 
67. CEBRASPE (CESPE) - ATT (SEFAZ SE)/SEFAZ 
SE/2022 A respeito das receitas públicas, julgue o 
item a seguir. 
 
A compensação financeira a ser paga a 
determinado Estado em decorrência da utilização 
de rio ali situado, para fins de geração de energia 
elétrica, é exemplo de receita originária 
patrimonial não tributária. 
 
68. CEBRASPE (CESPE) / SECONT ES / 
Administração / 2022 Julgue o próximo item, 
relativos aos tipos de receitas da administração 
pública. 
 
As multas são classificadas como receitas 
extraordinárias. 
 
69. CEBRASPE (CESPE) - ATT (SEFAZ SE)/SEFAZ 
SE/2022 A respeito das receitas públicas, julgue o 
item a seguir. 
 
Os recursos financeiros recebidos por 
determinado município, por meio do Fundo de 
Participação dos Municípios, e destinados a 
atender despesas correntes são classificados 
como receita de capital. 
 
70. CEBRASPE (CESPE)/SEFAZ SE/2022 A respeito 
das receitas públicas, julgue o item a seguir. 
 
O superávit do orçamento corrente é exemplo de 
receita de capital. 
 
DESPESA PÚBLICA: CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES 
 
71. CEBRASPE (CESPE)/TCE RJ/2023 Conforme as 
disposições da CF e da Lei n.º 4.320/1964, bem 
como a jurisprudência do STF, julgue o item a 
seguir, referente às leis orçamentárias. 
 
A revisão geral anual da remuneração dos 
servidores públicos, assim como a concessão de 
aumento ou reajuste, está condicionada, de 
forma cumulativa, à existência de dotação na lei 
orçamentária anual e de previsão na lei de 
diretrizes orçamentárias. 
 
72. (CEBRASPE (CESPE)/CNMP/Apoio Técnico 
Administrativo/Administração/2023) Em relação 
aos planos e programas de governo, julgue o item 
que se segue. 
 
Toda ação orçamentária que integra a LOA se 
desdobra em um plano orçamentário (PO), 
contudo alguns POs não aparecem na referida lei, 
integrando apenas os sistemas corporativos da 
União, tais quais o Sistema Integrado de 
Planejamento e Orçamento (SIOP) e o Sistema 
Integrado de Administração Financeira do 
Governo Federal (SIAFI). 
 
73. (CEBRASPE (CESPE)/CNMP/ Apoio Técnico 
Administrativo/Administração/2023) Em relação 
aos planos e programas de governo, julgue o item 
que se segue. 
 
A territorialização das metas físicas é 
expressa nos localizadores de gasto (subtítulos) 
preliminarmente definidos para a ação. 
 
74. CEBRASPE/Esp GT (TELEBRAS) /Analista 
Superior/Finanças/2022 Considerando os 
princípios orçamentários relativos às receitas e 
despesas públicas, julgue o item a seguir. 
 
As despesas com as emissões de papel moeda não 
fazem parte do escopo da Lei Orçamentária Anual 
(LOA). 
 
75. CEBRASPE/TCE RJ/Técnico/2022 Julgue o 
seguinte item, com relação aos procedimentos 
contábeis e divulgação (evidenciação) das receitas 
públicas e das despesas públicas. 
 
A devolução dos ingressos extraorçamentários 
sujeita-se a autorização legislativa por serem eles 
constituídos de ativos e passivos exigíveis. 
 
76. CEBRASPE - AFRE CE/SEFAZ-CE/2021 A despesa 
pública possui classificações quanto aos aspectos 
qualitativos e quantitativos. Os aspectos 
qualitativos são formados pelas classificações por 
esfera, institucional, funcional e programática. 
 
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QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 13 13 
 
Com relação a esse assunto, julgue o item que se 
segue. 
 
De acordo com a atual estrutura programática, 
baseada no modelo de gerenciamento de 
programas adotado no último PPA, é possível 
definir os programas finalísticos como sendo 
aqueles que estão relacionados a bens e serviços 
ofertados à sociedade. 
 
77. CESPE/Analista Judiciário/Contábeis / TJ PA / 
2020 A tabela a seguir apresenta os eventos 
ocorridos no exercício de 20X8 em determinada 
entidade pública da administração direta. 
 
 
 
O exercício foi aprovado de acordo com as normas 
vigentes e, durante o exercício, as despesas 
orçamentárias realizadas já possuíam alguma 
dotação na LOA. A única fonte utilizada para a 
abertura de créditos adicionais foi o excesso de 
arrecadação. 
 
Assertiva: Depreende-se dos dados apresentados 
que o total da despesa extraorçamentária, em mil 
R$, foi de 6.800. 
 
78. CESPE/Técnico Municipal de Controle 
Interno/CGM JP/ 2018 Denomina-se despesa 
orçamentária a despesa que tenha sido realizada 
com o sacrifício de receitas orçamentárias, ainda 
que não tenha sido objeto de dotação 
orçamentária. 
 
79. CESPE / Auditor Estadual / Controle Externo/ 
TCM BA/2018 Determinado estado da Federação, 
durante o exercício de 2017, registrou os eventos 
apresentados na tabela seguinte. 
 
 
 
 
 
 
Conforme os dados apresentados na tabela, o 
total dos dispêndios extraorçamentários do 
exercício de 2017 foi igual a R$ 970. 
 
 
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QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 14 14 
 
80. CESPE / Analista de Controle Externo / TCE 
PE/2017 Classifica-se como extraorçamentária a 
despesa correspondente à devolução de valores 
de terceiros temporariamente em poder do ente 
público. 
 
81. CESPE / Auditor de Controle Externo / 
Contabilidade / TCE PA/2016 
 
Informação Valor (em R$) total da despesa 
liquidada 30.105 pagamento de operação de 
crédito por antecipação da receita orçamentária 
11.000 recebimento referente à alienação de 
bens imóveis 8.000 ICMS arrecadado 33.800 
cauções recebidas de empresas para participação 
em licitação 2.000 depreciação de bens móveis 
600 pagamento de folha de servidores 3.400 
receita total prevista na LOA 35.500 pagamento 
referente à compra, no exercício, de 
medicamentos para famílias carentes 23.000 
despesa fixada na LOA 35.500 
 
A tabela precedente apresenta eventos ocorridos, 
referentes ao exercício de 2015 em determinado 
estado da Federação. Sabendo que foram 
liquidados 90% da despesa empenhada e 
considerando as normas vigentes relativas aos 
demonstrativos contábeis do setor público, no 
exercício em apreço, houve despesa 
extraorçamentária no estado. 
 
82. CESPE/Analista Judiciário/ Administrativa/ TRT 
8/2016 Todas as despesas, sejam elas 
classificadascomo orçamentárias ou 
extraorçamentárias, demandam autorização 
legislativa para serem realizadas. 
 
83. CESPE/Auditor Federal de Controle 
Externo/TCU/2015 Por não estarem previstas no 
momento de elaboração da proposta 
orçamentária, as despesas provenientes de 
créditos adicionais abertos durante o exercício 
financeiro são consideradas extraorçamentárias. 
 
84. CESPE/Auditor Governamental/CGE PI/2015 
São dispêndios extraorçamentários as saídas de 
numerários para os pagamentos de restos a pagar, 
os resgates de operações de crédito por 
antecipação de receita orçamentária e as 
transferências de dinheiro de empréstimos 
consignados efetuados pelos servidores para os 
bancos credores. 
 
85. CESPE / Analista Técnico-Administrativo / 
MPOG / 2015. Despesa computada 
orçamentariamente pelo regime de competência, 
não paga no exercício e inscrita em restos a pagar, 
constitui receita extraorçamentária e, como tal, 
pode ser utilizada na programação de novas 
despesas orçamentárias. 
 
86. CESPE/Conselheiro Substituto/TCE RN/2015 
São despesas extraorçamentárias os desembolsos 
realizados tanto para pagamento das operações 
de crédito por antecipação de receita quanto para 
satisfação das dívidas inscritas em restos a pagar. 
 
87. CESPE/INPI/2013 A despesa orçamentária 
pode ser definida como aquela que depende de 
autorização legislativa, na forma de consignação 
de dotação orçamentária, para ser efetivada. 
 
88. CESPE/ STM/2011 A despesa necessária ao 
pagamento do principal de uma operação de 
crédito por antecipação da receita orçamentária 
deve ser obrigatoriamente considerada 
extraorçamentária. 
 
89. CESPE/Procurador Federal/AGU/2010 O 
princípio da legalidade em matéria de despesa 
pública significa que se exige a inclusão da 
despesa em lei orçamentária para que ela possa 
ser realizada, com exceção dos casos de 
restituição de valores ou pagamento de 
importância recebida a título de caução, 
depósitos, fiança, consignações, ou seja, advindos 
de receitas extraorçamentárias que, apesar de 
não estarem fixados na lei orçamentária, sejam 
objeto de cumprimento de outras normas 
jurídicas. 
 
90. CEBRASPE (CESPE)/SEPLAN RR/Tecnologia da 
Informação/2023 No que se refere às receitas e 
despesas públicas, julgue o item subsequente. 
 
Despesa orçamentária pública é o conjunto de 
dispêndios realizados com vistas à prestação de 
 
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QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 15 15 
 
serviços públicos à sociedade, e sua realização 
independe de autorização legislativa. 
 
91. (CEBRASPE (CESPE) / SEPLAN RR / 
Planejamento e Orçamento/2023) julgue o item 
seguinte. 
 
Despesa orçamentária pública é aquela que, 
tendo sido prevista na lei orçamentária, refere-se 
a gastos de entes públicos voltados para o 
funcionamento e para a manutenção dos serviços 
públicos prestados à sociedade. 
 
92. (CEBRASPE (CESPE)/AJ 02 (TJ ES) /TJ ES / 
Administrativa / 2023) Julgue o próximo item, 
relativo às receitas e às despesas públicas. 
 
A aquisição de ativo imobilizado para 
incorporação ao patrimônio público do Estado dá 
origem a uma despesa orçamentária classificada 
na categoria econômica intitulada despesa de 
capital. 
 
93. (CEBRASPE / ADP (DPE RO) / Contabilidade/ 
2022) Determinado estado da federação 
autorizou, no mês de janeiro de 2020, a 
contratação de empresa para a construção de 
uma escola, pelo valor estimado de R$2.000.000. 
 
Considerando essa situação hipotética e sabendo 
que a classificação da despesa pública é feita 
segundo a sua natureza, esse gasto público, 
quando liquidado, ser classificado como 
 
a) amortização da dívida. 
b) outras despesas correntes. 
c) pessoal e encargos sociais. 
d) investimentos. 
e) inversões financeiras. 
 
94. (CEBRASPE/TJ (PGDF)/Administrativo/2021) 
Acerca da despesa pública, julgue o item que se 
segue. 
 
A classificação institucional da despesa 
orçamentária corresponde à alocação de créditos 
vinculados a unidades orçamentárias 
representativas de uma estrutura administrativa. 
 
95. (CESPE/Técnico/Administração/MPU/2018) Os 
objetivos da estrutura de programação 
orçamentária incluem atender às necessidades de 
informação das organizações privadas, da 
sociedade em geral e de outros interessados. 
 
DESPESA PÚBLICA: CLASSIFICAÇÕES 
ORÇAMENTÁRIAS, ESTRUTURA PROGRAMÁTICA 
 
 
96. (CEBRASPE (CESPE) / CNMP/Apoio Técnico 
Administrativo / Administração/2023) A 
identificação da finalidade dos gastos e o 
resultado obtido da alocação dos recursos 
permitem maior controle governamental e social 
sobre a implantação das políticas públicas 
adotadas. A respeito do arcabouço procedural 
pertinente a esse assunto, julgue o item a seguir. 
 
Os tipos de ação dividem-se em projeto, atividade 
e operação especial e são determinados pelo 
primeiro dos dígitos utilizados na identificação da 
ação. 
 
97. (CESPE / Auditor Municipal de Controle Interno 
- CGM/JP / 2018) A classificação da receita pública 
por esfera orçamentária deve ser utilizada para 
diferenciar os recursos que serão diretamente 
utilizados pelo ente arrecadador daqueles que 
devem ser transferidos para outros entes da 
Federação. 
 
98. (CESPE / Administrador / MPOG - 2015) O 
campo destinado à esfera orçamentária é 
composto de dois dígitos e deve ser associado à 
ação orçamentária. 
 
99. (CESPE / Analista Judiciário / Contabilidade / 
STJ / 2015) A classificação da despesa pública por 
esfera orçamentária objetiva definir se o gasto 
será executado diretamente pela União ou se será 
transferido para outros entes da Federação. 
 
100. (CESPE / Analista Administrativo / ANTAQ / 
2014) A classificação institucional tem por 
objetivo identificar em que orçamento a despesa 
deverá ser realizada. 
 
 
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CNU - Concurso Nacional Unificado 
 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 16 16 
 
101. (CESPE / Analista Técnico-Administrativo - 
SUFRAMA / 2014) Na base de dados do Sistema 
Integrado de Planejamento e Orçamento, o 
campo de dados destinado à esfera orçamentária 
é composto por dois dígitos e será associado à 
ação orçamentária. 
 
 
102. (CESPE / Analista Administrativo - ICMBio / 
2014) Na LOA, a classificação das despesas 
restringe-se à esfera fiscal e à seguridade social. 
 
103. (CESPE / Técnico Administrativo - ANS / 2013) 
A classificação por esfera aponta em qual 
orçamento será alocada a despesa, ao passo que 
a classificação institucional aponta em que área 
da despesa a ação governamental será realizada. 
 
104. (CESPE / Analista - ANTAQ / 2009) A 
classificação por esfera aponta em qual 
orçamento será alocada a despesa, ao passo que 
a classificação institucional aponta em que área 
da despesa a ação governamental será realizada. 
 
105. (CESPE - Analista Técnico Administrativo - MI - 
2009) Quando se divide a despesa pública nas 
parcelas que serão utilizadas pela União, pelos 
estados, pelo Distrito Federal e pelos municípios, 
realiza-se a classificação da despesa por esfera 
orçamentária. 
 
106. (CEBRASPE(CESPE)/Pref_Maringá/Contabilida
de/2022) A classificação institucional da despesa 
orçamentária no setor público 
 
a) reflete a estrutura de alocação dos créditos 
orçamentários. 
b) segrega as dotações orçamentárias em funções e 
subfunções. 
c) está estruturada em programas orientados para a 
realização dos objetivos estratégicos definidos no 
plano plurianual. 
d) representa o maior nível de agregação das 
diversas áreas de atuação do setor público. 
e) indica se os recursos são aplicados diretamente 
por órgãos ou entidades no âmbito da mesma 
esfera de governo ou por outro ente da Federação 
e suas respectivas entidades. 
 
107. (CEBRASPE - AAAJ (DP DF) / Administração / 
2022) Com relaçãoa aspectos técnicos e legais 
das receitas e despesas públicas, julgue o item a 
seguir. 
 
A classificação institucional da despesa 
orçamentária é utilizada para consignar despesas 
a determinado agrupamento de serviços 
subordinados a um mesmo órgão ou a uma 
mesma repartição. 
 
108. (CEBRASPE - AnDR (CODEVASF) / 
Administração /2021) No que se refere à receita e 
à despesa públicas, julgue o item que se segue. 
 
A estrutura de alocação dos créditos 
orçamentários é identificada pela classificação 
institucional. 
 
109. (CESPE / Analista Judiciário / Administrativa / 
TJ/PA - 2020) A classificação orçamentária que 
permite a comparação de dotações recebidas 
pelos órgãos que integram o orçamento público é 
a classificação institucional. 
 
110. (CESPE / Auditor Fiscal / SEFAZ/DF - 2020) A 
classificação institucional da despesa 
orçamentária deve atribuir a cada órgão público 
com competência para realizar despesas uma 
unidade orçamentária única e exclusiva. 
 
111. (CESPE / Auditor Municipal de Controle Interno 
- CGM/JP / 2018) As unidades orçamentárias 
podem corresponder a vários órgãos da estrutura 
administrativa ou apenas a uma parte de um 
único órgão. 
 
112. (CESPE / Técnico Judiciário / Administrativa / 
STJ / 2018) A principal finalidade da classificação 
orçamentária institucional é evidenciar as 
unidades administrativas responsáveis pela 
execução da despesa. 
 
113. (CESPE - Auditor Estadual / Controle Externo / 
TCM/BA - 2018) No Brasil, as despesas 
orçamentárias são classificadas como 
institucionais, se constituídas por dois níveis, que 
se referem ao órgão e à unidade orçamentária. 
 
 
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 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 17 17 
 
114. (CESPE / Analista Judiciário / Administrativo - 
TRE/BA / 2017) Na figura apresentada, o número 
39 corresponde à Gabarito a uma das perguntas a 
serem consideradas para a programação do 
orçamento de despesas. A pergunta respondida 
por meio desse número é quem é o responsável 
por fazer as ações. 
 
115. (CESPE / Analista de Controle Externo - Contas 
Públicas - TCE/PE - 2017) O objetivo da 
classificação funcional programática é evidenciar 
as unidades administrativas responsáveis pela 
aplicação dos recursos públicos. 
 
116. (CESPE / Analista de Controle Externo - Contas 
Públicas - TCE/PE - 2017) A classificação 
institucional é indispensável para o 
estabelecimento de responsabilidades, bem 
como o controle e a avaliação dela consequente. 
 
117. (CESPE / Auditor - Conselheiro Substituto / 
TCE/PR / 2016) Na estrutura da programação 
orçamentária da despesa, o bloco que identifica a 
unidade orçamentária é a classificação 
institucional. 
 
118. (CESPE / Auditor de Controle Externo / 
Administração - TCE/PA / 2016) A classificação 
funcional da despesa orçamentária tem como 
finalidade principal evidenciar as unidades 
administrativas responsáveis pela sua execução. 
 
119. (CESPE / Analista Judiciário / Judiciária / TRT/8 
/ 2016) A classificação econômica explicita os 
gastos relacionados a cada órgão público e é 
fundamental para o estabelecimento da 
responsabilidade administrativa pela formulação, 
pela execução e pelo controle dos orçamentos. 
 
120. (CESPE / Especialista em Gestão de 
Telecomunicações - Contador / TELEBRAS / 2015) 
A classificação institucional da despesa permite a 
identificação da unidade administrativa 
responsável pelas dotações autorizadas pelo 
Legislativo. 
 
 
 
 
ESTÁGIO DA RECEITA PÚBLICA 
 
121. (CESPE – Analista Judiciário – Contabilidade - 
TRT/7 – 2017) A etapa da receita orçamentária 
que compreende a transferência dos valores 
arrecadados para a conta específica do Tesouro é 
denominada recolhimento. 
 
122. (CEBRASPE (CESPE)/SEPLAN RR/Tecnologia da 
Informação/2023) No que se refere às receitas e 
despesas públicas, julgue o item subsequente. 
 
A previsão da receita pública é um dos estágios da 
etapa de execução da receita orçamentária. 
 
123. (CEBRASPE - AFCE (TCE-SC) / Administração 
/2022) No que tange à receita pública, julgue o 
item subsequente. 
 
O recolhimento consiste na transferência dos 
valores arrecadados ao Tesouro do ente 
federativo responsável, de modo que seja 
observado o princípio da unidade de caixa. 
 
124. (CEBRASPE - AAAJ (DP DF) / Administração 
/2022) Com relação a aspectos técnicos e legais 
das receitas e despesas públicas, julgue o item a 
seguir. 
 
O lançamento da receita é feito por meio do 
planejamento e da estimação dos valores que 
constarão da proposta orçamentária. 
 
125. (CEBRASPE - AAAJ (DP DF) / Contabilidade 
/2022) Com relação às etapas e aos estágios das 
receitas e despesas públicas, julgue o próximo 
item. 
 
Na etapa de arrecadação da receita orçamentária, 
são verificadas a procedência do crédito fiscal e a 
pessoa que é devedora dele. 
 
126. (CEBRASPE - Esp GT (TELEBRAS) / Analista 
Superior / Finanças /2022) Considerando os 
lançamentos na Conta Única do Tesouro Nacional, 
julgue o item subsequente. 
 
As receitas orçamentárias das estatais 
dependentes, sem exceção, devem passar por 
 
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QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 18 18 
 
quatro etapas: previsão, lançamento, 
arrecadação e recolhimento. 
 
127. (CEBRASPE - Esp GT (TELEBRAS) / Contador 
/2022) Acerca da execução orçamentária e 
financeira da receita pública e da despesa pública 
em conformidade com o disposto na Lei n.º 
4.320/1964, julgue o próximo item. 
 
Quaisquer rendas com vencimento determinado 
em lei, regulamento ou contrato devem ser 
objeto de lançamento da receita orçamentária. 
 
128. (CEBRASPE - Esp GT (TELEBRAS) / Contador 
/2022) Julgue o item a seguir acerca dos estágios 
e da execução de despesa e receita públicas. 
 
Na etapa da previsão da receita pública, são 
verificadas a procedência do crédito fiscal e a 
pessoa que lhe é devedora. 
 
129. (CEBRASPE - Esp GT (TELEBRAS) / Contador / 
2022) Julgue o item a seguir acerca dos estágios e 
da execução de despesa e receita públicas. 
 
Na etapa do recolhimento da receita pública, 
deve ser observado o princípio de unidade de 
tesouraria. 
 
130. (CEBRASPE - Tec (PGE RJ)/Processual/2022) Em 
relação a receitas e despesas públicas, julgue o 
item subsequente. 
 
Na fase de recolhimento, o contribuinte entrega 
ao poder público a receita que a este é devida. 
 
131. (CEBRASPE - TCE RJ/Técnico/2022) No mês de 
setembro de 2021, o governo do estado do Rio de 
Janeiro encaminhou à Assembleia Legislativa o 
projeto da lei orçamentária para o ano de 2022, 
com previsão de equilíbrio nas contas do estado. 
A receita total estimada para 2022 é de R$ 76,4 
bilhões, o que representa R$ 16,5 bilhões a mais 
do que a prevista na lei orçamentária relativa ao 
ano de 2021 — que foi calculada em R$ 69,2 
bilhões. A receita tributária para 2022 foi prevista 
conforme a seguinte tabela, em que os valores 
registrados estão em reais. 
 
 
Considerando essas informações, julgue o item a 
seguir. 
 
No momento da elaboração do projeto de lei 
orçamentária do ano de 2022, a receita de 
impostos do estado do Rio de Janeiro se 
encontrava no estágio de lançamento. 
 
132. (CEBRASPE - TCE RJ/Técnico/2022) Acerca das 
etapas e estágios das receitas e despesas 
públicas, julgue o item subsecutivo. 
 
A etapa do lançamento da receita pública 
antecede à fixação do montante de despesas que 
irá constar nas leis de orçamento. 
 
133. (CEBRASPE - TCE RJ/Técnico/2022) Acerca das 
etapas e estágios das receitas e despesas 
públicas, julgue o item subsecutivo. 
 
A transferência dos valores arrecadados à conta 
específica do tesouro é feita pelos agentes 
arrecadadores na etapa da arrecadação da receita 
orçamentária.134. (CEBRASPE - ACP (MPTCE-SC) / Adminis-
tração, Contabilidade, Economiaou Engenharia / 
2022) Julgue o item que se segue, em relação às 
etapas e aos estágios das receitas e despesas 
públicas. 
 
O registro contábil do crédito tributário em favor 
da fazenda pública deve ser efetuado no 
momento da entrega dos recursos devidos ao 
Tesouro Nacional pelos contribuintes ou 
devedores. 
 
135. (CEBRASPE - AnDR (CODEVASF) / Economia / 
2021) No mês de janeiro de 20X1, o município de 
 
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 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 19 19 
 
Petrolina efetuou a emissão dos boletos de 
pagamento do IPTU municipal com vencimento 
para março, abril e maio de 20X1. 
 
Com base nessa situação hipotética, julgue o item 
subsequente. 
 
Em janeiro de 20X1, a receita do IPTU de Petrolina 
se encontra na fase de previsão. 
 
136. (CEBRASPE - TJ (PGDF)/Administrativo/2021) A 
respeito da receita pública, julgue o item a seguir. 
 
A doação em espécie recebida por um ente 
público passa pelas seguintes etapas da receita: 
lançamento, arrecadação e recolhimento. 
 
137. (CESPE – Analista de Controle Externo – TCE/RJ 
- 2021) As previsões de receita devem ser 
acompanhadas de demonstrativo de sua 
evolução nos últimos três anos, da projeção para 
os dois anos seguintes àquele a que se referirem 
e da metodologia de cálculo e premissas 
utilizadas. 
 
138. (CESPE – Analista de Gestão – Administração – 
SLU/DF – 2019) Embora todas as receitas públicas 
passem obrigatoriamente pelo estágio de 
arrecadação, nem todas elas passam pelo estágio 
de lançamento. 
 
139. (CESPE – Analista Judiciário – TJ/AM – 2019) O 
lançamento da receita ocorre especificamente 
quando determinado crédito tributário vencido é 
inscrito na dívida ativa do poder público. 
 
140. (CESPE - Analista Judiciário – Área 
Administrativa – STJ – 2018) A proposta de 
aplicação de penalidades nos casos de atraso de 
pagamento de determinada receita pública 
constitui procedimento estranho aos estágios de 
execução dessa receita. 
 
141. (CESPE - Analista Judiciário – Área 
Administrativa – STM – 2018) É vedado ao Poder 
Executivo, para efeito de projeção das receitas 
orçamentárias, aplicar índices de reajustes de 
preços sobre as séries históricas de arrecadação. 
 
142. (CESPE – Técnico Municipal de Controle 
Interno - CGM/JP – 2018) Arrecadação de receita 
pública é o ato de transferir aos cofres públicos os 
valores monetários entregues pelos 
contribuintes. 
 
143. (CESPE – Auditor Municipal de Controle 
Interno - CGM/JP – 2018) A etapa de arrecadação 
da receita consiste na transferência dos valores 
arrecadados à conta específica do Tesouro, 
observando-se o princípio da unidade de 
tesouraria ou de caixa. 
 
144. (CESPE – Auditor de Contas Públicas - TCE/PB – 
2018) O lançamento em que a legislação atribui 
ao sujeito passivo da obrigação tributária o dever 
de antecipar o pagamento do tributo sem que 
haja prévio exame da autoridade administrativa 
denomina-se lançamento por homologação. 
 
145. (CESPE – Analista Administrativo – 
Administração - EBSERH – 2018) A execução 
financeira constitui um dos estágios da receita 
pública. 
 
 
ESTÁGIOS DA DESPESA PÚBLICA E ENFOQUE 
ORÇAMENTÁRIO E PATRIMONIAL 
 
146. (CEBRASPE (CESPE)/SEPLAN RR/Tecnologia da 
Informação/2023) No que se refere às receitas e 
despesas públicas, julgue o item subsequente. 
 
A nota de empenho é documento indispensável à 
formalização do empenho, que é o primeiro 
estágio da despesa orçamentária. 
 
147. (CEBRASPE (CESPE) / TJ ES / Administrativa / 
2023) Julgue o próximo item, relativo às receitas 
e às despesas públicas. 
 
O empenho consiste no estágio de execução da 
despesa em que o direito do credor perante o 
Estado será averiguado por meio do exame de 
títulos e de documentos comprobatórios do 
respectivo crédito. 
 
148. (CEBRASPE (CESPE) - APO (SEPLAN RR) / 
SEPLAN RR / Planejamento e Orçamento / 2023) 
 
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 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 20 20 
 
Acerca da despesa pública, julgue o item 
seguinte. 
 
A liquidação da despesa pública consiste na 
satisfação do direito do credor. 
 
149. (CEBRASPE - AnDR (CODEVASF) / Contabilidade 
/ 2021) Considerando que a CODEVASF necessite 
realizar a revitalização das margens do rio São 
Francisco no trecho localizado em Itacoatiara — 
BA, obra orçada em R$729.250,59, julgue o item 
a seguir. 
 
Tendo decidido a empresa ou o órgão a ser 
contratado para realizar a revitalização, a 
CODEVASF deverá efetuar o empenho da 
despesa, que é o primeiro estágio da execução da 
despesa pública. 
 
150. (CEBRASPE - ACE TCE RJ/Controle Externo / 
Ciências Contábeis /2021) Acerca da despesa 
pública, julgue o item subsequente. 
 
A ordem de pagamento da despesa orçamentária 
somente pode ser exarada em documentos 
processados pelos serviços de contabilidade. 
 
151. (CEBRASPE - ACE TCE RJ/Controle 
Externo/Ciências Contábeis/2021) Com 
referência aos procedimentos estabelecidos pelo 
Manual de Contabilidade do Setor Público, bem 
como aos papéis da Secretaria do Tesouro 
Nacional no âmbito do Sistema de Contabilidade 
Federal, julgue o item subsequente. 
 
As obrigações de valor determinado decorrentes 
de contratos com previsão de pagamentos 
parcelados podem ser pagas por meio de 
empenho global. 
 
152. (CEBRASPE - AFRE CE/SEFAZ-CE/2021) 
Considerando as teorias, técnicas orçamentárias 
e fases relacionadas à despesa pública, julgue o 
item subsequente. 
 
Uma despesa obrigatória, já empenhada, não 
pode mais ser cancelada. 
 
153. (CESPE – Auditor de Finanças e Controle – 
SEFAZ/AL - 2020) Na fase da despesa em 
liquidação, as despesas que já possuem reserva 
de dotação orçamentária são separadas daquelas 
que ainda precisam de autorização legislativa. 
 
154. (CESPE – Procurador – Pref. de Campo 
Grande/MS – 2019) A realização de despesa é 
composta por quatro fases: licitação, empenho, 
liquidação e pagamento. 
 
155. (CESPE – Procurador – Pref. de Campo 
Grande/MS – 2019) Empenho é o ato pelo qual se 
reserva, na globalidade do orçamento, 
importância necessária ao pagamento de 
determinada despesa, sendo vedada a realização 
de despesa sem o respectivo empenho. 
 
Para toda despesa a ser realizada, é obrigatória a 
expedição de uma nota de empenho. 
 
156. (CESPE – Analista Judiciário – TJ/AM – 2019) 
Despesas contratuais de longo prazo e outras 
sujeitas a parcelamento devem ser realizadas 
mediante a emissão de empenho por estimativa. 
 
157. (CESPE – Oficial Técnico de Inteligência - ABIN – 
2018) O empenho global é aplicável às despesas 
que tenham valor definido previamente e que 
devam ser pagas em uma única prestação. 
 
158. (CESPE – Auditor Municipal de Controle 
Interno - CGM/JP – 2018) O empenho do tipo 
global é utilizado para despesas contratuais ou 
outras de valor determinado, sujeitas a 
parcelamento. 
 
159. (CESPE – Auditor Municipal de Controle 
Interno - CGM/JP – 2018) A liquidação consiste na 
verificação do direito adquirido pelo credor, 
tendo por base os títulos e documentos 
comprobatórios do respectivo crédito, e tem por 
objetivo apurar a origem e o objeto do que se 
deve pagar, a importância exata a pagar e a quem 
se deve pagar a importância para extinguir a 
obrigação. 
 
160. (CESPE – Técnico Municipal de Controle 
Interno - CGM/JP – 2018) O pagamento é o último 
 
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QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 21 21 
 
estágio da despesa pública e só será realizado 
após a regular liquidação da despesa. 
 
161.(CESPE – Auditor de Contas Públicas - TCE/PB – 
2018) O empenho é o ato da autoridade 
competente que estabelece o cronograma de 
pagamento segundo a estimativa da despesa 
prevista na lei orçamentária. 
 
162. (CESPE – Auditor de Contas Públicas - TCE/PB – 
2018) A liquidação da despesa pública é o 
pagamento mediante a apresentação de nota que 
certifica a prestação do serviço ou a entrega do 
produto. 
 
163. (CESPE – Auditor de Contas Públicas - TCE/PB – 
2018) Os empenhos aplicáveis às despesas 
relacionadas ao consumo de energia elétrica e os 
aplicáveis aos compromissos decorrentes de 
aluguéis classificam-se, respectivamente, em 
estimativos e globais. 
 
164. (CESPE – Analista – IPHAN - 2018) O empenho 
é obrigatório para a realização da despesa 
pública, embora a emissão da nota de empenho 
seja dispensável em situações específicas. 
 
165. (CESPE – Oficial Técnico de Inteligência - ABIN – 
2018) Determinado ente público firmou contrato 
de prestação de serviços com uma entidade 
privada, com prazo superior a um exercício 
financeiro. Com referência a essa situação, o 
gestor público deverá empenhar o valor total do 
contrato no exercício financeiro em que o 
compromisso foi firmado pelas partes. 
 
166. (CESPE – Técnico – Administrativa – MPE/PI – 
2018) O adiantamento da despesa constitui um 
dos estágios da despesa pública. 
 
167. (CESPE – Técnico – Administrativa – MPE/PI – 
2018) Despesas relativas a contratos, convênios, 
acordos ou ajustes de vigência superior a um 
exercício terão de ser empenhadas por inteiro no 
exercício em que começar a sua execução. 
 
168. (CESPE – Analista Judiciário – Contabilidade – 
STM – 2018) O empenho para pagamento de 
contas cujo valor mensal seja desconhecido, 
como a conta de energia elétrica, deverá ser feito 
por meio de empenho denominado global, que 
abarque montante suficiente para todos os meses 
do ano. 
 
169. (CESPE – Assistente em Administração – FUB – 
2018) O decano de administração de uma 
universidade federal decidiu pela necessidade da 
contratação de serviço continuado de brigadista 
para melhorar a segurança patrimonial e dos 
usuários do campus universitário. Nessa situação 
hipotética, se, depois de decorrido o primeiro 
mês de execução contratual, a empresa 
contratada apresentar nota fiscal de fatura 
cobrando pelo pagamento dos serviços 
prestados, então o pagamento dessa fatura 
constituirá o segundo estágio da execução 
orçamentária. 
 
170. (CESPE – Analista Judiciário – Contabilidade – 
STM – 2018) Ao identificar uma despesa 
empenhada, o gestor deverá encaminhar para 
pagamento ao fornecedor ou inscrever a 
obrigação em restos a pagar, caso o exercício 
financeiro se encerre. 
 
INTRODUÇÃO À LRF PLANEJAMENTO 
 
 
171. CEBRASPE (CESPE)/CG DF/FINANÇAS E 
CONTROLE/2023 O modelo orçamentário 
brasileiro é composto basicamente de três 
instrumentos: plano plurianual (PPA), lei de 
diretrizes orçamentárias (LDO) e lei orçamentária 
anual (LOA). A respeito desses instrumentos, 
julgue os itens seguintes. 
 
I A LDO disporá sobre normas relativas ao controle 
legislativo e à avaliação da eficiência e da 
moralidade dos projetos de lei encaminhados ao 
Poder Executivo pelo Congresso Nacional. 
II O projeto de LOA, elaborado de forma compatível 
com o PPA, com a LDO e com as normas da Lei 
complementar n.º 101/2000, conterá, em anexo, 
demonstrativo da compatibilidade da 
programação dos orçamentos com os objetivos e 
metas. 
III O PPA é um plano de longo prazo, por meio do 
qual se procura ordenar as ações do governo 
 
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 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 22 22 
 
que levem ao atingimento dos objetivos e metas 
fixados para um período de quatro anos. 
 
Assinale a opção correta. 
 
a) Apenas o item I está certo. 
b) Apenas o item II está certo. 
c) Apenas o item III está certo. 
d) Todos os itens estão certos. 
 
172. (CEBRASPE (CESPE)/PREF SP/2023) De acordo 
com a lei de responsabilidade fiscal, o projeto de 
lei orçamentária anual deverá 
 
a) dispor sobre o equilíbrio entre receitas e 
despesas. 
b) ser acompanhado de medidas de compensação a 
renúncias de receita e ao aumento de despesas 
obrigatórias de caráter continuado. 
c) consignar dotação para investimento com 
duração superior a um exercício financeiro, 
mesmo que tal verba não esteja prevista no plano 
plurianual. 
d) conter reserva de contingência, cuja forma de 
utilização e montante, definido com base nas 
metas de resultado primário, serão estabelecidos 
na lei de diretrizes orçamentárias. 
e) conter o anexo de riscos fiscais, no qual serão 
avaliados os passivos contingentes e outros riscos 
capazes de afetar as contas públicas, com 
informações das providências a serem tomadas 
caso eles se concretizem. 
 
173. (CEBRASPE (CESPE) / TJ ES / APOIO ESPE-
CIALIZADO / CONTABILIDADE / 2023) 
elativamente às classificações orçamentárias e às 
diretrizes para elaboração da proposta 
orçamentária, julgue o item a seguir. 
 
No plano plurianual são fixados os critérios para a 
limitação de empenho e movimentação 
financeira. 
 
174. (CEBRASPE (CESPE) / SEPLAN RR / PLANE-
JAMENTO E ORÇAMENTO / 2023) Com relação ao 
orçamento público no Brasil, julgue o item 
seguinte. 
 
A avaliação de ativos contingentes é parte 
integrante do Anexo de Riscos Fiscais da lei de 
diretrizes orçamentária 
 
175. (CEBRASPE (CESPE) / SEPLAN RR / PLANE-
JAMENTO E ORÇAMENTO / 2023) Com relação ao 
orçamento público no Brasil, julgue o item 
seguinte. 
 
A compatibilidade entre a programação 
orçamentária e os objetivos e as metas 
apresentados no Anexo de Metas Fiscais deve ser 
demonstrada em anexo da lei orçamentária anual. 
 
176. (CEBRASPE (CESPE)/TCE SC/2022) Com base no 
disposto na Lei Complementar n.º 101/2000 (Lei 
de Responsabilidade Fiscal), julgue o item 
subsequente. 
 
Ao constatar, ao final de um bimestre, que a 
realização da receita poderá não comportar o 
cumprimento das metas de resultado primário ou 
nominal estabelecidas no anexo de metas fiscais, 
o ente público promoverá, por ato próprio e nos 
montantes necessários, nos trinta dias 
subsequentes, limitação de empenho e 
movimentação financeira, inclusive das despesas 
que constituam obrigações constitucionais do 
ente. 
 
177. (CEBRASPE - TCE RJ/TÉCNICO/2022) Quanto aos 
documentos e dispositivos legais que integram o 
orçamento público, julgue o item a seguir. 
 
A lei de diretrizes orçamentárias foi instituída pela 
Constituição Federal de 1988, mas sua amplitude 
foi reduzida a partir da entrada em vigor da Lei de 
Responsabilidade Fiscal. 
 
178. (CEBRASPE (CESPE)/TCE RJ/Técnico/2022) Com 
relação ao planejamento orçamentário segundo o 
modelo orçamentário brasileiro, julgue o próximo 
item. 
 
A lei orçamentária anual deve consignar 
demonstrativo da estimativa e compensação da 
renúncia de receita e da margem de expansão das 
despesas obrigatórias de caráter continuado. 
 
 
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 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 23 23 
 
179. (CEBRASPE (CESPE) /TCE RJ/TÉCNICO/2022) Com 
relação ao planejamento orçamentário segundo o 
modelo orçamentário brasileiro, julgue o próximo 
item. 
 
A lei de diretrizes orçamentárias deve conter a 
avaliação da situação financeira e atuarial dos 
regimes geral de previdência social e próprio dos 
servidores públicos. 
 
180. (CEBRASPE (CESPE)/TCE RJ/TÉCNICO/2022) 
Julgue o item a seguir, com base em dispositivos 
da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). 
 
Caso a realização da receita ameace o 
cumprimento da meta de resultado primário ou 
nominal divulgada, poderão ser limitados o 
empenho e a movimentação financeira do ente 
público, nos termosda lei de diretrizes 
orçamentárias. 
 
181. (CEBRASPE (CESPE) / TCE SC / ADMINIS-
TRAÇÃO/2022) Em relação ao orçamento público 
no Brasil, julgue o item que se segue. 
 
A LDO, de acordo com a LRF, deverá dispor tanto 
sobre critérios e forma de limitação de empenho 
quanto sobre normas relativas ao controle de 
custos e à avaliação dos resultados dos programas 
financiados com recursos dos orçamentos. 
 
182. (CEBRASPE (CESPE) /TCE SC/DIREITO/2022) 
Julgue o item seguinte, sobre receita e despesa 
públicas e sua execução orçamentária e 
financeira. 
 
Os recursos legalmente vinculados a finalidade 
específica são utilizados exclusivamente para 
atender ao objeto de sua vinculação no exercício 
de ingresso e no seguinte, podendo ser 
considerados desvinculados no segundo exercício 
subsequente ao de sua arrecadação. 
 
183. (CEBRASPE (CESPE)/SEFAZ SE/2022) Quanto à lei 
orçamentária anual (LOA), ao plano plurianual 
(PPA) e à lei de diretrizes orçamentárias (LDO), 
julgue o próximo item. 
 
O PPA deve conter o anexo de metas fiscais. 
184. (CEBRASPE (CESPE) /SEE PE/CIÊNCIAS 
CONTÁBEIS/2022) À luz da Lei Complementar n.º 
101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal) e suas 
alterações, julgue o item a seguir, acerca da dívida 
pública. 
 
No projeto de lei orçamentária anual, devem 
constar todas as despesas relativas à dívida 
pública, mobiliária ou contratual, assim como as 
receitas que as atenderão. Além disso, o 
refinanciamento da dívida pública constará de 
forma separada na lei orçamentária e nas de 
crédito adicional. 
 
185. (CEBRASPE (CESPE) /TCE RJ/TÉCNICO/2022) 
Quanto aos documentos e dispositivos legais que 
integram o orçamento público, julgue o item a 
seguir. 
 
A evolução do patrimônio líquido dos últimos três 
exercícios deve ser apresentada no anexo de 
metas fiscais da lei de diretrizes orçamentárias. 
 
186. (CEBRASPE (CESPE)/SEFAZ SE/2022) Com relação 
à dívida pública e ao endividamento público, ao 
financiamento do gasto público, às disposições da 
Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e à 
transferência de recursos, julgue o item seguinte. 
 
A receita corrente líquida corresponde ao 
somatório bruto das receitas tributárias, de 
contribuições, patrimoniais, industriais, 
agropecuárias, de serviços, transferências 
correntes e outras receitas também correntes, 
deduzidos, conforme determinações legais ou 
constitucionais, os valores transferidos aos entes 
federados. 
 
187. (CEBRASPE (CESPE) /TCE SC/DIREITO/2022) Tendo 
como referência as disposições da Lei de 
Responsabilidade Fiscal, julgue o item a seguir. 
 
As empresas estatais dependentes consistem em 
sociedades cuja maioria do capital social com 
direito a voto pertence, direta ou indiretamente, 
a ente da Federação. 
 
188. (CEBRASPE (CESPE) /SEFAZ SE/2022) Acerca dos 
objetivos da administração financeira e 
 
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 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 24 24 
 
orçamentária no setor público e das normas que 
a regem, julgue o item a seguir. 
 
A prevenção de riscos fiscais que afetem o 
equilíbrio das contas públicas é um dos objetivos 
da administração financeira e orçamentária no 
setor público. 
 
189. (CEBRASPE (CESPE)/TCE RJ/TÉCNICO/2022) 
Julgue o item a seguir, com base em dispositivos 
da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). 
 
O foco da LRF é o combate à má gestão dos 
recursos públicos e à corrupção. 
 
190. (CEBRASPE (CESPE)/SECONT ES/CIÊNCIAS 
CONTÁBEIS/2022) A respeito dos manuais de 
elaboração dos anexos de metas fiscais e riscos 
fiscais, julgue o item subsequente. 
 
As metas anuais estabelecidas no Anexo de Metas 
Fiscais, nos termos previstos na Lei de 
Responsabilidade Fiscal, devem ser fixadas em 
valores correntes e constantes e abranger três 
exercícios fiscais. 
 
191. (CEBRASPE (CESPE)/SEFAZ SE/2022) Quanto à lei 
orçamentária anual (LOA), ao plano plurianual 
(PPA) e à lei de diretrizes orçamentárias (LDO), 
julgue o próximo item. 
 
A LDO conterá a avaliação da situação financeira e 
atuarial do regime geral de previdência social e do 
regime próprio dos servidores públicos. 
 
192. (CEBRASPE (CESPE) /PREF MARINGÁ / DIREITO 
/2022) De acordo com a Lei de Responsabilidade 
Fiscal, os poderes e o Ministério Público 
promoverão, por ato próprio e nos montantes 
necessários, limitação de empenho e 
movimentação financeira se for verificado, ao 
final 
 
a) de um bimestre, que a realização da receita 
poderá não comportar o cumprimento das metas 
de resultado primário ou nominal estabelecidas 
na lei orçamentária anual. 
b) de cada mês, que a realização da receita poderá 
não comportar o cumprimento das metas de 
resultado primário ou nominal estabelecidas na 
lei de diretrizes orçamentárias. 
c) de um bimestre, que a realização da receita poderá 
não comportar o cumprimento das metas de 
resultado primário ou nominal estabelecidas no 
anexo de metas fiscais. 
d) de um bimestre, que a fixação de despesas poderá 
não comportar o cumprimento das metas do 
montante da dívida pública estabelecidas no 
anexo de metas fiscais. 
e) de cada mês, que a realização da receita poderá 
não comportar o cumprimento das metas de 
resultado primário ou nominal estabelecidas na 
lei orçamentária anual. 
 
193. (CEBRASPE (CESPE)/TCE SC/2022) Considerando 
os consórcios públicos, as normas relativas às 
transferências de recursos da União mediante 
convênios e contratos de repasse, o sistema de 
controle interno, a Lei de Responsabilidade Fiscal, 
os direitos políticos e o direito à saúde, julgue o 
item a seguir. 
 
No anexo de metas fiscais, que deve integrar o 
projeto de lei de diretrizes orçamentárias, serão 
estabelecidas metas apenas para o exercício 
seguinte. 
194. (CEBRASPE - AFRE CE/SEFAZ-CE/2021) O modelo 
de planejamento e orçamento brasileiro é 
definido na Constituição Federal de 1988 e 
composto de três instrumentos: o plano 
plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias 
(LDO)e a Lei Orçamentária Anual (LOA). 
 
A esse respeito, julgue o item que se segue. Os 
valores que possam vir a desequilibrar as contas 
públicas, a exemplo dos passivos contingentes, 
assim como as ações e programas necessários 
para saná-los, devem constar no PPA. 
 
195. (CESPE / ANALISTA DE CONTROLE EXTERNO / TCE 
/ RJ - 2021) A responsabilidade na gestão fiscal 
pressupõe a ação planejada e transparente, em 
que se previnem riscos e se corrigem desvios 
capazes de afetar o equilíbrio das contas públicas. 
 
 
 
 
 
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 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 25 25 
 
LRF PARTE II: 
DESPESA OBRIGATÓRIA DE CARÁTER CONTINUADO E 
COM PESSOAL 
 
196. (CEBRASPE / CESPE) / TJ-ES / JUDICIÁRIA / 
CONTADOR / 2023) Com base na Lei de 
Responsabilidade Fiscal e no disposto na 
Constituição Federal de 1988 acerca do 
orçamento, julgue o item subsequente. Para o 
TJ/ES criar uma ação que resulte em aumento de 
despesa, são indispensáveis a prévia estimativa do 
seu impacto orçamentário-financeiro e a 
declaração do ordenador da despesa de que esse 
aumento é compatível com a lei orçamentária, a 
lei de diretrizes orçamentárias e o plano 
plurianual. 
 
197. (CEBRASPE / CESPE) / TJ-ES / ADMINISTRATIVA / 
2023) Com relação à Lei de Responsabilidade 
Fiscal (LRF), julgue o item que se segue. É vedado 
o aumento de despesas obrigatórias de caráter 
continuado que possa afetar as metas de 
resultado fiscais previstas na lei de diretrizes 
orçamentárias, devendo os efeitos financeiros 
desse aumento, nos períodos seguintes, ser 
objeto de compensação por meio de aumento 
permanente de receitas ou de redução 
permanente de despesas. 
 
198. (CEBRASPE / CESPE / TJ-ES / JUDICIÁRIA / 
CONTADOR / 2023) Com base na Lei deResponsabilidade Fiscal e no disposto na 
Constituição Federal de 1988 acerca do 
orçamento, julgue o item subsequente. 
 
Caso o TJ/ES extrapole o seu limite prudencial da 
despesa com pessoal, ele não poderá, enquanto 
perdurar o excesso, prover cargos vagos com os 
candidatos aprovados em concurso público, 
porém poderá aplicar a revisão geral anual da 
remuneração dos seus então servidores. 
 
199. (CEBRASPE / CESPE) / POLC-AL / DIREITO / 2023) 
Com referência ao direito financeiro e às 
definições legais aplicáveis, julgue o item 
seguinte. 
 
É considerada como despesa de pessoal aquela 
decorrente da terceirização extraordinária de 
serviços de perícias criminais em razão do 
aumento esporádico da demanda. 
 
200. (CEBRASPE (CESPE/TCE-RJ/2023) O Poder 
Executivo de determinado estado da Federação 
ultrapassou o limite de despesas com pessoal 
previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e, 
uma vez não promovida a redução das despesas 
no prazo previsto nessa lei, formalizou ingresso no 
regime de recuperação fiscal. Considerando a 
situação hipotética apresentada, a LRF, a Lei 
Complementar n.º 159/2017, que dispõe sobre o 
regime de recuperação fiscal, e a jurisprudência 
do Supremo Tribunal Federal (STF), julgue o item 
a seguir. Nos estados, a despesa total com 
pessoal, em cada período de apuração, não pode 
ultrapassar 60% da receita corrente líquida. 
 
201. (CEBRASPE (CESPE) /TCE RJ/2023) O Poder 
Executivo de determinado estado da Federação 
ultrapassou o limite de despesas com pessoal 
previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e, 
uma vez não promovida a redução das despesas 
no prazo previsto nessa lei, formalizou ingresso no 
regime de recuperação fiscal. Considerando a 
situação hipotética apresentada, a LRF, a Lei 
Complementar n.º 159/2017, que dispõe sobre o 
regime de recuperação fiscal, e a jurisprudência 
do Supremo Tribunal Federal (STF), julgue o item 
a seguir. Uma vez ultrapassado o limite 
prudencial, é vedado ao Poder Executivo do 
estado conceder aumento ou reajuste de 
remuneração a seus servidores e empregados, 
ainda que haja determinação contratual nesse 
sentido. 
 
202. (CEBRASPE (CESPE) / TCE RJ / 2023) O Poder 
Executivo de determinado estado da Federação 
ultrapassou o limite de despesas com pessoal 
previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e, 
uma vez não promovida a redução das despesas 
no prazo previsto nessa lei, formalizou ingresso no 
regime de recuperação fiscal. Considerando a 
situação hipotética apresentada, a LRF, a Lei 
Complementar n.º 159/2017, que dispõe sobre o 
regime de recuperação fiscal, e a jurisprudência 
do Supremo Tribunal Federal (STF), julgue o item 
a seguir. Com vistas à readequação da despesa 
total com pessoal, é permitido ao chefe do Poder 
 
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 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 26 26 
 
Executivo do estado promover a redução 
temporária da jornada de trabalho dos servidores, 
com readequação dos vencimentos. 
 
203. (CEBRASPE (CESPE)/SEFAZ SE/2022) Em relação 
aos limites de gastos com pessoal na 
administração pública, julgue o item subsecutivo. 
Os tribunais de contas no Brasil possuem 
participação relevante no alerta dos entes e 
poderes que alcancem 90% do limite de gasto 
com pessoal. 
 
204. (CEBRASPE (CESPE) /TCM PA/2022) De acordo 
com a Lei de Responsabilidade Fiscal, no último 
ano do mandato do prefeito, é nulo de pleno 
direito o ato que 
 
a) contrair obrigação que resulte em nova despesa 
corrente. 
b) resulte em aumento de despesa com pessoal. 
c) resulte em aumento de despesa com pessoal nos 
cento e oitenta dias anteriores ao final do 
mandato. 
d) resulte em aumento de despesa com pessoal nos 
últimos dois quadrimestres. 
e) resulte em aumento de despesa com pessoal no 
último quadrimestre. 
 
205. (CEBRASPE (CESPE)/PG DF/2022)À luz da CF e da 
jurisprudência do STF, julgue o próximo item, a 
respeito da Lei Complementar n.º 101/2000 Lei 
de Responsabilidade Fiscal (LRF). Conforme a 
jurisprudência do STF, eventual descumprimento 
do limite de gastos com pessoal, por parte do 
Poder Legislativo de determinado estado 
federado, não é impeditivo à contratação de 
operações de crédito por parte do Poder 
Executivo do referido ente federado. 
 
206. (CEBRASPE / CESPE) / TCE-SC / 2022) Com base no 
disposto na Lei Complementar n.º 101/2000 (Lei 
de Responsabilidade Fiscal), julgue o item 
subsequente. Considere-se que ato 
administrativo de um prefeito resulte em 
aumento da despesa com pessoal do município 
com a previsão de parcelas a serem 
implementadas em períodos posteriores ao final 
do seu mandato. Nessa situação, o referido ato 
será nulo de pleno direito. 
207. (CEBRASPE (CESPE)/PGE PA/2022) Em relação a 
ajustes na remuneração dos servidores públicos, 
o Supremo Tribunal Federal firmou o 
entendimento de que 
 
a) a revisão geral anual da remuneração dos 
servidores públicos depende, cumulativamente, 
de dotação na lei orçamentária anual e de 
previsão na lei de diretrizes orçamentárias. 
b) o reajuste dos salários dos servidores públicos 
depende de previsão expressa na lei orçamentária 
anual, competindo à lei de diretrizes 
orçamentárias indicar se haverá ou não reajuste. 
c) a revisão geral anual da remuneração dos 
servidores públicos depende de previsão na lei 
orçamentária anual, sendo dispensável a dotação 
na lei de diretrizes orçamentárias. 
d) a revisão geral anual da remuneração dos 
servidores públicos depende, alternativamente, 
de dotação na lei orçamentária anual ou de 
previsão na lei de diretrizes orçamentárias. 
e) o reajuste dos salários dos servidores públicos 
depende de previsão expressa na lei de diretrizes 
orçamentárias, que quantificará os valores em 
reais, cabendo à lei orçamentária anual 
transformá-los em percentual. 
 
208. (CEBRASPE (CESPE)/PGE RO/2022) Segundo a Lei 
de Responsabilidade Fiscal, a geração de despesa 
ou a assunção de obrigação que não atendam aos 
requisitos estabelecidos nessa lei para o aumento 
de despesa decorrente de criação, expansão ou 
aperfeiçoamento de ação governamental e para a 
criação ou aumento de despesa obrigatória de 
caráter continuado, excluídas as despesas com 
pessoal, são consideradas 
 
a) nulas de pleno direito. 
b) anuláveis. 
c) não autorizadas, irregulares e lesivas ao 
patrimônio público. 
d) ineficazes. 
e) inexistentes. 
 
209. (CEBRASPE (CESPE) /TCE SC/CIÊNCIAS 
CONTÁBEIS/2022) De acordo com as disposições 
da Lei n.º 101/2000 (Lei de Responsabilidade 
Fiscal) e da Lei Complementar nº 178/2021 
 
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 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 27 27 
 
(Programa de Acompanhamento e Transparência 
Fiscal), julgue o próximo item. 
 
Na apuração da despesa total com pessoal, deve 
ser adotado o regime de competência, 
independentemente do empenho. 
 
210. (CEBRASPE (CESPE) / TCE SC / ADMINIS-
TRAÇÃO/2022) No que diz respeito à LRF, julgue o 
item que se segue. 
 
Independentemente do empenho, a despesa 
total com pessoal será apurada somando-se a 
realizada no mês em referência com as dos onze 
imediatamente anteriores, de acordo com o 
regime de competência. 
 
211. (CEBRASPE (CESPE) / TCE SC / Adminis-
tração/2022) No que diz respeito à LRF, julgue o 
item que se segue. Se, no último ano do mandato, 
um prefeito municipal sancionar e promulgar uma 
lei, cujo projeto, de sua autoria, aprovado pela 
Câmara Municipal, tenha resultado em aumento 
de despesas com pessoal para entrar em vigor a 
partir do ano seguinte, é correto afirmar que, 
nesse caso, não haverá qualquer nulidade relativa 
à promulgação dessa lei. 
 
212. (CEBRASPE (CESPE) / SEE PE / GERAL / 2022) Em 
um dado exercício, ao finaldo segundo 
quadrimestre, determinado estado da Federação 
publicou os seguintes dados contábeis em seu 
relatório de gestão fiscal, de janeiro a agosto de 
20XX. 
 
I Despesa líquida de pessoal: R$ 
28.204.564.057,03 
II Receita corrente líquida (RCL): R$ 
59.381.862.334,93 % do total da despesa com 
pessoal (TDP) para fins de apuração do limite TDP 
sobre a RCL 47,49% Limite máximo: % 49,00% 
Limite prudencial: 46,55% Limite de alerta: 
44,10% 
 
Com referência a essa situação hipotética, julgue 
o item a seguir. 
 
Na situação em questão, considerando-se os 
termos da Lei de Responsabilidade Fiscal e o fato 
de o estado ter ultrapassado o limite prudencial 
da despesa com pessoal, o governador não 
poderá criar novos cargos públicos que 
impliquem aumento da despesa com pessoal. 
 
213. (CEBRASPE (CESPE) / TCE RJ / TÉCNICO / 2022) 
Julgue o item a seguir, com base em dispositivos 
da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). 
 
O limite da receita corrente líquida utilizada para 
cobrir a despesa total com pessoal do Poder 
Legislativo estadual, incluído o tribunal de contas 
do estado, em cada período de apuração, não 
poderá exceder a 3%. 
 
214. (CEBRASPE (CESPE)/PG DF/2022) A respeito do 
direito financeiro e orçamentário, julgue o item a 
seguir. Despesa obrigatória de caráter continuado 
é aquela derivada de lei, medida provisória ou 
contrato administrativo que fixe para o ente a 
obrigação de sua execução por um período 
superior a dois exercícios. 
 
215. (CEBRASPE (CESPE) / TCE RJ / TÉCNICO /2022) 
Julgue o item a seguir, com base em dispositivos 
da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). 
 
O reajuste de benefício da seguridade social com 
o objetivo de preservar seu valor real está 
condicionado à comprovação de que, nos 
períodos seguintes, seus efeitos serão 
compensados pelo aumento permanente de 
receita ou pela redução permanente da despesa. 
 
216. (CEBRASPE (CESPE)/TCE SC/2022) Julgue o 
seguinte item, relativo ao processo de 
programação e execução orçamentária e 
financeira. 
 
A criação de ação governamental que acarrete 
aumento da despesa deve ser acompanhada de 
declaração do ordenador da despesa de que o 
aumento tem adequação orçamentária e 
financeira com a lei orçamentária anual e 
compatibilidade com o plano plurianual e com a 
lei de diretrizes orçamentárias. 
 
217. (CEBRASPE (CESPE) /SEFAZ SE/2022) Com relação 
à dívida pública e ao endividamento público, ao 
 
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QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 28 28 
 
financiamento do gasto público, às disposições da 
Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e à 
transferência de recursos, julgue o item seguinte. 
 
A despesa total com pessoal dos estados, em cada 
período de apuração, não poderá exceder a 60% 
da receita corrente líquida. 
 
218. (CEBRASPE (CESPE) /SEFAZ SE/2022) Com relação 
à dívida pública e ao endividamento público, ao 
financiamento do gasto público, às disposições da 
Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e à 
transferência de recursos, julgue o item seguinte. 
 
O não recebimento de transferências voluntárias, 
excetuando-se aquelas relativas a ações de 
educação, saúde e assistência social, é penalidade 
a que está sujeito o órgão ou o poder que, tendo 
excedido o limite de gasto com pessoal, não 
reduza o percentual excedente do limite de 
despesa com pessoal no prazo estabelecido na 
LRF. 
 
219. (CEBRASPE (CESPE)/PGE RO/2022) Para o 
cômputo da despesa total com pessoal dos 
estados, deve ser considerado o somatório dos 
gastos 
 
a) somente com ativos. 
b) somente com ativos e inativos. 
c) somente com inativos e pensionistas. 
d) com ativos, inativos e pensionistas. 
e) somente com ativos e pensionistas. 
 
220. (CESPE AUDITOR DE FINANÇAS E CONTROLE 
SEFAZ/AL - 2020) Para a criação de ação 
governamental que acarrete aumento de despesa, 
é necessária declaração do ordenador de despesa 
quanto à adequação financeira. 
 
 
LRF PARTE III: 
TRANSPARÊNCIA, CONTROLE E FISCALIZAÇÃO 
 
221. (CEBRASPE (CESPE)/CG DF/PLANEJAMENTO E 
ORÇAMENTO/2023)De acordo com o disposto na 
LRF acerca da disponibilização de informações 
contábeis, orçamentárias e fiscais para amplo 
acesso público, os entes federados brasileiros 
devem observar a periodicidade, o formato e o 
sistema estabelecidos 
 
a) pelos tribunais de contas a cuja jurisdição 
estiverem submetidos. 
b) pelo órgão central de contabilidade da União. 
c) pela Secretaria de Orçamento Federal. 
d) pela Controladoria-Geral da União 
 
222. (CEBRASPE (CESPE) / SEPLAN RR / 
PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO / 2023) Julgue o 
item a seguir referente à estrutura das 
demonstrações contábeis (DCASP) e a 
demonstrativos aplicados ao setor público. 
 
Um dos objetivos do relatório resumido da 
execução orçamentária (RREO) é dar publicidade 
a limites de despesas com pessoal estabelecidos 
na lei de responsabilidade fiscal. 
 
223. (CEBRASPE (CESPE) / SEPLAN-RR / 
PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO /2023) Julgue o 
item a seguir referente à estrutura das 
demonstrações contábeis (DCASP) e a 
demonstrativos aplicados ao setor público. 
 
O relatório de gestão fiscal é uma publicação 
bimestral que apresenta as informações fiscais 
consolidadas de cada ente federado brasileiro. 
 
224. (CEBRASPE (CESPE) / SEFAZ-SE/ 2022) 
Considerando os instrumentos de transparência da 
gestão fiscal criados pela LRF, julgue o item que se 
seguem. 
 
O relatório resumido da execução orçamentária 
(RREO) é o instrumento que demonstra se o ente 
federado está cumprindo os limites com gastos com 
pessoal, endividamento e concessão de garantias 
impostos pela LRF. 
 
225. (CEBRASPE (CESPE) / SEFAZ-SE / 2022) A respeito 
dos relatórios da administração financeira e 
orçamentária do setor público, julgue o item a 
seguir. 
 
O relatório resumido da execução orçamentária, 
publicado pelo Poder Executivo em até trinta dias 
após o encerramento de cada bimestre, deverá 
 
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 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 29 29 
 
incluir o balanço orçamentário e o demonstrativo 
da execução das receitas, por categoria 
econômica e fonte. 
 
226. (CEBRASPE (CESPE)/SEFAZ SE/2022) A respeito 
dos relatórios da administração financeira e 
orçamentária do setor público, julgue o item a 
seguir. 
 
O relatório resumido da execução orçamentária 
deverá ser acompanhado da apuração da receita 
bruta calculada bimestralmente e da respectiva 
projeção para o exercício financeiro corrente. 
 
227. (CEBRASPE (CESPE) / SEFAZ-SE / 2022) A respeito 
dos relatórios da administração financeira e 
orçamentária do setor público, julgue o item a 
seguir. 
 
O relatório resumido da execução orçamentária 
será acompanhado de demonstrativo com as 
projeções atuariais dos regimes de previdência 
social, geral e próprio dos servidores públicos. 
 
228. (CEBRASPE (CESPE ) / TCE-RJ / TÉCNICO / 2022) 
Julgue o item subsecutivo, com relação ao 
relatório resumido de execução orçamentária e 
ao relatório de gestão fiscal. 
 
A periodicidade do relatório resumido de 
execução orçamentária é bimestral. 
 
229. (CEBRASPE (CESPE) / TCE-RJ / TÉCNICO / 2022) 
Julgue o item subsecutivo, com relação ao 
relatório resumido de execução orçamentária e 
ao relatório de gestão fiscal. 
 
O relatório resumido de execução orçamentária 
compõe o balanço orçamentário. 
 
230. (CEBRASPE (CESPE) / SECONT ES / 
ADMINISTRAÇÃO/2022) Julgue o item que se 
seguem, acerca da administração financeira e 
orçamentária pública brasileira. 
 
Entes governamentais podem realizar repasses de 
recursos públicos a entidades privadas. Exemplo 
dessa prerrogativa, o Tesouro Nacional pode 
realizar operação de redesconto, a qual, por sua 
vez, demandalei específica, independentemente 
do prazo que for concedido ao ente privado para 
liquidação. 
 
231. (CEBRASPE (CESPE) /SEFAZ SE/2022) Em relação 
aos limites de gastos com pessoal na 
administração pública, julgue o item subsecutivo. 
 
O relatório de gestão fiscal tem por objetivo o 
controle, o monitoramento e a publicidade do 
cumprimento dos limites das despesas com 
pessoal, da dívida consolidada líquida, da 
concessão de garantias e da contratação de 
operações de crédito. 
 
232. (CEBRASPE (CESPE) /SEFAZ SE/2022) A respeito 
dos relatórios da administração financeira e 
orçamentária do setor público, julgue o item a 
seguir. 
 
O relatório de gestão fiscal, previsto na 
Constituição Federal de 1988, inclui 
demonstrativos de cumprimento dos limites de 
endividamento do setor público com pessoal e 
informações sobre a dívida consolidada líquida. 
 
233. (CEBRASPE (CESPE)/TCE SC/2022) Julgue o 
seguinte item, relativo ao processo de 
programação e execução orçamentária e 
financeira. 
 
De periodicidade quadrimestral, o relatório de 
gestão fiscal deve conter, entre outros, 
comparativo dos montantes das dívidas 
consolidada e mobiliária com seus respectivos 
limites. 
 
234. (CEBRASPE (CESPE)/ TCE-RJ / TÉCNICO / 2022) 
Julgue o item subsecutivo, com relação ao 
relatório resumido de execução orçamentária e 
ao relatório de gestão fiscal. 
 
O relatório de gestão fiscal, instituído pela Lei de 
Responsabilidade Fiscal, deve ser emitido 
obrigatoriamente a cada quadrimestre, exceto 
pelos municípios com menos de 50 mil 
habitantes. 
 
 
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CNU - Concurso Nacional Unificado 
 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 30 30 
 
235. CEBRASPE (CESPE) / SEFAZ SE /2022) 
Considerando os instrumentos de transparência 
da gestão fiscal criados pela LRF, julgue o item que 
se seguem. 
 
O relatório de gestão fiscal (RGF), um dos 
instrumentos de transparência da gestão fiscal 
criados pela LRF, deve ser divulgado pelos estados 
e pela União bimestralmente. 
 
236. (CEBRASPE (CESPE) / TCE SC / ADMINISTRAÇÃO / 
2022) Com base na Lei de Acesso à Informação 
(Lei n.º 12.527/2011) e na Lei da Transparência 
(Lei Complementar n.º 131/2009), julgue o item 
que se segue. 
 
No Brasil, as leis de diretrizes orçamentárias e os 
orçamentos são classificados como formas de 
assegurar a transparência na administração 
pública. 
 
237. (CEBRASPE (CESPE) / SECONT-ES / ADMINIS-
TRAÇÃO / 2022) Julgue o item seguinte, 
referentes a aspectos do governo eletrônico, 
transparência da administração pública, controle 
social e cidadania, e accountability. 
 
A Lei de Responsabilidade Fiscal fortalece o 
atendimento ao princípio da transparência a ser 
observado na gestão pública, pois enfatiza a 
publicidade de atos públicos em meios 
eletrônicos acessíveis aos cidadãos. 
 
238. (CEBRASPE (CESPE)/TCE SC/2022) Em referência à 
disciplina de direito financeiro e tributário, julgue 
o item que se segue. 
 
Em obediência ao disposto na Lei de 
Responsabilidade Fiscal, as normas gerais para a 
consolidação das contas públicas estão sob a 
responsabilidade do órgão central de 
contabilidade da União, uma vez que o conselho 
de gestão fiscal previsto naquela lei ainda não foi 
implantado. 
 
239. (CESPE - AGENTE DE INTELIGÊNCIA - ABIN - 
2018)Entre os instrumentos de transparência da 
gestão pública utilizados pelos servidores públicos 
e disponibilizados pelo poder público, encontram-
se os meios eletrônicos de acesso público que 
asseguram ao cidadão o acesso a informações 
pormenorizadas sobre a gestão fiscal. 
 
240. (CESPE – PROCURADOR – PGM / MANAUS / AM – 
2018) A transparência na gestão fiscal do 
município é assegurada, entre outras medidas, 
pela implantação de sistema integrado de 
administração financeira e de controle pautado 
em padrão mínimo de qualidade estabelecido 
pelo Poder Executivo estadual. 
 
241. (CESPE – PROCURADOR – PGM/MANAUS/AM – 
2018) A transparência na gestão fiscal do 
município é assegurada, entre outras medidas, 
pela implantação de sistema integrado de 
administração financeira e de controle pautado 
em padrão mínimo de qualidade estabelecido 
pelo Poder Executivo estadual. 
 
242. (CESPE - OFICIAL TÉCNICO DE INTELIGÊNCIA - ABIN 
- 2018) Segundo dispositivo da Lei da 
Transparência, informações sobre a execução 
orçamentária e financeira da União, dos estados, 
do Distrito Federal e dos municípios devem ser 
liberadas para acompanhamento da sociedade 
por meios eletrônicos e em tempo real. 
 
243. (CESPE - ANALISTA JUDICIÁRIO - ADMINISTRATIVA - 
STM - 2018) Se o Banco Nacional de 
Desenvolvimento Econômico e Social efetuar 
empréstimos e financiamentos com recursos 
oriundos do orçamento fiscal, então a prestação 
de contas das referidas operações deverá ficar 
disponível para consulta e apreciação pelos 
cidadãos e instituições da sociedade. 
 
244. (CESPE - AUDITOR - CONTAS PÚBLICAS E OBRAS - 
TCE/PE - 2017) Em respeito ao princípio 
constitucional da autonomia federativa, é 
facultativo que o titular do Poder Executivo de 
cada ente federativo envie à União as informações 
relativas às respectivas dívidas públicas interna e 
externa. 
 
245. (CESPE – ANALISTA JUDICIÁRIO – ADMINIS-
TRATIVA – TER / PE - 2017) O orçamento público é 
instrumento de transparência da gestão fiscal. 
 
 
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QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 31 31 
 
LRF PARTE IV: 
DÍVIDA, ENDIVIDAMENTO, OPERAÇÕES DE CRÉDITOS, 
VEDAÇÕES 
 
246. (CEBRASPE (CESPE) /CG DF/PLANEJAMENTO E 
ORÇAMENTO/2023) Sobre a apuração do 
montante da dívida consolidada, a verificação do 
atendimento ao limite disposto na LRF será 
efetuada ao final de cada 
 
a) mês. 
b) bimestre. 
c) quadrimestre. 
d) semestre. 
 
247. (CEBRASPE (CESPE)/CG DF/FINANÇAS E 
CONTROLE/2023) A fim de adquirir um terreno 
para a construção de um batalhão da Polícia 
Militar, em dezembro de 2022 determinado ente 
público contratou uma operação de crédito no 
valor de R$ 2.000.000, com vencimento acordado 
para dezembro de 2024. 
 
Nessa situação hipotética, de acordo com as 
determinações da Lei Complementar n.º 
101/2000, a dívida pública contraída pelo ente 
público em dezembro de 2022 é classificada como 
dívida 
 
a) consolidada. 
b) flutuante. 
c) mobiliária. 
d) ativa. 
 
248. (CEBRASPE (CESPE) / AGU / 2023) Considerando o 
que dispõe a Lei Complementar n.º 101/2000 (Lei 
de Responsabilidade Fiscal — LRF) sobre as 
operações de crédito e a jurisprudência do 
Supremo Tribunal Federal (STF) a seu respeito, 
assinale a opção correta. 
 
a) A LRF veda a contratação de operação de crédito 
entre entes federados, incluída a administração 
indireta, porém tal previsão legal foi declarada 
inconstitucional pelo STF, por desrespeitar a 
autonomia dos estados e municípios. 
b) A LRF veda a contratação de operação de crédito 
entre entes federados, excepcionando a sua 
realização entre instituição financeira estatal e 
outro ente da Federação, desde que os valores 
sejam destinados ao financiamento de despesas 
correntes, e o STF reconheceu a 
constitucionalidade de tal previsão legal. 
c) A LRF veda a contratação de operação de crédito 
entre entes federados, excepcionando a sua 
realização via fundos, desde que os valores não 
sejam destinados ao financiamento de despesas 
correntes, e o STF reconheceu a 
constitucionalidade de tal previsão legal. 
d) A LRF veda a contratação de operação de crédito 
entre entes federados, excepcionando a sua 
realização via fundos, desde que os valores sejam 
destinados ao financiamento de despesas 
correntes, porém tal previsão legal foi declarada 
inconstitucional pelo STF. 
e) A LRF veda a contratação de operação de crédito 
entre entes federados,excepcionando a sua 
realização entre instituição financeira estatal e 
outro ente da Federação, desde que os valores 
não sejam destinados ao financiamento de 
despesas correntes, e o STF reconheceu a 
constitucionalidade de tal previsão legal. 
 
249. (CEBRASPE (CESPE) /TJ ES/ADMINISTRATIVA 
/2023) Com relação à Lei de Responsabilidade 
Fiscal (LRF), julgue o item que se segue. 
 
Compete ao conselho de gestão fiscal fiscalizar o 
cumprimento dos limites e das condições 
estabelecidos na LRF para a realização de 
operações de crédito. 
 
250. (CEBRASPE (CESPE)/SEFAZ SE/2022) No que se 
refere à dívida pública e ao endividamento 
público, julgue o item a seguir, de acordo com a 
LRF. 
 
A dívida pública mobiliária refere-se ao montante 
total, apurado sem duplicidade, das obrigações 
financeiras do ente da Federação assumidas em 
virtude de leis, contratos, convênios ou tratados e 
da realização de operações de crédito, para 
amortização em prazo superior a doze meses. 
 
251. (CEBRASPE (CESPE)/TCE SC/2022 [ADAPTADA]) 
Com base no disposto na Lei Complementar n.º 
101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal), julgue 
o item subsequente. 
 
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 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 32 32 
 
Enquanto o ente federativo estiver descumprindo 
os limites legais da dívida mobiliária e das 
operações de crédito internas e externas, ele 
estará proibido de realizar operação de crédito 
interna ou externa, inclusive por antecipação de 
receita, exceto nos casos de refinanciamento do 
principal atualizado da dívida mobiliária. 
 
252. (CEBRASPE (CESPE) / TCE SC / 
ADMINISTRAÇÃO/2022) Com relação à despesa 
pública, julgue o item a seguir. 
 
Se, em janeiro de determinado ano, o Estado de 
Santa Catarina realizou operação de crédito para 
pagamento no mês de setembro desse ano, cuja 
receita estava prevista na LOA, então, é correto 
afirmar que, de acordo com a LRF, a operação será 
considerada no cálculo da dívida pública fundada. 
 
253. (CEBRASPE (CESPE) / SEE-PE/ CIÊNCIAS 
CONTÁBEIS / 2022) À luz da Lei Complementar n.º 
101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal) e suas 
alterações, julgue o item a seguir, acerca da dívida 
pública. 
 
A dívida do setor público, flutuante ou fundada, 
refere-se ao total apurado sem duplicidade das 
obrigações financeiras do ente da Federação, 
assumidas em virtude de leis, contratos, 
convênios ou tratados e da realização de 
operações de crédito para amortização em prazo 
superior a 12 meses. 
 
254. (CEBRASPE (CESPE) / TCE-SC / Direito/2022) 
Tendo como referência as disposições da Lei de 
Responsabilidade Fiscal, julgue o item a seguir. 
 
Instituição financeira estatal dependente do 
estado de Santa Catarina poderá realizar 
operação de crédito com outro ente da Federação 
para financiar despesas de capital, desde que isso 
não importe em refinanciamento. 
 
255. (CEBRASPE (CESPE) / SEFAZ SE /2022) Com 
relação à dívida pública e ao endividamento 
público, ao financiamento do gasto público, às 
disposições da Lei de Responsabilidade Fiscal 
(LRF) e à transferência de recursos, julgue o item 
seguinte. 
A dívida pública consolidada ou fundada é 
representada unicamente pelos títulos emitidos 
pela União, incluídos os do Banco Central do 
Brasil. 
 
256. (CEBRASPE (CESPE)/PG DF/2022) A respeito do 
direito financeiro e orçamentário, julgue o item a 
seguir. 
 
O DF não pode realizar diretamente operação de 
crédito com um estado federado, mas pode 
comprar títulos da dívida da União como forma de 
aplicação de suas disponibilidades. 
 
257. (CEBRASPE (CESPE)/TCE SC/DIREITO/2022) Tendo 
como referência as disposições da Lei de 
Responsabilidade Fiscal, julgue o item a seguir. 
 
Prefeito de município do estado de Santa Catarina 
poderá contrair despesa no último mês de seu 
mandato, desde que esta possa ser cumprida 
integralmente dentro dele ou desde que haja 
suficiente disponibilidade de caixa para 
pagamento no próximo exercício. 
 
258. (CEBRASPE (CESPE) /TCE SC/2022)Com base no 
disposto na Lei Complementar n.º 101/2000 (Lei 
de Responsabilidade Fiscal), julgue o item 
subsequente. 
 
Um ente federativo poderá conceder garantia em 
operações de crédito externas acerca da 
classificação de capacidade de pagamento dos 
mutuários, estando tal garantia condicionada ao 
oferecimento de contragarantia por órgãos e 
entidades do próprio ente, em valor igual ou 
superior ao da garantia a ser concedida. 
 
259. (CEBRASPE (CESPE) /TCE SC/CIÊNCIAS 
CONTÁBEIS/2022) De acordo com as disposições 
da Lei n.º 101/2000 (Lei de Responsabilidade 
Fiscal) e da Lei Complementar nº 178/2021 
(Programa de Acompanhamento e Transparência 
Fiscal), julgue o próximo item. 
 
A metodologia utilizada para fins de classificação 
da capacidade de pagamento da dívida de estados 
e municípios não é passível de alteração. 
 
 
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 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 33 33 
 
260. (CEBRASPE (CESPE)/TCE SC/CIÊNCIAS 
CONTÁBEIS/2022) De acordo com as disposições 
da Lei n.º 101/2000 (Lei de Responsabilidade 
Fiscal) e da Lei Complementar nº 178/2021 
(Programa de Acompanhamento e Transparência 
Fiscal), julgue o próximo item. 
 
Será suspenso o acesso a novos financiamentos ao 
estado até que este promova a total liquidação de 
eventual dívida honrada pela União em 
decorrência de garantia prestada em operação de 
crédito. 
 
261. (CEBRASPE (CESPE)/TCM PA/2022) São 
equiparados a operações de crédito público 
municipal, entre outros, 
 
a) a assunção, o reconhecimento ou a confissão de 
dívidas pelo município e o recebimento 
antecipado de valores de empresa em que o 
município detém, direta ou indiretamente, a 
maioria do capital social com direito a voto, salvo 
lucros e dividendos. 
b) a assunção de obrigação, sem autorização 
orçamentária, com fornecedores para pagamento 
a posteriori de bens e serviços, e o parcelamento 
de débitos preexistentes junto a instituições não 
financeiras, desde que não impliquem elevação 
do montante da dívida consolidada líquida. 
c) a assunção, o reconhecimento ou a confissão de 
dívidas pelo município e a assunção de obrigação 
entre pessoas jurídicas integrantes do mesmo 
município. 
d) a assunção, o reconhecimento ou a confissão de 
dívidas pelo município e o parcelamento de 
débitos preexistentes junto a instituições não 
financeiras, desde que não impliquem elevação 
do montante da dívida consolidada líquida. 
e) o recebimento antecipado de valores de empresa 
em que o município detém, direta ou 
indiretamente, a maioria do capital social com 
direito a voto, salvo lucros e dividendos, e a 
assunção de obrigação entre pessoas jurídicas 
integrantes do mesmo município. 
 
262. (CEBRASPE (CESPE) /SEFAZ SE/2022) Com relação 
à dívida pública e ao endividamento público, ao 
financiamento do gasto público, às disposições da 
Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e à 
transferência de recursos, julgue o item seguinte. 
 
Integram a dívida pública consolidada ou fundada 
as operações de crédito cujas receitas constem do 
orçamento, ainda que tenham prazo inferior a 
doze meses. 
 
263. (CEBRASPE (CESPE)/SEFAZ SE/2022) No que se 
refere à dívida pública e ao endividamento 
público, julgue o item a seguir, de acordo com a 
LRF. 
 
Os limites do endividamento do setor público são 
definidos com base na receita corrente bruta. 
 
264. (CEBRASPE (CESPE) /SEFAZ SE/2022) No que se 
refere à dívida pública e ao endividamento 
público, julgue o item a seguir, de acordo com a 
LRF. 
 
Ao final de cada exercício financeiro, o 
refinanciamento do principal da dívida mobiliária 
não será superior ao montante apurado no final 
do exercício anterior, somado ao dasoperações 
de crédito autorizadas no orçamento para este 
efeito e efetivamente realizadas, acrescido de 
atualização monetária. 
 
265. (CEBRASPE (CESPE) /AGER MT/CIÊNCIAS 
CONTÁBEIS/2023 [ADAPTADA]) Conforme as 
disposições da LRF e da Lei n.º 14.133/2021, 
julgue os itens a seguir. 
 
Os encargos financeiros decorrentes de crédito 
concedido por ente da Federação a pessoa física 
que não esteja sob seu controle direto ou indireto 
devem ter como parâmetro (limite mínimo) o 
custo incorrido pela concedente no momento que 
captou os recursos. 
 
266. (CESPE – ANALISTA DE CONTROLE EXTERNO – 
TCE/RJ - 2021) Integram a dívida pública fundada 
apenas operações de crédito de prazo superior a 
doze meses cujas receitas tenham constado do 
orçamento. 
 
267. (CESPE - ANALISTA JUDICIÁRIO – ÁREA 
ADMINISTRATIVA – STM – 2018) Se o prazo para 
 
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 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
QUESTÕES - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 34 34 
 
pagamento de determinada operação de crédito 
for inferior a doze meses e se as respectivas 
receitas constarem do orçamento, a operação 
será incluída na dívida pública consolidada. 
 
268. (CESPE – ANALISTA DE CONTROLE EXTERNO - 
CONTAS PÚBLICAS - TCE/PE - 2017) Operações de 
crédito cujas receitas constem do orçamento 
integram a dívida pública consolidada, ainda que 
tenham prazo inferior a doze meses. 
 
269. (CESPE - ANALISTA JUDICIÁRIO – ADMINISTRATIVA 
- TRE/TO – 2017) Segundo a Lei Complementar n.º 
101/2000 — Lei de Responsabilidade Fiscal —, as 
operações de crédito contraídas pelo ente público 
que apresentem prazo de amortização superior a 
doze meses integram a dívida pública fundada. 
 
270. 25.(CESPE - AUDITOR - CONTAS PÚBLICAS E OBRAS 
- TCE/PE - 2017) A parcela da dívida flutuante que 
não for paga até o final do exercício financeiro 
será obrigatoriamente inscrita em restos a pagar. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 35 35 
 
GABARITO COMENTADO 
ORÇAMENTO PÚBLICO NO BRASIL – PPA, LDO e LOA. 
 
1. ERRADA. 
Segundo o art. 165 da CF/1988: 
“ § 1º A lei que instituir o plano plurianual 
estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, 
objetivos e metas da administração pública federal 
para as despesas de capital e outras delas 
decorrentes e para as relativas aos programas de 
duração continuada.” 
 
Sempre que a banca traz os termos “unificada”, 
“centralizada” e “nacional” para se referir ao PPA, 
isso estará errado. Os termos “unificada” e 
“centralizada” são incorretos, pois o PPA 
estabelece de forma “regionalizada” as diretrizes, 
objetivos e metas. Por sua vez, o termo “nacional” 
está errado, pois cada ente federativo possui o seu 
próprio PPA, não havendo um PPA em âmbito 
nacional. 
Logo, a assertiva está incorreta. 
 
2. CERTA. 
Segundo o art. 165 da CF/1988: 
“§ 1º A lei que instituir o plano plurianual 
estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, 
objetivos e metas da administração pública federal 
para as despesas de capital e outras delas 
decorrentes e para as relativas aos programas de 
duração continuada.” 
 
3. ERRADA. 
O PPA é o instrumento de planejamento de médio 
prazo do Governo Federal que estabelece, de 
forma regionalizada, as diretrizes, os objetivos e as 
metas da Administração Pública Federal para as 
despesas de capital e outras delas decorrentes e 
para as relativas aos programas de duração 
continuada. O PPA possui duração de quatro anos 
e, nesse período, serão elaboradas uma LDO e 
uma LOA a cada ano, de forma que sejam 
compatíveis e coerentes com o PPA a que se 
referem. Com o intuito de alcançar os objetivos 
constitucionais estabelecidos no art. 3º da CF 
/1988, o critério utilizado para o estabelecimento 
de diretrizes, objetivos e metas é a regionalização 
(não é por estado nem por municípios) e o critério 
populacional. Essa regionalização não se refere 
apenas ao PPA, mas a todos os demais planos que, 
conforme o art. 165, § 4º, devem ser elaborados 
em consonância com o plano plurianual e 
apreciados pelo Congresso Nacional. Entretanto, o 
PPA será enviado ao Congresso Nacional para 
aprovação no primeiro ano do mandato, passando 
a vigorar, então, a partir do segundo ano do 
mandato presidencial atual até o final do primeiro 
ano do mandato presidencial seguinte, conforme 
art. 35, § 2º, I, do ADCT/CF. É de quatro anos o 
período de sua vigência. É no primeiro ano do 
mandato do Presidente da República que é 
elaborado o seu PPA, o seu planejamento para os 
quatro anos seguintes. 
 
4. LETRA B. 
Analisemos item a item: 
a) ERRADA. O PPA será enviado ao Congresso 
Nacional para aprovação no primeiro ano do 
mandato, passando a vigorar, então, a partir do 
segundo ano do mandato presidencial atual até o 
final do primeiro ano do mandato presidencial 
seguinte (art. 35, § 2º, I, do ADCT/CF). É de quatro 
anos o período de sua vigência. É no primeiro ano 
do mandato do Presidente da República que é 
elaborado o seu PPA, o seu planejamento para os 
quatro anos seguintes. 
 
b) CERTA. Esse item extrapola o conteúdo da aula, 
todavia, será estudado mais a frente na aula que 
aborda a Lei do PPA. Conforme a lei do PPA atual 
(PPA 2020-2023 - lei n 13.971/2019): 
“Art. 12. A gestão do PPA 2020-2023 observará os 
princípios de publicidade, eficiência, 
impessoalidade, economicidade e efetividade e 
compreenderá a implementação, o 
monitoramento, a avaliação e a revisão do PPA 
2020-2023.” 
 
Além disso, segue ainda a Lei: 
 
 “Art. 21. Fica o Poder Executivo federal autorizado 
a promover alterações no PPA 2020-2023, em ato 
próprio, para: I - conciliar com o PPA 2020-2023 as 
alterações promovidas pelas leis orçamentárias 
anuais e pelas leis de crédito adicional e poderá, 
para tanto: b) adequar vinculações entre ações 
orçamentárias e programas;” Logo, a inclusão ou 
 
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CNU - Concurso Nacional Unificado 
 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 36 36 
 
exclusão de objetivos definidos no PPA é 
considerada revisão. 
 
c) ERRADA. Conforme a CF: 
“Art. 167 § 1º Nenhum investimento cuja execução 
ultrapasse um exercício financeiro poderá ser 
iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, 
ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de 
crime de responsabilidade.” 
 
d) ERRADA. Segundo o art. 165 da CF/1988: 
“§ 1º A lei que instituir o plano plurianual 
estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, 
objetivos e metas da administração pública federal 
para as despesas de capital e outras delas 
decorrentes e para as relativas aos programas de 
duração continuada.” 
 
5. CERTA. 
A LDO surgiu almejando ser o elo entre o 
planejamento mais próximo do estratégico (PPA) e 
o planejamento operacional (LOA). Sua relevância 
reside no fato de ter conseguido diminuir a 
distância entre o plano e as LOAs, as quais 
dificilmente conseguiam incorporar as diretrizes 
dos planejamentos existentes antes da CF/1988. 
Suas disposições estão elencadas tanto na CF (art. 
165), como na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). 
 
6. CERTA. 
O conceito da LDO é fornecido pela Constituição 
Federal de 1988. Segundo o art. 165, § 2º, 
 
"A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as 
metas e prioridades da administração pública 
federal, estabelecerá as diretrizes de política fiscal 
e respectivas metas, em consonância com 
trajetória sustentável da dívida pública, orientará a 
elaboração da lei orçamentária anual, disporá 
sobre as alterações na legislação tributária e 
estabelecerá a política de aplicação das agências 
financeiras oficiais de fomento. ". 
 
7. LETRA A. 
Analisandoitem a item, temos: 
I CERTA. Integra a LDO o anexo de agregados fiscais 
e a proporção de recursos para investimentos a 
serem alocados na lei orçamentária anual para a 
continuidade dos investimentos que estiverem em 
andamento. (CERTO) 
 
Conforme o Art. 165, “ 
§ 12. Integrará a lei de diretrizes orçamentárias, 
para o exercício a que se refere e, pelo menos, para 
os 2 (dois) exercícios subsequentes, anexo com 
previsão de agregados fiscais e a proporção dos 
recursos para investimentos que serão alocados na 
lei orçamentária anual para a continuidade 
daqueles em andamento.” 
 
II ERRADA. Integra a LDO o demonstrativo 
regionalizado de efeito sobre as receitas e as 
despesas, decorrente de isenções, anistias, 
remissões, subsídios e benefícios de natureza 
financeira, tributária e creditícia. 
 
Conforme o Art. 165, 
“§ 6º O projeto de lei orçamentária será 
acompanhado de demonstrativo regionalizado do 
efeito, sobre as receitas e despesas, decorrente de 
isenções, anistias, remissões, subsídios e benefícios 
de natureza financeira, tributária e creditícia.” 
 
III ERRADA. A LDO conterá o valor da reserva de 
contingência, destinada ao atendimento dos 
passivos contingentes e de outros riscos e eventos 
fiscais imprevistos que podem afetar 
negativamente as contas públicas. 
 
Conforme a LRF, 
“Art. 5º O projeto de lei orçamentária anual, 
elaborado de forma compatível com o plano 
plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e 
com as normas desta Lei Complementar: 
III - conterá reserva de contingência, cuja forma de 
utilização e montante, definido com base na 
receita corrente líquida, serão estabelecidos na lei 
de diretrizes orçamentárias (...)” 
 
IV ERRADA. A LDO apresenta as previsões de 
despesas para exercícios seguintes, com a 
especificação dos investimentos plurianuais e dos 
investimentos em andamento. 
 
Conforme o Art. 165, 
“§ 14. A lei orçamentária anual poderá conter 
previsões de despesas para exercícios seguintes, 
 
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com a especificação dos investimentos plurianuais 
e daqueles em andamento.“ 
 
8. LETRA D. 
A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) é o 
instrumento norteador da elaboração da Lei 
Orçamentária Anual (LOA). Ela seleciona os 
programas do Plano Plurianual que deverão ser 
contemplados com dotações na LOA 
correspondente. A LDO também se materializa em 
uma lei ordinária de iniciativa privativa do chefe do 
Poder Executivo. É um instrumento de 
planejamento e o "elo" entre o PPA (instrumento 
de médio prazo) e a LOA (instrumento de curto 
prazo). Ela antecipa e orienta a direção e o sentido 
dos gastos públicos, bem como os parâmetros que 
devem nortear a elaboração do Projeto de Lei 
Orçamentária para o exercício subsequente, além, 
é claro, de selecionar, entre os programas do Plano 
Plurianual, quais terão prioridade na programação 
e execução do orçamento anual subsequente. 
 
9. CERTA. 
Conforme o Art. 165, 
“§ 14. A lei orçamentária anual poderá conter 
previsões de despesas para exercícios seguintes, 
com a especificação dos investimentos plurianuais 
e daqueles em andamento.“ 
 
10. ERRADA. 
Conforme o Art. 165, 
“§ 14. A lei orçamentária anual poderá conter 
previsões de despesas para exercícios seguintes, 
com a especificação dos investimentos plurianuais 
e daqueles em andamento.“ 
 
 
11. ERRADA. 
É fato que toda despesa deve ser autorizada 
através do orçamento. Entretanto, nem todos os 
programas de governo estarão, necessariamente, 
publicados no orçamento. Veja o que a CF elenca: 
 
“Art. 165 
§ 4º Os planos e programas nacionais, regionais e 
setoriais previstos nesta Constituição serão 
elaborados em consonância com o plano 
plurianual e apreciados pelo Congresso Nacional.” 
 
Além disso, sabe-se que a abertura de créditos 
extraordinários, para atender situações 
imprevisíveis e urgentes, dispensa autorização no 
orçamento, sendo abertos diretamente por 
Decreto ou Medida Provisória, consoante a Lei nº 
4.320/1964. Assim, a assertiva está incorreta. 
 
12. LETRA C. 
a) ERRADA. observação: esse item traz assunto que 
será abordado mais à frente ( ciclo orçamentário). 
 
“Art. 166. Os projetos de lei relativos ao plano 
plurianual, às diretrizes orçamentárias, ao 
orçamento anual e aos créditos adicionais serão 
apreciados pelas duas Casas do Congresso 
Nacional, na forma do regimento comum.” 
 
b) ERRADA. As receitas e despesas são previstas na 
LOA, em conformidade com a LDO e o PPA. 
 
c) CERTA. Conforme a CF: 
 
“Art. 165 
§ 2º A lei de diretrizes orçamentárias 
compreenderá as metas e prioridades da 
administração pública federal, estabelecerá as 
diretrizes de política fiscal e respectivas metas, em 
consonância com trajetória sustentável da dívida 
pública, orientará a elaboração da lei 
orçamentária anual, disporá sobre as alterações 
na legislação tributária e estabelecerá a política de 
aplicação das agências financeiras oficiais de 
fomento. (Redação dada pela Emenda 
Constitucional nº 109, de 2021)” 
 
d) ERRADA. A LOA traz os 3 orçamentos, vejamos: 
 
“Art. 165 
§ 5º A lei orçamentária anual compreenderá: 
I - o orçamento fiscal referente aos Poderes da 
União, seus fundos, órgãos e entidades da 
administração direta e indireta, inclusive 
fundações instituídas e mantidas pelo Poder 
Público; 
II - o orçamento de investimento das empresas em 
que a União, direta ou indiretamente, detenha a 
maioria do capital social com direito a voto; 
III - o orçamento da seguridade social, abrangendo 
todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da 
 
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administração direta ou indireta, bem como os 
fundos e fundações instituídos e mantidos pelo 
Poder Público.” 
 
e) ERRADA. O PPA será enviado ao Congresso 
Nacional para aprovação no primeiro ano do 
mandato, passando a vigorar, então, a partir do 
segundo ano do mandato presidencial atual até o 
final do primeiro ano do mandato presidencial 
seguinte (art. 35, § 2º, I, do ADCT/CF). É de quatro 
anos o período de sua vigência. É no primeiro ano 
do mandato do Presidente da República que é 
elaborado o seu PPA, o seu planejamento para os 
quatro anos seguintes. O PPA deve ser 
encaminhado ao Congresso Nacional no 1º ano do 
mandato presidencial até 31 de agosto e devolvido 
para sanção até 22 de dezembro do mesmo ano. 
Assim, no primeiro ano de mandato Presidencial, é 
utilizado o PPA elaborado pelo presidente anterior 
(e também a LDO e a LOA). 
 
13. CERTA. 
Conforme o art. 167 da Constituição: 
“§ 1º Nenhum investimento cuja execução 
ultrapasse um exercício financeiro poderá ser 
iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, 
ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de 
crime de responsabilidade.” 
 
14. LETRA D. 
A LOA é um instrumento que expressa a alocação 
de recursos públicos, sendo operacionalizada por 
meio de diversas ações. É o orçamento 
propriamente dito. A Lei Orçamentária Anual (LOA) 
é o produto final do processo orçamentário 
coordenado pela Secretaria de Orçamento Federal 
(SOF). Ela abrange apenas o exercício financeiro a 
que se refere e é o documento legal que contém a 
previsão de receitas e autorização de despesas a 
serem realizadas no exercício financeiro. A Lei 
Orçamentária Anual é uma lei ordinária formal, 
pois percorre todo o processo legislativo 
(discussão, votação, aprovação, publicação), mas 
não o é em sentido material, pois dela não se 
origina nenhum Direito Subjetivo. A Lei 
Orçamentária Anual é um instrumento de 
planejamento que operacionaliza, no curto prazo, 
os programas contidos no Plano Plurianual. O 
projeto de LeiOrçamentária Anual contempla, 
conforme selecionado pela LDO, as prioridades 
contidas no Plano Plurianual (PPA) e as metas que 
deverão ser atingidas no exercício financeiro. A lei 
orçamentária disciplina todas as ações do Governo 
Federal. É com base nas autorizações da Lei 
Orçamentária Anual que as despesas do exercício 
são executadas. 
 
15. LETRA C. 
Conforme a Constituição Federal de 1988: 
 
“Art. 165 
§ 7º Os orçamentos previstos no § 5º, I e II, deste 
artigo, compatibilizados com o plano plurianual, 
terão entre suas funções a de reduzir 
desigualdades inter-regionais, segundo critério 
populacional.” 
 
Os orçamentos mencionados, (I) e (II), são os 
orçamentos fiscal e de investimentos das estatais. 
 
16. CERTA. 
A Loa é composta por 3 orçamentos: 
● O orçamento fiscal referente aos Poderes da 
União, seus fundos, órgãos e entidades da 
administração direta e indireta, inclusive 
fundações instituídas e mantidas pelo Poder 
Público; 
● O orçamento de investimento das empresas em 
que a União, direta ou indiretamente, detenha a 
maioria do capital social com direito a voto; 
● O orçamento da seguridade social abrange todas 
as entidades e órgãos a ela vinculados, da 
administração direta ou indireta, bem como os 
fundos e fundações instituídos e mantidos pelo 
Poder Público. 
Dessa forma, uma entidade da administração 
pública indireta responsável por fiscalização 
ambiental não estará no orçamento da seguridade 
social (pois não é vinculada às áreas de saúde, 
previdência e assistência social), bem como não 
estará no orçamento de investimento, pois não se 
trata de uma estatal controlada. 
 
17. ERRADA. 
É possível sim. Vejamos: 
 
Art. 165, § 14. A lei orçamentária anual poderá 
conter previsões de despesas para exercícios 
 
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seguintes, com a especificação dos investimentos 
plurianuais e daqueles em andamento. 
 
18. ERRADA. 
No orçamento, as despesas são fixadas e as 
receitas são estimadas (art. 165, § 8º, da CF), 
devendo-se manter o equilíbrio entre ambas. 
 
19. CERTA. 
Art. 165, § 2º A lei de diretrizes orçamentárias 
compreenderá as metas e prioridades da 
administração pública federal, estabelecerá as 
diretrizes de política fiscal e respectivas metas, em 
consonância com trajetória sustentável da dívida 
pública, orientará a elaboração da lei orçamentária 
anual, disporá sobre as alterações na legislação 
tributária e estabelecerá a política de aplicação das 
agências financeiras oficiais de fomento. (Redação 
dada pela Emenda Constitucional nº 109, de 2021) 
 
20. ERRADA 
Opa, precisamos estar ligados e não cair em uma 
dessas. 
Na LOA (orçamento público), a receita é 
prevista/estimada e a despesa é fixada para o 
próximo exercício anual, conforme art. 165, § 8º, 
da CF. 
 
21. CERTA. 
Os fundos de incentivos fiscais figurarão 
exclusivamente como informações 
complementares ao Projeto de Lei Orçamentária, 
conforme LDOs de todos os anos. Por sua vez, as 
empresas que recebem recursos governamentais 
sob a forma, exclusivamente, de participação 
acionária são as estatais não dependentes, as 
quais constam do Orçamento de Investimento. 
 
22. CERTA. 
Literalidade do art. 165, § 5º, II, da CF. 
De acordo com o § 5º do art. 165 da Constituição 
Federal, a Lei Orçamentária Anual compreenderá: 
 
I - O orçamento fiscal referente aos Poderes da 
União, seus fundos, órgãos e entidades da 
administração direta e indireta, inclusive 
fundações instituídas e mantidas pelo Poder 
Público; 
II - O orçamento de investimento das empresas em 
que a União, direta ou indiretamente, detenha a 
maioria do capital social com direito a voto; 
III - O orçamento da seguridade social abrange 
todas as entidades e órgãos a ela vinculados, da 
administração direta ou indireta, bem como os 
fundos e fundações instituídos e mantidos pelo 
Poder Público. 
 
23. ERRADA. 
Olhe o detalhe sutil, sabemos que o PPA não 
coincide com o mandato do chefe do poder 
executivo. 
O PPA será enviado ao Congresso Nacional para 
aprovação no primeiro ano de mandato, passando 
a vigorar, então, a partir do segundo ano de 
mandato e término no primeiro ano do mandato 
subsequente. 
 
24. ERRADA. 
De acordo com o art. 165, § 7º, da CF, os 
orçamentos previstos no § 5º, I (fiscal) e II 
(investimento), compatibilizados com o plano 
plurianual, terão entre suas funções a de reduzir 
desigualdades inter-regionais, segundo critério 
populacional. 
Portanto, o orçamento da seguridade social não é 
abarcado por essa regra. 
 
25. CERTA. 
Olhe as palavrinhas do bem da LDO - metas e 
prioridades - trajetória sustentável da dívida 
pública. 
 
Art. 165, § 2º A lei de diretrizes orçamentárias 
compreenderá as metas e prioridades da 
administração pública federal, estabelecerá as 
diretrizes de política fiscal e respectivas metas, em 
consonância com trajetória sustentável da dívida 
pública, orientará a elaboração da lei 
orçamentária anual, disporá sobre as alterações 
na legislação tributária e estabelecerá a política de 
aplicação das agências financeiras oficiais de 
fomento. (Redação dada pela Emenda 
Constitucional nº 109, de 2021) 
 
Peço sua atenção na alteração realizada pela EC 
109/2021. 
 
 
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26. LETRA E. 
Art. 165, § 2º A lei de diretrizes orçamentárias 
compreenderá as metas e prioridades da 
administração pública federal (item I), 
estabelecerá as diretrizes de política fiscal e 
respectivas metas, em consonância com trajetória 
sustentável da dívida pública (item II), orientará a 
elaboração da lei orçamentária anual (item III), 
disporá sobre as alterações na legislação tributária 
(item IV) e estabelecerá a política de aplicação das 
agências financeiras oficiais de fomento (item V). 
(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 
109, de 2021) 
 
27. CERTA. 
Art. 165, § 2º A lei de diretrizes orçamentárias 
compreenderá as metas e prioridades da 
administração pública federal, estabelecerá as 
diretrizes de política fiscal e respectivas metas, em 
consonância com trajetória sustentável da dívida 
pública, orientará a elaboração da lei orçamentária 
anual, disporá sobre as alterações na legislação 
tributária e estabelecerá a política de aplicação das 
agências financeiras oficiais de fomento. (Redação 
dada pela Emenda Constitucional nº 109, de 2021) 
 
28. LETRA D. 
Art. 165, § 2º A lei de diretrizes orçamentárias 
compreenderá as metas e prioridades da 
administração pública federal, estabelecerá as 
diretrizes de política fiscal e respectivas metas, em 
consonância com trajetória sustentável da dívida 
pública, orientará a elaboração da lei orçamentária 
anual, disporá sobre as alterações na legislação 
tributária e estabelecerá a política de aplicação das 
agências financeiras oficiais de fomento. (Redação 
dada pela Emenda Constitucional nº 109, de 2021) 
a) ERRADA. o orçamento de investimento das 
empresas em que a União, direta ou 
indiretamente, detenha a maioria do capital social 
com direito a voto consta da lei orçamentária 
anual, conforme art. 165, § 5, da CF. 
b) ERRADA. o orçamento da seguridade social, 
abrangendo todas as entidades e órgãos a ela 
vinculados consta da lei orçamentária anual, 
conforme art. 165, § 5, da CF. 
c) ERRADA. demonstrativo regionalizado do efeito, 
sobre as receitas e despesas, decorrente de 
isenções, anistias, remissões, subsídios e 
benefícios de natureza financeira, tributária e 
creditícia é um anexo do projeto de lei 
orçamentária anual, conforme art. 165, § 6º, da CF. 
d) CERTA. Gabarito, conforme art. 165, § 2º, da CF. 
e) ERRADA. a autorização paraabertura de créditos 
suplementares e contratação de operações de 
crédito pode constar da lei orçamentária anual, 
conforme art. 165, § 8º, da CF (exceção ao 
princípio da exclusividade). 
 
29. ERRADA. 
O PPA tem vigência para 4 exercícios financeiros, e 
não ciclos de 6 anos conforme diz a questão. 
Ademais, é importante destacar que o PPA é 
planejamento de médio prazo, e não de longo 
prazo, como afirma a assertiva. 
Cabe destacar que os 4 exercícios financeiros do 
PPA são não coincidentes com o mandato eletivo, 
pois têm seu início no 2º ano do mandato e 
término no final do 1º ano do mandato 
subsequente. 
 
30. CERTA. 
Os 4 exercícios financeiros do PPA são não 
coincidentes com o mandato eletivo, pois têm seu 
início no 2º ano do mandato e término no final do 
1º ano do mandato subsequente 
 
31. ERRADA. 
Os programas de duração continuada são objeto 
do PPA, conforme art. 165, § 1º: “A lei que instituir 
o Plano Plurianual estabelecerá de forma 
Regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da 
administração pública federal para as despesas de 
capital e outras delas decorrentes e para as 
relativas aos programas de duração continuada”. 
 
32. CERTA 
Perceba que o PPA é o planejamento estratégico 
do poder público, logo todas as ações que 
ultrapassam 1 exercício financeiro necessitam de 
previsão no PPA. Logo, um investimento com 
“amplo prazo de maturação” é aquele que levará 
alguns anos para ser concluído, razão por que deve 
constar do PPA, conforme art. 167, § 1o, da CF. 
 
art. 167, § 1o Nenhum investimento cuja execução 
ultrapasse um exercício financeiro poderá ser 
 
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iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual, 
ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de 
crime de responsabilidade. 
 
33. ERRADA 
Conforme art. 165 da CF, § 1o: “A lei que instituir o 
Plano Plurianual estabelecerá de forma 
Regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da 
administração pública federal para as despesas de 
capital e outras delas decorrentes e para as 
relativas aos programas de duração continuada”. 
 
Sempre que a banca traz os termos “unificada”, 
“centralizada” e “nacional” para se referir ao PPA, 
isso estará errado. Os termos “unificada” e 
“centralizada” são incorretos, pois o PPA 
estabelece de forma “regionalizada” as diretrizes, 
objetivos e metas. Por sua vez, o termo “nacional” 
está errado, pois cada ente federativo possui o seu 
próprio PPA, não havendo um PPA em âmbito 
nacional. 
 
34. ERRADA 
As diretrizes, os objetivos e as metas da 
administração pública federal são estabelecidos no 
PPA, e não na LDO. Além disso, o PPA não é 
instrumento de longo prazo, mas de médio prazo. 
 
Tenha em mente: 
 
PPA - diretrizes, os objetivos e as metas (DOM) 
 
LDO - Metas e prioridades. 
 
35. ERRADA 
O chefe do poder executivo é que possui a 
competência exclusiva para elaboração e envio dos 
projetos de PPA, LDO e LOA ao Congresso 
Nacional. 
 
RECEITA PÚBLICA: CONCEITO, CLASSIFICAÇÕES E 
FONTES 
36. CERTA. 
Há vários critérios para segregar as fontes de 
receitas públicas em correntes ou de capital, 
destacando-se o caráter híbrido da classificação. O 
caráter híbrido da classificação reflete a 
complexidade e a diversidade das operações 
financeiras realizadas pelo governo, que muitas 
vezes envolvem elementos de diferentes 
categorias. Por exemplo, podemos separar as 
correntes das de capital, pelo fato de afetarem 
positivamente a situação líquida ou não, bem 
como podemos separá-las conforme o fato de 
serem oriundas ou não de constituição de dívidas; 
ou da conversão, em espécie, de bens e direitos. 
 
37. LETRA C. 
De acordo com o art. 77 do CTN: 
 
“As taxas cobradas pela União, pelos Estados, pelo 
Distrito Federal ou pelos Municípios, no âmbito de 
suas respectivas atribuições, têm como fato 
gerador o exercício regular do poder de polícia, ou 
a utilização, efetiva ou potencial, de serviço público 
específico e divisível, prestado ao contribuinte ou 
posto à sua disposição.” 
 
A origem “Impostos, Taxas e Contribuições de 
Melhoria”: são decorrentes da arrecadação dos 
tributos previstos no art. 145 da Constituição 
Federal, que inclui as taxas. 
 
 
38. CERTA. 
Conforme o MTO, a classificação orçamentária por 
natureza de receita é estabelecida pelo § 4º do art. 
11 da Lei nº 4.320, de 1964. A estrutura comum da 
classificação, válida para todos os entes da 
federação, é estabelecida por Portaria Conjunta da 
STN e da SOF. No âmbito da União, a codificação é 
normatizada por meio de portaria da SOF, órgão do 
Ministério do Planejamento e Orçamento. A 
normatização da codificação válida para estados e 
municípios é feita por meio de portaria da STN. É 
importante destacar que a classificação da receita 
por natureza é utilizada por todos os entes da 
Federação e visa identificar a origem do recurso 
segundo o fato gerador: acontecimento real que 
 
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GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 42 42 
 
ocasionou o ingresso da receita nos cofres 
públicos. 
 
39. LETRA C 
Os códigos da Origem para as receitas correntes e 
de capital, de acordo com a Lei nº 4.320/1964, 
com alterações introduzidas pela Portaria 
Interministerial 163/2001 e atualizações 
posteriores, são: 
 
Logo, pelos valores constantes da tabela, temos: 
 
 
 
40. LETRA D. 
Conforme o MTO, denomina-se 
“Fonte/Destinação de Recursos” cada 
agrupamento de receitas que possui as mesmas 
normas de aplicação. A fonte, nesse contexto, é 
instrumento de gestão da receita e da despesa ao 
mesmo tempo, pois tem como objetivo assegurar 
que determinadas receitas sejam direcionadas 
para financiar projetos e atividades (despesas) do 
governo em conformidade com leis que regem o 
tema. É importante ressaltar que o código de 
fonte/destinação é um marcador da receita [isso 
será cobrado nas próximas provas!]. Os recursos 
são classificados por fontes conforme os 
mandamentos legais, e tal classificação precede a 
execução das despesas. Inúmeras decisões que 
norteiam a alocação dos recursos orçamentários 
são tomadas somente no momento da execução 
da despesa, razão pela qual a codificação por 
fonte/destinação de recursos não pode ser 
utilizada com a finalidade de promover a 
classificação de despesas. O grupo de fonte tem 
por objetivo, na elaboração do Orçamento, 
identificar se os recursos advêm de propostas de 
alterações na legislação da receita que estejam em 
tramitação no Congresso Nacional; além disso, em 
observância ao inciso III do caput do art. 167 da 
Constituição Federal, na elaboração do 
Orçamento, deve-se identificar os recursos 
condicionados à autorização do Poder Legislativo 
por meio de lei de crédito suplementar e na 
respectiva Lei e na execução da despesa, se os 
recursos se referirem a operações de crédito 
autorizadas pelo Poder Legislativo em montante 
superior às despesas de capital; por fim, nas 
alterações orçamentárias, o grupo de fonte indica 
se os recursos pertencem ao exercício corrente ou 
a exercícios anteriores. 
Nessa premissa, apenas quando e na medida da 
execução financeira dessas dotações, ocorre a 
alteração do grupo de fonte nos saldos financeiros, 
de maneira a haver a conciliação da execução 
orçamentária e financeira nesses créditos 
específicos. 
 
41. ERRADA. 
Segundo o MCASP 9ª Edição, conforme Portaria 
Conjunta STN/SOF nº 20, de 23 de fevereiro de 
2021, a padronização de fontes é obrigatória para 
todos os fins a partir do exercício financeiro de 
2023, sendo facultativo o “de-para” para envio das 
informações no Siconfi no que diz respeito à 
execução orçamentária do exercício financeiro 
2022. A estrutura de codificaçãoda fonte de 
recursos, de utilização obrigatória para os entes da 
Federação, está definida em portaria conjunta da 
STN e SOF. Essa estrutura está definida com 3 
dígitos, que correspondem à especificação da 
fonte de recursos, com a denominação da origem 
ou destinação de recursos. As fontes ou 
destinações de recursos a serem utilizadas pela 
União são definidas por meio de Portaria 
específica publicada pela Secretaria de Orçamento 
Federal, no intervalo de 000 a 499. Já as de 
Estados, Distrito Federal e Municípios são 
definidas por meio de Portaria específica publicada 
pela Secretaria do Tesouro Nacional, no intervalo 
de 500 a 999. Ressalta-se que os entes, de forma 
 
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GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 43 43 
 
geral, poderão estabelecer detalhamentos 
adicionais aos códigos padronizados, não sendo 
necessário o envio desses detalhamentos à STN 
por meio da Matriz de Saldos Contábeis-MSC. 
 
42. ERRADA. 
A classificação por fontes ou destinações de 
recursos (FR) tem como objetivo agrupar receitas 
que possuam as mesmas normas de aplicação na 
despesa. Em regra, as fontes ou destinações de 
recursos reúnem recursos oriundos de 
determinados códigos da classificação por 
natureza da receita orçamentária, conforme regras 
previamente estabelecidas. Por meio do 
orçamento público, essas fontes ou destinações 
são associadas a determinadas despesas de forma 
a evidenciar os meios para atingir os objetivos 
públicos. Assim, a classificação permite aos entes 
identificar se os recursos por ele arrecadados 
estão, ou não, vinculados a gastos específicos. 
 
43. ERRADA. 
Para que uma dívida se torne "dívida ativa", é 
essencial que o crédito seja líquido, certo e esteja 
vencido. Embora sejam admitidos recurso e prova 
em contrário (PRESUNÇÃO RELATIVA), a certidão 
de dívida ativa possui caráter líquido e certo. A 
dívida ativa abrange todos os créditos da Fazenda 
Pública, cuja certeza e liquidez foram apuradas, 
por não terem sido pagos nas datas em que 
venceram. São créditos a receber classificados no 
ativo e representam uma fonte potencial de fluxo 
de caixa. 
 
44. ANULADA. 
De fato, os recursos financeiros de caráter 
temporário não integram a LOA e são 
denominados ingressos extraorçamentários (item 
B). Entretanto, todas as receitas arrecadadas são 
receita orçamentária, inclusive as provenientes de 
operações de crédito, conforme os arts. 3º e 57 da 
Lei nº 4.320/1964 (item C). Por isso, a questão foi 
anulada. 
 
45. LETRA C. 
Analisando item a item, temos: 
a) ERRADA. Ingressos extraorçamentários são 
recursos financeiros de caráter temporário, do 
qual o Estado é mero agente depositário. Sua 
devolução não se sujeita a autorização legislativa, 
portanto não integram a Lei Orçamentária Anual 
(LOA). 
b) ERRADA. São exemplos de ingressos 
extraorçamentários: os depósitos em caução, as 
fianças, as operações de crédito por antecipação 
de receita orçamentária (ARO), a emissão de 
moeda e outras entradas compensatórias no ativo 
e passivo financeiro. 
c) CERTA. As receitas extraorçamentárias possuem 
caráter temporário, não se incorporando ao 
patrimônio público. Tais receitas não integram o 
Orçamento Público e constituem passivos exigíveis 
do ente, de tal forma que o seu pagamento não 
está sujeito à autorização legislativa. Ex.: depósito 
em caução, Antecipação de Receitas 
Orçamentárias (ARO), emissão de moeda e outras. 
Os ingressos extraorçamentários não alteram o 
patrimônio do ente público, não aumentam o 
saldo patrimonial: geram apenas um fato 
permutativo no patrimônio/entram recursos e 
geram-se obrigações. 
d) ERRADA. Para a STN, os ingressos 
extraorçamentários são aqueles pertencentes a 
terceiros, arrecadados pelo ente público 
exclusivamente para fazer face às exigências 
contratuais pactuadas para posterior devolução. 
Esses ingressos não se encontram previstos no 
orçamento, e a STN denomina-os de recursos de 
terceiros. 
 
46. LETRA D. 
Analisando item a item, temos: 
I ERRADA. Em sentido estrito, são receitas públicas 
somente as que estiverem inscritas no orçamento 
público. 
A matéria pertinente à receita vem disciplinada no 
art. 3º, conjugado com o art. 57, e no art. 35 da Lei 
nº 4.320/1964: 
 
“Art. 3º A Lei de Orçamentos compreenderá todas 
as receitas, inclusive as de operações de crédito 
autorizadas em lei. 
Art. 57. Ressalvado o disposto no parágrafo único 
do artigo 3º desta lei serão classificadas como 
receita orçamentária, sob as rubricas próprias, 
todas as receitas arrecadadas, inclusive as 
provenientes de operações de crédito, ainda que 
não previstas no Orçamento.” 
 
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 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 44 44 
 
 
II CERTA. Constitui dívida ativa o crédito tributário 
regularmente inscrito no órgão competente após 
findo o prazo de pagamento fixado legalmente ou 
determinado em processo regular concluído. 
 
A dívida ativa é composta por créditos tributários 
ou não tributários que foram regularmente 
inscritos na repartição fiscal competente após o 
vencimento do prazo de pagamento estabelecido 
legalmente ou determinado em processo regular 
concluído. Essa inscrição é um procedimento 
importante para que o governo possa buscar o seu 
recebimento e adotar medidas legais para efetivar 
a cobrança dos valores devidos. 
 
III CERTA. Na fase de arrecadação, entrega-se ao 
poder público a receita que lhe é devida. 
 
A Arrecadação corresponde à entrega dos recursos 
devidos ao Tesouro Nacional pelos contribuintes 
ou devedores, por meio dos agentes 
arrecadadores ou instituições financeiras 
autorizadas pelo ente. A arrecadação corresponde 
ao momento em que o contribuinte comparece ao 
banco e efetua o pagamento da obrigação. Para a 
STN, é a entrega, realizada pelos contribuintes ou 
devedores, aos agentes arrecadadores ou bancos 
autorizados pelo ente, dos recursos devidos ao 
Tesouro. 
 
47. ERRADA. 
Para fins contábeis, quanto ao impacto na situação 
patrimonial líquida, a receita pode ser “efetiva” ou 
“não efetiva”: 
 
RECEITA ORÇAMENTÁRIA EFETIVA é aquela em que 
os ingressos de disponibilidade de recursos não 
foram precedidos de registro de reconhecimento 
do direito e não constituem obrigações 
correspondentes. 
 
RECEITA ORÇAMENTÁRIA NÃO EFETIVA é aquela 
em que os ingressos de disponibilidades de 
recursos foram precedidos de registro do 
reconhecimento do direito ou constituem 
obrigações correspondentes, como é o caso das 
operações de crédito. 
Perceba, portanto, que os conceitos estão 
invertidos 
 
48. CERTA. 
A matéria pertinente à receita vem disciplinada no 
art. 3º, conjugado com o art. 57, e no art. 35 da Lei 
nº 4.320/1964: 
 
“Art. 3º A Lei de Orçamentos compreenderá todas 
as receitas, inclusive as de operações de crédito 
autorizadas em lei. 
Parágrafo único. Não se consideram para os fins 
deste artigo as operações de credito por 
antecipação da receita, as emissões de papel-
moeda e outras entradas compensatórias, no ativo 
e passivo financeiros. [...] 
 
Art. 57. Ressalvado o disposto no parágrafo único 
do artigo 3º desta lei serão classificadas como 
receita orçamentária, sob as rubricas próprias, 
todas as receitas arrecadadas, inclusive as 
provenientes de operações de crédito, ainda que 
não previstas no Orçamento.” 
 
Além disso, o fato de uma receita não constar 
formalmente na previsão de arrecadação 
estabelecida na Lei Orçamentária Anual (LOA) não 
é suficiente para classificá-la como 
extraorçamentária. A classificação de uma receita 
como extraorçamentária está relacionada a outros 
critérios, como a natureza da receita e o fato de 
não se enquadrar nas definições orçamentárias 
regulares.49. ERRADA. 
Quando o Estado atua como consignatário 
temporário dos ingressos de recursos, não é 
necessária, em regra, a reivindicação por parte do 
consignante para que ocorra a devolução. A 
devolução é um procedimento automático, uma 
vez que a consignação é temporária e os recursos 
não pertencem ao Estado. Assim, quanto a esses 
recursos extraorçamentários, consistem na guarda 
e administração temporária de recursos, por 
solicitação do consignante, não se considerando 
esses recursos como ingressos nos cofres do 
consignatário. Os recursos permanecerão em 
nome do consignante e à sua disposição, sem 
 
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GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 45 45 
 
necessidade, em geral, de reivindicação para sua 
devolução. 
 
50. CERTA. 
Conforme o MCASP 9ª edição, a doutrina classifica 
as receitas públicas, quanto à procedência, em 
Originárias e Derivadas. Essa classificação possui 
uso acadêmico e não é normatizada; portanto não 
é utilizada como classificador oficial da receita pelo 
Poder Público. 
 
51. ERRADA. 
Conforme o MCASP 9ª edição: 
“Conforme previsto no art. 43 da Lei nº 
4.320/1964, o superávit financeiro apurado em 
balanço patrimonial do exercício anterior constitui 
fonte para abertura de crédito adicional. Tais 
valores não são considerados na receita 
orçamentária do exercício de referência nem serão 
considerados no cálculo do déficit ou superávit 
orçamentário já que foram arrecadados em 
exercícios anteriores.” 
 
52. CERTA. 
Receita Originária é a receita efetiva oriunda das 
rendas produzidas pelos ativos do Poder Público, 
pela cessão remunerada de bens e valores 
(aluguéis e ganhos em aplicações financeiras), ou 
aplicação em atividades econômicas (produção, 
comércio ou serviços). As receitas originárias são 
provenientes do patrimônio público (bens e 
direitos). O Estado obtém essas receitas colocando 
parte do seu patrimônio à disposição da 
sociedade, que paga pela sua utilização. São 
formadas por receitas correntes e também são 
denominadas receitas de economia privada. Ex.: 
receitas patrimoniais, receitas agropecuárias, 
receitas comerciais, receitas de serviço, 
participações e dividendos, receita de aluguel de 
imóveis etc. 
 
53. ERRADA. 
Conforme disposto no MCASP, os valores 
restituíveis, tais como depósitos, cauções e 
consignações em poder de determinado órgão ou 
entidade poderão integrar o saldo de caixa e 
equivalentes de caixa, em contrapartida ao 
reconhecimento da respectiva obrigação de 
devolução ou recolhimento no passivo. A 
apropriação de tais recursos, entretanto, está 
condicionada a manutenção de um fundo de 
reserva que garanta liquidez às devoluções e que 
não deve ser contabilizado como receita 
orçamentária. Não afetam o resultado 
orçamentário, uma vez que são recursos que 
aguardam o desfecho de processos judiciais para 
determinar seu destino final. Como exemplo de 
receitas extraorçamentária, temos: valores 
consignados em folha de pagamento, INSS, 
depósitos judiciais e extrajudiciais, cauções etc. 
 
54. CERTA. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Qualquer entrada de recursos nos cofres públicos 
é considerada uma receita pública, mesmo que 
essa entrada de recursos exija uma restituição 
futura, como é o caso de depósitos judiciais, por 
exemplo. Essa definição abrange tanto as receitas 
que aumentam o patrimônio líquido do governo 
quanto aquelas que não geram acréscimo 
patrimonial, pois requerem devolução ou 
restituição posterior 
 
55. LETRA C. 
Conforme o MCASP 9ª edição, a estrutura de 
codificação da fonte de recursos, de utilização 
obrigatória para os entes da Federação, está 
definida em portaria conjunta da STN e SOF. Essa 
estrutura está definida com 3 dígitos, que 
correspondem à especificação da fonte de 
recursos, com a denominação da origem ou 
destinação de recursos. As fontes ou destinações 
de recursos a serem utilizadas pela União são 
definidas por meio de Portaria específica publicada 
pela Secretaria de Orçamento Federal, no intervalo 
de 000 a 499. Já as de Estados, Distrito Federal e 
Municípios são definidas por meio de Portaria 
específica publicada pela Secretaria do Tesouro 
Nacional, no intervalo de 500 a 999. Ressalta-se 
que os entes, de forma geral, poderão estabelecer 
 
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GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 46 46 
 
detalhamentos adicionais aos códigos 
padronizados, não sendo necessário o envio 
desses detalhamentos à STN por meio da Matriz 
de Saldos Contábeis-MSC. 
 
56. LETRA C 
A dívida ativa divide-se em tributária (oriunda de 
impostos, taxas e contribuições) e não tributária 
(oriunda dos demais direitos a receber). Ambas 
incluem juros, multas e atualizações, que formarão 
o valor principal. As receitas de dívida ativa 
incluem, além do valor principal, a atualização 
monetária, a multa e os juros de mora. Conforme 
a Lei nº 4.320/1964: 
 
“Art. 39. Os créditos da Fazenda Pública, de 
natureza tributária ou não tributária, serão 
escriturados como receita do exercício em que 
forem arrecadados, nas respectivas rubricas 
orçamentárias. (Redação dada pelo Decreto Lei nº 
1.735, de 1979) 
§ 2º - Dívida Ativa Tributária é o crédito da Fazenda 
Pública dessa natureza, proveniente de obrigação 
legal relativa a tributos e respectivos adicionais e 
multas, e Dívida Ativa não Tributária são os demais 
créditos da Fazenda Pública, tais como os 
provenientes de empréstimos compulsórios, 
contribuições estabelecidas em lei, multa de 
qualquer origem ou natureza, exceto as tributárias, 
foros, laudêmios, alugueis ou taxas de ocupação, 
custas processuais, preços de serviços prestados 
por estabelecimentos públicos, indenizações, 
reposições, restituições, alcances dos responsáveis 
definitivamente julgados, bem assim os créditos 
decorrentes de obrigações em moeda estrangeira, 
de subrogação de hipoteca, fiança, aval ou outra 
garantia, de contratos em geral ou de outras 
obrigações legais.” 
 
 
 
57. LETRA C. 
Na anulação da dívida ativa, o ente federado 
deverá registrar a baixa do crédito inscrito, o que 
resultará em uma variação patrimonial diminutiva 
(VPD). Isso ocorre porque a anulação da dívida 
ativa implica na diminuição dos créditos a receber 
pelo ente público. O próprio MCASP elenca a 
forma de contabilização. 
“Considera-se realizada a variação patrimonial 
diminutiva (VPD): 
 
a. Quando deixar de existir o correspondente valor 
ativo, por transferência de sua propriedade para 
terceiro; 
b. Diminuição ou extinção do valor econômico de 
um ativo; 
c. Pelo surgimento de um passivo, sem o 
correspondente ativo.” 
 
58. LETRA D. 
A matéria pertinente à receita vem disciplinada no 
art. 3º, conjugado com o art. 57, e no art. 35 da Lei 
nº 4.320/1964: 
 
“Art. 3º A Lei de Orçamentos compreenderá todas 
as receitas, inclusive as de operações de crédito 
autorizadas em lei. 
Parágrafo único. Não se consideram para os fins 
deste artigo as operações de credito por 
antecipação da receita, as emissões de papel-
moeda e outras entradas compensatórias, no ativo 
e passivo financeiros. [...] 
 
Art. 57. Ressalvado o disposto no parágrafo único 
do artigo 3º desta lei serão classificadas como 
receita orçamentária, sob as rubricas próprias, 
todas as receitas arrecadadas, inclusive as 
provenientes de operações de crédito, ainda que 
não previstas no Orçamento.” 
Logo, o gabarito é o item D. 
 
59. LETRA A. 
Analisando item a item, temos: 
a) CERTA. As taxas de inscrição em concursos 
públicos visam remunerar o serviço prestado pelas 
instituições que elaboram e aplicam os certames; 
elas são classificadas como receitas orçamentárias. 
 
O Ementário da Classificação por Natureza da 
Receita Orçamentária da Secretariado Tesouro 
Nacional evidencia conta específica para a 
escrituração dessas receitas. Segundo o plano de 
contas, as receitas oriundas das taxas de inscrição 
em concurso público devem ser classificadas da 
seguinte forma: 
 
1.6.1.0.02.11 
 
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GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 47 47 
 
1. Receitas correntes 
6. Receitas de serviços 
1. Serviços administrativos e comerciais gerais 
0. Inscrição em processos seletivos 
02. Inscrição em concursos e processos seletivos 
11. Inscrição em concursos e processos seletivos - 
principal 
 
b) ERRADA. Para a legislação brasileira, há distinção 
entre os denominados ingressos e a receita pública 
propriamente dita. 
 
O Ingresso (também denominado de receita 
pública em seu sentido amplo ou fluxo de caixa) 
compreende tanto as Receitas Públicas quanto os 
valores repassados à Administração Pública em 
decorrência de um instrumento contratual 
firmado entre as partes ou até mesmo por 
imposição legal, os quais entram nos cofres 
públicos de forma “temporária”, pois é da sua 
própria essência sair após determinado período de 
tempo ou após o adimplemento/realização de 
alguma condição previamente pactuada. Nesse 
sentido, os valores repassados ao Estado sob a 
forma de ingressos “temporários” não podem ser 
utilizados para custear as despesas públicas, pois 
não são valores definitivamente atribuídos ao 
Estado. Já as Receitas em sentido estrito são todas 
as entradas ou ingressos de bens ou direitos, em 
certo período de tempo, que se incorporam ao 
patrimônio público sem compromisso de 
devolução posterior. Exemplos: alienação de bens, 
receita de contribuições, receitas industriais etc. O 
próprio MCASP 9ª edição elenca: 
“Em sentido amplo, os ingressos de recursos 
financeiros nos cofres do Estado denominam-se 
receitas públicas, registradas como receitas 
orçamentárias, quando representam 
disponibilidades de recursos financeiros para o 
erário, ou ingressos extraorçamentários, quando 
representam apenas entradas compensatórias.” 
 
Em sentido estrito, chamam-se públicas apenas as 
receitas orçamentárias. Perceba que esse item 
também está CERTO e a questão deveria ter sido 
anulada! Entretanto, a banca não a anulou. 
Infelizmente, questão polêmica e item também 
correto! 
 
c) ERRADA. As receitas decorrentes da perda de 
fiança contratual por inadimplemento de contrato 
administrativo é classificada como despesa 
extraorçamentária. 
 
Pelo contrário, as receitas decorrentes da perda de 
fiança contratual por inadimplemento de contrato 
administrativo passam a ser classificadas como 
Receitas Orçamentárias. Ingressaram como 
extraorçamentárias, mas tornam-se orçamentárias 
quando executadas. 
 
d) ERRADA. Desde 2010 até o presente exercício, as 
doações realizadas ao Estado por grupos 
organizados são consideradas receitas ordinárias. 
 
São receitas extraordinárias, visto que não há uma 
regularidade para as arrecadações. São 
esporádicas. 
 
e) ERRADA. É exemplo de receita derivada a cobrança 
da tarifa de água potável fornecida por empresa 
pública estatal de saneamento básico. 
 
Receitas Públicas Originárias, segundo a doutrina, 
são aquelas arrecadadas por meio da exploração 
de atividades econômicas pela Administração 
Pública. Resultam, principalmente, de rendas do 
patrimônio mobiliário e imobiliário do Estado 
(receita de aluguel), de preços públicos, de 
prestação de serviços comerciais e de venda de 
produtos industriais ou agropecuários. 
 
60. LETRA D. 
Ingressos extraorçamentários são recursos 
financeiros de caráter temporário, do qual o 
Estado é mero agente depositário. Sua devolução 
não se sujeita a autorização legislativa, portanto 
não integram a Lei Orçamentária Anual (LOA). Por 
serem constituídos por ativos e passivos exigíveis, 
os ingressos extraorçamentários, em geral, não 
têm reflexos no Patrimônio Líquido da Entidade. 
São exemplos de ingressos extraorçamentários: os 
depósitos em caução, as fianças, as operações de 
crédito por antecipação de receita orçamentária 
(ARO), a emissão de moeda e outras entradas 
compensatórias no ativo e passivo financeiro. 
 
61. LETRA E. 
 
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GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 48 48 
 
Para fins contábeis, quanto ao impacto na situação 
patrimonial líquida, a receita pode ser “efetiva” ou 
“não efetiva”: 
RECEITA ORÇAMENTÁRIA EFETIVA é aquela em 
que os ingressos de disponibilidade de recursos 
não foram precedidos de registro de 
reconhecimento do direito e não constituem 
obrigações correspondentes. Assim, é aquela que, 
no momento do reconhecimento do crédito, 
aumenta a situação líquida patrimonial da 
entidade. Constitui fato contábil modificativo 
aumentativo. 
 
RECEITA ORÇAMENTÁRIA NÃO EFETIVA é aquela 
em que os ingressos de disponibilidades de 
recursos foram precedidos de registro do 
reconhecimento do direito ou constituem 
obrigações correspondentes, como é o caso das 
operações de crédito. 
 
62. LETRA B. 
A Portaria STN nº 869, de 15 de dezembro de 2005, 
incluiu, no Anexo I da 2 edição do Manual de 
Procedimentos da Receita Pública (atualmente 8ª 
edição do Manual de Contabilidade Aplicada ao 
Setor Público), as naturezas de receitas e suas 
respectivas funções das operações entre órgãos, 
fundos, autarquias, fundações públicas, empresas 
estatais dependentes e outras entidades 
integrantes dos mesmos orçamentos fiscal e da 
seguridade social. As despesas e receitas 
intraorçamentárias devem ser identificadas para 
evitar a dupla contagem, quando ocorrerem 
dispêndios de órgãos, fundos, autarquias, 
fundações, empresas estatais dependentes e 
outras entidades integrantes dos orçamentos fiscal 
e da seguridade social decorrentes da aquisição de 
materiais, bens e serviços, pagamento de 
impostos, taxas e contribuições, além de outras 
operações, quando o recebedor dos recursos 
também for órgão, fundo, autarquia, fundação, 
empresa estatal dependente ou outra entidade 
constante desses orçamentos, no âmbito do 
mesmo ente da Federação. Conforme o MCASP, 
alguns exemplos são: 
 
• Contratações de empresas estatais dependentes e 
demais entidades que integram o Orçamento 
Fiscal e da Seguridade Social para publicações em 
Diário Oficial, para prestação de serviços de 
treinamento, realização de concursos públicos ou 
para fornecimentos de bens. 
• Recolhimento de contribuições patronais ao RPPS. 
• Aportes mensais com valores preestabelecidos 
definidos em plano de amortização instituído para 
o equacionamento do déficit atuarial do RPPS. 
• Recolhimento de contribuições patronais ao RGPS 
pelas empresas estatais da União. 
• Recolhimento de tributos do próprio ente por 
empresas estatais dependentes. 
 
63. LETRA D. 
Os ingressos extraorçamentários são recursos 
financeiros de caráter temporário, do qual o 
Estado é mero agente depositário. Sua devolução 
não se sujeita a autorização legislativa, portanto 
não integram a Lei Orçamentária Anual (LOA). Por 
serem constituídos por ativos e passivos exigíveis, 
os ingressos extraorçamentários, em geral, não 
têm reflexos no Patrimônio Líquido da Entidade. 
São exemplos de ingressos extraorçamentários: os 
depósitos em caução, as fianças, as operações de 
crédito por antecipação de receita orçamentária 
(ARO), a emissão de moeda e outras entradas 
compensatórias no ativo e passivo financeiro. 
 
64. LETRA E. 
A Portaria STN nº 869, de 15 de dezembro de 2005, 
incluiu, no Anexo I da 2 edição do Manual de 
Procedimentos da Receita Pública (atualmente 8ª 
edição do Manual de Contabilidade Aplicada ao 
Setor Público), as naturezas de receitas e suas 
respectivas funções das operações entre órgãos, 
fundos, autarquias,fundações públicas, empresas 
estatais dependentes e outras entidades 
integrantes dos mesmos orçamentos fiscal e da 
seguridade social. As despesas e receitas 
intraorçamentárias devem ser identificadas para 
evitar a dupla contagem, quando ocorrerem 
dispêndios de órgãos, fundos, autarquias, 
fundações, empresas estatais dependentes e 
outras entidades integrantes dos orçamentos fiscal 
e da seguridade social decorrentes da aquisição de 
materiais, bens e serviços, pagamento de 
impostos, taxas e contribuições, além de outras 
operações, quando o recebedor dos recursos 
também for órgão, fundo, autarquia, fundação, 
empresa estatal dependente ou outra entidade 
 
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GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 49 49 
 
constante desses orçamentos, no âmbito do 
mesmo ente da Federação. 
 
65. LETRA B. 
Analisando item a item, temos: 
a) ERRADA. Para evitar a dupla contagem das novas 
entradas de recursos nos cofres públicos, objeto 
de operações intraorçamentárias, as quais 
integram a consolidação das contas públicas, a 
autoridade pública incluiu duas novas categorias 
econômicas: “7 / Receitas Correntes 
Intraorçamentárias” e “8 / Receitas de Capital 
Intraorçamentárias”, sendo os códigos 7 e 8 
representativos de suas categorias econômicas de 
receita. 
 
A Portaria Interministerial STN/SOF nº 338, de 26 
de abril de 2006, que alterou a Portaria 
Interministerial STN/SOF nº 163, de 2001, incluiu 
as Receitas Correntes Intraorçamentárias e 
Receitas de Capital Intraorçamentárias 
representadas, respectivamente, pelos códigos 7 e 
8 em suas categorias econômicas. Essas 
classificações não constituem novas categorias 
econômicas de receita, mas apenas especificações 
das categorias econômicas Receitas Correntes e 
Receitas de Capital. 
 
b) CERTA. É vedado ao titular de poder ou órgão, no 
final de seu mandato, contrair obrigação de 
despesa sem que haja suficiente disponibilidade 
de caixa (líquida dos encargos e das despesas 
compromissadas a pagar até o final do exercício) 
para cumprimento integral no exercício. 
 
Conforme a LRF: 
“Art. 42. É vedado ao titular de Poder ou órgão 
referido no art. 20, nos últimos dois quadrimestres 
do seu mandato, contrair obrigação de despesa 
que não possa ser cumprida integralmente dentro 
dele, ou que tenha parcelas a serem pagas no 
exercício seguinte sem que haja suficiente 
disponibilidade de caixa para este efeito.” 
 
c) ERRADA. As receitas intraorçamentárias são a 
contrapartida das despesas classificadas na 
modalidade de aplicação direta, na qual as 
aplicações dos créditos orçamentários são 
realizadas diretamente pela unidade orçamentária 
detentora de crédito orçamentário ou mediante 
descentralização a outras entidades integrantes 
dos orçamentos fiscal e da seguridade social. 
 
As receitas intraorçamentárias são contrapartida 
de despesas classificadas na modalidade de 
aplicação 91- Aplicação Direta Decorrente de 
Operação entre Órgãos, Fundos e Entidades 
Integrantes do Orçamento Fiscal e do Orçamento 
da Seguridade Social, que, devidamente 
identificadas, evitam a dupla contagem na 
consolidação das contas governamentais. As 
realizadas diretamente pela unidade orçamentária 
detentora de crédito orçamentário serão inseridas 
na modalidade 90 - aplicação direta. 
 
d) ERRADA. As liberações de recursos decorrentes de 
operações intraorçamentárias (ocorridas no 
âmbito do orçamento) confundem-se com as das 
transferências intergovernamentais, em que um 
ente chamado de repassador entrega recursos 
correntes ou de capital para um ente denominado 
beneficiário ou recebedor. 
 
Conforme o MCASP, as Transferências 
Intergovernamentais compreendem a entrega de 
recursos, correntes ou de capital, de um ente 
(chamado “transferidor”) a outro (chamado 
“beneficiário”, ou “recebedor”). Podem ser 
voluntárias, nesse caso destinadas à cooperação, 
auxílio ou assistência, ou decorrentes de 
determinação constitucional ou legal. Sobre o 
conceito de transferência intergovernamental, é 
importante destacar que, como seu próprio nome 
indica, essas transferências ocorrem entre esferas 
distintas de governo, não guardando relação, 
portanto, com as operações intraorçamentárias 
ocorridas no âmbito do orçamento de cada ente. 
 
e) ERRADA. Nas descentralizações financeiras para a 
execução do orçamento, deve ocorrer o registro de 
receitas e despesas intraorçamentárias quando se 
tratar de aquisição de materiais, bens e serviços ou 
pagamento de impostos, taxas e contribuições 
entre órgãos, fundos e entidades integrantes do 
orçamento fiscal e da seguridade. 
 
Com base no disposto na legislação, deve ocorrer 
o registro de receita e despesa intraorçamentária 
 
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GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 50 50 
 
quando envolver aquisição de materiais, bens e 
serviços ou pagamento de impostos, taxas e 
contribuições entre órgãos, fundos e entidades 
que integram o mesmo orçamento fiscal e da 
seguridade. 
 
66. CERTA. 
Ingressos extraorçamentários são recursos 
financeiros de caráter temporário, do qual o 
Estado é mero agente depositário. Sua devolução 
não se sujeita a autorização legislativa, portanto 
não integram a Lei Orçamentária Anual (LOA). Por 
serem constituídos por ativos e passivos exigíveis, 
os ingressos extraorçamentários, em geral, não 
têm reflexos no Patrimônio Líquido da Entidade. 
São exemplos de ingressos extraorçamentários: os 
depósitos em caução, as fianças, as operações de 
crédito por antecipação de receita orçamentária 
(ARO), a emissão de moeda e outras entradas 
compensatórias no ativo e passivo financeiro. 
 
67. CERTA. 
Conforme a CF: 
 
“Art. 20. São bens da União: 
[...] 
VIII - os potenciais de energia hidráulica; 
[...] 
§ 1º É assegurada, nos termos da lei, à União, aos 
Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios a 
participação no resultado da exploração de 
petróleo ou gás natural, de recursos hídricos para 
fins de geração de energia elétrica e de outros 
recursos minerais no respectivo território, 
plataforma continental, mar territorial ou zona 
econômica exclusiva, ou compensação financeira 
por essa exploração. (Redação dada pela Emenda 
Constitucional nº 102, de 2019)” 
 
Conforme o MTO e MCASP, receitas patrimoniais 
são provenientes da fruição de patrimônio 
pertencente ao ente público, tais como as 
decorrentes de aluguéis, dividendos, 
compensações financeiras/royalties, concessões, 
entre outras. 
 
68. ERRADA. 
Conforme o MTO, classificam-se como Outras 
Receitas Correntes as receitas cujas características 
não permitam o enquadramento nas demais 
classificações da receita corrente, tais como 
indenizações, restituições, ressarcimentos, multas 
previstas em legislações específicas, entre outras. 
Em relação às classificações da receita pública 
quanto à sua regularidade, podem se desdobrar 
em receitas ordinárias e receitas extraordinárias. 
Receitas ordinárias são receitas provenientes de 
ingressos estáveis, com arrecadação regular em 
cada exercício. São perenes, contínuas, não 
dependem de uma ação extravagante do governo. 
Receitas extraordinárias representam receitas que 
fogem à rotina gerencial do governo, são instáveis, 
eventuais ou transitórias. São exemplos as 
doações, impostos extraordinários etc. As multas 
são ordinárias. 
 
69. ERRADA. 
Conforme os Manuais Técnicos, transferências 
correntes são provenientes do recebimento de 
recursos financeiros de outras pessoas de direito 
público ou privado destinados a atender despesas 
de manutenção ou funcionamento que não 
impliquem contraprestação direta em bens e 
serviços a quem efetuou essa transferência. Por 
outro lado, a utilização dos recursosrecebidos 
vincula-se à determinação constitucional ou legal, 
ou ao objeto pactuado. Tais transferências 
ocorrem entre entidades públicas de diferentes 
esferas ou entre entidades públicas e instituições 
privadas. Já as transferências de capital são 
recursos financeiros recebidos de outras pessoas 
de direito público ou privado e destinados a 
atender despesas com investimentos ou inversões 
financeiras, independentemente da 
contraprestação direta a quem efetuou essa 
transferência. Por outro lado, a utilização dos 
recursos recebidos vincula-se ao objeto pactuado. 
 
70. CERTA. 
Conforme a Lei nº 4.320/1964: 
 
“Art. 11 -A receita classificar-se-á nas seguintes 
categorias econômicas: Receitas Correntes e 
Receitas de Capital. 
 
§ 1º - São Receitas Correntes as receitas tributária, 
de contribuições, patrimonial, agropecuária, 
industrial, de serviços e outras e, ainda, as 
 
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GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 51 51 
 
provenientes de recursos financeiros recebidos de 
outras pessoas de direito público ou privado, 
quando destinadas a atender despesas 
classificáveis em Despesas Correntes. 
§ 2º - São Receitas de Capital as provenientes da 
realização de recursos financeiros oriundos de 
constituição de dívidas; da conversão, em espécie, 
de bens e direitos; os recursos recebidos de outras 
pessoas de direito público ou privado, destinados a 
atender despesas classificáveis em Despesas de 
Capital e, ainda, o superávit do Orçamento 
Corrente.” 
 
DESPESA PÚBLICA: CONCEITO E CLASSIFICAÇÕES 
 
 
71. CERTO. 
 É uma questão jurisprudencial. O Plenário do 
Supremo Tribunal Federal (STF), interpretando o 
art. 169, § 1º, da CF, decidiu que a revisão anual da 
remuneração dos servidores públicos só é possível 
se a despesa constar da Lei Orçamentária Anual 
(LOA) e estiver prevista na Lei de Diretrizes 
Orçamentárias (LDO). A decisão foi tomada no 
Recurso Extraordinário (RE) RE 905357. Assim, a 
revisão geral anual da remuneração dos servidores 
públicos depende, cumulativamente, de dotação 
na Lei Orçamentária Anual e de previsão na Lei de 
Diretrizes Orçamentárias. 
 
72. ERRADO. 
 Conforme o MTO, o Plano Orçamentário/PO é uma 
identificação orçamentária, de caráter gerencial 
(não constante da LOA), vinculada à ação 
orçamentária, que tem por finalidade permitir 
que, tanto a elaboração do orçamento quanto o 
acompanhamento físico e financeiro da execução, 
ocorram num nível mais detalhado do que o do 
subtítulo/localizador de gasto. O detalhamento da 
ação em POs é uma ferramenta gerencial e, com 
exceção de alguns casos, não é obrigatório. 
 
73. CERTO. 
 As atividades, os projetos e as operações especiais 
serão detalhados em subtítulos, utilizados para 
identificar a localização geográfica da ação 
orçamentária, podendo ser utilizado 
adicionalmente, para restringir o seu objeto, não 
podendo haver alteração da finalidade, do 
produto e das metas estabelecidas na ação. 
Consoante o MTO, a meta física é a quantidade de 
produto a ser ofertado por ação, de forma 
regionalizada, e instituída para o exercício. As 
metas físicas são indicadas em nível de subtítulo. 
 
74. CERTO. 
 Pertence as despesas extraorçamentárias e por 
isso não integram a LOA. Guarde bem estes 
exemplos que caem bastante em prova: 
● operações de crédito por antecipação de 
receita/ARO 
● emissões de papel moeda 
● outras entradas compensatórias no ativo e passivo 
financeiros 
 Revisando o conceito de despesa 
extraorcamentária: 
 
 Despesa extra orçamentária: é a despesa que não 
consta na lei orçamentária anual, compreendendo 
as diversas saídas de numerários, decorrentes do 
pagamento ou recolhimento de depósitos, 
pagamentos de restos a pagar, resgate de 
operações crédito por antecipação de receita e 
saídas de recursos transitórios. 
 
75. ERRADO. 
 Sendo na modalidade extraorçamentário não 
necessitam de autorização legislativa. 
 
76. CERTO. 
 O fim de qualquer ação do poder público é a 
sociedade e, de fato, os programas finalísticos são 
relacionados aos bens e serviços para a sociedade. 
 
 Cabe ressaltar que, dependendo do referencial 
teórico, a questão cabe recurso. Porém, a banca 
não a anulou e cabe-nos levar o entendimento da 
banca. 
77. CERTO. 
Despesas extraorçamentárias: 
_ Pagamento de compra de medicamentos 
 entregues em 20x7 (restos a pagar) = 3500 
_ Cauções recebidas = 0 
_ Pagamento de operação de crédito por ARO = 
1800 
_ Devolução de depósitos = 1500 
 
Total = 6.800 
 
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78. ERRADO. 
 As despesas orçamentárias são fixadas nas leis 
orçamentárias ou nas de créditos adicionais, 
instituídas em bases legais. 
 
79. CERTO. 
Despesas extraorçamentárias: 
Devolução de cauções 260 
Pagamento de Operações de Crédito por ARO 430 
Pagamento de construção de escolas, empenhado 
em exercício anterior (ou seja, restos a pagar) 280 
Total = 970 
 
80. CERTO. 
 As despesas extraorçamentárias correspondem à 
devolução de recursos transitórios que foram 
obtidos como receitas extraorçamentárias, ou 
seja, pertencem a terceiros e não aos órgãos 
públicos 
 
81. CERTO. 
 O pagamento de operação de crédito por 
antecipação da receita orçamentária corresponde 
a uma despesa extraorçamentária. 
 
82. ERRADO. 
 As despesas orçamentárias demandam 
autorização legislativa para serem realizadas. 
Entretanto, as despesas extraorçamentárias 
correspondem à devolução de recursos 
transitórios que foram obtidos como receitas 
extraorçamentárias, ou seja, pertencem a 
terceiros e não aos órgãos públicos e, portanto, 
não demandam autorização legislativa para serem 
realizadas. 
 
 
 
83. ERRADO. 
 As despesas orçamentárias são aquelas fixadas nas 
leis orçamentárias ou nas de créditos adicionais. 
 
84. CERTO. 
 As despesas extraorçamentárias são aquelas não 
consignadas no orçamento ou nas leis de créditos 
adicionais. Correspondem à devolução de 
recursos transitórios que foram obtidos como 
receitas extraorçamentárias, ou seja, pertencem a 
terceiros e não aos órgãos públicos, como as 
restituições de cauções, os pagamentos de restos 
a pagar, o resgate de operações por antecipação 
de receita orçamentária, o repasse ao credor das 
consignações em folha etc. 
 
85. ERRADO. 
 As despesas extraorçamentárias correspondem à 
devolução de recursos transitórios que foram 
obtidos como receitas extraorçamentárias, ou 
seja, pertencem a terceiros e não aos órgãos 
públicos e, portanto, não pode ser utilizada na 
programação de novas despesas orçamentárias. 
 
86. CERTO. 
 Tanto o pagamento das operações de crédito por 
antecipação de receita quanto o pagamento de 
restos a pagar são despesas extraorçamentárias. 
 
87. CERTO. 
 As despesas orçamentárias são aquelas despesas 
fixadas nas leis orçamentárias ou nas de créditos 
adicionais, instituídas em bases legais. Obedecem 
aos estágios da despesa: fixação, empenho, 
liquidação e pagamento. Logo, dependem de 
autorização legislativa. 
 
88. CERTO. 
 O resgate (pagamento) de operações de crédito 
por antecipação de receita orçamentária é 
despesa extraorçamentária. 
 
89. CERTO. 
 Para que uma despesa possa ser realizada, é 
necessária sua inclusão na lei orçamentária. A 
exceção ocorre com as despesas 
extraorçamentárias, as quais correspondem à 
devolução de recursos transitórios que foram 
obtidos como receitas extraorçamentárias. Tais 
despesas, apesar de não estarem fixadas na lei 
orçamentária, são objetos de cumprimento de 
outras normas jurídicas, como a Lei de Licitações e 
Contratos, que trata da exigência ao licitante do 
depósito em caução em determinados casos. 
 
90. ERRADO.O orçamento é o instrumento de planejamento de 
qualquer entidade, pública ou privada, e 
representa o fluxo de ingressos e aplicação de 
 
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recursos em determinado período. Para o setor 
público, é de vital importância, pois é a lei 
orçamentária que fixa a despesa pública 
autorizada para um exercício financeiro. A despesa 
orçamentária pública é o conjunto de dispêndios 
realizados pelos entes públicos para o 
funcionamento e manutenção dos serviços 
públicos prestados à sociedade. Dessa forma, 
despesa orçamentária é toda transação que 
depende de autorização legislativa, na forma de 
consignação de dotação orçamentária, para ser 
efetivada. 
 
91. ANULADA. 
 O orçamento é o instrumento de planejamento de 
qualquer entidade, pública ou privada, e 
representa o fluxo de ingressos e aplicação de 
recursos em determinado período. Para o setor 
público, é de vital importância, pois é a lei 
orçamentária que fixa a despesa pública 
autorizada para um exercício financeiro. A despesa 
orçamentária pública é o conjunto de dispêndios 
realizados pelos entes públicos para o 
funcionamento e manutenção dos serviços 
públicos prestados à sociedade. Dessa forma, 
despesa orçamentária é toda transação que 
depende de autorização legislativa, na forma de 
consignação de dotação orçamentária, para ser 
efetivada. Conforme o Glossário do Congresso 
Nacional, 
 
 “Despesa pública que depende de autorização 
legislativa para sua realização, por meio da LOA ou 
de Créditos Adicionais. É o conjunto de dispêndios 
realizados pelos entes públicos, tais como 
despesas de pessoal, custeio, manutenção e 
ampliação dos serviços públicos prestados à 
sociedade.” 
 A banca retirou a questão desse conceito, 
entretanto, o próprio glossário traz apenas um rol 
exemplificativo (tais como), ao passo que a banca 
categorizou que seria “voltados para o 
funcionamento e para a manutenção dos serviços 
públicos prestados à sociedade”. 
 
92. CERTO. 
 Conforme os Manuais Técnicos, classificam-se na 
categoria despesas de capital aquelas despesas 
que contribuem para a produção ou geração de 
novos bens ou serviços e integrarão o patrimônio 
público, ou seja, contribuem, diretamente, para a 
formação ou aquisição de um bem de capital. 
Além do mais, essas despesas ensejam o registro 
de incorporação de ativo imobilizado, intangível ou 
investimento ou o registro de desincorporação de 
um passivo. 
93. LETRA D 
 viuno comando obra pública pode 
desconfiar que será despesa de 
Capital/investimento. 
 
 Despesas orçamentárias com softwares e com o 
planejamento e a execução de obras, inclusive 
com a aquisição de imóveis considerados 
necessários à realização destas últimas, e com a 
aquisição de instalações, equipamentos e material 
permanente. 
 
94. ERRADO. 
 As unidades orçamentárias nem sempre 
pertencem a estrutura administrativa. 
 
 Vejamos o MCASP 
 A classificação institucional reflete a estrutura de 
alocação dos créditos orçamentários e está 
estruturada em dois níveis hierárquicos: órgão 
orçamentário e unidade orçamentária. Constitui 
unidade orçamentária o agrupamento de serviços 
subordinados ao mesmo órgão ou repartição a 
que serão consignadas dotações próprias (art. 14 
da Lei nº 4.320/1964). Os órgãos orçamentários, 
por sua vez, correspondem a agrupamentos de 
unidades orçamentárias. As dotações são 
consignadas às unidades orçamentárias, 
responsáveis pela realização das ações. 
 Perceba que o MCASP não diz que estas 
pertencem a uma estrutura, o mesmo afirma que 
são responsáveis pela realização das ações. 
 
95. CERTO. 
 A compreensão do orçamento exige o 
conhecimento de sua estrutura e organização, as 
quais são implementadas por meio de um sistema 
de classificação estruturado com o propósito de 
atender às exigências de informação demandadas 
por todos os interessados nas questões de 
finanças públicas, como os poderes públicos, as 
 
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organizações públicas e privadas e os cidadãos em 
geral. 
 
 
DESPESA PÚBLICA: CLASSIFICAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS, 
ESTRUTURA PROGRAMÁTICA 
 
96. CERTO. 
As ações orçamentárias podem ser tipificadas 
como “projetos”, “atividades” ou “operações 
especiais”. A tipologia visa a assegurar a 
diferenciação das ações de acordo com as 
características de sua operação e de sua produção, 
em cumprimento da Portaria SOF/SETO/ME nº 
42/1999, atualizada pela Portaria SOF/ME nº 
2.520, de 21 de março de 2022, e da LDO. Na base 
do sistema, a ação é identificada por um código 
alfanumérico de quatro dígitos, acrescido de 
quatro dígitos do localizador (subtítulo): 
 
 
 
Ao observar o 1º dígito do código, pode-se 
identificar o tipo de ação: 
 
 
97. ERRADO. 
A classificação por esfera é uma classificação que 
pode ser vista tanto na ótica da receita como na da 
 despesa. 
 
No que tange à receita, tal classificação tem por 
finalidade identificar se a receita pertence ao 
Orçamento Fiscal, se é da Seguridade Social ou de 
Investimento das Empresas Estatais, conforme 
distingue o § 5º do art. 165 da CF/1988. 
 
Da mesma forma, no que tange à despesa, tal 
classificação tem por finalidade identificar se a 
despesa pertence ao Orçamento Fiscal, se é da 
Seguridade Social ou de Investimento das 
Empresas Estatais, conforme distingue o § 5º do 
art. 165 da CF/1988. 
 
98. CERTO. 
A classificação por esfera aponta “em qual 
orçamento” será alocada a despesa. Na base do 
SIOP, o campo destinado à esfera orçamentária é 
composto de dois dígitos e será associado à ação 
orçamentária. 
 
99. ERRADO. 
A classificação por esfera aponta “em qual 
orçamento” será alocada a despesa. 
 
100.ERRADO. 
A classificação por esfera tem por objetivo 
identificar em que orçamento a despesa deverá 
ser realizada. 
 
101.CERTO. 
A classificação por esfera aponta “em qual 
orçamento” será alocada a despesa. Na base do 
SIOP, o campo destinado à esfera orçamentária é 
composto de dois dígitos e será associado à ação 
orçamentária. 
 
102.ERRADO. 
A classificação por esfera tem por finalidade 
identificar se o orçamento é fiscal, da seguridade 
social ou de investimento das empresas estatais. 
 
103.CERTO. 
A classificação por esfera, atualmente, possui uma 
ótica da receita e outra da despesa. Assim, hoje, tal 
questão está correta. 
 
 
104.ERRADO. 
A classificação por esfera aponta “em qual 
orçamento” será alocada a despesa. No entanto, a 
classificação institucional aponta “quem faz” a 
despesa. A classificação funcional é a que aponta 
“em que” área da despesa a ação governamental 
será realizada. 
 
105.ERRADO. 
A esfera orçamentária tem por finalidade 
identificar se o orçamento é fiscal, da seguridade 
social ou de investimento das empresas estatais. 
 
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106.LETRA A 
A classificação institucional reflete a estrutura de 
alocação dos créditos orçamentários e está 
estruturada em dois níveis hierárquicos: órgão 
orçamentário e unidade orçamentária. Constitui 
unidade orçamentária o agrupamento de serviços 
subordinados ao mesmo órgão ou repartição a que 
serão consignadas dotações próprias (art. 14 da Lei 
nº 4.320/1964). Os órgãos orçamentários, por sua 
vez, correspondem a agrupamentos de unidades 
orçamentárias. As dotações são consignadas às 
unidades orçamentárias, responsáveis pela 
realização das ações. 
 
107.CERTO. 
A classificação institucionalvisa a identificar os 
órgãos realizadores da despesa. 
 
Conforme disposto no MCASP 9ª Edição: 
 
A classificação institucional reflete a estrutura de 
alocação dos créditos orçamentários e está 
estruturada em dois níveis hierárquicos: órgão 
orçamentário e unidade orçamentária. Constitui 
unidade orçamentária o agrupamento de serviços 
subordinados ao mesmo órgão ou repartição a que 
serão consignadas dotações próprias (art. 14 da Lei 
nº 4.320/1964). Os órgãos orçamentários, por sua 
vez, correspondem a agrupamentos de unidades 
orçamentárias. As dotações são consignadas às 
unidades orçamentárias, responsáveis pela 
realização das ações. 
 
108.CERTO. 
Exatamente com base no MCASP, a classificação 
institucional reflete a estrutura de alocação dos 
créditos orçamentários e está estruturada em dois 
níveis hierárquicos: órgão orçamentário e unidade 
orçamentária. 
 
109.CERTO. 
A classificação institucional aponta “quem faz” a 
despesa. Ela permite comparar imediatamente as 
dotações recebidas por cada órgão ou unidade 
orçamentária, pois identifica o agente responsável 
pelas dotações autorizadas pelo Legislativo para 
dado programa. 
 
110.ERRADO. 
Na classificação institucional, órgão orçamentário 
é o agrupamento de unidades orçamentárias. 
 
111.CERTO. 
As unidades orçamentárias podem corresponder a 
vários órgãos (repartições) da estrutura 
administrativa ou apenas a uma parte de um único 
órgão. Ainda, um órgão ou uma unidade 
orçamentária pode não corresponder sequer a 
uma estrutura administrativa. 
 
112.CERTO. 
A classificação institucional explicita os gastos 
relacionados a cada órgão público. 
 
113.CERTO. 
A classificação institucional reflete a estrutura 
organizacional de alocação dos créditos 
orçamentários e está estruturada em dois níveis 
hierárquicos: órgão orçamentário e unidade 
orçamentária. 
 
114.CERTO. 
No caso em tela, o número 39 corresponde ao 
órgão orçamentário no âmbito da classificação 
institucional. A classificação institucional aponta 
“quem faz” a despesa, ou seja, quem é o 
responsável por fazer as ações. 
 
115.ERRADO. 
O objetivo da classificação institucional é 
evidenciar as unidades administrativas 
responsáveis pela aplicação dos recursos públicos. 
 
116.CERTO. 
A classificação institucional aponta “quem faz” a 
 despesa. Ela permite comparar imediatamente as 
dotações recebidas por cada órgão ou unidade 
orçamentária, pois identifica o agente responsável 
pelas dotações autorizadas pelo Legislativo para 
dado programa. Assim, o agente encarregado do 
gasto pode ser identificado na classificação 
institucional. 
 
117.CERTO. 
A classificação institucional reflete a estrutura 
organizacional de alocação dos créditos 
orçamentários e está estruturada em dois níveis 
 
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hierárquicos: órgão orçamentário e unidade 
orçamentária. 
 
118.ERRADO. 
A classificação institucional da despesa 
orçamentária tem como finalidade principal 
evidenciar as unidades administrativas 
responsáveis pela sua execução. 
 
119.ERRADO. 
A classificação institucional explicita os gastos 
relacionados a cada órgão público. 
 
120.CERTO. 
A classificação institucional permite comparar 
imediatamente as dotações recebidas por cada 
órgão ou unidade orçamentária, pois identifica o 
agente responsável pelas dotações autorizadas 
pelo Legislativo para dado programa. 
 
 
ESTÁGIO DA RECEITA PÚBLICA 
 
 
121.CERTA. 
A etapa de recolhimento da receita consiste na 
transferência dos valores arrecadados à conta 
específica do Tesouro, observando-se o princípio 
da unidade de tesouraria ou de caixa. 
 
122.ERRADO. 
As “etapas” da receita pública são novidades 
trazidas pelos Manuais de Receita Nacional, de 
Contabilidade, e de Orçamento, da STN/SOF, e não 
se confundem com os “estágios” da receita – 
como veremos a seguir. As etapas da receita 
seguem a ordem de ocorrência dos fenômenos 
econômicos, levando-se em consideração o 
modelo de orçamento existente no País. Dessa 
forma, a ordem sistemática inicia-se com a etapa 
de previsão e termina com a de recolhimento. 
Perceba que a previsão faz parte do 
PLANEJAMENTO da receita. 
 
 
 
 
123.CERTO. 
Recolhimento é ato pelo qual os agentes 
arrecadadores transferem, diariamente, o 
produto da arrecadação ao Tesouro. 
 
Completando com a lei 4.320/64: Art. 56. O 
recolhimento de todas as receitas far-se-á em 
estrita observância ao princípio de unidade de 
tesouraria, vedada qualquer fragmentação para 
criação de caixas especiais. 
 
Com base no Mcasp 9ª edição temos que: 
3.5.4. Recolhimento 
É a transferência dos valores arrecadados à conta 
específica do Tesouro, responsável pela 
administração e controle da arrecadação e 
programação financeira, observando-se o 
princípio da unidade de tesouraria ou de caixa 
 
124.ERRADO. 
O conceito presente na questão pertence a 
previsão (planejamento). Vejamos o conceito 
correto do lançamento: 
 
Lançamento: é o ato da repartição competente 
que verifica a procedência do crédito, a pessoa 
que lhe é devedora e inscreve do débito. 
 
Conforme lei 4.320/64: 
Art. 53. O lançamento da receita é ato da 
repartição competente, que verifica a procedência 
do crédito fiscal e a pessoa que lhe é devedora e 
inscreve o débito desta. 
125.ERRADO. 
Tal conceito na questão pertence ao lançamento. 
Vejamos: 
 
Conforme lei 4.320/64, art. 53. O lançamento da 
receita é ato da repartição competente, que 
PLANEJAMENTO PREVISÃO
LANÇAMENTO
ARRECADAÇÃO
RECOLHIMENTO
ETAPAS DA RECEITA ORÇAMENTÁRIA
EXECUÇÃO
 
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verifica a procedência do crédito fiscal e a pessoa 
que lhe é devedora e inscreve o débito desta. 
 
126.ERRADO. 
se fosse qualquer outra em vez de estatais 
dependentes ainda assim a questão estaria 
errada. Guardem bem isso: Nem todas as receitas 
passam pelos 4 estágios. 
 
Com base no Mcasp 9ª edição temos que: 
Há de se observar, contudo, que nem todas as 
etapas apresentadas ocorrem para todos os tipos 
de receitas orçamentárias. Como exemplo, 
apresenta-se o caso da arrecadação de receitas 
orçamentárias que não foram previstas, não 
tendo, naturalmente, passado pela etapa da 
previsão. Da mesma forma, algumas receitas 
orçamentárias não passam pelo estágio do 
lançamento, como é o caso de uma doação em 
espécie recebida pelos entes públicos. 
 
127.CERTA. 
Questão literal da lei 4.320/64, Art. 52. São objeto 
de lançamento os impostos diretos e quaisquer 
outras rendas com vencimento determinado em 
lei, regulamento ou contrato. 
 
128.ERRADO. 
Mais uma questão que a banca tenta confundir os 
estágios. No caso em tela o conceito pertence ao 
lançamento. 
Art. 53 da lei 4.30/64: O lançamento da receita é 
ato da repartição competente, que verifica a 
procedência do crédito fiscal e a pessoa que lhe é 
devedora e inscreve o débito desta. 
 
129.CERTA. 
Recolhimento é ato pelo qual os agentes 
arrecadadores transferem, diariamente, o 
produto da arrecadação ao Tesouro. 
 
Completando com a lei 4.320/64: Art. 56. O 
recolhimento de todas as receitas far-se-á em 
estrita observância ao princípio de unidade de 
tesouraria, vedada qualquer fragmentação para 
criação de caixas especiais. 
 
Com base no Mcasp 9ª edição temos que: 
3.5.4. Recolhimento 
É a transferência dos valores arrecadados à conta 
específica do Tesouro, responsável pela 
administração e controle da arrecadação e 
programação financeira, observando-se o 
princípio da unidade de tesouraria ou de caixa 
 
130.ERRADO. 
Erro sutil na questão, repare que não são os 
contribuintes que entregam ao poder público,mas sim os agentes arrecadadores. 
 
Recolhimento é ato pelo qual os agentes 
arrecadadores transferem, diariamente, o 
produto da arrecadação ao Tesouro. 
 
131.ERRADO. 
a função da tabela é tirar a sua atenção do que 
realmente é essencial na questão. Veja que no 
comando ele informa que a receita tributária foi 
prevista (último período) logo ela está no estágio 
da previsão e não do lançamento. 
 
132.ERRADO. 
Quem antecede a fixação da despesa é o estágio 
da previsão e não do lançamento. 
 
A previsão de receitas é a etapa que antecede à 
fixação do montante de despesas que irão constar 
nas leis de orçamento, além de ser base para se 
estimar as necessidades de financiamento do 
governo. 
 
133.ERRADO. 
Fique ligado, agentes arrecadadores é no 
recolhimento e não na arrecadação. 
 
Recolhimento: ato pelo qual os agentes 
arrecadadores transferem, diariamente, o 
produto da arrecadação ao Tesouro. 
 
134.ERRADO. 
Perceba que a questão citou o registro contábil 
(foco contábil) e conforme o MCASP a edição deve 
ocorrer no estágio do lançamento. A questão ao 
citar a entrega dos recursos pelos contribuintes ou 
devedores está se referindo à arrecadação. 
 
3.5.2. Lançamento 
 
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GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 58 58 
 
O art. 53 da Lei nº 4.320/1964, define o 
lançamento como ato da repartição competente, 
que verifica a procedência do crédito fiscal e a 
pessoa que lhe é devedora e inscreve o débito 
desta. Por sua vez, para o art. 142 do CTN, 
lançamento é o procedimento administrativo que 
verifica a ocorrência do fato gerador da obrigação 
correspondente, determina a matéria tributável, 
calcula o montante do tributo devido, identifica o 
sujeito passivo e, sendo o caso, propõe a aplicação 
da penalidade cabível. Uma vez ocorrido o fato 
gerador, procede-se ao registro contábil do 
crédito tributário em favor da fazenda pública em 
contrapartida a uma variação patrimonial 
aumentativa. 
 
135.ERRADO. 
Emitiu o boleto, a administração já sabe quem 
deve pagar e por isso, já está na fase do 
lançamento. 
 
Lançamento: é o ato da repartição competente 
que verifica a procedência do crédito, a pessoa 
que lhe é devedora e inscreve do débito. 
 
136.ERRADO. 
As doações passam apenas pelo estágio da 
arrecadação e do recolhimento. 
 
137.CERTA. 
As previsões de receita observarão as normas 
técnicas e legais, considerarão os efeitos das 
alterações na legislação, da variação do índice de 
preços, do crescimento econômico ou de 
qualquer outro fator relevante e serão 
acompanhadas de demonstrativo de sua evolução 
nos últimos três anos, da projeção para os dois 
seguintes àquele a que se referirem, e da 
metodologia de cálculo e premissas utilizadas (art. 
12, caput, da LRF). 
 
138.CERTA. 
Nem todos os estágios ocorrem para todas as 
receitas orçamentárias. Pode ocorrer arrecadação 
de receitas que não passaram pelo lançamento, 
como é o caso de uma doação em espécie 
recebida pelos entes públicos. 
 
139.ERRADO. 
O lançamento, segundo o art. 142 do CTN, é o 
procedimento administrativo tendente a verificar 
a ocorrência do fato gerador da obrigação 
correspondente, determinar a matéria tributável, 
calcular o montante do tributo devido, identificar 
o sujeito passivo e, sendo o caso, propor a 
aplicação da penalidade cabível. 
 
140.ERRADO. 
O lançamento, segundo o art. 142 do CTN, é o 
procedimento administrativo tendente a verificar 
a ocorrência do fato gerador da obrigação 
correspondente, determinar a matéria tributável, 
calcular o montante do tributo devido, identificar 
o sujeito passivo e, sendo o caso, propor a 
aplicação da penalidade cabível. 
 
141.ERRADO. 
São parâmetros para a previsão de receitas os 
efeitos das alterações na legislação, como a 
alteração de alíquotas, as desonerações fiscais e a 
concessão de créditos tributários. Devem ser 
considerados, ainda, a variação do índice de 
preços, do crescimento econômico ou de 
qualquer outro fator relevante. 
 
142.ERRADO. 
A arrecadação consiste na entrega do recurso ao 
agente ou banco arrecadador pelo contribuinte ou 
devedor. 
 
O recolhimento de receita pública é o ato de 
transferir aos cofres públicos os valores 
monetários entregues pelos contribuintes. 
 
143.ERRADO. 
A etapa de recolhimento da receita consiste na 
transferência dos valores arrecadados à conta 
específica do Tesouro, observando-se o princípio 
da unidade de tesouraria ou de caixa. 
 
144.CERTA. 
No lançamento por homologação ou 
autolançamento, o pagamento e as informações 
prestadas pelo contribuinte são realizados sem 
qualquer exame prévio da autoridade 
administrativa. São tributos de caráter 
instantâneo e com multiplicidade de fatos 
geradores, em que o recolhimento é exigido do 
 
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GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 59 59 
 
devedor independentemente de prévia 
manifestação do sujeito ativo. Assim, não é 
necessário que o sujeito ativo efetue o 
lançamento para tornar exigível a prestação 
tributária. 
 
145.ERRADO. 
A execução financeira não constitui um dos 
estágios da receita pública. É uma das fases do 
ciclo orçamentário. 
 
 
ESTÁGIO DA DESPESA PÚBLICA E ENFOQUE 
ORÇAMENTÁRIO E PATRIMONIAL 
 
 
146.ANULADA. 
Conforme o art. 58 da Lei nº 4.320/1964, aplicável 
a todos os entes da Federação, o empenho de 
despesa é o ato emanado de autoridade 
competente que cria para o Estado obrigação de 
pagamento pendente ou não de implemento de 
condição. Para cada empenho será extraído um 
documento denominado “Nota de Empenho”, que 
indicará o nome do credor, a especificação da 
despesa, a importância da despesa, a dedução 
desta do saldo da dotação orçamentária própria e 
demais dados necessários ao controle da execução 
orçamentária e o acompanhamento da 
programação financeira (art. 61 da Lei nº 4.320/64 
e IN/DTN nº 10/91). A questão foi anulada pela 
banca e, de fato, apresenta algumas 
incongruências, vejamos: 
 
• O empenho é a primeira etapa da EXECUÇÃO da 
despesa 
• Em casos específicos autorizados por lei, dispensa-
se a emissão da nota de empenho. 
O ideal era que o gabarito fosse ERRADO, mas a banca 
anulou. Fica como dica de estudo. 
 
147.ERRADO. 
Conforme dispõe o art. 63 da Lei nº 4.320/1964, 
“a liquidação consiste na verificação do direito 
adquirido pelo credor tendo por base os títulos e 
documentos comprobatórios do respectivo 
crédito e tem por objetivo apurar: 
 
§ 1º Essa verificação tem por fim apurar: 
I. a origem e o objeto do que se deve pagar; 
II. a importância exata a pagar; 
III. a quem se deve pagar a importância, para 
extinguir a obrigação.” 
 
Resumindo: 
 
 
148.ERRADO. 
Imagine: você prestou serviços ou entregou um 
produto à Administração…. quando você ficará 
satisfeito? Quando receber o DIN DIN! O PIX! O 
pagamento. Simples assim. Na liquidação o direito 
do credor é garantido, mas satisfeito ele só fica 
com o pagamento. ;) 
 
O pagamento consiste na entrega de numerário ao 
credor por meio de cheque nominativo, ordens de 
pagamentos ou crédito em conta, e só pode ser 
efetuado após a regular liquidação da despesa. A 
Lei nº 4.320/1964, no art. 64, define ordem de 
pagamento como sendo o despacho exarado por 
autoridade competente, determinando que a 
despesa liquidada seja paga. 
 
149.CERTO. 
Lei 4.320/64, Art. 58. O empenho de despesa é o 
ato emanado de autoridade competente que cria 
para o Estado obrigação de pagamento pendente 
ou não de implemento de condição. 
 
150.CERTO. 
Lei 4.320/64, Art. 64. A ordem de pagamento é o 
despacho exarado por autoridade competente, 
determinando que a despesa seja paga. Parágrafo 
único. A ordem de pagamento só poderá serexarada em documentos processados pelos 
serviços de contabilidade. 
 
151.CERTO. 
O Empenho Global comporta as despesas pagas de 
forma parcelada. 
 
152.ERRADO. 
Não existe esta previsão nas normas de 
orçamento. É possível ocorrer o cancelamento 
pela autoridade competente. 
a origem e o objeto do que se deve pagar
a importância exata a pagar
a quem se deve pagar a importância, para extinguir a obrigação
 
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GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 60 60 
 
 
153.ERRADO. 
Se alguma despesa está em liquidação é porque já 
passou pelo empenho e, portanto, possui 
autorização legislativa. 
 
154.ERRADO. 
A realização de despesa é composta por quatro 
fases: fixação, empenho, liquidação e pagamento. 
 
155.ERRADO. 
É vedada a realização de despesa sem prévio 
empenho. Em casos especiais previstos na 
legislação específica será dispensada a emissão da 
nota de empenho (art. 60 da Lei 4.320/1964). 
 
156.ERRADO. 
É permitido o empenho global de despesas 
contratuais e outras, sujeitas a parcelamento (art. 
60, § 3º, da Lei 4320/1964). 
 
157.ERRADO. 
É permitido o empenho global de despesas 
contratuais e outras, sujeitas a parcelamento (art. 
60, § 3º, da Lei 4320/1964). É aplicado a despesas 
com valor definido. 
 
158.CERTO. 
É permitido o empenho global de despesas 
contratuais e outras, sujeitas a parcelamento (art. 
60, § 3º, da Lei 4320/1964). 
 
159.CERTO. 
A liquidação da despesa consiste na verificação do 
direito adquirido pelo credor tendo por base os 
títulos e documentos comprobatórios do 
respectivo crédito. Tem por finalidade reconhecer 
ou apurar a origem e o objeto do que se deve 
pagar; a importância exata a pagar; e a quem se 
deve pagar a importância para extinguir a 
obrigação. 
 
 
160.CERTO. 
O pagamento da despesa só será efetuado quando 
ordenado após sua regular liquidação (art. 62 da 
Lei 4320/1964). 
 
161.ERRADO. 
O empenho de despesa é o ato emanado de 
autoridade competente que cria para o Estado 
obrigação de pagamento pendente ou não de 
implemento de condição (art. 58 da Lei 
4320/1964). 
162.ERRADO. 
A liquidação da despesa consiste na verificação do 
direito adquirido pelo credor tendo por base os 
títulos e documentos comprobatórios do 
respectivo crédito (art. 63 da Lei 4320/1964). 
 
163.CERTO. 
O empenho por estimativa tem como 
característica a existência de despesa cujo 
montante não se possa determinar. São exemplos 
as despesas relacionadas ao consumo de energia 
elétrica. 
O empenho global é utilizado para atender às 
despesas com montante definido, porém para 
aquelas contratuais e outras sujeitas a 
parcelamento. São exemplos as despesas 
decorrentes de aluguéis. 
 
164.CERTO. 
É vedada a realização de despesa sem prévio 
empenho. Em casos especiais previstos na 
legislação específica será dispensada a emissão da 
nota de empenho (art. 60 da Lei 4.320/1964). 
 
165.ERRADO. 
As despesas relativas a contratos, convênios, 
acordos ou ajustes de vigência plurianual, serão 
empenhadas em cada exercício financeiro pela 
parte nele a ser executada (art. 27 do Decreto 
93.872/1986). 
 
166.ERRADO. 
O adiantamento não é estágio da despesa pública. 
O pagamento da despesa será efetuado por 
tesouraria ou pagadoria regularmente instituídos 
por estabelecimentos bancários credenciados e, 
em casos excepcionais, por meio de adiantamento 
(art. 65 da Lei 4.320/1964). 
167.ERRADO. 
As despesas relativas a contratos, convênios, 
acordos ou ajustes de vigência plurianual, serão 
empenhadas em cada exercício financeiro pela 
parte nele a ser executada (art. 27 do Decreto 
93.872/1986). 
 
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GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 61 61 
 
 
168.ERRADO. 
Será feito por estimativa o empenho da despesa 
cujo montante não se possa determinar (art. 60, § 
2º, da Lei 4320/1964). Um exemplo é o empenho 
para pagamento de energia elétrica. 
 
169.ERRADO. 
O segundo estágio da execução da despesa é a 
liquidação. O pagamento da despesa só será 
efetuado quando ordenado após sua regular 
liquidação (art. 62 da Lei 4320/1964). 
 
170.ERRADO. 
O pagamento da despesa só será efetuado quando 
ordenado após sua regular liquidação (art. 62 da 
Lei 4320/1964). 
 
 
INTRODUÇÃO À LRF - PLANEJAMENTO 
 
171.LETRA B. 
Analisando item a item, temos: 
I ERRADA. Conforme a LRF: 
“Art. 4º A lei de diretrizes orçamentárias atenderá 
o disposto no § 2o do art. 165 da Constituição e: 
e) normas relativas ao controle de custos e à 
avaliação dos resultados dos programas 
financiados com recursos dos orçamentos;” 
II CERTA. Conforme a LRF: 
“Art. 5 O projeto de lei orçamentária anual, 
elaborado de forma compatível com o plano 
plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e 
com as normas desta Lei Complementar: 
I - conterá, em anexo, demonstrativo da 
compatibilidade da programação dos orçamentos 
com os objetivos e metas constantes do 
documento de que trata o § 1o do art. 4º;” 
III. ERRADA. O planejamento governamental é a 
atividade que, a partir de diagnósticos e estudos 
prospectivos, orienta as escolhas de políticas 
públicas, e o PPA é um instrumento desse 
planejamento que define diretrizes, objetivos e 
metas com o propósito de viabilizar a 
implementação e a gestão das políticas públicas, 
orientar a definição de prioridades e auxiliar na 
promoção do desenvolvimento sustentável. O 
Plano Plurianual condiciona a elaboração de todos 
os demais planos no âmbito federal, que devem 
estar de acordo e harmonizar-se com ele, 
conforme dispõe o art. 165, § 4º, da CF: 
“os planos e programas nacionais, regionais e 
setoriais previstos nesta Constituição serão 
elaborados em consonância com o plano 
plurianual e apreciados pelo Congresso Nacional”. 
O PPA é o instrumento de planejamento de MÉDIO 
prazo do governo federal. 
 
172.LETRA B. 
Analisando item a item, temos: 
A) ERRADA. Atribuição da LDO, conforme Art. 4º. 
B) CERTA. “Art. 5º II - será acompanhado do 
documento a que se refere o § 6o do art. 165 da 
Constituição, bem como das medidas de 
compensação a renúncias de receita e ao aumento 
de despesas obrigatórias de caráter continuado;” 
C) ERRADA. Investimentos plurianuais devem estar 
previstos no PPA (art. 167, § 1º). 
D) ERRADA. “Art. 5º III - conterá reserva de 
contingência, cuja forma de utilização e montante, 
definido com base na receita corrente líquida, 
serão estabelecidos na lei de diretrizes 
orçamentárias (...)” 
E) ERRADA. O anexo integra a LDO (art. 4º). 
 
173.ERRADA. 
Além dos dispositivos referentes à LDO previstos 
na CF/1988, veremos que a Lei de 
Responsabilidade Fiscal aumentou o rol de 
funções da LDO, visando manter o equilíbrio entre 
receitas e despesas: 
“Art. 4º A lei de diretrizes orçamentárias atenderá 
o disposto no § 2º do art. 165 da Constituição 
e:I/disporá também sobre: 
a) equilíbrio entre receitas e despesas; 
b) critérios e forma de limitação de empenho, a ser 
efetivada nas hipóteses previstas na alínea b do 
inciso II deste artigo, no art. 9º e no inciso II do § 1º 
do art.31; 
e) normas relativas ao controle de custos e à 
avaliação dos resultados dos programas 
financiados com recursos dos orçamentos; 
 
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GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 62 62 
 
f) demais condições e exigências para 
transferências de recursos a entidades públicas e 
privadas”. 
 
174.ERRADA. 
A Lei de Diretrizes Orçamentárias conterá Anexo 
de Riscos Fiscais, em que serão avaliados os 
passivos contingentes e outros riscos capazes de 
afetaras contas públicas, informando as 
providências a serem tomadas, caso se 
concretizem. Os passivos contingentes 
correspondem às demandas judiciais de grande 
impacto que se encontram pendentes de 
julgamento pelos tribunais superiores, como STJ e 
STF; dívidas em geral que se encontram em 
processo de reconhecimento; e operações de 
garantias e avais dados pelo Poder Público. Os 
outros riscos são comumente classificados em 
riscos orçamentários e riscos de dívida. 
 
175.CERTA. 
Conforme a LRF: 
“Art. 5º O projeto de lei orçamentária anual, 
elaborado de forma compatível com o plano 
plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e 
com as normas desta Lei Complementar: 
I - conterá, em anexo, demonstrativo da 
compatibilidade da programação dos orçamentos 
com os objetivos e metas constantes do 
documento de que trata o § 1o do art. 4º” O 
documento citado acima é o Anexo de Metas 
Fiscais, da LDO. 
 
176.ERRADA. 
A LRF apresenta despesas que não podem sofrer a 
limitação de empenho (redação dada pela LC nº 
177/2021): 
“Não serão objeto de limitação as despesas que 
constituam obrigações constitucionais e legais do 
ente, inclusive aquelas destinadas ao pagamento 
do serviço da dívida, as relativas à inovação e ao 
desenvolvimento científico e tecnológico 
custeadas por fundo criado para tal finalidade e as 
ressalvadas pela lei de diretrizes orçamentárias.” 
avaliação do cumprimento das metas 
relativas ao ano anterior 
demonstrativo das metas anuais, 
instruído com memória e 
metodologia de cálculo que 
justifiquem os resultados 
pretendidos, comparando-as com as 
fixadas nos três exercícios anteriores 
e evidenciando a consistência delas 
com as premissas e os objetivos da 
política econômica nacional 
evolução do patrimônio líquido nos 
últimos três exercícios, destacando a 
origem e a aplicação dos recursos 
obtidos com a alienação de ativos 
avaliação 
da 
situação 
financeira 
e atuarial 
RGPS 
RPPS 
fundos 
fundo de amparo 
ao trabalhador 
(FAT) 
demonstrativo da estimativa e 
compensação da renúncia de receita 
e da margem de expansão das 
despesas obrigatórias de caráter 
continuado 
Quadro demonstrativo do cálculo da 
meta do resultado primário de que 
trata o § 1º deste artigo, que 
evidencie os principais agregados de 
receitas e despesas, os resultados, 
comparando-os com os valores 
programados para o exercício em 
curso e os realizados nos 2 (dois) 
exercícios anteriores, e as estimativas 
para o exercício a que se refere a lei 
de diretrizes orçamentárias e para os 
subsequentes. 
(Incluído pela Lei Complementar nº 
200, de 2023) 
 
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GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 63 63 
 
 
A LOA contém as próprias medidas de 
compensação, vejamos: “Art. 5º O projeto de lei 
orçamentária anual, elaborado de forma 
compatível com o plano plurianual, com a lei de 
diretrizes orçamentárias e com as normas desta Lei 
Complementar: II - será acompanhado do 
documento a que se refere o § 6o do art. 165 da 
Constituição, bem como das medidas de 
compensação a renúncias de receita e ao aumento 
de despesas obrigatórias de caráter continuado;” 
 
177. ERRADA. 
Com a vigência da LRF (lei nº 101/2000), a LDO 
teve uma ampliação em suas funcionalidades. 
Atenção, pois tais funções são de alta incidência 
em prova. LDO na Lei de responsabilidade fiscal: É 
importante, para uma boa base, saber o 
funcionamento da LDO na LRF. Art. 4 o A lei de 
diretrizes orçamentárias atenderá o disposto no § 
2 o do art. 165 da Constituição e: I - disporá 
também sobre: a) equilíbrio entre receitas e 
despesas; b) critérios e forma de limitação de 
empenho, a ser efetivada nas hipóteses previstas 
na alínea b do inciso II deste artigo, no art. 9 o e no 
inciso II do § 1 o do art. 31; c) (VETADO) d) 
(VETADO) e) normas relativas ao controle de 
custos e à avaliação dos resultados dos programas 
financiados com recursos dos orçamentos; f) 
demais condições e exigências para transferências 
de recursos a entidades públicas e privadas; Como 
você deve ter percebido, existem as funções da 
LDO divididas entre a CF/88 e a LRF. Cabe destacar 
que há questões que exigem que o candidato saiba 
exatamente o ordenamento jurídico de onde se 
extrai a função, então peço sua atenção no 
comando da questão caso venha nesse estilo. 
 
178.ERRADA. 
Conforme a LRF, o anexo de metas fiscais (AMF) 
conterá, ainda: 
 
A LOA contém as próprias medidas de 
compensação, vejamos: 
“Art. 5º O projeto de lei orçamentária anual, 
elaborado de forma compatível com o plano 
plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e 
com as normas desta Lei Complementar: 
II - será acompanhado do documento a que se 
refere o § 6o do art. 165 da Constituição, bem 
como das medidas de compensação a renúncias de 
receita e ao aumento de despesas obrigatórias de 
caráter continuado;” 
 
179.CERTA. 
A LRF estabelece que integrará o projeto de Lei de 
Diretrizes Orçamentárias o Anexo de Metas Fiscais, 
em que serão estabelecidas metas anuais, em 
valores correntes e constantes, relativas a receitas, 
despesas, resultados nominal e primário, e 
montante da dívida pública, para o exercício a que 
se referirem e para os dois seguintes. Apesar de 
serem estipuladas metas para três exercícios, 
apenas a meta para o ano seguinte é obrigatória, 
as demais são apenas metas indicativas. Muito 
cuidado, pois houve alteração da LRF com a 
publicação da LC 200/23 que acrescentou mais um 
demonstrativo. Sendo assim, o anexo de metas 
fiscais (AMF) conterá, ainda: 
• Avaliação do cumprimento das metas relativas ao 
ano anterior. 
• Demonstrativo das metas anuais, instruído com 
memória e metodologia de cálculo que justifiquem 
os resultados pretendidos, comparando-as com as 
fixadas nos três exercícios anteriores, e 
evidenciando a consistência delas com as 
premissas e os objetivos da política econômica 
nacional. 
• Evolução do patrimônio líquido, também nos 
últimos três exercícios, destacando a origem e a 
aplicação dos recursos obtidos com a alienação de 
ativos. 
• Avaliação da situação financeira e atuarial: 
• dos regimes geral de previdência social e próprio 
dos servidores públicos e do Fundo de Amparo ao 
Trabalhador; 
 
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GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 64 64 
 
• dos demais fundos públicos e programas estatais 
de natureza atuarial; 
• demonstrativo da estimativa e compensação da 
renúncia de receita e da margem de expansão das 
despesas obrigatórias de caráter continuado. 
• Quadro demonstrativo do cálculo da meta do 
resultado primário, que evidencie os principais 
agregados de receitas e despesas, os resultados, 
comparando-os com os valores programados para 
o exercício em curso e os realizados nos 2 (dois) 
exercícios anteriores, e as estimativas para o 
exercício a que se refere a lei de diretrizes 
orçamentárias e para os subsequentes (Alteração 
LC 200/2023). 
 
Se a questão falar somente em União, vocês 
precisam lembrar que, no caso da União, o Anexo 
de Metas Fiscais do projeto de lei de diretrizes 
orçamentárias conterá também: 
• As metas anuais para o exercício a que se referir 
e para os 3 (três) seguintes, com o objetivo de 
garantir sustentabilidade à trajetória da dívida 
pública. 
• O marco fiscal de médio prazo, com projeções 
para os principais agregados fiscais que compõem 
os cenários de referência, distinguindo-se as 
despesas primárias das financeiras e as 
obrigatórias daquelas discricionárias. 
• O efeito esperado e a compatibilidade, no 
período de 10 (dez) anos, do cumprimento das 
metas de resultado primário sobre a trajetória de 
convergência da dívida pública, evidenciando o 
nível de resultadosfiscais consistentes com a 
estabilização da Dívida Bruta do Governo Geral 
(DBGG) em relação ao Produto Interno Bruto (PIB). 
• Os intervalos de tolerância para verificação do 
cumprimento das metas anuais de resultado 
primário, convertido em valores correntes, de 
menos 0,25 p.p. (vinte e cinco centésimos ponto 
percentual) e de mais 0,25 p.p. (vinte e cinco 
centésimos ponto percentual) do PIB previsto no 
respectivo projeto de lei de diretrizes 
orçamentárias. 
• Os limites e os parâmetros orçamentários dos 
Poderes e órgãos autônomos compatíveis com as 
disposições estabelecidas na lei complementar. 
• A estimativa do impacto fiscal, quando couber, 
das recomendações resultantes da avaliação das 
políticas públicas. Ademais, os Estados, o Distrito 
Federal e os Municípios poderão adotar, total ou 
parcialmente, essa nova regra trazida para a União. 
 
180.CERTA. 
É o previsto de maneira explícita na LRF, a qual 
dispõe que, “se verificado, ao final de um bimestre, 
que a realização da receita poderá não comportar 
o cumprimento das metas de resultado primário 
ou nominal estabelecidas no anexo de metas 
fiscais, os Poderes e o Ministério Público 
promoverão, por ato próprio e nos montantes 
necessários, nos 30 dias subsequentes, limitação 
de empenho e movimentação financeira, segundo 
os critérios fixados pela lei de diretrizes 
orçamentárias.” 
A limitação de empenho também será promovida 
pelo ente que ultrapassar o limite para a dívida 
consolidada, para que obtenha o resultado 
primário necessário à recondução da dívida ao 
limite. 
 
181. CERTA. 
Além dos dispositivos referentes à LDO previstos 
na CF/1988, veremos que a Lei de 
Responsabilidade Fiscal aumentou o rol de 
funções da LDO, visando manter o equilíbrio entre 
receitas e despesas: 
“Art. 4º A lei de diretrizes orçamentárias atenderá 
o disposto no § 2º do art. 165 da Constituição e: 
I/disporá também sobre: 
a) equilíbrio entre receitas e despesas; 
b) critérios e forma de limitação de empenho, a ser 
efetivada nas hipóteses previstas na alínea b do 
inciso II deste artigo, no art. 9º e no inciso II do § 1º 
do art.31; 
e) normas relativas ao controle de custos e à 
avaliação dos resultados dos programas 
financiados com recursos dos orçamentos; 
f) demais condições e exigências para 
transferências de recursos a entidades públicas e 
privadas”. 
 
182.ERRADA. 
Questãozinha literal da LRF, vejamos: 
“Art. 8º Até trinta dias após a publicação dos 
orçamentos, nos termos em que dispuser a lei de 
diretrizes orçamentárias e observado o disposto na 
alínea c do inciso I do art. 4o, o Poder Executivo 
 
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estabelecerá a programação financeira e o 
cronograma de execução mensal de desembolso. 
Parágrafo único. Os recursos legalmente 
vinculados a finalidade específica serão utilizados 
exclusivamente para atender ao objeto de sua 
vinculação, ainda que em exercício diverso daquele 
em que ocorrer o ingresso.” 
 
183. ERRADA. 
O PPA deve conter o anexo de metas fiscais. 
Comentário: É importante detalhar o conteúdo 
dos três anexos que a Lei de Responsabilidade 
Fiscal imputou à LDO: anexo de metas fiscais, 
anexo de riscos fiscais e anexo específico. A LDO 
também surgiu por meio da Constituição Federal 
de 1988, almejando ser o elo entre o 
planejamento estratégico (Plano Plurianual) e o 
planejamento operacional (Lei Orçamentária 
Anual). Sua relevância reside no fato de ter 
conseguido diminuir a distância entre o plano 
estratégico e as LOAs, as quais dificilmente 
conseguiam incorporar as diretrizes dos 
planejamentos estratégicos existentes antes da 
CF/1988. 
 
184.CERTA. 
No projeto de lei orçamentária anual, devem 
constar todas as despesas relativas à dívida 
pública, mobiliária ou contratual, assim como as 
receitas que as atenderão. Além disso, o 
refinanciamento da dívida pública constará de 
forma separada na lei orçamentária e nas de 
crédito adicional. Comentário: Conforme a LRF: 
“Art 5º § 1º Todas as despesas relativas à dívida 
pública, mobiliária ou contratual, e as receitas que 
as atenderão, constarão da lei orçamentária anual. 
§ 2º O refinanciamento da dívida pública constará 
separadamente na lei orçamentária e nas de 
crédito adicional.” 
 
185.CERTA. 
Segundo a LRF (art. 4º): 
 
 
 
 
 
 
Além disso, a LC 200/23 acrescentou também a 
LRF: Quadro demonstrativo do cálculo da meta do 
resultado primário, que evidencie os principais 
agregados de receitas e despesas, os resultados, 
comparando-os com os valores programados para 
o exercício em curso e os realizados nos 2 (dois) 
exercícios anteriores, e as estimativas para o 
exercício a que se refere a lei de diretrizes 
orçamentárias e para os subsequentes. 
 
186. CERTA. A receita corrente líquida é o conceito 
adotado pela LRF, que serve de parâmetro para 
verificação de recursos, para o cumprimento de 
metas em geral e para o estabelecimento de 
limites para despesas com pessoal e 
endividamento, compatível com a 
responsabilidade fiscal exigida por essa lei. 
Segundo o art. 2º, IV, da LRF, a receita corrente 
líquida corresponde ao somatório bruto das 
receitas tributárias, de contribuições, 
patrimoniais, industriais, agropecuárias, de 
serviços, transferências correntes e outras receitas 
também correntes, diminuídas de algumas 
deduções diferenciadas para a União, estados e 
municípios. 
 
187.ERRADA. 
As empresas estatais dependentes consistem em 
sociedades cuja maioria do capital social com 
direito a voto pertence, direta ou indiretamente, a 
ente da Federação. Comentário: Não confunda: 
precisamos entender o conceito de empresa 
controlada. Conforme a LRF (art. 2º), 
“empresa controlada é sociedade cuja maioria do 
capital social com direito a voto pertença, direta ou 
indiretamente, a ente da Federação.” Essas se 
dividem em DEPENDENTES e INDEPENDENTES. 
 
188. CERTA. 
Conforme a LRF: 
“Art 1º A responsabilidade na gestão fiscal 
pressupõe a ação planejada e transparente, em 
que se previnem riscos e corrigem desvios capazes 
de afetar o equilíbrio das contas públicas, 
mediante o cumprimento de metas de resultados 
entre receitas e despesas e a obediência a limites e 
condições no que tange a renúncia de receita, 
geração de despesas com pessoal, da seguridade 
social e outras, dívidas consolidada e mobiliária, 
 
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operações de crédito, inclusive por antecipação de 
receita, concessão de garantia e inscrição em 
Restos a Pagar.” 
Podem também ser considerados objetivos da LRF, 
entre outros: estabelecer normas para as Finanças 
Públicas; fortalecer a função de planejamento; 
exigir controle do endividamento e das despesas 
públicas; fomentar o aumento da eficiência e da 
arrecadação; proteger o patrimônio público, 
fortalecer os Órgãos de Controle e fomentar o 
controle social. 
 
189. ERRADA. 
O foco da LRF é o combate à má gestão dos 
recursos públicos e à corrupção. Comentário: O 
foco da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), 
instituída pela Lei Complementar nº 101/2000, 
não é explicitamente o combate à má gestão dos 
recursos públicos e à corrupção. Embora a LRF 
tenha um papel importante na promoção da 
responsabilidade fiscal e na melhoria da gestão 
pública, seu principal objetivo é o estabelecimento 
de regras e limites para garantir a estabilidade e o 
equilíbrio das finanças públicas, evitando déficits 
excessivos e o endividamento descontrolado por 
parte dos entes federativos (União, estados, 
municípios e Distrito Federal). A LRF busca 
assegurar a transparência, a responsabilidade na 
gestão fiscal e a sustentabilidadedas contas 
públicas. Ela estabelece regras para o 
planejamento, a execução e o controle dos 
orçamentos públicos, bem como limites para 
despesas com pessoal, dívida pública e 
transferências a outros entes federativos. A Lei 
também impõe a publicação de relatórios e 
demonstrativos fiscais para garantir a prestação de 
contas à sociedade. Embora a LRF possa 
indiretamente contribuir para o combate à má 
gestão e à corrupção, seu principal enfoque está 
na disciplina fiscal e na promoção da 
sustentabilidade das finanças públicas. 
 
190.CERTA. 
As metas anuais estabelecidas no Anexo de Metas 
Fiscais, nos termos previstos na Lei de 
Responsabilidade Fiscal, devem ser fixadas em 
valores correntes e constantes e abranger três 
exercícios fiscais. 
Comentário: A LRF estabelece que integrará o 
projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias o Anexo 
de Metas Fiscais, em que serão estabelecidas 
metas anuais, em valores correntes e constantes, 
relativas a receitas, despesas, resultados nominal 
e primário, e montante da dívida pública, para o 
exercício a que se referirem e para os dois 
seguintes. 
 
191.CERTA. 
Questão literal da LRF: 
“Art. 4º § 2º O Anexo conterá, ainda: 
I - avaliação do cumprimento das metas relativas 
ao ano anterior; 
II - demonstrativo das metas anuais, instruído com 
memória e metodologia de cálculo que justifiquem 
os resultados pretendidos, comparando-as com as 
fixadas nos três exercícios anteriores, e 
evidenciando a consistência delas com as 
premissas e os objetivos da política econômica 
nacional; 
III - evolução do patrimônio líquido, também nos 
últimos três exercícios, destacando a origem e a 
aplicação dos recursos obtidos com a alienação de 
ativos; 
IV - avaliação da situação financeira e atuarial: a) 
dos regimes geral de previdência social e próprio 
dos servidores públicos e do Fundo de Amparo ao 
Trabalhador; 
b) dos demais fundos públicos e programas 
estatais de natureza atuarial; 
V - demonstrativo da estimativa e compensação da 
renúncia de receita e da margem de expansão das 
despesas obrigatórias de caráter continuado.” 
VI – quadro demonstrativo do cálculo da meta do 
resultado primário, que evidencie os principais 
agregados de receitas e despesas, os resultados, 
comparando-os com os valores programados para 
o exercício em curso e os realizados nos 2 (dois) 
exercícios anteriores, e as estimativas para o 
exercício a que se refere a lei de diretrizes 
orçamentárias e para os subsequentes. 
(Incluído pela Lei Complementar nº 200, de 2023). 
Se a questão falar somente em União, vocês 
precisam lembrar que, no caso da União, o Anexo 
de Metas Fiscais do projeto de lei de diretrizes 
orçamentárias conterá também: 
• As metas anuais para o exercício a que se referir 
e para os 3 (três) seguintes, com o objetivo de 
 
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garantir sustentabilidade à trajetória da dívida 
pública. 
• O marco fiscal de médio prazo, com projeções 
para os principais agregados fiscais que compõem 
os cenários de referência, distinguindo-se as 
despesas primárias das financeiras e as 
obrigatórias daquelas discricionárias. 
• O efeito esperado e a compatibilidade, no 
período de 10 (dez) anos, do cumprimento das 
metas de resultado primário sobre a trajetória de 
convergência da dívida pública, evidenciando o 
nível de resultados fiscais consistentes com a 
estabilização da Dívida Bruta do Governo Geral 
(DBGG) em relação ao Produto Interno Bruto (PIB). 
 
192.LETRA C. 
É o previsto de maneira explícita na LRF, a qual 
dispõe que, “se verificado, ao final de um bimestre, 
que a realização da receita poderá não comportar 
o cumprimento das metas de resultado primário 
ou nominal estabelecidas no anexo de metas 
fiscais, os Poderes e o Ministério Público 
promoverão, por ato próprio e nos montantes 
necessários, nos 30 dias subsequentes, limitação 
de empenho e movimentação financeira, segundo 
os critérios fixados pela lei de diretrizes 
orçamentárias.” 
A limitação de empenho também será promovida 
pelo ente que ultrapassar o limite para a dívida 
consolidada, para que obtenha o resultado 
primário necessário à recondução da dívida ao 
limite. 
No caso de restabelecimento da receita prevista, 
ainda que parcial, a recomposição das dotações 
cujos empenhos foram limitados dar-se-á de 
forma proporcional às reduções efetivadas. A LRF 
apresenta despesas que não podem sofrer a 
limitação de empenho (redação dada pela LC nº 
177/2021): 
“Não serão objeto de limitação as despesas que 
constituam obrigações constitucionais e legais do 
ente, inclusive aquelas destinadas ao pagamento 
do serviço da dívida, as relativas à inovação e ao 
desenvolvimento científico e tecnológico custeadas 
por fundo criado para tal finalidade e as 
ressalvadas pela lei de diretrizes orçamentárias.” 
Logo, o gabarito é o item C. 
 
 
193.ERRADA. 
A LRF estabelece que integrará o projeto de Lei de 
Diretrizes Orçamentárias o Anexo de Metas Fiscais, 
em que serão estabelecidas metas anuais, em 
valores correntes e constantes, relativas a receitas, 
despesas, resultados nominal e primário, e 
montante da dívida pública, para o exercício a que 
se referirem e para os dois seguintes. 
 
194.ERRADA. 
Passivos contingentes estão previstos no anexo de 
riscos fiscais, por isso constam na LDO. 
 
195.CERTA. 
A responsabilidade na gestão fiscal pressupõe a 
ação planejada e transparente, em que se 
previnem riscos e corrigem desvios capazes de 
afetar o equilíbrio das contas públicas, mediante o 
cumprimento de metas de resultados entre 
receitas e despesas e a obediência a limites e 
condições no que tange à renúncia de receita, 
geração de despesas com pessoal, da seguridade 
social e outras, dívidas consolidada e mobiliária, 
operações de crédito, inclusive por antecipação de 
receita, concessão de garantia e inscrição em 
Restos a Pagar (art. 1º, § 1º, da LRF). 
 
LRF PARTE II: 
DESPESA OBRIGATÓRIA DE CARÁTER 
CONTINUADO E COM PESSOAL 
 
196.CERTA. 
A LRF se preocupou mais em evitar a realização de 
despesas não autorizadas pelos orçamentos e não 
planejadas do que com a criação de novas regras. 
As regras nela contidas referem-se a uma espécie 
de checklist a ser feito antes de sua realização, em 
que a responsabilidade é claramente atribuída ao 
ordenador de despesas. Assim, quando a ação 
pública importar em criação, expansão ou 
aperfeiçoamento que acarrete aumento da 
despesa a LRF exige que esteja acompanhada de: 
 
 
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Perceba que apesar de o mais correto ser 
“adequado à LOA” e “compatível com o PPA e 
LDO”, a banca levou o entendimento de que todos 
os requisitos são espécies do gênero 
“compatibilidade”. Logo, o item está correto. 
 
197.CERTA. 
A despesa obrigatória de caráter continuado, 
segundo a LRF, é a despesa corrente derivada de 
lei, medida provisória ou ato administrativo 
normativo, que fixa para o ente público a 
obrigação legal de sua execução por um período 
superior a dois exercícios. As despesas obrigatórias 
de caráter continuado têm características 
especiais, pois, uma vez assumidas, “tornam-se 
obrigatórias no mínimo por mais de dois anos”, por 
isso a LRF exige que o ato de sua criação ou 
aumento atenda as regras para a criação de 
despesas e, ainda, demonstre a origem dos 
recursos para o seu custeio. No momento de sua 
autorização deverá ser comprovado que a sua 
realização não afetará a meta de resultado fiscal 
estabelecida pela LDO respectiva. Nos exercícios 
seguintes poderão ser utilizadas duas medidas de 
compensação: aumento permanente de receita ouredução permanente de despesa. Além disso, 
essas despesas deverão estar acompanhadas das 
premissas e metodologia de cálculo utilizadas, e, 
claro, ser compatível com as normas do PPA e da 
LDO. Esses requisitos estão previstos no artigo 17 
da LRF. Observe o esquema abaixo: 
 
 
198.CERTA. 
Se a despesa total com pessoal exceder a 95% do 
limite (limite prudencial), são vedados ao Poder ou 
órgão que houver incorrido no excesso: 
 
 
 
Como o TJ/ES extrapolou o seu limite prudencial 
da despesa com pessoal, ele não poderá, 
enquanto perdurar o excesso, prover cargos vagos 
com os candidatos aprovados em concurso 
público, já que é a regra (excepcionada apenas se 
para reposição decorrente de aposentadoria ou 
falecimento de servidores das áreas de educação, 
saúde e segurança - que não foi mencionado pela 
banca) e poderá conceder a revisão geral anual, 
sempre na mesma data e sem distinção de índices 
(já que esta é uma exceção). 
 
199. CERTA. 
Também serão computadas na apuração das 
despesas com pessoal, sob a denominação de 
“outras despesas com pessoal” os valores oriundos 
de contratos de terceirização de mão de obra 
desde que se referiram à substituição de 
servidores ou empregados públicos. Essas 
terceirizações, em regra, estão relacionadas à 
atividade-fim do órgão/entidade, e consta cargo 
 
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GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 69 69 
 
equivalente no plano de cargos e salários do ente 
público, conforme art. 18 da LRF. Memorize: 
apenas as despesas com terceirização que se 
referem à substituição de servidores ou 
empregados públicos são computadas como 
outras despesas com pessoal as demais 
terceirizações não entram no cálculo. 
 
200.CERTA. 
O conceito de RCL, que vimos no tópico anterior, é 
importante porque a despesa total com pessoal 
será apurada somando-se a realizada no mês em 
referência com as dos 11 imediatamente 
anteriores, adotando-se o regime de competência, 
independentemente de empenho. Para os fins do 
disposto no caput do art. 169 da Constituição, a 
despesa total com pessoal, em cada período de 
apuração e em cada ente da Federação, não 
poderá exceder os percentuais da receita corrente 
líquida, a seguir discriminados: 
 
 
201. ERRADA. 
Se a despesa total com pessoal exceder a 95% do 
limite (limite prudencial), são vedados ao Poder ou 
órgão que houver incorrido no excesso: 
 
 
 
Perceba que se derivados de sentença judicial ou 
de determinação legal ou contratual, os ajustes 
podem ser concedidos. 
 
202. ERRADA. 
A CF/1988 também trata do assunto despesas com 
pessoal. Segundo o art.169, a despesa com pessoal 
ativo e inativo da União, dos estados, do Distrito 
Federal e dos municípios não poderá exceder os 
limites estabelecidos em lei complementar. “Art. 
169. A despesa com pessoal ativo e inativo da 
União, dos Estados, do Distrito Federal e dos 
Municípios não poderá exceder os limites 
estabelecidos em lei complementar. 
§ 3º Para o cumprimento dos limites estabelecidos 
com base neste artigo, durante o prazo fixado na 
lei complementar referida no caput, a União, os 
Estados, o Distrito Federal e os Municípios 
adotarão as seguintes providências: 
I - redução em pelo menos vinte por cento das 
despesas com cargos em comissão e funções de 
confiança; 
II - exoneração dos servidores não estáveis. 
§ 4º Se as medidas adotadas com base no 
parágrafo anterior não forem suficientes para 
assegurar o cumprimento da determinação da lei 
complementar referida neste artigo, o servidor 
estável poderá perder o cargo, desde que ato 
normativo motivado de cada um dos Poderes 
especifique a atividade funcional, o órgão ou 
unidade administrativa objeto da redução de 
pessoal. 
§ 5º O servidor que perder o cargo na forma do 
parágrafo anterior fará jus a indenização 
correspondente a um mês de remuneração por ano 
de serviço. 
§ 6º O cargo objeto da redução prevista nos 
parágrafos anteriores será considerado extinto, 
vedada a criação de cargo, emprego ou função 
com atribuições iguais ou assemelhadas pelo prazo 
de quatro anos. 
§ 7º Lei federal disporá sobre as normas gerais a 
serem obedecidas na efetivação do disposto no § 
4º.” 
 
Veja que não há a possibilidade de redução 
temporária da jornada de trabalho dos servidores. 
Além disso, o STF já decidiu que a redução de 
vencimentos de servidores para adequação de 
gastos com pessoal é inconstitucional. Assim, por 
maioria de votos, o Plenário do Supremo Tribunal 
Federal (STF) declarou inconstitucional qualquer 
interpretação de dispositivos da Lei de 
Responsabilidade Fiscal (LRF - Lei Complementar 
101/2000) que permita a redução de vencimentos 
 
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GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 70 70 
 
de servidores públicos para a adequação de 
despesas com pessoal. 
 
203. CERTA. 
Segundo o § 1º do art. 59 da LRF, compete aos 
Tribunais de Contas alertarem os Poderes ou 
Órgãos quando for constatado(a): 
 
 
204. LETRA C. 
Segundo a LRF 
“Art. 21. É nulo de pleno direito: 
I - o ato que provoque aumento da despesa com 
pessoal e não atenda: 
a) às exigências dos arts. 16 e 17 desta Lei 
Complementar e o disposto no inciso XIII do caput 
do art. 37 e no § 1º do art. 169 da Constituição 
Federal; e (Incluído pela Lei Complementar nº 173, 
de 2020) 
b) ao limite legal de comprometimento aplicado às 
despesas com pessoal inativo; 
II - o ato de que resulte aumento da despesa com 
pessoal nos 180 (cento e oitenta) dias anteriores ao 
final do mandato do titular de Poder ou órgão 
referido no art. 20; 
III - o ato de que resulte aumento da despesa com 
pessoal que preveja parcelas a serem 
implementadas em períodos posteriores ao final 
do mandato do titular de Poder ou órgão referido 
no art. 20; 
IV - a aprovação, a edição ou a sanção, por Chefe 
do Poder Executivo, por Presidente e demais 
membros da Mesa ou órgão decisório equivalente 
do Poder Legislativo, por Presidente de Tribunal do 
Poder Judiciário e pelo Chefe do Ministério Público, 
da União e dos Estados, de norma legal contendo 
plano de alteração, reajuste e reestruturação de 
carreiras do setor público, ou a edição de ato, por 
esses agentes, para nomeação de aprovados em 
concurso público, quando: 
a) resultar em aumento da despesa com pessoal 
nos 180 (cento e oitenta) dias anteriores ao final do 
mandato do titular do Poder Executivo; ou 
b) resultar em aumento da despesa com pessoal 
que preveja parcelas a serem implementadas em 
períodos posteriores ao final do mandato do titular 
do Poder Executivo.” 
 
205. CERTA. 
É entendimento doutrinário e jurisprudencial que 
os atos praticados pelo Judiciário, Ministério 
Público não podem prejudicar o respectivo Poder 
Executivo, tendo em vista que não há ingerência 
direta do executivo sobre eles. Segundo o princípio 
da intranscendência das sanções, as penalidades e 
as restrições de ordem jurídica não podem superar 
a dimensão estritamente pessoal do infrator, ou 
seja, não podem prejudicar outras pessoas 
jurídicas. Assim, proíbe-se a inscrição do ente 
federado por atos praticados pelos Poderes 
Legislativo e Judiciário, pelo Ministério Público, 
pelo Tribunal de Contas estadual ou por entes da 
Administração Pública indireta. 
 
206. CERTO. 
Segundo a LRF 
“Art. 21. É nulo de pleno direito: 
IV - a aprovação, a edição ou a sanção, por Chefe 
do Poder Executivo, por Presidente e demais 
membros da Mesa ou órgão decisório equivalente 
do Poder Legislativo, por Presidente de Tribunal do 
Poder Judiciário e pelo Chefe do Ministério Público, 
da União e dos Estados, de norma legal contendo 
plano de alteração, reajuste e reestruturação de 
carreiras do setor público, ou a edição de ato,por 
esses agentes, para nomeação de aprovados em 
concurso público, quando: 
a) resultar em aumento da despesa com pessoal 
nos 180 (cento e oitenta) dias anteriores ao final do 
mandato do titular do Poder Executivo; ou 
b) resultar em aumento da despesa com pessoal 
que preveja parcelas a serem implementadas em 
períodos posteriores ao final do mandato do titular 
do Poder Executivo.” 
 
207. LETRA A. 
A revisão geral anual da remuneração dos 
servidores públicos depende, cumulativamente, 
de dotação na Lei Orçamentária Anual e de 
previsão na Lei de Diretrizes Orçamentárias. 
Assim sendo, não há direito à revisão geral anual 
da remuneração dos servidores públicos, quando 
 
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GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 71 71 
 
se encontra prevista unicamente na Lei de 
Diretrizes Orçamentárias, pois é necessária, 
também, a dotação na Lei Orçamentária Anual. A 
tese foi fixada no RE 905357, STF. 
 
208.LETRA C. 
Segundo a LRF 
“Art. 15. Serão consideradas não autorizadas, 
irregulares e lesivas ao patrimônio público a 
geração de despesa ou assunção de obrigação que 
não atendam o disposto nos arts. 16 e 17. 
Art. 16. A criação, expansão ou aperfeiçoamento 
de ação governamental que acarrete aumento da 
despesa será acompanhado de: 
I - estimativa do impacto orçamentário-financeiro 
no exercício em que deva entrar em vigor e nos dois 
subseqüentes; 
II - declaração do ordenador da despesa de que o 
aumento tem adequação orçamentária e 
financeira com a lei orçamentária anual e 
compatibilidade com o plano plurianual e com a lei 
de diretrizes orçamentárias.” 
 
209. CERTA. 
Segundo a LRF 
“Art. 18. Para os efeitos desta Lei Complementar, 
entende-se como despesa total com pessoal: o 
somatório dos gastos do ente da Federação com os 
ativos, os inativos e os pensionistas, relativos a 
mandatos eletivos, cargos, funções ou empregos, 
civis, militares e de membros de Poder, com 
quaisquer espécies remuneratórias, tais como 
vencimentos e vantagens, fixas e variáveis, 
subsídios, proventos da aposentadoria, reformas e 
pensões, inclusive adicionais, gratificações, horas 
extras e vantagens pessoais de qualquer natureza, 
bem como encargos sociais e contribuições 
recolhidas pelo ente às entidades de previdência. 
§ 1º Os valores dos contratos de terceirização de 
mão-de-obra que se referem à substituição de 
servidores e empregados públicos serão 
contabilizados como "Outras Despesas de 
Pessoal". 
§ 2º A despesa total com pessoal será apurada 
somando-se a realizada no mês em referência com 
as dos 11 (onze) imediatamente anteriores, 
adotando-se o regime de competência, 
independentemente de empenho. 
(Redação dada pela Lei Complementar nº 178, de 
2021)” 
Perceba que foi uma alteração recente na LRF! 
 
210.CERTA. 
A banca explora demais esse item, inclusive, em 
questões de múltipla escolha. Vejamos o que 
elenca a LRF “Art. 18. Para os efeitos desta Lei 
Complementar, entende-se como despesa total 
com pessoal: o somatório dos gastos do ente da 
Federação com os ativos, os inativos e os 
pensionistas, relativos a mandatos eletivos, 
cargos, funções ou empregos, civis, militares e de 
membros de Poder, com quaisquer espécies 
remuneratórias, tais como vencimentos e 
vantagens, fixas e variáveis, subsídios, proventos 
da aposentadoria, reformas e pensões, inclusive 
adicionais, gratificações, horas extras e vantagens 
pessoais de qualquer natureza, bem como 
encargos sociais e contribuições recolhidas pelo 
ente às entidades de previdência. 
§ 1o Os valores dos contratos de terceirização de 
mão-de-obra que se referem à substituição de 
servidores e empregados públicos serão 
contabilizados como "Outras Despesas de 
Pessoal". 
§ 2 A despesa total com pessoal será apurada 
somando-se a realizada no mês em referência com 
as dos onze imediatamente anteriores, adotando-
se o regime de competência. 
§ 2º A despesa total com pessoal será apurada 
somando-se a realizada no mês em referência com 
as dos 11 (onze) imediatamente anteriores, 
adotando-se o regime de competência, 
independentemente de empenho. (Redação dada 
pela Lei Complementar nº 178, de 2021)” 
 
211.ERRADA. 
Consoante a LRF 
“Art. 21. É nulo de pleno direito: 
IV - a aprovação, a edição ou a sanção, por Chefe 
do Poder Executivo, por Presidente e demais 
membros da Mesa ou órgão decisório equivalente 
do Poder Legislativo, por Presidente de Tribunal do 
Poder Judiciário e pelo Chefe do Ministério 
Público, da União e dos Estados, de norma legal 
contendo plano de alteração, reajuste e 
reestruturação de carreiras do setor público, ou a 
edição de ato, por esses agentes, para nomeação 
 
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GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 72 72 
 
de aprovados em concurso público, quando: a) 
resultar em aumento da despesa com pessoal nos 
180 (cento e oitenta) dias anteriores ao final do 
mandato do titular do Poder Executivo; ou b) 
resultar em aumento da despesa com pessoal que 
preveja parcelas a serem implementadas em 
períodos posteriores ao final do mandato do titular 
do Poder Executivo.” 
Logo, a assertiva está errada ao afirmar que se um 
prefeito municipal sancionasse e promulgasse 
uma lei, cujo projeto, de sua autoria, aprovado 
pela Câmara Municipal, e resultasse em aumento 
de despesas com pessoal para entrar em vigor a 
partir do ano seguinte, não resultaria em qualquer 
nulidade relativa à promulgação desta lei. 
 
212.CERTA. 
Se a despesa total com pessoal exceder a 95% do 
limite (limite prudencial), são vedados ao Poder ou 
órgão que houver incorrido no excesso: 
 
Perceba que foi apurado e informado na assertiva 
que: 
 
% do total da despesa com pessoal (TDP) para fins 
de apuração do limite TDP sobre a RCL 47,49% 
Limite máximo: % 49,00% 
Limite prudencial: 46,55% 
Limite de alerta: 44,10% 
Como o TDP sobre a RCL 47,49% está acima de 
46,55%, então o Governador está impedido de 
criar novos cargos públicos que impliquem 
aumento da despesa com pessoal. 
 
213.ERRADO. 
Segundo o art. 20 da LRF, os limites globais serão 
repartidos entre os poderes e o Ministério Público, 
não podendo exceder os seguintes percentuais da 
receita corrente líquida: 
 
 
Veja que nos estados da Bahia, Pará e Goiás 
(estados que possuem também o Tribunal de 
Contas dos Municípios - órgão estadual, assim 
como o TCE), o percentual do legislativo é maior e 
ultrapassa os 3%. Dessa forma, a assertiva está 
errada, tendo em vista que existe a possibilidade 
de flexibilização do limite legal. 
 
214.ERRADA. 
A despesa obrigatória de caráter continuado, 
segundo a LRF, é a despesa corrente derivada de 
lei, medida provisória ou ato administrativo 
normativo, que fixa para o ente público a 
obrigação legal de sua execução por um período 
superior a dois exercícios, segundo o artigo 17 da 
LRF. A banca substituiu “ato” por “contrato 
administrativo”. 
 
215. ERRADA. 
Consoante a LRF 
“Art. 24. Nenhum benefício ou serviço relativo à 
seguridade social poderá ser criado, majorado ou 
estendido sem a indicação da fonte de custeio 
total, nos termos do § 5o do art. 195 da 
Constituição, atendidas ainda as exigências do art. 
17. [Essa é a regra] 
§ 1o É dispensada da compensação referida no art. 
17 o aumento de despesa decorrente de: 
I - concessão de benefício a quem satisfaça as 
condições de habilitação prevista na legislação 
pertinente; 
II - expansão quantitativa do atendimento e dos 
serviços prestados; 
III - reajustamento de valor do benefício ou serviço, 
a fim de preservar o seu valor real.” 
Logo, quando o reajuste de benefício da 
seguridade social com o objetivo de preservar seu 
valor real, estará dispensado de cumpriras regras 
das despesas obrigatórias de caráter continuado. 
 
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216. CERTA. 
A LRF se preocupou mais em evitar a realização de 
despesas não autorizadas pelos orçamentos e não 
planejadas do que com a criação de novas regras. 
As regras nela contidas referem-se a uma espécie 
de checklist a ser feito antes de sua realização, em 
que a responsabilidade é claramente atribuída ao 
ordenador de despesas. Assim, quando a ação 
pública importar em criação, expansão ou 
aperfeiçoamento que acarrete aumento da 
despesa a LRF exige que esteja acompanhada de: 
 
 
 
 
Logo, o item está correto. 
 
217.CERTA. 
O conceito de RCL, que vimos no tópico anterior, é 
importante porque a despesa total com pessoal 
será apurada somando-se a realizada no mês em 
referência com as dos 11 imediatamente 
anteriores, adotando-se o regime de competência, 
independentemente de empenho. Para os fins do 
disposto no caput do art. 169 da Constituição, a 
despesa total com pessoal, em cada período de 
apuração e em cada ente da Federação, não 
poderá exceder os percentuais da receita corrente 
líquida, a seguir discriminados: 
 
 
218.CERTA. 
Consoante a LRF 
“Art. 23. Se a despesa total com pessoal, do Poder 
ou órgão referido no art. 20, ultrapassar os limites 
definidos no mesmo artigo, sem prejuízo das 
medidas previstas no art. 22, o percentual 
excedente terá de ser eliminado nos dois 
quadrimestres seguintes, sendo pelo menos um 
terço no primeiro, adotando-se, entre outras, as 
providências previstas nos §§ 3º e 4o do art. 169 
da Constituição.” 
Não alcançada a redução no prazo estabelecido, e 
enquanto perdurar o excesso, o ente não poderá: 
▪ Receber transferências voluntárias, ressalvadas 
as destinadas à saúde, à educação e à assistência 
social. 
▪ Obter garantia, direta ou indireta, de outro ente. 
▪ Contratar operações de crédito, ressalvadas as 
destinadas ao refinanciamento da dívida 
mobiliária e as que visem à redução das despesas 
com pessoal. 
 
219.LETRA D. 
A LRF considera como despesa total com pessoal, 
segundo o art. 18: “o somatório dos gastos do ente 
da Federação com os ativos, os inativos e os 
pensionistas, relativos a mandatos eletivos, cargos, 
funções ou empregos, civis, militares e de 
membros de Poder, com quaisquer espécies 
remuneratórias, tais como vencimentos e 
vantagens, fixas e variáveis, subsídios, proventos 
da aposentadoria, reformas e pensões, inclusive 
adicionais, gratificações, horas extras e vantagens 
pessoais de qualquer natureza, bem como 
encargos sociais e contribuições recolhidas pelo 
ente às entidades de previdência”. Incluem-se 
ainda nesse conceito de despesas com pessoal: 
auxílio- natalidade, auxílio-funeral, auxílio-
invalidez, auxílio-creche, auxílio pré-escolar, 
salário-família, despesas de exercícios anteriores, 
 
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abono de permanência do servidor ativo, 
sentenças judiciais referentes aos últimos 12 
meses e a períodos futuros, além de casos 
especiais típicos de cada ente. Também serão 
computadas na apuração das despesas com 
pessoal, sob a denominação de “outras despesas 
com pessoal” os valores oriundos de contratos de 
terceirização de mão de obra desde que se 
referiram à substituição de servidores ou 
empregados públicos. Essas terceirizações, em 
regra, estão relacionadas à atividade-fim do 
órgão/entidade, e consta cargo equivalente no 
plano de cargos e salários do ente público. 
 
220.CERTA. 
A criação, expansão ou aperfeiçoamento de ação 
governamental que acarrete aumento da despesa 
será acompanhado de (art. 16, caput, da LRF): 
(...) 
II declaração do ordenador da despesa de que o 
aumento tem adequação orçamentária e 
financeira com a lei orçamentária anual e 
compatibilidade com o plano plurianual e com a lei 
de diretrizes orçamentárias. 
 
LRF PARTE III: 
TRANSPARÊNCIA, CONTROLE E FISCALIZAÇÃO 
 
 
221. LETRA B. 
Mais uma questão literal da LRF, vejamos: 
 
“Art. 48. São instrumentos de transparência da 
gestão fiscal, aos quais será dada ampla 
divulgação, inclusive em meios eletrônicos de 
acesso público: os planos, orçamentos e leis de 
diretrizes orçamentárias; as prestações de contas 
e o respectivo parecer prévio; o Relatório 
Resumido da Execução Orçamentária e o Relatório 
de Gestão Fiscal; e as versões simplificadas desses 
documentos. 
Parágrafo único. A transparência será assegurada 
também mediante incentivo à participação 
popular e realização de audiências públicas, 
durante os processos de elaboração e de 
discussão dos planos, lei de diretrizes 
orçamentárias e orçamentos. 
Parágrafo único. A transparência será assegurada 
também mediante: 
§ 1º A transparência será assegurada também 
mediante: 
I – incentivo à participação popular e realização de 
audiências públicas, durante os processos de 
elaboração e discussão dos planos, lei de diretrizes 
orçamentárias e orçamentos; 
II – liberação ao pleno conhecimento e 
acompanhamento da sociedade, em tempo real, 
de informações pormenorizadas sobre a execução 
orçamentária e financeira, em meios eletrônicos 
de acesso público; 
II - liberação ao pleno conhecimento e 
acompanhamento da sociedade, em tempo real, 
de informações pormenorizadas sobre a execução 
orçamentária e financeira, em meios eletrônicos 
de acesso público; e 
III – adoção de sistema integrado de 
administração financeira e controle, que atenda a 
padrão mínimo de qualidade estabelecido pelo 
Poder Executivo da União e ao disposto no art. 48-
A. 
§ 2º A União, os Estados, o Distrito Federal e os 
Municípios disponibilizarão suas informações e 
dados contábeis, orçamentários e fiscais conforme 
periodicidade, formato e sistema estabelecidos 
pelo órgão central de contabilidade da União, os 
quais deverão ser divulgados em meio eletrônico 
de amplo acesso público.” 
 
222. ERRADA. 
O objetivo do Relatório de Gestão Fiscal é dar 
transparência à gestão fiscal do titular do 
Poder/órgão realizada no período, principalmente 
por meio da verificação do cumprimento dos 
limites. Vejamos um esquema com o conteúdo do 
Relatório, em conformidade com a LRF (art.55): 
 
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GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 75 75 
 
Portanto, o gabarito está errado, pois trata-se do 
relatório de Gestão Fiscal e não do RREO 
 
223. ERRADA. 
O Relatório Resumido da Execução Orçamentária 
– RREO é exigido pela Constituição da República 
Federativa do Brasil, de 5 de outubro de 1988, que 
estabelece, em seu artigo 165, parágrafo 3º, que 
o Poder Executivo o publicará até trinta dias após 
o encerramento de cada bimestre. 
 
224. ERRADA. 
O objetivo do Relatório de Gestão Fiscal é dar 
transparência à gestão fiscal do titular do 
Poder/órgão realizada no período, principalmente 
por meio da verificação do cumprimento dos 
limites. Vejamos um esquema com o conteúdo do 
Relatório, em conformidade com a LRF (art.55) 
 
Portanto, o gabarito está errado, pois trata-se do 
relatório de Gestão Fiscal e não do RREO. 
 
225. CERTA. 
O Relatório Resumido da Execução Orçamentária 
– RREO é exigido pela Constituição da República 
Federativa do Brasil, de 5 de outubro de 1988, que 
estabelece, em seu artigo 165, parágrafo 3º, que 
o Poder Executivo o publicará até trinta dias após 
o encerramento de cada bimestre. A União já o 
divulga, há vários anos, mensalmente. O objetivo 
dessa periodicidade é permitir que, cada vez mais, 
a sociedade, por meio dos diversosórgãos de 
controle, conheça, acompanhe e analise o 
desempenho da execução orçamentária do 
Governo Federal. Veja o resumo sobre o RREO a 
seguir (conforme a LRF, Art. 52): 
 
Portanto, nosso item está correto. 
 
226. ERRADA. 
Consoante à LRF: 
 
“Art. 53. Acompanharão o Relatório Resumido 
demonstrativos relativos a: 
I - apuração da receita corrente líquida, na forma 
definida no inciso IV do art. 2o, sua evolução, 
assim como a previsão de seu desempenho até o 
final do exercício;” 
 
Perceba que é a apuração da Receita Corrente 
Líquida e não da BRUTA! 
 
227. CERTA. 
Consoante à LRF: 
 
“Art. 53. Acompanharão o Relatório Resumido 
demonstrativos relativos a: 
I - apuração da receita corrente líquida, na forma 
definida no inciso IV do art. 2o, sua evolução, 
assim como a previsão de seu desempenho até o 
final do exercício; 
II - receitas e despesas previdenciárias a que se 
refere o inciso IV do art. 50; 
 
 
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228. CERTA. 
Questão literal da Constituição. Lembre-se de que 
apenas a exigência do Relatório e a periodicidade 
estão disciplinados na Constituição, mas o 
conteúdo do relatório está detalhado na LRF. 
Vejamos: 
 
CF 
“Art. 165 § 3º O Poder Executivo publicará, até 
trinta dias após o encerramento de cada bimestre, 
relatório resumido da execução orçamentária.” 
 
229. ERRADA. 
Cuidado com a pressa, pessoal! Apenas uma 
palavrinha tornou a questão incorreta. O Relatório 
é “composto” pelo balanço e não o contrário! 
 
“Art. 52. O relatório a que se refere o § 3o do art. 
165 da Constituição abrangerá todos os Poderes e 
o Ministério Público, será publicado até trinta dias 
após o encerramento de cada bimestre e 
composto de: 
I - balanço orçamentário, que especificará, por 
categoria econômica, as: 
a) receitas por fonte, informando as realizadas e a 
realizar, bem como a previsão atualizada; 
b) despesas por grupo de natureza, discriminando 
a dotação para o exercício, a despesa liquidada e 
o saldo;” 
 
230. ERRADA. 
É uma questão acerca da destinação de recursos 
ao setor privado. Está previsto na LRF: 
 
“Art. 26. A destinação de recursos para, direta ou 
indiretamente, cobrir necessidades de pessoas 
físicas ou déficits de pessoas jurídicas deverá ser 
autorizada por lei específica, atender às condições 
estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias e 
estar prevista no orçamento ou em seus créditos. 
Art. 28. Salvo mediante lei específica, não poderão 
ser utilizados recursos públicos, inclusive de 
operações de crédito, para socorrer instituições do 
Sistema Financeiro Nacional, ainda que mediante 
a concessão de empréstimos de recuperação ou 
financiamentos para mudança de controle 
acionário. § 2o O disposto no caput não proíbe o 
Banco Central do Brasil de conceder às 
instituições financeiras operações de redesconto e 
de empréstimos de prazo inferior a trezentos e 
sessenta dias.” 
 
Lembre-se de que a operação de redesconto é 
uma operação em que o Banco Central compra 
títulos de uma instituição financeira, 
emprestando dinheiro e fornecendo liquidez. É 
um instrumento de política monetária. E veja que, 
além da troca por “tesouro nacional”, a assertiva 
ainda inseriu “independentemente do prazo que 
for concedido ao ente privado para liquidação”, o 
que torna a questão errada. 
 
231. CERTA. 
O objetivo do Relatório de Gestão Fiscal é dar 
transparência à gestão fiscal do titular do 
Poder/órgão realizada no período, principalmente 
por meio da verificação do cumprimento dos 
limites. Vejamos um esquema com o conteúdo do 
Relatório, em conformidade com a LRF (art. 55): 
 
Ainda conforme o Manual de Demonstrativos 
Fiscais (MDF - 13ª Ed.), a elaboração deste 
demonstrativo far-se-á mediante a extração das 
informações dos Demonstrativos: “ 
a) da Despesa com Pessoal; 
b) da Dívida Consolidada Líquida; 
c) das Garantias e Contragarantias de Valores; 
d) das Operações de Crédito; 
e) da Disponibilidade de Caixa e dos Restos a 
Pagar.” 
 
232. ERRADA. 
Conforme o Manual de Demonstrativos Fiscais 
MDF - 13ª edição, o Demonstrativo da Dívida 
Consolidada Líquida – DCL compõe apenas o 
Relatório de Gestão Fiscal do Poder Executivo e 
abrange todos os Poderes da União, dos Estados, 
 
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GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 77 77 
 
Distrito Federal e dos Municípios. O 
Demonstrativo contém informações sobre a 
Dívida Consolidada (detalhada em Dívida 
Mobiliária, Dívida Contratual, Precatórios 
Posteriores a 05/05/2000 e Outras Dívidas), as 
Deduções (detalhadas em Disponibilidade de 
Caixa e Demais Haveres Financeiros), a Dívida 
Consolidada Líquida e o percentual apurado com 
base na Receita Corrente Líquida. Para assegurar 
a transparência da gestão fiscal e a prevenção de 
riscos preconizados na LRF, são ainda 
evidenciados, neste demonstrativo, outros 
valores não incluídos no conceito de Dívida 
Consolidada, mas que causam impacto em sua 
situação econômico-financeira, como os 
precatórios, o passivo atuarial, a dívida contratual 
de PPP e a apropriação de depósitos judiciais. 
Logo, não faz parte dos RGF de todos os Poderes, 
como ficou generalizado na questão, ao não 
especificar. Segundo erro é o fato de que o RGF é 
previsto pela LRF e não pela Constituição. 
 
233. CERTA. 
De responsabilidade dos titulares dos Poderes e 
órgãos, o Relatório de Gestão Fiscal deve ser 
elaborado ao final de cada quadrimestre e deve 
ser assinado pelo: chefe do Poder Executivo; 
Presidente e membros da Mesa Diretora dos 
Órgãos do Poder Legislativo; presidente de 
Tribunal e membros de Conselho de 
Administração dos Órgãos do Poder Judiciário; 
chefe do Ministério Público, da União e dos 
estados. Além dessas autoridades máximas, o 
relatório também deverá ser assinado pelas 
autoridades responsáveis pela administração 
financeira e pelo controle interno. 
 
234. CERTA. 
Conforme a LRF, é facultado aos Municípios com 
população inferior a cinquenta mil habitantes 
optar por divulgar, semestralmente, o Relatório de 
Gestão Fiscal. Nesse caso, a divulgação do 
relatório com os seus demonstrativos deverá 
ocorrer em até trinta dias após o encerramento do 
semestre. Esse prazo, para o primeiro semestre, 
encerra-se em 30 de julho e, para o segundo 
semestre, em 30 de janeiro do ano subsequente 
ao de referência. 
 
“Art. 63. É facultado aos Municípios com 
população inferior a cinqüenta mil habitantes 
optar por: 
II - divulgar semestralmente: 
b) o Relatório de Gestão Fiscal;” 
 
235. ERRADA. 
De responsabilidade dos titulares dos Poderes e 
órgãos, o Relatório de Gestão Fiscal deve ser 
elaborado ao final de cada quadrimestre e deve 
ser assinado pelo: chefe do Poder Executivo; 
Presidente e membros da Mesa Diretora dos 
Órgãos do Poder Legislativo; presidente de 
Tribunal e membros de Conselho de 
Administração dos Órgãos do Poder Judiciário; 
chefe do Ministério Público, da União e dos 
estados. Além dessas autoridades máximas, o 
relatório também deverá ser assinado pelas 
autoridades responsáveis pela administração 
financeira e pelo controle interno. 
 
236. CERTA. 
São instrumentos de transparência da gestão 
fiscal, aos quais será dada ampla divulgação, 
inclusive em meios eletrônicos de acesso público: 
os planos, orçamentos e leis de diretrizes 
orçamentárias; as prestações de contas e o 
respectivo parecer prévio; o Relatório Resumido 
da Execução Orçamentária e o Relatório de 
Gestão Fiscal; e as versões simplificadas desses 
documentos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
237. CERTA. 
A Lei Complementar nº 131/2009 acrescentou 
dispositivos à Lei de Responsabilidade Fiscal. A 
transparência será assegurada também mediante(art. 48, parágrafo único e art. 48-A): 
 
 
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GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 78 78 
 
I) Incentivo à participação popular e realização de 
audiências públicas, durante os processos de 
elaboração e discussão dos planos, lei de diretrizes 
orçamentárias e orçamentos. 
II) Liberação ao pleno conhecimento e 
acompanhamento da sociedade, em tempo real, 
de informações pormenorizadas sobre a execução 
orçamentária e financeira, em meios eletrônicos 
de acesso público. 
 
Os entes da Federação disponibilizarão a qualquer 
pessoa física ou jurídica o acesso a informações, 
quanto à despesa, referentes a todos os atos 
praticados pelas unidades gestoras no decorrer da 
execução da despesa, no momento de sua 
realização, com a disponibilização mínima dos 
dados referentes ao número do correspondente 
processo, ao bem fornecido ou ao serviço 
prestado, à pessoa física ou jurídica beneficiária 
do pagamento e, quando for o caso, ao 
procedimento licitatório realizado; e quanto à 
receita, referente ao lançamento e ao 
recebimento de toda a receita das unidades 
gestoras, inclusive referente a recursos 
extraordinários. 
 
III) Adoção de sistema integrado de Administração 
Financeira e controle, que atenda a padrão 
mínimo de qualidade estabelecido pelo Poder 
Executivo da União. 
 
238. CERTA. 
Consoante à LRF: 
 
“Art. 67. O acompanhamento e a avaliação, de 
forma permanente, da política e da 
operacionalidade da gestão fiscal serão 
realizados por conselho de gestão fiscal, 
constituído por representantes de todos os 
Poderes e esferas de Governo, do Ministério 
Público e de entidades técnicas representativas da 
sociedade, visando a: (...)” 
 
“Art. 50. Além de obedecer às demais normas de 
contabilidade pública, a escrituração das contas 
públicas observará as seguintes: 
§ 2o A edição de normas gerais para consolidação 
das contas públicas caberá ao órgão central de 
contabilidade da União, enquanto não 
implantado o conselho de que trata o art. 67.” 
 
Logo, uma vez que tal órgão ainda não foi 
implementado, o art. 50, §2º, da LRF, prevê que 
tal incumbência fique a cargo do órgão central de 
contabilidade da União. 
 
239. CERTA. 
A transparência será assegurada também 
mediante liberação ao pleno conhecimento e 
acompanhamento da sociedade, em tempo real, 
de informações pormenorizadas sobre a execução 
orçamentária e financeira, em meios eletrônicos 
de acesso público (art. 48, § 1º, II, da LRF). 
 
240. CERTA. 
A transparência será assegurada também 
mediante liberação ao pleno conhecimento e 
acompanhamento da sociedade, em tempo real, 
de informações pormenorizadas sobre a execução 
orçamentária e financeira, em meios eletrônicos 
de acesso público (art. 48, § 1º, II, da LRF). 
 
241. ERRADA. 
A transparência será assegurada também 
mediante adoção de sistema integrado de 
administração financeira e controle, que atenda a 
padrão mínimo de qualidade estabelecido pelo 
Poder Executivo da União e ao disposto no art. 48-
A (art. 48, § 1º, III, da LRF). 
 
242. CERTA. 
A transparência será assegurada também 
mediante liberação ao pleno conhecimento e 
acompanhamento da sociedade, em tempo real, 
de informações pormenorizadas sobre a execução 
orçamentária e financeira, em meios eletrônicos 
de acesso público (art. 48, § 1º, II, da LRF). 
 
243. CERTA. 
Na LRF: 
Art. 49. As contas apresentadas pelo Chefe do 
Poder Executivo ficarão disponíveis, durante todo 
o exercício, no respectivo Poder Legislativo e no 
órgão técnico responsável pela sua elaboração, 
para consulta e apreciação pelos cidadãos e 
instituições da sociedade. 
 
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GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 79 79 
 
Parágrafo único. A prestação de contas da União 
conterá demonstrativos do Tesouro Nacional e 
das agências financeiras oficiais de fomento, 
incluído o Banco Nacional de Desenvolvimento 
Econômico e Social, especificando os 
empréstimos e financiamentos concedidos com 
recursos oriundos dos orçamentos fiscal e da 
seguridade social e, no caso das agências 
financeiras, avaliação circunstanciada do impacto 
fiscal de suas atividades no exercício. 
 
244. ERRADA. 
Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios 
encaminharão ao Ministério da Fazenda, nos 
termos e na periodicidade a serem definidos em 
instrução específica deste órgão, as informações 
necessárias para a constituição do registro 
eletrônico centralizado e atualizado das dívidas 
públicas interna e externa (art. 48, § 3º, da LRF). 
 
245. CERTA. 
São instrumentos de transparência da gestão 
fiscal, aos quais será dada ampla divulgação, 
inclusive em meios eletrônicos de acesso público: 
os planos, orçamentos e leis de diretrizes 
orçamentárias; as prestações de contas e o 
respectivo parecer prévio; o Relatório Resumido 
da Execução Orçamentária e o Relatório de 
Gestão Fiscal; e as versões simplificadas desses 
documentos (art. 48, caput, da LRF). 
 
 
LRF PARTE IV: 
DÍVIDA, ENDIVIDAMENTO, OPERAÇÕES DE CRÉDITOS, 
VEDAÇÕES 
 
 
246. LETRA C. 
Para a LRF, a dívida pública consolidada ou 
fundada é o montante total, apurado sem 
duplicidade, das obrigações financeiras do ente da 
Federação, assumidas em virtude de leis, 
contratos, convênios ou tratados e da realização 
de operações de crédito, para amortização em 
prazo superior a doze meses, e, ainda, as 
operações de crédito de prazo inferior a doze 
meses cujas receitas tenham constado do 
orçamento. A lei de responsabilidade exige que 
esses limites e condições guardem coerência com 
suas normas e com os objetivos da política fiscal; 
apresentem estimativas do impacto de sua 
aplicação em cada uma das três esferas de 
governo; apresentem razões se forem 
diferenciados por esfera de governo; tenham 
metodologia de apuração dos resultados primário 
e nominal; sejam fixados em percentual da receita 
corrente líquida para cada esfera de governo; e 
que a verificação do cumprimento da dívida 
consolidada seja efetuada ao final de cada 
quadrimestre. Vejamos o texto da LRF: 
 
“Art. 31. Se a dívida consolidada de um ente da 
Federação ultrapassar o respectivo limite ao final 
de um quadrimestre, deverá ser a ele reconduzida 
até o término dos três subseqüentes, reduzindo o 
excedente em pelo menos 25% (vinte e cinco por 
cento) no primeiro.” 
 
247. LETRA A. 
Conforme a LRF: 
 
“Art. 29. Para os efeitos desta Lei Complementar, 
são adotadas as seguintes definições: I - dívida 
pública consolidada ou fundada: montante total, 
apurado sem duplicidade, das obrigações 
financeiras do ente da Federação, assumidas em 
virtude de leis, contratos, convênios ou tratados e 
da realização de operações de crédito, para 
amortização em prazo superior a doze meses;” 
 
Como a contratação se deu em dezembro de 
2022, com vencimento acordado para dezembro 
de 2024, o prazo foi superior a 12 meses, logo 
integra a dívida fundada ou consolidada. 
 
248. LETRA E. 
Analisando item a item, conforme a LRF, temos: 
a) ERRADA. 
 
“Art. 35. É vedada a realização de operação de 
crédito entre um ente da Federação, diretamente 
ou por intermédio de fundo, autarquia, fundação 
ou empresa estatal dependente, e outro, inclusive 
suas entidades da administração indireta, ainda 
que sob a forma de novação, refinanciamento ou 
postergação de dívida contraída anteriormente. 
 
 
 Review Week – Conhecimentos Gerais 
CNU - Concurso Nacional Unificado 
 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 80 80 
 
§ 1º Excetuam-se da vedação a que se refere o 
caput as operações entre instituição financeira 
estatal e outro ente da Federação,inclusive suas 
entidades da administração indireta, que não se 
destinem a: 
I - financiar, direta ou indiretamente, despesas 
correntes; 
II - refinanciar dívidas não contraídas junto à 
própria instituição concedente.” 
 
Perceba que esse texto permanece na LRF e não 
foi declarado inconstitucional pelo STF. 
 
b) ERRADA. 
 
“Art. 35. É vedada a realização de operação de 
crédito entre um ente da Federação, diretamente 
ou por intermédio de fundo, autarquia, fundação 
ou empresa estatal dependente, e outro, inclusive 
suas entidades da administração indireta, ainda 
que sob a forma de novação, refinanciamento ou 
postergação de dívida contraída anteriormente. 
 
§ 1º Excetuam-se da vedação a que se refere o 
caput as operações entre instituição financeira 
estatal e outro ente da Federação, inclusive suas 
entidades da administração indireta, que não se 
destinem a: 
I - financiar, direta ou indiretamente, despesas 
correntes; 
II - refinanciar dívidas não contraídas junto à 
própria instituição concedente.” 
 
Logo, o correto é “desde que não se destinem a 
financiar, direta ou indiretamente, despesas 
correntes”. 
 
c) ERRADA. 
 
As exceções não incluem os fundos, conforme 
comentado nos itens anteriores. 
 
d) ERRADA. Conforme comentários dos itens A e B. 
e) CERTA. É a literalidade do artigo 35 da LRF. 
 
249. ERRADA. 
Segundo a LRF: 
 
“Art. 32. O Ministério da Fazenda verificará o 
cumprimento dos limites e condições relativos à 
realização de operações de crédito de cada ente 
da Federação, inclusive das empresas por eles 
controladas, direta ou indiretamente.” 
 
250. ERRADA. 
Conforme a LRF: 
 
“Art. 29. Para os efeitos desta Lei Complementar, 
são adotadas as seguintes definições: 
I - dívida pública consolidada ou fundada: 
montante total, apurado sem duplicidade, das 
obrigações financeiras do ente da Federação, 
assumidas em virtude de leis, contratos, convênios 
ou tratados e da realização de operações de 
crédito, para amortização em prazo superior a 
doze meses; 
II - dívida pública mobiliária: dívida pública 
representada por títulos emitidos pela União, 
inclusive os do Banco Central do Brasil, Estados e 
Municípios;” 
 
A banca inverteu os conceitos 
 
251. ERRADA. 
Atenção para essa questão, pois tivemos 
alterações no texto da LRF em 2021. Vejamos o 
que elenca a LRF: 
 
“Art. 31. Se a dívida consolidada de um ente da 
Federação ultrapassar o respectivo limite ao final 
de um quadrimestre, deverá ser a ele reconduzida 
até o término dos três subseqüentes, reduzindo o 
excedente em pelo menos 25% (vinte e cinco por 
cento) no primeiro. 
§ 1º Enquanto perdurar o excesso, o ente que nele 
houver incorrido: 
I - estará proibido de realizar operação de crédito 
interna ou externa, inclusive por antecipação de 
receita, ressalvadas as para pagamento de 
dívidas mobiliárias; (Redação dada pela Lei 
Complementar nº 178, de 2021)” 
 
Logo, a questão está incorreta, pois não é mais 
REFINANCIAMENTO → PAGAMENTO. 
 
252. CERTA. 
Conforme a LRF: 
 
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CNU - Concurso Nacional Unificado 
 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 81 81 
 
 
“Art. 29. Para os efeitos desta Lei Complementar, 
são adotadas as seguintes definições: 
I - dívida pública consolidada ou fundada: 
montante total, apurado sem duplicidade, das 
obrigações financeiras do ente da Federação, 
assumidas em virtude de leis, contratos, convênios 
ou tratados e da realização de operações de 
crédito, para amortização em prazo superior a 
doze meses; 
§ 3º Também integram a dívida pública 
consolidada as operações de crédito de prazo 
inferior a doze meses cujas receitas tenham 
constado do orçamento.” 
 
Como o Estado de Santa Catarina contratou, em 
janeiro, uma operação de crédito para pagamento 
no mês de setembro, cuja receita estava prevista 
na LOA, integrará também a dívida consolidada. 
 
253. ERRADA. 
Conforme a LRF: 
 
“Art. 29. Para os efeitos desta Lei Complementar, 
são adotadas as seguintes definições: 
I - dívida pública consolidada ou fundada: 
montante total, apurado sem duplicidade, das 
obrigações financeiras do ente da Federação, 
assumidas em virtude de leis, contratos, convênios 
ou tratados e da realização de operações de 
crédito, para amortização em prazo superior a 
doze meses;” 
 
Entretanto, a dívida flutuante está prevista na Lei 
nº 4.320/1964 e refere-se à dívida interna, de 
curto prazo, e compreende os restos a pagar 
(excluídos os serviços da dívida), os serviços da 
dívida a pagar, os depósitos, e os débitos de 
Tesouraria (AROs) - conforme o artigo 92 da 
referida lei. 
 
254. CERTA. 
De acordo com o art. 35, §1º da LRF, as operações 
entre instituição financeira estatal e outro ente da 
Federação, inclusive suas entidades da 
administração indireta, podem ser realizadas 
desde que sejam para despesas de capital e 
refinanciamento de dívidas contraídas junto à 
própria instituição concedente. 
 
“Art. 35. É vedada a realização de operação de 
crédito entre um ente da Federação, diretamente 
ou por intermédio de fundo, autarquia, fundação 
ou empresa estatal dependente, e outro, inclusive 
suas entidades da administração indireta, ainda 
que sob a forma de novação, refinanciamento ou 
postergação de dívida contraída anteriormente. 
§ 1º Excetuam-se da vedação a que se refere o 
caput as operações entre instituição financeira 
estatal e outro ente da Federação, inclusive suas 
entidades da administração indireta, que não se 
destinem a: 
I - financiar, direta ou indiretamente, despesas 
correntes; 
II - refinanciar dívidas não contraídas junto à 
própria instituição concedente." 
 
Perceba, entretanto, que a questão afirmou que 
seria possível, desde que não fosse para 
refinanciamento. Entretanto, só é proibido se for 
para refinanciar dívidas contraídas junto a outras 
instituições, que não a concedente. Apesar disso, 
a banca manteve o gabarito. 
 
255. ERRADA. 
Questão literal acerca do art. 29 da LRF, bastante 
cobrado nas provas. Vejamos: 
 
“Art. 29. Para os efeitos desta Lei Complementar, 
são adotadas as seguintes definições: I - dívida 
pública consolidada ou fundada: montante total, 
apurado sem duplicidade, das obrigações 
financeiras do ente da Federação, assumidas em 
virtude de leis, contratos, convênios ou tratados e 
da realização de operações de crédito, para 
amortização em prazo superior a doze meses;” 
 
Perceba que não é representada unicamente 
pelos títulos emitidos pela União, incluídos os do 
Banco Central do Brasil. 
 
256. CERTA. 
Questão literal acerca do art. 36 da LRF, bastante 
cobrado nas provas. Vejamos: 
 
“Art. 36. É proibida a operação de crédito entre 
uma instituição financeira estatal e o ente da 
 
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 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 82 82 
 
Federação que a controle, na qualidade de 
beneficiário do empréstimo. 
Parágrafo único. O disposto no caput não proíbe 
instituição financeira controlada de adquirir, no 
mercado, títulos da dívida pública para atender 
investimento de seus clientes, ou títulos da dívida 
de emissão da União para aplicação de recursos 
próprios.” 
 
257. CERTA. 
Questão literal acerca do art. 42 da LRF, bastante 
cobrado nas provas. Vejamos: 
 
“Art. 42. É vedado ao titular de Poder ou órgão 
referido no art. 20, nos últimos dois 
quadrimestres do seu mandato, contrair 
obrigação de despesa que não possa ser 
cumprida integralmente dentro dele, ou que 
tenha parcelas a serem pagas no exercício 
seguinte sem que haja suficiente disponibilidade 
de caixa para este efeito.” 
Assim, o Prefeito de município do estado de Santa 
Catarina poderá contrair despesa no último mês 
de seu mandato, desde que essa possa ser 
cumprida integralmente dentrodele ou desde 
que haja suficiente disponibilidade de caixa para 
pagamento no próximo exercício. 
Assim, o Prefeito de município do estado de Santa 
Catarina poderá contrair despesa no último mês 
de seu mandato, desde que essa possa ser 
cumprida integralmente dentro dele ou desde 
que haja suficiente disponibilidade de caixa para 
pagamento no próximo exercício. 
 
258. ERRADA. 
Questão literal acerca do art. 40 da LRF, bastante 
cobrado nas provas. Vejamos: 
 
"Art. 40. Os entes poderão conceder garantia em 
operações de crédito internas ou externas, 
observados o disposto neste artigo, as normas do 
art. 32 e, no caso da União, também os limites e 
as condições estabelecidos pelo Senado Federal e 
as normas emitidas pelo Ministério da Economia 
acerca da classificação de capacidade de 
pagamento dos mutuários. 
 
§ 1º A garantia estará condicionada ao 
oferecimento de contragarantia, em valor igual ou 
superior ao da garantia a ser concedida, e à 
adimplência da entidade que a pleitear 
relativamente a suas obrigações junto ao 
garantidor e às entidades por este controladas, 
observado o seguinte: 
I - não será exigida contragarantia de órgãos e 
entidades do próprio ente;” 
 
Portanto, diferentemente do que elenca o 
enunciado, não será exigida contragarantia de 
órgãos e entidades do próprio ente federativo. 
 
259. ERRADA. 
Mais outra questão literal, desta vez, acerca do 
art. 40 da LRF, bastante cobrado nas provas. 
Vejamos: 
 
"Art. 40. Os entes poderão conceder garantia em 
operações de crédito internas ou 
 externas, observados o disposto neste artigo, as 
normas do art. 32 e, no caso da União, também os 
limites e as condições estabelecidos pelo Senado 
Federal e as normas emitidas pelo Ministério da 
Economia acerca da classificação de capacidade 
de pagamento dos mutuários. 
§ 11. A alteração da metodologia utilizada para 
fins de classificação da capacidade de pagamento 
de Estados e Municípios deverá ser precedida de 
consulta pública, assegurada a manifestação dos 
entes. (Incluído pela Lei Complementar nº 178, 
de 2021)” 
 
Veja que foi algo alterado no texto da LRF. Fique 
atento à novidade! 
 
260. CERTA. 
Mais outra questão literal, desta vez, acerca do 
art. 40 da LRF, bastante cobrado nas provas. 
Vejamos: 
 
"Art. 40. Os entes poderão conceder garantia em 
operações de crédito internas ou externas, 
observados o disposto neste artigo, as normas do 
art. 32 e, no caso da União, também os limites e 
as condições estabelecidos pelo Senado Federal e 
as normas emitidas pelo Ministério da Economia 
acerca da classificação de capacidade de 
pagamento dos mutuários. 
 
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 (Bloco Temático 1 ao 7) 
 
GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 83 83 
 
§ 10. O ente da Federação cuja dívida tiver sido 
honrada pela União ou por Estado, em 
decorrência de garantia prestada em operação de 
crédito, terá suspenso o acesso a novos créditos 
ou financiamentos até a total liquidação da 
mencionada dívida.” 
 
Assim, será suspenso o acesso a novos 
financiamentos ao estado até que este promova a 
total liquidação de eventual dívida honrada pela 
União em decorrência de garantia prestada em 
operação de crédito. 
 
261. LETRA A. 
Consoante a LRF: 
 
Art. 29 
§ 1º Equipara-se a operação de crédito a 
assunção, o reconhecimento ou a confissão de 
dívidas pelo ente da Federação, sem prejuízo do 
cumprimento das exigências dos arts. 15 e 16. 
 
Art. 37. Equiparam-se a operações de crédito e 
estão vedados: 
I - captação de recursos a título de antecipação de 
receita de tributo ou contribuição cujo fato 
gerador ainda não tenha ocorrido, sem prejuízo 
do disposto no § 7o do art. 150 da Constituição; 
 
II - recebimento antecipado de valores de 
empresa em que o Poder Público detenha, direta 
ou indiretamente, a maioria do capital social com 
direito a voto, salvo lucros e dividendos, na forma 
da legislação; 
III - assunção direta de compromisso, confissão 
de dívida ou operação assemelhada, com 
fornecedor de bens, mercadorias ou serviços, 
mediante emissão, aceite ou aval de título de 
crédito, não se aplicando esta vedação a 
empresas estatais dependentes; (item A) 
IV - assunção de obrigação, sem autorização 
orçamentária, com fornecedores para pagamento 
a posteriori de bens e serviços.” 
 
Quanto aos demais itens, vejamos: 
 
b) ERRADA. a assunção de obrigação, sem 
autorização orçamentária, com fornecedores para 
pagamento a posteriori de bens e serviços, e o 
parcelamento de débitos preexistentes junto a 
instituições não financeiras, desde que não 
impliquem elevação do montante da dívida 
consolidada líquida. 
c) ERRADA. a assunção, o reconhecimento ou a 
confissão de dívidas pelo município e a assunção 
de obrigação entre pessoas jurídicas integrantes 
do mesmo município. 
A proibição não abrange pessoas jurídicas 
privadas 
 
d) ERRADA. Em desconformidade com os artigos 
supracitados. 
e) ERRADA. Em desconformidade com os artigos 
supracitados. 
 
262. CERTA. 
Questão literal acerca da LRF: 
 
“Art. 29. Para os efeitos desta Lei Complementar, 
são adotadas as seguintes definições: 
I - dívida pública consolidada ou fundada: 
montante total, apurado sem duplicidade, das 
obrigações financeiras do ente da Federação, 
assumidas em virtude de leis, contratos, convênios 
ou tratados e da realização de operações de 
crédito, para amortização em prazo superior a 
doze meses; 
§ 3º Também integram a dívida pública 
consolidada as operações de crédito de prazo 
inferior a doze meses cujas receitas tenham 
constado do orçamento.” 
 
263. ERRADA. 
Segundo a LRF, os limites de que tratam para o 
endividamento dos entes serão fixados em 
percentual da receita corrente líquida para cada 
esfera de governo e aplicados igualmente a todos 
os entes da Federação que a integrem, 
constituindo, para cada um deles, limites 
máximos. 
 
264. CERTA. 
Cobrança da literalidade do artigo 29 da LRF, 
vejamos: 
“Art. 29 
§ 4º O refinanciamento do principal da dívida 
mobiliária não excederá, ao término de cada 
exercício financeiro, o montante do final do 
 
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GABARITO COMENTADO - ORÇAMENTO – CNU (BLOCO 1 ao 7) 84 84 
 
exercício anterior, somado ao das operações de 
crédito autorizadas no orçamento para este efeito 
e efetivamente realizadas, acrescido de 
atualização monetária.” 
 
265. CERTA. 
Consoante a LRF: “Art. 27. Na concessão de 
crédito por ente da Federação a pessoa física, ou 
jurídica que não esteja sob seu controle direto ou 
indireto, os encargos financeiros, comissões e 
despesas congêneres não serão inferiores aos 
definidos em lei ou ao custo de captação.” 
 
266. ERRADA. 
Dívida pública consolidada ou fundada 
corresponde ao montante total, apurado sem 
duplicidade, das obrigações financeiras do ente da 
Federação, assumidas em virtude de leis, 
contratos, convênios ou tratados e da realização 
de operações de crédito, para amortização em 
prazo superior a doze meses (art. 29, I, da LRF). Se 
a operação é superior a 12 meses, não é requisito 
estar na LOA para ser classificada como dívida 
fundada. 
 
267. CERTA. 
Também integram a dívida pública consolidada as 
operações de crédito de prazo inferior a doze 
meses cujas receitas tenham constado do 
orçamento (art. 29, § 3º, da LRF). 
 
268. CERTA. 
Também integram a dívida pública consolidada as 
operações de crédito de prazo inferior a doze 
meses cujas receitas tenham constado do 
orçamento (art. 29, § 3º, da LRF). 
 
269. CERTA. 
Dívida pública consolidada ou fundada 
corresponde ao montante total, apurado sem 
duplicidade, das obrigações financeiras do ente da 
Federação, assumidas em virtude de leis, 
contratos, convênios ou tratados e da realização 
de operaçõesde crédito, para amortização em 
prazo superior a doze meses (art. 29, I, da LRF). 
 
 
 
 
270. ERRADA. 
A dívida flutuante inclui os restos a pagar, 
portanto não faz sentido afirmar que, por 
exemplo, os restos a pagar que não forem pagos 
ao final do exercício serão inscritos em restos a 
pagar, obrigatoriamente. Além disso, a inscrição 
de RAP não processado depende da indicação do 
Ordenador de Despesas.

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