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1 
PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM DETERMINADOS 
SISTEMAS DO PACIENTE CRÍTICO NEONATAL 
 
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM 
ENFERMAGEM: 
 
 
 
 Catalogação na Publicação 
 Biblioteca Setorial do CPT-ETS/UFPB 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Autor: Mariana Cavalcante Martins 
Organizador: Kalina Coeli Costa de Oliveira Dias 
Nathalia Costa Gonzaga Saraiva 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
M386p Martins, Mariana Cavalcante. 
 Principais doenças que acometem determinados sistemas do paciente 
 crítico neonatal: curso de especialização técnica de nível médio em 
 enfermagem - cuidados ao paciente crítico neonatal / Mariana Cavalcante 
 Martins ; organizadores Kalina Coeli Costa de Oliveira Dias, Nathalia Costa 
 Gonzaga Saraiva. – João Pessoa: Programa Pós-Tec Enfermagem do 
 Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) e da Universidade Federal da 
 Paraíba (UFPB), [2023]. 
 
 ISBN 978-65-5621-365-1 
 Recurso digital: 3,5 MB 
 Formato: ePDF. 
 Requisito do Sistema: Adobe Acrobat Reader. 
 
 1. Enfermagem – Cuidados intensivos. 2. Paciente crítico – Recém-
nascido. 3. Patologias – Neonatologia. 4. Unidade de Terapia Intensiva 
Neonatal – UTIN. I. Dias, Kalina Coeli Costa de Oliveira. II. Saraiva, Nathalia 
Costa Gonzaga. III. Título. 
 
UFPB/BS-CPT-ETS CDU 616-083.98-053.31 
 
 
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PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM DETERMINADOS 
SISTEMAS DO PACIENTE CRÍTICO NEONATAL 
 
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM 
ENFERMAGEM: 
 
 
APRESENTAÇÃO ......................................................................................... 5 
PRINCIPAIS PATOLOGIAS QUE ACOMETEM SISTEMAS DO PACIENTE 
CRÍTICO EM NEONATOLOGIA .................................................................. 6 
1 Principais alterações neurológicas em neonatologia .......................... 7 
1.1 Hemorragia Peri-intraventricular (HPIV) ............................................ 8 
1.2 Microcefalia e Hidrocefalia .................................................................. 11 
1.3 Encefalopatia Hipóxico-Isquêmica (EHI) ......................................... 14 
1.4 Crise epiléptica neonatal – Convulsões ............................................ 17 
1.5 Assistência do técnico de enfermagem na monitorização 
intracraniana ............................................................................................. 20 
1.6 Assistência do técnico de enfermagem na coleta de líquor para 
exames ....................................................................................................... 24 
2. Principais alterações respiratórias em neonatologia ....................... 27 
2.1 Síndrome do desconforto respiratório (SDR) ................................. 27 
2.2 Síndrome da aspiração de mecônio (SAM) .................................... 30 
2.3 Pneumotórax ....................................................................................... 31 
2.4 Taquipneia transitória ....................................................................... 34 
2.5 Hipertensão pulmonar persistente ................................................... 35 
3. Principais alterações cardiológicas em neonatologia ..................... 36 
3.1 Cardiopatias congênitas ..................................................................... 36 
3.2 Pressão Arterial Média e Pressão Venosa Central: monitorização
 ..................................................................................................................... 37 
3.3 Eletrocardiograma – ECG .................................................................. 39 
REFERÊNCIAS............................................................................................ 41 
 
 
 
 
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PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM DETERMINADOS 
SISTEMAS DO PACIENTE CRÍTICO NEONATAL 
 
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM 
ENFERMAGEM: 
 
 
 
Este é o seu e-book da disciplina: Principais patologias que acometem 
sistemas do paciente crítico neonatal. 
Mediante a leitura do e-book você será capaz de compreender as 
principais doenças inerentes aos sistemas neurológico, sistema 
respiratório e sistema cardiológico. 
Nesse e-book, abordaremos conceito, manifestações clínicas, 
diagnósticos, tratamento com ênfase nos cuidados do técnico de 
enfermagem e prognóstico. Iremos abordar esses aspectos teóricos por 
meio de uma linguagem simples, guiados por glossário de termos e 
imagens para melhor compreensão dos conteúdos. 
Essas patologias/alterações que iremos abordar aqui são de 
fundamental importância para a sua atuação de excelência quanto 
técnico de enfermagem da UTI Neonatal. 
Vamos lá?! Bons estudos! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM DETERMINADOS 
SISTEMAS DO PACIENTE CRÍTICO NEONATAL 
 
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM 
ENFERMAGEM: 
 
 
Um paciente crítico (alto risco) em 
neonatologia é aquele que 
apresenta risco de Morbidade: e 
Mortalidade: devido a condições ou 
circunstâncias associadas ao 
nascimento e à adaptação à vida 
extrauterina, independentemente de 
sua idade gestacional ou peso ao 
nascimento. 
Esses pacientes/recém-nascidos 
apresentam alterações que devem 
ser conhecidas pelo técnico de 
enfermagem, envolvendo aspectos 
referentes ao conceito, 
manifestações clínicas, diagnósticos, 
tratamento e prognóstico, para que 
ocorra uma atuação 
multiprofissional de qualidade. 
 Antes de começar vamos 
relembrar a diferença entre 
Diagnóstico e Prognóstico? 
 
 
 
 
 
 
 
Morbidade: 
Qualquer 
desequilíbrio no 
estado de bem-
estar 
biopsicossocial do 
indivíduo 
 
Mortalidade: Óbitos 
que ocorrem em 
tempo e espaço 
determinados 
 
 
 
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PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM DETERMINADOS 
SISTEMAS DO PACIENTE CRÍTICO NEONATAL 
 
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM 
ENFERMAGEM: 
 
 
Antes de começar vamos relembrar a diferença entre Diagnóstico e 
Prognóstico? 
 
 
As alterações neurológicas são comuns nos recém-nascidos 
críticos, pois são mais susceptíveis à Lesão celular isquêmica que pode 
ser causada por variação do fluxo sanguíneo cerebral (tanto aumentado 
como reduzido) decorrente da Asfixia. 
As alterações neurológicas são várias, porém iremos destacar 
algumas principais: Hemorragia Peri-intraventricular, Microcefalia e 
Hidrocefalia, Encefalopatia Hipóxico-Isquêmica (EHI) e Crise epiléptica 
neonatal (Convulsão). Além disso, iremos abordar a assistência do 
técnico de enfermagem na monitorização intracraniana (PIC) e na 
coleta de líquor para exames. 
 
 
Asfixia: dificuldade ou 
impossibilidade de respirar. 
 
Lesão celular isquêmica: é a 
lesão de uma célula que resulta 
da redução do fluxo sanguíneo. 
 
 
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PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM DETERMINADOS 
SISTEMAS DO PACIENTE CRÍTICO NEONATAL 
 
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM 
ENFERMAGEM: 
 
Conceito: é a Hemorragia ocasionada pela ruptura dos vasos, 
aumentando o fluxo sanguíneo periventricular (restrita a matriz 
germinativa) e intraventricular (rompeu a parede e está no ventrículo). 
Essa condição pode levar ao desenvolvimento de hidrocefalia pós-
hemorrágica (veremos a seguir) e outras sequelas neurológicas graves. 
ATENÇÃO: a HPIV tem maior frequência quanto menor for a Idade 
Gestacional e menor peso ao nascer, devido à imaturidade do sistema 
nervoso central. 
Manifestações clínicas: muitas vezes os recém-nascidos (RN) são 
assintomáticos ou apresentam quadro clínico inespecífico, comum a 
outras doenças relacionadas à prematuridade; quando se percebe-se já 
tem-se ocorrido uma deterioração súbita dependendo da extensão do 
sangramento. Apresentam algumas vezes, fontanelaanterior abaulada 
e tensa. Sinais neurológicos: Espasmos, Estupor, Apneia e Convulsões. 
Diagnóstico: pode ser evidente em ultrassonografia de crânio / 
transfontanelar (mais recomendada) ou ressonância magnética. 
 
 
 
 
 
 
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PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM DETERMINADOS 
SISTEMAS DO PACIENTE CRÍTICO NEONATAL 
 
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM 
ENFERMAGEM: 
 
 
 
 
Vamos observar as imagens para entendermos melhor? 
 
 
Tratamento: na maioria dos casos ocorre um aumento ventricular grave, 
com sinais evidentes de aumento da pressão intracraniana, sendo 
recomendado nesses casos o tratamento com punção lombar ou 
transfontanelar. Uma outra opção de tratamento realizada é derivação 
ventrículo-peritoneal, no qual iremos abordar no item de hidrocefalia. 
 
Fonte: Tamez, Raquel Nascimento Enfermagem na UTI neonatal: assistência ao 
recém-nascido de alto risco / Raquel Nascimento Tamez. 6. ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2017. 
 
 
 
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PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM DETERMINADOS 
SISTEMAS DO PACIENTE CRÍTICO NEONATAL 
 
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM 
ENFERMAGEM: 
 
Prognóstico: é diretamente proporcional ao comprometimento 
parenquimatoso cerebral e ao desenvolvimento da hidrocefalia pós-
hemorrágica, levando ao comprometimento motor, sendo este o mais 
comum. As Hemiparesias ou Craniotomias assimétricas também 
podem aparecer; bem como os distúrbios intelectuais ou cognitivos, 
que estão intimamente ligados à extensão da doença. 
 
 
 
 
 
 
Hemiparesias: é a paralisia cerebral 
comprometendo um lado do corpo. 
Quadriparesias: é uma condição 
caracterizada por fraqueza nos quatro 
membros (ambos os braços e ambas as 
pernas). Também é conhecida como 
tetraparesia. A fraqueza pode ser 
temporária ou permanente. 
 
 
 
 
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PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM DETERMINADOS 
SISTEMAS DO PACIENTE CRÍTICO NEONATAL 
 
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM 
ENFERMAGEM: 
 
 
Como vimos anteriormente, a hidrocefalia pode ser 
consequência de algumas alterações. Mas o que é Hidrocefalia? E 
Microcefalia? 
 
Vamos estudar juntos? No Smart-Gráfico a seguir apresentamos 
aspectos de conceito/diagnóstico e manifestações clínicas, ok? 
 
 
 
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CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM 
ENFERMAGEM: 
 
 
 
* Essas medidas foram modificadas para seguir as recomendações da Organização 
Mundial da Saúde e após aumento inesperado e inusitado dos casos de microcefalia 
em recém-nascidos, atribuído ao vírus Zika. É importante destacar que esse critério só 
vale para as crianças recém-nascidas e com nascimento a termo, ou seja, com mais de 
37 semanas de gestação. 
 
 
Tratamento: 
Microcefalia: não há tratamento específico; existem tratamentos que 
ajudam a reduzir as consequências provocadas pela microcefalia. 
Hidrocefalia: o tratamento padrão para a hidrocefalia é o implante de 
uma válvula, conhecido por Derivação Ventrículo-Peritoneal. 
Você sabia que a Derivação Ventrículo-peritoneal consiste na colocação 
do shunt (válvulas) ventriculoperitoneal, na qual é feita a derivação do 
trânsito liquórico para o peritônio e, em alguns casos, para o espaço 
subaracnóideo. As válvulas utilizadas no processo são unidirecionais. 
Observe a ilustração e entenda melhor. 
 
 
Fonte: Tamez, Raquel Nascimento Enfermagem na UTI neonatal: assistência ao recém-
nascido de alto risco / Raquel Nascimento Tamez. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara 
Koogan, 2017. 
 
 
 
 
 
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PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM DETERMINADOS 
SISTEMAS DO PACIENTE CRÍTICO NEONATAL 
 
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM 
ENFERMAGEM: 
 
 
 
Conceito: na Encefalopatia Hipóxico-Isquêmica (EHI), ocorre um desvio do fluxo 
sanguíneo para o cérebro, coração e glândulas que secretam hormônios na 
corrente sanguínea (adrenais) com o objetivo de preservar esses órgãos. Logo 
esse ciclo leva a uma diminuição do oxigênio transportado para os rins, pulmões, 
intestinos e músculos, como um movimento de compensação. A asfixia 
perinatal é a principal causadora da EHI. 
 
 
Manifestações clínicas: dependem da duração, gravidade e momento do 
episódio da EHI. Aparece dentro das primeiras 6-12 h após o episódio; Tônus 
muscular anormal (geralmente hipotonia); Distúrbios de sucção e deglutição; 
Fraqueza dos membros inferiores (recém-nascido pré-termo). 
 
 
 
 
 
 
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CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM 
ENFERMAGEM: 
 
 
Quadro - Estágios da encefalopatia hipóxico-isquêmica. 
 
Fonte: Brasil. Ministério da Saúde. Atenção à saúde do recém-nascido: guia para os 
profissionais de saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2017. 
 
 
 
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PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM DETERMINADOS 
SISTEMAS DO PACIENTE CRÍTICO NEONATAL 
 
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM 
ENFERMAGEM: 
 
 
 
Tratamento: o tratamento da EHI deve ser imediato, logo após o 
episódio hipóxico-isquêmico, a fim de interromper a cascata de eventos 
fisiopatológicos que causam a morte do neurônio. Logo, esse momento 
exato é difícil de ser assertivo. 
Prognóstico: o exame neurológico e a evolução dependem do tempo, 
da gravidade e da duração do incidente hipóxico-isquêmico no cérebro 
do RN. Ou seja, se a oxigenação e o fluxo sanguíneo são rapidamente 
restabelecidos, a lesão é reversível em alguns casos, podendo ter a 
recuperação total do RN; do contrário, podem desenvolver lesões 
neurológicas permanentes. 
 
 
 
Conceito: são sinais e/ou sintomas secundários da atividade neural 
cerebral anormal excessiva, sendo geralmente uma manifestação clínica 
de alguma doença subjacente grave. 
A causa mais comum de convulsão entre os recém-nascidos a termo e 
pré-termo é a encefalopatia hipóxico-isquêmica secundária à asfixia 
perinatal, como já vimos no item anterior. 
Manifestações clínicas: 
 
 
 
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PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM DETERMINADOS 
SISTEMAS DO PACIENTE CRÍTICO NEONATAL 
 
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM 
ENFERMAGEM: 
 
Vale ressaltar que em 2018 a Liga Internacional Contra a Epilepsia 
(ILAE) atualizou alguns termos e foram incluídos novos tipos de 
crises generalizadas, específicas, que não abordaremos aqui. 
 
As convulsões possuem várias classificações elencadas de acordo com 
as características/sinais e sintomas que o RN apresenta, tais como: 
 
 
 
 
 
 
 
Clique para maiores detalhes: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/protocolos-clinicos-
e-diretrizes-terapeuticas-pcdt/arquivos/2021/portal-portaria-no-17-pcdt-epilepsia.pdf 
 
Diagnóstico: avaliação da história familiar e exame físico acompanhado 
por Eletroencefalografia (EEG) 
Tratamento: o tratamento envolve ações que devem garantir a 
manutenção do equilíbrio térmico, hidroeletrolítico e glicêmico; as 
drogas antiepilépticas não devem ser o tratamento de primeira escolha, 
depende de cada caso. 
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/protocolos-clinicos-e-diretrizes-terapeuticas-pcdt/arquivos/2021/portal-portaria-no-17-pcdt-epilepsia.pdf
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/protocolos-clinicos-e-diretrizes-terapeuticas-pcdt/arquivos/2021/portal-portaria-no-17-pcdt-epilepsia.pdf
 
 
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PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM DETERMINADOS 
SISTEMAS DO PACIENTE CRÍTICO NEONATAL 
 
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM 
ENFERMAGEM:Prognóstico: são variáveis e depende de cada situação. 
 
 
A agitação ou os tremores no recém-nascido 
consistem em movimentos repetitivos de uma 
ou mais extremidades que pode ser observado 
durante o choro, mudança da fase do sono ou 
mesmo desencadeado por estímulo. A agitação 
é relativamente comum entre os recém-
nascidos, e uma forma branda pode ser 
considerada normal nos primeiros 4 dias de 
vida. 
Logo, não podemos confundir com as 
convulsões. 
 
 
 
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PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM DETERMINADOS 
SISTEMAS DO PACIENTE CRÍTICO NEONATAL 
 
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM 
ENFERMAGEM: 
 
 
A PIC (Pressão Intracraniana) é a pressão encontrada dentro da caixa craniana 
e está diretamente relacionada ao parênquima cerebral, sangue arterial e venoso e 
líquido cefalorraquidiano (LCR). Logo, uma das maneiras de avaliar a gravidade de uma 
lesão, por exemplo, é a monitorização da PIC, pois fornece dados relevantes primários 
que antecedem um quadro de descompensação neurológica, isto é, a relação entre o 
conteúdo da caixa craniana e o volume do crânio. 
Para avaliar essa pressão, o “padrão ouro” dentre os métodos é a avaliação 
intraventricular, em que é utilizado um cateter DVE (Derivação Ventricular Externa) que 
é inserido em um dos ventrículos laterais, por meio de uma trepanação craniana 
(Craniotomia). É o método mais utilizado, pois é de baixo custo e, além de monitorar, 
permite o controle da PIC através da drenagem do LCR. 
A colocação de um monitor de pressão intracraniana (PIC) é um procedimento 
cirúrgico realizado por um médico e a sua remoção também; porém a preparação para 
inserção e monitorização pode ser realizada pela equipe de enfermagem. 
 
 
 
 
 
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PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM DETERMINADOS 
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CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM 
ENFERMAGEM: 
 
 
 
 
 
Passo 1. 
Selecione o equipamento, pessoal e material para a colocação do 
dispositivo. 
Os materiais são: 
- Foco de luz; 
- Lâminas descartáveis; 
- Swabs preparados com solução estéril de povidona-iodo; 
- Aventais, luvas, máscaras e gorros estéreis, gazes e compressas 
estéreis 
- Lidocaína como anestésico local (0,5% ou 1%); 
- Seringas estéreis (de diversos tamanhos: 3 e 5 ml e tuberculina) e 
Agulhas (22 e 25 G). 
 
 
 
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PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM DETERMINADOS 
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CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM 
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- Furadeira e broca craniana, bisturi, tesouras esterilizadas e pinças 
hemostáticas. 
- Parafuso subaracnóideo ou cateter intraventricular de Silastic, material 
de sutura (em geral 2-0 a 3-0 de náilon/seda); 
- Compressas de gaze (4 x 4), curativo transparente estéril (se 
necessário), soro fisiológico estéril sem conservantes para injeção, 
sistema e equipamento individual de monitoramento; 
- Nivelador para verificar a altura do transdutor e medicamentos para 
sedação e controle da dor. 
 
Passo 2. 
 Verificar os sinais vitais antes de iniciar procedimento 
Passo 3. 
Se necessário o médico vai prescrever sedação e medicação para 
controle da dor. Administre conforme prescrição médica. 
Passo 4. 
Ligar o sistema de monitoramento de pressão PIC à interface do 
monitor. 
Você conhece o equipamento? 
 
 
Fonte: Bowden, Vicky R. Procedimentos de enfermagem pediátrica. [3. ed.]. – 
[Reimpr.] – Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2019. 
 
Passo 5. 
Fonte: Bowden, Vicky R. Procedimentos de enfermagem pediátrica. [3. ed.]. – 
[Reimpr.] – Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2019. 
 
 
 
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PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM DETERMINADOS 
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CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM 
ENFERMAGEM: 
 
Separe o cateter. O médico realiza o preparo de acordo com as 
recomendações do fabricante. 
Passo 6. 
Prepare o campo estéril e coloque os instrumentos dentro do campo. 
Atenção para que todos os envolvidos diretamente estejam com 
vestimentas estéreis. 
Passo 7. 
Posicione a criança para que o cirurgião possa ter um acesso adequado 
ao local (pode ser necessário virar a criança para que a cabeça fique de 
lado, horizontalmente no leito) e segure sua cabeça na posição medial 
durante todo o procedimento, mantendo o acesso estéril ao médico. 
Passo 8. 
 Auxilie o cirurgião na tricotomia da área e na preparação do escalpo 
friccionando solução estéril de povidona-iodo. Raspe uma área grande 
o suficiente para acomodar o curativo transparente que será colocado 
sobre o local ao final do procedimento. 
Passo 9. 
Depois da aplicação subcutânea de lidocaína, o cirurgião deve fazer a 
incisão sobre o escalpo e o crânio com a utilização de uma furadeira 
manual e bisturi. 
Passo 10. 
Depois que o cateter tiver sido colocado, conecte o cabo do micro 
sensor da unidade de controle ao cateter PIC. 
Passo 11. 
Quando o dispositivo PIC estiver posicionado, auxilie na colocação do 
curativo transparente semipermeável sobre o ponto de inserção do 
cateter no escalpo da criança. 
Passo 12. 
Atentar para o posicionamento da dânula (dispositivo conhecido como 
“torneirinha”) do sistema de drenagem para a posição aberta para o 
equipo e fechada para DVE (somente monitorização). 
Passo 13. 
Reposicione a criança em decúbito dorsal com a cabeça no alto do leito 
em posição média em relação ao resto do corpo. 
Passo 14. 
Organizar a unidade do paciente, higienizar as mãos e realizar o registro 
no prontuário. 
 
 
 
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PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM DETERMINADOS 
SISTEMAS DO PACIENTE CRÍTICO NEONATAL 
 
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O que é líquor? É um fluido corporal estéril e de aparência clara que 
ocupa o espaço subaracnóideo no cérebro (espaço entre o crânio e 
o córtex cerebral) e o espaço subaracnóideo na medula espinhal. 
Na maioria dos distúrbios neurológicos do neonato, realiza-se punção 
lombar. As indicações para este procedimento são auxiliar no 
diagnóstico de alterações no Sistema Nervoso Central. 
 
Para realizar o procedimento a equipe precisa trabalhar junta. Vamos 
aprender como você pode ajudar nesse procedimento? 
Passo 1. Separar material adequado: 
- Toucas, máscaras e luvas estéreis; 
- Solução antisséptica; 
- Bandeja com campo fenestrado e gaze estéril; 
- Agulhas de punção lombar com estilete (Seringa de 3 ml com agulha 
25 G); 
- Analgésico local injetável ou tópico Sacarose oral a 4%; 
 
 
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PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM DETERMINADOS 
SISTEMAS DO PACIENTE CRÍTICO NEONATAL 
 
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ENFERMAGEM: 
 
- Tubos com tampa para coleta de amostra e etiquetas de identificação 
do paciente (anotar data e hora da coleta); 
- Adesivo compressivo para ser colocado, após o procedimento, no 
local da punção. 
 
Passo 2. Posicionar o bebê: 
- Posição joelho-tórax: você deve posicioná-lo em decúbito lateral 
esquerdo, segurando a cabeça e as pernas (colocando uma mão sobre 
o pescoço dele e a outra mão sobre as nádegas) deixando-o mais 
curvado possível (como se fosse abraçar o joelho); 
 
 Evitar flexionar muito o pescoço, para não comprometer as 
vias respiratórias. 
O bebê deve ficar imóvel durante todo o procedimento, muita atenção! 
 
 
 
 
 
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PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM DETERMINADOS 
SISTEMAS DO PACIENTE CRÍTICO NEONATAL 
 
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM 
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Passo 3. 
Auxiliar durante o procedimento de coleta. O procedimento é feito pelo 
médico com assistência constante do enfermeiro ou técnico de 
enfermagem, na seguinte ordem: 
1º Aplicar o creme tópico de lidocaína a 4% ou lidocaína a 0,5% sem 
epinefrina, 60 a 90 minutos antes da punção lombar, e cobrir com a 
gaze estéril; 
2º Administrar 0,05 a 0,5 ml de sacarose oral a 4%, 2 minutos antesdo 
procedimento; 
3º Monitorar os sinais vitais; 
4º Se o bebê estiver recebendo oxigênio, aumentar a concentração do 
oxigênio durante o procedimento, para prevenir hipoxemia; 
5º Bebê posicionado, deve desinfetar com antisséptico, pelo menos 3 
vezes, a área em que será inserida a agulha, fazendo movimentos 
circulares; 
6º Iniciar procedimento inserindo a agulha no espaço subaracnóideo 
lombar, geralmente entre os processos espinhosos de LIII e LIV; 
7º O líquor sairá rapidamente e o frasco deve estar posicionado. (Vamos 
assistir que incrível?) Copie e cole numa nova aba para assistir ao vídeo: 
https://www.youtube.com/shorts/E7DDBarNEZU 
8º Realizar curativo oclusivo; 
9º Posicionar o recém-nascido confortavelmente, mantendo-o 
horizontalizado por cerca de 1 hora após o procedimento a fim de evitar 
cefaléia, tontura e vômitos causados pela hipotensão liquórica. 
Fonte: Tamez, Raquel Nascimento Enfermagem na UTI neonatal: assistência ao 
recém-nascido de alto risco / Raquel Nascimento Tamez. 6. ed. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2017; 
https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/dist%C3%BArbios-
neurol%C3%B3gicos/exames-e-procedimentos-
neurol%C3%B3gicos/pun%C3%A7%C3%A3o-lombar-pun%C3%A7%C3%A3o-
espinhal 
 
https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/dist%C3%BArbios-neurol%C3%B3gicos/exames-e-procedimentos-neurol%C3%B3gicos/pun%C3%A7%C3%A3o-lombar-pun%C3%A7%C3%A3o-espinhal
https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/dist%C3%BArbios-neurol%C3%B3gicos/exames-e-procedimentos-neurol%C3%B3gicos/pun%C3%A7%C3%A3o-lombar-pun%C3%A7%C3%A3o-espinhal
https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/dist%C3%BArbios-neurol%C3%B3gicos/exames-e-procedimentos-neurol%C3%B3gicos/pun%C3%A7%C3%A3o-lombar-pun%C3%A7%C3%A3o-espinhal
https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/dist%C3%BArbios-neurol%C3%B3gicos/exames-e-procedimentos-neurol%C3%B3gicos/pun%C3%A7%C3%A3o-lombar-pun%C3%A7%C3%A3o-espinhal
 
 
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PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM DETERMINADOS 
SISTEMAS DO PACIENTE CRÍTICO NEONATAL 
 
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM 
ENFERMAGEM: 
 
 
 
 
Conceito: é o nome adotado para a disfunção respiratória de recém-
nascidos, sendo primariamente uma doença relacionada ao atraso no 
desenvolvimento da maturação pulmonar, devido principalmente à 
redução do surfactante. Além da deficiência de surfactante, o aumento 
da quantidade de líquido pulmonar devido à maior permeabilidade da 
membrana alvéolo-capilar observada no RN pré-termo contribui 
significativamente para a gravidade da SDR 
 
 
 
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ENFERMAGEM: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Manifestações clínicas: pode apresentar Taquipneia mais acentuada 
(80 a 120 respirações/min) inicialmente; Dispneia; Retrações 
intercostais ou subesternais acentuadas; Crepitações inspiratórias 
finas; Gemido expiratório audível; Batimento de abas nasais; Cianose 
ou palidez. 
 
O surfactante é um fosfolipídio 
ativo secretado pelo epitélio 
alveolar, assemelha-se a ação de 
um “detergente”. Desse modo, 
reduz a tensão da superfície dos 
fluidos que mantém contato com os 
alvéolos, ocasiona portanto em uma 
expansão de modo uniforme e 
contínuo por meio de uma pressão 
intra-alveolar mínima. 
 
 
 
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CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM 
ENFERMAGEM: 
 
Gostaria que você também conhecesse os critérios para avaliação do 
desconforto respiratório. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Marilyn J. Hockenberry, David Wilson. Wong, fundamentos de 
enfermagem pediátrica. [tradução Maria Inês Corrêa Nascimento]. - 9. ed. - Rio 
de Janeiro: Elsevier, 2014 
 
As crepitações são ruídos 
descontínuos e os sibilos 
são ruídos adventícios 
contínuos e musicais. 
 
 
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CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM 
ENFERMAGEM: 
 
Diagnóstico: o diagnóstico da SDR baseia-se nas manifestações clínicas 
e na avaliação radiológica. 
Tratamento: o tratamento da SDR baseia-se no estabelecimento 
imediato de oxigenação, ventilação e cuidados de suporte; 
administração de surfactante exógeno. Vale ressaltar que a alimentação 
ao seio ou por gavagem está contraindicada em situações de aumento 
de frequência respiratória devido ao aumento do risco de aspiração. 
 
Prognóstico: a síndrome do desconforto respiratório é uma doença 
autolimitada. Após o uso do surfactante, os prognósticos melhoraram. 
Logo os RN com SDR que sobrevivem nas 96 horas iniciais da vida tem 
muita chance de recuperação. 
 
 
 
 
Conceito: aspiração de líquido amniótico contendo mecônio para a 
traqueia fetal intraútero ou do recém-nascido durante o primeiro 
movimento respiratório, levando a fenômenos obstrutivos e 
inflamatórios. Ressalta-se que o mecônio, raramente é encontrado no 
líquido amniótico antes de 34 semanas de gestação, por isso a SAM é 
mais comum em RN a termo e pós-termo. 
Vocês sabiam que SAM é uma importante causa da mortalidade e 
morbidade neonatal. Cerca de 5% dos neonatos nascidos com mecônio 
no líquido amniótico desenvolvem SAM e quase 26% desses RN vem a 
óbito nos primeiros dias de vida 
Manifestações clínicas: 
● Mecônio líquido, também conhecido como tinto de 
mecônio ao nascimento; 
● Sintomas respiratórios, apresenta-se com início precoce 
e progressivo, com quadro de cianose grave; 
. 
 
 
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ENFERMAGEM: 
 
● Hipóxia; 
● Taquipneia; 
● Hiperventilação (precoce) 
● Hipoventilação (tardia). 
 
Diagnóstico: presença de líquido amniótico meconial, mecônio na 
traquéia do RN e alteração radiológica compatível. 
Tratamento: aspiração da hipofaringe quando necessário e 
recomendado (RN vigoroso com choro forte, estável, com bom tônus 
muscular e frequência cardíaca > 100 batimentos/min não deve ser 
submetido a aspiração traqueal, mas devem ser acompanhados). 
Intubação em alguns casos; administrar oxigênio suplementar; 
administrar o surfactante exógeno. 
Prognóstico: apesar de variar com cada situação, o prognóstico da SAM 
é bom, porém a taxa de mortalidade ainda se encontra alta mesmo com 
a tendência atual de queda. 
 
Conceito: presença de ar no espaço pleural (situado entre o pulmão e a 
parede torácica), resultado de ruptura alveolar. 
 
Vamos ver uma imagem para entendermos melhor? 
 
 
Manifestações clínicas: 
● Taquipneia ou apneia; 
● Hipotensão arterial sistêmica; 
Fonte: Tamez, R. N. Enfermagem na UTI neonatal: assistência ao recém-nascido de 
alto risco. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. 
 
 
 
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PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM DETERMINADOS 
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ENFERMAGEM: 
 
● Queda de saturação repentina ou persistente; 
● Gemidos; 
● Batimentos de abas de nariz; 
● Retrações; 
● Ausência ou diminuição dos sons respiratórios; 
● Cianose; 
● Bradicardia. 
 
De acordo com os sinais e sintomas, o pneumotórax pode ser 
classificado como hipertensivo (intensificação dos sintomas) e não 
hipertensivo (maioria das vezes assintomático ou alterações leves). 
Diagnóstico: avaliação da história clínica, no exame físico e na análise 
dos exames radiológicos. 
Tratamento: depende da gravidade do caso. Em neonatologia, o 
tratamento mais utilizado é a drenagem de ar do espaço pleural através 
de punção aspirativa com agulha ou dreno de tórax (toracocentese). 
Prognóstico: o pneumotórax mesmo após resolvido pode gerar 
sequelas, então exige acompanhamento regular. 
 
 
 
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PRINCIPAIS DOENÇAS QUE ACOMETEM DETERMINADOSSISTEMAS DO PACIENTE CRÍTICO NEONATAL 
 
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM 
ENFERMAGEM: 
 
 
Conceito: infecção do pulmão do feto ou do neonato, podendo ocorrer ainda no 
ambiente uterino ou após o nascimento, resultante de infecção bacteriana, viral 
ou fúngica ou de origem química. 
Elas podem ser classificadas em: Precoces (até 48 horas de vida), predomínio 
de bactérias Gram-negativas e Tardias, predomínio de bactérias Gram-positivas. 
Manifestações clínicas: alterações respiratórias como taquipneia, deterioração 
respiratória, aumento das exigências de oxigênio, apneia, aumento de retrações, 
hipoxemia, diminuição dos sons pulmonares uni- ou bilateral, hipoglicemia, 
instabilidade térmica, radiografias típicas com infiltrações alveolares, pulmões 
opacos. 
Diagnóstico: as pneumonias neonatais em geral são de difícil identificação. As 
manifestações clínicas e radiológicas são inespecíficas, pois os sinais e 
sintomas respiratórios e os de reação inflamatória sistêmica são comuns a outros 
quadros pulmonares e extrapulmonares. Porém exames laboratoriais, cultura de 
líquor, urina e radiografias são auxiliadores nesse diagnóstico. 
Tratamento: terapia antimicrobiana com antibiótico de largo espectro; caso 
seja viral, um antiviral deverá ser prescrito pelo médico. 
 
 
 
Prognóstico: normalmente os bebês respondem bem ao tratamento, sem 
sequelas respiratórias. 
 
 
 
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ENFERMAGEM: 
 
Conceito: A taquipneia transitória do recém-nascido (TTRN), também 
conhecida como síndrome do pulmão úmido, é decorrente de retardo 
na retenção do líquido pulmonar no feto. Ao nascer o RN realiza os 
movimentos respiratórios primários, em acontece simultaneamente, a 
entrada de ar e a saída do líquido dos pulmões. Portanto, quando esse 
processo não acontece como o esperado, surge então a (TTRN). 
Sua ocorrência é mais comum entre recém-nascidos, a termo ou perto 
do termo, que nascem de parto cesariano, prematuro, de mães que 
receberam sedação excessiva e que apresentam sobrecarga de líquidos; 
ou filhos de mães diabéticas; com cordão umbilical clampeado > 45 
segundos após o nascimento, asfixia perinatal, e com macrossomia. 
Manifestações clínicas: Aumento do trabalho respiratório > 100 rpm 
(taquipneia), iniciando-se nas primeiras horas após o nascimento; 
Respiração, gemente e batimento das asas nasais podem estar 
presentes. 
 
 
Diagnóstico: avaliação clínica, Radiografias do tórax e Gasometria 
arterial. 
Tratamento: Administração de oxigênio, se necessário; 
Manutenção do recém-nascido em jejum se a frequência respiratória for 
> 60 rpm (para diminuir o risco de aspiração durante a alimentação em 
decorrência de taquipneia); 
Manutenção da saturação de oxigênio entre 90 e 95%; 
 Manutenção da temperatura nos parâmetros normais (ambiente 
térmico neutro); Hidratação intravenosa adequada para manter o 
equilíbrio hidroeletrolítico. 
 
 
 
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ENFERMAGEM: 
 
Prognóstico: positivo, pois a evolução do quadro é rápida, se 
identificado precocemente. 
 
Conceito: ocorre quando há demora na transição normal da circulação 
pulmonar e sistêmica causando o desenvolvimento de persistência do 
padrão fetal de circulação ou hipertensão pulmonar persistente, 
resultando em diminuição do fluxo sanguíneo para os pulmões, 
hipoxemia acentuada e acidose. 
Manifestações clínicas: Ocorre em neonatos a termo ou pós-termo; 
• História de hipoxemia ou asfixia ao nascer; 
• Cianose (apesar da administração de oxigênio); 
• Desconforto respiratório sem lesões pulmonares ou cardíacas 
aparentes; 
• Taquipneia; 
• Sopro cardíaco; 
• Hipotensão arterial; 
• Insuficiência cardíaca congestiva decorrente de sobrecarga no 
ventrículo esquerdo e anormalidades metabólicas, tais como: 
hipoglicemia, hipocalcemia, acidose metabólica, diminuição do 
débito urinário. 
Diagnóstico: avaliação dos sinais clínicos, radiografia de tórax, 
ecocardiografia doppler e avaliação da gasometria. 
Tratamento: Inalação de óxido nítrico, vasodilatação pulmonar e 
suporte hemodinâmico, são fundamentais para diminuir o fluxo 
sanguíneo para os pulmões e prevenir Shunt cardíaco. 
 
 
 
 
 
 
Shunt é o termo utilizado para descrever o sangue que entra no leito 
arterial sistêmico sem passar pelas áreas ventiladas do pulmão, levando 
à redução da pressão arterial parcial de oxigênio (PaO2). 
 
 
 
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ENFERMAGEM: 
 
 
 
Prognóstico: mesmo ainda sendo alta a taxa de mortalidade, em 
torno de 10%, o prognóstico em RN é bom. 
 
Conceito: os recém-nascidos que são portadores de cardiopatias 
congênitas, necessitam de um acompanhamento sistemático e rigoroso 
por fazer parte de um grupo de alto risco pelas elevadas mortalidade e 
morbidade. O diagnóstico precoce é fundamental. Existem vários tipos 
de cardiopatias. 
Manifestações clínicas: cianose persistente que piora com esforço; 
Sopro eventual; Dispneia, cansaço ao esforço (quando chora, ao 
alimentar-se e quando se agita); Taquicardia e arritmias cardíacas; 
 e Diminuição da saturação de oxigênio. 
 
 
 
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ENFERMAGEM: 
 
 
Diagnóstico: é realizado através da observação criteriosa de alguns 
sinais clínicos, sendo os principais a cianose, a taquipnéia e a presença 
de sopro cardíaco. A identificação precoce é o diferencial. A radiografia 
de tórax, o ecocardiograma com mapeamento de fluxo, o 
eletrocardiograma, a gasometria arterial, auxiliam no diagnóstico. 
 
 
 
 
 
Tratamento: Algumas cardiopatias congênitas requerem intervenções 
imediatas nas primeiras horas após o nascimento; 
• A oxigenoterapia ou ventilação mecânica, a utilização da 
prostaglandina e o cateterismo cardíaco, podem ser indicados. 
• A cirurgia para implantação de marcapasso também é realizada 
em alguns casos, assim como o transplante. 
Prognóstico: depende de cada situação. 
O monitoramento hemodinâmico deve ser prescrito pelo médico com o 
objetivo de avaliar uma criança criticamente enferma, e a equipe de 
enfermagem tem competência para preparar e cuidar do equipamento 
de monitoramento hemodinâmico e tomar decisões clínicas em relação 
às alterações na terapia da criança. 
Vocês sabem o que é PAM e PVC? Vamos diferenciar e conhecer as 
formas de monitorização! 
 
ATENÇÃO: Tem sido recomendado na unidade neonatal a 
realização da avaliação cardíaca do neonato nas primeiras 
48h de vida, por meio da leitura da saturação de oxigênio no 
pulso ou mão direita, e na extremidade inferior (pé) direita ou 
esquerda, simultaneamente, se for possível. 
 
 
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CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM 
ENFERMAGEM: 
 
 
É a média de pressão
durante todo o ciclo 
da pressão (Sistólica e 
Diastólica), identificando 
a potência que o sangue 
flui pelos vasos.
Invasivo
 
 
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ENFERMAGEM: 
 
O eletrocardiograma (ECG) é um exame não-invasivo, simples, realizado 
em minutos, que registra por meio de gráficos o ritmo 
cardíaco/atividade elétrica. Pode ser um exame pontual ou pode ter 
essa monitorização contínua. 
 Na Unidade de neonatologia é comum a realização desse 
procedimento. Vamos aprender a realizar? 
Passo 1: separaçãoe conferência do material 
- Água e sabão 
- Toalha de rosto 
- Eletrodos com fios inseridos ou eletrodos e cabo com fios ligados ao 
monitor: Verifique se os cabos e fios estão em boa condição e 
conectados de modo correto e seguro. 
- Monitor: Verifique se o monitor está ligado a uma fonte elétrica de 
emergência 
- Luvas de procedimento 
 
Passo 2: colocação dos eletrodos 
 
1º Ligue o monitor, estabeleça os alarmes para a frequência cardíaca 
adequadas para a idade da criança, silencie o alarme durante a 
colocação dos eletrodos; 
2º Coloque a criança em decúbito dorsal; 
3º Calce as luvas. Limpe a área da região superior do tórax direito e 
esquerdo e a área abdominal no quadrante superior esquerdo com água 
e sabão usando uma toalha e depois lave bem para remover os resíduos 
de sabão. 
Observação: O álcool não deve ser utilizado nos lactentes porque sua 
pele é sensível e frágil. 
 
4º Coloque os fios nos eletrodos e, a seguir, aplique-os na pele. 
Coloque os eletrodos com fios fixos da seguinte maneira: 
 
 
 
 
 
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ENFERMAGEM: 
 
 
 
 
 
 
 
ATENÇÃO: verificar se o gel de condução está úmido; deve-se colocar 
o eletrodo pressionando o perímetro adesivo e não o centro. 
5º Verifique a tela do monitor para identificar o bom funcionamento. 
Passo 3: inspecione o local diariamente e garanta que os eletrodos 
estejam corretamente colocados. Mude os eletrodos, conforme 
necessário, nos lactentes (diariamente ou a cada dois dias). Avalie a pele 
à procura de irritação. Alterne os locais quando aplicar novos eletrodos. 
Observação 1. Existem vários tipos de aparelhos, com variações 
diferentes, logo, seguir as normas do fabricante. 
Observação 2. O passo a passo e colocação dos eletrodos foi embasado 
no livro: Procedimentos de enfermagem pediátrica (Bowden; 
Greenberg, 2019). 
 
Fonte:https://gaumard.mogiglass.com.br/omni2/s300-110-
omni2/attachment/s300-110-thumb2-2/ 
 
https://gaumard.mogiglass.com.br/omni2/s300-110-omni2/attachment/s300-110-thumb2-2/
https://gaumard.mogiglass.com.br/omni2/s300-110-omni2/attachment/s300-110-thumb2-2/
 
 
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CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM 
ENFERMAGEM: 
 
Brasil. Ministério da Saúde. Glossário temático: promoção da saúde. 1. ed., 2. reimpr. – 
Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 
Brasil. Ministério da Saúde. Atenção à saúde do recém-nascido: guia para os 
profissionais de saúde. 2. ed. atual. Brasília: Ministério da Saúde, 2014. 
Brasil. Ministério da Saúde. Doenças respiratórias crônicas. Brasília: Ministério da 
Saúde, 2010 
Brasil. Ministério da Saúde. Microcefalia. (2022). Disponível em: 
https://bvsms.saude.gov.br/microcefalia/ 
Brasil. Ministério da Saúde. Tratamento de Complicações da Hidrocefalia. Disponível 
em: https://www.gov.br/pt-br/servicos-estaduais/tratamento-de-complicacoes-da-
hidrocefalia-
1#:~:text=A%20hidrocefalia%20acontece%20quando%20a,para%20prevenir%20dano
s%20mais%20s%C3%A9rios 
Brasil. Ministério da Saúde. Aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da 
Epilepsia. PORTARIA CONJUNTA Nº 17, DE 21 DE JUNHO DE 2018. 
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/protocolos-clinicos-e-diretrizes-
terapeuticas-pcdt/arquivos/2021/portal-portaria-no-17-pcdt-epilepsia.pdf 
BVS. Biblioteca Virtual em Saúde. (2010). Quais as causas e sintomas da hidrocefalia? 
Disponível em: https://aps-repo.bvs.br/aps/quais-as-causas-e-sintomas-da-
hidrocefalia/ 
BOWDEN, V. R.; GREEBERG, C. S. Procedimentos de enfermagem pediátrica. 
[tradução de Mariângela Vidal Sampaio Fernandes ... et al.]. – [3. ed.]. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2019. 
BUENO, B. F; DREWNOWSKI, B.; MILÉO, E.CS.; COSMOSKI, L.D.; KOCH, M.S.; NOVAK, 
RS. et al. Uma revisão breve sobre pressão intracraniana: um parâmetro clínico a ser 
considerado. Brazilian Journal of Development, Curitiba, v.7, n.5, 2021. Disponível em: 
https://ojs.brazilianjournals.com.br/index.php/BRJD/article/download/30124/23727 
CARVALHO, A. DE S., FRANCOJ. M., MACIELM. C. B., ALVESS. F. L., STERMERP. R. R., 
FILHOL. E. C. DE S., CHERMONTA. G., CHERMONTA. G., & CUNHAK. DA C. (2020). 
Mortalidade por síndrome de aspiração meconial em recém-nascidos no estado do 
Pará, Região Norte do Brasil. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 12(5), e2743. 
https://doi.org/10.25248/reas.e2743.2020 
MARILYN J. HOCKENBERRY, DAVID WILSON. Wong, fundamentos de enfermagem 
pediátrica. [tradução Maria Inês Corrêa Nascimento]. - 9. ed. - Rio de Janeiro : Elsevier, 
2014 
PINHEIRO, P. Microcefalia: causas, sintomas e tratamento. Disponível em: 
https://www.mdsaude.com/pediatria/microcefalia/ 
TAMEZ, R. N. Enfermagem na UTI neonatal: assistência ao recém-nascido de alto risco. 
6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017 
UNA/SUS. Universidade Aberta para o SUS. Brasil adota recomendação da OMS e 
reduz medida para microcefalia. Disponível em: 
https://www.unasus.gov.br/noticia/brasil-adota-recomendacao-da-oms-e-reduz-
medida-para-microcefalia 
 
https://bvsms.saude.gov.br/microcefalia/
https://www.gov.br/pt-br/servicos-estaduais/tratamento-de-complicacoes-da-hidrocefalia-1#:~:text=A%20hidrocefalia%20acontece%20quando%20a,para%20prevenir%20danos%20mais%20s%C3%A9rios
https://www.gov.br/pt-br/servicos-estaduais/tratamento-de-complicacoes-da-hidrocefalia-1#:~:text=A%20hidrocefalia%20acontece%20quando%20a,para%20prevenir%20danos%20mais%20s%C3%A9rios
https://www.gov.br/pt-br/servicos-estaduais/tratamento-de-complicacoes-da-hidrocefalia-1#:~:text=A%20hidrocefalia%20acontece%20quando%20a,para%20prevenir%20danos%20mais%20s%C3%A9rios
https://www.gov.br/pt-br/servicos-estaduais/tratamento-de-complicacoes-da-hidrocefalia-1#:~:text=A%20hidrocefalia%20acontece%20quando%20a,para%20prevenir%20danos%20mais%20s%C3%A9rios
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/protocolos-clinicos-e-diretrizes-terapeuticas-pcdt/arquivos/2021/portal-portaria-no-17-pcdt-epilepsia.pdf
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/protocolos-clinicos-e-diretrizes-terapeuticas-pcdt/arquivos/2021/portal-portaria-no-17-pcdt-epilepsia.pdf
https://aps-repo.bvs.br/aps/quais-as-causas-e-sintomas-da-hidrocefalia/
https://aps-repo.bvs.br/aps/quais-as-causas-e-sintomas-da-hidrocefalia/
https://ojs.brazilianjournals.com.br/index.php/BRJD/article/download/30124/23727
https://doi.org/10.25248/reas.e2743.2020
https://www.mdsaude.com/pediatria/microcefalia/
https://www.unasus.gov.br/noticia/brasil-adota-recomendacao-da-oms-e-reduz-medida-para-microcefalia
https://www.unasus.gov.br/noticia/brasil-adota-recomendacao-da-oms-e-reduz-medida-para-microcefalia

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