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FONÉTICA E FONOLOGIA DA 
LÍNGUA PORTUGUESA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Prezado(a) aluno (a), 
 
A Fonética e a Fonologia são partes distintas da Gramática é elas, 
apesar de serem estudadas em uníssono, se ocupam com objetos 
diversificados da linguagem. Enquanto a Fonética se preocupa com 
articulação e percepção dos sons, a Fonologia vai se ocupar da 
representação gráfica dos sons. Vem daí a afirmação de que ambas são 
ferramentas diversificadas para a análise de determinadas características da 
frase ou dos enunciados linguísticos. Sendo assim, pensar nas 
representações gráficas a partir das quais se constroem a estrutura de 
representação da língua portuguesa será mote das nossas próximas aulas. 
Nesta aula observaremos como se deu a construção do nosso alfabeto 
e a definição sobre o que é uma consoante e em aula posterior prestaremos 
maior atenção naquele grupo de representações gráficas as quais chamamos 
de vogal e semivogal. 
 
Bons estudos! 
AULA 6 – 
ALFABETO E 
CONSOANTES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Nesta aula, você vai conferir os contextos conceituais da psicologia entenderá 
como ela alcançou o seu estatuto de cientificidade. Além disso, terá a oportunidade 
de conhecer as três grandes doutrinas da psicologia, behaviorismo, psicanálise e 
Gestalt, e as áreas de atuação do psicólogo. 
 Compreender o conceito de psicologia 
 Identificar as diferentes áreas de atuação da psicologia 
 Conhecer as áreas de atuação do psicólogo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Nesta aula, você vai conferir de onde surge o conceito de Alfabeto, e 
pensar sobre seus usos práticos. Além disso, terá a oportunidade de conhecer 
os elementos básicos que regem toda a gramatização da Língua portuguesa 
no Brasil, partindo daquelas representações gráficas as quais chamamos 
comumente de letras. Após esses estudos, você será capaz de: 
 
 Refletir sobre a História do alfabeto; 
 Aprofundar nos elementos constitutivos do alfabeto de Língua 
portuguesa; 
 Reconhecer a formação das consoantes. 
 
 
6. ELEMENTOS DE COMPOSIÇÃO DO ALFABETO 
6.1 Contextualizando o Alfabeto 
Em uma definição simples, podemos dizer que o alfabeto é o conjunto das letras 
que são representações gráficas ou sinais gráficos, como já temos observados. Como 
foi proposto por Cegalla, em sua Novíssima gramática da língua portuguesa (2005, p. 
21), “a palavra alfabeto origina-se do nome das duas primeiras letras do alfabeto 
grego: alfa (a) + beta (b)”. Portanto, partindo analogicamente do nome de duas letras 
do alfabeto grego (Α ou α, primeira letra do alfabeto grego e B ou β, última letra do 
alfabeto grego) temos o nome do nosso conjunto de representações gráficas. 
O alfabeto grego ganhou forma e foi desenvolvido partindo do alfabeto de outro 
povo antigo, os fenícios; esse desenvolvimento do alfabeto fenício para o alfabeto 
grego e, depois, para o alfabeto de língua portuguesa vem sendo feito desde meados 
de mil (1.000) anos antes de Cristo (BECHARA, 2009). 
Os primeiros alfabetos da história da humanidade surgiram com os egípcios, 
portanto podemos dizer que sua história não é recente; ao contrário a história da 
organização e representação dos sons da língua carrega consigo um longo período 
de aperfeiçoamento, revisões e relações de troca com outros povos e nações. 
Acredita-se que os egípcios foram o primeiro povo a sentir a necessidade de uma 
organização gráfica de suas expressões, isso por volta do ano dois mil (2000) a. C. 
Assim, os primeiros símbolos foram desenvolvidos tomando por base a escrita egípcia 
que misturava para sua expressão figuras e símbolos, que também eram chamados 
de hieróglifos (na escrita cuneiforme). 
A escrita antiga, em especial de povos que viviam na mesopotâmia e regiões 
adjacentes, se caracterizavam, além de ser uma escrita muito primitiva ou rústica, ela 
se caracteriza pelo uso do mesmo instrumento para sua confecção – uma cunha 
(instrumento manual para marcação de símbolos ou desenhos) – com a qual se 
assinalava as marcas gráficas, ou letras, de um alfabeto. Daí a definição de que a 
escrita antiga era chamada de “escrita cuneiforme”, ou escrita que era feita com a 
instrumentalização de uma cunha (BECHARA, 2009). 
Grande parte das civilizações antigas tinham um alfabeto que não usavam 
vogais, somente consoante. Foram os gregos que começaram a mudar essa realidade 
 
 
com a introdução de outros símbolos. Os gregos modificaram o alfabeto fenício, 
acrescentando as vogais e as variantes de sua língua, bem como (a exemplo do que 
aconteceu com outros povos) o acréscimo de sinais de diferenciações fonéticas. 
Outra mudança grega foi a direção da escrita; as nações antigas escreviam da 
direita para a esquerda, os gregos mudaram essa dinâmica. Embora no 
acompanhasse a direção fenícia (da direita para a esquerda), ela foi sendo alterada 
até chegar ao sistema atual de esquerda para a direita. 
 
Figura 1 – Alfabeto fenício 
 
Fonte: https://bityli.com/5XASu 
Em uma organização que é tanto didática quanto articulatória, foi padronizado 
dividir o alfabeto de língua portuguesa em dois grupos principais. Ao primeiro grupo 
deram o nome de consoante e ao segundo grupo deram o nome de vogal (a ordem 
aqui estabelecida respeita a ordem como esses dois grupos serão apresentados 
nesse texto). As representações gráficas da nossa língua como vogais e consoantes 
nos coloca diante de efeitos tanto articulatórios e físicos como efeitos sonoros. Como 
explica o gramático Evanildo Bechara (2009): 
 
https://bityli.com/5XASu
 
 
A voz humana se compõe de tons (sons musicais) e ruídos, que o nosso 
ouvido distingue com perfeição. Caracterizam-se os tons, quanto às 
condições acústicas, por suas vibrações periódicas. Esta divisão 
corresponde, em suas linhas gerais, às vogais (= tons) e às consoantes (= 
ruídos). As consoantes podem ser ruídos puros, isto é, sem vibrações 
regulares (correspondem às consoantes surdas), ou ruídos combinados com 
um tom laríngeo (consoantes sonoras). Quanto às condições fisiológicas de 
produção, as vogais são fonemas durante cuja articulação a cavidade bucal 
se acha completamente livre para a passagem do ar. As consoantes são 
fonemas durante cuja produção a cavidade bucal está total ou parcialmente 
fechada, constituindo, assim, num ponto qualquer, um obstáculo à saída da 
corrente expiratória (BECHARA, 2009, p. 43, 44). 
 
Como nos ensina Henriques (2012, p. 14, grifos do autor), os fonemas são os 
sons distintivos de uma língua, pois, “eles se organizam e se combinam em padrões 
vocálicos e consonantais no interior da sílaba. No entanto, como vimos, nem todo som 
da fala é um fonema. 
A passagem do som da fala a fonema é o que se chama fonologização. A 
fonologização é diferente um processo diferente da “gramatização”, que acontece 
quando se altera o sistema fonológico de uma língua por alteração de um dos seus 
traços distintivos, seja por acréscimo, por desaparecimento ou por outras quaisquer 
alterações. 
Ainda, segundo Henriques (2012, p. 14), a gramatização “é um processo de 
mudança linguística por que passa uma forma linguística (fonema, morfema, palavra 
ou locução) ”. O autor prossegue em seu argumento explicando que existem três 
possibilidades de mudanças linguística em um fonema, morfema, palavra ou locução. 
A primeira é quando a forma linguística incorpora ou assume novas propriedades 
sintáticas, morfológicas, fonológicas ou semânticas; a segunda é quando se 
transforma numa forma presa e, uma terceira, é quando um desses elementos 
desaparece “como consequência de uma cristalização extrema”. 
Logo depois da assinatura do texto base do Acordo Ortográfico (1995), admitido 
na cidade de Lisboa – Portugal, em dezembro de 1990, estabeleceu-se algumas 
mudanças na escrita de palavras da Língua portuguesa, visando a uniformidade de 
escritaem países lusófonos (que tem como sua língua primeira a Língua portuguesa). 
Entre os países que assinaram o acordo estão: Angola; Brasil; Cabo Verde; 
Guiné-Bissau; Moçambique; Portugal e São Tomé e Príncipe, sete ao todo. 
Estabeleceu-se também o número de letras no alfabeto de língua portuguesa, ao todo 
trinta e três letras. 
 
 
 
 
A ou a – B ou b – C ou c – D ou d – E ou e – F ou f – 
G ou g – H ou h – I ou i – J ou j – K ou k – L ou l – M ou m – 
N ou n – O ou o – P ou p – Q ou q – R ou r – S ou s – T ou t – 
 U ou u – V ou v – W ou w – X ou x – Y ou y – Z ou z 
 
 
Lembremo-nos de que o Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa acabou por 
incluir algumas letras que não faziam parte do alfabeto no Brasil. Essas letras são: 
“K”, “W” e “Y”. Elas foram usadas em apenas alguns casos especiais antes do Acordo 
Ortográfico. Atualmente, são tidas como elementos constituintes do alfabeto 
pertencente à nossa língua materna. Entretanto, quanto à função, esta continua a 
reger casos específicos (HENRIQUES, 2012). 
É correto afirmar que em sua composição, os fonemas, que posteriormente 
serão lidos como gráficos estáveis, ou letras, sofrem transformações em momentos 
variados da história. Essas transformações são constantes dependendo de situações 
históricas específicas. Em parte, por conta dessas mudanças é que temos mudanças 
no alfabeto, seja em nossa língua seja em línguas outras do mundo. 
6.2 Consoante em Língua portuguesa 
O alfabeto da Língua portuguesa falada no Brasil é constituído de duas 
espécies de representações gráficas. As primeiras representações gráficas são 
chamadas de “Vogais” e as segundas representações gráficas são chamadas de 
“Consoante”. Nessa seção trataremos das consoantes e, na seção posterior, 
trataremos das vogais e suas variações. Começaremos perguntando aos estudiosos 
da língua o sentido que eles dão à palavra consoante. 
Para o gramático Domingos Paschoal Cegalla, autor da Nova Minigramática da 
Língua Portuguesa (2004) e da Novíssima Gramática da Língua Portuguesa (2005) 
as “consoantes são ruídos provenientes da resistência que os órgãos bucais opõem 
à corrente de ar […]. Como o nome diz, consoante é o fonema que soa com a vogal. 
 
 
As consoantes só podem formar sílabas com o auxílio das vogais”. (CEGALLA, 2004, 
p. 9, grifos do autor). 
Em outro de seus trabalhos, o mesmo autor explica como a dinâmica fisiológica 
acontece para produção das consoantes. Segundo ele “vindo da laringe, a corrente 
de ar chega à boca, na qual encontra obstáculo total ou parcial da parte dos órgãos 
bucais. Se o fechamento dos lábios ou a interrupção da corrente de ar é total, dá-se a 
oclusão; se parcial, a constrição: daí a divisão das consoantes em oclusivas e 
constritivas” (CEGALLA, 2005, p. 28). 
Na mesma corrente de estudos para entender o que é uma consoante, o 
gramático Evanildo Bechara, autor da Moderna Gramática Portuguesa (2009), explica 
que as consoantes: 
 
São fonemas durante cuja produção a cavidade bucal está total ou 
parcialmente fechada, constituindo, assim, num ponto qualquer, um obstáculo 
à saída da corrente expiratória […]. As consoantes podem ser ruídos puros, 
isto é, sem vibrações regulares (correspondem às consoantes surdas), ou 
ruídos combinados com um tom laríngeo (consoantes sonoras) (BECHARA, 
2009, p. 45, 46). 
 
Apesar de os elementos acessórios variarem de um autor para o outro, os 
elementos principais, na conceituação do que seria uma consoante, continuam os 
mesmos. Então, temos as seguintes consoantes: 
 
 
/ B /, / C /, / D /, / F /, / G /, / J /, / K /, / L /, / M /, 
/ N /, / P /, / Q /, / R /, / S /, / T /, / V /, / W /, / X /, / Z / 
 
 
São dezenove sinais gráficos aos quais podemos, por seu modo de articulação, 
chamar de consoante. As consoantes, além das características apontadas acima 
pelos autores, podem ser classificadas por quatro critérios diferentes, a saber: 
 
(a) modo de articulação; 
(b) ponto de articulação; 
 
 
(c) função das cordas vocais e 
(d) função das cavidades bucal e nasal. 
 
Assim, podemos representar as consoantes da Língua portuguesa, da seguinte 
forma, de acordo com essa classificação: 
Figura 2 – Representação fonética e classificatória das consoantes 
 
Fonte: Cegalla (2005, p. 28). 
Segundo Cegalla (2005), quando as consoantes são classificadas levando-se 
em conta o “modo de articulação” é considerado a maneira pela qual os fonemas 
consonantais são articulados, elas podem ser consideradas “fricativas”, “quando o ar 
sai roçando ruidosamente as paredes da boca estreitada” (CEGALLA, 2005, p. 28). 
São dessa categoria os fonemas: F, V, Ç, S, Z, X, J; aqueles fonemas 
chamados de “vibrantes”. São classificados dessa forma porque para que eles sejam 
produzidos o ar precisa sair roçando ruidosamente as paredes da boca estreitada. 
São eles: o r (brando) e o R (forte). 
Por último, as chamadas consoantes “laterais” são aquelas que são produzidas 
 
 
pela passagem de ar que ao sair pela boca, encontra a língua em repouso apoiada no 
palato e, por isso, é forçada a sair pelas fendas laterais da boca. Equivalem a essa 
descrição o L e o LH. Ainda de acordo com Cegalla, as consoantes podem ser 
classificadas quanto ao seu “ponto de articulação”: É o lugar em que os órgãos entram 
em contato para a emissão do som. Quando entram em ação ou contato: 
 
 
 os lábios, as consoantes são bilabiais: p, b, m; 
 os lábios e os dentes, as consoantes são labiodentais: f, v; 
 a língua e os dentes, as consoantes são linguodentais: t, d. 
 a língua e os alvéolos, temos consoantes alveolares: s, c (= ç), Z, I, r 
(brando), r (forte ou múltiplo), n; 
 o dorso da língua e o palato duro (céu da boca), as consoantes se chamam 
palatais: i, g (= i), x, Ih, nh; 
 a parte posterior da língua e o véu palatino (palato mole), as consoantes 
denominam-se velares: c (k), q, g (guê). 
 As consoantes produzidas pelo concurso dos mesmos órgãos denominam-
se homorgânicas. Exemplos: 
 
 
t/ d s / Z P / b c (k) / g (guê) 
 
 
A classificação que respeita a “função das cordas vocais”. Quando a corrente 
de ar puser as cordas vocais em vibração, teremos uma consoante sonora; caso 
contrário, a consoante será surda. Já a “função das cavidades bucal e nasal”, ocorre 
quando o ar sai exclusivamente pela boca, as consoantes são orais; se, pelo 
abaixamento da úvula, o ar penetra nas fossas nasais, as consoantes são nasais: M, 
N, NH 
Vejamos outros exemplos de articulação e apresentação de consoantes, em 
especial aquelas que são apresentadas por mais de um símbolo gráfico, casos de 
exceção em nossa língua. (Figura 3). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 3 – Representação gráfica das consoantes 
 
 
E ainda: 
 
 
 
Fonte: Lima (2011, p. 53, 54). 
Existem, ainda, aqueles encontros de consoantes que, quando representados 
equivalem a uma só letra. A esses encontros consonantais damos o nome de 
“dígrafos”. Esses dígrafos são divididos em três grupos principais: 
 
(1) os dígrafos que representam uma só consoante; 
(2) os dígrafos que representam vogais nasais e 
(3) os dígrafos que aparecem no final das palavras. 
 
Veja nos exemplos como essa dinâmica acontece na prática. 
Exemplos do caso 1: 
 ch: chapéu, cheio gu: (antes de e ou i): guerra, seguinte 
 Ih: pilha, galho qu: (antes de e ou i): leque, aquilo 
 nh: banho, ganhar se: (antes de e ou i): descer, piscina 
 rr: barro, erro sç: (antes de a ou o): desça, cresço 
 ss: asseio, passo xc: (antes de e ou i): exceção, excitar 
Exemplos do caso 2: 
 am: tampa (tãpa) an: santa (sãta) 
 em: tempo (tepu) en: venda (veda) 
 im: limpo (Iipu) in: linda (lida) 
 om: ombro (õbru) on: sonda (sõda) 
 um: jejum (jejü) un: mundo (müdu) 
Exemplos do caso 3: 
 
 
 falam (fálãu), batem (bátei), alguém (alguei), 
 am e em não são dígrafos, porque representam um ditongo nasal,portanto, 
dois fonemas. 
Ao colocarem a questão do modelo a ser seguido no estudo dos fonemas em 
particular, e de outros fenômenos da linguagem, os autores do livro Fonética e 
fonologia do português brasileiro (2011, p. 71) colocam-nos diante de uma questão 
fundamental ao dizer que “o modelo de fonologia que parece mais facilmente 
entendido, normalmente por termos uma tradição maior na direção que vai do 
particular ao mais geral, é o da Fonêmica [estudado a partir de fonemas]”, ou seja, 
não existe um único modelo de estudo dos fenômenos linguísticos; porém, uma 
tradição que remonta a tempos muito distantes cimentou a compreensão de que a 
melhor maneira de se estudar os modelos e a articulação fonológica é por meio dos 
fonemas. Nas próximas páginas olharemos para as vogais. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. Rio 
de Janeiro: Editora Nacional, 2005. 
CEGALLA, Domingos Paschoal. Minigramática da língua portuguesa. Rio de 
Janeiro: Editora Nacional, 2004. 
BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa. Rio de Janeiro: Nova 
Fronteira, 2009. 
HENRIQUES, Claudio Cezar. Fonética, fonologia e ortografia. Rio de Janeiro: 
Elsevier, 2012. 
LIMA, Rocha. Gramática normativa da língua portuguesa. Rio de Janeiro: José 
Olympio, 2011. 
SEARA, Izabel C.; NUNES, Vanessa G. NUNES; LAZZAROTTO-VOLÇÃO, Cristiane. 
Fonética e fonologia do português brasileiro. Florianópolis: UFSC, 2011.

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