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UNICESUMAR – CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA VICTÓRIA DA SILVA FERNANDES RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV: EDUCAÇÃO ESPECIAL E EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS LIMEIRA-SP 2022 Relatório Módulo 52/2022 UNICESUMAR – CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA VICTÓRIA DA SILVA FERNANDES RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV: EDUCAÇÃO ESPECIAL E EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Relatório apresentado ao Curso de Licenciatura em Educação Física da UNICESUMAR - Centro Universitário de Maringá, como requisito parcial para a obtenção da nota na disciplina Estágio Supervisionado IV: Educação Especial e Educação de Jovens e Adultos. LIMEIRA-SP 2022 Relatório Módulo 52/2022 Relatório Módulo 52/2022 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO.............................................................................................. 5 2 IMPORTÂNCIA DA ATUAÇÃO DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO ESPECIAL E NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS..................................................................................................... 6 3 RELATO DE EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO................................................. 9 3.1 OBSERVAÇÃO/PARTICIPAÇÃO EDUCAÇÃO ESPECIAL .................. 10 3.2 OBSERVAÇÃO/PARTICIPAÇÃO NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS .................................................................................................... 11 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS.......................................................................... 13 5 REFERÊNCIAS............................................................................................. 14 APÊNDICES ................................................................................................. 15 1 INTRODUÇÃO Com o objetivo da Inclusão, a Educação Física na escola deve ter o aluno como eixo primordial e, portanto, desenvolver as habilidades de todos os alunos e proporcionar-lhes os meios para acessar os conteúdos propostos por esta disciplina, com plena participação, aceitação. estratégias apropriadas, para evitar estigma ou discriminação. O conceito de atividade física amplia a contribuição da Educação Física Escolar para a plena utilização da cidadania, apontando para um processo de ensino-aprendizagem voltado para o desenvolvimento de competências e habilidades dinâmicas, cognitivas, sociais e culturais. A atenção dos profissionais de Educação Física no trabalho com pessoas com necessidades especiais é muito nova, em algum momento esses alunos são liberados das aulas, encaminhados para a biblioteca da escola, ou algo parecido, fazendo pesquisas, ou não fazendo nada, e isso para eles era Física Aulas de educação, longe de esportes e atividade física. Uma série de eventos mostra os espelhos e produz uma mudança gradativa na forma de lidar com a pessoa com necessidades especiais, quem se exercita pode significar melhores condições de vida e maior inclusão social. Para isso, é preciso ter espaços visíveis e livres de barreiras estruturais, conhecimento de técnicas administrativas, linguagem surda e, sobretudo, respeito à humanidade que existe entre as pessoas (Diehl, 2006). Segundo Fonseca (1995), o problema das pessoas com necessidades especiais reflete o crescimento da humanidade e das normas sociais. Há uma vaga ligação cultural, que está sujeita a uma decisão que distingue entre "deficiência" e "não deficiência". Essa relação sutil, perturbadora, sutil e confusa de alguma forma busca “empurrar” ou “excluir” o “indesejável”, sua ordem social “incômoda”, “perturbadora” e “ameaçadora” existente. “A inclusão social e a inclusão de pessoas com necessidades especiais no ensino regular é um processo de aprendizagem gradual em nosso país. Espera-se que no futuro uma escola inclusiva, assim como a família e a comunidade, possa proporcionar uma educação de melhor qualidade para todos, e isso não é apenas uma “utopia” (Aguiar e Duarte, 2005). Considerando a formação profissional da Educação Física, que tradicionalmente concedeu o direito ao desenvolvimento das capacidades físicas e mentais, pode-se dizer que o papel do professor nessa área está em consonância com a evolução da moral e da responsabilidade. de sua variedade e necessidades. 2 IMPORTÂNCIA DA ATUAÇÃO DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO ESPECIAL E na educação DE JOVENS E ADULTOS A Educação Física é uma prática que utiliza um mosaico de processos físicos, envolvendo diferentes cidades, diferentes situações, diferentes escolas e diferentes alunos. A proposta de ensinar Educação Física deve ser aberta e plástica para considerar as diferenças de contexto e recursos que podem ser desenvolvidos ou resgatados na cultura local. As características dos grupos de alunos também são consideradas para aumentar as oportunidades de ensino em sala de aula, portanto, a Educação Física deve fazer bom uso do aprendizado (Falkenbach, 2002, p. 32). As aulas de Educação Física, diante da necessidade de ensino, precisam ser organizadas e desenvolvidas de tal forma que não haja exceções ou rotina. Então: A busca pela melhoria da aptidão acadêmica, per capita para o aluno, mas em um ambiente coeso, onde academicamente, oficialmente, todos são iguais, apenas o conteúdo de cada aula pode ser adaptado às especificidades dos alunos, devido às diferentes atividades e necessidades, eles podem ter. participação específica que foi dividida entre as turmas (Pereira, 1997, p. 81). A partilha de responsabilidades no contexto da colocação das crianças no ambiente educativo é importante. A marca de uma experiência de sucesso é baseada em uma ideia muito simples: construir um processo de projeto coeso. O vínculo está intimamente relacionado à liberdade. Diferentes níveis de responsabilidade e liberdade resultam em diferentes propostas e esforços, portanto, o sucesso será maior à medida que os meios de compartilhamento estiverem disponíveis (Gorgatti e Costa 2005, p. 21). Segundo Pereira (1997), afirmar um espaço de partilha de esforços, conviver com o medo e a ansiedade, desfazer mitos e superstições e desenvolver formas de lidar com a oposição são temas importantes para a autoconfiança. Soler (2002) destaca que, para desenvolver um programa de estágio escolar, as primeiras pessoas a trabalhar com os professores devem compreender plenamente o significado de integração, ou seja, a escola concorda com o educando e não com o aluno na escola. Nesse sentido, a escola e os professores devem ter uma atitude de indagação e ação. Pesquisa no sentido de conhecimento e propósito do aluno para proporcionar um ambiente de aprendizagem que realmente envolva o aluno. Segundo Diehl (2006), o sucesso da aprendizagem está no teste de talentos, na inovação potencial e no desenvolvimento das tendências naturais de cada aluno. Dificuldades, deficiências e limitações devem ser apontadas, mas não devem conduzir ou limitar o processo de ensino. Para ensinar toda a turma, o professor não usa a fala, a cópia e a pronúncia como auxílios básicos de ensino. Ela compartilha com seus alunos a construção/escrita das informações produzidas em sala de aula, o que impede o uso do ensino descritivo. Em sua sala de aula, os alunos começam a interagir e formar ideias, valores e atitudes ativamente. A professora planeja e avalia o espaço de aprendizagem com seus alunos, buscando entender o que cada um pode aprender com o estudo e como avança na avaliação. A Educação Física Escolar pode promover a cooperação como meio de alcançar o conflito, antes de fortalecer a autoestima de quem se sente diferente e fazer com que, em última análise, todos joguem e vivam em união. As parcerias estão ligadas à comunicação, à confiança e ao desenvolvimento de boas capacidades de comunicação. As aulas de Educação Física, de Pereira (1997), focalizam um conjunto de saberes professor-aluno (teoria, prática e a relação do exercício)e enfatizam que a Educação Física é o caminho para o sucesso humano. Segundo Falkenbach (2002), os alunos das aulas de Educação Física participam de uma variedade de experiências físicas que os ofendem. Com a ajuda de professores e colegas, acabaram descobrindo novos modelos. Relacionamentos peer-to-peer evocam uma marca e uma necessidade de comunicação entre os participantes. Dessa forma, Gramsci apud Pereira (1997) enfatiza que o professor de Educação Física precisa desenvolver conteúdos para se conectar com a cultura, buscar criar novas práticas culturais e criar novas necessidades para os alunos como um todo. O autor também menciona: Criar uma nova cultura não significa simplesmente que cada pessoa tenha as suas próprias prioridades, significa também, e sobretudo, aprofundar os factos já existentes, consolidando-os (p. 82). Portanto, o planejamento profissional do programa deve contemplar o desenvolvimento do conhecimento, da consciência, do saber ser e do saber conviver, levando em consideração a pessoa integral inserida nos domínios mental, motor, emocional e social. . Nesse sentido Canfield (1998) alerta que o professor deve saber quem é seu aluno, o que ele precisa, suas limitações, suas aspirações, para que sua carreira docente seja inserida na vida do aluno. O professor precisa conhecer a força de sua turma, a oportunidade que ele tem de poder proporcionar um ambiente de aprendizagem para seus alunos, não só no carro, mas como um todo. Segundo Pereira (1997, p. 82), o conceito de Educação Física está se voltando para a realidade prática. É nesse mundo, então, em meio aos conflitos socioeconômicos e culturais, que as aulas continuam, que o professor e os alunos vivem e devem realmente buscar a felicidade, exercitar sua personalidade. O programa de inclusão desejado é inteligente, pois oferece educação de qualidade para todos, pois exigirá recursos adicionais disponíveis nas escolas para atender às necessidades dos programas atuais e a maior participação dos professores em sua formação e pensamento, o que tem causado confusão. entre os professores, pois é sua responsabilidade organizar a aprendizagem do aluno que se diz ser única, cria-se um espaço onde a interação entre todos facilita a aprendizagem (Rosseto, 2005). 3 RELATO DE EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO 3.1 OBSERVAÇÃO/PARTICIPAÇÃO EDUCAÇÃO ESPECIAL O conceito de pessoas com necessidades especiais não se limita a um grupo de crianças, jovens ou adultos com algum tipo de deficiência mental, deficiência sensorial ou sensorial. É um conceito que engloba qualquer divisão ou necessidade de diferentes recursos didáticos no currículo escolar (Skliar 2001). O autor defende ainda que a inclusão da educação infantil no diálogo da educação global significa não apenas a sua efetiva inclusão nas escolas regulares, mas também as prioridades dos objetivos filosóficos, ideológicos e pedagógicos da Educação. Esse conceito pode incluir crianças com escolaridade tardia, com problemas escolares permanentes, com fala ou disfunção “fácil”, com pouco ou nenhum foco nos trabalhos escolares, com pressão dos pares, assim como aquelas que não participam de atividades e aquelas com comportamento agressivo ( Macedo apud Rosseto 2005). Não há dúvida de que testes acadêmicos - como diretos, integrados, fixos, dinâmicos, atemporais, conservadores etc. - pode ter impactos negativos no desenvolvimento do bem-estar do sujeito, inclusive distorcendo seu futuro social, institucional, mental e emocional (Skliar, 2001). Nesse sentido, é preciso rever os paradigmas que sustentam a prática do fisioterapeuta, pois a prática que tem como foco a avaliação dos resultados, na prática, não permitirá a participação de todos. É necessário que o fisioterapeuta investigue e conheça as necessidades psicomotoras, táteis, de aprendizagem e motoras de cada criança de sua turma para que possa planejar seu comportamento de forma inclusiva. 3.2 OBSERVAÇÃO/PARTICIPAÇÃO EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A Educação Física Inclusiva é um componente da Educação Social que se transforma “principalmente”, no corpo humano, e sob a exigência da diversidade física, ocorre academicamente, a partir de processos motores. Não será compreendido e desenvolvido sem a sua vinculação com o contexto da Educação Escolar (Pereira, 1997). Os benefícios de estar inserido na Educação Física são muitos, pois quando você se envolve com outras pessoas, há uma confiança crescente, desenvolvimento de habilidades físicas e sociais e um aumento na variedade de modelos sociais favorecidos pela diversidade dos participantes. Ao longo dos anos, desenvolveu-se a ideia de que era muito difícil lidar com pessoas com necessidades especiais, e como diz Rosadas apud Soler (2002): Mas, para saber o que é bom para eles, é preciso, antes de tudo, saber como eles são, compreendê-los melhor e, assim, dimensionar de forma equilibrada as atividades que se destinam a eles. Portanto, os profissionais de educação física devem, segundo Gorgatti e Costa (2005, p.18): "Assuma o papel de transformar com certa habilidade local, tornando-se um ator vivo que cria, mantém e transforma as descrições do lugar, sua identidade e as atividades às quais responde." A atitude profissional que sustenta princípios baseados em cada diferença, segundo Sherrill apud Gorgatti e Costa (2005), é crucial nos estudos de preparação profissional. O sistema de educação inclusiva tem sérias implicações para professores e escolas, que devem se concentrar na busca de ideias, estratégias de ensino, orientação e apoio a todos os alunos, para que suas necessidades sejam reconhecidas e atendidas, e desenvolvam suas melhores habilidades. Assim, Ramos (2005) ressalta que é necessário um efetivo desenvolvimento profissional dos profissionais da educação, que proporcione um desenvolvimento educacional e educacional contínuo que leve a uma nova forma de ver e fazer a diferença para todos os alunos em sala de aula. A preparação permite-lhes reconhecer não só as características e os pontos fortes dos seus alunos, mas também os seus contextos ao ensiná-los num ambiente inclusivo, bem como a necessidade de ter constantemente em mente a sua prática, de forma a mudá-la sempre que necessário. Segundo González (2002), porém, não existe um medicamento prescritivo que impeça o fluxo das emoções. É importante que o professor seja apoiado e orientado no sistema escolar, para que possa avaliar crítica e continuamente sua prática com base em recursos teóricos e metodológicos, para que possa fazê-lo sempre. Essa meditação não deve se limitar ao conceito de compreensão e explicação da prática, mas deve ser crítica efetiva, para que, sempre que necessário, possa recriar e recriar as verdades encontradas em sala de aula. O processo de integração exige do professor uma formação lastro que lhe permita estar ciente e desobstruído dos problemas que está vivenciando na escola. Há algum tempo, segundo Pires (2006), em nosso país, em consonância com o debate sobre a inclusão em nossas universidades e em algumas de nossas escolas, como alimento para esse debate, começa a emergir um saber que vem se tornando cada vez mais volátil. , por ser organizada, operada e operada em um código de conduta, seus valores lhe conferem consistência. O principal objetivo que a Educação Física deve buscar alcançar no trabalho com pessoas com necessidades especiais é o seu pleno restabelecimento da sociedade, independência, liberdade, criatividade e felicidade. Outros objetivos relacionados também estão sendo tentados, como a melhoria das condições dos veículos, melhor manejo físico das funções biopsicossociais e desenvolvimento social e cultural (Soler, 2002). O sistema didático não deve mais ser definido em termos de limites pré-estabelecidos, mas levando em consideração a realidade dos alunos em sala de aula. Cabe ao professor adaptar-se ao seu “público”. A avaliação deve ser feita levando em consideração a capacidadedo aluno, não as necessidades do sistema escolar. Dê uma olhada em sua ferramenta de tomada de decisão mais importante. Essa consideração também deve proporcionar um momento de meditação pós-aula, durante o qual a aula será enviada para avaliação em todos os seus aspectos e ações futuras serão planejadas (Ramos, 2005). Um novo estudo foi realizado e mostrou que, de acordo com Junior (2004), uma pessoa com necessidades especiais pode fazer mais do que o esperado, mas acaba por dar conta do descaso total de suas habilidades. E esse é um dos principais papéis da inclusão. Portanto, a Educação Física é utilizada em contextos especiais, voltados para indivíduos específicos, que necessitam da promoção do desenvolvimento global. Seu objetivo geral é reabilitar o aluno na sociedade, e seu objetivo direto é melhorar seu carro, atitude e sociedade, torná-los independentes, independentes, críticos, cooperativos, enfim, felizes. O esporte cooperativo é outra forma produtiva de trabalhar na inclusão da Educação Física, e segundo Orlik apud Moreira, 2003, p.108: Os Jogos Cooperativos têm um símbolo chave de participação de todos, onde todos cooperam, ganham e nenhum deles perde. Eles foram criados para que as pessoas, especialmente as crianças, pudessem se divertir jogando enquanto aprendiam coisas boas sobre si mesmas, seus companheiros de equipe e como deveriam se comportar no mundo. A colaboração é uma forma eficaz de colher a consciência, o que ajuda a diminuir a distância que divide pessoas, cidades, nações, países, enfim, incluindo todas as divisões. Existem algumas atitudes que devemos evitar ao lidar com pessoas com necessidades especiais. O Professor Especialista de Educação Física, no horário de expediente, deve cuidar de cada criança individualmente, determinar suas necessidades e, a partir daí, organizar suas aulas. É muito importante que as crianças se sintam desafiadas e encorajadas a aprender cada vez mais (Soler, 2002). 4 Considerações finais O médico especialista não é responsável apenas por buscar a qualidade e correção profissional no ambiente de trabalho, mas também por se comunicar com a família, comunidade e escola, mostrando a importância e responsabilidade que cada pessoa tem diante do processo de inclusão. Os profissionais de Educação Física devem, segundo Gorgatti e Costa (2005, p.18), desempenhar um papel transformador em determinado campo da arte, tornando-se atores ativos que criam, mantêm e transformam descrições do ambiente, de si e das atividades. eles respondem a isso. A atitude profissional que sustenta princípios baseados na diversidade individual, segundo Sherrill apud Gorgatti e Costa (2005, p. 18), é muito importante, por isso a formação de uma atitude positiva está focada nos pontos fortes do participante e não em suas especificidades. precisa. , incorpora um verdadeiro desafio à abordagem dos cursos de preparação para a carreira. 5 REFERÊNCIAS https://studeo.unicesumar.edu.br/#!/app/studeo/aluno/ambiente/disciplina/2022_EGRAD_EDU14G-52_EGRAD_EDU100_034/2022_EGRAD_EDU14G-52_EGRAD_EDU100_034 https://studeo.unicesumar.edu.br/#!/app/studeo/aluno/ambiente/disciplina/2022_EGRAD_EDU14G-52_EGRAD_EDU100_034/2022_EGRAD_EDU14G-52_EGRAD_EDU100_034 https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/21/18/educacao-fisica-inclusiva-a-informacao-e-a-chave-para-a-inclusao APÊNDICES CRITÉRIOS AVALIATIVOS PARA CORREÇÃO DO RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV – EDUCAÇÃO ESPECIAL E E.J.A. Valor: 5,0 (Cinco pontos) CRITÉRIO Sua nota Introdução: Este tópico deverá conter um texto expositivo do contexto do trabalho, apresentando o tema ou assunto, bem como os objetivos dele. Deve apresentar a organização do trabalho, ou seja, as partes que o compõem. 0,5 Tópico teórico: Este tópico deverá ser desenvolvido seguindo as instruções que constam no modelo de relatório, no sentido de apresentar as informações de acordo com o tema proposto. Deverá ter no mínimo uma citação. 0,8 Observação: Este tópico deverá apresentar o relato das aulas observadas, articulando a teoria com a vivência de estágio. 1,8 Considerações finais: Este tópico deverá apresentar a organização das ideias de forma coerente e objetiva, pontuando os resultados alcançados. 0,6 Referências: Este tópico deverá apresentar as referências utilizadas para elaboração do relatório ou realização das atividades na escola, respeitar as normas de citações e referências. 0,5 Formatação: fonte: Arial, tamanho: 11, recuo de parágrafo, cor da doente, espaçamento entre linhas: 1,5, texto justificado. 0,3 Clareza e coerência: Utilização da norma padrão culta da Língua Portuguesa, ortografia, concordância verbal e nominal, vocabulário. 0,5 Total 5,0 image1.png