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1_Expansão_Marítima_e_Período_Pré_colonial_Já_caiu_assim_1

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Questões resolvidas

Deste modo, e de acordo com seus conhecimentos, assinale a resposta correta que corresponde ao ápice deste processo sócio-histórico.
A resposta correta que corresponde ao ápice deste processo sócio-histórico é:
a) O legado português na formação da sociedade brasileira pode ser notado na manifestação do idioma, na religiosidade, na organização social e, principalmente, no que o difere dos demais modelos colonizadores, na integração com diferentes culturas, como a africana e a indígena, por exemplo.
b) A herança cultural portuguesa é predominante na formação da sociedade brasileira, sendo que os aspectos culturais adventícios são pouco notáveis ou quase imperceptíveis quando levamos em consideração a real situação do Brasil em comparação com os demais países sul-americanos.
c) A habilidade social portuguesa pode ser notada, principalmente, em regiões fronteiras limítrofes, quando o elemento português precisou se associar ao elemento nativo indígena, e nas regiões produtivas canavieiras como o Nordeste, quando foi imprescindível contar com o suporte da mão de obra africana, já que nas demais regiões do País o que se percebe é a predominância do elemento cultural branco europeu em detrimento das demais culturas.
d) A conquista da América portuguesa ocorre quando o português forja sua integração social por meio da exploração de africanos escravizados e de nativos indígenas, no momento em que eles eram úteis unicamente como fonte de mão de obra para a manutenção do sistema colonial, visando a acumular recursos para a Coroa portuguesa.
e) Ao chegar ao Brasil, o colonizador português permanece isento no processo de miscigenação para o surgimento da sociedade brasileira, ao contrário de outras culturas e sociedades (africanos e nações indígenas) que precisam se reorganizar e se moldar para que possam continuar presentes enquanto elementos formativos do povo brasileiro.

Acerca da expansão marítima comercial implementada pelo Reino Português, podemos afirmar que:
a) a conquista de Ceuta marcou o início da expansão, ao possibilitar a acumulação de riquezas para a manutenção do empreendimento.
b) a conquista da Baía de Argüim permitiu a Portugal montar uma feitoria e manter o controle sobre importantíssima rota comercial intra-africana.
c) a instalação da feitoria de São Paulo de Luanda possibilitou a montagem de grande rede de abastecimento de escravos para o mercado europeu.
d) o domínio português de Piro e Sidon e o conseqüente monopólio de especiarias do Oriente Próximo tornaram desinteressante a conquista da Índia.
e) a expansão da lavoura açucareira escravista na Ilha da Madeira, após 1510, aumentou o preço dos escravos, tanto nos portos africanos, quanto nas praças brasileiras.

Analise as afirmativas sobre o Descobrimento do Brasil, preenchendo os parênteses com V (verdadeiro) ou F (falso).
O correto preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
( ) Pode ser enquadrado no processo de expansão comercial europeia do início da Era Moderna, que objetivava a descoberta de novas fontes de metais preciosos e de mercadorias atrativas para o mercado consumidor europeu.
( ) Foi fundamental na construção do império ultramarino português, na medida em que as riquezas logo encontradas na nova terra levaram a coroa lusitana a promover a imediata colonização do atual território brasileiro.
( ) Atendeu aos interesses estratégicos da coroa portuguesa, pois a rota descoberta por Vasco da Gama para o comércio com as Índias, em 1498, necessitava de portos no Atlântico Sul.
( ) É considerado um momento trágico para as populações originais do atual território brasileiro, porque a exploração do pau-brasil, primeira riqueza encontrada no novo território, levou à escravização do indígena.
a) V – V – F – F
b) V – F – V – F
c) V – F – F – V
d) F – F – V – V
e) F – F – V – F

A exploração do pau-brasil era realizada
A exploração do pau-brasil era realizada
a) pelos indígenas, que conduziam as toras até o litoral para trocá-las por objetos do colonizador.
b) por mão de obra livre europeia, com auxílio de africanos escravizados.
c) por africanos escravizados trazidos das ilhas portuguesas da Madeira e Açores.
d) pelos nativos, que trocavam a madeira por ouro e armas de fogo.
e) pelos próprios portugueses, que se aventuravam pela mata em busca da madeira.

Sobre o processo de colonização de Portugal no Brasil, é CORRETO afirmar:
Sobre o processo de colonização de Portugal no Brasil, é CORRETO afirmar:
a) A estrutura econômica dominante no Brasil colonial foi o sistema de plantation, baseado em uma monocultura, latifúndio, trabalho escravo, produção em larga escala voltada para o mercado externo.
b) A primeira tentativa de colonizar o Brasil foi com as capitanias hereditárias, doadas para os donatários. Todos aproveitaram suas terras para uma larga produção de açúcar nos primeiros anos da colonização.
c) O primeiro recurso que Portugal explorou em larga escala no Brasil foi o pau-brasil. Esta exploração custou muito para as florestas nativas, pois era necessária a derrubada de florestas para as plantações de pau-brasil, durante os cem primeiros anos de colonização.
d) Instituído em 1548, o Governo-Geral foi uma tentativa fracassada do governo de Portugal de unificar as capitanias, pois os donatários não aceitaram este governo. O Governo-Geral durou apenas cinco anos antes de voltar o poder aos donatários.
e) Entre as capitanias hereditárias, podemos destacar a de Pernambuco, pela excelente administração de Maurício de Nassau, donatário que estimulou o progresso da região, auxiliando pequenos artesãos para que não dependessem dos produtos de Portugal.

A descrição do viajante francês Jean de Léry refere-se a uma das primeiras atividades econômicas do Brasil colonial, cujas características se opunham.
A descrição do viajante francês Jean de Léry refere-se a uma das primeiras atividades econômicas do Brasil colonial, cujas características se opunham:
a) ao caráter competitivo e liberal do comércio colonial, dirigido pela Coroa portuguesa e por uma rede de funcionários e de instituições controladoras.
b) às atividades da pecuária, responsáveis pelo povoamento denso e contínuo do litoral da colônia.
c) à economia agroexportadora, baseada no latifúndio e no trabalho escravo, que predominou, em grande parte, no litoral da colônia.
d) à economia gerada pela intensa produção da manufatura urbana, controlada por judeus e cristãos novos.
e) às atividades de mineração da prata, relacionadas ao desmatamento e à desertificação da área que integra o planalto central brasileiro.

Esse trecho da carta de Caminha nos permite concluir que o contato entre as culturas indígena e europeia foi.
Esse trecho da carta de Caminha nos permite concluir que o contato entre as culturas indígena e europeia foi:
a) favorecido pelo interesse que ambas as partes demonstravam em realizar transações comerciais: os indígenas se integrariam ao sistema de colonização, abastecendo as feitorias, voltadas ao comércio do pau-brasil, e se miscigenando com os colonizadores.
b) guiado pelo interesse dos descobridores em explorar a nova terra, principalmente por meio da extração de riquezas, interesse que se colocava acima da compreensão da cultura dos indígenas, que seria quase dizimada junto com essa população.
c) facilitado pela docilidade dos indígenas, que se associaram aos descobridores na exploração da nova terra, viabilizando um sistema colonial cuja base era a escravização dos povos nativos, o que levaria à destruição da sua cultura.
d) marcado pela necessidade dos colonizadores de obterem matéria-prima para suas indústrias e ampliarem o mercado consumidor para sua produção industrial, o que levou à busca por colônias e à integração cultural das populações nativas.
e) totalmente amistoso e baseado em relações trabalhistas regulamentadas por leis e salários.

Sobre a colonização da América portuguesa e os modos de vida e trabalho dos povos que viviam no Brasil antes da chegada dos europeus, assinale a alternativa incorreta:
Sobre a colonização da América portuguesa e os modos de vida e trabalho dos povos que viviam no Brasil antes da chegada dos europeus, assinale a alternativa incorreta:
a) Os índios cortavam e carregavam o pau-brasil, para os navios portugueses, em troca de objetos pouco valorizados na cultura mercantilista europeia.
b) Podemos afirmar que os índios foram enganados, pois a troca de trabalho pesado por bugigangas (facas, machados, chapéus, cunha de ferro, espelhos) era extremamente desigual.
c) A economia dos índios não pode ser comparada a dos europeus, pois eles não trocavam os objetos de acordo com seu preço de produção.
d) Diferentemente das sociedades pré-colombianas, Astecas, Incas e Maias, as sociedades indígenas da América portuguesa não vivenciaram a estratificação social e o desenvolvimento urbano.
e) Não existia um Estado com códigos escritos entre as sociedades indígenas da América portuguesa. O cacique, líder das tribos, não centralizava sozinho o poder político.

Na conquista e ocupação das terras brasileiras, o estabelecimento de feitorias constituiu:
Na conquista e ocupação das terras brasileiras, o estabelecimento de feitorias constituiu:
a) limites geográficos das capitanias hereditárias.
b) entrepostos de trocas feitos pelos primeiros invasores.
c) necessidades policiadoras da metrópole na exploração do pau-brasil.
d) primeiras grandes fazendas de cultivo da cana-de-açúcar.
e) regiões delimitadoras no sertão, para pesquisa aurífera.

A extração de pau-brasil, embora exercida durante todo o chamado Período Pré-Colonial, não gerou a ocupação da terra.
Trata-se do sistema denominado:
a) Dumping.
b) Parceria.
c) Meação.
d) Escambo.
e) Bilateralismo.

A extração de pau-brasil, embora exercida durante todo o chamado Período Pré-Colonial, não gerou a ocupação da terra. Os europeus chegavam aqui, "contratavam" com os índios o fornecimento da madeira, carregavam os navios e retornavam à Europa, sem se fixarem no território. Os indígenas, que forneciam a mão-de-obra para o corte e carregamento da madeira, recebiam em troca de seu trabalho algumas quinquilharias.
Trata-se do sistema denominado:
a) Dumping.
b) Parceria.
c) Meação.
d) Escambo.
e) Bilateralismo.

Um conjunto de forças e motivos econômicos, políticos e culturais impulsionou a expansão comercial e marítima europeia a partir do século XV, o que resultou, entre outras coisas, no domínio da África, da Ásia e da América. (Extraído SILVA, 1996)
O fato que marcou o início da expansão marítima portuguesa foi o (a)
a) contorno do Cabo da Boa Esperança em 1488.
b) conquista de Ceuta em 1415.
c) chegada em Calicute, Índia, em 1498.
d) ascensão ao trono português de uma nova dinastia, a de Avis, em 1385.
e) descobrimento do Brasil em 1500.

Dentre as características gerais do período pré-colonizador destaca-se
a) o grande interesse pela terra, pois as comunidades primitivas do nosso litoral produziam excedentes comercializados pela burguesia mercantil portuguesa.
b) o extermínio de tribos e a escravização dos nativos, efeitos diretos da ocupação com base na grande lavoura.
c) a montagem de estabelecimentos provisórios em diferentes pontos da costa, onde eram amontoadas as toras de pau-brasil, para serem enviadas à Europa.
d) a distribuição de lotes de terras a fidalgos e funcionários do Estado português, copiando-se a experiência realizada em ilhas do Atlântico.
e) a implantação da agromanufatura açucareira, iniciada com construção do Engenho do Senhor Governador, em 1533, em São Vicente.

A propósito da expansão marítimo-comercial europeia dos séculos XV e XVI pode-se afirmar que
a) a igreja católica foi contrária à expansão e não participou da colonização das novas terras.
b) os altos custos das navegações empobreceram a burguesia mercantil dos países ibéricos.
c) a centralização política fortaleceu-se com o descobrimento das novas terras.
d) os europeus pretendiam absorver os princípios religiosos dos povos americanos.
e) os descobrimentos intensificaram o comércio de especiarias no mar Mediterrâneo.

Muitos europeus acreditavam que, em direção ao sul, o mar seria habitado por monstros e estaria sempre em chamas. Se arriscassem cruzar o oceano Atlântico, à época conhecido como mar Tenebroso, iriam se deparar com o fim do mundo. Mesmo assim, os portugueses se lançaram às Grandes Navegações, no final do século XV. Considerando:
Assinale abaixo a alternativa que apresenta as causas que levaram à Expansão Marítima Portuguesa.
I – A Tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos;
II – A Criação da Companhia das Índias Ocidentais;
III – A existência de um poder centralizador e de um Estado unificado;
IV – A descoberta da imensa mina de prata em Potosí pelos lusitanos;
V – A invenção da bússola pelos portugueses na Escola de Sagres.
[A] I e II
[B] I e III
[C] I, II e III
[D] III e IV
[E] IV e V

"Os cosmógrafos e navegadores de Portugal e Espanha procuram situar estas costas e ilhas da maneira mais conveniente aos seus propósitos. Os espanhóis situam-nas mais para o Oriente, de forma a parecer que pertencem ao Imperador (Carlos V); os portugueses, por sua vez, situam-nas mais para o Ocidente, pois deste modo entrariam em sua jurisdição." (Carta de Robert Thorne, comerciante inglês, ao rei Henrique VIII, em 1527).
O texto remete diretamente
a) à competição entre os países europeus retardatários na corrida pelos descobrimentos.
b) aos esforços dos cartógrafos para mapear com precisão as novas descobertas.
c) ao duplo papel da marinha da Inglaterra, ao mesmo tempo mercantil e corsária.
d) às disputas entre países europeus, decorrentes do Tratado de Tordesilhas.
e) à aliança das duas Coroas ibéricas na exploração marítima.

Leia o texto a seguir. "As armas e os barões assinalados Que da Ocidental praia Lusitana, Por mares nunca dantes navegados Passaram ainda além da Taprobana, Em perigos e guerras esforçados Mais do que prometia a força humana, E entre gente remota edificaram; Novo reino, que tanto sublimaram (...)." (Trecho de 'Os Lusiadas' de Luís de Camões, 1572) Publicado no século XVI, os 'Lusíadas' de Luís de Camões trata-se de uma ode ao pioneirismo lusitano no processo de expansão marítima europeia no final do século XIV.
Que fatores possibilitaram tal pioneirismo português?
a) A centralização política de Portugal e a aliança entre a nobreza e os setores mercantis.
b) A vitória sobre a Inglaterra na Guerra dos Cem Anos e a posição geográfica favorável.
c) A absorção de tecnologias náuticas dos ingleses e o isolamento da nobreza.
d) A dependência portuguesa ao Reino de Castela e o emprego de navegadores holandeses.
e) A aliança com os comerciantes genoveses e o monopólio português do comércio no Mar Mediterrâneo.

Na primeira metade do século XV, a expansão marítima portuguesa caracterizou-se por duas vertentes. A primeira, de aspecto imediatista, foi realizada ao norte do continente africano, e a segunda, mais a longo prazo, buscava pontos estratégicos das rotas comerciais com o Oriente.
Assinale a opção que apresenta os objetivos da coroa portuguesa na primeira e segunda vertentes, respectivamente.
(A) Estabelecer bases para suas futuras ações militares e extrair rendas obtidas com a agricultura.
(B) Explorar a cultura do açúcar naquela região e permitir projetar poder militar a longas distâncias.
(C) Combater os franceses que invadiram suas colônias na África e estabelecer comércio com os holandeses por meio de trocas (escambo).
(D) Fundar uma povoação naquela região e derrotar definitivamente os franceses.
(E) Obter riquezas acumuladas através da prática de pilhagem e criar entrepostos (feitorias) controlados pelos comerciantes lusos.

No início do século XIV, a China era a maior potência mundial e empenhava-se intensamente na expansão marítima e comercial, chegando à Índia, quase um século antes de Cabral. Os chineses estiveram no sul da África Oriental e no Mar Vermelho, enquanto os portugueses mal iniciavam sua exploração na costa norte da África. Entretanto, antes de 1440, a expansão marítima chinesa estagnou.
Aponte, dentre as opções abaixo, aquela que apresenta a causa para o sucesso da exploração marítima portuguesa.
a) O fato de os portugueses não terem desenvolvido tecnologias relacionadas à navegação ultramarina não afetou suas ações exploratórias.
b) Em Portugal, a centralização monárquica só ocorreria no final do Século XIII, sendo este fato de pouca influência no processo exploratório dos portugueses além-mar.
c) As finanças portuguesas não estavam estabilizadas e dificultaram os investimentos necessários para os projetos relacionados às navegações, o que fez com que D. Henrique procurasse financiamento público com os soberanos espanhóis.
d) Portugal, apesar da guerra de emancipação política com a Espanha, manteve a busca por conhecimento para a consecução das grandes navegações.
e) Em Portugal, as explorações foram conduzidas com recursos de empresas comerciais privadas e apoio governamental.

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Questões resolvidas

Deste modo, e de acordo com seus conhecimentos, assinale a resposta correta que corresponde ao ápice deste processo sócio-histórico.
A resposta correta que corresponde ao ápice deste processo sócio-histórico é:
a) O legado português na formação da sociedade brasileira pode ser notado na manifestação do idioma, na religiosidade, na organização social e, principalmente, no que o difere dos demais modelos colonizadores, na integração com diferentes culturas, como a africana e a indígena, por exemplo.
b) A herança cultural portuguesa é predominante na formação da sociedade brasileira, sendo que os aspectos culturais adventícios são pouco notáveis ou quase imperceptíveis quando levamos em consideração a real situação do Brasil em comparação com os demais países sul-americanos.
c) A habilidade social portuguesa pode ser notada, principalmente, em regiões fronteiras limítrofes, quando o elemento português precisou se associar ao elemento nativo indígena, e nas regiões produtivas canavieiras como o Nordeste, quando foi imprescindível contar com o suporte da mão de obra africana, já que nas demais regiões do País o que se percebe é a predominância do elemento cultural branco europeu em detrimento das demais culturas.
d) A conquista da América portuguesa ocorre quando o português forja sua integração social por meio da exploração de africanos escravizados e de nativos indígenas, no momento em que eles eram úteis unicamente como fonte de mão de obra para a manutenção do sistema colonial, visando a acumular recursos para a Coroa portuguesa.
e) Ao chegar ao Brasil, o colonizador português permanece isento no processo de miscigenação para o surgimento da sociedade brasileira, ao contrário de outras culturas e sociedades (africanos e nações indígenas) que precisam se reorganizar e se moldar para que possam continuar presentes enquanto elementos formativos do povo brasileiro.

Acerca da expansão marítima comercial implementada pelo Reino Português, podemos afirmar que:
a) a conquista de Ceuta marcou o início da expansão, ao possibilitar a acumulação de riquezas para a manutenção do empreendimento.
b) a conquista da Baía de Argüim permitiu a Portugal montar uma feitoria e manter o controle sobre importantíssima rota comercial intra-africana.
c) a instalação da feitoria de São Paulo de Luanda possibilitou a montagem de grande rede de abastecimento de escravos para o mercado europeu.
d) o domínio português de Piro e Sidon e o conseqüente monopólio de especiarias do Oriente Próximo tornaram desinteressante a conquista da Índia.
e) a expansão da lavoura açucareira escravista na Ilha da Madeira, após 1510, aumentou o preço dos escravos, tanto nos portos africanos, quanto nas praças brasileiras.

Analise as afirmativas sobre o Descobrimento do Brasil, preenchendo os parênteses com V (verdadeiro) ou F (falso).
O correto preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
( ) Pode ser enquadrado no processo de expansão comercial europeia do início da Era Moderna, que objetivava a descoberta de novas fontes de metais preciosos e de mercadorias atrativas para o mercado consumidor europeu.
( ) Foi fundamental na construção do império ultramarino português, na medida em que as riquezas logo encontradas na nova terra levaram a coroa lusitana a promover a imediata colonização do atual território brasileiro.
( ) Atendeu aos interesses estratégicos da coroa portuguesa, pois a rota descoberta por Vasco da Gama para o comércio com as Índias, em 1498, necessitava de portos no Atlântico Sul.
( ) É considerado um momento trágico para as populações originais do atual território brasileiro, porque a exploração do pau-brasil, primeira riqueza encontrada no novo território, levou à escravização do indígena.
a) V – V – F – F
b) V – F – V – F
c) V – F – F – V
d) F – F – V – V
e) F – F – V – F

A exploração do pau-brasil era realizada
A exploração do pau-brasil era realizada
a) pelos indígenas, que conduziam as toras até o litoral para trocá-las por objetos do colonizador.
b) por mão de obra livre europeia, com auxílio de africanos escravizados.
c) por africanos escravizados trazidos das ilhas portuguesas da Madeira e Açores.
d) pelos nativos, que trocavam a madeira por ouro e armas de fogo.
e) pelos próprios portugueses, que se aventuravam pela mata em busca da madeira.

Sobre o processo de colonização de Portugal no Brasil, é CORRETO afirmar:
Sobre o processo de colonização de Portugal no Brasil, é CORRETO afirmar:
a) A estrutura econômica dominante no Brasil colonial foi o sistema de plantation, baseado em uma monocultura, latifúndio, trabalho escravo, produção em larga escala voltada para o mercado externo.
b) A primeira tentativa de colonizar o Brasil foi com as capitanias hereditárias, doadas para os donatários. Todos aproveitaram suas terras para uma larga produção de açúcar nos primeiros anos da colonização.
c) O primeiro recurso que Portugal explorou em larga escala no Brasil foi o pau-brasil. Esta exploração custou muito para as florestas nativas, pois era necessária a derrubada de florestas para as plantações de pau-brasil, durante os cem primeiros anos de colonização.
d) Instituído em 1548, o Governo-Geral foi uma tentativa fracassada do governo de Portugal de unificar as capitanias, pois os donatários não aceitaram este governo. O Governo-Geral durou apenas cinco anos antes de voltar o poder aos donatários.
e) Entre as capitanias hereditárias, podemos destacar a de Pernambuco, pela excelente administração de Maurício de Nassau, donatário que estimulou o progresso da região, auxiliando pequenos artesãos para que não dependessem dos produtos de Portugal.

A descrição do viajante francês Jean de Léry refere-se a uma das primeiras atividades econômicas do Brasil colonial, cujas características se opunham.
A descrição do viajante francês Jean de Léry refere-se a uma das primeiras atividades econômicas do Brasil colonial, cujas características se opunham:
a) ao caráter competitivo e liberal do comércio colonial, dirigido pela Coroa portuguesa e por uma rede de funcionários e de instituições controladoras.
b) às atividades da pecuária, responsáveis pelo povoamento denso e contínuo do litoral da colônia.
c) à economia agroexportadora, baseada no latifúndio e no trabalho escravo, que predominou, em grande parte, no litoral da colônia.
d) à economia gerada pela intensa produção da manufatura urbana, controlada por judeus e cristãos novos.
e) às atividades de mineração da prata, relacionadas ao desmatamento e à desertificação da área que integra o planalto central brasileiro.

Esse trecho da carta de Caminha nos permite concluir que o contato entre as culturas indígena e europeia foi.
Esse trecho da carta de Caminha nos permite concluir que o contato entre as culturas indígena e europeia foi:
a) favorecido pelo interesse que ambas as partes demonstravam em realizar transações comerciais: os indígenas se integrariam ao sistema de colonização, abastecendo as feitorias, voltadas ao comércio do pau-brasil, e se miscigenando com os colonizadores.
b) guiado pelo interesse dos descobridores em explorar a nova terra, principalmente por meio da extração de riquezas, interesse que se colocava acima da compreensão da cultura dos indígenas, que seria quase dizimada junto com essa população.
c) facilitado pela docilidade dos indígenas, que se associaram aos descobridores na exploração da nova terra, viabilizando um sistema colonial cuja base era a escravização dos povos nativos, o que levaria à destruição da sua cultura.
d) marcado pela necessidade dos colonizadores de obterem matéria-prima para suas indústrias e ampliarem o mercado consumidor para sua produção industrial, o que levou à busca por colônias e à integração cultural das populações nativas.
e) totalmente amistoso e baseado em relações trabalhistas regulamentadas por leis e salários.

Sobre a colonização da América portuguesa e os modos de vida e trabalho dos povos que viviam no Brasil antes da chegada dos europeus, assinale a alternativa incorreta:
Sobre a colonização da América portuguesa e os modos de vida e trabalho dos povos que viviam no Brasil antes da chegada dos europeus, assinale a alternativa incorreta:
a) Os índios cortavam e carregavam o pau-brasil, para os navios portugueses, em troca de objetos pouco valorizados na cultura mercantilista europeia.
b) Podemos afirmar que os índios foram enganados, pois a troca de trabalho pesado por bugigangas (facas, machados, chapéus, cunha de ferro, espelhos) era extremamente desigual.
c) A economia dos índios não pode ser comparada a dos europeus, pois eles não trocavam os objetos de acordo com seu preço de produção.
d) Diferentemente das sociedades pré-colombianas, Astecas, Incas e Maias, as sociedades indígenas da América portuguesa não vivenciaram a estratificação social e o desenvolvimento urbano.
e) Não existia um Estado com códigos escritos entre as sociedades indígenas da América portuguesa. O cacique, líder das tribos, não centralizava sozinho o poder político.

Na conquista e ocupação das terras brasileiras, o estabelecimento de feitorias constituiu:
Na conquista e ocupação das terras brasileiras, o estabelecimento de feitorias constituiu:
a) limites geográficos das capitanias hereditárias.
b) entrepostos de trocas feitos pelos primeiros invasores.
c) necessidades policiadoras da metrópole na exploração do pau-brasil.
d) primeiras grandes fazendas de cultivo da cana-de-açúcar.
e) regiões delimitadoras no sertão, para pesquisa aurífera.

A extração de pau-brasil, embora exercida durante todo o chamado Período Pré-Colonial, não gerou a ocupação da terra.
Trata-se do sistema denominado:
a) Dumping.
b) Parceria.
c) Meação.
d) Escambo.
e) Bilateralismo.

A extração de pau-brasil, embora exercida durante todo o chamado Período Pré-Colonial, não gerou a ocupação da terra. Os europeus chegavam aqui, "contratavam" com os índios o fornecimento da madeira, carregavam os navios e retornavam à Europa, sem se fixarem no território. Os indígenas, que forneciam a mão-de-obra para o corte e carregamento da madeira, recebiam em troca de seu trabalho algumas quinquilharias.
Trata-se do sistema denominado:
a) Dumping.
b) Parceria.
c) Meação.
d) Escambo.
e) Bilateralismo.

Um conjunto de forças e motivos econômicos, políticos e culturais impulsionou a expansão comercial e marítima europeia a partir do século XV, o que resultou, entre outras coisas, no domínio da África, da Ásia e da América. (Extraído SILVA, 1996)
O fato que marcou o início da expansão marítima portuguesa foi o (a)
a) contorno do Cabo da Boa Esperança em 1488.
b) conquista de Ceuta em 1415.
c) chegada em Calicute, Índia, em 1498.
d) ascensão ao trono português de uma nova dinastia, a de Avis, em 1385.
e) descobrimento do Brasil em 1500.

Dentre as características gerais do período pré-colonizador destaca-se
a) o grande interesse pela terra, pois as comunidades primitivas do nosso litoral produziam excedentes comercializados pela burguesia mercantil portuguesa.
b) o extermínio de tribos e a escravização dos nativos, efeitos diretos da ocupação com base na grande lavoura.
c) a montagem de estabelecimentos provisórios em diferentes pontos da costa, onde eram amontoadas as toras de pau-brasil, para serem enviadas à Europa.
d) a distribuição de lotes de terras a fidalgos e funcionários do Estado português, copiando-se a experiência realizada em ilhas do Atlântico.
e) a implantação da agromanufatura açucareira, iniciada com construção do Engenho do Senhor Governador, em 1533, em São Vicente.

A propósito da expansão marítimo-comercial europeia dos séculos XV e XVI pode-se afirmar que
a) a igreja católica foi contrária à expansão e não participou da colonização das novas terras.
b) os altos custos das navegações empobreceram a burguesia mercantil dos países ibéricos.
c) a centralização política fortaleceu-se com o descobrimento das novas terras.
d) os europeus pretendiam absorver os princípios religiosos dos povos americanos.
e) os descobrimentos intensificaram o comércio de especiarias no mar Mediterrâneo.

Muitos europeus acreditavam que, em direção ao sul, o mar seria habitado por monstros e estaria sempre em chamas. Se arriscassem cruzar o oceano Atlântico, à época conhecido como mar Tenebroso, iriam se deparar com o fim do mundo. Mesmo assim, os portugueses se lançaram às Grandes Navegações, no final do século XV. Considerando:
Assinale abaixo a alternativa que apresenta as causas que levaram à Expansão Marítima Portuguesa.
I – A Tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos;
II – A Criação da Companhia das Índias Ocidentais;
III – A existência de um poder centralizador e de um Estado unificado;
IV – A descoberta da imensa mina de prata em Potosí pelos lusitanos;
V – A invenção da bússola pelos portugueses na Escola de Sagres.
[A] I e II
[B] I e III
[C] I, II e III
[D] III e IV
[E] IV e V

"Os cosmógrafos e navegadores de Portugal e Espanha procuram situar estas costas e ilhas da maneira mais conveniente aos seus propósitos. Os espanhóis situam-nas mais para o Oriente, de forma a parecer que pertencem ao Imperador (Carlos V); os portugueses, por sua vez, situam-nas mais para o Ocidente, pois deste modo entrariam em sua jurisdição." (Carta de Robert Thorne, comerciante inglês, ao rei Henrique VIII, em 1527).
O texto remete diretamente
a) à competição entre os países europeus retardatários na corrida pelos descobrimentos.
b) aos esforços dos cartógrafos para mapear com precisão as novas descobertas.
c) ao duplo papel da marinha da Inglaterra, ao mesmo tempo mercantil e corsária.
d) às disputas entre países europeus, decorrentes do Tratado de Tordesilhas.
e) à aliança das duas Coroas ibéricas na exploração marítima.

Leia o texto a seguir. "As armas e os barões assinalados Que da Ocidental praia Lusitana, Por mares nunca dantes navegados Passaram ainda além da Taprobana, Em perigos e guerras esforçados Mais do que prometia a força humana, E entre gente remota edificaram; Novo reino, que tanto sublimaram (...)." (Trecho de 'Os Lusiadas' de Luís de Camões, 1572) Publicado no século XVI, os 'Lusíadas' de Luís de Camões trata-se de uma ode ao pioneirismo lusitano no processo de expansão marítima europeia no final do século XIV.
Que fatores possibilitaram tal pioneirismo português?
a) A centralização política de Portugal e a aliança entre a nobreza e os setores mercantis.
b) A vitória sobre a Inglaterra na Guerra dos Cem Anos e a posição geográfica favorável.
c) A absorção de tecnologias náuticas dos ingleses e o isolamento da nobreza.
d) A dependência portuguesa ao Reino de Castela e o emprego de navegadores holandeses.
e) A aliança com os comerciantes genoveses e o monopólio português do comércio no Mar Mediterrâneo.

Na primeira metade do século XV, a expansão marítima portuguesa caracterizou-se por duas vertentes. A primeira, de aspecto imediatista, foi realizada ao norte do continente africano, e a segunda, mais a longo prazo, buscava pontos estratégicos das rotas comerciais com o Oriente.
Assinale a opção que apresenta os objetivos da coroa portuguesa na primeira e segunda vertentes, respectivamente.
(A) Estabelecer bases para suas futuras ações militares e extrair rendas obtidas com a agricultura.
(B) Explorar a cultura do açúcar naquela região e permitir projetar poder militar a longas distâncias.
(C) Combater os franceses que invadiram suas colônias na África e estabelecer comércio com os holandeses por meio de trocas (escambo).
(D) Fundar uma povoação naquela região e derrotar definitivamente os franceses.
(E) Obter riquezas acumuladas através da prática de pilhagem e criar entrepostos (feitorias) controlados pelos comerciantes lusos.

No início do século XIV, a China era a maior potência mundial e empenhava-se intensamente na expansão marítima e comercial, chegando à Índia, quase um século antes de Cabral. Os chineses estiveram no sul da África Oriental e no Mar Vermelho, enquanto os portugueses mal iniciavam sua exploração na costa norte da África. Entretanto, antes de 1440, a expansão marítima chinesa estagnou.
Aponte, dentre as opções abaixo, aquela que apresenta a causa para o sucesso da exploração marítima portuguesa.
a) O fato de os portugueses não terem desenvolvido tecnologias relacionadas à navegação ultramarina não afetou suas ações exploratórias.
b) Em Portugal, a centralização monárquica só ocorreria no final do Século XIII, sendo este fato de pouca influência no processo exploratório dos portugueses além-mar.
c) As finanças portuguesas não estavam estabilizadas e dificultaram os investimentos necessários para os projetos relacionados às navegações, o que fez com que D. Henrique procurasse financiamento público com os soberanos espanhóis.
d) Portugal, apesar da guerra de emancipação política com a Espanha, manteve a busca por conhecimento para a consecução das grandes navegações.
e) Em Portugal, as explorações foram conduzidas com recursos de empresas comerciais privadas e apoio governamental.

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<p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>Expansão Marítima e</p><p>Período Pré-Colonial</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>“O português entra em contato com o elemento nativo e o adventício, formando, em</p><p>contraposição ao colonizador anglo-saxão, por exemplo, uma nova ligadura, um novo produto</p><p>social e cultural. Por outro lado, o elemento português permanece, malgrado todos estes</p><p>contatos, sempre igual a si mesmo. O português é ele e o outro ao mesmo tempo. Ele é plástico</p><p>por já possuir dentro de si todos os opostos. Essa espantosa qualidade cultural permite que, ao</p><p>encontrar alguma alteridade fora dele, o português possa lançar mão de características</p><p>assemelhadas à esse alter na sua própria personalidade, que possibilita interpenetração cultural</p><p>sem perda da sua substância original.”</p><p>(Fonte: SOUZA, Jessé. Subcidadania brasileira: para entender o país além do jeitinho brasileiro. Rio de</p><p>Janeiro: LeYa, 2018. p. 162. Adaptado).</p><p>Deste modo, e de acordo com seus conhecimentos, assinale a resposta correta que corresponde</p><p>ao ápice deste processo sócio-histórico.</p><p>a) O legado português na formação da sociedade brasileira pode ser notado na manifestação do</p><p>idioma, na religiosidade, na organização social e, principalmente, no que o difere dos demais</p><p>modelos colonizadores, na integração com diferentes culturas, como a africana e a indígena, por</p><p>exemplo.</p><p>b) A herança cultural portuguesa é predominante na formação da sociedade brasileira, sendo</p><p>que os aspectos culturais adventícios são pouco notáveis ou quase imperceptíveis quando</p><p>levamos em consideração a real situação do Brasil em comparação com os demais países sul-</p><p>americanos.</p><p>c) A habilidade social portuguesa pode ser notada, principalmente, em regiões fronteiras</p><p>limítrofes, quando o elemento português precisou se associar ao elemento nativo indígena, e</p><p>nas regiões produtivas canavieiras como o Nordeste, quando foi imprescindível contar com o</p><p>suporte da mão de obra africana, já que nas demais regiões do País o que se percebe é a</p><p>predominância do elemento cultural branco europeu em detrimento das demais culturas.</p><p>d) A conquista da América portuguesa ocorre quando o português forja sua integração social</p><p>por meio da exploração de africanos escravizados e de nativos indígenas, no momento em que</p><p>eles eram úteis unicamente como fonte de mão de obra para a manutenção do sistema colonial,</p><p>visando a acumular recursos para a Coroa portuguesa.</p><p>e) Ao chegar ao Brasil, o colonizador português permanece isento no processo de miscigenação</p><p>para o surgimento da sociedade brasileira, ao contrário de outras culturas e sociedades</p><p>(africanos e nações indígenas) que precisam se reorganizar e se moldar para que possam</p><p>continuar presentes enquanto elementos formativos do povo brasileiro.</p><p>Questão 01</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>Acerca da expansão marítima comercial implementada pelo Reino Português, podemos afirmar</p><p>que:</p><p>a) a conquista de Ceuta marcou o início da expansão, ao possibilitar a acumulação de riquezas</p><p>para a manutenção do empreendimento.</p><p>b) a conquista da Baía de Arguim permitiu a Portugal montar uma feitoria e manter o controle</p><p>sobre importantíssima rota comercial intra-africana.</p><p>c) a expansão da lavoura açucareira escravista na Ilha da Madeira, após 1510, aumentou o preço</p><p>dos escravos, tanto nos portos africanos quanto nas praças brasileiras.</p><p>d) a instalação da feitoria de São Paulo de Luanda possibilitou a montagem de grande rede de</p><p>abastecimento de escravos para o mercado europeu.</p><p>e) o domínio português de Piro e Sidon e o consequente monopólio de especiarias do Oriente</p><p>Próximo tornaram desinteressante a conquista da Índia.</p><p>Analise as afirmativas sobre o Descobrimento do Brasil, preenchendo os parênteses com V</p><p>(verdadeiro) ou F (falso).</p><p>( ) Pode ser enquadrado no processo de expansão comercial europeia do início da Era</p><p>Moderna, que objetivava a descoberta de novas fontes de metais preciosos e de mercadorias</p><p>atrativas para o mercado consumidor europeu.</p><p>( ) Foi fundamental na construção do império ultramarino português, na medida em que</p><p>as riquezas logo encontradas na nova terra levaram a coroa lusitana a promover a imediata</p><p>colonização do atual território brasileiro.</p><p>( ) Atendeu aos interesses estratégicos da coroa portuguesa, pois a rota descoberta por</p><p>Vasco da Gama para o comércio com as Índias, em 1498, necessitava de portos no Atlântico Sul.</p><p>( ) É considerado um momento trágico para as populações originais do atual território</p><p>brasileiro, porque a exploração do pau-brasil, primeira riqueza encontrada no novo território,</p><p>levou à escravização do indígena.</p><p>O correto preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é</p><p>a) V – V – F – F</p><p>b) V – F – V – F</p><p>c) V – F – F – V</p><p>d) F – F – V – V</p><p>e) F – F – V – F</p><p>Questão 03</p><p>Questão 02</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>Questão 04</p><p>O pau-brasil só poderia ser retirado de nossas matas se houvesse uma autorização preliminar</p><p>da Coroa Portuguesa e o acerto das taxas era estipulado por esta. O primeiro a usufruir dessa</p><p>concessão, em 1501, foi Fernando de Noronha, o qual tinha como sócios vários comerciantes</p><p>judeus, que porém, em troca desta permissão, tinham por obrigação enviar embarcações à nova</p><p>terra, encontrar pelo menos trezentas léguas de costa, pagar uma quantia pré-estipulada à</p><p>Coroa e também edificar e conservar as fortificações, mantendo assim a segurança do novo</p><p>território tão almejado pelos invasores.</p><p>Disponível em: http://www.infoescola.com. Acesso em: 9 dez. 2013 (adaptado).</p><p>A exploração do pau-brasil era realizada</p><p>a) pelos indígenas, que conduziam as toras até o litoral para trocá-las por objetos do colonizador.</p><p>b) por mão de obra livre europeia, com auxílio de africanos escravizados.</p><p>c) por africanos escravizados trazidos das ilhas portuguesas da Madeira e Açores.</p><p>d) pelos nativos, que trocavam a madeira por ouro e armas de fogo.</p><p>e) pelos próprios portugueses, que se aventuravam pela mata em busca da madeira</p><p>Mesmo sendo o Brasil descoberto em 1500, Portugal só tomou posse destas terras e iniciou sua</p><p>colonização em 1530. Sobre o processo de colonização de Portugal no Brasil, é CORRETO</p><p>afirmar:</p><p>a) A estrutura econômica dominante no Brasil colonial foi o sistema de plantation, baseado em</p><p>uma monocultura, latifúndio, trabalho escravo, produção em larga escala voltada para o</p><p>mercado externo.</p><p>b) A primeira tentativa de colonizar o Brasil foi com as capitanias hereditárias, doadas para os</p><p>donatários. Todos aproveitaram suas terras para uma larga produção de açúcar nos primeiros</p><p>anos da colonização.</p><p>c) O primeiro recurso que Portugal explorou em larga escala no Brasil foi o pau-brasil. Esta</p><p>exploração custou muito para as florestas nativas, pois era necessária a derrubada de florestas</p><p>para as plantações de pau-brasil, durante os cem primeiros anos de colonização.</p><p>d) Instituído em 1548, o Governo-Geral foi uma tentativa fracassada do governo de Portugal de</p><p>unificar as capitanias, pois os donatários não aceitaram este governo. O Governo-Geral durou</p><p>apenas cinco anos antes de voltar o poder aos donatários.</p><p>e) Entre as capitanias hereditárias, podemos destacar a de Pernambuco, pela excelente</p><p>administração de Maurício de Nassau, donatário que estimulou o progresso da região,</p><p>auxiliando pequenos artesãos para que não dependessem dos produtos de Portugal.</p><p>Questão 05</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>Voltando ao pau-brasil, direi que tem folhas semelhantes às do buxo, embora de um verde mais</p><p>claro, e não dá frutos. Quanto ao modo de carregar os navios com essa mercadoria, direi que,</p><p>tanto por causa da dureza, e consequente dificuldade em derrubá-la, como por não existirem</p><p>cavalos, asnos nem outros animais de tiro para transportá-la, é ela arrastada por meio de muitos</p><p>homens; e se os estrangeiros que por aí viajam não fossem ajudados pelos selvagens não</p><p>poderiam nem sequer em um ano carregar um navio de tamanho médio. (LÉRY. In: BRAIK;</p><p>MOTA, 2010, p. 75).</p><p>LÉRY, J. In: BRAICK, P.; MOTA, M. História das cavernas ao terceiro milênio. São Paulo: Moderna, v. 2,</p><p>2010.</p><p>A descrição do viajante francês Jean de Léry refere-se a uma das primeiras atividades</p><p>econômicas do Brasil colonial, cujas características se opunham</p><p>a) ao caráter competitivo e liberal do comércio colonial, dirigido pela Coroa portuguesa e por</p><p>uma rede de funcionários e de instituições controladoras.</p><p>b) às atividades da pecuária, responsáveis pelo povoamento denso e contínuo do litoral da</p><p>colônia.</p><p>c) à economia agroexportadora, baseada no latifúndio e no trabalho escravo, que predominou,</p><p>em grande parte, no litoral da colônia.</p><p>d) à economia gerada pela intensa produção da manufatura urbana, controlada por judeus e</p><p>cristãos novos.</p><p>e) às atividades de mineração da prata, relacionadas ao desmatamento e à desertificação da</p><p>área que integra o planalto central brasileiro.</p><p>Em carta ao rei D. Manuel, Pero Vaz de Caminha narrou os primeiros contatos entre os indígenas</p><p>e os portugueses no Brasil: “Quando eles vieram, o capitão estava com um colar de ouro muito</p><p>grande ao pescoço. Um deles fitou o colar do Capitão, e começou a fazer acenos com a mão em</p><p>direção à terra, e depois para o colar, como se quisesse dizer-nos que havia ouro na terra. Outro</p><p>viu umas contas de rosário, brancas, e acenava para a terra e novamente para as contas e para</p><p>o colar do Capitão, como se dissesse que dariam ouro por aquilo. Isto nós tomávamos nesse</p><p>sentido, por assim o desejarmos! Mas se ele queria dizer que levaria as contas e o colar, isto nós</p><p>não queríamos entender, porque não havíamos de dar-lhe!”</p><p>(Adaptado de Leonardo Arroyo, A carta de Pero Vaz de Caminha. São Paulo: Melhoramentos; Rio de</p><p>Janeiro: INL, 1971, p. 72-74.)</p><p>Esse trecho da carta de Caminha nos permite concluir que o contato entre as culturas indígena</p><p>e europeia foi</p><p>a) favorecido pelo interesse que ambas as partes demonstravam em realizar transações</p><p>comerciais: os indígenas se integrariam ao sistema de colonização, abastecendo as feitorias,</p><p>voltadas ao comércio do pau-brasil, e se miscigenando com os colonizadores.</p><p>Questão 06</p><p>Questão 07</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>b) guiado pelo interesse dos descobridores em explorar a nova terra, principalmente por meio</p><p>da extração de riquezas, interesse que se colocava acima da compreensão da cultura dos</p><p>indígenas, que seria quase dizimada junto com essa população.</p><p>c) facilitado pela docilidade dos indígenas, que se associaram aos descobridores na exploração</p><p>da nova terra, viabilizando um sistema colonial cuja base era a escravização dos povos nativos,</p><p>o que levaria à destruição da sua cultura.</p><p>d) marcado pela necessidade dos colonizadores de obterem matéria-prima para suas indústrias</p><p>e ampliarem o mercado consumidor para sua produção industrial, o que levou à busca por</p><p>colônias e à integração cultural das populações nativas.</p><p>e) totalmente amistoso e baseado em relações trabalhistas regulamentadas por leis e salários.</p><p>“Os índios colhiam voluntariamente o pau-brasil para os portugueses. Em troca, recebiam</p><p>panos, colares de contas de vidro, facas, machados, espelhinhos, nada que custasse muito caro</p><p>em Lisboa. Era um trabalho desgraçado ir para o meio da floresta, cortar árvores e carregar toras</p><p>nas costas até a praia. Tudo isso em troca de bugigangas [...] Você trabalharia tanto em troca</p><p>desses presentinhos? Provavelmente não. Eles não têm muito valor para nós, não é mesmo?</p><p>Então será que os índios foram enganados? [...] Não podemos julgar a sociedade indígena por</p><p>nossos valores atuais ou pelos valores europeus do século XVI (Do mesmo modo que não</p><p>podemos julgar a sociedade europeia da época pelos valores da sociedade de hoje).”</p><p>ETNOCENTRISMO: opressão cultura. In: SCHMIDT, M. Nova história crítica. São Paulo: Nova Geração,</p><p>2004. p. 152.</p><p>Sobre a colonização da América portuguesa e os modos de vida e trabalho dos povos que viviam</p><p>no Brasil antes da chegada dos europeus, assinale a alternativa incorreta:</p><p>a) Os índios cortavam e carregavam o pau-brasil, para os navios portugueses, em troca de</p><p>objetos pouco valorizados na cultura mercantilista europeia.</p><p>b) Podemos afirmar que os índios foram enganados, pois a troca de trabalho pesado por</p><p>bugigangas (facas, machados, chapéus, cunha de ferro, espelhos) era extremamente desigual.</p><p>c) A economia dos índios não pode ser comparada a dos europeus, pois eles não trocavam os</p><p>objetos de acordo com seu preço de produção.</p><p>d) Diferentemente das sociedades pré-colombianas, Astecas, Incas e Maias, as sociedades</p><p>indígenas da América portuguesa não vivenciaram a estratificação social e o desenvolvimento</p><p>urbano.</p><p>e) Não existia um Estado com códigos escritos entre as sociedades indígenas da América</p><p>portuguesa. O cacique, líder das tribos, não centralizava sozinho o poder político.</p><p>Questão 08</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>Na conquista e ocupação das terras brasileiras, o estabelecimento de feitorias constituiu:</p><p>a) limites geográficos das capitanias hereditárias.</p><p>b) entrepostos de trocas feitos pelos primeiros invasores.</p><p>c) necessidades policiadoras da metrópole na exploração do pau-brasil.</p><p>d) primeiras grandes fazendas de cultivo da cana-de-açúcar.</p><p>e) regiões delimitadoras no sertão, para pesquisa aurífera.</p><p>A extração de pau-brasil, embora exercida durante todo o chamado Período Pré-Colonial, não gerou a</p><p>ocupação da terra. Os europeus chegavam aqui, "contratavam" com os índios o fornecimento da</p><p>madeira, carregavam os navios e retornavam à Europa, sem se fixarem no</p><p>território. Os indígenas, que forneciam a mão-de-obra para o corte e carregamento da</p><p>madeira, recebiam em troca de seu trabalho algumas quinquilharias.</p><p>Trata-se do sistema denominado:</p><p>a) Dumping.</p><p>b) Parceria.</p><p>c) Meação.</p><p>d) Escambo.</p><p>e) Bilateralismo.</p><p>Um conjunto de forças e motivos econômicos, políticos e culturais impulsionou a expansão</p><p>comercial e marítima europeia a partir do século XV, o que resultou, entre outras coisas, no</p><p>domínio da África, da Ásia e da América. (Extraído SILVA, 1996)</p><p>O fato que marcou o início da expansão marítima portuguesa foi o (a)</p><p>a) contorno do Cabo da Boa Esperança em 1488.</p><p>b) conquista de Ceuta em 1415.</p><p>c) chegada em Calicute, Índia, em 1498.</p><p>d) ascensão ao trono português de uma nova dinastia, a de Avis, em 1385.</p><p>e) descobrimento do Brasil em 1500.</p><p>Questão 09</p><p>Questão 10</p><p>Questão 11</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>Dentre as características gerais do período pré-colonizador destaca-se:</p><p>a) O grande interesse pela terra, pois as comunidades primitivas do nosso litoral produziam</p><p>excedentes comercializados pela burguesia mercantil portuguesa.</p><p>b) O extermínio de tribos e a escravização dos nativos, efeitos diretos da ocupação com base na</p><p>grande lavoura.</p><p>c) A montagem de estabelecimentos provisórios em diferentes pontos da costa, onde eram</p><p>amontoadas as toras de pau-brasil, para serem enviadas à Europa.</p><p>d) A distribuição de lotes de terras a fidalgos e funcionários do Estado português, copiando-se</p><p>a</p><p>experiência realizada em ilhas do Atlântico.</p><p>e) A implantação da agromanufatura açucareira, iniciada com construção do Engenho do Senhor</p><p>Governador, em 1533, em São Vicente.</p><p>A propósito da expansão marítimo-comercial europeia dos séculos XV e XVI pode-se afirmar que</p><p>a) a igreja católica foi contrária à expansão e não participou da colonização das novas terras.</p><p>b) os altos custos das navegações empobreceram a burguesia mercantil dos países ibéricos.</p><p>c) a centralização política fortaleceu-se com o descobrimento das novas terras.</p><p>d) os europeus pretendiam absorver os princípios religiosos dos povos americanos.</p><p>e) os descobrimentos intensificaram o comércio de especiarias no mar Mediterrâneo.</p><p>Muitos europeus acreditavam que, em direção ao sul, o mar seria habitado por monstros e</p><p>estaria sempre em chamas. Se arriscassem cruzar o oceano Atlântico, à época conhecido como</p><p>mar Tenebroso, iriam se deparar com o fim do mundo. Mesmo assim, os portugueses se</p><p>lançaram às Grandes Navegações, no final do século XV. Considerando:</p><p>I – A Tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos;</p><p>II – A Criação da Companhia das Índias Ocidentais;</p><p>III – A existência de um poder centralizador e de um Estado unificado;</p><p>IV – A descoberta da imensa mina de prata em Potosí pelos lusitanos;</p><p>V – A invenção da bússola pelos portugueses na Escola de Sagres.</p><p>Assinale abaixo a alternativa que apresenta as causas que levaram à Expansão Marítima</p><p>Portuguesa.</p><p>a) I e II</p><p>Questão 12</p><p>Questão 13</p><p>Questão 14</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>Questão 15</p><p>Questão 16</p><p>b) I e III</p><p>c) I, II e III</p><p>d) III e IV</p><p>e) IV e V</p><p>"Os cosmógrafos e navegadores de Portugal e Espanha procuram situar estas costas e ilhas da</p><p>maneira mais conveniente aos seus propósitos. Os espanhóis situam-nas mais para o Oriente,</p><p>de forma a parecer que pertencem ao Imperador (Carlos V); os portugueses, por sua vez, situam-</p><p>nas mais para o Ocidente, pois deste modo entrariam em sua jurisdição." (Carta de Robert</p><p>Thorne, comerciante inglês, ao rei Henrique VIII, em 1527).</p><p>O texto remete diretamente</p><p>a) à competição entre os países europeus retardatários na corrida pelos descobrimentos.</p><p>b) aos esforços dos cartógrafos para mapear com precisão as novas descobertas.</p><p>c) ao duplo papel da marinha da Inglaterra, ao mesmo tempo mercantil e corsária.</p><p>d) às disputas entre países europeus, decorrentes do Tratado de Tordesilhas.</p><p>e) à aliança das duas Coroas ibéricas na exploração marítima.</p><p>Leia o texto a seguir.</p><p>"As armas e os barões assinalados</p><p>Que da Ocidental praia Lusitana,</p><p>Por mares nunca dantes navegados</p><p>Passaram ainda além da Taprobana,</p><p>Em perigos e guerras esforçados</p><p>Mais do que prometia a força humana,</p><p>E entre gente remota edificaram;</p><p>Novo reino, que tanto sublimaram (...)"</p><p>(Trecho de 'Os Lusiadas' de Luís de Camões, 1572)</p><p>Publicado no século XVI, os 'Lusíadas' de Luís de Camões trata-se de uma ode ao pioneirismo</p><p>lusitano no processo de expansão marítima europeia no final do século XIV. Que fatores</p><p>possibilitaram tal pioneirismo português?</p><p>a) A centralização política de Portugal e a aliança entre a nobreza e os setores mercantis.</p><p>b) A vitória sobre a Inglaterra na Guerra dos Cem Anos e a posição geográfica favorável.</p><p>c) A absorção de tecnologias náuticas dos ingleses e o isolamento da nobreza.</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>Questão 18</p><p>d) A dependência portuguesa ao Reino de Castela e o emprego de navegadores holandeses.</p><p>e) A aliança com os comerciantes genoveses e o monopólio português do comércio no Mar</p><p>Mediterrâneo.</p><p>Na primeira metade do século XV, a expansão marítima portuguesa caracterizou-se por duas</p><p>vertentes. A primeira, de aspecto imediatista, foi realizada ao norte do continente africano, e a</p><p>segunda, mais a longo prazo, buscava pontos estratégicos das rotas comerciais com o Oriente.</p><p>Assinale a opção que apresenta os objetivos da coroa portuguesa na primeira e segunda</p><p>vertentes, respectivamente.</p><p>a) Estabelecer bases para suas futuras ações militares e extrair rendas obtidas com a agricultura.</p><p>b) Explorar a cultura do açúcar naquela região e permitir projetar poder militar a longas</p><p>distâncias.</p><p>c) Combater os franceses que invadiram suas colônias na África e estabelecer comércio com os</p><p>holandeses por meio de trocas (escambo).</p><p>d) Fundar uma povoação naquela região e derrotar definitivamente os franceses.</p><p>e) Obter riquezas acumuladas através da prática de pilhagem e criar entrepostos (feitorias)</p><p>controlados pelos comerciantes lusos.</p><p>O Tratado de Tordesilhas, celebrado em 1494 entre as Coroas de Portugal e dois países,</p><p>estabelecia que Espanha, pretendeu resolver as disputas por colônias ultramarinas entre esses</p><p>a) os espanhóis ficariam com todas as terras descobertas até a data de assinatura do Tratado, e</p><p>as terras descobertas depois ficariam com os portugueses.</p><p>b) os domínios espanhóis e portugueses seriam separados por um meridiano estabelecido a 370</p><p>léguas a oeste das ilhas de Cabo Verde.</p><p>c) a Igreja Católica, como patrocinadora do Tratado, arrendaria as terras descobertas pelos</p><p>portugueses e espanhóis nos quinze anos seguintes.</p><p>d) Portugal e Espanha administrariam juntos as terras descobertas, para fazerem frente à</p><p>ameaça colonialista da Inglaterra, da Holanda e da França.</p><p>e) portugueses e espanhóis seriam tolerantes com os costumes e as religiões dos povos que</p><p>habitassem as terras descobertas.</p><p>Questão 17</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>No início do século XIV, a China era a maior potência mundial e empenhava-se intensamente na</p><p>expansão marítima e comercial, chegando à Índia, quase um século antes de Cabral. Os chineses</p><p>estiveram no sul da África Oriental e no Mar Vermelho, enquanto os portugueses mal iniciavam</p><p>sua exploração na costa norte da África. Entretanto, antes de 1440, a expansão marítima chinesa</p><p>estagnou. Aponte, dentre as opções abaixo, aquela que apresenta a causa para o sucesso da</p><p>exploração marítima portuguesa.</p><p>a) O fato de os portugueses não terem desenvolvido tecnologias relacionadas à navegação</p><p>ultramarina não afetou suas ações exploratórias.</p><p>b) Em Portugal, a centralização monárquica só ocorreria no final do Século XIII, sendo este fato</p><p>de pouca influência no processo exploratório dos portugueses além-mar.</p><p>c) As finanças portuguesas não estavam estabilizadas e dificultaram os investimentos</p><p>necessários para os projetos relacionados às navegações, o que fez com que D. Henrique</p><p>procurasse financiamento público com os soberanos espanhóis.</p><p>d) Portugal, apesar da guerra de emancipação política com a Espanha, manteve a busca por</p><p>conhecimento para a consecução das grandes navegações.</p><p>e) Em Portugal, as explorações foram conduzidas com recursos de empresas comerciais privadas</p><p>e apoio governamental.</p><p>Entre os motivos do pioneirismo português nas navegações oceânicas dos séculos XV e XVI,</p><p>podem-se citar</p><p>a) a influência árabe na Península Ibérica e a parceria com os comerciantes genoveses e</p><p>venezianos.</p><p>b) a centralização monárquica e o desenvolvimento de conhecimentos cartográficos e</p><p>astronômicos</p><p>c) a superação do mito do abismo do mar e o apoio financeiro e tecnológico britânico.</p><p>d) o avanço das ideias iluministas e a defesa do livre-comércio entre as nações.</p><p>e) o fim do interesse europeu pelas especiarias e a busca de formas de conservação dos</p><p>alimentos.</p><p>Questão 20</p><p>Questão 19</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>Questão 21</p><p>Questão 22</p><p>O início da colonização portuguesa no Brasil, no chamado período “pré-colonial” (1500-1530),</p><p>foi marcado pelo (a):</p><p>a) Envio de expedições exploratórias do litoral e pelo escambo do pau-brasil.</p><p>b) Plantio e exploração do pau-Brasil, associado ao tráfico africano.</p><p>c) Deslocamento, para a América, da estrutura administrativa e militar já experimentada no</p><p>Oriente.</p><p>d) Fixação de grupos missionários de várias Ordens religiosas para catequizar os indígenas.</p><p>e) Implantação da lavoura canavieira, apoiada em capitais holandeses.</p><p>As feitorias portuguesas no Novo Mundo foram formas de assegurar, aos conquistadores, as</p><p>terras descobertas.</p><p>Sobre essas feitorias, é correto afirmar que:</p><p>a) A feitoria foi uma forma de colonização, empregada por portugueses na África, na Ásia e no</p><p>Brasil, com pleno êxito para a atividade agrícola.</p><p>b) As feitorias substituíram as capitanias hereditárias durante o Governo Geral de Mem de Sá,</p><p>como proposta mais moderna de administração colonial.</p><p>c) As feitorias foram estabelecimentos fundados por portugueses no litoral das terras</p><p>conquistadas e serviam para armazenamento de produtos da terra, que deveriam seguir para o</p><p>mercado europeu.</p><p>d) Tanto as feitorias portuguesas fundadas ao longo do litoral brasileiro quanto as fundadas nas</p><p>Índias tinham idêntico caráter: a presença do Estado português e a ausência de interesses de</p><p>particulares.</p><p>e) O êxito das feitorias afastou a presença de corsários franceses e estimulou a criação das</p><p>capitanias hereditárias.</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>Questão 23</p><p>Questão 24</p><p>Questão 25</p><p>Em 1519, os navegadores Fernão de Magalhães e Sebastião del Cano partiram de Cádiz, na</p><p>Espanha, para uma viagem que entraria para a história por</p><p>a) estabelecer um caminho terrestre para as Índias ocidentais.</p><p>b) descobrir uma rota segura para atravessar o Polo Norte.</p><p>c) comprovar o formato esférico do planeta Terra.</p><p>d) desbravar o canal do Panamá.</p><p>e) explorar o istmo de Suez.</p><p>“O período compreendido entre 1500 e 1530, data da expedição de Martim Afonso de Sousa ao</p><p>Brasil, é denominado, pela historiografia tradicional, como pré-colonial ou de colonização de</p><p>feitorias. Na verdade, Portugal auferia enormes lucros decorrentes da carreira das Índias e da</p><p>exploração do litoral africano, não dispondo, assim, a transferir recursos, homens e navios para</p><p>a ocupação da Nova Terra.”</p><p>(Francisco Carlos Teixeira)</p><p>Com base no texto acima e em seus conhecimentos, é correto afirmar que os principais</p><p>obstáculos para o início da colonização efetiva do Brasil foram:</p><p>a) O interesse dos portugueses pelo povoamento e exploração das ilhas do Caribe.</p><p>b) A tentativa de Portugal em conquistar, no referido período, as terras que os espanhóis</p><p>possuíam no México.</p><p>c) Os lucros bem mais elevados proporcionados pelo Império Asiático português e o tráfico de</p><p>escravos, em relação ao sistema de feitorias.</p><p>d) O interesse dos comerciantes portugueses em organizar o tráfico internacional de escravos</p><p>indianos naquele momento.</p><p>e) Os levantes coletivos dos índios impedindo, no referido período, a colonização do Brasil.</p><p>No século XV, o lucrativo comércio das especiarias - artigos de luxo - era praticamente</p><p>monopolizado pelas cidades europeias de</p><p>a) Paris e Flandres.</p><p>b) Londres e Hamburgo.</p><p>c) Gênova e Veneza.</p><p>d) Constantinopla e Berlim.</p><p>e) Lisboa e Madri.</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>Questão 26</p><p>Mar português</p><p>Ó mar salgado, quanto do teu sal</p><p>São lágrimas de Portugal!</p><p>Por te cruzarmos, quantas mães choraram,</p><p>Quantos filhos em vão rezaram!</p><p>Quantas noivas ficaram por casar</p><p>Para que fosses nosso, ó mar!</p><p>Valeu a pena? Tudo vale a pena</p><p>Se a alma não é pequena.</p><p>Quem quer passar além do Bojador</p><p>Tem que passar além da dor.</p><p>Deus ao mar o perigo e o abismo deu,</p><p>Mas nele espelhou o céu</p><p>PESSOA, Fernando. Mensagem. In: Obra poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1986.</p><p>O poema de Fernando Pessoa refere-se à expansão marítima portuguesa. Nele, o poeta enfatiza</p><p>a) os custos humanos que a empreitada marítima legou a Portugal e a coragem desse povo em</p><p>se aventurar no desconhecido.</p><p>b) as riquezas que as novas colônias da América produziam e sua importância para a economia</p><p>portuguesa.</p><p>c) a necessidade de se contornar a África e criar uma nova rota marítima para o comércio com</p><p>as Índias.</p><p>d) a diversidade cultural portuguesa e sua influência sobre os povos colonizados nas novas</p><p>terras.</p><p>e) o avanço tecnológico naval português em comparação ao de outros povos europeus.</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>Questão 27</p><p>Questão 28</p><p>Sobre o expansionismo ibérico, no século XV, é correto afirmar que:</p><p>01. Portugal foi pioneiro na expansão ultramarina, pois tinha um grupo mercantil forte e</p><p>enriquecido que dominava a tecnologia náutica.</p><p>02. Calicute, no Marrocos, foi a primeira cidade conquistada pelos portugueses na África.</p><p>04. Na Espanha e em Portugal, as viagens ultramarinas eram organizadas pelos governos e por</p><p>companhias de comércio com o objetivo de obter metais preciosos e produtos orientais,</p><p>particularmente as especiarias.</p><p>08. São características comuns das práticas mercantilistas adotadas pelos países europeus a</p><p>intervenção do estado na economia, a busca da balança comercial favorável, o metalismo e a</p><p>proteção alfandegária, visando o fortalecimento do estado e o aumento da riqueza nacional.</p><p>16. A Igreja Católica se pronunciou contra a expansão ultramarina, pois não julgava correto a</p><p>catequização dos povos conquistados.</p><p>A soma das corretas é:</p><p>a) 16</p><p>b) 12</p><p>c) 06</p><p>d) 13</p><p>e) 07</p><p>O principal objetivo dos países pioneiros na Expansão Marítima foi</p><p>a) buscar novas rotas comerciais em direção à Ásia.</p><p>b) converter os povos nativos da América ao cristianismo.</p><p>c) encontrar metais preciosos no continente asiático.</p><p>d) escoar o excedente populacional europeu para a América.</p><p>e) ampliar a influência global da nobreza europeia.</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>Questão 29</p><p>Questão 30</p><p>Sobre as relações entre os reinos ibéricos e a expansão ultramarina, é correto afirmar que a</p><p>a) centralização do poder no reino português só ocorreu após a vitória contra os muçulmanos</p><p>na guerra de Reconquista, o que garantiu o estabelecimento de alianças diplomáticas com os</p><p>demais reinos ibéricos, condição para sanar a crise do feudalismo por meio da expansão</p><p>ultramarina.</p><p>b) guerra de Reconquista teve papel importante na organização do Estado português, uma vez</p><p>que reforçou o poder do rei como chefe político e militar, garantindo a centralização do poder,</p><p>requisito para mobilizar recursos a fim de bancar a expansão marítima e comercial.</p><p>c) canalização de recursos, organizada pelo Estado português para a expansão ultramarina, só</p><p>foi possível com a preciosa ajuda do capital dos demais reinos da península Ibérica na guerra de</p><p>Reconquista, interessados em expulsar o invasor muçulmano que havia fechado o rentável</p><p>comércio no Mediterrâneo.</p><p>d) expansão marítima e comercial precisou de recursos promovidos pelo reino português, ainda</p><p>não unificado, que usou a guerra de Reconquista para garantir a sua unificação política contra</p><p>os demais reinos ibéricos, que lutavam ao lado dos muçulmanos como forma de impedir o</p><p>fortalecimento do futuro Estado luso.</p><p>e) vitória do reino de Portugal contra os muçulmanos foi garantida pela ajuda militar e financeira</p><p>do Estado espanhol, já unificado, o que permitiu também a expansão marítima e</p><p>comercial,</p><p>condição essencial para o fim da crise do feudalismo na Europa Ocidental.</p><p>As caravelas foram um grande avanço tecnológico no final do século XV. Graças a elas, foi</p><p>possível realizar viagens de longa distância de forma eficiente. Centenas de homens</p><p>embarcaram nas caravelas dos descobrimentos. Alguns buscavam enriquecimento rápido,</p><p>outros, oportunidade de difundir a fé em Cristo. Estes homens eram atraídos pela aventura,</p><p>porém as surpresas nem sempre eram agradáveis. Nas embarcações, proliferavam doenças e a</p><p>alimentação era precária.</p><p>(Revista de História da Biblioteca Nacional, setembro de 2012, p.22-25. Adaptado)</p><p>Sobre a época descrita no texto e considerando as informações apresentadas, é correto afirmar</p><p>que as viagens nas caravelas</p><p>a) foram realizadas no contexto da expansão do mercantilismo europeu, visando também à</p><p>ampliação do catolicismo.</p><p>b) não pretendiam descobrir novos territórios, apenas estabelecer rotas para aventureiros e</p><p>marginalizados da sociedade.</p><p>c) tinham como principal objetivo retirar as populações muçulmanas da Península Ibérica, após</p><p>as Guerras de Reconquista.</p><p>d) eram feitas em condições precárias, pois eram clandestinas, ou seja, eram realizadas sem o</p><p>consentimento das Coroas europeias.</p><p>e) não ocorriam em condições apropriadas, embora a maior parte dos tripulantes das caravelas</p><p>pertencesse à nobreza feudal.</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>1 A 11 D 21 A</p><p>2 A 12 C 22 C</p><p>3 B 13 C 23 C</p><p>4 A 14 B 24 C</p><p>5 A 15 D 25 C</p><p>6 C 16 A 26 A</p><p>7 B 17 E 27 D</p><p>8 B 18 B 28 A</p><p>9 B 19 E 29 B</p><p>10 D 20 B 30 A</p><p>Gabarito</p>

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