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<p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>Expansão Marítima e</p><p>Período Pré-Colonial</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>“O português entra em contato com o elemento nativo e o adventício, formando, em</p><p>contraposição ao colonizador anglo-saxão, por exemplo, uma nova ligadura, um novo produto</p><p>social e cultural. Por outro lado, o elemento português permanece, malgrado todos estes</p><p>contatos, sempre igual a si mesmo. O português é ele e o outro ao mesmo tempo. Ele é plástico</p><p>por já possuir dentro de si todos os opostos. Essa espantosa qualidade cultural permite que, ao</p><p>encontrar alguma alteridade fora dele, o português possa lançar mão de características</p><p>assemelhadas à esse alter na sua própria personalidade, que possibilita interpenetração cultural</p><p>sem perda da sua substância original.”</p><p>(Fonte: SOUZA, Jessé. Subcidadania brasileira: para entender o país além do jeitinho brasileiro. Rio de</p><p>Janeiro: LeYa, 2018. p. 162. Adaptado).</p><p>Deste modo, e de acordo com seus conhecimentos, assinale a resposta correta que corresponde</p><p>ao ápice deste processo sócio-histórico.</p><p>a) O legado português na formação da sociedade brasileira pode ser notado na manifestação do</p><p>idioma, na religiosidade, na organização social e, principalmente, no que o difere dos demais</p><p>modelos colonizadores, na integração com diferentes culturas, como a africana e a indígena, por</p><p>exemplo.</p><p>b) A herança cultural portuguesa é predominante na formação da sociedade brasileira, sendo</p><p>que os aspectos culturais adventícios são pouco notáveis ou quase imperceptíveis quando</p><p>levamos em consideração a real situação do Brasil em comparação com os demais países sul-</p><p>americanos.</p><p>c) A habilidade social portuguesa pode ser notada, principalmente, em regiões fronteiras</p><p>limítrofes, quando o elemento português precisou se associar ao elemento nativo indígena, e</p><p>nas regiões produtivas canavieiras como o Nordeste, quando foi imprescindível contar com o</p><p>suporte da mão de obra africana, já que nas demais regiões do País o que se percebe é a</p><p>predominância do elemento cultural branco europeu em detrimento das demais culturas.</p><p>d) A conquista da América portuguesa ocorre quando o português forja sua integração social</p><p>por meio da exploração de africanos escravizados e de nativos indígenas, no momento em que</p><p>eles eram úteis unicamente como fonte de mão de obra para a manutenção do sistema colonial,</p><p>visando a acumular recursos para a Coroa portuguesa.</p><p>e) Ao chegar ao Brasil, o colonizador português permanece isento no processo de miscigenação</p><p>para o surgimento da sociedade brasileira, ao contrário de outras culturas e sociedades</p><p>(africanos e nações indígenas) que precisam se reorganizar e se moldar para que possam</p><p>continuar presentes enquanto elementos formativos do povo brasileiro.</p><p>Questão 01</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>Acerca da expansão marítima comercial implementada pelo Reino Português, podemos afirmar</p><p>que:</p><p>a) a conquista de Ceuta marcou o início da expansão, ao possibilitar a acumulação de riquezas</p><p>para a manutenção do empreendimento.</p><p>b) a conquista da Baía de Arguim permitiu a Portugal montar uma feitoria e manter o controle</p><p>sobre importantíssima rota comercial intra-africana.</p><p>c) a expansão da lavoura açucareira escravista na Ilha da Madeira, após 1510, aumentou o preço</p><p>dos escravos, tanto nos portos africanos quanto nas praças brasileiras.</p><p>d) a instalação da feitoria de São Paulo de Luanda possibilitou a montagem de grande rede de</p><p>abastecimento de escravos para o mercado europeu.</p><p>e) o domínio português de Piro e Sidon e o consequente monopólio de especiarias do Oriente</p><p>Próximo tornaram desinteressante a conquista da Índia.</p><p>Analise as afirmativas sobre o Descobrimento do Brasil, preenchendo os parênteses com V</p><p>(verdadeiro) ou F (falso).</p><p>( ) Pode ser enquadrado no processo de expansão comercial europeia do início da Era</p><p>Moderna, que objetivava a descoberta de novas fontes de metais preciosos e de mercadorias</p><p>atrativas para o mercado consumidor europeu.</p><p>( ) Foi fundamental na construção do império ultramarino português, na medida em que</p><p>as riquezas logo encontradas na nova terra levaram a coroa lusitana a promover a imediata</p><p>colonização do atual território brasileiro.</p><p>( ) Atendeu aos interesses estratégicos da coroa portuguesa, pois a rota descoberta por</p><p>Vasco da Gama para o comércio com as Índias, em 1498, necessitava de portos no Atlântico Sul.</p><p>( ) É considerado um momento trágico para as populações originais do atual território</p><p>brasileiro, porque a exploração do pau-brasil, primeira riqueza encontrada no novo território,</p><p>levou à escravização do indígena.</p><p>O correto preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é</p><p>a) V – V – F – F</p><p>b) V – F – V – F</p><p>c) V – F – F – V</p><p>d) F – F – V – V</p><p>e) F – F – V – F</p><p>Questão 03</p><p>Questão 02</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>Questão 04</p><p>O pau-brasil só poderia ser retirado de nossas matas se houvesse uma autorização preliminar</p><p>da Coroa Portuguesa e o acerto das taxas era estipulado por esta. O primeiro a usufruir dessa</p><p>concessão, em 1501, foi Fernando de Noronha, o qual tinha como sócios vários comerciantes</p><p>judeus, que porém, em troca desta permissão, tinham por obrigação enviar embarcações à nova</p><p>terra, encontrar pelo menos trezentas léguas de costa, pagar uma quantia pré-estipulada à</p><p>Coroa e também edificar e conservar as fortificações, mantendo assim a segurança do novo</p><p>território tão almejado pelos invasores.</p><p>Disponível em: http://www.infoescola.com. Acesso em: 9 dez. 2013 (adaptado).</p><p>A exploração do pau-brasil era realizada</p><p>a) pelos indígenas, que conduziam as toras até o litoral para trocá-las por objetos do colonizador.</p><p>b) por mão de obra livre europeia, com auxílio de africanos escravizados.</p><p>c) por africanos escravizados trazidos das ilhas portuguesas da Madeira e Açores.</p><p>d) pelos nativos, que trocavam a madeira por ouro e armas de fogo.</p><p>e) pelos próprios portugueses, que se aventuravam pela mata em busca da madeira</p><p>Mesmo sendo o Brasil descoberto em 1500, Portugal só tomou posse destas terras e iniciou sua</p><p>colonização em 1530. Sobre o processo de colonização de Portugal no Brasil, é CORRETO</p><p>afirmar:</p><p>a) A estrutura econômica dominante no Brasil colonial foi o sistema de plantation, baseado em</p><p>uma monocultura, latifúndio, trabalho escravo, produção em larga escala voltada para o</p><p>mercado externo.</p><p>b) A primeira tentativa de colonizar o Brasil foi com as capitanias hereditárias, doadas para os</p><p>donatários. Todos aproveitaram suas terras para uma larga produção de açúcar nos primeiros</p><p>anos da colonização.</p><p>c) O primeiro recurso que Portugal explorou em larga escala no Brasil foi o pau-brasil. Esta</p><p>exploração custou muito para as florestas nativas, pois era necessária a derrubada de florestas</p><p>para as plantações de pau-brasil, durante os cem primeiros anos de colonização.</p><p>d) Instituído em 1548, o Governo-Geral foi uma tentativa fracassada do governo de Portugal de</p><p>unificar as capitanias, pois os donatários não aceitaram este governo. O Governo-Geral durou</p><p>apenas cinco anos antes de voltar o poder aos donatários.</p><p>e) Entre as capitanias hereditárias, podemos destacar a de Pernambuco, pela excelente</p><p>administração de Maurício de Nassau, donatário que estimulou o progresso da região,</p><p>auxiliando pequenos artesãos para que não dependessem dos produtos de Portugal.</p><p>Questão 05</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>Voltando ao pau-brasil, direi que tem folhas semelhantes às do buxo, embora de um verde mais</p><p>claro, e não dá frutos. Quanto ao modo de carregar os navios com essa mercadoria, direi que,</p><p>tanto por causa da dureza, e consequente dificuldade em derrubá-la, como por não existirem</p><p>cavalos, asnos nem outros animais de tiro para transportá-la, é ela arrastada por meio de muitos</p><p>homens; e se os estrangeiros que por aí viajam não fossem ajudados pelos selvagens não</p><p>poderiam nem sequer em um ano carregar um navio de tamanho médio. (LÉRY. In: BRAIK;</p><p>MOTA, 2010, p. 75).</p><p>LÉRY, J. In: BRAICK, P.; MOTA, M. História das cavernas ao terceiro milênio. São Paulo: Moderna, v. 2,</p><p>2010.</p><p>A descrição do viajante francês Jean de Léry refere-se a uma das primeiras atividades</p><p>econômicas do Brasil colonial, cujas características se opunham</p><p>a) ao caráter competitivo e liberal do comércio colonial, dirigido pela Coroa portuguesa e por</p><p>uma rede de funcionários e de instituições controladoras.</p><p>b) às atividades da pecuária, responsáveis pelo povoamento denso e contínuo do litoral da</p><p>colônia.</p><p>c) à economia agroexportadora, baseada no latifúndio e no trabalho escravo, que predominou,</p><p>em grande parte, no litoral da colônia.</p><p>d) à economia gerada pela intensa produção da manufatura urbana, controlada por judeus e</p><p>cristãos novos.</p><p>e) às atividades de mineração da prata, relacionadas ao desmatamento e à desertificação da</p><p>área que integra o planalto central brasileiro.</p><p>Em carta ao rei D. Manuel, Pero Vaz de Caminha narrou os primeiros contatos entre os indígenas</p><p>e os portugueses no Brasil: “Quando eles vieram, o capitão estava com um colar de ouro muito</p><p>grande ao pescoço. Um deles fitou o colar do Capitão, e começou a fazer acenos com a mão em</p><p>direção à terra, e depois para o colar, como se quisesse dizer-nos que havia ouro na terra. Outro</p><p>viu umas contas de rosário, brancas, e acenava para a terra e novamente para as contas e para</p><p>o colar do Capitão, como se dissesse que dariam ouro por aquilo. Isto nós tomávamos nesse</p><p>sentido, por assim o desejarmos! Mas se ele queria dizer que levaria as contas e o colar, isto nós</p><p>não queríamos entender, porque não havíamos de dar-lhe!”</p><p>(Adaptado de Leonardo Arroyo, A carta de Pero Vaz de Caminha. São Paulo: Melhoramentos; Rio de</p><p>Janeiro: INL, 1971, p. 72-74.)</p><p>Esse trecho da carta de Caminha nos permite concluir que o contato entre as culturas indígena</p><p>e europeia foi</p><p>a) favorecido pelo interesse que ambas as partes demonstravam em realizar transações</p><p>comerciais: os indígenas se integrariam ao sistema de colonização, abastecendo as feitorias,</p><p>voltadas ao comércio do pau-brasil, e se miscigenando com os colonizadores.</p><p>Questão 06</p><p>Questão 07</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>b) guiado pelo interesse dos descobridores em explorar a nova terra, principalmente por meio</p><p>da extração de riquezas, interesse que se colocava acima da compreensão da cultura dos</p><p>indígenas, que seria quase dizimada junto com essa população.</p><p>c) facilitado pela docilidade dos indígenas, que se associaram aos descobridores na exploração</p><p>da nova terra, viabilizando um sistema colonial cuja base era a escravização dos povos nativos,</p><p>o que levaria à destruição da sua cultura.</p><p>d) marcado pela necessidade dos colonizadores de obterem matéria-prima para suas indústrias</p><p>e ampliarem o mercado consumidor para sua produção industrial, o que levou à busca por</p><p>colônias e à integração cultural das populações nativas.</p><p>e) totalmente amistoso e baseado em relações trabalhistas regulamentadas por leis e salários.</p><p>“Os índios colhiam voluntariamente o pau-brasil para os portugueses. Em troca, recebiam</p><p>panos, colares de contas de vidro, facas, machados, espelhinhos, nada que custasse muito caro</p><p>em Lisboa. Era um trabalho desgraçado ir para o meio da floresta, cortar árvores e carregar toras</p><p>nas costas até a praia. Tudo isso em troca de bugigangas [...] Você trabalharia tanto em troca</p><p>desses presentinhos? Provavelmente não. Eles não têm muito valor para nós, não é mesmo?</p><p>Então será que os índios foram enganados? [...] Não podemos julgar a sociedade indígena por</p><p>nossos valores atuais ou pelos valores europeus do século XVI (Do mesmo modo que não</p><p>podemos julgar a sociedade europeia da época pelos valores da sociedade de hoje).”</p><p>ETNOCENTRISMO: opressão cultura. In: SCHMIDT, M. Nova história crítica. São Paulo: Nova Geração,</p><p>2004. p. 152.</p><p>Sobre a colonização da América portuguesa e os modos de vida e trabalho dos povos que viviam</p><p>no Brasil antes da chegada dos europeus, assinale a alternativa incorreta:</p><p>a) Os índios cortavam e carregavam o pau-brasil, para os navios portugueses, em troca de</p><p>objetos pouco valorizados na cultura mercantilista europeia.</p><p>b) Podemos afirmar que os índios foram enganados, pois a troca de trabalho pesado por</p><p>bugigangas (facas, machados, chapéus, cunha de ferro, espelhos) era extremamente desigual.</p><p>c) A economia dos índios não pode ser comparada a dos europeus, pois eles não trocavam os</p><p>objetos de acordo com seu preço de produção.</p><p>d) Diferentemente das sociedades pré-colombianas, Astecas, Incas e Maias, as sociedades</p><p>indígenas da América portuguesa não vivenciaram a estratificação social e o desenvolvimento</p><p>urbano.</p><p>e) Não existia um Estado com códigos escritos entre as sociedades indígenas da América</p><p>portuguesa. O cacique, líder das tribos, não centralizava sozinho o poder político.</p><p>Questão 08</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>Na conquista e ocupação das terras brasileiras, o estabelecimento de feitorias constituiu:</p><p>a) limites geográficos das capitanias hereditárias.</p><p>b) entrepostos de trocas feitos pelos primeiros invasores.</p><p>c) necessidades policiadoras da metrópole na exploração do pau-brasil.</p><p>d) primeiras grandes fazendas de cultivo da cana-de-açúcar.</p><p>e) regiões delimitadoras no sertão, para pesquisa aurífera.</p><p>A extração de pau-brasil, embora exercida durante todo o chamado Período Pré-Colonial, não gerou a</p><p>ocupação da terra. Os europeus chegavam aqui, "contratavam" com os índios o fornecimento da</p><p>madeira, carregavam os navios e retornavam à Europa, sem se fixarem no</p><p>território. Os indígenas, que forneciam a mão-de-obra para o corte e carregamento da</p><p>madeira, recebiam em troca de seu trabalho algumas quinquilharias.</p><p>Trata-se do sistema denominado:</p><p>a) Dumping.</p><p>b) Parceria.</p><p>c) Meação.</p><p>d) Escambo.</p><p>e) Bilateralismo.</p><p>Um conjunto de forças e motivos econômicos, políticos e culturais impulsionou a expansão</p><p>comercial e marítima europeia a partir do século XV, o que resultou, entre outras coisas, no</p><p>domínio da África, da Ásia e da América. (Extraído SILVA, 1996)</p><p>O fato que marcou o início da expansão marítima portuguesa foi o (a)</p><p>a) contorno do Cabo da Boa Esperança em 1488.</p><p>b) conquista de Ceuta em 1415.</p><p>c) chegada em Calicute, Índia, em 1498.</p><p>d) ascensão ao trono português de uma nova dinastia, a de Avis, em 1385.</p><p>e) descobrimento do Brasil em 1500.</p><p>Questão 09</p><p>Questão 10</p><p>Questão 11</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>Dentre as características gerais do período pré-colonizador destaca-se:</p><p>a) O grande interesse pela terra, pois as comunidades primitivas do nosso litoral produziam</p><p>excedentes comercializados pela burguesia mercantil portuguesa.</p><p>b) O extermínio de tribos e a escravização dos nativos, efeitos diretos da ocupação com base na</p><p>grande lavoura.</p><p>c) A montagem de estabelecimentos provisórios em diferentes pontos da costa, onde eram</p><p>amontoadas as toras de pau-brasil, para serem enviadas à Europa.</p><p>d) A distribuição de lotes de terras a fidalgos e funcionários do Estado português, copiando-se</p><p>a</p><p>experiência realizada em ilhas do Atlântico.</p><p>e) A implantação da agromanufatura açucareira, iniciada com construção do Engenho do Senhor</p><p>Governador, em 1533, em São Vicente.</p><p>A propósito da expansão marítimo-comercial europeia dos séculos XV e XVI pode-se afirmar que</p><p>a) a igreja católica foi contrária à expansão e não participou da colonização das novas terras.</p><p>b) os altos custos das navegações empobreceram a burguesia mercantil dos países ibéricos.</p><p>c) a centralização política fortaleceu-se com o descobrimento das novas terras.</p><p>d) os europeus pretendiam absorver os princípios religiosos dos povos americanos.</p><p>e) os descobrimentos intensificaram o comércio de especiarias no mar Mediterrâneo.</p><p>Muitos europeus acreditavam que, em direção ao sul, o mar seria habitado por monstros e</p><p>estaria sempre em chamas. Se arriscassem cruzar o oceano Atlântico, à época conhecido como</p><p>mar Tenebroso, iriam se deparar com o fim do mundo. Mesmo assim, os portugueses se</p><p>lançaram às Grandes Navegações, no final do século XV. Considerando:</p><p>I – A Tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos;</p><p>II – A Criação da Companhia das Índias Ocidentais;</p><p>III – A existência de um poder centralizador e de um Estado unificado;</p><p>IV – A descoberta da imensa mina de prata em Potosí pelos lusitanos;</p><p>V – A invenção da bússola pelos portugueses na Escola de Sagres.</p><p>Assinale abaixo a alternativa que apresenta as causas que levaram à Expansão Marítima</p><p>Portuguesa.</p><p>a) I e II</p><p>Questão 12</p><p>Questão 13</p><p>Questão 14</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>Questão 15</p><p>Questão 16</p><p>b) I e III</p><p>c) I, II e III</p><p>d) III e IV</p><p>e) IV e V</p><p>"Os cosmógrafos e navegadores de Portugal e Espanha procuram situar estas costas e ilhas da</p><p>maneira mais conveniente aos seus propósitos. Os espanhóis situam-nas mais para o Oriente,</p><p>de forma a parecer que pertencem ao Imperador (Carlos V); os portugueses, por sua vez, situam-</p><p>nas mais para o Ocidente, pois deste modo entrariam em sua jurisdição." (Carta de Robert</p><p>Thorne, comerciante inglês, ao rei Henrique VIII, em 1527).</p><p>O texto remete diretamente</p><p>a) à competição entre os países europeus retardatários na corrida pelos descobrimentos.</p><p>b) aos esforços dos cartógrafos para mapear com precisão as novas descobertas.</p><p>c) ao duplo papel da marinha da Inglaterra, ao mesmo tempo mercantil e corsária.</p><p>d) às disputas entre países europeus, decorrentes do Tratado de Tordesilhas.</p><p>e) à aliança das duas Coroas ibéricas na exploração marítima.</p><p>Leia o texto a seguir.</p><p>"As armas e os barões assinalados</p><p>Que da Ocidental praia Lusitana,</p><p>Por mares nunca dantes navegados</p><p>Passaram ainda além da Taprobana,</p><p>Em perigos e guerras esforçados</p><p>Mais do que prometia a força humana,</p><p>E entre gente remota edificaram;</p><p>Novo reino, que tanto sublimaram (...)"</p><p>(Trecho de 'Os Lusiadas' de Luís de Camões, 1572)</p><p>Publicado no século XVI, os 'Lusíadas' de Luís de Camões trata-se de uma ode ao pioneirismo</p><p>lusitano no processo de expansão marítima europeia no final do século XIV. Que fatores</p><p>possibilitaram tal pioneirismo português?</p><p>a) A centralização política de Portugal e a aliança entre a nobreza e os setores mercantis.</p><p>b) A vitória sobre a Inglaterra na Guerra dos Cem Anos e a posição geográfica favorável.</p><p>c) A absorção de tecnologias náuticas dos ingleses e o isolamento da nobreza.</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>Questão 18</p><p>d) A dependência portuguesa ao Reino de Castela e o emprego de navegadores holandeses.</p><p>e) A aliança com os comerciantes genoveses e o monopólio português do comércio no Mar</p><p>Mediterrâneo.</p><p>Na primeira metade do século XV, a expansão marítima portuguesa caracterizou-se por duas</p><p>vertentes. A primeira, de aspecto imediatista, foi realizada ao norte do continente africano, e a</p><p>segunda, mais a longo prazo, buscava pontos estratégicos das rotas comerciais com o Oriente.</p><p>Assinale a opção que apresenta os objetivos da coroa portuguesa na primeira e segunda</p><p>vertentes, respectivamente.</p><p>a) Estabelecer bases para suas futuras ações militares e extrair rendas obtidas com a agricultura.</p><p>b) Explorar a cultura do açúcar naquela região e permitir projetar poder militar a longas</p><p>distâncias.</p><p>c) Combater os franceses que invadiram suas colônias na África e estabelecer comércio com os</p><p>holandeses por meio de trocas (escambo).</p><p>d) Fundar uma povoação naquela região e derrotar definitivamente os franceses.</p><p>e) Obter riquezas acumuladas através da prática de pilhagem e criar entrepostos (feitorias)</p><p>controlados pelos comerciantes lusos.</p><p>O Tratado de Tordesilhas, celebrado em 1494 entre as Coroas de Portugal e dois países,</p><p>estabelecia que Espanha, pretendeu resolver as disputas por colônias ultramarinas entre esses</p><p>a) os espanhóis ficariam com todas as terras descobertas até a data de assinatura do Tratado, e</p><p>as terras descobertas depois ficariam com os portugueses.</p><p>b) os domínios espanhóis e portugueses seriam separados por um meridiano estabelecido a 370</p><p>léguas a oeste das ilhas de Cabo Verde.</p><p>c) a Igreja Católica, como patrocinadora do Tratado, arrendaria as terras descobertas pelos</p><p>portugueses e espanhóis nos quinze anos seguintes.</p><p>d) Portugal e Espanha administrariam juntos as terras descobertas, para fazerem frente à</p><p>ameaça colonialista da Inglaterra, da Holanda e da França.</p><p>e) portugueses e espanhóis seriam tolerantes com os costumes e as religiões dos povos que</p><p>habitassem as terras descobertas.</p><p>Questão 17</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>No início do século XIV, a China era a maior potência mundial e empenhava-se intensamente na</p><p>expansão marítima e comercial, chegando à Índia, quase um século antes de Cabral. Os chineses</p><p>estiveram no sul da África Oriental e no Mar Vermelho, enquanto os portugueses mal iniciavam</p><p>sua exploração na costa norte da África. Entretanto, antes de 1440, a expansão marítima chinesa</p><p>estagnou. Aponte, dentre as opções abaixo, aquela que apresenta a causa para o sucesso da</p><p>exploração marítima portuguesa.</p><p>a) O fato de os portugueses não terem desenvolvido tecnologias relacionadas à navegação</p><p>ultramarina não afetou suas ações exploratórias.</p><p>b) Em Portugal, a centralização monárquica só ocorreria no final do Século XIII, sendo este fato</p><p>de pouca influência no processo exploratório dos portugueses além-mar.</p><p>c) As finanças portuguesas não estavam estabilizadas e dificultaram os investimentos</p><p>necessários para os projetos relacionados às navegações, o que fez com que D. Henrique</p><p>procurasse financiamento público com os soberanos espanhóis.</p><p>d) Portugal, apesar da guerra de emancipação política com a Espanha, manteve a busca por</p><p>conhecimento para a consecução das grandes navegações.</p><p>e) Em Portugal, as explorações foram conduzidas com recursos de empresas comerciais privadas</p><p>e apoio governamental.</p><p>Entre os motivos do pioneirismo português nas navegações oceânicas dos séculos XV e XVI,</p><p>podem-se citar</p><p>a) a influência árabe na Península Ibérica e a parceria com os comerciantes genoveses e</p><p>venezianos.</p><p>b) a centralização monárquica e o desenvolvimento de conhecimentos cartográficos e</p><p>astronômicos</p><p>c) a superação do mito do abismo do mar e o apoio financeiro e tecnológico britânico.</p><p>d) o avanço das ideias iluministas e a defesa do livre-comércio entre as nações.</p><p>e) o fim do interesse europeu pelas especiarias e a busca de formas de conservação dos</p><p>alimentos.</p><p>Questão 20</p><p>Questão 19</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>Questão 21</p><p>Questão 22</p><p>O início da colonização portuguesa no Brasil, no chamado período “pré-colonial” (1500-1530),</p><p>foi marcado pelo (a):</p><p>a) Envio de expedições exploratórias do litoral e pelo escambo do pau-brasil.</p><p>b) Plantio e exploração do pau-Brasil, associado ao tráfico africano.</p><p>c) Deslocamento, para a América, da estrutura administrativa e militar já experimentada no</p><p>Oriente.</p><p>d) Fixação de grupos missionários de várias Ordens religiosas para catequizar os indígenas.</p><p>e) Implantação da lavoura canavieira, apoiada em capitais holandeses.</p><p>As feitorias portuguesas no Novo Mundo foram formas de assegurar, aos conquistadores, as</p><p>terras descobertas.</p><p>Sobre essas feitorias, é correto afirmar que:</p><p>a) A feitoria foi uma forma de colonização, empregada por portugueses na África, na Ásia e no</p><p>Brasil, com pleno êxito para a atividade agrícola.</p><p>b) As feitorias substituíram as capitanias hereditárias durante o Governo Geral de Mem de Sá,</p><p>como proposta mais moderna de administração colonial.</p><p>c) As feitorias foram estabelecimentos fundados por portugueses no litoral das terras</p><p>conquistadas e serviam para armazenamento de produtos da terra, que deveriam seguir para o</p><p>mercado europeu.</p><p>d) Tanto as feitorias portuguesas fundadas ao longo do litoral brasileiro quanto as fundadas nas</p><p>Índias tinham idêntico caráter: a presença do Estado português e a ausência de interesses de</p><p>particulares.</p><p>e) O êxito das feitorias afastou a presença de corsários franceses e estimulou a criação das</p><p>capitanias hereditárias.</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>Questão 23</p><p>Questão 24</p><p>Questão 25</p><p>Em 1519, os navegadores Fernão de Magalhães e Sebastião del Cano partiram de Cádiz, na</p><p>Espanha, para uma viagem que entraria para a história por</p><p>a) estabelecer um caminho terrestre para as Índias ocidentais.</p><p>b) descobrir uma rota segura para atravessar o Polo Norte.</p><p>c) comprovar o formato esférico do planeta Terra.</p><p>d) desbravar o canal do Panamá.</p><p>e) explorar o istmo de Suez.</p><p>“O período compreendido entre 1500 e 1530, data da expedição de Martim Afonso de Sousa ao</p><p>Brasil, é denominado, pela historiografia tradicional, como pré-colonial ou de colonização de</p><p>feitorias. Na verdade, Portugal auferia enormes lucros decorrentes da carreira das Índias e da</p><p>exploração do litoral africano, não dispondo, assim, a transferir recursos, homens e navios para</p><p>a ocupação da Nova Terra.”</p><p>(Francisco Carlos Teixeira)</p><p>Com base no texto acima e em seus conhecimentos, é correto afirmar que os principais</p><p>obstáculos para o início da colonização efetiva do Brasil foram:</p><p>a) O interesse dos portugueses pelo povoamento e exploração das ilhas do Caribe.</p><p>b) A tentativa de Portugal em conquistar, no referido período, as terras que os espanhóis</p><p>possuíam no México.</p><p>c) Os lucros bem mais elevados proporcionados pelo Império Asiático português e o tráfico de</p><p>escravos, em relação ao sistema de feitorias.</p><p>d) O interesse dos comerciantes portugueses em organizar o tráfico internacional de escravos</p><p>indianos naquele momento.</p><p>e) Os levantes coletivos dos índios impedindo, no referido período, a colonização do Brasil.</p><p>No século XV, o lucrativo comércio das especiarias - artigos de luxo - era praticamente</p><p>monopolizado pelas cidades europeias de</p><p>a) Paris e Flandres.</p><p>b) Londres e Hamburgo.</p><p>c) Gênova e Veneza.</p><p>d) Constantinopla e Berlim.</p><p>e) Lisboa e Madri.</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>Questão 26</p><p>Mar português</p><p>Ó mar salgado, quanto do teu sal</p><p>São lágrimas de Portugal!</p><p>Por te cruzarmos, quantas mães choraram,</p><p>Quantos filhos em vão rezaram!</p><p>Quantas noivas ficaram por casar</p><p>Para que fosses nosso, ó mar!</p><p>Valeu a pena? Tudo vale a pena</p><p>Se a alma não é pequena.</p><p>Quem quer passar além do Bojador</p><p>Tem que passar além da dor.</p><p>Deus ao mar o perigo e o abismo deu,</p><p>Mas nele espelhou o céu</p><p>PESSOA, Fernando. Mensagem. In: Obra poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1986.</p><p>O poema de Fernando Pessoa refere-se à expansão marítima portuguesa. Nele, o poeta enfatiza</p><p>a) os custos humanos que a empreitada marítima legou a Portugal e a coragem desse povo em</p><p>se aventurar no desconhecido.</p><p>b) as riquezas que as novas colônias da América produziam e sua importância para a economia</p><p>portuguesa.</p><p>c) a necessidade de se contornar a África e criar uma nova rota marítima para o comércio com</p><p>as Índias.</p><p>d) a diversidade cultural portuguesa e sua influência sobre os povos colonizados nas novas</p><p>terras.</p><p>e) o avanço tecnológico naval português em comparação ao de outros povos europeus.</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>Questão 27</p><p>Questão 28</p><p>Sobre o expansionismo ibérico, no século XV, é correto afirmar que:</p><p>01. Portugal foi pioneiro na expansão ultramarina, pois tinha um grupo mercantil forte e</p><p>enriquecido que dominava a tecnologia náutica.</p><p>02. Calicute, no Marrocos, foi a primeira cidade conquistada pelos portugueses na África.</p><p>04. Na Espanha e em Portugal, as viagens ultramarinas eram organizadas pelos governos e por</p><p>companhias de comércio com o objetivo de obter metais preciosos e produtos orientais,</p><p>particularmente as especiarias.</p><p>08. São características comuns das práticas mercantilistas adotadas pelos países europeus a</p><p>intervenção do estado na economia, a busca da balança comercial favorável, o metalismo e a</p><p>proteção alfandegária, visando o fortalecimento do estado e o aumento da riqueza nacional.</p><p>16. A Igreja Católica se pronunciou contra a expansão ultramarina, pois não julgava correto a</p><p>catequização dos povos conquistados.</p><p>A soma das corretas é:</p><p>a) 16</p><p>b) 12</p><p>c) 06</p><p>d) 13</p><p>e) 07</p><p>O principal objetivo dos países pioneiros na Expansão Marítima foi</p><p>a) buscar novas rotas comerciais em direção à Ásia.</p><p>b) converter os povos nativos da América ao cristianismo.</p><p>c) encontrar metais preciosos no continente asiático.</p><p>d) escoar o excedente populacional europeu para a América.</p><p>e) ampliar a influência global da nobreza europeia.</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>Questão 29</p><p>Questão 30</p><p>Sobre as relações entre os reinos ibéricos e a expansão ultramarina, é correto afirmar que a</p><p>a) centralização do poder no reino português só ocorreu após a vitória contra os muçulmanos</p><p>na guerra de Reconquista, o que garantiu o estabelecimento de alianças diplomáticas com os</p><p>demais reinos ibéricos, condição para sanar a crise do feudalismo por meio da expansão</p><p>ultramarina.</p><p>b) guerra de Reconquista teve papel importante na organização do Estado português, uma vez</p><p>que reforçou o poder do rei como chefe político e militar, garantindo a centralização do poder,</p><p>requisito para mobilizar recursos a fim de bancar a expansão marítima e comercial.</p><p>c) canalização de recursos, organizada pelo Estado português para a expansão ultramarina, só</p><p>foi possível com a preciosa ajuda do capital dos demais reinos da península Ibérica na guerra de</p><p>Reconquista, interessados em expulsar o invasor muçulmano que havia fechado o rentável</p><p>comércio no Mediterrâneo.</p><p>d) expansão marítima e comercial precisou de recursos promovidos pelo reino português, ainda</p><p>não unificado, que usou a guerra de Reconquista para garantir a sua unificação política contra</p><p>os demais reinos ibéricos, que lutavam ao lado dos muçulmanos como forma de impedir o</p><p>fortalecimento do futuro Estado luso.</p><p>e) vitória do reino de Portugal contra os muçulmanos foi garantida pela ajuda militar e financeira</p><p>do Estado espanhol, já unificado, o que permitiu também a expansão marítima e</p><p>comercial,</p><p>condição essencial para o fim da crise do feudalismo na Europa Ocidental.</p><p>As caravelas foram um grande avanço tecnológico no final do século XV. Graças a elas, foi</p><p>possível realizar viagens de longa distância de forma eficiente. Centenas de homens</p><p>embarcaram nas caravelas dos descobrimentos. Alguns buscavam enriquecimento rápido,</p><p>outros, oportunidade de difundir a fé em Cristo. Estes homens eram atraídos pela aventura,</p><p>porém as surpresas nem sempre eram agradáveis. Nas embarcações, proliferavam doenças e a</p><p>alimentação era precária.</p><p>(Revista de História da Biblioteca Nacional, setembro de 2012, p.22-25. Adaptado)</p><p>Sobre a época descrita no texto e considerando as informações apresentadas, é correto afirmar</p><p>que as viagens nas caravelas</p><p>a) foram realizadas no contexto da expansão do mercantilismo europeu, visando também à</p><p>ampliação do catolicismo.</p><p>b) não pretendiam descobrir novos territórios, apenas estabelecer rotas para aventureiros e</p><p>marginalizados da sociedade.</p><p>c) tinham como principal objetivo retirar as populações muçulmanas da Península Ibérica, após</p><p>as Guerras de Reconquista.</p><p>d) eram feitas em condições precárias, pois eram clandestinas, ou seja, eram realizadas sem o</p><p>consentimento das Coroas europeias.</p><p>e) não ocorriam em condições apropriadas, embora a maior parte dos tripulantes das caravelas</p><p>pertencesse à nobreza feudal.</p><p>Estas questões caíram nas principais provas do Brasil.</p><p>Alicerces da História @alicercesdahistoria</p><p>1 A 11 D 21 A</p><p>2 A 12 C 22 C</p><p>3 B 13 C 23 C</p><p>4 A 14 B 24 C</p><p>5 A 15 D 25 C</p><p>6 C 16 A 26 A</p><p>7 B 17 E 27 D</p><p>8 B 18 B 28 A</p><p>9 B 19 E 29 B</p><p>10 D 20 B 30 A</p><p>Gabarito</p>