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<p>Pencil</p><p>Pencil</p><p>Note</p><p>pq os protestantes foram mais amigáveis em relação às ciências</p><p>Pencil</p><p>Pencil</p><p>Note</p><p>união do livro da salvação com o livro da natureza</p><p>Pencil</p><p>Note</p><p>resumo da teologia voluntarista</p><p>Sumário</p><p>Sobre os autores</p><p>Introdução</p><p>A dimensão histórica</p><p>Relações conteporâneas</p><p>Perspectivas Filosóficas</p><p>PARTE I INTERAÇÕES HISTÓRICAS</p><p>1 O destino da ciência na cristandade patrística e medieval</p><p>O Período Patrístico: Cristianismo e a Tradição Clássica</p><p>A tradição dos monastérios ao renascimento carolíngio</p><p>O renascimento do século XII e a reforma da educação</p><p>Ciência e religião nas universidades</p><p>Conquistas ciêntíficas medievais</p><p>Posfácio</p><p>2 A Religião e a Revolução Científica</p><p>Instituições religiosas e a ciência</p><p>Filósofos naturais como teólogos</p><p>Uma teoria geral da religião e o surgimento da ciência: O protestantismo e a ciência</p><p>Teologias voluntarista e intelectualista e empirismo versus racionalismo</p><p>A teologia da antropologia pós-Queda de Adão e a ciência empírica</p><p>Descartes, teólogo, e as leis da natureza</p><p>Teologia natural, deísmo e além</p><p>3 A teologia natural e as ciências</p><p>A nova filosofia e o surgimento da teologia natural</p><p>Razão e religião no iluminismo</p><p>Ciência e desígno na era das revoluções</p><p>Teologia natural e naturalismo na época de Darwin</p><p>Epílogo: a teologia natural na época professional</p><p>4 Reações religiosas ao darwinismo</p><p>Primeiras respostas</p><p>O darwinismo considerado não-ciêntífico</p><p>Darwinismo e a origem da espécie humana</p><p>Da metafísica naturalista à respeitabilidade científica</p><p>Evolucionismo e o colapso do consenso</p><p>Novos padões ermegentes no século XX</p><p>5 Ciência e Secularização</p><p>A plausibilidade de uma visão paradigmática</p><p>Em direção à crítica do paradigma</p><p>O surgimento da descrença</p><p>A religião na sociedade</p><p>Secularização - uma terceira dimensão</p><p>Um padrão irônico muito difundido</p><p>PARTE II Religião e ciência conteporânea</p><p>6 Criacionismo cietífico e Design Inteligente</p><p>Criação e criacionismo</p><p>Criacionismo organizado</p><p>O renascimento criacionista</p><p>O Design Inteligente</p><p>Em todo mundo</p><p>7 A evolução e a inevitabilidade da vida inteligente</p><p>O que é inerente a evolução?</p><p>A evolução como ferramenta de busca</p><p>O caminho para humanidade</p><p>Então o quão naturais somos nós?</p><p>8 Deus a física e o Big-bang</p><p>O Big-bang, a cosmologia quântica e a emergência da era de planck</p><p>Deus e a física: a compatibilidade da criação com o Big-bang</p><p>Um universo improvável: ajuste fino, Deus e multiversos</p><p>A interação da cosmologia e da teologia</p><p>9 Psicologia e a teologia</p><p>Desafios teológicos ao reducionismo na psicologia</p><p>O enriquecimento teológico da psicologia</p><p>Contribuições psicológicas para a teologia</p><p>As perspectivas teológicas e psicológicas da religião</p><p>Objetividade e subjetividade</p><p>10 Ciência, bioética e religião</p><p>A emergência do debate bioético público</p><p>A marginalização da teologia na bioética pública</p><p>A mudança em direção à influência pública</p><p>Reemergências religiosas na bioética pública</p><p>Implicações</p><p>PARTE III Perspectivas filosóficas</p><p>11 Ateísmo, naturalismo e ciência: três em um?</p><p>Conflito</p><p>Independência</p><p>Interação</p><p>Naturalismo</p><p>Explicações</p><p>12 Ação divina, ermegência e explicação científica</p><p>O reducionismo e a explicação científica</p><p>Emergência e a causação descendente</p><p>A liberdade humana</p><p>A ação divina e a integridade da natureza</p><p>13 Ciência, Deus e o propósito cósmico</p><p>Pessimismo cósmico</p><p>O significado da informação</p><p>O pessimismo cósmico e a nova cosmologia</p><p>A beleza disso tudo</p><p>14 Meios de Relacionar a ciência e a Religião</p><p>Quatro modelos para ciência-religião</p><p>As versões reformadoras e de apaoio do modelo de reconciliação</p><p>Fatores complicadores</p><p>Modelos de reconciliação conservador, tradicional, liberal e construtivista</p><p>Visões de ciência</p><p>Dois outros fatores complicadores</p><p>Guia para outras leituras</p><p>Tópicos não abordados neste livro</p><p>Índice Remissivo</p>

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