Prévia do material em texto
<p>MÉTODOS E TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO CINÉTICO FUNCIONAL</p><p>Profª. Msc. ANA LUIZA REZENDE NABHAN</p><p>1</p><p>OBJETIVOS DA DISCIPLINA</p><p>Estudar meios e técnicas utilizadas pelo fisioterapeuta durante a avaliação do paciente;</p><p>Identificar os principais termos utilizados por fisioterapeutas;</p><p>Aprender a estabelecer Relação Fisioterapeuta – Paciente;</p><p>Aprender traçar um plano de tratamento eficaz e exclusivo para cada paciente (individualizado);</p><p>Aprender a definir a conduta empregada no tratamento</p><p>(INICIO / FIM);</p><p>2</p><p>3</p><p>O QUE É SEMIOLOGIA?</p><p>Etimologia: “sêmeion” – sinal/signo</p><p>“logos” – estudo/ciência</p><p>- Semiologia Médica: é a parte da medicina que estuda sinais e sintomas das doenças,</p><p>- Semiologia Fisioterapia: envolve um conjunto de conhecimentos e habilidades que auxiliam o Fisioterapeuta a conhecer, identificar e acompanhar o estado geral de saúde e as condições clínicas mais específicas do paciente, e desta forma estabelecer a melhor estratégia de cuidado.</p><p>ARTE DE EXAMINAR</p><p>SINAIS</p><p>SINTOMAS</p><p>sEMIOLOGIA</p><p>4</p><p>É tudo aquilo que podemos observar no paciente através dos nossos sentidos</p><p>visão / audição / tato</p><p>Exemplos : sudorese, edema, claudicação de marcha...</p><p>sinais</p><p>5</p><p>Queixas</p><p>Relativo à(s) doença(s)</p><p>Dados subjetivos</p><p>sintomas</p><p>AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA</p><p>Anamnese</p><p>Avaliação Clínico - Funcional</p><p>Inspeção</p><p>Identificação</p><p>História Clínica</p><p>Palpação</p><p>Avaliação Músculo-esquelético</p><p>Avaliação Postural</p><p>Avaliação Marcha</p><p>Avaliação Funcional</p><p>Diagnóstico Funcional</p><p>Objetivos</p><p>Conduta Fisioterapêutica</p><p>SEMIOLOGIA</p><p>7</p><p>COMPOSIÇÃO DA SEMIOLOGIA</p><p>Identificação</p><p>Nome</p><p>Idade</p><p>Sexo</p><p>Raça / Cor</p><p>Estado Civil</p><p>Naturalidade</p><p>Profissão</p><p>“ é o ato pelo qual se estabelece a identidade de uma pessoa ou de alguma coisa pela presença dos atributos que a caracterizam.”</p><p>Identificação</p><p>História Clínica</p><p>8</p><p>Aquilo que o paciente narra</p><p>Queixa Principal</p><p>H.D.P – História da Doença Pregressa</p><p>H.D.A. – História da Doença Atual</p><p>H.F. – História Familiar</p><p>H.S. – História Social (Atividades de Vida Diária)</p><p>Espécie de relatório que reúne, num só local, principais queixas do paciente, doenças atuais e pregressas, enfermidades presentes na família, hábitos de vida e de trabalho.</p><p>História Clínica</p><p>Anamnese</p><p>COMPOSIÇÃO DA SEMIOLOGIA</p><p>9</p><p>Exames Complementares</p><p>1987 – resolução COFFITO nº 80/87</p><p>Artigo 3º - O fisioterapeuta é profissional competente para buscar todas as informações que julgar necessárias no acompanhamento evolutivo do tratamento do paciente sob sua responsabilidade, recorrendo a outros profissionais da Equipe de Saúde, através de solicitação de laudos técnicos especializados, como resultados dos exames complementares, a eles inerentes.</p><p>Código de Ética e Deontologia estabelece que os profissionais devem utilizar todos os conhecimentos técnico-científicos a seu alcance para promover a saúde. Além disso, devem prevenir condições que possam prejudicar a qualidade de vida dos pacientes.</p><p>Ressonância Magnética</p><p>Tomografia Computadorizada</p><p>Radiografia (RX)</p><p>Ultrassonografia</p><p>História Clínica</p><p>Exames Complementares</p><p>COMPOSIÇÃO DA SEMIOLOGIA</p><p>10</p><p>IDENTIFICAÇÃO</p><p>NOME</p><p>IDADE</p><p>SEXO : feminino / masculino</p><p>RAÇA /COR</p><p>- IBGE – o cidadão é quem indica qual a sua classificação</p><p>- branco / parto / preto / amarelo / indígena</p><p>ESTADO CIVIL: solteiro(a) / casado (a) / separado (a)</p><p>divorciado (a) / viúvo (a)</p><p>NATURALIDADE: cidade e estado de nascimento</p><p>PROFISSÃO</p><p>11</p><p>ANAMNÉSIS = LEMBRANÇA</p><p>Diálogo/ Entrevista entre profissional de saúde e o paciente / familiar, com o objetivo de faze-lo “lembra” de situações ou fatos relacionados a sua doença ou ao motivo que o levou a procurar ajuda profissional.</p><p>fundamental para o diagnóstico correto.</p><p>ANAMNESE</p><p>História Clínica / Exame Clínico</p><p>Queixa Principal</p><p>H.D.P – História da Doença Pregressa</p><p>H.D.A. – História da Doença Atual</p><p>H.F. – História Familiar</p><p>H.S. – História Social (hábitos de vida / atividades de vida diária )</p><p>Cerca de 80 % dos diagnósticos são realizados</p><p>baseados nessa parte do exame, um dos pilares da</p><p>história clínica do paciente.</p><p>COMPOSIÇÃO DA ANAMNESE</p><p>13</p><p>Transcrição exatamente como o relato do paciente.</p><p>Exemplos: dor na perna, dificuldade para andar, tontura, falta de ar, cansaço, dor no corpo no final do dia...</p><p>Professor: Emerson Melo</p><p>A anamnese ou história clínica constitui a base para o</p><p>diagnóstico e tratamento do paciente. Considerando a</p><p>própria etimologia da palavra que significa recordação, só</p><p>poderá ser construída pelo paciente, com o médico tendo o</p><p>papel de orientar</p><p>QUEIXA PRINCIPAL</p><p>14</p><p>História da patologia conforme a semiologia;</p><p>Ordem cronológica;</p><p>quando iniciou a doença / sintoma;</p><p>grau de intensidade;</p><p>houve irradiação para outro local?</p><p>o que isso ocasionou na funcionalidade e na vida social;</p><p>qual período do dia a queixa se agrava;</p><p>HISTÓRIA DA DOENÇA PREGRESSA - HDP</p><p>15</p><p>Consiste em fazer um levantamento da evolução da patologia:</p><p>Evolução ao longo do tempo, modificações observadas, novos sintomas;</p><p>Estado atual;</p><p>Detalhamento do sintoma:</p><p>- tipo do sintoma;</p><p>- fatores agravantes ou de alívio;</p><p>- localização exata, intensidade, frequência, duração, ritmo;</p><p>- crises e períodos críticos: o que acontece em cada um deles;</p><p>HISTÓRIA DA DOENÇA ATUAL - HDA</p><p>16</p><p>Perguntar ao paciente sobre algumas doenças que ele e/ou familiares foram acometidos nos anos anteriores.</p><p>Deve-se iniciar pelas doenças que foram acometidas na infância e depois as que foram acometidas recentemente.</p><p>HISTÓRIA FAMILIAR</p><p>17</p><p>Repercussões objetivas sobre a vida do paciente:</p><p>quanto a sua autonomia,</p><p>convívio familiar,</p><p>atividades laborais e na sociedade (lazer, prazer, atividades da vida diária ( AVDs);</p><p>Hábitos de Vida e Condições Sócio-Econômicas:</p><p>aspectos de sua vida diária como: alimentação(tipo, quantidade), habitação(local, tipo), ocupação atual e anterior, atividades físicas(sedentarismo, atleta, frequência, intensidade), vícios(álcool, fumo, drogas ilícitas), condições culturais e escolaridade...</p><p>HISTÓRIA social</p><p>os itens contidos em uma anamnese variam segundo a idade, o gênero e a enfermidade do paciente, a especialidade clínica, o tempo disponível e os objetivos da consulta;</p><p>é possível fazer uma seleção dos itens necessários para o seu tratamento;</p><p>as formas de questionar o paciente sobre os sintomas, devem ser observadas;</p><p>elabore o seu próprio roteiro, sucinto, para você se orientar nos seus atendimentos;</p><p>19</p><p>Frequência Cardíaca (FC)</p><p>Pressão Arterial (PA)</p><p>Temperatura ***</p><p>Frequência Respiratória (FR)</p><p>Saturação de Oxigênio (SatO2)</p><p>Ausculta Pulmonar</p><p>AVALIAÇÃO CARDIO-PULMONAR</p><p>Medidas corporais básicas do corpo humano e essências para o seu funcionamento;</p><p>Sinais vitais</p><p>20</p><p>Pulsação Número de vezes que o coração bate</p><p>Frequência cardíaca</p><p>- conte o pulso por 60 segundos;</p><p>- ao contar, não observe o relógio continuamente, mas concentre-se nas batidas do pulso</p><p>Frequência cardíaca - fc</p><p>21</p><p>A Frequência Respiratória deve ser monitorizada imediatamente após a avaliação do pulso;</p><p>Mantenha os dedos sobre a artéria carotídea;</p><p>Conte o número de incursões respiratórias, observando a elevação e o abaixamento da caixa torácica;</p><p>Avalie a frequência: conte o número de incursões em 30 segundos e multiplique por 2.</p><p>Frequência respiratória - fr</p><p>Terminologia:</p><p>Eupneia: respiração normal</p><p>Dispnéia: respiração difícil ou curta</p><p>Bradpnéia: respiração com ritmo inferior ao pretendido</p><p>Taquipnéia: respiração com ritmo superior ao pretendido</p><p>Frequência respiratória - fr</p><p>23</p><p>É a pressão que o sangue exerce sobre as paredes das artérias.</p><p>PA depende:</p><p>da força da contração do coração,</p><p>da quantidade de sangue</p><p>da resistência das paredes dos vasos.</p><p>Pressão arterial - pa</p><p>24</p><p>Mensuração da temperatura corporal;</p><p>Utilização de um termômetro;</p><p>Escolha das vias de mensuração mais adequadas (axilar, oral, retal), de acordo com as particularidades do paciente, do tipo de aparelho disponível e o emprego da técnica correta.</p><p>temperatura</p><p>25</p><p>Materiais necessários</p><p>para disciplina</p><p>ESTETOSCÓPIO + ESFIGMOMANOMETRO</p><p>RELÓGIO ANALÓGICO</p><p>OXIMETRO</p><p>FITA MÉTRICA</p><p>GONIÔMETRO</p><p>MARTELO DE REFLEXO</p><p>ROUPA PARA PRÁTICA</p><p>27</p><p>image2.png</p><p>image3.jpeg</p><p>image4.gif</p><p>image5.gif</p><p>image6.jpeg</p><p>image7.png</p><p>image8.jpeg</p><p>image9.png</p><p>image10.jpeg</p><p>image11.jpeg</p><p>image12.gif</p><p>image13.jpeg</p><p>image14.png</p><p>image15.jpeg</p><p>image16.gif</p><p>image17.png</p><p>image18.jpeg</p><p>image19.jpeg</p><p>image20.jpeg</p><p>image28.jpeg</p><p>image29.png</p><p>image21.jpeg</p><p>image22.jpeg</p><p>image23.png</p><p>image24.jpeg</p><p>image25.jpeg</p><p>image26.png</p><p>image27.jpeg</p>