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Apostila de questões para Colégio Militar (1º ano do Ensino Médio) com questões de Língua Portuguesa das edições 2018–2020; contém itens de múltipla escolha sobre interpretação e gramática, orientações do SAC e o contato professores@maxieduca.com.br

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Re Lara

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Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

sentidos possíveis para a fala da linha, acima citada.
A) A agulha apresenta defeito físico.
B) A agulha normalmente não se fixa em nada na vida.
C) Há uma crítica à pouca importância da agulha, diferentemente do alfinete.
D) A agulha não tem atributos com que se destacar.
E) Como não tem cabeça, a agulha não tem inteligência ou juízo.

Caindo o sol, a costureira dobrou a costura... (linhas 29 e 30) A oração sublinhada acima tem valor
A) condicional.
B) concessivo.
C) proporcional.
D) temporal.
E) comparativo.

Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária! (linha 43) A respeito do trecho acima, assinale a afirmativa correta.
A) Trata-se de período composto por duas orações.
B) Trata-se de frase, mas não período.
C) Trata-se de um período simples.
D) Além de frase, é um período composto por coordenação.
E) É caso de período, mas não de frase.

Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. (linhas 21 e 22) A respeito do trecho sublinhado acima, assinale a afirmativa correta.
A) A sequência de ações é composta por orações coordenadas assindéticas.
B) Ocorre uma sequência de orações subordinadas.
C) A sequência de orações é de coordenadas sindéticas aditivas.
D) Há quatro orações coordenadas assindéticas e uma sindética.
E) As orações se intercalam entre coordenadas e subordinadas.

O VOLUME (V) de água contido na caixa d’água relaciona-se com o HORÁRIO (T) em que o registro foi feito conforme a função do 2° grau. Com base nessa função, pode-se concluir que o volume de água na caixa atingirá o valor de 170,97 litros pela primeira vez às

A) 9 horas e 36 minutos.
B) 9 horas e 42 minutos.
C) 9 horas e 48 minutos.
D) 9 horas e 50 minutos.
E) 9 horas e 54 minutos.

Existe um valor para x que faz com que a expressão a seguir seja verdadeira. A soma dos algarismos de x é

A) 15.
B) 8.
C) 7.
D) 5.
E) 3.

O PIB per capita corresponde à soma de todos os bens de uma região (país, estado, etc.) e indica o quão desenvolvido essa região é. De acordo com dados do IBGE, de 2010 a 2016, o PIB per capita na cidade de Salvador aumentou, como se pode observar no gráfico a seguir. A média do PIB per capita no período apresentado está entre

A) 18.100,00 e 18.200,00.
B) 18.200,00 e 18.300,00.
C) 18.300,00 e 18.400,00.
D) 18.400,00 e 18.500,00.
E) 18.500,00 e 18.600,00.

A figura a seguir ilustra um compasso cujas hastes AB e BD medem (6 – 3√2) decímetros de comprimento. Uma das hastes possui uma articulação C que permite aumentar o alcance do compasso. Uma possível configuração do compasso é apresentada a seguir. Se os ângulos DAB , ABC e CDA medem, respectivamente, 60°, 75° e 90°, então o comprimento CD vale

A) 3√3 + 3√2.
B) 3√3 + 3√2.
C) 3√2 + 2√3.
D) 3√2 + 2√3.
E) 2√3 + 2√2.

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Questões resolvidas

sentidos possíveis para a fala da linha, acima citada.
A) A agulha apresenta defeito físico.
B) A agulha normalmente não se fixa em nada na vida.
C) Há uma crítica à pouca importância da agulha, diferentemente do alfinete.
D) A agulha não tem atributos com que se destacar.
E) Como não tem cabeça, a agulha não tem inteligência ou juízo.

Caindo o sol, a costureira dobrou a costura... (linhas 29 e 30) A oração sublinhada acima tem valor
A) condicional.
B) concessivo.
C) proporcional.
D) temporal.
E) comparativo.

Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária! (linha 43) A respeito do trecho acima, assinale a afirmativa correta.
A) Trata-se de período composto por duas orações.
B) Trata-se de frase, mas não período.
C) Trata-se de um período simples.
D) Além de frase, é um período composto por coordenação.
E) É caso de período, mas não de frase.

Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. (linhas 21 e 22) A respeito do trecho sublinhado acima, assinale a afirmativa correta.
A) A sequência de ações é composta por orações coordenadas assindéticas.
B) Ocorre uma sequência de orações subordinadas.
C) A sequência de orações é de coordenadas sindéticas aditivas.
D) Há quatro orações coordenadas assindéticas e uma sindética.
E) As orações se intercalam entre coordenadas e subordinadas.

O VOLUME (V) de água contido na caixa d’água relaciona-se com o HORÁRIO (T) em que o registro foi feito conforme a função do 2° grau. Com base nessa função, pode-se concluir que o volume de água na caixa atingirá o valor de 170,97 litros pela primeira vez às

A) 9 horas e 36 minutos.
B) 9 horas e 42 minutos.
C) 9 horas e 48 minutos.
D) 9 horas e 50 minutos.
E) 9 horas e 54 minutos.

Existe um valor para x que faz com que a expressão a seguir seja verdadeira. A soma dos algarismos de x é

A) 15.
B) 8.
C) 7.
D) 5.
E) 3.

O PIB per capita corresponde à soma de todos os bens de uma região (país, estado, etc.) e indica o quão desenvolvido essa região é. De acordo com dados do IBGE, de 2010 a 2016, o PIB per capita na cidade de Salvador aumentou, como se pode observar no gráfico a seguir. A média do PIB per capita no período apresentado está entre

A) 18.100,00 e 18.200,00.
B) 18.200,00 e 18.300,00.
C) 18.300,00 e 18.400,00.
D) 18.400,00 e 18.500,00.
E) 18.500,00 e 18.600,00.

A figura a seguir ilustra um compasso cujas hastes AB e BD medem (6 – 3√2) decímetros de comprimento. Uma das hastes possui uma articulação C que permite aumentar o alcance do compasso. Uma possível configuração do compasso é apresentada a seguir. Se os ângulos DAB , ABC e CDA medem, respectivamente, 60°, 75° e 90°, então o comprimento CD vale

A) 3√3 + 3√2.
B) 3√3 + 3√2.
C) 3√2 + 2√3.
D) 3√2 + 2√3.
E) 2√3 + 2√2.

Prévia do material em texto

<p>1</p><p>QU</p><p>ES</p><p>TÕ</p><p>ES</p><p>Colégio Militar</p><p>1º ano do Ensino Médio</p><p>QUESTÕES</p><p>2020 .................................................................................................................................... 1</p><p>2018 .................................................................................................................................. 13</p><p>2019 .................................................................................................................................. 30</p><p>2020 .................................................................................................................................. 47</p><p>Olá Concurseiro, tudo bem?</p><p>Sabemos que estudar para concurso público não é tarefa fácil, mas acreditamos na sua</p><p>dedicação e por isso elaboramos nossa apostila com todo cuidado e nos exatos termos do</p><p>edital, para que você não estude assuntos desnecessários e nem perca tempo buscando</p><p>conteúdos faltantes. Somando sua dedicação aos nossos cuidados, esperamos que você tenha</p><p>uma ótima experiência de estudo e que consiga a tão almejada aprovação.</p><p>Pensando em auxiliar seus estudos e aprimorar nosso material, disponibilizamos o e-mail</p><p>professores@maxieduca.com.br para que possa mandar suas dúvidas, sugestões ou</p><p>questionamentos sobre o conteúdo da apostila. Todos e-mails que chegam até nós, passam</p><p>por uma triagem e são direcionados aos tutores da matéria em questão. Para o maior</p><p>aproveitamento do Sistema de Atendimento ao Concurseiro (SAC) liste os seguintes itens:</p><p>01. Apostila (concurso e cargo);</p><p>02. Disciplina (matéria);</p><p>03. Número da página onde se encontra a dúvida; e</p><p>04. Qual a dúvida.</p><p>Caso existam dúvidas em disciplinas diferentes, por favor, encaminhar em e-mails</p><p>separados, pois facilita e agiliza o processo de envio para o tutor responsável, lembrando que</p><p>teremos até cinco dias úteis para respondê-lo(a).</p><p>Não esqueça de mandar um feedback e nos contar quando for aprovado!</p><p>Bons estudos e conte sempre conosco!</p><p>1</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>1. O texto 1 se classifica como</p><p>A) dissertativo expositivo.</p><p>B) narrativo, modalidade conto.</p><p>C) dissertativo argumentativo.</p><p>D) descritivo.</p><p>E) narrativo, modalidade notícia.</p><p>2020</p><p>2</p><p>2. Na linha 41, a oração “onde me espetam” tem valor</p><p>A) substantivo.</p><p>B) adjetivo.</p><p>C) adverbial.</p><p>D) interjetivo.</p><p>E) pronominal.</p><p>3. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno... (linha 18)</p><p>A segunda oração do trecho acima se classifica como</p><p>A) oração subordinada substantiva predicativa.</p><p>B) oração subordinada substantiva subjetiva.</p><p>C) oração subordinada adjetiva restritiva.</p><p>D) oração subordinada adverbial consecutiva.</p><p>E) oração subordinada adjetiva explicativa.</p><p>4. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto</p><p>necessário. (linhas 32 e 33)</p><p>De acordo com a análise do trecho acima, assinale a afirmativa correta.</p><p>A) Ocorre um exemplo de mesóclise.</p><p>B) Há um erro de emprego de acento grave indicativo de crase.</p><p>C) A próclise se justifica pela presença da conjunção.</p><p>D) Das ocorrências da palavra A, duas são preposições.</p><p>E) A ênclise ocorre com um verbo no infinitivo.</p><p>5. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e altiva como quem sabe o que faz,</p><p>e não está para ouvir palavras loucas. (linhas 27 e 28)</p><p>É correto afirmar que a palavra altiva, no trecho acima, pode ser substituída, sem prejuízo de sentido,</p><p>por</p><p>A) acanhada.</p><p>B) despojada.</p><p>C) sensata.</p><p>D) soberba.</p><p>E) singela.</p><p>6. Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência,</p><p>murmurou à pobre agulha: (linhas 38 e 39)</p><p>É correto depreender do trecho acima que</p><p>A) o alfinete possuía larga experiência.</p><p>B) ao murmurar, o alfinete revela temor da linha.</p><p>C) a agulha preferiu se calar por causa da presença da costureira.</p><p>D) o alfinete, como iria ao baile, quis provocar a agulha.</p><p>E) a agulha nada disse pois não ouviu o comentário da linha.</p><p>7. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e</p><p>entrou a coser. (linhas 21 e 22)</p><p>Em relação ao trecho acima, assinale a afirmativa correta.</p><p>A) A presença da preposição com o verbo pegar altera a sua predicação e regência.</p><p>B) O verbo entrar, no trecho, pediria igualmente preposição EM.</p><p>C) A retirada da preposição DE após a sequência do verbo pegar manteria o período gramaticalmente</p><p>correto.</p><p>D) O verbo enfiar poderia, no trecho, mantendo o mesmo sentido, no lugar da preposição EM, receber</p><p>a preposição PARA.</p><p>E) Há um caso de ocorrência facultativa de crase.</p><p>8. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os</p><p>dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana – para dar a isto uma cor poética. (linhas 22 e 23)</p><p>A respeito do trecho acima, assinale a afirmativa correta.</p><p>A) Ocorre um caso de oração subordinada adjetiva restritiva.</p><p>B) Só há uma ocorrência de oração subordinada adverbial.</p><p>3</p><p>C) Há uma oração subordinada adverbial comparativa com verbo expresso.</p><p>D) Uma das orações subordinadas adverbiais se classifica como conformativa.</p><p>E) Uma das orações subordinadas adverbiais traduz sentido de finalidade.</p><p>9. A senhora não é alfinete, é agulha. (linha 6)</p><p>A segunda oração do período acima tem valor</p><p>A) aditivo.</p><p>B) adversativo.</p><p>C) conclusivo.</p><p>D) explicativo.</p><p>E) alternativo.</p><p>10. Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da</p><p>costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? (linhas 35 a 37)</p><p>O sentido do trecho sublinhado no período acima expressa</p><p>A) temporalidade.</p><p>B) consequência.</p><p>C) causa.</p><p>D) oposição.</p><p>E) concessão.</p><p>11. Pelas linhas 14 a 16 e comparando com a realidade, é correto afirmar que</p><p>A) quem vai à frente escolhe os destinos dos que vêm atrás.</p><p>B) o fato de ir à frente não faz ninguém imperador.</p><p>C) ir à frente sempre revela posição de inferioridade.</p><p>D) os batedores fazem o trabalho mais importante.</p><p>E) quem vai atrás ordena o caminho aos que vão à frente.</p><p>12. O texto encerra uma moral, que pode ser traduzida como:</p><p>A) muitas vezes o indivíduo realiza todo um trabalho, mas outros é que recebem as glórias.</p><p>B) algumas pessoas nasceram para ser subordinadas às outras.</p><p>C) a vida é injusta com quem trabalha.</p><p>D) o mundo é regido pela exploração entre os indivíduos.</p><p>E) quem pouco faz se aproveita das falhas dos que fazem.</p><p>13. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si,</p><p>para não andar atrás dela. (linhas 20 e 21)</p><p>A respeito do trecho acima, assinale a afirmativa correta.</p><p>A) no segmento sublinhado, há uma oração principal e duas subordinadas substantivas.</p><p>B) a oração em negrito se classifica como oração subordinada substantiva apositiva.</p><p>C) há uma oração adjetiva no período que é subordinada a outra oração que também é adjetiva.</p><p>D) a última oração subordinada tem como principal uma oração que é classificada como adjetiva.</p><p>E) há uma oração adverbial no período cuja principal é uma oração substantiva.</p><p>14. Eu é que prendo, ligo, ajunto... (linha 19)</p><p>No trecho acima ocorrem quantas orações?</p><p>A) Nenhuma</p><p>B) Duas.</p><p>C) Três.</p><p>D) Quatro.</p><p>E) Cinco.</p><p>15. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros. (linha 7)</p><p>Reescrevendo-se o trecho acima, assinale a alternativa em que se tenha obedecido à norma culta.</p><p>Ignore as mudanças de sentido.</p><p>A) Refira-se a sua vida e deixe a dos outros.</p><p>B) Obedeça sua vida e deixe a dos outros.</p><p>C) Vise sua vida e deixe a dos outros.</p><p>4</p><p>D) Aspire sua vida e deixe a dos outros.</p><p>E) Aluda sua vida e deixe a dos outros.</p><p>16. Porque coso. (linha 11)</p><p>Esse período é, segundo texto, justificativa para</p><p>A) abrir os buracos para a linha.</p><p>B) ser orgulhosa.</p><p>C) ser atrevida.</p><p>D) apresentar juízo no que fala.</p><p>E) a essencialidade do trabalho da agulha.</p><p>17. Agulha não tem cabeça. (linha 6)</p><p>Assinale a alternativa que apresente um dos sentidos possíveis</p><p>concluir sua lista de “boas razões</p><p>para a gente chegar perto dos clássicos”. Os termos destacados têm semelhança sonora e diferença de</p><p>sentido, e correspondem, respectivamente, a</p><p>(A) oposição — adição.</p><p>(B) conclusão — repetição.</p><p>(C) acumulação — finalidade.</p><p>(D) explicação — contradição.</p><p>(E) alternância — intensidade.</p><p>COM BASE NO TEXTO II, RESPONDA ÀS QUESTÕES DE NÚMEROS 06 E 07.</p><p>49</p><p>Questão 6</p><p>No poema, “buracos” (v. 7) é uma palavra usada em sentido figurado, que representa a</p><p>(A) negação do passado familiar.</p><p>(B) angústia pela juventude perdida.</p><p>(C) manutenção da história vivenciada.</p><p>(D) marca das fotografias na memória.</p><p>(E) trajetória de vida com suas lacunas.</p><p>Questão 7</p><p>Empregando os mesmos versos na primeira e na última estrofe, o eu lírico justifica o título do poema</p><p>e reforça a concepção de</p><p>(A) apego às experiências de felicidade.</p><p>(B) infinitude da memória de quem lembra.</p><p>(C) prevalência do passado sobre o presente.</p><p>(D) frustração ante aquilo que não se pode mudar.</p><p>(E) continuidade das referências construídas pelo tempo.</p><p>COM BASE NO TEXTO III, RESPONDA ÀS QUESTÕES DE NÚMERO 08 A 11.</p><p>Questão 8</p><p>“Denise perdera a mãe e era criada pela tia, mãe de Guerrino. Acho que era assim, talvez esteja</p><p>confundindo”. (l. 17-18)</p><p>Nessa passagem, o comentário da narradora sugere que</p><p>(A) a memória pode ser traiçoeira.</p><p>(B) as referências são inesquecíveis.</p><p>(C) a confusão é a percepção fiel do passado.</p><p>(D) o resgate dos momentos depende do humor.</p><p>(E) o passado permanece íntegro na memória de quem o viveu.</p><p>50</p><p>Questão 9</p><p>Embora pensasse que “a velhice só acontecesse num futuro eterno” (l. 22), a narradora constata que,</p><p>para ela, a idade chegou. No entanto, os efeitos do envelhecimento não a incomodam, uma vez que</p><p>(A) ela prioriza a atividade física.</p><p>(B) seu corpo perde a tenacidade.</p><p>(C) sua alma mantém a vitalidade.</p><p>(D) ela sente vergonha de mostrar a alma.</p><p>(E) corpo e alma são indissociáveis na temporalidade.</p><p>Questão 10</p><p>“Lembro da casa, com a escada lateral, era uma casa vetusta. Ai, ‘vetusta’... há quanto tempo eu não</p><p>ouço esta palavra! Palavra linda, cheia de sombras e cortinados, portas que gemem, sons misteriosos”.</p><p>(l. 18-20)</p><p>Nesse fragmento, “vetusta” é uma palavra que inspira emoções à narradora, pois</p><p>(A) desconstrói suas lembranças.</p><p>(B) evoca nela frustração e saudades.</p><p>(C) o desconhecimento do seu sentido aguça sua curiosidade.</p><p>(D) ao se lembrar dela, revive as histórias perturbadoras do passado.</p><p>(E) palavras antigas podem remeter ao que foi vivido e ativar lembranças.</p><p>Questão 11</p><p>As expressões “Naquela época” (l. 1) e “Naquele tempo” (l. 14) introduzem relatos sobre o passado.</p><p>Nesses relatos, percebe-se que</p><p>(A) o passado é revisitado com afeto e sabedoria.</p><p>(B) a saudade dos antigos amigos dói profundamente.</p><p>(C) o presente impõe-se como realidade de superação.</p><p>(D) a memória já se apresenta falha e causa frustração.</p><p>(E) as lembranças felizes mudam a história da narradora.</p><p>COM BASE NO TEXTO IV, RESPONDA À QUESTÃO DE NÚMERO 12.</p><p>Questão 12</p><p>Essa história em quadrinhos se comunica com o leitor por meio de palavras e imagens. Observando a</p><p>fala de Calvin no primeiro e no último quadrinho, é correto perceber que ele expressa, respectivamente,</p><p>(A) orgulho e aflição.</p><p>(B) medo e confiança.</p><p>(C) alegria e precaução.</p><p>(D) curiosidade e satisfação.</p><p>(E) coragem e arrependimento.</p><p>51</p><p>COM BASE NO TEXTO V, RESPONDA ÀS QUESTÕES DE NÚMERO 13 A 15.</p><p>Questão 13</p><p>Em dois momentos, o autor utiliza travessões para introduzir “ou deixa de acontecer” (l. 1-2) e “ou</p><p>quase atravessaram” (l. 3). Essas expressões separadas pelos travessões assumem, no texto, o papel</p><p>de</p><p>(A) limitar a reflexão do leitor.</p><p>(B) indicar a opinião do senso comum.</p><p>(C) desconstruir a tese defendida pelo autor.</p><p>(D) ratificar o que foi afirmado anteriormente.</p><p>(E) ampliar as possibilidades de leitura do texto.</p><p>Questão 14</p><p>A memória é apresentada no texto V sob a ótica do afeto, da subjetividade, e isso se reflete no discurso</p><p>que, mesmo se propondo teórico, contém traços de conotação. A alternativa com linguagem conotativa</p><p>é:</p><p>(A) “Permanece em mim um desejo obsessivo”. (l. 1)</p><p>(B) “rastro de todas as vozes que me atravessam.” (l. 2)</p><p>(C) “o que devia ser tão precioso e único.” (l. 3)</p><p>(D) “Acabei de dizer ‘deixa de acontecer’”. (l. 4-5)</p><p>(E) “em outras palavras, o acontecimento único”. (l. 5)</p><p>Questão 15</p><p>De acordo com o Dicionário da Língua Portuguesa (Aurélio), memória significa “faculdade de reter</p><p>ideias, sensações, impressões, adquiridas anteriormente. Efeito da faculdade de lembrar; lembrança”.</p><p>Quando Derrida declara “permanece em mim um desejo obsessivo de salvar o que acontece — ou deixa</p><p>de acontecer — “ (l. 1-2), é possível perceber, no seu discurso, uma ampliação do conceito de memória.</p><p>Entre a ideia presente no dicionário e a expressa por Derrida, observa-se que</p><p>(A) ambos percebem a memória como o fim de esforços efetuados em prol de um bem maior.</p><p>(B) se, por um lado, no dicionário, memória corresponde ao vivido; em Derrida, ela é o não vivido.</p><p>(C) ambos tratam a memória como arquivo do passado, mas apenas Derrida inclui a lucidez em sua</p><p>definição.</p><p>(D) a memória, comumente vista como depósito do vivido, é vista por Derrida também como o espaço</p><p>do desejo.</p><p>(E) enquanto Derrida apresenta a memória como espaço exclusivamente do sonho; no dicionário,</p><p>memória significa passado.</p><p>52</p><p>COM BASE NO TEXTO VI, RESPONDA ÀS QUESTÕES DE NÚMEROS 16 E 17.</p><p>TEXTO VI</p><p>Quantas vezes a memória</p><p>Para fingir que inda é gente,</p><p>Nos conta uma grande história</p><p>Em que ninguém está presente.</p><p>(PESSOA, Fernando. Quadras ao Gosto Popular. Lisboa: Ática. 1973. p. 57.)</p><p>Questão 16</p><p>No verso “Para fingir que inda é gente”, há uma pressuposição. Esse pressuposto consiste em a</p><p>memória</p><p>(A) ser confiável.</p><p>(B) ter sido gente.</p><p>(C) diferenciar-nos.</p><p>(D) interferir na história.</p><p>(E) colocar-nos em movimento.</p><p>Questão 17</p><p>No terceiro verso do texto VI, o eu lírico emprega o termo nos, que gera, no poema, o sentido de</p><p>(A) conclusão.</p><p>(B) idealização.</p><p>(C) explicitação.</p><p>(D) generalização.</p><p>(E) problematização.</p><p>COM BASE NO TEXTO VII, RESPONDA ÀS QUESTÕES DE NÚMERO 18 A 20.</p><p>Questão 18</p><p>O uso de palavras que se referem a outras já enunciadas evita sua repetição exaustiva e confere</p><p>fluidez ao texto. No texto de Susan Sontag, a palavra empregada com esse objetivo e o termo ao qual ela</p><p>se refere estão corretamente associados em</p><p>(A) “em sua disposição aquisitiva.” (l. 2) — experiência.</p><p>(B) “mas sim pedaços dele,” (l. 3) — mundo.</p><p>(C) “testemunho de sua coesão.” (l. 8) — crônica.</p><p>(D) “também as ajudam” (l. 10-11) — fotos.</p><p>(E) “em que se acham inseguras.” (l. 11) — pessoas.</p><p>53</p><p>Questão 19</p><p>“Assim como as fotos dão às pessoas a posse imaginária de um passado irreal, também as ajudam a</p><p>tomar posse de um espaço em que se acham inseguras”. (l. 10-11)</p><p>Nessa passagem, o trecho sublinhado apresenta o valor de</p><p>(A) conclusão.</p><p>(B) concessão.</p><p>(C) explicação.</p><p>(D) alternância.</p><p>(E) comparação.</p><p>Questão 20</p><p>Na oração “as fotos dão às pessoas a posse imaginária de um passado irreal” (l. 10), o verbo apresenta</p><p>uma regência equivalente à que ocorre em</p><p>(A) “a câmera é o branco ideal da consciência.” (l. 1-2)</p><p>(B) “Imagens fotografadas não parecem manifestações a respeito do mundo.” (l. 2-3)</p><p>(C) “cada família constrói uma crônica visual de si mesma.” (l. 7)</p><p>(D) “também as ajudam a tomar posse de um espaço.” (l. 10-11)</p><p>(E) “em que se acham inseguras” (l. 11)</p><p>Gabarito</p><p>01 D / 02 C / 03 E / 04 B / 05 A / 06 E / 07 E / 08 A / 09 C / 10 E</p><p>11 A / 12 D / 13 E / 14 B / 15 D / 16 B / 17 D / 18 B / 19 E / 20 D</p><p>MATEMÁTICA</p><p>01. Criptografia é a prática de codificar e decodificar dados. Quando os dados são criptografados, é</p><p>aplicado um algoritmo para codificá-los de modo que eles não tenham mais o formato original e, portanto,</p><p>não possam ser lidos. Os</p><p>dados só podem ser decodificados no formato original com o uso de uma chave</p><p>de decriptografia específica.</p><p>Disponível em:<<https://www.kaspersky.com.br/resource-center/definitions/encryption>>. Acesso em 05/08/2019.</p><p>Um código simples de criptografia consiste em calcular a raiz quadrada dos algarismos formadores de</p><p>um número e dispor os 2 primeiros algarismos das raízes de forma ordenada e sequencial. Por exemplo:</p><p>Abaixo, são descritas cinco senhas criptografadas. Assinale a única cuja construção está de acordo</p><p>com a regra apresentada no texto acima.</p><p>(A) 345672=172021242710</p><p>(B) 125677=101424232626</p><p>(C) 456899=202224283030</p><p>(D) 876901=302624300010</p><p>(E) 149087=102030002827</p><p>02. O consumo de energia de uma residência, em janeiro de certo ano, está representado neste gráfico:</p><p>54</p><p>Em fevereiro desse mesmo ano, houve uma redução no consumo de energia em 18%, 16% e 7%,</p><p>referente ao uso de chuveiro elétrico, de ferro elétrico e de condicionador de ar, respectivamente, não</p><p>havendo alteração no consumo dos demais equipamentos.</p><p>No mês de fevereiro, em relação a janeiro, a economia foi de</p><p>(A) 11,57%</p><p>(B) 14,46%</p><p>(C) 17,53%</p><p>(D) 31,50%</p><p>(E) 41,00%</p><p>03. A expressão numérica equivale a</p><p>(A) √6 + 2√3 + 1</p><p>(B) √6 + 2√2 + 1</p><p>(C) √6 + 5</p><p>(D) √6 + 1</p><p>(E) √6 – 1</p><p>CONSIDERE A SEGUINTE DEFINIÇÃO PARA A RESOLUÇÃO DA QUESTÃO 04.</p><p>“A área de um trapézio corresponde ao produto de sua altura pela semissoma de suas bases.”</p><p>04. Um quarteirão próximo ao CMRJ é delimitado por trechos das ruas São Francisco Xavier, Paula</p><p>Souza e Eurico Rabelo, assim como da avenida Maracanã, como se pode ver no mapa.</p><p>Esse quarteirão, cuja área mede 8.330 m², pode ser representado pelo trapézio retângulo ilustrado ao</p><p>lado do mapa. O trecho da avenida Maracanã é o mais longo de todos e possui 40 m a mais que o trecho</p><p>da rua Paula Souza.</p><p>Viviane se encontra na esquina das ruas Paula Souza e São Francisco Xavier (Ponto A) e precisa</p><p>caminhar até a esquina da avenida Maracanã com a rua São Francisco Xavier (Ponto D) pelo caminho</p><p>mais longo, sempre em linhas retas, de A até B, de B até C, e de C até D, nessa ordem, percorrendo, ao</p><p>todo, 308 m.</p><p>O comprimento do trecho da rua São Francisco Xavier que compõe esse trapézio mede</p><p>(A) 10√55m</p><p>(B) 80 m</p><p>(C) 10√65m</p><p>(D) 81 m</p><p>(E) 10√67m</p><p>05. Em um plano cartesiano, os pontos 𝐴(0,3),𝐵(√3,0) e 𝐶(𝑥,3) formam um triângulo retângulo em 𝐵.</p><p>De acordo com essas informações, o valor de 𝑥 é</p><p>(A) 3</p><p>(B) 3√3</p><p>(C) 4</p><p>(D) 4√3</p><p>(E) 5</p><p>55</p><p>06. Quando eu tinha o quadrado da sua idade, a sua idade era 17 da minha idade atual. Daqui a 𝑑2</p><p>anos, eu terei 70 anos de idade, e você, 64. O valor de 𝑑 é</p><p>(A) 3</p><p>(B) 4</p><p>(C) 5</p><p>(D) 6</p><p>(E) 7</p><p>07. A imagem a seguir ilustra parte do gráfico da função real polinomial do primeiro grau y, de variável</p><p>real x, além dos pontos H, P, A e B, pertencentes a esse gráfico, no plano cartesiano 𝑥O𝑦.</p><p>A diferença entre as abscissas dos pontos A e B é 4, e a diferença entre as ordenadas desses mesmos</p><p>pontos é 3.</p><p>Se o segmento mede 3, então o gráfico intersecta o eixo no ponto P, cuja ordenada é</p><p>(A) 3,00</p><p>(B) 3,25</p><p>(C) 3,75</p><p>(D) 4,00</p><p>(E) 5,00</p><p>CONSIDERE O SEGUINTE TEXTO PARA A RESOLUÇÃO DA QUESTÃO 08.</p><p>Uma forma de calcular a relação custo-benefício de um produto ou serviço é quantificar o benefício,</p><p>por meio de uma avaliação qualitativa, e dividir o custo pelo resultado dessa avaliação, conforme</p><p>sequência a seguir.</p><p>V. Relacione os indicadores do produto ou serviço que você utilizará na avaliação;</p><p>II. Classifique esses indicadores atribuindo pesos de 1 a 5, segundo sua importância;</p><p>III. Avalie cada indicador do produto ou serviço com notas de 1 a 5;</p><p>IV. Após as avaliações, para cada indicador, multiplique o peso pela nota, somando os resultados.</p><p>Essa será a nota de avaliação;</p><p>V. Para calcular o custo-benefício do produto ou serviço, divida o custo pela nota da avaliação. O</p><p>produto com o menor valor final será aquele com melhor custo-benefício.</p><p>Disponível em:<<https://dinheirama.com/escolhendo-produtos-atraves-da-relacao-custobeneficio>>. Acesso em 31/07/2019. Texto adaptado</p><p>08. Os cursos de pós-graduação mais procurados no Rio de Janeiro têm os seguintes custos:</p><p>56</p><p>Esses cursos vêm sendo avaliados regularmente pelo MEC, que utiliza os seguintes indicadores de</p><p>qualidade:</p><p>• IGC - Índice Geral do Curso. O IGC é um indicador que visa a sintetizar em uma nota de 1 a 5 a</p><p>qualidade de cada curso.</p><p>• CI - Conceito Infraestrutural. O CI é um indicador que visa a sintetizar em uma nota de 1 a 5 a</p><p>infraestrutura do curso oferecido.</p><p>Quanto maior a nota, maior a qualidade do curso. Observe as notas atribuídas a esses cinco cursos</p><p>na tabela ao lado.</p><p>Sabendo que o IGC tem peso 3, e o CI tem peso 2, o curso que apresenta o melhor custo-benefício</p><p>para os seus alunos é o</p><p>(A) A</p><p>(B) B</p><p>(C) C</p><p>(D) D</p><p>(E) E</p><p>09. No mesmo plano cartesiano abaixo estão representados os gráficos das funções reais de variáveis</p><p>reais, 𝑝 e 𝑟, definidas por 𝑝(𝑥)=−𝑥2+𝑥+12 e 𝑟(𝑥)=𝑘𝑥+𝑚. Os pontos 𝐴(𝑥𝐴,12) e 𝐵(𝑥𝐵,0) são interseções</p><p>dessas funções.</p><p>Nessas condições, o valor de 𝑘−𝑚 é</p><p>(A) −6</p><p>(B) −4</p><p>(C) 4</p><p>(D) 6</p><p>(E) 12</p><p>10. Ao treinar chutes a gol, o atleta de futebol Pedro, num chute impressionante, fez com que uma das</p><p>bolas utilizadas no treino descrevesse uma trajetória em forma de arco de parábola, desde o ponto em</p><p>que recebeu o chute, no gramado, até ultrapassar completamente a linha do gol, a uma altura de 2 m do</p><p>chão.</p><p>57</p><p>A altura máxima atingida pela bola nesse trajeto foi de 10 m e, nesse instante, sua distância horizontal</p><p>do gol era de 8 m. A distância horizontal x entre o gol e a bola no momento em que ela recebeu o chute</p><p>era</p><p>(A) menor que 17 m.</p><p>(B) igual a 17 m.</p><p>(C) entre 17 e 18 m.</p><p>(D) igual a 18 m.</p><p>(E) maior que 18 m.</p><p>TEXTO PARA AS QUESTÕES 11 E 12.</p><p>Diferença de salários entre homens e mulheres caiu em quatro anos</p><p>Entre 2013 e 2017, o salário médio das mulheres cresceu 4,4%, enquanto o dos homens teve alta de</p><p>0,9% no período. Com isso, elas passaram a receber, em média, 85,1% dos salários deles em 2017, o</p><p>que significa uma redução da desigualdade salarial, já que em 2013 este número era de 82,3%. Os dados</p><p>são do Relatório Anual de Informações Sociais (Rais) da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho</p><p>do Ministério da Economia.</p><p>Taxa de participação das mulheres no mercado de trabalho, por região</p><p>Os maiores crescimentos nas taxas de participação feminina nos últimos cinco anos foram observados</p><p>nos estados do Amapá (3,6%), Alagoas (3,2%) e Piauí (2,8%).</p><p>Disponível em:<https://www.gov.br/pt-br/noticias/trabalho-e-previdencia/2019/03/diferenca-de-salarios-entre-homens-e-mulheres-caiu-em-quatro-anos>.</p><p>Acesso em 11/08/2019. Texto adaptado.</p><p>58</p><p>11. Com base no texto, é correto afirmar que</p><p>(A) entre 2013 e 2017, o salário das mulheres cresceu 1,1% a cada ano.</p><p>(B) em 2017, as mulheres representavam 58,9% dos profissionais no mercado de trabalho.</p><p>(C) o salário médio das mulheres, no início de 2013, era de aproximadamente 4740,56 reais.</p><p>(D) entre os profissionais com Ensino Superior no ano de 2017, o salário dos homens era</p><p>aproximadamente 55,1% maior que o das mulheres.</p><p>(E) 29,7% das mulheres empregadas no período entre 2013 e 2017 tinham curso superior completo.</p><p>12. Ainda segundo as informações do texto, conclui-se que</p><p>(A) 76,6% das mulheres trabalham na área de saúde.</p><p>(B) na área de ensino, 62,6% dos profissionais são mulheres.</p><p>(C) 54,3% dos homens que trabalham são da região Sul.</p><p>(D) as mulheres são maioria no mercado de trabalho.</p><p>(E) a taxa de participação feminina nos últimos cinco anos cresceu 6% na região Nordeste.</p><p>TEXTO PARA A QUESTÃO 13.</p><p>Logomarca é a imagem do negócio.</p><p>A idealização de uma boa logomarca e a sua utilização adequada colaboram para reforçar o nome da</p><p>empresa e do produto, a fidelização e a conquista de novos clientes,</p><p>bem como a criação de vínculos</p><p>emocionais com esses últimos.</p><p>Disponível em:<http://www.sergiocabraldesign.com.br/site_portifolio_novo/marca_importancia.htm>. Acesso em 09/08/2019</p><p>13. Ao lançar seu produto no mercado, uma empresa idealizou sua logomarca utilizando curvas</p><p>retilíneas e não retilíneas, conforme a figura.</p><p>A logomarca ao lado é formada pelos segmentos de reta , , e , e pelas curvas não retilíneas:</p><p>• BD, que é parte da parábola de equação 𝑦=𝑥2−4𝑥+5, e</p><p>• AE, que é parte de uma parábola cujo eixo de simetria é e cuja equação é 𝑦=𝒂𝑥2+𝒃𝑥+𝒄.</p><p>Considerando que todas as curvas estão representadas no mesmo plano cartesiano, o valor de 𝒂+𝒃+𝒄</p><p>é</p><p>(A) 3</p><p>(B) 5</p><p>(C) 7</p><p>(D) 8</p><p>(E) 10</p><p>14. Um professor de matemática francês aproveitou a comemoração dos gols de Paul Pogba, através</p><p>de um gesto chamado «dab», para criar para seus alunos um problema relacionado como Teorema de</p><p>Pitágoras. A proposta era encontrar uma solução que ajudasse o jogador francês a realizar de forma</p><p>perfeita o «dab».</p><p>Disponível em https:<//maisfutebol.iol.pt/incrivel/internacional/celebracao-de-pogba-da-origem-a-problema-matematico>. Acesso em 06/08/2019.</p><p>Texto adaptado.</p><p>Observe a figura acima. O triângulo CDE, formado pelo braço esticado de Pogba (segmento CD), não</p><p>é semelhante ao triângulo FGH, formado pelo outro braço flexionado, cujas extremidades são H e F.</p><p>Admitindo-se que o triângulo CDE não pode ser alterado em suas medidas, quais deveriam ser as</p><p>medidas em centímetros do triângulo FGH para que os dois triângulos se tornassem semelhantes?</p><p>59</p><p>(A) 30, 24 e 18 cm</p><p>(B) 35, 28 e 21 cm</p><p>(C) 40, 32 e 28 cm</p><p>(D) 45, 36 e 27 cm</p><p>(E) 48, 24 e 20 cm</p><p>15. Sejam e . Comparando essas expressões numéricas,</p><p>conclui-se que</p><p>(A) 𝐴=𝐵</p><p>(B) 𝐴/𝐵=−1</p><p>(C) 𝐴+2𝐵=0</p><p>(D) 𝐴∙𝐵=−1</p><p>(E) 𝐴+𝐵>0</p><p>CONSIDERE A DEFINIÇÃO A SEGUIR PARA A RESOLUÇÃO DAS QUESTÕES 16 e 17.</p><p>“A área de um retângulo pode ser calculada pelo produto da medida da sua largura pela medida do</p><p>seu comprimento.”</p><p>16. A diferença entre as medidas do comprimento c e da largura l de um retângulo, nessa ordem, é</p><p>igual a 3m, e a área desse retângulo é menor que 78,75 m². Então, a quantidade de valores inteiros de c,</p><p>em metros, que satisfazem essas condições é</p><p>(A) 11</p><p>(B) 10</p><p>(C) 9</p><p>(D) 8</p><p>(E) 7</p><p>17. Com o objetivo de fabricar a moldura de um quadro, um marceneiro usa uma placa de madeira</p><p>retangular com largura medindo 16 dm e comprimento medindo 25 dm. O marceneiro pretende recortar</p><p>um retângulo da parte interna da placa, de modo que a largura x da moldura seja constante.</p><p>A figura ilustra como ficará essa moldura.</p><p>Como o marceneiro deseja que a área total da moldura tenha, no mínimo, 10% e, no máximo, 45% da</p><p>área da placa original, então a medida x, em dm, pode ser igual a qualquer valor do intervalo [a, b].</p><p>O valor do produto a .∙b é</p><p>(A) 1,00</p><p>(B) 1,10</p><p>(C) 1,15</p><p>(D) 1,20</p><p>(E) 1,25</p><p>18. Um ambulatório médico atende pacientes de segunda a sexta-feira, pela manhã e à tarde. Na</p><p>última semana, foram atendidos, ao todo, 80 pacientes.</p><p>O gráfico apresenta, dia a dia, a diferença entre as quantidades de pacientes atendidos de tarde e de</p><p>manhã, nessa ordem, nessa semana.</p><p>60</p><p>Com base nessas informações, é correto concluir que, nessa semana, o total de pacientes atendidos</p><p>no turno da tarde foi de</p><p>(A) 44</p><p>(B) 52</p><p>(C) 56</p><p>(D) 58</p><p>(E) 60</p><p>19. Rodrigo escreveu a sequência dos n primeiros números inteiros positivos (1, 2, 3, ... , n). Em</p><p>seguida, retirou um desses números e calculou a média aritmética dos restantes, obtendo 92/9. Sendo</p><p>assim, o número retirado é</p><p>(A) 4</p><p>(B) 5</p><p>(C) 6</p><p>(D) 7</p><p>(E) 8</p><p>TEXTO PARA A QUESTÃO 20.</p><p>Há situações em que equações de grau superior a 2 podem ser resolvidas com o auxílio de uma técnica</p><p>denominada “mudança de variável”, que nos permite diminuir o grau da equação, transformando-a em</p><p>uma equação de 2° grau.</p><p>Um exemplo desse uso pode ser visto aqui:</p><p>20. A soma dos cubos das raízes reais da equação (x² – 2x + 1)² = 5x² – 10x + 1 é igual a</p><p>(A) 36</p><p>(B) 34</p><p>(C) 18</p><p>(D) –18</p><p>(E) – 34</p><p>Gabarito</p><p>01. C / 02. A / 03. A / 04. C / 05. D / 06. E / 07. C / 08. E / 09. A / 10. A</p><p>11. D / 12. B / 13. A / 14. D / 15. B / 16. E / 17. E / 18. C / 19. C / 20. B</p><p>para a fala da linha, acima citada.</p><p>A) A agulha apresenta defeito físico.</p><p>B) A agulha normalmente não se fixa em nada na vida.</p><p>C) Há uma crítica à pouca importância da agulha, diferentemente do alfinete.</p><p>D) A agulha não tem atributos com que se destacar.</p><p>E) Como não tem cabeça, a agulha não tem inteligência ou juízo.</p><p>18. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura... (linhas 29 e 30)</p><p>A oração sublinhada acima tem valor</p><p>A) condicional.</p><p>B) concessivo.</p><p>C) proporcional.</p><p>D) temporal.</p><p>E) comparativo.</p><p>19. Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária! (linha 43)</p><p>A respeito do trecho acima, assinale a afirmativa correta.</p><p>A) Trata-se de período composto por duas orações.</p><p>B) Trata-se de frase, mas não período.</p><p>C) Trata-se de um período simples.</p><p>D) Além de frase, é um período composto por coordenação.</p><p>E) É caso de período, mas não de frase.</p><p>20. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e</p><p>entrou a coser. (linhas 21 e 22)</p><p>A respeito do trecho sublinhado acima, assinale a afirmativa correta.</p><p>A) A sequência de ações é composta por orações coordenadas assindéticas.</p><p>B) Ocorre uma sequência de orações subordinadas.</p><p>C) A sequência de orações é de coordenadas sindéticas aditivas.</p><p>D) Há quatro orações coordenadas assindéticas e uma sindética.</p><p>E) As orações se intercalam entre coordenadas e subordinadas.</p><p>Gabarito</p><p>1. B / 2. C / 3. A / 4. E / 5. D / 6. A / 7. C / 8. E / 9. B / 10. D</p><p>11. B / 12. A / 13. D / 14. C / 15. A / 16. B / 17. E / 18. D / 19. C / 20. A</p><p>5</p><p>MATEMÁTICA</p><p>1. Considere a função real de variável real cuja lei é definida por</p><p>O gráfico dessa função contém o ponto (2,8), e isso pode ser verificado substituindo-se x, na função,</p><p>por 2.</p><p>Quando há pontos no gráfico tais que o valor da abscissa é igual ao da ordenada, esses pontos são</p><p>denominados pontos fixos.</p><p>A soma das abscissas de todos os pontos fixos da função f(x)</p><p>descrita acima é</p><p>A)</p><p>B)</p><p>C)</p><p>D) 2.</p><p>E) 0.</p><p>2. Para calcular a área de um quadrado, basta elevar ao quadrado a medida do lado dessa figura. Por</p><p>exemplo:</p><p>- um quadrado de lado 5 cm tem área igual a 25 cm²; e</p><p>- um quadrado de lado √11 cm tem área igual a 11 cm².</p><p>O quadrado PQRS ilustrado abaixo está repartido em quatro regiões das quais duas são quadrados</p><p>menores, com áreas medindo √12 cm² e √3 cm².</p><p>A área do quadrado PQRS, em cm², mede</p><p>A) 2√3 + 2√6 .</p><p>B) 2√3 + 3√6 .</p><p>C) 3√3 + 2√6 .</p><p>D) 3√3 + 3√6 .</p><p>E) 27.</p><p>3. Em 1984, foi inaugurado, na Avenida Marquês de Sapucaí, o Sambódromo do Rio de Janeiro, uma</p><p>pista por onde as principais Escolas de Samba da cidade desfilam no Carnaval. Ao final dessa pista, há</p><p>um monumento, em forma de arco de parábola, criado pelo arquiteto Oscar Niemeyer.</p><p>Fonte: https://br.pinterest.com/pin/441212094719558164/?autologin=true</p><p>6</p><p>Colocando-se um par de eixos cartesianos de modo que o eixo das abscissas esteja no chão e o eixo</p><p>das ordenadas coincida com o eixo de simetria da figura, a função correspondente ao arco dessa parábola</p><p>será y = -0,048x² + 30, com x e y medidos em metros.</p><p>A distância entre os pontos A e B, que representam as</p><p>extremidades de contato do monumento com o chão, vale</p><p>A) 60 m.</p><p>B) 50 m.</p><p>C) 45 m.</p><p>D) 40 m.</p><p>E) 30 m.</p><p>4. A figura ilustra um conjunto formado por duas barras rígidas unidas por uma articulação. A maior</p><p>delas mede 4 metros, e a menor, 2 metros. As barras formam 45° e 30° com a horizontal.</p><p>Seja H a altura da parte mais alta do conjunto com relação à horizontal que passa pela parte mais</p><p>baixa do conjunto. Desprezando-se a espessura das barras, pode-se dizer que H vale</p><p>A)</p><p>B)</p><p>C)</p><p>D)</p><p>E)</p><p>5. Há muitas situações em que números escritos na forma equivalem a números escritos</p><p>na forma .</p><p>Uma técnica para estabelecer essa equivalência é elevar ambas</p><p>as formas ao cubo e igualar os resultados.</p><p>O número 2 - 3√2 equivale à raiz cúbica de</p><p>A) 116 + 90√2.</p><p>B) 116 + 90√2.</p><p>C) 8 + 36√2.</p><p>D) 8 +54√2.</p><p>E) 8 + 54√2.</p><p>7</p><p>6. A figura a seguir ilustra uma mesa retangular, plana e horizontal – vista de cima –, sobre a qual</p><p>estão as bolas A, B e C. Uma pessoa precisa lançar a bola A contra a bola C sem tocar a bola B. Para</p><p>isso, fará com que a bola A siga uma trajetória retilínea, chocando-se contra a lateral da mesa num ponto</p><p>P. Após o choque, a bola A permanecerá em trajetória retilínea até se chocar com a bola C.</p><p>Sabe-se que:</p><p>- as linhas imaginárias AM e CN são perpendiculares à lateral da mesa;</p><p>- AM = 65 cm;</p><p>- CN = 39 cm;</p><p>- MN = 128 cm;</p><p>- os ângulos formados pela trajetória da bola e a lateral da mesa são iguais antes e depois do choque.</p><p>Nessas condições, a medida de PN é</p><p>A) 32 cm.</p><p>B) 36 cm.</p><p>C) 40 cm.</p><p>D) 44 cm.</p><p>E) 48 cm.</p><p>7. Um jardim tem forma de retângulo com 12,5 m de comprimento e 10,4 m de largura. Um paisagista</p><p>pretende alterar as medidas do jardim, reduzindo a largura e aumentando o comprimento, mas sem</p><p>modificar seu formato retangular. O valor da alteração no comprimento deve ser o dobro da alteração na</p><p>largura.</p><p>Para que a área desse jardim valha, no mínimo, 135,85 m², o seu comprimento deve estar entre</p><p>A) 12,0 m e 16,5 m.</p><p>B) 12,5 m e 18,0 m.</p><p>C) 12,8 m e 18,0 m.</p><p>D) 13,4 m e 18,6 m.</p><p>E) 14,3 m e 19,0 m.</p><p>8. Uma partícula desloca-se sobre um plano cartesiano partindo da origem A, seguindo uma trajetória</p><p>retilínea até B e, daí, em trajetória retilínea e paralela ao eixo das ordenadas até C.</p><p>8</p><p>Se o prolongamento do segmento passa pelo ponto D, então a soma das coordenadas do ponto</p><p>médio do segmento , denominado M, vale</p><p>A) 9,8.</p><p>B) 9,9.</p><p>C) 10,0.</p><p>D) 10,1.</p><p>E) 10,2.</p><p>9. Entre as opções apresentadas abaixo, a única que equivale a é a</p><p>fração</p><p>A)</p><p>B)</p><p>C)</p><p>D)</p><p>E)</p><p>10. Um mastro vertical de base O e topo P encontra-se fixo sobre solo horizontal. Uma das</p><p>extremidades de um cabo inextensível, com 32,5 m de comprimento, está preso em P.</p><p>Esse cabo é esticado de modo que a outra extremidade toque o solo em A. A extremidade inferior do</p><p>cabo é deslocada sobre a circunferência de raio até chegar ao ponto B.</p><p>Se o ângulo AOB vale 90° e o segmento mede 12,5√2, então a altura do mastro é</p><p>A) 30,0 m.</p><p>B) 28,5 m.</p><p>C) 28,0 m.</p><p>D) 27,5 m.</p><p>E) 25,5 m.</p><p>11. O gráfico de uma função polinomial do 2° grau f(x) = ax² + bx + c, de IR em IR, é uma parábola.</p><p>Sobre essa função, sabe-se que:</p><p>• a raiz positiva 1 r é menor do que o oposto da raiz negativa r2;</p><p>• b < 0.</p><p>Com base nessas informações, pode-se afirmar que o ponto V, correspondente ao vértice da parábola,</p><p>encontra-se no plano cartesiano</p><p>A) sobre o eixo das abscissas.</p><p>B) no 1° quadrante.</p><p>C) no 2° quadrante.</p><p>D) no 3° quadrante.</p><p>E) no 4° quadrante.</p><p>Texto para as questões 12 e 13.</p><p>O síndico de um prédio decidiu monitorar, de hora em hora, a partir das 7h da manhã até as 17h, o</p><p>volume de água contido na caixa d’água desse prédio. A tabela a seguir apresenta alguns dos valores</p><p>registrados.</p><p>9</p><p>12. O gráfico que melhor representa as variações de volume por hora indicados na tabela é</p><p>A)</p><p>B)</p><p>C)</p><p>D)</p><p>E)</p><p>10</p><p>13. O VOLUME (V) de água contido na caixa d’água relaciona-se com o HORÁRIO (T) em que o</p><p>registro foi feito conforme a função do 2° grau . Com base nessa função, pode-</p><p>se concluir que o volume de água na caixa atingirá o valor de 170,97 litros pela primeira vez às</p><p>A) 9 horas e 36 minutos.</p><p>B) 9 horas e 42 minutos.</p><p>C) 9 horas e 48 minutos.</p><p>D) 9 horas e 50 minutos.</p><p>E) 9 horas e 54 minutos.</p><p>14. Observe o padrão dos resultados obtidos com a soma dos cubos de números naturais</p><p>consecutivos.</p><p>Agora observe o padrão dos resultados obtidos com a soma dos números ímpares consecutivos.</p><p>Existe um valor para x que faz com que a expressão a seguir seja verdadeira.</p><p>A soma dos algarismos de x é</p><p>A) 15.</p><p>B) 8.</p><p>C) 7.</p><p>D) 5.</p><p>E) 3.</p><p>15. Duas embarcações navegam em rota de colisão sobre trajetórias retilíneas. Uma embarcação</p><p>tem</p><p>velocidade constante de 2,4 km/h e a outra embarcação tem velocidade constante de 2,7 km/h. Em um</p><p>dado instante t1, a distância entre as embarcações é 805 m. Em um momento t2, depois de a embarcação</p><p>mais rápida percorrer 450 m, a distância entre os barcos passa a ser de 230 m.</p><p>A contar de t2, quanto tempo levará para que as embarcações colidam?</p><p>A) 315 segundos.</p><p>B) 300 segundos.</p><p>11</p><p>C) 270 segundos.</p><p>D) 250 segundos.</p><p>E) 240 segundos.</p><p>16. O gráfico de uma função polinomial do 1° grau f(x) = ax + b, de IR em IR, é uma reta. Sobre essa</p><p>função, sabe-se que:</p><p>• a . b < 0;</p><p>• essa reta contém um ponto P de coordenadas .</p><p>Com base nessas informações, pode-se afirmar que a coordenada tem valor</p><p>A) maior que a.</p><p>B) maior que b.</p><p>C) menor que a.</p><p>D) menor que b.</p><p>E) nulo.</p><p>17. Um estudante aciona um cronômetro para estudar o deslocamento de um objeto sobre uma grande</p><p>régua graduada em metros. Em alguns momentos, a posição desse objeto na régua é verificado e o par</p><p>instante (em minutos) e posição (em metros) é representado, no plano cartesiano, como um ponto. Depois</p><p>de fazer 6 registros, o estudante verifica que os pontos não estão todos em uma mesma reta. Por isso,</p><p>decide traçar uma reta que possa representar o conjunto de pontos, mesmo sem conter todos eles. Essa</p><p>reta contém exatamente 3 dos pontos, como ilustrado a seguir.</p><p>Seja f(t) = at + b a lei da função de 1° grau correspondente à reta traçada.</p><p>Para cada ponto (t,S) representado no plano cartesiano, considere:</p><p>• Sreal = valor da sua ordenada;</p><p>• Sestimado = valor dado por f(t);</p><p>• Desvio = Sreal – Sestimado.</p><p>A soma dos desvios dos 6 pontos é</p><p>A) 2/3.</p><p>B) 1/3.</p><p>C) 0.</p><p>D) -1/3.</p><p>E) -2/3</p><p>18. A Mortalidade infantil é um indicador social que mede o número de crianças que nasceram vivas e</p><p>morreram ainda no primeiro ano de vida. Os valores referem-se sempre a grupos de 1.000 crianças. De</p><p>acordo com dados do IBGE, de 2006 a 2017, a mortalidade infantil na cidade de Salvador diminuiu, como</p><p>se pode observar no gráfico a seguir.</p><p>12</p><p>Fonte: https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/ba/salvador.html</p><p>Com base nas informações do gráfico, pode-se afirmar que, de 2007 a 2017, a mortalidade infantil</p><p>diminuiu cerca de</p><p>A) 72,8%.</p><p>B) 72,2%.</p><p>C) 32,0%.</p><p>D) 27,8%.</p><p>E) 27,2%.</p><p>19. O PIB per capita corresponde à soma de todos os bens de uma região (país, estado, etc.) e indica</p><p>o quão desenvolvido essa região é.</p><p>De acordo com dados do IBGE, de 2010 a 2016, o PIB per capita na cidade de Salvador aumentou,</p><p>como se pode observar no gráfico a seguir.</p><p>Fonte: https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/ba/salvador.html</p><p>A média do PIB per capita no período apresentado está entre</p><p>A) 18.100,00 e 18.200,00.</p><p>B) 18.200,00 e 18.300,00.</p><p>C) 18.300,00 e 18.400,00.</p><p>D) 18.400,00 e 18.500,00.</p><p>E) 18.500,00 e 18.600,00.</p><p>20. A figura a seguir ilustra um compasso cujas hastes AB e BD medem (6 – 3√2) decímetros de</p><p>comprimento.</p><p>13</p><p>Uma das hastes possui uma articulação C que permite aumentar o alcance do compasso. Uma</p><p>possível configuração do compasso é apresentada a seguir.</p><p>Se os ângulos DAB , ABC e CDA medem, respectivamente, 60°, 75° e 90°, então o comprimento CD</p><p>vale</p><p>A) 3√3 + 3√2.</p><p>B) 3√3 + 3√2.</p><p>C) 3√2 + 2√3.</p><p>D) 3√2 + 2√3.</p><p>E) 2√3 + 2√2.</p><p>Gabarito</p><p>1. D / 2. C / 3. B / 4. B / 5. A / 6. E / 7. E / 8. A / 9. B / 10. A</p><p>11. C / 12. B / 13. B / 14. D / 15. E / 16. B / 17. D / 18. E / 19. B / 20. B</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>TEXTO I</p><p>Só o homem entediado terá chance de salvação num futuro de smartphones João Pereira</p><p>Coutinho</p><p>2018</p><p>14</p><p>I. Sobre o texto I, responda às questões de 01 a 06.</p><p>1. De acordo com a reflexão de João Pereira Coutinho,</p><p>(A) desde o início da humanidade, o tédio assusta e aterroriza quem o sente.</p><p>(B) desde o advento dos celulares, ninguém sente mais tédio.</p><p>(C) para os pensadores, o tédio faz mais mal do que bem ao ser humano.</p><p>(D) é fundamental evitar o tédio para não se cair em depressão.</p><p>(E) o tédio é uma sensação necessária para o desenvolvimento das pessoas.</p><p>2. Coutinho traz uma reflexão crítica sobre o uso dos smartphones. Em sua visão, de todas as</p><p>informações abaixo uma não está em consonância com o que ele afirma. Marque-a.</p><p>(A) Os smartphones seduzem os usuários.</p><p>(B) Os smartphones apoderam-se do tempo dos usuários.</p><p>(C) Os smartphones impingem necessidades aos usuários.</p><p>(D) Os smartphones proporcionam comedimento aos usuários.</p><p>(E) Os smartphones privam os usuários de atenção ao exterior.</p><p>3. Ao longo do texto I, o autor relata um episódio segundo o qual, saindo em viagem, teria ficado sem</p><p>seu celular. Esse evento provocou nele</p><p>(A) fobia do desconhecido.</p><p>(B) crise de abstinência.</p><p>(C) experiência de liberdade.</p><p>(D) sensação de sobriedade.</p><p>(E) ação de recolhimento.</p><p>4. Considere o fragmento: “Infelizmente, não posso pregar. Eu também faço parte do clube que prefere</p><p>o smartphone ao velho e bom cochilo.” (l. 11-12). Para que se estabeleça uma relação coesiva explícita</p><p>entre os períodos, que conectivo poderia figurar entre eles sem perda de sentido original?</p><p>(A) porque</p><p>(B) no entanto</p><p>(C) enquanto</p><p>(D) conquanto</p><p>(E) caso</p><p>5. O texto I, de João Pereira Coutinho, é uma crônica. Enquadra-se afinado, pois, tanto com os gêneros</p><p>jornalísticos quanto com os artísticos. Em relação às especificidades destes últimos, cronistas costumam-</p><p>se valer de recursos estilísticos que enriqueçam seu texto. Indique a alternativa que demonstra adequada</p><p>associação entre exemplo destacado e recurso utilizado na crônica.</p><p>15</p><p>(A) “É como uma droga, dizem eles: quando espreitamos as mensagens, o e-mail, as redes sociais,</p><p>procuramos uma espécie de recompensa neurobiológica muito semelhante a um viciado.” (l.13-15) –</p><p>metonímia.</p><p>(B) “O problema se agrava quando somos privados da nossa dose – e eu sei, o leitor sabe, todos</p><p>sabemos dessa miserável privação.” (l.16-17) – gradação decrescente.</p><p>(C) “Eu era como alguns alcoólatras que, na ausência de bebidas legais, começam a despejar perfume</p><p>pela goela.” (l.22-23) – hipérbole.</p><p>(D) “Ter no bolso um aparelho que garante distração permanente é a melhor forma de afastar o</p><p>fantasma.” (l.29-30) – eufemismo.</p><p>(E) “Imagino um encontro de silêncios, onde todos os presentes estarão ausentes – e só o homem</p><p>entediado terá chance de salvação.” (l.42-43) – paradoxo.</p><p>6. O autor do texto I escreve sua crônica praticamente toda de acordo com a norma padrão da Língua</p><p>Portuguesa. Um exemplo claro é a regência do verbo assistir, adequadamente aplicada na frase transcrita</p><p>abaixo:</p><p>“Assisto a conferências e a moda não engana”. (l. 1)</p><p>Marque a única opção que obedece à norma padrão quanto à regência verbal ou nominal nas frases</p><p>que seguem.</p><p>(A) Consumidores preferem mais smartphones do que celulares convencionais.</p><p>(B) Hoje todas as músicas que as pessoas gostam podem ser acessadas no celular, por exemplo, pelo</p><p>Spotify.</p><p>(C) Os smartphones também são usados para assistir vídeos no Youtube.</p><p>(D) O medo ao tédio leva muitas pessoas a se manterem conectadas todo o tempo em que estão</p><p>acordadas.</p><p>(E) Hoje professores pedem constantemente a seus alunos que deixem o celular e participem das</p><p>aulas.</p><p>TEXTO II</p><p>Fiu-fiu</p><p>Luis Fernando Veríssimo</p><p>Existe coisa mais melancólica do que uma mesa de quatro pessoas, num restaurante, em que três</p><p>estão dedilhando seus smartphones e uma está falando sozinha?</p><p>16</p><p>II. Sobre os textos I e II, responda à questão 07.</p><p>7. Os textos I e II tratam os smartphones como os itens da contemporaneidade que têm levado as</p><p>pessoas em geral a lidar (ou a não saberem lidar) com o hábito cotidiano.</p><p>Que fragmento do texto II pode servir de exemplo para a seguinte reflexão retirada do texto I: “Imagino</p><p>um encontro de silêncios, onde todos os presentes estarão ausentes” (l.42)?</p><p>(A) “– Pensei que fosse uma garoupa e era um tubarão. E ele está vindo na minha direção. – Você</p><p>ainda está</p><p>embaixo d’água?!” (l.7-9)</p><p>(B) “São cada vez mais raros os lugares em que você pode se ver livre de celulares, e agora nem as</p><p>piscinas estão seguras.” (l.14-15)</p><p>(C) “Existe coisa mais melancólica do que uma mesa de quatro pessoas, num restaurante, em que três</p><p>estão dedilhando seus smartphones e uma está falando sozinha?” (l.17-19)</p><p>(D) “E imagino a vovó, que mora sozinha, dormindo e, de repente, acordando com o assovio. Um fiu-</p><p>fiu no meio da noite!” (l.27-29)</p><p>(E) “O fato é que não há mais refúgio. Nem castelos anti-smartphones com um fosso em volta.” (l.34-</p><p>35)</p><p>III. Sobre o texto II, responda às questões de 08 a 10.</p><p>8. Marque a alternativa que expressa relação inadequada entre o conectivo destacado e o valor</p><p>semântico que ele denota.</p><p>(A) “Existe coisa mais melancólica do que uma mesa de quatro pessoas, num restaurante, em que três</p><p>estão dedilhando seus smartphones e uma está falando sozinha?” (l.17-18) – comparação</p><p>(B) “– Pensei que fosse uma garoupa e era um tubarão. (l.7)” – adição</p><p>(C) “(...) o que dirá se falarem — a não ser que estejam trocando mensagens silenciosas entre si, o</p><p>que é ainda mais triste.” (l.20-21) – ressalva</p><p>(D) “Os celulares podem ser perigosos de várias maneiras, mesmo que não derretam o cérebro, como</p><p>se andou espalhando há algum tempo.” (l.22-23) – concessão</p><p>(E) “Os celulares podem ser perigosos de várias maneiras, mesmo que não derretam o cérebro, como</p><p>se andou espalhando há algum tempo.” (l.22-23) – conformidade</p><p>9. O termo “fiu-fiu” aparece três vezes no penúltimo parágrafo do texto. Que recurso estilístico ele</p><p>representa e que funções sintáticas assume nas três ocorrências, respectivamente?</p><p>(A) Onomatopeia; núcleo do sujeito, parte de frase nominal, núcleo do complemento nominal.</p><p>(B) Prosopopeia; núcleo do aposto, núcleo do sujeito, núcleo do adjunto adnominal.</p><p>(C) Interjeição; núcleo do sujeito, parte de frase nominal, núcleo do adjunto adnominal.</p><p>(D) Metonímia; núcleo do aposto, núcleo do sujeito, núcleo do complemento nominal.</p><p>(E) Eufemismo; núcleo do sujeito, núcleo do objeto direto, núcleo do adjunto adnominal.</p><p>10. Na crônica de Veríssimo, o título chama a atenção para uma expressão, usada ao final, em uma</p><p>exemplificação que</p><p>(A) não tem qualquer relação com a argumentação, já que não está entre os aspectos negativos ligados</p><p>ao uso dos celulares.</p><p>(B) apoia a argumentação do autor: velhinhas costumam não reconhecer o toque do celular.</p><p>(C) dá suporte à argumentação, mostrando que os celulares podem causar problemas.</p><p>(D) poderia ser descartada, já que não tem relação com as ideias de solidão e indiferença, marcadas</p><p>antes no texto.</p><p>(E) apoia a ideia de que, apesar de imprescindíveis na vida moderna, devemos ter cuidado com os</p><p>celulares nas mãos de idosos.</p><p>17</p><p>TEXTO III</p><p>O celular que escraviza</p><p>Eles roubam nosso tempo, atrapalham os relacionamentos e podem até causar acidentes de trânsito.</p><p>Quando é a hora de desligar?</p><p>18</p><p>IV. Sobre o texto III, responda às questões de 11 a 15.</p><p>11. No subtítulo o autor lança uma pergunta: “Quando é a hora de desligar?”. Considerando o contexto</p><p>em que foi usada, trata-se de um convite à reflexão que, na prática, vai lidar com conhecimentos de</p><p>mundo, envolvendo a relação do usuário com o aparelho, tais como</p><p>(A) o desejo de cura e o encerramento das ligações.</p><p>(B) a noção de envolvimento e o abandono eterno.</p><p>(C) a abstinência de uso e o desejo de voltar a usar.</p><p>(D) a percepção da dependência e a necessidade de autocontrole.</p><p>(E) o reconhecimento do tempo perdido e a supressão da utilização.</p><p>12. Em diversas passagens do texto, o autor enreda o leitor, travando com ele um diálogo informal.</p><p>Como marca notória dessa interlocução, podemos citar o uso</p><p>(A) da primeira pessoa do plural, como em “Sabemos da vida de todos” (l. 06).</p><p>(B) de transcrições da fala de especialistas, como em “É uma dependência difícil de eliminar” (l. 15).</p><p>(C) de uma palavra denotativa de inclusão em “O pai de todos os vícios, claro, é o Facebook...” (l. 18-</p><p>19).</p><p>(D) de frases interrogativas, como em “Parece exagero?” (l. 28).</p><p>(E) de afirmações categóricas, como em “O cérebro só faz bem uma coisa ou outra.” (l. 41-42)</p><p>13. No trecho “O cérebro só faz bem uma coisa ou outra. (...) Dirigir falando ao telefone duplica o risco</p><p>de um acidente.” (l. 41-43), a oração reduzida de gerúndio pode ser desenvolvida sem mudança de</p><p>sentido em</p><p>(A) Dirigir e falar ao telefone duplica o risco de um acidente.</p><p>(B) Dirigir enquanto fala ao telefone duplica o risco de um acidente.</p><p>(C) Dirigir sem que fale ao telefone duplica o risco de um acidente.</p><p>(D) Dirigir ou falar ao telefone duplica o risco de um acidente.</p><p>(E) Dirigir e ainda falar ao telefone duplica o risco de um acidente.</p><p>14. Sobre o trecho “Dormimos ao lado dele, acordamos com ele, o levamos para o banheiro e para o</p><p>café da manhã – e, se, por enorme azar, o esquecemos em casa ao sair, voltamos correndo.” (l. 2-4),</p><p>pode-se afirmar que</p><p>(A) os verbos dormir e acordar são transitivos indiretos e regem complementos introduzidos,</p><p>respectivamente, pelas preposições “a” e “com”.</p><p>(B) foi usada, de acordo com a norma padrão, a próclise com os verbos levar e esquecer.</p><p>(C) as expressões “ao lado dele”, “com ele”, “para o banheiro” e “em casa” são adjuntos adverbiais.</p><p>(D) caso o autor optasse pela ênclise, a colocação pronominal resultaria nas formas esquecemos-lo e</p><p>levamos-lo.</p><p>(E) a ênclise não é indicada nos dois casos em questão por causa de palavras atrativas.</p><p>15. Há várias marcas de oralidade no texto III. Escolha a opção em que o termo destacado é</p><p>devidamente substituído por vocábulo ou expressão formal, presente nas reescrituras entre colchetes,</p><p>sem que haja mudança de sentido.</p><p>(A) “A sensação de estar por fora é consequência da hiperconectividade (...) (l. 45) – [A sensação de</p><p>estar desligado é consequência da hiperconectividade...]</p><p>(B) “– com exceção (maldição!) de locais em que o sinal é fraco (...)” (l. 49-50) – [– com exceção,</p><p>infelizmente, de locais em que o sinal é fraco...]</p><p>(C) “ou (pesadelo!) não chega.” (l. 50) – [ou (angústia pura!) não chega]</p><p>(D) “Uma mensagem é um pacotinho de prazer.” (l. 54-55) – [Uma mensagem é uma caixinha de</p><p>surpresas]</p><p>(E) “(...) o hábito de verificar atualizações em busca desse barato cerebral.” (l. 58) – [(...)o hábito de</p><p>verificar atualizações em busca dessa onda cerebral.]</p><p>19</p><p>TEXTO IV</p><p>V. Sobre o texto IV, responda às questões de 16 a 18.</p><p>16. Segundo o texto IV (infográfico), em 2012, 14% da população brasileira tinha um smartphone.</p><p>Quando são observadas informações como idade, sexo e renda, vê-se que</p><p>(A) indivíduos, entre 30 e 49 anos, e os pertencentes à classe C, eram os mais conectados.</p><p>(B) a diferença percentual entre homens e mulheres era pequena, mas ainda assim significativa,</p><p>considerando-se o local de uso, a finalidade e o modo de utilização.</p><p>(C) os indivíduos de menor renda e os de maior renda eram os com menor acesso a smartphones,</p><p>mas isso se dava, provavelmente, por razões opostas.</p><p>(D) indivíduos mais velhos usavam mais o smartphone para fotografar e dentro de aeroportos.</p><p>(E) homens mais jovens e de nível intermediário de renda tinham mais acesso a smartphones, ao</p><p>contrário dos mais velhos e de renda mais baixa.</p><p>17. No texto IV, ao observarmos os dados sobre local, finalidade e modo de utilização dos</p><p>smartphones, notamos que os percentuais deixam de ser complementares, ou seja, os valores somados</p><p>não totalizam 100%. Isso se dá porque</p><p>(A) a pesquisa considerou mais de uma possibilidade de resposta para cada quesito investigado.</p><p>(B) há um erro na consolidação dos dados coletados pela pesquisa.</p><p>(C) quem usa o aparelho enquanto ouve música, não o utiliza quando assiste à televisão.</p><p>(D) existem muitas finalidades possíveis e foram consolidadas apenas as 4 mais mencionadas na</p><p>pesquisa pelos entrevistados.</p><p>(E) as pessoas podem, por exemplo, usar o smartphone</p><p>para pesquisar e navegar, em casa e no</p><p>trabalho, sem que, no entanto, consigam mesclar isso com música e televisão.</p><p>20</p><p>18. No período “As estimativas sugerem que o número de hiperconectados só deve aumentar” (texto</p><p>IV), a oração sublinhada</p><p>(A) tem papel sintático de objeto indireto e é introduzida por um pronome relativo.</p><p>(B) exerce a função de complemento nominal em relação à oração principal.</p><p>(C) exerce a função de objeto direto em relação à oração principal .</p><p>(D) tem papel sintático de objeto direto e é introduzida por um pronome relativo.</p><p>(E) tem valor gramatical de substantivo e papel sintático de sujeito.</p><p>TEXTO V</p><p>VI. Sobre o texto V, responda à questão 19.</p><p>19. Qual é a crítica presente na charge (Texto V) e como o elemento verbal é inserido?</p><p>(A) Existe uma crítica quanto ao esfriamento das relações familiares e o elemento verbal explicita isso</p><p>através de eufemismo.</p><p>(B) Existe uma crítica quanto à supervalorização da interação interpessoal através de novas mídias de</p><p>tecnologia e o elemento verbal explicita isso através de ironia.</p><p>(C) Existe uma crítica quanto à supervalorização da interação interpessoal através de novas mídias de</p><p>tecnologia e o elemento verbal explicita isso através de eufemismo.</p><p>(D) Existe uma crítica quanto ao impacto social causado pelas novas tecnologias de comunicação e</p><p>informação nas relações entre os casais e o elemento verbal explicita isso através de metonímia.</p><p>(E) Existe uma crítica quanto ao esfriamento das relações familiares e o elemento verbal explicita isso</p><p>através de ironia.</p><p>VII. Sobre todos os textos lidos até aqui, responda à questão 20.</p><p>20. Em entrevista ao jornal O Globo (04/09/2017), o brasileiro Gil Giardelli, um Web Ativista, membro</p><p>do XMedia da Universidade de Stanford, disse: “há uma pesquisa global sobre varejo, e o Brasil sempre</p><p>esteve entre a primeira e a terceira colocação de bom atendimento e sorriso. Nos últimos anos, caímos</p><p>para as últimas posições. Em virtude da hiperconexão, estamos deixando de sorrir, de atender bem. Em</p><p>média, uma pessoa com smartphone tem 120 nanotédios por dia”. Ele também explica o que são esses</p><p>nanotédios: “É quando, por exemplo, a aula não está boa, você saca o celular. O jantar com a família não</p><p>está bom, eu saco o celular. Toda vez que você pega o seu celular ou tablet para olhar uma mídia social,</p><p>você demora de 30 a 40 segundos para entender essa transição. E depois que você fica (na mídia social),</p><p>demora também para se conectar ao que estava fazendo antes. Isso tem criado uma ansiedade grande</p><p>nas pessoas”.</p><p>O que Giardelli explica confirma todas as informações abaixo, EXCETO,</p><p>(A) a ideia de que o smartphone traz uma sensação de recompensa, como explicado no texto I (linhas</p><p>13-15) e no texto III (linhas 53-56).</p><p>(B) a crítica, presente no texto II, de que o fiu-fiu do celular pode matar de susto uma velhinha</p><p>desavisada do som comum à chegada de mensagens.</p><p>(C) a noção de que “O cérebro só faz bem uma coisa ou outra.” (l. 41-42), apresentada e discutida no</p><p>texto III.</p><p>(D) as estatísticas de local e finalidade de uso do smartphone apresentadas no texto IV, com destaque</p><p>para: casa (96%), trabalho (82%) e restaurante (69%); redes sociais (88%).</p><p>(E) a percepção do momento de diversão em família retratado no texto V.</p><p>21</p><p>Gabarito</p><p>01. E / 02. D / 03. B / 04. A / 05. E / 06. E / 07. C / 08. B / 09. A / 10. C</p><p>11. D / 12. D / 13. B / 14. C / 15. B / 16. A / 17. A / 18. C / 19. E / 20. B /</p><p>MATEMÁTICA</p><p>Utilize o infográfico abaixo para responder à questão 01.</p><p>Em 27 de janeiro de 2017, no jornal Estadão, foi apresentada uma notícia sobre o aumento de casos</p><p>de febre amarela no país.</p><p>“Subiu para 243 o número de casos confirmados de febre amarela no País. Do total de pacientes</p><p>com a doença, 82 morreram. Há ainda outras 112 mortes suspeitas de terem sido provocadas pela</p><p>infecção, mas que ainda estão sendo investigadas.</p><p>Os casos confirmados estão distribuídos em três estados: Minas, Espírito Santo e São Paulo. “</p><p>01. Tomando como referência os casos notificados de febre amarela em cada estado, pode-se afirmar</p><p>que:</p><p>(A) São Paulo é o estado com maior percentual de mortos pela febre amarela, atingindo</p><p>aproximadamente 20%.</p><p>(B) Minas Gerais é o estado com maior percentual de mortos pela febre amarela, atingindo quase 7%.</p><p>(C) Espírito Santo possui percentual de mortos pela febre amarela na ordem de 10%.</p><p>(D) Espírito Santo possui menos de 20% de casos confirmados da doença.</p><p>(E) Minas Gerais possui um índice de 25% de confirmados da doença.</p><p>22</p><p>02. Uma ponte metálica, em forma de arco de parábola, será construída. Sua sustentação será feita</p><p>com seis pendurais metálicos, três de cada lado, distando 30 m um do outro, como ilustra a figura abaixo.</p><p>Sabendo que a ponte tem 40 m de altura, quantos metros de pendurais serão necessários para a</p><p>construção desta ponte?</p><p>(A) 120 m</p><p>(B) 140 m</p><p>(C) 160 m</p><p>(D) 180 m</p><p>(E) 200 m</p><p>Utilize o gráfico abaixo para responder a questão 03.</p><p>“A sigla Ideb se refere ao Índice de Desenvolvimento da Educação Básica e seu objetivo é medir a</p><p>qualidade [...]do ensino da educação básica no Brasil. “</p><p>O gráfico abaixo mostra os resultados do Ideb nacional por biênio de 2005 a 2015.</p><p>03. Em relação aos dados apresentados pode-se afirmar que:</p><p>(A) De 2013 a 2015, o aumento no resultado, em percentual, foi o mesmo nos anos iniciais e finais do</p><p>Ensino Fundamental.</p><p>(B) De 2009 a 2011, foi o biênio com o maior aumento do resultado nos anos finais do Ensino</p><p>Fundamental.</p><p>(C) De 2007 a 2009, foi o biênio com o maior aumento do resultado nos anos finais do Ensino</p><p>Fundamental.</p><p>(D) De 2005 a 2007, foi o biênio com o maior aumento percentual do resultado no Ensino Médio.</p><p>(E) De 2011 a 2013, não houve alteração nos resultados do Ensino Fundamental e Médio.</p><p>04. “Para que seja possível medir a temperatura de um corpo, foi desenvolvido um aparelho chamado</p><p>termômetro. O termômetro mais comum é o de mercúrio, que consiste em um vidro graduado com um</p><p>bulbo de paredes finas, que é ligado a um tubo muito fino, chamado tubo capilar. Quando a temperatura</p><p>do termômetro aumenta, as moléculas de mercúrio aumentam sua agitação, fazendo com que este se</p><p>23</p><p>dilate, preenchendo o tubo capilar. Para cada altura atingida pelo mercúrio está associada uma</p><p>temperatura.”</p><p>http://www.sofisica.com.br/conteudos/Termologia/Termometria/escalas.php</p><p>As principais escalas termométricas são Kelvin (K), Celsius (ºC) e Fahrenheit (ºF). A escala Celsius é</p><p>a mais utilizada e se relaciona com as outras através das funções:</p><p>Na escala Fahrenheit, essa temperatura é um valor situado no intervalo:</p><p>(A) (70, 71].</p><p>(B) (71, 72].</p><p>(C) (72, 73].</p><p>(D) (73, 74].</p><p>(E) (74, 75].</p><p>05. A figura abaixo mostra uma rampa de acesso que foi construída adjacente a uma escada existente</p><p>em uma das entradas de um prédio em uma escola. A rampa foi construída dentro das normas que</p><p>regulam a inclinação de rampas para pessoas com necessidades especiais (cadeirantes e pessoas com</p><p>mobilidade limitada).</p><p>Para que a rampa fique dentro das normas são necessários mais alguns ajustes, como por exemplo a</p><p>sinalização com piso tátil para deficientes visuais, em toda a sua extensão até a frente da porta. O custo</p><p>do piso tátil instalado, de 1,20 m de largura, é 150 reais por metro.</p><p>Para sinalizar a rampa, a escola gastará aproximadamente</p><p>(A) 1780 reais.</p><p>(B) 1785 reais.</p><p>(C) 1790 reais.</p><p>(D) 1795 reais.</p><p>(E) 1805 reais.</p><p>06. “Inúmeras são as vantagens do piso laminado: resistência, beleza, praticidade e ótima relação</p><p>custo x benefício são algumas delas. Os pisos laminados são grandes aliados também para quem sofre</p><p>de alergia a pó, uma vez que não acumulam sujeira e são hipoalergênicos. A peça, constituída de lâminas,</p><p>pode ser encontrada com ou sem texturas e opções com e sem vinco. E não se preocupe na hora da</p><p>instalação: sua aplicação é rápida e simples e, além disso, esse tipo</p><p>de piso pode ser instalado sobre um</p><p>já existente.”</p><p>http://www.leroymerlin.com.br/pisos-laminados-?xdtoken=rio_de_janeiro#</p><p>24</p><p>Um casal resolve reformar sua sala escolhe o piso laminado, devido às vantagens descritas no anúncio</p><p>acima e ao fato de o modelo estar em promoção, conforme a imagem ao lado. Tal modelo vem em caixas</p><p>que contêm 2,2 m² de piso e a sala que desejam revestir possui 25 m². Qual será o gasto com a instalação</p><p>do piso, sabendo que são vendidas apenas caixas fechadas e que a colocação custa R$ 300,00?</p><p>(A) R$ 1622,50</p><p>(B) R$ 1643,46</p><p>(C) R$ 1662,55</p><p>(D) R$ 1681,30</p><p>(E) R$ 1696,56</p><p>07. Observe o texto e a imagem abaixo:</p><p>“Thales de Mileto (625 a 545 ac) terá sido o primeiro a colocar a questão básica: ‘de que é feito o</p><p>mundo e como funciona? ‘. A resposta não a procurava nos deuses, mas na observação da natureza.</p><p>Thales, que era comerciante, deslocava-se várias vezes ao Egipto. Numa dessas viagens foi</p><p>desafiado a medir a altura da pirâmide de Quéops. ”</p><p>http://3.bp.blogspot.com/_sLjuDPlTvUo/TDMxheh8wZI/AAAAAAAACAA/WYj0hO2eVnI/s1600/TalesPirâmideAltura.gif</p><p>Para descobrir a altura da pirâmide, Thales valeu-se de uma estaca e das medidas das sombras e da</p><p>base da pirâmide. A pirâmide de Quéops tem uma base quadrada de lado medindo 230 m e o</p><p>comprimento de sua sombra mede 250 m. Sabendo que a estaca utilizada tem 2 m de comprimento e</p><p>sua sombra 5 m, qual a altura encontrada por Thales?</p><p>(A) 46 m</p><p>(B) 100 m</p><p>(C) 126 m</p><p>(D) 146 m</p><p>(E) 150 m</p><p>08. Você sabe elevar números naturais terminados em 5 ao quadrado de forma rápida?</p><p>Observe o método:</p><p>Considere o número N5, sendo N natural. Então (𝑵𝟓)² vale M25, sendo 𝑴=𝑵∙(𝑵+𝟏).</p><p>25</p><p>Exemplos:</p><p>Utilizando o método temos: 𝟒𝟓²=𝟐𝟎𝟐𝟓, pois, para 𝑵=𝟒, teremos 𝑴=𝟒 . 𝟓=𝟐𝟎.</p><p>𝟏𝟎𝟓²=𝟏𝟏𝟎𝟐𝟓, pois, para 𝑵=𝟏𝟎, teremos 𝑴=𝟏𝟎 . 𝟏𝟏=𝟏𝟏𝟎.</p><p>Baseado nessa ideia, qual dos números abaixo gera, nos naturais, uma raiz quadrada exata?</p><p>(A) 100625</p><p>(B) 308425</p><p>(C) 403525</p><p>(D) 416025</p><p>(E) 500625</p><p>09. Na malha quadriculada abaixo vemos um retângulo (Figura 1) que foi recortado em 4 partes (Figura</p><p>2) e remontado com três das suas 4 partes (Figura 3). O quadrado, que corresponde a uma unidade de</p><p>área dessa malha quadriculada, foi descartado.</p><p>Se repartirmos o novo retângulo (Figura 3) e repetirmos o processo, obteremos um novo retângulo e</p><p>assim sucessivamente. Quantas vezes devemos repetir o processo descrito, para que tenhamos um</p><p>retângulo de área igual a 1/3 da área do retângulo da Figura 1?</p><p>(A) 36 vezes</p><p>(B) 30 vezes</p><p>(C) 24 vezes</p><p>(D) 18 vezes</p><p>(E) 12 vezes</p><p>10. Considere um ponto A equidistante de outros dois pontos B e C. Sabe-se ainda que o ângulo</p><p>é 10º menor que seu complemento. A bissetriz do ângulo intercepta o segmento AC em D e, ao traçar</p><p>uma ceviana CE, E sobre o segmento AB, notamos que o ângulo é o dobro do ângulo . Além</p><p>disso, o triângulo CDE é semelhante ao triângulo CEA. Então podemos afirmar que o número que</p><p>expressa a medida do ângulo , em graus, é um</p><p>(A) quadrado perfeito.</p><p>(B) múltiplo de 3.</p><p>(C) múltiplo de 7.</p><p>(D) cubo perfeito.</p><p>(E) primo.</p><p>26</p><p>11. A cantina do Colégio Militar do Rio de Janeiro vende 96 kg de comida por dia, a 29 reais o quilo.</p><p>Uma pesquisa de opinião revelou que, para cada real de aumento no preço, a cantina perderia 6 clientes,</p><p>com o consumo médio de 500 g cada um. Qual deve ser o valor do quilo de comida para que a cantina</p><p>tenha a maior receita possível?</p><p>(A) R$31,00</p><p>(B) R$30,50</p><p>(C) R$30,00</p><p>(D) R$29,50</p><p>(E) R$29,00</p><p>12. A figura a seguir ilustra uma haste AC articulada em B com as respectivas medidas horizontais e</p><p>verticais referentes a uma das suas possíveis configurações.</p><p>A maior distância possível entre as extremidades A e C, em decímetros, vale</p><p>(A) 20√2.</p><p>(B) 20√3.</p><p>(C) 24.</p><p>(D) 30.</p><p>(E) 32.</p><p>Utilize o texto abaixo para responder às questões 13 e 14.</p><p>A Olimpíada Internacional de Matemática (IMO) é a maior, mais antiga e prestigiada Olimpíada</p><p>científica para alunos do ensino médio. A história da IMO data de 1959, quando a primeira edição foi</p><p>realizada na Romênia, com a participação de sete países: Romênia, Hungria, Bulgária, Polônia,</p><p>Checoslováquia, Alemanha Oriental e URSS. Cada país pode enviar uma equipe de até seis alunos do</p><p>ensino médio - ou alunos que não tenham ingressado em uma universidade, ou instituição equivalente,</p><p>na data de realização da Olimpíada - além de um líder de equipe, um vice-líder e observadores, se</p><p>desejado.</p><p>Durante a IMO, os competidores devem resolver, individualmente, duas provas em dois dias</p><p>consecutivos, com três problemas em cada dia. Cada problema vale 7 (sete) pontos.</p><p>https://www.imo2017.org.br/sobre-a-imo.html</p><p>13. A tabela abaixo representa a quantidade de candidatos que obtiveram determinada pontuação (de</p><p>0 a 7 pontos), em cada questão da 58o IMO, realizada no Rio de Janeiro, no período de 12 a 23 julho de</p><p>2017.</p><p>27</p><p>O gráfico que pode representar a distribuição de pontuações da Questão 4 é</p><p>(A)</p><p>(B)</p><p>(C)</p><p>(D)</p><p>(E)</p><p>14. A IMO premia a metade dos participantes com medalhas. Essas medalhas – ouro, prata e bronze</p><p>– são concedidas, respectivamente, na proporção de 1:2:3. Para incentivar o maior número possível de</p><p>alunos a resolverem problemas completos, são concedidos certificados de menção honrosa àqueles</p><p>estudantes que não receberam medalha, mas obtiveram 7 (sete) pontos em pelo menos um problema.</p><p>Adaptado de: https://www.imo2017.org.br/sobre-a-imo.html</p><p>Obedecidas as regras, o percentual de candidatos que faz jus à medalha de bronze na IMO é</p><p>(A) 12,5%.</p><p>(B) 16,7%.</p><p>(C) 20%.</p><p>(D) 25%.</p><p>(E) 33%.</p><p>28</p><p>15. Dois barcos A e B partem de um mesmo ponto, em trajetórias retilíneas, seguindo direções</p><p>diferentes. No instante em que o barco A completa um deslocamento de 8,0 jardas, o barco B atinge a</p><p>marca de 4,8 jardas. Cada barco preserva a sua velocidade desde o momento da partida. Quando o barco</p><p>B percorrer uma certa distância d, o barco A fará, nesse mesmo intervalo, 10,0 jardas a mais.</p><p>É correto afirmar que d é um múltiplo de</p><p>(A) 2.</p><p>(B) 5.</p><p>(C) 7.</p><p>(D) 9.</p><p>(E) 11.</p><p>Utilize a identidade abaixo para resolver a questão 16.</p><p>“Se A e B forem números reais positivos, então é sempre verdade que:</p><p>√𝑨+√𝑨𝟐−𝑩𝟐+√𝑨−√𝑨𝟐−𝑩𝟐=√𝑨+√𝑩</p><p>Essa identidade pode ser provada elevando-se ao quadrado ambos os membros da igualdade.”</p><p>16. A figura a seguir ilustra um plano inclinado de 1 m de comprimento e aclive de 150.</p><p>A projeção horizontal p dessa rampa mede, em metros,</p><p>A medida de p também pode ser expressa com exatidão por</p><p>(A)</p><p>(B)</p><p>(C)</p><p>(D)</p><p>(E)</p><p>29</p><p>17. O gráfico de uma função real 𝑓(𝑥)=𝐴𝑥2+𝐵𝑥+𝐶, de variável real, passa pelo ponto de coordenadas</p><p>(0,4). Quando x vale 3, sua imagem é 7, que é o valor máximo dessa função.</p><p>Utilizando os dados acima, podemos afirmar que o valor de A é</p><p>(A) 1/6.</p><p>(B) −1/6.</p><p>(C) −1/2.</p><p>(D) 1/3.</p><p>(E) −1/3.</p><p>18. A figura abaixo ilustra o gráfico de duas funções reais 𝑔(𝑥)=𝑀𝑥+2𝑃 𝑒 ℎ(𝑥)=2𝑀𝑥+𝑃, com 𝑥 ∈ ℝ.</p><p>Se o ponto de interseção tem coordenadas (3,5), então</p><p>(A) P = M.</p><p>(B) P = 2M.</p><p>(C) P = 3M.</p><p>(D) P + M = 0.</p><p>(E) P + M = 1.</p><p>19. O retângulo PQRS é a representação de uma mesa de sinuca. O objetivo é alcançar a bola verde,</p><p>representada pelo ponto V, com a bola branca, representada pelo ponto B. Sabe-se que o ângulo de</p><p>incidência é igual ao ângulo de reflexão, como destacado na figura abaixo.</p><p>Qual o valor da tangente do ângulo ?</p><p>(A) 32/37</p><p>(B) 33/37</p><p>30</p><p>(C) 36/37</p><p>(D) 32/35</p><p>(E) 33/35</p><p>20. A figura ilustra uma chapa metálica retangular bem fina cuja superfície vale 204 cm².</p><p>Devido à dilatação térmica, a maior das dimensões (comprimento) foi aumentada de 3 cm e a largura,</p><p>de 2 cm, fazendo com que essa superfície seja aumentada de 76 cm².</p><p>“Observe que a área de um retângulo corresponde ao produto do comprimento</p><p>pela largura.”</p><p>Nessas condições, o comprimento pode ter dois valores, ambos contidos no intervalo</p><p>(A) [11,0;12,5].</p><p>(B) [13,5;15,5].</p><p>(C) [14,5;16,5].</p><p>(D) [16,5;18,5].</p><p>(E) [17,5;19,5]</p><p>Gabarito</p><p>01. A / 02. E / 03. D / 04. B / 05. E / 06. E / 07. D / 08. D / 09. A / 10. A</p><p>11. B / 12. D / 13. B / 14. D / 15. B / 16. C / 17. E / 18. C / 19. B / 20. D</p><p>COM BASE NO TEXTO I, RESPONDA ÀS QUESTÕES DE NÚMEROS 01 E 02.</p><p>2019</p><p>31</p><p>1. Algumas estratégias argumentativas foram empregadas no Texto I para persuadir o leitor de que a</p><p>opinião do eu lírico é um fato inquestionável.</p><p>A estratégia de persuasão presente no poema caracteriza-se de modo mais evidente pelo uso de</p><p>(A) discurso direto.</p><p>(B) pergunta retórica.</p><p>(C) linguagem figurada.</p><p>(D) repetição de termos.</p><p>(E) argumento de autoridade.</p><p>2.</p><p>Este o nosso destino: amor sem conta,</p><p>distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,</p><p>doação ilimitada a uma completa ingratidão,</p><p>e na concha vazia do amor a procura medrosa,</p><p>paciente, de mais e mais amor.</p><p>De acordo com a estrofe acima, o nosso destino é amar e se doar incondicionalmente.</p><p>Para reforçar tal ideia, o poeta vale-se de</p><p>(A) palavras sinônimas, como “ilimitada” e “vazia”.</p><p>(B) conceitos opostos, como “pérfidas ou nulas” e “vazia e medrosa”.</p><p>(C) pormenorização de sentimentos ambíguos, como “ingratidão” e “medrosa”.</p><p>(D) correlações contraditórias, como “doação ilimitada” e “completa ingratidão”.</p><p>(E) exemplificações de comportamentos altruístas, como “completa ingratidão” e “procura medrosa”.</p><p>COM BASE NO TEXTO II, RESPONDA ÀS QUESTÕES DE NÚMEROS 03 A 05.</p><p>3. O título do poema de Adélia Prado pode ser lido de forma diversa, tendo em vista as experiências</p><p>do leitor. Nos três primeiros versos, há uma ideia de casamento que se contrapõe a outra, presente nos</p><p>versos seguintes.</p><p>Pode-se dizer que a primeira e a segunda ideias se caracterizam, respectivamente, por</p><p>(A) descontrole e revolta.</p><p>(B) alienação e idealização.</p><p>(C) autoritarismo e desilusão.</p><p>(D) satisfação e instabilidade.</p><p>(E) distanciamento e envolvimento.</p><p>4. O casamento é tratado sob dois pontos de vista. Para reforçar um deles, a autora faz uso de alguns</p><p>recursos linguísticos.</p><p>O verso que, no poema, apresenta um desses recursos com seu respectivo efeito de sentido é</p><p>(A) ele fala coisas como ‘este dia foi difícil’ (v. 8) — uso de aspas para marcar o discurso indireto.</p><p>(B) Meu marido, se quiser pescar, pesque, (v. 2) — subordinação que reforça o vínculo afetivo existente</p><p>entre o casal.</p><p>32</p><p>(C) É tão bom, só a gente sozinhos na cozinha, (v. 6) — desvio de concordância nominal que sugere</p><p>intimidade entre o casal.</p><p>(D) A qualquer hora da noite me levanto, (v. 4) — primeira pessoa do discurso como estratégia de</p><p>aproximação com o leitor.</p><p>(E) ajudo a escamar, abrir, retalhar e salgar. (v. 5) — coordenação para sequenciar as ações de</p><p>companheirismo, algo que norteia a relação.</p><p>5.</p><p>ele fala coisas como ‘este foi difícil’</p><p>‘prateou no ar dando rabanadas’ (v. 8 e 9)</p><p>Nesse trecho, há um recurso de coesão textual em que o termo sublinhado é retomado por meio de</p><p>elipse.</p><p>Esse mesmo recurso está presente em</p><p>(A) “Há mulheres que dizem:” (v. 1)</p><p>(B) “mas que limpe os peixes.” (v. 3)</p><p>(C) “Coisas prateadas espocam:” (v. 15)</p><p>(D) “Por fim, os peixes na travessa,” (v. 13)</p><p>(E) “É tão bom, só a gente sozinhos na cozinha,” (v. 6)</p><p>COM BASE NO TEXTO III, RESPONDA ÀS QUESTÕES DE NÚMEROS 06 A 09.</p><p>33</p><p>A QUESTÃO 06 REFERE-SE AOS TEXTOS II E III.</p><p>6. Tanto no poema de Adélia Prado quanto no conto de Mia Couto, a expressão “primeira vez” remete</p><p>a momentos felizes:</p><p>“O silêncio de quando nos vimos a primeira vez / atravessa a cozinha como um rio profundo”</p><p>(Texto II, v. 11 e 12)</p><p>“Quando ele me dirigiu palavra, nesse primeiríssimo dia, dei conta de que, até então, nunca eu tinha</p><p>falado com ninguém. [...] Dessa vez, com esse homem, na palavra eu me divinizei. [...] Lembro desse</p><p>encontro, dessa primogênita primeira vez”.</p><p>(Texto III, l. 8-13)</p><p>O silêncio (Texto II) e a palavra (Texto III), tão marcantes no primeiro encontro de cada casal, remetem,</p><p>respectivamente à ideia de</p><p>(A) insolência e opressão.</p><p>(B) inquietude e comoção.</p><p>(C) intimidade e nostalgia.</p><p>(D) indiferença e alienação.</p><p>(E) intolerância e abnegação.</p><p>7. No Texto III, na busca do entendimento de si e do amor, a narradora aponta dois tipos de homem.</p><p>De acordo com o primeiro parágrafo, homem-sol apresenta como traço marcante a</p><p>(A) apatia.</p><p>(B) inércia.</p><p>(C) avareza.</p><p>(D) liderança.</p><p>(E) fragilidade.</p><p>8. O texto de Mia Couto aborda, genericamente, o insucesso de relações amorosas.</p><p>Esse enfoque genérico é reforçado pelo uso do seguinte recurso textual:</p><p>(A) discurso em 1ª pessoa.</p><p>(B) marcas de interlocução.</p><p>(C) não nomeação das personagens.</p><p>(D) posicionamento crítico da narradora.</p><p>(E) determinação de tempo e de espaço.</p><p>9. Toda a vida acreditei: amor é os dois se duplicarem em um. Mas hoje sinto: ser um é ainda muito.</p><p>De mais. Ambiciono, sim, ser o múltiplo de nada, Ninguém no plural. Ninguéns. (l. 35-37)</p><p>Esse trecho apresenta metáforas construídas a partir de conceitos matemáticos: duplicidade, unicidade</p><p>e multiplicidade.</p><p>Ele contraria a lógica matemática para enfatizar a percepção da narradora acerca do amor</p><p>(A) resignado.</p><p>(B) idealizado.</p><p>(C) irracional.</p><p>(D) irredutível.</p><p>(E) desmistificado.</p><p>34</p><p>COM BASE NO TEXTO IV, RESPONDA ÀS QUESTÕES DE NÚMEROS 10 A 12.</p><p>TEXTO IV</p><p>10. O vocábulo “menino” classifica-se morfologicamente como substantivo. Entretanto, em “Por isso</p><p>os antigos sabiamente pintaram o amor menino” (l. 5), a mesma palavra assume valor de adjetivo.</p><p>O trecho do Texto IV em que uma palavra também assume valor diferente do morfologicamente</p><p>previsto é</p><p>(A) “Gasta-se o ferro com o uso” (l. 11)</p><p>(B) “São as afeições como as vidas” (l. 2)</p><p>(C) “porque não há amor tão robusto” (l. 5)</p><p>(D) “O mesmo amar é causa de não amar” (l. 11)</p><p>(E) “Afrouxa-lhe o arco, com que já não tira” (l. 7)</p><p>11. No trecho “São as afeições como as vidas, que não há mais certo sinal de haverem de durar pouco,</p><p>que terem durado muito” (l. 2 e 3), encontram-se destacadas duas ocorrências da palavra “que”.</p><p>Embora a palavra seja a mesma, nessas ocorrências, o termo em questão indica valores semânticos</p><p>distintos. Esses valores são respectivamente</p><p>(A) conclusão e causa.</p><p>(B) condição e proporção.</p><p>(C) concessão e alternância.</p><p>(D) explicação e comparação.</p><p>(E) consequência e conformidade.</p><p>12. São vários os procedimentos relacionados à organização e seleção de palavras que contribuem</p><p>para a construção de sentidos de um texto.</p><p>Um deles é a apresentação progressiva de ideias, que pode ser identificada na seguinte passagem:</p><p>(A) “Afrouxa-lhe o arco, com que já não tira,” (l. 7)</p><p>(B) “Por isso os antigos sabiamente pintaram o amor menino,” (l. 5)</p><p>(C) “De todos os instrumentos com que o armou a natureza o desarma o tempo.” (l. 6 e 7)</p><p>(D) “Atreve-se o tempo a colunas de mármore, quanto mais a corações de cera!” (l. 1 e 2)</p><p>(E) “Tudo cura o tempo, tudo faz esquecer, tudo gasta, tudo digere, tudo acaba.” (l. 1)</p><p>35</p><p>COM BASE NO TEXTO V, RESPONDA ÀS QUESTÕES DE 13 A 15.</p><p>13. No Texto V, o título do poema ilustra o que a mãe do menino chama de “despropósitos” (v. 30).</p><p>Sobre essa correlação — ação do menino / percepção da mãe — infere-se que a palavra</p><p>“despropósito”</p><p>(A) indica pejorativamente a falta de juízo do menino.</p><p>(B) ratifica as tensões entre gerações no tocante à palavra escrita.</p><p>(C) constitui um neologismo que traduz o caráter insensível do menino.</p><p>(D) possui um prefixo que afasta suas ações cotidianas do plano denotativo.</p><p>(E) contraria a convenção gramatical para enfatizar as inabilidades do menino.</p><p>14. Na arte, é comum o poeta buscar a revitalização da linguagem.</p><p>No verso “Você vai carregar água na peneira a vida toda.” (v. 27), a linguagem explorada para</p><p>traduzir a perspectiva criativa</p><p>do menino</p><p>(A) constitui-se de ironia.</p><p>(B) distancia-se do sentido literal.</p><p>(C) apresenta associações primitivas.</p><p>(D) generaliza o comportamento infantil.</p><p>(E) enfatiza o caráter racional do discurso.</p><p>36</p><p>15. De acordo com Ferreira Gullar, “A arte existe, porque a vida não basta”.</p><p>No poema de Manoel de Barros, mais especificamente no verso “até fez uma pedra dar flor” (v. 24), a</p><p>relação do poeta com a representação da realidade pode ser entendida como</p><p>(A) cópia.</p><p>(B) negação.</p><p>(C) releitura.</p><p>(D) aceitação.</p><p>(E) detalhamento.</p><p>COM BASE NO TEXTO VI, RESPONDA ÀS QUESTÕES 16 E 17.</p><p>16. A argumentação pode ser construída por meio de diferentes recursos, sempre visando convencer</p><p>o leitor sobre a validade de determinada tese.</p><p>Nesse sentido, é correto afirmar que Manguel</p><p>(A) prefere o diálogo com o leitor à apresentação de seus argumentos.</p><p>(B) apresenta sua tese no primeiro parágrafo, por meio de uma narração.</p><p>(C) demonstra a pobreza da linguagem verbal, porque ela é incapaz de verbalizar todas as imagens.</p><p>(D) articula, por uma condicional, argumentos de autoridade à coletividade expressa na primeira</p><p>pessoa do plural.</p><p>(E) apresenta Francis Bacon, Platão e Salomão como as únicas autoridades no assunto, conferindo</p><p>credibilidade ao texto.</p><p>17. As orações adjetivas cujo conteúdo é relevante para a identificação da entidade, ser ou objeto a</p><p>que se refere o antecedente do pronome relativo chamam-se restritivas [...].</p><p>Quando, entretanto, o conteúdo da oração adjetiva não contribui para essa identificação, dizemos que</p><p>a oração adjetiva é não restritiva (ou explicativa).</p><p>(Azeredo, José Carlos de. Gramática Houaiss da língua portuguesa. 1.ed. São Paulo: Publifolha, 2008. p. 319-320.)</p><p>Ao longo do Texto VI, observam-se algumas ocorrências de orações adjetivas.</p><p>No período “Eu tinha nove ou dez anos, e uma tia, que era pintora, me convidara para ir ao seu ateliê</p><p>para conhecer o local onde ela trabalhava.” (l. 1 e 2), a oração adjetiva destacada estabelece com o</p><p>vocábulo “tia” uma relação semântica de</p><p>37</p><p>(A) conclusão.</p><p>(B) comparação.</p><p>(C) retificação.</p><p>(D) generalização.</p><p>(E) caracterização.</p><p>COM BASE NO TEXTO VII, RESPONDA ÀS QUESTÕES 18 E 19.</p><p>18. Leonardo amava sua arte e acreditava que “o amor a qualquer coisa é produto do conhecimento,</p><p>sendo o amor mais ardente quanto mais seguro é o conhecimento”, conforme escreveu. (l. 14-16)</p><p>A partir da leitura do Texto VII, pode-se inferir que o sentimento de Leonardo da Vinci pela arte era</p><p>(A) restrito às suas idealizações.</p><p>(B) determinado por suas excentricidades.</p><p>(C) comprometido com aplicações práticas.</p><p>(D) limitado à utilização em suas obras de arte.</p><p>(E) influenciado pelo nível do seu conhecimento.</p><p>19. Se compararmos o amor de Leonardo da Vinci, apresentado no Texto VII, com o amor segundo</p><p>Padre António Vieira (Texto IV), podemos perceber uma relação de</p><p>(A) causa.</p><p>(B) contraste.</p><p>(C) consequência.</p><p>(D) conformidade.</p><p>(E) temporalidade.</p><p>38</p><p>COM BASE NO TEXTO VIII, RESPONDA À QUESTÃO 20.</p><p>Texto VIII</p><p>20. Entre o primeiro e último quadros, desenvolve-se uma concreta troca afetiva.</p><p>Analisando-se os elementos não verbais, aqueles que MELHOR representam a empatia são</p><p>(A) a tesoura e o cabelo curto.</p><p>(B) cortar o cabelo e ceder o boné.</p><p>(C) olhar pensativamente e ficar feliz.</p><p>(D) o sorriso da família e o cabelo curto.</p><p>(E) o olhar pensativo e o longínquo corredor.</p><p>Gabarito</p><p>1. B / 2. D / 3. E / 4. E / 5. B / 6. C / 7. D / 8. C / 9. E / 10. D</p><p>11. D / 12. E / 13. D / 14. B / 15. C / 16. D / 17. E / 18. E / 19. B / 20. B</p><p>MATEMÁTICA</p><p>Com base na leitura e análise dos dados apresentados pela notícia e pelo infográfico abaixo, responda</p><p>às questões 1 e 2.</p><p>“A mais recente pesquisa TIC Kids Online, realizada pelo Comitê Gestor da Internet, mostrou que, pela</p><p>primeira vez, em 2014, o acesso à internet por celular no Brasil foi maior do que por computadores: 82%</p><p>acessam pelo celular, enquanto 56% usam o desktop.”</p><p>39</p><p>1. A partir das informações indicadas no item “Local de acesso”, verifica-se que</p><p>(A) houve uma redução, de 2013 para 2014, em percentual, do acesso à internet na escola.</p><p>(B) houve um aumento, de 2013 para 2014, de aproximadamente 1%, do acesso à internet na escola.</p><p>(C) houve uma redução, em percentual, do acesso à internet em bibliotecas públicas e telecentros de</p><p>2013 para 2014.</p><p>(D) o percentual de jovens, de 9 a 17 anos, que não utilizaram a internet para realizarem trabalhos da</p><p>escola foi de 32%.</p><p>(E) em 2014, o percentual de acessos à internet nas bibliotecas públicas e telecentros aumentou 120%</p><p>em relação ao percentual de 2013.</p><p>2. De acordo com as porcentagens apontadas no item “Usuários de internet**”, é correto afirmar que</p><p>(A) a minoria dos jovens de 10 a 17 anos do Brasil são usuários da internet.</p><p>(B) a maioria dos jovens de 10 a 17 anos da região Sul são usuários de internet.</p><p>(C) a minoria dos jovens de 10 a 17 anos da região Nordeste são usuários da internet.</p><p>(D) a maior quantidade de indivíduos de 10 a 17 anos, usuários de internet, encontra-se na região Sul.</p><p>(E) a menor quantidade de indivíduos de 10 a 17 anos, usuários de internet, encontra-se na região</p><p>Norte.</p><p>3. O gráfico abaixo mostra o resultado da apuração dos votos do segundo turno de uma eleição entre</p><p>os candidatos A e B. Sabendo que votos válidos são os votos dados a cada candidato, não sendo</p><p>computados os votos brancos e nulos, qual alternativa melhor representa a situação dos candidatos A e</p><p>B?</p><p>40</p><p>A)</p><p>B)</p><p>C)</p><p>D)</p><p>E)</p><p>4. Uma função 𝑓:ℝ→ℝ, definida por 𝑓(𝑥)=𝑎𝑥2+𝑏𝑥+𝑐, com a, b e 𝑐 ∈ ℝ e 𝑎≠0, assume um valor negativo</p><p>quando 𝑥=−5 e positivo quando 𝑥=−1 e 𝑥=2. Logo, é correto afirmar que</p><p>(A) 𝑎>0</p><p>(B) 𝑎<0</p><p>(C) 𝑐>0</p><p>(D) 𝑐<0</p><p>(E) 𝑏>0</p><p>Considere a definição a seguir para a resolução da questão 5.</p><p>“A área de um triângulo é a metade do produto da medida de sua base pela medida de sua altura.”</p><p>5. Três pontos de duas funções 𝑓:ℝ→ℝ e 𝑔:ℝ→ℝ definidas, respectivamente, por 𝑓(𝑥)=3𝑥2+6𝑥−24 e</p><p>𝑔(𝑥)=1/10𝑥2+2𝑥+9 serão utilizados para construção de um triângulo. Esse triângulo será construído com</p><p>seus vértices sobre os gráficos dessas funções, conforme o descrito abaixo:</p><p>I. um dos seus vértices no ponto de menor imagem da função 𝑔;</p><p>II. dois vértices nos pontos de interseção da função 𝑓 com o eixo das abscissas.</p><p>Dessa forma a área desse triângulo é igual a</p><p>(A) 30</p><p>(B) 15</p><p>(C) 9</p><p>(D) 6</p><p>(E) 3</p><p>41</p><p>6. A figura abaixo apresenta 100 quadrados de lado medindo 1 cm. Uma formiga saiu do ponto A,</p><p>passou pelo ponto B e foi até o ponto C. Se ela tivesse seguido o caminho em linha reta de A até C, teria</p><p>percorrido</p><p>(A) √13 cm</p><p>(B) 2√13 cm</p><p>(C) 8 cm</p><p>(D) 10 cm</p><p>(E) 52 cm</p><p>Com base na leitura e análise dos dados apresentados pelo infográfico abaixo, responda às questões</p><p>7 e 8.</p><p>Disponível em:<< http://www.explorerside.com/wp-content/uploads/2017/02/infografico_febre_amarela.png>>.</p><p>Acesso em 20 jun 2018.</p><p>7. Segundo o gráfico de barras, conclui-se que a média, a moda e a mediana dos casos de febre</p><p>amarela silvestre em humanos de 1980 a 2016 se encontra, respectivamente, entre</p><p>(A) 30 e 40 casos, 10 e 20 casos e 0 e 10 casos.</p><p>(B) 30 e 40 casos, 0 e 10 casos e 10 e 20 casos.</p><p>42</p><p>(C) 20 e 30 casos, 10 e 20 casos e 0 e 10 casos.</p><p>(D) 20 e 30 casos, 0 e 10 casos e 10 e 20 casos.</p><p>(E) 20 e 30 casos, 10 e 20 casos e 10 e 20 casos.</p><p>8. O gráfico da taxa de letalidade mostra que a quantidade de pessoas que vieram a óbito em</p><p>(A) 1993 é inferior à observada em 1992.</p><p>(B) 2010 é superior à observada em 2009.</p><p>(C) 2011 é a metade da observada em 2010.</p><p>(D) 2009 é a mesma que a observada em 2003.</p><p>(E) 2006 é a mesma que a observada em 2005.</p><p>9. A maioria das televisões apresenta tela semelhante a um retângulo de lados 3 e 4 cuja diagonal</p><p>representa as polegadas da televisão. Logo, uma tela de 45 polegadas tem lados iguais a</p><p>(A)</p><p>12 e 16 polegadas.</p><p>(B) 15 e 20 polegadas.</p><p>(C) 18 e 24 polegadas.</p><p>(D) 27 e 36 polegadas.</p><p>(E) 30 e 40 polegadas.</p><p>10. A figura a seguir é composta por duas retas e e três quadrados com um dos seus lados</p><p>sobre a reta e um de seus vértices sobre a reta .</p><p>Se as áreas dos quadrados menor e maior são iguais, respectivamente, a 36cm² e 64cm², então a área</p><p>do quadrado intermediário é igual a</p><p>(A) 45cm²</p><p>(B) 45,5cm²</p><p>(C) 48cm²</p><p>(D) 48,5cm²</p><p>(E) 49cm²</p><p>11. Considere o quadrado ABCD, cujo lado mede 5cm, e M um ponto sobre o círculo circunscrito a</p><p>este quadrado, não coincidente com os vértices A, B, C e D, conforme ilustra a figura a seguir.</p><p>Qual o valor da soma (𝑀𝐴)²+(𝑀𝐵)²+(𝑀𝐶)²+(𝑀𝐷)²?</p><p>(A) 10</p><p>(B) 10√2</p><p>(C) 50</p><p>(D) 50√2</p><p>(E) 100</p><p>43</p><p>12. A companhia de turismo Vivitour freta um ônibus de 40 lugares de acordo com as seguintes</p><p>condições descritas no contrato de afretamento:</p><p>I. Cada passageiro pagará R$160,00, se todos os 40 lugares forem ocupados.</p><p>II. Cada passageiro pagará um adicional de R$8,00 por lugar não ocupado.</p><p>Quantos lugares a companhia de turismo deverá vender para garantir lucro máximo?</p><p>(A) 30</p><p>(B) 32</p><p>(C) 35</p><p>(D) 38</p><p>(E) 40</p><p>Utilizando as três definições apresentadas a seguir, responda à questão 13.</p><p>I. Um círculo de centro O e raio k é o lugar geométrico dos pontos do plano cuja distância ao centro O</p><p>é menor ou igual a k.</p><p>II. Reta tangente a um círculo, de centro O, em um ponto P é a reta que intersecta o círculo no ponto</p><p>P e é perpendicular ao raio .</p><p>III. Círculos tangentes exteriores são círculos que se intersectam em apenas um ponto, e a distância</p><p>entre seus centros é igual a soma dos seus raios.</p><p>13. Na figura abaixo, são apresentados três círculos de centros O1, O2 e O3 e raios R, n e r</p><p>respectivamente. Esses círculos são tangentes exteriores e também tangentes a uma reta t. Assim o valor</p><p>de n é</p><p>A)</p><p>B)</p><p>C)</p><p>D)</p><p>E)</p><p>14. Dado que a bissetriz do ângulo é o lugar geométrico dos pontos que equidistam das semirretas</p><p>𝑒 e, portanto, divide o ângulo em dois ângulos congruentes, considere um triângulo ABC isósceles</p><p>com 𝐴𝐵=𝐴𝐶=1𝑐𝑚 e 𝑚𝑒𝑑(Â)=360. Se 𝐷 ∈ de forma que seja a bissetriz do ângulo , então a medida</p><p>é</p><p>44</p><p>A)</p><p>B)</p><p>C)</p><p>D)</p><p>E)</p><p>15. Na primeira fase da Copa do Mundo de 2018, fase de grupos, as trinta e duas seleções foram</p><p>divididas em oito grupos de quatro seleções, sendo que as duas seleções melhor classificadas de cada</p><p>grupo avançaram para a próxima fase. Cada uma das quatro seleções, de cada grupo, jogou uma vez</p><p>com as outras três seleções.</p><p>Segundo o critério de pontos (Pt), a cada vitória, a seleção computava três pontos e, a cada derrota,</p><p>zero ponto. Em caso de empate no jogo, somou-se um ponto para cada seleção.</p><p>Em caso de igualdade na pontuação, ao final da primeira fase, os critérios de desempate foram:</p><p>1. Melhor saldo de gols (total de gols feitos menos o total de gols sofridos);</p><p>2. Maior número de gols feitos (gols pró);</p><p>3. Confronto direto;</p><p>4. Menos cartões vermelhos e amarelos;</p><p>5. Sorteio.</p><p>Numa simulação dos jogos da primeira fase, de um grupo qualquer, ocorreu o descrito abaixo:</p><p>- houve um time que ganhou todas as partidas por um a zero;</p><p>- houve um outro time que perdeu todas as partidas por zero a um.</p><p>Considerando apenas os critérios de pontos (Pt), o critério 1 de desempate (Sd) e o critério 2 de</p><p>desempate (Gp), qual das opções abaixo pode representar as pontuações das quatro seleções desse</p><p>grupo?</p><p>A)</p><p>B)</p><p>C)</p><p>45</p><p>D)</p><p>E)</p><p>16. A forma de potência mais simples do radical é</p><p>A)</p><p>B)</p><p>C)</p><p>D)</p><p>E)</p><p>Com base na definição a seguir, responda à questão 17.</p><p>“A área de um triângulo é a metade do produto da medida de sua base pela medida de sua altura.”</p><p>17. Considere o retângulo ABCD, cuja base mede 40 cm e altura mede 60 cm, e o triângulo BEF</p><p>construído com vértices sobre os lados do retângulo, conforme a figura abaixo. Sabendo que 𝐸𝐷=3𝐷𝐹 e</p><p>a área do triângulo BEF é a maior possível, qual a área deste triângulo?</p><p>(A) 750 𝑐𝑚²</p><p>(B) 900 𝑐𝑚²</p><p>(C) 1050 𝑐𝑚²</p><p>(D) 1200 𝑐𝑚²</p><p>(E) 1350 𝑐𝑚²</p><p>18. Assinale a opção que contém a afirmação correta.</p><p>(A) Para 𝑎 e 𝑏 reais e 𝑛 natural,</p><p>(B) Para 𝑎 e 𝑏 reais positivos,</p><p>(C) Para 𝑎 e 𝑏 reais, se 𝑎2=𝑏2 então 𝑎=𝑏.</p><p>(D) Para 𝑎 e 𝑏 reais positivos,</p><p>(E) Para qualquer 𝑎 real,</p><p>19. A equação do segundo grau cujas raízes são iguais ao triplo do valor das raízes da equação</p><p>𝑥2+𝑏𝑥+𝑐=0 é</p><p>(A) 𝑥2+3𝑏𝑥+9𝑐=0</p><p>(B) 𝑥2+3𝑏𝑥+3𝑐=0</p><p>46</p><p>(C) +3𝑏𝑥+9𝑐=0</p><p>(D) 3𝑥2+3𝑏𝑥+3𝑐=0</p><p>(E) 3𝑥2+3𝑏𝑥+9𝑐=0</p><p>20. Os alunos do 9º ano do CMRJ foram a uma visita ao Palácio Duque de Caxias para, além de</p><p>conhecer o palácio, executar um trabalho sobre “grandes medições”, solicitado pelo seu professor de</p><p>Matemática.</p><p>Os alunos tinham que estimar a altura do prédio da Central do Brasil localizado ao lado do Palácio</p><p>Duque de Caxias. Para realizar a tarefa, os alunos teriam que fazer a medição de ângulos a partir de três</p><p>pontos distintos, determinados pelo professor, com o auxílio de um teodolito e utilizar √3=1,73 em seus</p><p>cálculos.</p><p>Observe os resultados obtidos com as três medições descritas a seguir:</p><p>- a primeira medição foi feita a uma distância de 410m do prédio, e o topo do prédio foi observado</p><p>segundo um ângulo de 15º;</p><p>- a segunda medição foi feita depois de se aproximar do prédio, e o ângulo observado foi o dobro do</p><p>ângulo da primeira medição;</p><p>- a terceira medição foi feita depois de se aproximar 84m do prédio, a partir do ponto da segunda</p><p>medição, e o ângulo observado foi o triplo do ângulo da primeira medição.</p><p>Disponível em: <<https://fatosfotoseregistros.files.wordpress.com/2016/06/central2015.jpg?w=640>>.</p><p>Acesso em: 20 jun 2018.</p><p>A partir desses dados, calcule o valor aproximado da altura do prédio da Central do Brasil.</p><p>(A) 34m</p><p>(B) 48m</p><p>(C) 79m</p><p>(D) 115m</p><p>(E) 121m</p><p>Gabarito</p><p>1. D / 2. B / 3. C / 4. C / 5. E / 6. B / 7. D / 8. C / 9. D / 10. C</p><p>11. E / 12. A / 13. B / 14. A / 15. B / 16. A / 17. E / 18. D / 19. A / 20. D</p><p>47</p><p>COM BASE NO TEXTO I, RESPONDA ÀS QUESTÕES DE NÚMERO 01 A 05.</p><p>Questão 1</p><p>De acordo com o texto, memória e literatura estão intimamente relacionadas. O fragmento textual que</p><p>ratifica essa ideia é</p><p>(A) “Ele não terá a memória das outras experiências.” (l. 15)</p><p>(B) “Não aprendeu com quem viveu antes.” (l. 18-19)</p><p>2020</p><p>48</p><p>(C) “Não tem uma experiência anterior que lhe informe nada.” (l. 19)</p><p>(D) “Temos de herança o imenso patrimônio da leitura de obras valiosíssimas”. (l. 30-31)</p><p>(E) “Talvez a principal seja o prazer que essa leitura nos dá.” (l. 52)</p><p>Questão 2</p><p>No Texto I, as marcas de diminutivo contribuem para a ampliação de sentidos. Em “Faz-se uma</p><p>estradinha” (l. 8) e “todo aquele patrimônio ali pertinho” (l. 28), os valores semânticos expressos pelo</p><p>diminutivo equivalem, respectivamente, a</p><p>(A) desprezo e ironia.</p><p>(B) tamanho e tamanho.</p><p>(C) tamanho e intensidade.</p><p>(D) desprezo e simplicidade.</p><p>(E) intensidade e intensidade.</p><p>Questão 3</p><p>“Trata de construí-lo e torná-lo o mais confortável possível”. (l. 4)</p><p>O emprego do pronome pessoal oblíquo é um dos recursos coesivos na construção do texto. Nesse</p><p>trecho, as duas ocorrências do pronome fazem referência ao vocábulo</p><p>(A) onde (l. 2).</p><p>(B) local (l. 3).</p><p>(C) certo (l. 3).</p><p>(D) ponto (l. 3).</p><p>(E) abrigo (l. 4).</p><p>Questão 4</p><p>“Mas como estão aí e não há mais jeito para conseguir manter a massa na ignorância total, até parece</p><p>que surgiu outra tática de propósito: distrair a maioria da população com outras coisas, [...]” (l. 42-44)</p><p>Os trechos sublinhados apresentam, respectivamente, os sentidos de</p><p>(A) fato e conclusão.</p><p>(B) causa e consequência.</p><p>(C) adição e conformidade.</p><p>(D) concessão e alternância.</p><p>(E) comparação e finalidade.</p><p>Questão 5</p><p>Ana Maria Machado utiliza a construção “Mas há mais” (l. 51-52) para</p>

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