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<p>1</p><p>SISTEMAS DE CUSTEIO</p><p>(apropriação de custos)</p><p>• Nas últimas aulas aprendemos a lógica do sistema de custeio por</p><p>absorção ou tradicional onde, inicialmente, apropriamos os CIP</p><p>através de bases de rateio e, posteriormente, por departamentos;</p><p>• Agora vamos estudar o sistema de custeio ABC onde a alocação</p><p>dos CIP será feita através de atividades.</p><p>Sistema de Custeio ABC</p><p>Custeio Baseado em Atividades</p><p>(Activity Based Costing)</p><p>68</p><p>Característica Classificação</p><p>Mecânica de</p><p>acumulação</p><p>Por Ordem: quando a produção é feita por encomenda;</p><p>Por processo: quando a produção é feita de forma contínua.</p><p>Grau de</p><p>absorção</p><p>(Absorção dos CIP)</p><p>Por absorção: quando os custos indiretos são transferidos aos produtos</p><p>e/ou serviços, por bases de rateio, departamentos ou atividades;</p><p>Exemplos: Custeio por absorção parcial, absorção pleno, ABC, RKW, etc.</p><p>Direto: quando apenas os custos diretos são considerados no cálculo do</p><p>custo do produto ou serviço.</p><p>Momento de</p><p>apuração</p><p>Custo real: equivalem aos custos reais apurados no final do período;</p><p>Custo orçado: representam o custo alocado ao produto mediante taxas</p><p>predeterminadas de custos indiretos de produção;</p><p>Custo padrão: custo cientificamente predeterminado, constituindo base</p><p>para avaliação de desempenho efetivo. Representa o quanto o produto</p><p>deveria custar.</p><p>Classificação dos sistemas de custeio</p><p>Bruni e Famá (2004)</p><p>SISTEMAS DE CUSTEIO - ABC</p><p>CP = MP + MOD + CIP</p><p>Base rateio</p><p>ou</p><p>Departº</p><p>CUSTEIO POR ABSORÇÃO</p><p>Atividades</p><p>CUSTEIO ABC</p><p>X</p><p>Custos Estruturais;</p><p>Custos da empresa</p><p>e não do produto</p><p>CUSTEIO DIRETO</p><p>LÓGICA DE CÁLCULO: Sistema de Custeio ABC</p><p>Custeio Baseado em Atividades</p><p>(Activity Based Costing)</p><p>2</p><p>Ao final dessa aula, o aluno deverá ser capaz de:</p><p>• Reconhecer as características do método de Custeio</p><p>baseado em atividades (ABC).</p><p>• Compreender a forma como é utilizado o método de</p><p>Custeio baseado em atividades (ABC).</p><p>• Entender o mecanismo de alocação de custos indiretos</p><p>por meio de direcionadores de custos.</p><p>Custos Indiretos de</p><p>Produção - CIP</p><p>Custos Indiretos de</p><p>Produção - CIP</p><p>OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM – Capítulo 8</p><p>CIP são alocados aos produtos através de rateio</p><p>71</p><p>Esquema Básico de Custos - Recordando</p><p>Produtos: A, B, C ...</p><p>Rateio</p><p>CPV</p><p>Custos Indiretos Custos Diretos</p><p>Despesas</p><p>Resultados</p><p>Receitas</p><p>Custos</p><p>Estoque</p><p>PA/PE</p><p>Custeio por absorção sem departamentalização</p><p>72</p><p>MP PA</p><p>MOD</p><p>CIP</p><p>Receita Vendas</p><p>-Impostos prop</p><p>Receita Líquida</p><p>-CPV</p><p>Lucro Bruto</p><p>-Despesas</p><p>Lucro Operac.</p><p>-Desp não oper</p><p>LAIR</p><p>IR/CS</p><p>LL</p><p>Base de rateio</p><p>Custeio por absorção sem departamentalização</p><p>Os CIP são alocados</p><p>aos produtos através</p><p>de rateio</p><p>DRE</p><p>Sistema Tradicional de Custos – Absorção</p><p>3</p><p>Os CIP são alocados</p><p>aos produtos através</p><p>de departamentos</p><p>73</p><p>Custos Indiretos Custos Diretos Despesas</p><p>Produtos A, B, C ...</p><p>Centro de</p><p>Custos Aux. 1</p><p>Centro de</p><p>Custos Aux. 1</p><p>Centro de</p><p>Custos Aux. 2</p><p>Centro de</p><p>Custos Prod. 1</p><p>Centro de</p><p>Custos Prod. 2</p><p>Centro de</p><p>Custos Prod. 2</p><p>Base: Volume</p><p>ResultadosCPV</p><p>Receitas</p><p>Estoque</p><p>PA/PE</p><p>Esquema Básico de Custos 2 - Recordando</p><p>Departamentalização</p><p>Custeio por absorção com departamentalização</p><p>74</p><p>MP PA</p><p>MOD</p><p>CIP</p><p>Receita Vendas</p><p>-Impostos prop</p><p>Receita Líquida</p><p>-CPV</p><p>Lucro Bruto</p><p>-Despesas</p><p>Lucro Operac</p><p>-Desp não oper</p><p>LAIR</p><p>IR/CS</p><p>LL</p><p>Sistema Tradicional de Custos – Absorção</p><p>Deptº Produção</p><p>Deptº</p><p>Serviço</p><p>Base de Volume</p><p>Os CIP são alocados aos produtos</p><p>através de departamentos</p><p>Custeio por absorção com departamentalização</p><p>DRE</p><p>75</p><p>MP PA</p><p>MOD</p><p>Receita Vendas</p><p>-Impostos prop</p><p>Receita Líquida</p><p>-CPV</p><p>Lucro Bruto</p><p>-Despesas</p><p>Lucro Operac</p><p>-Desp não oper</p><p>LAIR</p><p>IR/CS</p><p>LL</p><p>Os CIP são alocados aos produtos através de atividades</p><p>Custeio ABC – Custeio Baseado em Atividades</p><p>CIP – Custos Indiretos de Produção</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>4</p><p>As Inadequações do Sistema Tradicional de custos</p><p>ao Novo Ambiente de Produção</p><p>Funções Básicas dos Sistemas de Custos:</p><p>• Avaliação de estoques</p><p>• Controle Operacional</p><p>• Medição de Custos de Produtos</p><p>Subversão dos Sistemas de Contabilidade Gerencial:</p><p>Demonstrações financeiras</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>As Inadequações do Sistema Tradicional de custos</p><p>ao Novo Ambiente de Produção</p><p>Fonte:</p><p>Pamplona (1997)</p><p>MOD</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>A MOD era um dos principais custos de produção</p><p>Início do</p><p>século XX</p><p>As Inadequações do Sistema Tradicional de custos</p><p>ao Novo Ambiente de Produção</p><p>MODCIP</p><p>Final do</p><p>século XX</p><p>Fonte:</p><p>Pamplona (1997)</p><p>O Homem sendo substituído pela máquina (Depreciação = CIP)</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>5</p><p>As Inadequações do Sistema Tradicional de custos</p><p>ao Novo Ambiente de Produção</p><p>MODCIP</p><p>Final do</p><p>século XX</p><p>Fonte:</p><p>Pamplona (1997)</p><p>Os CIP passaram a ser um dos principais custos de produção</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>As Inadequações do Sistema Tradicional de custos</p><p>ao Novo Ambiente de Produção</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>MP</p><p>50%MOD</p><p>45%</p><p>CIP</p><p>5%</p><p>Ambiente Tradicional</p><p>Matéria-Prima Mão de Obra Direta CIP</p><p>Mudança na estrutura de custos</p><p>MP</p><p>50%</p><p>MOD</p><p>5%</p><p>CIP</p><p>45%</p><p>Ambiente Atual</p><p>Matéria-Prima Mão de Obra Direta CIP</p><p>Fonte: Megliorini, 2011</p><p>As Inadequações do Sistema Tradicional de custos</p><p>ao Novo Ambiente de Produção</p><p>Componentes do valor Agregado</p><p>80%</p><p>70%</p><p>60%</p><p>50%</p><p>40%</p><p>30%</p><p>1855 1870 1885 1900 1915 1930 1945 1960 1975</p><p>CIP</p><p>MOD</p><p>Fonte: Miller e</p><p>Vollmann (1985)</p><p>Aumento dos CIP</p><p>Redução da MOD</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>6</p><p>As Inadequações do Sistema Tradicional de custos</p><p>ao Novo Ambiente de Produção</p><p>Em 1985, no artigo a fábrica oculta, Miller e Vollmann alertam para a</p><p>mudança (evolução) que estava ocorrendo no processo produtivo:</p><p>aumento significativo nos CIP acompanhado de uma queda significativa</p><p>na MOD, ou seja, um dos principais custos de produção (MOD) estava</p><p>sendo substituído por CIP (Depreciação de máquinas e outros).</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>Fonte: Miller e</p><p>Vollmann (1985)</p><p>As Inadequações do Sistema Tradicional de custos</p><p>ao Novo Ambiente de Produção</p><p>Em 1987, o livro Relevância Perdida, escrito por Johnson e Kaplan,</p><p>apresenta a evolução da contabilidade gerencial no tempo e a tendência</p><p>ao uso cada vez maior da contabilidade financeira como base para</p><p>decisões da empresa (Bornia, 2010).</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>Fonte: Miller e</p><p>Vollmann (1985)Artigo a Fábrica Oculta</p><p>As Inadequações do Sistema Tradicional de custos</p><p>ao Novo Ambiente de Produção</p><p>• que atendam suas funções</p><p>• que participem como ferramenta para a competitividade</p><p>CAM – I Consórcio de Gestão Avançada Internacional, em</p><p>1986, encorajou a implementação de novas ideias em</p><p>gerenciamento de Custos</p><p>O Sistema de Custos ABC surge</p><p>como resposta a estas necessidades.</p><p>Necessita-se de sistemas de custos:</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>Artigo: Avalie os custos corretamente (1988)</p><p>7</p><p>• Incentivos ao ABC:</p><p>– o avanço tecnológico e a crescente</p><p>complexidade dos sistemas de produção, o que</p><p>tem ocasionado um aumento absoluto e relativo</p><p>constante dos custos indiretos, em detrimento</p><p>da redução dos custos com mão-de-obra;</p><p>– o crescimento da diversidade de produtos e</p><p>modelos fabricados na mesma planta, o que</p><p>requer uma melhoria da precisão dos critérios</p><p>de custeio.</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>• Empresas candidatas a adoção do ABC</p><p>Empresas que tenham</p><p>• Um aumento significativo nos custos indiretos;</p><p>• Uma redução significativa nos custos com mão-</p><p>de-obra; e</p><p>• Um crescimento da diversidade de produtos</p><p>são fortes candidatas a adotarem o sistema de</p><p>custeio ABC.</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>Custos</p><p>O que gastamos?</p><p>Atividades</p><p>Como gastamos?</p><p>Produtos</p><p>Por que gastamos?</p><p>Primeiro</p><p>Estágio</p><p>Segundo</p><p>Estágio</p><p>LÓGICA DO ABC</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>8</p><p>LÓGICA DO ABC</p><p>Os recursos (CIP) são consumidos pelas</p><p>atividades através dos direcionadores</p><p>de primeiro estágio ou direcionadores</p><p>de recursos.</p><p>Custos</p><p>O que gastamos?</p><p>Atividades</p><p>Como gastamos?</p><p>Primeiro</p><p>Estágio</p><p>Consumo dos recursos</p><p>pelas atividades</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>LÓGICA DO ABC</p><p>Custos</p><p>O que gastamos?</p><p>Atividades</p><p>Como gastamos?</p><p>Primeiro</p><p>Estágio</p><p>Consumo dos recursos</p><p>pelas atividades</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>OBS: Essa fase do ABC é muito</p><p>estoque inicial ou final no período no processo:</p><p>Custos de produção do período = $ 50.000.000</p><p>Unidades produzidas (completamente produzidas no período) = 20.000</p><p>Custo unitário = $ 2.500</p><p>2o Período - Com estoque no final do período:</p><p>Custos de produção do período = $ 55.440.000</p><p>Unidades acabadas e transferidas para Prod. Acab. = 21.000</p><p>Em elaboração no final do período: 2.000 (50%)</p><p>Produção equivalente = 21.000 + 2.000 * 0,5 = 22.000</p><p>Custo unitário = 55.440.000 / 22.000 = $ 2.520</p><p>3o Período - Com estoque no início e final do período:</p><p>Custos de produção no período = $ 52.780.000</p><p>Unidades acabadas e transferidas = 20.700</p><p>Em elaboração no início do período = 2000 (50%)</p><p>Em elaboração no final do período = 1800 (1/3 acabadas)</p><p>Produção equivalente = 20.700 - 2000 * 0,5 + 1800 * (1/3) = 20.300</p><p>Custo unitário = 52.780.000 / 20.300 = $ 2.600</p><p>200</p><p>13. Custos por processos</p><p>Variações na quantidade de produção:</p><p>Suponha uma empresa com os seguintes departamentos:</p><p>Destilaria, Mistura e Refinaria. Na Destilaria, início do</p><p>processamento, aproveita-se 80% do material entrado,</p><p>perdendo-se o restante; na Mistura, adiciona-se, para cada litro</p><p>recebido da Destilaria, 0,3 litro de outros produtos e, na</p><p>Refinaria, há aproveitamento apenas da metade do produto</p><p>processado.</p><p>Outros dados:</p><p>Entram 100.000 litros na Destilaria a um custo de $4.000.000;</p><p>MOD e CIP da Destilaria: $3.000.000</p><p>O valor de outros produtos adicionados na Mistura é de</p><p>$1.000.000 e a MOD e CIP deste Depto é de $2.400.000</p><p>MOD e CIP da Refinaria: $5.200.000</p><p>Qual o custo do litro do produto acabado?</p><p>201</p><p>13. Custos por processos</p><p>Destilaria Mistura Refinaria</p><p>MP 7.000.000</p><p>80000</p><p>$ 87,5</p><p>10.400.000</p><p>104000</p><p>$ 100</p><p>Prod.</p><p>Acab.</p><p>$ 300</p><p>15.600.000</p><p>52.000</p><p>$ 300</p><p>MP $4.000.000</p><p>MOD/CIP $ 3.000.000</p><p>Quantidade 80.000</p><p>$7.000.000</p><p>$1.000.000</p><p>$2.400.000</p><p>104.000</p><p>$10.400.000</p><p>$ 5.200.000</p><p>52.000</p><p>46</p><p>Produção Contínua</p><p>RESUMO:</p><p>• Na Produção Contínua, torna-se de grande importância o</p><p>conceito de Equivalência de Produção. Significa este o</p><p>número de unidades iniciadas e acabadas a que equivale,</p><p>em custos, o quanto se gastou para chegar até certo ponto</p><p>de outro número de unidades não acabadas;</p><p>• Os equivalentes de Produção podem ser necessários para</p><p>cada elemento de custos (matéria-prima, mão de obra</p><p>direta, etc.);</p><p>Produção Contínua</p><p>RESUMO:</p><p>• Para o cálculo do custo unitário trabalha-se com base em</p><p>custos mensais (ou de outro período) divididos pelo</p><p>Equivalente de Produção do período, podendo-se fazer</p><p>uso de custos médios ou do PEPS para avaliação dos</p><p>estoques que passam de um período para o outro;</p><p>• Um problema desse tipo de Produção é normalmente a</p><p>dificuldade de medição das quantidades físicas</p><p>elaboradas em cada Departamento e passadas ao</p><p>seguinte.</p><p>204</p><p>Exercício (Proposto)</p><p>Pluft & Cia é uma indústria que produz embalagens para latas de 100 gramas de</p><p>talco infantil. Nos dois primeiros meses de X1 incorreu nos seguintes custos:</p><p>JAN FEV</p><p>• Matéria-prima: $ 750 $1.368</p><p>• Mão-de-obra direta: $ 500 $ 552</p><p>• Custos indiretos: $ 700 $ 720</p><p>• Total: $1.950 $2.640</p><p>Os números relativos ao volume físico da produção foram (em unidades):</p><p>JAN FEV</p><p>• Iniciadas 800 900</p><p>• Acabadas ** 760 860</p><p>• Em processamento (50%) 40 80</p><p>Pede-se para calcular com base no PEPS (FIFO) e no Custo Médio:</p><p>a) o custo unitário do produto em cada mês;</p><p>b) o valor de custo da produção acabada em cada mês; e</p><p>c) o valor de custos do estoque de produtos em elaboração no fim de</p><p>cada mês.</p><p>** DICA: Vejam que as unidades acabadas estão destacadas em vermelho. Para</p><p>não errarem no cálculo da produção equivalente SEMPRE partam delas</p><p>ajustando-as ao EIPE e EFPE.</p><p>47</p><p>205</p><p>Exercício (Proposto)</p><p>Primeiro mês:</p><p>Produção equivalente = 760 + 40 x 0,5 = 780</p><p>Custo unitário = 1.950 / 780 = $ 2,50</p><p>Produção transferida (acabada) = 760 x 2,5 = $ 1.900,00</p><p>Inventário final (PEPS e Preço médio) = 20 x 2,5 = $50,00</p><p>Segundo mês:</p><p>Produção equivalente (PEPS) = 860 - 40 x 0,5 + 80 x 0,5 = 880</p><p>Custo unitário = 2.640 / 880 = $ 3,00</p><p>Produção acabada = 20 x 2,50 + 840 x 3,00 = $ 2.570,00</p><p>Inventário final (PEPS) = 80 x 0,5 x 3,00 = $120,00</p><p>Produção equivalente (Preço médio) = 860 - 40 x 0,5 + 80 x 0,5 = 880</p><p>Custo unitário = (50 + 2.640) / (20 + 880) = $2,99</p><p>Produção acabada = 860 x 2,99 = $ 2.571,40</p><p>Inventário final = 80 x 0,5 x 2,99 = $119,60</p><p>Exercício 13.2</p><p>A indústria Carbexa, produtora de papel jornal, iniciou suas</p><p>atividades de produção no dia 2 de abril, com um lote de 10.000Kg.</p><p>A mão-de-obra direta e os custos indiretos de produção incidem</p><p>de maneira uniforme e concomitantemente ao longo do processo de</p><p>produção, porém a matéria-prima é inserida na máquina de uma só vez,</p><p>bem no início.** Veja dica a respeito no próximo slide.</p><p>Sabe-se que nesse ramo, considerando-se o atual estágio</p><p>tecnológico, é normal que se percam 5% das unidades iniciadas, e isso</p><p>ocorre bem no começo do processo.</p><p>Sua estrutura de custos, no mês, foi a seguinte (em $):</p><p>MP = 9.500; MOD = 7.200; CIP = 4.500.</p><p>No final do mês havia 8.000kg de produto acabado no armazém,</p><p>1.500kg em processamento na fábrica, num grau de, aproximadamente,</p><p>2/3 de acabamento, e 500kg perdidos, dentro das condições normais de</p><p>produção. Pede-se calcular:</p><p>a) O custo unitário de produção do mês;</p><p>b) O valor de custo do estoque final de produto acabado;</p><p>c) O valor de custo das unidades em processamento no fim do mês</p><p>Exercício 13.2</p><p>Matéria-prima:</p><p>Custo = 9.500</p><p>Volume de produção 10.000 x 5% = 9.500</p><p>Custo Unitário = 9.500/9.500 = $ 1,00</p><p>Mão-de-obra:</p><p>Custo = 7.200</p><p>Volume de produção 8.000 + 1.500 x 2/3 = 9.000</p><p>Custo Unitário = 7.200/9.000 = $ 0,80</p><p>CIP:</p><p>Custo = 4.500</p><p>Volume de produção 8.000 + 1.500 x 2/3 = 9.000</p><p>Custo Unitário = 4.500/9.000 = $ 0,50</p><p>Custo Unitário de Produção = $ 2,30</p><p>EFPA = 2,30 x 8.000 = $ 18.400</p><p>EFPE = 1.500 x 1,00 + 1.000 x 0,80 + 1.000 x 0,50 = 2.800 **</p><p>** DICA: Sempre que a MP for inserida de uma só vez</p><p>no início do processo, o cálculo do custo do produto</p><p>tem que ser feito por parte, ou seja, MP, MOD e CIP</p><p>calculados separadamente.</p><p>48</p><p>Exercício 13.2</p><p>Matéria-prima:</p><p>Volume de produção 10.000 x 5% = 9.500</p><p>Custo Unitário = 9.500/9.500 = $ 1,00</p><p>Mão-de-obra:</p><p>Volume de produção 8.000 + 1.500 x 2/3 = 9.000</p><p>Custo Unitário = 7.200/9.000 = $ 0,80</p><p>CIP:</p><p>Volume de produção 8.000 + 1.500 x 2/3 = 9.000</p><p>Custo Unitário = 4.500/9.000 = $ 0,50</p><p>Custo Unitário de Produção = $ 2,30</p><p>EFPA = 2,30 x 8.000 = $ 18.400</p><p>EFPE = 1.500 x 1,00 + 1.000 x 0,80 + 1.000 x 0,50 = 2.800</p><p>Notem que a produção total é de 9.500 unid. e que até agora foram produzidas e</p><p>acabadas 8.000 unid. Logo o EFPE será composto pelo saldo remanescente da MP</p><p>utilizada = 1.500 (= 9.500 – 8.000) + MOD = 1.000 e CIP = 1.000, ambos = 9.000 – 8.000</p><p>Produção Total</p><p>Produção Acabada</p><p>Produção</p><p>Equivalente</p><p>Produção</p><p>Equivalente</p><p>= Produção Equivalente (9.000)</p><p>(–) produção acabada (8.000)</p><p>1.000</p><p>209</p><p>Produção Conjunta: Custos Conjuntos</p><p>OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM: Capítulo 14</p><p>• Reconhecer as diferenças entre Coprodutos,</p><p>Subprodutos e Sucatas;</p><p>• Entender de que forma ocorre a apropriação dos</p><p>Custos aos Coprodutos;</p><p>• Compreender os principais critérios de apropriação</p><p>dos Custos Conjuntos;</p><p>• Entender o que significa produção conjunta;</p><p>• Entender o que significa custos conjuntos</p><p>210</p><p>Aparecimento de diversos produtos a partir da mesma</p><p>matéria-prima.</p><p>Exemplo: óleo, gasolina, querosene, etc., derivados</p><p>do petróleo;</p><p>Quanto custa 1Kg de picanha?</p><p>Quanto custa 1Kg de costela de vaca?</p><p>Se vocês responderam, respectivamente, R$ 89,00 e R$ 27,00, erraram. Esses são</p><p>seus preços de venda, o custo vamos aprender a calcular a seguir.</p><p>Para refletir: a arroba do boi vale R$ 250,00 e esse é o valor que eu pago pela sua</p><p>carne como um todo, ou seja, pela a costela, picanha, filé, chifre, couro, etc.</p><p>Produção Conjunta: Custos Conjuntos</p><p>49</p><p>211</p><p>Aparecimento de diversos produtos a partir da mesma</p><p>matéria-prima.</p><p>Exemplo: óleo, gasolina, querosene, etc., derivados</p><p>do petróleo;</p><p>Sucatas: Origem normal ou não do processo de produção, não tem bom</p><p>valor de mercado</p><p>e sua venda é intermitente.</p><p>Contabilização: Não recebem atribuição de custo, suas receitas são</p><p>registradas como Outras Receitas Operacionais (Rendas eventuais).</p><p>Subprodutos: Decorrentes do processo de produção, têm bom valor de</p><p>venda, pouca relevância no faturamento.</p><p>Contabilização: seu valor líquido de realização é considerado como</p><p>redução do custo dos produtos principais.</p><p>Produção Conjunta: Custos Conjuntos</p><p>Aparecimento de diversos produtos a partir da mesma</p><p>matéria-prima.</p><p>Exemplo: óleo, gasolina, querosene, etc., derivados do</p><p>petróleo;</p><p>Coprodutos: São os produtos principais, da mesma matéria-prima;</p><p>respondem pelo faturamento da empresa.</p><p>Métodos para apropriação dos custos conjuntos</p><p>1. O método do valor de mercado</p><p>2. Método dos volumes produzidos</p><p>3. Método de igualdade do lucro bruto</p><p>4. Método das ponderações</p><p>Coprodutos Valor de</p><p>venda</p><p>Quant.</p><p>produzida</p><p>Valor de venda</p><p>total</p><p>% Custos</p><p>totais</p><p>Custo por kg</p><p>A $ 0,40 55.000 kg $ 22.000 36,66 $ 16.500 $ 0,30</p><p>B $ 0,20 100.000 kg $ 20.000 33,33 $ 15.000 $ 0,15</p><p>C $ 0,30 60.000 kg $ 18.000 30,00 $ 13.500 $ 0,225</p><p>$ 60.000 100,00 $ 45.000</p><p>Produção Conjunta: Custos Conjuntos</p><p>PRODUÇÃO CONJUNTA</p><p>COPRODUTO</p><p>Classificação</p><p>MOD CIP</p><p>M</p><p>P</p><p>Óleo, gasolina,</p><p>querosene, etc.</p><p>50</p><p>O caso do piso de caquinhos:</p><p>Pode algo quebrado valer mais que</p><p>a peça inteira? Aparentemente não.</p><p>Mas no Brasil já aconteceu isto,</p><p>talvez pela primeira vez na história</p><p>da humanidade.</p><p>Lajota cerâmica quadrada (algo como 20x20cm). Essas lajotas</p><p>eram produzidas nas cores vermelha (a mais comum e mais</p><p>barata), amarela e preta. Era usada para piso de residências de</p><p>classe média ou comércio.</p><p>No processo industrial da época, sem</p><p>maiores preocupações com qualidade,</p><p>aconteciam muitas quebras e esse material</p><p>quebrado sem interesse econômico era</p><p>juntado e enterrado em grandes buracos.</p><p>Produção Conjunta: Custos Conjuntos</p><p>O caso do piso de caquinhos:</p><p>Um dos empregados da cerâmica</p><p>que estava terminando sua casa</p><p>não tinha dinheiro para comprar o</p><p>cimento para cimentar todo o seu</p><p>terreno e lembrou dos caquinhos.</p><p>Ele pediu para recolher parte dos caquinhos e usar na</p><p>pavimentação do terreno de sua nova casa. Claro que a cerâmica</p><p>topou na hora e ainda deu o transporte;</p><p>Mas o belo é contagiante e a solução começou a virar moda em</p><p>geral e até jornais noticiavam a nova mania paulistana;</p><p>Como a procura começou a crescer a diretoria comercial da</p><p>cerâmica descobriu ali uma fonte de renda e passou a vender, a</p><p>preços módicos, os cacos cerâmicos.</p><p>Produção Conjunta: Custos Conjuntos</p><p>O caso do piso de caquinhos:</p><p>A onda do caquinho cerâmico cresceu</p><p>e cresceu e cresceu e, acreditem quem</p><p>quiser, começou a faltar caquinho</p><p>cerâmico que começou a ser tão</p><p>valioso como a peça integra e</p><p>impoluta.</p><p>Aconteceu o inacreditável. Na falta de caco as peças inteiras</p><p>começaram a ser quebradas pela própria cerâmica. E é claro que</p><p>os caquinhos subiram de preço, ou seja, o metro quadrado do</p><p>caquinho era mais caro que o metro quadrado da peça inteira…</p><p>Assim, um produto economicamente negativo passou a ser um</p><p>produto sem valor comercial (Sucata), depois um produto com</p><p>algum valor comercial (Subproduto) até valer mais que o</p><p>produto original (Coproduto).</p><p>Produção Conjunta: Custos Conjuntos</p><p>51</p><p>217</p><p>RESUMO:</p><p>• Existe na produção contínua o Custo Conjunto,</p><p>representado pela soma dos gastos de produção</p><p>incorridos até o momento em que de uma matéria-prima</p><p>surgem diversos produtos;</p><p>• Estes podem ser os Coprodutos principais que vão</p><p>receber os custos de produção;</p><p>• Podem também ser os Subprodutos, de preço e</p><p>negociabilidade firmes, tanto quanto aqueles, mas de</p><p>valor irrisórios na receita total, e que, por essa razão,</p><p>deixa de receber custos, tendo sua receita considerada</p><p>com redução do custo dos Coprodutos;</p><p>Produção Conjunta: Custos Conjuntos</p><p>218</p><p>RESUMO:</p><p>• Para a determinação de quanto alocar dos Custos</p><p>Conjuntos a cada Coproduto, existem diversos critérios;</p><p>• Os valores apurados por custos são aceitos pelo Imposto</p><p>de Renda no Brasil para avaliação dos estoques finais se</p><p>houver coordenação e integração entre as duas</p><p>contabilidades: a Geral e a de Custos;</p><p>Produção Conjunta: Custos Conjuntos</p><p>219</p><p>Exercício Proposto</p><p>A empresa Beneficiadora de Milho São Tomé processou, em</p><p>determinado período, 50 toneladas de milho, que haviam sido</p><p>compradas a R$ 3,00/kg. Para esse mesmo trabalho utilizou</p><p>mão-de-obra, ao custo conjunto de R$ 25.000,00, e outros</p><p>recursos comuns, ao custo de R$ 12.500,00.</p><p>Desse processamento resultaram os seguintes co-produtos (em</p><p>Kg):</p><p>Pede-se para calcular:</p><p>a) EFPA, apropriando os custos conjuntos pelo critério Preço</p><p>mercado; b) o CPV; c) LB de cada produto; MB em % de cada</p><p>produto; e) idem, porém agora pelo critério do volume.</p><p>Produção Vendas Preços</p><p>Quirera 30.000 30.000 R$ 5,00</p><p>Fubá 15.000 15.000 R$ 6,80</p><p>Germe 5.000 3.800 R$ 9,60</p><p>52</p><p>a) Valor de custo do EFPA (1.200 Kg de germe):</p><p>MP 50.000Kg x $ 3,00/Kg = 150.000</p><p>MOD = 25.000</p><p>Outros = 12.500</p><p>TOTAL = $ 187.500</p><p>Receita auferida na venda total da produção:</p><p>Quirera 30.000Kg x $ 5,00/Kg = 150.000 50%</p><p>Fubá 15.000Kg x $ 6,80/Kg = 102.000 34%</p><p>Germe 5.000Kg x $ 9,60/Kg = 48.000 16%</p><p>TOTAL = $ 300.000 100%</p><p>Custo EFPA (germe):</p><p>(16% x 187.500) x 1.200/5.000 = $ 7.200</p><p>Exercício Proposto</p><p>b) Custo dos produtos vendidos (CPV):</p><p>CPV = 187.500 – 7.200 = $ 180.300</p><p>c, d) Lucro Bruto e Margem Bruta (Critério Preço mercado):</p><p>Quirera Fubá Germe TOTAL</p><p>Receita 150.000 102.000 36.480 288.480</p><p>(-) CPV (93.750) (63.750) (22.800) (180.300)</p><p>LB 56.250 38.250 13.680 108.180</p><p>MB 37,50% 37,50% 37,50% 37.50%</p><p>Exercício Proposto</p><p>b) Custo dos produtos vendidos (CPV):</p><p>CPV = 187.500 – 4.500 = $ 183.000</p><p>c, d) Lucro Bruto e Margem Bruta (Critério do volume):</p><p>Quirera Fubá Germe TOTAL</p><p>Receita 150.000 102.000 36.480 288.480</p><p>(-) CPV (112.500) (56.250) (14.250) (183.000)</p><p>LB 37.500 45.750 22.230 105.480</p><p>MB 25% 45% 61% 36,56%</p><p>a) Custo distribuídos pelo critério volume</p><p>187.500 (5.000/50.000) = $ 18.750</p><p>EFPA = (18.750/5.000) x 1.200 = $ 4.500</p><p>Exercício Proposto</p><p>53</p><p>223</p><p>Princípios para Princípios para</p><p>Avaliação de</p><p>Estoques e de</p><p>Resultados</p><p>Revisão</p><p>SISTEMAS DE CUSTEIO</p><p>CP = MP + MOD + CIP</p><p>Base rateio</p><p>ou</p><p>Departº</p><p>CUSTEIO POR ABSORÇÃO</p><p>Atividades</p><p>CUSTEIO ABC</p><p>X</p><p>Custos Estruturais;</p><p>Custos da empresa</p><p>e não do produto</p><p>CUSTEIO DIRETO</p><p>LÓGICA DE CÁLCULO:</p><p>Terminologia:</p><p>Gastos:</p><p>Despesa</p><p>Custo</p><p>•Investimento</p><p>Introdução (Recordando)</p><p>54</p><p>Terminologia:</p><p>Gastos:</p><p>•Investimento</p><p>Introdução (Recordando)</p><p>Contas do Ativo</p><p>Circulante</p><p>• Caixa</p><p>• Estoques</p><p>• C/R</p><p>MP</p><p>PE</p><p>PA</p><p>Não Circulante</p><p>•Realizável L.P.</p><p>• Investimento</p><p>• Imobilizado</p><p>• Terreno</p><p>• Prédio</p><p>• Equipamento</p><p>• (DA)</p><p>• Intangível</p><p>Atentem para a diferença entre Depreciação e Depreciação acumulada</p><p>Terminologia:</p><p>Gastos:</p><p>Custo</p><p>Introdução (Recordando)</p><p>Produção bens ou serviços; mercadorias</p><p>Despesa</p><p>Administrativas</p><p>Vendas</p><p>Financeiras</p><p>Terminologia:</p><p>Gastos:</p><p>Custo</p><p>Introdução (Recordando)</p><p>Produção bens ou serviços; mercadorias</p><p>Custo</p><p>Direto ou Indireto</p><p>Variável ou Fixo</p><p>CPP = MP + MOD + CIP</p><p>CPA = EIPE + CPP - EFPE</p><p>CPV = EIPA + CPA - EFPA</p><p>OBS: A classificação Direto ou Indireto é empregada apenas para os produtos. Já a</p><p>classificação Fixa ou Variável é empregada tanto para os produtos quanto para as despesas.</p><p>55</p><p>Onde terminam os custos de produção</p><p>Revisão</p><p> A regra é simples, basta definir o momento em</p><p>que o produto está pronto para a venda. Até aí,</p><p>todos os gastos são custos. A partir desse</p><p>momento, despesas.</p><p>Produto</p><p>Acabado</p><p>Classificações e Nomenclaturas</p><p>Conceitos e Classificação</p><p>de Custos - Revisão</p><p>Conceitos e Classificação</p><p>de Custos - Revisão</p><p>Matéria prima</p><p>MP</p><p>Mão-de-obra direta</p><p>MOD</p><p>Custos Indiretos de</p><p>Produção - CIP</p><p>Custo Primário</p><p>Custo de Conversão</p><p>ou Transformação</p><p>Custo do Produto</p><p>231</p><p>Aspectos dos Materiais Diretos - Revisão</p><p>Critérios de Avaliação de Estoques:</p><p>Preço Médio:</p><p>Preço médio = 3 x 10 + 2 x 12 + 3 x 15 = 12,375</p><p>Custo da MP = 4 x 12,375 = $ 49,50</p><p>Estoque: 4 x 12,375 = $ 49,50</p><p>101010101010</p><p>1212 1212</p><p>1515 1515 1515</p><p>Qual o custo da matéria-prima para</p><p>Consumo de 4 unidades ?</p><p>PEPS:</p><p>Custo da MP = 3 x 10 + 1 x 12 = $ 42,00</p><p>Estoque: 1 x 12 + 3 x 15 = $ 57,00</p><p>UEPS:</p><p>Custo da MP = 3 x 15 + 1 x 12 = $ 57,00</p><p>Estoque: 1 x 12 + 3 x 10 = $ 42,00</p><p>56</p><p>232</p><p>Aspectos dos Materiais Diretos</p><p>Tratamento das perdas de materiais:</p><p>• Perdas normais:</p><p>• Inerentes ao processo de fabricação, previsíveis;</p><p>• Consideradas como custo do produto fabricado.</p><p>• Perdas Anormais:</p><p>• Ocorrem de forma involuntária;</p><p>• Consideradas como perdas do período.</p><p>Tratamento dos subprodutos e sucatas:</p><p>• Subprodutos:</p><p>•Nascem de forma normal, com venda estável, mas com</p><p>participação pequena no faturamento total;</p><p>• Não são custeados e sua receita é abatida do custo dos</p><p>produtos.</p><p>• Sucatas:</p><p>• venda esporádica;</p><p>• Não recebem custos e sua venda é considerada como outras</p><p>receitas operacionais.</p><p>Aspectos da Mão-</p><p>de-Obra Direta</p><p>(MOD)</p><p>MOD: relativa ao pessoal</p><p>que trabalha diretamente</p><p>sobre o produto, desde que</p><p>seja possível a mensuração</p><p>do tempo e a identificação do</p><p>executor.</p><p>234</p><p>Característica Classificação</p><p>Mecânica de</p><p>acumulação</p><p>Por Ordem: quando a produção é feita por encomenda;</p><p>Por processo: quando a produção é feita de forma contínua.</p><p>Grau de</p><p>absorção</p><p>Por absorção: quando os custos indiretos são transferidos aos</p><p>produtos ou serviços; Exemplos: Custeio por absorção parcial,</p><p>absorção pleno, ABC, RKW, etc.</p><p>Direto: quando apenas os custos diretos são considerados no cálculo</p><p>do custo do produto ou serviço.</p><p>Momento de</p><p>apuração</p><p>Custo real: equivalem aos custos reais apurados no final do período;</p><p>Custo orçado: representam o custo alocado ao produto mediante</p><p>taxas predeterminadas de custos indiretos de produção;</p><p>Custo padrão: custo cientificamente predeterminado, constituindo</p><p>base para avaliação de desempenho efetivo. Representa o quanto o</p><p>produto deveria custar.</p><p>Classificação dos sistemas de custeio</p><p>Bruni e Famá (2004)</p><p>57</p><p>235</p><p>Esquema Básico de Custos - Revisão</p><p>Produtos: A, B, C ...</p><p>Rateio</p><p>CPV</p><p>Custos Indiretos Custos Diretos</p><p>Despesas</p><p>Resultados</p><p>Receitas</p><p>Custos</p><p>Estoque</p><p>PA</p><p>Sistema Tradicional de Custos – Absorção s/ departamentos</p><p>236</p><p>Esquema Básico de Custos</p><p>Departamentalização - Revisão</p><p>Custos Indiretos Custos Diretos Despesas</p><p>Produtos A, B, C ...</p><p>Centro de</p><p>Custos Aux. 1</p><p>Centro de</p><p>Custos Aux. 1</p><p>Centro de</p><p>Custos Aux. 2</p><p>Centro de</p><p>Custos Prod. 1</p><p>Centro de</p><p>Custos Prod. 2</p><p>Centro de</p><p>Custos Prod. 2</p><p>Base: Volume</p><p>ResultadosCPV</p><p>Receitas</p><p>Estoque</p><p>PA</p><p>237</p><p>MP PA</p><p>MOD</p><p>CIP</p><p>Receita Vendas</p><p>-Impostos prop</p><p>Receita Líquida</p><p>-CPV</p><p>Lucro Bruto</p><p>-Despesas</p><p>Lucro Operac</p><p>-Desp não oper</p><p>LAIR</p><p>IR/CS</p><p>LL</p><p>Sistema Tradicional de Custos – Absorção c/ departamentos</p><p>PRODUÇÃO SERVIÇO</p><p>58</p><p>238</p><p>Mapa de rateio de CIP</p><p>Departamentos de Produção Departamentos de Serviços</p><p>Custos</p><p>Indiretos</p><p>Bases de</p><p>rateio</p><p>Usinagem Cromeação Montagem Controle</p><p>qualidade</p><p>Almoxa-</p><p>rifado</p><p>Manu-</p><p>tenção</p><p>Admin.</p><p>geral</p><p>Total</p><p>Aluguel - - - - - - 150.000 150.000</p><p>Energia 30.000 10.000 10.000 - - - 40.000 90.000</p><p>Mater. Indir 6.000 4.000 8.000 5.000 10.000 9.000 18.000 60.000</p><p>M. O. Ind. 40.000 30.000 50.000 30.000 60.000 60.000 80.000 350.000</p><p>Deprec. 21.000 13.000 2.000 10.000 - 16.000 8.000 70.000</p><p>Soma 97.000 57.000 70.000 45.000 70.000 85.000 296.000 720.000</p><p>Área 30.000 20.000 40.000 15.000 20.000 25.000 (150.000)</p><p>Ptos luz/força 4.000 2.000 7.000 8.000 6.000 13.000 (40.000)</p><p>No pes.</p><p>superv.</p><p>19.000 16.000 21.000 19.000 9.000 22.000 (106.000)</p><p>Soma 150.000 95.000 138.000 87.000 105.000 145.000 720.000</p><p>horas manut. 50.000 40.000 - 40.000 15.000 (145.000)</p><p>equitativa 40.000 40.000 40.000 - (120.000)</p><p>No testes 68.000 44.000 15.000 (127.000)</p><p>CIP 308.000 219.000 193.000 720.000</p><p>Horas-máq. 350 h 300 h 193 h</p><p>Custo/hm 880/hm 730/hm 1.000/hm</p><p>Produto G Hora-máq. 132.000 87.600 80.000 299.600</p><p>Produto H Hora-máq. 105.600 87.600 70.000 263.200</p><p>Produto I Hora-máq. 70.400 43.800 43.000 157.200</p><p>Total 308.000 219.000 193.000 720.000</p><p>Taxa Aplicação dos CIP</p><p>Orçado Real</p><p>Esta diferença deve ser corrigida (ajustada ao valor real), sendo somada ao</p><p>Custo do Produto Vendido (CPV) do período e ao estoque de produto acabado</p><p>do período (se houver). Caso a diferença seja favorável ela deve ser subtraída.</p><p>240</p><p>MP PA</p><p>MOD</p><p>Receita Vendas</p><p>-Impostos prop</p><p>Receita Líquida</p><p>-CPV</p><p>Lucro Bruto</p><p>-Despesas</p><p>Lucro Operac</p><p>-Desp não oper</p><p>LAIR</p><p>IR/CS</p><p>LL</p><p>O SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>59</p><p>Custos</p><p>O que gastamos?</p><p>Atividades</p><p>Como gastamos?</p><p>Produtos</p><p>Por que gastamos?</p><p>Primeiro</p><p>Estágio</p><p>Segundo</p><p>Estágio</p><p>LÓGICA DO ABC</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>242</p><p>Sistema de Custos por Absorção - Modelo</p><p>PLANO DE</p><p>CONTAS</p><p>Custos Indiretos</p><p>Aluguel</p><p>Depreciação</p><p>Supervisão</p><p>Outros CI</p><p>Custos Diretos</p><p>MP</p><p>MOD</p><p>Outros CD</p><p>Despesas</p><p>Administrativas</p><p>Vendas</p><p>Financeiras</p><p>Impostos</p><p>Proporcionais ao lucro</p><p>Proporcionais a receita</p><p>RESULTADOS</p><p>Custos de produtos</p><p>Produto A</p><p>Produto B</p><p>Outros</p><p>Demonstrações</p><p>BP</p><p>DRE</p><p>Outras</p><p>Custos de CC</p><p>CC1</p><p>CC2</p><p>Outros</p><p>Custos de CAD</p><p>CAD1</p><p>CAD2</p><p>Outros</p><p>OP Prod.A</p><p>OP Prod.B</p><p>OP Prod.A OP Prod.A</p><p>PAA</p><p>OP Prod.B</p><p>PAB</p><p>243</p><p>Sistema de Custos por Absorção - Modelo</p><p>PLANO DE</p><p>CONTAS</p><p>Custos Indiretos</p><p>Aluguel</p><p>Depreciação</p><p>Supervisão</p><p>Outros CI</p><p>Custos Diretos</p><p>MP</p><p>MOD</p><p>Outros CD</p><p>Despesas</p><p>Administrativas</p><p>Vendas</p><p>Financeiras</p><p>Impostos</p><p>Proporcionais ao lucro</p><p>Proporcionais a receita</p><p>RESULTADOS</p><p>Custos de produtos</p><p>Produto A</p><p>Produto B</p><p>Outros</p><p>Demonstrações</p><p>BP</p><p>DRE</p><p>Outras</p><p>Custos de CC</p><p>CC1</p><p>CC2</p><p>Outros</p><p>Custos de CAD</p><p>CAD1</p><p>CAD2</p><p>Outros</p><p>OP Prod.A</p><p>OP Prod.B</p><p>PAA</p><p>PAB</p><p>60</p><p>244</p><p>CUSTOS</p><p>PARA</p><p>DECISÃO</p><p>245</p><p>Característica Classificação</p><p>Mecânica de</p><p>acumulação</p><p>Por Ordem: quando a produção é feita por encomenda;</p><p>Por processo: quando a produção é feita de forma contínua.</p><p>Grau de</p><p>absorção</p><p>(Absorção dos CIP)</p><p>Por absorção: quando os custos indiretos são transferidos aos produtos</p><p>e/ou serviços, por bases de rateio, departamentos ou atividades;</p><p>Exemplos: Custeio por absorção parcial, absorção pleno, ABC, RKW, etc.</p><p>Direto: quando apenas os custos diretos são considerados no cálculo do</p><p>custo do produto ou serviço.</p><p>Momento de</p><p>apuração</p><p>Custo real: equivalem aos custos reais apurados no final do período;</p><p>Custo orçado: representam o custo alocado ao produto mediante taxas</p><p>predeterminadas de custos indiretos de produção;</p><p>Custo padrão: custo cientificamente predeterminado, constituindo base</p><p>para avaliação de desempenho efetivo. Representa o quanto o produto</p><p>deveria custar.</p><p>Classificação dos sistemas de custeio</p><p>Bruni e Famá (2004)</p><p>SISTEMAS DE CUSTEIO</p><p>(apropriação de custos)</p><p>Nas últimas aulas aprendemos a lógica do sistema de custeio por</p><p>absorção ou tradicional onde, inicialmente, apropriamos os CIP através</p><p>de bases de rateio e, posteriormente, por departamentos; A seguir,</p><p>apresentamos o sistema de custeio ABC onde os CIP são alocados para</p><p>as atividades e dessas para os produtos;</p><p>Sistema de Custeio Direto ou Variável</p><p>61</p><p>SISTEMAS DE CUSTEIO DIRETO OU</p><p>VARIÁVEL</p><p>LÓGICA DE CÁLCULO:</p><p>Notem que agora iremos considerar como custo dos produtos apenas os</p><p>custos diretos ou variáveis.</p><p>Os CIP por serem custos estruturais, existem independentemente de</p><p>haver ou não produção, são considerados da empresa e não do produto.</p><p>Ao final dessa aula, o aluno deverá ser capaz de:</p><p>• Compreender por que a alocação de custos indiretos fixos</p><p>aos produtos pode prejudicar a tomada de decisão.</p><p>• Entender o conceito de Margem de Contribuição e sua</p><p>aplicação para fins decisoriais.</p><p>Margem de ContribuiçãoMargem de Contribuição</p><p>OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM – Capítulo 15</p><p>Custo Fixo, Lucro e Margem de Contribuição</p><p>(Capítulo 15) e Margem de Contribuição com</p><p>limitação da capacidade produtiva (Capítulo 16)</p><p>249</p><p>Custos para Decisão</p><p>Até agora vimos os conceitos utilizados para o cálculo de</p><p>custos.</p><p>Daqui em diante utilizaremos os conceitos de custos como,</p><p>por exemplo, Margem de Contribuição, Custeio Direto e</p><p>Ponto de Equilíbrio, para auxílio à decisão.</p><p>Algumas decisões que poderão ser tomadas:</p><p>• Incentivo ou restrição à produção de determinados produtos</p><p>• Aceitação ou não de encomendas externas por preços abaixo do</p><p>mercado interno</p><p>• Consideração</p><p>de limitação na capacidade produtiva</p><p>• Cálculo de taxas de retorno</p><p>• Fixação de preços de venda</p><p>• Cálculo de pontos de equilíbrio contábil, econômico e financeiro</p><p>para decisão de quantidades mínimas a serem produzidas</p><p>• Cálculo de Margem de Segurança e Alavancagem Operacional</p><p>62</p><p>250</p><p>Cálculo do Lucro Unitário</p><p>A apropriação de Custos Fixos é arbitrária e pode levar</p><p>a decisões diversas. Veja:</p><p>Exemplo: Empresa fabricante de móveis (cadeiras, camas e mesas)</p><p>• Custos Indiretos fixos</p><p>• Mão-de-obra indireta, Depreciação, Aluguel = $ 2.455.000</p><p>• Custos Indiretos Variáveis</p><p>• Energia Elétrica e Materiais Indiretos = $ 645.000</p><p>Custos Indiretos no mês: $ 3.100.000</p><p>Produtos Quantidade Horas Custos diretos Custos diretos Preço</p><p>MOD MOD MP</p><p>• Cadeiras 2.000 u 40.000 h 195 / u 505 / u $ 1.550 / u</p><p>• Camas 2.600 u 65000 h 300 / u 700 / u $ 2.000 / u</p><p>• Mesas 2.500 u 50.000 h 276 / u 474 / u $ 1.700 / u</p><p>A. Qual o lucro por produto, se os custos indiretos são</p><p>apropriados à base das Horas MOD?. E se a base fosse $ MOD?</p><p>B. Qual produto deve ter sua produção incentivada ?</p><p>Cálculo do Lucro Unitário</p><p>Solução – Usando a base Horas MOD para rateio dos CIP:</p><p>Produtos Horas % Custos Custo Custos Custo Preço Lucro</p><p>indiretos Ind. /u diretos Total</p><p>• Cadeiras 40.000 h 25,8 700 / u 1.550/u</p><p>• Camas 65000 h 41,9 1.000 / u 2.000/u</p><p>• Mesas 50.000 h 32,3 750 / u 1.700/u</p><p>• Total 155.000 h 100,0</p><p>800.000</p><p>1.300.000</p><p>1.000.000</p><p>3.100.000</p><p>400</p><p>500</p><p>400</p><p>1.100</p><p>1.500</p><p>1.150</p><p>450</p><p>500</p><p>550</p><p>Se tivermos que escolher um produto a ser incentivado, qual</p><p>escolheríamos?</p><p>Resposta: Em uma análise bastante simples, normalmente,</p><p>escolheríamos a mesa por gerar o maior lucro.</p><p>Será que nossa decisão foi assertiva?</p><p>252</p><p>Cálculo do Lucro Unitário</p><p>Solução – Usando a base Custo MOD para rateio dos CIP:</p><p>Produtos Custo % Custos Custo Custos Custo Preço Lucro</p><p>MOD indiretos Ind. /u diretos Total</p><p>• Cadeiras 390.000 21 700 / u 1.550/u</p><p>• Camas 780.000 42 1.000 / u 2.000/u</p><p>• Mesas 690.000 37 750 / u 1.700/u</p><p>• Total 1.860.000 100,0</p><p>650.000</p><p>1.300.000</p><p>1.150.000</p><p>3.100.000</p><p>325</p><p>500</p><p>460</p><p>1.025</p><p>1.500</p><p>1.210</p><p>525</p><p>500</p><p>490</p><p>Se tivermos que escolher um produto a ser incentivado, qual</p><p>escolheríamos?</p><p>Resposta: Em uma análise bastante simples, seguindo a</p><p>mesma linha de raciocínio adotada anteriormente,</p><p>escolheríamos a cadeira por gerar o maior lucro.</p><p>Será que nossa decisão foi assertiva?</p><p>63</p><p>253</p><p>Lucro vs Margem de Contribuição</p><p>Se tivermos que escolher um produto a ser incentivado, qual</p><p>escolheríamos?</p><p>Resposta: Em uma análise bastante simples, ao analisarmos</p><p>pelo aspecto do lucro, tivemos duas soluções conflitantes.</p><p>Então, qual seria nossa escolha?</p><p>Qual a causa dessa divergência?</p><p>254</p><p>Margem de Contribuição - MC</p><p>Qual produto deveria ser incentivado? Mesas ou</p><p>Cadeiras?</p><p>Onde está o nosso problema?</p><p>Nos Custos Fixos</p><p>Qual é o problema da alocação dos custos fixos?</p><p>• independem dos produtos e volumes;</p><p>• critério de rateio.</p><p>OBS: Os custos variáveis, por natureza, tem</p><p>característica de diretos. (Martins, 2018)</p><p>255</p><p>Margem de Contribuição - MC</p><p>Qual produto deveria ser incentivado? Mesas ou</p><p>Cadeiras? E se adotássemos apenas os custos variáveis?</p><p>Margem de contribuição por unidade:</p><p>Produtos: Custos var. Preço Margem de contribuição</p><p>• Cadeiras 780 / u $ 1.550 $ 770</p><p>• Camas 1.100 / u $ 2.000 $ 900</p><p>• Mesas 840 / u $ 1.700 $ 860</p><p>Margem de</p><p>contribuição = Preço de</p><p>Venda</p><p>Custo e desp.</p><p>Variável-</p><p>O produto incentivado</p><p>deve ser a Cama</p><p>Produtos Quantidade Custos indiretos Custos diretos Custos</p><p>Var. por unid. por unidade Variáveis</p><p>• Cadeiras 2.000 u 80 / u 700 / u $ 780 / u</p><p>• Camas 2.600 u 100 / u 1 000 / u $ 1.100 / u</p><p>• Mesas 2.500 u 90 / u 750 / u $ 840 / u</p><p>Portanto, a escolha correta deve levar em consideração a Margem de</p><p>Contribuição e não o lucro.</p><p>64</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Informações importantes sobre a cama:</p><p>• Custo = R$ 1.500,00 (calculado pelo absorção; base rateio</p><p>Horas de MOD e Custo MOD);</p><p>• Preço de venda mercado interno = R$ 2.000,00/unidade;</p><p>• Quantidade produzida para o mercado interno = 2.600</p><p>unidades;</p><p>• Custos e despesas variáveis = R$ 1.100,00/unidade</p><p>Se a empresa do exemplo anterior estivesse trabalhando</p><p>com capacidade ociosa e recebesse, do exterior, uma</p><p>proposta de encomenda de 1000 unidades adicionais do</p><p>produto “Camas” por $ 1.150,00 a unidade.</p><p>A empresa deveria aceitar a proposta? Por quê?</p><p>Vamos analisar a seguinte situação:</p><p>257</p><p>Margem de Contribuição</p><p>E se a empresa do exemplo anterior estivesse trabalhando</p><p>com capacidade ociosa e recebesse, do exterior, uma</p><p>proposta de encomenda de 1000 unidades adicionais do</p><p>produto “Camas” por $ 1.150,00 a unidade.</p><p>A empresa deveria aceitar a proposta? Por quê?</p><p>Análise (“MÍOPE”) utilizando como base o lucro:</p><p>• Preço de venda proposto p/ 1000 unid. do produto cama: R$ 1.150,00</p><p>• Custo de produção pelo critério de custeio por absorção: R$ 1.500,00</p><p>• Lucro/Prejuizo por unidade vendida nessas condições: R$ 350,00</p><p>“PREJUIZO” apurado com a aceitação da proposta: R$ 350.000,00</p><p>Análise correta que deveria ser feita:</p><p>• Preço de venda proposto p/ 1000 unid. do produto cama: R$ 1.150,00</p><p>• Custo de produção considerando apenas os CDV: R$ 1.100,00</p><p>• Margem de Contribuição/unid. vendida nessas condições: R$ 50,00</p><p>Resultado Final c/ aceitação da proposta: R$ 50.000 de MC adicional</p><p>258</p><p>Margem de Contribuição - Resumo</p><p>Margem de contribuição por unidade:</p><p>Margem de</p><p>contribuição = Preço de</p><p>Venda</p><p>Custo e desp.</p><p>Variável-</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Cobrir os CDF</p><p>Gerar Lucro</p><p>A Margem de Contribuição (MC) é o resultado do preço de venda</p><p>menos os custos e despesas variáveis (CDV). Ela tem a faculdade de</p><p>tornar bem mais visível a potencialidade de cada produto. A MC</p><p>serve, primeiramente, para cobrir os custos e despesas fixas (CDF) da</p><p>empresa e, uma vez cobertos, passa a contribuir na formação do lucro.</p><p>65</p><p>Um produto pode ser vendido abaixo do custo calculado</p><p>pelo custeio por absorção quando:</p><p>• Fora do meu mercado</p><p>• Margem de contribuição positiva</p><p>• Capacidade ociosa</p><p>Obs.: Todas essas condições devem ser atendidas, caso</p><p>uma delas não seja contemplada não posso aceitar</p><p>vende-lo abaixo do custo calculado pelo absorção.</p><p>Margem de Contribuição - Conclusão</p><p>• Quando não há limitação na capacidade produtiva,</p><p>mais rentável é o produto que apresentar maior</p><p>margem de contribuição por unidade.</p><p>260</p><p>A Margem de Contribuição, conceituada como a diferença</p><p>entre Receita e soma dos Custos e Despesas Variáveis, tem</p><p>a faculdade de tornar bem mais facilmente visível a</p><p>potencialidade de cada produto, mostrando como cada</p><p>um contribui para, primeiramente, amortizar os gastos</p><p>fixos, e, depois, formar o lucro propriamente dito.</p><p>Decisões que podem ser tomadas:</p><p>• Mix de produção;</p><p>• Aceitação de venda a preços menores que o custo total unitário de</p><p>um produto para aproveitamento de capacidade ociosa (Dumping).</p><p>Limitações:</p><p>Capacidade de produção;</p><p>Atendimento do mercado.</p><p>Margem de Contribuição - Conclusão</p><p>Produtos A B C</p><p>Quantidade 50 50 50</p><p>Preço venda 11 25 8</p><p>Custo variável 5 10 5</p><p>Custos fixos = $ 750/ mês</p><p>RENTABILIDADE DOS PRODUTOS (Absorção)</p><p>Produtos A B C</p><p>Quantidade 50 50 50</p><p>Preço Venda 11 25 8</p><p>Custo Variável 5 10 5</p><p>Custo Fixo 5 5 5</p><p>Resultado 1 10 -2</p><p>Base de rateio = Quantidade produzida</p><p>Exercitando a mente - RefletindoExercitando a mente - Refletindo</p><p>Cuidado</p><p>Produto C</p><p>apresenta prejuízo,</p><p>deve ser eliminado?</p><p>66</p><p>RENTABILIDADE DOS PRODUTOS (Absorção)</p><p>Produtos A B C</p><p>Quantidade</p><p>50 50 0</p><p>Preço Venda 11 25 0</p><p>Custo Variável 5 10 0</p><p>Custo Fixo 7,5 7,5 0</p><p>Resultado -1,5 7,5 0</p><p>Exercitando a mente - RefletindoExercitando a mente - Refletindo</p><p>Ao eliminar o produto C, por estar dando prejuízo para a</p><p>empresa, estamos eliminando a receita que ele está gerando e seus</p><p>custos variáveis, porém os custos fixos permaneceram inalterados,</p><p>são estruturais, e devem ser rateados para os produtos</p><p>remanescente. Essa ação fez com que o produto A, inicialmente</p><p>lucrativo, passou a ser deficitário. Devemos também eliminá-lo?</p><p>Cuidado</p><p>Produto A</p><p>apresenta prejuízo,</p><p>deve ser eliminado?</p><p>RENTABILIDADE DOS PRODUTOS (Absorção)</p><p>Produtos A B C</p><p>Quantidade 0 50 0</p><p>Preço Venda 0 25 0</p><p>Custo Variável 0 10 0</p><p>Custo Fixo 0 15 0</p><p>Resultado 0 0 0</p><p>Exercitando a mente - RefletindoExercitando a mente - Refletindo</p><p>Agora ao eliminar o produto A, por também estar dando prejuízo</p><p>para a empresa, estamos também eliminando a receita que ele está</p><p>gerando e seus custos variáveis, porém os custos fixos</p><p>permaneceram inalterados e devem ser rateados para os produtos</p><p>remanescente, nesse caso o produto B. Essa ação fez com que o</p><p>produto B, inicialmente, lucrativo deixou de sê-lo.</p><p>Cuidado</p><p>RENTABILIDADE DOS PRODUTOS (Absorção)</p><p>Produtos A B C</p><p>Quantidade 0 50 0</p><p>Preço Venda 0 25 0</p><p>Custo Variável 0 10 0</p><p>Custo Fixo 0 15 0</p><p>Resultado 0 0 0</p><p>Exercitando a mente - RefletindoExercitando a mente - Refletindo</p><p>Notem que as decisões baseadas no lucro não foram assertivas e</p><p>levaram a empresa a zerá-lo. O que causou essa situação?</p><p>Resposta: Quando estamos eliminando um produtos por ele estar</p><p>dando prejuízo, estamos eliminando sua receita e seus custos</p><p>variáveis, ou seja, estamos eliminando a margem de contribuição</p><p>que esse produto gera, inicialmente, para cobrir os custos fixos e,</p><p>posteriormente, gerar lucro para a empresa.</p><p>Cuidado</p><p>67</p><p>RENTABILIDADE DOS PRODUTOS (Variável)</p><p>Produtos A B C</p><p>Quantidade 50 50 50</p><p>Preço Venda 11 25 8</p><p>Custo Variável 5 10 5</p><p>MC unitária 6 15 3</p><p>MC Total 300 750 150</p><p>MC total = 1200</p><p>(-) CDF = (750)</p><p>LUCRO = 450</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Cobrir os CDF</p><p>Gerar Lucro</p><p>Exercitando a mente - RefletindoExercitando a mente - Refletindo</p><p>Produto C</p><p>apesar de apresentar</p><p>prejuízo, está</p><p>gerando MC > 0</p><p>Exercitando a mente - RefletindoExercitando a mente - Refletindo</p><p>Considerações Finais:</p><p>• Decisões devem ser tomadas em função da MC e não do lucro;</p><p>• Produtos devem gerar Margem de Contribuição positivas, ou seja,</p><p>ter MC > 0;</p><p>• Caso o produto tenha MC negativa é sinal que ele está “pagando”</p><p>para ser produzido e vendido. Nesse caso devemos tentar tornar essa</p><p>MC positiva aumentando o preço de venda do produto ou reduzindo</p><p>os seus custos e despesas variáveis ou ambos. Caso a MC continue</p><p>negativa o produto deve ser eliminado. Caso, por motivos</p><p>estratégicos, a empresa queira manter a produção e venda desse</p><p>produto ela deverá estar ciente que está perdendo dinheiro devido a</p><p>MC < 0.</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Pelo sistema de custeio ABC – Retomando os cálculos</p><p>Como o vestido gerou um prejuízo de R$ 4.548,00 e R$ 36.112,00</p><p>nessas condições:</p><p>• Ele deve ser eliminado?</p><p>NÃO, POIS TEM MC > 0</p><p>• Se elimina-lo o resultado da empresa vai melhorar?</p><p>NÃO, PELO CONTRÁRIO, VAI PIORAR</p><p>• Então, o que estamos eliminando?</p><p>68</p><p>Produtos CD CIP Custo unit Preço Lucro Bruto MC</p><p>Camisetas $ 3,75 $ 2,66 $ 6,41 $ 10,00 $ 3,59 $ 6,25</p><p>Vestidos $ 5,75 $17,33 $ 23,08 $ 22,00 ($ 1,08) $ 16,25</p><p>Calças $ 4,25 $ 5,33 $ 9,58 $ 16,00 $ 6,42 $ 11,75</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Pelo sistema de custeio ABC – Retomando os cálculos</p><p>MC</p><p>Como o vestido gerou um prejuízo de R$ 4.548,00 e R$ 36.112,00</p><p>nessas condições:</p><p>• Ele deve ser eliminado?</p><p>NÃO, POIS TEM MC > 0</p><p>• Se elimina-lo o resultado da empresa vai melhorar?</p><p>NÃO, PELO CONTRÁRIO, VAI PIORAR</p><p>• Então, o que estamos eliminando?</p><p>Apenas a receita e os custos variáveis do produto, ou</p><p>seja, a sua MC. Os custos fixos irão permanecer.</p><p>• A alocação de Custos Fixos aos produtos é uma</p><p>prática contábil que pode, para efeito de decisão,</p><p>ser perniciosa.</p><p>• A Margem de Contribuição, conceituada como</p><p>diferença entre Receita e soma de Custo e Despesa</p><p>Variáveis, tem a faculdade de tornar bem mais</p><p>facilmente visível a potencialidade de cada produto.</p><p>• Na alta taxa de inflação trabalha-se com receitas,</p><p>custos e despesas a valor presente e em moeda</p><p>constante.</p><p>Margem de Contribuição - Resumo</p><p>270</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Exemplo – Empresa Arte em Estilo – Móveis por encomenda</p><p>Custos Fixos por semana: $ 9.600</p><p>Despesas fixas (adm. e vendas) por semana: $ 4.200</p><p>Custos e despesas variáveis</p><p>Material Comissão Frete</p><p>• Carrinhos 150 50 25</p><p>• Estantes 500 150 55</p><p>No início de setembro a empresa recebe as seguintes propostas:</p><p>A. 200 carrinhos de chá, ao preço de $ 550 cada, cuja produção</p><p>demanda 3 semanas;</p><p>B. 110 estantes, a $ 1.400 cada, e 4 semanas de trabalho da fábrica.</p><p>Como a empresa só tem o mês de setembro para atender essas</p><p>encomendas, pede-se: a) o lucro da empresa nesse mês, p/ cada</p><p>alternativa; b) o lucro operacional projetado de cada encomenda; c) a</p><p>MC unitária e total de cada encomenda;</p><p>69</p><p>271</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Exemplo – Empresa Arte em Estilo – Móveis por encomenda</p><p>Aceitando a encomenda do carrinho de chá:</p><p>Receita líquida $ 110.000</p><p>(-) Custos</p><p>Variáveis $ 30.000</p><p>Fixos $ 28.800 ($ 58.800)</p><p>LUCRO BRUTO $ 51.200</p><p>(-) Comissões ($ 10.000)</p><p>(-) Fretes ($ 5.000)</p><p>(-) “Despesas referentes aos CF da 4ª semana (ociosidade)” ($ 9.600)</p><p>(-) Despesas fixas ($16.800)</p><p>LUCRO DA EMPRESA NO PERÍODO $ 9.800</p><p>272</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Exemplo – Empresa Arte em Estilo – Móveis por encomenda</p><p>Aceitando a encomenda da estante:</p><p>Receita líquida $ 154.000</p><p>(-) Custos</p><p>Variáveis $ 55.000</p><p>Fixos $ 38.400 ($ 93.400)</p><p>LUCRO BRUTO $ 60.600</p><p>(-) Despesas</p><p>Variáveis ($ 22.550)</p><p>Fixas ($ 16.800) ($ 39.350)</p><p>LUCRO DA EMPRESA NO PERÍODO $ 21.250</p><p>273</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Exemplo – Empresa Arte em Estilo – Móveis por encomenda</p><p>Demonstração de resultado aceitando a encomenda da estante:</p><p>Receita líquida $ 154.000</p><p>(-) Custos</p><p>Variáveis $ 55.000</p><p>Fixos $ 38.400 ($ 93.400)</p><p>LUCRO BRUTO $ 60.600</p><p>(-) Despesas</p><p>Variáveis ($ 22.550)</p><p>Fixas ($ 16.800) ($ 39.350)</p><p>LUCRO OPERACIONAL DA ENCOMENDA $ 21.250</p><p>70</p><p>274</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Exemplo – Empresa Arte em Estilo – Móveis por encomenda</p><p>Margem de Contribuição Unitária Carrinhos Estantes</p><p>Preço de Vendas 550 1.400</p><p>(-) Custos e Despesas Variáveis</p><p>Material (150) (500)</p><p>Comissão (50) (150)</p><p>Frete (25) (55)</p><p>MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO $325/unid. $695/unid</p><p>275</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Exemplo – Empresa Arte em Estilo – Móveis por encomenda</p><p>Carrinhos Estantes</p><p>Preço de Vendas 110.000 154.000</p><p>(-) Custos e Despesas Variáveis</p><p>Material (30.000) (55.000)</p><p>Comissão (10.000) (16.500)</p><p>Frete (5.000) (6.050)</p><p>MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO TOTAL $ 65.000 $ 76.450</p><p>(-) Custos e Despesas Fixos $ 55.200 $ 55.200</p><p>LUCRO DA EMPRESA $ 9.800 $ 21.250</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Assinale Falso (F) ou Verdadeiro (V)</p><p>( ) Os custos fixos são totalmente dependentes dos produtos e</p><p>volumes de produção executados no período.</p><p>( ) MC por unidade é o valor que cada unidade efetivamente</p><p>traz à empresa de sobra entre sua receita e seu custo.</p><p>( ) Em períodos de altas taxas de inflação, deve-se trabalhar</p><p>com receitas, custos e despesas a valor presente e com moeda</p><p>constante.</p><p>( ) MC é conceituada como a diferença entre receita e a soma de</p><p>custos e despesas diretas.</p><p>( ) Ao vender um produto por um preço superior aos custos e</p><p>despesas variáveis, tem-se um acréscimo direto no resultado.</p><p>F</p><p>F</p><p>V</p><p>F</p><p>V</p><p>71</p><p>277</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Exemplo: Companhia Tudo Limpo (15.2)</p><p>Custos Fixos por mês:</p><p>• Supervisão = $ 60.000</p><p>• Depreciação = $ 200.000</p><p>• Outros = $ 36.250</p><p>• Total = $ 296.250</p><p>Produtos: Custos variáveis Quantidade Tempo MOD Preço</p><p>• Enceradeiras 77,00 / u 2.000 u 0,75 h $ 190,00 / u</p><p>• Aspiradores 118,00 / u 2.000 u 1,225 h $ 260,00 / u</p><p>A. Qual o lucro bruto unitário por produto, se os custos fixos</p><p>são apropriados à base do tempo de MOD?</p><p>B. Qual o valor da MC unitária e da MC total de cada produto?</p><p>C. Qual produto deve ter sua produção incentivada ?</p><p>278</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Exemplo: Companhia Tudo Limpo (15.2)</p><p>Produtos Tempo MOD Percentual Custo Fixo Custo Fixo / u</p><p>• Enceradeiras 1500 h 37,97 % $ 112.486 $ 56,25/u</p><p>• Aspiradores 2450 h 62,03 % $ 183.764 $ 91,88/u</p><p>• Total 3950 h 100,00 % $ 296.250</p><p>Produtos: Custos var. Custo Fixo / u Custo / u Preço Lucro / u</p><p>• Enceradeiras 77,00 / u $ 56,25 / u $ 133,25 $190 $ 56,75</p><p>• Aspiradores 118,00 / u $ 91,88 / u $ 209,88 $260 $ 50,12</p><p>O produto incentivado deve ser a Enceradeira?</p><p>E a arbitrariedade da distribuição dos custos fixos ?</p><p>Produtos: Lucro Bruto/ u Lucro Bruto Total</p><p>• Enceradeiras $ 56,75 $ 113.500</p><p>• Aspiradores $ 50,12 $ 100.240</p><p>• EMPRESA $ 213.740</p><p>279</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Margem de contribuição por unidade:</p><p>Decisões que podem ser tomadas:</p><p>• Mix de produção</p><p>• Aceitação de venda a preços menores que o custo total unitário</p><p>de um produto para aproveitamento de capacidade ociosa</p><p>Limitações:</p><p>Capacidade de produção</p><p>Atendimento do mercado</p><p>No exemplo:</p><p>Produtos: Custos var. Preço Margem de contribuição</p><p>• Enceradeiras 77,00 / u $190,00 $ 113,00</p><p>• Aspiradores 118,00 / u $260,00 $ 142,00</p><p>Margem de</p><p>contribuição = Preço de</p><p>Venda</p><p>Custo</p><p>Variável-</p><p>O produto</p><p>incentivado deve</p><p>ser o aspirador</p><p>72</p><p>280</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Exercício 15.3</p><p>A escola Immacolata oferece 2 cursos técnicos profissionalizantes:</p><p>Mecânica de automóveis (60 hs) e eletricidade de automóveis (40 hs) e,</p><p>para atender à demanda, oferece normalmente 25 vagas em cada curso,</p><p>por período letivo.</p><p>O preço do curso por aluno é de $ 750 e $ 600, respectivamente, para</p><p>os cursos de mecânica e eletricidade e é equivalente ao da concorrência.</p><p>O Imposto sobre Serviços (ISS) é 2% sobre a receita.</p><p>Os custos com material didático, impressos, xerox, etc. são de $30 por</p><p>aluno, além de $60 por hora-aula efetivamente ministrada pelos</p><p>instrutores; já os custos comuns (secretaria, laboratório, etc.) totalizam</p><p>$ 10.000 por período letivo.</p><p>Pede-se calcular: a) o custo de cada um dos cursos; b) o lucro por</p><p>curso; c) a margem de contribuição por aluno; d) a margem de</p><p>contribuição por curso.</p><p>281</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Custo de cada um dos cursos:</p><p>Mecânica Elétrica</p><p>Material, impressos, xérox, lanches, etc. $ 750 $ 750</p><p>Remuneração dos professores $ 3.600 $ 2.400</p><p>Custos comuns $ 6.000 $ 4.000</p><p>CUSTO TOTAL $ 10.350 $ 7.150</p><p>282</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Lucro por cursos:</p><p>Mecânica Elétrica</p><p>Receita Bruta $ 18.750 $ 15.000</p><p>(-) ISS $ (375) $ (300)</p><p>Receita Líquida $ 18.375 $ 14.700</p><p>(-) Custos Totais $(10.350) $ (7.150)</p><p>LUCRO POR CURSO $ 8.025 $ 7.550</p><p>73</p><p>283</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Margem de contribuição por aluno:</p><p>Mecânica Elétrica</p><p>Preço do curso $ 750 $ 600</p><p>(-) ISS $ (15) $ (12)</p><p>(-) Custos Variáveis $ (30) $ (30)</p><p>MC POR ALUNO $ 705 $ 558</p><p>284</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Margem de contribuição por curso:</p><p>Mecânica Elétrica</p><p>Receita Bruta $ 18.750 $ 15.000</p><p>(-) ISS $ (375) $ (300)</p><p>Receita Líquida $ 18.375 $ 14.700</p><p>(-) Custos Variáveis</p><p>Material didático $ (750) $ (750)</p><p>Salário Instrutores $ (3.600) $ (2.400)</p><p>MC/curso $ 14.025 $ 11.550</p><p>285</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Exercício 10 de fixação para ser entregue até o dia 18/06/24</p><p>A Cia. Amazonense de Veículos tem capacidade prática instalada</p><p>para produzir até 36.000 carros por ano, mas nos últimos anos vem</p><p>conseguindo colocar no mercado apenas 24.000, ao preço médio unitário</p><p>de $ 10.000; e ela só atua no mercado nacional. Sua estrutura de gastos é</p><p>a seguinte:</p><p>• Material direto: $ 4.000/unidade</p><p>• MOD $ 2.500/unidade</p><p>• Custos fixos $ 45.000.000/ano</p><p>• Despesas fixas (adm. e vendas) $ 9.000.000/ano</p><p>• Comissões sobre a receita bruta 1%</p><p>• Impostos sobre a receita bruta 9%</p><p>•Da Venezuela a empresa recebe uma proposta de aquisição de 12.000</p><p>carros, ao preço CIF de $ 7.500 cada. Caso a proposta seja aceita, haverá</p><p>isenção de impostos, mas o percentual de comissão sobre o preço de</p><p>venda bruto dobra, e ainda terá $ 250 de gastos com frete e seguro.</p><p>74</p><p>286</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Pede-se calcular:</p><p>a) O lucro bruto por unidade, atuando no mercado doméstico;</p><p>b) O lucro operacional da empresa, antes do IR (LAIR), atuando só no</p><p>mercado doméstico;</p><p>c) O lucro bruto de cada unidade a ser vendida para a Venezuela, caso a</p><p>proposta seja aceita.</p><p>d) O lucro operacional da empresa, antes do IR (LAIR), atuando nos</p><p>dois mercados;</p><p>e) A margem de contribuição unitária (MC/un.) e a total (MCT) dos</p><p>automóveis vendidos no mercado doméstico;</p><p>f) A margem de contribuição unitária (MC/un.) e total (MCT) da</p><p>proposta recebida da Venezuela.</p><p>Exercício 10 de fixação para ser entregue até o dia 18/06/24</p><p>Margem de Contribuição - Reflexão</p><p>A Cia. Amazonense de Veículos tem capacidade prática instalada</p><p>para produzir até 36.000 carros por ano, mas nos últimos anos vem</p><p>conseguindo colocar no mercado apenas 24.000, ao preço médio unitário</p><p>de $ 10.000; e ela só atua no mercado nacional. Sua estrutura de gastos é</p><p>a seguinte:</p><p>• Material direto: $ 4.000/unidade</p><p>• MOD $ 2.500/unidade</p><p>• Custos fixos $ 45.000.000/ano</p><p>• Despesas fixas (adm. e vendas) $ 9.000.000/ano</p><p>CP = CV + CF = 4.000 + 2500 + CF</p><p>1.875 = R$ 8.375,00</p><p>1.250 = R$ 7.750,00</p><p>Diferença de R$ 625,00 por unidade ou R$ 15.000.000,00 = Custo Ociosidade</p><p>Exercício 10 de fixação - Reflexão</p><p>COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS</p><p>CAPACIDADE OCIOSA.</p><p>(PO-24/92) – Parecer de orientação nº 24 de 15 de Janeiro de 1992</p><p>• O custo referente à capacidade instalada deve ser transferido às unidades produzidas,</p><p>integralmente, sempre que as instalações produtivas estiverem sendo utilizadas em</p><p>condições normais.</p><p>• A partir do ponto em que a ociosidade deixar de estar dentro dos limites da</p><p>normalidade, o custo referente a essa ociosidade em excesso deve ser levado diretamente</p><p>à despesa não operacional, a título de item extraordinário, não se admitindo a sua</p><p>transferência para estoques, evitando-se, desta maneira, o risco de uma superavaliação</p><p>destes e da não possibilidade de sua recuperação.</p><p>• A ociosidade anormal é um fator não rotineiro ou não recorrente e pode acontecer em</p><p>função de greve, recessão econômica acentuada no setor de atuação da companhia ou</p><p>outra razão econômica, interna ou externa, extemporânea.</p><p>• São custos de capacidade instalada, todos os de natureza fixa, como depreciação,</p><p>aluguéis, etc., inclusive os de supervisão incluídos nos gastos indiretos de fabricação.</p><p>• Na existência de capacidade ociosa, a companhia aberta elaborará nota explicativa</p><p>para dar ciência da dimensão do fato aos interessados nas suas informações.</p><p>Exercício 10 de</p><p>fixação - Reflexão</p><p>75</p><p>CAPACIDADE OCIOSA</p><p>Manual de Contabilidade Societária: Aplicável a todas as sociedades de acordo</p><p>com as normas internacionais e do CPC. São Paulo: Editora Atlas, 2010.</p><p>IUDÍCIBUS, Sérgio; MARTINS, Eliseu; GELBCKE, Ernesto R. e SANTOS, Ariovaldo.</p><p>Na hipótese de a empresa estar operando apenas parcialmente sua capacidade de</p><p>produção, ou seja, com parte ociosa, há que se considerar que, mesmo no sistema</p><p>de custeio real por absorção, o custo adicional relativo à capacidade ociosa não</p><p>deve ser atribuído à produção elaborada no período caso essa ociosidade seja</p><p>anormal e grande. De fato, nessa circunstância,</p><p>os custos fixos relativos à parte</p><p>ociosa devem ser lançados diretamente nos resultados do período da ociosidade, e</p><p>não onerar o custo dos produtos elaborados no mesmo período.</p><p>Entende-se por ociosidade anormal aquela derivada de greve,</p><p>recessão econômica setorial profunda ou outros fatores não</p><p>rotineiros.</p><p>Exercício 10 de</p><p>fixação - Reflexão</p><p>Ao final dessa aula, o aluno deverá ser capaz de:</p><p>• Compreender os fatores que limitam a capacidade de</p><p>produção em uma empresa e sua relação com a Margem de</p><p>Contribuição.</p><p>• Usar o conceito de margem de contribuição para decisões</p><p>face a situações de restrição.</p><p>Margem de ContribuiçãoMargem de Contribuição</p><p>OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM – Capítulo 16</p><p>Custo Fixo, Lucro e Margem de Contribuição</p><p>(Capítulo 15) e Margem de Contribuição com</p><p>limitação da capacidade produtiva (Capítulo 16)</p><p>291</p><p>Margem de Contribuição - Resumo</p><p>Margem de contribuição por unidade:</p><p>Margem de</p><p>contribuição = Preço de</p><p>Venda</p><p>Custo e desp.</p><p>Variável-</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Cobrir os CDF</p><p>Gerar Lucro</p><p>76</p><p>Um produto pode ser vendido abaixo do custo calculado pelo</p><p>custeio por absorção quando:</p><p>• Fora do meu mercado</p><p>• Margem de contribuição positiva</p><p>• Capacidade ociosa</p><p>Margem de Contribuição - Resumo</p><p>• Quando não há limitação na capacidade produtiva,</p><p>mais rentável é o produto que apresentar maior margem de</p><p>contribuição por unidade.</p><p>E se houver limitação na capacidade produtiva?</p><p>293</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Limitações na Capacidade de Produção:</p><p>Exemplo: Industria automobilística produz dois</p><p>modelos:</p><p>Preço de</p><p>venda</p><p>Custo</p><p>variável</p><p>Margem de</p><p>Contribuição</p><p>4 portas $ 260.000 $ 205.000 $ 55.000</p><p>2 portas $ 258.000 $ 204.000 $ 54.000</p><p>Se não houver limitação na capacidade produtiva,</p><p>interessa o produto que produz maior Margem de</p><p>Contribuição por unidade, mas, se existir, interessa o</p><p>que produz maior Margem de Contribuição pelo fator</p><p>limitante da capacidade.</p><p>294</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Todas as maçanetas são iguais, e são importadas. Cada</p><p>modelo leva o mesmo tempo de produção.</p><p>O modelo de 4 portas tem maior margem de</p><p>contribuição unitária, sendo o preferido para vendas</p><p>Mas, neste mês, por problemas de importação</p><p>conseguiu-se apenas 8000 maçanetas, possibilitando a</p><p>fabricação de 4000 carros de 2P ou 2000 carros de 4P.</p><p>$ 216.0004000$ 54.0002 portas</p><p>$ 110.0002000$ 55.0004 portas</p><p>MC TotalCarros</p><p>possíveis</p><p>Margem de</p><p>Contribuição</p><p>MC/</p><p>maçaneta</p><p>$ 13.750</p><p>$ 27.000</p><p>77</p><p>295</p><p>Margem de Contribuição - TOC</p><p>A Teoria das Restrições – conhecida como TOC, de Theory of</p><p>Constraints – vem sendo bastante divulgada desde meados da</p><p>década de 1980. Ela trata da identificação de restrições</p><p>(gargalos) dos sistemas produtivos com o objetivo de otimizar a</p><p>produção nesses pontos e, assim, maximizar o lucro da empresa.</p><p>A TOC apoia-se nos seguintes pressupostos principais:</p><p>a) todo sistema possui, no mínimo, um fator de restrição;</p><p>b) o conhecimento do valor da margem de contribuição por</p><p>unidade do fator limitante é mais importante que o</p><p>conhecimento da margem de contribuição por unidade</p><p>produzida;</p><p>c) o custo de mão de obra direta é fixo, assim como são fixos</p><p>todos os custos indiretos;</p><p>296</p><p>Margem de Contribuição - TOC</p><p>A Teoria das Restrições – conhecida como TOC, de Theory of</p><p>Constraints – vem sendo bastante divulgada desde meados da</p><p>década de 1980. Ela trata da identificação de restrições</p><p>(gargalos) dos sistemas produtivos com o objetivo de otimizar a</p><p>produção nesses pontos e, assim, maximizar o lucro da empresa.</p><p>d) capacidade ociosa é desejável nos recursos que não</p><p>representem restrições ou gargalos; e</p><p>e) deve-se administrar o equilíbrio do fluxo do processo, não a</p><p>capacidade dos recursos etc.</p><p>• Quando não há limitação na capacidade produtiva,</p><p>mais rentável é o produto que apresentar maior</p><p>Margem de Contribuição por unidade.</p><p>• Quando existir algum fator de limitação, mais</p><p>rentável será o produto que tiver maior Margem de</p><p>Contribuição pelo fator de limitação da capacidade</p><p>produtiva.</p><p>Margem de Contribuição - Resumo</p><p>OBS: Por meio de softwares com o auxílio de planilhas</p><p>eletrônicas pode-se encontrar a solução da combinação</p><p>de quantidades de vários produtos que maximiza o lucro</p><p>da empresa, quando há fatores limitantes da capacidade</p><p>de produção.</p><p>78</p><p>• Os Custos Fixos só produzem valores finais de</p><p>lucros unitários válidos para decisão se forem</p><p>alocados em proporção ao que cada produto utilizar</p><p>do fator de limitação da capacidade.</p><p>• A Teoria das Restrições trata da identificação de</p><p>restrições (gargalos) dos sistemas produtivos com</p><p>o objetivo de otimizar a produção nesses pontos e,</p><p>assim, maximizar o lucro da empresa.</p><p>Margem de Contribuição - Resumo</p><p>Reflexão – Considerações FinaisReflexão – Considerações Finais</p><p>• Decisões devem ser tomadas em função da Margem de</p><p>Contribuição e não do lucro;</p><p>• Produtos devem gerar Margem de Contribuição positivas,</p><p>ou seja, ter MC > 0;</p><p>• Caso o produto tenha MC negativa é sinal que ele está</p><p>“pagando” para ser produzido e vendido. Nesse caso</p><p>devemos tentar tornar essa MC positiva aumentando o</p><p>preço de venda do produto ou reduzindo os seus custos e</p><p>despesas variáveis ou ambos. Caso a MC continue negativa</p><p>o produto deve ser eliminado.</p><p>Reflexão – Considerações FinaisReflexão – Considerações Finais</p><p>• Caso, por motivos estratégicos, a empresa queira manter a</p><p>produção e venda desse produto ela deverá estar ciente que</p><p>está perdendo dinheiro devido a MC < 0.</p><p>• Quando existir diversos fatores limitando a capacidade da</p><p>empresa é necessário, nesse caso, que se recorra a métodos</p><p>mais sofisticados, como a Programação Linear, por exemplo,</p><p>ou outros modelos matemáticos da Pesquisa Operacional.</p><p>79</p><p>301</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Exemplo – Empresa Clean – Problema Proposto</p><p>A empresa Clean produz apenas dois produtos – enceradeiras e</p><p>aspiradores de pó – cujos preços de venda, líquidos dos tributos, são</p><p>$ 120 e $ 80, respectivamente, e sobre esses preços ela paga comissão</p><p>de 5% aos vendedores.</p><p>Os custos variáveis são os seguintes:</p><p>Segundo o diretor de MKT, o mercado consome, no máximo, 100</p><p>unidades de cada produto da empresa por período. Pede-se calcular:</p><p>a) MC/un. de cada produto;</p><p>b) MCT de cada produto, considerando o volume máximo venda;</p><p>c) Mix de produção ótimo caso haja apenas 200 kg de MP.</p><p>Enceradeiras Aspiradores</p><p>MP 2 kg/un. a $ 8/kg 1 kg/um. a $ 8/kg</p><p>MOD 2,5 h/un. a $ 20/h 1,5 h/un. a $ 20/h</p><p>302</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Exemplo – Empresa Clean – Margem de contribuição</p><p>Enceradeiras Aspiradores</p><p>Preço de Venda 120 80</p><p>(-) Custos e despesas variáveis</p><p>Matéria Prima (16) (8)</p><p>Mão-de-Obra Direta (50) (30)</p><p>Comissões (6) (4)</p><p>Margem de Contribuição Unitária $ 48/unid. $ 38/unid.</p><p>Margem de Contribuição Total $ 4.800 $ 3.800</p><p>303</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Exemplo – Empresa Clean – Melhor mix de produção</p><p>Produto MC/un. MP MC/Fator Limit. A fabricar MP disponível</p><p>Enceradeira 48 2Kg 24 50 unidades 100 Kg</p><p>Aspirador 38 1Kg 38 100 unidades 100 Kg</p><p>200 Kg</p><p>Fator Limitante = Matéria-Prima (200 Kg no período)</p><p>Fator Limitante</p><p>80</p><p>304</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Assinalar a alternativa correta:</p><p>1. Quando não há limitação na capacidade produtiva, mais</p><p>lucrativo é o produto que apresenta MC por unidade:</p><p>a) Menor</p><p>b) Igual</p><p>c) Baixa</p><p>d) Nula</p><p>e) Maior</p><p>2. Quando há limitação na capacidade produtiva, é interessante</p><p>fabricar o produto que apresenta a maior MC por unidade:</p><p>a) Física</p><p>b) Monetária</p><p>c) Do recurso limitado em dinheiro</p><p>d) Do recurso limitado em quantidade</p><p>e) Do total</p><p>305</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Assinalar a alternativa correta:</p><p>3. Para tomada de decisão, deve-se optar pela alternativa que</p><p>maximizar a margem de contribuição:</p><p>a) Anual</p><p>b) Unitária</p><p>c) Total</p><p>d) Fixa</p><p>e) Base</p><p>4. É exemplo de fator limitante:</p><p>a) Capacidade ociosa</p><p>b) Funcionário qualificado</p><p>c) Falta de concorrência</p><p>d) Falta de material</p><p>e) Monopólio estatal</p><p>306</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Assinalar a alternativa correta:</p><p>5. A única forma de alocação de custos fixos que não</p><p>provoca distorções na tomada de decisão é aquela que se</p><p>baseia no (a):</p><p>a) Fator limitador de capacidade</p><p>b) Alocação do lucro por</p><p>unidade</p><p>c) Custo indireto fixo total aplicado</p><p>d) Critério do lucro por produção</p><p>e) taxa interna de retorno ajustada.</p><p>81</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Exercício 16.2 – Empresa Camomila</p><p>A empresa Camomila produz apenas dois produtos – A e B cujos preços</p><p>de venda, líquidos dos tributos, são $ 120 e $ 80, respectivamente, e</p><p>sobre esses preços ela paga comissão de 5% aos vendedores. Os custos e</p><p>despesas fixos são de R$ 4.000 por período.</p><p>Os custos variáveis são os seguintes:</p><p>Segundo o diretor de MKT, o mercado consome, no máximo, 100</p><p>unidades de cada produto da empresa por período. Pede-se calcular:</p><p>a) O valor do resultado de cada produto pelo custeio variável,</p><p>considerando a demanda máxima;</p><p>b) O valor do resultado operacional máximo da empresa;</p><p>c) O valor do resultado máximo para 360 Kg de MP disponível;</p><p>d) Mix de produção ótimo caso haja apenas 400 horas de MOD.</p><p>A B</p><p>MP 4 Kg/unid.a $ 4/Kg 2 Kg/unid.a $ 4/Kg</p><p>MOD 2,5 h/unid.a $ 20/h 2 h/unid.a $ 20/h</p><p>308</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Exercício 16.2 – Empresa Camomila – MC e Lucro Operacional</p><p>Produto A Produto B TOTAL</p><p>Receita Líquida 12.000 8.000 20.000</p><p>(-) Custos e despesas variáveis</p><p>Matéria Prima (1.600) (800) (2.400)</p><p>Mão-de-Obra Direta (5.000) (4.000) (9.000)</p><p>Comissões (600) (400) (1.000)</p><p>Margem de Contribuição Total $ 4.800 $ 2.800 $ 7.600</p><p>(-) Custos e despesas fixos ($ 4.000)</p><p>LUCRO OPERACIONAL DA EMPRESA $ 3.600</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Produto MC/un. MP MC/Fator Limit. A fabricar MP disponível</p><p>A 48 4Kg 12 40 unidades 160 Kg</p><p>B 28 2Kg 14 100 unidades 200 Kg</p><p>360 Kg</p><p>Exercício 16.2 – Fator Limitante = MP (360 Kg no período)</p><p>Fator Limitante</p><p>MCTA = 40 unid. X $ 48/unid. = $ 1.920</p><p>MCTB = 100 unid. X $ 28/unid = $ 2.800</p><p>MCT = $ 4.720</p><p>(-) CDF ($ 4.000)</p><p>LUCRO = $ 720</p><p>82</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Exercício 16.2 - Fator Limitante = MOD (400h no período)</p><p>Produto MC/un. MOD MC/Fator Limit. A fabricar MOD disponível</p><p>A 48 2,5h 19,20 100 unidades 250hh</p><p>B 28 2h 14 75 unidades 150hh</p><p>400hhFator Limitante</p><p>MCTA = 100 unid. X $ 48/unid. = $ 4.800</p><p>MCTB = 75 unid. X $ 28/unid = $ 2.100</p><p>MCT = $ 6.900</p><p>(-) CDF ($ 4.000)</p><p>LUCRO = $ 2.900</p><p>311</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Exercício 16.3</p><p>A escola Immacolata oferece 2 cursos técnicos profissionalizantes:</p><p>Mecânica de automóveis (60 hs) e eletricidade de automóveis (40 hs) e,</p><p>para atender à demanda, oferece normalmente 25 vagas em cada curso,</p><p>por período letivo.</p><p>O preço do curso por aluno é de $ 750 e $ 600, respectivamente, para</p><p>os cursos de mecânica e eletricidade e é equivalente ao da concorrência.</p><p>O Imposto sobre Serviços (ISS) é 2% sobre a receita.</p><p>Os custos com material didático, impressos, xerox, etc. são de $30 por</p><p>aluno, além de $60 por hora-aula efetivamente ministrada pelos</p><p>instrutores; já os custos comuns (secretaria, laboratório, etc.) totalizam</p><p>$ 10.000 por período letivo.</p><p>Suponha que em determinado período a escola disponha de poucos</p><p>instrutores, com disponibilidade para ministrar no máximo 80 hs de</p><p>treinamento. Nessa situação, para maximizar o lucro, que curso deve ser</p><p>oferecido? (Considerar que todas as vagas serão preenchidas).</p><p>312</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Exercício 16.3</p><p>Margem de contribuição por curso:</p><p>Mecânica Elétrica</p><p>Receita Bruta $ 18.750 $ 15.000</p><p>(-) ISS $ (375) $ (300)</p><p>Receita Líquida $ 18.375 $ 14.700</p><p>(-) Custos Variáveis</p><p>Material didático $ (750) $ (750)</p><p>Salário Instrutores $ (3.600) $ (2.400)</p><p>MC/curso $ 14.025 $ 11.550</p><p>83</p><p>313</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Exercício 16.3</p><p>Qual o valor do lucro se apenas o curso de mecânica for oferecido?</p><p>Lucro = MC – Custos Comuns = 14.025 – 10.000 = $ 4.025</p><p>Qual o valor do lucro se apenas o curso de eletricidade for oferecido?</p><p>Lucro = MC – Custos Comuns = 11.550 – 10.000 = $ 1.550</p><p>Considerando o número máximo de 80 horas para treinamento, o</p><p>curso a ser incentivado deverá ser:</p><p>Mecânica - MC /hora curso = 14.025/ 60 = $ 233,75/ hora</p><p>Eletricidade – MC/hora curso = 11.550/40 = $ 288,75/hora</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Exercício 16.3</p><p>Margem de contribuição pelo Fator limitante:</p><p>Mecânica Elétrica 2 Elétrica</p><p>Receita Bruta $ 18.750 $ 15.000 $ 30.000</p><p>(-) ISS $ (375) $ (300) $ (600)</p><p>Receita Líquida $ 18.375 $ 14.700 $ 29.400</p><p>(-) Custos Variáveis</p><p>Material didático $ (750) $ (750) $ (1.500)</p><p>Salário Instrutores $ (3.600) $ (2.400) $ (4.800)</p><p>MC/curso $ 14.025 $ 11.550 $ 23.100</p><p>(-) CDF ($ 10.000) ($ 10.000) ($ 10.000)</p><p>LUCRO OPERACIONAL $ 4.025 $ 1.550 $ 13.100</p><p>Margem de Contribuição</p><p>A Corezzo produz apenas dois produtos – bota (5.000 unidades) e sapatos</p><p>(4.000 unidades) cujos preços de venda são $ 100 e $ 80, respectivamente.</p><p>Os custos indiretos fixos são de R$ 33.000 por mês e são rateados à base de</p><p>MOD (2,1 h/un. para a bota e 1,5 h/un. para o sapato).</p><p>Os custos variáveis são os seguintes:</p><p>Pede-se calcular:</p><p>a) A MCUnitária de cada produto;</p><p>b) A MCTotal de cada produto</p><p>c) O valor do lucro bruto unitário de cada produto;</p><p>d) A MCUnitária de cada produto, por fator limitante, caso haja restrição</p><p>de MOD.</p><p>Botas Sapatos</p><p>MP $ 40/un. $ 30/un.</p><p>MOD $ 5,5/h $ 5,5/h</p><p>Demais CV $ 21,5/un. $ 21,5/un.</p><p>Exercício avaliativo 11 - P/ ser entregue no SIGAA até o dia 18/06/24</p><p>84</p><p>316</p><p>Margem de Contribuição - Resumo</p><p>Margem de contribuição por unidade:</p><p>Margem de</p><p>contribuição = Preço de</p><p>Venda</p><p>Custo e desp.</p><p>Variável-</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Cobrir os CDF</p><p>Gerar Lucro</p><p>317</p><p>Um produto pode ser vendido abaixo do custo calculado pelo</p><p>custeio por absorção quando:</p><p>• Fora do meu mercado</p><p>• Margem de contribuição positiva</p><p>• Capacidade ociosa</p><p>Margem de Contribuição - Resumo</p><p>• Quando não há limitação na capacidade produtiva,</p><p>mais rentável é o produto que apresentar maior margem de</p><p>contribuição por unidade.</p><p>• Quando houver limitação na capacidade produtiva,</p><p>mais rentável é o produto que apresentar maior margem de</p><p>contribuição pelo fator limitante.</p><p>318</p><p>Custeio Direto</p><p>ou Variável</p><p>85</p><p>SISTEMAS DE CUSTEIO VARIÁVEL</p><p>LÓGICA DE CÁLCULO:</p><p>Notem que agora iremos considerar como custo dos produtos apenas os</p><p>custos diretos ou variáveis.</p><p>Os CIP por serem custos estruturais, existem independentemente de</p><p>haver ou não produção, são considerados da empresa e não do produto.</p><p>Ao final dessa aula, o aluno deverá ser capaz de:</p><p>• Compreender o método de Custeio Variável.</p><p>• Entender a distinção entre Custeio Variável e Custeio por</p><p>Absorção.</p><p>• Conciliar os resultados obtidos pelos dois métodos.</p><p>Custeio VariávelCusteio Variável</p><p>OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM – Capítulo 17</p><p>321</p><p>Custeio Variável (ou Direto)</p><p>Vantagens em relação ao custeio por absorção:</p><p>1. Custo Fixo  Depende da Empresa, da capacidade</p><p>produtiva. Independe, de certa forma, de quantidade</p><p>e tipos de produtos</p><p>2. Independe de critérios arbitrários de rateio</p><p>3. O lucro se relaciona ao valor das vendas</p><p>Desvantagens:</p><p>• Não é aceito pelo Fisco</p><p>• Problemas para fixação de preços</p><p>No Custeio Variável os custos variáveis são custos</p><p>dos produtos e os custos fixos são custos do</p><p>período</p><p>86</p><p>322</p><p>MP PA</p><p>MOD</p><p>Receita</p><p>-C e D variáveis</p><p>Margem contrib.</p><p>-C e D fixas</p><p>LL</p><p>Apenas custos variáveis são</p><p>considerados custos dos produtos</p><p>Outros custos</p><p>variáveis</p><p>CF</p><p>Despesas</p><p>variáveis</p><p>Custeio Variável</p><p>323</p><p>Custeio Variável (ou Direto)</p><p>Exemplo:</p><p>Período Produç��o Vendas Estoque Final</p><p>ano 1 60.000 40.000 20.000</p><p>ano 2 50.000 60.000 10.000</p><p>ano 3 70.000 50.000 30.000</p><p>ano 4 40.000 70.000</p><p>Custos variáveis: $ 30 / u</p><p>Custos Fixos: $ 2.100.000 / ano</p><p>Preço: $75 / u</p><p>Pelo Custeio por absorção:</p><p>Custo total do produto = Q x 30 + 2.100.000</p><p>No primeiro ano:</p><p>Custo = 60.000 x 30 + 2.100.000 = 3.900.000</p><p>Custo unit.= 3.900.000 / 60.000 = 65</p><p>Custo do produto vendido = 40.000 x 65 = 2.600.000</p><p>Receita = 40.000 x 75 = 3.000.000</p><p>Lucro = 3.000.000 - 2.600.000 = 400.000</p><p>324</p><p>No custeio por absorção</p><p>Exemplo:</p><p>Período Produção Vendas Estoque Final</p><p>ano 1 60.000 40.000 20.000</p><p>ano 2 50.000 60.000 10.000</p><p>ano 3 70.000 50.000 30.000</p><p>ano 4 40.000 70.000</p><p>Custos variáveis: $ 30 / u</p><p>Custos Fixos: $ 2.100.000 / ano</p><p>Preço: $75 / u</p><p>As vendas aumentam e o lucro pode cair</p><p>Ano 1 Ano 2 Ano</p><p>3 Ano 4 Total</p><p>Vendas 3.000.000 4.500.000 3.750.000 5.250.000 16.500.000</p><p>CPV (2.600.000) (4.180.000) (3.120.000) (5.100.000) (15.000.000)</p><p>Lucro 400.000 320.000 630.000 150.000 1.500.000</p><p>Estoque 1.300.000 720.000 1.800.000 - -</p><p>87</p><p>325</p><p>No Custeio Variável</p><p>Exemplo:</p><p>Período Produção Vendas Estoque Final</p><p>ano 1 60.000 40.000 20.000</p><p>ano 2 50.000 60.000 10.000</p><p>ano 3 70.000 50.000 30.000</p><p>ano 4 40.000 70.000</p><p>Custos variáveis: $ 30 / u</p><p>Custos Fixos: $ 2.100.000 / ano</p><p>Preço: $75 / u</p><p>As vendas aumentam e o lucro aumenta</p><p>Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Total</p><p>Vendas 3.000.000 4.500.000 3.750.000 5.250.000 16.500.000</p><p>(-) Custos variáv. (1.200.000) (1.800.000) (1.500.000) (2.100.000) (6.600.000)</p><p>Margem contrib. 1.800.000 2.700.000 2.250.000 3.150.000 9.900.000</p><p>(-) Custos fixos (2.100.000) (2.100.000) (2.100.000) (2.100.000) (8.400.000)</p><p>Lucro (300.000) 600.000 150.000 1.050.000 1.500.000</p><p>Estoque 600.000 300.000 900.000</p><p>326</p><p>Lucros x Receitas</p><p>-1000</p><p>0</p><p>1000</p><p>2000</p><p>3000</p><p>4000</p><p>5000</p><p>6000</p><p>Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4</p><p>Receitas</p><p>Lucro Variável</p><p>Lucro Absorção</p><p>Graficamente:</p><p>327</p><p>No Custeio Variável - Reflexão</p><p>Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Total</p><p>Vendas 3.000.000 4.500.000 3.750.000 5.250.000 16.500.000</p><p>(-) Custos variáv. (1.200.000) (1.800.000) (1.500.000) (2.100.000) (6.600.000)</p><p>Margem contrib. 1.800.000 2.700.000 2.250.000 3.150.000 9.900.000</p><p>(-) Custos fixos (2.100.000) (2.100.000) (2.100.000) (2.100.000) (8.400.000)</p><p>Lucro (300.000) 600.000 150.000 1.050.000 1.500.000</p><p>Estoque 600.000 300.000 900.000</p><p>Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Total</p><p>Vendas 3.000.000 4.500.000 3.750.000 5.250.000 16.500.000</p><p>CPV (2.600.000) (4.180.000) (3.120.000) (5.100.000) (15.000.000)</p><p>Lucro 400.000 320.000 630.000 150.000 1.500.000</p><p>Estoque 1.300.000 720.000 1.800.000 - -</p><p>Notem que no ano 1 a diferença no lucro ($ 400 – (300)) e no estoque de</p><p>produtos acabados (1.300 – 600) é de R$ 700.000,00. Essa diferença foi</p><p>causada pelos custos fixos que ficaram em estoque (R$ 35,00 * 20.000 =</p><p>R$ 700.000) , conforme será demonstrado a seguir:</p><p>88</p><p>No Custeio Variável - Reflexão</p><p>Dados do problema para o ano 1: QP = 60.000; QV = 40.000</p><p>Estoque Final PA (EFPA) = 20.000 unid.; CV = $ 30 e CF = $ 35</p><p>Cálculo do custo pelo Absorção Cálculo do custo pelo Variável</p><p>CP = MP + MOD + CIP ou</p><p>CP = CV + CF</p><p>CP = 30 + 35 = 65</p><p>CP = MP + MOD ou</p><p>CP = CV</p><p>CP = 30 = 30</p><p>CIP alocado aos produtos CIP 100% da empresa, direto p/DRE</p><p>DIFERENÇAS: no CP entre os sistemas de custeio: $ 35 = $ 65 - $ 30;</p><p>no EFPA = 20.000 x $ 35 = $ 700.000 ou $ 1.300.000 – $ 600.000 = $ 700.000</p><p>no LUCRO = $ 400.000 – ($ 300.000) = $ 700.000</p><p>EFPA = 20.000 x $ 65 = $ 1.300.000 EFPA = 20.000 x $ 30 = $ 600.000</p><p>• No Custeio Variável, só são agregados aos</p><p>produtos seus custos variáveis, considerando-se os</p><p>custos fixos como se fossem despesas.</p><p>• Nas Demonstrações à base do Custeio Variável</p><p>obtém-se um lucro que acompanha sempre a</p><p>direção das Vendas, o que não ocorre com o</p><p>Absorção.</p><p>• O Custeio Variável não é válido para Balanços de</p><p>uso externo, deixando de ser aceito tanto pela</p><p>Auditoria Independente quanto pelo Fisco.</p><p>CUSTEIO VARIÁVEL - Resumo</p><p>Exercício Proposto</p><p>O único produto da empresa Facímpia é vendido, em média</p><p>a $ 250 por unidade; sobre esse preço incidem tributos no total de</p><p>20% e comissões de 5%. O IR é de 30%, sobre o lucro.</p><p>O custo do material direto (MP, embalagem, etc.) é de $ 130</p><p>por unidade e os custos e despesas fixos são de $ 840.000 e $ 172.500</p><p>por período, respectivamente.</p><p>Em determinado período, em que não houve estoques</p><p>iniciais, a empresa iniciou a produção de 30.000 unidades; 26.000</p><p>foram concluídas, sendo 23.000 vendidas, e 4.000 foram apenas</p><p>parcialmente processadas, num grau de 50%. Todos os elementos de</p><p>custos são incorridos uniformemente ao longo do processo</p><p>produtivo.</p><p>Pede-se para elaborar a DRE do período, pelo custeio por</p><p>absorção e pelo variável e calcular: a) valor do Ef de produtos em</p><p>elaboração segundo os dois critérios; b) idem, para o Ef de produtos</p><p>acabados ; c) idem, do resultado líquido do período segundo os dois</p><p>critérios.</p><p>89</p><p>Exercício Proposto</p><p>Produção de 30.000</p><p>26.000 un. concluídas</p><p>23.000 un. vend.</p><p>3.000 un. estoque</p><p>4.000 un. (50% processadas) = 2.000 un.</p><p>Produção equivalente = 28.000</p><p>Cálculo do CPV (Absorção)</p><p>(-) MP (28.000 un.x $ 130) 3.640.000</p><p>(-) MOD e outros CF 840.000</p><p>Custo de Produção do Período (CPP) 4.480.000</p><p>+ EIPP 0,00</p><p>(-) EFPP (4.000 un. x 50%) x $ 160 (320.000)</p><p>Custo da Produção Acabada (CPA) 4.160.000</p><p>+ EIPA 0,00</p><p>(-) EFPA (3.000 un. x $ 160) (480.000)</p><p>Custo do Produto Vendido (CPV) 3.680.000</p><p>Exercício Proposto</p><p>DRE (Custeio Absorção)</p><p>Receita Bruta (23.000 un. x $ 250) 5.750.000</p><p>(-) Tributos (20% Receita Bruta) (1.150.000)</p><p>Receita Líquida 4.600.000</p><p>(-) Custo do Produto Vendido (3.680.000)</p><p>Lucro Bruto 920.000</p><p>(-) Despesas Vendas (Comissões 5% RB) (287.500)</p><p>(-) Despesas Fixas (172.500)</p><p>LAIR 460.000</p><p>(-) Imposto de Renda (30%) (138.000) ***</p><p>LUCRO LÍQUIDO 322.000</p><p>Exercício Proposto</p><p>Produção de 30.000</p><p>26.000 un. concluídas</p><p>23.000 un. vend.</p><p>3.000 un. estoque</p><p>4.000 un. (50% processadas) = 2.000 un.</p><p>Produção equivalente = 28.000</p><p>Cálculo dos CDV</p><p>(-) MP (28.000 un.x $ 130) 3.640.000</p><p>+ EIPP 0,00</p><p>(-) EFPP (4.000 un. x 50%) x $ 130 (260.000)</p><p>Custo da Produção Acabada (CPA) 3.380.000</p><p>+ EIPA 0,00</p><p>(-) EFPA (3.000 un. x $ 130) (390.000)</p><p>Custo Variável do Produto Vendido (CVPV) 2.990.000</p><p>+ Despesas variáveis: Comissão (287.500)</p><p>Custos e Despesas Variáveis 3.277.500</p><p>90</p><p>Exercício Proposto</p><p>DRE (Custeio Variável)</p><p>Receita Bruta (23.000 un.x $ 250) 5.750.000</p><p>(-) Tributos (20% Receita Bruta) (1.150.000)</p><p>Receita Líquida 4.600.000</p><p>(-) CDV (3.277.500)</p><p>Margem de Contribuição 1.322.500</p><p>(-) Custos Fixos (840.000)</p><p>(-) Despesas Fixas (172.500)</p><p>LAIR 310.000</p><p>(-) Imposto de Renda (30%) (138.000) ***</p><p>LUCRO LÍQUIDO 172.000</p><p>Exercício Proposto</p><p>DRE (Custeio Variável)</p><p>*** OBS: O Absorção é o método de custeio aceito pelo fisco (Imposto de</p><p>Renda) e o IR gerado por ele foi de R$ 138.000. As empresas trabalham</p><p>com o absorção, e a maioria delas trabalha, com intuito de fornecer</p><p>informações para as demonstrações financeiras (Balanço Patrimonial e</p><p>DRE) e atender a legislação fiscal.</p><p>O custeio variável pode ser usado em paralelo com o custeio por</p><p>absorção, principalmente, no que tange a decisões gerenciais ou de forma</p><p>independente desde que seja, no final do período, ajustado ao absorção e</p><p>atenda a legislação fiscal em termos de valores a pagar de IR= R$ 138.000</p><p>DRE (Custeio Absorção)</p><p>Exercício Proposto</p><p>DRE (Custeio Variável)</p><p>*** OBS: Notem que no custeio variável os 30% de IR aplicados ao</p><p>LAIR de R$ 310.000 seria R$ 93.000 e não os R$ 138.000 apresentado.</p><p>Isso ocorre, um IR menor no custeio variável (93.000) em relação ao</p><p>custeio por absorção (138.000), em função da base de cálculo, o LAIR,</p><p>que no variável é R$ 310.000 e no absorção R$ 460.000. No custeio</p><p>variável os CF são considerados 100% da empresa e lançados na sua</p><p>totalidade na DRE daquele período, reduzindo o L|AIR e,</p><p>consequentemente, o IR. Já no absorção parte desses CF são alocados aos</p><p>produtos que foram vendidos (23.000 unid.), parte foi para estoque de</p><p>produtos acabados (3.000 unid.) e parte para estoque de produtos em</p><p>elaboração (2.000 unid.), gerando um LAIR e um IR maior.</p><p>DRE (Custeio Absorção)</p><p>91</p><p>Exercício Proposto</p><p>RESUMO</p><p>Absorção Variável Diferença “Prova dos 9”</p><p>EFPP $ 320.000 $ 260.000 $ 60.000 $ 30 x 2.000 = 60.000</p><p>EFPA $ 480.000 $ 390.000 $ 90.000 $ 30 x 3.000 = 90.000</p><p>LAIR $ 460.000 $ 310.000 $ 150.000 $ 30 x 5.000 = 150.000</p><p>Custo Fixos Totais = $ 840.000</p><p>Produção Equivalente = $ 28.000</p><p>Custo Fixo Unitário = $ 30/un.</p><p>EFPP = 2.000 unidades x $ 30 = R$ 60.000</p><p>EFPA = 3.000 unidades x $ 30 = R$ 90.000</p><p>Vejam que a diferença entre o LAIR pelo sistema de custeio por absorção</p><p>(R$ 460.000) e pelo sistema de custeio variável (R$ 310.000) é de R$</p><p>150.000, ou seja, equivale ao valor dos CF que ficaram em estoque.</p><p>Custo Fixo em</p><p>estoque = R$ 150.000</p><p>338</p><p>Assinalar a alternativa correta:</p><p>1. A valoração de estoques,</p><p>pelo custeio variável, contempla:</p><p>a) Todos os custos de transformação.</p><p>b) Apenas os custos diretos de produção.</p><p>c) Apenas os custos variáveis de produção.</p><p>d) Todos os custos e despesas variáveis.</p><p>e) Todos os custos e despesas identificáveis.</p><p>2. A valoração de estoques, pelo custeio por absorção, contempla:</p><p>a) Apenas os custos diretos de produção.</p><p>b) Apenas os custos fixos de produção.</p><p>c) Custos de produção e de administração.</p><p>d) Todos os custos de produção, e só eles.</p><p>e) Apenas os custos com a transformação.</p><p>Custeio Variável (ou Direto)</p><p>Assinalar a alternativa correta:</p><p>3. Quando há diferença no valor do resultado operacional entre o</p><p>custeio variável e o custeio por absorção, ela está sempre, apenas,</p><p>no tratamento dos:</p><p>a) Custos fixos; b) Custos indiretos; c) Custos variáveis.</p><p>d) Custos diretos; e) Despesas.</p><p>Custeio Variável (ou Direto)</p><p>5. Em empresas com atividades sazonais, considerando-se que nos</p><p>meses em que não haja demanda haja produção mas não vendas,</p><p>os resultados mensais apurados vão oscilar:</p><p>a) Mais pelo custeio variável.</p><p>b) Mais pelo custeio por absorção.</p><p>c) Igualmente pelo custeio variável e por absorção.</p><p>d) Igualmente, mas somente se as vendas forem superiores à</p><p>produção.</p><p>e) Mais pelo custeio variável, mas somente se a produção for</p><p>maior que as vendas.</p><p>92</p><p>340</p><p>Exercício (17.2)</p><p>Dados da indústria de Violões afinados</p><p>Outubro Novembro Dezembro</p><p>Produção 8000 16000 4000</p><p>Vendas 7000 7000 14000</p><p>Outubro</p><p>Custos e despesas variáveis</p><p>MP, material secundário e</p><p>embalagem</p><p>Comissão de vendedores (5%)</p><p>200/unidade</p><p>30/ vendida</p><p>Custos e despesas fixas</p><p>Salários dos operários</p><p>Depreciação de equip. fábrica</p><p>Aluguel do prédio fábrica</p><p>Custos diversos da fábrica</p><p>Salários administrativos</p><p>Propaganda</p><p>2.000.000</p><p>200.000</p><p>100.000</p><p>100.000</p><p>300.000</p><p>50.000</p><p>Preço do violão:</p><p>$600</p><p>Qual o lucro e</p><p>estoque final</p><p>em cada mês</p><p>pelos custeios</p><p>por absorção</p><p>e variável?</p><p>341</p><p>Exercício (17.2)</p><p>Outubro Novembro Dezembro</p><p>Produção 8000 16000 4000</p><p>Vendas 7000 7000 14000</p><p>Outubro</p><p>Custos variáveis</p><p>despesas variáveis</p><p>$200/unidade</p><p>$30/unidade</p><p>Custos fixos</p><p>despesas fixas</p><p>$2.400.000</p><p>$350.000</p><p>Preço do violão:</p><p>$600</p><p>Pelo Custeio por absorção:</p><p>Custo total do produto = Q x 200 + 2.400.000</p><p>No primeiro mês:</p><p>Custo = 8.000 x 200 + 2.400.000 = 4.000.000</p><p>Custo unit= 4.000.000 / 8.000 = 500</p><p>Custo do produto vendido = 7.000 x 500 = 3.500.000</p><p>Receita = 7.000 x 600= 4.200.000</p><p>Lucro bruto = 4.200.000 – 3.500.000 = 700.000</p><p>Solução pelo Custeio por absorção</p><p>342</p><p>Exercício (17.2)</p><p>Outubro Novembro Dezembro</p><p>Produção 8000 16000 4000</p><p>Vendas 7000 7000 14000</p><p>Outubro</p><p>Custos variáveis</p><p>despesas variáveis</p><p>$200/unidade</p><p>$30/unidade</p><p>Custos fixos</p><p>despesas fixas</p><p>$2.400.000</p><p>$350.000</p><p>Preço do violão:</p><p>$600</p><p>Pelo Custeio por absorção:</p><p>Custo total do produto = Q x 200 + 2.400.000</p><p>No segundo mês:</p><p>Custo = 16.000 x 200 + 2.400.000 = 5.600.000</p><p>Custo unit= 5.600.000 / 16.000 = 350</p><p>Custo do produto vendido = 1000 x 500 + 6.000 x 350 = 2.600.000</p><p>Receita = 7.000 x 600 = 4.200.000</p><p>Lucro Bruto = 4.200.000 – 2.600.000 = 1.600.000</p><p>Solução pelo Custeio por absorção</p><p>93</p><p>343</p><p>Exercício (17.2)</p><p>Solução pelo Custeio por absorção</p><p>Outubro Novembro Dezembro</p><p>Produção 8000 16000 4000</p><p>Vendas 7000 7000 14000</p><p>Preço do violão:</p><p>$600</p><p>12.800.0006.700.0002.600.0003.500.000- CPV</p><p>4.000.0001.700.0001.600.000700.000Lucro bruto</p><p>1890.000770.000560.000560.000- Despesas</p><p>2.110.000930.0001.040.000140.000Lucro</p><p>0</p><p>8.400.000</p><p>Dezembro</p><p>03.500.000500.000Estoque final</p><p>16.800.0004.200.0004.200.000Receita</p><p>TotalNovembroOutubro</p><p>Despesas totais em</p><p>outubro:</p><p>7000x30 + 350.000 =</p><p>560.000</p><p>Outubro</p><p>Custos variáveis</p><p>despesas variáveis</p><p>$200/unidade</p><p>$30/unidade</p><p>Custos fixos</p><p>despesas fixas</p><p>$2.400.000</p><p>$350.000</p><p>344</p><p>Exercício (17.2)</p><p>Outubro Novembro Dezembro</p><p>Produção 8000 16000 4000</p><p>Vendas 7000 7000 14000</p><p>Outubro</p><p>Custos variáveis</p><p>despesas variáveis</p><p>$200/unidade</p><p>$30/unidade</p><p>Custos fixos</p><p>despesas fixas</p><p>$2.400.000</p><p>$350.000</p><p>Preço do violão:</p><p>$600</p><p>Pelo Custeio Variável:</p><p>Custo total do produto = Q x 200</p><p>No primeiro mês:</p><p>Custo do produto vendido = 7000 x 230 = 1.610.000</p><p>Receita = 7.000 x 600= 4.200.000</p><p>Margem de Contribuição = 4.200.000 – 1.610.000 = 2.590.000</p><p>Solução pelo Custeio Variável</p><p>345</p><p>Exercício (17.2)</p><p>Outubro Novembro Dezembro</p><p>Produção 8000 16000 4000</p><p>Vendas 7000 7000 14000</p><p>Outubro</p><p>Custos variáveis</p><p>despesas variáveis</p><p>$200/unidade</p><p>$30/unidade</p><p>Custos fixos</p><p>despesas fixas</p><p>$2.400.000</p><p>$350.000</p><p>Preço do violão:</p><p>$600</p><p>Pelo Custeio Variável:</p><p>Custo total do produto = Q x 200</p><p>No segundo mês:</p><p>Custo do produto vendido = 7.000 x 230 = 1.610.000</p><p>Receita = 7.000 x 600 = 4.200.000</p><p>Margem de Contribuição = 4.200.000 – 1.610.000 = 2.590.000</p><p>Solução pelo Custeio Variável</p><p>94</p><p>346</p><p>Exercício (17.2)</p><p>Solução pelo Custeio Variável</p><p>Outubro Novembro Dezembro</p><p>Produção 8000 16000 4000</p><p>Vendas 7000 7000 14000</p><p>Preço do violão:</p><p>$600</p><p>6.440.0003.220.0001.610.0001.610.000- CDV</p><p>10.360.0005.180.0002.590.0002.590.000MC</p><p>8.250.0002.750.0002.750.0002.750.000- CDF</p><p>2.110.0002.430.000(160.000)(160.000)Lucro</p><p>0</p><p>8.400.000</p><p>Dezembro</p><p>02.000.000200.000Estoque final</p><p>16.800.0004.200.0004.200.000Receita</p><p>TotalNovembroOutubro</p><p>Outubro</p><p>Custos variáveis</p><p>despesas variáveis</p><p>$200/unidade</p><p>$30/unidade</p><p>Custos fixos</p><p>despesas fixas</p><p>$2.400.000</p><p>$350.000</p><p>Exercício (17.3)</p><p>A Indústria Brasileira de malas tem capacidade prática de produção</p><p>– planta, instalações, mão-de-obra. etc. – para fabricar até 15.000</p><p>unidades por mês. Seu único produto é vendido, em média, por $ 45;</p><p>sobre esse preço incidem tributos de 20% e a empresa remunera os</p><p>vendedores com comissões de 15%.</p><p>O custo de material direto (MP e embalagem) é de $ 15 por unidade;</p><p>e os custos e despesas fixos (CDF) mensais são os seguintes (em $):</p><p>MOD = $ 60.000; MOI = $ 25. 000; Depreciação de equipamentos de</p><p>fábrica = $ 5.000; e despesas administrativas = $ 30.000.</p><p>Em março foram produzidas integralmente 12.000 unidades e em</p><p>abril, 15.000; e as vendas foram de 9.000 malas em cada um desses</p><p>dois meses. Considerando que não havia estoques iniciais em março</p><p>e utilizando o critério PEPS, pede-se elaborar a DRE de cada mês,</p><p>pelo custeio por absorção e pelo variável, e calcular: a diferença, em</p><p>cada mês, entre os lucros apurados pelos dois critérios e a diferença</p><p>entre os estoques finais de cada mês, segundo os dois princípios.</p><p>Exercício (17.3)</p><p>Solução pelo Custeio por absorção</p><p>Março Abril</p><p>Produção 12.000 15.000</p><p>Vendas 9.000 9.000</p><p>Preço da mala:</p><p>$ 45</p><p>Custos variáveis</p><p>Despesas variáveis</p><p>$ 15/unidade</p><p>$ 6,75/unidade</p><p>Custos fixos</p><p>despesas fixas</p><p>$ 90.000</p><p>$ 30.000</p><p>Março Abril</p><p>Receita 405.000 405.000</p><p>Tributos (20%) 81.000 81.000</p><p>Receita líquida 324.000 324.000</p><p>CPV (202.500) (193.500)</p><p>Lucro Bruto 121.500 130.500</p><p>Comissão (15%) (60.750) (60.750)</p><p>Desp. administrativas (30.000) (30.000)</p><p>Lucro da empresa 30.750 39.750</p><p>348</p><p>Custo unitário em Março:</p><p>CV + CF = 12.000 x 15 + 90.000</p><p>= 270.000 / 12.000 = 22,50</p><p>Custo unitário em Abril:</p><p>CV + CF = 15.000 x 15 + 90.000</p><p>= 315.000 / 15.000 = 21,00</p><p>Estoque final em Março:</p><p>(12.000 – 9.000)*22,50 = 67.500</p><p>Estoque final em Abril:</p><p>(15.000 – 6.000)*21,00 = 189.000</p><p>95</p><p>349</p><p>Exercício (17.3)</p><p>Solução pelo Custeio Variável</p><p>Março Abril</p><p>Produção 12.000 15.000</p><p>Vendas 9.000 9.000</p><p>Preço da mala:</p><p>$ 45</p><p>CDV em Março e Abril:</p><p>(CV + DV)*QV = 21,75*9.000 =</p><p>= 195.750</p><p>Custos variáveis</p><p>Despesas variáveis</p><p>$ 15/unidade</p><p>$ 6,75/unidade</p><p>Custos fixos</p><p>despesas fixas</p><p>$ 90.000</p><p>$ 30.000</p><p>Março Abril</p><p>Receita 405.000 405.000</p><p>Tributos (20%) 81.000 81.000</p><p>Receita líquida 324.000 324.000</p><p>CPV (CV + DV) (195.750) (195.750)</p><p>Margem de Contrib. 128.250 128.250</p><p>Custos fixos (90.000) (90.000)</p><p>Desp. administrativas (30.000) (30.000)</p><p>Lucro da empresa 8.250 8.250</p><p>Estoque final em Março:</p><p>(12.000 – 9.000)*15= 45.000</p><p>Estoque final em Abril:</p><p>(15.000 – 6.000)*15 = 135.000</p><p>350</p><p>Exercício (17.3)</p><p>Março Abril</p><p>Produção 12.000 15.000</p><p>Vendas 9.000 9.000</p><p>Preço da mala:</p><p>$ 45</p><p>Custos variáveis</p><p>Despesas variáveis</p><p>$ 15/unidade</p><p>$ 6,75/unidade</p><p>Custos fixos</p><p>despesas fixas</p><p>$ 90.000</p><p>$ 30.000</p><p>Lucros Absorção Variável</p><p>semelhante a</p><p>um sistema de custeio por absorção com</p><p>departamentalização.</p><p>Caso a empresa trabalhe com um sistema de</p><p>custeio por absorção bem estruturado e</p><p>necessite migrar para um sistema de custeio</p><p>ABC esse sistema será um facilitador para</p><p>essa migração.</p><p>LÓGICA DO ABC</p><p>As atividades são consumidos pelos</p><p>objetos de custos (produtos, serviços</p><p>ou o que se queira custear) através dos</p><p>direcionadores de segundo estágio ou</p><p>direcionadores de atividades.</p><p>Atividades</p><p>Como gastamos?</p><p>Produtos</p><p>Por que gastamos?</p><p>Segundo</p><p>Estágio</p><p>Consumo das atividades</p><p>pelos objetos de custos</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>9</p><p>LÓGICA DO ABC - Síntese</p><p>Os recursos (CIP) são consumidos</p><p>pelas atividades através dos</p><p>direcionadores de primeiro estágio ou</p><p>direcionadores de recursos.</p><p>As atividades são consumidos pelos</p><p>objetos de custos (produtos, serviços</p><p>ou o que se queira custear) através dos</p><p>direcionadores de segundo estágio ou</p><p>direcionadores de atividades.</p><p>Consumo dos recursos</p><p>pelas atividades</p><p>Consumo das atividades</p><p>pelos objetos de custos</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>• Etapas do custeio baseado em atividades:</p><p>– definir as principais atividades que serão</p><p>empregadas nas transferências de gastos;</p><p>– discriminar os direcionadores de custo: fatores</p><p>que determinam a ocorrência da atividade</p><p>(verdadeira causa dos custos);</p><p>– custear o produto ou objeto de custo que será</p><p>formado de acordo com a quantidade de</p><p>direcionadores alocados no produto.</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>Atividades Produtos</p><p>Segundo</p><p>Estágio</p><p>Custos</p><p>Primeiro</p><p>Estágio</p><p>Direcionador</p><p>•É o fator que determina a ocorrência</p><p>de uma atividade, é a verdadeira causa</p><p>dos custos. Ex:Área, nº empregados, etc</p><p>Atividade</p><p>•É uma combinação de recursos humanos, materiais, tecnológicos e financeiro</p><p>para se produzirem bens e serviços. É composta por um conjunto de tarefas</p><p>necessárias ao seu desempenho. Elas são necessárias para a concretização de</p><p>um processo, que é uma cadeia de atividades correlatas e inter-relacionadas.</p><p>Objetos de Custos</p><p>• Podem ser os produtos, serviços,</p><p>clientes, linhas de clientes, etc.</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>10</p><p>Exemplo: Processo de compras no supermercado</p><p>Preparar</p><p>Conferir a lista de compras</p><p>Pegar a carteira de dinheiro</p><p>Ir de carro ao supermercado</p><p>Retirar dinheiro do</p><p>caixa automático</p><p>Pegar o cartão magnético</p><p>Inserir o cartão</p><p>Digitar código de identificação</p><p>Selecionar operação retirada</p><p>Teclar o montante desejado</p><p>Recolher as notas</p><p>Recuperar o cartão magnético</p><p>Atividades Tarefas</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>Notem que uma atividade</p><p>representa uma ação e uma ação</p><p>é representada por um verbo.</p><p>Processo de compras no supermercado</p><p>Atividades Tarefas</p><p>Comprar</p><p>Pegar um carrinho</p><p>Escolher os artigos necessários</p><p>Passar as compras no caixa</p><p>Pagar as compras no caixa</p><p>Levar as compras até o carro</p><p>Retornar</p><p>Ir de carro de volta para casa</p><p>Tirar as compras do carro</p><p>Transportar até a cozinha</p><p>Abrir os pacotes</p><p>Arrumar os artigos no lugares</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>Notem que uma atividade</p><p>representa uma ação e uma ação</p><p>é representada por um verbo.</p><p>Primeiro Estágio: O Custeio das Atividades</p><p>Passo 1. Especificação das Atividades</p><p>• BPA (Análise do Processo Empresarial)</p><p>• Cadeia de Valor</p><p>Passo 2. Os Custos a Serem Rastreados</p><p>• Análise do Razão Geral</p><p>• Agrupamento de Custos</p><p>Passo 3. Seleção dos Direcionadores de Primeiro Estágio ou</p><p>“Direcionadores de Recursos”</p><p>Custos Atividades</p><p>Primeiro</p><p>Estágio</p><p>Passo 4. Cálculo dos Custos das Atividades</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>11</p><p>O Primeiro Estágio: O Custeio das Atividades</p><p>Passo 1. Especificação das Atividades</p><p>Análise de Processo Empresarial (BPA):</p><p>• Permite a compreensão do sistema de produção;</p><p>• Auxilia na identificação das atividades do ABC.</p><p>Informações</p><p>sobre processos Atividades Informações</p><p>para melhorias</p><p>Ponto de vista</p><p>do BPA</p><p>Custos</p><p>(Recursos)</p><p>Objetos de</p><p>Custos</p><p>Ponto de vista</p><p>do ABC</p><p>Fonte: Raffish (1991)</p><p>O Primeiro Estágio: O Custeio das Atividades</p><p>1. Especificação das Atividades</p><p>Etapas para Análise de um Processo Empresarial:</p><p>1. Desenvolvimento de um modelo de processo empresarial;</p><p>2. Definição das atividades a partir dos processos/</p><p>subprocessos;</p><p>3. Efetuar a análise de valor do processo (PVA)</p><p>VA NVA NVA VA NVA VA NVA VA</p><p>Ciclo: 20 dias</p><p>VA NVA VA NVA VA NVA VA</p><p>Ciclo: 10 dias</p><p>4. Desenvolvimento de um plano de melhoria</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>= Ciclo inicial, com potencial de melhorias no processo</p><p>= Ciclo final, com melhorias realizadas no processo</p><p>O Primeiro Estágio: O Custeio das Atividades</p><p>1. Especificação das Atividades</p><p>VA NVA NVA VA NVA VA NVA VA</p><p>Ciclo: 20 dias</p><p>VA NVA VA NVA VA NVA VA</p><p>Ciclo: 10 dias</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>= Ciclo inicial, com potencial de melhorias no processo</p><p>= Ciclo final, com melhorias realizadas no processo</p><p>Onde: VA = Atividade que agrega valor; NVA = Atividade que</p><p>não agrega valor.</p><p>Quando realizamos a análise de valor do processo (PVA)</p><p>identificamos as atividades que agregam valor (VA) e as</p><p>atividades que não agregam valor (NVA) a esse processo. As VAs</p><p>devem ser incentivada e as NVAs devem ser reduzidas e/ou</p><p>eliminadas.</p><p>12</p><p>O Primeiro Estágio: O Custeio das Atividades</p><p>Passo 2. Análise dos custos a serem rastreados</p><p>• Base de dados: Registros contábeis (Razão Geral)</p><p>• Inclusão de custos não fabris (Despesas)</p><p>• Deficiências do custeio completo (Arbitrariedade, etc.)</p><p>• Organização dos custos visando o custeio das atividades</p><p>• Agrupamento de contas semelhantes</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>Os Direcionadores de Custos, os “Cost Drivers”,</p><p>exercem papel importante no sistema ABC pois:</p><p>• Seriam os responsáveis por uma maior precisão dos custos;</p><p>• Possibilitariam atuação mais eficaz sobre as atividades que</p><p>causam os custos;</p><p>• São a espinha dorsal do custeio ABC.</p><p>OS DIRECIONADORES DE CUSTOS</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>Atribuição de custos às atividades</p><p>A atribuição de custos às atividades deve ser feita</p><p>da forma mais criteriosa possível, de acordo com a</p><p>seguinte prioridade:</p><p>• Alocação direta;</p><p>• Rastreamento; e</p><p>• Rateio</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>• A alocação direta se faz quando existe uma identificação clara, direta e</p><p>objetiva de certos itens de custos com as atividades, ou seja, são os custos</p><p>próprios das atividades. Ex.: salários, depreciação, etc.</p><p>• O rastreamento é uma alocação com base na identificação da relação de causa</p><p>e efeito entre a ocorrência da atividade e a geração dos custos. Essa relação é</p><p>expressa através dos direcionadores de recursos. Ex.: nº de empregados,</p><p>área ocupada, tempo de MOD (H/h), tempo de máquina (H/maq), etc.</p><p>• O rateio é realizado apenas quando não há a possibilidade de utilizar nem a</p><p>alocação direta nem o rastreamento.</p><p>13</p><p>O Primeiro Estágio: O Custeio das Atividades</p><p>3. Os Direcionadores de Custos de Primeiro Estágio</p><p>Também denominados Direcionadores de Recursos</p><p>• Representam o consumo de recursos pelas atividades e são utilizados</p><p>para custear as atividades;</p><p>• A quantidade de cada direcionador é denominada “fator de consumo</p><p>de recursos”.</p><p>Exemplos de Direcionadores de Recursos</p><p>Categoria de Custo Direcionador de Custo</p><p>De Ocupação (aluguel, arrendamento,</p><p>Impostos prediais, seguros contra fogo)</p><p>Área (metros quadrados)</p><p>Depreciação Valor dos Equipamentos e Construções</p><p>Folha de Pagamento Número de empregados</p><p>Encargos sociais % do custo de mão de obra</p><p>Segurança e limpeza Área (metros quadrados)</p><p>Manutenção preventiva No de máquinas no programa</p><p>Registros nos cartões de tempo</p><p>No de quebras</p><p>Reparo de máquinas Registros nos cartões de tempo</p><p>Designações de trabalhadores</p><p>Ferramentaria No de ferramentas</p><p>Utilidades Medições</p><p>O Primeiro Estágio: O Custeio das Atividades</p><p>3. Os Direcionadores de Custos de Primeiro Estágio</p><p>Notem, assim como comentado anteriormente, que nessa fase o ABC é muito</p><p>semelhante a um sistema de custeio por absorção com departamentalização e,</p><p>em função disso, as bases de rateio adotadas para alocação dos custos aos</p><p>departamentos se assemelham aos direcionadores de recurso do ABC. Vejam</p><p>os exemplos acima. Aluguel ocupação = área = metros quadrados.</p><p>Aluguel representa</p><p>ocupação e ocupação</p><p>Diferença</p><p>Março $ 30.750 $ 8.250 $ 22.500</p><p>Abril $ 39.750 $ 8.250 $ 31.500</p><p>Estoques Finais Absorção Variável Diferença</p><p>Março $ 67.500 $ 45.000 $ 22.500</p><p>Abril $ 189.000 $ 135.000 $ 54.000</p><p>CF Unitário de Março:</p><p>90.000 / 12.000 = 7,5</p><p>CF Total de Março em</p><p>estoque:</p><p>7,5*3.000 = 22.500</p><p>A Cia. Porto Eucaliptos apresentava o seguinte balancete em 31.12.X1 :</p><p>Estoque MP ( $5.000) e Consumo MP ( $7.000): $ 5.000 e $ 7.000</p><p>Vendas de produtos acabados (PAC): $ 25.100</p><p>Supervisão geral da produção: $ 2.880</p><p>Aluguel da fábrica: $ 600</p><p>Despesas comerciais e administrativas: $ 8.100</p><p>Consumo de lubrificantes nos equip. de produção: $ 350</p><p>Seguro dos equipamentos de fábrica: $ 340</p><p>Veículo: $ 1.000</p><p>Clientes: $ 6.060</p><p>Supervisão do almoxarifado de matéria-prima: $ 1.440</p><p>Depreciação de equip. Produção: $ 300</p><p>Caixa e Bancos: $ 1.460</p><p>Despesas financeiras: $ 200</p><p>Depreciação acumulada equip. produção: ($ 300)</p><p>Depreciação acumulada veículo: ($ 100)</p><p>Empréstimos curto prazo: $ 3.520</p><p>Equipamentos de produção: $ 2.000</p><p>Capital Social: $ 15.000</p><p>Mão-de-obra Direta: $ 6.000</p><p>Manutenção preventiva de maquinas produção: $ 500</p><p>Energia elétrica consumida na produção: $ 790</p><p>Exercício avaliativo 11 P/ ser entregue no SIGAA até o dia 25/06/24</p><p>QUENTE</p><p>96</p><p>Outros dados relativos ao ano de X1:</p><p>1) Produção e venda do período:</p><p>Produtos Preço venda Vol. Prod. (Q) Vol. Vendas (Q)</p><p>X $ 270 50.000 40.000</p><p>Y $ 350 30.000 18.000</p><p>Z $ 500 20.000 16.000</p><p>2) Tempo de produção requerido/unidade de produto:</p><p>Produtos Tempo MOD Tempo Maq.</p><p>X 1,0 hh 0,60 hm</p><p>Y 2,0 hh 1,50 hm</p><p>Z 2,5 hh 3,75hm</p><p>3) A MP é a mesma para todos os produtos e o consumo é 1Kg/unid.</p><p>Exercício avaliativo 11- P/ ser entregue no SIGAA até o dia 25/06/24</p><p>QUENTE</p><p>Outros dados relativos ao ano de X1:</p><p>4) O consumo de EE é o mesmo em Kwh e diretamente proporcional ao</p><p>tempo de utilização de máquina.</p><p>5) As habilidades e os salários dos operários são aproximadamente iguais</p><p>para os 3 produtos, e o custo de MOD é fixo.</p><p>6) Os custos de Supervisão da Produção e Aluguel devem ser rateados</p><p>com base na MOD; e Supervisão do Almoxarifado, com MP.</p><p>8) O IR é de 30% sobre o lucro.</p><p>Pede-se elaborar a DRE para o ano de X1, pelo custeio por absorção e</p><p>pelo custeio variável, e os respectivos balanços, e calcular:</p><p>a) O valor da diferença entre os resultados segundo os dois critérios;</p><p>b) O valor da diferença entre os estoques finais segundo os dois</p><p>critérios</p><p>7) Os demais CIP são correlacionados ao tempo de uso de máquinas.</p><p>Exercício avaliativo 11- P/ ser entregue no SIGAA até o dia 25/06/24</p><p>QUENTE</p><p>354</p><p>Margem de Contribuição - Resumo</p><p>As decisões tomadas com base no “lucro” podem não</p><p>ser as mais corretas. Onde está o nosso problema?</p><p>Nos CF</p><p>Qual é o problema da alocação dos custos fixos?</p><p>• independem dos produtos e volumes;</p><p>• critério de rateio.</p><p>Defina margem de contribuição.</p><p>Margem de</p><p>contribuição = Preço de</p><p>Venda</p><p>Custo e desp.</p><p>Variável-</p><p>97</p><p>Margem de Contribuição</p><p>Cobrir os CDF</p><p>Gerar Lucro</p><p>Para que serve a margem de contribuição?</p><p>Em que condições eu posso vender um produto abaixo</p><p>do custo calculado pelo custeio por absorção?</p><p>• Fora do meu mercado</p><p>• Margem de contribuição positiva</p><p>• Capacidade ociosa</p><p>Margem de Contribuição - Resumo</p><p>356</p><p>Margem de Contribuição - Resumo</p><p>• Quando não há limitação na capacidade produtiva,</p><p>mais rentável é o produto que apresentar maior</p><p>margem de contribuição por unidade.</p><p>• Quando houver limitação na capacidade produtiva,</p><p>mais rentável é o produto que apresentar maior</p><p>margem de contribuição pelo fator limitante.</p><p>357</p><p>Margem de Contribuição e o Ponto de Equilíbrio</p><p>Mostramos que a margem de contribuição, inicialmente, contribui</p><p>para cobrir os custos e despesas fixas e, posteriormente, quando</p><p>esses CDF forem cobertos, passa a gerar lucro para empresa.</p><p>Agora, através dos conceitos do Ponto</p><p>de Equilíbrio, vamos demonstrar toda</p><p>essa lógica.</p><p>98</p><p>Ao final dessa aula, o aluno deverá ser capaz de:</p><p>• Compreender o que é Ponto de Equilíbrio e suas</p><p>modalidades.</p><p>• Identificar o Ponto de Equilíbrio Contábil, Ponto de</p><p>Equilíbrio Econômico, o Ponto de Equilíbrio Financeiro e o</p><p>Ponto de Equilíbrio Econômico/Financeiro.</p><p>• Calcular a Margem de Segurança e o Grau de</p><p>Alavancagem Operacional.</p><p>Relação</p><p>Custo/Volume/Lucro</p><p>Relação</p><p>Custo/Volume/Lucro</p><p>OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM – Capítulos 22 e 23</p><p>OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM – Capítulos 22 e 23</p><p>Ao final dessa aula, o aluno deverá ser capaz de:</p><p>• Entender a relação existente entre custo, volume e</p><p>lucro, no caso de vários produtos.</p><p>• Entender as limitações e os pressupostos existentes</p><p>no uso do Ponto de Equilíbrio.</p><p>Relação</p><p>Custo/Volume/Lucro</p><p>Relação</p><p>Custo/Volume/Lucro</p><p>360</p><p>• Os custos (e despesas) fixos não são totalmente e eternamente fixos</p><p>CF</p><p>CV</p><p>Cenário</p><p>Q</p><p>$</p><p>• Os custos (e despesas) variáveis totais podem não variar de forma</p><p>exatamente proporcional à quantidade produzida</p><p>• A análise será feita dentro de certos limites, ou seja, certo cenário</p><p>Análise Custo/Volume/LucroAnálise Custo/Volume/Lucro</p><p>99</p><p>CF total</p><p>CV total</p><p>Q</p><p>cv unit.</p><p>cf unit.</p><p>Análise Custo/Volume/LucroAnálise Custo/Volume/Lucro</p><p>$</p><p>Observem que: os CV por unidade não variam, ou seja,</p><p>permanecem constantes e os CF por unidade variam de acordo</p><p>com a quantidade produzida.</p><p>CF</p><p>CT</p><p>Q</p><p>RT$</p><p>Lucro</p><p>Q*</p><p>PE</p><p>RT = CT</p><p>Q* p = Q*cv + CF</p><p>Q* = CF / (p - cv)</p><p>MC</p><p>PE = Q*.p</p><p>Ponto de</p><p>equilíbrio</p><p>CV</p><p>CF</p><p>PONTO DE EQUILÍBRIO CONTÁBILPONTO DE EQUILÍBRIO CONTÁBIL</p><p>363</p><p>CF</p><p>CT</p><p>Q</p><p>RT$</p><p>Lucro</p><p>Q*</p><p>PE</p><p>RT = CT</p><p>Q* p = Q*cv + CF</p><p>Q* = CF / (p - cv)</p><p>MC</p><p>PE = Q*.p</p><p>Ponto de</p><p>equilíbrio</p><p>CV</p><p>CF</p><p>O Ponto de Equilíbrio (PE) é onde a Receita</p><p>Total (RT) se iguala aos Custos Totais (CT).</p><p>Onde: p = Preço venda; CV = Custos</p><p>Variáveis; e CF = Custos Fixos</p><p>Q* = Quantidade no PE</p><p>PE em valores</p><p>monetários</p><p>Margem de</p><p>Contribuição</p><p>PONTO DE EQUILÍBRIO CONTÁBILPONTO DE EQUILÍBRIO CONTÁBIL</p><p>100</p><p>364</p><p>CF</p><p>CT</p><p>Q</p><p>RT$</p><p>Lucro</p><p>Q*</p><p>PE</p><p>RT = CT</p><p>Q* p = Q*cv + CF</p><p>Q* = CF / (p - cv)</p><p>MC</p><p>PE = Q*.p</p><p>Ponto de</p><p>equilíbrio</p><p>CV</p><p>CF</p><p>Até atingir o Ponto de Equilíbrio (PE) a</p><p>empresa está tendo prejuízo, ou seja,</p><p>está tentando pagar seus CDF.</p><p>Onde: p = Preço venda; CV = Custos</p><p>Variáveis; e CF = Custos Fixos</p><p>Q* = Quantidade no PE</p><p>PE em valores</p><p>monetários</p><p>Margem de</p><p>Contribuição</p><p>PONTO DE EQUILÍBRIO CONTÁBILPONTO DE EQUILÍBRIO CONTÁBIL</p><p>365</p><p>CF</p><p>CT</p><p>Q</p><p>RT$</p><p>Lucro</p><p>Q*</p><p>PE</p><p>RT = CT</p><p>Q* p = Q*cv + CF</p><p>Q* = CF / (p - cv)</p><p>MC</p><p>PE = Q*.p</p><p>Ponto de</p><p>equilíbrio</p><p>CV</p><p>CF</p><p>Ao superar o Ponto de Equilíbrio (PE) a</p><p>empresa cobriu seus CDF e passa a ter</p><p>lucro.</p><p>Onde: p = Preço venda; CV = Custos</p><p>Variáveis; e CF = Custos Fixos</p><p>Q* = Quantidade no PE</p><p>PE em valores</p><p>monetários</p><p>Margem de</p><p>Contribuição</p><p>PONTO DE EQUILÍBRIO CONTÁBILPONTO DE EQUILÍBRIO CONTÁBIL</p><p>Exemplo:</p><p>p = $500 / u</p><p>Custos e despesas variáveis (cv) = $350 /u</p><p>Custos e despesas fixos (CF) = $600.000</p><p>Ponto de Equilíbrio:</p><p>Margem de contribuição = 500 - 350 = 150</p><p>Q* = 600000 / 150 = 4000 unidades</p><p>PE = 4000 x 500 = $2.000.000</p><p>CF = 600.000</p><p>CT</p><p>Q</p><p>RT$</p><p>Q*= 4000 u</p><p>PE= 2.000.000</p><p>PONTO DE EQUILÍBRIO CONTÁBILPONTO DE EQUILÍBRIO CONTÁBIL</p><p>101</p><p>367</p><p>Reflexão: Vamos analisar os</p><p>dados e os resultados apresentados</p><p>ao lado, inclusive graficamente,</p><p>para consolidar os conceitos entre</p><p>Ponto de Equilíbrio e Margem de</p><p>Contribuição.</p><p>Quando a empresa está vendendo 10 unidades ou R$ 2.400.000 ela está</p><p>tendo lucro ou prejuízo?</p><p>Resposta: Para essa quantidade vendida a empresa se encontra no</p><p>ponto de equilíbrio onde a Receita Total = Custo Total, portanto ela não</p><p>está tendo Lucro nem Prejuízo.</p><p>Ponto de Equilíbrio e a Margem de Contribuição Ponto de Equilíbrio e a Margem de Contribuição</p><p>Quando a empresa está vendendo 08 unidades ou R$ 1.920.000 ela está</p><p>tendo lucro ou prejuízo? De quanto?</p><p>Resposta: Para essa quantidade vendida a empresa está tendo Prejuízo de</p><p>R$ 200.000. Esse valor nada mais é que as 02 unid. que faltam para atingir</p><p>o PE (10 unid.), ou seja, 2 x R$ 100.000 = R$ 200.000 (valor do prejuízo).</p><p>Lembrem-se que a MC, até atingir</p><p>o PE, está apenas cobrindo os CDF.</p><p>Reflexão: Vamos analisar os</p><p>dados e os resultados apresentados</p><p>ao lado, inclusive graficamente,</p><p>para consolidar os conceitos entre</p><p>Ponto de Equilíbrio e Margem de</p><p>Contribuição.</p><p>Ponto de Equilíbrio e a Margem de Contribuição Ponto de Equilíbrio e a Margem de Contribuição</p><p>369</p><p>Quando a empresa está vendendo 14 unidades ou R$ 3.360.000 ela está</p><p>tendo lucro ou prejuízo? De quanto?</p><p>Resposta: Para essa quantidade vendida a empresa está tendo Lucro,</p><p>ou seja, nessas condições seus CDF já foram cobertos, pois ela está</p><p>vendendo 4 unidades acima do PE. Portanto, o seu lucro será de 04 MC</p><p>= 4 x $ 100.000 = R$ 400.000.</p><p>Reflexão: Vamos analisar os</p><p>dados e os resultados apresentados</p><p>ao lado, inclusive graficamente,</p><p>para consolidar os conceitos entre</p><p>Ponto de Equilíbrio e Margem de</p><p>Contribuição.</p><p>Ponto de Equilíbrio e a Margem de Contribuição Ponto de Equilíbrio e a Margem de Contribuição</p><p>102</p><p>370</p><p>O lucro ou prejuízo de uma empresa ou produto está intimamente</p><p>ligado a sua margem de contribuição. A MC = Receita – CDV deverá</p><p>ser positiva e contribuir para, inicialmente, cobrir os CDF e depois</p><p>gerar lucro. Até atingir o Ponto de Equilíbrio ela está auxiliando a</p><p>cobrir os CDF. No nosso exemplo preciso vender 10 unidades para</p><p>cobrir os CDF, ou seja, 10 x R$ 100.000 = R$ 1.000.000 (Valor dos CDF)</p><p>Reflexão: Vamos analisar os</p><p>dados e os resultados apresentados</p><p>ao lado, inclusive graficamente,</p><p>para consolidar os conceitos entre</p><p>Ponto de Equilíbrio e Margem de</p><p>Contribuição.</p><p>Ponto de Equilíbrio e a Margem de Contribuição Ponto de Equilíbrio e a Margem de Contribuição</p><p>371</p><p>Uma vez atingido o Ponto de Equilíbrio para cada unidade adicional</p><p>vendida teremos uma Margem de Contribuição de lucro, ou seja, ao</p><p>vendermos 14 unidades, 4 unidades acima do PE, estaremos tendo um</p><p>lucro de 4 vezes a MC. Lucro = 4 x R$ 100.000 = R$ 400.000</p><p>Reflexão: Vamos analisar os</p><p>dados e os resultados apresentados</p><p>ao lado, inclusive graficamente,</p><p>para consolidar os conceitos entre</p><p>Ponto de Equilíbrio e Margem de</p><p>Contribuição.</p><p>Ponto de Equilíbrio e a Margem de Contribuição Ponto de Equilíbrio e a Margem de Contribuição</p><p>Deve-se considerar a TMA sobre o Capital Investido:</p><p>PEE = (600.000 + 150.000) / (500 - 350)</p><p>PEE = 5000 unidades</p><p>Exemplo: suponha que no caso anterior a taxa mínima requerida seja</p><p>de 15% sobre um Capital investido de $1.000.000.</p><p>Não se pode esquecer que a depreciação está considerada nos</p><p>custos, assim deve ser reduzida dos custos fixos para</p><p>obtenção do ponto de equilíbrio financeiro.</p><p>Suponha depreciação de $80.000.</p><p>PEF = (600.000 - 80.000) / (500 - 350)=</p><p>PEF = 3.467 unidades</p><p>PONTO DE EQUILÍBRIO ECONÔMICOPONTO DE EQUILÍBRIO ECONÔMICO</p><p>PONTO DE EQUILÍBRIO FINANCEIROPONTO DE EQUILÍBRIO FINANCEIRO</p><p>103</p><p>PEEF = (600.000 + 150.000 - 80.000) / (500 - 350)=</p><p>PEEF = 4.467 unidades</p><p>PONTO DE EQUILÍBRIO ECONÔMICO</p><p>E FINANCEIRO</p><p>PONTO DE EQUILÍBRIO ECONÔMICO</p><p>E FINANCEIRO</p><p>Nesse caso, deve-se considerar a TMA sobre o Capital Investido</p><p>e a depreciação que está contida nos custos</p><p>Margem de Segurança e Alavancagem Operacional</p><p>O conceito de alavancagem empresarial é similar ao conceito</p><p>de alavanca comumente empregado em física. Por meio da</p><p>aplicação de uma força pequena no braço maior da alavanca,</p><p>é possível mover um peso muito maior no braço menor da</p><p>alavanca. Como disse Arquimedes, com uma alavanca e um</p><p>ponto de apoio seria possível mover o mundo.</p><p>Margem de Segurança e Alavancagem Operacional</p><p>De forma análoga à razão existente entre os braços da</p><p>alavanca, a razão para esse feito está nos gastos fixos da</p><p>empresa. Como os gastos fixos podem situar-se nos dois lados</p><p>do balanço patrimonial, a alavancagem empresarial pode ser</p><p>classificada em:</p><p>104</p><p>Margem de Segurança e Alavancagem Operacional</p><p>Alavancagem Operacional: decorre da existência de gastos fixos</p><p>relacionados a ativos (investimentos) e atividades operacionais</p><p>da empresa, como depreciação, folha de pessoal, aluguéis etc.;</p><p>Alavancagem Financeira: decorre da existência de gastos fixos</p><p>relacionados ao passivo (financiamentos) da empresa, como os</p><p>juros pagos e dividendos preferenciais, quando pagos como</p><p>percentual sobre o capital composto por ações preferenciais.</p><p>Exemplo (Casas pré-fabricadas):</p><p>p = $240.000 / u</p><p>Custos e despesas variáveis (cv) = $140.000 /u</p><p>Custos e despesas fixos (CF) = $1.000.000 / mês</p><p>Ponto de Equilíbrio:</p><p>Margem de contribuição = 240.000 - 140.000 = 100.000</p><p>Q* = 1.000.000 / 100.000 = 10 unidades / mês</p><p>PE = 10 x 240.000 = $2.400.000</p><p>CF = 1.000.000</p><p>CT</p><p>Q</p><p>RT$</p><p>Q*= 10 u</p><p>PE= 2.400.000</p><p>Margem de Segurança e Alavancagem Operacional</p><p>378</p><p>Suponha que as vendas sejam de 14 casas por mês:</p><p>Margem de segurança = 4 / 14 = 28,6 %</p><p>Até quanto minha venda pode cair antes de atingir o P.E.</p><p>Alavancagem operacional:</p><p>Se a produção aumentar quanto aumenta o lucro?</p><p>Para 14 casas: Lucro = 4 * 100.000 = $400.000</p><p>Para 17 casas: Lucro = 7 * 100.000 = $700.000</p><p>Aumento de 21,4% nas casas provoca aumento de 75% no lucro</p><p>Grau de Alavancagem Operacional = 75% / 21,4% = 3,5 vezes</p><p>Mede quantas vezes o lucro aumenta com o aumento da produção</p><p>OBS: A medida que aumenta a margem de segurança decresce a alavancagem</p><p>operacional.</p><p>XVENDA</p><p>Margem de Segurança e Alavancagem Operacional</p><p>105</p><p>Margem de Segurança e Alavancagem</p><p>Operacional - Recordando</p><p>Suponha que as vendas sejam de 14 casas por mês e o PE = 10 casas:</p><p>Margem de segurança (MS) = 4 / 14 = 28,6 %</p><p>Até quanto minha venda pode cair antes de atingir o P.E.</p><p>Em quantidade, o que vendo acima do Ponto de Equilíbrio (4 casas)</p><p>Alavancagem operacional:</p><p>Se a produção aumentar quanto aumenta o lucro?</p><p>Para 14 casas: Lucro = 4 * 100.000 = $400.000</p><p>Para 17 casas: Lucro = 7 * 100.000 = $700.000</p><p>Aumento de 21,4% nas casas provoca aumento de 75% no lucro</p><p>Grau de Alavancagem Operacional = 75% / 21,4% = 3,5 vezes</p><p>GAO = 1/MS</p><p>Mede quantas vezes o lucro aumenta com o aumento das vendas</p><p>GAO = MCT/Lucro</p><p>Fórmulas:</p><p>GAO = % variação no lucro/% variação no volume</p><p>GAO = MCT/Lucro</p><p>GAO = 1/MSO</p><p>Grau de Alavancagem Operacional - Recordando</p><p>Alavancagem Operacional: decorre da existência de gastos fixos</p><p>relacionados a ativos (investimentos) e atividades operacionais</p><p>da empresa, como depreciação, folha de pessoal, aluguéis etc.;</p><p>381</p><p>Análise de Alavancagem Financeira,</p><p>Operacional e Combinada</p><p>Análise de Alavancagem Financeira,</p><p>Operacional e Combinada</p><p>Alavancagem Operacional</p><p>Mede quanto o lucro aumenta com o aumento da venda</p><p>Volume</p><p>$ RT</p><p>CT</p><p>CF</p><p>Ponto de</p><p>equilíbrio</p><p>$</p><p>Volume</p><p>RT</p><p>CT</p><p>CF</p><p>Ponto de</p><p>equilíbrio</p><p>Q1 Q2 Q2Q1</p><p>106</p><p>382</p><p>Considerações Adicionais Custo-Volume-Lucro</p><p>• Estruturas diferenciadas em termos de composição de custos e despesas</p><p>fixos e variáveis provocam diferenciadas condições de resistências a</p><p>oscilações nos volumes e preços de vendas.</p><p>• Empresas com > MC Unitária tendem a ser mais resistentes, vencendo</p><p>normalmente suas concorrentes, apesar de correrem maior risco se seu</p><p>faturamento estiver na faixa de prejuízo. Aí a situação se inverte.</p><p>Volume</p><p>$ RT</p><p>CT</p><p>CF</p><p>Ponto de</p><p>equilíbrio</p><p>30</p><p>150</p><p>CV</p><p>CF</p><p>$</p><p>Volume</p><p>RT</p><p>CT</p><p>CF</p><p>Ponto de</p><p>equilíbrio</p><p>30</p><p>200</p><p>CF</p><p>CV</p><p>383</p><p>Ponto de Equilíbrio para empresas multiprodutoras</p><p>• O PE não pode ser calculado como um todo para empresas com diversos tipos</p><p>de produtos, a não ser que tenham a mesma MC por produto ou mesma % de</p><p>MC sobre o preço de vendas;</p><p>• O máximo que se pode fazer é calcular o PE específico de cada produto quando</p><p>há custos e despesas fixos identificados com cada um;</p><p>• Nesta situação, o enfoque deve ser que cada produto cubra seus CV e que a</p><p>MC que sobre propicie a cobertura dos CF e a geração de lucro;</p><p>• Os produtos podem ser comparados entre si de acordo com suas razões de</p><p>contribuição e com sua participação nas vendas para se ter uma idéia da</p><p>contribuição de cada um deles com a rentabilidade e lucratividade da empresa.</p><p>Aumentar Vendas</p><p>Aumentar MC III</p><p>III IV</p><p>Rentabilidade</p><p>Particip.</p><p>Vendas</p><p>384</p><p>Ponto de Equilíbrio para empresas multiprodutoras</p><p>EXEMPLO:</p><p>Produto A B C D Total</p><p>Receita 1.000 4.000 4.000 1.000 10.000</p><p>% 10% 40% 40% 10% 100%</p><p>CV 700 2.800 3.600 900 8.000</p><p>MC 300 1.200 400 100 2.000</p><p>% 30% 30% 10% 10% 20%</p><p>Aumentar Vendas</p><p>Aumentar MC BC</p><p>D A</p><p>Rentabilidade</p><p>Particip.</p><p>Vendas</p><p>25%</p><p>20%</p><p>107</p><p>385</p><p>Ponto de Equilíbrio para empresas multiprodutoras</p><p>EXEMPLO:</p><p>Produto A B C D Total</p><p>Receita 1.000 4.000 4.000 1.000 10.000</p><p>% 10% 40% 40% 10% 100%</p><p>CV 700 2.800 3.600 900 8.000</p><p>MC 300 1.200 400 100 2.000</p><p>% 30% 30% 10% 10% 20%</p><p>CF = 1.200</p><p>PE = CF / %MCT = 1.200/0,20 = $ 6.000</p><p>PEA = 0,10 x 6000 = $ 600</p><p>PED = 0,10 x 6000 = $ 600</p><p>PEB = 0,40 x 6000 = $ 2.400</p><p>PEC = 0,40 x 6000 = $ 2.400</p><p>% MCT</p><p>Ponto de Equilíbrio para empresas multiprodutoras</p><p>Outra forma de se calcular o Ponto de Equilíbrio de</p><p>empresas multiprodutoras é através da Engenharia</p><p>Econômica (Fluxo de Caixa).</p><p>TMA = TIR</p><p>VPL = 0</p><p>387</p><p>Ponto de Equilíbrio às Avessas</p><p>$</p><p>Q</p><p>CT</p><p>RT</p><p>RF</p><p>CF</p><p>Ponto de</p><p>equilíbrio</p><p>• Quanto mais unidades vendidas, menor o lucro, podendo</p><p>chegar até ao prejuízo.</p><p>Q*</p><p>PE</p><p>108</p><p>388</p><p>RESUMO:</p><p>• Nenhum Custo ou Despesa é perfeitamente Fixo, e</p><p>muitas vezes também não existe Custo ou Despesa</p><p>perfeitamente Variáveis.</p><p>• Existem, pelo menos, três Pontos de Equilíbrio:</p><p>Contábil, quando Receitas menos Custos e Despesas</p><p>Totais dão resultado nulo.</p><p>• Econômico, quando dão como resultado o Custo de</p><p>Oportunidade do Capital Próprio empregado; e</p><p>Relação Custo/Volume/Lucro</p><p>389</p><p>RESUMO:</p><p>• Financeiro, quando o valor das disponibilidades</p><p>permanece inalterado, independentemente de haver</p><p>resultado contábil ou econômico.</p><p>• A cada 1% de alteração nos Custos e Despesas Fixos</p><p>ocorrem os mesmos 1% de mudança no Ponto de</p><p>Equilíbrio; mas se for a mudança sobre os Custos e</p><p>Despesas Variáveis, o efeito dependerá do grau de</p><p>alteração na Margem de Contribuição Unitária.</p><p>Relação Custo/Volume/Lucro</p><p>RESUMO:</p><p>• Estruturas diferenciadas em termos de composição de</p><p>Custos e Despesas Fixos e Variáveis provocam</p><p>diferenciadas condições de resistências a oscilações nos</p><p>volumes e preços de venda.</p><p>• Empresas com maior MC unitária tendem a ser mais</p><p>resistentes, vencendo normalmente suas concorrentes,</p><p>apesar de correrem maior risco se seu faturamento</p><p>estiver na faixa de prejuízo. Aí a situação se inverte.</p><p>Relação Custo/Volume/Lucro</p><p>109</p><p>RESUMO:</p><p>• O PE não pode ser calculado como um todo para</p><p>empresas com diversos produtos, a não ser que eles</p><p>tenham mesma MC em valor ou mesma porcentagem de</p><p>MC sobre o preço de venda.</p><p>• Haverá sempre um número infinitamente grande de</p><p>diferentes hipóteses para esse PE global e final.</p><p>• Há situações específicas em que ocorre o contrário:</p><p>quanto mais unidades vendidas, menor o lucro, podendo</p><p>chegar até ao prejuízo.</p><p>Relação Custo/Volume/Lucro</p><p>Exercício Proposto Capítulo 22</p><p>A Cia Fellucci produz e vende cerca de 31.250 pacotes de algodão para uso</p><p>farmacêutico, por mês, cujo preço médio de venda, líquido de tributos, é de R$</p><p>3,50/pacote, e esse é seu único produto.</p><p>Os custos e despesas variáveis atingem R$ 1,50/pacote, e os custos e despesas</p><p>fixos R$ 50.000,00 por mês; a capacidade de produção é de 40.000 unid./mês.</p><p>Pede-se calcular:</p><p>a) o percentual da margem de segurança operacional;</p><p>b) o percentual de aumento do PEC, caso os custos e despesas fixos aumentem</p><p>20% e todas as demais variáveis permaneçam constantes;</p><p>c) idem, se esse aumento de 20% fosse apenas nos custos e despesas variáveis</p><p>e todos os demais elementos permaneçam constantes;</p><p>d) o percentual de aumento do lucro, caso a empresa aumente em 50% sua</p><p>atual margem de segurança em unidades vendidas;</p><p>e) o percentual de redução do lucro caso a empresa reduza em 50% sua atual</p><p>margem de segurança em unidades vendidas;</p><p>f) o grau de alavancagem operacional, calculado com base na situação inicial;</p><p>g) o percentual de aumento do volume atual de produção e vendas para que o</p><p>lucro aumente 40%.</p><p>Exercício Proposto Capítulo 22</p><p>QV: 31.250 unidades</p><p>PV: R$ 3,50/unidade</p><p>CDV: R$ 1,50/unidade</p><p>CDF: R$ 50.000,00/mês</p><p>Capacidade produção: 40.000/mês</p><p>MC = PV – CDV = 3,50 – 1,50</p><p>MC = R$ 2,00/unidade</p><p>PE = 25.000 pacotes</p><p>PE = CDF/MC = 50.000/2,00</p><p>a) Margem de segurança:</p><p>MSO = 31.250 – 25.000 = 6.250 pacotes ou 20%</p><p>b) % aumento PE caso CDF aumentem 20%:</p><p>Novo PE= (50.000 x 20%)/2,00 = 30.000 pacotes ou 20%</p><p>Para cada 1% de alteração nos CDF ocorrem os mesmos 1%</p><p>de mudança no PE equilíbrio; mas se a mudança for sobre os</p><p>CDV, o efeito dependerá do grau de alteração da MCunitária.</p><p>110</p><p>Exercício Proposto Capítulo 22</p><p>c) % aumento PE caso CDV aumentem 20%:</p><p>Nova MC = 3,50 – 1,50*1,2 = R$ 1,70/unidade</p><p>Novo PE= 50.000 /1,70 = 29.412 pacotes ou 17,65%</p><p>d) % aumento Lucro caso a empresa aumente em 50% sua MS:</p><p>MS = 6.250 unidades Lucro = 6.250*2,00 = R$ 12.500</p><p>MS = 6.250*1,50 = 9.375 unidades Lucro = 9.375*2,00 = R$ 18.750</p><p>Aumento de 50% no lucro</p><p>e) % diminuição do Lucro caso a empresa diminua em 50% sua MS:</p><p>MS = 6.250 unidades Lucro = 6.250*2,00 = R$ 12.500</p><p>MS = 6.250*0,50 = 3.125 unidades Lucro = 3.125*2,00 = R$ 6.250</p><p>Diminuição de 50% no lucroDiminuição de 10% no volume</p><p>Aumento de 10% no volume</p><p>Exercício Proposto Capítulo 22</p><p>f) Grau de Alavancagem Operacional (GAO):</p><p>GAO = % variação no lucro/% variação no volume</p><p>GAO = 50%/10% = 5 vezes</p><p>GAO = MCT/Lucro = (2,00*31.250)/(6.250*2,00) = 62.500/12.500 = 5 vezes</p><p>GAO = 1/MSO = 1/0,2 = 5 vezes</p><p>g) % aumento do volume e vendas para aumentar o lucro em 40%:</p><p>GAO = % variação no lucro/% variação no volume</p><p>GAO = 40%/x% = 5 vezes</p><p>x = 40/5 = 8%</p><p>Aumento no volume de 8% = 31.250*1,08 = 33.750 unidades</p><p>396</p><p>Exercício 22.1</p><p>A Empresa Paulista de Trompetes produz um único produto que é</p><p>vendido, em média, por $ 200 cada unidade; nesse preço estão incluídos</p><p>impostos de 15%.</p><p>Sua estrutura de custos e despesas é a seguinte:</p><p>• Matéria-prima $ 20 por unidade</p><p>• Material de embalagem $ 10 por unidade</p><p>• Peças, partes e componentes $ 7 por unidade</p><p>• Salários e encargos da produção $ 40.000 por período</p><p>• Salários e encargos da administração $ 15.000 por período</p><p>• Depreciação dos equipamentos de fábrica $ 10.000 por período</p><p>• Seguro dos bens da administração $ 1.500 por período</p><p>Pede-se calcular:</p><p>a) O ponto de equilíbrio contábil (PEC) em unidades físicas (q).</p><p>b) O ponto de equilíbrio contábil (PEC) em valores monetários ($).</p><p>c) O ponto de equilíbrio econômico (PEE) em unidades (q) e em valor ($),</p><p>considerando-se um lucro-meta de 30% da receita bruta (RB)</p><p>111</p><p>Exercício 22.1</p><p>PV: R$ 200,00/unidade</p><p>Impostos: 0,15*200 = R$ 30,00/unid.</p><p>CDV: R$ 37,00/unidade</p><p>CDF: R$ 66.500,00/mês</p><p>MC = PVL – CDV = 170 – 37</p><p>MC = R$ 133,00/unidade</p><p>a) Ponto de Equilíbrio Contábil (Q*):</p><p>Q* = CDF/MC = 66.500/133 = 500 unidades</p><p>b) Ponto de Equilíbrio Contábil (PEC):</p><p>PEC = 500 x 200,00 = R$ 100.000</p><p>c) Ponto de Equilíbrio Econômico (PEE):</p><p>QE* = (CDF + 0,30RB)/MC = (66.500 + 0,30PVQE* )/133 = 911 unidades</p><p>PEE = 911 x 200,00 = R$ 182.200</p><p>Receita Bruta(911 x 200) = 182.200</p><p>(-) Impostos(911 x 30) = (27.330)</p><p>Receita líquida = 154.870</p><p>(-) CDV (911 x 37) = (33.707)</p><p>MC (911 x 133) = 121.163</p><p>(-) CDF = 66.500</p><p>Lucro líquido (411 x 133)= 54.663</p><p>54.663/182.200</p><p>= 30% cqd</p><p>Exercício 22.2</p><p>O Hotel Porta das Maravilhas possui 100 apartamentos, todos da</p><p>categoria Standard Simples. Sua estrutura de custos, despesas e receita é a</p><p>seguinte:</p><p>• Preço da diária/apartº, líquido de tributos $ 150</p><p>• Despesas variáveis por apartº 10% (preço locação)</p><p>• Custos variáveis por apartº por dia $ 90</p><p>• Custos fixos anuais $ 480.000</p><p>• Despesas fixas anuais $ 60.000</p><p>Pede-se calcular:</p><p>a) O ponto de equilíbrio contábil (PEC) em número de diárias (q).</p><p>b) O ponto de equilíbrio contábil (PEC) em valores monetários ($).</p><p>c) O ponto de equilíbrio econômico (PEE) em número de diárias (q) e em</p><p>valor ($), considerando-se um lucro-meta de 20% da receita líquida (RL).</p><p>d) O percentual de MS, quando a taxa de ocupação é de 80%.</p><p>e) A capacidade teórica do hotel, em termos de nº máximo de diárias/ano.</p><p>f) O percentual de taxa de ocupação, quando a empresa atinge o PEC.</p><p>g) Idem, quando atinge o PEE.</p><p>h) O lucro operacional</p><p>do hotel, antes do IR (LAIR), considerando-se a taxa</p><p>de ocupação de 80%.</p><p>Exercício 22.2</p><p>Preço da diária: R$ 150,00</p><p>DV (10% x 150): R$ 15,00</p><p>CV por apartº: R$ 90,00</p><p>MC = R$ 45,00 = 30% do PV</p><p>a) Ponto de Equilíbrio Contábil (Q*):</p><p>Q* = CDF/MC = 540.000/45 = 12.000 diárias</p><p>b) Ponto de Equilíbrio Contábil (PEC):</p><p>PEC = 12.000 x 150,00 ou 540.000/0,30 = R$ 1.800.000</p><p>c) Ponto de Equilíbrio Econômico (PEE):</p><p>QE* = (CDF + 0,20RL)/MC = (540.000 + 0,20PVQE* )/45 = 36.000 diárias</p><p>PEE = 36.000 x 150,00 = R$ 5.400.000</p><p>RT = 150*Q</p><p>ou</p><p>CT=540.000+105*Q+0,20*150*Q</p><p>112</p><p>Exercício 22.2</p><p>Preço da diária: R$ 150,00</p><p>DV (10% x 150): R$ 15,00</p><p>CV por apartº: R$ 90,00</p><p>MC = R$ 45,00 = 30% do PV</p><p>d) Margem de segurança operacional % (MSO):</p><p>Por ano= 365 x 100 apartº = 36.500 diárias</p><p>Vol. Atual = 80% x 36.500 = 29.200 diárias</p><p>MSO = [(29.200 – 12.000)/29.200]*100 = 58,90%</p><p>e) Capacidade teórica do Hotel:</p><p>36.500 diárias x 150,00 = R$ 5.475.000</p><p>f) % de ocupação no Q*</p><p>Q* = 12.000, logo: (12.000/36.500)*100 = 32,88%</p><p>Exercício 22.2</p><p>Preço da diária: R$ 150,00</p><p>DV (10% x 150): R$ 15,00</p><p>CV por apartº: R$ 90,00</p><p>MC = R$ 45,00 = 30% do PV</p><p>g) % taxa de ocupação:</p><p>Q = 36.000, logo: (36.000/36.500)*100 = 98,63%</p><p>h) Lucro operacional do hotel antes do IR:</p><p>Receita líquida (29.200 x 150) = 4.380.000</p><p>(-) CV (29.200 x 90) = (2.628.000)</p><p>(-) DV (29.200 x 15) = ( 438.000)</p><p>MC (29.200 x 45) = 1.314.000</p><p>(-) CDF = (540.000)</p><p>Lucro líquido (17.200 x 45) = 774.000</p><p>402</p><p>Exercício 22.3</p><p>A Empresa Toshimp, produtora de televisores, tem patrimônio líquido</p><p>(PL) (valor da empresa para os acionistas) de $ 12.000.000 e produz um único</p><p>modelo, de um único tamanho. Esse produto é vendido, em média, por $ 555</p><p>cada unidade, e nesse preço estão incluídos impostos de 10%.</p><p>O custo de MP, embalagem, peças, partes e componentes é de $ 299,50</p><p>por unidade; os custos fixos atingem $ 1.600.000 por período; 20% desse valor</p><p>correspondem à depreciação de máquinas e equipamentos da fábrica; e as</p><p>despesas fixas de administração e vendas, $ 400.000, também por período.</p><p>A empresa possui uma dívida de $ 600.000, de curto prazo, contraída</p><p>junto a um banco comercial, para financiar seu capital circulante, a vencer no</p><p>período objeto de análise.</p><p>Pede-se calcular:</p><p>a) O ponto de equilíbrio contábil (PEC) em unidades físicas (q) e em valores</p><p>monetários ($) relativo à receita líquida.</p><p>b) O ponto de equilíbrio financeiro (PEF) em unidades físicas (q) e em valor</p><p>monetário ($) relativo à receita líquida.</p><p>c) O ponto de equilíbrio econômico (PEE) em unidades físicas (q),</p><p>considerando que o lucro mínimo desejado pelos acionistas é de 10% do PL,</p><p>já descontado o IR sobre o lucro, que é de 20%.</p><p>113</p><p>Exercício 22.3</p><p>Patrimônio líquido: R$ 12.000.000,00</p><p>PV = R$ 555,00</p><p>Impostos = 10% x 555,00 = R$ 55,50</p><p>PV líquido = 555 – 55,5 = R$ 499,50</p><p>CV = R$ 299,50</p><p>CF = R$ 1.600.000,00 sendo 20% Depreciação (R$ 320.000,00)</p><p>DF = R$ 400.000,00 (despesas administrativas e de vendas)</p><p>Dívida de CP = R$ 600.000,00</p><p>MC = PV – Impostos – CDV = 555 – 55,5 – 299,5 = R$ 200/unidade</p><p>ou 40,04% do PV líquido</p><p>a) PEC em unidades (Q*) e em valor monetário (PE):</p><p>Q* = CDF/MC = 2.000.000/200 = 10.000 unidades</p><p>PE = 10.000*499,50 = R$ 4.995.000</p><p>ou CDF/%MC = 2.000.000/0,4004 = R$ 4.995.000</p><p>Exercício 22.3</p><p>Patrimônio líquido: R$ 12.000.000,00</p><p>PV = R$ 555,00</p><p>Impostos = 10% x 555,00 = R$ 55,50</p><p>PV líquido = 555 – 55,5 = R$ 499,50</p><p>CV = R$ 299,50</p><p>CF = R$ 1.600.000,00 sendo 20% Depreciação (R$ 320.000,00)</p><p>DF = R$ 400.000,00 (despesas administrativas e de vendas)</p><p>Dívida de CP = R$ 600.000,00</p><p>MC = PV – Impostos – CDV = 555 – 55,5 – 299,5 = R$ 200/unidade</p><p>ou 40,04% do PV líquido</p><p>b) PEF em unidades (QF*) e em valor monetário (PEF):</p><p>QF* = (CDF- depreciação + Dívida)/MC =</p><p>= (2.000.000 – 320.000 + 600.000)/200 = 11.400 unidades</p><p>PEF = 11.400*499,50 = R$ 5.694.300</p><p>Exercício 22.3</p><p>Patrimônio líquido: R$ 12.000.000,00</p><p>PV = R$ 555,00</p><p>Impostos = 10% x 555,00 = R$ 55,50</p><p>PV líquido = 555 – 55,5 = R$ 499,50</p><p>CV = R$ 299,50</p><p>CF = R$ 1.600.000,00 sendo 20% Depreciação (R$ 320.000,00)</p><p>DF = R$ 400.000,00 (despesas administrativas e de vendas)</p><p>Dívida de CP = R$ 600.000,00</p><p>MC = PV – Impostos – CDV = 555 – 55,5 – 299,5 = R$ 200/unidade</p><p>ou 40,04% do PV líquido</p><p>c) PEE em unidades (QE*) e em valor monetário (PEE):</p><p>QE* = (CDF + Lucro desejado)/MC =</p><p>= (2.000.000 + 1.500.000)/200 = 17.500 unidades</p><p>PEF = 17.500*499,50 = R$ 8.741.250</p><p>Lucro desejado:</p><p>10% x 12.000.000/0,8 =</p><p>R$ 1.500.000</p><p>114</p><p>406</p><p>Exercício 22.4</p><p>A Empresa Comp-ID presta serviços de consultoria e possui a seguinte</p><p>estrutura de preço, custos e despesas:</p><p>• Preço por hora de consultoria, líquido de tributos $ 250</p><p>• Despesas variáveis 25% honorários líquidos cobrados</p><p>• Custos variáveis por hora de consultoria $ 100</p><p>• Custos fixos mensais $ 300.000</p><p>• Despesas fixas mensais $ 50.000</p><p>Pede-se calcular:</p><p>a) A Margem de Segurança, em percentual, quando a empresa presta 5.000</p><p>horas de consultoria em determinado mês.</p><p>b) O valor do lucro contábil mensal, quando a empresa atingir o ponto de</p><p>Equilíbrio Econômico, considerando-se um lucro desejado de 5% sobre a</p><p>receita total.</p><p>c) O Ponto de Equilíbrio Financeiro, em quantidade de horas (h),</p><p>considerando-se que 40% dos custos fixos são sunk costs.</p><p>d) O Ponto de Equilíbrio Contábil, em quantidade de horas (h), caso a</p><p>empresa reduza seu preço de consultoria em 20%.</p><p>Exercício 22.4</p><p>PV líquido por hora consultoria = R$ 250,00</p><p>CV por hora de consultoria = R$ 100,00</p><p>DV = 25% dos honorários líquidos = R$ 62,50</p><p>CF mensais = R$ 300.000,00</p><p>DF mensais = R$ 50.000,00</p><p>MC = PV – CDV = 250 – 162,50 = R$ 87,50/unidade = 35% PV</p><p>Q* = CDF/MC = 350.000/87,50 = 4.000 horas</p><p>a) Margem de segurança (%) para 5.000 horas:</p><p>MSO = [(Volume atual – Q*)/Volume atual]*100 =</p><p>= [(5.000 – 4.000)/5.000]*100 = 20%</p><p>QE* = (CDF + LD)/MC = (350.000 + 0,05 x 250 x QE*)/87,50</p><p>QE* = 4.666,7 horas, logo</p><p>Lucro contábil = (QE* - Q*) x MC = (4.666,7- 4.000)x 87,50 = $ 58.336,25</p><p>b) Lucro contábil no PEE considerando um lucro desejado de 5% sobre</p><p>RT:</p><p>Exercício 22.4</p><p>PV líquido por hora consultoria = R$ 250,00 NPV = R$ 200,00</p><p>CV por hora de consultoria = R$ 100,00</p><p>DV = 25% dos honorários líquidos = R$ 62,50 NDV= R$ 50,00</p><p>CF mensais = R$ 300.000,00 Sunk Costs = 120.000,00 (40%CF)</p><p>DF mensais = R$ 50.000,00</p><p>MC = PV – CDV = 250 – 162,50 = R$ 87,50/unidade = 35% PV NMC = 50</p><p>Q* = CDF/MC = 350.000/87,50 = 4.000 horas</p><p>QF* = (CDF - sunk costs)/MC = (350.000 – 300.000*40%)/87,50</p><p>QF* = 2.628,57 horas</p><p>c) PEF em quantidade de horas (QF*) considerando que 40% do CF são</p><p>sunk costs:</p><p>d) Novo ponto de equilíbrio contábil (QN*) caso a empresa reduza PV</p><p>em 20%:</p><p>QN* = CDF/MCN = 350.000/50 =</p><p>QN* = 7.000 horas</p><p>Nova MC:</p><p>250*(-20% ) – (100 – 0,25*200) =</p><p>R$ 50,00/hora75%Q*</p><p>115</p><p>409</p><p>Exercício Avaliativo 12 – P/ ser entregue no SIGAA até 25/06</p><p>Uma indústria do setor eletrônico produz um único artigo, cujo preço de</p><p>venda bruto é de R$ 1.200 por unidade; o custo dos componentes utilizados para</p><p>a produção das filmadoras é de R$ 650,00/unid.</p><p>O valor do Patrimônio Líquido (PL) da empresa é de R$ 2.000.000,00 e</p><p>ela possui um passivo tributário cujo parcelamento acaba de ser negociado com a</p><p>Secretaria da Receita. O acordo de parcelamento estipula que o valor de cada</p><p>pagamento mensal deve corresponder a 3% da receita bruta.</p><p>Tabela 1 Estrutura básica de custos e despesas fixos mensais da empresa.</p><p>Com base nos dados apresentados, pede-se calcular o Ponto de</p><p>Equilíbrio mensal da empresa (PE) em unidades física (q), de modo a cumprir</p><p>com o parcelamento de tributos e ainda remunerar os acionistas em 6% ao ano.</p><p>Aluguel do galpão industrial R$ 10.500,00</p><p>Supervisão geral da produção R$ 12.000,00</p><p>Energia elétrica na produção (demanda) R$ 6.800,00</p><p>Despesas administrativas gerais da empresa R$ 9.500,00</p><p>Depreciação das máquinas de produção R$ 25.000,00</p><p>Despesas com publicidade e propaganda R$ 68.000,00</p><p>Despesas com assessoria de imprensa R$ 10.100,00</p><p>Outros dados:</p><p>• Sobre</p><p>a receita bruta</p><p>incidem 25% de</p><p>tributos; e</p><p>• A empresa remunera</p><p>seus vendedores à</p><p>base de 2% sobre a</p><p>receita líquida.</p><p>410</p><p>As Empresas Cascata e Cachoeira são as únicas que atuam no mercado</p><p>de água mineral na região de Camburi e o nível de qualidade dos produtos é</p><p>equivalente.</p><p>A Cascata possui instalações fabris modernas, bastante automatizadas, e</p><p>utiliza tecnologia de ponta; já na Cachoeira a tecnologia é de base, e o processo</p><p>de produção convencional, intensivo em mão-de-obra.</p><p>O mercado consome cerca de 200.000 garrafas de água mineral por mês,</p><p>e a participação é de aproximadamente 50% para cada empresa, pois ambas</p><p>praticam o mesmo preço ($ 1,00 por garrafa).</p><p>Outros dados (em $):</p><p>Pede-se calcular: a e b) O PEC em unidades (q) e em valor ($) para as empresas;</p><p>c) a variação do PEC de cada empresa, no caso de haver um aumento de</p><p>25% no preço de venda de ambas; e</p><p>d) Idem, na taxa de retorno sobre o investimento (RSI).</p><p>Cascata Cachoeira</p><p>Capital Investido 4.000.000 2.500.000</p><p>CDF mensais 30.000 26.000</p><p>CDV por unidade 0,25 0,35</p><p>Exercício Proposto 23</p><p>PV Cascata = R$ 1,00</p><p>CDV Cascata = R$ 0,25</p><p>MC Cascata = R$ 0,75/garrafa</p><p>PV Cachoeira = R$ 1,00</p><p>CDV Cachoeira = R$ 0,35</p><p>MC Cachoeira = R$ 0,65/garrafa</p><p>a) Q*c = CDF/MC = 30.000/0,75 = 40.000 garrafas ou</p><p>PECC = R$ 40.000,00</p><p>b) Q*ch = CDF/MC = 26.000/0,65 = 40.000 garrafas ou</p><p>PECCh = R$ 40.000,00</p><p>Novo preço cascata: 1,00*1,25 = R$ 1,25/garrafa</p><p>Nova MC cascata = 1,25 – 0,25 = R$ 1,00/garrafa</p><p>c) Q*c = CDF/MC = 30.000/1 = 30.000 garrafas ou</p><p>Variação do Q*C = (30.000 – 40.000)/40.000 = 25% queda</p><p>Exercício Proposto 23</p><p>116</p><p>Novo preço cachoeira: 1,00*1,25 = R$ 1,25/garrafa</p><p>Nova MC cachoeira = 1,25 – 0,35 = R$ 0,90/garrafa</p><p>c) Q*c = CDF/MC = 26.000/1 = 28.889 garrafas ou</p><p>Variação do Q*Ch = (28.889 – 40.000)/40.000 = 27,8% queda</p><p>d) Taxa de retorno sobre investimento para a cascata</p><p>200.000 garrafas x 50% = 100.000 garrafas</p><p>Lucro = MC*MS = 0,75*60.000 = R$ 45.000,00</p><p>Tx retorno sobre investimento = LL/Capital = 45.000/4.000.000 =</p><p>= 0,01125 ou 1,125%</p><p>Novo lucro (c/ aumento 25% PV) = 1,00 x 70.000 = R$ 70.000,00</p><p>Nova Taxa de retorno = 70.000/4.000.000 = 0,0175 ou 1,75%</p><p>Variação da taxa de retorno = (1,75/1,125) – 1 = 55,56%</p><p>Exercício Proposto 23</p><p>Taxa de retorno sobre investimento para a cachoeira</p><p>200.000 garrafas x 50% = 100.000 garrafas</p><p>Lucro = MC*MS = 0,65*60.000 = R$ 39.000,00</p><p>Tx retorno sobre investimento = LL/Capital = 39.000/2.500.000 =</p><p>= 0,0156 ou 1,56%</p><p>Novo lucro (c/ aumento 25% PV) = 0,90 x 71.111 = R$ 64.000,00</p><p>Nova Taxa de retorno = 64.000/2.500.000 = 0,0256 ou 2,56%</p><p>Variação da taxa de retorno = (2,56/1,56) – 1 = 64,1%</p><p>Cascata Cachoeira</p><p>Investimento 4.000.000 2.500.000</p><p>Lucro antes 45.000 39.000</p><p>Tx. RSI antes 1,125% 1,56%</p><p>Lucro depois 70.000 64.000</p><p>Tx. RSI depois 1,75% 2,56%</p><p>Exercício Proposto 23</p><p>414</p><p>A Empresa Limpa Tudo produz apenas dois produtos,</p><p>enceradeiras e aspiradores de pó, cujos preços de venda – líquidos de</p><p>tributos – são $ 120 e $ 80 , respectivamente, e sobre esses preços ela paga</p><p>comissões de 5% aos vendedores. Os custos e despesas fixos, comuns aos</p><p>dois produtos, são de $ 5.000 por período.</p><p>Os custos variáveis são os seguintes:</p><p>Considerando quantidades iguais para os dois produtos, pede-se</p><p>calcular:</p><p>a) O PEC de cada produto em unidades físicas (q);</p><p>b) O PEC de cada produto em valor monetário ($);</p><p>c) O PEC da empresa em valor monetário ($).</p><p>Enceradeiras Aspiradores</p><p>Matéria-prima 2kg/un. a $ 8/kg 1kg/un. a $ 8/kg</p><p>Mão-de–obra direta 2,5h/un. a $ 20/h 1,5h/un. a $ 20/h</p><p>Exercício 23.1</p><p>117</p><p>PV líquido enceradeiras = R$ 120,00</p><p>PV líquido aspiradores = R$ 80,00</p><p>CV enceradeiras: MD = R$ 16,00 e MOD = R$ 50,00 = R$ 66,00</p><p>CV aspiradores: MD = R$ 8,00 e MOD = R$ 30,00 = R$ 38,00</p><p>DV = 5% PV = R$ 6,00 p/ enceradeiras e R$ 4,00 p/ aspiradores</p><p>CDF mensais = R$ 5.000,00</p><p>MCE = PV – CDV = 120,00 – 66,00 – 6,00 = R$ 48,00/unidade</p><p>MCA = PV – CDV = 80,00 – 38,00 – 4,00 = R$ 38,00/unidade</p><p>MCT = 48,00 + 38,00 = R$ 86,00/unidade</p><p>a) Q* = CDF/MCT = 5.000/86,00 = 58,14 = 59 unidades de cada</p><p>b) PECE = 59 x 120 = R$ 7.080,00 e PECA = 59 x 80 = R$ 4.720,00</p><p>c) PECEmpresa = 7.080 + 4.720 = R$ 11.800,00</p><p>Exercício 23.1</p><p>416</p><p>A Empresa Matrix produz dois produtos cujos preços de venda,</p><p>líquidos de tributos, são, em média, $ 70 e $ 85, respectivamente.</p><p>Historicamente, o volume de produção é de cerca de 4.000 unidades do</p><p>produto A e de 12.000 unidades do B, por período, e a administração</p><p>projeta essa mesma tendência para o futuro próximo.</p><p>Os custos variáveis somam $ 30 por unidade, para cada um (não</p><p>há despesas variáveis nem tributos incidentes sobre a receita); já os fixos</p><p>totalizam $ 500.000 por período e as despesas fixas $ 89.375 por período.</p><p>Considerando a composição normal de venda (mix), pede-se</p><p>calcular:</p><p>a) O PEC em unidades físicas (q);</p><p>b) O PEC em valor monetário ($).</p><p>Exercício 23.2</p><p>PVA = R$ 70,00 Quantidade produzida de A = 4.000 unid.</p><p>PVB = R$ 85,00 Quantidade produzida de B = 12.000 unid.</p><p>CV = R$ 30,00/unidade tanto para A quanto para B</p><p>CF = R$ 500.000,00/período</p><p>DF = R$ 89.375,00/período</p><p>CDF = R$ 589.375,00/período</p><p>MCTA = (PV – CDV)*QA = (70 – 30)*4.000 = R$ 160.000,00 = 19,51% MCT</p><p>MCTB = (PV – CDV)*QB = (85 – 30)*12.000 = R$ 660.000,00 = 80,49%MCT</p><p>MCT = 40,00*4.000 + 55,00*12.000 = R$ 820.000,00 =</p><p>Receita Total = 4.000*70 + 12.000*85 = R$ 1.300.000,00</p><p>PEC = CDF/%MCT = 589.375/0,6308 = R$ 934.375,00</p><p>a) Q*A = (589.375*0,1951)/40 = 2.875 unidades</p><p>Q*B = (589.375*0,8049)/55 = 8.625 unidades</p><p>b) PECA = 2.875*70 = R$ 201.250,00 ou 934.375,00*0,2154</p><p>PECA = 8.625*85 = R$ 733.125,00 ou 934.375,00*0,7846</p><p>63,08% RT</p><p>Exercício 23.2</p><p>118</p><p>418</p><p>O hotel Sharon tem apartamentos em duas categorias: standard simples</p><p>e standard duplo. Os preços das diárias são, em média, $ 150 e $ 200,</p><p>respectivamente. Sua estrutura de custos e despesas é a seguinte (em $):</p><p>Pede-se calcular:</p><p>a) O PEC de cada categoria, separadamente, em unidades e em valor,</p><p>considerando apenas os custos e despesas fixos identificados;</p><p>b) A quantidade de apartamento da categoria standard simples que</p><p>precisaria ocupar, para cada apartamento da categoria standard</p><p>duplo que o hotel deixe de locar, a fim de amortizar todos os custos e</p><p>despesas fixos;</p><p>c) O PEC, em unidades e em valor, na hipótese de os administradores</p><p>do hotel decidirem padronizar os apartamentos e trabalhar com</p><p>apenas uma ou outra categoria. Considere que os CDF identificados</p><p>são elimináveis.</p><p>Standard Simples Standard duplo</p><p>CDV por dia 80 110</p><p>CDF identificados 182.000 378.000</p><p>CDF comuns 119.000</p><p>Exercício 23.3</p><p>Standard</p><p>Simples Duplo</p><p>Preço diária 150 200</p><p>(-) CDV (80) (110)</p><p>MC $ 70/apartamento $ 90/apartamento</p><p>% Preço Venda 46,67% 45%</p><p>CDF Identificados R$ 182.000,00 R$ 378.000,00</p><p>CDF Comuns R$ 119.000,00</p><p>a) Q*s = CDFI/MC = 182.000/70 = 2.600 diárias ou</p><p>PECS = Q*s x PV = 2.600 x 150 = R$ 390.000,00</p><p>Q*D = CDFI/MC = 378.000/90 = 4.200 diárias ou</p><p>PECD = Q*D x PV = 4.200 x 200 = R$ 840.000,00</p><p>Exercício 23.3</p><p>Standard</p><p>Simples Duplo</p><p>Preço diária 150 200</p><p>(-) CDV (80) (110)</p><p>MC $ 70/apartamento $ 90/apartamento</p><p>% Preço Venda 46,67% 45%</p><p>CDF Identificados R$ 182.000,00 R$ 378.000,00</p><p>CDF Comuns R$ 119.000,00</p><p>b) MCD / MCS = 90/70 = 1,286 diárias do simples para cada uma do duplo</p><p>c) Q*S = CDF/MC = 301.000/70 = 4.300 diárias ou</p><p>PECS = Q*s x PV = 4.300 x 150 = R$ 645.000,00</p><p>Q*D = CDF/MC = 497.000/90 = 5.523 diárias ou</p><p>PECD = Q*D x PV = 5.523 x 200 = R$ 1.104.600,00</p><p>Exercício 23.4</p><p>nos arremete a área e</p><p>área é definida, por</p><p>exemplo, em m2;</p><p>m2 é, ao mesmo tempo,</p><p>base de rateio para o</p><p>absorção e direcionador</p><p>para o ABC.</p><p>Segundo Estágio: O Custeio dos Objetos de Custos</p><p>1. Definição dos Objetos de Custos</p><p>• Produtos, linhas de produtos</p><p>• Clientes, Grupos de Clientes</p><p>• Serviços, Linhas de serviços</p><p>2. Os Grupos de Custos de Atividades</p><p>3. Seleção dos Direcionadores de</p><p>Segundo Estágio ou “Direcionadores de</p><p>Atividades</p><p>4. Cálculo dos custos dos Objetos de Custos</p><p>Atividades</p><p>Como gastamos?</p><p>Produtos</p><p>Por que gastamos?</p><p>Segundo</p><p>Estágio</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>14</p><p>• Número de inspeções,</p><p>• Número de recebimentos,</p><p>• Número de lotes, tamanho de lotes,</p><p>• Número de movimentos,</p><p>• Número de trocas de ferramentas, número de “setups”, tempo</p><p>de “setup”,</p><p>• Tempo de processamento,</p><p>• Tempo de armazenamento em conjunto com quantidade</p><p>armazenada,</p><p>• Número de pedidos de clientes, número de chamadas</p><p>telefônicas,</p><p>• Número de peças para montar, número de mudanças na</p><p>engenharia,</p><p>• Número de unidades boas ou ruins produzidas,</p><p>• Proporções igualmente distribuídas e muitos outros.</p><p>O Segundo Estágio:</p><p>Exemplos de Direcionadores de Atividades:</p><p>• Número de trocas de ferramentas, número de “setups” ou</p><p>tempo de “setup”.</p><p>Qual seria o melhor direcionador?</p><p>O Segundo Estágio:</p><p>Exemplos de Direcionadores de Atividades:</p><p>A escolha do melhor direcionador será feita a partir de</p><p>uma análise minuciosa do processo produtivo. Exemplos:</p><p>• Caso os setups sejam demorados, levem muito tempo</p><p>para serem realizados, o tempo de setups será o melhor</p><p>direcionador;</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>Os Direcionadores de custos de segundo estágio</p><p>Também denominados Direcionadores de Atividades</p><p>Para O’Guin (1991): “A seleção dos direcionadores de segundo estágio</p><p>é o ponto crucial de um projeto ABC ... são eles que determinam a</p><p>acurácia e a complexidade do sistema”</p><p>Para Turney (1992): “A compreensão e a administração dos</p><p>direcionadores de custos são decisivos ao aperfeiçoamento...”</p><p>Para Gilligan (1990): “O componente mais importante do ABC é o</p><p>direcionador de custos, pois eles que causam os produtos a serem</p><p>diferentes, a se moverem diferentemente e a absorver custos indiretos</p><p>diferentemente”</p><p>Para Nakagawa (1994): “A análise dos direcionadores ... é essencial</p><p>para o processo de melhoria contínua ...”</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>15</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>Custos</p><p>O que gastamos?</p><p>Atividades</p><p>Como gastamos?</p><p>Produtos</p><p>Por que gastamos?</p><p>Primeiro</p><p>Estágio</p><p>Segundo</p><p>Estágio</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>Esquema Geral do ABC</p><p>O1O1 OkOjO2 . . .. . .</p><p>. . .. . .. . . A1oA1jA1 . . .</p><p>GA1 = A1j</p><p>. . . A ipAijA i1 . . .</p><p>GA i = A ij</p><p>. . . AnqAnjAn1 . . .</p><p>GAn = Anj</p><p>DR1</p><p>DAnDA iDA1</p><p>DRmDR i</p><p>. . . R1oR1jR1 . . .</p><p>GR1 = R1j</p><p>. . . R ipR ijR i1 . . .</p><p>GR i = R ij</p><p>. . . RmqRmjRm1 . . .</p><p>GRm = Rmj</p><p>. . . . . .</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>Esquema Geral do ABC</p><p>SISTEMA DE CUSTEIO ABC</p><p>Recursos ou agrupamento de recursos:</p><p>• Os recursos (CIP), normalmente, são</p><p>tratados de forma individual (aluguel,</p><p>seguros, depreciação, etc.), porém, algumas</p><p>vezes, eles podem ser agrupados para</p><p>refletir a natureza do gasto pelo seu total</p><p>(Ex.: custo de remuneração = salários +</p><p>encargos + benefícios; custo das viagens =</p><p>passagens + locomoção + hotel + refeição)</p><p>DR = Direcionadores de Recursos</p><p>DA = Direcionadores de Atividades</p><p>Atividades ou agrupamento de</p><p>atividades: As atividades, normalmente, são</p><p>tratadas de forma individual, porém, da</p><p>mesma maneira que os recursos, elas podem</p><p>ser agrupadas.</p><p>Objetos de Custos: São os produtos, os</p><p>serviços ou tudo aquilo que queremos</p><p>custear.</p><p>16</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Produtos Produção Preço Custos Diretos</p><p>(Tecidos, Aviamentos, MOD)</p><p>Camisetas 18.000 u $ 10,00 $ 3,75</p><p>Vestidos 4.200 u $ 22,00 $ 5,75</p><p>Calças 13.000 u $ 16,00 $ 4,25</p><p>Custos Indiretos</p><p>Aluguel $ 24.000</p><p>Energia Elétrica $ 42.000</p><p>Salários Supervisão $ 25.000</p><p>Mão-de-obra indireta $ 35.000</p><p>Depreciação $ 32.000</p><p>Material de consumo $ 12.000</p><p>Seguros $ 20.000</p><p>Total: $190.000</p><p>Despesas</p><p>Administrativas $ 50.000</p><p>Com Vendas $ 43.000</p><p>Comissões $ 24.020</p><p>Total: $117.020</p><p>Dados referentes a uma empresa de confecções que produz 3 produtos</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Produtos Produção Preço MOD Total CIP</p><p>Camisetas 18.000 u $ 10,00 $ 0,50 $ 9.000 $ 4,14</p><p>Vestidos 4.200 u $ 22,00 $ 1,00 $ 4.200 $ 8,28</p><p>Calças 13.000 u $ 16,00 $ 0,75 $ 9.750 $ 6,21</p><p>Total $ 22.950</p><p>Taxa aplicação CIP $ 8.28</p><p>Custos Indiretos</p><p>Aluguel $ 24.000</p><p>Energia Elétrica $ 42.000</p><p>Salários Supervisão $ 25.000</p><p>Mão-de-obra indireta $ 35.000</p><p>Depreciação $ 32.000</p><p>Material de consumo $ 12.000</p><p>Seguros $ 20.000</p><p>Total: $190.000</p><p>Despesas</p><p>Administrativas $ 50.000</p><p>Com Vendas $ 43.000</p><p>Comissões $ 24.020</p><p>Total: $117.020</p><p>Base de rateio o custo da MOD</p><p>Pelo sistema de custeio</p><p>por absorção sem</p><p>departamentalização</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Produtos C. D. C.I.P C.T. P.V. L.B Margem %</p><p>Camisetas $ 3,75 $ 4,14 $ 7,89 $ 10,00 $ 2,11 21,1% 3º</p><p>Vestidos $ 5,75 $ 8,28 $14,03 $ 22,00 $ 7,97 36,2% 1º</p><p>Calças $ 4,75 $ 6,21 $10,46 $ 16,00 $ 5,54 34,6% 2º</p><p>Despesas LAIR Produtos Vendas CPV L.B. Despesas LAIR</p><p>Camisetas $ 180.000 ($ 142.010) $ 37.990</p><p>Vestidos $ 92.400 ($ 58.921) $ 33.479</p><p>Calças $ 208.000 ($ 135.969) $ 72.031</p><p>Total $ 480.400 ($ 336.900) $143.500 ($ 117.020) $ 26.480</p><p>Pelo sistema de custeio por</p><p>absorção sem departamentalização</p><p>Reparem nos custos de cada produto, nas suas lucratividades e no lucro final da</p><p>empresa. A medida que esse exemplo for sendo desenvolvimento vocês vão poder</p><p>observar que o custo e a lucratividade de cada produto, em função das formas de</p><p>alocação dos CIP, irá se alterar. Porém, o lucro da empresa permanecerá o mesmo.</p><p>Vendendo</p><p>toda a</p><p>produção</p><p>17</p><p>Mapa de Rateio dos Custos Indiretos de Produção (CIP)</p><p>Produção Apoio</p><p>Corte e Costura Acabam Adm prod Almox Compras Totais</p><p>Aluguel 6000 5000 4200 4600 4200 $ 24.000</p><p>Energia Elétrica 14000 11000 5000 5500 6500 $ 42.000</p><p>Salários Superv 7000 5500 5250 3350 3900 $ 25.000</p><p>Mão-de-obra ind. 12000 7900 6700 3400 5000 $ 35.000</p><p>Depreciação 9500 9100 4900 4500 4000 $ 32.000</p><p>Mat. de consumo 4200 3000 1800 1000 2000 $ 12.000</p><p>Seguros 4900 4700 2000 6000 2400 $ 20.000</p><p>Subtotal 1: 57600 46200 29850 28350 28000 $190.000</p><p>Rateio Compras 9500 7500 5000 6000 (28000)</p><p>Rateio Almoxarifado 11950 14400 8000 (34350)</p><p>Rateio Adm Produção 23950 18900 (42850)</p><p>Total 103000 87000 $190.000</p><p>Horas produtivas 18740 h 9120 h</p><p>Custo por hora 5,4963 $/h 9,5395 $/h</p><p>Camisetas $ 1,65 (0,3 h) $ 1,43 (0,15 h) $ 3,08</p><p>Vestidos $ 3,85 (0,7 h) $ 5,72 (0,6 h) $ 9,57</p><p>Calças $ 4,40 (0,8 h) $ 2,86 (0,3 h) $ 7,26</p><p>Pelo sistema de custeio</p><p>por absorção com</p><p>departamentalização</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Produtos Custos Dir Custos Ind Custo unit Preço Lucro Bruto Margem</p><p>Camisetas $ 3,75 $ 3,08 $ 6,83 $ 10,00 $ 3,17 31,7%</p><p>Vestidos $ 5,75 $ 9,57 $ 15,32 $ 22,00 $ 6,68 30,4%</p><p>Calças $ 4,25 $ 7,26 $ 11,51 $ 16,00 $ 4,49 28,1%</p><p>Demonstração de resultados</p><p>Camisetas Vestidos Calças Total</p><p>Vendas $ 180.000 $ 92.400 $ 208.000 $480.400</p><p>Custo Prod. Vendidos $ 122.940 $ 64.345 $ 149.615 $336.900</p><p>Lucro Bruto $ 57.064 $ 28.052 $ 58.385 $143.500</p><p>Despesas Administ $ 50.000</p><p>Despesas Vendas $ 67.020</p><p>Lucro antes IR $ 26.480</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Pelo sistema de custeio por</p><p>absorção com departamentalização</p><p>Notem que, conforme comentado anteriormente e em função da alocação</p><p>dos CIP, o custo e a lucratividade dos produtos se alteraram, porém o</p><p>lucro da empresa se mantem.</p><p>Vendendo</p><p>toda a</p><p>produção</p><p>Produtos C.D. C.I.P. C.T P.V. L.B. Margem</p><p>Camisetas $ 3,75 $ 3,08 $ 6,83 $ 10,00 $ 3,17 31,7% 1º</p><p>Vestidos $ 5,75 $ 9,57</p><p>$ 15,32 $ 22,00 $ 6,68 30,4% 2º</p><p>Calças $ 4,25 $ 7,26 $ 11,51 $ 16,00 $ 4,49 28,1% 3º</p><p>Produtos C. D. C.I.P C.T. P.V. L.B Margem</p><p>Camisetas $ 3,75 $ 4,14 $ 7,89 $ 10,00 $ 2,11 21,1% 3º</p><p>Vestidos $ 5,75 $ 8,28 $14,03 $ 22,00 $ 7,97 36,2% 1º</p><p>Calças $ 4,75 $ 6,21 $10,46 $ 16,00 $ 5,54 34,6% 2º</p><p>s/ depart. c/ depart.</p><p>Vendas $480.400 $480.400</p><p>(-) CPV ($336.900) ($336.900)</p><p>= L.B. $143.500 $143.500</p><p>(-) Desp. $117.020 $117.020</p><p>= L.L. $ 26.480 $ 26.480</p><p>CPV s/d c/d</p><p>Camisetas 142.010 122.940</p><p>Vestidos 58.921 64.345</p><p>Calças 135.969 149.615</p><p>Total 336.900 336.900</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Em função da alocação dos CIP: Custos Totais e Lucratividade alteraram</p><p>Porém, o lucro da</p><p>empresa se mantem.</p><p>Vendendo</p><p>toda a</p><p>produção</p><p>18</p><p>Identificação das atividades</p><p>Departamentos Atividades</p><p>Compras Comprar materiais</p><p>Desenvolver fornecedores</p><p>Almoxarifado Receber materiais</p><p>Movimentar materiais</p><p>Adm da Prod. Programar produção</p><p>Controlar produção</p><p>Corte e costura Cortar</p><p>Costurar</p><p>Acabamento Acabar</p><p>Despachar produtos</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Pelo sistema de custeio ABC</p><p>Notem, que nesse caso, a empresa tem um bom sistema de custeio por</p><p>absorção o que auxilia (facilita) na identificação das atividades.</p><p>Direcionadores de custos de primeiro estágio (de recursos)</p><p>Custos Indiretos Direcionador de recursos</p><p>Aluguel Área utilizada pela atividade</p><p>Energia Elétrica Medidores nos deptos e Hora-máquina</p><p>Salários Supervisão folha de pagto, registro de tempo e entrevista</p><p>Mão-de-obra indireta folha de pagto, registro de tempo e entrevista</p><p>Depreciação Valor dos ativos depreciáveis usados pelas atividades</p><p>Material de consumo Direta às atividades conforme requisições</p><p>Seguros Valor dos bens segurados</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Pelo sistema de custeio ABC</p><p>Assim como comentado anteriormente, a empresa por ter um bom sistema de</p><p>custeio por absorção, com bases consistentes de rateio dos CIP, facilita na escolha</p><p>dos direcionadores de recursos que, basicamente, coincidirão com essas bases de</p><p>rateio. Ex.: Aluguel cuja base de rateio e o direcionador de recurso = área utilizada</p><p>Custos das atividades</p><p>DepartamentosAtividades Custos</p><p>Compras Comprar materiais $ 16.000</p><p>Desenvolver fornecedores $ 12.000</p><p>Almoxarifado Receber materiais $ 12.350</p><p>Movimentar materiais $ 16.000</p><p>Adm da Prod. Programar produção $ 16.000</p><p>Controlar produção $ 13.850</p><p>Corte e costuraCortar $ 29.000</p><p>Costurar $ 28.600</p><p>Acabamento Acabar $ 14.000</p><p>Despachar produtos $ 32.200</p><p>Total $190.000</p><p>Direcionadores</p><p>Num. de pedidos</p><p>Num de fornecedores</p><p>Num de recebimentos</p><p>Num de requisições</p><p>Num de produtos</p><p>Num de lotes</p><p>Tempo de corte</p><p>Tempo de costura</p><p>Tempo de acabamento</p><p>Apontamento de tempo</p><p>Direcionadores</p><p>de atividades</p><p>É importante observar que para cada atividade deveremos atribuir</p><p>o respectivo custo e um direcionador;</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Pelo sistema de custeio ABC</p><p>19</p><p>Direcionadores Fatores de consumo de atividades</p><p>Camisetas Vestidos Calças Total</p><p>Num. de pedidos de compra 150 400 200 750</p><p>Num de fornecedores 2 6 3 11</p><p>Num de recebimentos 150 400 200 750</p><p>Num de requisições 400 1.500 800 2.700</p><p>Num de produtos 1 1 1 3</p><p>Num de lotes 10 40 20 70</p><p>Tempo de corte 2.160 h 882 h 2.600 h 5.642 h</p><p>Tempo de costura 3.240 h 2.058 h 7.800 h 13.098 h</p><p>Tempo de acabamento 2.700 h 2.520 h 3.900 h 9.120 h</p><p>Apontamento de tempo 25 h 50 h 25 h 100 h</p><p>Atribuição dos custos das atividades aos produtos</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Pelo sistema de custeio ABC</p><p>Custos das atividades</p><p>Atividades Custos Custo por direcionador</p><p>Comprar materiais $ 16.000 $ 21,33 / pedido</p><p>Desenvolver fornecedores $ 12.000 $ 1090 / fornecedor</p><p>Receber materiais $ 12.350 $ 16,47 / recebimento</p><p>Movimentar materiais $ 16.000 $ 5,93 / requisição</p><p>Programar produção $ 16.000 $ 5333 / produto</p><p>Controlar produção $ 13.850 $ 197,86 / lote</p><p>Cortar $ 29.000 $ 5,14 / hora</p><p>Costurar $ 28.600 $ 2,18 / hora</p><p>Acabar $ 14.000 $ 1,54 / hora</p><p>Despachar produtos $ 32.200 $ 322 / hora</p><p>Total $190.000</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Pelo sistema de custeio ABC</p><p>Ex.: Atividade Comprar: o custo por direcionador (R$ 21,33) foi calculado através</p><p>da divisão do custo da atividade (R$ 16.000) pelo seu fator de consumo (750).</p><p>Comprar</p><p>$16.000</p><p>Comprar</p><p>$16.000</p><p>Atividades</p><p>Camisetas</p><p>$ 3.200</p><p>Camisetas</p><p>$ 3.200</p><p>Vestidos</p><p>$ 8.533</p><p>Vestidos</p><p>$ 8.533</p><p>Calças</p><p>$ 4.267</p><p>Produtos</p><p>Aluguel</p><p>Recursos (Custos)</p><p>Área</p><p>Num de Pedidos de compra</p><p>150 400 200</p><p>21,33 $ / pedido</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Pelo sistema de custeio ABC</p><p>$ 3.200 = 150 x $ 21.33 $ 8.533 = 400 x $ 21.33 $ 4.267 = 200 x $ 21.33</p><p>20</p><p>Recursos (CIP)</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Pelo sistema de custeio ABC</p><p>A Atividade Comprar recebeu de CIP (aluguel,</p><p>depreciação, seguro, pessoal, etc.) R$ 16.000,00,</p><p>através dos direcionadores de recursos. Ex.: aluguel</p><p>foi alocado para a atividade através do direcionador</p><p>de recurso área utilizada.</p><p>Atividades A Atividade Comprar distribuiu seus</p><p>custos aos produtos através do</p><p>direcionador de atividades nº de</p><p>pedidos de compra cujo valor é R$</p><p>21,33/pedido.</p><p>OBS: Se o setor que produz vestido,</p><p>por exemplo, pedir para comprar 1</p><p>agulha ou 1 caminhão de tecido ele</p><p>pagará os mesmos R$ 21,33/pedido,</p><p>independente do volume comprado.</p><p>ABC _ A Grande Sacada</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Pelo sistema de custeio ABC ABC _ A Grande Sacada</p><p>Notem que o custo da atividade</p><p>comprar foi alocada aos produtos</p><p>através do direcionador nº de</p><p>pedidos de compra (R$</p><p>21.33/pedido) e cada um desses</p><p>produtos recebeu:</p><p>• Camisetas: R$ 3.200,00</p><p>• Vestidos: R$ 8.533,00</p><p>• Calças: R$ 4.267,00</p><p>Como reduzir de forma eficiente esse custo alocado ao vestido?</p><p>Vamos analisar: Como os direcionadores de custos de recurso são as</p><p>verdadeiras causa dos custos das atividades e os direcionadores de</p><p>atividade a causa dos custos dos produtos, para reduzir tanto o custo da</p><p>atividade, quanto o custo dos produtos devemos, inicialmente, atuar na</p><p>redução desses direcionadores.</p><p>Quant. pedido</p><p>por produto</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Pelo sistema de custeio ABC ABC _ A Grande Sacada</p><p>Como reduzir de forma eficiente</p><p>esse custo alocado ao vestido?</p><p>Resposta: Reduzindo de forma eficaz</p><p>o nº de pedidos de compra que, no</p><p>caso do vestido, foram 400 pedidos.</p><p>Vamos supor que o setor consiga</p><p>reduzir seus pedidos de compra de</p><p>400 para 200 pedidos.</p><p>Como essa ação vai impactar na</p><p>redução dos custos dos vestidos?</p><p>Resposta: O setor produtivo do vestido ao reduzir para 200 pedidos de</p><p>compra, fez com que o nº de pedidos de compra reduzissem de 750 para</p><p>550 (fator de consumo) e o direcionador nº de pedidos de compra</p><p>aumentasse de R$ 21,33 para R$ 29,09 = 16000/550. Com isso, os produtos</p><p>passaram a receber os seguintes custos da atividade comprar:</p><p>21</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Pelo sistema de custeio ABC ABC _ A Grande Sacada</p><p>Como reduzir de forma eficiente</p><p>esse custo alocado ao vestido e,</p><p>também, os alocados a atividade</p><p>comprar?</p><p>• Camisetas: R$ 4.364,00</p><p>• Vestidos: R$ 5.818,00</p><p>• Calças: R$ 5.818,00</p><p>Total R$ 16.000,00</p><p>Notem que o setor de produção do vestido passou a fazer pedidos de forma</p><p>mais eficiente reduzindo, significativamente, os custos recebidos da atividade</p><p>comprar. Porém, os demais produtos ao manterem o mesmo nº de pedidos</p><p>passaram a receber mais custos. Houve uma redução nos fatores de consumo</p><p>da atividade, de 750 para 550, mas não houve redução no custo da atividade,</p><p>apenas houve uma nova redistribuição desse valor para os produtos.</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Pelo sistema de custeio ABC ABC _ A Grande Sacada</p><p>Como reduzir de forma eficiente</p><p>esse custo alocado ao vestido e,</p><p>também, os alocados a atividade</p><p>comprar?</p><p>• Camisetas: R$ 4.364,00</p><p>• Vestidos: R$ 5.818,00</p><p>• Calças: R$ 5.818,00</p><p>Total R$ 16.000,00</p><p>O setor de produção das camisetas e calças questionaram o aumento dos seus</p><p>custos e receberam a mesma instrução para reduzi-los: fazer pedidos de forma</p><p>eficiente p/ reduzir o nº</p><p>de pedidos e, consequentemente, os fatores de consumo</p><p>da atividade comprar. Cada um deles passou a fazer 100 pedidos que somados</p><p>aos 200 pedidos do vestido totalizaram 400 pedidos. Esse passou a ser o novo</p><p>fator de consumo da atividade que levou a um novo custo por pedido R$ 40,00.</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Pelo sistema de custeio ABC ABC _ A Grande Sacada</p><p>Como reduzir de forma eficiente</p><p>esse custo alocado ao vestido e,</p><p>também, os alocados a atividade</p><p>comprar?</p><p>• Camisetas: R$ 4.000,00</p><p>• Vestidos: R$ 8.000,00</p><p>• Calças: R$ 4.000,00</p><p>Total R$ 16.000,00</p><p>Notem que o custo da camiseta e da calça tiveram uma pequena redução em</p><p>relação ao cálculo anterior e o custo do vestido voltou a subir aos níveis</p><p>iniciais. Então qual o ganho que a empresa obteve por estar sendo mais</p><p>eficiente em seus processos? Aqui está a grande sacada do ABC ao melhorar</p><p>o processo de compra, tornando-o mais eficiente, a empresa criou condições de</p><p>reduzir tanto os custos da atividade comprar quanto o custo dos produtos.</p><p>22</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Pelo sistema de custeio ABC ABC _ A Grande Sacada</p><p>Como reduzir de forma eficiente</p><p>esse custo alocado ao vestido e,</p><p>também, os alocados a atividade</p><p>comprar?</p><p>• Camisetas: R$ 4.000,00</p><p>• Vestidos: R$ 8.000,00</p><p>• Calças: R$ 4.000,00</p><p>Total R$ 16.000,00</p><p>Mas como reduzir esses custos? A resposta é simples: a atividade comprar</p><p>consumia R$ 16.000,00 de recursos (aluguel, pessoas, depreciação, etc.) para</p><p>atender uma demanda de 750 pedidos. Como os pedidos foram reduzidos para</p><p>400, não há necessidade de manter a mesma estrutura física e de pessoas para</p><p>a atividade podendo, assim, reduzi-la de forma significativa. Se a reduzirmos,</p><p>por exemplo, para R$ 10.000,00 o custo por pedido reduzirá de $ 40 para $ 25.</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Pelo sistema de custeio ABC ABC _ A Grande Sacada</p><p>Como reduzir de forma eficiente</p><p>esse custo alocado ao vestido e,</p><p>também, os alocados a atividade</p><p>comprar?</p><p>• Camisetas: R$ 2.500,00</p><p>• Vestidos: R$ 5.000,00</p><p>• Calças: R$ 2.500,00</p><p>Total R$ 10.000,00</p><p>Essa redução de forma eficiente atuando, inicialmente, nos</p><p>direcionadores e, posteriormente, na redução dos custos das</p><p>atividades e recursos irá refletir, positivamente, tanto na redução</p><p>do custo dos produtos quanto na melhoria do processo produtivo,</p><p>levando a empresa a obter uma maior rentabilidade.</p><p>Produtos Custos Dir Custos Ind Custo unit Preço Lucro Bruto Margem</p><p>Camisetas $ 3,75 $ 2,66 $ 6,41 $ 10,00 $ 3,59 35,9%</p><p>Vestidos $ 5,75 $17,33 $ 23,08 $ 22,00 ($ 1,08) -4,9%</p><p>Calças $ 4,25 $ 5,33 $ 9,58 $ 16,00 $ 6,42 40,1%</p><p>Demonstração de resultados</p><p>Camisetas Vestidos Calças Total</p><p>Vendas $ 180.000 $ 92.400 $ 208.000 $480.400</p><p>Custo Prod. Vendidos $ 115.406 $ 96.948 $ 124.546 $336.900</p><p>Lucro Bruto $ 64.594 -$ 4.548 $ 83.454 $143.500</p><p>Despesas Administr. $ 50.000</p><p>Despesas Vendas $ 67.020</p><p>Lucro antes IR $ 26.480</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Pelo sistema de custeio ABC – Retomando os cálculos</p><p>Notem que, conforme comentado anteriormente e em função da alocação dos</p><p>CIP, o custo e a lucratividade dos produtos se alteraram, porém o lucro da</p><p>empresa se mantem. Reparem que as camisetas e as calças apresentam lucro,</p><p>porém o vestido apresenta resultado negativo (prejuízo).</p><p>23</p><p>Demonstração de resultados</p><p>Camisetas Vestidos Calças Total</p><p>Vendas $ 180.000 $ 92.400 $ 208.000 $480.400</p><p>Custo Prod. Vendidos $ 115.406 $ 96.948 $ 124.546 $336.900</p><p>Lucro Bruto $ 64.594 -$ 4.548 $ 83.454 $143.500</p><p>Despesas Administr. $ 50.000</p><p>Despesas Vendas $ 67.020</p><p>Lucro antes IR $ 26.480</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Pelo sistema de custeio ABC</p><p>Como o vestido está gerando um prejuízo de R$ 4.548,00, nessas</p><p>condições:</p><p>• Ele deve ser eliminado?</p><p>• Se elimina-lo o resultado da empresa vai melhorar?</p><p>Reflitam. Retomaremos a essa discussão após conhecermos os</p><p>conceitos de Margem de Contribuição ( MC)</p><p>Custos das atividades</p><p>Áreas Atividades Custos</p><p>Administração Efetuar registros fiscais $ 7.000</p><p>Pagar Fornecedores $ 10.000</p><p>Receber Faturas $ 33.000</p><p>Total $ 50.000</p><p>Vendas Visitar clientes $ 30.000</p><p>Emitir pedidos $ 13.000</p><p>Total $ 43.000</p><p>Total $ 93.000</p><p>Direcionadores</p><p>Num. de registros</p><p>Num de cheques emit.</p><p>Num de faturas emitid.</p><p>Num de visitas</p><p>Num pedidos de venda</p><p>Direcionadores</p><p>de atividades</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Pelo sistema de custeio ABC – Versão 2</p><p>Onde as despesas também são alocadas para os produtos</p><p>Direcionadores Fatores de consumo de atividades</p><p>Camisetas Vestidos Calças Total</p><p>Direcionadores</p><p>Num. de registros 600 700 800 2100</p><p>Num de cheques emit. 200 275 500 975</p><p>Num de faturas emitid. 200 250 360 810</p><p>Num de visitas 150 250 600 1000</p><p>Num pedidos de venda 250 300 400 950</p><p>Atribuição dos custos das atividades aos produtos</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Pelo sistema de custeio ABC – Versão 2</p><p>A versão 1 do sistema de custeio ABC tem como objetivo o custeio</p><p>do produto. Já a versão 2 tem na abordagem gerencial e na gestão</p><p>estratégica de custos os seus principais pilares.</p><p>24</p><p>Custos das atividades</p><p>Atividades Custos Custo por direcionador</p><p>Efetuar registros fiscais $ 7.000 $ 3,33 / registro</p><p>Pagar Fornecedores $ 10.000 $ 10,26 / cheque</p><p>Receber Faturas $ 33.000 $ 40,74 / recebimento</p><p>Visitar clientes $ 30.000 $ 30,00 / visita</p><p>Emitir pedidos $ 13.000 $ 13,68 / pedido</p><p>Total $ 93.000</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Pelo sistema de custeio ABC – Versão 2</p><p>A versão 2 do custeio ABC foi</p><p>concebida de forma a possibilitar a</p><p>análise de custos sob a visão</p><p>econômica de custeio (visão vertical)</p><p>e a visão de aperfeiçoamento de</p><p>processos (visão horizontal)</p><p>Visão</p><p>Vertical</p><p>Visão Horizontal</p><p>Produtos Custos Dir CIF e Desp Custo tot Preço Lucro unit. Margem</p><p>Camisetas $ 3,75 $ 4,28 $ 8,03 $ 10,00 $ 1,97 19,7%</p><p>Vestidos $ 5,75 $24,85 $ 30,60 $ 22,00 ($ 8,60) 39,1%</p><p>Calças $ 4,25 $ 9,67 $ 13,92 $ 16,00 $ 2,08 13,0%</p><p>Demonstração de resultados</p><p>Camisetas Vestidos Calças Total</p><p>Vendas $ 180.000 $ 92.400 $ 208.000 $480.400</p><p>Custos diretos $ 67.500 $ 24.150 $ 55.250 $146.900</p><p>Custos das atividades $ 77.026 $ 104.362 $ 125.632 $307.020</p><p>Lucro antes IR $ 35.474 $ -36.112 $ 27.118 $ 26.480</p><p>Demonstração de resultados</p><p>Camisetas Vestidos Calças</p><p>S/ Departamentalização 3º 1º 2º</p><p>C/ Departamentalização 1º 2º 3º</p><p>ABC 1ª Versão 2º 3º 1º</p><p>ABC 2ª Versão 1º 3º 2º</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Pelo sistema de custeio ABC – Versão 2</p><p>Produtos Custos Dir CIF e Desp Custo tot Preço Lucro unit. Margem</p><p>Camisetas $ 3,75 $ 4,28 $ 8,03 $ 10,00 $ 1,97 19,7%</p><p>Vestidos $ 5,75 $24,85 $ 30,60 $ 22,00 ($ 8,60) 39,1%</p><p>Calças $ 4,25 $ 9,67 $ 13,92 $ 16,00 $ 2,08 13,0%</p><p>Demonstração de resultados</p><p>Camisetas Vestidos Calças Total</p><p>Vendas $ 180.000 $ 92.400 $ 208.000 $480.400</p><p>Custos diretos $ 67.500 $ 24.150 $ 55.250 $146.900</p><p>Custos das atividades $ 77.026 $ 104.362 $ 125.632 $307.020</p><p>Lucro antes IR $ 35.474 $ -36.112 $ 27.118 $ 26.480</p><p>Exemplo: Empresa de Confecções</p><p>Pelo sistema de custeio ABC – Versão 2</p><p>Notem que o vestido agora está gerando um prejuízo de R$ 36.112,00,</p><p>apesar da empresa continuar com um lucro de R$ 26.480,00.</p><p>Nessas condições ele deve ser eliminado?</p><p>Se elimina-lo o resultado da empresa vai melhorar?</p><p>Reflitam. Retomaremos a essa discussão após conhecermos os conceitos</p><p>de Margem de Contribuição ( MC) e com mais detalhes no Capítulo 24</p><p>25</p><p>Considerações finais</p><p>• O ABC é, na realidade, uma ferramenta de gestão de custos,</p><p>muito mais do que de custeio do produto;</p><p>• O ABC pode ser um instrumento de mudança, porém, é</p><p>necessário que as pessoas tenham disposição e motivação para</p><p>promover essas mudanças;</p><p>• Uma das grande vantagens do ABC frente aos outros sistemas</p><p>de custos é que ele permite uma análise que não se restringe</p><p>apenas ao produto mas também aos processos, melhorando o</p><p>desempenho competitivo da empresa;</p><p>• As bases de alocação devem refletir, adequadamente, as</p><p>relações de causa e efeito entre os recursos consumidos e as</p><p>atividades, e entre estas e os objetos de custos;</p><p>CUSTEIO ABC _ RESUMO</p><p>• O ABC</p><p>é uma ferramenta que permite melhor visualização</p><p>dos custos através da análise das atividades executadas dentro</p><p>da empresa e suas respectivas relações com os produtos.</p><p>• Para se utilizar o ABC, é necessária a definição das atividades</p><p>relevantes dentro dos departamentos, bem como dos</p><p>direcionadores de custos de recursos que irão alocar os diversos</p><p>custos incorridos às atividades.</p><p>• Custeadas as atividades, a relação entre estas e os produtos</p><p>são definidas pelos direcionadores de custos de atividades, que</p><p>levam o custo de cada atividade aos produtos (unidade, linhas</p><p>ou famílias).</p><p>• Direcionador de custos é o fator que determina o nível de</p><p>custo de uma atividade.</p><p>Produto A Produto B</p><p>Preço de Venda 80 95</p><p>Volume de produção 12.000 4.490</p><p>Material direto 20 27,95</p><p>Mão de obra direta 10 5</p><p>CIP 500.000</p><p>ATIVIDADES $</p><p>Inspecionar material 60.000</p><p>Armazenar material 50.000</p><p>Controlar estoques 40.000</p><p>Processar produtos (máquinas) 150.000</p><p>Controlar processos (Engenharia) 200.000</p><p>TOTAL 500.000</p><p>Direcionadores A B</p><p>Nº lotes inspec. e armazenados 3 7</p><p>Nº h/maq. de Proces. de Prods. 4000 6000</p><p>Dedicação tempo engenheiros 25% 75%</p><p>Pede-se para calcular:</p><p>a) O valor dos CIPs de cada</p><p>produto, utilizando o custo de</p><p>MOD como base de rateio;</p><p>b) Idem, rateando com base no</p><p>custo de material direto;</p><p>c) Idem, pelo custeio baseado em</p><p>atividades (ABC);</p><p>d) O valor e o percentual de lucro</p><p>bruto de cada produto, segundo</p><p>cada uma das 3 abordagens.</p><p>Exercício de fixação</p><p>26</p><p>Produto A Produto B</p><p>Preço de Venda</p><p>Volume de produção</p><p>Material direto</p><p>Mão de obra direta</p><p>CIP</p><p>MOD CIP aplicado</p><p>MOD do Produto A</p><p>MOD do Produto B</p><p>Total</p><p>Taxa aplicação CIP</p><p>Exercício de fixação</p><p>Produto A Produto B</p><p>Preço de Venda 80 95</p><p>Volume de produção 12.000 4.490</p><p>Material direto 20 27,95</p><p>Mão de obra direta 10 5</p><p>CIP 500.000</p><p>MOD CIP aplicado</p><p>MOD do Produto A $ 10 x 12.000 = 120.000 $ 421.200</p><p>MOD do Produto B $ 5 x 4.490 = 22.450 $ 78.800</p><p>Total $ 142.450 $ 500.000</p><p>Taxa aplicação CIP $ 500.000/142.450 = $ 3,51</p><p>Exercício de fixação _ Gabarito</p><p>Produto A Produto B</p><p>Preço de Venda</p><p>Volume de produção</p><p>Material direto</p><p>Mão de obra direta</p><p>CIP</p><p>MD CIP aplicado</p><p>MD do Produto A</p><p>MD do Produto B</p><p>Total</p><p>Taxa aplicação CIP</p><p>Exercício de fixação</p><p>27</p><p>Produto A Produto B</p><p>Preço de Venda 80 95</p><p>Volume de produção 12.000 4.490</p><p>Material direto 20 27,95</p><p>Mão de obra direta 10 5</p><p>CIP 500.000</p><p>MD CIP aplicado</p><p>MD do Produto A $ 20 x 12.000 = 240.000 $ 328.320</p><p>MD do Produto B $ 27,95 x 4.490 = 125.496 $ 171.680</p><p>Total $ 365.496 $ 500.000</p><p>Taxa aplicação CIP $ 500.000/365.496 = $ 1,368</p><p>Exercício de fixação _ Gabarito</p><p>Atividades Direcionadores Produto A Produto B</p><p>Inspecionar</p><p>Armazenar</p><p>Controlar</p><p>Processar</p><p>Controlar</p><p>Atividades Produto A Produto B Total</p><p>Inspecionar</p><p>Armazenar</p><p>Controlar</p><p>Processar</p><p>Controlar</p><p>Total</p><p>Exercício de fixação</p><p>Atividades Direcionadores Produto A Produto B</p><p>Inspecionar Nº de lotes inspec. e armaz. 30% 70%</p><p>Armazenar Nº de lotes inspec. e armaz. 30% 70%</p><p>Controlar Nº de lotes inspec. e armaz. 30% 70%</p><p>Processar Nº de horas maq. 40% 60%</p><p>Controlar Dedicação engenheiros 25% 75%</p><p>Atividades Produto A Produto B Total</p><p>Inspecionar 18.000 42.000 60.000</p><p>Armazenar 15.000 35.000 50.000</p><p>Controlar 12.000 28.000 40.000</p><p>Processar 60.000 90.000 150.000</p><p>Controlar 50.000 150.000 200.000</p><p>Total 155.000 345.000 500.000</p><p>Exercício de fixação _ Gabarito</p><p>28</p><p>DRE (CIP MOD) Produto A Produto B Total</p><p>Receita</p><p>(-) Custos diretos</p><p>Material</p><p>MOD</p><p>(-) CIP</p><p>Lucro Bruto</p><p>Margem Bruta</p><p>DRE (CIP MD) Produto A Produto B Total</p><p>Receita</p><p>(-) Custos diretos</p><p>Material</p><p>MOD</p><p>(-) CIP</p><p>Lucro Bruto</p><p>Margem Bruta</p><p>Exercício de fixação</p><p>DRE (CIP MOD) Produto A Produto B Total</p><p>Receita 960.000 426.550 1.386.550</p><p>(-) Custos diretos</p><p>Material 240.000 125.495,50 365.495,50</p><p>MOD 120.000 22.450 142.450</p><p>(-) CIP 421.200 78.800 500.000</p><p>Lucro Bruto 178.800 199.804,50 378.604,50</p><p>Margem Bruta 18,63% 46,84% 27,31%</p><p>DRE (CIP MD) Produto A Produto B Total</p><p>Receita 960.000 426.550 1.386.550</p><p>(-) Custos diretos</p><p>Material 240.000 125.495,50 365.495,50</p><p>MOD 120.000 22.450 142.450</p><p>(-) CIP 328.320 171.680 500.000</p><p>Lucro Bruto 271.680 106.924,50 378.604,50</p><p>Margem Bruta 28,30% 25,07% 27,31%</p><p>Exercício de fixação _ Gabarito</p><p>DRE (CIP ABC) Produto A Produto B Total</p><p>Receita</p><p>(-) Custos diretos</p><p>Material</p><p>MOD</p><p>(-) CIP</p><p>Lucro Bruto</p><p>Margem Bruta</p><p>Exercício de fixação</p><p>29</p><p>DRE (CIP ABC) Produto A Produto B Total</p><p>Receita 960.000 426.550 1.386.550</p><p>(-) Custos diretos</p><p>Material 240.000 125.495,50 365.495,50</p><p>MOD 120.000 22.450 142.450</p><p>(-) CIP 155.000 345.000 500.000</p><p>Lucro Bruto 445.000 (66.395,50) 378.604,50</p><p>Margem Bruta 46,35% - 15,57% 27,31%</p><p>Exercício de fixação _ Gabarito</p><p>Exercício 8.1:</p><p>Assinale a alternativa correta:</p><p>1. Na literatura do Custeio Baseado em Atividades (ABC), os</p><p>fatores utilizados para mensurar a maneira e a intensidade</p><p>com que os objetos de custeio “consomem” as atividades são</p><p>denominados:</p><p>a) Critérios de rastreamento;</p><p>b) Critérios e bases de rateio;</p><p>c) Critérios e bases de alocação;</p><p>d) Direcionadores de custos de recursos;</p><p>e) Direcionadores de custos de atividades.</p><p>2. Um exemplo clássico de Custeio baseado em Volume de</p><p>produção (VBC) é aquele que rateia custos indiretos com base em:</p><p>a) Mão-de-obra direta;</p><p>b) Número de transações;</p><p>c) Direcionadores de custos;</p><p>d) Intensidade das transações;</p><p>e) Direcionadores de atividades.</p><p>Exercício 8.1 _ Gabarito</p><p>Assinale a alternativa correta:</p><p>1. Na literatura do Custeio Baseado em Atividades (ABC), os</p><p>fatores utilizados para mensurar a maneira e a intensidade</p><p>com que os objetos de custeio “consomem” as atividades são</p><p>denominados:</p><p>a) Critérios de rastreamento;</p><p>b) Critérios e bases de rateio;</p><p>c) Critérios e bases de alocação;</p><p>d) Direcionadores de custos de recursos;</p><p>e) Direcionadores de custos de atividades.</p><p>2. Um exemplo clássico de Custeio baseado em Volume de</p><p>produção (VBC) é aquele que rateia custos indiretos com base em:</p><p>a) Mão-de-obra direta;</p><p>b) Número de transações;</p><p>c) Direcionadores de custos;</p><p>d) Intensidade das transações;</p><p>e) Direcionadores de atividades.</p><p>30</p><p>Exercício 8.1:</p><p>Assinale a alternativa correta:</p><p>3. O ABC, quando aplicado exclusivamente no contexto de cada</p><p>departamento, isto é, sem a visão de processos, e preocupado</p><p>apenas em melhorar a acurácia do cálculo do custo dos produtos, é</p><p>conhecido como:</p><p>a) Fase avançada;</p><p>b) Primeira geração;</p><p>c) Segunda geração;</p><p>d) Abordagem preliminar;</p><p>e) Aperfeiçoamento de processos.</p><p>Exercício 8.1 _ Gabarito</p><p>Assinale a alternativa correta:</p><p>3. O ABC, quando aplicado exclusivamente no contexto de cada</p><p>departamento, isto é, sem a visão de processos, e preocupado</p><p>apenas em melhorar a acurácia do cálculo do custo dos produtos, é</p><p>conhecido como:</p><p>a) Fase avançada;</p><p>b) Primeira geração;</p><p>c) Segunda geração;</p><p>d) Abordagem preliminar;</p><p>e) Aperfeiçoamento de processos.</p><p>Exercício 8.1:</p><p>Assinale a alternativa correta:</p><p>4. Qual é o objeto final de custeio (portador final de custos) no</p><p>Custeio Baseado em Atividades de primeira geração?</p><p>a) Produtos;</p><p>b) Atividades;</p><p>c) Processos;</p><p>d) Departamentos;</p><p>e) Centros de custos.</p><p>5. Os direcionadores de custos de recursos também são conhecidos</p><p>na literatura do ABC como direcionadores:</p><p>a) Transitórios;</p><p>b) Secundários;</p><p>c) De atividades;</p><p>d) De primeiro estágio;</p><p>e) De segundo estágio.</p><p>31</p><p>Exercício 8.1 _ Gabarito</p><p>Assinale a alternativa correta:</p><p>4. Qual é o objeto final de custeio (portador final de custos) no</p><p>Custeio Baseado em Atividades de primeira geração?</p><p>a) Produtos;</p><p>b) Atividades;</p><p>c) Processos;</p><p>d) Departamentos;</p><p>e) Centros de custos.</p><p>5. Os direcionadores de custos de recursos também são conhecidos</p><p>na literatura do ABC como direcionadores:</p><p>a) Transitórios;</p><p>b) Secundários;</p><p>c) De atividades;</p><p>d) De primeiro estágio;</p><p>e) De segundo estágio.</p><p>Exercício 8.2</p><p>Custos indiretos Valor</p><p>Salários e encargos sociais R$ 204.000</p><p>Depreciação de equipamentos R$ 34.000</p><p>Viagens e estadas R$ 20.000</p><p>Aluguel R$ 10.000</p><p>Outros R$ 7.000</p><p>Atividades</p><p>Projetar novos produtos</p><p>Elaborar fichas técnicas</p><p>Treinar funcionários</p><p>Cargo Tempo disponível (em h) Salários (em $)</p><p>1 gerente 2.000 60.000</p><p>1 secretária 2.000 12.000</p><p>3 engenheiros 6.000 120.000</p><p>2 estagiários 2.000 12.000</p><p>Quadro de pessoal com respectivos salários e tempo disponível</p><p>Exercício 8.2:</p><p>Funcionário Projetar novos produtos Elaborar fichas técnicas Treinar funcionários</p><p>Gerente 0,7 -x- 0,3</p><p>Secretária -x- -x- -x-</p><p>Engenheiro 0,5 0,2 0,3</p><p>Estagiário -x- 1,0 -x-</p><p>Tempo gasto nas atividades</p><p>Recursos Projetar novos produtos Elaborar fichas técnicas Treinar funcionários</p><p>Depreciação 0,3 0,2 0,5</p><p>Viagens 1,0 -x- -x-</p><p>Aluguel 0,4 0,1 0,5</p><p>Consumo de recursos pela atividades</p><p>Pede-se calcular o custo de cada atividade</p><p>75% do tempo da secretária eram utilizados para dar assistência ao gerente; o restante, aos três engenheiros.</p><p>32</p><p>Exercício 8.2:</p><p>Custos Projetar Prod. Elaborar fichas Treinar func. Total</p><p>Salários:</p><p>Gerente</p><p>Engenheiros</p><p>Estagiários</p><p>Secretária</p><p>Sub total</p><p>Depreciação</p><p>Viagens</p><p>Aluguel</p><p>Outros</p><p>Total</p><p>Atividades</p><p>Exercício 8.2 _ Gabarito</p><p>Custos Projetar Prod. Elaborar fichas Treinar func. Total</p><p>Salários:</p><p>Gerente 42.000 -x- 18.000 60.000</p><p>Engenheiros 60.000 24.000 36.000 120.000</p><p>Estagiários -x- 12.000 -x- 12.000</p><p>Secretária 7.800 600 3.600 12.000</p><p>Sub total 109.800 36.600 57.600 204.000</p><p>Depreciação 10.200 6.800 17.000 34.000</p><p>Viagens 20.000 -x- -x- 20.000</p><p>Aluguel 4.000 1.000 5.000 10.000</p><p>Outros 3.768 1.256 1.976 7.000</p><p>Total 147.768 45.656 81.576 275.000</p><p>Atividades</p><p>Exercício 8.3:</p><p>Requeijão Queijo</p><p>Matéria-prima 12 18</p><p>Mão-de-obra 6 3</p><p>Custos diretos/unidade</p><p>Atividade $</p><p>Inspecionar MP 8.000</p><p>Armazenar MP 6.000</p><p>Controlar estoques 5.000</p><p>Processar produtos (maq.) 15.000</p><p>Controlar processos (eng.) 20.000</p><p>TOTAL 54.000</p><p>CIP referente as atividades</p><p>Requeijão Queijo</p><p>Nº lotes inspecionados e armazenados 15 60</p><p>Nº de pedidos de entrega de produtos 120 140</p><p>Nº de h/maq. de processamento prod. 4.000 6.000</p><p>Nº de horas de transporte 210 295</p><p>Dedicação do tempo dos engenheiros (h) 50 150</p><p>Direcionadores de custos e sua distribuição</p><p>Requeijão Queijo</p><p>QP e Vend. 6.000 3.000</p><p>Preço/unid $ 30 $ 41</p><p>Custos diretos/unidade</p><p>Pede-se: o CIP de</p><p>cada produto</p><p>utilizando MOD e MP</p><p>como base de rateio;</p><p>utilizando o ABC ; o</p><p>valor e % de LB de</p><p>cada produto 2º as</p><p>abordagens acima.</p><p>33</p><p>Exercício 8.3:</p><p>CIP rateados à base de MP</p><p>MP do requeijão: 12/un. x 6.000 un . = 72.000</p><p>MP do queijo: 18/un. x 3.000 un. = 54.000</p><p>Total = 126.000</p><p>Taxa de aplicação dos CIP: 54.000/126.000 = $ 0,429 por $ 1,00 de MP</p><p>Requeijão: 0,429*12*6.000 = $ 30.857</p><p>Queijo: 0,429*18*3.000 = $ 23.143</p><p>Total = $ 54.000</p><p>Produtos Receita Custos Diretos CIP Custo Total Lucro Bruto Margem</p><p>Requeijão 180.000 108.000 30.857 138.857 41.143 22,86%</p><p>Queijo 123.000 63.000 23.143 86.143 36.857 29,97%</p><p>MB 303.000 171.000 54.000 225.000 78.000 25,74%</p><p>Exercício 8.3:</p><p>CIP rateados à base de MOD</p><p>MOD do requeijão: 6/un. x 6.000 un. = 36.000</p><p>MOD do queijo: 3/un. x 3.000 un. = 9.000</p><p>Total = 45.000</p><p>Taxa de aplicação dos CIP: 54.000/45.000 = $1,20 por $ 1,00 de MOD</p><p>Requeijão: 1,20 x 6 x 6.000 = $ 43.200</p><p>Queijo: 1,20 x 3 x 3.000 = $ 10.800</p><p>Total = $ 54.000</p><p>Produtos Receita Custos Diretos CIP Custo Total Lucro Bruto Margem</p><p>Requeijão 180.000 108.000 43.200 151.200 28.800 16,00%</p><p>Queijo 123.000 63.000 10.800 73.800 49.200 40,00%</p><p>MB 303.000 171.000 54.000 225.000 78.000 25,74%</p><p>Exercício 8.3:</p><p>Atividade % Requeijão ($) % Queijo ($) %</p><p>total</p><p>Total</p><p>Inspecionar MP 20% 1.600 80% 6.400 100% 8.000</p><p>Armazenar MP 20% 1.200 80% 4.800 100% 6.000</p><p>Controlar estoques 20% 1.000 80% 4.000 100% 5.000</p><p>Processar produtos 40% 6.000 60% 9.000 100% 15.000</p><p>Controlar processo 25% 5.000 75% 15.000 100% 20.000</p><p>TOTAL -x- 14.800 -x- 39.200 -x- 54.000</p><p>CIP alocado pelo ABC</p><p>Produtos Receita Custos Diretos CIP Custo Total Lucro Bruto Margem</p><p>Requeijão 180.000 108.000 14.800 122.800 57.000 31,78%</p><p>Queijo 123.000 63.000 39.200 102.200 20.800 16,91%</p><p>MB 303.000 171.000 54.000 225.000 78.000 25,74%</p><p>34</p><p>Exercício 8.4:</p><p>Valor ($)</p><p>Chamadas locais (A) 790.715</p><p>Consertos domiciliares (B) 994.620</p><p>Receita líquida</p><p>Atividade $</p><p>Realizar manutenção preventiva 150.000</p><p>Realizar manutenção corretiva 180.000</p><p>Supervisionar serviços 70.000</p><p>Controlar qualidade serviços 100.000</p><p>TOTAL 500.000</p><p>CIP referente as atividades</p><p>A B</p><p>Nº de horas de manutenção preventiva 1.000 5.000</p><p>Nº de pedidos de manutenção corretiva 5 20</p><p>Tempo dedicado pelos supervisores 25% 75%</p><p>Nº de defeitos detectados e corrigidos 10 40</p><p>Nº de pontos de inspeção de controle qualidade 20 80</p><p>Quant. de consertos realizados a domicílio - 0 - 300</p><p>Quantidade de minutos de uso 30.000 - 0 -</p><p>Direcionadores de custos e sua distribuição</p><p>Itens Deprec. veículo Salários Deprec. Planta Material reparo EE</p><p>A - 0 - 200.000 100.000 - 0 - 155.000</p><p>B 80.000 120.000 - 0 - 45.000 - 0 -</p><p>Custos diretos</p><p>Pede-se: o CIP de cada</p><p>serviço utilizando CD e</p><p>MOD como base de rateio;</p><p>utilizando o ABC ; o valor</p><p>e % de LB de cada produto</p><p>2º as abordagens acima.</p><p>Exercício 8.4:</p><p>CIP rateados à base de CD</p><p>MOD do serviço A: 455.000</p><p>MOD do serviço B: 245.000</p><p>Total = 700.000</p><p>Taxa de aplicação dos CIP: 500.000/700.000 = $ 0,71429 por $ 1,00 de CD</p><p>Serviço A: 0,71429*455.000 = $ 325.000</p><p>Serviço B: 0,71429*245.000 = $ 175.000</p><p>Total = $ 500.000</p><p>Serviços Receita Custos Diretos CIP Custo Total Lucro Bruto Margem</p><p>Serviço A 790.715 455.000 325.000 780.000 10.715 1,36%</p><p>Serviço B 994.620 245.000 175.000 420.000 574.620 57,78%</p><p>MB 1.785.335 700.000 500.000 1.200.000 585.335 32,79%</p><p>Exercício 8.4:</p><p>CIP rateados à base de MOD</p><p>MOD do serviço A: 200.000</p><p>MOD do serviço B: 120.000</p><p>Total = 320.000</p><p>Taxa de aplicação dos CIP: 500.000/320.000 = $ 1,5625 por $ 1,00 de MP</p><p>Serviço A: 1,5625*200.000 = $ 312.500</p><p>Serviço B: 1,5625*120.000 = $ 187.500</p><p>Total = $ 500.000</p><p>Serviços Receita Custos Diretos CIP Custo Total Lucro Bruto Margem</p><p>Serviço A 790.715 455.000 312.500 767.500 23.215 2,94%</p><p>Serviço B 994.620 245.000 187.500 432.500 562.120 56,52%</p><p>MB 1.785.335 700.000 500.000 1.200.000 585.335 32,79%</p><p>35</p><p>Exercício 8.4:</p><p>Atividade FC</p><p>A</p><p>Serviço A ($) FC</p><p>B</p><p>Serviço B</p><p>($)</p><p>FC</p><p>total</p><p>Total</p><p>Realizar manut. prev. 1/6 25.000 5/6 125.000 6/6 150.000</p><p>Realizar manut. corret. 1/5 36.000 4/5 144.000 5/5 180.000</p><p>Supervisionar serviços 25% 17.500 75% 52.500 100% 70.000</p><p>Controlar qualidade 20% 20.000 80% 80.000 100% 100.000</p><p>TOTAL -x- 98.500 -x- 401.500 -x- 500.000</p><p>CIP alocado pelo ABC</p><p>Serviços Receita Custos Diretos CIP Custo Total Lucro Bruto Margem</p><p>Serviço A 790.715 455.000 98.500 553.500 237.215 30,00%</p><p>Serviço B 994.620 245.000 401.500 646.500 348.120 35,00%</p><p>MB 1.785.335 700.000 500.000 1.200.000 585.335 32,79%</p><p>Exercício Avaliativo 9 - P/ ser entregue no SIGAA em 18/06/24</p><p>Um laboratório farmacêutico produz dois medicamentos da linha</p><p>de dermatologia ONT1 e BUL2.</p><p>Tabela 1 Preços e volumes normais de produção e vendas</p><p>OBS: sobre a receita bruta incidem 20% de tributos.</p><p>Tabela 2 Custos diretos de produção (por un.)</p><p>Produtos Preço de venda</p><p>bruto (por un.)</p><p>Volume (em</p><p>unidades)</p><p>ONT1 R$ 100 12.000</p><p>BUL2 R$ 75 9.000</p><p>Produtos Materiais MOD</p><p>ONT1 R$ 45 R$ 20</p><p>BUL2 R$ 25 R$ 14</p><p>Tabela 3 Custos indiretos de produção</p><p>por departamentos (em R$)</p><p>Por meio de entrevistas foram identificadas as seguintes atividades</p><p>e respectivos direcionadores de custos, a saber:</p><p>Custos Almoxarifado Contr. Qual. Manutenção Adm. Prod.</p><p>Consumo água 11.500 2.000 2.000 3.500</p><p>Manutenção 16.000 10.000 6.000 15.000</p><p>Salários 40.000 6.500 6.000 20.000</p><p>Energia eletr. 15.000 4.000 3.000 8.000</p><p>Depreciação 30.000 22.500 5.000 50.000</p><p>Aluguel 12.500 5.000 3.000 3.500</p><p>Exercício Avaliativo 9 - P/ ser entregue no SIGAA em 18/06/24</p><p>36</p><p>Tabela 4 Departamento de Almoxarifado</p><p>Atividades Custos (R$) Direc. de Custos Quantidade</p><p>Receber materiais 35.000 Nº de recebimentos 3.000</p><p>Movimentar materiais 40.000 Nº de caixas 1.000</p><p>Expedir produtos 50.000 Nº de expedições 2.000</p><p>Produtos Nº de recebimentos Nº de caixas Nº de expedições</p><p>ONT1 1.800 700 1.100</p><p>BUL2 1.200 300 900</p><p>Exercício Avaliativo 9 - P/ ser entregue no SIGAA em 18/06/24</p><p>Tabela 5 Departamento de Controle de Qualidade</p><p>Atividades Custos (R$) Direc. de Custos Quantidade</p><p>Efetuar controle do</p><p>processo de produção</p><p>20.000 Nº de ordens de</p><p>produção</p><p>4.000</p><p>Inspecionar processo</p><p>de produção</p><p>30.000 Quant. de pontos</p><p>de inspeção</p><p>5.000</p><p>Produtos Nº de ordens de produção Quantidade de inspeções</p><p>ONT1 2.400 1.800</p><p>BUL2 1.600 3.200</p><p>Exercício Avaliativo 9 - P/ ser entregue no SIGAA em 18/06/24</p><p>Tabela 6 Departamento de Manutenção</p><p>Atividades Custos (R$) Direc. de Custos Quantidade</p><p>Realizar manutenção</p><p>preventiva de equiptº.</p><p>15.000 Nº de horas de</p><p>manut. preventiva</p><p>3.000</p><p>Realizar manutenção</p><p>corretiva de equiptº</p><p>10.000 Nº de pedidos de</p><p>manut. corretiva</p><p>2.000</p><p>Produtos Nº de horas de</p><p>manutenção preventiva</p><p>Nº de pedidos de</p><p>manutenção corretiva</p><p>ONT1 1.560 1.100</p><p>BUL2 1.440 900</p><p>Exercício Avaliativo 9 - P/ ser entregue no SIGAA em 18/06/24</p><p>37</p><p>Tabela 7 Departamento de Administração de Produção</p><p>Pede-se calcular:</p><p>a) O valor dos custos indiretos de cada produto;</p><p>b) O valor do lucro bruto de cada produto; e</p><p>c) O percentual de lucro de cada produto (margem bruta</p><p>percentual).</p><p>Atividades Custos (R$) Direc. de Custos Quantidade</p><p>Efetuar fechamento de</p><p>ordens de produção</p><p>50.000 Nº de ordens de</p><p>produção</p><p>4.000</p><p>Programar produção 50.000 Tempo dedicado</p><p>pelos engenheiros</p><p>5.000</p><p>Produtos Nº de ordens de produção Nº de horas dos engenheiros</p><p>ONT1 2.400 2.000</p><p>BUL2 1.600 3.000</p><p>Exercício Avaliativo 9 - P/ ser entregue no SIGAA em 18/06/24</p><p>176</p><p>Característica Classificação</p><p>Mecânica de</p><p>acumulação</p><p>Por Ordem: quando a produção é feita por encomenda;</p><p>Por processo: quando a produção é feita de forma contínua.</p><p>Grau de</p><p>absorção</p><p>(absorção dos CIP)</p><p>Por absorção: quando os custos indiretos são transferidos aos</p><p>produtos, serviços ou atividades; Exemplos: Custeio por absorção</p><p>parcial, absorção pleno, ABC, RKW, etc.</p><p>Direto: quando apenas os custos diretos são considerados no cálculo</p><p>do custo do produto ou serviço.</p><p>Momento de</p><p>apuração</p><p>Custo real: equivalem aos custos reais apurados no final do período;</p><p>Custo orçado: representam o custo alocado ao produto mediante</p><p>taxas predeterminadas de custos indiretos de produção;</p><p>Custo padrão: custo cientificamente predeterminado, constituindo</p><p>base para avaliação de desempenho efetivo. Representa o quanto o</p><p>produto deveria custar.</p><p>Classificação dos sistemas de custeio</p><p>Bruni e Famá (2004)</p><p>177</p><p>Produção por Ordem x</p><p>Produção Contínua</p><p>Produção por ordem:</p><p>• Produção sob encomenda</p><p>• Exemplos:</p><p>• Indústrias pesadas,</p><p>• Fabricantes de equipamentos especiais,</p><p>• Algumas industrias de móveis,</p><p>• Construção civil, Empresas de consultoria, de engenharia</p><p>Produção Contínua:</p><p>• Produtos iguais de forma contínua</p><p>• Exemplos:</p><p>• Indústrias de cimento,</p><p>• automobilística,</p><p>• de alimentos,</p><p>• serviços de telefonia, energia elétrica</p><p>Sistemas de acumulação de custos</p><p>Forma da empresa trabalhar</p><p>38</p><p>178</p><p>Diferenças no tratamento contábil:</p><p>Produção por Ordem: Custos acumulados em uma conta</p><p>específica para cada ordem. Essa conta só para de receber</p><p>custos quando a ordem estiver encerrada. Se caso termine um</p><p>período contábil e o produto estiver em elaboração, não há</p><p>encerramento, permanecendo os custos na forma de bens em</p><p>elaboração, no ativo; quando a ordem terminar transfere-se</p><p>para estoque produtos acabados ou para CPV.</p><p>Produção Contínua: Custos acumulados em cada</p><p>linha de produção; essas contas são encerradas no fim</p><p>dos períodos contábeis. Não há encerramento das</p><p>contas enquanto os produtos são elaborados, mas</p><p>somente no fim dos períodos.</p><p>179</p><p>Produção por Ordem</p><p>OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM: Capítulo 12</p><p>• Compreender a distinção entre produção por ordem</p><p>e produção contínua;</p><p>• Entender o tratamento contábil dado a produção por</p><p>ordem;</p><p>• Entender os principais critérios de reconhecimento</p><p>de custos e receitas em encomendas de longo prazo</p><p>de execução;</p><p>• Conhecer o tratamento contábil de ordens de</p><p>produção danificadas.</p><p>180</p><p>Custos por ordem de produção</p><p>• Os custos são acumulados por ordem de produção ou de serviços;</p><p>• A ordem só para de receber custos quando encerrada;</p><p>• No fim de um exercício, o valor das ordens não terminadas são</p><p>produtos em elaboração.</p><p>Departamento</p><p>1</p><p>Departamento</p><p>2</p><p>Ordem de Produção N o.</p><p>Cliente:</p><p>Produto: Lote no</p><p>Data início: D ata término:</p><p>M D M OD C IF Total</p><p>Ordem de P rodução N o.</p><p>Cliente:</p><p>Produto: Lote no</p><p>Data início: D ata término:</p><p>M D M OD C IF Total</p><p>39</p><p>181</p><p>12. Custos por ordem de produção</p><p>Danificações de materiais dentro da normalidade:</p><p>• Custo da ordem ou</p><p>• Custo indireto rateados à produção do período</p><p>Danificações de ordens inteiras:</p><p>• Perdas do período</p><p>Encomendas de longo prazo:</p><p>• Reconhece-se o custo incorrido por período e apropria-se</p><p>parte da receita por período</p><p>• proporcional ao custo total;</p><p>• proporcional ao custo de conversão;</p><p>• proporcional ao grau de dificuldade de cada fase;</p><p>• proporcional aos valores contratados em cada fase.</p><p>182</p><p>Produção por Ordem</p><p>RESUMO:</p><p>• Produção por ordem ou intermitente consiste na</p><p>produção de um ou de vários produtos de forma não</p><p>continuada;</p><p>• Produção contínua ou por processo reside na elaboração</p><p>dos mesmos produtos ou na prestação do mesmo serviço</p><p>de forma continuada por um longo período;</p><p>• Em termos de custos, a diferença reside em se apropriar</p><p>na produção contínua custos por tempo (mês, por</p><p>exemplo), para a divisão pelo número de unidades feitas,</p><p>chegando-se assim ao custo médio de cada unidade</p><p>produzida;</p><p>183</p><p>Produção por Ordem</p><p>RESUMO:</p><p>• Enquanto na produção por ordem se alocam os custos até</p><p>o término da respectiva ordem de produção do bem ou</p><p>serviço, independentemente dos períodos de tempo</p><p>transcorridos;</p><p>• As encomendas de longo prazo de duração podem ser</p><p>tratadas diferentemente do que é normal na</p><p>contabilidade: podem ter seu resultado apropriado a</p><p>cada período proporcionalmente à parte executada, sem</p><p>necessidade de se esperar pelo término e entrega do bem</p><p>ou serviço ;</p><p>40</p><p>Exercício Proposto</p><p>A empresa ICMEP, produtora de bens de capital, aceitou uma encomenda de</p><p>um cliente para produzir um equipamento, com as seguintes condições:</p><p>Preço total: R$ 540.000;</p><p>Prazo de execução: dois períodos</p><p>Pagamento: 40% no ato, 30% um período após e o saldo na entrega.</p><p>A ICMEP comprou todo material necessário à construção do equipamento no</p><p>início da execução da encomenda, pelo preço total de R$ 120.000; desse material</p><p>comprado utilizou 60% no primeiro período. Ela costuma acrescer 10% sobre o preço de</p><p>compra como margem de lucro na aplicação do material.</p><p>No primeiro período contábil, a ICMEP trabalhou 5.000hs do total previsto de</p><p>11.500hs de mão-de-obra direta para realizar a ordem toda. Essa mão-de-obra teve custo</p><p>de R$ 10/hora (incluindo os encargos), e estima-se que haverá um reajuste de 12% para o</p><p>próximo período.</p><p>A taxa de apropriação de custos indiretos é de R$ 20 por hora de MOD no</p><p>primeiro período e R$ 22,40 no segundo.</p><p>O critério utilizado pela empresa para reconhecimento da receita é o seguinte:</p><p>• uma parcela, proporcional ao material empregado, corresponde ao lucro de 10% sobre</p><p>esse material;</p><p>• o saldo da receita é reconhecido</p><p>proporcionalmente ao custo de conversão.</p><p>Os custos incorridos são transferidos para o resultado ao final de cada período. Pede-se</p><p>para calcular os valores: a) do custo de conversão, segregado por período; b) da parcela</p><p>da receita proporcional ao material empregado, também segregada por período; c) do</p><p>resultado global da encomenda; do LB do primeiro período; e do LB do segundo período.</p><p>185</p><p>Exercício Proposto</p><p>Considerações iniciais:</p><p>Notem que no enunciado do exercício temos 3 destaques em vermelho:</p><p>• Pagamento: 40% no ato, 30% um período após e o saldo na entrega;</p><p>Esse primeiro destaque representa a entrada de dinheiro no</p><p>caixa da empresa, ou seja,</p><p>Fechamento do</p><p>Contrato (no ato)</p><p>Recebido 40% 0 1 2Primeiro período Segundo período</p><p>Recebido 30% Recebido 30%</p><p>Valor da encomenda: R$ 540.000,00</p><p>Recebimentos</p><p>No ato do fechamento do contrato (40%) = R$ 216.000,00</p><p>Um período depois a empresa recebeu 30% = R$ 162.000,00</p><p>Saldo remanescente (30%) recebido na entrega da encomenda = R$ 162.000,00</p><p>186</p><p>Exercício Proposto</p><p>Considerações iniciais:</p><p>Notem que no enunciado do exercício temos 3 destaques em vermelho:</p><p>• Uma parcela, proporcional ao material empregado, corresponde ao</p><p>lucro de 10% sobre esse material;</p><p>•O saldo da receita é reconhecido proporcionalmente ao custo de</p><p>conversão.</p><p>Esse segundo destaque representa o reconhecimento de parte da</p><p>receita, ou seja, apenas a parcela relacionada a MP empregada na</p><p>produção do equipamento, com um ganho de 10% sobre ela.</p><p>Notem que para obtermos as receitas de venda teremos que</p><p>trabalhar os insumos utilizados na produção (MP, MOD e CIP) de</p><p>forma “independente”.</p><p>Esse terceiro destaque representa o reconhecimento do saldo</p><p>remanescente da receita, correspondente aos custos de</p><p>transformação empregados (MOD e CIP).</p><p>41</p><p>187</p><p>Exercício Proposto</p><p>Custo de conversão, segregado por período:</p><p>1º período 2º período Total</p><p>MOD 50.000 72.800 122.800</p><p>CIP 100.000 145.600 245.600</p><p>Total 150.000 218.400 368.400</p><p>% 40,72% 59,28% 100%</p><p>Parcela da receita proporcional ao material empregado:</p><p>No primeiro período: 72.000 + 10% = 79.200 60%</p><p>No segundo período: 48.000 + 10% = 52.800 40%</p><p>Total 132.000 100%</p><p>188</p><p>Exercício Proposto</p><p>Resultado global da encomenda:</p><p>Este lucro será reconhecido da seguinte forma:</p><p>• 12.000 com base no material;</p><p>• 39.600 com base no custo de conversão.</p><p>Receita 540.000</p><p>Material (120.000)</p><p>MOD (122.800)</p><p>CIP (245.600)</p><p>Total 51.600</p><p>Exercício Proposto</p><p>Lucro bruto no 1º período:</p><p>Receita:</p><p>Proporcional ao material 79.200</p><p>Proporcional ao custo conversão 166.138 *</p><p>Receita total 245.338</p><p>Custos:</p><p>Material (72.000)</p><p>MOD (50.000)</p><p>CIP (100.000)</p><p>Custo total (222.000)</p><p>Lucro Bruto 23.338</p><p>* A receita de R$ 166.138,00 foi calculada em cima do saldo remanescente (R$</p><p>408.000,00) da receita total. Esse saldo foi calculado pela diferença entre a</p><p>receita total de R$ 540.000,00, apurada na venda do equipamento, e a receita</p><p>referente ao material empregado (R$ 132.000,00 = R$ 120.000,00*10%).</p><p>42</p><p>Exercício Proposto</p><p>Lucro bruto no 2º período:</p><p>Receita:</p><p>Proporcional ao material 52.800</p><p>Proporcional ao custo conversão 241.862</p><p>Receita total 294.662</p><p>Custos:</p><p>Material (48.000)</p><p>MOD (72.800)</p><p>CIP (145.600)</p><p>Custo total (266.400)</p><p>Lucro Bruto 28.262</p><p>191</p><p>QUESTIONAMENTO</p><p>Receita prevista para o 1º ano: R$ 245.338,00</p><p>Entrada de caixa no 1º ano: R$ 378.000,00</p><p>DIFERENÇA: R$ 132.662,00 ?????</p><p>Qual o tratamento contábil dessa diferença?</p><p>Se receber mais do que executou = Passivo Circulante</p><p>(Adiantamento ou Serviços a executar)</p><p>Se receber menos do que executou = Ativo Circulante</p><p>(Contas a receber, Serviços executados a faturar)</p><p>192</p><p>Exercício (12.3)</p><p>A indústria de móveis Pica-Pau S.A. fabrica móveis de escritório sob encomenda. Ao</p><p>receber uma, prevê os custos que são incorridos e, a partir daí, calcula o preço de venda.</p><p>No dia 2 de setembro de 19X9 recebeu 3 encomendas de escrivaninhas (160 grandes, 92</p><p>médias e 95 pequenas). É normal haver perda de algumas unidades no processo de</p><p>produção; por isso a empresa resolveu iniciar as ordens com os seguintes totais: 165, 95 e</p><p>98, respectivamente; provavelmente serão mesmo perdidos estes adicionais.</p><p>Sua previsão foi a seguinte para essas quantidades:</p><p>• matéria-prima: $ 4.950 (p/ as grandes), $ 2.375 (médias) e $ 1.764 (peq.)</p><p>• Outros Custos:</p><p>Custos Parte fixa Parte variável</p><p>Supervisão da fábrica $ 2.250 -</p><p>Depreciação $ 1.600 -</p><p>Energia elétrica - $ 2 /hora-máq</p><p>Mão-de-obra Direta $10 /hora de MOD</p><p>Outros $14.150 $ 8 /hora-máq</p><p>Tempo estimado de fabricação: Grandes – 1,8 hm e 1,4 hmod; Médias – 1,4 hm e 1,0</p><p>hmod; Pequenas – 1,0 hm e 1,0 hmod</p><p>Pede-se: a) Qual o custo de cada encomenda, e seu preço de venda, se a empresa ratear os</p><p>custos indiretos à base de horas máquinas e desejar um lucro bruto de 50% sobre o</p><p>custo?</p><p>b) E se ratear à base de horas de mão-de-obra direta?</p><p>43</p><p>193</p><p>Exercício (12.3)</p><p>OP Escrivaninhas Grandes – 165 unid</p><p>MP $ 4.950</p><p>MOD 165 x 1,4 x 10 = $ 2.310</p><p>CIP 165 x 1,8 x 2 (EE) + 165 x 1,8 x 8</p><p>(CIPVar) + 165 x 1,8 x 18.000 / 528 =</p><p>$ 13.095</p><p>Total $ 20.355,00</p><p>OP Escrivaninhas Médias – 95 unid</p><p>MP $ 2.375</p><p>MOD 95 x 10 x 1,0 = $ 950</p><p>CIP 95 x 1,4 x 2 (EE) + 95 x 1,4 x 8</p><p>(CIPVar) + 95 x 1,4 x 18.000 / 528 =</p><p>$5.864,20</p><p>Total $ 9.189,20</p><p>Preço de venda:</p><p>$ 20.355,00 x 1,5 =</p><p>$ 30.532,50</p><p>Preço de venda:</p><p>$ 9.189,20 x 1,5 =</p><p>$ 13.783,80</p><p>194</p><p>Exercício (12.3)</p><p>OP Escrivaninhas Pequenas – 98 unid</p><p>MP $ 1.764</p><p>MOD 98 x 1 x 10 = $ 980</p><p>CIF 98 x 1 x 2 (EE) + 98 x 1 x 8</p><p>(CIPVar) + 98 x 1 x 18.000/ 528 =</p><p>$ 4.320,80</p><p>Total $ 7.064,80</p><p>Preço de venda:</p><p>$ 7.064,80 x 1,5 =</p><p>$ 10.597,20</p><p>b) Se a base for Horas MOD:</p><p>Escrivaninhas Grandes: Custo $20.036,40 Preço $30.054,60</p><p>Escrivaninhas Médias: Custo $ 8.688,80 Preço $13.033,20</p><p>Escrivaninhas Peq. : Custo $ 7.883,80 Preço $11.750,70</p><p>195</p><p>Exercício (12.3)</p><p>“ Qual deverá ser o tratamento contábil das 11 unidades</p><p>que sobrarem no estoque caso não haja perdas no processo</p><p>produtivo?”</p><p>• As unidades não danificadas devem permanecer no estoque</p><p>pelo valor de fabricação, caso a venda do produto seja</p><p>realizável pelo preço normal ou acima do custo;</p><p>• Caso os produtos não sejam vendáveis, deverão ser</p><p>eliminados do ativo e seu custo tratado como da encomenda</p><p>entregue. Caso consiga vender = receita eventual</p><p>• Caso os produtos sejam vendidos, mas por um preço</p><p>inferior ao custo, ficarão no estoque pelo valor líquido de</p><p>realização e a diferença será tratada como parte do custo</p><p>da encomenda.</p><p>44</p><p>Produção Contínua</p><p>OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM: Capítulo 13</p><p>• Compreender a importância do conceito de</p><p>Equivalência de Produção na Produção Contínua ;</p><p>• Entender a utilização dos métodos PEPS e Custo</p><p>Médio na Produção Contínua;</p><p>CUSTEIO POR PROCESSO</p><p>197</p><p>Custos por processos (produção contínua)</p><p>• Custos acumulados por processos;</p><p>• Custos apurados por período;</p><p>• Produto acabado de um processo é matéria-prima do</p><p>processo posterior.</p><p>Processo</p><p>1</p><p>Processo</p><p>2</p><p>Processo</p><p>3 PA</p><p>MP</p><p>Custo do processo no período</p><p>÷</p><p>Produção Equivalente do período</p><p>=</p><p>Custo unitário</p><p>MOD CIF</p><p>MP</p><p>MOD CIF</p><p>MP</p><p>MOD CIF</p><p>MP</p><p>198</p><p>Custos por processos (produção contínua)</p><p>Produção equivalente:</p><p>Início do período</p><p>Transferidos para</p><p>Produtos Acabados</p><p>Final do período</p><p>Produção equivalente do período no processo =</p><p>4 - 2*0,5 + 1* 0,5 = 3,5 unidades</p><p>Produção Equivalente = EFPA – EIPE + EFPE</p><p>45</p><p>199</p><p>13. Custos por processos - Produção equivalente</p><p>Exemplo:</p><p>1o Período - Sem</p>

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