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<p>Composição do tecido pulpar</p><p>· Tecido conjuntivo frouxo especializado (fibloblastos, células mesenquimaticas indiferenciadas, odontoblastos e células de defesa)</p><p>Fatores etiológicos e fisiológicos das alterações pulpares</p><p>Bacterianos</p><p>Físicos</p><p>Químicos</p><p>Fisiológicos</p><p>Envelhecimento</p><p>Dentina primaria Produzida durante a odontogênese até a erupção do dente na cavidade bucal e completa formação do ápice radicular</p><p>Dentina secundaria Produzida após a erupção dentaria e acontece passivamente durante a vida da pessoa</p><p>Dentina terciaria Resposta do organismo frente as agressões, como carie, traumas</p><p>· Quanto mais próximo do tecido pulpar, mais amplos são os túbulos dentinários tornando a dentina mais permeável a medida que se aproxima da polpa</p><p>· O papel da carie na agressão ao complexo dentina-polpa pode ser compreendido pela difusão de substancias toxicas produzidas pelo microrganismos nesses túbulos dentinários DENTINA TERCIARIA</p><p>Como proceder para preservar a saúde as polpa nos preparos cavitário</p><p>1. Profundidade do preparo</p><p>2. Extensão do preparo</p><p>3. Refrigeração</p><p>4. Limpeza da cavidade</p><p>5. Secagem da cavidade (uso de bolinhas de algodão esterilazados)</p><p>6. Proteção do complexo dentino-pulpar( hidróxido de cálcio e/ou ionômero de vidro)</p><p>Como proceder quando há exposição pulpar?</p><p>É preciso descartar a possibilidade de contaminação bacteriana desta polpa exposta para que possamos ter sucesso no tratamento. Além disso, é necessário utilizar materiais biocompatíveis</p><p>Requisitos dos materiais protetores</p><p>· Estimular a formação de uma barreira dentinaria nas proteções diretas</p><p>· Estimular a produção de vedação tubular da dentina</p><p>· Baixa condutibilidade térmica e elétrica: isolante em restaurações metálicas</p><p>· Resistencia a compressão: suportas forças de condensação mastigatórios</p><p>· Compatibilidade com material restaurador</p><p>· Biocompatibilidade: estimulam a diferenciação celular</p><p>Tratamento conservador da polpa dentaria Tem como objetivo de tratar agressões reversíveis deste tecido, através de seu selamento e do estimulo da formação de dentina terciaria</p><p>Pulpite reversível Leve Resposta positiva – cessa rapidamente em 10 a dor segundos Sem alteração periapical</p><p>Pulpite irreversível Dor espontânea Resposta exacerbada a dor, declínio de até 30 segundos Sem alteração periapical</p><p>Necrose pulpar Dor ausente / intensa percussão Espessamento do ligamento periodontal</p><p>Indicação de tratamento conservador</p><p>Maior índice de sucesso em dentes imaturos</p><p>Pulpite reversível</p><p>Contraindicação de tratamento conservador</p><p>Pulpite irreversível</p><p>Necrose pulpar</p><p>Dentes velhos prognostico desfavorável</p><p>Exame clinico + exame radiográfico + exame operatório</p><p>Classificação dos tratamentos conservadores</p><p>1. Proteção/capeamento pulpar indireta</p><p>· Deter o processo carioso</p><p>· Promover a esclerose dentinaria</p><p>· Deduzir a formação de dentina reacional</p><p>· Promover a remineralizarão</p><p>· Preservação de tecidos passiveis de mineralização e correto diagnostico do tecido pulpar</p><p>2. Tratamento expectante</p><p>Dividido em duas sessões</p><p>1) 1° Sessão</p><p>Radiografia</p><p>Remoção parcial da dentina afetada</p><p>Irrigação, limpeza e secagem da cavidade</p><p>Curativo (hidróxido de cálcio)</p><p>Confecção de restauração provisória</p><p>2) 2°</p><p>Radiografia</p><p>Remoção total de dentina cariada</p><p>Confecção da restauração definitiva</p><p>Acompanhamento radiográfico</p><p>3. Proteção/capeamento pulpar direta</p><p>Envolvem a aplicação de um medicamento, curativo ou material dentário sobre a polpa exposta, na tentativa de conservar a sua vitalidade.</p><p>1) Lavagem abundante da ferida com agua destilada e hidróxido de cálcio pa</p><p>2) Hemostasia espontânea e secagem da cavidade</p><p>3) Aplicação de hidróxido de cálcio pa, puro sobre o tecido pulpar</p><p>4) Aplicação de hidróxido de cálcio pasta ou MTA sobre o hidróxido de cálcio pa</p><p>5) CIV</p><p>6) Restauração definitiva</p><p>4. Curetagem pulpar</p><p>Envolvem a aplicação de um medicamento, curativo ou material dentário sobre a polpa exposta, na tentativa de conservar a sua vitalidade.</p><p>Tem como objetivo de remover a parte da polpa coronária evitando-se o risco de manutenção da contaminação e do processo inflamatório</p><p>REALIZADA EM EXPOSIÇÕES ACIDENTAIS E EM CASOS DE TRAUMATISMO</p><p>5. Pulpotomia</p><p>Envolvem a aplicação de um medicamento, curativo ou material dentário sobre a polpa exposta, na tentativa de conservar a sua vitalidade.</p><p>1) Remoção de toda dentina cariada</p><p>2) Remoção do teto da câmara pulpar</p><p>3) Exposição da polpa coronária com curetas afiadas ou brocas esféricas lisa. Corta 0.5 mm abaixo da entrada dos canais radiculares</p><p>4) Lavagem com agua destilada ou soro fisiológico</p><p>5) Hemostasia espontânea e secagem da cavidade(algodão estéril)</p><p>6) Aplicação de hidróxido de cálcio pa e em seguida, hidróxido de cálcio pasta ou MTA</p><p>7) Remoção dos excessos do material nas paredes circundantes</p><p>8) Restauração provisória</p><p>image4.png</p><p>image5.png</p><p>image6.png</p><p>image7.png</p><p>image8.png</p><p>image9.png</p><p>image1.png</p><p>image2.png</p><p>image3.png</p>