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<p>DiscromiasDiscromias</p><p>Entrevista com o Paciente</p><p>Diagnosticando o</p><p>Melasma</p><p>Melasma</p><p>Melasma em diversas</p><p>regiões</p><p>Fatores que favorecem o</p><p>surgimento do Melasma:</p><p>Hormônios sexuais (pílulas, gestação,</p><p>menopausa)</p><p>Predisposição genética</p><p>Radiação ultravioleta: UVA e UVB</p><p>Luz visível</p><p>Fatores que favorecem o</p><p>surgimento do Melasma:</p><p>ESTUDO PUBLICADO NA REVISTA PIGMENT CELL E MELANOMA</p><p>(2018):</p><p>Calor Vascularização</p><p>Liberação de mediadores inflamatórios: ENDOTELINA-1</p><p>Secretada pelas células endoteliais</p><p>Hormônio estimulador de melanócito = αMSH</p><p>Rosácea</p><p>Uso de Hormônios ?</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>Anticoncepcional Oral</p><p>Diu com Hormônio</p><p>Injeção</p><p>Anabolizantes (estimuladores de testoterona) •</p><p>Reposição hormonal pós menopausa</p><p>Doenças? Medicamentos ?</p><p>•anticoncepcionais, anti-histamínicos à base de</p><p>benzofenona e prometazina,</p><p>•antibióticos à base de eritromicina,</p><p>•antiarrítmicos cardíacos e antidiabéticos.</p><p>•fez algum tratamento anterior?</p><p>•O que utilizou?</p><p>Diagnosticando o Melasma</p><p>Avaliação clínica</p><p>EPIDÉRMICO</p><p>DÉRMICO</p><p>MISTO</p><p>Verificação com</p><p>Lâmpada de Wood</p><p>Profundidade do</p><p>Melasma</p><p>Método não invasivo diagnóstico Método não invasivo diagnóstico</p><p>discromias discromias</p><p>Lâmpada de Wood</p><p>Luz uv 350 - 450nm</p><p>Modelos de Lâmpadas de Wood</p><p>Lupa de mão com luz de wood</p><p>Lampada + Gabinete</p><p>DermaScan ou DermaView</p><p>Modelos de Lâmpadas de Wood</p><p>Localizando o Melasma</p><p>Hiperpigmentação de nível epidérmico ao exame da luz de</p><p>Wood apresenta-se mais escura, enegrecida.</p><p>Hiperpigmentação de nível dérmico são mais azuladas,</p><p>permanecendo sem alteração ao exame com a luz de</p><p>Wood.</p><p>O paciente enxerga a mancha através de um</p><p>espelho na parte interna</p><p>Classificação geográfica do melasma</p><p>Epidérmico (70% dos pacientes): a pigmentação é reforçada</p><p>durante o exame</p><p>Dérmico (10 a 15%): a pigmentação não se altera durante este</p><p>mesmo exame</p><p>Misto (20%)</p><p>Lâmpada de Wood</p><p>MELASMAS EPIDÉRMICOS PODEM SER TRATADOS COM</p><p>TRATAMENTOS COSMÉTICOS, PEELINGS, LEDS E</p><p>MICROAGULHAMENTO.</p><p>MELASMAS DERMICOS NÃO RESPONDEM A TRATAMENTOS</p><p>CONVENCIONAIS, DEVENDO SER UTILIZADOS TRATAMENTOS</p><p>COM LASER POR DERMATOLOGISTAS</p><p>Fototipos</p><p>Tipos de</p><p>Hipercromias</p><p>Efélides ou Sardas</p><p>Relação com tendência familiar</p><p>Fototipos baixos (I e II)</p><p>Tipos de Hipercromias</p><p>Melanose Solar</p><p>Exposição solar</p><p>Fotoenvelhecimento</p><p>Hiperpigmentação</p><p>Pós Inflamatória</p><p>(HPI)</p><p>Após condições inflamatórias : acne, reações</p><p>alérgicas, pós procedimentos estéticos.</p><p>Tipos de</p><p>Hipercromias</p><p>Gestação. Hormônios.</p><p>Cosméticos. Exposição</p><p>Solar. Stress??</p><p>Tipos de Hipercromias</p><p>MELASMA</p><p>•Mácula</p><p>•Bordas irregulares</p><p>•Configuração geográfica</p><p>simétrica</p><p>•Fronte e Temporas</p><p>•Área Nasal</p><p>•Malares e mandibulares</p><p>Estudo da melanogênse</p><p>Estudo da melanogênse</p><p>Melanina:</p><p>É o pigmento</p><p>responsável pela</p><p>coloração da pele.</p><p>O melanócito é a célula que</p><p>produz a melanina. Esta célula</p><p>reside na camada basal</p><p>epidérmica, ou seja, a camada</p><p>mais interna da epiderme.</p><p>(MIOT; MIOT; SILVA, 2009).</p><p>Localização do melanócito</p><p>Estrato córneo</p><p>Estrato</p><p>basal</p><p>Estrato granuloso</p><p>Estrato espinhoso</p><p>(BAGATIN,</p><p>2018)</p><p>O processo de formação da melanina chama-se:</p><p>Melanogênese</p><p>A síntese de melanina, denominada</p><p>melanogênese, ocorre nos melanócitos por via</p><p>de sua organela intracitoplasmática: os</p><p>melanossomas.</p><p>Estes são distribuídos dos melanócitos por</p><p>seus dendritos citoplasmáticos para um grupo</p><p>de queratinócitos adjacentes e assim</p><p>promover seu efeito fotoprotetor</p><p>(BAGATIN, 2018)</p><p>Melanogênese</p><p>Síntese de Melanina</p><p>Ocorre no Melanócito</p><p>Organela Melanossoma</p><p>melanina .</p><p>Mecanismo que sofre diversas sinalizações para gerar</p><p>(MIOT, MIOT, SILVA et al, 2009)</p><p>Esquema simplificado da síntese de melanina</p><p>A síntese da melanina ocorre pela ação da enzima tirosinase,</p><p>que converte o aminoácido tirosina em 3,4-di-</p><p>hidroxifenilalanina (DOPA) e esta em dopaquinona.</p><p>Posteriormente, por meio de diversas transformações, a</p><p>dopaquinona se converte em melanina. Este processo tem</p><p>lugar dentro de organelas chamadas melanossomos.</p><p>(KEDE ;SABATOVICH 2015)</p><p>Ambas as melaninas, eumelanina e feomelanina, têm origem na</p><p>L-tirosina ou L-hidroxifenilalanina (L-DOPA), que são</p><p>convertidas em dopaquinona pela enzima tirosinase,</p><p>responsável pelas principais etapas da melanogênese.</p><p>Posteriormente, as melaninas seguem caminhos distintos</p><p>através de uma série de reações oxidativas e redutivas, e a</p><p>feomelanina é associada à cisteína ou glutationa.</p><p>(NATARAJAN et al., 2014 )</p><p>DHI (5,6-diidroxiindol); DHICA (5,6-diidroxiindol-2-</p><p>carbocílico);</p><p>TRP2 (dopachrome tautomerase)</p><p>TRP1 (Tyrosinase-related protein-1);</p><p>MELANOGÊNE</p><p>SE</p><p>Enzima que controla a</p><p>melanogênese</p><p>Elemento inicial</p><p>Depois de produzida a</p><p>melanina, ela é distribuída</p><p>para os queratinócitos, dando</p><p>cor à pele.</p><p>Fatores específicos que estimulam a síntese de</p><p>melanina</p><p>•Hormônio α-MSH</p><p>•Radiação UVA e UVB</p><p>•Calor</p><p>•Inflamação</p><p>Na seqüência, ocorrerá a ativação da tirosinase</p><p>Estimula a adenilato ciclase que, por sua vez, converte o ATP em</p><p>cAMP</p><p>α-MSH se liga a receptores chamados MC1R existentes na membrana</p><p>dos melanócitos</p><p>Tirosinase: Estimula a melanogênese.</p><p>(MIOT; MIOT; SILVA, 2009)</p><p>Hormônio Estimulador de Melanócito (α-MSH)</p><p>e Melanogênese</p><p>Inflamação e Pigmentação da Pele</p><p>Processos inflamatórios (RUV), Inflamações agudas e Calor</p><p>(INFRAVERMELHO):</p><p>Estímulo direto de melanócitos através de mediadores</p><p>inflamatórios:</p><p>Interleucina-1; Endotelina-1;</p><p>Fator de crescimento de células tronco;</p><p>Espécies reativas de oxigênio (ROS).</p><p>Dano epidérmico: aumento de α-MSH</p><p>(CAMPOS, 2010)</p><p>Há indícios de que a exposição à radiação solar desempenha</p><p>um papel crucial na origem do melasma, já que as lesões</p><p>dessa condição são mais visíveis durante ou logo após</p><p>períodos de exposição solar (MIOT; MIOT; SILVA, 2009).</p><p>A exposição solar tem sido associada ao aumento de</p><p>melanócitos na camada basal, bem como à produção e</p><p>transferência de melanina para as camadas epidérmicas</p><p>superiores. A radiação ultravioleta desencadeia uma série de</p><p>reações inflamatórias, resultando na formação de radicais</p><p>livres que promovem a melanogênese (PEREIRA, 2013).</p><p>RADIAÇÃO ULTRAVIOLETA</p><p>LUZ VISIVEL</p><p>UVA LUZ VISIVEL</p><p>(MIOT; MIOT; SILVA, 2009)</p><p>Uva e luz visível</p><p>Aumentam a presença de radicais livres, que estimulam a</p><p>formação da melanina</p><p>A presença da melanina é uma forma de proteção ao DNA</p><p>celular, para que se evite mutações gênicas.</p><p>RADIAÇÃO ULTRAVIOLETA</p><p>(PEREIRA, 2013).</p><p>UVB:</p><p>Aumenta a inflamação no tecido .</p><p>Gera mediadores inflamatórios e endotelina-1</p><p>Estímulo do Hormônio Estimulador de Melanócito</p><p>(α-MSH)</p><p>Outros fatores que estimulam a síntese de</p><p>melanina:</p><p>•Influências genéticas</p><p>•Gravidez</p><p>•Terapias hormonais</p><p>•Endocrinopatias</p><p>•Drogas fototóxicas</p><p>•Cosméticos</p><p>•Fatores emocionais</p><p>Stress</p><p>Medicações</p><p>A partir do conhecimento sobre a melanogênese, o</p><p>profissional da estética poderá orientar seus pacientes</p><p>sobre os fatores que estimulam a formação das</p><p>manchas e assim estabelecer critérios de prevenção e</p><p>controle dos melasmas.</p><p>Estratégias para o</p><p>Tratamento do Melasma</p><p>Cuidados Home Care</p><p>Parte 1</p><p>Como tratar o melasma ?</p><p>Passo</p><p>1</p><p>Peelings Químicos</p><p>Microagulhamento</p><p>Passo</p><p>2</p><p>Passo</p><p>3</p><p>Preparo da Pele e Cuidados Home</p><p>Care</p><p>Estratégias para o clareamento da pele</p><p>Home Care e Consultório</p><p>Proteção à exposição solar e luz</p><p>visível</p><p>Remoção da melanina</p><p>depositada</p><p>Inibição da melanogênese</p><p>Preparo da Pele e Cuidados Home Care</p><p>Objetivos:</p><p>Higienização diária eficiente</p><p>Estimular a renovação celular</p><p>Reduzir a produção de melanina</p><p>Hidratar a pele</p><p>Fotoproteção eficiente</p><p>Para recapitular...</p><p>Luz visível: A luz visível é aquela que podemos ver a olho</p><p>nu, como a emitida por lâmpadas artificiais, celulares,</p><p>televisões e computadores, representando cerca de</p><p>40% da radiação total que atinge o planeta.</p><p>A exposição a essas radiações gera radicais livres que</p><p>contribuem para o processo</p><p>de fotoenvelhecimento e</p><p>carcinogênese.</p><p>Exposição Crônica:</p><p>A exposição crônica, especialmente à UVA1 e à luz visível que</p><p>penetram mais profundamente na pele, pode afetar a membrana</p><p>basal ao longo do tempo e desencadear lesões de melasma em</p><p>pacientes com predisposição genética.</p><p>Estudos recentes revelaram que os comprimentos de onda mais</p><p>curtos da luz visível (luz violeta-azul) podem causar</p><p>hiperpigmentação por meio de um sensor específico nos</p><p>melanócitos denominado opsina 3.</p><p>Tanto no caso da UVA quanto da luz visível, ocorre a liberação de</p><p>espécies oxidantes, ou seja, radicais livres que oxidam várias</p><p>biomoléculas.</p><p>Radiação Ultravioleta B (RUVB)</p><p>Absorvida pelo DNA celular (epiderme)</p><p>Aumenta a atividade da tirosinase</p><p>Aumenta a pigmentação da pele</p><p>Alterações no DNA</p><p>Formação de dímeros de timina e primidina</p><p>(COSTA, 2010)</p><p>Induz a pigmentação, eritema</p><p>(entre 2 a 7 horas após exposição) e câncer cutâneo.</p><p>Induz a produção de Hormônio Estimulador de Melanócito</p><p>(MSH) , Hormônio Adrenocorticotrófico (ACTH ) e Endotelina-1.</p><p>Endotelina-1 (ET-1): em grandes proporções, estimula a</p><p>síntese da enzima tirosinase, bem como a proliferação,</p><p>migração e formação dos dendritos dos melanócitos.”</p><p>Radiação Ultravioleta B</p><p>Surg Cosmet Dermatol 2017;9(3):243-5</p><p>ORIENTAÇÕES SOBRE O USO DO FOTOPROTETOR</p><p>De acordo com BOUKARI (2015):</p><p>• Protetor solar contendo óxido de ferro e proteção contra os</p><p>comprimentos de onda mais curtos da luz visível JUNTO COM</p><p>ampla proteção UV reduz significativamente as reincidências do</p><p>melasma.</p><p>fator de proteção a partir de FPS 30</p><p>pigmento de alta cobertura</p><p>MAIOR PROTEÇÃO CONTRA RADIAÇÃO UVA, UVB E LUZ</p><p>VISIVEL.</p><p>• Reaplicação de 3 em 3 horas</p><p>ORIENTAÇÕES SOBRE O USO DO FOTOPROTETOR</p><p>Antioxidantes:</p><p>• RonaCare AP: sistema avançado de ação contínua contra</p><p>radicais livres, dia e noite;</p><p>• Physasun: ativo com triplo benefício à pele: induz o</p><p>aumento da produção do colágeno, controla a temperatura</p><p>frente ao estresse térmico (calor e frio excessivos) e ajuda a</p><p>melhorar o sistema de defesa da pele;</p><p>• Apolluskin: ação antipoluição;</p><p>• Vitamina E: antioxidante que protege e regenera as</p><p>camadas da pele e promove efeito umectante;</p><p>• Chá verde: antioxidante potente</p><p>FOTOPROTEÇÃO DE USO ORAL</p><p>Surg Cosmet Dermatol 2014;6(4):3448.</p><p>Polipodyum leucotomos 240mg</p><p>Excipiente qsp 60 cápsulas</p><p>Tomar 2 cápsulas ao dia.</p><p>FOTOPROTEÇÃO DE USO ORAL</p><p>ASSOCIAÇÃO</p><p>Resveratrol 50mg</p><p>Polipodyum leucotomos 240mg</p><p>Excipiente qsp 60 cápsulas</p><p>Tomar 2 cápsulas ao dia.</p><p>Estratégias para o</p><p>Tratamento do Melasma</p><p>Cuidados Home Care</p><p>Parte 2</p><p>HIGIENIZAÇÃO DIÁRIA</p><p>EFICIENTE</p><p>Demaquilantes</p><p>Agua Micelar</p><p>Uso diário, na higiene noturna.</p><p>HIGIENIZAÇÃO DIÁRIA EFICIENTE</p><p>SABONETES</p><p>Remoção de lipídeos e renovação celular.</p><p>pH ácido ou levemente ácido.</p><p>pH da pele: entre 4,8 a 5,6</p><p>Ácido glicólico 5%</p><p>Sabonete líquido qsp 120ml</p><p>HIGIENIZAÇÃO DIÁRIA EFICIENTE</p><p>pH 4.5</p><p>Gluconolactona 5%</p><p>Sabonete líquido (com ácido):</p><p>Remoção de lipídeos e renovação celular:</p><p>Peles espessas ou normais</p><p>Uso diário, na higiene noturna.</p><p>HIGIENIZAÇÃO DIÁRIA EFICIENTE</p><p>Remoção de lipídeos e renovação celular: Peles oleosas</p><p>Sabonete líquido (com ácido):</p><p>Ácido salicílico 2%</p><p>Gluconolactona 5%</p><p>Sabonete líquido qsp 120ml</p><p>pH 4.5</p><p>Uso diário, na higiene noturna.</p><p>SABONETES:</p><p>Extrato de Papaya</p><p>Extrato de Chá Verde</p><p>Uso diário, 2 vezes ao dia</p><p>Extrato de Própolis</p><p>Sabonete líquido qsp 150ml</p><p>Sabonete líquido (sem ácido):</p><p>Remoção de lipídeos e renovação celular</p><p>HIGIENIZAÇÃO DIÁRIA EFICIENTE</p><p>Ácidos com ação queratolítica para uso</p><p>diário</p><p>Objetivo:</p><p>Remoção de células</p><p>Estímulo do turn over celular Clareamento da pele</p><p>Aumento na permeação de outros ativos</p><p>Ácido Mandélico</p><p>Alfa hidroxiácido de maior peso molecular.</p><p>Derivado do extrato de amêndoas amargas.</p><p>Supressão da pigmentação irregular = CLAREADOR DA</p><p>PELE</p><p>Indicado em tratamentos de hiperpigmentação.</p><p>O ácido mandélico é um produto seguro para todos os</p><p>tipos de pele,</p><p>Inclusive fototipos elevados (III a VI).</p><p>(BORGES, 2010; PIMENTEL, 2008)</p><p>Ácido Mandélico</p><p>Uso em formulações home care:</p><p>Concentração de uso: 3 a 10%</p><p>pH: 3,5 a 4,5</p><p>Pode ser associados com ativos clareadores.</p><p>Ácido Mandélico</p><p>Formulação Magistral:</p><p>Ácido Mandélico 10%</p><p>Serun qsp 30ml</p><p>Usar a noite.</p><p>PH 4,0</p><p>Ácido Glicólico</p><p>Alfa-hidroxiácido de baixo peso molecular (76,05 g/mol).</p><p>Apresenta potencial queratolítico.</p><p>Reduz a camada do estrato córneo.</p><p>Diminui o aspecto de manchas hipercrômicas.</p><p>Melhora a textura da pele.</p><p>Estimula a síntese de colágeno e elastina.</p><p>RIBEIRO, 2010</p><p>Ácido Glicólico</p><p>Uso em formulações home care:</p><p>Concentração de uso: 2 a 10%</p><p>pH: 3,8 a 4,5</p><p>Pode ser associados com ativos clareadores.</p><p>RIBEIRO, 2010</p><p>Formulação Magistral:</p><p>Ácido Glicólico 8%</p><p>Serun qsp 30ml</p><p>Usar a noite.</p><p>PH 4,0</p><p>Produtos industrializados com ácido</p><p>glicólico</p><p>Produtos industrializados com</p><p>ácido glicólico</p><p>Ácido Retinóico</p><p>Ácido retinóico, tretinoína ou vitamina A ácida. Molécula</p><p>derivada da vitamina A;</p><p>Promove a dispersão dos grânulos de pigmento nos</p><p>queratinócitos;</p><p>Interfere na transferência dos melanossomas para os</p><p>queratinócitos;</p><p>Acelera renovação celular, aumentando a perda do</p><p>pigmento.</p><p>Ácido Retinóico</p><p>Muitos estudos clínicos avaliaram a eficácia e</p><p>segurança do seu uso e</p><p>não foi encontrada nenhuma evidência clara de relação</p><p>entre o uso da tretinoína tópica e o desenvolvimento de</p><p>efeitos adversos sistêmicos.</p><p>Seu uso é contraindicado em gestantes e deve ser orientado</p><p>o uso de</p><p>métodos contraceptivos em mulheres em idade fértil</p><p>(precaução).</p><p>Dentre os efeitos adversos, a irritação da pele é um dos</p><p>mais</p><p>relatados.</p><p>Ácido Retinóico</p><p>Inibir a transcrição da enzima, e atuar sobre o fator de</p><p>conversão do dopacromo e, consequentemente,</p><p>interrupção da síntese de melanina.</p><p>O ácido retinoico tópico em concentrações de 0,05% a</p><p>1% reduz a pigmentação.</p><p>Há evidências de que possa inibir melanogênese com efeito</p><p>supressor da tirosinase</p><p>Ácido Retinóico (Tretinoína)</p><p>Uso em formulações home care:</p><p>Concentração de uso: 0,015% a 0,025%</p><p>pH: 4,5</p><p>Pode ser associado com</p><p>ativos clareadores.</p><p>Formulação Magistral:</p><p>Ácido retinóico 0,025%</p><p>Gel creme qsp 30g</p><p>Usar a noite.</p><p>pH 4,5</p><p>RIBEIRO, 2010</p><p>Ácido Retinóico (Tretinoína)</p><p>PRESCRIÇÃO POR</p><p>PROFISSIONAL HABILITADO</p><p>PELO REFERENTE CONSELHO</p><p>DE CLASSE</p><p>Produtos</p><p>industrializados</p><p>Produtos industrializados</p><p>com associação</p><p>Gluconolactona</p><p>Ácido Polihidroxílico</p><p>Este componente é natural da pele e não é tóxico.</p><p>Tem um peso molecular maior em comparação com os</p><p>alfa hidroxiácidos, o que permite uma penetração mais</p><p>suave e gradual na pele do que os AHA.</p><p>Apresenta efeitos semelhantes aos AHA, mas com</p><p>menos irritação nos tecidos.</p><p>Promove a renovação celular, hidratação e efeito</p><p>antioxidante.</p><p>Rev. Bras. Farm., 87(3), 2006</p><p>Gluconolactona</p><p>Diferencial: alto poder de hidratação.</p><p>Propriedades umectantes dos múltiplos grupos</p><p>hidroxila, que podem atrair e fazer pontes de</p><p>hidrogênio com a água.</p><p>Potencial esfoliante comprovado com</p><p>formulações contendo 6% de Gluconolactona.</p><p>(Outwater et al. 2001)</p><p>Gluconolactona</p><p>Uso em formulações home care: Concentração de uso:</p><p>5% a 10% pH: Para que haja penetração na pele, o pH</p><p>deve encontrar-se na faixa de 3,5 a 4,5.</p><p>Pode ser associado</p><p>com ativos</p><p>clareadores.</p><p>Formulação Magistral:</p><p>Gluconolactona 10%</p><p>Gel creme qsp 30g</p><p>Usar a noite.</p><p>pH 4,5</p><p>Estratégias para o Tratamento do</p><p>Melasma</p><p>Cuidados Home Care</p><p>Parte 3</p><p>Preparo da Pele e Cuidados Home Care</p><p>Controle na produção de melanina</p><p>Ativos conhecidos como despigmentantes</p><p>Interferem com a síntese de</p><p>melanina</p><p>Antioxidantes</p><p>Anti-inflamatórios</p><p>Interferem na transferência da</p><p>melanina para os queratinócitos</p><p>Ativos Clareadores</p><p>BELIDES</p><p>Concentração: 2% a 5%</p><p>Ativo despigmentante obtido das flores da margarida.</p><p>Mecanismo complexo e eficiente:</p><p>Inibe a Endotelina-1.</p><p>Promove redução da ligação do α-MSH ao receptor.</p><p>Redução da formação de radicais livres.</p><p>Reduz a transferência dos da melanina para as células</p><p>epidérmicas.</p><p>Atua ANTES, DURANTE e DEPOIS da síntese</p><p>Agentes antioxidantes são capazes de inibir as</p><p>etapas de oxidação necessárias para a formação</p><p>da melanina, promovendo clareamento cutâneo</p><p>ÁCIDO ELÁGICO</p><p>Polifenol.</p><p>Atividade antioxidante.</p><p>Ação anti-inflamatória.</p><p>Concentração: 2% a 5%</p><p>EMBLICA</p><p>Ação antioxidante.</p><p>Inibidor da tirosinase.</p><p>Protege os fibroblastos.</p><p>Concentração: 1% a 2%</p><p>VITAMINA C</p><p>Concentração: 1% a 25%</p><p>Inibe a atividade da tirosinase.</p><p>Protege contra radicais livres (antioxidante).</p><p>Proteção e promoção na síntese de colágeno.</p><p>Ação antiinflamatória.</p><p>Ação fotoprotetora.</p><p>VITAMINA C</p><p>Concentração: 1% a 25%</p><p>Nanopartículas lipídicas</p><p>VCP-Mg (fosfato de ascorbil magnésio)</p><p>Ascorbosilane C (Methylsilanetriol pectinate ascorbil)</p><p>VC-IP (tetraisopalmitato de ascorbila)</p><p>Ácido ascórbico estabilizado</p><p>ALFA ARBUTIM</p><p>•Estrutura química semelhante à hidroquinona.</p><p>•Clareia a pele reduzindo a formação da melanina sem</p><p>irritar ou ser citotóxico</p><p>•Clareia e promove um tom uniforme em todos os tipos</p><p>de pele.</p><p>•Inibe a oxidação enzimática da tirosina.</p><p>•Bloqueia a biossíntese epidermal da melanina.</p><p>Concentração: 2% a 4%</p><p>ÁCIDO KÓJICO</p><p>Antioxidante</p><p>Seqüestrante de cobre e</p><p>ferro.</p><p>Inibidor da tirosinase</p><p>Concentração: 1% a 4%</p><p>Inibição não-competitiva da tirosinase através da quelação de</p><p>íos cobre no sítio ativo da tirosinase, que inibe sua ação.</p><p>ÁCIDO FERULICO</p><p>Atua sobre a enzima tirosinase.</p><p>Antiinflamatório.</p><p>pH = 5,5 a 6,5 mantém sua atividade antioxidante</p><p>Antioxidante.</p><p>Concentração: 0,1% a 0,5%</p><p>NIACINAMIDA (VITAMINA B3)</p><p>Concentração: 4%</p><p>Atua como clareador inibindo a transferência dos melanossomos dos</p><p>melanócitos para os queratinócitos.</p><p>•Em estudo in vitro a niacinamida proporcionou 35-68% de inibição</p><p>da transferência de melanossomos no modelo estudado.</p><p>• Nos estudos clínicos, a niacinamida diminuiu significativamente a</p><p>hiperpigmentação da pele em comparação com o veículo isolado</p><p>após 4 semanas de uso.</p><p>https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12100180</p><p>ÁCIDO TRANEXÂMICO</p><p>Concentração: 3% a 4%</p><p>Inibidor de Plasmina. (Ação antihemorrágica)</p><p>A radiação ultravioleta (UV) estimula a síntese e aumenta a</p><p>atividade da plasmina nos queratinócitos, levando a</p><p>hipercromias.</p><p>Promove a liberação intracelular do ácido araquidônico,</p><p>precursor dos prostanoides (mediadores inflamatórios).</p><p>Aumenta os níveis do hormônio α-MSH devido à atividade da</p><p>plasmina.</p><p>ÁCIDO TRANEXÂMICO</p><p>•Considera-se que a atividade anti-plasmina da Ácido Tranexâmico é</p><p>o principal mecanismo de efeito hipopigmentório desse agente.</p><p>•Apresenta semelhança com a tirosina na parte de sua estrutura,</p><p>que pode inibir competitivamente a atividade da enzima tirosinase.</p><p>Concentração: 3% a 4%</p><p>Estratégias para o Tratamento do</p><p>Melasma</p><p>Cuidados Home Care</p><p>Parte 4</p><p>HIDROQUINONA</p><p>(www.cleberbarros.com.br)</p><p>A hidroquinona ainda é o ativo referência de prescrição médica no</p><p>clareamento da pele, entretanto, seu uso já é proibido na Europa e</p><p>em partes da Ásia em razão de consequências potenciais a longo</p><p>prazo, incluindo carcinogênese quando consumido por via oral.</p><p>A hidroquinona e seus metabólitos podem causar dano ao DNA e</p><p>inibir a apoptose de células em mutação.</p><p>NÃO DEVE SER INDICADO POR PROFISSIONAIS ESTETICISTAS .</p><p>HIDROQUINONA</p><p>Concentração: 2% a 4%</p><p>Mecanismo de ação: inibidor da tirosinase.</p><p>Outros mecanismos possíveis: destruição dos melanócitos,</p><p>degradação</p><p>dos melanossomos e inibição da síntese de DNA e RNA.</p><p>Reações adversas: dermatite de contato irritativa e</p><p>alérgica,</p><p>hiperpigmentação pós-inflamatória, catarata.</p><p>HIDROQUINONA</p><p>Não deve ser utilizada próxima aos olhos, em lesões cutâneas,</p><p>queimaduras solares, em crianças, gestantes, durante o período de</p><p>lactação e na pele irritada.</p><p>A associação de hidroquinona 5%, tretinoína 0,1%, dexametasona</p><p>0,05% em veículo alcoólico é conhecida como fórmula de</p><p>"Kligman"que a preconizou para o uso no melasma.</p><p>Atualmente:</p><p>Hidroquinona 4%</p><p>fluocinolona acetonida 0,01%</p><p>Tretinoína 0,05%</p><p>Prescrição por dermatologistas</p><p>no Brasil</p><p>COMBINAÇÃO DE ATIVOS PARA</p><p>USO HOME CARE</p><p>PRESCRIÇÃO COSMÉTCA</p><p>Formulações Magistrais</p><p>Dermocosméticos Industrializados</p><p>Formulações para controle das hipercromias- uso</p><p>home care</p><p>Combinar ativos</p><p>Escolher a base cosmética de acordo com o tipo de</p><p>pele</p><p>Formulações Clareadoras</p><p>Vitamina C 10% Nanotecnológica</p><p>Maior estabilidade e capacidade de permeação</p><p>Efeito inibidor da enzima tirosinase</p><p>Efeito antioxidante</p><p>Efeito antienvelhecimento</p><p>Uso diurno.</p><p>Uso diurno.</p><p>Formulações Clareadoras</p><p>(inibe melanogênse, inibe mediadores inflamatórios)</p><p>(antioxidante, inibidor de cobre)</p><p>(inibe tirosinase)</p><p>Ácido tranexâmico 4%</p><p>Ácido kójico 3%</p><p>Alfa arbutin 3%</p><p>Loção cremosa qsp 30ml</p><p>pH 4,5</p><p>Uso diurno.</p><p>Formulações Clareadoras</p><p>Ácido kójico 3%</p><p>Niacinamida 5%</p><p>Ácido Mandélico 8%</p><p>Loção cremosa qsp</p><p>30ml</p><p>pH 4,5 Uso noturno.</p><p>Formulações Clareadoras com Ácidos queratolíticos +</p><p>Clareadores</p><p>(antioxidante, inibe a tirosinase)</p><p>(inibe a transferencia dos melanossomas)</p><p>(queratolítico, inibe a sintese de melanina)</p><p>Formulações Clareadoras</p><p>Uso noturno.</p><p>Formulações Clareadoras</p><p>Uso noturno.</p><p>Cisteamyne HCL 5% (Inibe a tirosinase e a peroxidase)</p><p>Gel creme qsp 30g</p><p>Deixar na pele por 30 minutos e remover.</p><p>Resumindo cuidados com a pele e home care :</p><p>1 - Recomendar um protetor solar com cobertura alta e antioxidantes, e</p><p>sugerir um protetor solar oral para reforçar a proteção solar.</p><p>2 - Instruir sobre uma limpeza diária eficaz:</p><p>Usar água micelar diariamente ou um demaquilante.</p><p>Utilizar um sabonete líquido com ou sem ácidos para uso diário</p><p>(podendo alternar).</p><p>3 - Combinar ácidos queratolíticos para uso diário com ativos que inibem</p><p>a formação de manchas (despigmentantes).</p><p>4 - Aplicar vitamina C nanotecnológica de manhã antes do protetor</p><p>solar.</p><p>Peelings químicos no</p><p>tratamento do melasma</p><p>Parte 1</p><p>PEELINGS</p><p>to peel</p><p>descamar</p><p>PEELING</p><p>QUÍMICO</p><p>PEELING</p><p>QUÍMICO</p><p>ÁCIDOS ÁCIDOS</p><p>ENZIMAS ENZIMAS</p><p>Profundos</p><p>Superficiais</p><p>Médios</p><p>BAGATIN, 2009</p><p>Peelings superficiais: feitos em séries.</p><p>Descamação leve.</p><p>Peelings médios e profundos: aplicação única.</p><p>Descamação mais intensa e formação de</p><p>crostas.</p><p>Ácido Tricloroacético 25 a 30%</p><p>Peelings Profundos:</p><p>Peelings superficiais:</p><p>Ácido Mandélico Ácido Glicólico Ácido Salicilico</p><p>Ácido Retinóico Solução de Jessner Acido Pirúvico</p><p>Ácido Tricloroacético 10 % PHA Enzimáticos</p><p>Peelings Profundos:</p><p>Fenol Ácido Tricloroacético 35 a 50%</p><p>WOLVERTON, 2015.</p><p>MECANISMODE AÇÃO</p><p>Indução de uma esfoliação</p><p>mais rápida do extrato</p><p>córneo: peelings suaves</p><p>Necrose e inflamação da</p><p>epiderme, derme ou derme</p><p>papilar.</p><p>MECANISMODE AÇÃO</p><p>RENOVAÇÃO CELULAR</p><p>Remoção de células epidérmicas (esfoliação): redução da coesão</p><p>dos corneócitos (efeitos desmolíticos e queratolíticos).</p><p>Estímulo ao crescimento epidérmico ao remover o estrato córneo</p><p>(mesmo descamações leves que não causam necrose na</p><p>epiderme "viva" podem estimular o crescimento celular).</p><p>WOLVERTON, 2015.</p><p>Dr.</p><p>CONTRA-INDICAÇÕES DOS PEELINGS:</p><p>Dr.</p><p>1- Infecções cutâneas ativas</p><p>2- Infecção cutânea por herpes ativo ou recidivante</p><p>3- Doenças do tecido conjuntivo</p><p>4- Psicoses/stress físico ou mental severos</p><p>5- Imunoincompetência</p><p>6- Alergia à substância utilizada</p><p>7- Presença de quelóides e cicatrizes hipertroficas</p><p>8- Peles foto-tipos IV, V e VI – relativa</p><p>9- Uso de isotretinoina</p><p>10- Gravidez</p><p>Reações adversas possíveis</p><p>inflamação</p><p>irritação</p><p>eritema</p><p>edema</p><p>dor</p><p>sensação</p><p>de ardor</p><p>picadas na pele</p><p>Reações de sensibilidade:</p><p>Algumas áreas , como a asa nasal, comissura oral e sulco</p><p>nasolabial mostram eritema antes do resto da face e podem</p><p>ser neutralizados antes do resto da face.</p><p>A remoção do ácido, além da neutralização com a base</p><p>(bicarbonato de sódio), pode ser feita com água corrente ou</p><p>ambos.</p><p>FROST</p><p>Esta mancha branca pode indicar uma lesão na junção</p><p>dermoepidérmica, levando à formação de crostas em dois a seis dias</p><p>seguintes.</p><p>Após a remoção dessas crostas, pode permanecer uma lesão</p><p>inflamatória residual que requer tratamento adequado com</p><p>corticoides específicos (hidrocortisona 1% ou 2%) ou bepantol.</p><p>Dependendo do tipo de pele, a lesão pode evoluir sem deixar resíduos</p><p>se a pele for clara. Por outro lado, se a pele tiver propensão à</p><p>pigmentação pós-inflamatória, a lesão pode resultar em uma</p><p>mancha hipercrômica, que deve ser tratada com clareadores para</p><p>uso domiciliar.</p><p>Peles mais sensíveis ou determinados pontos sensíveis</p><p>podem desencadear o FROST.</p><p>PEELINGS QUIMICOS PARA USO EM CONSULTÓRIO</p><p>PARA O TRATAMENTO DO MELASMA</p><p>PEELINGS MANIPULADOS</p><p>Determinar quanto à formulação:</p><p>Concentração</p><p>pH</p><p>Veículo farmacêutico</p><p>Verificar quanto à pele do paciente: Fototipo</p><p>Grau de sensibilidade</p><p>PEELINGS PARA O TRATAMENTO DO MELASMA</p><p>Propriedades</p><p>Promovem a renovação da epiderme, provocando leve</p><p>descamação, discreta ardência e rubor, agindo na</p><p>retirada de manchas superficiais, auxiliando a pele</p><p>proveniente do envelhecimento</p><p>cutâneo.</p><p>PEELING DE ÁC.MANDÉLICO TODOS</p><p>OS FOTOTIPOS do I ao VI</p><p>FORMULAÇÕES</p><p>PEELINGS ÁCIDO MANDÉLICO</p><p>ÁCIDO MANDÉLICO</p><p>DESCAMAÇÃO FINA</p><p>Peelings químicos no</p><p>tratamento do</p><p>melasma</p><p>Parte 2</p><p>Contra indicação:</p><p>pacientes alérgicos ao ácido acetil salicílico.</p><p>ACIDO SALICÍLICO</p><p>AZULAY, 2013 YOKOMIZO</p><p>et al, 2013</p><p>Aplicação em múltiplas áreas ao mesmo tempo:</p><p>SALICILISMO</p><p>Manifestações: respiração acelerada, zumbidos,</p><p>hipoacusia, tonteiras, cefaléia, náuseas, vômitos, dores</p><p>abdominais distúrbios mentais, até a morte.</p><p>Veículo farmacêutico: solução alcoólica</p><p>FORMULAÇÕES COM ÁCIDO SALICÍLICO</p><p>Ácido Salicílico 20%</p><p>1º. Remover a maquiagem</p><p>2º. Higienizar a pele com Sabonete</p><p>3º. Aplicar leve camada de álcool 96º ou outro desengordurante). Deixar a pele</p><p>totalmente seca.</p><p>4º. Com o auxilio de uma gaze, aplicar uma camada rápida e uniforme de</p><p>ácido salicilico na pele e deixar até 5 minutos. Remover com água.</p><p>5º. Caso a pele apresente eritema importante ou FROST, retirar imediatamente</p><p>aplicar creme calmante ou antiinflamatório sobre o frost.</p><p>6º. Finalizar com aplicação de vitamina C e Filtro Solar.</p><p>4 a 6 sessões - a cada 15 ou 21 dias.</p><p>PEELING DE ACIDO SALICÍLICO</p><p>PROCEDIMENTO</p><p>aplicando Berlison e Cicaplast</p><p>3 dias após ocorrência</p><p>de frost 7 dias após ocorrência de frost</p><p>Peling acido salicilico</p><p>Aaa</p><p>MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM</p><p>MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM</p><p>MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM</p><p>mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm</p><p>mm</p><p>mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm</p><p>15 dias depois...</p><p>Reepitelização</p><p>Regeneração</p><p>MMMML</p><p>MMMMMMMMMMMMMMMM</p><p>MMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM</p><p>PEELING DE ÁCIDO RETINÓICO</p><p>PEELING DE ÁCIDO RETINÓICO</p><p>O ácido retinoico tópico tem sido usado com sucesso por</p><p>muitos anos no tratamento da acne, melasma e</p><p>hiperpigmentação pósinflamatória.</p><p>A melhora do melasma, acne e da pele fotodanificada</p><p>após uma série de peeling de 1% a 5% foi relatada em um</p><p>estudo.</p><p>Promove peeling superficial nas oncentrações de 3% a</p><p>12%</p><p>HISTOLOGICAMENTE CLINICAMENTE</p><p>Afina o estrato córneo</p><p>Espessa a epiderme</p><p>Reverte atipia ceratinocítica</p><p>Estimula a deposição dérmica</p><p>de colágeno</p><p>Aumenta a deposição de</p><p>glicosaminoglicanas</p><p>Aumenta o volume dérmico e</p><p>estica a pele</p><p>Aumenta o volume dérmico e</p><p>estica a pele</p><p>Textura da pele mais lisa e macia</p><p>Estica a pele</p><p>Melhora ou erradica ceratoses actínicas</p><p>neovascularização</p><p>Dispersa a melanina através da</p><p>epiderme</p><p>Tom rosado à pele</p><p>Melhora a hiperpigmentação salpicada</p><p>EFEITOS DO ÁCIDO RETINÓICO</p><p>ACIDO RETINÓICO</p><p>Apesar dos benefícios apresentados o ácido retinóico</p><p>apresenta alguns efeitos adversos como:</p><p>Na pele como provocar urticária, eritema e</p><p>hiperpigmentação e telangiectasias. Fotossensibilizante.</p><p>É teratogênico quando administrado no primeiro trimestre</p><p>de gravidez ou quando a gravidez ocorre quatro meses</p><p>após o término do tratamento, podendo causar aborto</p><p>espontâneo ou má formação fetal.</p><p>O uso de retinóides na</p><p>gestação pode</p><p>causar mal</p><p>formações fetais</p><p>FORMULAÇÕES DE PEELINGS ACIDO RETINÓICO</p><p>Ácido retinóico 3%</p><p>Creme qsp 30g</p><p>Ácido retinóico 5%</p><p>Creme qsp 30g</p><p>Ácido retinóico 5%</p><p>Propilenglicol qsp 30ml</p><p>Ácido retinóico 8%</p><p>Creme qsp 30g</p><p>Ácido retinóico 8%</p><p>Propilenglicol qsp 30ml</p><p>INCLUIR PIGMENTO MARRON (NEUTRACOLOR)</p><p>Concentrações: 1% 3% 5% 8% 10% 12%</p><p>PEELING DE ACIDO RETINÓICO</p><p>Na aplicação do ácido retinóico o produto fica em contato com a pele de</p><p>4 a 8 horas. Inflamação: cerca de 48 a 72 h após a aplicação, com</p><p>descamação</p><p>discreta.</p><p>Uniformidade na aplicação. Reepitelização rápida.</p><p>4 a 6 sessões - a cada 15 ou 21 dias.</p><p>PEELING DE ÁCIDO RETINÓICO - PROCEDIMENTO</p><p>PÓS PEELING DE ÁCIDO RETINÓICO</p><p>AZULAY, 2013</p><p>Orientar para o uso de um creme hidratante devido ao</p><p>ressecamento da pele</p><p>nos primeiros 4 dias.</p><p>Não retirar as crostas de pele, deixar cair naturalmente.</p><p>A pele fica sensibilizada. Usar fotoproteção adequada.</p><p>Se na área do melasma houver vermelhidão persistente, usar</p><p>Berlison somente sobre a mancha por 3 dias.</p><p>Acido</p><p>Retinóico</p><p>Descamação</p><p>Acido Retinóico</p><p>Descamação</p><p>Ccvllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllll</p><p>l</p><p>lllllllllllvvvvvvvvvvvvvllllllllllllllll</p><p>v vvvvvvvv</p><p>PEELING ASSOCIADO:</p><p>Ccvvvvvvvvllllllllllllllllvvvvv</p><p>1. Ácido Mandélico 30%</p><p>pH 2,5</p><p>(remoção após 10 minutos)</p><p>2. Aplicação de vitamina C</p><p>3. Acido retinóico 5%</p><p>Por 4 horas</p><p>Home Care:</p><p>1) Ácido tranexâmico 4%</p><p>Ácido Kojico 3%</p><p>Alfa arbutin 3%</p><p>Gel creme qsp 30g</p><p>2) Vitta C10 Phloríz</p><p>3) Filtro solar</p><p>PEELINGS QUE PODEM SER UTILIZADOS EM TODOS OS</p><p>FOTOTIPOS :</p><p>Ácido Mandélico</p><p>Ácido Salicílico</p><p>Ácido Retinóico</p><p>Polihidroxiácidos (Gluconolactona)</p><p>Enzimas (Renew Zyme 30%)</p>