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FLOTADOR_POR_AR_DISSOLVIDO_Proposta_Tecnica_-_FAD_10_m3h_2

Proposta técnica do Flotador por Ar Dissolvido (FAD) 10 m³/h. Descreve o processo de tratamento de efluentes (dosagem química, mistura rápida, floculação, geração de microbolhas, flotação e raspagem de lodo), apresenta vantagens e especificações de componentes e documentação.

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<p>PROPOSTA TÉCNICA</p><p>FAD 10 m³/h</p><p>PROPOSTA TÉCNICA</p><p>FAD 10 m³/h</p><p>1. DESCRITIVO DO PROCESSO DE TRATAMENTO UTILIZADO</p><p>O Flotador por Ar Dissolvido (FAD) da Águas Claras Engenharia é utilizado no tratamento de efluentes, podendo</p><p>atuar como pré-tratamento para sistemas secundários biológicos ou como tratamento final para a remoção de DBO,</p><p>DQO, óleos, graxas, gorduras e sólidos suspensos.</p><p>O sistema de flotação por ar dissolvido inicia com a dosagem de químicos na câmara de mistura rápida. Nesse</p><p>compartimento são dosados alcalinizantes, coagulantes e polímeros. Em seguida, o efluente passa para a câmara de</p><p>floculação. Através de uma agitação mecânica controlada, o lodo condicionado é agitado, formando flocos. Nessa</p><p>etapa, o gradiente de velocidade e o tempo de detenção do efluente são rigorosamente dimensionados, garantindo a</p><p>eficiência do sistema. Posteriormente, o efluente floculado passa para a câmara de flotação.</p><p>Ao entrar na câmara de flotação, os flocos entram em contato com as microbolhas de ar. As microbolhas são</p><p>formadas pelo gerador de microbolhas, constituído pela bomba de microbolhas e pelo saturador. Esse procedimento</p><p>de injeção de ar microbolhas garante menor tamanho e maior uniformidade nas bolhas geradas, devido à pressão</p><p>gerada pela bomba de microbolhas no saturador, que garante a estabilização das bolhas formadas. A mistura ar e água</p><p>ao sair do saturador sofre uma abrupta diferença de pressão, liberando as microbolhas no flotador.</p><p>PROPOSTA TÉCNICA</p><p>FAD 10 m³/h</p><p>Ao serem expelidas, as microbolhas formadas para o tratamento de efluentes se agregam ao efluente floculado.</p><p>As partículas em suspensão ao se juntarem as bolhas de ar, têm sua densidade reduzida e são arrastadas até a</p><p>superfície, formando o flotado. A remoção do lodo flotado ocorre por um sistema de raspagem.</p><p>O lodo flotado acumulado na superfície do tanque é raspado periodicamente para um compartimento, o qual</p><p>encaminha o lodo gerado para um sistema de desidratação. O líquido clarificado é encaminhado para a próxima etapa</p><p>de tratamento ou é descartado, dependendo do tipo de procedimento empregado. A imagem abaixo esquematiza</p><p>todo o processo realizado pelo FAD.</p><p>PROPOSTA TÉCNICA</p><p>FAD 10 m³/h</p><p>Vantagens do FAD</p><p>• Alta eficiência na remoção de DBO, DQO, SST, O&G, P, NT entre outros parâmetros;</p><p>• Operação automatizada;</p><p>• Baixo custo de manutenção;</p><p>• Necessidade de área de instalação reduzida.</p><p>•</p><p>2. DESCRIÇÃO DOS FORNECIMENTOS E CONDIÇÕES COMERCIAIS</p><p>O Flotador por Ar Dissolvido de 10 m³/h é formado externamente por dois tanques conjugados e dividido pelas</p><p>seguintes partes: calha Parshall, misturador hidráulico, misturador mecânico, tanque de flotação, gerador de</p><p>microbolhas, painel de dosagem e painel elétrico.</p><p>Item Descrição do produto Composição</p><p>1 Calha Parshall</p><p>2 Misturador hidráulico</p><p>Ponta dosadora</p><p>Torneiras de coleta</p><p>Tubos e conexões</p><p>3 Misturador mecânico</p><p>Moto redutor</p><p>Torneira de coleta</p><p>Tubos e conexões</p><p>Hélices</p><p>4 Tanque de Flotação</p><p>Raspador</p><p>Moto redutor</p><p>Torneira de coleta</p><p>Tubos e conexões</p><p>5 Gerador de microbolhas</p><p>Saturador</p><p>Bomba de microbolhas</p><p>Tubos e conexões</p><p>6 Painel de dosagem Bombas dosadoras</p><p>7 Painel elétrico</p><p>8 Plataforma</p><p>9 Memorial descritivo e de cálculo</p><p>10 Manual de Instalação, Operação e Manutenção</p><p>11 Desenho técnico</p><p>12 ART – Anotação de Reponsabilidade Técnica, CRQ/SC</p><p>13 Projeto das Instalações</p><p>1. 1. Calha Parshall</p><p>Quantidade: 01 unidade</p><p>Cor: Verde</p><p>Modelo: 1’’</p><p>Categoria: Medidor de vazão</p><p>Material: PRFV</p><p>PROPOSTA TÉCNICA</p><p>FAD 10 m³/h</p><p>Função: Medir com relativa facilidade e de forma contínua, as vazões de entrada e saída de água do sistema.</p><p>2. 2. Misturador hidráulico</p><p>Quantidade: 01 unidade</p><p>Cor: Verde</p><p>Material: PRFV</p><p>Altura: 2,50 m</p><p>Função: Promover a dosagem de alcalinizante, coagulante e polímero no efluente através da mistura rápida</p><p>com alto grau de agitação, por meio de chicanas. Gerar a desestabilização das partículas sólidas</p><p>formando os coágulos de lodo.</p><p>Ponta dosadora</p><p>Quantidade: 03 unidades</p><p>Cor: Preto</p><p>Função: Propiciar a dosagem de modo direcionada do alcalinizante, coagulante e polímero.</p><p>Torneira de coleta</p><p>Material: PVC</p><p>Diâmetro nominal: ½’’</p><p>Cor: Branco</p><p>Função: Facilitar a coleta do efluente presente no misturador hidráulico.</p><p>Tubos e conexões – entrada e saída</p><p>Cor: Marrom</p><p>Diâmetro nominal: 50 mm</p><p>Material: PVC</p><p>Função: Permitir o fluxo de entrada e saída do misturador hidráulico.</p><p>3. 3. Misturador mecânico</p><p>Quantidade: 01 unidade</p><p>Cor: Verde</p><p>Categoria: Tanque</p><p>Material: PRFV</p><p>Espessura: 5 a 8 mm</p><p>Altura: 2,50 m</p><p>Função: Propiciar a agitação mecânica de maneira controlada para a formação de flocos de lodo.</p><p>Moto redutor</p><p>Acionamento: Por inversor de frequência.</p><p>Potência: 0,25 KW</p><p>Função: Propiciar a rotação do eixo com pás de mistura, a fim de permitir a rotação ideal para a formação</p><p>de flocos.</p><p>Torneira de coleta</p><p>Material: PVC</p><p>Diâmetro nominal: ½’’</p><p>Cor: Branco</p><p>Função: Facilitar a coleta do efluente presente no misturador mecânico.</p><p>Tubos e conexões</p><p>Material: PVC</p><p>Cor: Marrom</p><p>Função: Propiciar a entrada do efluente vindo do misturador hidráulico e a saída do efluente floculado para</p><p>tanque de flotação.</p><p>PROPOSTA TÉCNICA</p><p>FAD 10 m³/h</p><p>Hélices</p><p>Formato: Pás inclinadas</p><p>Material: Inox</p><p>Função: Promover a formação de flocos através da agitação do efluente condicionado.</p><p>4. 4. Tanque de Flotação</p><p>Quantidade: 01 unidade</p><p>Cor: Verde</p><p>Categoria: Tanque</p><p>Material: PRFV</p><p>Espessura: 5 a 8 mm</p><p>Altura: 2,50 m</p><p>Função: Propiciar o contato das microbolhas com o efluente condicionado. Nesse tanque os flocos de lodo</p><p>agregados as microbolhas de ar deverão ser arrastados até a superfície, devido à diferença de</p><p>densidade.</p><p>Raspador</p><p>Quantidade: 01 unidade</p><p>Material: Aço e borracha</p><p>Cor: Amarelo</p><p>Função: Raspar o efluente flotado na parte superior do tanque e encaminhar para a desidratação e</p><p>posterior descarte.</p><p>Moto redutor</p><p>Acionamento: Por inversor de frequência.</p><p>Potência: 0,25 kW</p><p>Função: Propiciar a rotação das pás de raspagem.</p><p>Torneira de coleta</p><p>Material: PVC</p><p>Diâmetro nominal: ½’’</p><p>Cor: Branco</p><p>Função: Facilitar a coleta do efluente presente no tanque de flotação.</p><p>Tubos e conexões</p><p>Material: PVC</p><p>Cor: Marrom</p><p>Função: Propiciar a entrada do efluente floculado e da água saturada. Propiciar a saída do efluente tratado</p><p>e do lodo flotado.</p><p>5. 5. Gerador de microbolhas</p><p>Quantidade: 01 unidade</p><p>Taxa de recirculação: 30%</p><p>Acionamento: Inversor de frequência</p><p>Tubo de saturação:</p><p>Acessórios:</p><p>Em PRFV</p><p>Rotâmetro e válvula de retenção p/ controle de entrada do ar</p><p>Função: Gerar as microbolhas, mantê-las estabilizadas e expelir no tanque de flotação.</p><p>Saturador</p><p>Quantidade: 01 unidade</p><p>Material: PRFV</p><p>Dimensões: Ø 0,21 m x 1,60 m</p><p>Cor: Verde</p><p>PROPOSTA TÉCNICA</p><p>FAD 10 m³/h</p><p>Função: Potencializar o sistema de flotação através da estabilização das microbolhas formadas pela bomba</p><p>de microbolhas.</p><p>Bomba de microbolhas</p><p>Quantidade: 01 unidade</p><p>Tipo: Centrífuga multiestágios</p><p>Modelo: ACE1104</p><p>Capacidade: Até 5m³/h em 5kgf/cm²</p><p>Rotores: 04 unidades tipo aberto, Ø 110 mm.</p><p>Material: Carcaça, alojamentos e rotores em inox AISI 304 micro fundido, eixo em inox AISI 304</p><p>Conexões: Sucção 1.1/2" ANSI B16.5/ Recalque 01" ANSI B16.5</p><p>Acionamento: Motor elétrico trifásico de alto rendimento, marca Weg, grau de proteção IP55, potência 5 CV, 02</p><p>polos, tensão 220/380V</p><p>Função: Produzir e bombear as microbolhas formadas através da mistura de ar e água.</p><p>Tubos e conexões</p><p>Material: PVC</p><p>Cor: Marrom</p><p>Função: Propiciar a entrada de ar e água no sistema e o fluxo das microbolhas entre a bomba de</p><p>microbolhas até a saída para o tanque de flotação.</p><p>6. Painel de dosagem</p><p>Quantidade: 01 unidade</p><p>Cor: Verde</p><p>Material: PRFV</p><p>Espessura: 5 a 8 mm</p><p>Função: Alocar as bombas dosadoras de produto</p><p>químico.</p><p>Bombas dosadoras</p><p>Quantidade: 03 unidades</p><p>Marca: Exatta/Etatron</p><p>Modelo: 15/03</p><p>Função: Cada bomba dosadora terá a função de dosar e bombear os produtos químicos (alcalinizante,</p><p>coagulante e polímero), a fim de garantir a estabilidade na vazão dos produtos.</p><p>6. 7. Painel elétrico</p><p>Quantidade: 01 unidade</p><p>Dimensão: 800 mm x 600 mm x 200 mm</p><p>Material: Chapa de aço carbono</p><p>Tensão de entrada: 220 V / 380 V</p><p>Tensão de comando: 24 V</p><p>Fase: Trifásico</p><p>Grau de proteção: IP54</p><p>Peças: Disjuntor, disjuntor motor, fonte, inversor de frequência e relé cíclico.</p><p>Função: Controlar o acionamento do sistema, indicar defeitos do sistema, auxiliar o monitoramento do</p><p>equipamento.</p><p>7. 8. Plataforma</p><p>Quantidade: 01 unidade</p><p>Material: Ferro galvanizado</p><p>Acabamento: Pintura em epóxi, cor amarela.</p><p>Função: Garantir acesso à parte superior do equipamento.</p><p>PROPOSTA TÉCNICA</p><p>FAD 10 m³/h</p><p>8. 9. Memorial descritivo e de cálculo</p><p>Modelo: PDF</p><p>Formato: A4</p><p>Função: Descrever os cálculos e as considerações realizadas durante a projeção do equipamento.</p><p>9. 10. Manual de Instalação, Operação e Manutenção</p><p>Modelo: PDF</p><p>Formato: A4</p><p>Função: Auxiliar na operação e manutenção do equipamento.</p><p>10. 11. Desenho técnico</p><p>Modelo: Representação gráfica do equipamento em escala convertido do SolidWorks para PDF e uma</p><p>única planta baixa convertida do AutoCad para PDF.</p><p>Formato: A1</p><p>Função: Auxiliar na operação e instalação do equipamento.</p><p>11. 12. ART – Anotação de Reponsabilidade Técnica, CRQ/SC</p><p>Modelo: PDF</p><p>Formato: A4</p><p>Função: Definir o responsável legal pela atividade técnica.</p><p>12. 13. Projeto das Instalações</p><p>Detalhamento: Serão fornecidos os projetos: civil (exceto cálculos estruturais), hidráulico e elétrico.</p><p>Modelo: PDF</p><p>Função: Instruir de modo detalhado os procedimentos de construção da instalação do local onde será</p><p>colocado o equipamento.</p><p>3. CARACTERÍSTICAS DOS MATERIAIS UTILIZADOS NA CONSTRUÇÃO DA ETE</p><p>3.1. Tanques em PRFV</p><p>A Águas Claras Engenharia produz suas estações de tratamento em PRFV através do processo de spray-up com</p><p>revestimento interno de gel coat e externo em gel parafinado. A fabricação destes equipamentos consiste na aplicação</p><p>de uma camada de gel interno, garantindo a estanqueidade do equipamento. Em seguida, utiliza-se uma camada de</p><p>resina de poliéster associada à fibra de vidro (“roving”) para dar estrutura ao produto. Por fim, a aplicação de uma</p><p>última camada de gel parafinado com produto inibidor de raios ultravioleta UV, que também dará o acabamento e a</p><p>cor ao revestimento.</p><p>Estes equipamentos são construídos no formato vertical, tipo tronco cônico. Devem ser apoiados sobre base</p><p>plana horizontal, e concreto que sustente sem deformações o peso do equipamento em uso. As furações são feitas nas</p><p>faces planas indicadas no produto. Os reservatórios são produzidos em diversos tamanhos e formatos com garantia</p><p>contra defeitos de fabricação, sempre seguindo os procedimentos corretos de instalações.</p><p>PROPOSTA TÉCNICA</p><p>FAD 10 m³/h</p><p>Estrutura dos tanques em PRFV</p><p>Gel Coat: Camada de gel tipo ortoftálico. Tem a finalidade de formar a superfície impermeabilizante interna do</p><p>tanque e, ainda, servir como base de estruturação para a fibra de vidro.</p><p>Resina + Fibra de Vidro “roving”: Resina tipo ortoftálica + fibra de vidro. Tem como objetivo formar a estrutura do</p><p>tanque, dando resistência necessária ao rompimento e deformações quando submetida às pressões da água ou do</p><p>efluente;</p><p>Gel Parafinado: Possui inibidor contra raios ultravioletas, evitando assim a proliferação de algas no interior do</p><p>tanque. Também responsável pela pintura de acabamento do tanque.</p><p>3.2. Tubos e conexões em PVC</p><p>Resistente à ação de bactérias, os tubos e conexões em PVC são utilizados em toda a canalização hidráulica do</p><p>projeto. O PVC é leve, impermeável, resistente a químicos, durável, versátil e ambientalmente correto. Suas</p><p>propriedades garantem um ótimo custo e benefício para o equipamento.</p><p>Apesar de usados para a mesma finalidade, a cor do PVC acaba diferenciando suas características, sendo o</p><p>marrom soldável e o branco para rosquear. O PVC marrom é utilizado na parte interna do equipamento, nas</p><p>tubulações de bombeamento, pois é ideal para suportar a pressão interna do líquido bombeado. O PVC branco é</p><p>utilizado nas tubulações que ligam um tanque ao outro e na entrada e na saída do equipamento, por serem mais</p><p>rígidos e suportarem melhor a ação de intempéries.</p><p>3.3. Haste de aço inox</p><p>As hastes de agitação, utilizadas no processo de tratamento do flotador, são produzidas em aço inox, material que</p><p>possui grande custo-benefício, durabilidade, flexibilidade, além de ser facilmente moldado e possuir ótimo</p><p>PROPOSTA TÉCNICA</p><p>FAD 10 m³/h</p><p>acabamento superficial. Enquanto os aços comuns sofrem o processo de ferrugem, o aço inox é geralmente muito</p><p>resistente à corrosão.</p><p>O responsável por essa resistência é o cromo, que dependendo da quantidade em sua composição, quando entra</p><p>em contato com o oxigênio, forma uma película protetora sobre a superfície do aço, que os torna impermeável. A</p><p>adição do níquel ao aço inox lhe confere a ductilidade, ou seja, permite que seja trabalhado em sua superfície, além de</p><p>resistência a altas temperaturas e soldabilidade, melhorando sua resistência geral.</p><p>A utilização do aço inox na fabricação de diversos produtos é determinada por suas qualidades para os diversos</p><p>fins, entre elas: resistente à corrosão; facilidade de limpeza; aparência higiênica e brilhante; material higiênico; baixo</p><p>custo de manutenção; resistência à variação de temperatura; resistência a altas temperaturas e material reciclável.</p><p>3.4. Descritivo elétrico</p><p>O painel do FAD de 10 m³/h é conectado ao moto redutor do tanque de mistura, ao moto redutor do raspador, à</p><p>bomba de entrada e à bomba de microbolhas. O controle de operação é feito da seguinte forma, considerando que os</p><p>inversores de frequência serão controlados através de potenciômetro.</p><p>• Moto redutor do floculador: controle por inversor de frequência;</p><p>• Bomba de microbolhas: controle por inversor de frequência;</p><p>• Moto redutor do raspador: acionamento por relé cíclico;</p><p>• Bomba dosadora de alcalinizante: acionamento pelo sensor de nível da bomba de entrada;</p><p>Bomba de</p><p>microbolhas</p><p>Moto redutor</p><p>do raspador</p><p>Moto redutor</p><p>do floculador</p><p>PROPOSTA TÉCNICA</p><p>FAD 10 m³/h</p><p>• Bomba dosadora de coagulante: acionamento pelo sensor de nível da bomba de entrada;</p><p>• Bomba dosadora de polímero: acionamento pelo sensor de nível da bomba de entrada;</p><p>• Bomba dosadora de hipoclorito de sódio (opcional): acionamento pelo sensor de nível da bomba de entrada.</p><p>O painel possui proteção contra choque, utilizando a tensão de segurança de 24 V, servindo como uma medida de</p><p>proteção coletiva. O aterramento nesse caso será fundamental tanto como medida protetiva do usuário, evitando</p><p>choques, quanto do próprio equipamento, favorecendo o bom funcionamento dos seus dispositivos. Além disso, para</p><p>que o equipamento funcione de forma inteligente, para cada um dos motores, o painel terá sinais luminosos, que</p><p>deverão ser acesos em caso de defeito.</p><p>4. PROCESSOS AUXILIARES</p><p>Alguns equipamentos poderão ser acrescentados de forma opcional ou obrigatória, como medida protetiva para</p><p>evitar danos ao sistema. Esses equipamentos não estão inclusos ao preço da FAD 10 m³/h, entretanto poderão estar</p><p>na proposta comercial como um equipamento obrigatório ou opcional, constando custo adicional. São eles:</p><p>Gradeamento (opcional): deverá ser instalado como medida protetiva, evitando que corpos estranhos entrem no</p><p>sistema e causem danos ao equipamento, principalmente na(s) bomba(s). O sistema de gradeamento poderá variar</p><p>com o tipo de efluente a ser tratado, podendo ser um sistema em alvenaria, uma peneira estática, uma peneira</p><p>autolimpante/rotativa, entre outros.</p><p>• Alvenaria: o gradeamento em alvenaria consiste na</p><p>separação da parte líquida da sólida, com a função de</p><p>reter sólidos grosseiros e preservar equipamentos como bombas, tubulações, válvulas de retenção e evitar a</p><p>obstrução de crivos. Caso o cliente opte pelo sistema em alvenaria, a Águas Claras poderá disponibilizar de</p><p>forma gratuita o dimensionamento da estrutura, não se responsabilizando pelo fornecimento dos materiais</p><p>necessários, como por exemplo, as grades, e nem pelos cálculos estruturais.</p><p>• Peneira estática: A peneira estática da Águas Claras Engenharia é utilizada na remoção de sólidos suspensos</p><p>no meio líquido em processos industriais e no tratamento de efluentes diversos. O líquido a ser tratado</p><p>ingressa pela parte superior da peneira na câmara de distribuição, desaguando hidraulicamente através de</p><p>um vertedouro e gerando condições de fluxo ideais para separação sólido/líquido. A fase líquida é coletada na</p><p>parte inferior da peneira, enquanto que a fase sólida é separada na tela, deslocando-se para a borda devido a</p><p>seu próprio peso e favorecendo a autolimpeza do equipamento. A remoção dos sólidos retidos e depositados</p><p>na parte inferior é executada manualmente.</p><p>• Peneira estática rotativa/autolimpante: pode ser empregada em processos industriais e no pré-tratamento de</p><p>efluentes industriais, para remoção dos sólidos suspensos no meio líquido. A peneira estática auto limpante</p><p>PROPOSTA TÉCNICA</p><p>FAD 10 m³/h</p><p>da Águas Claras Engenharia é produzida em aço inox, com telas específicas e escovas móveis. A remoção dos</p><p>sólidos retidos no elemento filtrante é executada pelas escovas que também são responsáveis pela</p><p>desobstrução das ranhuras e orifícios do elemento filtrante causado por óleos, graxas e partículas muito</p><p>pequenas. Um pente de limpeza remove os sólidos retidos entre as cerdas, depositando-os em um recipiente</p><p>agregado.</p><p>Equalizador (recomendado): os tanques de equalização são dimensionados para que tenham como funções as</p><p>seguintes: equalizar a vazão, evitando que haja picos de vazão muito altos ou muito baixos; estabilizar o pH, facilitando</p><p>a correção e reduzindo a utilização de produtos químicos, e consequentemente, gerando economia na operação, e</p><p>homogeneizar a carga orgânica, auxiliando na regulagem da dosagem de produtos químicos, vazões constantes,</p><p>economia de produtos químicos, e equipamentos menores a jusante. Este dispositivo é recomendado na instalação do</p><p>FAD, ou em algum equipamento com aplicação similar, por não se tratar de um processo contínuo.</p><p>Sistemas de desidratação de lodo (opcional): esses sistemas poderão ser implantados como alternativa ao caminhão</p><p>limpa fossa, em caso que a produção de lodo gerado seja significativa. Independente do sistema escolhido, todos terão</p><p>a mesma função: retirar o lodo que se encontra em excesso no sistema e desidratá-lo, o lodo adensado deverá ser</p><p>enviado para aterro sanitário adequado, para ser descartado.</p><p>• Prensa desaguadora: equipamento robusto, processo contínuo para retirada de água do lodo, o lodo</p><p>adensado e o efluente tratado na forma líquida são separados simultaneamente, logo após são destinados</p><p>para suas respectivas disposições finais. Maior consumo de energia, porém é o processo mais rápido, por não</p><p>precisar realizar pausas para retirada do lodo. Possui pequena área de instalação.</p><p>• Filtro prensa: processo não contínuo, formação de tortas de lodo entre as placas, essas tortas deverão ser</p><p>retiradas sempre que acontece a saturação. Pequena área de instalação. Quando comparado ao equipamento</p><p>anterior acarreta em menor consumo de energia, porém demanda mais mão de obra.</p><p>• Leito de secagem: processo simples, eficaz e barato, poderá ser construído em alvenaria e dimensionado pela</p><p>Águas Claras Engenharia, exceto os cálculos estruturais e a construção civil que será por conta do cliente.</p><p>Apesar do baixo custo energético, esse processo pode gerar mau cheiro, grande área de instalação e</p><p>necessita de mais trabalho operacional, quando comparado aos outros processos citados.</p><p>Possuímos em nossa loja online caixas de gordura, sistemas de gradeamento e bombas. Confira em</p><p>https://loja.aguasclarasengenharia.com.br/.</p><p>https://loja.aguasclarasengenharia.com.br/</p><p>PROPOSTA TÉCNICA</p><p>FAD 10 m³/h</p><p>5. OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO</p><p>O FAD 10 m³/h possui fácil manutenção. Verificações visuais e auditivas deverão ser realizadas periodicamente</p><p>para assegurar que o equipamento esteja funcionando sem nenhum problema de entupimento, elétrico ou hidráulico.</p><p>Para um controle maior do equipamento, poderão ser realizadas análises químicas, sempre que possível, verificando se</p><p>o efluente está apresentando determinadas características, de acordo com o local no qual ele se encontra, além da</p><p>qualidade do efluente tratado.</p><p>Algumas operações deverão ocorrer de modo mais frequente, como o descarte de lodo de fundo do FAD para um</p><p>sistema de desidratação, que é realizado de modo simples apenas com a abertura e fechamento de uma válvula, e a</p><p>reposição dos produtos químicos dosados. O Manual de Instalação, Operação e Manutenção detalhará melhor os</p><p>procedimentos. No caso de efluentes com vazão ou composição variável, poderá ser necessário à realização dos</p><p>ajustes de dosagens e/ou diluição dos produtos químicos.</p><p>6. CUSTO OPERACIONAL</p><p>O custo operacional padrão será a soma dos custos dos seguintes elementos:</p><p>• Mão de obra: será necessário um operador para realizar análises químicas diárias, ajuste da vazão de entrada,</p><p>ajuste da dosagem de químicos, principalmente nos casos que o efluente varia sua composição, verificações</p><p>semanais e mensais do equipamento (em torno de três horas por dia).</p><p>• Sistema de desidratação do lodo: deverá ser instalado um sistema para encaminhar o lodo excedente</p><p>formado durante o processo. Como por exemplo, pode-se mencionar o adensador, prensa desaguadora de</p><p>discos, filtro prensa, entre outros. O lodo gerado deverá ser transportado para um destino adequado</p><p>periodicamente.</p><p>• Produtos químicos: será dosado hidróxido de sódio, policloreto de alumínio (PAC) e polímero. Em alguns casos</p><p>será necessária a dosagem de uma solução oxidante, na etapa final do processo, para eliminação de</p><p>microrganismos patogênicos.</p><p>• Energia: o equipamento requer a potência de aproximadamente 4.200 W.</p><p>7. CONDIÇÕES PARA INSTALAÇÃO DA ETE</p><p>Obrigações do cliente: Preparar a base para a instalação do FAD 10 m³/h, que será instalado sobre o solo.</p><p>• Construir uma base em radier. É necessário consultar um engenheiro responsável para cálculos estruturais.</p><p>• Ponto elétrico com fase e tensão compatíveis com o modelo que será adquirido, para o funcionamento da ETE.</p><p>PROPOSTA TÉCNICA</p><p>FAD 10 m³/h</p><p>• Instalação elétrica entre o painel de controle e a estação de tratamento de acordo com as orientações do projeto.</p><p>• Ponto de envio do esgoto bruto para a ETE, por bombeamento.</p><p>• Ponto de água limpa para a diluição de produtos químicos.</p><p>• Planta baixa, preferencialmente em AutoCAD, do empreendimento indicando o local a ser instalado o</p><p>equipamento.</p><p>8. TRANSPORTE E MONTAGEM</p><p>O equipamento sairá pré-montado da sede da Águas Claras Engenharia, a conexão entre o painel, plataforma e o</p><p>equipamento deverão ser realizadas no local de instalação, assim como a alocação dos motores e as conexões de</p><p>entrada e saída de lodo e efluente no equipamento. A instalação deverá ser feita por um técnico especializado, a</p><p>critério do cliente. Como o equipamento será instalado sobre o solo, o painel e a plataforma serão acoplados no</p><p>suporte presente na plataforma. Informações detalhadas sobre a montagem do equipamento poderão ser</p><p>encontradas no Manual de Instalação, Operação e Manutenção.</p><p>O sistema de pré-montagem garante agilidade e facilidade durante a instalação e o startup da máquina, e isso só é</p><p>possível devido ao sistema modular e ao material utilizado. O PRFV garante ao equipamento alta resistência à corrosão</p><p>e a choques, não sofrendo alterações de sua estrutura durante o transporte,</p><p>montagem no local e instalação.</p><p>9. ASSISTÊNCIA TÉCNICA PERMANENTE</p><p>Nossos profissionais darão total orientação para o perfeito controle e manutenções necessárias, sendo essa</p><p>realizada através de acompanhamento técnico online durante a instalação. O fabricante irá disponibilizar, de modo</p><p>online, profissionais da área de química (químicos), hidráulica e elétrica (técnicos) para eventuais suportes técnicos e</p><p>instruções de operação, sem custos de horas técnicas dos profissionais.</p><p>Contato</p><p>Central de Atendimento Águas Claras Engenharia</p><p>Rua Lauro Müller, 2877, Bairro Passagem, Tubarão – SC, CEP – 88705-505</p><p>Telefone: (48) 3632-4900 / WhatsApp: (48) 99614-4764</p><p>E-mail: contato@aguasclarasengenharia.com.br / Site: www.aguasclarasengenharia.com.br</p>

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