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<p>fa</p><p>Faculdade Unibrasília Unidade Gama</p><p>Bacharelado em Direito</p><p>DIREITO</p><p>TRIBUTÁRIO E</p><p>FINANÇAS PÚBLICAS</p><p>IDENTIFICAÇÃO</p><p>FACULDADE UNIBRASÍLIA</p><p>UNIDADE GAMA</p><p>DISCIPLINA: DIREITO TRIBUTÁRIO E FINANÇAS PÚBLICAS</p><p>PROFESSOR: BRUNO ANTUNES</p><p>ALUNOS: ELAINE ALVES VELOSO</p><p>ELIANE GOMES DOS SANTOS</p><p>FARLEY DOUGLAS CHAVES</p><p>HELENA THANIA PORTO ALEXANDRE SILVA</p><p>JULIANA FIGUEIREDO OLIVEIRA</p><p>PATRICK ALEXANDRE FERREIRA DE ARAÚJO</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>O atual modelo Tributário no Brasil dificulta o crescimento da economia</p><p>e as indústrias brasileiras se veem em desvantagem em relação a concorrência.</p><p>Nas indústrias brasileiras destacam os principais problemas: o elevado número de tributos</p><p>e a alta complexidade, enquanto a maioria dos países cobram apenas um imposto sobre o</p><p>consumo, no Brasil são pelo menos cinco tributos diferentes, recolhidos por órgãos</p><p>diferentes com legislação diferentes em cada um dos 26 estados e Distrito Federal.</p><p>As empresas acabam gastando muito para calcular e pagar os impostos</p><p>e entregar toda a documentação exigida pelo governo. Outro ponto importante nossas</p><p>regras tributarias deixam muitas brechas na interpretação, com isso gera dúvida entre</p><p>governo e empresa quanto a exatidão do valor do imposto pago. Com isso são inúmeros</p><p>processos que correm na justiça.</p><p>Todos esses fatores geram custos que acabam sendo transferidos à</p><p>população, pois impactam no preço dos produtos e serviços. Além disso enfraquecem a</p><p>economia, prejudicando a capacidade de competição da indústria, e inibem investimentos</p><p>no Brasil.</p><p>A Reforma Tributária visa resolver esses problemas. A proposta é</p><p>simplificar e substituir os impostos sobre o consumo por um único imposto, o IVA. E</p><p>torna esse modelo, mas eficiente, corrigindo as distorções existentes hoje e fazendo com</p><p>que a economia cresça rápido. A população saberá exatamente o quanto estará pagando</p><p>de imposto em cada produto e serviço. O Brasil estará alinhando as melhores práticas</p><p>internacionais, o que irá fortalecer a nossa economia fazendo com que a nossa indústria</p><p>possa exportar mais e competir com igualdade com os produtos importados. Se a indústria</p><p>cresce, cresce o número de empregos e a renda do país.</p><p>Para os especialistas e juristas as propostas de reforma buscam unificar</p><p>impostos indiretos e tratar de uma opção para acelerar a aprovação. São 168 países do</p><p>mundo que tem o IVA e esses 168 países não necessariamente tem as disfunções que nós</p><p>temos com os tributos indiretos. Independente da questão política na qual a reforma está</p><p>envolvida, é importante que ela não deixe de lado o intuito de simplificar o sistema</p><p>tributário brasileiro, um dos mais complexos do mundo</p><p>REFORMA TRIBUTÁRIA</p><p>O sistema tributário nacional é regido pela Lei 5.172 de 25 de outubro de</p><p>1966, sendo denominado de Código Tributário Nacional, responsável por regulamentar o</p><p>Sistema Tributário Nacional e institui normas gerais de direito tributário aplicáveis à</p><p>União, Estados e Municípios.</p><p>Sendo este datado de 1966, padece atualmente de atualizações substanciais</p><p>suficientes para sua readequação para os parâmetros evolutivos da sociedade, sendo que</p><p>para muitos o atual sistema tributário é dotado de instabilidade por ser injusto, anacrônico</p><p>e dotado de alta complexidade.</p><p>Visando a reforma do CTN, tramitam atualmente no poder legislativo três</p><p>projetos, sendo eles: I) PEC nº 45 que tramita perante a Câmara dos Deputados; II) a PEC</p><p>nº 110 que tramita perante o Senado Federal e o Projeto de Lei nº 3.887/20 proposto pelo</p><p>Governo Federal por intermédio do Ministro da Economia.</p><p>O primeiro dos projetos, a PEC nº 45 apresentados visa a extinção dos</p><p>seguintes tributos:</p><p>I) Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);</p><p>II) Contribuição para o Financiamento da Seguridade</p><p>Social (COFINS);</p><p>III) Programa de Integração Social (PIS);</p><p>IV) Imposto sobre Operações de Circulação de</p><p>Mercadorias e de Prestação de Serviços de transporte interestadual</p><p>e intermunicipal e de comunicação (ICMS) e;</p><p>V) Imposto Sobre Serviços (ISS).</p><p>Em substituição aos impostos extintos, será criado o Imposto sobre Bens e</p><p>Serviços (IBS), visando para tanto a descomplexidade do sistema como um todo,</p><p>facilitando ainda o controle dos tributos como um todo.</p><p>A PEC nº 110 possui uma base semelhante a da PEC nº45, vez que</p><p>igualmente pretende a extinção de tributos, abrindo espaço para novos em número</p><p>reduzido, contudo</p><p>é mais ambiciosa, vez que propõe ao em vez de extinguir 5, que sejam extintos 9</p><p>impostos, sendo eles:</p><p>I) Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI);</p><p>II) Contribuição para o Financiamento da Seguridade</p><p>Social (COFINS);</p><p>III) Programa de Integração Social (PIS);</p><p>IV) Imposto sobre Operações de Circulação de</p><p>Mercadorias e de Prestação de Serviços de transporte interestadual</p><p>e intermunicipal e de comunicação (ICMS);</p><p>V) Imposto Sobre Serviços (ISS).</p><p>VI) Imposto sobre Operações Financeiras (IOF);</p><p>VII) Programa de Formação do Patrimônio do Servidor</p><p>Público (PASEP),</p><p>VIII) Cide-Combustíveis e;</p><p>IX) Salário-Educação.</p><p>No lugar dos impostos extintos, seria igualmente instituído o Imposto</p><p>sobre Bens e Serviços (IBS) e criado o Imposto Seletivo, sendo este utilizado pelo</p><p>Governo Federal para tarifar bens e serviços específicos a sua vontade, tais como</p><p>Petróleo, cigarros, energia elétrica dentre outros dentro de seu poder discricionário.</p><p>Por fim, traz ainda em seu escopo a incorporação das Contribuições sobre</p><p>Lucro Líquido pelo Imposto de Renda, sendo devidamente aplicados os ajustes</p><p>necessários neste para que efetivamente tenha eficácia a incorporação.</p><p>Por fim, a proposta objeto do presente trabalho é sobre a proposta</p><p>apresentada pelo Governo Federal, no qual visa a substituição somente de dois impostos,</p><p>sendo eles o PIS e o COFINS pela criada Contribuição sobre Bens e Serviços.</p><p>Segundo o Ministro da Economia Paulo Guedes, a proposta de unificação</p><p>dos impostos sobre bens e serviços visa a simplificação de parte do CTN, vez que ao seu</p><p>ver os impostos originam-se da mesma fonte de renda e receita, conforme observa-se na</p><p>justificativa do PL:</p><p>2. A elevada complexidade da legislação da Contribuição para o</p><p>Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor</p><p>Público - Contribuição para o PIS/Pasep e da Contribuição para o</p><p>Financiamento da Seguridade Social - Cofins impõe a necessidade de sua</p><p>reformulação e, ao mesmo tempo, oferece a oportunidade de alinhamento</p><p>da legislação brasileira ao moderno e reconhecido padrão mundial de</p><p>tributação do consumo: a tributação do valor adicionado.</p><p>(...)</p><p>4. Após muitas discussões no Supremo Tribunal Federal,</p><p>pacificou-se o entendimento sobre o conceito de faturamento e de sua</p><p>equivalência ao conceito de receita bruta, nos termos do art. 12 do Decreto-</p><p>Lei nº 1.598, de 1977. De acordo com esse artigo, a receita bruta é o</p><p>produto da venda de bens e serviços, ou, no caso, de não se caracterizar</p><p>como coisa ou outra, o produto das demais atividades empresariais da</p><p>pessoa jurídica.</p><p>O projeto, contudo, comporta consigo a elevação de alguns setores, vez</p><p>que a alíquota passa a ser fixa em 12% para todos os serviços e bens, incidindo após a sua</p><p>implementação sobre a aquisição do bem e ou serviço, e no caso de varejo incidente sobre</p><p>as “operações”</p><p>A Doutora Ariane Guimarães1 aponta prospecto positivo quanto aos</p><p>fornecedores simples, conforme evidencia-se no seguinte trecho:</p><p>"Isso significa que o tributo será de 12%, mas o crédito não será</p><p>necessariamente do mesmo valor</p><p>percentual, pois ainda não é sabido o</p><p>quanto o tributo federal representa desse montante. Neste momento, fica</p><p>evidente somente que, do ponto de vista econômico, o fornecedor que</p><p>está no regime Simples é menos competitivo"</p><p>Em contrapartida o Doutor Eduardo Marcial Ferreira Jardim2, afirma com</p><p>clareza que a instauração do CBS acarretará em prejuízos altíssimos para o contribuinte,</p><p>seja em relação a alíquota, seja em relação aos custos contábeis, vejamos:</p><p>Se é verdade que a atual PIS/Cofins compreende imensurável</p><p>complexidade na aferição do quantum debeatur em face da não-</p><p>cumulatividade, não menos verdade é que a CBS será ainda mais</p><p>burocratizada, gerando custos contábeis mais elevados para o</p><p>contribuinte, além de dificultar a própria gestão do tributo por parte</p><p>da Receita Federal do Brasil. Em suma, todos perdem, inclusive a</p><p>cidadania, uma vez que estamos diante de um tributo que mais uma vez</p><p>grava o consumo, na contramão dos postulados de justiça fiscal.</p><p>1 https://www.mattosfilho.com.br/unico/noticias/reforma-tributaria-impactos-varejo</p><p>2 https://ibedaft.com.br/cbs/</p><p>O Projeto em si, visa a simplificação do sistema tributário, conforme</p><p>elucidado pelo e. Ministro da Economia no momento da apresentação da justificativa,</p><p>sendo aplicado então o imposto de maneira monofásica, vejamos:</p><p>14.6. A incidência monofásica na produção ou importação de</p><p>bens foi reduzida apenas aos produtores ou importadores dos</p><p>seguintes produtos: gasolinas e suas correntes, óleo diesel e suas</p><p>correntes, gás liquefeito de petróleo - GLP, derivado de petróleo ou de gás</p><p>natural e querosene de aviação, biodiesel e álcool. Também foi incluído</p><p>nesse sistema o gás natural, os cigarros e as cigarrilhas.</p><p>14.7. A CBS devida pelas instituições financeiras e equiparadas e</p><p>pelas pessoas jurídicas que exercem determinadas atividades, como</p><p>comercialização de planos de saúde, entre outras, será apurada de forma</p><p>diferenciada em razão de especificidades que dificultam a tributação do</p><p>valor adicionado em cada operação.</p><p>Os impactos da proposta apresentada pelo Governo Federal atingem a</p><p>sociedade em sua integralidade, vez que a implementação do CBS abarcará todo os bens</p><p>e serviços básicos da sociedade, tais como Cestas Básicas e Combustíveis, sendo</p><p>apontado por especialistas uma alta significativa dos preços.</p><p>Sendo apontado pelo Doutor Eduardo Marcial Ferreira Jardim3</p><p>Ademais, a referida espécie tributária exprime um aumento de</p><p>228,76% com relação aos 3,65% do regime cumulativo da PIS/Cofins,</p><p>representando, outrossim, uma elevação de 27,5% quando comparada</p><p>aos 9,25% do regime não cumulativo, o que representa uma censurável</p><p>majoração de carga tributária, agravada por ocorrer num período de</p><p>terrível crise econômica em face da pandemia da Covid-19.</p><p>O projeto atualmente está em tramite perante a Câmara Legislativa, sendo</p><p>o último despacho proferido no dia 04/09/2020 no qual instituiu Comissão Especial para</p><p>analisar a matéria.</p><p>3 https://ibedaft.com.br/cbs/</p>

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