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<p>SINDROMES GENÉTICAS</p><p>NATÁLIA HELENA MENDES GONÇALVES</p><p>SÍNDROME</p><p>• Conjunto de sinais e sintomas físicos e/ou psicológicos que geram a</p><p>manifestação de uma ou várias doenças e condições clínicas que</p><p>independem da etiologia.</p><p>• Diversos fatores podem levar ao surgimento de uma síndrome, desde</p><p>fatores genéticos e hereditários, até situações traumáticas e</p><p>epigenéticas.</p><p>Síndromes genéticas</p><p>• Alterações no DNA do paciente, geralmente devido a mutações que, quando ocorrem</p><p>nas células germinativas, podem ser passadas para os descendentes.</p><p>• As anomalias genéticas, podem se dividir em:</p><p>• Gênicas: Quando a mutação ocorre em um gene ou em um conjunto de genes</p><p>específicos, não alterando o número total de cromossomos do paciente;</p><p>• Cromossômicas: Quando a anomalia leva a alteração do número de cromossomos de um</p><p>indivíduo. O paciente pode apresentar um cromossomo a mais ou um a menos que o</p><p>normal para a espécie (a espécie humana apresenta 46 cromossomos, divididos em 23</p><p>tipos, que são encontrados aos pares - um de herança paterna e outro de herança</p><p>materna - sendo, portanto, uma espécie diplóide 2n.</p><p>• São 44 autossomos e 2 cromossomos sexuais).</p><p>• As anomalias cromossômicas podem ser classificadas em:</p><p>• Euploidias: quando todos os cromossomos do indivíduo se encontram duplicados;</p><p>• Aneuploidias: quando apenas um ou alguns cromossomos são duplicados ou deletados.</p><p>Síndrome de Down</p><p>• Síndrome causada pela existência de um cromossomo a mais, neste</p><p>caso, chamada de trissomia do 21 (ao invés de possuir um par de</p><p>cromossomos 21, um de herança paterna e outro de herança</p><p>materna, indivíduos com a síndrome possuem três cromossomos 21).</p><p>• Atraso no desenvolvimento infantil, feições faciais características</p><p>(olhos separados, fendas palatais com atraso de desenvolvimento),</p><p>deficiência mental leve e, em alguns casos, convulsões.</p><p>– Rosto arredondado, com olhos puxados e orelhas pequenas;</p><p>– Mãos de tamanho reduzido e dedos curtos;</p><p>– Tônus muscular mais fraco e</p><p>– Língua protusa e maior do que o normal.</p><p>• Outras características da síndrome de down podem incluir:</p><p>– Desenvolvimento intelectual um pouco mais lento que a média;</p><p>– Condições cardíacas congênitas;</p><p>– Refluxo;</p><p>– Problemas de tireoide;</p><p>– Otites crônicas e</p><p>– Apneia do sono.</p><p>DIAGNÓSTICO:</p><p>Após o nascimento da criança, é feito o exame do cariótipo, que avalia justamente a</p><p>posição dos cromossomos como forma de saber se a trissomia está presente.</p><p>Síndrome de Down</p><p>• Estima-se que no Brasil ocorra 1 em cada 700 nascimentos, o que totaliza em torno de</p><p>270 mil pessoas com Síndrome de Down;</p><p>• No mundo, a incidência estimada é de 1 em 1 mil nascidos vivos.</p><p>• No Brasil, em 2020 e 2021, foram notificados 1.978 casos detectados no nascimento;</p><p>• A prevalência geral da doença no Brasil, neste período, foi 4,16 por 10 mil nascidos</p><p>vivos. Em relação às regiões com maiores prevalências, destacam-se o Sul, (5,48 por</p><p>10 mil) e o Sudeste (5,03 por 10 mil).</p><p>• Este número pode ser ainda maior, tendo em vista que o diagnóstico ao nascimento e</p><p>sua consequente notificação no Sinasc, pode ser uma tarefa desafiadora.</p><p>• As chances aproximadas de se ter um filho portador da síndrome de Down são de 1 a</p><p>cada 380 para mulheres com 35 anos de idade e de 1 a cada 100 para aquelas com 40</p><p>anos.</p><p>Síndrome de Down</p><p>Síndrome de Edwards</p><p>• Trissomia do cromossomo 18;</p><p>• Atraso mental e de crescimento, malformações graves do coração, crânio</p><p>alongado, boca pequena e pescoço curto.</p><p>• É a síndrome mais comum depois da Síndrome de Down.</p><p>• A Síndrome de Edwards está diretamente envolvida na idade da mãe.</p><p>Mulheres acima dos 35 anos que engravidam estão mais sujeitas a ter</p><p>filhos com a Trissomia 18 do que mulheres mais jovens.</p><p>• Diagnóstico - cariótipo. O diagnóstico para a doença se confirma se for</p><p>observada a presença de uma cópia extra do cromossomo 18.</p><p>Síndrome de Edwards</p><p>• Inicialmente descrita pelo pediatra e geneticista britânico John Hilton</p><p>Edwards na década de 1960, a Síndrome de Edwards implica em</p><p>problemas congênitos para os afetados, o que é determinante para a</p><p>severidade dos casos.</p><p>• Estima-se que a prevalência da Trissomia 18 seja de</p><p>aproximadamente 1 em 3.000-10.000 nascidos vivos.</p><p>Síndrome de Edwards</p><p>Síndrome de Jacobs</p><p>• Síndrome XYY ou Síndrome do duplo Y;</p><p>• Causada pela presença de um cromossomo sexual Y a mais em</p><p>indivíduos do sexo biológico masculino.</p><p>• A síndrome pode ser assintomática ou estar associada com o</p><p>crescimento acelerado na infância, distração, hiperatividade e crises</p><p>de fúria.</p><p>Síndrome de Jacobs</p><p>Síndrome de Klinefelter</p><p>• Cromossomo sexual X a mais em indivíduos do sexo biológico masculino, ou</p><p>seja, o paciente apresenta um trio de cromossomos sexuais (XXY).</p><p>• A síndrome está associada a esterilidade do paciente, limitação das funções do</p><p>sistema reprodutor, distúrbios na fala e desenvolvimento de mamas nos pacientes</p><p>(ginecomastia).</p><p>• A doença acomete em média um indivíduo a cada 820 bebês nascidos no Brasil, de</p><p>acordo com várias publicações da literatura científica.</p><p>• Existe também associação com incidência aumentada de doenças vasculares</p><p>cerebrais ou câncer de mama, pulmão e linfomas.</p><p>• Existem relatos também que alguns pacientes apresentam deficiência auditiva,</p><p>atraso na linguagem, motor e de aprendizagem, além de comportamentos anti-</p><p>sociais e psiquiátricos.</p><p>Síndrome de Klinefelter</p><p>Síndrome de Patau</p><p>• Chamada de Trissomia do 13 - cromossomo (autossomo);</p><p>• Também é chamada de Síndrome Bartholin-Patau, é caracterizada por</p><p>malformações do sistema nervoso, retardo mental acentuado,</p><p>esterilidade, olhos pequenos e afastados e expectativa de vida curta</p><p>(em média seis meses).</p><p>• A primeira descrição da doença ocorreu na década de 1960, pelo</p><p>geneticista humano Klaus Patau.</p><p>• Os principais sintomas das crianças que nascem com a síndrome é o atraso mental e</p><p>cognitivo, além de malformações físicas perceptivas.</p><p>• orelhas deformadas</p><p>• fenda labial e palato fendido</p><p>• plantas dos pés arqueadas</p><p>• crises convulsivas</p><p>• microcefalia</p><p>• pescoço curto</p><p>• problemas nos olhos, em geral pequenos e extremamente afastados ou ausentes</p><p>• punhos cerrados</p><p>• mãos com um sexto dedo ou dedos sobrepostos.</p><p>• problemas no coração</p><p>• surdez parcial ou total</p><p>• deficiência mental</p><p>• doenças renais</p><p>Síndrome de Patau</p><p>Síndrome de Patau</p><p>Síndrome de Turner</p><p>• Conhecida também como síndrome de X0, já que as pacientes, todas do sexo</p><p>biológico feminino, não possuem total ou parcialmente o segundo</p><p>cromossomo sexual X.</p><p>• A síndrome está associada a inchaços do dorso das mãos e pés, pregas na</p><p>nuca, pescoço alado, tórax largo, mamilos invertidos e seios distantes um do</p><p>outro.</p><p>• Com o exame de cariótipo da banda G, é possível identificar a monossomia</p><p>do cromossomo X ou a composição mosaico e, assim, diagnosticar a</p><p>Síndrome de Turner.</p><p>Síndrome de Turner</p><p>Síndrome do Triplo X</p><p>• Conhecida como Trissomia X, a síndrome é causada pela presença de</p><p>um cromossomo sexual X a mais em indivíduos do sexo biológico</p><p>feminino (XXX), que são chamadas de superfêmeas.</p><p>• É um síndrome que pode ser assintomática, não apresentando</p><p>nenhum quadro clínico.</p><p>• Quando há características fenotípicas, as pacientes apresentam</p><p>estatura maior que o normal, atrasos no desenvolvimento da fala e da</p><p>linguagem, dedos mínimos mais curvos, esterilidade e complicações</p><p>abdominais.</p><p>• Prevalência de cerca de 1 em 900 mulheres nascidas.</p><p>• As mulheres portadoras de um X extra não possuem fenótipos</p><p>incomuns que facilitem sua identificação, apenas têm estatura um</p><p>pouco acima da média.</p><p>• A maioria das mulheres que possuem esse distúrbio cromossômico</p><p>não apresentam qualquer sintoma, e vivem uma vida toda sem</p><p>diagnóstico. Fato que prejudica a estatística real do número de</p><p>mulheres acometidas.</p><p>Síndrome do Triplo X</p><p>Síndrome do Triplo X</p><p>Aneuploidias - quando apenas um ou</p><p>alguns</p><p>cromossomos são duplicados ou deletados.</p><p>• A Síndrome de Angelman (SA) é uma condição de origem genética que</p><p>pode cursar com alterações importantes do neurodesenvolvimento infantil,</p><p>foi descrita pela primeira vez em 1965 pelo pediatra Harry Angelman.</p><p>• Ela ocorre pela ausência no cérebro de uma importante enzima atuante na</p><p>manutenção da integridade e plasticidade das células neuronais, a</p><p>Ubiquitina-proteína ligase E3A.</p><p>• A síndrome de Angelman afeta homens e mulheres igualmente, sua</p><p>prevalência é estimada em 1 em 15.000 pessoas na população em geral,</p><p>totalizando aproximadamente 500.000 pessoas em todo o mundo.</p><p>• No entanto, muitos casos podem não ser diagnosticados, dificultando a</p><p>determinação exata da prevalência na população em geral.</p><p>Síndrome de Angelman</p><p>Síndrome de Angelman</p><p>• Ocorre pela perda de função do gene UBE3A que atua na regulação de neurotransmissores cerebrais e</p><p>está relacionada a processos de degradação de substâncias cerebrais, gerando comprometimento da</p><p>plasticidade neuronal.</p><p>• O gene UBE3A está localizado no cromossomo 15 herdado da mãe.</p><p>• Embora nós recebamos uma cópia do gene do pai e outra da mãe, no caso do gene UBE3A a cópia que</p><p>deve estar ativa e funcionante é a proveniente da mãe, a cópia paterna não consegue substituir.</p><p>• Essa alteração genética pode acontecer de diversas formas, sendo elas:</p><p>• Deleção na região do cromossomo materno que contém o gene - acontece em 70% dos casos (ausência do</p><p>gene)</p><p>Pacientes com a síndrome são caracterizados por um atraso no desenvolvimento intelectual, dificuldades na</p><p>fala, distúrbios no sono, sorriso frequente e, em alguns casos, convulsões e movimentos desconexos.</p><p>Síndrome de Angelman</p><p>Síndrome do X Frágil</p><p>• A síndrome do X frágil é uma desordem ligada ao cromossomo X. De</p><p>caráter dominante, basta que um dos pais seja portador da pré-</p><p>mutação para que a criança receba uma cópia do gene defeituoso.</p><p>• É causada por uma mutação em um gene (FMR1) que inibe ou reduz</p><p>a produção de uma proteína (FMRP) essencial para o</p><p>desenvolvimento do sistema nervoso e de várias funções cerebrais.</p><p>• A síndrome é causada por mutações no gene FRM1(Fragile X Mental</p><p>Retardation 1), presentes numa falha, que recebeu o nome de sítio</p><p>frágil, localizada na extremidade do braço longo do cromossomo X.</p><p>• A alteração faz com que esse gene deixe de codificar, em níveis</p><p>adequados, a proteína FMRP (Fragile X Mental Retardation Protein)</p><p>essencial para o desenvolvimento das conexões entre as células</p><p>nervosas e a maturação das sinapses.</p><p>Síndrome do X Frágil Síndrome do X Frágil</p><p>• A Síndrome do X Frágil é uma condição genética ainda pouco conhecida e</p><p>difundida, que afeta o desenvolvimento intelectual, o comportamento e</p><p>provoca atrasos na fala.</p><p>• Estudos indicam ser a causa hereditária mais comum de deficiência</p><p>intelectual e muitas vezes pode estar associada com o autismo.</p><p>• Recebeu este nome, pois ao se estudar os cromossomos de uma pessoa</p><p>afetada pela Síndrome do X Frágil, pode-se observar um sítio frágil no</p><p>braço longo do cromossomo X.</p><p>• Afeta um em cada 2 mil meninos e uma em cada 4 mil mulheres.</p><p>• O diagnóstico correto é muito importante, uma vez que</p><p>seus sintomas se assemelham aos de outros distúrbios</p><p>que envolvem o desenvolvimento intelectual.</p><p>• O resultado do exame é obtido através da análise do</p><p>DNA e deve ser realizado quando as características</p><p>físicas e comportamentais já mencionadas são</p><p>acompanhados de deficiência intelectual.</p><p>• Atualmente, existem duas técnicas para a obtenção do</p><p>diagnóstico:</p><p>• – PCR (Reação em cadeia da polimerase)</p><p>– Southern Blot.</p><p>Síndrome do X Frágil SINAIS E SINTOMAS</p><p>• Os mais característicos são distúrbios de comportamento e comprometimento intelectual que pode apresentar-</p><p>se em diferentes graus, desde leve dificuldade de aprendizagem ou de fala até retardo mental grave.</p><p>• Entretanto, algumas características físicas podem sugerir a presença da síndrome desde o nascimento.</p><p>• É o caso da macrocefalia e do baixo tônus muscular. Existem, ainda, outros sinais sutis da síndrome que se</p><p>tornam mais evidentes com o crescimento. São eles: face alongada, orelhas grandes e em abano, mandíbula</p><p>proeminente, céu da boca muito alto e arqueado, estrabismo e miopia, hiperextensão articular, peito escavado,</p><p>prolapso da válvula mitral, otites recorrentes e, em 20% dos casos, convulsões.</p><p>• A partir da adolescência, os homens podem apresentar macro-orquidia, ou seja, um aumento anormal do</p><p>volume dos testículos. Mais velhos, aumenta o risco de perda de coordenação motora e tremores. J</p><p>• As mulheres estão mais sujeitas a desenvolver problemas de fertilidade, insuficiência ovariana e menopausa</p><p>precoce.</p><p>• Hiperatividade, déficit de atenção, ansiedade, irritabilidade, explosões emocionais, timidez excessiva são</p><p>características clínicas marcantes do comportamento dos portadores da SXF. Particularmente os meninos podem</p><p>apresentar traços que remetem ao espectro do autismo, como dificuldade de relacionamento social e de manter</p><p>contato visual ou físico com as pessoas ou, então, o hábito de repetir gestos estereotipados. Por exemplo,</p><p>quando nervosos ou emocionalmente instáveis, agitam ou mordem as próprias mãos.</p><p>• Nas meninas, os sintomas variam bastante na forma e em intensidade. No geral, elas estão mais sujeitas a</p><p>desenvolver problemas emocionais e correm risco maior de apresentar depressão na vida adulta.</p><p>Transtorno do espectro autista (TEA) -</p><p>AUTISMO</p><p>• Considerado um transtorno de neurodesenvolvimento;</p><p>• Nele, a criança tem dificuldade na comunicação social e mantém um</p><p>interesse limitado e estereotipado.</p><p>• Isso significa que é uma alteração que ocorre dentro do cérebro no</p><p>qual as conexões entre os neurônios se dão de uma forma diferente.</p><p>Sendo assim, a pessoa tem dificuldade em interagir com as outras de</p><p>uma maneira proveitosa.</p><p>TEA e dificuldade de comunicação</p><p>• Dificuldade no contato visual. Assim, pode ser raro que nos olhem diretamente nos olhos.</p><p>• Dificuldade no uso de gestos e expressões faciais.</p><p>• Dificuldades em fazer amizades e no brincar, entender emoções e sentimentos relacionados ao outro.</p><p>• Não se interessam por coisas que as outras crianças propõem (brinquedos ou brincadeiras que não sejam</p><p>do seu interesse). Por exemplo, enquanto as outras crianças brincam com peças de montar e planejam</p><p>fazer um prédio, a criança com autismo usa as pecas para enfileirar ou empilhar.</p><p>• Aproximação de uma maneira não natural, robotizada, “aprendida”. Dessa forma, a criança com autismo</p><p>pode ter fracasso ou sérias dificuldades nas conversas interpessoais.</p><p>• Demonstrações de pouco interesse no que outra pessoa está dizendo ou sentindo.</p><p>• Dificuldade em iniciar ou responder a interações sociais. Geralmente, não iniciam conversas ou</p><p>brincadeiras, e quando são chamados para interagir, muitas vezes não respondem.</p><p>• Dificuldade de entender a linguagem não verbal das outras pessoas, tais como as expressões faciais,</p><p>gestos, sinais com os olhos, cabeça e mãos.</p><p>• Dificuldade em se adaptar a diferentes situações sociais, tais como dificuldade de dividir brinquedos,</p><p>mudanças de brincadeiras, participar de brincadeiras imaginárias (casinha, por exemplo).</p><p>AUTISMO EM MENINOS</p><p>• Homens x mulheres: 3,8 para 1</p><p>• A divisão entre gêneros na prevalência de pessoas com diagnóstico de autismo continua apresentando um número</p><p>bem maior de homens.</p><p>• A relação do estudo apresentado hoje é muito próximo dos anos anteriores, de 3,8 homens para cada mulher</p><p>(variando de 3,2 a 4,3 entre as 11 regiões do estudo).</p><p>• Há discussões mundo afora a cerca dos critérios diagnósticos sempre terem sido direcionados às características mais</p><p>comuns no sexo masculino e também nas habilidades femininas de mascarar alguns sinais de autismo, o que</p><p>indicaria a possibilidade de termos números diferentes dessa relação de gênero.</p><p>• Vale lembrar que a pesquisa aponta pessoas com</p><p>diagnóstico de autismo e não pessoas autistas — ou seja, o acesso</p><p>ao diagnóstico médico formal, seja por questões sociais ou aspectos ligados ao gênero, interfere nesse resultado.</p><p>• No geral, a prevalência de autismo nas 11 regiões estudadas continua quase quatro vezes maior para meninos (4,3%</p><p>dos homens avaliados no estudo) do que para meninas (1,1% das mulheres).</p><p>• Ainda assim, este é o primeiro relatório do CDC em que a prevalência de autismo entre meninas de 8 anos excedeu</p><p>1%.</p><p>• Do total de crianças autistas no estudo, há 4.984 homens e 1.255 mulheres, além de 6 registros sem informação do</p><p>sexo biológico.</p><p>Síndrome do X Frágil X AUTISMO</p><p>• Síndrome do X Frágil é genética e possível de ser detectada em</p><p>exames de sangue específicos.</p><p>• Autismo ainda tem causa não identificada e multifatorial.</p>