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<p>“Fundamentos do Método Clínico”</p><p>- As doenças podem ser semelhantes, mas os pacientes nunca são exatamente iguais</p><p>- A medicina é uma profissão em que ciência e arte são indissociáveis.</p><p>- O exame clínico engloba a anamnese e o exame físico, os quais compreendem</p><p>componentes que se completam reciprocamente:</p><p>Considerar o posicionamento do examinador e do</p><p>paciente para a realização do exame clínico e o</p><p>conhecimento das regiões em que se divide a</p><p>superfície corporal</p><p>❖ Posições do examinador e do paciente para o exame clínico</p><p>■ Decúbito dorsal:</p><p>- Os braços repousam sobre a mesa de exame</p><p>em mínima abdução</p><p>■ Decúbito lateral (direito e esquerdo):</p><p>- com um dos braços repousando sobre seu</p><p>corpo e outro em abdução. As pernas são</p><p>levemente fletidas para maior comodidade do</p><p>paciente.</p><p>- possibilitar a visualização da face lateral do</p><p>tórax.</p><p>■ Decúbito ventral:</p><p>- Os braços estão sobre o travesseiro e o</p><p>paciente repousa sobre um dos lados do rosto.</p><p>■ Posição sentada (no leito ou em uma banqueta ou cadeira)</p><p>- As mãos repousam sobre as coxas.</p><p>- o paciente está sentado na beirada da mesa de exame.</p><p>■ Posição de pé ou ortostática.</p><p>- Os pés encontram-se moderadamente afastados um do</p><p>outro e os membros superiores caem naturalmente junto ao</p><p>corpo.</p><p>- o médico deverá examinar o paciente nos decúbitos já mencionados, depois em posição sentada e</p><p>a seguir de pé.</p><p>- se torna mais confortável ao paciente que as mudanças de decúbito não sejam constantes e</p><p>repetidas</p><p>❖ Divisão da superfície corporal em regiões</p><p>CABEÇA E FACE:</p><p>- Regiões da cabeça:</p><p>1. frontal;</p><p>2. parietal;</p><p>3. occipital;</p><p>4. temporal;</p><p>5. infratemporal</p><p>- Regiões da face:</p><p>6. nasal</p><p>7. bucal;</p><p>8. mentual;</p><p>9. orbital;</p><p>10. infraorbital;</p><p>11. da bochecha;</p><p>12. zigomática;</p><p>13. parotideomassetérica</p><p>CABEÇA E PESCOÇO</p><p>- Regiões da cabeça:</p><p>2. parietal;</p><p>3. occipital;</p><p>4. temporal;</p><p>5. infratemporal</p><p>- Regiões cervicais:</p><p>14. cervical anterior;</p><p>15. esternocleidomastóidea;</p><p>16. cervical lateral;</p><p>17. cervical posterior</p><p>- Regiões torácicas:</p><p>18. infraclavicular;</p><p>19. mamária;</p><p>21. esternal</p><p>- Regiões do abdome:</p><p>22. hipocôndrio</p><p>23. epigástrio;</p><p>24. lateral (flanco);</p><p>25. umbilical;</p><p>26. inguinal (fossa ilíaca)</p><p>- Região perineal:</p><p>36. urogenital</p><p>- Regiões do membro superior:</p><p>37. deltóidea;</p><p>38. braquial anterior;</p><p>40. cubital anterior;</p><p>42. antebraquial anterior;</p><p>45. palma da mão</p><p>- Regiões do membro inferior:</p><p>47. femoral anterior;</p><p>49. genicular anterior;</p><p>51. crural anterior;</p><p>54. dorso do pé;</p><p>55. planta do pé.</p><p>- Regiões torácicas:</p><p>18. infraclavicular;</p><p>19. mamária;</p><p>20. axilar;</p><p>21. esternal</p><p>- Regiões do abdome:</p><p>22. hipocôndrio;</p><p>23. epigástrio;</p><p>24. lateral (flanco);</p><p>25. umbilical;</p><p>26. inguinal (fossa ilíaca);</p><p>27. púbica ou hipogástrico</p><p>- Regiões dorsais:</p><p>34. interescapular vertebral</p><p>- Regiões do membro superior:</p><p>39. braquial posterior;</p><p>41. cubital posterior;</p><p>- Regiões do membro inferior:</p><p>46, glútea;</p><p>47, femoral anterior;</p><p>48, femoral posterior;</p><p>49, genicular anterior;</p><p>50, genicular posterior;</p><p>51, crural anterior;</p><p>52, crural posterior;</p><p>53, calcânea;</p><p>54, dorso do pé;</p><p>55, planta do pé.</p><p>- Regiões dorsais:</p><p>28, vertebral;</p><p>29, sacral;</p><p>30, escapular;</p><p>31, infraescapular;</p><p>32, lombar;</p><p>33, supraescapular;</p><p>34, interescapular vertebral</p><p>- Região perineal:</p><p>35, anal</p><p>- Regiões do membro superior:</p><p>37, deltóidea;</p><p>39, braquial posterior;</p><p>41, cubital posterior;</p><p>43, antebraquial posterior;</p><p>44, dorso da mão;</p><p>- Regiões do membro inferior:</p><p>46, glútea;</p><p>48, femoral posterior;</p><p>49, genicular anterior;</p><p>50, genicular posterior;</p><p>52, crural posterior;</p><p>53, calcânea.</p><p>- O paciente só se sente verdadeiramente “examinado” quando está sendo inspecionado,</p><p>palpado, percutido, auscultado, pesado e medido.</p><p>- “O exame da criança é resultado de muita paciência, doçura e carinho”</p><p>- seguimento do paciente ou follow-up: observação sistemática do doente durante a</p><p>evolução de sua enfermidade</p><p>- no seguimento de um paciente com insuficiência cardíaca, o médico fará indagações</p><p>sobre os sintomas (dispneia, tosse, insônia, oligúria) e, ao examiná-lo, concentrará sua</p><p>atenção na:</p><p>ausculta do tórax, atento às crepitações nas bases pulmonares,</p><p>à frequência e ao ritmo do coração; na palpação do fígado, cuja sensibilidade e</p><p>tamanho passam a ter interesse especial;</p><p>no exame físico geral, através do qual vai acompanhar o ingurgitamento jugular e a</p><p>intensidade do edema dos membros inferiores.</p><p>Ao lado disso, vai registrar o peso e o volume urinário diariamente.</p><p>● Técnicas Básicas do Exame Físico</p><p>INSPEÇÃO</p><p>- É a exploração feita a partir do sentido da visão.</p><p>- Investigam-se a superfície corporal e as partes mais acessíveis das cavidades em</p><p>contato com o exterior.</p><p>- “inspeção inicial - o que salta à primeira vista</p><p>- “inspeção direcionada” pode ser panorâmica ou localizada – pode ser efetuada a olho nu</p><p>ou com auxílio de uma lupa</p><p>- A inspeção direcionada exige boa iluminação, exposição adequada da região a ser</p><p>examinada e uso ocasional de determinados instrumentos (lupa, lanterna, otoscópio,</p><p>oftalmoscópio e outros) para melhorar o campo de visão</p><p>● Semiotécnica</p><p>- De modo geral, o paciente senta-se à beira do leito ou da mesa de exame, a menos que</p><p>essa posição seja contraindicada ou impossibilitada. O examinador deve ficar de pé diante</p><p>do paciente, movimentando-se de um lado para o outro, de acordo com a necessidade.</p><p>- No paciente acamado, a posição do paciente e a sequência do exame físico precisam ser</p><p>adaptadas de acordo com as circunstâncias. Para examinar as costas e auscultar os</p><p>pulmões, deve-se inclinar o paciente ora para um lado ora para outro</p><p>- A inspeção deve ser realizada por partes, desnudando-se somente a região a ser</p><p>examinada, sempre respeitando o pudor do paciente.</p><p>- A inspeção começa durante a anamnese, desde o primeiro momento em que se encontra</p><p>com o paciente, e continua durante todo o exame clínico</p><p>- “Cometem-se mais erros por não olhar do que por não saber.”</p><p>PALPAÇÃO</p><p>- A palpação recolhe dados por meio do tato</p><p>e da pressão.</p><p>- Confirma os achados da inspeção</p><p>- Pela palpação percebem-se modificações</p><p>de textura, temperatura, umidade,</p><p>espessura, consistência, sensibilidade,</p><p>volume, dureza, além da percepção de</p><p>frêmito, elasticidade, reconhecimento de</p><p>flutuação, crepitações, vibração, pulsação e</p><p>verificação da existência de edema e vários</p><p>outros fenômenos.</p><p>- Recomenda-se que o examinador aqueça as mãos, friccionando uma contra a outra</p><p>antes de iniciar qualquer palpação.</p><p>- Geralmente, o paciente fica em decúbito dorsal, e o examinador de pé, à direita do</p><p>paciente.</p><p>■ Digitopressão, realizada com a polpa do polegar ou do indicador.</p><p>- pesquisar a existência de dor</p><p>- avaliar a circulação cutânea</p><p>- detectar se há edema</p><p>■ Puntipressão, comprimir com um objeto pontiagudo um ponto do</p><p>corpo.</p><p>- avaliar a sensibilidade dolorosa</p><p>- analisar telangiectasias tipo aranha vascular</p><p>■ Vitropressão, com o auxílio de uma lâmina de vidro que é</p><p>comprimida contra a pele, analisando-se a área através da própria</p><p>lâmina.</p><p>- distinção entre eritema e púrpura</p><p>(no caso de eritema a vitropressão provoca o apagamento da</p><p>vermelhidão e, no de púrpura, permanece a mancha)</p><p>■ Fricção com algodão</p><p>- avaliar sensibilidade cutânea</p><p>■ Pesquisa de flutuação, em que se aplica o dedo indicador da mão esquerda sobre um</p><p>lado da tumefação, enquanto o da outra mão, colocado no lado oposto, exerce sucessivas</p><p>compressões perpendicularmente à superfície cutânea. Havendo líquido, a pressão</p><p>determina um leve rechaço do dedo da mão esquerda, ao que se denomina flutuação</p><p>■ Palpação bimanual combinada</p><p>exame das glândulas salivares - o dedo indicador da mão direita é introduzido na</p><p>boca, enquanto as polpas digitais dos outros dedos – exceto o polegar – da outra mão</p><p>fazem a palpação externa na área de projeção da glândula;</p><p>toque ginecológico combinado com a palpação da região suprapúbica.</p><p>PERCUSSÃO</p><p>- vibrações que têm características próprias quanto</p><p>a intensidade, timbre e tonalidade, dependendo da</p><p>estrutura anatômica percutida.</p><p>- não apenas o som obtido, mas também a</p><p>resistência oferecida pela região golpeada.</p><p>● Semiotécnica</p><p>- Ao dedo que golpeia designa-se plexor,</p><p>e o que</p><p>recebe o golpe é o plexímetro.</p><p>- A movimentação da mão se fará apenas com a do</p><p>punho. O cotovelo permanece fixo, fletido em</p><p>ângulo de 90° e com o braço em semiabdução</p><p>- Percussão direta:</p><p>A ponta dos dedos golpeia diretamente a região que se quer</p><p>percutir.</p><p>- Percussão dígito digital:</p><p>Na mão que vai golpear, todos os dedos, exceto o</p><p>médio, ficam estendidos sem nenhum esforço.</p><p>O dedo médio da outra mão – plexímetro – é o único a</p><p>tocar na região a ser percutida.</p><p>- O dedo plexímetro (médio ou indicador, é o único a</p><p>tocar a região que está sendo examinada)</p><p>- Os outros e a palma da mão ficam suspensos</p><p>rentes à superfície.</p><p>- É aconselhável a execução de dois golpes</p><p>seguidos, secos e rápidos, tendo-se o cuidado de</p><p>levantar o plexor imediatamente após o segundo</p><p>golpe. Retardar na sua retirada provoca abafamento</p><p>das vibrações</p><p>- Em órgãos simétricos, é conveniente a percussão</p><p>comparada de um e outro lado.</p><p>● Tipos de sons obtidos à percussão</p><p>- Os sons obtidos à percussão poderiam ser classificados quanto à intensidade, ao</p><p>timbre e à tonalidade, as três qualidades fundamentais das vibrações sonoras.</p><p>- Som maciço.</p><p>se obtém ao percutir regiões desprovidas de ar</p><p>na coxa, no nível do fígado, do coração e do baço</p><p>- Som submaciço</p><p>constitui uma variação do som maciço.</p><p>existência de ar em quantidade restrita lhe concede características</p><p>peculiares.</p><p>- Som timpânico.</p><p>intestinos ou no espaço de Traube (fundo do estômago)</p><p>qualquer área que contenha ar, recoberta por uma membrana flexível.</p><p>- Som claro pulmonar.</p><p>quando se golpeia o tórax normal</p><p>depende da existência de ar dentro dos alvéolos e demais estruturas</p><p>pulmonares.</p><p>AUSCULTA</p><p>● Semiotécnica</p><p>- ambiente silencioso é condição indispensável</p><p>- A posição habitual do paciente para a ausculta do coração é o decúbito dorsal com a</p><p>cabeça apoiada ou não em um travesseiro.</p><p>- O paciente sentado com o tórax ligeiramente inclinado para frente ou em decúbito lateral</p><p>esquerdo são outras posições para se auscultar melhor sons cardíacos específicos.</p><p>- O examinador fica em pé, à direita do paciente</p><p>- Para se auscultar os ruídos respiratórios, o paciente mantém-se sentado, um pouco</p><p>inclinado para frente.</p><p>O examinador posiciona-se à direita do paciente, durante a ausculta anterior, e à</p><p>esquerda, durante a posterior.</p><p>- A posição mais frequente do paciente para a ausculta do abdome é o decúbito dorsal,</p><p>com o examinador em pé, à direita</p><p>- Instrução do paciente de maneira adequada.</p><p>OLFATO</p><p>- os pacientes com cetoacidose diabética eliminam um odor que lembra o de acetona; no</p><p>coma hepático, o hálito tem odor fétido; e nos pacientes com uremia, o hálito tem cheiro de</p><p>urina.</p><p>EX��� FÍSI�� GE���</p><p>● O exame físico pode ser dividido em duas etapas:</p><p>○ exame físico geral, somatoscopia ou ectoscopia</p><p>■ por meio do qual são obtidos dados gerais,</p><p>independentemente dos vários sistemas orgânicos ou</p><p>segmentos corporais, obtendo-se uma visão do paciente</p><p>como um todo</p><p>○ exame dos diferentes sistemas e aparelhos</p><p>● O paciente deve ser examinado nas posições de decúbito, sentada, de</p><p>pé e caminhando.</p><p>● Primeiro deve-se examiná-lo sentado à beira do leito ou da mesa de</p><p>exame.</p><p>● Estado geral</p><p>○ É o que aparenta o paciente, visto em sua totalidade.</p><p>○ Embora sugestiva, tem utilidade clínica.</p><p>○ Nomenclatura:</p><p>■ bom estado geral (BEG);</p><p>■ regular estado geral (REG);</p><p>■ mau estado geral (MEG).</p><p>● Nível de Consciência</p><p>○ estado de vigília:</p><p>■ a percepção consciente do mundo exterior e de si mesmo</p><p>■ resultante da atividade de diversas áreas cerebrais,</p><p>coordenadas pelo sistema reticular ativado ascendente.</p><p>■ em que está inteiramente consciente</p><p>○ estado comatoso</p><p>■ paciente perde a capacidade de identificar seu mundo</p><p>interior e os acontecimentos do meio externo</p><p>○ obnubilação</p><p>■ quando o nível de consciência é pouco comprometido,</p><p>permanecendo o paciente em estado de alerta ainda que</p><p>algo diminuído</p><p>○ sonolência</p><p>■ o paciente é facilmente despertado, responde mais ou</p><p>menos apropriadamente, mas logo volta a dormir</p><p>○ confusão mental</p><p>■ configura-se por perda de atenção, o pensamento não é</p><p>claro, as respostas são lentas e não há uma percepção</p><p>temporoespacial normal</p><p>○ torpor ou estupor</p><p>■ quando a alteração de consciência for mais pronunciada,</p><p>mas o paciente ainda é capaz de ser despertado por</p><p>estímulos mais fortes e têm movimentos espontâneos</p><p>○ coma</p><p>■ quando o paciente não for despertado por estímulos</p><p>fortes e não tiver movimentos espontâneos.</p><p>- Os extremos da escala, ou seja, valores próximos a 15 ou 3 pontos,</p><p>caracterizam anormalidade (15 pontos) ou o estado de coma grave (3 pontos).</p><p>● Perceptividade e Reatividade</p><p>● Fala e Linguagem</p><p>- A fala depende de mecanismos bastante complexos que</p><p>compreendem o órgão fonador, a laringe, os músculos da fonação e a</p><p>elaboração cerebral.</p><p>● Fácies</p><p>- não são apenas os elementos estáticos, mas, e principalmente, a</p><p>expressão do olhar, os movimentos das asas do nariz e a posição da boca.</p><p>- é importante identificar, no rosto do paciente, sinais indicativos de tristeza,</p><p>ansiedade, medo, indiferença, apreensão.</p><p>- principais tipos de fácies:</p><p>❖ Fácies normal ou atípica</p><p>❖ Fácies hipocrática</p><p>❖ Fácies renal</p><p>❖ Fácies leonina</p><p>❖ Fácies adenoidiana</p><p>❖ Fácies parkinsoniana</p><p>❖ Fácies basedowiana</p><p>❖ Fácies mixedematosa</p><p>❖ Fáceis acromegálica</p><p>❖ Fácies cushingoide ou de “lua cheia”</p><p>❖ Fácies mongoloide</p><p>❖ Fácies de depressão</p><p>❖ Fácies pseudobulbar</p><p>❖ Fácies de paralisia facial periférica</p><p>❖ Fácies miastênica ou fáceis de Hutchinson</p><p>❖ Fácies de deficiente mental</p><p>❖ Fácies etílica</p><p>❖ Fácies esclerodérmica</p><p>● Biotipo ou tipo morfológico</p><p>● Tipo de Postura</p><p>- Boa postura</p><p>cabeça ereta, peito erguido,abdome inferior achatado</p><p>ou levemente retraído e curvas posteriores nos limites</p><p>normais</p><p>- Postura sofrível</p><p>cabeça levemente inclinada para diante, peito</p><p>achatado, abdome saliente, curvas posteriores exageradas</p><p>- Má postura</p><p>Cabeça para diante, peito deprimido, abdome</p><p>saliente e relaxado e curvas posteriores exageradas.</p><p>● Atitude e decúbito preferido no leito</p><p>- atitude como a posição adotada pelo paciente no leito ou fora dele, por</p><p>comodidade, hábito ou com o objetivo de conseguir alívio para algum</p><p>padecimento.</p><p>- voluntárias:</p><p>conscientemente adotadas</p><p>alívio de sintomas</p><p>ortopneica</p><p>genupeitoral</p><p>cócoras</p><p>parkinsoniana</p><p>decúbito lateral</p><p>decúbito dorsal</p><p>decúbito ventral</p><p>- involuntárias:</p><p>independente de vontade própria</p><p>resultantes de estímulos corporais</p><p>atitude passiva</p><p>ortótono</p><p>opistótono</p><p>pleurotótono</p><p>em gatilho</p><p>torcicolo</p><p>mão pêndula da paralisia radial</p><p>● Medidas Antropométricas</p><p>PESO</p><p>- soma de todos os componentes da composição corporal: água e</p><p>tecidos adiposo, muscular e ósseo.</p><p>- útil para determinar e monitorar o estado nutricional e a reserva de</p><p>energia.</p><p>- peso atual e peso habitual</p><p>- peso ideal: Peso ideal = Altura² × IMC médio</p><p>* Semiotécnica</p><p>O paciente deve ser pesado descalço, com a menor quantidade de roupa</p><p>possível, posicionado no centro da balança, com os braços ao longo do</p><p>corpo. A leitura do peso deve ser realizada com o avaliador à frente da</p><p>balança e à esquerda do paciente.</p><p>ALTURA/ESTATURA</p><p>- Para uma medida precisa, é importante que cinco pontos anatômicos</p><p>estejam próximos à parede ou ao estadiômetro: calcanhares,</p><p>panturrilhas, glúteos, escápulas e ombros.</p><p>- Os joelhos devem estar esticados, os pés juntos e os braços</p><p>estendidos ao longo do corpo. A cabeça deve estar erguida, formando</p><p>um ângulo de 90° com o solo, e os olhos mirando um plano horizontal</p><p>à frente</p><p>ÍNDICE DE MASSA CORPORAL</p><p>IMC = Peso atual (kg)/Altura² (m)</p><p>CIRCUNFERÊNCIAS (CINTURA/ABDOMINAL)</p><p>- reflete o conteúdo de gordura visceral, ou seja, aquela aderida aos órgãos</p><p>internos, como intestinos e fígado</p><p>* Semiotécnica</p><p>A fita métrica, inextensível, graduada em centímetros, é posicionada no</p><p>ponto médio entre a última costela e a crista ilíaca, sem fazer pressão, em</p><p>plano horizontal. Indivíduos com CC muito aumentada são classificados</p><p>como apresentando obesidade abdominal</p><p>CIRCUNFERÊNCIA DA PANTURRILHA</p><p>- permite avaliar a depleção da massa muscular.</p><p>* Semiotécnica</p><p>A medida da CP deve ser feita com</p><p>o indivíduo sentado, com os pés</p><p>aproximadamente a 20 cm do corpo, joelho em ângulo de 90°. Considera-se</p><p>a medida mais larga da panturrilha da perna esquerda</p><p>DESENVOLVIMENTO FÍSICO</p><p>- compara-se a altura encontrada com as medidas constantes das tabelas</p><p>de valores normais</p><p>- pode ser assim classificado:</p><p>Desenvolvimento normal</p><p>Hiperdesenvolvimento</p><p>Hipodesenvolvimento</p><p>Infantilismo</p><p>Gigantismo</p><p>ESTADO DE NUTRIÇÃO</p><p>- processo dinâmico, feito por meio de</p><p>comparações entre os dados obtidos e os</p><p>padrões de referência, que envolvem não</p><p>somente a coleta inicial dos dados, mas</p><p>também a reavaliação periódica da evolução</p><p>do estado de nutrição do paciente.</p><p>- classificações:</p><p>estado de nutrição normal</p><p>elementos nos limites normais</p><p>excesso de peso</p><p>peso está acima do normal</p><p>panículo adiposo ultrapassa os limites da normalidade</p><p>desenvolvimento físico está acima dos valores máximos</p><p>(considerados em relação à etnia, ao sexo e à idade)</p><p>obesidade ou sobrepeso</p><p>excesso de peso decorrente do acúmulo de gordura</p><p>hiponutrição ou desnutrição</p><p>o peso está abaixo dos valores mínimos normais</p><p>a musculatura é hipotrófica</p><p>panículo adiposo escasso</p><p>1° grau, 2° grau ou 3° grau</p><p>● ESTADO DE HIDRATAÇÃO</p><p>Desidratação:</p><p>diminuição de água e eletrólitos totais do</p><p>organismo, caracterizando-se pelos seguintes</p><p>elementos:</p><p>Sede</p><p>Diminuição abrupta do peso</p><p>Pele seca, com elasticidade e turgor</p><p>diminuídos</p><p>Mucosas secas</p><p>Olhos afundados (enoftalmia) e hipotônicos</p><p>Fontanelas deprimidas no caso de crianças</p><p>Estado geral comprometido</p><p>Excitação psíquica ou abatimento</p><p>Oligúria.</p><p>● PELE, MUCOSAS E FÂNEROS</p><p>● EDEMA</p><p>- edema cutâneo</p><p>há infiltração de líquido no</p><p>espaço intersticial dos tecidos que</p><p>constituem a pele e a tela celular</p><p>subcutânea</p><p>pode ser identificado pela</p><p>inspeção e palpação</p><p>- localização</p><p>localizado</p><p>generalizado (anasarca)</p><p>- intensidade</p><p>caracteriza-se a intensidade do edema referindo-se à</p><p>profundidade da fóvea graduada em cruzes</p><p>(+, + +, + + + e + + + +).</p><p>- consistência</p><p>grau de resistência</p><p>mole: facilmente depressível</p><p>duro: existência de proliferação fibroblástica</p><p>edemas de longa duração</p><p>se acompanharam de repetidos surtos inflamatórios</p><p>- elasticidade</p><p>elástico</p><p>a pele retorna imediatamente à sua situação normal</p><p>a fóvea perdura pouquíssimo tempo.</p><p>edema inflamatório</p><p>inelástico</p><p>a pele comprimida demora a voltar à posição primitiva</p><p>a depressão persiste por certo tempo</p><p>- temperatura da pele circunjacente</p><p>normal</p><p>quente: edema inflamatório</p><p>fria: comprometimento da irrigação sanguínea</p><p>- sensibilidade</p><p>doloroso</p><p>indolor</p><p>- pele</p><p>pele lisa e brilhante: acompanha o edema recente e intenso;</p><p>pele espessa: edema de longa duração;</p><p>pele enrugada: o edema está sendo eliminado.</p><p>- O edema cardíaco varia de intensidade (+ a + + + +), é mole, inelástico, indolor,</p><p>e a pele adjacente pode apresentar-se lisa e brilhante.</p><p>- O edema inflamatório é doloroso, mole, elástico e a pele circunjacente é quente</p><p>e, frequentemente, vermelha.</p><p>- O edema da desnutrição proteica, também chamado edema carencial ou</p><p>discrásico, é generalizado, predominando nos membros inferiores. É mole,</p><p>inelástico, indolor e não costuma ser de grande intensidade (+ a + +).</p><p>- O edema alérgico acompanha os fenômenos angioneuróticos, e o fator principal</p><p>na sua formação é o aumento da permeabilidade capilar. Da reação</p><p>antígeno-anticorpo surgem diferentes substâncias, entre as quais a histamina e</p><p>as cininas que, agindo ao nível do capilar, alteram sua permeabilidade. Tal</p><p>alteração permite a passagem de água para o interstício entre as células.</p><p>- O edema da trombose venosa é mole, pode ser intenso, e a pele costuma estar</p><p>pálida. Em certos casos, adquire tonalidade cianótica. Classicamente essas</p><p>condições são chamadas flegmasia alba dolens e flegmasia alba cerulea.</p><p>- O edema da flebite em parte decorre do componente inflamatório que aumenta</p><p>a permeabilidade capilar e também das alterações já assinaladas no caso de</p><p>varizes e de tromboses venosas.</p><p>- O edema postural é o que ocorre nos membros inferiores das pessoas que</p><p>permanecem por longo tempo na posição de pé ou que ficam com as pernas</p><p>pendentes por várias horas, como acontece em viagens longas. Decorre de</p><p>aumento da pressão hidrostática. É localizado, discreto (+ a + +), mole, indolor e</p><p>desaparece rapidamente na posição deitada.</p><p>● Circulação Colateral</p><p>- presença de circuito venoso anormal visível ao exame da pele</p><p>- indica dificuldade ou impedimento do fluxo venoso através dos troncos</p><p>venosos principais (cava inferior, cava superior, tronco venoso</p><p>braquiocefálico, ilíacas primitivas, veia cava)</p><p>- o sangue se desvia para as</p><p>colaterais previamente existentes,</p><p>tornando-se um caminho vicariante</p><p>capaz de contornar o local ocluído,</p><p>parcial ou totalmente.</p><p>* Semiotécnica</p><p>- direção do fluxo sanguíneo</p><p>comprime-se com as polpas digitais dos dois indicadores,</p><p>colocados rentes um ao outro, um segmento da veia a ser analisada;</p><p>em seguida, os dedos vão se afastando lentamente, mantida</p><p>constante a pressão, de modo a deslocar a coluna sanguínea daquele</p><p>segmento venoso</p><p>No 1° tempo aplicam-se sobre um segmento de veia as polpas</p><p>digitais dos indicadores justapostos.</p><p>No 2° tempo, os dedos se afastam um do outro enquanto</p><p>comprimem o vaso, que vai se tornando exangue.</p><p>O 3° tempo consiste na retirada da compressão:</p><p>em a retirou-se a mão direita, e o vaso permaneceu vazio;</p><p>em b foi retirada a mão esquerda e aí, então, ocorreu o</p><p>preenchimento da veia.</p><p>Pode-se concluir que o sangue está fluindo da esquerda para a direita.</p><p>- Quatro tipos fundamentais de circulação colateral:</p><p>➔ braquicefálica</p><p>➔ cava superior</p><p>➔ cava inferior</p><p>➔ porta</p><p>● Musculatura</p><p>- empregam-se a inspeção e a palpação</p><p>- polpas digitais colocadas em forma de pinça, com o polegar em</p><p>oponência aos demais dedos da mão</p><p>● Linfonodos</p><p>- devem ser avaliados os vasos linfáticos e os linfonodos, boa parte</p><p>acessíveis à palpação, mesmo quando estão normais e, mais facilmente,</p><p>quando estão aumentados de volume (linfadenomegalia)</p><p>● Temperatura Corporal</p><p>○ Febre</p><p>- Início</p><p>súbito</p><p>gradual</p><p>- Intensidade</p><p>leve ou febrícula: até 37,5°C</p><p>moderada: de 37,6° a 38,5°C</p><p>alta ou elevada: acima de 38,6°C</p><p>- Término</p><p>Em crise: quando a febre desaparece subitamente.</p><p>Em lise: significa que a hipertermia vai desaparecendo gradualmente,</p><p>com a temperatura diminuindo dia a dia, até alcançar níveis normais.</p><p>- Modo de evolução</p><p>➢ Febre contínua (vermelho): a temperatura permanece acima do</p><p>normal, com variações de até 1°C, mas sem grandes oscilações.</p><p>➢ Febre irregular ou séptica (azul): registram-se picos muito altos</p><p>intercalados por temperaturas baixas ou períodos de apirexia.</p><p>➢ Febre remitente (amarelo): hipertermia diária com variações de mais</p><p>de 1°C, sem períodos de apirexia.</p><p>➢ Febre intermitente (verde): a hipertermia é interrompida por um</p><p>período de temperatura normal, configurando o tipo terçã, ou seja, em</p><p>1 dia ocorre febre e no outro não.</p><p>➢ Febre recorrente ou ondulante: caracteriza-se por período de</p><p>temperatura normal que dura dias ou semanas até que sejam</p><p>interrompidos por períodos de temperatura elevada. Durante a fase de</p><p>febre não há grandes oscilações</p><p>● Movimentos involuntários (distúrbios do movimento)</p><p>- hipocinéticos</p><p>caracterizados por pobreza e lentidão de movimentos</p><p>- hipercinéticos</p><p>há excesso de movimentos, não associados a fraqueza muscular e/ou</p><p>espasticidade</p><p>Tremor: são oscilações rítmicas e regulares de um segmento do corpo,</p><p>geradas por contrações alternadas de músculos agonistas e antagonistas. É</p><p>o movimento involuntário mais prevalente. Compreende três tipos: de</p><p>repouso, de ação (postural e cinético) e misto.</p><p>Distonia: é uma síndrome composta de contrações musculares mantidas,</p><p>que frequentemente causa movimentos repetitivos, e/ou torções, e/ou</p><p>posturas anormais. São classificadas em: (a) focal, quando somente uma</p><p>parte do corpo é acometida (cervical); (b) segmentar: quando duas partes</p><p>contíguas são acometidas (cervical + membro superior); (c) multifocal,</p><p>quando duas ou mais partes não contíguas são acometidas (cervical +</p><p>membro inferior); (d) generalizada, quando afeta, no mínimo,</p><p>os dois</p><p>membros inferiores e qualquer outra parte do corpo.</p><p>Coreia: caracteriza-se por movimentos arrítmicos, irregulares e rápidos. Os</p><p>pacientes apresentam “impersistência motora” quando tentam manter a</p><p>contração muscular. Podem ser hereditárias (doença de Huntington) ou</p><p>adquiridas (coreia de Sydenham).</p><p>Atetose: são movimentos sinuosos, lentos e contínuos, mais frequentes nas</p><p>porções distais dos membros, adquirindo aspecto “serpentiante” ou</p><p>tentacular. Pode ocorrer associada à coreia, constituindo a coreoatetose.</p><p>Balismos: são movimentos bruscos, de grande amplitude, afetando,</p><p>principalmente, os segmentos mais proximais dos membros superiores e</p><p>inferiores. Assemelham-se a um “arremesso” quando nos membros</p><p>superiores e ao “chute” quando nos membros inferiores.</p><p>Mioclonias: caracterizadas por abalos involuntários de um músculo ou grupo</p><p>muscular, levando ao deslocamento súbito do segmento corporal. São</p><p>breves, bruscos, semelhantes a “sacudidas” musculares, podendo afetar o</p><p>tronco e a raiz dos membros. A mioclonia pode ser “positiva” quando há</p><p>contração muscular e “negativa” quando há relaxamento muscular.</p><p>Discinesia: apresenta caráter estereotipado dos movimentos de padrão mais</p><p>ou menos semelhante e de forma contínua (exemplo: pronação/supinação</p><p>da mão, careteamento com movimentos sucessivos dos lábios, língua com</p><p>protrusão e retração). Estão, frequentemente, associadas à utilização</p><p>crônica de medicamentos (exemplo: neurolépticos).</p><p>Espasmo hemifacial: são movimentos breves, periódicos, dos músculos da</p><p>hemiface inervados pelo facial. Os espasmos musculares podem ser</p><p>clônicos, tônicos ou tônico-clônicos. Classificado como idiopático e</p><p>secundário (exemplo: tumor do ângulo-ponto).</p><p>Tiques: são caracterizados por movimentos breves, rápidos, irregulares e</p><p>repetitivos, afetando qualquer parte do corpo. Podem ser suprimidos pela</p><p>vontade do paciente. Os tiques são classificados em motores e vocais,</p><p>simples e complexos. Pioram com o estresse e a ansiedade.</p><p>Acatisia: incapacidade do indivíduo de manter-se quieto, sensação subjetiva</p><p>de intranquilidade; o paciente sente alívio quando se move incessantemente</p><p>(exemplo: sentar e levantar, cruzar e descruzar as pernas). A causa mais</p><p>comum é medicamentosa (neurolépticos, como haloperidol, clorpromazina).</p><p>Síndrome das pernas inquietas: sensação desagradável das pernas</p><p>semelhantes a formigamento e queimação, quando a pessoa está em</p><p>repouso e relaxa, principalmente à noite, melhorando ao movimentar-se.</p><p>Síndrome da pessoa rígida: caracteriza-se pela contração muscular,</p><p>dolorosa, da musculatura axial (dorsolombar, abdominal e cervical) e parte</p><p>proximal dos membros. A marcha torna-se lenta, com dificuldade para</p><p>virar-se, dando aspecto de “soldado de madeira”. Está relacionada a</p><p>mecanismos autoimunes.</p><p>Estereotipias: podem ser movimentos simples ou complexos que se repetem</p><p>de maneira contínua e idêntica. Frequentes em pacientes esquizofrênicos,</p><p>com atraso mental (p. ex., síndrome de Rett) e discinesia tardia (uso crônico</p><p>de neurolépticos).</p><p>● Marcha</p><p>* Semiotécnica</p><p>Para ser analisada solicita-se ao paciente que caminhe certa distância</p><p>(acima de 5 m), descalço, de preferência com calção, com olhos abertos e</p><p>fechados, indo e voltando sob a observação do examinador.</p><p>- Tipos de marcha anormal:</p><p>Marcha de Pequenos Passos</p><p>Marcha Ceifante ou Hemiplégica</p><p>Marcha Atáxica</p><p>Marcha Propulsiva</p><p>Marcha Tabética ou Talonante</p><p>Marcha Espástica ou de Tesoura</p><p>Marcha Anserina</p><p>Marcha Claudicante</p><p>● Tremores</p><p>- movimentos alternantes, mais ou menos rápidos e regulares, de pequena ou média</p><p>amplitude, que afetam principalmente as partes distais dos membros.</p><p>- tipos:</p><p>tremor de repouso</p><p>temor de atitude ou postura</p><p>tremor familiar</p><p>tremor de ação</p><p>tremor vibratório</p><p>* Semiotécnica</p><p>Solicita-se ao paciente que estenda as mãos com as palmas voltadas para</p><p>baixo e com os dedos separados. Essa manobra pode ser completada,</p><p>colocando-se uma folha de papel sobre o dorso de uma das mãos. Isso</p><p>provocará uma ampliação dos movimentos</p><p>Ordena-se que o paciente leve um copo, em uma das mãos, da mesa à</p><p>boca. Pode ser substituído pela execução de um movimento, qual seja tocar</p><p>o próprio nariz com a ponta do indicador. Essa manobra é indispensável</p><p>para caracterizar os tremores de repouso e os de ação.</p><p>● Convulsões</p><p>- movimentos musculares súbitos e incoordenados, involuntários e</p><p>paroxísticos, que ocorrem de maneira generalizada ou apenas em</p><p>segmentos do corpo.</p><p>- tipos:</p><p>Tônicas: caracterizam-se por serem mantidas permanentes e</p><p>imobilizarem as articulações</p><p>Clônicas: são rítmicas, alternando-se contrações e relaxamentos</p><p>musculares em ritmo mais ou menos rápido</p><p>Tônico-clônicas: esse tipo soma as características de ambas.</p><p>● Fasciculações</p><p>- são contrações breves, arrítmicas e limitadas a um feixe muscular</p><p>● Tetania</p><p>- movimentos involuntários que se caracteriza por crises exclusivamente</p><p>tônicas quase sempre localizadas nas mãos e pés</p><p>- sinal de Trousseau</p><p>- espasmo carpal</p><p>- mão de parteiro</p><p>- ocorre nas hipocalcemias (p. ex., hipoparatireoidismo) e na alcalose</p><p>respiratória por hiperventilação.</p>

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