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<p>FISIOTERAPIASaúde da Mulher</p><p>FISIOTERAPIA NA SAÚDE DA MULHER</p><p>AUTORAS: (nome de vocês e como aproveitaram a apostila das monitoras anteriores, o nome delas também)</p><p>(nome meu e da Juliana com titulação)</p><p>Profa. Ms. Leila Beuttenmüller</p><p>Profa. Ms. Juliana Lerche (ver o nome dela completo)</p><p>2018</p><p>SUMÁRIO</p><p>(numerar as páginas)</p><p>A DANÇA DOS HORMÔNIOS</p><p>(inserir o site da Sempre Materna)</p><p>Progesterona, estrógeno, prolactina, ocitocina, HCG… Esses são apenas alguns dos inúmeros hormônios envolvidos no processo da reprodução humana sob o aspecto feminino. Desde a adolescência, os hormônios começam a agir preparando o corpo da mulher para a gestação, o parto e a amamentação.</p><p>Não é à toa que um número considerável de mulheres que têm dificuldade de engravidar ou que sofrem abortos de repetição é diagnosticado com algum tipo de deficiência hormonal. Se a dança dos hormônios não estiver afinada, a possibilidade de fracasso no processo reprodutivo é grande.</p><p>Apesar de essenciais, os hormônios também podem ser considerados vilões quando se trata das alterações que causam no corpo da mulher durante a gravidez. De prisão de ventre a edemas, passando por problemas de pele e depressão, grande parte dos incômodos enfrentados pela gestante é causada por eles.</p><p>Sempre materna conversou com o obstetra Antônio Guilherme Moreira Porto, professor livre docente de Obstetrícia na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), que esclarece a ação dos hormônios no corpo da mulher antes, durante e depois do parto.</p><p>Como os hormônios estrógeno e progesterona se comportam durante um ciclo menstrual normal? E qual sua importância na preparação do corpo da mulher para a concepção?</p><p>No início da adolescência, por volta dos 9 anos de idade, os ovários da menina têm cerca de 500 mil a 600 mil folículos inativos que são chamados primordiais. Devido ao estímulo de hormônios (FSH e LH) produzidos no eixo hipotálamo-hipófise, os folículos começam a se desenvolver e a produzir hormônios femininos – estrógeno e progesterona – e calcula-se que em cada ciclo menstrual há um gasto de mil folículos. No início da puberdade, a produção de estrógeno será responsável pela telarca (crescimento das mamas), pubarca (crescimento dos pêlos pubianos, junto com os andrógenos), menarca (primeira menstruação) e pela distribuição harmônica e graciosa das gorduras no corpo definindo o fenótipo feminino. A ovulação, que representa a liberação do gameta feminino para fecundação, aparece após um determinado período da pós-menarca e se caracteriza pela formação do corpo lúteo com produção de progesterona; assim, na primeira fase do ciclo menstrual temos apenas a produção ovariana de estrógeno e na segunda fase a de estrógeno mais progesterona. Devemos lembrar que o ovário também produz testosterona que é muito importante para o desenvolvimento de força muscular, sensação de bem-estar e para a libido feminina.</p><p>Como os hormônios preparam o útero para a gravidez?</p><p>A ação combinada do estrógeno e da progesterona através de transformações anatômicas e imunológicas prepara o útero para receber o ovo fecundado. A principal modificação ocorre no endométrio (camada que reveste a parede interna do útero), que sofre espessamento (hipertrofia) e desenvolve exuberante vascularização garantindo a nutrição e o crescimento do embrião como também confere proteção materna contra a invasão do trofoblasto (futura placenta), que possui grande capacidade destrutiva no tecido materno. Ressaltamos a influência hormonal sobre a atividade imunológica materna ajudando na aceitação e na sobrevida do feto no útero, pois não devemos esquecer que metade dos componentes fetais é antigenicamente relacionado ao pai. O principal fator determinante da aceitação imunológica está relacionado à peculiaridade imunológica do trofoblasto (imunoincompetência) Não devemos esquecer que a boa evolução da gravidez depende da função tireoidiana, sendo obrigatória a pesquisa de hipotireoidismo com a dosagem do TSH (hormônio tireotrófico).</p><p>Qual a importância do hormônio hCG que é solicitado para diagnóstico de gravidez?</p><p>Para a boa evolução da gravidez é necessário que o corpo lúteo continue funcionando, isto é, produzindo estrógeno e progesterona, e esse comando se faz pela ação do hormônio mais específico da gravidez: a gonadotrofina coriônica humana (HhCG), produzida pelo trofoblasto. Os testes de gravidez, tanto urinários quanto sanguíneos, têm como base a detecção do HhCG. A particularidade desse hormônio está no fato de que seus valores se duplicam de cada 24 a 36 horas no primeiro trimestre, indicando assim o bom prognóstico da gravidez.</p><p>Quais hormônios são produzidos pela placenta?</p><p>A placenta é um verdadeiro laboratório hormonal. Dentre os hormônios protéicos placentários temos o HPL (Hormônio Lactogênio Placentário) e a relaxina. O HPL é responsável pela lipólise (quebra de gordura) aumentando os níveis de ácido graxos livres funcionando como fonte de energia para o metabolismo materno e para o desenvolvimento fetal. Outra ação do HPL é sua atividade antiinsulina, o que explica o fato de a gravidez ser diabetogênica (favorece o aparecimento de diabete, chamado gestacional). A finalidade dessa ação é aumentar os níveis maternos de glicose que passa facilmente para a circulação fetal e representa a principal fonte de energia e alimentação do feto. A relaxina promove o relaxamento do miométrio durante a gravidez e parece ter ação no nível das articulações ósseas, aumentando a flexibilidade articular, sendo a responsável pelos habituais e constantes quedas e torções sofridas pela gestante.</p><p>Quais alterações maternas estão relacionadas aos hormônios?</p><p>Podemos afirmar que a gravidez testa os limites das funções orgânicas da mulher, com necessidades cada vez maiores com o avançar da idade gestacional. Pela ação hormonal há sobrecarga cardíaca devido ao aumento do volume de sangue circulante (+50%), ocorre diminuição na velocidade do esvaziamento gástrico e a digestão fica mais lenta, há maior chance de aparecer prisão de ventre, encontramos maior estase venosa com edema principalmente em membros inferiores e após a metade da gravidez aparece uma resistência progressiva à insulina, com maior chance de se desenvolver diabetes, principalmente nas mulheres com antecedentes familiares e nas obesas. A ação hormonal é marcante na pele da gestante, os estrógenos facilitam o aparecimento de hipertricose (penugem) no rosto e nas costas, o hormônio melanotrófico fica aumentado e a exposição da gestante aos raios solares favorece a hiperpigmentação da pele com desenvolvimento do cloasma gravídico e da chamada linha nigra do abdome. Outra ação hormonal sobre a pele é o aparecimento das estrias devido a somatória do efeito do estrógeno e da progesterona com o cortisol que alteram as fibras elásticas da pele. Vale também ressaltar as importantes modificações emocionais, com evolução para quadros depressivos principalmente no período pós-parto.</p><p>Qual o hormônio responsável pelo início do trabalho de parto e como ele age até o término da expulsão do bebê?</p><p>Durante a gravidez o útero deve ficar o mais relaxado possível e para esse objetivo é fundamental o papel da progesterona. Na fase que antecede o parto aparece um desequilíbrio entre os níveis de estradiol (estrógeno ativo), que aumenta, e da progesterona, que diminui. As prostaglandinas são os principais hormônios responsáveis pelas modificações cervicais, o colo do útero fica mais amolecido e vai se dilatando, tornando-se menos resistente à ação das contrações uterinas. Na fase de trabalho de parto ativo, temos a ação da ocitocina, hormônio produzido no hipotálamo materno e que vai aumentar a frequência e a intensidade das contrações uterinas, culminando com a expulsão do feto e auxiliando a dequitação (descolamento, descida e expulsão da placenta).</p><p>O que acontece com os hormônios exatamente após o parto?</p><p>O período pós-parto imediato é caracterizado</p><p>pela involução uterina, com o miométrio apresentando-se contraído e firme, garantindo assim a hemostasia e a segurança materna. No puerpério tardio há progressiva regressão do útero até que no 12º dia ele atinge o interior da cavidade pélvica e não é mais palpável no abdome. Há uma rápida e intensa queda dos níveis hormonais presentes na gravidez, principalmente dos estrógenos, e esse fato determina as alterações que ocorrem no aparelho genital feminino, como atrofia e ressecamento da mucosa vaginal, que determina sensação dolorosa e desagradável durante o relacionamento sexual. Em geral após 42 dias do parto todos os órgãos e sistemas do organismo feminino retornam às condições pré-gravídicas, com exceção do aparelho genital. Os órgãos e sistemas do organismo feminino retornam.</p><p>ANATOMIA E FISIOLOGIA DO APARELHO REPRODUTOR FEMININO</p><p>MAMAS	Comment by Leila Beuttenmüller: Colorido, mesmo que imprimam em escala de cinza. Função de lactação e faz parte do sistema erógeno feminino.</p><p>Local: entre esterno e região axilar, abaixo</p><p>das clavículas, da 2a a 6a costela.</p><p>• Sobre a fáscia que recobre o peitoral maior e serrátil anterior..</p><p>• Composição: tecido glandular, conjuntivo e adiposo</p><p>• Mamilo</p><p>• Aréola</p><p>Existem variações de mamas, e dependem de mulher para mulher, seio grande ou pequeno, escuro, mais claro, entretanto todos com a mesma função. E em relação aos tipos de mamilo podem ser eles: Protuso, Plano e Invertido.</p><p>E em relação a produção de leite e ejeção os hormônios atuantes respectivamente são: Prolactina e Ocitocina.</p><p>PELVE 	Comment by Leila Beuttenmüller: Alinhar com a figura logo abaixo.Função: Proteger os órgãos pélvicos, transmitir o peso do tronco ao acetábulo, revestimento das paredes lateral e posterior.</p><p>• Mm. Obturador int, piriforme e coccígeo e fixação dos m. AP.</p><p>• DISTRIBUIÇÃO DE PESO</p><p>SENTADA – tuberosidades isquiáAcas</p><p>PÉ – MMII (trocanteres)</p><p>GRAVIDEZ - mudança do centro de gravidade /anteversão.</p><p>GENITÁLIA EXTERNA FEMININA E MÚSCULOS DA REGIÃO DO ASSOALHO PÉLVICO</p><p>FISIOTERAPIA NO PERÍODO GESTACIONAL</p><p>· O fisioterapeuta irá avaliar todas mudanças fisiológicas da parturiente;</p><p>· Realizar testes específicos e adaptados para análise dor;</p><p>· Realizar exercícios para proporcionar melhor qualidade de vida dessa gestante;</p><p>· Realizar exercícios para prevenir e/ou evitar episiotomia**;</p><p>· Realizar exercícios de conscientização corporal e perineal (prevenção de incontinência urinária (IU));</p><p>· Reconhecer aspectos do edema;</p><p>· TAplicar técnicas para reduzir edema gestacional (Drenagem Linfática; Drenagem Postural).</p><p>· Aplicar Ttratamento conservador da dor;</p><p>· Propor oOrientações para posições de conforto;</p><p>· Propor orientaçõesOrientações do autocuidado;</p><p>AVALIAÇÃO DAS ALGIAS NA GESTAÇÃO:	Comment by Leila Beuttenmüller: INSERIR FIGURAS DOS TESTES.</p><p>· Teste de Llássegue: Inflamação do nervo ciático. Paciente em decúbito dorsal, flexionar quadril e joelho. Posteriormente manter quadril e flexão e estender joelho; *(70 e 90°) Dor articular lombar; *(35 a 70°) Comprometimento discal *(0 a 35°) Espasmos musculares ou problemas sacroilíacos; * (0 a 9 0°) E encurtamento grave de Isquiotibiais.</p><p>· Teste de Patrick e/ou Teste de Fabre**: Detecta patologias da região sacroilíaca e do quadril (principalmente acetabulofemorais); Paciente em decúbito dorsal, fisioterapeuta coloca a face lateral do pé (lado afetado) no joelho oposto. Em seguida estabiliza a EIAS contralateral empurra para baixo o joelho do lado testado.</p><p>· Teste de Gaenslen: Dor na região sacroilíaca (principalmente anterior – processo inflamatório).</p><p>· Palpação piriforme: No caso da parturiente a posição é modificada decúbito lLateral. Relata dor na náadega ou próximo, com ou sem irradiação.</p><p>· Palpação região púbica: Mão em concha na região da sínfise púbica. Palpar, positivo em caso de dor.</p><p>· EM ANEXO, SEGUE UM ESBOÇO DE OUTRAS ALGIAS, COMO A SÍNDROME DO TÚNEL DO CARPO, ENTRE OUTRAS. FAVOR ACRESCENTAR AQUI.</p><p>·</p><p>MUDANÇAS FISIOLÓGICAS ENCONTRADAS NO PERÍODO GESTACIONAL:</p><p>Presença de manchas na região da face (melasma,- devido ao aumento hormonal), crescimento abdominal (distensão abrupta, provocando- estrias), crescimento global da mama (aumento da aréola), alteração do centro de gravidade, aumento da lordose lombar (hiperlordose lombar), cifose torácica e lordose cervical compensatórias, hiperextensão dos joelhos, base de sustentação alargada. Relaxina; Progesterona: relaxa a musculatura lisa, o que diminui a contração uterina, para não ter a expulsão do feto, Estrogênio: promove rápida proliferação da musculatura uterina; Gonadotrofina coriônica humana (HCG): a A principal função fisiológica deste hormônio é a de manter o corpo lúteo, de modo que as taxas de progesterona e estrogênio não diminuam.	Comment by Leila Beuttenmüller: FUNÇÃO DA RELAXINA.</p><p>ABORDAGEM FISIOTERAPÊUTICA:</p><p>· Orientar parturiente a utilização de protetor solar (melasma)</p><p>· Uso de óleos e hidratantes (estrias)</p><p>· Cuidados com seio (banho de sol somente nasó aréola e mamilo, sutiã confortável, passar a bucha na mesma região, evitar cremes na região especificada.is)</p><p>· Casos de dores lombares – prevenir e/ou tratar com exercícios, conscientização corporal, trabalhos respiratórios, movimentos pélvicos (bola, posição bípede, solo), utilizar técnicas manuais (massagem relaxante, liberação miofascial (LMF), pompagem quadrado lombar, inibição Jones-posicional).	Comment by Leila Beuttenmüller: Explicar essa posição.</p><p>· Caso de espasmo do piriforme – auto inibição com a bola de tênis, inibição de Jones, LMF, alongamentos cadeia posterior (ísquios, glúteo, piriforme)	Comment by Leila Beuttenmüller: EXPLICAR TODOS AS TÉCNICAS E SE POSSÍVEL COM FIGURAS, FOTOS.</p><p>· Fortalecimento dos membros superiores e inferiores; para a chegada do bebê	Comment by Leila Beuttenmüller: NÃO ENTENDI, ESTÁ VAGO.</p><p>· Alongamento (global – principalmente áreas encurtadas; alongamento cadeia lateral).</p><p>· Massagem em “U” ou perineal para evitar prevenir a episiotomia;</p><p>· Trabalho com a bola suíça para mobilidade pélvica, conscientização de contração do assoalho pélvico).</p><p>· Cuidados edema: como avaliar edema positivo (sinal de cacifo e perimetria), aspecto do edema – pele distendido, ressecado e brilhoso. Drenagem linfática postural – elevação de mmii MMII no ângulo +/- 45°; realizar movimento de dorso-flexão e flexão plantar (melhora o retorno circulatório); utiliza meias compressão (avalia o membro com fita métrica para realização da meia);</p><p>· Drenagem linfática manual (prática no laboratório);</p><p>EXERCICIOS NA GESTAÇÃO:</p><p>Alongamentos:</p><p>Alongamento cadeia lateral – Quadrado lombar. Alongamento cadeia posterior– Isquiostibiais.</p><p>Alongamento cadeia posteiror – Glúteos .</p><p>.</p><p>Alongamento músculo Trapézio. Alongamento músculo Peitoral.</p><p>Fortalecimento:</p><p>Comment by Leila Beuttenmüller: QUAL O OBJETIVO DESSE EXERCÍCIO?</p><p>SINAIS DE PARTO</p><p>A OMS define parto normal como “aquele cujo início é espontâneo e sem risco identificado no início do trabalho, assim permanecendo até o parto. A criança nasce espontaneamente, em posição de vértice, entre 37 e 42 semanas completas de gestação. Após o parto, mãe e filho estão em boas condições”	Comment by Leila Beuttenmüller: UTILIZAR A MESMA FONTE DE LETRA E TAMANHO.	Comment by Leila Beuttenmüller: AUMENTAR O ESPAÇO.</p><p>O parto é uma grande experiência para a mulher e o bebê, e também para o (a) parceiro (a). O trabalho de parto exige da mãe coragem, preparação física, psicológica e principalmente AMOR.	Comment by Leila Beuttenmüller: FONTE DA REFERÊNCIA.</p><p>Os principais sinais de trabalho de parto normal acontecem após as 37º semanas de gestação e incluem as contrações uterinas que aumentam de intensidade e frequência e o rompimento da "bolsa da água".</p><p>O parto é culminar de um longo processo. A gravidez é um período de evolução, o parto é resolução e o puerpério é a volta ao anterior.</p><p>SINAIS DE PARTO</p><p>· Perda do tampão mucoso: ocorre quando a vagina libera uma pequena quantidade de muco espesso e viscoso acumulado na cérvix. O tampão mucoso age como barreira contra infecção durante a gravidez. A perca do tampão mucoso, ocorre devido o amadurecimento da cérvix e contrações uterinas. É um sinal de alerta, indicando que a maternidade está próxima (sempre que acompanhar com perca d’agua ou contrações regulares indica PARTO).</p><p>· Contrações regulares: aparecem contrações regulares musculares uterinas do fundo e do corpo, crescentes e regulares, de modo contínuo e progressivamente doloroso. Com aumento da intensidade de cada contração, diminuição do intervalo de cada contração, aumento de duração de cada contração.</p><p>· Perda d’agua ou rompimento da bolsa (líquido amniótico): consiste no rompimento em si, e perda do líquido amniótico. A perca pode ser em grande quantidade (como um jato), indicando cabeça alta e não bem aplicada à cérvix. Pequena quantidade (como gotejamento) indica cabeça firmemente aplicada a cérvix (obrigatoriamente indica o PARTO). 	Comment by Leila Beuttenmüller: FALAR SOBRE ANALGESIA DE PARTO: INDICAÇÃO DA RAQUI OU PERIDURAL, EFEITOS, VANTAGENS, ETC.</p><p>POSIÇÕES PARA DILATAÇÃO:</p><p>FASES DO TRABALHO DE PARTO</p><p>(Hormônio atuante na contração uterina – OCITOCINA)</p><p>Fase de dilatação: Considerada a primeira fase do trabalho de parto (dilatação do colo do útero e do canal de parto); esta fase é dividida em latente e ativa, e pode demorar de 12 a 16 horas, período em que a mulher poderá sentir dores devido às contrações, cada vez mais regulares e próximas.</p><p>Fase de transição: Considerada a última fase do primeiro estágio do trabalho de parto; dilatação da cérvice está completa, e o corpo materno faz a transição da dilatação do colo a expulsão do feto através da cérvice aberta. Contrações mais fortes e eficazes (BUDIN, 2010).</p><p>Fase de expulsão: Cérvice totalmente dilatada; aumenta pressão na pelve, fazendo a rotação e a descida lenta pelo canal de parto (fase de descida). O períneo se distende (fase perineal).</p><p>Fase Placentária: Essa fase é caracterizada, pela expulsão da placenta e membranas ovulares. Contrações moderadas a fracas.</p><p>Contranutação: as asas do ilíaco se afasta, ísquios se aproximam, sacro desliza “para frente” - anterioriza (observar a imagem 1); encaixe do bebê.</p><p>Nutação: as asas os ilíacos se aproximam, ísquios se afastam, sacro desliza “para trás” - posterioriza (observar imagem 2); Expulsão.</p><p>2</p><p>1</p><p>PARTO CESÁRIO</p><p>A cesariana é uma forma de parto realizada através de um ato cirúrgico, no qual é feita uma incisão no abdômen e outra no útero para se chegar ao bebê; dura em média 45 minutos a 1hora. A Cesária precisa ser feita sob anestesia, habitualmente peridural ou raquidiana.</p><p>PUERPÉRIO</p><p>Puerpério é caracterizado: pós-parto imediato (2 primeiras horas), pós-parto mediato (2h a 10 dias), pós-parto tardio (11 ao 45 dia) e pós parto remoto (além de 45 dias).</p><p>Fisioterapia no puerpério</p><p>· Orientações sobre cuidados com a puérpera e o recém-nascido – importância da amamentação</p><p>· Hormônios atuantes</p><p>· O que é colostro?</p><p>· Fases do leite</p><p>· Massagem de Hoffman e ordenha</p><p>· Orientações sobre o cuidado com armazenamento do leite materno</p><p>· Cuidados com ingurgitamento, Mastite e fissuras</p><p>· Avaliação e tratamento da diástase abdominal</p><p>· Cuidados com a cicatriz (Cesário ou episiotomia)</p><p>· Orientações, esclarecimento e cuidados relacionados a sexualidade</p><p>DIÁSTASE ABDOMINAL:</p><p>Diástase = separação entre os dois músculos retos abdominais, pode variar entre uma pequena lacuna vertical com 2 a 3 cm de largura e 12 a 15 cm de comprimento, em um espaço medindo de 12 a 20 cm de largura, e estendendo-se por quase todo o comprimento dos músculos retos</p><p>TESTE:</p><p>GRÁVIDA: Deitada em DD, joelhos flexionados e pés apoiados.</p><p>* Levantar a cabeça e ombros até o pescoço se afastar cerca de 20 cm do solo, braços alongados para frente e queixo próximo ao peito.</p><p>* Checar a presença de saliência na área abdominal central.</p><p>*Deve-se mensurar a largura e o comprimento deste afastamento, inclusive localizando-o, ou seja, abaixo ou e acima da cicatriz umbilical, próximo do processo xifóide ou da sínfise púbica.</p><p>PUÉRPERA: Posiciona dois dedos abaixo ou acima da cicatriz umbilical. Deitada em DD, joelhos flexionados e pés apoiados.</p><p>* Levantar a cabeça e ombros até o pescoço se afastar cerca de 20 cm do solo, braços alongados para frente e queixo próximo ao peito.</p><p>* Medir o a distância entre o músculo reto do abdômen, positivo se a distância for igual ou maior de três dois dedos</p><p>TRATAMENTO: Trabalhar força e resistência muscular, associando com a respiração; Equilíbrio postural; Sustentação visceral; Considerações - Não trabalhar os oblíquos antes do fortalecimento do reto abdominal (rotação de tronco); Não realizar levantamento duplo das pernas; Respirar corretamente durante os exercícios, expirando durante a contração e inspirando durante o relaxamento.</p><p>Objetivo principal: Restabelecer e/ou adquirir função abdominal.</p><p>Tipos: Exercícios isométricos, concêntricos e excêntricos.</p><p>POSICIONAMENTO CORRETO PEGADA DO BEBÊ</p><p>· Aréola</p><p>· Prevenir fissuras</p><p>· Propriocepção do baby</p><p>· Barriga com barriga (mãe-filho), contato visual.</p><p>POSICIONAMENTO NA HORA DA AMAMENTAÇÂO</p><p>BANHO DE SOL NO SEIO</p><p>· A pele fica mais resistente (10 MIN)</p><p>CONHA DE AMAMENTAR</p><p>· Estimula a protrusão mamária</p><p>· Ajuda arejar e cicatrizar as fissuras</p><p>ANALGESIA</p><p>· Para diminuir a dor (preferêencias de compressas frias)</p><p>· Se for o caso de aumento de produção de leite (compressas mornas)</p><p>MASSAGEM DE HOFFMAN – “MASSAGEM EM CRUZ”</p><p>· A PARTIR DA 35ª SEMANA GESTACIONAL (PODE INICIAR)</p><p>· Função da massagem para estimular a protrusão (seios planos e invertidos)</p><p>MASSAGEM DE ORDENHA – “MASSAGEM PARA ESTIMULAR A RETIRADA DE QUÊ?”</p><p>· Técnica utilizada ante da retirada do leite manualmente ou com auxílio.</p><p>· Ajuda quando os seios estão ingurgitados (, “pedrado).”;</p><p>OPÇÕES DE TRATAMENTO – FISSURAS</p><p>· Pomadas a base de lanolina</p><p>· Estimular a retirada do leite (massagem de ordenha ou até mesmo amamentação)</p><p>· Deixar o leite secar no seio (cicatrizante)</p><p>· Concha de amamentar (para arejar)</p><p>· Compressas frias</p><p>MASTITE</p><p>· O tratamento. Já é com antibioticoterapia, analgesia, compressas frias, uso de ultra-som (contra-indicado para mulheres que tem história de câncer de mama na família), massagem de ordenha, orientações.</p><p>Tipos de leite</p><p>· COLOSTRO (1ª semana pós parto – 0 a 5 dias.)</p><p>Aspecto mais concentrado, mais amarelado, rico em gordura.</p><p>· Leite transitório (6ª ao 10ª dia)</p><p>· Leite Maduro (11ª dia em diante) **</p><p>**Aspecto mais embranquecido no início da amamentação, mais rico em água, anticorpos, nutriente. Menos calórico.</p><p>**Final da amamentação aspecto mais amarelado, por ser rico em gorduras e proteínas. Mais calórico.</p><p>ORIENTAR A MÃE</p><p>· LAVAR AS MÃOS, PRENDER O CABELO, SEGUINDO-SE PELA REALIZAÇÃO DA MASSAGEM DE ORDENHA, LAVAR BEM O RECEPIENTE DE ARMAZENAGEM, NÃO FALAR DURANTE A RETIRADA.</p><p>· ETIQUETAR O RECEPIENTE COM A DATA</p><p>· QUANDO A MÃO PUDER AMAMENTAR OFERTAR O LEITE AO SEU RN/LACTENTE NO COPINHO OU NA COLHERZINHA.</p><p>AVALIAÇÃO DO ASSOALHO PÉLVICO</p><p>· Anamnese</p><p>· Uso de questionário para avaliar a história e a qualidade de vida dos pacientes.</p><p>INSPEÇÃO</p><p>• Respiração</p><p>• Diástase	Comment by Leila Beuttenmüller: ?</p><p>• Distância ânus-vulvar</p><p>• Cicatrizes e aderências</p><p>• Distopia, hemorroida</p><p>• Eritema, secreções</p><p>AFA – AVALIAÇÃO FUNCIONAL DA MUSCULATURA DO ASSOALHO PÉLVICO</p><p>A paciente é submetida a exame de toque vaginal.</p><p>Solicita-se a contração do assoalho pélvico de modo a segurar os dedos do examinador.</p><p>Para testar o músculo bulbo esponjoso a posição do dedo é em tesoura, e para testar os elevadores do ânus os dedos ficam em posição de gancho</p><p>GRAU FUNÇÃO PERINEAL</p><p>0. Ausência de contração dos M.A.P.</p><p>1. Esboço de contração muscular não sustentada</p><p>2. Contração de pequena intensidade, mas que se sustenta</p><p>3. Sentida com um aumento da pressão intravaginal, comprime os dedos do examinador com pequena elevação da parede vaginal posterior</p><p>4. Contração</p><p>satisfatória, aperta os dedos do examinador + elevação da parede vaginal posterior em direção à sínfise púbica</p><p>5. Contração forte, compressão firme dos dedos do examinador com movimento positivo em relação à sínfise púbica</p><p>DISFUNÇÕES SEXUAIS</p><p>· Disfunção sexual feminina são problemas durante algumas das fases do ciclo de resposta sexual da mulher, que a impedem de chegar ao prazer durante a relação sexual.</p><p>EXCITAÇÃO, PLATÔ, ORGASMO, RESOLUÇÃO</p><p>· DESEJO SEXUAL HIPOATIVO (DESEJO SEXUAL INIBIDO)</p><p>· AVERSÃO SEXUAL (EVITAÇÃO SEXUAL. FOBIA SEXUAL)</p><p>· TRANSTORNO DE EXCITAÇÃO SEXUAL (FRIGIDEZ)</p><p>· ANORGASMIA (INIBIÇÃO DO ORGASMO)</p><p>· DISPAREUNIA</p><p>· VAGINISMO</p><p>· DISFUNÇÃO SEXUAL DEVIDO A UMA CONDIÇÃO MÉDICA</p><p>· DISFUNÇÃO SEXUAL INDUZIDA POR SUBSTÂNCIAS</p><p>Tratamento IU</p><p>DEFINIÇÃO</p><p>A Sociedade Internacional de Incontinência (SCI) define incontinência urinária (IU) como a condição na qual a perda involuntária de urina é um problema social ou higiênico e é objetivamente demonstrada.</p><p>FISIOTERAPIA NA IU Exercícios de Kegel, Ginástica Hipopressiva (PESQUISEM SOBRE EXERCICIOS DE KEGEL)</p><p>FICA A DICA!!</p><p>** BOLAS SUÍÇAS Melhora força de fechamento uretral e percepção sensorial dos MAP. Motivação: uso em grupos.	Comment by Leila Beuttenmüller: PRIMEIRO COLOCA O EXTENSO COM A SIGLA, DAÍ USA SOMENTE A SIGLA.</p><p>** Os exercícios de Kegel podem está sendo utilizado durante o período gestacional afim de prevenir IU.</p><p>** E TBM PODE SER UM EXERCÍICIOS A PRATICAR NO CLIMATÉRIO</p><p>Cones Vaginais (SEGUE RESUMO DA PROF. WEDLA)</p><p>Fase I: introduz-se o cone de maior peso que a paciente possa sustentar e deambula por 10 a 15’, realizando AVD’s. Recruta fibras tipo I.</p><p>Fase II: introduz-se o cone de maior peso que se possa sustentar e realiza 30 contrações voluntárias. Recruta fibras tipo II.</p><p>ELETROESTIMULAÇÃO</p><p>O períneo tem 30% de fibras tipo II (rápida) e 70% de tipo I (lenta).  A eletroestimulação transforma fibra I em II, logo responde mais rápido.</p><p>INDICAÇÕES</p><p>Reeducação muscular do assoalho pélvico, Prevenção de incontinência e prolapsos</p><p>Instabilidade do detrusor, Incontinência urinária de esforço, Reeducação anorretal</p><p>Incontinência fecal, Alívio da dor pélvica, Reeducação sexual.</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>Respeitar as variações individuais (qualidade da musculatura, idade, nível de entendimento, de satisfação, grau da patologia e sua causa, resultados de exames (Ex. de uUrina – para infecções; exame urodinâmicoa, entre outros).</p><p>PARÂMETROS</p><p>Avaliar e indicar - melhor tipo de corrente e seus parâmetros. A produção de contrações doa musculatura do assoalho pélvicoMAP aumenta a percepção cortical do paciente, facilitando a capacidade de executar posteriormente as contrações voluntárias.</p><p>Também aumenta o fluxo sanguíneo para os músculos da uretra e do assoalho pélvico e reestabelece as conexões neuromusculares da fibra, hipertrofiando-a.</p><p>ELETRODOS</p><p>Intracavitários: Anais ou vaginais (mais confortável, exceto em virgens e/ou com problemas ginecológicos).</p><p>De uso individual, bem higienizados (Povidine ou PVP – germekil causa irritação anal).</p><p>Introdução após lubrificação com gel KY, para acoplamento à parede vaginal ou anal.</p><p>Externos: Autocolantes (redondos de 3 mm).</p><p>Paciente semi-deitada em decúbito dorsal com os quadris e joelhos levemente fletidos (posição ginecológica) ou com os membros totalmente estendidos e abduzidos. Posição de SIMS: Em decúbito lateral, membros inferiores fletidos com travesseiro entre as pernas. Indicada para pacientes com grande participação dos músculos abdominais (aumentam excessivamente a pressão sobre o assoalho pélvico) ou com abdução limitada por coxartrose ou retração de adutores.</p><p>Sensação: De vibração ou palpitação da região perineal. Se de queimação ou ardência, observar posição dos eletrodos e intensidade da corrente.</p><p>Trabalhar em níveis submáximos, gerando contração sem causar dor. Programas prontos favorecem o tratamento de incontinências mistas (estímulos de frequência alta e baixa).</p><p>Incontinências de esforço: Estímulos de frequências altas (em torno de 50Hz).</p><p>Urge-incontinência: Entre 5 e 20 Hz (8 Hz com bons resultados).</p><p>BIOFEEDBACK</p><p>Chamado também de RETROCONTROLE ou RETROAÇÃO. Método que fornece e registra o potencial de ação das contrações musculares em forma de sinais visuais e/ou sonoros. Método de reeducação ativa controlada e exige a cooperação do paciente.</p><p>ARNOLD KEGEL – pioneiro em descrever o Biofeedback utilizando uma sonda vaginal acoplada a um manômetro (PERINA). Modelos mais modernos possuem eletrodos de eletromiografia mais sonda anal ou vaginal acoplados a um software permitindo trabalhar a dissociação abdomino-perineal.</p><p>INDICAÇÕES</p><p>Instabilidade vesical, Incontinência de urgência, Dor pélvica crônica, Incontinência urinária de esforço.</p><p>FASES DO TRATAMENTO</p><p>1) Adaptação ao aparelho – conscientização da intensidade da contração feita e a intensidade do sinal visual ou sonoro</p><p>2) Reestabelecimento de uma função correta quando ocorre troca de técnicas entre Fortalecimento muscular (contração máxima mantida por um certo tempo) e Relaxamento muscular (descontração, relaxamento)</p><p>3) Integração dos resultados adquiridos – contração ou relaxamento sendo mantidos pela paciente em suas AVD´s</p><p>OBSERVAÇÕES</p><p>As fibras do tipo I (lentas) mantém os tônus dos músculos do assoalho pélvicoMAP e as do tipo II (rápidas) são ativadas durante os aumentos de pressão abdominal. Ao usarmos equipamentos sem eletrodos de superfície, devemos atentar para o uso de manobras (com valsava) devido a fadiga do assoalho. O posicionamento inicial é em supino até as posturas antigravitacionais com o ganho de força muscular perineal.</p><p>MASSAGEM PERINEAL OU EM “U”</p><p>· PREVINE EPISIOTOMIA, ajuda a “alongar’’ esse tecido; CRIA CONCIENTIZAÇÃO CORPORAL propriocepção do seu corpo.</p><p>CONSTIPAÇÃO INTESTLNAL</p><p>A constipação intestinal funcional é diagnosticada em pacientes que apresentam pelo menos duas das seguintes queixas, com duração de no mínimo 12 semanas, não necessariamente consecutivas, durante o último ano: a) menos de três evacuações por semana; b) fezes duras ou sensação de evacuação incompleta em pelo menos 25% das evacuações; c) dificuldade para evacuar em pelo menos 25% das evacuações; d) necessidade de manipulação digital para facilitar a saída das fezes (ROMA III).</p><p>Contamos com 3 reflexos que atuam ajudando o funcionamento intestinal: o reflexo ORTOCÓLICO (quando acordamos e ficamos de pé), o GASTROCÓLICO (com a chegada do alimento ao estomago) e o COLOCÓLICO (provocado pela entrada do bolo fecal no ceco). Estresse, restrição de tempo e toda a correria do dia a dia fazem com que deixemos de atender e de perceber esses sinais do nosso corpo e acabamos inibindo tais reflexos.</p><p>Muitos dos problemas intestinais podem ser resolvidos com reeducação alimentar, terapia comportamental, treinamento vesical, técnicas estimulantes do transito intestinal e os primeiros passos estão ao alcance de todos.</p><p>ORIENTAÇÕES FISIOTERAPÊEUTICA</p><p>Orientar alimentos ricos em fibras e tomar bastante água; Massagem em torcedura em cada colón, massagem de mobilização do bolo fecal, massagem torcedura global.</p><p>Orientar sobre a posição correta na hora da evacuação.</p><p>· SENTADA ERETA NO SANITARIO (IMAGEM ABAIXO)</p><p>· TRONCO LIGEIRAMENTE INCLINADO</p><p>· PÉ NO CHÃO APOIADOS COM SUPORTE DE 15 CM DE ALTURA</p><p>· BRAÇOS SOBRE AS COXAS</p><p>ESSA POSIÇÃO FAVORECE o relaxamento perfeito do assoalho pélvico (ângulo do pulborretal)</p><p>CONSTIPAÇÃO INTESTINAL</p><p>Massagem de VOLGLER (ABDOMINAL)</p><p>Paciente em decúbito dorsal (abdômen despido), joelhos semifletidos</p><p>Pressionar os quatro quadrantes do abdômen por 5min, “mão em concha”</p><p>Deslizamento profundo sentido horário</p><p>Contraindicado em gestantes</p><p>***DICA</p><p>Começa A MASSAGEM DE VOLGLER acima da crista ilíaca direita, abaixo das costelas direita, abaixo da costela esquerda e termina acima da crista ilíaca esquerda (Conhecer a anatomia é primordial).</p><p>Indicações</p><p>Parâmetros da eletroterapia</p><p>Tempo de tratamento</p><p>Fraqueza de fibras T1</p><p>(IU)</p><p>10 -– 50 Hz</p><p>10 a 15 minutos; tempo de repouso igual ao</p><p>tempo de contração.</p><p>Fraqueza de fibras T2</p><p>(IUE e/ou IUE)</p><p>50-65Hz (alguns aparelhos vão até 85Hz)</p><p>7 a 10 minutos; tempo de repouso deverá ser o dobro do tempo de contração.</p><p>Fraqueza das Fibras T1 e T 2</p><p>(IU mista)</p><p>50 Hz</p><p>(Recruta os dois tipos de fibras)</p><p>10 minutos</p><p>Inibir detrusor</p><p>(Bexiga hiperativa e hipoativa)</p><p>2Hz</p><p>20 minutos</p><p>Dispareunia</p><p>100Hz</p><p>15 a 30 minutos; a intensidade depende da resposta do paciente.</p><p>Trigger Point</p><p>100Hz</p><p>15 a 30 minutos; a intensidade depende da resposta do paciente.</p><p>Gestação. Sim ou não justifique sua resposta(?)</p><p>(?)</p><p>(?)</p><p>C.A DE MAMA</p><p>· Causa desconhecida</p><p>· Acomete qualquer grupo etário</p><p>· Incidência crescente e preocupante</p><p>· Tratamento cirúrgico e clinico</p><p>· Sequelas físicas e psíquicas</p><p>· Aumento da sobrevida</p><p>· Qualidade de vida</p><p>TIPOS MASTECTOMIAS</p><p>· Mastectomia radical de Halsted</p><p>· Mastectomia radical modificada de Patey</p><p>· Mastectomia radical modificada de Madden</p><p>· Mastectomia Simples</p><p>· Quadrantectomia</p><p>· Tumorectomia</p><p>· E/OU reconstrução mamária</p><p>AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA</p><p>· Identificação</p><p>· Anamnese</p><p>· Diagnostico méedico</p><p>· Exame físico</p><p>· Inspeção</p><p>· Palpação</p><p>· Cirtometria</p><p>· Avaliação funcional: potência muscular, amplitude de movimento, AVD.</p><p>· Tratamento fisioterapêutico.</p><p>FISIOTERAPIA NO PO DE C.A DE MAMA</p><p>O pós operatório é marcado por dificuldade na movimentação do braço e do ombro e por dor. Até o 15º dia após a cirurgia, provavelmente ainda estará com o dreno aspirativo e com os pontos, portanto não deve levantar o braço acima de 90º por conta da cicatriz. Após o 15º dia de operação, serão retirados alguns pontos e o dreno. A movimentação total dos braços agora será liberada.</p><p>· Restabelecer as funções do braço.</p><p>· Prevenir complicações respiratória.</p><p>· Diminuição da dor.</p><p>· Prevenir formação de linfedemas, cicatrizes, fibrose e aderência.</p><p>LINFEDEMA</p><p>· Cuidados com o linfedema: Evitar grandes esforços, como carregar pesos e não praticar movimentos repetitivos.</p><p>· Drenagem linfática manual.</p><p>· Fisioterapia complexa descongestiva (enfaixamento).</p><p>ALONGAMENTOS</p><p>image2.emf</p><p>image3.emf</p><p>image4.emf</p><p>image5.jpeg</p><p>image6.jpeg</p><p>image7.png</p><p>image8.jpeg</p><p>image9.jpeg</p><p>image10.gif</p><p>image11.jpeg</p><p>image12.jpeg</p><p>image13.jpg</p><p>image14.png</p><p>image15.jpeg</p><p>image16.jpeg</p><p>image17.jpeg</p><p>image18.jpeg</p><p>image19.jpeg</p><p>image20.jpg</p><p>image21.jpg</p><p>image22.png</p><p>image23.jpg</p><p>image24.png</p><p>image25.png</p><p>image26.jpeg</p><p>image27.jpeg</p><p>image28.png</p><p>image29.jpeg</p><p>image30.emf</p><p>image31.emf</p><p>image32.jpg</p><p>image33.jpeg</p><p>image34.jpeg</p><p>image35.jpeg</p><p>image36.jpeg</p><p>image37.jpeg</p><p>image38.jpeg</p><p>image39.jpeg</p><p>image40.png</p><p>image41.png</p><p>image42.png</p><p>image43.jpeg</p><p>image1.png</p>

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