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<p>Intercambialidade</p><p>Profª MSc. Jéssica G. Martins Afonso</p><p>LEI Nº 9.787, DE 10 DE FEVEREIRO DE 1999.</p><p>Dispõe sobre a vigilância sanitária, estabelece o</p><p>medicamento genérico, dispõe sobre a utilização de</p><p>nomes genéricos em produtos farmacêuticos e dá</p><p>outras providências.</p><p>LEI Nº 9.787, DE 10 DE FEVEREIRO DE 1999.</p><p>Medicamento genérico:</p><p>Intercambiável ao medicamento referência, se:</p><p>Equivalência farmacêutica;</p><p>Biodisponibilidade relativa/bioequivalência - três etapas: a clínica, a</p><p>analítica e a estatística.</p><p>Produzido após a patente expirar do medicamento referência;</p><p>DCB (Denominação Comum Brasileira).</p><p>Avaliação físico-química dos medicamentos.</p><p>Foto 1: Farmacêutico da Fiocruz realizando os testes.</p><p>Equivalência Farmacêutica</p><p>Avaliar as concentrações plasmáticas dos mesmos no organismo.</p><p>Bioequivalência</p><p>RDC 58, 2014.</p><p>Esta resolução determina as medidas a serem</p><p>adotadas junto à Anvisa pelos titulares de registro de</p><p>medicamentos para a intercambialidade de</p><p>medicamentos similares com os respectivos</p><p>medicamentos de referência.</p><p>RDC 58, 2014.</p><p>Medicamento similar:</p><p>Intercambiável ao medicamento referência, se:</p><p>Equivalência farmacêutica;</p><p>Biodisponibilidade relativa/bioequivalência</p><p>Art. 3º A informação a respeito da intercambialidade a que se refere o art. 2º</p><p>constará na bula do medicamento similar.</p>