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<p>PARQUE ESMERALDA</p><p>ESTUDO DE CASO</p><p>UNIGOIÁS - Centro Universitário de Goiás. / Curso de Arquitetura e Urbanismo. / Disciplina: Estúdio de Urbanismo - Praça. / Docentes: Prof. Ana Paula Silva da Costa e Prof. Raquel de Albuquerque Franco Ramos. / Discentes: Ana Luisa Elias,</p><p>Letícia Rodrigues, Raquel Noleto, Rodrigo de Sousa e Vitória Celestino. / Prancha: 2/5.</p><p>FICHA TÉCNICA</p><p>Nome: Parque Esmeralda - Pomar Comunitário.</p><p>Arquiteto: CAW Arquitectos.</p><p>Localização: Vicente Huidobro 1902, Copiapó, Atacama,</p><p>Chile.</p><p>Início do projeto: 2019.</p><p>Finalização do projeto: 2021.</p><p>Área: 20000 m².</p><p>SOBRE O AUTOR</p><p>A CAW Arquitectos é um escritório de arquitetura</p><p>localizado em Santiago, no Chile, e foi pelo projeto do</p><p>Parque Esmeralda. Esse escritório possui como</p><p>características clareza de plano, materiais sustentáveis,</p><p>luz do dia abundante, eficiência energética e resposta</p><p>cuidadosa ao local e ao clima.</p><p>O escritório já recebeu diversos prêmios, inclusive</p><p>internacionais e vem ganhando notoriedade na última</p><p>década. Além disso, é válido ressaltar Juan Pablo</p><p>Cacciuttolo como o arquiteto responsável pelo Parque</p><p>Esmeralda.</p><p>Outras obras do CAW Arquitectos</p><p>Sede Comunitária Mejillones Casa Alto São Francisco</p><p>CONTEXTO DE SITUAÇÃO</p><p>Copiapó é uma comuna da província de Copiapó,</p><p>localizada na Região de Atacama, Chile. Possui uma área</p><p>de 16.681,3 km². Além disso, conta com uma população</p><p>de 175.162 habitante, que por sinal, vem crescendo nos</p><p>últimos anos.</p><p>A cidade possui indústrias leves e médias.</p><p>Devido o Deserto do Atacama, muitas usinas solares</p><p>se localizam próximo à cidade.</p><p>O comércio está crescendo em Copiapó, em grande</p><p>parte antigas e novas, pequenas e médias empresas.</p><p>O turismo vem se desenvolvendo na cidade desde o</p><p>início do século 21. . Alguns vêm para ver o deserto e</p><p>monumentos indígenas, como o cemitério inca na</p><p>cidade, que foi investigado na década de 1930. Além</p><p>disso, um novo cassino atraiu turistas nacionais e</p><p>estrangeiros, e os hotéis investiram em novas</p><p>comodidades e estruturas para satisfazer a demanda.</p><p>A mineração é a maior atividade econômica com a</p><p>extração de cobre.</p><p>A agricultura é a segunda maior fonte de rendimento</p><p>nesta área. Consiste em grande parte na produção de</p><p>uvas, com azeitonas, tomates, abacates e algumas</p><p>frutas cítricas.</p><p>Praça Esmeralda - Fonte: ArchDaily.</p><p>Localizada em Mejillones, Chile. - Fonte: ArchDaily/Localizada em Limache, Chile -</p><p>Fonte: ArchDaily</p><p>Copiapó, Chile. - Fonte: VisitChile.</p><p>Topografia de Copiapó. - Fonte: Topografic</p><p>Map.</p><p>Copiapó, Chile. - Fonte: Google Earth.</p><p>Possui centros técnicos</p><p>de estudo, institutos</p><p>profissionais,</p><p>universidades e escolas</p><p>públicas e privadas.</p><p>Como comuna, Copiapó</p><p>é uma divisão</p><p>administrativa de</p><p>terceiro nível do Chile</p><p>administrada por um</p><p>conselho municipal,</p><p>chefiado por um</p><p>alcaide que é eleito</p><p>diretamente a cada</p><p>quatro anos.</p><p>Apresenta topografia</p><p>bastante variável</p><p>devido às montanhas</p><p>ao redor.</p><p>https://www.archdaily.com.br/search/br/projects/min_area/16000/max_area/24000?ad_name=project-specs&ad_medium=single</p><p>https://www.archdaily.com/986943/mejillones-community-headquarters-caw-arquitectos?ad_medium=office_landing&ad_name=article</p><p>https://www.archdaily.com/871434/alto-san-francisco-shelter-caw-arquitectos?ad_medium=office_landing&ad_name=article</p><p>PARQUE ESMERALDA</p><p>ESTUDO DE CASO</p><p>UNIGOIÁS - Centro Universitário de Goiás. / Curso de Arquitetura e Urbanismo. / Disciplina: Estúdio de Urbanismo - Praça. / Docentes: Prof. Ana Paula Silva da Costa e Prof. Raquel de Albuquerque Franco Ramos. / Discentes: Ana Luisa Elias,</p><p>Letícia Rodrigues, Raquel Noleto, Rodrigo de Sousa e Vitória Celestino. / Prancha: 2/5.</p><p>Sua vegetação é formada por árvores de pequeno</p><p>porte que crescem na sua maioria ao longo dos vales</p><p>e na região da precordilheira e cactos que crescem</p><p>nas serras. Destaque para o fenômeno do Inverno</p><p>Florido em algumas plantas crescem eventualmente</p><p>entre as cidades de Copiapó e Vallenar.</p><p>A cidade tem um clima desértico com temperaturas</p><p>amenas durante todo o ano. Os invernos são secos e</p><p>apresentam temperaturas frias durante o dia e noite.</p><p>A corrente fria de Humboldt no mar leva a</p><p>temperaturas frias de verão por estar no interior em</p><p>sua baixa latitude e contribui para a precipitação</p><p>anual muito baixa.</p><p>TÉCNICA CONSTRUTIVA</p><p>Muros de arrimo</p><p>para a resolução</p><p>topográfica.</p><p>Pedras e rochas para</p><p>desníveis.</p><p>Escadas de pedras e</p><p>concreto.</p><p>Rampas e escadas de</p><p>concreto</p><p>Cactos no Deserto do Atacama. - Fonte: Brasil Escola/Fenômeno do deserto florido. -</p><p>Fonte: Sustentabilidade no Ar</p><p>Fotos da construção do Parque Esmeralda.</p><p>Fonte: Instagram @caw_arq.</p><p>COMPOSIÇÃO FORMAL</p><p>Parque Esmeralda. - Fonte: ArchDaily.</p><p>O parque apresenta uma combinação de características em que os espaços e formas se interseccionam e são</p><p>dispostos de forma alternada, permitindo a sobreposição de áreas. É predominante as formas geométricas</p><p>poligonais com poucas formas redondas. Essa predominância traz sensação de ordem e controle, mas também de</p><p>liberdade e espontaneidade devido à quantidade de acessos e áreas de circulação.</p><p>ORGANIZAÇÃO ESPACIAL</p><p>Uma organização aglomerada pode ser composta por espaços de variados tamanhos,</p><p>formas e funções, desde que estejam interligados por um recurso de organização, que,</p><p>neste caso, seria um eixo. A composição formal do parque de modo geral, em sua planta</p><p>não apresenta ritmo, as formas são distribuídas de maneira livre e espontânea. O ritmo é</p><p>encontrado apenas nas sinalizações desenhadas nos passeios, nos ripados das coberturas e</p><p>bancos, e elementos como as barreiras de concreto</p><p>Organização aglomerada</p><p>Pergolado. - Fonte: ArchDaily.</p><p>Esquema do Parque. - Fonte: ArchDaily.</p><p>https://sustentabilidadenoar.com.br/</p><p>Vaga de estacionamento acessível Rebaixo no passeio Estacionamento de carros</p><p>Escadas de acesso para ambientes Faixa de pedestres Acessos para o parque</p><p>Legenda:</p><p>PARQUE ESMERALDA</p><p>ESTUDO DE CASO</p><p>UNIGOIÁS - Centro Universitário de Goiás. / Curso de Arquitetura e Urbanismo. / Disciplina: Estúdio de Urbanismo - Praça. / Docentes: Prof. Ana Paula Silva da Costa e Prof. Raquel de Albuquerque Franco Ramos. / Discentes: Ana Luisa Elias,</p><p>Letícia Rodrigues, Raquel Noleto, Rodrigo de Sousa e Vitória Celestino. / Prancha: 3/5.</p><p>ACESSOS E CIRCULAÇÕES</p><p>Algumas áreas de acesso mais proeminentes são definidas no parque, como</p><p>passagens, áreas de estacionamento e rebaixos do passeio. A praça voltada para a rua</p><p>movimentada tem um limite completo e livre, enquanto do lado da rua Esmeralda,</p><p>devido às residências próximas, o acesso é bem definido. De maneira geral, os acessos</p><p>de pedestres e ciclistas são definidos pelos rebaixos, enquanto que os veículos</p><p>estacionam nos arredores da praça.</p><p>As escadas, juntamente com</p><p>passeios, foram essenciais para</p><p>os acessos aos diferentes</p><p>ambientes em projetos com</p><p>topografia acidentada. Eles</p><p>ajudaram a aproveitar o terreno</p><p>e adicionam dinamicidade,</p><p>contribuindo para a integração</p><p>do local.</p><p>A circulação de um parque é formada por uma rede que cria uma passagem fluida e</p><p>organizada pelo espaço. Esses caminhos conectam os diferentes ambientes do parque,</p><p>passam por, permitindo que ele seja percorrido e utilizado de forma eficiente. Essa</p><p>organização é importante não apenas para o uso do parque em si, mas também para a</p><p>conexão com os pontos da malha urbana do entorno, criando caminhos que ligam a</p><p>praça a outros locais.</p><p>Pedestres</p><p>Ciclistas</p><p>Esquema do Parque Esmeralda. - Fonte: ArchDaily.</p><p>A circulação plana, muito utilizada por ciclistas, é</p><p>bastante definida e limitada. Em sua grande parte,</p><p>ela se concentra nos arredores do parque e nas</p><p>passagens que o atravessam.</p><p>Em questão de trânsito no local, nas ruas em volta</p><p>da praça essa circulação é quase nula, são mais dos</p><p>moradores do local. Região do Parque - Fonte: Google Maps.</p><p>Veículos</p><p>Quadra Pistas de Skate Jardim Sensorial Mural Comunitário</p><p>Anfiteatro Praça de rochas andinas Área de recreação infantil</p><p>Área de recreação infantil</p><p>Anfiteatro</p><p>Pista de Skate</p><p>PARQUE ESMERALDA</p><p>ESTUDO DE CASO</p><p>UNIGOIÁS - Centro Universitário de Goiás. / Curso de Arquitetura e Urbanismo. / Disciplina: Estúdio</p><p>de Urbanismo - Praça. / Docentes: Prof. Ana Paula Silva da Costa e Prof. Raquel de Albuquerque Franco Ramos. / Discentes: Ana Luisa Elias,</p><p>Letícia Rodrigues, Raquel Noleto, Rodrigo de Sousa e Vitória Celestino. / Prancha: 4/5.</p><p>SETORIZAÇÃO</p><p>Diagrama de Vegetação</p><p>O parque é composto por um tecido delicado entre zonas de cobertura vegetal alta,</p><p>zonas intermédias de vegetação baixa, quintas e zonas programáticas mais expostas.</p><p>Com isso, evitam-se grandes ilhas de calor, uma vez que o parque está "rodeado de</p><p>verde".</p><p>No sentido longitudinal e dado o</p><p>declive acentuado, o parque se projeta</p><p>a partir de terraços com paredes de</p><p>pedra de canteiros locais, que dão</p><p>origem a múltiplos mirantes para o</p><p>vale de Copiapó. Essa adaptação</p><p>projetual possibilitou diversas formas</p><p>de uso dos mobiliários urbanos.</p><p>Esquema do Parque Esmeralda. - Fonte: ArchDaily.</p><p>Um pouco mais sobre o terreno</p><p>Programas e usos</p><p>Região do Parque - Fonte: Google Maps. Região do Parque - Fonte: Google Maps.Região do Parque - Fonte: Google Maps.</p><p>Legenda:</p><p>Esquema do Parque. - Fonte: ArchDaily.</p><p>Esporte e recreação</p><p>EQUIPAMENTOS E MOBILIÁRIOS</p><p>Áreas de iluminação</p><p>PARQUE ESMERALDA</p><p>ESTUDO DE CASO</p><p>UNIGOIÁS - Centro Universitário de Goiás. / Curso de Arquitetura e Urbanismo. / Disciplina: Estúdio de Urbanismo - Praça. / Docentes: Prof. Ana Paula Silva da Costa e Prof. Raquel de Albuquerque Franco Ramos. / Discentes: Ana Luisa Elias,</p><p>Letícia Rodrigues, Raquel Noleto, Rodrigo de Sousa e Vitória Celestino. / Prancha: 5/5.</p><p>Barreiras de concreto</p><p>Impedir o avanço nas calçadas.</p><p>Minimizar o impacto de uma</p><p>colisão.</p><p>Modelo semelhante</p><p>Presente em todos os pergolados.</p><p>Predominância nos canteiros e perto das edificações.</p><p>Apropriação dos muros de arrimo de</p><p>pedra e das escadas como assentos.</p><p>Piso tátil e corrimão para segurança.</p><p>Pista de skate, rampas, sinalização</p><p>de aclive e declive.</p><p>Pista de Skates</p><p>Quadra</p><p>Modelo semelhante</p><p>Modelo semelhante</p><p>Edificações</p><p>Entorno residencial.</p><p>Casas no máximo 2</p><p>pavimentos.</p><p>Construções de alvenaria.</p><p>Praça conectando as</p><p>extremidades. Copiapó, Chile. - Fonte: VisitChile.</p><p>Circulação e passagem</p><p>Área de interação comunicativa.</p><p>Predominância de acentos</p><p>cobertos pelos pergolados</p><p>Bancos de madeira retangulares</p><p>Bancos e mesas quadradas e</p><p>circulares de concreto</p><p>Formas de sombreamento</p><p>Pergolado vazado, 2 com</p><p>placas solares.</p><p>Tendo pouco alcance de</p><p>sombra devido ser</p><p>vazado.</p><p>Poucas lixeiras, em média</p><p>duas para quatro</p><p>pavilhões, localizado</p><p>embaixo dos pergolados,</p><p>feito de zinco ou metal.</p><p>Área de balanços</p><p>Pedras usadas como</p><p>bancos e também para as</p><p>crianças brincarem.</p><p>Área com areia para uma</p><p>"brincadeira suja".</p><p>Muros de arrimo</p><p>apropriados como bancos</p><p>e para a resolução</p><p>topográfica.</p><p>Espaço ampliado sem</p><p>mobiliários, apenas</p><p>balanços.</p>