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Craque NetoCraque Neto

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<p>Prova</p><p>DIREITO INTERNACIONAL</p><p>1 - A IMPORTÂNCIA DE HUGO GROTIUS PARA O DIREITO INTERNACIONAL COMO CIÊNCIA</p><p>Hugo Grotius foi um jurista holandês. É considerado um dos fundadores do Direito internacional, baseando-se no Direito natural.</p><p>Foi ele quem deu importante ênfase ao direito das gentes como ciência, despertando interesse dos principais círculos Europeus, por meio de suas obras.</p><p>2 – O DIREITO COMO CIÊNCIA AUTÔNOMA</p><p>A partir do final do século XVI, e início do século XVII que o Direito Internacional Público aparece como ciência autônoma e sistematizada, principalmente a partir dos tratados de Westfália dos quais Hugo Grotius participou na qualidade de embaixador.</p><p>3 – FASES ANTES DA RATIFICAÇÃO</p><p>Antes da ratificação, todos os direitos e obrigações expressos no ato internacional ficam restritos às relações mútuas dos contratos, não tendo se incorporado, ainda, no ordenamento jurídico interno desses mesmo Estados.</p><p>Fases internas anteriores à ratificação: 1º negociações e assinatura, 2º referendo parlamentar e só após a ratificação.</p><p>4 – QUAIS SÃO AS FONTES DO DIREITO INTERNACIONAL</p><p>Conforme o art. 38 do Estatuto da Corte Internacional de Justiça (CIJ), de 1920, são fontes do Direito Internacional: as convenções internacionais, os costumes internacionais e os princípios gerais do Direito. A doutrina e a jurisprudência são meios auxiliares, não constituindo fontes em sentido técnico.</p><p>5 – JUS COGENS</p><p>O artigo 53 da Convenção de Viena sobre o Direito dos Tratados define Ius Cogens como o conjunto de normas imperativas do direito internacional estabelecidas pela comunidade internacional como um todo. As regras do ius cogens não podem ser derrogadas, exceto por outro padrão do mesmo grau. Qualquer tratado internacional contrário a uma regra de ius cogens é nulo. Ademais, de caráter peremptório e indisponível, os arts. 53º e 64º referem de que forma o jus cogens vigore na competência internacional. A imagem do jus cogens ordena que toda norma que possuir tal característica terá preferência diante de outros que forem conflituosas. Sendo assim, se houver divergência entre uma norma, e outra, porém definida como jus cogens, a última será dominante.</p>

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