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<p>Elaboração de Materiais Lúdicos - Renata Alves Orselli</p><p>1</p><p>Complexo Educacional Campos Salles</p><p>ELABORAÇÃO DE MATERIAIS LÚDICOS</p><p>Objetivos específicos</p><p>• Apresentar o conceito de lúdico, características e a importância no ensino e aprendizagem;</p><p>• Atividades lúdicas a partir da necessidade individual após sondagem;</p><p>• Expor materiais confeccionados com material reciclável e de fácil utilização.</p><p>Renata Alves Orselli</p><p>Elaboração de Materiais Lúdicos - Renata Alves Orselli</p><p>Complexo Educacional Campos Salles</p><p>Temas abordados nesse módulo</p><p>INTRODUÇÃO .................................................................................................................................................................. 3</p><p>1. CONCEITO E CLASSIFICAÇÃO SOBRE O JOGO E O LÚDICO ................................................................... 3</p><p>1. 1 Conceito de jogo ............................................................................................................................................... 3</p><p>1. 2 O jogo na educação ....................................................................................................................................... 4</p><p>1. 3 Lúdico ................................................................................................................................................................... 5</p><p>2. O PAPEL DAS ATIVIDADES LÚDICAS NA EDUCAÇÃO ................................................................................. 6</p><p>2. 1 Desenvolvimento intelectual ....................................................................................................................... 7</p><p>2. 2 A formação do senso crítico com o uso das histórias ..................................................................... 7</p><p>2. 2. 1 O lúdico nas histórias ................................................................................................................................. 8</p><p>CONSIDERAÇÕES FINAIS............................................................................................................................................. 9</p><p>MAPA MENTAL ................................................................................................................................................................ 9</p><p>REFERÊNCIAS................................................................................................................................................................10</p><p>Elaboração de Materiais Lúdicos - Renata Alves Orselli</p><p>3</p><p>Complexo Educacional Campos Salles</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>Neste capítulo temos a pretensão de demostrar uma atividade lúdica aceita como rotina da edu-</p><p>cação de crianças, pois são práticas privilegiadas para a aplicação de educação que tem como</p><p>objetivo o desenvolvimento pessoal e cooperativa. Assim, vamos discutir de forma geral como é</p><p>visto o lúdico na educação e como ela pode contribuir com um processo de formação que visa à</p><p>autonomia e a participação ativa. Nesse contexto serão analisados como atividade lúdica os jogos,</p><p>histórias e dramatização para demostrar que o lúdico não se restringe a brincadeiras barulhentas.</p><p>1. CONCEITO E CLASSIFICAÇÃO SOBRE O JOGO E O LÚDICO</p><p>Figura 1 –</p><p>Fonte: www.google.com.br</p><p>Neste capítulo vamos verificar a importância do uso do lúdico no ensino e aprendizagem. Assim, va-</p><p>mos verificar o conceito de ludicidade que ganha uma gama de significações e de uso na educação.</p><p>1. 1 Conceito de jogo</p><p>O historiador Johan Huizinga alemão viveu entre 1872 e 1945 e deixa uma das obras mais importan-</p><p>tes conhecida como Home Ludens que demostra como o jogo está presente em tudo o que acon-</p><p>tece no mundo e, ultrapassa os limites da atividade puramente física ou biológica e apresenta um</p><p>sentido próprio. Segundo Roger Callois a obra de Huizinga assume um papel importante em várias</p><p>realizações na cultura humana, assim, define:</p><p>Home Ludens é uma obra mais importante na filosofia da história em nosso século</p><p>XX. Escritor de inteligência aguda e poderosa, ajudado por um dom expressão</p><p>e exposição que é muito raro, Huizinga reúne e interpreta um dos elementos</p><p>fundamentais da cultura humana: o instinto do jogo. Lendo este volume, logo</p><p>se descobre quão profundamente as realizações na lei, na ciência, na poesia, na</p><p>guerra, na filosofia e nas artes são nutridas pelo instinto do jogo.</p><p>Segundo Johan Huizinga, o jogo é:</p><p>“Uma atividade ou ocupação voluntária, exercida dentro de certos e determinados</p><p>limites de tempo e de espaço, segundo regas livremente consentidas, mas</p><p>absolutamente obrigatórias, dotado de um fim em si mesmo, acompanhado de</p><p>um sentimento de tensão e alegria e de uma consciência de ser diferente da “vida</p><p>quotidiana”.</p><p>Elaboração de Materiais Lúdicos - Renata Alves Orselli</p><p>4</p><p>Complexo Educacional Campos Salles</p><p>Assim, o autor define quatro propriedades do jogo:</p><p>1. É livre, não está ligado à noção de dever, obrigatoriedade;</p><p>2. É uma evasão da vida real para uma atividade temporária com orientação</p><p>própria. Tem uma afinidade autônoma e se realiza tendo em vista uma satisfação</p><p>que consiste nessa própria realização;</p><p>3. Tem uma limitação de tempo e de espaço e é jogado até o fim dentro desses</p><p>limites;</p><p>4. Tem regras próprias, o que significa uma ordem rígida.</p><p>Segundo o autor as definições levam ao prazer e faz o tempo diferente do dia a dia e da realidade.</p><p>Assim, pode-se definir que uma situação de ludicidade é expressa pelos verbos: brincar, divertir e</p><p>jogar. O termo jogar nos leva a entender que é preciso ser trabalhado , pois tem diferentes com-</p><p>preensões e leva o participante utilizar suas habilidades geralmente de forma competitiva, pois está</p><p>sobre regras para conseguir determinados objetivos.</p><p>1. 2 O jogo na educação</p><p>Os jogos são importantes ferramentas para o ensino e aprendizagem, pois apresentam estratégias</p><p>motivadoras para o ensino vivo e para uma aprendizagem cheia de significações de forma inova-</p><p>dora e interativa e, estimula o cérebro e os pensamentos, permitindo uma aprendizagem criativa.</p><p>Assim, os jogos pedagógicos também são denominados operatórios porque sugerem operações</p><p>mentais como: descrever, comparar, analisar, relacionar, localizar, classificar, etc. Dessa forma, to-</p><p>das as operações realçam que são situações de ensino que submetem a determinadas regras, e</p><p>geralmente são estimuladores de significação e de transferência que ajudam a aprendizagem e a</p><p>avaliação. Por essa razão, o jogo pedagógico pode alegrar e desafiar, mas, essencialmente, ajudar o</p><p>aluno a desenvolver suas capacidades cerebrais.</p><p>Segundo Antunes (2010) quando termina o jogo operatório: “...é essencial que o professor provo-</p><p>que uma reunião com os alunos, discutindo como e por que a atividade foi desenvolvida, colhendo</p><p>livremente ideias, pensamentos, propostas e sugestões dos alunos.” . O autor ainda menciona que</p><p>mesmo breve a reunião é essencial que os alunos pensem na ação devolutiva e internalizar ideias</p><p>sobre seus procedimentos.</p><p>Entretanto, todo educador deve levar em conta como aplicar os jogos. Ou seja, o jogo não é somen-</p><p>te uma ferramenta educativa por si só, isto é, se for aplicado sem objetivo será apenas uma estra-</p><p>tégia de recreação. Assim, quando o jogo é utilizado com intenções formativas o professor observa</p><p>o aluno a construir e ampliar vocabulário além das ações que estimulam o cérebro e o pensamento</p><p>no desenvolvimento lógico (trabalha números e quantidades); a distinção dos conceitos como :</p><p>“muito”, “pouco” , “longe”, “perto” entre outros; amplia a linguagem; desafia a pensar; estimula a</p><p>capacidade de associação (surge maneiras novas de jogar); melhora a motricidade; quebra de pa-</p><p>radigmas e estereótipos (coisa de menino ou menina) e ajuda nas relações interpessoais.</p><p>Elaboração de Materiais Lúdicos - Renata Alves Orselli</p><p>5</p><p>Complexo Educacional Campos Salles</p><p>Vejamos um jogo para letramento, leitura e línguas que Antunes (2010, p. 32) apresenta para crian-</p><p>ças de 6 a 8 anos.</p><p>NOME LETRAS E RECADOS</p><p>Idade 6 a 8 anos</p><p>Recursos Lápis ou caneta</p><p>e papel</p><p>Objetivos Agilizar a leitura e a criatividade linguística</p><p>Como jogar: um aluno diz alguma letra do alfabeto e o professor a registra na lousa. Depois é a vez</p><p>de um segundo aluno, seguido por um terceiro, e assim até que dez letras tenham sido registradas.</p><p>Todos os participantes devem anotar as dez letras escolhidas e, depois organizar grupos para es-</p><p>crever uma mensagem em estilo telegráfico.</p><p>Cada palavra deve começar com a letra escolhida e seguir a ordem das letras registradas na lousa,</p><p>por exemplo, o registro é M/ C/ T/ P/ D/ G/ Q/ N/ I/ E.</p><p>Exemplo de mensagem: Meu querido colega tirou papel da gaveta nada interessante encontrado.</p><p>Neste contexto, é importante lembrar a importância do professor alterar ou não a quantidade de</p><p>letras, excluir algumas letras, ajudar quando for solicitado e não esquecer a reunião com os parti-</p><p>cipantes para ouvir sugestões e ideias.</p><p>1. 3 Lúdico</p><p>Para compreender a ludicidade e a sua manifestação na educação e na vida do indivíduo, seja ele</p><p>professor ou estudante, começamos com a tentativa de entender o seu significado etimológico.</p><p>A palavra ludicidade, embora bastante utilizada no contexto da educação, não existe no dicionário</p><p>da língua portuguesa. Segundo HUIZINGA (2008) e LOPES (2005) não há conceito em outras línguas</p><p>como inglês, francês, espanhol etc.</p><p>Dessa maneira como a palavra ludicidade não está presente em muitos idiomas, procuramos uma</p><p>discussão sobre os múltiplos significados da palavra “jogo”, associando-a ao conceito de ludicidade</p><p>segundo Brougère (2003) e Huizinga (2008). Assim, a origem semântica da ludicidade, que vem do</p><p>latim LUDUS, que significa jogo, exercício ou imitação.</p><p>Para Brougère (2003) “A própria ideia que se tem de jogo varia de acordo com autores e épocas, a</p><p>maneira como é utilizado e as razões dessa utilização são igualmente diferentes”. Para o autor há</p><p>três diferentes significados para a palavra:</p><p>1. Atividade lúdica;</p><p>2. O sistema de regras bem definidas (que existe independente dos jogadores);</p><p>3. E o objeto (instrumento ou brinquedo) que os indivíduos usam para jogar. Em alguns</p><p>povos, que têm no jogo um elemento forte da sua cultura, é possível encontrar diversas</p><p>denominações para designar diferentes atividades.</p><p>Elaboração de Materiais Lúdicos - Renata Alves Orselli</p><p>6</p><p>Complexo Educacional Campos Salles</p><p>No latim a palavra ludus diz respeito a toda rede de significados do jogo. Como assegura Huizinga</p><p>(2008), “ludus abrange os jogos infantis, a recreação, as competições, as representações teatrais</p><p>e os jogos de azar”. Cabe observar, portanto, que o seu significado extrapola as ações tanto das</p><p>crianças como dos adultos. Assim, as manifestações lúdicas favorece a criança e estimula outras</p><p>potencialidades conforme ilustra abaixo:</p><p>Figura 2 –</p><p>Portanto, observamos que a Ludicidade, nesta perspectiva, portanto, não é atividade. É estado de</p><p>ânimo, surge das atividades praticadas na sua totalidade. Segundo Massa (2015), o lúdico possibilita</p><p>ao sujeito experimentar a igualdade entre todos e tudo que existe. Estimula a aprendizagem da</p><p>ética, das estratégias mentais e, sobretudo, da harmonia entre as pessoas. Para o uso satisfatório</p><p>das atividades lúdicas inseridas em um contexto onde exista a emergência da ludicidade na pratica</p><p>educativa, faz-se necessário um mediador amadurecido emocionalmente, assim como científica e</p><p>tecnicamente. O professor poderá incluir a ludicidade na sua prática docente apenas se o contato</p><p>for realizado a partir do seu interior. Um educador que não se disponibiliza para estar junto de seus</p><p>educandos, como pode ser lúdico? O ensino lúdico precisa ser conduzido por docentes que experi-</p><p>mentem a ludicidade: caso contrário, será apenas um facilitador de atividades lúdicas.</p><p>Portanto, vivenciar a educação lúdica é estar presente e inteiro como docente e viabilizar o mesmo</p><p>para os seus alunos. É praticar uma educação que integra, ao invés de separar mente de corpo ou</p><p>sentimento de razão, considerando as diversas possibilidades. Dessa forma, as manifestações ou</p><p>práticas lúdicas são além de um recurso formativo uma possibilidade de autodesenvolvimento.</p><p>2. O PAPEL DAS ATIVIDADES LÚDICAS NA EDUCAÇÃO</p><p>Neste capítulo vamos falar sobre como o jogo pode promover o desenvolvimento intelectual de</p><p>maneira direta com o uso dos jogos para estimular o raciocínio estratégico corporal, artístico etc.</p><p>Elaboração de Materiais Lúdicos - Renata Alves Orselli</p><p>7</p><p>Complexo Educacional Campos Salles</p><p>Vamos também refletir sobre o papel da história na construção do senso crítico e como a leitura</p><p>poderá ser uma excelente ferramenta de ensino/aprendizagem. Assim, falaremos das histórias que</p><p>utilizam o lúdico para explorar melhor o surgimento do senso crítico.</p><p>2. 1 Desenvolvimento intelectual</p><p>O jogo pode provocar de forma direta e indireta usando do raciocínio estratégico para aquisição</p><p>de um objetivo que poderá ser físico, artístico, social, ético, afetivo entre outros. Segundo Kishimoto</p><p>(1998)</p><p>O jogo elaborado, prolongado, variado é mais útil para o ser humano que o</p><p>estereotipado, vazio e descontínuo. Para a criança e o adulto é o espaço para usar</p><p>a inteligência, um banco de provas, viveiro para experimentar formas de combinar</p><p>o pensamento, a linguagem e a fantasia.</p><p>Assim, o desenvolvimento na forma direta é utilizado jogos que trabalham o raciocínio lógico e o</p><p>pensamento abstrato, encontrados geralmente nos jogos de charadas e cálculos. Entretanto, eles</p><p>podem ser trabalhados com outras atividades que necessitam de ação para atrair mais o interesse</p><p>e atenção das crianças. Já o jogo de desenvolvimento na forma indireta está presente nos jogos</p><p>mais simples, pois exige estratégias e planejamento para agir, assim, estimula o raciocínio quando</p><p>há contato entre ação e resultado.</p><p>2. 2 A formação do senso crítico com o uso das histórias</p><p>As histórias prepara o aluno para pensar, e pensar é um ato que envolve o senso crítico. Assim, ter</p><p>opinião sobre determinado assunto pode parecer um processo nato, mas para alguns pode ser</p><p>desenvolvido por meio de situações que os fazem refletirem. Para que isso acontece é necessário</p><p>propor situações que necessitam ser compreensíveis que tenham significados em seu mundo, e prin-</p><p>cipalmente proporcione prazer e interesse.</p><p>Portanto, as histórias são poderosas ferramentas para fazer o elo entre o mundo real. Segundo Ro-</p><p>dari (1982) a fábula atua como facilitador na construção do senso crítico:</p><p>Para que lhe (a criança) serve a fábula? Para construir estruturas mentais, para</p><p>estabelecer relações como “eu, os outros”, “eu, as coisas”, “as coisas verdadeiras e as</p><p>coisas inventadas”.</p><p>(...) a fábula representa uma útil iniciação à humanidade, ao mundo dos destinos</p><p>humanos as fábulas oferecem um rico repertório de caracteres e de destinos, no</p><p>qual a criança encontra indícios a realidade que não conhece, do futuro sobre o</p><p>qual ainda não sabe pensar.</p><p>Assim, à medida que o narrador conta a história a criança vai fazendo pequenos julgamentos e</p><p>torcendo por determinado personagem. A trama de uma história pode ser utilizada para outras</p><p>atividades que exploram o senso crítico, por exemplo, reescrever a história reformulando a hipótese</p><p>ou apresentar o que entendeu em forma de teatro.</p><p>Elaboração de Materiais Lúdicos - Renata Alves Orselli</p><p>8</p><p>Complexo Educacional Campos Salles</p><p>2. 2. 1 O lúdico nas histórias</p><p>Vamos apresentar duas atividades lúdica e interativa que pode ser trabalhada com os alunos de</p><p>qualquer faixa etária, pois é bastante visual e proporciona o exercício da criatividade e imaginação.</p><p>Brincar de faz de conta ainda é divertido e proporciona o ensino aprendizagem de forma leve. As-</p><p>sim, os exemplos a seguir são atividades elaboradas pela autora com objetivo de facilitar e tornar a</p><p>leitura e os contos mais visual e prático possível.</p><p>“Avental de contar histórias”</p><p>Figura 3 –</p><p>Descrição: avental de pano onde são fixadas imagens de personagens e objetos de histórias.</p><p>Uso:</p><p>o professor veste o avental - sinaliza e descreve cada cenário que se pode ser criado bem como</p><p>seus personagens. O aluno escreve uma história curta utilizando um dentre os cenários e personagens</p><p>que lhe foram apresentados anteriormente e narra a história com o título, personagens e cenário.</p><p>Essa atividade é recomendada para duplas e permite o exercício de vocabulários já vistos, deixando</p><p>os alunos livres para criarem suas próprias histórias, além de estimular a imaginação e a criativi-</p><p>dade, fortalecendo a interação entre os alunos. Nesse momento, os alunos falam a mesma língua e</p><p>memorizam de forma lúdica os novos termos. Só posteriormente serão feitas as devidas correções</p><p>gramaticais. Nessa fase, o aluno já estará dominando os personagens e terá um vocabulário sufi-</p><p>ciente para iniciar uma história.</p><p>“Teatro das sombras”</p><p>Figura 4 –</p><p>Descrição: papel cartão ou cartolinha e palito de churrasco onde são fixadas imagens de persona-</p><p>gens e objetos de histórias.</p><p>Elaboração de Materiais Lúdicos - Renata Alves Orselli</p><p>9</p><p>Complexo Educacional Campos Salles</p><p>Uso: o professor solicita que os alunos elaborem uma história e crie seus próprios personagens. Em</p><p>seguida o grupo vai escrever a fala dos personagens para posteriormente apresentarem na própria</p><p>tela da sala que vai refletir a sombra, ganha movimento e “voz”. A narrativa fica divertida porque é</p><p>possível utilizar outros meios de comunicação para ilustrar o cenário e dar vida a todos.</p><p>Essa atividade é recomendada em grupos e permite o exercício de vocabulários entre outras habi-</p><p>lidades, deixando os alunos livres para criarem suas próprias histórias, além de estimular a imagi-</p><p>nação e a criatividade, fortalecendo a interação entre os alunos.</p><p>CONSIDERAÇÕES FINAIS</p><p>Apresentamos a importância do uso do lúdico no ensino e aprendizagem. A ludicidade ganha uma</p><p>gama de significações e de uso na educação segundo alguns autores que também discutem a im-</p><p>portância de jogo, pois ele pode promover o desenvolvimento intelectual de maneira direta ajudan-</p><p>do no senso crítico entre outras habilidades.</p><p>MAPA MENTAL</p><p>Elaboração de Materiais Lúdicos - Renata Alves Orselli</p><p>10</p><p>Complexo Educacional Campos Salles</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>ANTUNES, C. Os jogos e a educação infantil. São Paulo: Ciranda Cultural, 2010.</p><p>BROUGÈRE, G. Jogo e educação. Porto Alegre: Artmed, 2003.</p><p>DOHME, V. Atividades Lúdicas na Educação: o caminho de tijolos amarelos do aprendizado. 5 ed. Pe-</p><p>trópolis, RJ: Vozes, 2009.</p><p>LOPES, M. C. Comunicação e ludicidade na formação do cidadão pré-escolar. 1998. Tese (Doutorado</p><p>em Ciências e tecnologias da Comunicação) – Universidade de Aveiro, Aveiro, Portugal, 1998.</p><p>GABRILLI, M. Brinquedos e brincadeiras inclusivas - http://img.org.br/_wps/wp-content/</p><p>uploads/2016/03/brinquedos.pdf</p><p>RODARI, G. Gramática da fantasia. São Paulo: Summus, 1982.</p><p>HUIZINGA, J. Homo Ludens. São Paulo: Perspectiva, 2008.</p><p>Atenção</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=xAZh4INLYJI</p><p>MATEMÁTICA DE FORMA LÚDICA - Dois jogos em um só material</p><p>Nota</p><p>Você sabia que pode trabalhar os diversos temas brincando em formar</p><p>palavras?</p><p>Novo Jogo Lúdico Reciclado - Formação de palavras</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=HTQR9k5XZUE</p><p>Elaboração de Materiais Lúdicos - Renata Alves Orselli</p><p>11</p><p>Complexo Educacional Campos Salles</p><p>Saiba mais</p><p>A Importância do Brincar - Tisuko Kishimoto (USP)</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=0al1A_UBdWA</p><p>Pense comigo</p><p>História dos Números</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=9pTsJ8h474I</p><p>Podemos trabalhar a historia de forma interdisciplinar? Sim, é fundamen-</p><p>tal transitar em outras disciplinas que possam ilustrar de forma prática o ensino/aprendizagem.</p><p>Agora é com você</p><p>O Lúdico na Educação - Simão de Miranda - Canal E</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=xlXT8CLUYrI</p>