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<p>1</p><p>Espécies de morte</p><p>Muito importante que vocês saibam as espécies de mortes. Isso sempre cai em questões de provas/</p><p>concursos.</p><p>1. Morte anatômica - consiste na cessação total e permanente de todas as</p><p>funções importantes do organismo entre si e com o meio ambiente.</p><p>2. Morte histológica — caracteriza-se por um processo decorrente da morte</p><p>anatômica, em que os tecidos e as células dos órgãos e sistemas morrem</p><p>paulatinamente.</p><p>3. Morte aparente — caracteriza-se pelo fato do indivíduo assemelha-se a um</p><p>morto, mas encontra-se vivo por persistência da circulação. E possível a</p><p>recuperação do estado de morte aparente pelo emprego de socorro médico</p><p>imediato e adequado. Possui como sinal importante a chamado tríade de</p><p>Thoinot, o qual é configurado pela imobilidade, ausência aparente da</p><p>respiração e de circulação.</p><p>4. Morte relativa — configurada pela parada cardíaca e diagnosticada pela</p><p>ausência de pulso em artéria calibrosa, como a carótida comum, a femoral,</p><p>associada à perda de consciência, cianose, ou palidez. Há chances de retornar à</p><p>vida, caso a vítima seja submetida em tempo hábil à massagem cardíaca.</p><p>5. Morte intermediária - configurada como aquela que precede a absoluta e</p><p>sucede a relativa, sendo considerada uma real passagem inicial da morte</p><p>definitiva. Esta modalidade de morte é admitida apenas por alguns</p><p>doutrinadores.</p><p>6. Morte real — É o ato de cessar a personalidade humana, por inibição da</p><p>força de coesão intermolecular, e o de formar-se paulatinamente a</p><p>decomposição do cadáver.</p><p>2</p><p>FENÔMENOS CADAVÉRICOS</p><p>Os fenômenos cadavéricos são divididos</p><p>em abióticos (avitais ou vitais negativo) e</p><p>transformativos.</p><p>Os abióticos se dividem, por sua vez, em</p><p>abióticos imediatos/de incerteza/prováveis</p><p>(decorrentes de parada cardiorrespiratória</p><p>- sinais prováveis de morte) e abióticos</p><p>consecutivos) reais/tardios (garantem a</p><p>morte);</p><p>os transformativos em: destrutivos</p><p>(putrefação, maceração) e conservadores</p><p>(mumificação, saponificação, calcificação,</p><p>corificação).</p><p>Os fatores que mais interferem na decomposição são: a temperatura, a aeração, a umidade do</p><p>ar, as condições físicas do morto, a idade, causa da morte e a fauna cadavérica</p><p>3</p><p>Fenômenos abióticos imediatos / de incerteza / prováveis são</p><p>sinais que indicam probabilidade de morte e aparecem</p><p>imediatamente após o óbito:</p><p> perda da consciência;</p><p> insensibilidade;</p><p> imobilidade;</p><p> perda do tônus muscular;</p><p> fácies hipocrática (máscara de morte);</p><p> relaxamento dos esfíncteres;</p><p> inexcitabilidade elétrica;</p><p> cessação da respiração;</p><p> cessação da circulação</p><p> pupilas dilatadas (midríase).</p><p>4</p><p>Fenômenos abióticos consecutivos/ tardios / reais / mediatos são sinais evidentes de morte. Com eles, é</p><p>possível saber que a pessoa morreu.</p><p>São eles: desidratação (pergaminhamento da pele e das mucosas, modificações dos globos oculares,</p><p>manchas da esclerótica, tela viscosa, perda da tensão do globo ocular, decréscimo de peso), resfriamento</p><p>cadavérico, rigidez cadavérica, livores cadavéricos e espasmo cadavérico.</p><p>Evaporação Tegumentar</p><p>(desidratação cadavérica)</p><p>Consiste num dos primeiros efeitos da morte,</p><p>configurado pea perda de água do corpo,</p><p>ocasionando a desidratação. A perda ocorre</p><p>pela ausência de reposição que nos seres</p><p>vivos é suprida pela sua ingestão.</p><p>A desidratação acarreta diversas consequências, tais</p><p>como a perda de massa corporal (devido à evaporação</p><p>de água dos tecidos), apergaminha-mento da pele</p><p>(devido ao ressecamento da pele que desseca e</p><p>endurece), ressecamento das mucosas dos lábios e</p><p>modificação dos globos oculares (formação da tela</p><p>viscosa, enrugamento da córnea, e mancha negra da</p><p>esclerótica ou Sinal de Sommer-Larcher).</p><p>5</p><p>ANOTEM OS SEGUINTES CONTEÚDOS ABAIXOS, POIS CAI EM PROVAS DE CURSO E CONCURSO</p><p>Quando o indivíduo morre a produção de</p><p>lágrimas é interrompida, acarretando</p><p>desidratação, o que ocasiona uma série de</p><p>fenômenos ocu-lares, dentre eles o Sinal de</p><p>Sommer-Larcher (mancha negra ocular ou</p><p>mancha esclerótica), que aparece entre 1 a 3</p><p>horas após o óbito, generalizando-se em 6</p><p>horas</p><p>Isto ocorre porque a esclerótica (parte</p><p>branca do olho), ao desidratar, fica</p><p>transparente, permitindo a visualização da</p><p>camada mais interna (coroide), que é</p><p>escura.</p><p>Tem-se ainda a opacificação da córnea,</p><p>que adquire aspecto leitoso e opaco.</p><p>Por fim, a desidratação também causa a</p><p>perda de tensão do globo ocular, em</p><p>razão da progressiva evasão de líquidos.</p><p>Os globos oculares tornam-se moles.</p><p>6</p><p>Resfriamento cadavérico/algidez cadavérica (algor mortis) Fenômeno físico causado pela</p><p>diferença de temperatura entre o cadáver e o ambiente. Normalmente, o ambiente é mais</p><p>frio que o cadáver, e a perda de temperatura variará de acordo com as vestimentas,</p><p>a gordura corporal, a posição e o ambiente. Por isso, a estimativa da provável hora da</p><p>morte pela temperatura é incerta. A produção de calor pelo metabolismo não para</p><p>imediatamente, porque os tecidos vão morrendo aos poucos e a produção de calor</p><p>continua.</p><p>Porém o principal modo de eliminação dele se perde.</p><p>ATENÇÃO ANOTAR</p><p>O resfriamento se inicia pelos pés, mãos e face. Já os órgãos internos</p><p>mantêm-se aquecidos em média 24 horas.</p><p>7</p><p>Livores cadavéricos ou hipostáticos/</p><p>hipóstases São manchas arroxeadas</p><p>resultantes do acúmulo de sangue</p><p>no interior dos vasos sanguíneos</p><p>nas regiões de maior declive do</p><p>cadáver, em razão da gravidade.</p><p>Os livores cutâneos e viscerais</p><p>surgem em torno de 2 horas após a</p><p>morte, se generalizam em torno de</p><p>6 horas.</p><p>ANOTAR POIS CAI EM QUESTÕES</p><p>Os livores cadavéricos possuem</p><p>importância médico-legal, nos</p><p>seguintes aspectos:</p><p>Avaliação do tempo da morte (levando</p><p>em consideração que a sua fixação</p><p>acontece após 8h)</p><p>Identificar a posição do cadáver no</p><p>momento em que ocorreu o óbito</p><p>colaborar com o diagnóstico da causa</p><p>da morte.</p><p>8</p><p>ATENÇÃO ANOTAR</p><p>A anemia intensa ou a cor da pele negra constitui um fator dificultador da</p><p>visualização dos livores cadavéricos.</p><p>Rigidez cadavérica (rigor mortis)</p><p>A morte provoca diminuição da renovação de ATP no corpo. A musculatura, então,</p><p>sem oxigênio, recorre à via anaeróbia, o que aumenta a acidez. Portanto, a rigidez</p><p>está relacionada com a acidificação dos músculos; é uma variante da contração</p><p>muscular provocada pela falta de oxigênio nos tecidos, sendo um fenômeno</p><p>químico. A causa da morte tem grande influência na intensidade e duração do</p><p>fenômeno.</p><p>ANOTAR</p><p>A ATP (adenosina trifosfato) é a principal molécula carreadora da energia</p><p>química utilizada nas mais diversas reações que ocorrem nas células.</p><p>Ela funciona como um depósito de energia, acionado quando necessário</p><p>para a realização de alguma reação.</p><p>9</p><p>ANOTAR</p><p>Nas mortes em que há redução de oxigênio ou excesso de</p><p>consumo (mortes violentas acompanhadas de intensa luta), o</p><p>nível de ATP é menor e a rigidez rapidamente se instala. Por</p><p>isso, os mortos por asfixias em geral apresentam rigidez</p><p>precocemente e com curta duração, porque há intensa</p><p>queima de oxigênio, possibilitando uma acidez mais rápida.</p><p>Já nas mortes rápidas demora a se instalar e permanece por</p><p>mais tempo.</p><p>Quando a boca do cadáver estiver dura e o</p><p>resto do corpo mole é sinal de que a morte</p><p>aconteceu há mais de 2 horas; quando</p><p>estiver totalmente duro a morte terá</p><p>acontecido há mais de 6 ou 8 horas.</p><p>A rigidez atinge a face e a mandíbula de 1 a</p><p>2 horas, os membros superiores de 2 a 4</p><p>horas, o tórax de 4 a 6 horas e se generaliza</p><p>entre 6 e 8 horas, perdurando até as 24</p><p>horas, onde se inicia a flacidez que se</p><p>generaliza entre 36 e 48 horas, na mesma</p><p>ordem de aparecimento.</p><p>ANOTAR ESSA É</p><p>CLÁSSICA EM PROVAS</p><p>10</p><p>Fenômenos transformativos conservadores são responsáveis pela conservação do corpo.</p><p>Começam a atuar em torno do 2° ou 3° mês após a morte. São fenômenos transformativos</p><p>conservadores: mumificação, saponificação/adipocera, petrificação/ fossilização, congelamento</p><p>(criogenia) e corificação.</p><p>Mumificação</p><p>Processo de conservação em que o cadáver perde</p><p>líquido rapida-mente, sustando o processo de</p><p>putrefação. Ocorre em ambientes quentes, secos e</p><p>bem ventilados. E possível verificar o DNA e inclusive</p><p>impressão digital nesses casos.</p><p>Nesta foto é uma mumificação real e natural.</p><p>11</p><p>Saponificação</p><p>Acontece quando o cadáver se encontra em locais com pouca</p><p>oxigenação, quente e úmido. Pode surgir tanto no solo quanto na água</p><p>estagnada e pouco corrente.</p><p>Surge a partir de certo estado de</p><p>putrefação, quando as enzimas</p><p>bacterianas hidrolisam as gorduras do</p><p>morto, liberando ácidos graxos,</p><p>conferindo aspecto de cera ao</p><p>cadáver. A análise química do corpo</p><p>revela presença de ácidos graxos -</p><p>ácido palmítico, ácido esteárico, e em</p><p>menor quantidade ácido oleico e</p><p>sabões resultantes da combinação</p><p>desses ácidos com bases (cal,</p><p>magnésio, soda)</p><p>São fatores propulsores do fenômeno da</p><p>saponificação:</p><p> Ambientes quentes e pouco ventilado</p><p> Solo argiloso e úmido,</p><p> Indivíduo obeso.</p><p>12</p><p>Corificação</p><p>Processo conservativo em que a pele</p><p>fica ressecada e endurecida à</p><p>semelhança do couro. É encontrado em</p><p>cadáveres que estiveram em urnas</p><p>metálicas hermeticamente fechadas.</p><p>ANOTAR</p><p>Calcificação</p><p>petrificação ou calcificação do corpo, tendo mais frequência nos corpos de fetos</p><p>mortos e retidos na cavidade uterina, abaixo de 5 mês de gestação.</p><p>13</p><p>ANOTAR</p><p>Putrefação</p><p>A decomposição do corpo começa pela ação das</p><p>bactérias saprófitas, começando pela bactéria</p><p>Clostridium welchii, presente no ceco, no intestino</p><p>grosso. As enzimas bacterianas decompõem</p><p>protídios, lipídios e glicidios, com produção de</p><p>grande quantidade de gases, entre os quais:</p><p>metano, gás carbônico, gás sulfídrico, amônia e</p><p>Existem alguns fatores que interferem consideravelmente na decomposição cadavérica.</p><p>São estes:</p><p> Temperatura - o calor constitui um antecipador da putrefação, enquanto o frio retarda.</p><p> Heração a higroscopia do ar - havendo dificuldade de resfriamento cadavérico, ocorre</p><p>antecipação da putrefação.</p><p> Peso, condições físicas e a idade - o corpo obeso, pelo fato de demorar mais a perder calor tem a</p><p>putrefação antecipada.</p><p> Condições do óbito - mortes decorrentes de sepse (infecção gene-ralizada) antecipa a putrefação,</p><p>em virtude da grande quantidade de bactérias.</p><p>14</p><p>ATENÇÃO ANOTAR</p><p>Em temperaturas abaixo de 0° C, não ocorre o processo de putrefação,</p><p>sendo um fator conservador do cadáver de forma indefinida.</p><p>A putrefação possui quatro etapas, sendo elas:</p><p>ANOTAR TODAS ETAPAS</p><p>fase cromática/ coloração; fase enfisematosa/gasosa;</p><p>15</p><p>Fase coliquação Fase esqueletização</p><p>Maceração</p><p>A maceração é um processo de</p><p>putrefação que ocorre nos corpos</p><p>submersos, chamada de maceração</p><p>séptica (presença de germes), ou nos</p><p>fetos retidos, chamada de maceração</p><p>fetal asséptica, que é a destruição dos</p><p>tecidos pela ação do líquido amniótico.</p><p>Os sinais evidentes de maceração fetal</p><p>sugerem morte há mais de 24 horas.</p>

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